A DreamWorkd e Universal Pictures anunciaram que a continuação chegará aos cinemas americanos no dia 18 de setembro de 2020.
‘Os Croods‘ conquistou a crítica e o público: custou US$ 135 milhões e arrecadou US$ 585,1 milhões mundialmente.
O original acompanha os embates entre um patriarca tradicional contra um forasteiro que pensa (relativamente) à frente de seu tempo. Nicolas Cage empresta sua voz a Crug, que cautelosamente guia sua família em busca de um lugar seguro, depois que um terremoto destrói sua casa. Ao tentar encontrar um caminho em ambiente perigoso e hostil, ele encontra o personagem de Ryan Reynolds, um nômade que encanta o clã de Crug com seus modos modernos – especialmente sua filha mais velha (Emma Stone).
Em uma América pós-apocalíptica, 98% das crianças foram erradicadas devido a uma terrível doença e os 2% que restaram desenvolveram poder sobre-humanos. Estas super-crianças remanescentes são colocadas em campos de internação do governo para a segurança da população e delas mesmas.
Amandla Stenberg interpretará Ruby, uma garota de 16 anos que consegue escapar do campo com um grupo de adolescentes super poderosos. Gwendoline viverá a caçadora de recompensas contratada pelo governo, que possui a missão de rastrear e encontrar os jovens fugitivos a qualquer custo.
‘Mentes Sombrias’ já está em exibição nos cinemas nacionais.
‘The Walking Dead’ voltou a se tornar Tending Topic mundial no Twitter durante o chocante episódio 9×14 exibido hoje a noite. O episódio, intitulado “Cicatrizes“, contava a história das marcas “X” de Daryl e Michonne em suas costas, o que se mostrou horripilante e levou-os a seus limites morais.
No episódio, vemos Michonne grávida procurando por Rick, e conhecemos seu passado perturbador quando ela precisa lutar contra um grupo de crianças malignas.
Assista a cena:
A cena deixou muita gente impactada, e o episódio tomou o Twitter.
Abaixo estão alguns dos tweets que impulsionaram o Trending Topic:
“Droga. Isso foi muito. Compreendo perfeitamente por que Michonne não deixa os recém-chegados ficarem em Alexandria. Depois disso? Eu também não deixaria #TheWalkingDead”
Damn. That was a lot. I totally understand why Michonne wouldn't let newcomers stay in Alexandria anymore. After that? I wouldn't either #TheWalkingDead
Nas duas últimas semanas, a audiência da série aumentou.
Depois de quebrar recordes negativos com 4.39 milhões de espectadores em seu décimo primeiro episódio, os números da série voltaram a subir, registrando um total de 4.71 e 4.83 milhões de espectadores, respectivamente.
A DreamWorks divulgou o novo trailer da animação ‘Velozes e Furiosos: Spy Racers‘, série derivada da franquia, que estreia no catálogo da Netflix em 26 de dezembro.
Confira:
A trama acompanha o personagem Tony Toretto, o primo mais novo de Dominic Toretto. Ele e seus amigos são recrutados por uma agência do governo para entrar em uma competição de corridas na esperança de se infiltrar em uma perigosa organização criminosa.
Além de Tyler Posey (‘Teen Wolf’), que dará voz a Tony, o elenco de dublagem conta com a filha de Vin Diesel, Similce, intérprete da irmã mais nova do personagem Frostee Benson (Luke Youngblood).
A produção executiva da animação fica por conta de Tim Hendrick e Bret Haaland.
Haja confiança para afirmar que ‘Os Novos Mutantes’ chega aos cinemas no dia 28 de agosto de 2020 no mesmo dia em que a Disney adia indefinidamente todo o restante de seu calendário.
Em painel durante a Comic-Con@Home 2020, a edição virtual da San Diego Comic-Con, o diretor Josh Boone se reuniu com o elenco, formado por Henry Zaga,Maisie Williams, Alice Braga, Anya Taylor-Joy, Blu Gunt e Charlie Heaton para falar sobre a longa jornada do filme e agradecer aos fãs por tanta paciência.
Ainda que muitos esperassem que o painel fosse um anúncio de que o filme chegaria diretamente em streaming, não foi o caso. A estreia permanece marcada para as telonas, mesmo que em uma capacidade limitada. Durante o painel, cartazes feitos por fãs foram exibidos e os dois primeiros minutos do filme também ganharam o mundo.
“Eu terminei de fazer ‘A Culpa é das Estrelas’, e eu sabia que a Fox tinha os X-Men”, relembra Boone. “E eu sempre fui apaixonado por essa saga, e a mistura de muitos gêneros dentro de uma história é o que me atrai para ela.”
O diretor conta dos planos que tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.
“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.
“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”
Deixando os planos de lado, o elenco aproveitou para revelar quais foram os desafios e surpresas que enfrentaram durante as filmagens. Para Maisie Williams, que interpreta Lupina, foi interessante saltar de uma saga tão recheada de fãs como ‘Game of Thrones’ para outra, justamente porque suas personagens têm comportamentos opostos.
“Ela é muito tímida, ela quer falar o que quer mas não consegue”, explica a atriz. “Com a Arya, eu tenho que controlar o ambiente e estar no comando de tudo. E é cansativo ser assim o tempo todo, então foi confortável fazer uma coisa que saísse desse escopo. Todo esse universo de super-heróis é insano, mas eu gosto disso.”
Já Anya Taylor-Joy, que vai de uma variedade de filmes que inclui de ‘A Bruxa’ a ‘Emma’, revela que interpretar Magia foi justamente o que abriu portas para ela enxergar um potencial que não conhecia de si mesma.
“Porque gravamos há um certo tempo, a Magia foi a primeira personagem que eu interpretei que era tão agressiva e com tanta presença. E foi muito divertido, eu consegui criar bastante com aquilo. Ainda mais com a coisa do braço, e a espada, você se sente muito poderosa durante as cenas de ação.”
A ideia é um pouco diferente para Charlie Heaton, que vive o personagem Míssil. Questionado sobre o que ele mesmo tem de comum com personagens “isolados e esquisitões”, tanto quanto o Jonathan de ‘Stranger Things’, Heaton argumenta:
“Boa pergunta. Eu sou atraído a esses papéis ou sou visto assim? De uma certa forma, com o Sam, ele se diferencia de um personagem como o Jonathan — além da questão do poder — porque existem qualidades de liderança que podem ser boas para ele no futuro. Há uma dor reprimida nele, e isso foi algo em que eu me baseei para poder criar uma evolução. Há alguns conflitos que precisam ser desenvolvidos enquanto personagem, e são exatamente esses pontos que são interessantes sobre o Sam”, explica.
A brasileira Alice Braga, que vive a Dra. Cecilia Reyes, explicou que vê o restante do elenco como seus bebês.
“Ela está tentando ensinar esses Mutantes a controlarem seus poderes. Como atriz e como fã, eu estava empolgada por poder ver os detalhes e as nuances das personalidades.”
Maisie Williams e Blu Hunt, que interpreta Dani, ainda falaram sobre o romance de suas personagens: “Desde que fizemos a primeira audição, nos demos bem”, relembra Williams. “E foi ótimo ver uma relação dessas se desenvolver, sobretudo em um ambiente tipicamente masculino. Foi ótimo ver essas duas personagens femininas protegendo-se e vendo a luz uma na outra”.
Já Hunt confessa que, desde o primeiro dia, estava nervosa: “Eu fui para a audição pensando: ‘Meu Deus, eu tenho que beijar a Maisie Williams?'”
Planejado para ser uma espécie de continuação mais sombria do universo dos X-Men da Fox, ‘Os Novos Mutantes’ conta a história de cinco jovens descobrindo as suas habilidades e presos contra a vontade em uma instituição secreta. Eles precisam lutar para escaparem de seus demônios e de si mesmos. O filme segue com o lançamento planejado para agosto de 2020.
Confira abaixo o painel, com os minutos iniciais do filme.
De acordo com o Comic Book, as próximas filmagens da série ‘Fear the Walking Dead‘ estão programadas para acontecerem em Round Rock, no Texas, apenas a alguns minutos do local em que a Madison Clark (Kim Dickens) aparentemente morreu na 4ª temporada da produção.
No episódio mais recente da série, intitulado Damage From the Inside, Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey) mencionou o local quando ela considerou retornar para o estádio para escapar da nova vilã da trama.
Na sexta temporada, pequenas dicas da possível sobrevivência da Madison sugeriram que a personagem não só sobreviveu ao incêndio, como também foi a pessoa misteriosa que salvou o Morgan Jones (Lennie James) no final da quinta temporada.
Anteriormente, Dickens havia falado sobre o possível retorno da personagem: “Eu acho que os fãs ainda estão chateados [com a morte da Madison], mas essa é a natureza do gênero. Você pode acabar morrendo do nada. E também pode acabar retornando a qualquer momento. Ela teria escalado as paredes. Ela tinha filhos do outro lado dos muros, então é claro que ela daria um jeito de chegar a eles.”
Vale lembrar que ‘Fear the Walking Dead‘ retornará com episódios inéditos no dia 11 de abril.
Três novos atores se juntarão ao elenco nos próximos episódios: John Glover (‘The Good Wife’), Nick Stahl (‘Sin City’) e Keith Carradine (‘Fargo’).
Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.
Após o sucesso de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ nas bilheterias, a Marvel Studios CONFIRMOU que ‘Eternos‘ será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas.
A janela de exibição exclusiva nos cinemas irá durar 45 dias, e só depois o filme será lançado no streaming.
Confira o trailer:
‘Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
Apesar de ‘Jurassic World: Domínio’ ter recebido apenas 31% de aprovação dos críticos, a sequência que encerra a trilogia iniciada em 2015 está fazendo um grande sucesso entre o público. No Cinemascore, o filme conquistou a nota A-, a segunda maior da plataforma.
Apesar do filme ter sido vendido como o fim da saga, o diretor Colin Trevorrow revelou ao ScreenRantque “Domínio é o fim da história que [ele] queria contar”, mas que ele não vê o filme como o último da franquia.
Ele revelou que existe a possibilidade de um jovem cineasta encontrar um novo enredo dentro do universo da história que a trilogia ‘Jurassic World‘ montou e levá-lo a partir daí.
“Eu sei que este é o fim da história que eu queria contar, mas sinto que me foi dada a oportunidade de entrar e colocar minha marca nisso e ser um guardião disso. E eu sinto que deve haver um jovem cineasta por aí que está olhando para o mundo que criamos e sente que sabe para onde pode ir a partir daí. Então, estou interessado no que eles têm a dizer em outro filme da franquia Jurassic World.”, revelou.
Assista a nossa crítica:
O longa arrecadou sólidos US$ 18 milhões em sua pré-estreia nos EUA, superando os números alcançados por ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ (US$15.3M), em 2018.
Apesar disso, o valor é mais baixo que os US$ 18,5 milhões arrecadados na pré-estreia do primeiro ‘Jurassic World‘ em 2015.
De acordo com o Variety, ‘Domínio‘ deve estrear com US$ 125 milhões durante o primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas.
Vale lembrar que a sequência já arrecadou US$ 55.5 milhões internacionalmente, através de 15 mercados, em sua estreia antecipada. O novo filme quebrou recordes na América Latina, tornando-se a maior estreia da franquia no México, Argentina, América Central, Peru, Colômbia, Chile, Equador e Uruguai.
No México, ‘Domínio‘ estreou com sólidos US$ 18.1 milhões – o que representa a MAIOR estreia da Universal Pictures no país. Os números também cresceram em quase 50% em comparação ao lançamento dos filmes anteriores da franquia.
A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.
As filmagens da comédia de ação ‘C.I.C. – Central de Inteligência Cearense‘ estão a todo vapor em Fortaleza, e o editor-chefeRenato Marafon foi convidado para visitar o set e passar um dia com o diretor Halder Gomes e os astros e equipe do filme.
Quando um projeto ultrassecreto é roubado dos governos de Brasil, Argentina e Paraguai, ele precisará usar suas habilidades para recuperar a fórmula secreta antes que caiam em mãos erradas.
O longa é produzido pela Paris Entretenimento em coprodução com o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e terá distribuição da Paris Filmes.
‘Oppoenheimer’, o aclamado filme de Christopher Nolan, vencedor de sete estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, quebrou mais um recorde nas bilheterias.
Após uma estreia promissora nos cinemas japoneses, o filme se tornou a maior bilheteria internacional da carreira de Nolan.
Já há nove meses em cartaz, o filme acaba de ultrapassar a marca dos US$ 638,3 milhões do mercado internacional, ultrapassando ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ Ressurge (2012), que arrecadou US$ 637,1 milhões pelo mundo
Nos EUA, o filme fez US$ 329,8 milhões.
O terceiro filme de maior sucesso no mercado internacional de Nolan é ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (2008), com US$ 473,4 milhões
O filme se tornou a maior abertura de um filme norte-americano no mercado japonês até o momento em 2024, com US$ 2,6 milhões, superando ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’ (US$ 1,6 milhão) e ‘Duna: Parte Dois’ (US$ 1,3 milhão).
Distribuído no país pela Bitters End, ‘Oppenheimer’ estreou em 343 cinemas.
Por causa do polêmico tema, a Universal Pictures se recusou a lançar o filme nos cinemas no país e vendeu os direitos.
Lembrando que a produção já está catálogo do Prime Video.
O filme foi o grande vencedor do Oscar 2024, com sete estatuetas. Mais indicada desta edição, a produção levou categorias importantes, como Melhor Filme, Melhor Direção (Christopher Nolan), Melhor Ator (Murphy) e Melhor Ator Coadjuvante (Robert Downey Jr.). Emily Blunt, por sua vez, foi indicada à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
O Rei do Pop, Michael Jackson (1958-2009), continua a impactar milhões de fãs ao redor do mundo.
Recentemente, fitas cassete e DAT contendo músicas inéditas do icônico cantor foram encontradas, revelando ainda mais sua genialidade musical.
Segundo The Hollywood Reporter, Gregg Musgrove, ex-oficial da Patrulha Rodoviária da Califórnia, encontrou as fitas enquanto se dedicava à sua paixão por “caçar tesouros”.
A jornada de Musgrove começou quando um associado o contatou sobre uma unidade de armazenamento recém-adquirida em Van Nuys. A unidade pertenceu a Bryan Loren, um produtor musical e cantor (cujo paradeiro atual é desconhecido, segundo Musgrove).
Nas fitas, estão 12 faixas inéditas, gravadas por Jackson entre 1989 e 1991, antes do lançamento do álbum “Dangerous”.
“Eu pesquisei em todos os sites de fãs. Algumas músicas eram rumores de que existiam, outras já haviam vazado um pouco”, diz Musgrove. “Algumas nem sequer foram divulgadas ao público”.
A lista completa de inventário de Musgrove revela as faixas coletadas, além de trechos de outras músicas inéditas. Nas gravações, Jackson e, presumivelmente, Loren, podem ser ouvidos discutindo o processo de gravação e o aspecto criativo das faixas.
“Eu estou ouvindo isso e fico arrepiado porque ninguém jamais ouviu essas músicas antes”, afirma Musgrove. “Ouvir Michael Jackson realmente falando e brincando foi algo incrível”.
Infelizmente, para os fãs mais ardorosos de Jackson, é provável que Musgrove seja uma das poucas pessoas a ouvir essas fitas. Ele e o advogado que contratou entraram em contato com o Jackson Estate no início deste ano, compartilhando suas descobertas.
O espólio, que realizou sua própria investigação sobre as fitas, recusou-se a comprá-las, sem divulgar o motivo, mas forneceu a Musgrove uma carta oficial afirmando que não reivindica a posse dessas fitas específicas.
Contudo, a carta deixa claro que ele e qualquer outra pessoa que venha a adquirir as fitas não possuem os direitos autorais sobre as gravações ou as composições, que permanecem com o espólio. Essencialmente, essas fitas nunca poderão ser lançadas publicamente.
Anne Hathaway fez um pedido pra lá de inusitado para os fãs de ‘O Diabo Veste Prada 2‘, que será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de abril.
Como o filme celebra a moda, a atriz pediu para os fãs embarcarem no espírito irreverente e fashion da saga e se arrumarem para assistir aos filmes nos cinemas.
“Espero que todos vistam suas melhores roupas e se arrumem para ir assistir ao filme no cinema”, ela.
“Lembra de como as pessoas se divertiram usando rosa choque para ir ver Barbie? Então peço que todos vistam sua roupa favorita aprovada por Miranda Priestly e simplesmente se divirtam muito”, concluiu.
E aí? Tem Prada ou Dolce Gabanna no seu guarda-roupas?
Vale lembrar que o trailer completo da sequência se tornou o mais visto da história da 20th Century Studios com 222 milhões de views em 24 horas.
Apesar do número alto e do buzz em cima do lançamento, o trailer não entrou para a lista dos mais vistos da história em suas primeiras 24 horas.
OS TRAILERS MAIS VISTOS DA HISTÓRIA:
1. Deadpool e Wolverine – 365 milhões
2. Homem-Aranha: Sem volta para Casa – 355,5 milhões
3. Vingadores Ultimato – Trailer 1 – 289 milhões
4. Vingadores Ultimato – Trailer 2 – 268 milhões
5. O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder – 257,0 milhões
6. Vingadores: Guerra Infinita – 230 milhões
7. O Rei Leão – 224,6 milhões
8. O Diabo Veste Prada 2 – 222 milhões
9. IT – A Coisa – 197 milhões
10. Vingadores: Guerra Infinita – 179 milhões
11 . O Rei Leão – 174 milhões
Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.
Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.
No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.
Uma poesia para todas as mães que querem ser mães. Vencedor do Oscar, do BAFTA e do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, da Palma de Ouro em Cannes de Melhor Direção, Tudo Sobre Minha Mãe, escrito e dirigido por Pedro Almodóvar é uma jornada intensa, cheia de desencontros, perdas, perdão, onde o elemento humano é colocado em total exposição através de fortes sentimentos. Emocionante até sua última cena, circula por temas como: a doação de órgãos, a AIDS, a identidade sexual, sempre com um vermelho impactante, presente, numa profunda identidade visual pra narrativa.
Na trama, conhecemos a enfermeira Manuela (Cecilia Roth), uma mãe solteira que vive com seu filho Esteban (Eloy Azorín) em Madri. Um dia, ao irem juntos a uma peça de teatro e esperarem pela protagonista nos fundos do lugar, Esteban acaba sendo atropelado e logo falece. Manuela então embarca para Barcelona em uma jornada de redescobertas, em busca do paradeiro do pai do seu filho, e assim acaba conhecendo de maneira mais próxima a protagonista do espetáculo que tinha ido com Estéban.
Misturando o cinema e o teatro, num simbolismo marcante, com cores remetendo aos sentimentos mais profundos, um dos filmes mais premiados do aclamado cineasta espanhol circula pela força das relações, da amizade ao amor, da aceitação às redescobertas, do luto ao recomeçar. A maternidade e os olhares de afeto numa visão maternal não deixam de buscar preencher as lacunas do acaso, do distanciamento, da falta da outra metade.
Pelo caminho de uma fantástica protagonista, interpretada por uma fabulosa Cecilia Roth, uma mãe e seu luto, nos leva para os dilemas mundanos, onde as interpretações das verdades podem chegar por meio de mentiras. A aceitação é algo que também ganha os holofotes, aqui o roteiro preenche com muito brilho personagens em outros momentos de escolhas, lutando diariamente por suas próprias verdades mesmo que o mundo insista em julgar.
Com algumas passagens de tempo e tendo essa variável como apoio para uma narrativa deslumbrante, o roteiro alcança um amplo contexto caminhando em um drama que remete ao campo das homenagens, isso se mostra claro na forte presença da sua principal referência, na obra escrita pelo dramaturgo norte-americano Tennessee Williams no final os anos 40, Um Bonde Chamado Desejo, que logo virou um filme muito lembrado da carreira de Marlon Brando e lançado nos cinemas no ano de 1951.
Há tempo para reflexões sobre o preconceito, a sexualidade, a AIDS, a doação de órgãos, os conflitos familiares, questões que estão na nossa realidade e nas palavras de Almodóvar ganham ternura com forte presença do afeto mas sem nunca esquecer das memórias que nunca perdem sentido.
Lançado no segundo semestre de 1999 em nosso país, esse tremendo sucesso de Almodóvar se torna um frescor atemporal, nunca perde sua força, um filme pra ver e rever, principalmente para todas as mães que querem ser mães. Para quem se interessar, está disponível nos catálogos da MUBI, Prime Video e Telecine.
A década de 1970 foi para o cinema uma das mais revolucionárias de todos os tempos, servindo para escancarar de vez a porta para obras subversivas e de contracultura, aberta na década anterior. No meio disso, eram produzidos pelo mundo filmes com maior valor realístico, que se propunham a traçar um grande paralelo com o dia a dia, de forma nua e crua. Cinema deixava de ser um espelho glamoroso e ficcional, para ganhar muitas tintas da verdade. O distanciamento diminuía entre ficção e realidade.
Todos os gêneros eram influenciados pela estética e narrativa da “nova forma de se fazer filmes”, incluindo os thrillers policiais. Produções como Operação França (1971), Serpico (1973), Caminhos Perigosos (1973), Um Dia de Cão (1975) e Taxi Driver (1976), para citar os principais, se tornaram verdadeiros marcos deste cinema criminal extremamente verídicio, cujos acontecimentos poderiam estar ocorrendo em nossa rua. A atenção era dada para detalhes mundanos e não para eventos megalômanos, que dificilmente ocorreriam na vida do homem comum.
Nada contra produções grandiosas, que ousam quebrar com energia e criatividade os moldes pré-estabelecidos dentro de seus respectivos gêneros, vide Em Ritmo de Fuga – um dos filmes mais elogiados do ano, no qual o talentosíssimo Edgar Wright basicamente cria um novo subgênero, o musical de assalto e crime. A diferença lógica que precisa ser adereçada é que essa história não acontece em nosso mundo, mas sim no mundo do cinema. Diferente do apresentado aqui em Bom Comportamento, um thriller criminal extremamente fincando no realismo, remetendo diretamente à era do estabelecimento da contracultura.
Na trama, o renovado Robert Pattinson (que continua fazendo boas escolhas em sua carreira) vive Connie Nikas, o personagem mais errático de seu currículo, um jovem imigrante que aderiu à vida de crime. Ao seu lado, para uma vida problemática, ele arrasta o irmão, Nick, deficiente mental.
Na primeira cena do longa vemos Nick recebendo o tratamento psicológico necessário, quando pela porta irrompe Connie, literalmente tragando o irmão para um assalto. É deste ponto de partida que o roteiro irá trabalhar uma verdadeira epopeia, ao longo de um dia fatídico nas vidas da dupla de criminosos. Quando o roubo dá errado, é só ladeira abaixo para esses contraventores, e Connie precisará fazer de tudo para livrar o irmão da cadeia.
Bom Comportamento é escrito e dirigido pelos irmãos Benny e Josh Safdie, que realizam aqui seu terceiro longa-metragem de ficção e o que certamente irá colocar seus nomes no mapa. Benny é também o intérprete de Nick Nikas, o irmão deficiente do protagonista, e seu desempenho é tão realista, que nos pegamos pensando se o intérprete do personagem é de fato deficiente – até descobrirmos se tratar do diretor.
Robert Pattinson, que já entregou atuações satisfatórias de personagens incorretos, vide Cosmópolis (2012) – de David Cronenberg – desempenha aqui uma de suas melhores entregas da carreira, na pele de um sujeito que é a verdadeira escória da humanidade, sem qualquer qualidade que o redima.
Bom Comportamento, no entanto, é crédito absoluto de seus cineastas, que optam por um ar quase documental, focando em close seus personagens e situações, ao mesmo tempo dominando como poucos o “retrato” da noite e suas criaturas. O ritmo tenso de urgência imposto pela dupla a cada cena deixa o espectador sentado à beira da poltrona, ansiando pelo momento a seguir. A trilha sonora repleta de arranjos de sintetizadores – muito em voga, redescobertos após o sucesso de Drive (2011) – faz parte da composição, entranhada na narrativa como elemento de impulsão.
O filme monta uma situação atrás da outra, repletas de novos desafios e personagens, nas quais nos vemos na pele do protagonista, sem muito tempo para respirar. Como citado, aqui o que conta são os detalhes, a forma como os diretores dão importância ao mundo real, a como as coisas de fato funcionam. A forma como esmiúçam determinado universo. Em como nossas vidas não são uma viagem direta de um ponto ao outro, sem passar por inúmeras paradas, que na maioria das vezes nos desviam de nosso objetivo inicial. Bom Comportamento é definitivamente um dos melhores filmes do ano.
A onda do politicamente correto parece ter chegado para ficar. No início tratada como vigília chata onde não se podia dizer mais nada sem ofender alguém, hoje a compreensão aumenta cada vez mais sobre a tolerância com o que é diferente. Discursos de racismo, machismo e homofobia não são mais aceitáveis, podendo causar demissões e exclusão de meios sociais. Hollywood que o diga. Sim, os tempos mudaram. E embora a maioria tenha abraçado a nova condição com o pensamento da evolução do ser humano, uma parcela ainda continua tratando tudo com repudio.
É verdade que exageros e radicalismo existem (bastante), mas ainda parte da minoria. É preciso achar um meio termo e entender o que importa e o que tem questões políticas (ou meramente lucrativas) por trás. Seja como for, os franceses seguem com seu jeito blasé, tolerantes a certos comportamentos já tratados como inaceitáveis em grande parte do mundo. Quem lembra, por exemplo, do grupo de atrizes e personalidades do país que se pronunciaram contra as denúncias de assédio em Hollywood? Segundo as francesas: “as americanas são muito conservadoras e pudicas”.
Assim, muitas obras cinematográficas saídas da França seguem apostando no teor politicamente incorreto, como é o caso com este De Carona para o Amor -escrito, dirigido e protagonizado por Franck Dubosc. Tudo bem que aqui até existe a promessa de redenção no arco do protagonista, que se redime ao se transformar numa pessoa melhor na conclusão. Mas, mesmo esta sendo a proposta, há de se convir que uma premissa na qual um solteirão convicto e mulherengo se passa por cadeirante a fim de levar para a cama a vizinha de sua falecida mãe, não desce tão redondo hoje quanto poderia no passado.
No início, não é apenas o comportamento do protagonista Jocelyn (Dubosc), um bem sucedido empresário, que soa errático, mas o filme em si. Para corroborar a atmosfera permeada de testosterona de seu personagem, o diretor escolhe ângulos mais atrevidos para objetificar mulheres que estão na mira do sedutor – tomadas vindas de baixo e por trás enquanto elas andam e muitos decotes recheiam a tela. No entanto, a ideia sendo essa, como fazer diferente?
Por outro lado, embora à primeira vista possa parecer uma espécie de glorificação deste comportamento, a ideia tentada por Dubosc é criticá-lo, para depois modificá-lo. Se cola ou não são outros quinhentos.
Como dito, na trama, Jocelyn é um conquistador incorrigível. Ao ser confundido com um cadeirante, o sujeito resolve embarcar no equívoco a fim de seduzir a vizinha – a estonteante Julie (Caroline Anglade). A “brincadeira” começa a ir longe demais e logo o protagonista se vê preso numa teia de mentiras, que ainda envolve a irmã de sua pretendente, com quem desenvolve laços afetivos ao longo da projeção. A partir da entrada em cena de Florence, é onde a trama realmente se concentra. Cadeirante de verdade, Florence, a irmã, irá cativar e reeducar o dissimulador.
Assim como o personagem principal, vamos mudando nosso conceito do filme aos poucos; igualmente nos sentindo tão tocados pelo charme irresistível de Florence, começamos a abrir nossos horizontes para esta possível regeneração. Grande parte do crédito deve ir para Alexandra Lamy, a encantadora intérprete da personagem citada. Lamy é uma destas pessoas cujo sorriso hipnotiza, dona de um carisma maior do que metade das estrelas de Hollywood. O filme já valeria só por sua participação.
De Carona para o Amor é uma comédia de erros. Uma comédia de farsa, com teor ácido e humor controverso. É o tipo de filme que tira sarro de si mesmo, mas sem se tornar completamente ofensivo. Pense em Intocáveis (2011), com Omar Sy. Apesar de sabermos exatamente para onde essa história vai caminhar, o interesse não nos abandona ao longo da projeção. Dubosc consegue criar conexão com o espectador, mesmo com uma premissa e abertura de gosto duvidoso. A doçura fala mais alto e o cineasta consegue criar belos momentos, como o do jantar submerso, por exemplo.
De Carona para o Amor funciona e transcende a descrença inicial, percorrendo por uma tênue linha, mas conseguindo chegar a seu objetivo sem grande incômodo.
Não é todo dia que um filme tem sua continuação confirmada pelos executivos de um grande estúdio minutos depois de o terem assistido em uma exibição particular dentro da companhia e sem qualquer contato do público com a obra. O que exibe a máxima confiança que se tinha no sucesso do longa. Esse foi o caso com ‘Um Tira da Pesada’, filme que transformou Eddie Murphy em um astro internacional.
Misto de ação policial e comédia, esse verdadeiro clássico está completando 40 anos em 2024, e como forma de celebração irá lançar junto à Netflix uma quarta e tardia sequência, no dia 3 de julho. Para irmos entrando no clima, aqui iremos revisitar este verdadeiro clássico absoluto.
O foco principal de ‘Um Tira da Pesada’ é o conceito de ‘peixe fora d’água’ – um tira malandro de Detroit na “fru-fru” Beverly Hills.
A ideia para ‘Um Tira da Pesada’ surgiu da mente de Michael Eisner, o chefão da Paramount Pictures na época. Eisner foi parado por um policial enquanto dirigia um carro velho nas ruas de Los Angeles em 1975. O sujeito, que dirigia o mesmo carro em Nova York, reparou que o policial o tratou com desprezo e percebeu que foi devido ao veículo que dirigia. Assim, pensou em um mote para um filme, que falaria sobre o choque social na cidade mais cheia de glamour dos EUA.
Durante quase uma década, Michael Eisner lutou para transformar aquela situação que havia passado em um filme, mas ninguém parecia acertar na essência do roteiro – deixando o produtor constantemente insatisfeito. Foi até o roteirista de primeira viagem Daniel Petrie Jr. acertar em cheio, ao entregar seu tratamento em setembro de 1983. Antes disso, o outro roteirista creditado, Danilo Bach, já havia construído as bases da história ainda em 1977.
Quem viveu a fase das vídeo locadoras nos anos 80 e 90, sem dúvida lembra dessa imagem terminando a vinheta da saudosa CIC Vídeo.
Tendo uma história e um roteiro, agora era necessário um diretor. E acredite se quiser: Martin Scorsese foi cogitado e sondado para a direção, depois do fiasco do hoje cult ‘O Rei da Comédia’. O lendário cineasta até pensou no caso com carinho, mas recusou a oferta por achar o roteiro muito semelhante ao do clássico ‘Meu Nome é Coogan’ (1968), com Clint Eastwood. E olhando de perto, ‘Um Tira da Pesada’ realmente parece uma versão modernizada de Coogan.
Outro diretor cogitado que recusou foi David Cronenberg, então saído dos cult ‘Videodrome’ e ‘Na Hora da Zona Morta’. Assim, entrava em cena o nome de Martin Brest. Porém, a contratação do cineasta não seria assim tão fácil. Acontece que Brest havia sido demitido do comando de ‘Jogos de Guerra’ (1983), outro clássico da década de 80, após 12 dias de trabalho por divergências com os produtores. Com essa treta na MGM, Hollywood acreditava que Brest estava queimado e ninguém queria trabalhar com ele.
No entanto, os produtores Jerry Bruckheimer e Don Simpson, que iriam bancar ‘Um Tira da Pesada’, insistiam na visão de Best para o projeto, e correram atrás do diretor não aceitando não como resposta. É dito que Martin Brest ainda assim estava na dúvida sobre realizar o projeto, e a decisão saiu no jogar da moeda. Depois do sucesso de ‘Um Tira da Pesada’, o cineasta mandou emoldurar a tal moeda em seu escritório.
Com roteiro e diretor, agora era a hora de achar Axel Foley, o detetive durão de Detroit que possui um arco de “peixe fora d’água” ao chegar na glamorosa Beverly Hills, Los Angeles, atrás de um criminoso. E como muitos devem saber bem, Sylvester Stallone foi o ator contratado para o filme. Sim, depois do sucesso do terceiro ‘Rocky’ e do primeiro ‘Rambo’ em 1982, Stallone buscava um projeto mais leve para estrelar. E o roteiro de ‘Um Tira da Pesada’ caiu em seu colo. Mas aí, o projeto viveria mais um enorme impasse criativo.
É dito inclusive que o roteiro foi escrito para o astro. Nessa fase do roteiro, Mikey Tandino, o amigo assassinado de Axel, seria na verdade seu irmão, e Jenny Summers, seria seu interesse amoroso. Por motivos óbvios, Tandino se tornou um amigo (quase irmão) para o Axel de Eddie Murphy no produto final, mas ter Jenny apenas como amiga demonstra o racismo implícito na indústria de Hollywood da época e na sociedade de forma geral.
No fim das contas, Sylvester Stallone terminou desistindo da produção, o que foi um alívio para os produtores, que o deixaram ir depois de um longo entrave. A conclusão que o astro chegou foi a de que o público não o aceitaria no papel de um sujeito ingênuo, um peixe fora d’água, desacostumado com o estilo de vida de Beverly Hills. O ator também não gostou da inclusão de humor no filme, achou que não combinava com ele e que não se sairia bem em tal.
Nos dias de hoje talvez não existisse problema em fazer de Jenny (Lisa Eilbacher) o interesse amoroso de Axel como planejado originalmente.
Curiosamente, foi isso mesmo que Stallone seguiria para fazer no mesmo ano de 1984, com ‘Rhinestone – Um Brilho na Noite’, uma de suas poucas comédias na carreira, na qual atua ao lado de Dolly Parton, e que se tornou um fracasso retumbante. Você já havia ouvido falar?
Dois anos depois, Sylvester Stallone “ressuscitaria” algumas de suas ideias para ‘Um Tira da Pesada’ e as transformaria no roteiro de ‘Cobra’ (1986) – ou ‘Stallone Cobra’ (como ficou conhecido no Brasil). Outro ator que chegou bem perto de ser o ‘Tira da Pesada’ foi Mickey Rourke, que também desistiu e seguiu para fazer o drama criminal ‘Nos Calcanhares da Máfia’. Harrison Ford igualmente foi cogitado e desistiu. A lista de atores avaliados para o protagonista era imensa.
‘Um Tira da Pesada’ foi um dos maiores filmes de 40 anos atrás nos cinemas!
Mas eis que dos corredores do programa humorístico Saturday Night Live e dos próprios corredores da Paramount Pictures surgiria o Axel Foley perfeito. Eddie Murphy tinha apenas 19 anos quando começou no programa de esquetes mais famoso do mundo, o SNL, em 1980. O sucesso foi tanto que dois anos depois, Murphy estrelava seu primeiro filme para a Paramount, com o cult ’48 Horas’. Os produtores gostaram do que viram, e logo Murphy estaria em mais dois longas do estúdio.
O lance é que nos três primeiros trabalhos no cinema, o jovem nunca estava sozinho nas telas, e sempre servia de coadjuvante para algum outro nome estabelecido. Com ’48 Horas’ foi Nick Nolte, em ‘Trocando as Bolas’ foi Dan Aykroyd e em ‘A Melhor Defesa é o Ataque’ foi Dudley Moore. Com o resultado positivo destes filmes (em especial os dois primeiros), os executivos da Paramount viram a oportunidade de deixar o jovem (de agora 23 anos) estrelar seu primeiro projeto solo. Em ‘Um Tira da Pesada’, Eddie Murphy finalmente seria o protagonista absoluto.
Para estrelar ‘Um Tira da Pesada’,Eddie Murphy precisou recusar a oferta de ser um dos quatro ‘Caça-Fantasmas’. A vida afinal é feita de perdas e ganhos. Murphy era a primeira escolha para viver Winston Zedmore, o Caça-Fantasmas negro do quarteto. A escolha de Murphy foi pelo projeto certeiro, afinal foi ‘Um Tira da Pesada’ que mostrou seu potencial de carregar um filme de um grande estúdio sozinho e não dividir as atenções mais uma vez.
Na trama,Eddie Murphy vive Axel Foley, policial ousado da muito violenta cidade de Detroit. Após uma apreensão mirabolante, que resulta na cena de ação que abre o filme, ao som da icônica ‘The Heat is On’, de Glenn Frey, o parceiro na força e amigo de Foley é assassinado em sua frente. O protagonista então segue o rastro dos assassinos até Beverly Hills em Los Angeles, onde a pista vai levar a um poderoso homem de negócios chamado Victor Maitland (Steven Berkoff). Para piorar a situação, o sujeito é dono de uma galeria de arte, onde trabalha uma amiga de Foley, Jenny Summers (Lisa Eilbacher). Em Los Angeles ele se verá na mira de dois policiais, o Sargento Taggart (John Ashton) e o Detetive Billy Rosewood (Judge Reinhold), que precisam evitar que Foley crie problemas em sua cidade. A dupla, é claro, termina aliada do carismático policial.
Ao ter Eddie Murphy comandando no elenco, é claro que o humor prevaleceria em grande parte da história, assim como a ironia, o sarcasmo e a acidez. Desta forma, grande parte do roteiro, em especial as falas de Foley, foram improvisadas na hora pelo comediante. E o diretor lhe dava toda a liberdade para deixar ‘Um Tira da Pesada’ com a sua cara. É claro que parte da graça se deve também pela censura alta que o filme original possui – Eddie Murphy sempre foi conhecido como um humorista desbocado. E o público adorava.
Você pode até não saber ou lembrar, mas ‘Um Tira da Pesada’ é um filme proibido para menores. E se tornou o filme para maiores de idade mais lucrativo de todos os tempos nos EUA por 19 anos, desde o seu lançamento até ser ultrapassado nessa marca por ‘Matrix Reloaded’ em 2003. Muito confiantes no projeto após as primeiras sessões teste, e as exibições para os executivos do estúdio, ‘Um Tira da Pesada’ foi o primeiro filme a ser lançado em mais de duas mil salas de cinema nos Estados Unidos.
‘Um Tira da Pesada’ se tornou um enorme sucesso e mostraria o potencial de Eddie Murphy nas telonas. Com orçamento de US$13 milhões da Paramount, o longa estreou em primeiro lugar nas bilheterias americanas em 5 de dezembro de 1984, desbancando o antigo campeão, o filme de guerra e ação ‘Braddock’, com Chuck Norris. ‘Um Tira da Pesada’ não deu chance para as outras estreias daquela semana: a ficção científica ‘2010 – O Ano em que Faremos Contato’ e a comédia policial ‘Cidade Ardente’, que unia em tela Clint Eastwood e Burt Reynolds, dois durões lendários do cinema. ‘Um Tira da Pesada’ fez mais de US$15 milhões em seu primeiro fim de semana, se pagando logo na estreia.
No fim de sua trajetória nas telonas, ‘Um Tira da Pesada’ acumulou US$316 milhões ao redor do mundo. Ele se tornou o segundo mais rentável de 40 anos atrás, abaixo somente de ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’. No Brasil, o filme estreava no dia 8 de março de 1985.
Definido pelo diretor Martin Brest como uma mistura de ‘No Calor da Noite’ (1967) e ‘A Família Buscapé’ (1962), o cineasta deixa clara a influência das palmeiras que fotografou para seu filme de ação, que fazem parte da abertura da série sobre a família de caipiras.
Nem é preciso dizer que esse sucesso se estendeu ao mercado de vídeo, onde ainda mantém o recorde como o mais alugado no formato Betamax. Para quem não viveu nos anos 80, as fitas Betamax eram rivais das VHS, e possuíam um formato menor de tamanho. As fitas VHS terminaram se tornando mais populares e dominando o mercado, levando a Betamax à extinção. Em meados dos anos 80, época do lançamento de ‘Um Tira da Pesada’ em vídeo, a Betamax ainda era uma forte concorrente da VHS. Mas essa competição terminaria ao fim dos anos 80.
‘Um Tira da Pesada’ gerou uma continuação três anos depois, com maior envolvimento de Eddie Murphy na produção e roteiro, mas sem o mesmo impacto do original. E ainda uma terceira parte dez anos depois, ainda mais rechaçada pela crítica e pelo público – e com um apelo bem mais infantil. ‘Um Tira da Pesada’ quase virou uma série de TV, mas antes da estreia os envolvidos perceberam que não daria certo e puxaram o plugue. Agora, finalmente teremos um novo ‘Um Tira da Pesada’, pelas mãos da Netflix, que trará Murphy de volta e grande parte do elenco original. Em matéria de respeito, promete ser uma grande homenagem. Torçamos sempre pelo melhor para o eterno Axel Foley e suas inesquecíveis falcatruas ao som das batidas de sintetizadores criadas por Harold Faltermeyer. ‘The heat is on’ e está de volta!
O ator interpretará um personagem chamado Sean. Novos detalhes não foram revelados.
Em declaração, a Netflix afirmou que cada temporada vai “explorar um diferente conto de moralidade inspirado por uma única decisão fatídica para mudar a trajetória de uma vida inteira”.
Em sua terceira semana, ‘Shazam!‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 121.3 milhões; no mercado internacional, foram US$ 201.5 milhões.
Ao total, o longa já arrecadou mais de US$ 322.8 milhões.
Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).
Através de seu Twitter, o diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, David Ayer, revelou que o novo filme não será uma sequência, mas sim uma reinvenção da franquia.
“Não é uma sequência, é uma reinvenção. E James Gunn arrasou!,” revelou o diretor.
It’s not a sequel it’s a reinvention and @JamesGunn is going to absolutely knock it out of the park. I’m cheering every step a way. https://t.co/MehKt7rvLO
Recentemente, o ator Joel Kinnaman, que dá vida a Rick Flag no filme, não poupou elogios sobre o roteiro e sobre a perspectiva do diretor para a nova história:
“Ele escreveu um roteiro fantástico. É muito engraçado… Me sinto como se estivesse rodando minha primeira comédia. Há muitas pessoas realmente engraçadas ali. É como uma experiência de aprendizagem. Estou ao redor de pessoas incríveis”.
O longa é dirigido por Brannon Braga (‘The Orville’), que também é responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Adam Simon (‘Salem’) .
Baseada nos contos de Clive Barker e trazendo histórias originais, a trama explora uma jornada por um território desconhecido e proibido através de três contos que estão conectados pelo tempo e o espaço.
O longa é uma adaptação dos quadrinhos homônimos criados por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’) e Marc Silvestri.
A trama segue a jornada de um soldado enquanto ele salva o mundo sem sujar as mãos.
Além de dirigir, Wingard também irá coescrever o roteiro ao lado de Will Simmons.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Vale lembrar que o cineasta já está confirmado na direção de diversos projetos, tais como um novo filme do MonsterVerse, um live-action do ‘ThunderCats‘ e um reboot de ‘A Outra Face‘.
O Deadline divulgou a primeira imagem oficial do longa ‘The Old Way‘, o primeiro filme do gênero western (o famoso “faroeste”) da carreira do astro Nicolas Cage.
Confira:
Brett Donowho (‘Atos de Violência’) é responsável pela direção.
A trama segue Colton Brigg (Cage), um velho pistoleiro que se aposentou de sua antiga vida para administrar um armazém e desfrutar de uma aposentadoria tranquila com sua família. Quando uma gangue de bandidos mata sua esposa, toda a vida de Briggs fica em ruínas, antes que ele inesperadamente se junta a sua filha de 12 anos para voltar à ativa e buscar vingança.
Ryan Kiera Armstrong (‘American Horror Story: Double Feature’), Nick Searcy (‘A Forma da Água’) e Shiloh Fernandez (‘A Morte do Demônio’) também estrelam a produção.
Ainda sem data de estreia, o longa será lançado pela Saban Films em 2022.
O primeiro episódio do novo ciclo registrou 335 mil espectadores no canal SyFy, e 320 mil no canal USA. Além disso, o episódio foi disponibilizado de graça no YouTube na manhã seguinte, onde já alcançou mais de 700 mil visualizações em menos de uma semana.
Ao total, a estreia da 2ª temporada já foi assistida por mais de 1.3 milhão de espectadores (sem incluir DVR).
Para termos de comparação, o primeiro episódio do segundo ciclo registrou uma audiência ao vivo maior que o último episódio da temporada anterior.
Vale lembrar que a 2ª temporada vai estrear no Star+ no dia 19 de outubro.
Confira o trailer:
A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky,Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany,Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.
Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.
Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.
“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”
Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”
A Behaviour Interactive anunciou que a próxima DLC do jogo ‘Dead By Daylight‘ será baseada na franquia clássica ‘Alien‘.
O novo capítulo contará com o Xenomorph como o assassino, além de introduzir um novo mapa e sobrevivente (possivelmente a lendária Ellen Ripley).
Confira o teaser:
Detalhes sobre a nova DLC serão revelados no dia 8 de agosto – com o lançamento oficial previsto para o final deste mesmo mês.
‘Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.
A Universal Pictures confirmou que será responsável por lançar o slasher ‘MaXXXine‘, sequência direta de ‘X – A Marca da Morte‘, nos cinemas nacionais.
Infelizmente, a data de estreia ainda não foi divulgada, mas deve ser anunciada em breve. Fiquem ligados!
O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.
Confira o trailer legendado:
Nos EUA, o terror está programado para estrear no dia 5 de julho.
Em entrevista ao ComicBook, o produtor Nate Moore negou os rumores que apontavam a reescalação do personagem de Chadwick Boseman na sequência ‘Pantera Negra 3‘.
O ator faleceu em 2020, após perder uma batalha contra câncer de cólon. O segundo filme do herói, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, começou após a morte de seu personagem, T’Challa.
“A verdade é que não há verdades nestes rumores. Nunca diga nunca para nada, mas nós ainda não tivemos discussões criativas com o Ryan Coogler, porque ele está finalizando o seu filme ‘Pecadores’, que será lançado este ano.”
Ele completa, “Nós vamos conversar [sobre ‘Pantera Negra 3’] no final do ano, mas tudo o que vocês leram online não é verdade, especialmente porque ainda não começamos a desenvolver o projeto.”
Anteriormente, o insider @MyTimeToShineH havia afirmado que a Marvel tinha planos para introduzir uma nova versão do personagem em ‘Vingadores: Apocalipse‘, se aproveitando da temática de multiverso para a reescalação.
De acordo com rumores, o herói será reapresentado aos fãs “primeiramente nos filmes dos ‘Vingadores’ em vez de [aparecer] em ‘Pantera Negra 3’“.
Através do seu Instagram, Ryan Murphy confirmou que a popstar Ariana Grande (‘Wicked’) estrelará a 13ª temporada da série antológica ‘American Horror Story‘.
A produção marcará a reunião da dupla após sua colaboração em ‘Scream Queens‘.
Com 16 reviews publicadas até o momento, o terror ‘A Boca do Diabo‘ (The Devil’s Mouth) dividiu a opinião dos críticos com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Em um filme irregular que nunca consegue surpreender o público, o consenso geral critica principalmente os personagens principais. Entre dramas desnecessários e conflitos pouco aprofundados, não há outra opção a não ser torcer para o tubarão.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Apesar de combinar dois cenários de sobrevivência, o filme parece estranhamente desinteressado em fazer algo memorável com qualquer um deles.” (Pop Culture Leftovers)
“É o tipo de filme em que, depois de 30 minutos, você já estará torcendo pelo tubarão.” (CineXpress)
“É bem melhor do que muitos filmes de tubarão que tentam pegar carona no sucesso de ‘Tubarão’, mas também não chega a ser dos mais empolgantes.” (Next Best Picture)
“Se ao menos as cenas de ação com o tubarão fossem tão visualmente envolventes quanto a relação tóxica entre as personagens de Kathryn Newton e Lana Condor…” (Fortress of Solitude)
“Este é o tipo de filme em que você torce para o tubarão vencer.” (Blu-ray.com)
“Não está entre os piores filmes do ano […] porque ‘A Boca do Diabo’ é um filme monótono demais para despertar qualquer tipo de ódio verdadeiro.” (Film Feeder)
“Embora nunca fuja totalmente da fórmula que define esse nicho específico do cinema há décadas, o filme entrega tensão suficiente para tornar a experiência válida.” (The AU Review)
“‘A Boca do Diabo’ deve funcionar como isca na água para entusiastas em busca de um pouco de drama em meio às suas carnificinas aquáticas.” (Punch Drunk Critics)
Vale lembrar que o terror já está disponível no serviço de streaming do Prime Video.
Na trama, cinco amigos exploram as cavernas da Boca do Diabo, na Tailândia, para uma última aventura antes de começar a vida real. Mas logo descobrem que há algo mortal à espreita embaixo d’água.… veloz, silencioso e letal. Na escuridão sufocante, a confiança se desfaz, o pânico se espalha e cada passo errado se torna uma luta pela sobrevivência.
Jeff Wadlow (‘Verdade ou Desafio’) é responsável pela direção.
O roteiro é assinado por Aja Gabel (‘The Staircase’) e Myung Joh Wesner (‘Star Wars: Skeleton Crew’), com revisões de Wadlow.
O terror recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade. A produção foi classificada pelo MPAA por “conteúdo violento, imagens sangrentas, linguagem e material sugestivo”.
‘Mãe!’ ainda nem chegou aos cinemas, mas já está sendo ovacionado pela crítica especializada, roubando as atenções pelo seu teor perturbador.
Mas o que pouco se sabe até o momento é exatamente qual a temática por trás da produção. E para tirar alguns questionamentos do escuro, o cineasta Darren Aronofsky conversou com o site The Hollywood Reporter, afirmando que a obra na verdade é uma alegoria à destruição do nosso planeta.
Em suas palavras:
“Tem muito a ver com a alegoria do filme e o que de fato estamos tentando criar. Se você voltar à Bíblia, mais precisamente ao sexto dia da criação do mundo, você meio que compreenderá onde a produção começa. Muitas das minhas obras levam anos a fio para ficarem prontas. ‘Cisne Negro’ demorou 10 anos. ‘Noé’, 20. E este filme aconteceu em um intervalo de cinco dias. Foi a coisa mais estranha que já aconteceu comigo. E ele surgiu desta experiência de viver neste planeta e testemunhar o que está acontecendo ao nosso redor sem poder fazer nada. A produção traz muita ira e fúria e eu só precisava canalizar tudo isso em uma emoção, em apenas um sentimento”.
‘Mãe!‘ estreou no Festival de Cinema de Veneza ontem com uma mistura de vaias e aplausos em sua primeira sessão, o que significa que provavelmente ele será um dos filmes mais interessantes do ano.
Os participantes da exibição para a imprensa relataram uma reação mista de ódio e amor pela produção, e as primeiras críticas são mistas.
Ao fim da sessão, alguns jornalistas xingaram o filme de “Imoral” e “Vergonhoso“.
A próxima exibição acontecerá no Festival de Toronto, que terá uma cobertura completa do CinePOP. Ou seja, espere nossa crítica fresquinha em primeira mão.
‘Manifest’, a nova série de mistério da NBC, inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014, ganhou uma nova imagem.
O material foi divulgado pela EW.
Confira:
Segundo o Variety, o projeto acompanha uma missão de recuperação à uma aeronave desaparecida. E como seria se, cinco anos após desaparecer, o avião com todos os passageiros retornasse de forma misteriosa e sem explicação.
Um habilidoso fã decidiu juntar partes de alguns filmes estrelados por Robert Pattison, para construir um trailer fictício de ‘The Batman‘.
E o resultado é realmente surpreendente e além de reafirmar a profundidade da atuação do ator, fortalece sua escolha para o papel.
O trailer conceitual já foi visto mais de que 500 mil vezes e tem chamado a atenção dos fãs do Cavaleiro das Trevas, que ficaram impressionados com o resultado, ao ponto de elogiar a escolha do ator.
Assista:
Segundo informações recentes, Pattinson deve começar uma rigorosa rotina de treinamento para deixar seu corpo fisicamente pronto antes de interpretar o Cavaleiro das Trevas.
Além disso, de acordo com uma reportagem da Forbes, o famoso aliado do personagem principal, Robin, é um forte candidato para aparecer no longa-metragem ao lado de vilões como Mulher-Gato, Pinguim e Charada. A matéria também indica que o Comissário Gordon e Alfred, o mordomo, podem dar as caras também.
‘The Batman’ tem estreia marcada para o dia 25 de junho de 2021.
A nova série de comédia da plataforma Quibi, intitulada ‘The Now‘, ganhou suas primeiras imagens oficiais. A produção é estrelada pelos atores Bill Murray e Dave Franco
O material foi compartilhado com exclusividade pela revisa EW.
A trama acompanha Ed Poole, um homem de 35 anos cuja família possui um longo histórico de depressão e doenças mentais. Após ser dispensado por sua namorada e ter perdido o seu irmão, que se suicidou, ele promete abandonar o seu passado e parar de se preocupar com o futuro, a fim de finalmente poder desfrutar do presente.
Após ter sido cancelada pela emissora NBC e não ter encontrado uma nova casa, a série ‘Manifest‘ permanece sem um futuro determinado no horizonte, deixando os fãs à deriva, à espera de um final definitivo.
E o criador da produção, Jeff Rake, segue disposto a encontrar um novo lar para a produção e prometeu aos fãs que eles serão recompensados com um encerramento digno, custe o que custar.
Por meio de sua conta oficial do Twitter, ele agradeceu ao apoio dos fãs e os motivou a manter a conversa sobre a série viva.
Confira:
“Manifesters! Seu apoio é surpreendente e inspirador. Estamos tentando encontrar uma maneira de concluir a série. Pode demorar uma semana, um mês, um ano. Mas nós não vamos desistir. Vocês merecem um final para a história. Mantenham a conversa viva. Se der certo, é por sua causa”.
Manifesters!
Your support is awe-inspiring. We’re trying to find a way to conclude the series. Could take a week, a month, a year. But we’re not giving up. You deserve an end to the story.
Keep the conversation alive. If it works out, it’s because of YOU. 🙏⁰⁰#SaveManifest
A série chegou ao fim na NBC após três temporadase chocou os fãs ao redor do mundo. As informações indicam que a decisão dos executivos da plataforma foram tomadas após “longas conversas e deliberações que se alongaram pela semana”.
Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na GloboPlay!
Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.
Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.