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‘Halloween Kills’: Atriz afirma que Michael Myers buscará vingança no novo filme

Em entrevista ao Bloody Disgusting, a atriz Andi Matichak, que interpreta a neta da Laurie Strode nos novos filmes da franquia ‘Halloween‘, afirmou que o Michael Myers buscará vingança na sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘.

“Acho que os fãs ficarão muito satisfeitos com a sequência. O novo filme será grandioso e tenso. Eu acho que a Laurie, Allyson e a Karen irritaram um pouco o Michael ao trancá-lo no porão e sua vingança será outro nível.”

Ela completa, “[Os adiamentos] são decepcionantes porque todos querem que o filme seja lançado. Todos estavam muito ansiosos para conferir o resultado final. Mas, no final do dia, uma das melhores experiências em filmes de terror são assisti-los nos cinemas – você precisa ouvir a trilha sonora do John Carpenter nas telonas. Esse filme merece ser visto nos cinemas.”

Anteriormente, John Carpenter havia revelado que há chances da sequência ser lançada direto no streaming, por causa da crise na indústria cinematográfica causada pela pandemia de COVID.

“‘Halloween Kills’ pode acabar sendo lançado no streaming porque os cinemas estão mortos. Essa é a realidade atualmente. É uma tragédia, mas é verdade. Nós temos que encará-la. O estúdio entrou em contato com comigo e com o David [Gordon Green] para adiar o lançamento em um ano na esperança que as coisas melhorassem. Então, nós ainda estamos esperando pelo melhor.”

Anteriormente, Carpenter havia falado sobre a sequência e garantiu ao público que a produção é brilhante: “É brilhante. É o ápice do slasher. Digo, não existe mais do que isso. Uau! Cara.”

Halloween Kills: O Terror Continua‘ terá alta classificação etária, e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021.

O terceiro filme foi adiado para Outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Hellsing’: Roteirista de ‘John Wick’ irá adaptar manga japonês para a Amazon

De acordo com o Deadline, Derek Kolstad (‘John Wick‘) será responsável pelo roteiro de ‘Hellsing‘, adaptação do manga japonês que está sendo desenvolvida pela Amazon Studios.

O longa live-action será baseado no manga criado por Kouta Hirano, que previamente já havia sido adaptado em duas séries animadas.

“Desde que o meu irmão me apresentou o manga do ‘Hellsing’ e o anime há alguns anos, eu tenho o desejo de adaptá-lo,” afirmou o cineasta em uma declaração.

A trama reimagina Drácula como Alucard, um agente especial ligado à Organização Hellsing, sob a liderança de Integra Hellsing, bisneta de Abraham Van Hellsing, para ajudá-los em sua missão de proteger a Inglaterra e o mundo de vampiros, ghouls e outras ameaças sobrenaturais. O manga também se concentra na mais nova recruta de Hellsing, uma ex-policial chamada Seras Victoria.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

WandaVision | Relembre as principais obras homenageadas pela série

‘WandaVision’ ganhou o coração do público e da crítica e rapidamente tornou-se uma das melhores produções da Marvel Studios. Agora, depois de nove breves episódios, a série chegou ao fim com um gancho espetacular para os futuros títulos do MCU – além de ter construído um universo extremamente metalinguístico e mimético.

Apresentando uma nova faceta desse grandioso império do entretenimento, os primeiros capítulos do show homenagearam uma variedade imensa de sitcoms clássicas e aclamadas pela crítica – desde I Love Lucy até Modern Family.

E, para aqueles que não pegaram todas as referências, o CinePOP preparou essa singela matéria explanando todas as produções mencionadas, direta ou indiretamente, em ‘WandaVision’.

Confira:

EPISÓDIO 01×01 (“FILMED BEFORE A LIVE STUDIO AUDIENCE”) & EPISÓDIO 01×02 (“DON’T TOUCH THAT DIAL”)

O episódio de estreia de ‘WandaVision’ tornou-se um dos melhores pilotos das últimas décadas e nos arremessou, sem qualquer remorso, de volta para os anos 1950. Desde o design de produção até a fotografia em preto-e-branco em 4:3, são vários os títulos amalgamados para dar vida a “Filmed Before a Live Studio Audience”.

As principais menções são destinadas a ‘The Dick Van Dyke Show’I Love Lucy, cuja estética forçada e atuações teatrais e cheias de caprichos deram o tom da comédia. A Feiticeira e ‘Jeanie é um Gênio’ também emprestaram algumas inflexões para as cenas “mágicas” – incluindo a trilha sonora em mickey mousing automaticamente reconhecível das produções pós-II Guerra Mundial.

EPISÓDIO 01×03 (“NOW IN TECHNICOLOR”)

Após passar pelos anos 50 e 60, ‘WandaVision’ alcançou os vibrantes anos 1970 com o terceiro episódio, “Now in Technicolor”‘A Família Brady’The Mary Tyler Moore Show‘Papai Precisa Casar’ já dão as caras nos incríveis e nostálgicos créditos iniciais, com o time criativo inclusive corroborando para uma estética de época pungente e muito bem colocada.

Até mesmo o nome de um dos personagens faz questão de homenagear os avanços tecnológicos setentistas, como Dr. Nielsen, que faz menção à medição do número de telespectadores por show. Certas cenas abrem espaço para populares séries de ação, incluindo As PanterasAgente 86.

EPISÓDIO 01×05 (“ON A VERY SPECIAL EPISODE…”)

Certamente um dos episódios mais icônicos de ‘WandaVision’“On a Very Special Episode…” migrou a série para os anos 1980 e foi regido principalmente pela clássica sitcom ‘Três É Demais’ (com a própria configuração da casa e as próprias punchlines drenadas da produção estrelada por John StamosBob Saget).

Como se não bastasse, o capítulo nos levou para o devaneio doméstico de Wanda com outras referências claras e muito bem-vindas, como Tudo em FamíliaStep by Step. A trilha sonora também não ficou de fora das escolhas criativas, visto que traz reminisciências instrumentais do tema de abertura de ‘Caras & Caretas’.

EPISÓDIO 01×06 (“ALL-NEW HALLOWEEN SPOOKTACULAR!”)

Conforme os episódios se desenrolavam, ‘WandaVision’ começava a se render mais e mais ao gênero do suspense e do drama super-heroico – mas ainda assim teve tempo de colocar mais uma série para ser belamente homenageada no sexto capítulo, intitulado “All-New Halloween Spooktacular!”.

A produção reverenciada aqui foi a aclamada e memorável ‘Malcolm in the Middle’. Exibida entre os anos de 2000 e 2006, o show trouxe Frankie Muniz para o centro dos holofotes, além de quebrar a quarta parede para garantir a atenção do público. O sucesso da obra rendeu nada menos que um Peabody Award, sete Emmy Awards e um Grammy.

EPISÓDIO 01×07 (“BREAKING THE FOURTH WALL”)

Finalmente chegando aos dias de hoje, ‘WandaVision’ abriu portas para as sitcoms contemporâneas e satíricas como Modern Family‘The Office’. A estética em mockumentário volta a utilizar a quebra da quarta parede e transforma as cenas divisórias em confessionários hilários, mesmo com os personagens já percebendo que estão dentro de uma falsa realidade.

O tema de abertura é inspirado por ambas as produções mencionadas, além da sóbria estética imprimida aos cenários. Até os momentos em que os protagonistas olham ironicamente para a câmera são apaixonantemente convidativos e hilários.

‘Lupin’: Mais mistérios e ação no trailer da 2ª Parte da série estrelada por Omar Sy

Pouco depois da confirmação de estreia para 2021, a 2ª Parte de Lupin ganhou seu trailer prometendo mais ação e mistério.

Assista:

Os cinco novos episódios são dirigidos por Ludovic Bernard (‘The Climb’) e Hugo Gélin (‘Amor à Segunda Vista’).

Assista à nossa crítica da 1ª temporada:

Crítica | Lupin – Série com Omar Sy já é a MELHOR da Netflix de 2021

A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.

Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.

Ludivine SagnierClotilde HesmeNicole GarciaHervé PierreSoufiane GuerrabAntoine GouyFargass Assandé e outros completam o elenco.

‘Monstrous’: Christina Ricci estrelará novo terror de monstro assassino

De acordo com o Bloody Disgusting, Christina Ricci (‘Amaldiçoados‘) estrelará o terror ‘Monstrous‘, que será dirigido por Chris Sivertson (‘Eu Sei Quem me Matou‘).

A trama segue uma mulher traumatizada que foge do seu ex-marido abusivo com seu filho de sete anos. Mas, em seu novo e remoto santuário, eles terão um monstro muito maior e mais assustador para lidar.

Colleen Camp (‘The Twilight Zone’) também estrelará a produção.

O roteiro fica por conta de Carol Chrest.

“A roteirista Carol Chrest criou uma personagem icônica, que a Christina Ricci trouxe à vida com uma performance extremamente memorável e emocionante,” declara o diretor.

As filmagens começaram em dezembro, no Los Angeles.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘WandaVision’: Episódio final traz duas incríveis cenas pós-créditos e conexão com [SPOILER!]

O texto abaixo contém SPOILERS!

Seguindo a tradição da Marvel, o episódio final de ‘WandaVision‘ traz duas cenas pós-créditos para provocar o público sobre os próximos eventos do MCU, incluindo a série ‘Invasão Secreta‘.

A primeira cena gira em torno de Monica Rambeau (Teyonah Parris), que mostrou mais de seus poderes recém-adquiridos durante a série.

Depois de falar com Jimmy Woo (Randall Park) e perguntar por Darcy (Kat Dennings), Monica foi ordenada por uma agente desconhecida a ir ao cinema de Westview.

Depois de chegar lá, Monica se surpreende quando a agente se revela como uma Skrull disfarçada e explica que “uma velha amiga” (‘Capitã Marvel‘) gostaria de se encontrar com ela.

Quando Monica pergunta ‘onde?’, a Skrull aponta para cima.

Isso claramente faz referência a Nick Fury (Samuel L. Jackson), que vimos pela última vez na cena pós-créditos de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, quando ele também usou agentes Skrull para se manter em contato com Peter Parker (Tom Holland).

Tudo indica que o ex-diretor da SHIELD continua no espaço, e parece que Monica se juntará a ele de alguma forma, provavelmente como parte da série ‘Invasão Secreta’.

Na trama, Fury e Talos (Ben Mendelsohn) vão investigar uma seita de Skrulls que se infiltrou nos níveis mais altos de autoridade no Universo Cinematográfico da Marvel.

A segunda cena pós-créditos não é tão fácil de ser interpretada…

Vemos que Wanda (Elizabeth Olsen) se mudou para uma cabana remota nas montanhas, aparentemente vivendo uma vida simples sozinha.

No entanto, uma revelação final mostra o que parece ser uma projeção astral da Feiticeira Escarlate pesquisando o Darkhold, o livro de magia do qual Agnes (Kathryn Hahn) se refere na série.

Quando a cena termina, ouvimos os gêmeos Billy e Tommy implorando por ajuda.

Como ambos haviam desaparecido junto com a versão do Visão (Paul Bettany) criada pela memória de Wanda no final da série, o grito de ajuda indica que eles permanecem vivos… Em algum lugar do Multiverso.

Sabemos que Wanda fará parte de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, e a cena que mostra sua leitura leitura é uma referência às cenas do 1º filme do ‘Doutor Estranho‘, quando Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) aprendeu magia enquanto seu corpo estvaa inanimado.

Talvez o interesse de Wanda em Strange seja aprender como transitar entre realidades em busca de seus filhos. Isso também pode ser uma referência para a teoria de que o demônio Mephisto se tornará parte do MCU na Fase 04.

Embora o demônio não tenha sido revelado como o Grande Vilão de ‘WandaVision‘, Mephisto tem um desejo de colecionar almas, talvez Billy e Tommy tenham se tornado parte de sua coleção – o que explicaria por que eles estão implorando por ajuda.

O que você acha?

‘Buscando…’: Storm Reid está em negociações para estrelar a sequência

Seventeen-year-old Rue returns home from rehab with no plans to stay clean. She meets Jules, who's new in town, at a party at McKay's house. Nate gets in McKay's head when McKay takes an interest in Cassie. Nate and Maddy, who have broken up once again, attempt to make each other jealous. Meanwhile, Kat is pressured to lose something.

De acordo com o Deadline, Storm Reid (‘O Homem Invisível‘) está em negociações para estrelar a sequência do aclamado suspense ‘Buscando‘.

Detalhes sobre o seu possível papel não foram divulgados.

Vale lembrar que o novo filme contará uma nova história com personagens completamente diferentes.

A dupla Will Merrick e Nick Johnson, que foi responsável pela edição do primeiro filme, foi contratada para dirigir o novo filme.

Eles também irão escrever o roteiro da sequência, que será baseada em uma história de Sev Ohanian e Aneesh Chaganty.

Sucesso nos cinemas, ‘Buscando‘ arrecadou US$ 75.4 milhões, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões.

Estrelado por John Cho e Debra Messing, o primeiro filme gira em torno de um pai procurando sua filha de 16 anos desaparecida. Desesperado, ele resolve procurar por mais informações no computador dela, seguindo o seu rastro digital.

 

‘Aliens: Fireteam’: Gameplay do jogo traz confronto INTENSO com Xenomorphs; Confira!

O site IGN divulgou um novo vídeo de 25 minutos com a gameplay de ‘Aliens: Fireteam‘, jogo baseado na franquia clássica de Ridley Scott.

Parece o jogo será intenso, com muito tiro e confronto com os icônicos Xenomorphs.

Confira:

O jogo, que contará com personagens originais (Gunner, Demolisher, Technician, Doc e Recon), será em terceira pessoa com três jogadores como soldados enfrentando a ameaça dos Xenomorphs.

A trama se passará 23 anos após os eventos de ‘Alien 3‘, em um mundo em que a existência dos Aliens não é mais um segredo. Os jogadores deverão encontrar locais infestados para erradicar a colmeia e suas monstruosidades.

O jogo terá quatro campanhas, com três missões principais. Cada campanha será ambientada em uma locação diferente fortemente inspirada pelo universo dos filmes.

A produtora Cold Iron Studios prometeu 20 tipos diferentes de inimigos, com 11 variações de Xenomorph entre eles. Algumas dessas variações serão encontradas apenas em determinadas campanhas com uma mistura de designs clássicos, como a Rainha, e novos tipos, como os Bursters, que são basicamente bombas de ácido.

Aliens: Fireteam‘ será lançado na Steam, PlayStation e Xbox, em meados de 2021.

‘Pose’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série; Saiba quando irá estrear!

O canal FX anunciou que a 3ª temporada de ‘Pose‘ será a ÚLTIMA da série.

O ciclo final irá estrear no dia 2 de maio, e o último episódio da produção está programado para ir ao ar no dia 6 de junho.

“‘Pose’ foi um dos destaques criativos de toda a minha carreira,” afirmou o cocriador Ryan Murphy em declaração oficial. “Desde o início, quando eu e o Steven Canals nos sentamos para ouvir sua visão e ideias para a série, tem sido um projeto apaixonante. Ir desde o início da minha carreira no final dos anos 90, quando era quase impossível colocar um personagem LGBTQ na televisão até ‘Pose’ – que ficará na história por ter o maior elenco LGBTQ de todos os tempos – é um momento verdadeiramente completo para mim. Essa série fez história atrás e na frente das câmeras, e seu legado é profundo. Estou muito orgulhoso dos meus colegas criadores Steven Canals e Brad Falchuk, e também da produtora/roteirista/diretora executiva Janet Mock, que deixou uma marca indelével com seu trabalho pessoal e sincero. Conseguimos contar exatamente a história que queríamos, como queríamos, e estou incrivelmente honrado e grato. A história de ‘Pose’ pode terminar em 1996, mas seu impacto vai durar para sempre.”

Criada por Murphy, Steven Canalse Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A TRAMA SE PASSA NO FINAL DOS ANOS 80 E OBSERVA A JUSTAPOSIÇÃO DE VÁRIOS SEGMENTOS DA VIDA E DA SOCIEDADE EM NOVA YORK: A ASCENSÃO DO UNIVERSO DE LUXO, A CENA SOCIAL E LITERÁRIA DO CENTRO E O MUNDO E CULTURA DOS BAILES.

O elenco inclui Mj RodriguezDominique JacksonBilly PorterIndya MooreRyan Jamaal Swain, Hailie Sahar, Angelica Ross e Angel Bismark Curiel.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix!

‘Harry Potter’: Presidente da WarnerMedia tem planos de expandir a franquia

De acordo com o The Hollywood Reporter, o CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, participou e uma conferência para investidores e falou sobre uma possível expansão da franquia ‘Harry Potter’.

“Tem uma coisinha chamada ‘Harry Potter‘, que é uma das franquias mais amadas do cinema. E estamos extremamente gratos por podermos fazer parceria com [a criadora] J.K. Rowling. Então eu diria que há muita diversão e potencial vindo aí.”, disse o executivo.

Kilar não entrou em detalhes sobre quais seriam esses planos de desenvolvimento, mas o anúncio vem logo depois que rumores apontaram que a Warner Bros. e a HBO Max estavam interessadas em uma série de TV live action baseada nos livros escritos por Rowling.

Vale lembrar que muitos fãs desejam ver uma adaptação do livro ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’, ambientado décadas depois da derrota de Voldemort.

A trama acompanha Alvo Severo Potter e sua jornada por Hogwarts como membro da Sonserina, onde ele faz amizade com Scorpio Malfoy, filho de Draco.

Alvo deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ele e seu pai aprendem uma incômoda verdade: às vezes, as trevas vêm de lugares inesperados.

Apesar da expectativa em tono da sequência, ainda não há nada confirmado sobre os novos projetos da franquia.

Além disso, ainda não está claro como Rowling pretende dar continuidade ao universo ‘Harry Potter’ nas telinhas, então não se sabe se a trama vai seguir os eventos dos filmes ou se serão baseadas em arcos aleatórios dos romances relacionados à saga principal.

Por outro lado, os fãs detestaram quando surgiram os rumores sobre a série de TV, e alguns até estavam promovendo uma campanha para que a Warner desistisse da ideia.

Confira as reações:

Expandir o mundo de ‘Harry Potter‘ continua a ser uma prioridade para HBO Max e Warner Bros., que junto com a criadora J.K. Rowling, controla os direitos de propriedade.

Harry Potter‘ é uma das propriedades intelectuais mais valiosas da Warner.

lembrando que a série literária de Rowling foi adaptada como oito filmes que arrecadaram mais de US$ 07 bilhões em todo o mundo.

Crítica em Vídeo | ‘Um Príncipe em Nova York 2’ vale a pena MESMO?

Um Príncipe em Nova York 2’ já estreou no catálogo da Amazon Prime Video, mas a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes teve a oportunidade de conferir a produção em primeira mão, antes da estreia, e te conta tudo – SEM SPOILERS.

Assista a nossa crítica:

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

‘Liga da Justiça’: Brinquedo mostra em detalhes o visual completo do Darkside; Confira!

Um usuário do Twitter divulgou uma action figure que detalha o visual completo do vilão Darkseid (Ray Porter) no Snyder Cut de Liga da Justiça‘.

O brinquedo produzido pela McFarlane Toys mostra o vilão com sua característica pele acinzentada e portando uma armadura de coloração roxa, além de uma espécie de lança com várias pontas.

Diferente das versões anteriores, o vilão parece ainda mais ameaçador.

Confira:

Lembrando que ‘Liga da Justiça‘ estreia em 18 de março na HBO Max.

Anteriormente, o Twitter oficial do Snyder Cut anunciou que a nova versão da adaptação será dividida em seis partes.

Cada parte do evento de 4h de duração vai receber títulos diferenciados, como ‘Não conte com isso, Batman’, ‘A era dos heróis’, ‘Amada mãe, amado filho’, ‘Máquina de mudanças’, ‘Todos os cavalos do rei’ e ‘Algo mais sombrio’.

Vale reforçar que o filme não será lançado em episódios, e a divisão é apenas uma estratégia estilística como em alguns filmes do Tarantino, por exemplo.

Confira os títulos:

Anteriormente, o diretor Zack Snyder confirmou que está nos estágios finais de ‘Justice League: Justice Is Grey Edition‘, a versão em preto e branco do filme.

“Eu gostaria de fazer um filme em preto e branco em algum momento. Estamos terminando agora a versão em preto e branco da Liga da Justiça, e é chamada de Justice Is Grey Edition. É assim que eu chamo. Liga da Justiça: Edição da Justiça é Cinza. Não é preto e branco como dizem (risos). Mas esse é o nome da versão em preto e branco.”, disse Snyder ao I Minutemen . 

Confira o novo cartaz:

Snyder descreveu o que agora é chamado de Justice Is Grey Edition como a “maior experiência da Liga da Justiça” e a “versão ideal do filme” porque o famoso Snyder Cut foi editado em preto e branco.

“Minha versão ideal do filme é a versão IMAX em preto e branco do filme. Isso, para mim, é a experiência mais centrada no fã, mais pura e mais da Liga da Justiça. Porque foi assim que vivi com o filme por dois anos, em preto e branco.”, disse Snyder em uma entrevista de novembro para o The Film Junkee .  

Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘Viúva Negra’: Elenco de ‘Homem-Aranha 3’ está pressionando a Marvel para assistir ao filme antes da estreia

Viúva Negra‘ deveria ser lançado originalmente em maio de 2020, mas foi atrasado várias vezes por conta da pandemia do Coronavírus.

E, assim como os fãs, Tom Holland e o elenco de ‘Homem-Aranha 3‘ estão morrendo de ansiedade para assistir à adaptação estrelada por Scarlett Johansson.

Durante uma entrevista para o Screen Rant, o astro disse que está pressionando a Marvel para que o estúdio libere uma cópia do filme para que ele e seus colegas de elenco possam conferir a trama antes da estreia.

No entanto, considerando o histórico de Holland como um péssimo guardião de segredos, parece que esse pedido não será realizado.

“Estamos importunando a Marvel há semanas para ver se eles vão marcar uma exibição de ‘Viúva Negra‘. Cara, como é difícil, até agora não cederam à pressão. Pessoal da Marvel, se vocês lerem essa entrevista, o pedido está de pé, nós queremos assistir ao filme logo.”

Infelizmente, Holland e os fãs ainda terão que esperar alguns meses para finalmente conferir o filme solo da heroína ‘Viúva Negra‘, que estreia em 07 de maio.

O filme terá 2 horas e 13 minutos de duração.

Para comparação, o filme se aproxima da duração de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos) e Pantera Negra (2 horas e 14 minutos).

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

Disney fala sobre possibilidade de lançar ‘Viúva Negra’ digitalmente

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Crítica | Nós – Novo terror psicológico do diretor de ‘Corra!’ chega no Amazon Prime

Depois do fenômeno Corra! (2017), o mundo aguardava atentamente o próximo passo do diretor estrela Jordan Peele. Natural. Assim, Nós se tornou um fenômeno de público e crítica assim que estreou nos cinemas em 2019. Agora, o filme chega no streaming do Amazon Prime Video.

Usando muitas das mesmas batidas de Corra!, Peele entrega seu “novo episódio de Além da Imaginação” estendido em um longa-metragem. Novamente também, o diretor aborda questões sociais nas entrelinhas de seu terror – desta vez, menos pungentes (mas ainda temos alegorias sobre as lutas de classes – os mais afortunados e os desprovidos). E embora o cineasta não aponte para questões raciais (de forma tão direta), o protagonismo de uma família negra numa produção mirada ao grande público é um dos maiores méritos conquistados pelo status de Peele.

Na trama, a família Wilson viaja para suas tão sonhadas férias de verão. Temos a mãe Adelaide (Lupita Nyong´o), o pai (Winston Duke), a filha (Shahadi Wright Joseph) e o filho (Evan Alex). Tudo parecia perfeito, mesmo com certa relutância da matriarca em ir a uma praia específica nas redondezas – com direito às traquinagens de qualquer comédia familiar. No local também se encontram os personagens de Elisabeth Moss, Tim Heidecker, e suas filhas gêmeas Cali e Noelle Sheldon. Porém, é com a chegada de outra família – cópias quase perfeitas da família Wilson – ao local, que o terror pisa no acelerador sem diminuir a eventos trágicos.

Jordan Peele, assim como os grandes diretores de suspense, sabe muito bem brincar com nosso imaginário. A cena de abertura – uma dos melhores do longa – é a prova disso. Sem qualquer conexão aparente com o resto do filme (é o que pensamos de início), o cineasta introduz um prólogo gélido e arrepiante, no qual uma menininha se perde dos pais num parque de diversões à beira mar nos anos 1980. Só por este trecho, Nós já valeria o ingresso. A trilha sonora incisiva nos deixa grudados na tela, esperando o que está por vir – é o prenúncio de algo ruim. Peele não se apressa e deliberadamente cria um compasso rítmico que estende ao máximo a tensão implícita no momento.

A introdução é brilhante, porém, o filme perde o gás em seu segundo e terceiro atos – nada que comprometa o resultado do todo. O que ocorre é que em seu segundo ato, Nós se torna declaradamente um filme de terror slasher (mesmo pairando acima do que é feito no subgênero), com personagens tentando sobreviver a seus perseguidores de qualquer maneira possível. Temos cenas em barcos, em casas e em carros. É padrão do terror, mas Peele o faz com classe.

No terceiro ato é quando precisam vir as explicações e daí percebemos pequenas lacunas não preenchidas no texto do diretor. Não que tudo precise ser explicado, pelo contrário, é muito melhor quando podemos responder por nós mesmos. Mas Peele se propõe a contar tudo, acredite, e termina por passar um pouquinho do ponto (até em questão de reviravoltas).

O filme ganha novas conotações em seu resultado, e definitivamente tem recheio o suficiente para diversas teorias e conclusões. Outro ponto que precisa ser ressaltado são as atuações deste elenco pra lá de empenhado. Em questão de performances, Nós não é um filme fácil, pois aqui lidamos com o exagero, com o fantástico e, por que não, com o ridículo. O elenco tira de letra, em especial Lupita Nyong´o, que abraça a insanidade com gosto e arrisca muito como Adelaide, mas principalmente como Red – sua gêmea do mal.

A direção de Peele é encorpada e suntuosa. O roteiro, se não é milimetricamente confeccionado, ao menos ganha muitos pontos pelos riscos que toma, e pela construção de um produto mirado às massas totalmente fora da caixinha. Que mais cineastas arrisquem como Peele e que contribuam para a renovação do cinema de Hollywood.

Assista nossa crítica em vídeo:

Pokémon 25 anos | Os melhores filmes dos Monstrinhos de Bolso

Pokémon completa 25 anos de existência, e como somos grandes fãs da franquia, preparamos uma série especial para comemorar essa data tão especial. Mesmo tendo começado como um jogo de sucesso, que expandiu seus horizontes para os mangás e animes, foi pelo cinema que muitas crianças tiveram o primeiro contato com a franquia. Por isso, separamos os cinco melhores filmes do universo dos monstrinhos de bolso. Confira!


Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca

Não tem jeito, o melhor filme de Pokémon já feito ainda é o primeiro. Protagonizado por todo o elenco clássico da série, o longa animado apresenta como antagonista ninguém menos que o monstrinho mais poderoso de todo o anime: Mewtwo. Na trama, o ameaçador Mewtwo é um Pokémon criado em laboratório por cientistas que estavam trabalhando para conceber o Pokémon perfeito. O problema é que eles não consideraram Mewtwo uma criatura viva, mas sim apenas um experimento. Cheio de ódio e sem entender seu papel no mundo, a “cobaia” desenvolve consciência, destrói o laboratório e sai pelo planeta na tentativa de se provar superior a todos, incluindo seus criadores. Cheio de questões filosóficas e frases que parecem ter saído diretamente da bíblia, Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca é fantástico.

Pokémon Origens

Sendo muito sincero, essa animação aqui só não entrou como o primeiro da lista por não ser exatamente um filme. Lançado em 2013, esse especial de quatro partes foi feito para promover a chegada dos inéditos jogos Pokémon X e Y, que traria o controverso mecanismo das Mega Evoluções. Só que o material ficou tão sensacional que é impossível não colocá-lo na galeria dourada dos filmes da saga. Ele é baseado na história do videogame original (Pokémon Red e Blue), adaptando a saga do lendário treinador Red para as telas. Todo mundo na Pokémon Company sabia que os fãs eram loucos por um anime sobre Red, então foi uma jogada de mestre fazê-lo para promover um jogo para o qual muitos fãs torciam o nariz. Ao longo da trama, Red viaja o mundo para tentar vencer o máximo de batalhas possíveis, vencer ginásios, a Liga Pokémon, derrotar a Equipe Rocket e completar a Pokédex. É simplesmente incrível.

Pokémon: Detetive Pikachu

O primeiro live action da história da franquia foi uma adaptação fofíssima do jogo Detetive Pikachu, que fala sobre um menino e um Pikachu detetive que saem por aí resolvendo mistérios do mundo Pokémon. Interpretado por Ryan Reynolds, o Pikachu do filme esconde um segredo que nem ele mesmo é capaz de lembrar, já que perdeu a memória após um acidente. Junto a Tim Goodman (Justice Smith), um menino rejeitado pelos Pokémon e cujo pai desapareceu misteriosamente, o detetive amarelinho vai investigar o que aconteceu para ele perder a memória e vai ajudar o garoto a tentar encontrar o pai. É uma fofura superdivertida pelo universo Pokémon.

Pokémon 4: Viajantes do Tempo – Celebi, A Voz da Floresta

Fenômeno nos cinemas brasileiros, Pokémon 4 ficou marcado na minha geração pelas cartinhas que vieram de brinde junto ao ingresso, assim como no primeiro filme. No entanto, as pessoas acabaram falando mais das cartas do que da aventura em si. Repleto de reviravoltas, esse filme traz os lendários Celebi e Suicune para as telas. Enquanto Celebi é o protetor das florestas, que ostenta a incrível habilidade de viajar pelo tempo, Suicune é o espírito dos rios, capaz de purificar qualquer tipo de água. A trama gira em torno de um menino que é trazido do passado pelo protetor das florestas e agora precisa encontrar um jeito de voltar para casa. No caminho, ele tromba com Ash Ketchum e seus amigos, que decidem ajudá-lo em sua questão.

Pokémon: Lucario e o Mistério de Mew

Ambientado no meio da jornada pela Batalha da Fronteira, o oitavo filme de Pokémon é cercado de misticismo. A trama fala sobre uma antiga lenda de um treinador especial que traria paz para o mundo e acaba se entrelaçando com a história de um Lucario aprisionado em um cajado e do lendário Pokémon Mew. Paralelamente a isso, Ash e seus amigos chegam na cidade de Rotha para as comemorações e, para variar, se envolvem na confusão principal de novo. É o filme da franquia com o tom mais sombrio e uma coloração envelhecida muito interessante. Para uma aventura de época com monstrinhos de digladiando. Incrível!

Qual seu filme favorito de Pokémon? Diga nos comentários!

Pokémon 25 anos | A franquia que estreitou os laços orientais com o ocidente

Pokémon é uma das franquias orientais mais populares do mundo. Estima-se, inclusive, que seu valor gire em torno de US$ 100 bilhões juntando videogames, jogos de carta, animações, brinquedos e acessórios. Esse fenômeno foi idealizado por Satoshi Tajiri entre o finalzinho dos anos 1980 e o início dos anos 1990, quando ele percebeu que a moda dos videogames não era passageira e resolveu se aventurar no mercado com uns amigos. Na impressão dele, a industrialização havia limitado muito o senso de aventura das crianças, que já não brincavam mais ao ar livre. Então seria interessante fazer um jogo que simulasse os passatempos de sua infância para o ambiente virtual. Calhou que Satoshi tinha a frustração de ser proibido por sua mãe de ter mascotes, e sua atividade preferida era explorar florestas e rios, além de observar, catalogar e colecionar insetos em potinhos. Foi daí que vieram conceitos da franquia, como os treinadores serem crianças respondendo a cientistas, a pokédex, que nada mais é que um grande catálogo, as pokébolas e a aparência dos monstrinhos da primeira geração, quase todos muito parecidos com animais de verdade.

O legado de Satoshu Tajiri marcou a vida de milhões de crianças e jovens pelo mundo. Reprodução/ Internet.

Na época, ele tinha fundado uma empresa de videogames com uns amigos, que viria a ser a idolatrada Game Freak, produtora oficial da franquia. Trabalhando no mesmo prédio da Nintendo, ele precisava bolar um novo videogame. Aquela ideia de replicar as experiências da infância estava matutando na cabeça, até o dia em que ele viu dois jovens jogando Game Boy e usando o Cable Link – o nosso “cabinho” – para conectar seus dois aparelhos. Ele pensou em como isso poderia viabilizar um sistema de trocas dos monstrinhos e promover uma grande interatividade entre os jogadores. Satoshi apresentou o projeto, ganhou sinal verde e passou em torno de cinco anos trabalhando em Pokémon Red & Green. O lançamento aconteceu em 27 de fevereiro de 1996 e foi um sucesso, considerando que vendeu mais de 8 milhões de cópias no Japão sem contar com qualquer tipo de publicidade. Um verdadeiro fenômeno. O jogo foi exportado para o ocidente na versão Pokémon Red & Blue, outro sucesso explosivo. A “Blue Version” foi tão popular que acabou sendo lançada também no mercado japonês.

A três versões que fizeram a criança não desgrudar do Game Boy. Reprodução/ Internet.

Como os jogos se tornaram clássicos instantâneos, chegando a vender mais de 10 milhões de cópias do ocidente, veio a ideia que permitiu Pokémon se tornar o que é hoje: criar um anime. O desenho animado era uma forma de conseguir novas arrecadações diretas, além de ajudar a expandir e popularizar ainda mais os videogames pelo mundo. Afinal, se a criança não tiver um Game Boy, provavelmente ela terá uma TV em casa e poderá consumir Pokémon, viver Pokémon e sonhar em ter um Pokémon por conta do desenho animado. Foi uma jogada de mestre.

O início de uma amizade que já dura quase três décadas. Divulgação/ The Pokémon Company.

E foi assim que teve início uma das relações entre oriente e ocidente mais legais de todos os tempos. A trama do anime era bem simples. Deveria replicar o estilo de RPG do videogame, com cada episódio trazendo uma quest diferente. Os protagonistas seriam Ash Ketchum (No original, Ash se chama Satoshi em homenagem ao criador da franquia) e a Pokémon Clefairy, que teria a habilidade de falar a língua dos humanos. Mas eles optaram pelo Pikachu em cima da hora. A carinha mais amigável e o formato de ratinho gorducho pareciam mais simpáticos que a fada redondinha de rosto achatado. Com o desenho arrastando uma legião de fãs pelo mundo, a Game Freak preparou uma nova versão da fita de Game Boy chamada Pokémon Yellow: Special Pikachu Edition, com um detalhe que mudaria tudo: o Pikachu do jogo acompanharia o treinador fora da Pokébola, algo muito fofo. Essa edição vendeu sozinha mais de 5 milhões de cópias. Mais um acerto estrondoso.  E o ponto do protagonista ser uma criança vivendo aventuras em um mundo adulto com seu “bichinho” adorável acabou sendo uma das principais chaves do sucesso da animação. Isso porque a maioria dos desenhos animados até então eram protagonizados por adultos ou jovens agindo junto a mentores. Então, ter uma criança independente tomando decisões com seus amigos passava uma sensação de liberdade que nenhuma outra produção direcionada para o público infantil conseguia. Dessa forma, a temporada original de Pokémon se tornou a primeira grande ponte entre a cultura oriental e a ocidental livre para todas as idades.

O primeiro filme Pokémon foi um evento global que levou milhões de crianças aos cinemas para verem Ash e Pikachu enfrentando o Pokémon mais poderoso de todos: Mewtwo. Reprodução/ The Pokémon Company.

A troca cultural foi tão grande e significativa que Pokémon foi crescendo cada dia mais. Atualmente, a franquia é considerada a mais lucrativa do mundo, superando gigantes como Marvel, DC e Star Wars. Essa frente ampla na qual os jogos influenciavam no anime e vice-versa permitiu um sucesso complementar, que afetava diretamente em produtos como os jogos de carta, os mangás e, claro, os bonequinhos e acessórios tão requisitados. Nem mesmo as polêmicas do episódio do Porygon, que causou uma crise epiléptica em aproximadamente 700 crianças japonesas, e a do episódio do Dratini, em que um idoso aponta uma arma para a cara de Ash, foram capazes de impedir o sucesso crescente da franquia. E ao final dos anos 1990, Pokémon era tão popular em todo o mundo que criaram um termo quase pandêmico para definir esse fenômeno: “Febre Pokémon“.

Independentemente do país em que estivessem, os produtos de Pokémon eram os mais buscados e os primeiros a esgotar, mesmo tendo muitas variedades. Figurinhas, bonecos, roupas, calçados, chicletes, relógios, mochilas… Tinha de tudo, e sempre acabavam em questão de minutos. No Brasil, o anime estreou na Record em 10 de maio de 1999, no programa Eliana e Alegria. A apresentadora, inclusive, virou um tipo de embaixadora não oficial dos monstrinhos no país, chegando até a gravar músicas inspiradas na animação. Não teve como não fazer sucesso, e assim Pokémon acabou virando um tipo de trunfo da emissora por um tempo. A “Febre Pokémon” foi algo tão intenso por aqui que o falecido Gugu Liberato chegou a abrir um parquinho inspirado na franquia em um shopping de São Paulo, mas acabou não dando muito certo. Outra prova do sucesso foi a pirataria dos produtos. Era impossível passar por um camelô sem encontrar centenas de itens Pokémon pirateados, e isso não foi exclusividade brasileira, não. As falsificações aconteceram no mundo todo, fator que determina até hoje a dificuldade em avaliar o verdadeiro valor da franquia, já que a arrecadação pirata não chega aos cofres da The Pokémon Company. E mesmo assim, Pokémon é a franquia mais valiosa do planeta.

As cartas distribuídas como brinde no primeiro filme de Pokémon viraram item de colecionador. Reprodução/ Youtube.

Os filmes foram apenas extensões da animação e também conquistaram legiões de fãs ao introduzirem as cartinhas do jogo como brinde. Uma aula de marketing, porque presenteavam as crianças com uma “porta de entrada” para o consumo de outro produto da empresa. Os dois primeiros filmes estão até hoje no top-10 de animações japonesas de maior bilheteria da história, sem contar que renderam mais de 20 continuações. Em nível de comparação, a franquia Velozes & Furiosos lançou até agora noves, sendo um deles spin off da saga principal. Pokémon tem mais do que o dobro de filmes lançados.

Os cariocas e os atletas da Rio 2016 pressionaram bastante pela chegada de Pokémon Go ao Brasil. Reprodução/ Internet.

O último grande momento que tivemos desse fenômeno absurdo de Pokémon pôde ser visto em 2016, com o lançamento do aplicativo para celulares, Pokémon GO. O joguinho que permitiria usar a câmera dos smartphones para capturar os monstrinhos pelo mundo era uma das invenções mais esperadas da história do entretenimento. A possibilidade de percorrer o planeta capturando Pokémon como um autêntico Mestre era fascinante. Ele foi sendo lançado aos poucos pelos continentes, enquanto a América do Sul, mais especificamente o Brasil, ainda não tinha uma data definida, o que deixou os fãs malucos. Com a proximidade das Olimpíadas, os cariocas e alguns atletas olímpicos que viriam para o Rio de Janeiro começaram a pressionar a Niantic para que o game chegasse ao Brasil antes do evento ter início. A campanha foi tão forte que até mesmo o prefeito do Rio, Eduardo Paes, fez uma postagem em suas redes sociais usando imagens dos monstrinhos nos pontos turísticos da Cidade Maravilhosa para dar aquela famosa cobrada na empresa.

Depois de atletas olímpicos e do prefeito do Rio se juntar à campanha, a Niantic correu para lançar Pokémon Go no Brasil a tempo das Olimpíadas. Reprodução/ Facebook Eduardo Paes.

Assim, no dia 3 de agosto de 2016, o tão sonhado Pokémon Go chegou em terras brasileiras. O Boulevard Olímpico virou um verdadeiro safári Pokémon, com gente de todo o mundo usando seus telefones para pegar os monstrinhos de bolso. No entanto, o app causou alguns problemas por aí. A começar pelas quedas e tombos, que viraram rotina para os jogadores, que estavam sempre com os olhos grudados nas telas. Também houve casos de Pokémon aparecendo em lugares “inadequados”, como um Koffing, um Pokémon que solta gás, sendo flagrado no Museu do Holocausto, na Alemanha, e dos Pokémon Psíquicos sendo encontrados com mais frequência perto de sanatórios e centros de recuperação da saúde mental. Além, claro, dos assaltantes colocando as “lures” em pontos estratégicos para atrair os jogadores e facilitar assaltos na vida real.

A comunidade Judia emitiu uma nota de repúdio à Niantic pela aparição considerada desrespeitosa no Museu do Holocausto.
Reprodução/ Internet.

Enfim, em 25 anos de existência, a franquia Pokémon conseguiu dominar o mundo e ajudar na globalização da cultura oriental, já que carrega em suas histórias diversos itens e exemplos culturais do Japão. Fenômeno em praticamente todos os lugares do planeta, Pokémon – que é uma abreviação do termo americano “Pocket Monsters” (monstros de bolso) – é extremamente querido e marcou a vida de bilhões de pessoas ao redor do globo, inclusive a minha. Então, por conta de todo esse impacto na nossa sociedade, Feliz #PokémonDay!

 

10 Continuações Famosas que Completam 20 anos em 2021

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 20 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 30 anos em 2021. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Bônus: O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.

Não agradou? Veja o que os críticos estão falando de ‘Um Príncipe em Nova York 2’

Um Príncipe em Nova York 2’ já estreou no catálogo da Amazon Prime Video – mas parece que a nova história não conquistou o coração da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 51% de aprovação, com nota 5.60/10 baseada em 96 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “décadas depois de seu predecessor brincar sobre a tênue linha entre amor e náusea, Um Príncipe em Nova York 2’ lembra o público que há uma linha igualmente fina entre uma sequência e uma repetição”.

Confira as principais críticas abaixo:

“Eu fiquei desconfortável quando assisti [ao primeiro filme] aos 15 anos. Continuo desconfortável agora” – Film Freak Central.

“[O filme] erra algumas coisas, mas ainda assim acerta várias outras” – London Evening Standard.

“Não parece que os cineastas escreveram um novo roteiro, e sim reescreveram o antigo” – New York Magazine/Vulture.

“Está tudo aqui. Mas essa parada de Melhores Hits parece cansada sob os olhos de Eddie Murphy” – Detroit News.

“No final, Um Príncipe em Nova York 2’ nos ganha. É estranho como esses filmes criam um sentimento bem aconchegante” – San Francisco Chronicle

Assista a nossa crítica:

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

‘Missão Impossível 7’: Kittridge está de volta na nova imagem oficial da sequência!

Em seu Instagram oficial, o diretor e roteirista Christopher McQuarrie divulgou uma nova imagem oficial de ‘Missão Impossível 7’.

A belíssima foto traz o retorno de Henry Czerny como o icônico Eugene Kittridge, cuja última aparição na saga havia sido em 1996 (ou seja, no primeiro capítulo da franquia).

Confira:

 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)

Detalhes sobre a narrativa não foram revelados.

O elenco também conta com Tom Cruise, Hayley AtwellPom KlementieffVanessa KirbySimon PeggRebecca FergusonAngela Bassett.

Anteriormente previsto para julho de 2021, ‘Missão Impossível 7’ chegará aos cinemas em 18 de novembro de 2021.

Enquanto isso, Missão Impossível 8 será lançado no dia 3 de novembro de 2022, três meses depois de sua data original. 

‘Goosebumps’: Série de TV já contratou produtor e diretor, revela R.L. Stine

Respondendo a um fã no Twitter, o lendário romancista R.L. Stine revelou alguns detalhes e deu atualizações sobre a vindoura série Goosebumps, que está sendo produzida através da parceria entre a Sony PicturesScholastic Entertainment.

Sem comentar quaisquer nomes, Stine disse que a série já contratou um produtor e um diretor – e que mais notícias devem ser divulgadas em breve.

Confira:

Neal H. Moritz ficará responsável pela produção ao lado de Iola LuccheseCaitlin Friedman. Nenhum outro detalhe foi revelado por enquanto.

Em um comentário oficial, Lucchese disse que:

Goosebumps tem mantido as crianças e as famílias na beira de seus assentos por quase 30 anos, e estamos bastante animados com a parceria com a Sony Pictures Television e Neal H. Mortiz para trazer essa marca à vida de um modo diferente para a nova geração.”

A saga de curtos romances foi adaptada para as telinhas em 1995 e estendeu-se por quatro temporadas, terminando em 1998.

Em 2015, as histórias ganharam uma versão para os cinemas intitulada Goosebumps: Monstros e Arrepios’, com Jack Black interpretando Stine. O sucesso do longa gerou uma sequência chamada Goosebumps: Halloween Assombrado’, lançada em 2018, mas que não fez o mesmo sucesso que o filme original.