Site Página 4514

5 Séries que você vai querer REVER daqui alguns anos!

Não adianta, quando uma série conquista nossos corações em algum momento das nossas vidas vamos querer novamente reencontrar aqueles personagens, aquela história. Pensando em seriados recentes que após sua conclusão já deixam saudades, segue abaixo uma lista bem legal com 5 seriados que você vai querer rever daqui alguns anos!

 

Ted Lasso

Na trama, conhecemos o treinador de futebol americano Ted Lasso (Jason Sudeikis), que é curiosamente contratado por Rebecca Welton (Hannah Waddingham), presidente de um time da primeira divisão do futebol inglês, a Premier League, para assumir o time e lutar arduamente contra o rebaixamento. A questão é que Ted não entende nada de futebol (o soccer) e vamos entendendo melhor aos poucos que tudo faz parte de um plano maquiavélico da presidente numa espécie de vingança sobre o marido (ex-acionista do time). Mas o jeito carismático do protagonista vai me mexer com a vida de todos nesse clube.

 

Maravilhosa Sra. Maisel

Criada por Amy Sherman-Palladino, Maravilhosa Sra. Maisel conta as aventuras de Midge (Rachel Brosnahan) uma dona de casa, altamente dedicada ao marido Joel (Michael Zegen) que aos poucos acaba descobrindo um talento para fazer comédia, nos primórdios dos Stand Up Comedy. Ela vem de uma tradicional família judia, filha do professor de matemática Abe  (Tony Shalhoub) e de Rose (Marin Hinkle). Quando Midge se separa de Joel, sua vida se transforma e assim acaba embarcando no mundo artístico com a ajuda de Susie (Alex Borstein), sua nova amiga.

 

Dark

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

 

Peaky Blinders

Na trama, ambientada em um pós guerra na Inglaterra, conhecemos a ascensão da família Shelby, conhecidos como Peaky Blinders, envolvida em violência e corridas de cavalo na cidade de Birmingham. O líder não é o irmão mais velho e sim o do meio, Tommy, um ex-soldado de guerra que possui uma frieza e punho firme necessários para o crescimento de sua família. Abordando inúmeros temas importantes que vão desde a corrupção na polícia (já naqueles tempos), até a luta das mulheres por direitos mais equivalentes aos homens no mercado de trabalho, Peaky Blinders possui intenso episódios por temporadas sempre com um grande desfecho impactante.

 

The White Lotus (1ª Temporada)

Criada por Mike White, The White Lotus nos leva para uma fascinante jornada até um badalado hotel, caríssimo, que fica no Havaí. Nossos olhos são alguns personagens que chegam até o local em um barco disponível apenas para os hóspedes vips. Assim, conhecemos uma família que beira ao disfuncional, uma solteirona carente e com muitos problemas emocionais que tem como objetivo jogar as cinzas da mãe no mar, um casal que acabara de se casar e vai passar parte da lua de mel no hotel. Esses completam um lado da história que tem seu complemento com a visão dos funcionários do hotel sobre todas as curiosas situações que acontecem durante o tempo desses vips no lugar, principalmente o gerente do hotel e a administradora do SPA aberto para clientes do hotel.

 

 

Crítica | Armas na Mesa

A Dama de Ferro

Deus abençoe Jessica Chastain. Não é uma missão fácil se tornar uma das maiores estrelas dentro de um mercado tão competitivo quanto o de Hollywood. Sim, existe muito lobby, e fatores como ter o agente certo obviamente entram jogo. Mas o talento é primordial. A ascensão de Chastain é impressionante, ainda mais se levarmos em conta que seu primeiro trabalho de destaque foi em 2011, com A Árvore da Vida, de Terrence Malick, no qual enfatizou sua presença angelical.  É claro também que a atriz já vinha na luta desde 2004, e foram necessários mais sete anos até sua explosão. Mas que bom que a recebemos.

Chastain é uma atriz metódica e minimalista, que funciona bem em todo tipo de personagem, mas vem se especializando num específico: a mulher fria, calculista e inescrupulosa. Se olharmos para filmes como A Hora Mais Escura (2012), O Ano Mais Violento (2014) e A Colina Escarlate (2015), veremos uma tendência. Aqui, a estrela novamente adere a um personagem maior que a vida, cuja presença não pode ser ignorada, mas que nem sempre exibe a melhor das índoles. Elizabeth Sloane é uma torre de marfim, bela, plácida, alva e intocável. É também a pessoa a qual queremos ter ao lado em uma crise.

Reprisando a parceria com o britânico John Madden, que a comandou em A Grande Mentira (2010), filme sobre terrorismo lançado direto em vídeo por aqui, Chastain é a alma e espinha dorsal de Armas na Mesa, no papel de uma lobista que é a melhor no que faz. Pense em Obrigado por Fumar (2005), de Jason Reitman, para entender um pouco a proposta deste longa e a personagem da atriz. A Miss Sloane do título original é uma versão de Nick Naylor (o protagonista de Aaron Eckhart no filme citado) mais perversa e desalmada, se isso é possível.

Cabeça de uma firma estrategista, Elizabeth Sloane recebe a proposta de intervir contra a indústria armamentista, atacando-a em uma votação. Seu trabalho é convencer o público de que armas precisam ser controladas, restringindo ao máximo quem as compra – já que sabe que impedir tal comércio seria impossível. O lançamento do filme coincide com uma grande polêmica que toma nosso país, na qual familiares de policiais, buscando melhorias de trabalho para os parentes, protestam impedindo-os de trabalhar. Tal fato soa impensável em um país tão violento quanto o Brasil – que um estado fique sem policiamento – e digno da mais incrível ficção científica, não estivesse ele ocorrendo agora. Por aqui, os rivais de Miss Sloane teriam seus adeptos também, e sua campanha de armamento poderia dar certo.

O roteiro assinado por Jonathan Perera é um achado, ao ponto de criar espanto ao descobrirmos que o escritor é um estreante, sendo este seu primeiro trabalho. O detalhamento que sua escrita dá as nuances de personagens, seus psicológicos e também ao insight de um mundo específico e difícil, como o universo político norte-americano, é admirável. Deixando tudo em harmonia está a direção segura de Madden, mais acostumado a obras açucaradas e não tão relevantes, como Shakespeare Apaixonado (1998) e os dois O Exótico Hotel Marigold (2011 e 2015). Sorte de Madden ter dado chance para uma ainda desconhecida Chastain, e agora poder tê-la novamente como protagonista de seu filme mais urgente e impactante.

Além de Chastain (que foi indicada ao Globo de Ouro pelo desempenho, o qual muitos acreditavam cabível a uma lembrança para o Oscar), Madden conta com um elenco de primeira, que inclui nomes como John Lithgow, Mark Strong, Alison Pill, Michael Stuhlbarg, Jake Lacy, Dylan Baker, Sam Waterston e a ótima Gugu Mbatha-Raw, em uma de suas melhores atuações da carreira. Para quem gosta de referências e comparações, temos a reunião de Chastain e Strong após o sucesso do citado indicado ao Oscar A Hora Mais Escura, e também Waterston e Pill do programa igualmente prolixo Newsroom. Armas na Mesa é uma produção lindíssima e impecável, na qual tudo se encontra milimetricamente no lugar, seja o cabelo de Chastain (que até desarrumado soa inumano), a direção de arte ou a fotografia gélida e glamourosa do jovem dinamarquês Sebastian Blenkov.

A mescla de embalagem e conteúdo coexiste mais que amigavelmente aqui, transcendendo a obra ao status de uma dessas entidades que precisam ser revistadas de tempos em tempos. O único porém existente diz respeito ao próprio roteiro que, assim como Obrigado por Fumar, desiste de dar o golpe final, optando por um desfecho politicamente correto, e tratando de confeccionar uma crise de consciência relâmpago para personagens que já haviam nos conquistado por seu cinismo e indiferença. Talvez estejamos sendo cínicos demais também nós mesmos, ao desacreditar em qualquer possível característica redentora do mais desumano dos seres humanos.

‘Super Mario Bros.’ (1993), ‘Doom’, ‘Street Fighter’ e os PIORES filmes baseados em jogos de videogame

Ao longo da história da sétima arte, diversas fontes serviram de inspiração para os filmes. Os livros, por exemplo, remetem diretamente dos primórdios do cinema, e também de Hollywood, a maior indústria cinematográfica do mundo. Tudo, desde histórias em quadrinhos, seriados e programas de TV, biografias e até mesmo brinquedos (como linhas de bonecos e jogos de tabuleiro) já foi utilizado pelos roteiristas como base na hora de fazer filmes. No entanto, uma das mídias mais maltratadas pelos filmes ainda são os videogames. Se formos analisar de perto, notaremos que de todas as adaptações de games eletrônicos para o cinema, a grande parte não agradou os críticos e os fãs, ficando abaixo também de seu investimento financeiro.

Durante décadas, os heróis de histórias em quadrinhos também eram motivo de piada em Hollywood, no entanto, viram surgir uma onda de popularidade no início da década de 2000, e ascenderam até se tornarem a fonte mais confiável e lucrativa do cinema na atualidade. Isso que é moral. Muitos se perguntam quando será a vez dos videogames, ou será esse dia de fato chegará. Bem, com produções do nível da série ‘The Last of Us’ e da recente animação ‘Super Mario Bros.’ (que promete quebrar todo tipo de recorde de bilheteira esse ano), podemos nos animar um pouco mais de que essa mudança de sorte esteja finalmente chegando.

No entanto, aqui nessa nova matéria iremos focar justamente no que não deu certo. Mas não apenas isso, já que aqui daremos um mergulho nas profundezas do fundo do poço do subgênero – revisitando as piores adaptações de videogames para o cinema. É claro que nessa viagem infernal nos depararemos com alguns dos piores filmes da sétima arte também. Confira abaixo.

10) Super Mario Bros. (1993)

Completando 30 anos de lançamento em 2023, começamos a lista com ‘Super Mario Bros.’, a primeira adaptação de um videogame para o cinema da história da sétima arte. Tudo parecia estar no lugar. Os games do Super Mario seguiam como os mais populares do segmento. Era a hora certa para levar o encanador italiano bigodudo para as telonas com atores de carne e osso. Mas como adaptar um jogo com cogumelos vivos, canos verdes gigantes, cascos de tartarugas, caixas mágicas, etc., sem se tornar algo insano e alucinógeno? A aposta da Disney (através da subsidiária Hollywood Pictures) foi adaptar com uma pegada, digamos, um pouco mais sombria e suja – algo que estava na moda na época, vide ‘Batman’ (1989) e ‘As Tartarugas Ninja’ (1990). Aqui, digamos apenas que não funcionou, e o primeiro ‘Super Mario Bros.’ viveria para ser considerado um dos pontos baixos dos anos 90.

09) Doom: A Porta do Inferno (2005)

Doom foi o segundo jogo 3D de tiro em primeira pessoa na história dos videogames, mas foi o que se tornou mais popular de todos. A história fala sobre uma equipe de militares precisando resolver uma situação numa base localizada em Marte, quando um portal se abre, trazendo criaturas aparentemente direto do inferno. Insano é pouco. Para o filme, Dwayne Johnson provava que era gente da gente, e fã do game, ao impulsionar o projeto de levar o jogo para as telonas com seu nome. Quem também está no filme é a indicada ao Oscar Rosamund Pike, e Karl Urban (‘The Boys’). O filme até tenta emular o ponto de vista do jogo, mas terminou se tornando um fracasso de crítica e bilheteria.

08) Wing Commander: A Batalha Final (1999)

Nos anos 90, os filmes baseados em videogames se tornavam uma tendência, com todo estúdio tentando tirar do papel sua própria adaptação. A 20th Century Fox apelava para um produto pouco conhecido do grande público, um game que mostrava uma guerra de espaçonaves no melhor estilo ‘Star Wars dos pobres’ conhecido como ‘Wing Commander’. O filme com toda a aura de produção B era estrelado por Freddie Prinze Jr. e Matthew Lillard, como dois pilotos que eram melhores amigos – na vida real os atores haviam acabado de sair dos slasher de sucesso ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ e ‘Pânico’. Por comparação dois anos antes havia sido lançado ‘Tropas Estelares’, que deixa ‘Wing Commander’ comendo poeira. O filme não conseguiu se pagar nas bilheterias e foi destroçado pela crítica. E você lembrava?

07) Double Dragon (1994)

Quando falamos nos primeiros jogos de videogame que viraram filmes nos cinemas, muitos citam rapidamente ‘Super Mario Bros.’, ‘Street Fighter’ e ‘Mortal Kombat’ como o trio que começou tudo. O que muitos podem não lembrar e alguns sequer saber, é que no meio destes três existe um longa chamado ‘Double Dragon’ – que na verdade é o segundo game levado aos cinemas, logo após ‘Super Mario Bros.’. Tendo estreado ainda em 1987 nos fliperamas pelo mundo, ‘Double Dragon’ rapidamente se tornou sensação, popularizado ainda mais com o lançamento para os consoles domésticos. A história mostrava dois irmãos enfrentando inimigos num jogo de luta no estilo beat ‘em up – no Brasil conhecido como andar e bater. Um dos personagens que marcaram o jogo era Abobo (nome que a geração dos anos 80 e 90 jamais esquecerá – espero que ninguém tenha colocado no filho), um sujeito grandalhão e deformado que, é claro, dá as caras no filme. A dupla improvável vivendo os irmãos Jimmy e Billy no cinema era formada pelos atores Mark Dacascos e Scott Wolf – e o elenco trazia ainda Alyssa Milano e Robert Patrick como o vilão.

06) Street Fighter: A Última Batalha (1994)

O jogo de luta ‘Street Fighter’ foi um verdadeiro fenômeno no mundo todo no início dos anos 90. Na verdade, Street Fighter 2 foi que introduziu os personagens que todos vieram a conhecer e adorar em 1991. Com personagens ecléticos que representavam seus países, como até mesmo um lutador do Brasil, o game representou um marco no estilo e a transição para uma nova fase na capacidade do que os jogos podiam fazer. Com ares de superprodução, a Columbia Pictures comprou os direitos da franquia e resolveu leva-la aos cinemas em grande estilo. No elenco, os produtores conseguiram alistar um dos maiores astros da ação na época, o belga Jean-Claude Van Damme para o papel não de Ken ou Ryu, os protagonistas, mas sim do coadjuvante Guile, aqui transformado em personagem principal. Fora isso, serviu como último trabalho do grande Raul Julia, como o vilão Bison, que estava abatido por causa do câncer que tirou sua vida. Apesar de todos na época terem corrido para os cinemas, hoje dificilmente alguém aprova o resultado sem olhos nostálgicos.

05) Mortal Kombat: A Aniquilação (1997)

Ao contrário de ‘Street Fighter’ (1994), que não teve nada a ver com sua contraparte dos games, a versão de ‘Mortal Kombat’ para o cinema ainda hoje é enaltecida como uma das melhores adaptações do gênero, apesar da notória falta de sangue (um dos atrativos do jogo). O que todos elogiam é o espírito mantido da história e a grande sensação de aventura que permeia o longa. Assim, com um sucesso em mãos, a New Line, produtora do longa, resolveu logo tirar do papel a sequência do filme de 1995 – algo que ‘Street Fighter’ nunca cogitou. Mas o que viria a seguir se tornaria uma das maiores atrocidades cinematográficas de todos os tempos com ‘Mortal Kombat: A Aniquilação’, que joga tudo de bom que o filme original tinha conquistado direto no lixo. Com atuações canhestras, figurinos piores que qualquer “cospobre” e efeitos de terceira categoria, o segundo ‘Mortal Kombat’ parece uma daquelas produções feitas no quintal de casa. Não por menos, nenhum (ou quase nenhum) dos atores originais quis retornar. ‘Mortal Kombat 2’ colocaria um fim na franquia dos anos 90, sendo revivida somente 24 anos depois.

04) Street Fighter: A Lenda de Chun-Li (2009)

Sabe o ditado “não existe nada ruim que não possa piorar”? Pois bem, ele se encaixa como uma luva na franquia ‘Street Fighter’ no cinema. O filme original deixou a criançada empolgada na época, por se tratar de um produto querido, que era febre, e ser uma das primeiras produções do segmento. Na época mesmo os fãs puderam atestar que ‘A Batalha Final’ (1994) não era essa Coca-Cola toda e a coisa só foi piorando quando as crianças da época cresceram e adquiriram mais senso crítico. Morta a franquia ficou nas telonas. Até produtores muito espertalhões decidirem reviver a marca de forma, digamos, mais minimalista, em clima de thriller policial, ao invés de um blockbuster como no original. Outra mudança foi que o foco seria em Chun-Li desta vez, vivida por Kristin Kreuk (a Lana Lang de ‘Smallville’). Numa virada curiosa e infeliz para a produção, o segundo filme conseguiu ser menos apreciado ainda pelos fãs do que o original.

03) BloodRayne (2005)

Daqui em diante, nas três primeiras posições dos piores filmes baseados em videogames de todos os tempos, teremos obras assinadas pelo mesmo cineasta: alemão Uwe Boll. Os mais ácidos poderão dizer que Boll foi a pior coisa que a Alemanha produziu desde o nazismo, mas a verdade é que Uwe Boll é considerado um dos piores, quiçá, o pior diretor da atualidade. Seus filmes parecem amadores – tudo bem que o orçamento de troco de padaria também não ajuda muito. Aliás, poderíamos ter incluído aqui na lista outro filme de Boll, ‘Em Nome do Rei’ (2007), protagonizado por ninguém menos que Jason Statham, e baseado no videogame Dungeon Siege, de 2002. Mesmo capenga o filme gerou duas continuações. Mas aqui optamos por ‘BloodRayne’, que mistura aventura medieval com vampiros, e tem como base o game também de 2002. Para o filme, Boll arrastou Michelle Rodriguez, Michael Madsen e pasme, Ben Kingsley. A protagonista é Kristanna Loken, que havia saído do sucesso de ‘O Exterminador do Futuro 3’ (2003), onde viveu a exterminadora mulher.

02) Alone in the Dark: O Despertar do Mal (2005)

A franquia de games Alone in the Dark seguem a linha de Resident Evil, ou seja, são jogos do estilo conhecido como “sobrevivência” e utilizam uma pegada de terror em sua narrativa – de tiro em primeira pessoa. Quando ‘Alone in the Dark’, o filme, estreou, Milla Jovovich já havia lançado dois ‘Resident Evil’ – que não foram, por assim dizer, muito elogiados. Mas tais filmes são verdadeiras obras-primas se comparados com esse terror mequetrefe, estrelado por Christian Slater, Tara Reid e Stephen Dorff. Novamente assinado por Uwe Boll, ‘Alone in the Dark’ é um daqueles filmes que quase ninguém viu, e os que viram se arrependem. E como sonhar não custa nada, é dito que o ambicioso “Ed Wood” moderno queria ninguém menos do que Christian Bale e Jessica Alba para a dupla protagonista. Aham.

01) House of the Dead – O Filme (2003)

Para a infelicidade de todos, era aqui que a “tragédia” começava. O alemão Uwe Boll conseguiu a oportunidade de dirigir seu primeiro filme baseado em um videogame com este ‘House of the Dead’. Mais uma vez, o jogo faz parte do subgênero de terror de sobrevivência, do qual também pertencem ‘Alone in the Dark’ e ‘Resident Evil’. O primeiro House of the Dead foi lançado ainda em 1996. A trama do filme conta sobre um grupo de jovens viajando até uma ilha carinhosamente chamada de “Ilha da Morte”, onde reza a lenda que um padre espanhol foi banido por inventar um soro que enganaria a morte. No local, eles descobrem da pior maneira que a lenda talvez seja real, e precisam fugir de criaturas mortas-vivas. Nas mãos de qualquer outro diretor essa premissa, embora batida, até poderia render alguma novidade. Nas mãos de Uwe Boll se torna “menos do mesmo” e não apenas o pior filme de videogame de todos os tempos, mas também um dos piores filmes de todos os tempos.

‘Podres de Ricos’: Comédia romântica ganha novo cartaz; Confira com o trailer!

A comédia romântica ‘Podres de Ricos‘, protagonizada pela ótima Constance Wu (‘Fresh Off the Boat‘), ganhou um novo cartaz voltado para o mercado internacional.

Confira:

“Rachel Chu é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir ao casamento do melhor amigo, em Singapura, ele se esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro.”

Jon M. Chu (‘Truque de Mestre: O 2º Ato‘) dirige o filme, que é baseado no aclamado best seller homônimo de Kevin Kwan.

‘Hellboy’: Novo trailer nacional manda tudo para o inferno; Assista!

O remake de ‘Hellboy‘ ganhou um novo trailer legendado.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Sonic – O Filme’: Novo cartazes dão mais detalhes do novo visual do ouriço

O live-action do ‘Sonic‘ ganhou novos cartazes, destacando o novo visual do ouriço.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de fevereiro de 2020.

O filme é uma aventura live-action baseada na franquia mundial de vídeo game da Sega que conta a história do ouriço azul mais famoso do mundo.

O longa segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

 

‘Sinkhole’: Jordan Peele irá produzir novo terror sobrenatural para a Universal

De acordo com o Deadline, Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘) irá produzir um novo terror para a Universal Pictures, intitulado ‘Sinkhole‘.

A trama, baseada no conto de Leyna Krow, gira em torno de um família que se muda para sua casa dos sonhos, exceto pelo misterioso buraco aberto no quintal.

A atriz Issa Rae, da aclamada série ‘Insecure‘, irá produzir ao lado de Peele e, possivelmente, estrelar o longa.

O terror está sendo descrito como “uma produção provocativa que levanta questões sobre perfeição feminina e identidade”, o que reforça o cunho crítico dos projetos produzidos por Peele.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretor CONFIRMA que ‘Velozes e Furiosos 9’ terá cenas no espaço

Em entrevista ao Collider, o diretor Justin Lin confirmou que a aguardada sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ terá cenas ambientadas no espaço sideral, como apontavam os rumores.

“Acredito que, ao longo dos anos, parte da diversão é criar ideias insanas para nos desafiar. Mas devo dizer que nunca fazemos isso apenas para chocar. Isso sempre tira algo do tema ou da jornada do personagem. Posso dizer que quando estava trabalhando em ‘Velozes e Furiosos 9’, havia um tópico que parecia muito apropriado para nos levar a lugares que nunca visitamos. Eu dirigi até a casa de Vin [Diesel], me sentei com ele e conversamos: ‘Certo. Vamos tentar isso nessa sequência’. E parecia muito apropriado.”

Ele completa, “Eu mal posso esperar para compartilhar esse filme com o mundo, porque quanto mais arriscamos e fazemos essas cenas loucas, mais temos que checar para termos certeza de que fizemos por merecer.”

Lembrando que o filme tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 25 de junho de 2021.

Assista ao novo trailer:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘As Apimentadas’: SyFy está desenvolvendo terror baseado na franquia

De acordo com o Bloody Disgusting, o canal SyFy está desenvolvendo um filme de terror baseado na franquia clássica ‘As Apimentadas‘, intitulado ‘Bring It On: Cheer or Die‘.

O próximo longa será o sétimo da franquia, e será o primeiro fora do gênero comédia.

Karen Lam (‘Ghost Wars’) é responsável pela direção.

A trama vai seguir um grupo de líderes de torcida enquanto pratica sua coreografia em uma escola abandonada durante a noite de Halloween. Uma por uma, elas são massacradas por um psicopata misterioso.

Missi Pyle (‘Y: The Last Man’), Kerri Medders (‘Panic’) e Tiera Skovbye (‘Riverdale’) estrelam a produção.

O roteiro foi escrito por Rebekah McKendry (‘All the Creatures Were Stirring’) e Dana Schwartz (‘She-Hulk’), a partir de uma história de Alyson Fouse (‘As Apimentadas: Ainda Mais Apimentadas’).

As filmagens estão acontecendo atualmente em Winnipeg, no Canadá.

O terror será lançado no segundo semestre de 2022, na época de Halloween.

Jennifer Lopez vai ENFRENTAR Inteligência Artificial maligna no filme de ação da Netflix

De acordo com o Deadline, Jennifer Lopez (‘A Sogra’) vai estrelar ‘Atlas‘, novo filme de ação que está sendo desenvolvido pela Netflix.

Simu Liu (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) também estrelará a produção, mas, ao contrário do filme da Marvel, ele dará vida ao vilão da história.

Sterling K. Brown e Abraham Popoola completam o elenco.

Na trama…

Atlas é uma mulher que está lutando pela humanidade em um futuro onde um soldado de inteligente artificial determinou que a única forma de acabar com a guerra é destruir a humanidade. Para vencê-lo, Atlas terá que trabalhar com a coisa que ela mais teme: outra inteligência artificial.

Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas’) é responsável pela direção.

Aron Eli Coleite está escrevendo a versão mais recente do roteiro, baseado no enredo original de Leo Sardarian.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira o teaser LEGENDADO do terror ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’

A Universal Pictures divulgou o teaser legendado do terror ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘, baseado no popular jogo de terror.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de outubro.

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) será responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon Seth Cuddeback.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

O elenco contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) e Mary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).

Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.

‘007’: Esposa de Aaron Taylor-Johnson quer o ator como o próximo James Bond

Em entrevista ao The Johnathan Ross Show, Sam Taylor-Johnson, esposa do Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), comentou sobre os rumores que apontam o ator como o principal candidato para viver o próximo James Bond na franquia ‘007‘.

Conhecida na indústria cinematográfica, ela dirigiu o primeiro filme da franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘.

“Isso quer dizer que eu tenho chance de dirigir um filme do James Bond? A primeira mulher dirigindo um filme da franquia. Podem continuar especulando, mas acredito que ele ficaria ótimo [no papel].”

Ela também já comandou dois filmes estrelados pelo seu marido, ‘O Garoto de Liverpool‘ (2009) e ‘A Million Little Pieces‘ (2018).

Vale lembrar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.

Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Os Radley

(The Radleys)

 

Elenco:

Kelly Macdonald
Damian Lewis
Sophia Di Martino

 

Direção: Euros Lyn

Gênero: Terror

Duração: 115 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 27 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em OS RADLEY, os vizinhos pensam que os Radley são uma família inglesa comum, só que na verdadeles eles são vampiros “abstêmios”, que escolhem não beber sangue apesar dos desejos naturais. Os dois adolescentes do clã não sabem disso, mas seus pais são forçados a contar a verdade quando a filha é atacada por um garoto do colégio e seus instintos sanguinários assumem o controle.

Crítica: 

Crítica | Os Radley – Quando o Vampirismo Chega à Classe Média Britânica

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Matt Haig;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Emma e Jordan são RESGATADOS em clipe inédito da 2ª temporada de ‘Gen V’; Confira!

Para promover o lançamento da 2ª temporada de ‘Gen V‘ – que acontecerá amanhã (17) –, o Prime Video divulgou um clipe inédito do novo ciclo.

O vídeo destaca Emma (Lizze Broadway) e Jordan (Derek Luh) sendo resgatados por uma pessoa improvável.

Primeiras Impressões | 2ª temporada de ‘Gen V’ mantém o ALTÍSSIMO nível do spin-off de ‘The Boys’

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Sucesso entre os críticos, a segunda temporada alcançou 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 críticas até o momento.

De modo geral, os críticos elogiaram o carisma e a complexidade dos personagens, mesmo apontando alguns clichês na trama.

Confira as reações:

“Com o comentário social cada vez mais impreciso, Gen V se apoia nos ombros de seus heróis, pessoas bem-intencionadas que lutam para distinguir o verdadeiro heroísmo daquele fabricado sob medida. Felizmente, eles ainda estão à altura da tarefa”, disse Alison Herman do Variety.

“Tudo isso poderia soar como clichê e excessivamente autorreferencial, mas a série conduz tudo com a dose certa de confiança e atitude. A God U continua tão horrível quanto sempre foi, ainda bem por isso”, disse Vicky Jessop do London Evening Standard.

“A franquia The Boys vive ou morre com base em seus personagens e no equilíbrio entre o quanto são carismáticos ou detestáveis, e o elenco principal de Gen V continua fácil de torcer na 2ª temporada, enquanto seguem explorando seus poderes de maneiras profundas e únicas”, disse Aidan Kelley do Collider.

“A 2ª temporada de Gen V é tão forte quanto a primeira, senão ainda mais, graças ao espírito e à homenagem ao falecido Chance Perdomo. Ainda ousada, hilária e atual, Gen V temporada 2 é um título imperdível para os fãs de The Boys, disse Alex Zalben do GamesRadar+.

“A 2ª temporada de Gen V está maior, mais sangrenta, e talvez até melhor que The Boys, disse James Hunt do ComicBook.

“O melhor da franquia The Boys, a 2ª temporada de Gen V homenageia perfeitamente Chance Perdomo (e Andre), enquanto continua acertando o público com golpes impactantes. A série não para de ultrapassar limites, mas também entrelaça muitos momentos emocionantes. Todo o elenco brilha”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Keeya King (‘Yellowjackets’), Stephen Kalyn (‘Warrior Strong’), Julia Knope (‘No Escuro’), Stacey McGunnigle (‘This Hour Has 22 Minutes’), Tait Fletcher (‘The Mandalorian’), Wyatt Dorion (‘Eerie Hall’) e Georgie Murphy (‘Acusado’) integrarão os próximos episódios em papéis recorrentes.

Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, a trama acompanha novos estudantes que são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis.  Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas. 

Curry Barker já tem uma ideia para SEQUÊNCIA do terror ‘Obsessão’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Curry Barker revelou que já tem uma ideia para uma sequência do aclamado terror ‘Obsessão‘.

Infelizmente, a continuação deve levar alguns anos para sair do papel. Em alta na indústria, o cineasta já definiu seus próximos projetos, que inclui o reboot da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

“Não quero fazer ‘Obsessão 2’ imediatamente. Tenho uma ideia interessante para um novo filme, mas não vou revelar nada. Não estou dizendo que vai demorar uns cinco anos, mas sinto que as pessoas ficariam um pouco mais animadas se a continuação demorasse um pouco mais para ser lançada.”

Anteriormente, o cineasta havia declarado que adoraria desenvolver uma série antológica baseada no universo do primeiro filme: “Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Sucesso nos cinemas, o terror já arrecadou quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais. Os números representam quase 400 vezes o valor do seu orçamento – que girou em torno de US$ 750 mil –, consolidando a produção como um dos filmes mais lucrativos da história do cinema.

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker:

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

De ‘Buffy’ a ‘Spider-Noir’ – As 10 Estreias de Séries Mais ESPERADAS de 2026…

‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Leonardo DiCaprio vai produzir versão para TV do filme ‘Os Eleitos – Onde o Futuro Começa’

O vencedor do Oscar, Leonardo DiCaprio, vai produzir uma série de TV baseada no livro ‘The Right Stuff’, escrito por Tom Wolfe, e que já foi adaptado para os cinemas com o título ‘Os Eleitos – Onde o Futuro Começa’. A produção, lançada em 1983, conquistou quatro estatuetas do Oscar.

A nova versão será conduzida com o amparo da National Geographic. A produção vai relatar as histórias reais do grupo de astronautas que fez parte do time Mercury Seven. Cada um deles foi selecionado a dedo pela NASA para o Projeto Mercury e esta foi a única equipe que voou em todas as classes de naves espaciais tripuladas da instituição no século 20: a Mercury, a Gemini, a Apollo, e o Ônibus espacial.

Participarão do grupo os astronautas Alan Shepard, Gus Grissom, John Glenn, Scott Carpenter, Wally Schirra, Gordon Cooper, Deke Slayton.

‘Jack Ryan’: Série de ação com John Krasinski ganha nova imagem; Confira!

Jack Ryan‘, série inspirada no icônico personagem criado por Tom Chancy, ganhou uma nova imagem, com destaque para o ator e diretor, John Krasinski.

Confira:

Em conversa com o The Wrap, John Krasinski (‘The Office’) revelou alguns detalhes com relação à série.

John comentou que a primeira leva de episódios terá um forte vilão ligado ao grupo terrorista Estado Islâmico. Krasinski fez questão de frisar que a ideia da série é fazer com que Jack lute contra ações e atividades reais.

Por fim, John revelou que a produção está sendo preparada como um filme, porém dividida em 10 partes/episódios, já que o orçamento será um tanto pesado por conta das filmagens ao redor do mundo.

Jack Ryan‘ estreia na Amazon em 2018.

Jack Ryan estreou no cinema em 1990 sendo vivido por Alec Baldwin em ‘Caçada ao Outubro Vermelho’. As adaptações seguintes foram ‘Jogos Patrióticos‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, com Harrison Ford no papel de Jack Ryan. Em 2002 o personagem foi interpretado por Ben Affleck em ‘A Soma de Todos os Medos‘. Chris Pine foi o último a interpretar o personagem no mediado ‘Operação Sombra – Jack Ryan’.

Segundo o Deadline, a série foi encomendada pela Amazon e ainda precisa receber sinal verde após o episódio piloto ficar pronto.

Carlton Cuse e Graham Roland (‘Lost’) serão os showrunners.

A série não deve ser baseada em nenhum dos livros de Clancy, dando total liberdade criativa para seus roteiristas.

EXCLUSIVO: Visitamos o set de ‘Annabelle 3: De Volta para Casa’ e trazemos novidades!

Outdoors de filmes a se perder de vista, transito insano estilo ‘La La Land‘, a cidade de Los Angeles é um grande universo onde residem várias histórias. Com pequenos mundos em si, galpões instalados em posições estratégicas fazem da cidade a Capital do Cinema. Lá, tudo se desdobra em mil cores, contos, fábulas e assombros. E foi nela que os primeiros passos da temida boneca Annabelle começaram. De 2014 para cá, dois filmes, US$ 21 milhões em orçamento e uma arrecadação que ultrapassa os US$ 500 milhões nos trouxeram aqui, ao terceiro e enigmático capítulo daquela que tira o sono de qualquer um.

Pouca iluminação, uso profundo das sombras e cortes rápidos. Para construir o obscuro, há mais luz artificial do que se espera. À portas fechadas, silêncio absoluto e concentração pautam duas cenas misteriosas aos olhos da imprensa. Um objeto é colocado na Sala de Artefatos por McKenna Grace. Entusiasmada, ela repete a tomada consecutivamente, segurando a respiração de todos como se algo extremamente valioso estivesse acontecendo e eu – entusiasmada – apenas contemplo o instante. Com cores primárias, o objeto é indescritível, mas é repetidamente guardado com cautela na prateleira. Não é preciso saber muito para entender que ele é uma das peças-chave da trama. Alguma coisa desencadeou sua presença ali. Algo que só descobriremos em 3 de julho nos cinemas.

McKenna Grace

Ao som da campainha, início e fim das gravações da cena são pautados. Além desta, Katie Sarife protagoniza seu próprio momento, flagrado por mim e mais 4 jornalistas em uma pequena sala de luz baixa, localizada na parte debaixo de uma escada, também extensão do cenário. Em duas telas planas, acompanhamos dois ângulos – onde ela guarda um pingente misterioso em uma pequena caixa – distintos monitorados pelos olhos do diretor Gary Dauberman. Estreante na direção, o Universo Invocação já faz parte de sua vida. Como alguém que bebeu da fonte de James Wan, ele sabe o que está fazendo e extrai os mais diversos elogios do elenco e da equipe de produção.

“Ele tem visão e é como eu gosto de chamar de ‘diretor de atores’. Ele se envolve conosco, coloca suas mãos, colabora com nosso trabalho e realmente nos escuta, permanecendo fiel à história. E se ele já ficou estressado alguma vez, eu nunca vi. Ele é um cara realmente amável e é notável o quão apaixonado é pelo que faz, e todos percebem isso”, como Sarife compartilhou.

Em uma breve aparição entre tomadas, ele exala a mesma gentileza aos jornalistas, troca cinco minutos de prosa e responde, com tom descontraído e humildade, porque Mckenna Grace teve que gravar uma tomada – aparentemente – tão simples mais de dez vezes.

“A culpa é minha, eu fiz besteira! Ela estava ótima, como sempre”, solta com um rápido riso.

Foto EXCLUSIVA dos bastidores de Annabelle 3

E Grace é quase um capítulo à parte. Cativante, ela ilumina o set com seu carisma. Apaixonada pelo gênero de terror, ela se diverte no ambiente, está em casa. Com um ursinho sempre em mãos, ela percorre os espaços ao lado de DD, carrega uma Polaroid Mini azul e sai fotografando todos.

“A câmera é nova, ganhei na noite anterior e hoje eu quero tirar fotos de todo mundo”. Sempre acompanhada de sua mãe, ela responde as perguntas com agilidade, tem tudo na ponta da língua. Domina o set, domina as entrevistas.

E como parte dos desafios de estrelar mais um terror, a garotinha que já faz sua jornada no cinema cult com Troop Zero – ao lado das vencedoras do Oscar Viola Davis e Allison Janney, ela faz de ‘Annabelle  3: De Volta para Casa‘ seu rápido retorno ao gênero amado, após o sucesso avassalador de ‘A Maldição da Residência Hill‘. Ávida para responder, ela compartilha que “têm muitas cenas emocionais no filme, então isso é um pouco difícil de fazer. Mas também gosto daquelas que são mais terror, então penso que o desafio é meio a meio. Eu não sinto medo enquanto gravo essas tomadas, pois me preparo para parecer assustada, mas não me assusto porque eu sei que não é nada de verdade. E me preparo escrevendo um diário da personagem, como se eu fosse ela. Essa é uma tradição que tenho desde Troop Zero, com cada papel que interpreto”.

Os Warrens reunidos

No papel de Judy Warren, Grace traz os traços delicados de Sterling Jerins, a intérprete da personagem na saga de ‘Invocação do Mal’. Segundo o produtor Peter Safran,

“obviamente, Judy é uma personagem que nós já estabelecemos nos filmes anteriores, então nós queríamos alguém que pudesse se encaixar na mesma veia e alguém que pudesse sentir que poderia ser a filha de Patrick Wilson e Vera Farmiga. E nós todos vimos Gifted e ela está incrível nesse filme. Ela veio, fez o teste e foi lindo. Foi a decisão mais fácil que fizemos”.

E como alguém que já domina a arte de encantar a audiência, a atriz de 12 anos sabe muito bem para onde quer ir. Ao ser questionada por mim se gostaria de ser a próxima Princesa do Terror, sem hesitação, ela sorri dizendo,

“sim, eu espero mesmo ser a próxima Princesa do Terror, eu amo filmes dos gêneros. […] E se pudesse estrelar qualquer reboot de algum clássico, só poderia ser O Iluminado”.

Sem hesitar, Katie Sarife compartilha do mesmo entusiasmo. Confortável na cadeira de frente para nós, jornalistas, ela partilha do desejo de estar em ‘O Iluminado‘.

“Até parece que eu sou copiona ou algo do tipo, mas não…é simplesmente um dos melhores filmes de terror que existe”.

Encantada pelo sobrenatural, ela papea como quem está à vontade. Simples e carismática, ela cativa com suas histórias, como o pavor pela ruiva boneca Anna Green Gables que tem até hoje. Distante da cultura brasileira, ela dá o mesmo medo que o Fofão dava na nossa infância. E segurando os spoilers até pra quem está ali dentro, revirando o set com perguntas quase intimidadoras – natural de qualquer repórter, ela desvia o olhar, mantém o conforto na pequena poltrona e conta o máximo que poderíamos trazer aos leitores.

“Eu não quis basear minha personagem em nenhuma outra figura, eu tentei criar minha própria percepção dela e com Garry, considerando como ele acha que Danielle deveria ser. Mas também fiz muitas pesquisas em filmes antigos. Acho que aqui tem a mesma vibe do novo It: A Coisa, com as crianças e a criatura. Acho que tem também de Halloween, além de outras referências de filmes desse tipo”.

E muito mais do que um simples filme de terror, Annabelle já se perpetua como um fenômeno. Com mais liberdade criativa, em virtude de seu sucesso, o terceiro capítulo parece brincar, despreocupadamente, com as nossas percepções e expectativas emocionais. Baixando a guarda da audiência, Sarife adianta que, aqui, há uma pequena brisa do cômico, só para enganar os nosso instintos de sobrevivência, aguçados em sessões do gênero.

“E a nossa produção ainda tem alguns momentos cômicos. O humor em Annabelle é mais no sentido de que tem momentos acalentadores, como quando estamos vivendo uma vida comum – o que eu acho que é divertido. Existem aspectos nos diálogo. Existe uma mistura onde há cenas que não se tratam apenas de terror, mas sim do desenvolvimento da história. Os momentos de humor são uma forma de distrair a audiência para surpreendê-las com o terror. É como na vida real, você não vive aterrorizado o tempo todo. É o fato de que algo acontece no meio da sua rotina que é tão aterrorizante, quando você menos espera. É algo que gosto. Você se diverte um pouco, se distrai e então, é pego de surpresa”.

Tá bom pra você?

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2339483129416390?sfns=mo

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1.5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘Aterrorizante 2’: Sequência de terror sobre palhaço assassino ganha primeira imagem

A sequência do terror ‘Aterrorizante‘ (Terrifier) ganhou sua primeira imagem, compartilhada pela página oficial do filme no Facebook.

A foto em questão traz em destaque a protagonista Sienna, vivida pela atriz Lauren LaVera.

Na publicação, os fãs do terror slasher ainda foram atualizados quanto ao andamento da sequência.

Confira:

“Atualização para todos os nossos fãs ansiosos: Estamos usando essa quarentena para preparar nossos últimos dias de direção de fotografia e para editar a grande quantidade de filmagens que já temos! Tudo o que posso dizer é que vocês vão amar esse filme! Mais atualizações em breve… talvez até mesmo um teaser. Como sempre, obrigado a todos pelo apoio incrível! Seu entusiasmo por T2 realmente nos motiva a trabalhar ainda mais. Por favor, fiquem seguro e saudáveis por aí!”


Confira a descrição oficial de ‘Aterrorizante 2‘ (Terrifier 2):

“Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho”.

 

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

O longa será dirigido por Damien Leone.

‘Younger’: Sutton Foster revela o que mais vai sentir falta na série

Os quatro primeiros episódios da 7ª e última temporada da popular série ‘Younger‘ já estão disponíveis nas plataformas Paramount+ e Hulu nos Estados Unidos.

E com o fim da produção chegando, a atriz Sutton Foster refletiu sobre sua jornada à frente da narrativa, revelando o que mais vai sentir falta:

“Vou sentir falta de tudo o que rola nos bastidores. Sentirei falta de passar tempo com eles, de compartilharmos fotos, de rir juntos e até do nosso clube do crochê…Nós nos divertimos tanto e estávamos juntos por muitos dias seguidos. Trabalhamos juntos por sete anos e compartilhamos nossas vidas e esse tempo de forma conjunta. É disso que vou sentir falta”.

A Paramount+ divulgou o trailer completo da 7ª (e última) temporada de ‘Younger‘.

Confira:

O restante dos episódios será lançado semanalmente em ambas as plataformas.

As 6 primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime Video.

Vale lembrar que Miriam Shor (Diana Trout) e Charles Michael Davis (Zane Anders) deixaram o elenco fixo da série, mas retornarão em caráter recorrente.

“Por causa de problemas na agenda e as complicações provocadas pela pandemia de COVID, Miriam Shor e Charles Michael Davis não puderam retornar como parte do elenco fixo da sétima temporada,” afirmou o criador Darren Star em uma declaração. “No entanto, eles sempre serão parte fundamental da nossa família e acrescentaram muito coração e alma à série.”

Criada por Darren Star (‘Sex and The City‘ e ‘Emily in Paris‘), a série é baseada no livro homônimo escrito por Pamela Redmond Satran.

A trama segue Liza (Foster), uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Duff).

O elenco inclui Sutton Foster, Miriam Shor, Debi Mazar e Nico Tortorella.

Primeiras Impressões | The Acolyte: Série de Star Wars se distancia da Saga Skywalker e aposta em novos personagens

Em uma outra era bem distante do sobrenome Skywalker, os jedi protagonizam um outro tipo de história no universo Star Wars. Governando a galáxia e mantendo a ordem entre os mais diversos povos, eles formam e moldam os alicerces narrativos de The Acolyte, a nova e temerosa vindoura estreia do Disney+. Aqui, em um cenário de personagens desconhecidos e narrativas jamais exploradas, as cores, os aromas e a atmosfera tão originalmente criadas por George Lucas se desmembram em uma trama de desconfianças, mistérios jamais solucionados e resquícios de uma maldade nascida ainda na fase pueril. E em um território completamente novo, a showrunner Leslye Headland tenta deixar sua marca em meio a uma prateleira de séries inconstantes, marcadas por desníveis, derrapadas e resultados que mais frustraram do que agradaram os fãs.

Mas ao contrário do que muito fora explorado no passado televisivo de Star Wars, The Acolyte carrega em si um frescor diferente, regado por um rico potencial ainda não consumado. Em apenas quatro episódios é possível notar uma pequena mudança de ritmo, ainda que seja incerto precisar se o resultado final será genuinamente bom ou não. Indo além dos conflitos envolvendo rebeliões e resistências, a nova original Disney+ logo de cara se apresenta como uma espécie de detective story muito inspirada em alguns títulos hollywoodianos clássicos. Seguindo o formato “murder mystery” (mistério de assassinato), a produção nos introduz a um crime que logo se destrinchará em uma sucessão de novas mortes e dilemas ainda maiores.

Nessa aventura por territórios novos, vastas extensões de selva e formação de inúmeras gerações de jedi, um grupo distinto e quase disfuncional de protagonistas se forma, a fim de perambular em busca de respostas para um tenebroso rastro de tragédias. E dentro desse pequeno hiato temporal de feições distintas e figuras peculiares, a atriz Amanda Stenblerg (O Ódio que Você Semeia) é os dois lados de uma mesma moeda…O yin yang, o bem e o mal, o puro e o impuro. Ao seu lado, carregando o peso do passado, surge um Lee Jung-jae (Round 6) com um inglês mais rudimentar. De fala mansa e dócil, ele é a expressão máxima da pureza e retidão de um jedi. Dafne Keen (Logan), Manny Jacinto (The Good Place) e Charlie Barnett (Boneca Russa) completam o elenco principal, dessa série que busca mostrar um lado mais obscuro e menos solar dessa galáxia tão distante.

Amanda nos surpreende nas sutis mudanças de sua atuação. Encarando duas personagens díspares, ela alterna entre a delicadeza e a ferocidade de duas gêmeas cujas visões de mundo são bem opostas. Liderando a trama e dominando o tempo de tela, ela assume o protagonismo ainda sem uma presença muito marcante, mas é promissora e talentosíssima. E com um roteiro mais moroso, marcado por poucas cenas de ação, The Acolyte patina na sua própria lentidão, mas tenta cativar a audiência em seus primeiros episódios a partir da construção de toda uma mitologia em torno de seu grande mistério. Seguindo o modelo “slow burn” – que cresce lenta e gradativamente a cada novo capítulo, a produção começa sua trajetória com muitas promessas, mas poucas entregas no momento.

Mas por explorar o subgênero de histórias de detetive de maneira diferente e autêntica, a nova original Star Wars já é capaz de nos cativar pela curiosidade. Tentando romper com alguns formatos e padrões repetitivos tão replicados no passado recente da amada franquia, The Acolyte é uma aposta no novo, no inusitado. Expandindo as histórias dessa rica galáxia para além dos inúmeros materiais fonte que a obra de George Lucas possui, ela tenta preencher as caixinhas da Disney e sinalizar virtude como de costume, à medida em que aparenta querer se desvencilhar do estigma que tanto custou aos cofres da empresa em 2023. E estampando sets bem produzidos – como a impressionante construção de uma floresta – a série é sim um risco para a Casa do Mickey, mas pode funcionar muito bem…se der voz aos antigos anseios de seu fandom.

Entrevista | “Não Precisei Me Inspirar em Ninguém”, diz Guy Pearce Sobre Seu Papel em ‘O Brutalista’ (Oscar 2025)

Entre os grandes concorrentes ao Oscar deste ano, O Brutalista se destaca como uma das obras mais impactantes da temporada. Indicado em dez categorias, incluindo Melhor Filme, Direção e Ator, o longa de Brady Corbet estreou no Festival de Veneza no ano passado e chegou ao Brasil no último dia 20 de fevereiro. Guy Pearce, em entrevista exclusiva ao CinePOP, demonstrou simpatia ao falar sobre seu papel como Harrison Lee Van Buren e revelou: “Não precisei me inspirar em ninguém para construir o personagem, pois ele já estava bem definido no roteiro.

A Construção de Harrison Lee Van Buren

Se Adrien Brody brilha no papel do arquiteto húngaro e sobrevivente do Holocausto László Tóth, Guy Pearce entrega uma das melhores performances de sua carreira como o enigmático e poderoso Van Buren. Conhecido por suas inesquecíveis interpretações em  Amnésia (2000), de Christopher Nolan e Priscilla, a Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott, — cuja sequência já foi confirmada e está em pré-produção —, esta é a primeira indicação do ator britânico 57 anos ao maior prêmio da academia de Hollywood.

Com uma performance acachapante, Guy Pearce dá vida a um aristocrata excêntrico, cuja relação com László Tóth oscila entre a admiração e a destruição. Durante a entrevista, Pearce destacou que não buscou referências diretas para compor o papel, pois o roteiro de Brady Corbet e Mona Fastvold já trazia uma clareza impressionante sobre quem era esse homem e suas motivações. “Eu não criei o personagem. Ele já estava ali no roteiro. Eu apenas me juntei à jornada e o interpretei“, afirmou. 

Interpretação Soberba num Épico

A dinâmica entre Van Buren e Tóth é um dos pontos centrais da trama, abordando temas como poder, inveja e tensão cultural. Em sua conversa com o CinePOP, Pearce analisou a dualidade do personagem, que, apesar de reconhecer e admirar o talento do arquiteto, sente a necessidade de controlá-lo e, eventualmente, destruí-lo. “Ele se sente impotente em muitos aspectos de sua vida, então quando vê alguém como Laszlo, que tem essa confiança inabalável, ele acaba sendo consumido pelo desejo de dominá-lo”, explicou o ator.

Adrien Brody e Guy Pearce em O Brutalista.

Essa dualidade entre esses personagens foi uma das principais razões do ator entrar no projeto, descrito por ele como os “dois lados da mesma moeda”. A cinematografia de Lol Crawley e a direção de arte de Judy Becker reforçam essa dicotomia e a grandiosidade da narrativa na iluminação e arquitetura, criando o palco perfeito para a tragédia moderna sobre ambição e destruição, na qual o protagonista foge do facismo para cair nos braços do capitalismo. 

Van Buren se apresenta como poderoso, conhecedor de tudo, tem dinheiro, controle e também ganância. Esse é o lado destrutivo do capitalismo presente nesse homem. Ele, entretanto, é mais complexo do que apenas uma representação do capitalismo, ele tem um senso e gosto refinado, porém está repleto de inveja.”, reflete Pearce. 

Carimbo na História do Cinema

O Brutalista não só se destaca como um dos filmes mais marcantes do ano, mas também evoca o espírito dos grandes épicos do cinema. Assim como Ben-Hur (1959, 3h32 de duração) e Lawrence da Arábia (1962, 3h47), o filme constrói sua grandiosidade por meio de uma fotografia detalhada, cenários imponentes e uma narrativa que se desdobra ao longo dos anos, criando um impacto visual e emocional duradouro. 

Guy Pearce em entrevista com Letícia Alassë para o CinePOP (Foto: Reprodução/YouTube)

Guy Pearce, em especial, entrega uma performance digna de prêmios ao lado de Adrien Brody e Felicity Jones. Sua corrida para o Oscar, no entanto, enfrenta uma forte concorrência, com Kieran Culkin, de A Verdadeira Dor, dominando a categoria de Ator Coadjuvante e garantindo uma série de reconhecimentos nesta temporada, como Globo de Ouro, BAFTA e SAG Awards. 

A construção visual e narrativa de O Brutalista transforma o longa em uma experiência cinematográfica duradoura. Com performances viscerais e uma estética que remete à grandiosidade das narrativas antigas, o filme estabelece um diálogo entre o passado e o presente do cinema, consolidando-se como um marco da década.

Veja entrevista completa no YouTube: 

‘Jovens Titãs em Ação’: Nicolas Cage será o Superman na animação

A aguardada animação Jovens Titãs em Ação ganhou novidades que vão deixar os fãs da DC felizes! A Warner revelou que Mulher-Maravilha, Superman e Lanterna Verde farão participações no filme.

O ator Nicolas Cage será o dublador do Superman, lembrando que ele quase viveu o herói em um filme cancelado do diretor Tim Burton, chamado Superman Lives.

Já a Mulher-Maravilha será dublada pela cantora Halsey, o Lanterna Verde pelo rapper Lil Yachty. Confira a imagem:

Enquanto isso, a Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram um novo cartaz da animação Jovens Titãs em Ação, que tira sarro de ‘Liga da Justiça’.

“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.

Confira, com o trailer:

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘A Era do Gelo’ ganhará uma série de TV com a parceria entre Fox e Disney

De acordo com um novo relatório do Wall Street Journal, a franquia A Era do Gelo ganhará uma série de TV pela Fox.

A animação teve ao longo dos anos 5 títulos lançados no cinema, todos produzidos pela Blue Sky Studios, sendo que os três primeiros foram comandados pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha.

Ainda não há mais informações sobre o projeto.

A série é mais uma aposta da fusão da Fox com a Disney, que também está desenvolvendo seriados das franquias Uma Noite no Museu e Diário de Um Banana.

 

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quinto episódio aborda o trauma do ‘Dia-G’

[ANTES DE COMEÇAR A ANÁLISE, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o quinto episódio de Monarch – Legado de Monstros, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Divulgação/ AppleTV+

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quarto episódio mistura ficção com aventura perfeitamente

Inicialmente, o episódio parece querer se construir sobre a palavra “mistério”. Afinal, Lee (Kurt Russell) e May (Kiersey Clemons) têm seus passados abordados diretamente, principalmente o Lee. O fato dele ser um idoso fisicamente ativo, mesmo que as datas de seu envolvimento com o surgimento da Monarch indiquem que ele deveria ter mais de 90 anos. Esse questionamento já foi feito antes na série, mas o primeiro indício do que pode ter acontecido com ele veio somente neste quinto episódio, quando um dos agentes que o mantém sob cárcere comenta brevemente que ele se envolveu em uma missão secreta no passado que não deu certo. É um excelente indício de que sua história será contada em breve. E até lá teremos que nos aguentar de curiosidade. O mesmo acontece com May, que é confrontada pela agente da Monarch como alguém que “sabe apagar pistas” e que tem duas identidades em seus passaportes. Para alguém que vinha se mostrando uma mera coadjuvante, ela ganhou um destaque considerável nesse episódio. Ainda mais agora que ela provavelmente traíra seus amigos.

Mas essa parte do mistério acaba dando espaço a outra palavra que define perfeitamente o que foi esse episódio: trauma.

Divulgação/ AppleTV+

Com foco total no trio jovem de 2015, o episódio explora os traumas de Cate (Anna Sawai) e recria seus momentos anteriores ao ataque do Godzilla a São Francisco, em 2014, o “Dia G”. É curioso descobrir o passado da personagem enquanto ela embarca numa jornada de vida ou morte para descobrir o passado do pai. Isso, inclusive, é mostrado num paralelo que o subconsciente dela faz em relação ao pai e ao irmão, Kentaro (Ren Watabe).

Mas o trauma também se manifesta na mãe de Cate, Caroline (Tamlyn Tomita), que foi a grande motivadora da viagem da filha à Tóquio. Aqui, de forma nada sutil, elas debatem tudo isso e como a insegurança dela em relação ao marido refletiu numa infância problemática para a filha.

Divulgação/ AppleTV+

E outro grande mérito da série, que é o que mais tem me encantado nesse universo trazido para a TV, é como ele mostra o reflexo do filme de 2014 nesse mundo. Novamente vemos os aeroportos do mundo trazendo orientações de segurança para caso o Godzilla apareça novamente. Há comerciais de TV vendendo bunkers para pessoas muito ricas que queiram se proteger. E nesse episódio, em especial, sabemos o que aconteceu com a parte pulverizada de São Francisco. Os sobreviventes foram realocados para moradias provisórias, que eventualmente viraram casas fixas nos subúrbios, quase como projetos de comunidades, enquanto a parte mais afetada da cidade foi isolada pelo governo e agora é explorada ilegalmente por guias de turismo que querem lucrar com a tragédia. Ao mesmo tempo, militares corruptos aceitam propina para permitir a entrada, sem sequer conseguir garantir a saída dessa gente, já que a ordem é para executar qualquer um que seja encontrado no interior.

Também é fantástico ver o impacto psicológico desse trauma, não só na Cate, mas nos sobreviventes em si. Há um diálogo em que Carol diz que os sobreviventes não querem dinheiro ou objetos caros, mas fazem de tudo para recuperarem coisas que remontem a suas memórias, como álbuns de fotografia e objetos pessoais de entes queridos. Em meio a lutas de monstros gigantes, há muita gente sofrendo e tendo suas memórias e vidas saqueadas pelo desrespeito humano à natureza, que é o grande causador da vinda desses monstros.

Divulgação/ AppleTV+

Esse quinto episódio é incrível e ajuda a consolidar a série como uma das melhores ficções científicas do ano até aqui. Vale destacar também uma cena fantástica da direção em que eles sobrepõe uma imagem do Lee de Wyatt Russell sobre o corpo do Lee de Kurt Russell. Visualmente falando, ela é sensacional e faz valer todo o esforço para contar com a semelhança de pai e filho na vida real para interpretar um mesmo personagem em diferentes épocas.

Divulgação/ AppleTV+

Os novos episódios de Monarch – Legado de Monstros estreiam toda sexta no Apple TV+.

Crítica | Prisão 77 – Miguel Herrán, de ‘La Casa de Papel’, vai pra Prisão em Intenso Drama Real Espanhol

A ditadura é um regime de governo que ocorreu em muitos países do mundo inteiro, sempre com histórias tenebrosas que ainda hoje estão vindo à público. Também a ficção exerce importante papel em recontar ou reconstruir partes dessas histórias obscuras cujas verdades absolutas dificilmente serão conhecidas totalmente. Na Espanha, por exemplo, houve a ditadura franquista, cujo fim deu espaço à redemocratização daquele país. Na transição entre ambos os sistemas governamentais houve muita luta e muita injustiça, e uma dessas histórias chega esse mês aos assinantes da plataforma Looke, através do drama de ficção ‘Prisão 77’.

Manuel (Miguel Herrán) trabalha como contador em uma empresa e fora pego desviando dinheiro, o que o levou à prisão. Ele nega as acusações, dizendo que seu amigo, filho do dono, o estimulara a fazer o desvio. Enquanto aguarda julgamento, Manuel ficará mantido em cárcere junto com presidiários de diferentes níveis de periculosidade. Certo de que seu caso é simples e de que é inocente, Manuel custa a entender que não haverá julgamento para ele, pois a justiça não está interessada em soltar nem ele, nem ninguém. Por outro lado, as condições penitenciárias são péssimas e fazer amigos ali dentro é uma questão de sobrevivência. Entre erros e acertos, Manuel se envolverá com um grupo que quer lutar pelos direitos dos detentos e briga pela anistia de todos após o fim da ditadura franquista.

Com duas horas de duração, ‘Prisão 77’ é um daqueles filmes baseados em histórias reais que surpreende e revolta, seja pelo inacreditável dos fatos, seja pelo inaceitável da vida. E também demonstra quantos episódios seguem obscuros acerca do período franquista, quantas vidas e quantas histórias talvez jamais ganhem luz.

O roteiro de Rafael Cobos e Alberto Rodríguez constrói bem o embate do protagonista – um filhinho de papai da classe média que cai numa roubada – dentro de um universo ao qual ele resiste a pertencer por se achar superior – ou melhor, menos pior do que os demais. Porém, a imaculada aura do protagonista às vezes irrita, pois mesmo com seu jeitão arrogante ele encontra pouca resistência na prisão, e ainda por cima consegue se tornar um líder, muito por conta de ser justamente um sujeito de classe média intelectualizado.

A direção de Alberto Rodríguez acompanha com firmeza o desenrolar da história, centrando-a sempre em seu protagonista, o que por vezes torna os personagens secundários um pouco obscuros demais, até o fim sem definir se são amigos ou inimigos. O diretor faz bom uso das locações e do contraste das vivências entre os personagens Miguel e Pino (Javier Gutiérrez), um cara mais sisudo que, diante do protagonista, reforça o quão ingênuo ele é. As cenas dos dois são sempre as melhores, inclusive em situações absurdas que provocam o riso.

É inevitável fazer uma ponte entre ‘Prisão 77’ com a sérieLa Casa de Papel’, uma vez que Miguel Herrán participa de ambas, sendo que em uma ele é um assaltante e no outro ele está na prisão. Dá pra brincar de construir esse universo, muito embora os contextos sejam completamente diferentes.  ‘Prisão 77’ demonstra a complexidade do sistema penal espanhol dos anos 1970 e que, em muitas camadas, permanece até hoje.

‘Capitã Marvel’: Produtor compara filme a ‘Exterminador do Futuro 2’

Durante uma visita ao set de filmagens de Capitã Marvel, o produtor executivo Jonathan Schwartz falou com o site ComicBook.com e falou sobre o gênero no qual o filme se enquadra, acrescentando que ele lembrará as pessoas dos longas-metragens que assistiram no passado.

É estranho tentar colocar [Capitã Marvel] em algum gênero, mas ele se parece com um filme de ação dos anos 90. Se você pensar em filmes como Robocop ou Exterminador do Futuro 2 ou Independence Day, é basicamente isso que tentamos trazer para os dias de hoje.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Produção de ‘Viúva Negra’ chega oficialmente ao fim; Confira a nova foto!

Parece que as filmagens de Viúva Negra oficialmente chegaram ao fim e logo, logo chegam aos cinemas de todo o mundo.

O anúncio foi feito pela dublê Lucy-Jayne Murray, que postou uma foto em seu Instagram o lado de vários membros da equipe, confirmado que a produção finalmente terminou.

Confira:

“Este é o término oficial de ‘Black Widow’“, ela escreveu na legenda. “Amei muito este time, cada um de vocês significa o mundo para mim e estou grata de ter tido essa experiências com todos vocês. Obrigada a todos”.

Cate Shortland é a responsável pela direção, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

‘Charmed’: Mel está em perigo na sinopse do episódio 02×16; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial de “The Enemy of My Frenemy”, décimo sexto episódio da 2ª temporada de Charmed.

O capítulo vai ao ar no dia 03 de abril.

Confira:

“As feiticeiras unem forças com Parker quando Mel corre perigo no mundo dos demônios. Harry e Jordan infiltram-se na Facção com consequências perigosas.”

A iteração foi dirigida por Felix Acala, com roteiro de Bianca Sams.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

Protagonizada por Melonie DiazSarah Jeffery e Madeleine MantockCharmed gira em torno de três irmãs que descobrem que são bruxas após a morte da mãe. O show é um reboot da clássica produção transmitida entre 1998 e 2006.

‘American Pie’: Novo filme da franquia ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Depois do trailer oficial, o novo filme da franquia American Pie ganhou seu primeiro cartaz.

Confira:

Intitulado ‘American Pie Presents: Girls Rules‘, o longa acompanha as amigas Annie, Kayla, Michelle e Stephanie, que fazem um pacto para tentar resolver os problemas em suas vidas amorosas e sexuais.

Dirigido por Mike Elliot, o filme também conta com Piper Curda (‘Não Fui Eu‘), Natasha Behnam (‘Crazy Ex-Girlfriend‘), Lizze Broadway (‘InstaKiller‘), e Darren Barnet (‘Eu Nunca’).

A estreia está marcada para 06 de outubro nas plataformas digitais e deve ser lançado logo depois na Netflix norte-americana.

No entanto, ainda não há previsão de lançamento aqui no Brasil.

Confira o anúncio:

“Estou muito animada em anunciar meu novo filme: ‘American Pie Presents: Girls’ Rules!‘ Em breve na Netflix e com estreia nas plataformas digitais em 06 de outubro! Estou no hype para fazer parte desta franquia icônica! PREPAREM-SE!”

‘Elvis’: Ator de ‘Os 7 de Chicago’ entra para o elenco da cinebiografia

Kelvin Harrison Jr., que recentemente interpretou o ativista dos Panteras Negras, Fred Hampton, no aclamado Os 7 de Chicago, entrou para o elenco da vindoura cinebiografia de Elvis Presley.

Harrison Jr. dará vida a ninguém menos que a lendária figura de B.B. King. Ele se junta aos previamente anunciados Dacre MontgomeryRichard RoxburghHelen Thomson.

Montgomery dará vida ao diretor de TV Steve Binder, enquanto Roxburgh e Thomson serão Vernon e Gladys Presley, os pais de Elvis (Austin Butler).

Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’) fica responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Craig Pearce.

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

Lembrando que a cinebiografia vai acompanhar a evolução do Rei do Rock até se tornar um ícone global, passando por seu conturbado relacionamento com o empresário, o Coronel Tom Parker, que será vivido por Tom Hanks.

O elenco também conta com Olivia DeJonge (Priscilla Presley), Natasha Bassett, Xavier Samuel, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford, e Gareth Davies

Warner Bros. fica responsável pela produção da cinebiografia.

O filme chega aos cinemas no dia 01 de outubro de 2021.

‘Desencantada’: Disney revela protagonista oficial da sequência!

Walt Disney revelou hoje (17) que a novata Gabriella Baldacchino será a protagonista de Desencantada, sequência do clássico musical Encantada.

Baldacchino se junta ao elenco que traz de volta Amy Adams (Giselle), Patrick Dempsey (Robert Philip), James Marsden (Príncipe Edward) e Idina Menzel (Nancy Tremaine), bem como as recém-anunciadas Maya RudolphYvette Nicole BrownJayma Mays.

Baldacchino será a versão mais velha de Morgan Philip, filha de Robert (que foi interpretada por Rachel Covey no filme original).

A Casa Mouse também aproveitou para anunciar o início das filmagens com uma postagem no Instagram.

Confira:

Adam Shankman entra como diretor.

O filme vai estrear exclusivamente  no Disney+. Detalhes sobre a narrativa não foram revelados.

Encantadatrouxe no elenco Adams como a princesa Giselle, que foi empurrada em um poço mágico e saiu de seu encantado mundo para as movimentadas ruas de Nova York. Susan Sarandon Timothy Spall também fizeram parte do longa.

‘Just Beyond’: Série de terror cômico do Disney+ ganha novo teaser com cenas inéditas; Confira!

O Disney+ divulgou um novo teaser oficial da série de terror cômico ‘Just Beyond‘, baseada nos escritos do lendário romancista R.L. Stine.

Confira, junto ao trailer completo:

Todos os episódios da primeira temporada serão lançados na plataforma de streaming em 13 de outubro.

A produção é uma adaptação dos quadrinhos criados por R.L. Stine (‘Goosebumps’).

Seth Grahame-Smith (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis’) é o showrunner da série.

“O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados ​​são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além?”

Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) estrelam a produção.

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.