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SUCESSO! ‘Sorria’ ultrapassa ‘Pânico’ e ‘O Telefone Preto’ como a MAIOR bilheteria de terror do ano

SUCESSO! Após mais uma semana sólida nas bilheterias, ‘Sorria‘ alcançou US$ 200 milhões mundialmente, tornando-se o MAIOR filme de terror do ano.

Em pouco mais de um mês, o longa original da Paramount Pictures conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Pânico‘ (US$140M) e ‘O Telefone Preto‘ (US$159.5M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 97 milhões. No mercado internacional, foram US$ 103 milhões.

 

Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, o terror já pode ser considerado mais um sucesso do gênero e, possivelmente, o início de uma nova franquia de sucesso.

Sem contar que o filme inicialmente foi planejado para ser lançado direto no streaming.

Assista a crítica:

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Parker Finn é responsável pela direção e roteiro.

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

O elenco conta com Sosie Bacon, Kyle Gallner, Rob Morgan, Jessie T. Usher e Caitlin Stasey.

‘Trolls 4’: Dubladores querem Gloria Groove e retorno das bandas Br’oz, KLB e Restart na sequência [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgarem ‘Trolls 3 – Juntos Novamente’, Larissa Manoela, Hugo Bonemer e Jullie revelaram quais artistas gostariam de trazer para a equipe de dublagem da franquia.

“Gloria Groove!”, revelaram Larissa e Jullie. Já Hugo quer o retorno das bandas clássicas, como Br’oz, KLB e Restart.

Assista a entrevista:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.

Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.

Filmagens de ‘Pânico 7’ são ADIADAS, revela Neve Campbell

As filmagens da aguardada sequência ‘Pânico 7‘, que estavam programadas para começarem em setembro de 2024, atrasaram.

Em entrevista ao IndieWire, a atriz Neve Campbell revelou que as filmagens agora só devem começar em Dezembro.

“Devíamos começar a filmar em setembro, mas agora será em dezembro devido a alguns conflitos de agenda de Kevin e eu. Estamos alinhando tudo. E, na verdade, acho que isso é bom, porque teremos tempo para fazer tudo direito.”, afirmou.

As gravações devem se estender até Março de 2025.

O novo filme contará com o retorno de Neve Campbell (Sidney Prescott) e Courteney Cox (Gale Weathers). Patrick Dempsey segue em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid – do terceiro filme.

A trama alegadamente será focada na família da Sidney, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e as duas filhas.

Anteriormente, a insider MyTimeToShineH havia revelado que a próxima iteração terá vários assassinos, talvez mais do que o último filme.

Isso indica que finalmente veremos o Culto do Ghostface, planejado pelo Kevin Williamson em um roteiro descartado de ‘Pânico 3‘. Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Scarlett Johansson também deve VOLTAR em ‘Vingadores: Apocalipse’, afirma insider

Após a morte de Natasha Romanoff em ‘Vingadores: Ultimato‘, a Viúva Negra teve um filme solo para encerrar sua jornada no UCM.

Com Scarlett Johansson afirmando em diferentes ocasiões que havia se despedido do papel, um retorno parecia improvável. No entanto, agora a situação mudou.

De acordo com o jornalista Daniel Richtman, a atriz está confirmada para reprisar seu papel como Viúva Negra nos próximos filmes do maior grupo de heróis do UCM, com Vingadores: Apocalipse’ marcando seu retorno.

Lembrando que Chris Evans também teve seu retorno confirmado no projeto, assim como Robert Downey Jr. que interpretará o vilão Doutor Destino.

O Universo Cinematográfico Marvel (MCU) continua a se expandir com grandes promessas para os próximos anos. Uma das maiores expectativas está com a estreia de ‘Vingadores: Apocalipse‘, marcada para maio de 2026. Este filme será o penúltimo capítulo de uma nova fase épica, preparando o terreno para a sequência direta, ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, prevista para chegar aos cinemas em maio de 2027. Juntas, essas produções prometem redefinir o MCU e marcar o fim de uma era enquanto abrem portas para o futuro.

A trama de ‘Vingadores: Apocalipse‘ terá um foco central na crescente ameaça do multiverso, com vilões de diferentes dimensões surgindo para desafiar os heróis mais poderosos da Terra. Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ e o desenvolvimento dos conceitos de multiverso explorados em filmes como ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, a Marvel promete trazer uma história que não só vai reunir os heróis clássicos como Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Viúva Negra e outros, mas também apresentar novas figuras, como Shang-Chi, Ms. Marvel e os X-Men, que podem ser introduzidos nesse arco.

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Crítica | Gifted

Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo. Dirigido pelo cineasta Marc Webb (do ótimo 500 Dias com Ela), Gifted explora um retrato emocionante de uma família de uma garotinha excepcional e todas as variáveis que a cercam. Bem objetivo em seu roteiro, assinado por Tom Flynn, o longa metragem, sem previsão de estreia no Brasil, conta com apaixonantes atuações de Chris Evans (o Capitão América) e Mckenna Grace.

Na trama, conhecemos a rotina de Frank (Chris Evans) um mecânico de barcos autônomo que largou as salas de aula para se dedicar a criação de sua sobrinha, agora com sete anos, logo após o falecimento trágico de sua única irmã. Ao longo dessa jornada que mudou sua vida radicalmente, Frank percebe que a pequena é super dotada e possui uma mente matemática brilhante levando a jovem a vários conflitos na escola que é matriculada. Quando a direção orienta Frank a matricular Mary em uma escola especializada em aulas com grande eficiência nos estudos avançados de matemática, a avó da criança Evelyn (Lindsay Duncan) aparece na história e resolve lutar pela guarda da jovem prodígio levando a todos a uma batalha judicial.

A objetividade do roteiro chama a atenção. Não se perde em nenhum momento e preenche as lacunas deixadas com muito eficiência por meio de diálogos e surpresas que vão aparecendo ao decorrer dos 101 minutos de projeção. Os arcos são divididos cirurgicamente e entendemos as razões e consequências por meio de muitas sequências de emoções que o filme provoca. O carinho do tio/pai Frank e a visão filosófica que ele tem do mundo servem de aplicação e complemento para a mente super desenvolvida da jovem. Frank quer que ela cresça como uma criança comum, que tenha amigos e desenvolva uma vida em sociedade. Já a avó que entra na história de maneira fervorosa é traz consigo mágoas de um passado constante por conta do conturbado relacionamento com os filhos, principalmente com a mãe da menina.

Os conflitos provocados por essas duas linhas do pensar são apresentados, os personagens se constroem e se desconstroem em sua maneira de pensar, principalmente o protagonista. Os coadjuvantes, a professora de Mary e a vizinha de Frank chegam na trama dando novas óticas e opiniões sobre a situação. Quando o caso vira jurídico, novos argumentos são apresentados rumando para um final emocionante onde o amor e suas variáveis tendem ao infinito.

Pensando em terminar? 10 filmes que podem fazer você repensar seu namoro!

O amor muitas vezes nos leva ao limite, mesmo quando a iminência do término se apresenta como uma verdade. Através das histórias de ficção que vemos no cinema, podemos encontrar paralelos para pensarmos sobre a realidade – e, quem sabe, tirar lições para nossas próprias vidas. Abaixo, segue uma lista de filmes para fazer você pensar sobre o universo sempre complexo dos relacionamentos:

 

Band Aid (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos o casal Anna (Zoe Lister-Jones) e Ben (Adam Pally), que vivem uma imensa crise. Mesmo existindo muito amor na casa, as brigas são diárias e a rotina está deprimindo o casal. Até que certo dia, eles resolvem fazer o inusitado, compor músicas sobre todas as brigas que tiveram e assim montam uma banda junto com seu vizinho de porta.

 

Hank e Asha (Diamond Films+)

Asha (Mahira Kakkar) é uma jovem indiana, estudante de cinema, que está terminando os estudos na Suíça. Certo dia, após assistir a um filme, consegue entrar em contato com o realizador do mesmo, Hank (Andrew Pastides), um jovem norte-americano que busca se encontrar profissionalmente em Nova York. Os dois começam a se falar diariamente através de vídeos e um dia resolvem marcar de se encontrar em uma das cidades mais românticas do mundo, Paris. Mas será que esse encontro vai acontecer?

 

Quarto 212 (Reserva Imovision)

A divertida comédia francesa Quarto 212 usa, sem abusar, do choque da fantasia e das curiosidades do consciente para falar de muitos sentimentos. Escrito e dirigido pelo ótimo cineasta francês Christophe Honoré, o longa-metragem joga para o público um recorte intimista de um casamento à beira da ruína.

 

É Apenas uma Fase, Amor (Diamond Films+)

Paul (Christoph Maria Herbst) é um escritor, pai de três filhos, que passa por uma fase de observação sobre a importância do sexo na sua vida. Sua esposa, Emilia (Christiane Paul), uma atriz que trabalha como dubladora, já dá sinais de esgotamento pela distância que os separam, diferente de outros tempos onde eram bem mais animados e grandes desbravadores das estradas da vida. Eles então enfrentam uma iminente separação que vai fazer com que essas duas almas repensem sobre tudo que viveram (e como querem viver) suas vidas a partir dessa ruptura.

 

Minha Vida Perfeita (Netflix)

Jo (Ágata Buzek) é uma professora que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano, numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho – que acabou de ser pai – e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que impera em sua frente, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de um alguém que descobriu sua traição.

 

Todas as Canções Falam de Mim

Ramiro (Oriol Vila) e Andrea (Bárbara Lennie), como todo casal, viveram seus momentos intensamente durante anos. Quando resolveram se separar, houve um trauma e uma dor muito grande por parte do primeiro. O filme mostra delicados pontos de vistas desses dois românticos personagens e um sonho distante de um dia se reencontrarem e, quem sabe, viverem uma nova história de amor.

 

Vidas Passadas (Telecine)

Debutando na carreira de diretora, a cineasta sul-coreana Celine Song não podia ter começado com um melhor pé direito. Seu filme transborda sentimentos conflitantes aos olhos de duas almas que parecem complementares mas que o momento certo de se encontrarem muda completamente os rumos de seus destinos. Vidas Passadas é uma poesia em forma de cinema, onde declamações marcantes são vistas, sentimentos borbulham, nos levando de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

E agora, meu amor? (HBO MAX)

Alex (Matthew Perry) é um engenheiro que tem a grande chance de sua carreira profissional ao ser designado para supervisionar um projeto de construção em Las Vegas. Um dia, nesse lugar, acaba conhecendo Isabel (Salma Hayek), uma jovem com quem passa uma única noite. O tempo passa e Isabel volta a cruzar o caminho de Alex ao descobrir que está grávida. Buscando se entenderem, mesmo sem se conhecerem, o casal resolve enfrentar os conflitos de uma união e a chegada do primeiro filho.

 

O Amor é Estranho (Cindie)

O casal Ben (John Lithgow) e George (Alfred Molina) decidem oficializar sua união, fato que gera muitos problemas no trabalho do segundo e assim, ambos, acabam entrando em uma crise financeira. Após terem que vender a casa onde sempre moraram, contam com a ajuda de familiares, vizinhos e amigos para voltarem a ficar juntos.

 

Deixe a Luz Acesa

O cineasta Erik é um documentarista, homossexual, que gosta de conhecer pessoas pelo telefone. Em uma dessas ligações, conhece o advogado Paul. O relacionamento dos dois se torna cada vez mais excessivo, alimentado por altos. A luta de ambos é na verdade uma grande negociação dos limites que ambos ultrapassam a cada nova ação inconsequente.

 

As Previsões do Oscar 2021 – Nas Principais Categorias

Falta um pouco menos de 10 dias para a cerimônia do Oscar 2021. Com parte dos filmes disponíveis nas plataformas de streaming mais famosas, vide Netflix e Amazon, e outros já disponíveis para serem assistidos em vídeo on demand (onde se paga individualmente pelo filme), os cinéfilos já possuem acesso a alguns dos indicados da premiação deste ano. Mesmo assim, quatro dos oito filmes indicados na categoria principal ainda não estão ao acesso de todos nesta época de pandemia – e cinemas meio fechados, meio abertos.

Judas e Messias Negro e Nomadland estão em cartaz nos poucos cinemas abertos pelo país, em horários restritos. Meu Pai também se encontra em situação similar, porém, pode ser encontrado em plataformas para ser assistido em casa em VOD. Minari é prometido para estrear antes da cerimônia, e esperamos que o mesmo ocorra com Bela Vingança. Seja como for, para os que não querem se aventurar fora de casa, a lista terá que permanecer incompleta.

O Oscar, como são conhecidos os prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos EUA, é a maior festa do cinema mundial. Esse ano, no entanto, devido à pandemia do Coronavírus, o evento ocorrerá de forma inédita, e como afirmam os organizadores: tentará acontecer da forma mais presencial possível. Para tal, além do Teatro Dolby em Los Angeles onde é sediada a cerimônia, outras três localidades serão utilizadas: uma outra em Los Angeles mesmo e outras duas na Europa (Reino Unido e Paris) para facilitar os indicados que não puderam viajar em meio às restrições. É claro que desta forma teremos muita coisa virtual também.

Para ir aquecendo os motores, trazemos aqui nossa matéria anual tentando traçar um panorama dos indicados, além de dar nosso pitaco na previsão dos possíveis vencedores. Confira abaixo.

Melhor Filme

Entre os oito indicados a melhor filme temos dois que são pura representatividade racial. Judas e o Messias Negro é puro fervor, e dá voz à comunidade negra. Já Minari, é calmo e poético, abordando a cultura asiática nos EUA (em meio à uma época delicada de muito preconceito). Ambos são mais que dignos em suas causas. Na frente, porém, todos os especialistas só falam do contemplativo Nomadland, que por si só resume muito do que estamos passando atualmente no mundo, e transcende sua própria obra com seus bastidores. A história sobre uma mulher que perdeu tudo durante a recessão decidindo percorrer as estradas americanas como nômade é quase documental, usa como personagens famílias nômades reais, elimina fronteiras e cria a sensação que muitos de nós estamos passando: a de estarmos perdidos em meio a tudo, tentando nos encontrar.

O filme traz uma mulher forte à frente de sua trama, a veterana Frances McDormand, que pode levar seu terceiro Oscar como protagonista – batendo assim a toda poderosa Meryl Streep (que possui duas como atriz protagonista e uma como coadjuvante). Além disso, McDormand conquista um recorde nessa edição: é a primeira atriz indicada também como produtora do filme no qual atua. Mas Nomadland não para por aí, traz a sexta mulher indicada ao Oscar na categoria de direção (ou seria a sétima, já que este ano entraram logo duas) e a primeira asiática na categoria. Com todos esses atrativos, fica difícil a Academia não prestigiar.

O obstáculo à frente de Nomadland é Os 7 de Chicago, produção da Netflix dirigida por Aaron Sorkin (Oscar de roteiro por A Rede Social). Acontece que um dos maiores termômetros para o Oscar, segundo muitos especialistas, são os prêmios dos Sindicatos. O SAG, sindicado dos atores, premiou Os 7 de Chicago como melhor elenco, o que no passado significaria reflexo nos prêmios da Academia. Porém, nos últimos 26 anos, as duas premiações só se espelharam 12 vezes – com os últimos sendo Parasita (2019), Spotlight (2015), Birdman (2014), Argo (2012) e O Discurso do Rei (2010). Fora isso, alguns filmes inclusive já receberam o Oscar principal sem sequer serem indicados ao SAG, como é o caso com Green Book (2018) e A Forma da Água (2017). E é aí que se encaixariam Nomadland e Bela Vingança (o filme girlpower da edição), já que ambos não receberam nomeações no SAG.

Esnobados: Dentre os esnobados para melhor filme (com duas vagas deixadas em branco) estão Uma Noite em Miami (estreia de Regina King na direção), A Voz Suprema do Blues (indicado para ator e atriz principais), The Mauritanian (sobre uma injustiça cometida contra um muçulmano, preso por anos nos EUA) e First Cow (drama meio faroeste elogiadíssimo pela imprensa).

Diretor(a)

Essa é batata! Pela primeira vez nos prêmios da Academia duas mulheres foram indicadas para melhor direção. Na história do Oscar, até esta edição, apenas cinco mulheres no total haviam sido lembradas para o prêmio nesta categoria. Um absurdo! E somente Kathryn Bigelow saiu vitoriosa por Guerra ao Terror (2009). Após a indicação de Greta Gerwig em 2018 por Lady Bird (a última até então), os membros decidiram se redimir e ouvir o clamor público dos novos tempos nomeando duas cineastas no mesmo ano. Assim, é muito provável que uma delas saia com a estatueta para casa. Afinal, eles não cometeriam tamanha patacoada de indicar duas mulheres e não dar o prêmio para uma delas.

A britânica Emerald Fennell também é atriz e fez seu debute atrás das câmeras como diretora em Bela Vingança, longa de humor ácido sobre uma jovem mulher traumatizada por eventos de abuso masculino em seu passado, que decide se vingar de todo e qualquer machismo e masculinidade tóxica em seu caminho. O filme dialoga muito com nossos tempos, e Fennell marca um golaço com seu trabalho.

David Fincher é um dos grandes da Hollywood atual, e um de meus cineastas preferidos, mas representa tradição neste Oscar, com um trabalho feito nos moldes da antiga Hollywood. Thomas Vinterberg conseguiu o raro feito de ser indicado para direção com um filme estrangeiro, e Lee Isaac Chung, descendente de coreanos, é o próprio estrangeiro da categoria. Chegando para reafirmar a aceitação asiática. Mas não é o único.

A grande favorita na categoria é mesmo Chloé Zhao, chinesa que vem dando o que falar em todas as rodas de críticos, especialistas e cinéfilos. Ela quebra o recorde de ser a primeira asiática indicada na categoria de direção no Oscar, e pode vir a se tornar a segunda mulher da história a receber o prêmio. Zhao tem outras três indicações no Oscar 2021: melhor roteiro, edição e produção, todas para Nomadland. Zhao já se tornou uma superstar e tem engatilhado ainda para este ano a superprodução da Marvel Os Eternos, estrelado por Angelina Jolie, a ser lançado em novembro.

Atriz e Ator Principais

Uma das categorias mais truncadas do Oscar 2021 é a de atriz. A britânica Vanessa Kirby chegou com favoritismo logo quando Pieces of a Woman foi exibido em Festivais como Veneza e Toronto. Mas hoje, sua vitória foi mesmo a indicação, já que é jovem e tem uma longa carreira pela frente. Mas tudo pode acontecer. Carey Mulligan é outra jovem britânica no páreo, enaltecida como uma das melhores intérpretes de sua geração, ela só havia sido indicada uma única outra vez, em 2010 por Educação. Em Bela Vingança ela tem a performance com trejeitos mais pop da edição, apesar de um teor bastante sério.

Dentre as novatas, destaca-se a cantora Andra Day, nome artístico de Cassandra Batie, em sua estreia como protagonista no cinema na biografia The United States vs Billie Holiday, produção original do streaming Hulu. A atriz gerou grande hype no início da temporada de prêmios e pode sair da noite do dia 25 com uma estatueta de melhor atriz debaixo do braço. No entanto, duas veteranas fazem frente à sua vitória.

Viola Davis já tem um Oscar, mas na categoria coadjuvante por Um Limite Entre Nós (2017). Em A Voz Suprema do Blues ela também vive uma cantora negra muito relevante para a cultura norte-americana, talvez uma das mais importantes. Ma Rainey é tida como a “mãe do blues”, a primeira cantora negra a fazer fama – porém, hoje seu nome não tem o valor que merece, apagado com o tempo. O filme trata de pôr luz nessa figura de extrema importância. Por fim, Frances McDormand já tem dois Oscar de melhor atriz e isso talvez pese em sua terceira vitória, mesmo sendo mais que merecida. Apesar disso, ela é a mais cotada pelos especialistas.

Já na categoria masculina as coisas estão mais simples e resumidas. As indicações de Riz Ahmed (O Som do Silêncio), descendente de paquistaneses, e Steven Yeun (Minari), ator sul coreano, ambos jovens em suas primeiras nomeações, são mais que bem-vindas. E são seus maiores prêmios. Gary Oldman é um veterano incansável que, entre uma bomba e outra (quem nunca), não para de surpreender e ousar. Ele já tem seu Oscar (tardio) por O Destino de uma Nação (2018), e seu trabalho em Mank é impecável.

Porém, em qualquer outra edição do Oscar, o prêmio iria automaticamente para o lendário Sir Anthony Hopkins, no auge de seus gloriosos 83 anos, por sua performance hipnótica em Meu Pai, drama sobre um idoso precisando lidar com a devastadora realidade da demência senil. O que Hopkins faz aqui é inenarrável, de partir o coração dos mais duros bárbaros. É atuação em sua forma mais pura. Ele exala exuberância e coragem em sua entrega. No entanto, esta não é uma edição normal do Oscar. Porque aqui lidamos com a nomeação póstuma de um dos jovens astros mais culturalmente significativos dos últimos anos. Chadwick Boseman entrou para os anais da cultura popular e da história ao desempenhar o papel protagonista do primeiro super-heróis negro em grande escala do cinema: Pantera Negra, da Marvel. O filme de 2018 quebrou recordes e paradigmas, por ser a primeira superprodução do tipo a enaltecer a cultura negra/africana, realizado com elenco predominantemente de atores negros. Foi muito mais que um filme, verdadeiramente um evento social.

No Oscar desse ano, Chadwick foi lembrado por sua última performance, já que o jovem ator de 43 anos faleceu de forma mais que precoce ano passado, vítima do câncer. Boseman vive um trompetista ambicioso e dono de muita revolta em seu interior, causado pelo racismo inerente na cultura norte-americana, em A Voz Suprema do Blues – além de entregar um dos duelos performáticos mais arrepiantes dos últimos anos indo mano a mano com a gigante Viola Davis. Essa é a última chance da Academia prestigiar este jovem talento mais que merecido.

Atrizes e Atores Coadjuvantes

Começando pelas atrizes, será que este ano veremos a justiçar se finalmente feita para uma das maiores intérpretes ainda vivas que o cinema possui? Já virou até piada, e se os mais novos brincavam com o fato do jovem Leonardo DiCaprio sempre ser indicado e nunca vencer (isto é, até 2016), e chamam Amy Adams de o DiCaprio de saias, o que podemos dizer de Glenn Close? A atriz com nada menos que 45 anos de carreira, tem absurdas 8 indicações ao Oscar sem vitórias, datando de 1983. Este ano, ela entrega mais uma performance poderosa em Era uma Vez um Sonho, de Ron Howard. O problema é que sua atuação é uma das únicas boas coisas do longa, e o desempenho, digamos, medíocre do filme pode afetar sua vitória.

Creio que as jovens Amanda Seyfried (Mank) e Maria Bakalova (Borat 2) façam apenas figuração na noite – o que não deixa de ser uma baita vitória para suas carreiras. Olivia Colman entrega outra performance arrebatadora em Meu Pai, porém, venceu o prêmio há dois anos. Pode acontecer de puxar o tapete de Close, mais provável no entanto, segundo as apostas dos especialistas, é que quem leve o prêmio seja a sul coreana Yuh-Jung Youn, que interpreta a matriarca da família em Minari. Ela é ao mesmo tempo a azarona da categoria e a favorita.

Você sente os ventos da mudança? Na categoria de atores coadjuvantes, temos três atores negros indicados. É para aplaudir. Mesmo que, curiosamente, ambos Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield tenham sido indicados como coadjuvantes pelo filme Judas e o Messias Negro. Ei, alguém precisa ser o protagonista desta história, certo? A manobra, no entanto, a mesma utilizada em anos recentes com Dev Patel em Lion (2017), não é novidade. Protagonistas passam para coadjuvante em nomeações, a fim de obterem mais chances dentre as concorridas vagas. Leslie Odom Jr., que vive o cantor Sam Cooke em Uma Noite em Miami (dirigido pela atriz Regina King), é o terceiro negro a ocupar a vaga. Na categoria ainda temos Sacha Baron Cohen não por Borat, mas por Os 7 de Chicago.

Segundo as apostas de especialistas, o veterano Paul Raci é quem levará o Oscar nesta categoria, por seu desempenho como um conselheiro surdo para os alcóolicos anônimos em O Som do Silêncio. Raci tem 40 anos de carreira como ator e representa uma classe de artistas que mesmo com tanto tempo de estrada não ganham o reconhecimento devido. Bem, isso já mudou para o ator graças ao filme O Som do Silêncio. Raci não é surdo na vida real, mas foi criado por pais surdos, entende a condição melhor que ninguém, e é fluente em linguagem de sinais. Por si só, sua indicação é muito representativa de um grupo ainda nas sombras em busca de inclusão. Se vier, será uma muito bem-vinda vitória.

Como Thanos pode ser derrotado em ‘Vingadores – Guerra Infinita’?

Como era esperado, mesmo sem a Manopla do Infinito, Thanos ainda é poderosíssimo – e um forte oponente para os nossos heróis. Rumores que têm como base os quadrinhos, no arco ‘Desafio Infinito‘, apontam como Thanos pode vir a ser derrotado em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Nos quadrinhos, Mephisto convence Thanos a não usar a Manopola do Infinito, para provar sua coragem a sua amada Morte. Rumores apontam que Loki pode ocupar o espaço de Mephisto, manipulando o ego de Thanos, e possivelmente levando-o a sua derrota.

O grande problema fica por conta do plot romântico nos quadrinhos, mas rumores também apontam que Hela pode substituir a Morte, ainda que sua narrativa com Thanos a leve a caminhos menos românticos.

Na imagem acima, Mephisto convence Thanos a conquistar o coração de sua amada Morte. Ele já tem todas as joias da Manopla do Infinito, e ninguém tem a menor chance ao enfrentá-lo. Porém, Mephisto o convence a não usar as Joias para provar para a Morte o quão poderoso ele é, o deixando vulnerável. Nesse momento, os heróis se reúnem e conseguem derrotá-lo.

‘Os Vingadores: Guerra Infinita‘ estreia em 26 de abril de 2018.

2ª temporada de ‘Grown-ish’ ganhou o primeiro teaser; Assista!

O canal Freeform divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Grown-ish‘.

Confira:

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey (Shahidi), filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

Yara Shahidi, Trevor Jackson, Francia Raisa, Emily Arlook, Jordan Buh, Chloe Bailey, Halle Bailey e Luka Sabbat estrelam.

A 2ª temporada de ‘Grown-ish‘ estreará no dia 2 de Janeiro de 2019.

‘Annabelle 3’ ultrapassa a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

O universo ‘Invocação do Mal‘ continua forte! ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa acumula US$ 69.7 milhões. No mercado internacional, são US$ 137.7 milhões.

Ao total, o terror já arrecadou US$ 207.4 milhões mundialmente.

Apesar de ser mais um grande sucesso, vale notar que essa é a menor arrecadação do universo ‘Invocação do Mal‘ – se não considerarmos ‘A Maldição da Chorona‘ (US$ 122.1m).

Assista a crítica:

Crítica | Annabelle 3: De Volta para Casa diverte, mas não assusta

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

‘9-1-1’ é renovada para a 4ª temporada

A Fox renovou oficialmente a série ‘9-1-1‘ para a 4ª temporada.

A terceira temporada tem registrado uma excelente média de 1.4 na demo, e um total de 6.7 milhões de espectadores.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Cobra Kai’: Legado do Sr. Miyagi é destaque em clipe da 3ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe da 3ª temporada de ‘Cobra Kai‘, mencionando o icônico Sr. Miyagi e o seu legado.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 8 de janeiro.

Durante uma entrevista para o Comic Book, William Zabka, o intérprete de Johnny Lawrence, revelou o que devemos esperar do próximo ciclo.

“O final da 2ª temporada foi como um acidente de carro no qual todos saímos feridos, sem exceções. Há um monte de peças para juntar e feridas a sarar… Eu fiquei sabendo de algumas teorias de fãs por aí e algumas delas são boas, mas nem chegam perto do que está por vir. Boas tentativas. Eu defino a 3ª temporada como um show ou explosões de fogos de artifício, mas isso é bom ou ruim? Eu acho que ela incorpora o melhor das duas primeiras.”

Ele também fez mistério sobre o possível retorno de Ali Mills (Elisabeth Shue) ao comentar a cena final da 2ª temporada:

“Bem, o que eu posso te dizer é que nada é o que parece. Vimos que Johnny ainda lamenta seu término com Ali e ela é uma grande peça que faltava que faltava na vida dele. Ela é o amor que escapou e de alguma forma ele adoraria se reconectar [com ela]. Mas a série é cheio de surpresas.”

Por fim, ele comentou sobre a renovação da série para a 4ª temporada.

“Foi incrível gravar os novos episódios e estou ansioso para ver a reação dos fãs. Esperávamos que fosse lançada antes também, mas o mundo está uma bagunça… O que importa é que estamos felizes de dar continuidade ao trabalho com a Netflix. Já temos outra temporada garantida e isso é um sinal de que o público está nos apoiando, eu nunca imaginei que isso iria acontecer. Sou muito grato por dar vida ao Johnny.”

 

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

‘Sexta-Feira 13’: Adrienne King retorna como a Alice em filme feito por fã; Confira na íntegra!

Enquanto a franquia ‘Sexta-Feira 13‘ está presa em uma batalha na justiça, os fãs continuam desenvolvendo filmes independentes.

Dirigido por James Sweet, o longa amador ‘Jason Rising‘ traz o retorno de Adrienne King como a sobrevivente Alice Hardy, protagonista do primeiro filme que foi inesperadamente assassinada pelo Jason na cena de abertura da sequência.

Confira na íntegra:

James Sweet e Vincente DiSanti (diretor de ‘Never Hike Alone‘) são responsáveis pelo roteiro.

Na trama, um grupo de policiais está em busca de três fugitivos. Após descobrirem que a perseguição os levou ao terreno amaldiçoado de Crystal Lake, eles logo percebem que estão na mira do lendário assassino Jason Voorhees (Dan Kyle) e sua mãe enlouquecida. Quem pode enfrentar a Pamela Voorhees (Alyxandria McCormack) morta-viva? Alguém com uma vingança pessoal…

O elenco ainda conta com Kyle Vahan, Anna Campbell, Jason Reynolds, Jerry Bell Jr., Lisa Sorenson, Jennie Vaughn e Elizabeth Garrett.

O Acontecimento

(L’événement)

 

Elenco:

Anamaria Vartolomei

Luàna Bajrami

Louise Orry-Diquero

 

Direção: Audrey Diwan

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Zeta Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Julho de 2022

Sinopse: 

França, 1963: uma sociedade que censura os desejos das mulheres. E o sexo em geral. A história de Anne, uma jovem que decide abortar para terminar seus estudos e escapar das restrições sociais de uma família operária. Esta história simples, segue o itinerário de uma mulher que decide ir contra a lei. Anne tem pouco tempo pela frente. Seus exames estão chegando, e sua barriga está crescendo…

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Annie Ernaux;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Kevin Bacon quer retornar para sequência de ‘O Ataque dos Vermes Malditos’

Através de seu Twitter, o ator Kevin Bacon voltou a declarar que adoraria retornar para uma nova sequência da franquia ‘O Ataque dos Vermes Malditos‘.

Quando questionado sobre um novo capítulo da saga, o ator respondeu: “Só estou esperando pela ligação [do estúdio]”.

Vale lembrar que Bacon iria estrelar uma série que serviria de sequência direta ao filme original – ignorando todas as sequências da franquia.

Infelizmente, o canal SyFy não aprovou o projeto, e o episódio piloto – apesar de ter sido gravado e finalizado – nunca foi lançado oficialmente.

Confira o trailer:

A série se passaria 25 anos depois que os Graboids quase destruíram a cidade de Perfeição. Kevin Bacon reprisaria o seu papel como Valentine McKee, que acabou com os vermes uma vez e tentaria novamente; mas primeiro ele teria que lidar com a idade, álcool e um delirante completo de herói.

‘Chucky’: Filmagens da 3ª temporada são retomadas após a greve do SAG-AFTRA; Confira o anúncio!

Após o fim da greve dos roteiristas e atores em Hollywood, o canal SyFy confirmou que as gravações da 3ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade à franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘, já foram retomadas.

Para celebrar o retorno ao set, o elenco principal – incluindo Zackary ArthurAlyvia Alyn LindBjorgvin Arnarson e o novato Jackson Kelly – se reuniu para compartilhar o anúncio.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos apenas em 2024.

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Terror baseado no ‘Pinóquio’ ganha cartaz SANGRENTO; Confira!

O terror ‘Pinocchio: Unstrung‘, baseado no clássico infantil ‘Pinóquio‘, ganhou o primeiro cartaz.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

pinocchio unstrung

Rhys Frake-Waterfield, da franquia ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘, assume a direção.

A intenção é que todos esses projetos formem seu próprio universo compartilhado.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, os produtores declararam: “Personagens não anunciados deste universo serão revelados em desenhos durante os créditos finais da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘, então fiquem atentos.”

O mestre de efeitos Todd Masters (‘Brinquedo Assassino’, ‘Anjos da Noite: O Despertar’ e ‘Seres Rastejantes’) é responsável por criar o design da versão assassinado do icônico boneco de madeira.

Sem data de estreia, a previsão é que o terror estreie ainda em 2024.

ITN Studios e Premiere Entertainment serão responsáveis pelas vendas, com Frake-Waterfield e Scott Jeffrey servindo como produtores.

Ana de Armas é destaque em novo clipe EXPLOSIVO de ‘Bailarina’, derivado de ‘John Wick’

A Lionsgate divulgou um clipe inédito do aguardado ‘Bailarina‘, filme derivado da franquia ‘John Wick‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.

Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.

O elenco ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Nell Verlaque, de ‘Feriado Sangrento’, estrelará novo TERROR de vampiros

De acordo com o Deadline, Nell Verlaque (‘Feriado Sangrento’) será a protagonista de ‘Crave‘, novo terror de vampiros.

Jason Isaacs (‘The White Lotus’) também estrelará a produção.

Na trama…

“Assombrada pelo passado, uma jovem em luto se sente atraída por um misterioso circo itinerante que chega à sua pequena cidade. Enfeitiçada por seu fascínio, ela mergulha cada vez mais em uma teia de ilusões — apenas para descobrir um mundo subterrâneo que se alimenta do desespero e exige um preço altíssimo para escapar.”

David Charbonier & Justin Powell (‘O Rapaz Atrás da Porta’) são responsáveis pela direção, a partir de um roteiro assinado por Jason Filardi (‘Chapelwaite’) e Peter Filardi (‘Jovens Bruxas’).

O elenco ainda conta com Paulina Chávez (‘Landman’), Kieron Moore (‘Academia de Vampiros’), Eoin Macken (‘Resident Evil 6: O Capítulo Final’), Alicia Sanz (‘Um Drink no Inferno: A Série’), Cedrick Cooper (‘Boots’), Corrado MartiniAlvise Rigo e Elisabeth Sanjuán.

Roger Corbi, Dominic Rustam e Christian Mercuri servem como produtores.

O site afirma que as filmagens foram encerradas recentemente, na Espanha.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

CinemaCon: Christopher Nolan exibe cenas intensas de ‘Dunkirk’

Durante a CinemaCon nesta quarta-feira (29), Christopher Nolan exibiu cenas do seu mais recente filme, baseado na Segunda Guerra Mundial, ‘Dunkirk’.

A trama é centrada na evacuação militar britânica da cidade francesa de Dunquerque, em 1940, uma das maiores batalhas durante a guerra. A história é relatada pela perspectiva de três soldados.

Durante o seu painel, Nolan comentou sobre a importância deste momento histórico:

“Dunkirk e sua lenda são coisas com as quais o povo britânico cresceu – está em nosso DNA. A ideia de tomar essa situação paradoxal e colocá-la nas telonas do cinema é algo que tem estado perto do meu coração por algum tempo. É algo que eu achava que não está preparado para fazer”.

A tomada apresentada no CinemaCon foca em múltiplos personagens no mesmo momento do tempo. Há dois jovens soldados tentando carregar um companheiro ferido por uma ponte repleta de outros combatentes, enquanto no céu, o personagem de Tom Hardy, um piloto de guerra, está em batalha. O personagem de Rylance está levando um barco para o mar, onde um encouraçado está cheio de soldados. Sobre tudo isso há um intenso tique-taque, criando uma tensão que promete levar a um momento explosivo.

Sobre a intensidade da cena, Nolan falou:

“Eu queria contar a história do jeito mais visceral possível, eu queria tomar a audiência e colocá-la naquela praia”.

Ao longo do painel o cineasta também comentou sobre as possibilidades na expansão da qualidade dos filmes por meio da tecnologia IMAX. Considerado o favorito entre os proprietários de redes de cinema, o diretor britânico comentou sobre a primeira vez em que o formato foi usado em sua totalidade:

“Esta é a primeira vez que nós usamos câmeras IMAX em seu efeito máximo. Nós temos usado elas cada vez mais desde ‘O Cavaleiro das Trevas’.

O elenco conta com o cantor Harry Styles, o recente vencedor do Oscar Mark Rylance (‘Ponte dos Espiões‘), Kenneth Branagh (‘Operação Valquíria‘) e Tom Hardy (‘O Regresso‘).  Cillian Murphy, que viveu O Espantalho na trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, também volta a trabalhar com o diretor.

Christopher Nolan termina roteiro de seu próximo filme

O lançamento do novo longa de Nolan acontecerá uma semana após a estreia da terceira película da franquia ‘Planeta dos Macacos (A Origem e O Confronto)‘ e uma semana antes do reboot da Marvel StudiosHomem-Aranha‘. A estreis de Dukirk foi agendada para 21 de Julho de 2017.

“Heath Ledger era assustador como Coringa”, revela Christopher Nolan

Sua impressionante caracterização do vilão Coringa lhe rendeu um Oscar em 2009 por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’.

Sem poder colher os louros de seu trabalho, o astro Heath Ledger nos deixou pouco depois de encerrar as filmagens do papel de sua vida, deixando um grande vácuo no ramo cinematográfico.

E em uma entrevista recente, o cineasta Christopher Nolan conversou com a BBC Radio 1 em alusão aos 10 anos desde a morte do ator, revelando alguns detalhes sobre sua preparação para viver o Coringa nos cinemas.

De acordo com Nolan, o ato ficou assustador como o vilão, atuando de forma imprevisível, sempre pegando o elenco de surpresa durante as cenas.

Disse:

“Ele me deu algumas dicas sobre o que estava planejando e nós conversamos um pouco sobre o assunto. E eu sempre tentava ser sua audiência, me envolvendo com ele em sua preparação. Mas muito do que ele fez era na imprevisibilidade e eu acho que ele gostava de jogar suas cartas sempre perto de si. Gradualmente ela se revelava a mim, mostrava sua voz de Coringa e o jeito que ele ia conduzir o personagem. E quando o fazia, não era de forma natural e não chegando em mim dizendo ‘aqui está o meu Coringa’”.

Ainda sobre a preparação do personagem, Nolan pontuou a dedicação de Ledger em surpreender a todos com sua caracterização:

“Nós assistimos ele desenvolver o personagem, desde o figurino, passando por sua maquiagem, e eu tive a oportunidade de fazer parte desse processo criativo. Foi muito divertido, mas na hora que ele entrava em cena, haviam momentos – como o bater palmas ou sua voz – que eram realmente imprevisíveis. Ele criou essa figura bizarra e desde então eu já vi várias pessoas tentando imitá-lo. Mas de fato nós nunca sabíamos se ele iria para um lado ou para outro, se iria mais fundo ou mais alto. A gente nunca sabia o que aquele cara ia fazer e isso era o mais assustador nele”.

 

BIZARRO! Mulher expõe corpos mutilados como decoração de Halloween; Confira as imagens!

Os americanos costumam levar o Halloween bem a sério, mas uma mulher em Ohio foi longe demais e acabou chocando os moradores locais.

Expondo corpos mutilados no jardim da entrada de sua casa, Vicki Barrett foi bem além na caracterização de sua residência, trazendo um bebê morto a facadas, uma mulher crucificada de ponta cabeça, além de pessoas enforcadas e penduradas na árvore de seu quintal. A decoração ainda contou com a presença de gárgulas, artefato que talvez seja o mais suave de todos.

Toda essa transformação bizarra chocou os vizinhos da região, que começaram a murmurar a respeito da decoração, principalmente pelo fato da casa estar a poucos metros de distância de uma escola.

Em entrevista à emissora local Fox 8 Cleveland, Barrett disse que também começou a passar por situações inusitadas, com pessoas desconhecidas vindo para o jardim de sua casa nas madrugas.

“Teve um dia que cheguei mais tarde, pós meia-noite e acabei me deparando com luzes em frente à minha casa. Quando olhei pela janela, vi que nosso jardim estava cheio de pessoas que não conhecemos”.

As reações de surpresa e choque fizeram com que a mãe de família até retirasse toda a decoração, temendo que algo pudesse acontecer a sua família.

E embora esse tenha sido o terceiro ano em que ela decora sua casa com figuras tão gráficas, ela revelou em entrevista que não pretende voltar a fazer isso no ano que vem e afirmou que nem as tradicionais abóboras decorativas serão colocadas:

“Eu não creio que se quer queremos fazer qualquer coisa do tipo. Nem a abóbora ou qualquer outra coisa tão típica do Halloween. Não queremos mais nos expressar dessa forma.  Eu acho que para algumas pessoas, para nós, fazer esse tipo de decoração seria o mesmo que desistir. Mas não vejo como desistência e sim uma questão de segurança da minha família”.

 

‘Um Espião Animal’: Animação com Will Smith e Tom Holland ganha cartazes individuais

A animação Um Espião Animal‘, estrelada por Will SmithTom Holland, ganhou uma série de novos cartazes individuais, compartilhados pela conta oficial do Instagram da Disney Studios.

Confira, com o teaser mais recente:

 

O filme foi dirigido pela dupla Nick Bruno e Troy Quane.

O superespião Lance Sterling (Smith) e o cientista Walter Beckett (Holland) são completamente opostos. Lance é sofisticado, elegante e atraente. E Walter… não. Mas a habilidade social que falta em Walter é compensada por sua esperteza e uma fantástica capacidade de inventar, o que o permite criar apetrechos incríveis para Lance usar em suas missões épicas. Mas quando algo inusitado acontece, Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente diferente. E se essa dupla estranha não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo.

Karen Gillan, Rashida JonesDJ Khaled e Ben Mendelsohn completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais dia 23 de janeiro de 2020.

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Sequência já está disponível na Netflix

A popular continuação ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quinta-feira (12).

Na trama, Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros restantes de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta.

Vale lembrar que a terceira sequência, ‘Jurassic World: Domínio‘, teve sua estreia adiada para o dia 10 de junho de 2022 (um ano depois de seu lançamento original).

O novo filme terá o retorno de Dr. Alan Grant (Sam Neill), a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern), e Ian Malcolm (Jeff Goldblum).

O diretor Colin Trevorrow já planejava utilizar alguns deles anteriormente, mas disse ao Collider que estava esperando o momento certo para que eles não aparecessem de maneira forçada.

Contribuindo com a fala de Colin, Neill adiantou que esses personagens serão vistos durante todo o filme e não se tratam apenas de participações especiais. Confira quem foi confirmado até agora!

Dr. Alan Grant

Interpretado por Sam Neill, o Dr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.

Dra. Ellie Sattler

Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).

Dr. Ian Malcolm

O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.

Tim Murphy

Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovem Tim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.

Dr. Henry Wu

Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.

Lewis Dodgson

Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.

Owen Grady

O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.

Claire Dearing

Bryce Dallas Howard passou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.

Maisie Lockwood

Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado levaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.

Barry Sembène

Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.

Lowery Cruthers

Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.

Franklin Webb

Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.

Zia Rodriguez

A paleoveterinária de Daniella Pineda foi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.

Roberta

A T-Rex do Jurassic Park, que, segundo Colin Trevorrow, é a mesma do Jurassic World se chama Roberta. E ela tá mais que confirmada no filme três.

Ainda desconhecidos

A atriz DeWanda Wise terá um papel no novo Jurassic World.

Os atores Dichen Lachman, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Scott Haze e John Flanagan também foram confirmados no filme, mas em papéis ainda não definidos.

 

‘Dopesick’: Série sobre a crise de opioides nos Estados Unidos estreia na Star+

A minissérie ‘Dopesick‘, que gira em torno da crise de opioides nos Estados Unidos, teve a sua estreia na plataforma Star+ nesta sexta-feira (12). Os dois primeiros episódios já estão disponíveis na grade de programação.

A produção é baseada no livro homônimo best-seller do New York Times, escrito por Beth Macy.

A trama acompanha a crônica crise que os Estados Unidos sofre há anos com opioides e seu uso indiscriminado no país – o que tem gerado uma sucessão de viciados em remédios controlados, além de ser responsável por um alto índice de mortes.

A produção é descrita como “um olhar ambicioso, angustiante e cativante do epicentro da luta da América contra o vício em opioides, levando o público à uma comunidade mineira da Virgínia, aos corredores do Departamento de Narcóticos e à opulência do centros farmacêuticos de Manhattan”.

Michael KeatonPeter Sarsgaard, Kaitlyn DeverWill Poulter, John HoogenakkerRosario Dawson e Michael Stuhlbarg estrelam.

Vale lembrar que os demais capítulos serão lançados semanalmente no streaming.

Confira o trailer:

Phillipa Soo (Hamilton), Jake McDoran (Shameless), Ray McKinnon (Deadwood), Cleopatra Coleman (The Last Man on Earth), Jaime Ray Newman (General Hospital), Andrea FrankleWill Chase (Nashville), Rebecca Wisocky (Devious Maids), Meagen Fay (Two and a Half Men) e Trevor Long (Ozark) completam o elenco.

O roteiro fica a encargo do vencedor do Emmy Danny Strong (‘Empire’), sob a direção de outro ganhador do mesmo prêmio, Barry Levinson (‘Bom Dia, Vietnã’).

Produção de ‘Angels in the Asylum’, com Simon Pegg, está DEVENDO US$ 5 milhões a elenco, equipe e fornecedores após paralisação

O filme independente britânico ‘Angels in the Asylum‘, estrelado por Simon Pegg e Katherine Waterston, se tornou motivo de preocupação nos bastidores da indústria.

Segundo o Deadline, a produção – que teve suas filmagens interrompidas abruptamente há seis meses – acumula uma dívida de aproximadamente US$ 5 milhões (cerca de £3,7 milhões) com membros do elenco, equipe técnica e fornecedores.

Segundo documentos financeiros revelados pelo portal, a produção foi iniciada sem financiamento garantido — uma prática arriscada que se mostrou insustentável. As gravações foram interrompidas em fevereiro, após apenas 15 dias de filmagens de um cronograma previsto para durar um mês.

O longa está registrado sob a empresa AITA Films Limited, criada exclusivamente para o projeto. A empresa entrou em administração judicial em abril, equivalente a um processo de falência nos moldes do Capítulo 11 dos EUA. O relatório do administrador judicial aponta:

£600 mil em salários devidos a membros da equipe técnica; £374 mil em pagamentos pendentes para atores; £1,39 milhão em dívidas com fornecedores e estúdios (como Versa e Twickenham Film Studios); Mais de £41 mil em encargos trabalhistas e feriados não pagos a funcionários.

A empresa de financiamento Brandhouse Global Limited também aparece entre os credores, após ter injetado cerca de £486 mil no projeto — valor que não foi coberto quando o financiamento prometido pela Parkland Pictures não se concretizou.

Embora Simon Pegg conste como produtor executivo do longa, fontes confirmam que o ator não investiu recursos próprios nem recebeu pagamento por sua participação. O mesmo vale para o aclamado diretor de ‘The Crown‘, Steven Daldry, que também integra o projeto como produtor executivo.

Os produtores Rob Sorrenti (que também dirige o longa) e Heather Greenwood já se pronunciaram anteriormente, pedindo desculpas à equipe:

“Nunca poderíamos imaginar que chegaríamos a esse ponto quando começamos essa jornada.”

Ainda há esperança?
Apesar da crise, o relatório do administrador indica que há negociações em andamento com novos investidores para retomar as filmagens e pagar os credores. O cenário, no entanto, depende da finalização de uma “diligência jurídica rigorosa”. O set de filmagem está atualmente armazenado, com previsão de manutenção até setembro.

Caso o novo financiamento seja aprovado, todos os credores seriam pagos integralmente. Do contrário, apenas os “credores preferenciais” — como funcionários e o fisco britânico — devem receber parte dos valores devidos.

Inspirado em eventos reais, ‘Angels in the Asylum‘ acompanha um grupo de mulheres internadas à força em um asilo em Surrey nos anos 1930, após serem consideradas portadoras de tifo.

O elenco do longa ainda inclui nomes como Minnie Driver, Lesley Nicol, Rose Williams, Aurora Perrineau e Alex Jennings.

Enquanto isso, sindicatos como Bectu e Equity têm prestado apoio aos profissionais prejudicados. Em nota, a presidente do Bectu, Philippa Childs, lamentou o cenário:

“Os trabalhadores do cinema e TV já enfrentaram anos desafiadores. Ficar no prejuízo torna tudo ainda mais difícil para muitos de nossos membros. Infelizmente, esse tipo de situação é reflexo de uma indústria instável, e são os profissionais da base que mais sofrem quando uma produção desmorona.”

‘RuPaul’s Drag Race’ ganha coleção da linha Funko Pop; Vem ver!

O reality show fenômeno da cultura pop RuPaul’s Drag Racevai ganhar uma coleção da linha Funko Pop em 2018, e já conta com três bonecos das drags confirmados: RuPaul, Alaska Thunderfuck e Trixie Mattel.

Mais miniaturas devem ser anunciadas em breve. Confira fotos:

A coleção já está à venda no site da Hot Topic. Nenhum preço foi revelado e ainda não há previsão para os bonecos serem comercializados em lojas brasileiras.

Enquanto isso,RuPaul’s Drag Race All Stars’ retornará à VH1 no dia 25 de janeiro de 2018 para a sua 3ª temporada. Assista ao trailer com a presença de todas as Drags da competição:


‘All Stars’ é derivado do programa principal de Drag Race e dá uma segunda chance à participantes de temporadas passadas em uma nova competição, também apresentadas por RuPaul.

Já a 10ª temporada de RuPaul’s Drag Race chega no segundo semestre de 2018, sem data definida até o momento. RuPaul também está trabalhando em uma versão brasileira do reality show.

Matthew McConaughey e Anne Hathaway estrelam o suspense ‘Serenity’; Veja trailer!

Foi divulgada a primeiro trailer oficial de ‘Serenty, thriller que acompanha um capitão de barco de pesca no Caribe, cuja vida passada está prestes a colidir com o seu presente. Confira:

Steven Knight é quem dirige a produção. Matthew McConaughey viverá o barqueiro e Anne Hathaway será sua ex-esposa.

A estreia ficou para 19 de outubro nos EUA. Ainda sem previsão no Brasil. Confira uma imagem:

Crítica | Curta Essa com Zac Efron – Viaje sem sair de casa em tempos de pandemia

A Netflix lançou há um tempinho a série documental Curta Essa com Zac Efron. A princípio, a produção não tinha me chamado atenção, mas ela definitivamente vale a pena ser vista. A série traz o ator Zac Efron viajando o mundo junto ao guru alimentício, Darin Olien. A dupla, que tem uma química de amizade muito legal, se propõe a buscar alternativas de turismo e produção sustentável ao redor do globo. Enquanto isso, claro, eles vivenciam e divulgam novas culturas.

Talvez se tivesse sido lançada em outros tempos, a série não causasse o mesmo efeito. Mas em tempos de pandemia, poder ter um vislumbre do quão grande é o mundo e como há pessoas e atividades completamente diferentes espalhadas por aí… Esse tipo de coisa traz uma positividade muito grande, coisa necessária nesses dias difíceis. Além disso, os oito episódios mostram países diferentes que passaram por dificuldades e tiveram de se unir para começar a reconstrução, nações que procuraram na sustentabilidade um meio de vida e até mesmo uma fonte de renda. Coisas assim trazem aquela sensação de que ainda há esperança no mundo.

E como Zac é um ator muito descontraído, ele parece realmente estar curtindo tudo aquilo que é mostrado. Esse é um ponto muito interessante. Ver novas culturas pela ótica de alguém que está mais próximo de nós é divertido e deixa aquele gostinho de querer ir aos locais para conferir aquilo tudo pessoalmente. Ao mesmo tempo, Darin traz algumas informações técnicas sobre os efeitos e benefícios que os alimentos consumidos em cada país causam no corpo.

 

 

 

 

 

 

Os episódios seguem a mesma estrutura, mas cada um com suas particularidades. Alguns são mais focados em tecnologia, outros na cultura, outros na alimentação. Mas a verdade é que são todos muito interessantes. E o melhor deles, talvez até pelo aspecto emocional envolvido, é o que eles vão para Sardenha, na Itália. A partir daí, a série passa a ter uma força emocional maior, porque Zac e Darin começam a falar um pouco mais sobre si nos papos diários e sai aquela impressão de serem “dois famosos” pelo mundo, fazendo com que você enxergue apenas duas pessoas viajando.

 

 

 

 

 

 

Enfim, o maior chamariz da série é a simplicidade do ser humano e como o mundo poderia ser se todos trabalhassem cooperando em prol da humanidade. A busca pela divulgação da consciência ecológica é incrível também, porque é feita de forma natural. É um conteúdo informativo, emocionante e divertido. É a pedida certa para quem está de bobeira no final de semana.

 

 

 

 

 

 

 

 

Curta Essa com Zac Efron está disponível na Netflix.

Crítica | Amor Com Data Marcada – Comédia Romântica da Netflix é deliciosa e divertida

A menos de dois meses para o Natal, a Netflix abre sua temporada de filmes e séries natalinas em pleno outubro – e começa com nota alta! Recheado de todos os elementos que os fãs da melhor época do ano esperam, ‘Amor Com Data Marcada’ é uma deliciosa comédia romântica que merece ser vista o ano inteiro.

Sloane (Emma Roberts) é uma jovem de menos de trinta anos sem namorado. Para ela, está tudo bem, mas sua família faz aqueeela pressão de que ela vai acabar ficando sozinha para o resto da vida. Só que essa pressão toda piora nos feriados, em que espera-se que Sloane leve um acompanhante para que sua mãe (Frances Fisher), sua irmã (Jessica Capshaw) e sua tia (Kristin Chenoweth) possam conhecer. Frustrada – inclusive por ganhar pijamas de presente de NatalSloane vai à loja trocar seu presente e acaba conhecendo o simpático Jackson (Luke Bracey). Papo vai, papo vem, e os dois decidem fazer um trato: um será o “ferigato” do outro – ou seja, o acompanhante ideal nas festas e feriados sem esse lance de amizade colorida, porque isso não dá certo. Ao menos, é o que eles acham.

Embora pareça ter um conceito bem parecido com muitas comédias românticas de sucesso, ‘Amor Com Data Marcada’ pretende-se diferente por justamente partir do princípio de que misturar amor e sexo geralmente bagunça os sentimentos, por isso o casal protagonista se esforça ao máximo para não se envolver romanticamente – o que significa que nos dois primeiros arcos eles parecem apenas bons amigos que se dão muito bem e fazem companhia um ao outro nas datas festivas. Mas a química entre Emma Roberts e Luke Bracey é tão natural e convincente, que os dois realmente parecem estar se divertindo nas cenas e sentindo, junto com o espectador, aquela chamazinha que começa a surgir quando conhecemos alguém especial.

Para embalar o casal, o roteiro de Tiffany Paulsen começa apresentando o dramático histórico amoroso dos protagonistas para fazê-los se encontrarem, mas o foco do filme é centrado na vida de Sloane e sua família de mulheres. Ao longo de uma hora e quarenta e quatro minutos, o espectador acompanha de perto o crescimento da amizade entre Sloane e Jackson através de situações tão naturais, tão possíveis de acontecer, que causam a sensação de que de fato os conhecemos – reforçados pelas boas atuações do casal protagonista.

As situações cômicas de fato fazem rir porque todos os personagens criados carregam em si algum clichê que, juntos, dão o tom de uma família imperfeita que se ama. O romance, construído aos poucos e na medida, ao mesmo tempo que foge do lugar comum, o reforça, brincando com o espectador que acha que não quer receber uma chuva de clichês, mas, no fundo, é exatamente isso que queremos. E isso demonstra a boa direção de John Whitesell ao deixar seu ‘Amor Com Data Marcada’ no tempo certo, apoiado por uma boa edição que confere ritmo e dinamismo ao longa.

Amor Com Data Marcada’ é o filme gostosinho para inaugurar a temporada natalina de 2020. Prepare a pipoca, os chocolates e os lencinhos porque ainda vem muito mais por aí!

‘Game of Thrones’: Atriz é atacada nas redes sociais após escrever sobre o Holocausto

Laura Pradelska, atriz da 2ª temporada de ‘Game of Thrones, que encarnou Quaithe, foi incessantemente atacada nas redes sociais após escrever uma homenagem ao avós que sobreviveram ao Holocausto, o genocídio de judeus na 2ª Guerra Mundial.

O evento conturbado fez com que Pradelska fechasse seu perfil para comentários de estranhos. Em entrevista à Emma Barnett, a atriz contou mais sobre o caso:

“Eu fechei o espaço de comentários porque simplesmente não aguentei. Sim, eu definitivamente sofri abusos. Com certeza. É muito estranho. Costumam vir de pessoas que se escondem por trás de algum nome estranho. As pessoas me atacam principalmente pelos posts com referência a Israel. Eu sou uma pessoa ativa e trabalho com organizações. Isso não quer dizer que eu necessariamente tenha uma opinião política e não estou preparada para discussões maiores.”

Na entrevista à BBC, a famosa contou que apenas oito de 120 familiares sobreviveram aos eventos da Segunda Guerra Mundial.

A atriz não retorna para a 8ª temporada da série que, recentemente, teve a duração dos episódios revelada.

De acordo com a revista francesa Premiere, os dois primeiros episódios da oitava e última temporada de Game of Thrones terão duração de 60 minutos. Já os quatro últimos (essa temporada terá apenas seis episódios) terão duração de 80 minutos cada.

As especulações estão de acordo com o chefe da HBO, Richard Piepler, que anteriormente já havia dito que muito possivelmente os episódios dessa temporada seriam maiores como de costume.

O último ciclo da série irá estrear no dia 14 de abril.

Confira o primeiro teaser oficial:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, que tem no elenco nomes como Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvante queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

‘Legends of Tomorrow’: Depois do trailer, confira o INCRÍVEL pôster da 5ª temporada!

Depois de seu primeiro trailer oficial, a 5ª temporada de Legends of Tomorrow’ ganhou um incrível e nostálgico pôster.

Confira:

Leia a sinopse do próximo ciclo.

Sara (Caity Lotz), Ray (Brandon Routh) e Mick (Dominic Purcell) estão chocados ao descobrir que as Lendas se tornaram famosas. Parece que todos, exceto Sara, estão amando os holofotes – tanto que convidaram uma equipe para documentar sua investigação acerca de uma nova oscilação em sua linha temporal. As Lendas descobrem que o novo problema é ninguém menos que Rasputin, que escapou do Inferno e pode estar mais perigoso do que pensam. Enquanto isso, Constantine (Matt Ryan) acha que sabe da razão por trás dessas oscilações e diz para o time que não será fácil derrotá-lo.

Relembre a sinopse oficial:

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Brandon Routh, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano, Dominic PurcellTerry Chen.