A personagem já foi interpretada nos cinemas por ninguém menos que a vencedora do Oscar Gwyneth Paltrow.
Supervisionada pela Showtime, a primeira temporada será composta por oito episódios.
Andrew Scott co-estrela como o personagem-titular, enquanto Steve Zaillian fica responsável pelo roteiro e pela direção de toda a iteração. Ele também será produtor executivo ao lado de Garrett Basch, Guymon Casady, Ben Forkner, Sharon Levy e Philipp Keel.
A trama gira em torno de Tom Ripley, um jovem que sobrevive de trambiques na cidade de Nova York do começo dos anos 1960. Eventualmente, ele é contratado por um homem rico para viajar para a Itália e convencer seu filho vagabundo a retornar para casa. Tom aceita o trabalho, mas não contava que estaria dando o primeiro passo para dentro de uma vida de fraudes, mentiras e assassinatos.
O personagem já foi vivido por diversos atores nas últimas décadas, incluindo Matt Damon em 1999, John Malkovich em 2002 e Barry Pepper em 2005.
Já Fanning estrelou as duas temporadas da antologia ‘O Alienista’, dando vida à detetive Sara Howard. Ela foi recentemente elencada na vindoura produção ‘The First Lady’ como Susan Elizabeth Ford, filha do Presidente Gerald e de Betty Ford. Seus futuros projetos incluem ‘The Bell Jar’ e ‘The Nightingale’.
A CW divulgou as imagens oficiais de “Mother”, terceiro episódio da 7ª temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “à medida que Eva se torna mais poderosa, Barry e seu time devem encontrar um jeito de impedi-la. Eles ficam chocados quando uma antiga amiga, Sue Dearbon, arrisca a própria vida para ajudar”.
O capítulo vai ao ar no dia 16 de março.
Confira:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
A The CW divulgou recentemente as imagens oficiais de “Survived Much Worse”, 8º episódio da 2ª temporada de ‘Batwoman’.
Na trama, “as habilidades de Batwoman são testadas como nunca antes, enquanto a busca de Alice por Kate continua. Sophie e Jacob transferem atenção para Coryana, enquanto Luke e Mary se surpreendem com um convidado inesperado”.
O episódio vai ao ar no dia 21 de março.
Confira:
No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.
A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.
No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.
O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.
Antes de começar esse texto, é bom esclarecer que não sou contra o politicamente correto, principalmente porque ele, quando bem utilizado, pode trazer mudanças importantes para a nossa evolução como seres humanos e como fãs. O problema, porém, é que os grandes estúdios parecem não ter a menor ideia de como lidar com esse “movimento” e acaba não apenas prejudicando não apenas a imagem das produções em si, mas também a própria imagem do estúdio, já que a “alternativa” mais fácil que eles encontram é sem a mesma: censura.
A grande polêmica da semana foi um artigo do The New York Times sobre Pepe Le Gambá, um dos personagens secundários clássicos do universo dos Looney Tunes. Segundo o autor do artigo, o fedegoso gambazinho é responsável por reforçar a cultura do estupro, normalizando o assédio sexual e coisas do tipo. Para quem não se lembra, Pepe é um gambá criado pela Warner em 1945. Suas principais características são feder e ser doentiamente apaixonado por uma gatinha das mesmas cores que ele, fazendo com que seus episódios girassem em torno dele perseguindo e assediando ela incessantemente. O assunto não é exatamente uma novidade no que diz respeito ao personagem. Ele já foi alvo de críticas, estudos e shows de humor ironizando seu comportamento abusivo.
Tentar negar esse assédio cometido por ele é fechar os olhos para a realidade. Basta colocar o nome do gambá nas abas de busca. Os resultados serão todos dele agarrando a coitada da gatinha, que sempre estampa um olhar de assustada no rosto. No entanto, alguns pontos devem ser ressaltados. Como disse anteriormente, o personagem foi criado em 1945 pelo lendário Chuck Jones. Na época, os desenhos animados eram exibidos nos cinemas em sessões especiais ou como curtas para serem passados antes dos filmes. Pepe surge como uma paródia dos clássicos românticos franceses, que traziam homens extremamente apaixonados e acabaram associando o romance à França. Ou seja, ele surge como uma sátira aos franceses – não à toa o Pepe ostenta aquele sotaque francês caricato e, bem, é um gambá… Contribuindo para as piadas de que os franceses não tomam banho, por isso fazem perfumes excelentes -, e acabou tomando uma proporção maior, a ponto de ganhar uma animação própria. Isso não ajudou a defendê-lo, né? Ainda bem, porque a intenção desse texto não é defender o personagem.
Pois bem, dos anos 1990 para frente, quando assuntos como assédio e cultura do estupro começaram a ser mais falados, levados a sério pela sociedade, a Warner começou a tirar o Pepe de suas produções, dando cada vez menos espaço para ele, percebendo que era um personagem que não tinha mais espaço nas produções recentes. Basta reparar que ele aparece por menos de 30 segundos em Space Jam: O Jogo do Século (1996), e foi utilizado em pouquíssimos episódios dos Looney Tunes desde então. Não acho que tenha sido incorreto, porque deixaram o passado preservado, mas sem censurar um personagem. Apenas acharam que ele não se encaixava mais no nosso contexto e decidiram não usá-lo mais. Tudo normal. O problema é que esse artigo do New York Times repercutiu tanto que o estúdio anunciou que uma cena do personagem foi removida do vindouro Space Jam: Um Novo Legado, que estreia ainda esse ano. Estrelado por LeBron James, o filme é um tipo de sequência e reboot da franquia, e segue muito aguardado pelos fãs.
Na cena, Pepe Le Gambá tentaria pegar a modelo brasileira Gracie Santo, que ficaria muito revoltada com a situação e daria um esporro no gambá, afirmando que aquilo era errado. Ele também seria repreendido pelo próprio LeBron, reafirmando o quanto seu comportamento era errado. Isso só mostra que a Warner se deixou levar pelo politicamente correto de uma forma completamente errônea. Acredito que a intenção das denúncias acerca da animação seja para que o assédio possa acabar o quanto antes. E se tem algo que a história nos ensina é que não é apagando o passado que mudaremos o futuro. Não é fingindo que algo errado não aconteceu que vamos evoluir. Não dá. A cena em questão era fantástica porque pegava uma situação, um personagem controverso e o utilizava como forma de educação.
O estúdio teve a oportunidade de educar o público infantil, repassando e reforçando uma ideia anti-assédio, mas preferiu censurar o personagem para “não polemizar”? Isso não existe. Além de desperdiçar um momento fantástico e com potencial de ficar eternizado na história do cinema, o estúdio reforçou uma cultura vazia de cancelamento, que preza mais por apontar dedos do que efetivamente tentar mudar o problema para algo que ajude na causa defendida pelo politicamente correto. Fora isso, a modelo e atriz brasileira teve sua aparição cortada do filme. Ainda não sabemos se ela terá outras cenas, mas é óbvio que ela não gostou disso. Em entrevista ao Deadline, um representante da modelo comentou o caso: “Isso era tão importante para a Greice, estar nesse filme. Mesmo que o Pepe seja um personagem de desenho, se alguém fosse dar um tapa em um assediador sexual como ele, Greice gostaria que pudesse ser ela. Agora a cena foi cortada e ela não tem esse poder de influenciar o mundo através das gerações mais jovens que estarão assistindo a ‘Space Jam 2’, para deixar garotas jovens e garotos jovens saber que o comportamento do Pepe é inaceitável“.
Junto a essa exclusão da Warner, o Disney+ americano anunciou nesta semana que vai remover os filmes controversos do estúdio do catálogo infantil do streaming. Veja bem, não são filmes adultos ou com classificações etárias acima de “livre”. Não, são filmes como Dumbo,Aristogatas, Mogli: O Menino Lobo e Peter Pan, que contam com personagens que fazem representações racistas de outras etnias, como os chineses e os indianos. Já comentei sobre isso anteriormente no site, então não há necessidade de me alongar no assunto. Porém, é aquela história, o serviço tinha inserido cards informando ao público sobre as polêmicas ali retratadas e como isso não podia mais ser aceito na sociedade. Isso foi elogiável. Agora, depois de um tempo, eles voltam atrás e decidem por remover os filmes do catálogo. Animações que poderiam ser usadas pelos pais para explicar aos pequenos como racismo e xenofobia são errados acabam sendo apagadas do streaming porque é mais fácil para eles evitar a polêmica. São essas atitudes que mostram como os grandes estúdios de Hollywood estão sendo afetados negativamente pelo politicamente correto, mas não por culpa do “politicamente correto”, e sim pela total falta de interpretação e bom senso dos próprios estúdios.
Eles não precisam tomar o tal “politicamente correto” como um inimigo, mas sim como um aliado que poderá ajudá-los a evoluir e promover assuntos como respeito e inclusão na nossa sociedade por meio de suas obras.
Quando Bradley Parker (‘Chernobyl’) foi anunciado como diretor de segunda unidade em ‘The Batman‘, ele fez bastante mistério sobre o período em que trabalhou na adaptação.
No entanto, agora que as filmagens estão chegando ao fim, ele contou ao CBM alguns detalhes sobre as cenas que dirigiu e garantiu que o filme será fenomenal.
“Eu já terminei minha parte das filmagens… Geralmente, os diretores de segunda unidade trabalham em conjunto com o diretor para diminuir o tempo de produção. Não gravei com o elenco principal, mas o que eu fiz valeu a pena e ficará na minha memória.”
Ele detalhou algumas das cenas, dizendo que o filme vai reinventar o gênero:
“Filmei em Chicago e havia tantas explosões que você poderia ficar desnorteado. Estou acostumado a trabalhar em filmes mais conceituais, mas topo qualquer coisa, seja de grande ou pequeno orçamento. Eu só posso dizer que esse filme será fenomenal, você não tem ideia. Assim como ‘Loki‘, é uma produção que vai reinventar o gênero.”
A referência a ‘Loki’, é porque Parker é o supervisor de efeitos visuais da vindoura série da Marvel, e talvez ele também dê alguns detalhes sobre a produção assim que ela estiver prestes a estrear.
Anteriormente, o Deadline divulgou que as gravações de ‘The Batman’ devem ser finalizadas até o fim de março.
A notícia vem pouco depois do anúncio de que as gravações seriam novamente interrompidas, após um dublê deRobert Pattinson testar positivo para Coronavírus.
Lembrando que a data de estreia permanece agendada para março de 2022.
Assista ao trailer:
Segundo Walter Hamada, o chefe de filmes da DC, ‘The Batman‘ se passará em uma Terra diferente e não fará parte do DCEU.
“No multiverso, existe uma Terra com a versão de Liga da Justiça com Gal [Gadot], Jason [Momoa] e Ezra [Miller], e outra com o Batman de Pattinson”.
Segundo assim, as franquias não terão crossover e seguirão caminhos distintos.
Além deRobert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.
Confira o logo e o primeiro cartaz OFICIAL de ‘The Batman’.
Em seu perfil do Instagram, Florence Pugh compartilhou uma imagem dos bastidores de ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite‘ e refletiu sobre a intensidade das gravações do terror.
Junto com a imagem, ela publicou um texto bem detalhando, relembrando como se sentiu ao gravar a cena em questão.
Em parte do texto, ela diz:
“Esperei muito tempo para publicar esta foto. Quando fotografei, eu sabia que havia registrado um momento /dia especial entre todos nós. Essa era A Cena. A cena que, todos os que estavam incluídos, sabiam exatamente quantos dias faltavam para gravá-la. A cena em que nós poderíamos nos jogar ao chão e pôr as tripas para fora, gritar como se estivéssemos em guerra… Gritar na cara uns dos outros. Felizmente, [o diretor] Ari [Aster] escreveu exatamente o que precisávamos fazer. Precisávamos sofrer e demonstrar isso em menos de um minuto. Precisávamos começar cada tomada com o rosto limpo e terminar com ranho e lágrimas salgadas em nossos braços, peito, bochechas e mãos.”
Ela continuou:
“Lembro-me de que a primeira tomada foi muito longa, muito mais longa do que é exibida no filme que todos vocês assistiram. Quando Ari disse ‘corta’, todos nós nos agarramos nos braços uns dos outros e cravamos nossas unhas um no outro e soluçamos de tanto chorar. Lembro-me que foi difícil sair do personagem. Nunca fui uma atriz com facilidade para chorar diante das câmeras, é algo muito pessoal para mim e, apesar de achar todos os outros aspectos da atuação empolgantes e emocionantes, acho o choro muito assustador. Em alguns momentos da minha carreira, os diretores tiveram que mudar de cena porque eu não conseguia chorar. Nesse filme, nessa cena, eu encontrei uma verdadeira irmandade.”
A nave Razor Crest foi a companhia de Din Djarin (Pedro Pascal) em diversas aventuras pela galáxia em ‘O Mandaloriano‘, mas acabou sendo destruída pelos Dark Troopers na 2ª temporada da série.
No entanto, um fã russo decidiu criar uma réplica do veículo em tamanho real e registrou todo o processo de construção, que levou mais de um ano para ser concluído.
O modelo finalizado ficou com 14 metros de comprimento, 10 de largura e quatro de altura.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Se você está à procura de boas dicas de comédias, a nossa crítica e jornalista Rafa Gomes separou uma lista com oito produções hilárias estreladas por atores pretos.
Entre as dicas, estão produções clássicas e aclamadas pela crítica especializada, como ‘Cara Gente Branca‘, além de comédias pastelão como ‘Hora do Rush’.
A lista ainda engloba filmes conceituais e mais independentes, que mesclam o drama ao humor com perspicácia e ousadia.
A 3ª parte da série em animação para adultos, ‘Paradise Police‘, já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A nova leva de episódios teve a sua estreia nesta sexta-feira (12) na grade de programação.
Na trama, os policiais nada exemplares de Paradise se envolvem em chantagem, roubo de esperma, intimidação numa confeitaria e outros crimes indescritíveis.
“Mamãe não me dá nenhum conselho, de qualquer forma. Ela não acredita nisso. Ela diz que confia em mim. Isso é bom”, disse Liza Minnelli em 1968 sobre sua lendária mãe Judy Garland.
Esperar o mínimo de uma família composta por Minnelli e Garland é ser extremamente condescendente e conformista com o que significa “fazer arte”. Afinal, Garland tornou-se mundialmente famosa por sua interpretação como Dorothy Gale em ‘O Mágico de Oz’ e, anos depois, sua filha levaria o Oscar de Melhor Atriz para casa em ‘Cabaret’, considerado um dos melhores longas-metragens de todos os tempos por inúmeros consórcios de imprensa nacionais e internacionais.
A dupla mãe-e-filha tornou-se uma só e, apesar do que muitos falavam, Liza garantiu que teve uma infância digna e bastante feliz, mesmo com os altos e baixos de qualquer relacionamento familiar. “Um dos grandes equívocos sobre minha mãe é que ela não me deu uma infância feliz. Houve momentos de discussão, é claro, mas posso dizer que era bem feliz. Se as pessoas escolher acreditar nisso ou não, cabe a elas, mas eu sei que fui feliz”, ela comentou à revista Vogue dois anos atrás. Negar as similaridades entre as duas, principalmente acerca do afã estético, é um trabalho bastante difícil, motivo pelo qual Minnelli tinha um legado gigantesco para carregar quando se lançou no show business.
Felizmente, ela se tornou um dos grandes ícones do cinema moderno e conseguiu provar que carrega uma versatilidade performática invejável a todos que duvidavam de sua capacidade. Não é surpresa que Liza seja relembrada constantemente até mesmo pelas novas gerações e através das mais diversas mídias: Alexis Michelle, uma proeminente drag queen de Nova York, fez um esquete cômica e bastante mimética de sua persona na nona temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’; Lady Gaga ficou em choque ao conhecer sua inspiração em uma apresentação no Madison Square Garden, tornando-se uma das amigas mais íntimas de Liza e encarnando essa diva inesquecível quando bem pudesse; em 2005, ela foi honrada com o Prêmio Vanguarda do GLAAD por sua contribuição para a visibilidade e contribuição da comunidade LGBTQ+ no cenário mainstream.
Dentre todos os feitos que Minnelli conseguiu ao longo de sua prolífica carreira, amalgamá-los em uma única lista é diminuir seu incrível trabalho. Por esse motivo, devemos mencionar suas maiores conquistas: temos, por exemplo, sua defesa a Rock Hudsonquando contraiu HIV/AIDS em uma época de extremo estigma social e de preconceito. Unindo-se a ninguém menos que Elizabeth Taylor, a artista arrecadou milhões de dólares para buscar tratamentos menos dolorosos e paliativos para os diagnosticados. De outro lado, temos suas constantes colaborações com Bob Fosse, fosse no supracitado ‘Cabaret’, fosse em seu especial ‘Liza with a Z’ (ambos aclamados pela crítica e merecedores de um lugar especial na estante de qualquer cinéfilo ou fã do trabalho da atriz e cantora).
Ao ser honrada em 1990 com o Grammy Legend Award, Minnelli tornou-se um dos poucos membros do seleto grupo intitulado EGOT. Os dois títulos mencionados acima renderam-lhe um Oscar e um Emmy, respectivamente, enquanto as peças ‘Flora the Red Menace’, ‘The Act’ e ‘Liza’s at The Palace’ lhe garantiram estatuetas do Tony (e nem estamos mencionando o prêmio honorário que faturou em 1974). E ela continuava a dominar o mundo como nunca– e com uma força incontrolável que a transformava na pioneira artística de diversos segmentos do entretenimento.
Liza sempre carregou um apreço pela estética jazz e vaudevilliana, desde quando fez sua estreia oficial com ‘Charlie Bubbles – A Máscara e o Rosto’, em 1968. É claro que ela já havia trabalho no teatro antes com ‘Wish You Were Here’ e ‘Take Me Along’, por exemplo, já mostrando sua humildade para as apresentações de circos itinerantes e sua relação intrínseca com os programas de variedade, marcando-a como uma anacrônica figura que representava o passado, o presente e o futuro. Em 1972, dublou a mesma personagem da mãe na sequência animada ‘Journey Back to Oz’, que infelizmente caiu no esquecimento, mas que merece ser redescoberto, ainda mais pelo evento cultural que representou à época do lançamento.
Enquanto Garland com certeza a inspirou a sempre fazer o melhor de qualquer papel que lhe era entregue, o sucesso de Minnelli veio por conta própria. “Mesmo quando eu procurava por papéis, ela não arranjava para mim – e eu apenas ia conforme mandava a música. Tenho certeza de que ser filha de Judy Garland me ajudava, mas eu fui e fiz as coisas por conta própria”, ela diz. Além de suas interpretações icônicas, talvez os dez álbuns de estúdio – um a mais que Judy – provem que seu esforço não foi em vão (e como se esquecer de suas aparições incríveis em público, que dão uma aula de humildade?).
Liza Minnelli estava destinada ao estrelato – afinal, fez sua primeira aparição no cenário fílmico com apenas três anos de idade e foi nomeada a partir de uma música de Ira Gershwin e Gus Kahn. Desde rendições memoráveis de “New York, New York” até sua colaboração com o grupo My Chemical Romance, passando por uma dura fase de encefalite, Liza é um símbolo de superação e de perseverança, uma aliada que merece ser celebrada da maneira que é: única.
Liza Minnelli completa 75 anos hoje, 12 de março, e uma das lendas do entretenimento e um dos maiores ícones LGBTQ+ de todos os tempos não poderia deixar de ganhar uma homenagem no CinePOP.
Dona de um Oscar, quatro Tony Awards, um Grammy Honorário e um Emmy, Liza faz parte do seleto grupo intitulado EGOT – e suas performances marcaram época e continuam sendo aplaudidas como algumas das melhores da história. Desde o conhecido e impecável ‘Cabaret’ até sua rendição na peça ‘The Act’, fazer uma lista celebrando seus melhores papéis não é um trabalho fácil (mas tentamos o nosso melhor).
Confira abaixo as dez melhores performances de Minnelli, seja na televisão, no cinema ou no teatro, e conte para nós qual a sua favorita:
FLORA THE RED MENACE (1965)
Criado por: George Abbott e Robert Russell
Antes de migrar para os cinemas, Minnelli fez sua estreia nos palcos da Broadway com o musical ‘Flore the Red Menace’. Protagonizando como a personagem titular, a história ganhou fama por apresentar uma heroína forte e críticas políticas pungentes à época em que é ambientada. A performance de Liza lhe rendeu seu primeiro Tony Award.
CHARLIE BUBBLES – A MÁSCARA E O ROSTO (1968)
Direção: Albert Finney
‘Charlie Bubbles’ não foi o primeiro papel principal de Liza Minnelli, mas sim o primeiro a que lhe podemos dar o crédito. Nessa comédia britânica dirigida e protagonizada por Albert Finney, Minnelli causa um grande impacto ao interpretar Eliza, uma secretária que tem um caso romântico com o chefe, Charlie – para a consternação e ódio de sua esposa.
OS ANOS VERDES (1969)
Direção: Alan J. Pakula
Em ‘Os Anos Verdes’, Minnelli fez sua estreia oficial como protagonista de um longa-metragem – algo que apenas ascenderia a uma fama inenarrável. Indicada ao Oscar de Melhor Atriz, ela deu vida a Pookie Adams, uma jovem estranha e solitária que rejeita todos os que considera serem esquisitos. Isso é, até conhecer Jerry, cuja amizade leva a entender que a vida não é apenas mel, nem somente sal – mas sim agridoce.
Quando vemos Bob Fosse e Liza Minnelli juntos em um projeto, é muito difícil que o resultado seja abaixo do esperado. Facilmente o papel de maior prestígio da performer, ‘Cabaret’ cimentou sua versátil carreira ao trazê-la como Sally Bowles, uma cantora estadunidense que vira atração do Kit Kat Club e deve lidar tanto com sua profissão, seus amores, e a ascensão do nazismo.
OS AVENTUREIROS DO LUCKY LADY (1975)
Direção: Stanley Donen
Apesar da recepção morna por parte da crítica, ‘Os Aventureiros do Lucky Lady’ volta a arrancar o melhor de Liza, agora encarnando Claire, uma dançarina de cabaré que ajuda dois homens a contrabandear bebidas alcoólicas em plena era da Lei Seca dos Estados Unidos. Enquanto o roteiro é superficial demais para ser levado a sério, Minnelli faz o melhor com o que lhe é entregue – e merece ser vista ao lado de Gene Hackman e Burt Reynolds.
Estreando em 1977 na Broadway, o musical ‘The Act’ trouxe Minnelli de volta às suas raízes teatrais. Aqui, ela dá vida a Michelle Craig, uma estrela de cinema falida que tenta fazer seu aguardado comeback como cantora em Las Vegas. A interpretação, mais uma vez ovacionada pela crítica especializada e pelo público, lhe garantiu o Tony de Melhor Atriz em Musical.
NEW YORK, NEW YORK (1977)
Direção: Martin Scorsese
Fazendo homenagem a uma das cidades mais famosas do planeta, Martin Scorsese comandou ‘New York, New York’ como uma homenagem ao musical, ao jazz e à sua terra natal. Aqui, Liza co-estrela ao lado de Robert De Niro, ambos vivendo uma dupla de músicos e de amantes que se casam logo depois do fim da II Guerra Mundial.
403117 01: Actor Dudley Moore poses with actress Liza Minnelli on the set of the film “Arthur”, circa 1981. The 66-year-old Moore died March 27, 2002 in Plainfield, NJ. Moore suffered from progressive supranuclear palsy, which is a disease similar to Parkinson’s disease. At the time of his death, Moore had pneumonia. Films such as “10” and “Arthur” propelled him into the spotlight. (Photo by Getty Images)
Direção: Steve Gordon
Investindo esforços em seu lado mais cômico, Liza interpretou Linda Marolla no famoso ‘Arthur, o Milionário Sedutor’, contracenando ao lado de nomes como Dudley Moore e Geraldine Fitzgerald. No longa-metragem, ela encarna uma garota pobre, aspirante à escritora e guia turística – que arrebata o coração do protagonista titular.
Liza é um dos nomes mais importantes da esfera teatral e, em 1984, recebeu mais uma indicação ao Tony Award de Melhor Atriz por sua atuação em ‘The Rink’. A história é centrada em Anna, dona de um rinque de patinação no gelo que decide vendê-lo a outros desenvolvedores – mas as coisas se complicam quando sua filha pródiga, Angel (Minnelli), volta para casa para se reconectar com as pessoas e as pessoas que deixou para trás.
Provando mais uma vez que poderia alcançar enorme sucesso crítico e comercial fora de papéis musicais, Liza Minnelli emprestou todos os seus icônicos trejeitos a Lucille Austero em ‘Arrested Development’. Elogiada por seu trabalho soberbo na série original e no revival, a atriz interpretou o pior pesadelo e a principal rival da também chamada Lucille Bluth (Jessica Walter).
Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.
Em seu Instagram oficial, o diretor e roteirista Christopher McQuarrie anunciou diversos novos membros ao elenco de ‘Missão Impossível 7’ e ‘Missão Impossível 8’.
Na última sexta-feira, 12 de março, a popstarSelena Gomez lançou ‘Revelación’, seu primeiro EP em língua espanhola.
A produção, composta por sete faixas originais, conta com os singles“De Una Vez”, “Baila Conmigo” e “Selfish Love” (está última marcando uma nova parceria com DJ Snake).
O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais.
Confira a tracklist oficial:
1. De Una Vez 2. Buscando Amor 3. Baila Conmigo (feat. Rauw Alejandro) 4. Dámelo To’ (feat. Myke Towers) 5. Vicio 6. Adiós 7. Selfish Love (feat. DJ Snake)
O novo projeto é precedido pelo bem-sucedido ‘Rare’, lançado no início do ano passado e que garantiu à artista dois #1 nos charts da Billboard e recepção sólida por parte da crítica, que incluiu o álbum em diversas listas de fim de ano.
A HBO divulgou recentemente o trailer completo de ‘TINA’, documentário focado na icônica e lendária musicista Tina Turner.
Confira:
O documentário foi criado e dirigido pelos vencedores do Oscar e do Emmy Dan Lindsay e T.J. Martin.
Com inúmeros áudios, gravações, fotos pessoas e novas entrevistas, incluindo uma com a própria cantora, ‘Tina’ apresenta uma perspectiva dinâmica e crua sobre o ícone da música Tina Turner.
A obra conta com todas as faixas da produção anterior e também trará as colaborações “Fever”, performada ao lado de Angèle; “Prisoner”, com Miley Cyrus; o remix“Levitating”, ao lado de J Balvin; e as iterações originais “We’re Good”, “If It Ain’t Me”, “That Kind of Problem” e “Not My Problem” (cantando ao lado de JID).
‘Moonlight Edition’ já está disponível em todas as plataformas digitais.
‘Future Nostalgia’ foi aclamado pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano.
A The CW divulgou as imagens oficiais de “Lock and Key”, oitavo episódio da 5ª temporada de ‘Riverdale’.
Na trama, “um grande anúncio força todos a fazer um balanço de suas vidas atuais. Cheryl arquiteta um arriscado plano depois de descobrir notícias chocantes sobre Toni. Jughead tenta entender um estranho encontro que teve. Kevin e Fangs fazem uma grande decisão sobre seu futuro juntos”.
O capítulo vai ao ar no dia 17 de março.
Confira:
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
A CW divulgou a sinopse oficial de “Fear Me”, quinto episódio da 7ª temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “quando um poderoso novo vilão, Psych, canaliza e amplifica os temores de todo mundo para causar caos em Central City, Barry percebe, com a ajuda de Cecile, que ele deve enfrentar seu maior medo para derrotá-lo. Enquanto isso, Joe fica surpreso quando Kristen Kramer, da Comissão de Logística Municipal, aparece na CCPD para uma visita. Iris avisa seu pai para explorar mais fundo sobre o porquê de Kristen estar lá. Caitlin e Frost discutem sobre como pretendem viver”.
O capítulo vai ao ar no dia 30 de março.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
A The CW divulgou recentemente a sinopse oficial de “Rule #1”, 9º episódio da 2ª temporada de ‘Batwoman’.
Na trama, “Batwoman confronta o maior inimigo de Gotham, enquanto novas informações força aqueels próximos a Kate a tomar decisões difíceis. Os sentimentos de Ryan por Angelique colocam sua parceria com Luke e Mary em risco, enquanto Alice viaja em uma jornada por sua memória”.
O episódio vai ao ar no dia 28 de março.
No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.
A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.
No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.
O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.
‘Filhos de Istambul’, novo drama coming-of-age turco da Netflix, já está disponível na plataforma de streaming.
A produção estreou hoje, 12 de março, e conta a história de Mehmet, que administra o lixão do bairro e, sempre com o apoio de seu amigo Tahsin, ajuda quem precisa, especialmente crianças e adolescentes sem teto, uma situação que ele conhece bem. Um dia, Mehmet encontra um garoto de 8 anos dentro de um saco de lixo e decide procurar os pais da criança. Ele só não esperava o quanto ficaria apegado ao menino.
Confira o trailer:
O filme é dirigido por Can Ulkay, com roteiro assinado por Ercan Mehmet Erdem.