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Conheça a nova série espacial do Disney+ produzida por Leonardo DiCaprio

A plataforma do Disney+ trouxe uma nova série espacial para os fãs do gênero, intitulada ‘Os Eleitos‘.

Explorando os bastidores da corrida espacial norte-americana no final dos anos 50 e início dos anos 60, a produção revela os detalhes tanto relacionados ao primeiro grupo de astronautas, os Sete Originais, como também de todo o trabalho desenvolvido pela Nasa.

E a nossa crítica e jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar uma das atrizes da série, Shannon Lucio, que deu detalhes sobre a nova série, produzida pelo astro Leonardo DiCaprio.

Assista:

Os Eleitos é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

‘Servant’: 3ª temporada já está disponível na Apple TV+

A 3ª temporada da aclamada sérire ‘Servant‘, drama de terror de M. Night Shyamalan, já está em exibição na Apple TV+. 

Os quatro primeiros episódios do mais novo ciclo já estão disponíveis na grade de programação do streaming. Os demais capítulos serão lançados nas próximas semanas, sempre às sextas-feiras.

Relembre o trailer da temporada:

Assista a nossa entrevista com o designer de produção de ‘Servant‘:

Dirigida por Shyamalan, a produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª e última temporada!

Crítica Home Vídeo | Mãe e Pai – Nicolas Cage é mais uma vez a piada em cena

Uma mulher para o carro em cima da linha do trem, abre a porta e sai deixando um bebê na cadeirinha do banco de trás. O trem vem e você já sabe o que acontece. Esta é a cena inicial do cômico terror Mom and Dad, estrelado pelos decadentes Nicolas Cage e Selma Blair. O adjetivo não é pejorativo, neste longa o ganhador do Oscar por Despedida em Las Vegas (1996) é uma piada do pai de família classe média, assim como Blair segue em suas decaídas aparições no cinema, longe do reconhecimento conquistado quase duas décadas atrás com Segundas Intenções (1999).

Escrito e dirigido por Brian Taylor, responsável por Adrenalina (2006), o filme não tem a intenção de criar suspense ou levar a sua proposta muito a sério. E esse é um lado positivo da obra, que permite ao espectador um processo catártico e divertido mesmo que com uma pesada temática, afinal se trata de uma narrativa de filicídio e infanticídio.

Após o incidente do início do filme, a família de Nicolas Cage está calmamente tomando café da manhã quando passa a notícia na televisão. A mãe pede para trocar de canal e cada um segue para suas modorrentas atividades diárias, como escola, aula de ginástica e trabalho burocrático no escritório. A empregada e a filha dela permanecem na casa junto com o filho menor poupado das aulas naquele dia.

A caminho da escola, Selma Blair tem uma típica conversa entre mãe e filha adolescente baseada na barreira da diferença de gerações e as frustrações maternas. Ou seja, ela sempre dá tudo aos filhos, mas não recebe nada em troca, nem um pequeno diálogo dentro do carro. Ao ouvir as lamúrias de sua mãe, para dilacerá-la, a rebelde adolescente completa: “eu não tenho culpa se você não tem uma vida”.

De repente, durante as aulas os alunos começam a ser chamados pelos pais para saírem mais cedo das atividade escolares.  Logo, a polícia aparece para impedi-los de chegar perto das crianças, no entanto, ninguém sabe o que está acontecendo até que um deles escapa do cerco policial para os braços dos seus pais e o espetáculo de sacrilégios começa.

Os pais partem para matar os seus filhos das formas mais absurdas e idiotas possíveis. O único objetivo é eliminá-los para sempre e serem felizes sem eles. O filme é focado nas 24 horas em que a adolescente Carly (Anne Winters) e o seu irmão mais novo Josh (Zackary Arthur) tentam sobreviver aos seus pais (Cage e Blair).

Apesar da temática surrealista, o filme mantém o público atento, pois a todo momento o roteiro entrelaça as ações daquele dia com as lembranças entre o marido e a esposa, o pai e o filho, a mãe e a filha. Os flashbacks trazem perspectivas boas e ruim, além de reflexões sobre a eliminação dos filhos não ser tão absurda, porque no fundo, talvez, todos os pais desejem isso.

A abordagem é ousada, mas bem medida e conta com pouca explicação para o fenômeno psicótico, a fim de não menosprezar as sutis motivações. A comédia, no entanto, não deve satisfazer um público conservador, pois até os recém-nascidos correm perigo nesta narrativa.

Com um humor subversivo, a obra diverte e recorda aqueles filmes em que as crianças são sempre mais inteligentes que os adultos e criam várias armadilhas, como Esqueceram de Mim (1990) e O Pestinha (1990). Quando os avós entram em cena atrás do pai da família, as sequências se tornam ainda mais cômicas e pastelão.

Em Mãe e Pai é possível esquecer dos assassinatos, não se importar muito sobre o gatilho para o comportamento insurreto e, pelo menos, garantir algumas risadas. Após 24 horas na vida dessa família, a gente não sabe o que vai acontecer, mas vale pelo questionamento sobre paternidade e maternidade, que eleva o filme para uma obra além do pastiche sanguinário.

‘O Rei Leão’: Beyoncé ficará responsável pela canção dos créditos finais

Durante uma entrevista ao jornal The Sun, o cantor Elton John revelou alguns detalhes da aguardada trilha sonora de O Rei Leão, live-action inspirado na clássica animação da Disney.

Segundo o cantor, Beyoncé ficará responsável pela inédita canção dos créditos finais, além de algumas canções clássicas que irão ser regravadas, como “Hakuna Matata” e “Circle of Life”.

Já o talentoso compositor Hans Zimmer irá compor a trilha sonora original. Só lembrando que Zimmer também foi responsável pela trilha da animação de 1994, a qual ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora.

Enquanto isso, Jon Favreau, o diretor do live-action deO Rei Leão, publicou no Twitter uma imagem no set de filmagens ao lado de Donald Glover, que interpretará Simba na nova produção da Disney:

Elton John e Beyoncé estão trabalhando juntos para regravar as músicas para o remake live-action. John compôs e cantou as músicas do clássico de 1994.

O elenco do live-action traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Recentemente, surgiram boatos de que a Disney teria concordado em pagar US$ 25 milhões de dólares (cerca de R$ 77 milhões) para garantir o envolvimento de Beyoncé no projeto.

Além de dublar Nala, Beyoncé deve ficar responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

O filme dirigido por Jon Favreau está em pré-produção em Los Angeles.

O lançamento está marcado para o dia 19 de Julho de 2019.

‘Coringa’: Fã cria trailer sinistro para filme de origem do vilão; Assista!

Como de costume, um fã resolveu criar um trailer para servir de conceito ao filme solo do vilão Coringa, que está sendo desenvolvido pela Warner Bros., com Joaquin Phoenix no papel principal. Confira, que o resultado ficou sensacional:

Apesar de uma equipe premiada estar se reunindo para trazer a história de origem do vilão Coringa para os cinemas, uma atriz super talentosa recusou um papel de importância no projeto da DC.

Frances McDormand, ganhadora do Oscar por ‘Três Anúncios para um Crime’, recusou o papel oferecido pela Warner para viver a mãe do vilão. A informação é do jornalista Umberto Gonzalez, do TheWrap.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Segundo o Hashtag Show, a DC Films está cotando o ator Robert DeNiro para que ele apareça no filme.

Além disso, a equipe pode contar com o diretor de fotografia Lawrence Sher (‘Godzilla’, 2014), que já trabalhou anteriormente com o diretor Todd Phillips nos filmes de ‘Se Beber, Não Case!’ e Cães de Guerra.

Com o título de produção ‘Romeo‘, o filme começa suas filmagens entre setembro e novembro deste ano.

Também foi confirmado que a produção terá o designer de produção Mark Friedberg (‘Noé’) e o premiado figurinista Mark Bridges (‘Trama Fantasma’).

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento dos cineastas Todd Phillips e Martin Scorsese. O primeiro assumirá a cadeira de diretor, enquanto o segundo será o produtor.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Cavaleiro da Lua’ | Quinto episódio é a melhor coisa que a Marvel já fez no Disney+

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos cinco primeiros episódios de Cavaleiro da Lua, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Simplesmente fantástico o quinto episódio de Cavaleiro da Lua. Wow. Ambientado todo no sanatório/ Duat, o capítulo dessa semana resolveu os conflitos do protagonista de uma forma dolorosa, contou sua história de origem com muita fidelidade, fez uma conexão maravilhosa com o MCU e agora  vai fazer com que a gente sofra até a semana que vem, quando a série chegará ao fim.

 O episódio começa de onde o outro terminou, com a deusa Tuéris encontrando Marc e Steven na porta do sanatório. Então, ela explica que eles realmente morreram e estão no Duat, o pós-vida egípcio. Ou como ela mesma disse: um dos pós-vida que existem. Nesse momento, ela cita também o Plano Ancestral, que já foi visto anteriormente em Pantera Negra (2018), como um plano interdimensional onde os grandes Reis descansam.

A cultura da Wakanda de T’Challa (Chadwick Boseman) é baseada na deusa Pantera, Bast, que fornece os poderes ao Pantera Negra por meio da erva em formato de coração, e também é membro da Enéade.

Outro momento em que esse plano astral é citado no MCU é no núcleo do Doutor Estranho. Ele é constantemente mostrado nas cenas em que ele separa o corpo físico do astral. No filme de 2016, inclusive, a Anciã (Tilda Swinton), “pausa” o tempo momentos antes de morrer para poder ver a chuva nesse plano.

Isso pode indicar uma importância bem grande desse plano na nova fase do MCU, que tem ainda neste ano Doutor Estranho no Multiverso da Loucura e Pantera Negra: Wakanda Para Sempre.

Além disso, essa menção tão recorrente, mesmo que de forma indireta, aos deuses, pode indicar que esse núcleo será revisitado no filme Thor: Amor e Trovão, que contará com Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale) como principal antagonista. E como o nome do indivíduo é autoexplicativo, talvez não seja um cenário muito bonito para os deuses nórdicos, gregos e egípcios.

Voltando ao núcleo do Cavaleiro da Lua, em sua jornada pelas memórias, Steven Grant (Oscar Isaac) transita pela infância de Marc Spector (Oscar Isaac) e descobre que ele acidentalmente matou seu irmãzinho, Randall Spector, durante uma brincadeira. Nos quadrinhos, Randall não morre na infância. Ele cresce e vira fuzileiro junto a Marc, mas acaba se envolvendo em esquemas ilícitos e acaba supostamente sendo morto por Marc com uma granada. No entanto, ele sobrevive e passa a agir como o serial killer conhecido como O Homem da Machadinha. Mais tarde, ele tenta tomar o lugar do irmão junto a Khonshu, mas acaba se tornando o Cavaleiro das Sombras, uma versão ainda mais corrompida do Punho de Khonshu.

A forma como usaram o personagem na série é muito interessante, porque ele cumpre sua função de criar a insanidade no irmão. Mas, no futuro, caso queiram adaptar a história dele de vilão, com certeza os produtores vão achar um meio de usar a morte dele na infância como uma fagulha de ódio ao irmão.

Outro momento fantástico para quem já pegou alguma HQ do personagem foi a forma como retrataram sua origem.

A cena de Marc ensanguentado aos pés de Khonshu após ter sido deixado para morrer no deserto pelos outros mercenários está idêntica às páginas dos quadrinhos do anti-herói.

Inclusive, a forma como dão a entender que Khonshu manipulou a vida de Marc desde a infância, o que consequentemente culminou nos abusos que Marc sofreu da mãe, gerando assim o Steven, é brilhante.

Isso porque apesar de tentar passar essa ideia de deus protetor, o Khonshu dos quadrinhos é um grande manipulador inescrupuloso, que realmente deixa marcas na mente de Marc toda vez que ele interfere, intensificando o transtorno do protagonista.

Falando ainda na origem do Cavaleiro da Lua, Marc assume pela primeira vez a existência de seu nêmesis dos quadrinhos: Raoul Bushman, o mercenário que lidera a expedição ao Sudão que termina com Marc se voltando contra o próprio grupo, sendo mortalmente ferido e deixado pano deserto para morrer, o que terminaria com ele sendo ressuscitado pelo Khonshu. Como só falta um episódio para terminar a produção, é pouquíssimo provável que ele apareça. Mas caso haja uma segunda temporada, é possível que Bushman dê as caras.

Falando sobre a origem de Steven, ele surgiu baseado das memórias de Marc sobre Randall – vide o peixinho com uma barbatana só – e das aventuras de seu herói de TV favorito, o aventureiro Steven Grant. Em certo momento, eles mostram o pôster do filme, que é produzido pela Timely Atlas, os dois nomes antigos da Marvel nos quadrinhos. E o protagonista é interpretado por Doug Perlin, que nada mais é que a combinação dos nomes dos criadores do Cavaleiro da Lua, Doug Moench e Don Perlin. Os outros nomes são de membros da produção da própria série.

Em meio ao passado de Marc sendo explorado nesse plano diferente, o Dr. Arthur Harrow (Ethan Hawke) segue medicando seu paciente no suposto sanatório. Em um dos momentos, o personagem de Oscar Isaac aparece de um jeito mais surtado com um esparadrapo sobre o nariz. Esse visual é clássico do Marc Spector nos quadrinhos, mas essa personalidade mais explosiva e irônica ainda não tinha sido associada a ele na série. Talvez seja o Jake Lockley dando as caras diante de nossos olhos sem que a gente ternos percebido.

De qualquer forma, o que eu quero chamar atenção para essa cena é a estátua do deus Quenúbis ali atrás de Harrow. Como falei na semana passada, o deus bode vem sendo referenciado em alguns momentos sutis na série. Ele agora ganha mais uma breve aparição. Será que veremos ele no último episódio? Enfim, fato é que vemos as almas ingeridas por Ammit começando a surgir de forma descontrolada no Duat. Ou seja, caso Marc não esteja louco, Harrow conseguiu libertar Ammit no MCU, o que deve ser a grande batalha do episódio final.

Por fim, mas não menos importante, temos a confirmação de um detalhe legal do personagem: sua religião. Nos quadrinhos, Marc Spector é judeu. Até o momento, a série não havia entrado nesse mérito, mas mostraram seu quipá neste penúltimo episódio.

Então é isso, pessoal. Na semana que vem, com a chegada do último episódio, devemos ver uma verdadeira guerra divina na tela e torcemos para que Steven seja recuperado para que Marc volte a não ter paz na vida. Se seguirmos pela lógica das séries da Marvel, que costumam apagar um personagem importante nos últimos episódios para trazê-lo de volta depois, vide o Loki e o Visão em suas respectivas séries, devemos ver Steven de volta ao corpinho enquanto o Cavaleiro da Lua troca uns sopapos com várias entidades e deuses. Talvez seja ele mesmo o responsável por trazer Khonshu de volta. Vamos ver.

O último episódio de Cavaleiro da Lua estreia na próxima quarta-feira no Disney+.

Crítica | O Pacto – Suspense do diretor de ‘A Casa dos Espíritos’ retrata História Real de Pacto entre Escritores

Muitos escritores se tornam bastante conhecidos em seu país de origem, entretanto, com certa frequência, a fama não se prolonga para além das fronteiras geográficas. Boa parte desses autores percorre um árduo caminho para atingir algum tipo de reconhecimento social, e, quase sempre, isso acontece já após a morte. Com o interesse cada vez maior do público por cinebiografias, aos poucos algumas dessas histórias passam a ser conhecidas pelo grande público no formato audiovisual, e um novo exemplar chega esse final de semana para aluguel sob demanda nas principais plataformas de streaming através do longa dinamarquês ‘O Pacto’.

Thorkild (Simon Bennebjerg) é um jovem poeta que quer muito construir uma carreira no meio literário, por isso, quando recebe o convite da renomada escritora Karen Blixen (Birthe Neumann) para ir à casa dela conversar sobre sua obra poética ele não contém a animação e imediatamente aceita o convite. Fascinado com o estilo de vida da Sra. Blixen e com todas as possibilidades que esse vínculo pode lhe trazer, Thorkild passa a mergulhar cegamente nesse estilo de vida, sem perceber as inúmeras consequências que isso pode trazer para sua vida com Grete (Nanna Skaarup Voss), sua esposa.

Com quase duas horas de duração, ‘O Pacto’ tem uma premissa de suspense, que conduz todo o enredo até o fim: a história do tal pacto feito pelos dois escritores, em que ambos prometem se manterem fiéis um ao outro não importa o que aconteça. Embora baseado numa história real (ambos os autores existiram de fato), a proposta do filme soa irreal, pois quem, em sã consciência, se submeteria tão livremente ao controle de outra pessoa? Mas é o que acontece em ‘O Pacto’: Karen promete alavancar a carreira de Thorkild e torná-lo um exímio escritor, lapidando seu talento; em contrapartida, ele deve obedecê-la fielmente, mesmo que não concorde com seus métodos ou com suas propostas. Esquisito, né?

Através da promessa de algum suspense – afinal, a relação de dominador/dominado socialmente deveria causar situações de desconforto –, o roteiro de Christian Thorpe baseado no livro de memórias do próprio Thorkild Bjornvig não traz nenhuma tensão ao longo de seus cento e quinze minutos. Toda vez que parece que o protagonista irá dar uma chacoalhada e retomar as rédeas da própria vida, o longa vai lá e apaga o fogo, deixando todo o elenco com as mesmas reações tanto para boas quanto para más notícias. Os métodos para melhorar a carreira se resumem a encontros com a alta sociedade e jantares vazios para se fazer presente.

O diretor Billie August não defende seus protagonistas; ao contrário, fica em cima do muro e constrói uma relação de controle que, ao ponto de vista do espectador, não se justifica. Ainda que o filme possa ter se atido fielmente aos fatos, uma ou outra dosezinha de pimenta ajudariam a tornar as relações mais críveis ficcionalmente. Do jeito que está, temos a sensação de que Karen é uma senhora rica entediada que, à beira da morte, decide usar seu dinheiro e sua influência para brincar com a vida dos outros, ao passo que Thorkild é apenas um cachorrinho encantado.

O Pacto’ é um filme interessante que nos prova que também na Dinamarca – assim como no Brasil, em Hollywood e em muitos outros lugares –, para se vencer na vida não basta talento: é preciso ter QI – ou seja, quem indica.

‘Shazam!’: Novo clipe tem referência a ‘Star Wars’

Shazam!’ ganhou um novo clipe citando a saga ‘Star Wars’ em uma leve piada.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

Kristen Stewart foi aconselhada a não sair em público com sua namorada para conseguir papel na Marvel

Apesar da Marvel ter se comprometido a aumentar a representatividade LGBTQ+ no MCU, uma recente história revelada por Kristen Stewart pode indicar que nem tudo são flores.

Em entrevista ao Bazaar, Stewart falou sobre sua carreira e contou para o público um curioso, senão execrável caso no qual foi “aconselhada” a não contar para todo mundo que namorava uma garota caso quisesse conseguir um papel na companhia.

“Me disseram claramente: ‘Faça um favor a si mesma e não saia por aí segurando a mão da sua namorada em público, se quiser conseguir um papel na Marvel’”, ela contou. “Eu não quero trabalhar com gente assim.”

Entretanto, a atriz não deu nomes a quem lhe falou isso e não se sabe se o autor da frase era um membro do estúdio ou um agente. De qualquer forma, a declaração vai de encontro ao que a Marvel vem pregando nos últimos meses acerca da diversidade de gênero em seus filmes.

Além de ‘Vingadores: Ultimato’ trazer o primeiro personagem abertamente gay do panteão, a companhia confirmou que um herói LGBTQ+ aparecerá no vindouro projeto Os Eternos, além de reafirmar que a guerreira Valquíria (da franquia Thor) é lésbica, a sequência de Capitã Marvel trará Hulkling como membro da comunidade em questão.

Como se não bastasse, os próprios quadrinhos já possuem uma fonte considerável de personagens queer, incluindo Karolina Dean/Lucy in the Sky, America Chavez/Miss América, Darnell Wade/Shade e Wade Wilson/Deadpool – cujas respectivas orientações sexuais devem ser exploradas em projetos futuros.

Mark Ruffalo revela que Kevin Feige quase deixou a Marvel Studios durante ‘Vingadores’

Mark Ruffalo é melhor conhecido por interpretar Bruce Banner/Hulk no Universo Cinemático Marvel, mas também ganhou os holofotes por sua potente voz quanto ao ativismo político em Hollywood.

Recentemente, o ator foi entrevistado pela Independent e disse que “Hollywood tem tido uma supremacia branca por cem anos”. Mais do que isso, ele afirmou que o presidente Donald Trump é o “inimigo número um” da esfera cinematográfica, além de ter revelado que Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, quase deixou a companhia durante as filmagens de Os Vingadores (2012) devido à falta de diversidade na franquia.

“Quando estávamos gravando Os Vingadores, Kevin Feige me disse; ‘olhe, pode ser que eu não esteja aqui amanhã. [O CEO] Ike [Perlmutter] não acredita em um filme de super-herói estrelado por uma mulher. Então se eu estiver aqui amanhã, saberá que eu ganhei a batalha'”.

Assista à nossa crítica do último filme da saga, ‘Vingadores: Ultimato’.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot estampa nova foto oficial do filme; Confira!

O aguardado Mulher-Maravilha 1984’ chega em alguns meses no Brasil e, agora, o filme ganhou mais uma imagem oficial.

Confira:

Lembrando que o filme estreia no dia 1º de outubro no Brasil.

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘American Gods’: Trailer da 3ª temporada será lançado HOJE!

Starz revelou que o aguardado trailer da 3ª temporada de American Gods será lançado hoje, 03 de dezembro, às 14h30min no horário de Brasília.

Confira o anúncio:

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 10 de janeiro de 2021.

O anúncio foi feito pelo próprio Neil Gailman, por meio de sua conta oficial do Twitter. Na ocasião, ele ainda compartilhou uma carta com todos os detalhes fundamentais do novo ciclo e da abordagem narrativa que os fãs testemunharão.

Confira:

“Quando começamos a fazer a terceira temporada de American Gods, não tínhamos ideia de como seria oportuno. Sabíamos que queríamos voltar ao que as pessoas amavam e respondiam no livro: Que era hora de Shadow ir para a pequena cidade de Lakeside e tentar se perder na normalidade. E, ao mesmo tempo, na terceira temporada, queríamos focar nos personagens e em suas jornadas. Mostrar Shadow trilhando um caminho guiado pelos deuses de seus ancestrais, tornando-se mais ele mesmo enquanto decide quem ele é e de que lado está – da humanidade ou dos deuses.

Também sabíamos que queríamos continuar a enraizar o show nas paisagens da América. Para explorar o que ‘América’ significa para seu povo e falar sobre os imigrantes – sobre as pessoas muito diferentes que vieram para esta terra notável e trouxeram seus deuses com eles. Os novos deuses do telefone, do aplicativo e do glitter exigem nossa atenção e nosso amor, e os antigos deuses querem significar algo novamente. A América deve ser para todos nós, e American Gods deve refletir isso. Esta temporada realmente parece que sim. É cheia de drama e emoção, o tanto o drama real, como o totalmente estranho, e apresenta algumas das melhores performances que a série já viu. Ela traz de volta os personagens favoritos, alguns de maneiras novas e notáveis, e encontraremos pessoas e deuses que nunca conhecemos antes. Tenho orgulho de nosso elenco brilhante – de Ricky e Emily, de Yetide e Ian, Bruce, Demore, Omid e todo o resto – e do que os escritores fizeram para trazer a história de volta aos trilhos.

As lutas dos deuses e do povo na terceira temporada de American Gods são as lutas da América. Não achamos que seria tão oportuno quando o planejamos, nem acho que o romance ainda seria relevante quando o escrevi há mais de 20 anos. Mas estou feliz que esteja acontecendo agora, em um ano em que parece que diversas histórias estão sendo ouvidas, honradas e com a permissão de mudar o futuro”.

Confira a lista com os títulos de todos os episódios da nova temporada:

Episode 3.01 – A Winter’s Tale
Episode 3.02 – Serious Moonlight
Episode 3.03 – Ashes and Demons
Episode 3.04 – The Unseen
Episode 3.05 – Sister Rising
Episode 3.06 – Conscience of the King
Episode 3.07 – Fire and Ice
Episode 3.08 – The Rapture of Burning
Episode 3.09 – The Lake Effect
Episode 3.10 – Tears of the Wrath-Bearing Tree

Detalhes sobre os capítulos ainda não foram revelados.

Assista ao primeiro teaser do próximo ciclo:

 

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

Crítica | Nomadland – Grande preferido ao Oscar 2021 é um poderoso e sincero drama

No final dos anos 2000, o mundo capitalista passava por mais uma derradeira crise que se tornou a pior desde a quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929. Recomeçando praticamente do zero, os Estados Unidos, novamente epicentro de uma bolha imobiliária que explodiu e que trouxe enorme prejuízo aos bancos e à vida trabalhista do país, perceberam um aumento exponencial de desempregados e indigentes que perderam suas casas e tiveram que procurar um meio alternativo de sobreviverem – e essa é, em suma, a premissa que guia o aclamado drama tour-de-force Nomadland, de Chloé Zhao.

Desde sua estreia no Festival Internacional de Toronto até o lançamento oficial nos cinemas de todo o mundo, o longa-metragem recebeu atenção enorme por inúmeros motivos, mas principalmente pela presença espetacular de Frances McDormand no papel protagonista de Fern, uma mulher que perdeu o marido e o emprego e que se tornou uma nômade ao lado de tantos outros estadunidenses – cruzando o país em uma van e arranjando bicos em diversas empresas e restaurantes no Meio Oeste. Zhao, não apenas escrevendo a adaptação do romance de não-ficção homônimo de Jessica Bruder, mas também comandando-a e montando cada uma das complexas peças dessa viagem, ascendeu ao patamar de uma das grandes realizadoras da contemporaneidade, ganhando atenção no cenário mainstream anos depois de sua estreia cinematográfica em 2015.

A narrativa, como já mencionada, é centrada em Fern. Caminhando para o auge da terceira idade, a construção da personagem pode não ser um dos mais explosivos já vistos no cinema, mas nos cativa pela humildade e pelas transições emocionais pelas quais passa ao longo de pouco mais de uma hora de tela. McDormand, caminhando para sua terceira estatueta do Oscar após ‘Fargo’ e ‘Três Anúncios para um Crime’, dá vida ao retrato mais pungente e ao mesmo tempo singelo da desconstrução mandatória do “sonho americano”, trazendo crítica à ideologia predatória que beneficia as elites e coloca a classe trabalhadora sobre um caminho de ovos, nunca certos do que o futuro lhes aguarda. Mas Fern parece “bem” com a situação e parece ter se encontrado com inúmeros outros nômades que se tornam seus confidentes e amigos de uma longa data que nunca, de fato, existiu.

Comedida e respeitosa, a nossa “heroína” trata todos bem e sabe que pode aprender com aqueles que estão na estrada há mais tempo. Mesmo assim, ela se restringe à própria presença e tenta não construir laços afetivos duradouros, seja com a conhecida Swankie (Charlene Swankie) ou com o charmoso Dave (David Strathaim). É por esse motivo também que seu isolamento e seus pontos de reflexão, que a levam a relembrar do marido falecido e de sua vida como uma serva urbana com nostalgia pecaminosa – o que pode não parecer comovente para o público que espera um melodrama novelesco qualquer.

Assim como ‘Songs My Brother Taught Me’, de 2015, Zhao emprega com audácia uma paleta de cores que não varia muito e que se exila na melancolia do azul e num esparso brilho amarelado que é tão convidativo quanto efêmero. Cada uma das centenas de sequências externas assemelha-se à estética documentária que a diretora imprimiu em produções anteriores, deixando de lado os caprichos cênicos do campo-contracampo (com raras exceções) e abrindo espaço para uma manufaturada fluidez em planos contínuos e intimistas – mostrando que a vastidão do mundo é, na verdade, um ciclo vicioso que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar. A cereja do bolo vem com as contradições artísticas arquitetadas pela realizadora: ao mesmo tempo que Fern é solitária, sabe em quem confiar; a serenidade da vida em contato com a natureza é um lembrete de escolhas e situações que fugiram do controle e que trazem consequências marcantes para a vida de qualquer um.

Dividir o filme em atos concisos é um trabalho difícil e desnecessário, visto que Zhao tem muito mais aptidão às não-narrativas. Trabalhando, essencialmente, no período de um ano, o arco de Fern começa nas celebrações do Natal e do Ano Novo e termina do mesmo jeito – com o diferencial de que a rendição de McDormand carrega mais cicatrizes e mais memórias que não irão mais voltar. E, no final das contas, revisitando o que outrora lhe pertencia num passado distante, ela é confrontada com turbilhões de emoções que a fazem questionar como trilha esse caminho diferente do normatizado pela sociedade – e que é passível de uma arbitrária e condescendente empatia.

É impressionante como nenhum dos aspectos do longa falha em entregar exatamente aquilo que promete: a dicotomia entre a aurora e o ocaso é transferida inclusive à minimalista trilha sonora de Ludovico Einaudi e a uma sóbria e trágica fotografia de Joshua James Richards. Mesmo assim, com todas essas infusões que vão para além de um mero estudo de caso, é bem provável que Nomadland não caia no gosto de todos – mas que merece ser visualizado como a densa análise antropológica e sociológica que realmente é.

‘Sex Education’: Netflix divulga resumão da 2ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo promocional de ‘Sex Education’, fazendo um resumão da 2ª temporada antes da estreia dos próximos episódios.

Confira:

O próximo ciclo tem lançamento marcado para o dia 17 de setembro.

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

‘O Golpista do Tinder’: Documentário já está disponível na Netflix!

E a espera acabou!

O documentário O Golpista do Tinder finalmente chegou à Netflix.

O título foi lançado hoje, 02 de fevereiro, na plataforma de streaming.

A produção gira em torno de um homem que se passava por um magnata do ramo dos diamantes, conquistando mulheres na internet e roubando milhões de dólares delas. Agora, algumas vítimas querem vingança.

Relembre o trailer abaixo:

Felicity Morris fica responsável pela direção.

‘The Boys’: “Não posso desver”, diz Jeffrey Dean Morgan sobre o infame episódio do “Herogasm”

O novo episódio de ‘The Boys‘, que focará no infame evento Herogasm – literalmente uma orgia de super-heróis – já chegou à plataforma do Prime Video e o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’) compartilhou suas impressões sobre o capítulo.

Através das redes sociais, o ator escreveu: “uma palavra. HEROGASM. É isso. Esse é o tweet. Eu vi. Não posso desver. Apenas… Se preparem (eu assisti três vezes!)”.

Na HQ original, o Herogasm acontece quando os ‘heróis’ alertam aos fãs que a Terra será invadida por um ameaça alienígena e que precisam viajar para o espaço sideral na tentativa de combater os vilões antes que cheguem ao planeta… Mas, na verdade, eles vão para uma ilha secreta por uma semana para praticarem orgia.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

As Melhores Referências Cinematográficas em Videoclipes

Desde a década de 1970, a divisão arbitrárias das artes plásticas, visuais e sonoras começou a cair numa controversa exclusão que simplesmente não fazia mais sentido. Afinal, levando em conta que o cinema surgiu em uma culminação de todas as outras habilidades artísticas do ser humano, os próprios criadores se viram num beco sem saída que trazia consigo uma abertura interessante e metalinguística.

Não é surpresa, pois, que há alguns anos já encontremos uma mistura quase única das indústrias fonográfica e cinematográfica, a partir da qual videoclipes se tornam inegavelmente icônicos por se renderem a belíssimas alusões fílmicas. Seja em sutilezas quase imperceptíveis, seja em emulações claras e nostálgicas, diversos artistas e diretores já colaboraram para dar vida a perspectivas originais e memoráveis como forma de levar seus fãs a revisitar clássicos longas-metragens com um olhar diferenciado.

Por essa razão, separamos vinte vídeos musicais que trazem consigo as melhores referências do cinema. Entretanto, estamos excluindo canções que foram originalmente compostas para filmes – então não espere encontrar “My Heart Will Go On” ou “Skyfall” na nossa lista.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é o seu clipe favorito.

“MATERIAL GIRL” (Madonna, 1984)

Que a videografia de Madonna é impecável, isso já não é novidade para ninguém. E apesar de ter voltado com algumas obras-primas neste ano, são as produções de início de carreira que continuam comovendo e envolvendo diversas gerações.

“Material Girl” talvez seja uma de suas investidas mais icônicas, principalmente por emular a bombshell Marilyn Monroe no filme Os Homens Preferem as Loiras (1953), desde o marcante figurino adornado com joias até sua expressão corporal. Não é à toa que o vídeo levou para casa diversos prêmios, incluindo o VMA de Melhor Vídeo Feminino.

“RADIO GAGA” (Queen, 1984)

O grupo de rock Queen ganhou uma homenagem interessante no ano passado com o lançamento de Bohemian Rhapsody, mas a música-título não é a única bastante conhecida de sua discografia: afinal, “Radio GaGa” é relembrada até hoje como uma pequena joia da indústria fonográfica, inclusive por seu aplaudível clipe.

David Mallet comandou a produção e fez um ótimo uso de referências seculares, trazendo de volta à vida o longa ‘Metrópolis, de Fritz Lang, para compor o cenário da iteração e se entregar com força ao escopo futurista.

“FANCY” (Iggy Azalea feat. Charli XCX, 2014)

O mundo parece ter um apreço imensurável em relação a comédias românticas adolescentes – e a rapper Iggy Azalea não se exclui desse grupo.

Em 2014, Azalea lançou um de seus melhores singles com a colaboração de Charli XCX, intitulado “Fancy”. O clipe, dirigido por Director X, inspirou todo o visual no noventista coming-of-age As Patricinhas de Beverly Hills, não pensando duas vezes em “roubar” o figurino de Alicia Silverstone e transformar a cantora em um remake memorável e muito bem produzido.

“PUT YOURSELF IN MY PLACE” (Kylie Minogue, 1994)

A sétima arte tem uma deliciosa habilidade de se transmutar e referenciar a si mesma com sutileza incrível – ainda mais quando aliada à música. E, enquanto alguns artistas adaptam nua e cruamente filmes clássicos, outras preferem se valer de outras técnicas.

Kylie Minogue optou pela segunda tendência e homenageou com todas as suas forças o cult Barbarella, protagonizado por Jane Fonda. Kier McFarlane ficou responsável pela direção e imprimiu a conhecida característica futurística para a impecável fotografia e a estética visual da cantora.

“ONE MORE TIME” (Daft Punk, 2000)

A dupla electro-music francesa conhecida como Daft Punk não é apenas conhecida por sua estética sonora futurista, como também detém alguns videoclipes extremamente desconcertantes – no sentido positivo da palavra -, e isso não seria diferente com a produção de One More Time”.

Lançado em 2000, a obra é inteiramente feita em anime, emulando as produções das décadas de 1980 e 1990 que até hoje caem no gosto popular. Como se não bastasse, as cenas do vídeo seriam utilizadas no longa ‘Interstella 5555’, de 2003. O design traz um design em 2D bastante onírico e gira em torno de alienígenas de pele azul que se apresentam para um grande público enquanto uma força misteriosa se aproxima.

“BREAKFAST AT TIFFANY’S” (Deep Blue Something, 1995)

Logo de cara, a canção “Breakfast at Tiffany’s” já revela de qual obra sua inspiração viria: a comédia romântica Bonequinha de Luxo, lançada em 1961 e até hoje rememorado como uma das melhores performances de Audrey Hepburn.

Aqui, os membros da banda conhecida como Deep Blue Something chegam em um evento de café da manhã e são servidos por mordomos em frente à loja da Tiffany Co., em Manhattan. Ao longo da produção, uma mulher vestida da mesma forma que Holly Golightly (Hepburn no longa) passa pela calçada e tira seus óculos – e isso é o bastante para sermos arremessados de volta à década de 1960.

 “TELEPHONE” (Lady Gaga feat. Beyoncé)

Uma das maiores colaborações da música contemporânea não poderia falhar no quesito visual: “Telephone”, performado por Lady Gaga e Beyoncé (dois grandes nomes da indústria fonográfica), é continuação da premiada “Paparazzi”, mas situa-se em um ácido e totalmente diferente território.

Comandado por Jonas Åkerlund, o conceito principal gira em torno da nossa Queen B resgatando Gaga da prisão apenas para voltar a um cotidiano criminoso que não pensa duas vezes antes de soltar referências maravilhosas, que oscilam desde Kill Bill: Volume 1’ até o drama Thelma & Louise.

“SPACE ODDITY” (David Bowie, 1969)

A discografia de David Bowie tem um legado gigantesco e inspira diversos artistas contemporâneos. E talvez “Space Oddity” seja uma de suas produções mais pessoais, ainda mais levando em conta que a construção da música e do videoclipe é baseado em um de seus filmes favoritos.

A obra é uma brincadeira linguística proposital com o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, e gira em torno de um astronauta fictício chamado Major Tom que perde comunicação com a Terra e se perde no espaço.

“…READY FOR IT?” (Taylor Swift, 2017)

“…Ready for It?” foi o segundo single do sexto álbum de estúdio de Taylor Swift, Reputation, e logo caiu no gosto popular não apenas pelas marcantes batidas, mas pelo futurista clipe dirigido por Joseph Kahn.

No vídeo, a cantora encarna uma versão ciborgue de si mesma e se lança numa aventura coming-of-age que logo nos chama atenção pela estética de produções sci-fi e animes que drenam inspirações de ‘A Vigilante do Amanhã’ e Blade Runner – principalmente pelas sequências de ação.

“RUSH RUSH” (Paula Abdul, 1991)

Paula Abdul é um nome bastante conhecido da indústria musical. “Rush Rush”, uma de suas músicas mais conhecidas, representou uma grande mudança de sua estética sonora – além de trazer uma releitura interessante do famoso e aclamado Juventude Transviada.

O videoclipe, comandado por Stefan Würnitzer, reimagina o longa protagonizado por James Dean Natalie Wood, trazendo para um novo escopo a icônica locação do Observatório Griffith, um Mercury 1949 preto e a atmosfera de uma corrida de carros.

“DOPE HAT” (Marilyn Manson, 1995)

single promocional de ‘Portrait of an American Family’, álbum de estreia do sempre perturbador Marilyn Manson, traz referências bastante chocantes do encantado A Fantástica Fábrica de Chocolate, protagonizado por Gene Wilder.

Aqui, o diretor Tom Stern traz a banda da qual Manson fez parte dentro de um barco que navega em um túnel psicodélico – cuja inspiração veio da similar e aterrorizante sequência do longa-metragem. E, como se não bastasse, o filme é um dos favoritos do cantor (e que melhor jeito de honrá-lo senão de um modo bizarro e muito competente?).

“BLACK WIDOW” (Iggy Azalea feat. Rita Ora, 2014)

Tarantino não é considerado um dos melhores diretores de sua geração por mera formalidade: seus trabalhos são relembrados até hoje e servem de inspiração para diversos novos cineastas – até mesmo aqueles que se aventuram no mundo da música.

Em agosto de 2014, Director X voltou a trabalhar com Azalea ao dirigir “Black Widow”, um divertido e minimalista conto de vingança que emulou a franquia Kill Bill mais uma vez além de ter se inspirado nas clássicas peças fílmicas de kung-fu dos anos 1970 (principalmente os estrelados por Bruce Lee).

“1999” (Charli XCX & Troye Sivan, 2019)

Assim como diversos outros videoclipes que não pensam duas vezes antes de se inspirar com força em longas-metragens bem conhecidos, a colaboração “1999”, performada por Troye Sivan e Charli XCX, idolatra a década de 1990 múltiplas referências – nem um pouco sutis, diga-se de passagem.

Em seus pouco mais de três minutos, a dupla encarna clássicos personagens de obras como Matrix, Titanic, Beleza Americana, A Bruxa de Blair – isso sem mencionar as propositais cópias que fazem de outros vídeos musicais.

“BLACK MAGIC” (Little Mix, 2015)

Mais uma vez os filmes adolescentes da década de 1990 deixaram sua marca nas produções atuais – e dessa vez com a proeminente girl band Little Mix, vencedora da competição The X Factor.

Em “Black Magic”, as quatro cantoras se aventuram com o inebriante uso da magia para ajudarem seus colegas de escola e se vingarem de certos esnobes que as humilharam. Utilizando o ritmo chiclete do dance-pop, o vídeo faz bom uso das sequências do terror Jovens Bruxas, bem como das séries Charmed e ‘Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira’.

“EVERYBODY” (Backstreet Boys, 1997)

A boyband conhecida como Backstreet Boys teve sucesso imenso nos anos 1990, voltando aos holofotes com um revival inesperado nesses últimos tempos. E, sem sombra de dúvida, os novos e antigos fãs ainda se recordam de suas músicas mais antigas, incluindo “Everybody” – uma ode às diversas narrativas de terror do começo do século passado.

Homenageando os vários filmes de horror sobrenatural lançados entre as décadas de 1920 e 1950, a produção foi comandada por Kahn e parodiou longas como A Noiva de Frankenstein, ‘A Maldição da Múmia’ e Drácula, desconstruindo os elementos de suspense e colocando-os num escopo divertido e ambientado numa mansão mal-assombrada.

“THRILLER” (Michael Jackson, 1983)

“Thriller” foi por muito tempo a música mais premiada da história (pelo menos até perder o posto neste ano para “Shallow”). A aclamada música levou para casa inúmeros prêmios e, até hoje, possui uma importância extrema devido ao impacto cultural tanto musical quanto visual.

O clipe, de catorze minutos de duração, faz inúmeras alusões a filmes de terror: o aclamado diretor John Landis recria os elementos da própria década e de sua própria filmografia com paródias de Um Lobisomem Americano em Londres e ‘A Companhia dos Lobos’, além de abraçar a claustrofobia de A Noite dos Mortos-Vivos e aludir a O Fantasma da Ópera das formas mais inesperadas possíveis.

“BAD” (Michael Jackson, 1987)

Quatro anos depois de “Thriller”, o rei do pop voltaria com mais uma icônica entrada de sua videografia com o curta-metragem de 18 minutos intitulado “Bad”.

A narrativa, comandada pelo premiado Martin Scorsese, gira em torno de um adolescente que volta para sua vizinhança natal e se reencontra com velhos amigos, até as coisas ficarem complicadas quando duas gangues cruzam caminho entre si. O arco drena suas homenagens do famoso musical ‘Amor, Sublime Amor’, inclusive a sequência do “moonwalk”.

“BONES” (The Killers, 2006)

Em 2006, a banda The Killers voltava aos holofotes com o lançamento do videoclipe ‘Bones’ – e, diferente de tudo que haviam produzido, a produção trazia uma atmosfera cartunesca própria da carreira de Tim Burton (que ficou responsável pela direção).

Na obra, além de emular às suas próprias obras com uma estética expressionista marcante e um escopo sombrio e teatral, Burton abriu espaço para referenciar obras como LolitaO Monstro da Lagoa Negra, além de trazer sequências explícitas da aventura ‘Jasão e os Argonautas’.

“THANK U, NEXT” (Ariana Grande, 2018)

Em “thank u, next”, Ariana Grande fazia uma ode bastante explícita às diversas comédias adolescentes que até hoje influenciam diversas gerações.

Dirigido por Hannah Lux Davis, o curta-metragem não apenas emula diversas sequências de filmes como Legalmente Loira, Meninas Malvadas e As Apimentadas, mas também traz aparições divertidíssimas da cultura pop para acompanharem-na nessa jornada teen – incluindo Kris Jenner, Jennifer Coolidge e Elizabeth Gillies.

“BAD ROMANCE” (Lady Gaga, 2009)

Gaga é uma das poucas artistas contemporâneas que realmente entendem a importância da música e sabem como conduzir um espetáculo – e obviamente sua estética renovadora e transgressora estaria presente em um de seus melhores videoclipes: “Bad Romance”.

Sendo fã do suspense e do terror desde sua adolescência, Gaga e o diretor Francis Lawrence arquitetaram uma narrativa à la Um Corpo que Cai, citando essa e outras obras-primas do suspense nas próprias lyrics. Como se não bastasse, o tour-de-force apresentado é uma belíssima peça fílmica hitchcockiana com certos elementos artísticos de filmes como Onde Vivem os Monstros.

Não é surpresa que o clipe levou para casa dezenas de prêmios, incluindo Vídeo do Ano, Melhor Direção de Arte e Melhor Direção no VMA. E, como se não bastasse, essa dançante aula de linguagem cinematográfica é considerado até hoje pela Billboard como o melhor videoclipe do século.

‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpente’ ganha trailer INCRÍVEL e novo cartaz; Confira!

Jogos VorazesA Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, prelúdio de Jogos Vorazes, ganhou seu primeiro trailer oficial e um novo cartaz incrível.

Confira:

A trama mostrará o jovem Coriolanus Snow (Tom Blyth) e sua chance de se tornar bastante conhecido ao ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), a garota-tributo do Distrito 12.

Em uma recente entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Rachel Zegler falou um pouco sobre como conseguiu o papel e admitiu que, a princípio, tinha recusado o papel no spin-off.

“É uma história vergonhosa para mim”, ela conta. “Me ofereceram [o papel] em janeiro do ano passado, depois de eu querer muito. Eu não fiz audição, eu só recebi uma ligação do meu agente que disse: ‘Francis Lawrence [o diretor da franquia Jogos Vorazes] quer que você faça [o filme]’. Eu me encontrei com ele por três horas no Hotel Soho, em Londres. E então, eles me disseram que iam rodar na Alemanha e na Polônia. Eu tinha acabado de chegar em Londres e queria desaparecer, porque estava muito longe de casa pela primeira vez. E, por eu estar longe de todos que conhecia e amava, eu disse ‘não'”.

Zegler continua: “e eu me arrependi no momento em que disse isso. Eu tinha outro projeto a caminho que foi adiado para 2023 e eu coloquei meu nome no meio e consegui – e me sinto muito mal pelas outras garotas… Porque coloquei meu nome de volta e eles falaram: ‘sim, OK, legal. Vamos fazer isso'”. 

O elenco também é formado por Irene BoehmCooper DillonLuna KuseKjell BrutscheidtDimitri AboldAthena StratesDakota ShapiroGeorge Somner, Vaughan ReillyPeter DinklageViola Davis, Jerome LanceAshley LiaoKnox GibsonMackenzie Lansing, Aamer HusainJason Schwartzman, Max RaphaelZoe ReneeAyomide AdegunKaitlyn AkinpelumiSofia Sanchez e Amélie Hoeferle.

Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.

Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.

A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.

O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos  de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.

Fique ligado para mais informações!

‘O Túnel dos Pombos’: Documentário sobre o icônico escritor John le Carré estreia ESTE MÊS na Apple TV+!

‘O Túnel dos Pombos’, documentário sobre o icônico e saudoso escritor britânico John le Carré, estreia este mês na Apple TV+.

A produção estreia em 20 de outubro na plataforma de streaming.

Em O Túnel de Pombos, é revelada a vida e a carreira do ex-espião britânico e escritor David Cornwell – mais conhecido como John le Carré, autor de romances que definiram o gênero espionagem, como ‘O Espião que Saiu do Frio’‘O Espião que Sabia Demais’‘O Jardineiro Fiel’. Ambientado no cenário turbulento da Guerra Fria, o filme percorre seis décadas de história por meio da última e mais sincera entrevista de John le Carré, falecido aos 89 anos, em 2020 – ilustrada por imagens de arquivo raras e cenas dramatizadas. De forma profundamente humana, e envolvente, O Túnel de Pombos apresenta a extraordinária jornada do escritor e a separação tênue, como uma folha de papel, entre o fato e a ficção.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Errol Morris, vencedor do Oscar de Melhor Documentário por ‘Sob a Névoa da Guerra’.

O filme é baseado no livro de memórias O Túnel de Pombos: Histórias da Minha Vida’.

‘Rua do Medo 4’: Netflix anuncia elenco e sinopse OFICIAIS do novo filme

Netflix anunciou o elenco protagonista de Rua do Medo: A Rainha do Baile’ (Fear Street: Prom Queen), quarto capítulo da saga de terror slasher baseada nos romances de R.L. Stine.

As informações indicam que India Fowler, Suzanna Son, Fina Strazza, David Iacono, Ella Rubin, Chris Klein, Lili Taylor e Katherine Waterston farão parte do elenco.

Além disso, foi revelada a sinopse oficial do longa:

O filme é ambientado em 1988, na temporada do baile de formatura – e as It Girls estão competindo pela coroa. Até que uma estranha é indicada e as outras garotas começam a desaparecer misteriosamente.

A cineasta Chloe Okuno foi escalada para dirigir o próximo longa-metragem.

Okuno é conhecida por seu trabalho no suspense ‘Watcher’ e por ter comandado um dos segmentos da recente antologia ‘V/H/S/94’, ambos da plataforma Shudder.

Mais detalhes sobre a produção não foram revelados.

Vale lembrar que a trilogia original, composta pelos filmes ‘1994’‘1978’‘1666’, já está disponível na Netflix.

Rua do Medo: 1994’: durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.

Rua do Medo: 1978’: o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.

Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.

O elenco é formado por Gillian JacobsSadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy FordJulia RehwaldKiana MadeiraOlivia Welch e Ryan Simpkins.

 

The Weeknd anuncia ‘Hurry Up Tomorrow’, seu SEXTO álbum de estúdio

O aclamado cantor e compositor The Weeknd revelou através das redes sociais que está prestes a entrar em sua próxima era musical.

No Instagram, o artista divulgou que seu sexto álbum de estúdio será chamado Hurry Up Tomorrow – mas ainda não tem data de lançamento marcada ou mais informações sobre a tracklist ou potenciais colaborações.

O compilado de originais será o primeiro do artista desde 2022, quando lançou o ovacionado Dawn FM.

Confira:

Dawn FM foi lançado no dia 07 de janeiro de 2022 e conta com produção de nomes como Max MartinCalvin HarrisSwedish House Mafia.

Funcionando como uma espécie de estação de rádio que emula a jornada do artista pelo purgatório, a produção conta com Jim Carrey como o narrador e se tornou uma das obras mais aclamadas de 2022.

Crítica | Com referências a Michael Jackson e Donna Summer, ‘Dawn FM’ é um dos projetos mais ambiciosos de The Weeknd

“Take My Breath” e “Sacrifice” também entram como singles oficiais do álbum.

Critics Choice Awards 2025 | Jon M. Chu conquista o prêmio de Melhor Direção por ‘Wicked’

A adaptação musical ‘Wicked‘ se tornou uma das produções mais aclamadas do ano – e não ficaria de fora da próxima temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do Critics Choice Awards 2025, Jon M. Chu foi condecorado com o prêmio de Melhor Direção por seu incrível trabalho.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Gostou de ‘The Old Guard 2’? Aqui estão outros CINCO filmes para você assistir nos streamings!

Netflix lançou recentemente a aguardada sequência The Old Guard 2’, que dá continuidade ao elogiado filme de 2020 ao nos reintroduzir a Andy (Charlize Theron) e o poderoso grupo de mercenários imortais que têm como objetivo fazer do mundo um lugar melhor.

No filme, Andy lida com sua recém-adquirida mortalidade, mas continua navegando por perigos inimagináveis ao lado de seus companheiros – até cruzar caminho com uma perigosa ameaça que se materializa na forma de Discórdia (Uma Thurman), a imortal mais antiga conhecida que nutre de uma vingança milenar e irrefreável pelos humanos e por sua constante mesquinhez.

Além de Theron e Thurman, o longa trouxe de volta Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley) no elenco, e apresentou Henry Golding como Tuah, um antigo aliado de Andy.

E, para celebrar o recente lançamento do filme, preparamos uma breve lista trazendo cinco filmes recentes disponíveis pelos streamings para você que gostou da sequência.

Confira:

G20 (2025)

Onde assistir: Prime Video

Viola Davis não é apenas uma das maiores atrizes de todos os tempos, mas uma das mais versáteis. E, na mesma proporção em que encabeça produções dignas de prêmios e que refletem seu comprometimento com a arte da atuação, ela se joga de cabeça em projetos mais mercadológicos – como é o caso do thriller de ação G20. Contando também com nomes como Antony StarrAnthony Anderson, a trama acompanha a Presidente dos Estados Unidos Taylor Sutton (Davis), que deve defender a sua família, os seus colegas líderes e o mundo quando a cúpula do G20 na Cidade do Cabo, na África do Sul, é invadida por terroristas.

EXTERRITORIAL (2025)

Onde assistir: Netflix

Uma das outras produções originais da Netflix lançadas este ano foi o thriller de ação alemão Exterritorial – que, apesar da recepção mista por parte das críticas, encantou os assinantes da plataforma. A trama acompanha Sara (Jeanne Goursaud), uma ex-soldada das Forças Especiais que se vê arrastada para uma complexa artimanha quando seu filho mais novo desaparece repentinamente dentro do consulado americano em Frankfurt e sem deixar rastros. Sabendo que não pode deixar o prédio e que as autoridades alemãs não têm influência dentro do edifício, Sara se aprofunda no labiríntico consulado, procurando desesperadamente pelo filho e alheia à perigosa intriga que gradualmente coloca as mãos ao redor de seu pescoço.

RESGATE IMPLACÁVEL (2025)

Onde assistir: Prime Video

Quando paramos para pensar em filmes de ação, um dos principais atores a dominar esse circuito é o de Jason Statham – e, em 2025, ele voltou à sétima arte com o divertido Resgate Implacável. O longa, que pega páginas emprestadas de títulos como ‘John Wick’‘Busca Implacável’, pode não trazer muitas coisas novas ao gênero, mas conta com o carisma de Statham, que interpreta um ex-agente de operações secretas que leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil. No entanto, ele é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

A FONTE DA JUVENTUDE (2025)

Onde assistir: Apple TV+

Guy Ritchie é conhecido por inúmeros trabalhos com o gênero de ação e aventura – e sua mais recente entrada no circuito do entretenimento, A Fonte da Juventude, apostou fichas em uma mistura dos clássicos dos anos 1990 e 2000 para construir um filme de assalto estrelado por ninguém menos que Natalie PortmanJohn Krasinski. A trama acompanha dois irmãos distantes que se unem para uma missão global em busca da mitológica Fonte da Juventude. Eles precisam usar seus conhecimentos em história para desvendar pistas em uma aventura épica que mudará suas vidas – e possivelmente os levará à imortalidade.

CHEFES DE ESTADO (2025)

chefes de estado prime video

Onde assistir: Prime Video

Uma das mais recentes produções do Prime Video é a comédia de ação Chefes de Estado, que traz Idris Elba como o presidente dos Estados Unidos e John Cena como o primeiro-ministro do Reino Unido – ambos nutrindo de uma rivalidade pública que coloca em risco o “relacionamento especial” de seus países. Mas quando eles se tornam alvos de um adversário estrangeiro poderoso e implacável, que se mostra à altura das forças de segurança dos dois líderes, eles são forçados, a contragosto, a contar com as duas únicas pessoas em quem podem confiar: um no outro. Aliados a uma habilidosa agente do MI6, interpretada por Priyanka Chopra Jonas, eles precisam fugir e encontrar uma maneira de trabalhar juntos por tempo suficiente para impedir uma conspiração global que ameaça todo o mundo.

Netflix anuncia novo DRAMA jurídico ‘Habeas Corpus’, com Marjorie Estiano e Any Gabrielly

Netflix anunciou recentemente seu mais novo drama jurídico brasileiro ‘Habeas Corpus’, estrelado por Marjorie Estiano (‘Ângela Diniz’) e Any Gabrielly.

Inspirada no trabalho do “Innocence Project Brasil”, organização nacional dedicada a reverter erros judiciários, a série acompanha a trajetória de uma professora de Direito (Estiano) que lidera um grupo de revisão criminal para tentar provar a inocência de um jovem condenado injustamente. O que ela não sabe é que sua aluna mais brilhante (Gabrielly) quer reparação por uma trágica injustiça.

O elenco ainda conta com Danton MelloMarisa OrthNaruna CostaNatália LageVladimir Brichta.

Luiz Villaça (‘O Contador de Histórias’) assume a cadeira de direção. Ele também assina a criação ao lado de Leonardo MoreiraDonna Oliveira.

Mais detalhes não foram revelados.

Reboot de ‘Baywatch’ será lançado apenas em 2027 e executivo da Fox explica o MOTIVO

reboot da clássica série de salva-vidas Baywatch, supervisionado pela Fox, ganhou uma grande atualização neste último domingo (10).

Durante uma ligação de conferência, o presidente de cronograma da emissora, Dan Harrison, revelou que a nova versão será lançada no final de janeiro de 2027, contrariando um possível lançamento no terceiro trimestre de 2026 (via THR).

“Há apenas um Baywatch, Thorn disse, exaltando a série original. “É uma das franquias seriadas mais icônicas e populares da história da televisão”.

Quanto à estreia do reboot, o executivo afirmou: “temos um histórico extenso de lançamentos de séries no meio da temporada. Fizemos isso recentemente com Best Medicine’‘Memória de um Assassino’, e com ‘DOC’ antes disso. Isso remonta a 24′, Empire’, ‘9-1-1-‘ e The Resident’. Obviamente, Baywatch é uma prioridade enorme para nós, e acreditamos que temos uma ótima oportunidade de preparar a série para o sucesso [no meio da temporada]”.

Thorn reconheceu que sua versão de Baywatch tem “uma grande responsabilidade”. “Há muita pressão sobre nós para tentarmos fazer algo ótimo”, disse ele, “mas não tem como não tentar”.

Jessica Belkin, Hassie Harrison, Thaddeus LaGrone, Noah Beck, Brooks Nader, Shay MitchellLivvy Dunne e David Chokachi, que reprisará seu papel como Cody Madison da série original, estrelam.

Ashley Moore (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’), Kylar Miranda (‘Apostas & Segredos’), Luke Eisner (‘Crush à Altura’), Nadia Gray (‘All Rise’) e Charlie McElveen (‘Clipped’) completam o elenco.

Na trama…

O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.

Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.

O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.

Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Roteiro de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ deve ser reescrito

A produção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ pode ser atrasada mais uma vez, já que foi planejada para começar no final de 2018, mas após o afastamento e o retorno de James Gunn, a sequência sofreu atrasos.

De acordo com o Comic Book, o dublê corporal de Rocket e irmão de James Gunn, Sean, foi questionado se havia lido o roteiro e deixou escapar que está esperando pela versão finalizada, que deve ser diferente da atual.

“Sabe… Eu acho que meu irmão deve… ele deve fazer outras mudanças, nesse caso eu iria ler essa versão [reescrita].”, explicou o ator.

Segundo o site, quem já leu o roteiro afirmou que o filme terá momentos mais sentimentais, como foi o sacrifício de Groot e a morte de Yondu.

Agora resta esperar para saber se esses momentos estarão no roteiro editado, e é de se esperar que os ajustes não alterem o coração da narrativa.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, pois o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios, e rumores indicam que a estreia deve acontecer em 2022.

Segundo uma fonte da Marvel, o estúdio agendou ‘Pantera Negra‘ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ para 2022, dando o pontapé inicial para a Fase 5 do MCU.

Na publicação, duas datas entre 2022 e 2024 também foram agendadas, mas ainda sem títulos revelados.  Lembrando que a informação é apenas um rumor, já que ainda não houve um pronunciamento oficial.

Anteriormente, Kevin Feige revelou durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ já está em desenvolvimento, o que se encaixa com o rumor.

Além disso, o presidente da Marvel Studios também confirmou que ‘Pantera Negra 2‘, ‘Capitã Marvel 2‘ e os reboots de ‘Quarteto Fantástico‘ e ‘X-Men‘ vão acontecer.

 

Vilões de ‘Batman: A Série Animada’ ganham incríveis versões realistas; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Raf Grassetti, diretor de arte famoso por trabalhar nos jogos de ‘God of War‘, compartilhou algumas imagens mostrando como seriam as versões ‘humanizadas’ dos personagem de ‘Batman: A Série Animada‘.

Com um toque realista, o artista ainda conseguiu manter os traços dos principais vilões, como Coringa, Mulher-Gato, Harley Quinn, Duas Caras, Pinguim, Bane, Cara de Barro, e o Espantalho.

Confira:

 

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🦇 Villains >> #batmantheanimatedseries #dc #batman #joker

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E aí, o que você achou do design?

Por falar no Homem-Morcego, o filme solo ‘The Batman‘ promete levar os fãs para o sombrio submundo do Asilo Arkham. A informação foi revelada pela revista Variety.

Segundo a publicação, embora a produção não se passe inteiramente no hospital psiquiátrico – conforme especulado no passado, muitas das cenas do longa serão em Arkham.

Essa não será a primeira vez que o Asilo Arkham aparecerá nas telonas, com o local fazendo parte da narrativa cinematográfico do vigilante desde os anos 90. A primeira vez que o hospital apareceu nos cinemas foi em ‘Batman Eternamente‘, lançado em 1995. A unidade psiquiátrica também teve um papel crucial em ‘Batman Begins‘ (2005), uma participação pontual em ‘Batman v Superman‘ (2016) e em ‘Liga da Justiça‘ (2017). Arkham também apareceu no filme solo do vilão ‘Coringa’, no formato de Hospital Estadual de Arkham.

Confira fotos do Asilo Arkham:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Conheça a mansão de R$ 135 milhões onde Angelina Jolie viveu durante a pandemia

Logo após se separar de Brad Pitt em 2017, Angelina Jolie comprou a mansão onde viveu o cineasta Cecil B. DeMille (‘Os Dez Mandamentos’), na época a um valor de US$ 24,5 milhões, aproximadamente R$ 135 mihões.

Localizada no bairro Los Feliz, em Hollywood, a casa é ocupada por Jolie e seu filhos Maddox, de 19 anos, Pax (17), Zahara (16), Shiloh (14), e os gêmeos de 12 anos Vivienne e Knox.

Em entrevista para a Vogue, a estrela de ‘Malévola’ e ‘Tomb Raider‘ contou que, de alguma forma, ela previu que sua nova casa acabaria se tornando um lugar de amparo durante a pandemia do Coronavírus.

“O que eu mais gosto nessa casa é que me sinto livre mesmo dentro de quatro paredes. Eu nunca fui muito boa em ficar parada, eu sempre me imaginei viajando por selvas em algum lugar distante por não acho que nasci para ser uma dona de casa no sentido tradicional”, disse ela.

Além dos 1000 m², a mansão conta com seis quartos, dez banheiros, academia de última geração, biblioteca com estantes personalizadas do chão ao teto e uma sala de jantar com vista para o gigantesco pátio arborizado.

Isso porque a propriedade passou por uma restauração que durou pelo menos seis anos, no intuito de ampliar os espaços comuns sem descaracterizar o visual vintage construído na década de 1910.

Jolie ainda disse que escolheu a casa porque a arquitetura a faz lembrar os cenários de contos mitológicos nos quais sua imaginação ganha asas.

“É difícil não se deslumbrar com cada detalhe da casa, mesmo vivendo aqui por anos, há sempre algo novo para descobrir. Além disso, eu amo o fato de não haver sala de entretenimento, mas muitos caminhos e lugares para caminhar e pensar. Me sinto muito feliz por termos isso neste momento. É um lugar onde a minha imaginação ganha asas, um lugar de amparo no qual os pensamentos ruins não me alcançam.”

Confira algumas da mansão:

Pesquisa mostra que latinos são apenas 5% dos personagens em filmes americanos

De acordo com O Globo, uma pesquisa realizada para comemorar o Mês da Herança Latina nos Estados Unidos mostra que personagens latinos ou hispânicos representam apenas 5% em produções norte-americanas.

Além disso, desses 5% apenas 3,5% dos latinos tiveram protagonismo numa lista com mais de 50 mil personagens analisados em mais de 1300 filmes, lançados entre 2007 e 2019.

A análise também levou ao fato que 79% dos estados americanos têm uma população latina maior do que a representada por Hollywood.

A ideia da pesquisa partiu de Stacy L. Smith, representante da Annenberg Inclusion Initiative, organização que estuda a desigualdade na indústria do entretenimento na Universidade do Sul da Califórnia.

Ariana Case, colaboradora da pesquisa, fez um alerta sobre o enfraquecimento da cultura hispânico por falta de visibilidade.

“A comunidade latina representa quase 20% da população dos EUA e quase metade dos residentes de Los Angeles, e ainda assim permanece quase invisível na tela. Isso é muito prejudicial para a perpetuação e fortalecimento dessa cultura.”

Quando se trata de negros e mulheres de origem latina, os números são ainda mais impactantes, pois apenas seis negros tiveram papéis principais entre os 1300 filmes analisados, e as latinas ficaram de fora de 856 deles.

As atrizes latinas que mais tiveram destaque em filmes campeões de bilheteria nos últimos 13 anos foram Cameron Diaz, de origem cubana, e Jennifer Lopez, filha de porto-riquenhos.

A atriz Eva Longoria, uma das patrocinadoras do estudo, reforçou a importância da representação da comunidade latina como um meio de dar voz e aumentar a visibilidade do grupo além dos estereótipos racistas.

Não é nenhum segredo que a comunidade latina está no centro de narrativas que envolvem criminalidade, pobreza, imigração e um foco em temática de estrangeirismos.

O colombiano John Leguizamo em um episódio da série ‘My Name is Earl

Mais de um quarto dos personagens latinos dos filmes de maior bilheteria em 2019 foram representados como criminosos.

“A representação na tela é importante para a nossa comunidade. Ela molda não apenas como os outros nos veem, mas também como nos vemos. É essencial que nossa mídia inclua narrativas que elevem as vozes latinas e hispânicas. Precisamos nos ver contando histórias e precisamos que o mundo veja a alegria, o poder e o coração de nossa comunidade de maneiras que ainda são raras”, disse Longoria.

E o número não é pequeno só na frente das câmeras…

O percentual de diretores latinos foi de apenas 4,2% entre todos. Deste total, encontram-se apenas dois brasileiros: Carlos Saldanha, diretor da animação ‘Rio‘, e José Padilha, que dirigiu o remake de ‘Robocop (2014).

Para cada filme dirigido por um latino, praticamente 50 foram dirigidos por homens brancos, e só três cineastas latinas aparecem na lista dos filmes analisados.

Entre os diretores de elenco, foram apenas 3,3%, entre os produtores a conta cai para 3%, sendo 96 homens e 26 mulheres.

O problema de tudo é que a falta de cineastas latinos reflete a ausência de narrativas e personagens que representem sua cultura.

“Um diretor ou diretor de elenco latino tem maior probabilidade de incluir personagens latinos numa produção. Isso indica que a representação por trás da câmera é de extrema importância para uma mudança positiva em direção à inclusão, disse Case.

Para o brasileiro Maurício Mota, co-presidente e produtor executivo da Wise Entertainment, estúdio que também patrocinou a pesquisa, é evidente a falta compromisso dos executivos em dar oportunidades para profissionais latinos na indústria do cinema:

“Muitos dos executivos que aprovam os filmes adoram falar de diversidade e inclusão para saírem no jornal, mas não usam seu poder para criarem oportunidades concretas para roteiristas, diretores e outros talentos de fora da América do Norte.”

Ele continuou, deixando claro que o Brasil deveria mergulhar em seu papel latino-americana e investir em histórias ‘universalmente latinas’, que dialoguem com o mercado norte-americano:

” O Brasil é hoje uma das maiores fontes de propriedades intelectuais do mundo com grandes autores, músicos e artistas em geral. Não podemos nos esconder atrás da língua portuguesa: suecos, japoneses, sul coreanos e israelenses já mostraram que filme bom viaja e gera lucro. Temos que usar nossa força narrativa e tamanho do nosso mercado para desenvolver e fazer mais filmes que falem com o mercado norte-americano.”

‘Thor: Amor e Trovão’ conquista a nota B+ no CinemaScore

Apesar de ‘Thor: Amor e Trovão‘ ter recebido apenas 67% de aprovação da crítica especializada, o longa dirigido por Taika Waititi está fazendo sucesso entre o público.

No CinemaScore, a sequência conquistou a nota B+, a terceira maior da plataforma.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira:

“Estávamos nos cinemas hoje à noite para pesquisar a aceitação de ‘Thor: Amor e Trovão’, e o público deu nota B+! Parabéns à Marvel Studios e a todo o elenco e equipe!”

E aí, você já assistiu ao filme?

Assista nossas primeiras impressões e siga o CinePOP no YouTube:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

“Ninguém pediu”, fãs de ‘Grey’s Anatomy’ RECLAMAM de renovação para a 20ª temporada

A ABC renovou oficialmente o drama médico ‘Grey’s Anatomy‘ para a 20ª temporada, mesmo após a saída de atrizes Ellen Pompeo (Meredith Grey) e Kelly McCreary (Maggie Pierce), que faziam parte do elenco fixo até a temporada anterior.

Outra novidade é que a produtora executiva Meg Marinis será a nova showrunner, substituindo a Krista Vernoff – que já estava no cargo há mais de uma década.

Marinis também tem uma longa história nos bastidores da série. Ela começou como assistente de produção na terceira temporada, eventualmente se tornando roteirista e produtora executiva.

Além disso, ela já escreveu um total de 35 episódios de ‘Grey’s Anatomy‘.

Apesar disso, nem os fãs da série aguentam mais tantas temporadas.

Nas redes sociais, há diversos comentários reclamando da longevidade da atração, já que alguns afirmam que a trama entrou em um ciclo de repetitividade, monotonia e falta de criatividade.

Confira as reações:

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Anthony Hill, Alexis Floyd, Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Midori Francis e Niko Terho.

‘Deadpool 3’: Suposta imagem da máscara do Wolverine é divulgada; Confira!

Os fãs do Wolverine esperaram literalmente décadas para ver o personagem usando seu clássico traje amarelo e azul, e isso finalmente vai acontecer em ‘Deadpool 3‘.

Agora, a grande pergunta é se o herói vivido por Hugh Jackman vai usar a icônica máscara dos quadrinhos e animações.

Através do Twitter, uma página dedicada à franquia ‘X-Men‘ compartilhou uma suposta arte oficial do acessório.

A imagem foi divulgada originalmente pelo insider Can We Get Some Toast, que tem um histórico bem positivo de vazamentos que se comprovaram verdadeiros.

Confira:

Anteriormente, o insider divulgou a sinopse preliminar do aguardado novo filme.

Na trama, “depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.”

Por enquanto, não há como confirmar a veracidade da informação, mas o perfil tem bastante credibilidade ao publicar furos que se compravaram verdadeiros ao longo dos últimos meses.

Lembrando que Deadpool 3’ será o único filme de super-herói da Disney em 2024.

Rumores sugerem que o primeiro trailer deDeadpool 3’ só será lançado em fevereiro, durante o Super Bowl.

Embora seja uma prática comum que os estúdios revelem trailers de seus grandes lançamentos durante o evento, os fãs ainda mantêm a esperança de que um teaser seja lançado antes do final do ano.

De acordo com o DisInsider, o filme também vai contar com surpreendentes participações especiais dos X-Men e do Quarteto Fantástico, todos da extinta 20th Century Fox.

Ao que parece, Julian McMahon também irá reprisar su papel como Doutor Destino e haverá uma participação especial de Taron Egerton (‘Kingsman’) como uma variante do Wolverine.

E não para por aí…

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

‘Napoleão’ | A Biografia do Imperador com Joaquin Phoenix pode ser o SUCESSO que Ridley Scott precisa

Cineasta vai entrar em um cenário historicamente complicado no cinema

Foi divulgado, através do site britânico Daily Mail, as primeiras imagens de Joaquin Phoenix (‘Coringa‘) como Napoleão Bonaparte no set de filmagem. Com a sua estreia prevista para 2023, o novo épico começou a ser produzido, recentemente, em Londres.

No lugar, já foi montada parte do cenário grandioso em que a produção vai ostentar, e se tratando de um filme do estilo comandado por Ridley Scott, já sabemos o que esperar a nível de recriação de cenários e figurinos.

A premissa de Napoleão, como o nome sugere, promete uma visão da ascensão de Napoleão Bonaparte, de sua origem comum até se tornar imperador da França. 

Nesse intermédio é esperada a recriação de algumas de suas campanhas militares mais famosas, bem como de seu relacionamento volátil com sua esposa, e grande amor, Josephine de Beauharnais. Ainda assim, de um ponto de vista histórico do cinema, essa definitivamente não é a primeira vez que o lendário líder francês é representado na sétima arte.

Começando por 1927, quando o cineasta francês Abel Gance pôs em prática um plano ambicioso para os padrões da época: uma série de seis filmes contando o mais fielmente possível a ascensão e queda de Napoleão. O primeiro filme, lançado no ano mencionado, apresentou diversas inovações técnicas na área de montagem.

Infelizmente, Abel Gance percebeu que não conseguiria dar continuidade ao seu projeto, visto que a produção do primeiro exemplar foi bem difícil; somando ainda havia toda a dificuldade geral de se produzir filmes, muito por causa dos equipamentos disponíveis, natural do início do século XX.

A segunda tentativa veio na segunda metade do período, quando Stanley Kubrick iniciou um processo de pré-produção para uma adaptação. Dessa maneira ele elaborou pesquisas históricas de vestimenta, locais de importantes batalhas e todo tipo de informação necessária. 

Os planos de Gance eram muito ambiciosos para a época

Todavia, a produção nunca chegou a ver a luz do dia; mesmo com as intempéries o projeto natimorto deu vida a vários livros e documentários sobre como seria esse filme, bem como dele partiram as raízes que levariam ao clássico de época, dirigido por Kubrick, Barry Lyndon.

Este que, parcialmente ao menos, resgata a ideia original de ser ambientado no século XVIII, com uma certa atenção voltada para a estrutura aristocrática européia do período. Quanto à ideia da jornada do monarca francês, o roteiro, assinado pelo próprio cineasta, é o único vestígio completo de que tal produção existiu. Disponível online ele apresenta a devida estruturação imaginada para cada cena.

É nesse complexo cemitério de ambições que Ridley Scott planeja adentrar, tendo como ponto negativo um retrospecto, em um passado recente, de maus desempenhos com seus projetos, seja em termos de aceitação ou de bilheteria. Como exemplo, três de seus últimos filmes (Todo o Dinheiro do Mundo, O Último Duelo e Casa Gucci) não foram sucessos unânimes.

“Barry Lyndon” herdou muitas ideias que seriam usadas em “Napoleão”

O primeiro fechou o circuito com uma bilheteria mundial de US$ 56 milhões para compensar um investimento de US$ 50 milhões e no agregador de notas, Rotten Tomatoes, demonstra uma visível diferença nas porcentagens da crítica com as do público. O segundo ficou marcado pelo prejuízo financeiro, US$ 30 milhões nas bilheterias mundiais, enquanto para um orçamento de US$ 100 milhões. 

Já o terceiro é o que demonstra melhor desempenho financeiro, com mais de US$ 100 milhões de dólares até o momento em considerável apoio do público. Alguns fatores podem indicar a maior facilidade com que Gucci está desempenhando tão bem, tais como a associação com a famosa marca italiana; a presença de um elenco galáctico e, mais especificamente, de Lady Gaga como protagonista.

Com Napoleão o realizador britânico não terá a vinculação de uma grande marca do mundo da moda ou, a princípio, um nome da música como Gaga à sua disposição. De fato, ele tem a seu lado Joaquim Phoenix que é um nome conhecido do grande público, no entanto Todo o Dinheiro do Mundo e Último Duelo também contavam com essa vantagem. Tinham em seu elenco nomes oriundos do cinema, especificamente, e não de um nicho externo como a música.

A produção pode se tornar, de fato, um sucesso; há material para isso, principalmente se o realizador pegar inspiração com o que já havia de fato nos projetos anteriores de Gance e Kubrick. É apenas o retrospecto inconstante da carreira recente de Ridley Scott que não inspira a menor segurança de que ele possa entregar o tão aguardado épico do imperador francês.