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O Mês do Terror | Top 5 melhores filmes do estúdio Full Moon Features – Especialista no cinema B

Produtora é uma das referências no Terror B

O campo dos filmes do horror de baixo orçamento é vasto o suficiente para comportar uma concorrência interessante. Dentre eles a Hammer é a mais icônica e a que verdadeiramente teve um controle comercial desse mercado por certo tempo; ainda assim, a facilidade de se produzir esses tipos de obras (no qual os custos costumam ser relativamente baixos) seduz diversos aspirantes a lançar seus próprios projetos.

A Full Moon Features, fundada em 1988, é uma delas. Ela que começou logo após o fracasso do então último empreendimento de seu fundador, Charles Band, rapidamente se especializou em gêneros como terror e ficção cientifica; algo bem evidente quando se constata que muitas de suas obras, bem como do antigo estúdio de Band, adaptaram materiais escritos por H. P. Lovecraft (o pai do terror cósmico).

Outra estratégia interessante da empresa foi firmar um contrato de distribuição com a Paramount, dessa forma eles teriam a autonomia para produzir filmes com o menor custo possível ao passo que a gigante de Hollywood só se preocuparia com a venda do VHS dos filmes.

Dito isso, não é exagero pensar que a Full Moon tentou emplacar seu quinhão de franquias, principalmente após seu primeiro projeto em 1989 também ter sido seu maior sucesso de todos os tempos. Com isso em mente, seguem cinco filmes que, a despeito da qualidade técnica, marcaram o nome do estúdio no horror B.

5) Herança Maldita (1995)

Por volta do ano de 1995 a situação não era das mais positivas para a empresa. A Paramount havia decidido não renovar o acordo de distribuição de VHS, o que nesse caso colocava a Full Moon como responsável tanto pela produção como agora pela venda dos filmes. A ideia de desenvolver Herança Maldita partiu do diretor Stuart Gordon, este que viu um pôster na sala de Band com o título mencionado e ao questionar o chefe sobre o que era ouviu a resposta de que era apenas um pôster.

O filme não tem medo de assumir a canastrice.

Essa situação ilustra perfeitamente algo recorrente na Full Moon: muitos filmes produzidos por ela vieram depois que seus pôsteres estavam prontos, logo o enredo produzido era montado ao redor do visual extravagante dessas peças publicitárias. Gordon (funcionário veterano do estúdio) recebeu autonomia total para desenvolver algo para aquele pôster, porém com um orçamento de US$ 500.000.

O que se criou foi uma adaptação de um dos contos de Lovecraft, intitulado The Outsider, sobre uma família que herda um castelo na Itália e vai conferir o local; como é comum no subgênero de casa mal-assombrada coisas ruins começam a acontecer. Um detalhe interessante da produção é que esse é o primeiro terror em que um ator recebeu trabalhos de prótese no corpo inteiro para viver um dos monstros; até então esse tipo de artifício se resumia a certas regiões como rosto ou a cabeça.

4) The Dead Hate the Living! (2000)

Desde que George Romero produziu, nos anos 60, A Noite dos Mortos Vivos que qualquer material sobre zumbis é bastante popular e, talvez o mais importante, fácil de se produzir. Reúna um determinado número de figurantes, utilize locações abertas e realize um processo de maquiagem básica neles enquanto mantém o foco da câmera em seus personagens principais.

O orçamento controlado é nítido na obra.

Foi com esse pensamento que no ano 2000 a Full Moon incubiu o diretor Dave Parker de produzir seu primeiro filme com zumbis, lhe conferindo um “incrível” orçamento de US$ 150.000; detalhe que tal valor é menor do que aquele que Romero teve a sua disposição em 1968. Além disso o filme inteiro foi rodado em 10 dias.

3) The Gingerdead Man (2005)

Existe um conto infantil famoso nos Estados Unidos sobre um homem feito de biscoito de gengibre; o personagem geralmente é atrelado às festividades natalinas, por esse ser um doce bastante consumido neste período, porém ele se tornou um personagem recorrente em algumas mídias infantis como desenhos animados. 

Pelo menos é impossível dizer que não tem personalidade.

Aí a Full Moon decidiu produzir uma versão em que ele é uma força assassina. O enredo, claramente inspirado em Brinquedo Assassino (estreia do boneco Chucky), apresenta um criminoso violento que é preso após atacar uma família dona de uma padaria e então é sentenciado à morte. Após seu corpo ser cremado suas cinzas são enviadas para sua mãe que realiza um ritual e funde a alma do filho à uma mistura de gengibre. 

A mãe deixa então esses ingredientes, anonimamente, com a família que foi vítima de seu filho anteriormente e, sem saberem, eles a utilizam na preparação de um boneco de gengibre, dando a oportunidade do antagonista se vingar. Dirigido pelo próprio Charles Band, o filme garantiu ainda mais duas sequências e um crossover com o todo poderoso Evil Bong (ele é exatamente o que parece).

2) Subspecies: A Geração Vamp (1991)

Além de utilizar zumbis e bonecos de gengibre assassinos, nada mais justo que as atenções que a atenção da Full Moon se voltasse para os icônicos vampiros; estes que eram também os monstros favoritos da Hammer. A produção na verdade é uma série de filmes produzidos entre a empresa do Charles Band e o estúdio romeno Castel Film Studios.

Um surpreendente obra que se destacou na parte técnica.

A trama geral da franquia tem uma premissa semelhante com o livro Drácula mesmo que eventualmente a trama seja levada para outro caminho. A história envolve inicialmente um vampiro milenar que planeja transformar a jovem protagonista em uma imortal; a diferença, nessa situação, pode ser encarada como a presença do segundo vampiro (mais amigável) que forma uma espécie de triângulo amoroso com ela.

A série começou em 1991 e durou até 1998, quando foi lançado o quarto título. Sendo o primeiro filme norte-americano a ser filmado em solo romeno, a obra se diferencia um pouco de outras da Full Moon, principalmente na parte técnica. Os efeitos especiais contaram com o uso de stop motion aliado a computação gráfica.

1) Bonecos da Morte (1989)

O maior sucesso do estúdio, a franquia Mestre dos Brinquedos (cujo primeiro exemplar recebeu por aqui o título acima) também foi a primeira produção da Full Moon após sua criação. Tendo na época o já mencionado acordo de distribuição com a Paramount, o filme inaugurou também uma tendência do estúdio que não duraria muito; esta sendo a exibição do making off dos projetos.

O primeiro exemplar fez bastante sucesso à época de seu lançamento, sendo bastante elogiado pelos aspectos técnicos e pelo carisma dos bonecos perigosos que atormentam os protagonistas. A obra recebeu mais cinco continuações diretas, bem como alguns spin-off, uma prequel e várias histórias em quadrinhos que se propõe a expandir a mitologia dos brinquedos.

 

Diretor de ‘John Wick 4’ quer dirigir adaptação do game ‘Ghost of Tsushima’

Parece que o próximo projeto do diretor de ‘John Wick 4‘, Chad Stahelski, está firmemente voltado para a adaptação cinematográfica do aclamado jogo ‘Ghost of Tsushima‘, da PlayStation.

Durante uma participação no podcast Happy, Sad, Confused, Stahelski expressou seu entusiasmo e foco no projeto, deixando claro que este é um de seus “projetos de paixão”.

“Estou querendo que todos saibam que este [‘Ghost of Tsushima’] é um dos jogos mais bonitos já feitos, então é um desafio não fazer menos do que os caras da Sucker Punch Productions fizeram, usar um elenco todo japonês, e colocar todo o resto do mundo por trás disso, isso é uma coisa legal de se fazer. Não precisa ser tudo legendado, ou tudo em inglês, há uma maneira de expressar isso. Qualquer um que conheça o jogo, é uma história fantástica, é um mito incrível, se liga a alguma mitologia japonesa muito específica, mas ao mesmo tempo, transcende qualquer nacionalidade. Eu acho que é uma das melhores histórias de para jogos[…] Eu gostaria de fazer algo assim”, disse Stahelski.

Anteriormente, Stahelski comentou sobre a possibilidade de Keanu Reeves voltar para um quinto filme da franquia ‘John Wick‘.

Em outra edição do podcast, ele disse que o ator certamente iria topar estrelar mais um filme de ‘John Wick‘, mas que precisaria ter uma boa ideia antes de começar a desenvolver o longa.

“Sim, o Keanu e eu conversamos. Se você perguntasse a Keanu agora mesmo, ‘Você faria um John Wick 5?’ Ele diria, ‘Claro que sim'”, disse o diretor. “Mas depois ele olharia e diria, ‘Bem, o que é? Eu não faço a menor ideia’. É só isso. Acredite em mim. Não é como se estivéssemos resolvendo isso hoje. Tipo, olha, cara, vamos fazer nossas outras coisas por um tempo, mas se eu estivesse dirigindo ou passeando com o cachorro e uma ideia me ocorresse, em 30 segundos eu estaria ligando para o Keanu e começaríamos a criar juntos.”

Nos EUA, o quarto capítulo da saga já arrecadou US$ 176.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 226 milhões.

Ao total, a produção soma US$ 402.1 milhões mundialmente.

Confira nossa entrevista com Reeves e siga o CinePOP no YouTube:

Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Sony está desenvolvendo live-action da Gwen Stacy, aponta rumor!

Após o enorme sucesso de Homem-Aranha: No Aranhaverso’ (2018), rumores indicam que a Sony está em processo de desenvolvimento de um filme live-action focado na personagem Gwen Stacy, também conhecida como Mulher-Aranha.

Segundo o ComicBookMovie, o projeto ainda está em seus estágios iniciais de desenvolvimento dentro do estúdio.

É importante ressaltar que essas informações ainda não foram oficialmente confirmadas e devem ser tratadas apenas como rumores. 

Gwen Stacy / Mulher-Aranha fez sua primeira aparição na HQ “Edge of Spider-Verse #2”, em 2014. Criada pelo escritor Jason Latour e pelo artista Robbi Rodriguez, essa versão da personagem reside em um universo alternativo onde ela, e não Peter Parker, foi mordida pela aranha radioativa.

Na realidade de Gwen, Peter Parker se transforma no Lagarto após se injetar com um soro, e ela assume a responsabilidade de confrontá-lo e vencê-lo como Mulher-Aranha. Esse evento trágico a marca profundamente, moldando suas motivações e ações como heroína.

Vale lembrar que Gwen Stacy foi uma das personagens de destaque no filme Homem-Aranha: No Aranhaverso’.

‘Homem Aranha no Aranhaverso’ está disponível no Prime Video.

Ex-showrunner de ‘X-Men ’97’ critica mudança de etnia de personagens na nova animação do Homem-Aranha

Beau DeMayo, ex-showrunner de ‘X-Men ’97’, usou as redes sociais para criticar a Marvel pela decisão de mudar a etnia de Norman Osborn em sua nova animação, ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha.

O ex-produtor apontou a troca de etnia de diversos vilões brancos para negros, acusando o estúdio de uma escolha questionável.

Em suas redes sociais, DeMayo afirmou: “Aqui, deixe-me reformular: Ei, Marvel Studios, por favor, parem de trocar vilões brancos por pessoas negras. Isso soa ‘estranho'”.

Ele ainda citou exemplos como “Kang, Alto Evolucionário, Norman Osborn, Electro e Mordo”.

Confira o trailer de ‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha:

 

Nesta produção, o Cabeça de Teia será dublado por Hudson Thames, que já participou de ‘What If…?’, famosa série animada do UCM.

‘Amigão da Vizinhança’ chega ao Disney+ em 29 de janeiro de 2025.

‘O Espetacular Homem-Aranha’: Emma Stone vira Spider-Gwen em épica fan art; Confira!

Os fãs do Homem-Aranha continuam ansiosos por novos filmes do herói, e, pensando nisso, o perfil welove_marvel compartilhou uma fan art imaginando Gwen Stacy (interpretada por Emma Stone) como Spider-Gwen, ao lado de Peter Parker (Andrew Garfield).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale ressaltar que a primeira aparição de Gwen como heroína aconteceu em Homem-Aranha: No Aranhaverso’ e sua sequência, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso.

Confira a nossa crítica!

Crítica | ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é ambicioso e prepara terreno para um desfecho épico

De ‘A Odisseia’ a ‘Duna: Parte 3’: Conheça as principais adaptações de livros para filmes em 2026

O ano de 2026 promete ser memorável para os leitores e cinéfilos. Com o calendário repleto de adaptações aguardadas, o streaming e as salas de cinema receberão desde clássicos da literatura até os maiores best-sellers da atualidade, conforme o Deadline.

Confira os principais filmes baseados em livros que estreiam em 2026:

People We Meet on Vacation

A comédia romântica acompanha Poppy, uma jovem espontânea e aventureira, e Alex, um homem metódico e apegado à rotina. Melhores amigos há uma década, eles mantêm a tradição de viajar juntos todo verão, apesar de viverem em cidades diferentes. A amizade, porém, começa a ser testada quando sentimentos mais profundos vêm à tona.

O longa estreia em 9 de janeiro, na Netflix.

O Morro dos Ventos Uivantes

A trama acompanha o Sr. Earnshaw, que adota um órfão encontrado nas ruas e o leva para viver no isolado Morro dos Ventos Uivantes. Batizado de Heathcliff, o garoto cria um forte laço com Catherine, enquanto enfrenta o ódio e o ciúme de Hindley, o irmão mais velho da jovem.

O longa estreia no 13 de fevereiro, nos cinemas.

‘Lembrete Dele’

A trama acompanha Kenna Rowan, que deixa a prisão após sete anos e retorna à cidade natal determinada a recuperar a guarda da filha de quatro anos. O problema é que todos ao redor da criança parecem dispostos a mantê-la longe.

O longa estreia no dia 13 de março, nos cinemas.

Devoradores de Estrelas

Três astronautas são enviados ao espaço em uma missão desesperada para salvar a Terra. Após a morte de dois tripulantes, Ryland Grace se torna o único responsável por concluir a missão e garantir a sobrevivência da humanidade.

O longa estreia no dia 19 de março, nos cinemas.

O Diabo Veste Prada 2

Anos após deixar a revista Runway, Andy Sachs construiu uma carreira sólida no jornalismo investigativo. No entanto, o passado volta à tona quando o nome de Miranda Priestly reaparece com força, colocando Andy novamente diante de escolhas difíceis.

O longa estreia no dia 01 de maio, nos cinemas.

A Odisseia

A clássica história acompanha Odisseu, rei de Ítaca, em sua longa e perigosa jornada de volta para casa após a Guerra de Troia, enquanto tenta reencontrar Penélope.

O longa estreia no dia 16 de julho, nos cinemas.

The Dog Stars

Em um futuro pós-apocalíptico devastado por uma pandemia, Hig é um piloto que vive isolado em uma base aérea abandonada, ao lado de seu cachorro e de um ex-fuzileiro naval. Apesar das diferenças, os dois dependem um do outro para sobreviver.

O longa estreia no dia 28 de agosto, nos cinemas.

Verity

Lowen Ashleigh, uma escritora à beira da falência, aceita concluir a famosa série de Verity Crawford, que ficou incapacitada após um acidente misterioso. O trabalho logo se transforma em um perigoso jogo psicológico.

O longa estreia no dia 02 de outubro, nos cinemas.

anne verity

Remain

Na trama, um arquiteto tenta recomeçar a vida após uma internação psiquiátrica e viaja a Cape Cod para projetar uma casa de verão. A jornada, porém, revela-se muito mais profunda e transformadora do que ele imaginava.

O longa estreia no dia 23 de outubro, nos cinemas.

‘Jogos Vorazes: O Amanhecer da Colheita’

Ambientado 24 anos antes da história de Katniss Everdeen, o prelúdio mostra a colheita do 50º Jogos Vorazes, conhecido como o Segundo Massacre Quaternário.

O longa estreia no dia 20 de novembro, nos cinemas.

‘As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago’

Dirigido por Greta Gerwig, o filme adapta o prelúdio da saga ‘As Crônicas de Nárnia’, acompanhando Digory e Polly em viagens por mundos mágicos e no surgimento de Nárnia e da feiticeira Jadis.

O longa estreia no dia 26 de novembro (IMAX) e 25 de dezembro (Netflix).

‘Duna: Parte 3’

Paul Atreides se une a Chani e aos Fremen em busca de vingança contra os conspiradores que destruíram sua família. Dividido entre o amor e o destino do universo, ele tenta evitar um futuro catastrófico que apenas ele consegue prever.

O longa estreia no dia 18 de dezembro, nos cinemas.

Além desses títulos, outros filmes baseados em livros seguem em produção e também podem chegar ao público ao longo do próximo ano.

‘Ratatouille 2’: Diretor quebra o silêncio sobre possível sequência

O diretor Brad Bird jogou um balde de água fria nos fãs que ainda sonham com uma continuação deRatatouille. Conforme o Deadline, o cineasta revelou que já foi sondado diversas vezes pela Disney e pela Pixar sobre uma possível sequência para a história do rato cozinheiro Remy, mas sempre recusou a ideia.

“Eles já deram algumas indiretas para ver como eu reagiria. Fazem uma piada, mas no fundo ela é séria, tipo: ‘Você faria?’. E eu respondo: ‘Não, nós já contamos essa história'”, afirmou Bird.

Para o diretor, o mercado atual tem uma obsessão desnecessária por continuações, algo que ele também enfrenta com outro clássico de sua carreira, O Gigante de Ferro (1999).

“Sempre que você faz algo que cria uma conexão com o público, as pessoas automaticamente pensam: ‘E uma continuação?’. Já falaram isso até sobre O Gigante de Ferro, o que é engraçado para mim, porque o filme nem fez sucesso quando foi lançado. Ele foi reconhecido com o tempo, mas o que você faria para continuar aquela história? O gigante andando por aí, ainda sem ser descoberto? Para mim, aquela história já foi contada”, acrescentou.

Apesar de fechar as portas para o universo gastronômico deRatatouille (2007), o cineasta deixou uma fresta aberta para outra franquia bilionária que ele comandou no passado.

Ao ser questionado sobre o futuro de suas produções, Brad Bird admitiu que há apenas uma história que ele aceitaria revisitar nos cinemas:

“Consigo imaginar um novo filme de Os Incríveis, confessou o diretor.

‘Ratatouille 2’: Patton Oswalt revela condição para sequência

Lançado em 2007, a animação foi dirigida e escrita por Brad Bird e tornou-se um dos grandes sucessos da Pixar, levando para casa o Oscar de Melhor Animação (além de ter sido indicado para outras quatro categorias) e arrecadando mais de US$620 milhões nas bilheterias mundiais.

A história é centrada em Remy, um ratinho francês que possui um sofisticado paladar e quer, mais que tudo, ser um grande chef de cozinha. Depois de se perder de sua família e parar num dos restaurantes parisienses mais famosos do mundo, ele decide transformar seu sonho em realidade.

Ratatouille está disponível no Disney +.

SURPRESA! ‘Jackass Forever’ SUPERA ‘Moonfall’ em críticas e bilheterias

As projeções de bilheteria surpreenderam no início da semana quando cravaram que ‘Jackass Forever‘ derrotaria, com folga, ‘Moonfall‘, novo filme catástrofe de Roland Emmerich (‘Independence Day‘), nas bilheterias americanas. No entanto agora tudo faz sentido, com ambas as produções estreando e mostrando quais realmente são seus potenciais, dá pra ter noção da previsão dos especialistas.

Aliás, o retorno do maluco Johnny Knoxville e companhia atingiu uma porcentagem impressionante de avaliação no site agregador Rotten Tomatoes, chegando a 89% e devendo levar rapidamente o certificado de aprovação Fresh Rotten. Um número pra lá de curioso e impressionante, pois isso coloca ‘Jackass Forever‘ como uma das comédias mais bem avaliadas dos últimos anos.

Por outro lado, a volta de Roland Emmerich fazendo filme desastre segue o caminho oposto, com ‘Moonfall‘ caindo cada vez mais e atingindo só 42% da pontuação no site, considerado assim uma “Tomate Podre”. Ok, isso não é lá tão horrível, mas quando a coisa mais elogiosa que os críticos falam sobre o blockbuster é ele ter custado US$ 140 milhões de dólares, é um sinal que os produtores não estão seguindo um caminho tão certo – piora quando sabemos que ‘Jackass Forever‘ teve um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

E focando apenas nos números de bilheteria, desde a estreia de quinta-feira (3), ‘Jackass Forever‘ claramente deve superar ‘Moonfall‘ e ser o principal foco do público neste fim de semana. O quarto filme da franquia escatológica arrecadou cerca de US$ 1,65 milhões na noite passada, enquanto ‘Moonfall‘ somou menos da metade desse valor, com o filme estrelado por Halle Berry e Patrick Wilson atingindo apenas US$ 700.000 nas bilheterias norte-americanas. Infelizmente, o novo filme da MTV não tem data de estreia no Brasil.

Ray Fisher COMEMORA saída de Walter Hamada, ex-chefe da DC/Warner

Ray Fisher, ator conhecido como Ciborgue do Universo DC, comemorou em suas redes sociais a saída de Walter Hamada, ex-chefe da Warner e DC Films.

Fisher disse no Twitter que Hamada representava todo a camaradagem da velha Hollywood, e que o executivo tentou proteger seus colegas tóxicos e discriminatórios.

Walter Hamada tentou proteger seus colegas tóxicos e discriminatórios. Ele falhou. Ele tentou me enterrar (e a investigação da Liga da Justiça) com mentiras nos negócios. Ele falhou. Ele é um produto do velho clientelismo de Hollywood”, escreveu Fisher no Twitter.

“Que nunca mais precisemos experienciar pessoas como ele novamente. Em frente!”, conclui.

Veja o post na íntegra:

Lembrando que Walter Hamada era um dos acusados pelo ator de se omitirem após comportamentos abusivos do diretor Joss Whedon nos bastidores de Liga da Justiça.

Em 2017, Zack Snyder foi demitido pela Warner durante a produção do longa por divergências criativas com a Warner. Para seu lugar, Joss Whedon foi contratado e reformulou todo o projeto.

12 Anos de Escravidão

(Twelve Years a Slave)

 

Elenco:
Brad Pitt, Michael Fassbender, Chiwetel Ejiofor, Benedict Cumberbatch, Garret Dillahunt, Michael Kenneth Williams, Paul Dano, Paul Giamatti, Ruth Negga, Sarah Paulson, Scoot McNairy.

Direção: Steve McQueen

Gênero: Drama

Duração: 134 min.

Distribuidora: Walt Disney Brasil

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Fevereiro de 2014

Sinopse:

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO é baseado na incrível história da luta de um homem pela sobrevivência e liberdade. Nos Estados Unidos antes da Guerra Civil, Solomon Northup (CHIWETEL EJIOFOR), um homem negro e livre do estado de Nova York é sequestrado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade (personificada pelo perverso dono de escravos interpretado por MICHAEL FASSBENDER), bem como inesperadas gentilezas, Solomon luta não só para sobreviver, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua inesquecível odisseia, um encontro ao acaso com um abolicionista canadense (BRAD PITT) mudará sua vida para sempre.
Curiosidades:

» Após conquistar a crítica com seus dois filmes anteriores, ‘Hunger‘ e ‘Shame‘, o diretor britânico Steve McQueen volta a impressionar com seu novo trabalho, ‘12 Anos de Escravidão‘. Exibido no Festival de Toronto, o longa foi aclamado pelos críticos presentes e dá largada na corrida pelo Oscar, já se destacando como o principal favorito até o momento.

» O longa é uma adaptação da autobiografia escrita por Solomon Northup em 1853, um homem livre que foi enganado e se tornou escravo por doze anos.

»  ‘12 Anos de Escravidão‘ recebeu 96% de aprovação no Metacritic e 100% no Rotten Tomatoes, e sai na frente da concorrência para a época de premiações do cinema, que ainda conta com ‘Gravidade‘ (Gravity), ‘Dallas Buyers Club‘ e ‘Álbum de Família‘ (August: Osage County).

» Brad PittChiwetel Ejiofor (‘Salt’), Michael Fassbender (‘X-Men: Primeira Classe’), Paul Dano (‘Pequena Miss Sunshine’), Benedict Cumberbatch (‘O Espião Que Sabia Demais”, série ‘Sherlock’), Scoot McNairy e Ruth Negga estrelam. Pitt também produz.

» John Ridley (‘Os Três Reis’) roteiriza.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartaz:

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Fotos:

 

Ron Perlman revela ponto de partida de Guillermo del Toro para ‘Hellboy III’


Em entrevista a revista britânica Empire, Ron Perlmanque viveu o anti-herói nas adaptações, revelou o ponto central que Guillhermo del Toro quer utilizar para a terceira parceria da interessante franquia ‘Hellboy‘. Segundo Ron, como a personagem Elizabeth Sherman terminou ‘Hellboy e o Exército Dourado‘ grávida de gêmeos, um deles será totalmente corrupto, enquanto o outro será angelical. Além de que cada um será bastante parecido com o pai e com a mãe. Sem dúvida, é um plot bastante promissor, sobretudo, como parte de aprofundamento das relações familiares.

Vale lembrar que durante a Comic-Con San Diego, em julho, circularam rumores de que a Warner Bros. só fará o longa que encerra a franquia ‘Hellboy‘ se Guillermo del Toro se sair bem nas bilheterias mundiais com o segundo ‘Círculo de Fogo‘. Portanto, um baita desafio.

Ron Perlman pede ajuda aos fãs para fazer ‘Hellboy III’

Conheça mais dos personagens de ‘Angry Birds’ em novos vídeos

Então, vamos já ao novos e divertidos vídeos de ‘Angry Birds‘.





O filme estreia nas telonas Brasileiras no dia 12 de maio, com cópias dubladas e legendadas em 2D e 3D.

Marcelo Adnet emprestará sua voz para dublar o personagem principal do filme, o passarinho Red. Dani Calabresa será a dubladora da personagem Matilda, que no filme coordena um grupo de terapia de controle de raiva na Ilha dos Pássaros.

Adnet já trabalhou com a Sony em 2011, quando foi o dublador de todos os personagens no sucesso ‘Zelador Animal’ (Zookeeper). Mais dubladores que estarão na animação serão anunciados em breve pela Sony Pictures Brasil.

Sony divulga datas de ‘O Protetor 2’, ‘Uncharted’, ‘Caça-Fantasmas’ e ‘Angry Birds’ 

Na comédia de animação 3D,  ‘Angry Birds: O Filme‘, vamos finalmente descobrir o por quê destes pássaros serem tão bravos. O filme nos leva a uma ilha populada inteiramente por pássaros felizes e que não podem voar – ou quase inteiramente. Neste paraíso, Red (Jason Sudeikis), um pássaro com problemas de temperamento, o veloz Chuck (Josh Gad), e o volátil Bomba (Danny McBride, É O Fim, “Eastbound and Down”) sempre foram excluídos. Mas quando a ilha é visitada por misteriosos porquinhos verdes, cabe a estes improváveis rejeitados descobrir o que os porcos estão tramando.

Jason Sudeikis (‘Quero Matar Meu Chefe’, ‘Família do Bagulho’) lidera o elenco como Red, um pássaro temperamental. Josh Gad, que dublou o boneco de neve Olaf em ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’, interpreta o veloz Chuck, e Danny McBride (‘É o Fim’, ‘Eastbound & Down’) é o volátil Bomb. Bill Hader (‘Saturday Night Live’) está no time dos porcos, e Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) será o lendário Mighty Eagle.

angry birds

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‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ ganha novo vídeo legendado

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo legendado de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, que apresenta o magizoologista Newt Scamander (o vencedor do Oscar Eddie Redmayne).

Confira:

Roteiro de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam 2’ está pronto!

 

 

Colin Farrell vive o bruxo Graves, que o magizoologista Newt Scamander ( Eddie Redmayne) conhece em sua viagem à Nova York.

Katherine Waterston (‘Vício Inerente’) viverá Tina, abreviação de Porpentina, uma bruxa que, ao contrário dos amados personagens de “Harry Potter de Rowling, trabalha sua mágica nos EUA. A cantora Alison Sudol (‘CSI: NY’) será a jovem Queenie, a irmã de Tina (Katherine Waterston). Ezra Miller (‘As Vantagens de Ser Invisível’) interpreta Kredan, um mágico que conhece Scamander enquanto ele encontra e documenta criaturas mágicas.

A história se passa 70 anos antes dos eventos de Harry Potter. A estreia acontece dia 18 de novembro de 2016.

O excêntrico magizoologista Newt Scamander (o vencedor do Oscar Eddie Redmayne) viaja a Nova York (por uma razão que não vamos divulgar) com sua fiel mala mágica. É uma daquelas mochilas pequenas expansíveis, como a usada por Hermione em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’, e dentro dela habita uma coleção de criaturas mágicas raras e ameaçadas que Newt conseguiu resgatar em sua viagem pelo mundo.

Quando chega na América, ele descobre que a Comunidade de Bruxos está sendo perseguida por Trouxas (chamados de Muggles na Inglaterra, e de No-Majs nos EUA). Com a ameaça de exposição pública ainda mais grave do que no Reino Unido (lembram-se dos julgamentos das bruxas de Salem?), Newt resolve ajudá-los.

‘Animais Fantásticos’ é a história do que acontece quando este assistente inglês excepcionalmente hábil viaja para a América com uma variedade de suas criaturas, alguns bastante perigosas… e elas conseguem escapar de sua mala.

 

Spin-off de ‘Harry Potter’ vai apresentar nova escola de bruxaria

animais fantásticos e onde habitam

 

‘Sex and The City’ pode ganhar uma nova temporada

O terceiro filme de ‘Sex and the City‘ não deve acontecer, mas a série pode ganhar uma nova temporada seguindo a linha dos revivals de ‘Arquivo X‘ e ‘Prison Break‘.

A atriz Sarah Jessica Parker, nossa eterna Carrie Bradshaw, revelou em entrevista ao PA que gostaria de retornar para uma temporada evento.

“Eu acho que nós quatro toparíamos. É sempre uma possibilidade, até que alguém diga não. E enquanto as pessoas quiserem mais, nós também sempre vamos querer”, afirmou.

Sobre o terceiro filme, a atriz revelou que ele não irá acontecer.

“Não existe filme. Antes conversávamos sobre o projeto, mas não mais. Tudo o que sei é que [o diretor e roteirista] Michael Patrick King tinha uma história para contar, mas não sei se um dia vai acontecer. Faz muito tempo que ninguém conversa sobre isso”, afirmou.

Sex and the City‘ teve seis temporadas na HBO, exibidas entre 1998 e 2004. A série virou um filme em 2008, e arrecadou incríveis US$ 415 milhões mundialmente. Já a sequência alcançou apenas US$ 280 milhões.

EXCLUSIVO: Assista um clipe cheio de magia de ‘Caçadores de Trolls’, série da Netflix

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe de ‘Caçadores de Trolls‘ (Trollhunters).

A Netflix lançará a mais nova série animada do brilhante e imaginativo Guillermo del Toro no dia 23 de dezembro de 2016.

Assista:

Quando o adolescente Jim Lake Jr. encontra um amuleto místico em seu caminho para a escola uma certa manhã, ele inadvertidamente descobre uma extraordinária civilização secreta de poderosos trolls sob a pequena cidade de Arcadia. Determinado e procurando por aventuras, mas completamente despreparado para as responsabilidades que recairão sobre ele, Jim é forçado a usar o manto sublime do Caçador de Trolls, jurando proteger os bons trolls de inimigos poderosos que buscam vingança. Primeiro humano a ter esta honra, Jim abruptamente vai da luta diária pelo caos da escola a se juntar a uma guerra que dura há séculos, um conflito que agora ameaça toda a humanidade e os trolls.

‘Cloak & Dagger’ ganha encomenda de 10 episódios pela Marvel

Com as filmagens do piloto finalizadas há menos um mês, a Marvel TV já confirmou a primeira temporada completa para ‘Cloak and Dagger‘, a série que trará história do casal Manto e Adaga, interpretados por Aubrey Joseph e Olivia Holt.

A Marvel TV encomendou 10 episódios, que começarão a ser filmados a partir de junho.

A expectativa é que o primeiro trailer completo venha na San Diego Comic-Con, em julho.

 

Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título, começará a ser filmada em 13 de fevereiro.

 

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A estreia deverá ficar para o primeiro trimestre de 2018.

Nova Tecnologia! ‘Avatar 2’ será exibido em 3D sem óculos

A demora em torno de ‘Avatar 2‘ finalmente foi explicada. O diretor James Cameron está trabalhando em uma nova tecnologia em que a projeção 3D não precisará de óculos.

O Screen Rant revelou que as sequências vão introduzir um novo sistema tridimensional a laser, criado pela empresa Christie Digital.

Em uma palestra na Society of Motion Picture and Television Engineers, o diretor James Cameron já havia adiantado que usará uma tecnologia que permite a audiência assistir filmes em 3D sem precisar do óculos.

“Quero fazer eles comprarem essa ideia. Gosto do 3D, mas precisamos melhorá-lo com projeções mais brilhantes. E eu quero lançar meus próximos filmes com a tecnologia que não precisa de óculos para que a imagem se torne 3D. Estamos chegando lá”, afirmou.

Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Viena, na Áustria, desenvolveram recentemente uma tecnologia com imagens 3D de alta definição que podem ser assistidas por centenas de pessoas, ao mesmo tempo, sem a necessidade de nenhum tipo de óculos.

Avatar 2‘ estreia em 18 de dezembro de 2020; e ‘Avatar 3‘ em 17 de dezembro de 2021.

Já ‘Avatar 4‘ só chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2024; e ‘Avatar 5‘ em 19 de dezembro de 2025.

Assista duas cenas inéditas de ‘Mulher-Maravilha’

O Blu-ray de ‘Mulher-Maravilha‘ trouxe várias cenas inéditas, e duas delas caíram na internet.

A primeira é uma versão estendida, que traz a heroína (Gal Gadot) e Steve Trevor (Chris Pine) na viagem de barco para Londres.

A segunda traz a divertida Etta explicando como Zeus criou o Homem e Ares ficou com ciúmes.

Assista:

Patty Jenkins assinou contrato para dirigir ‘Mulher-Maravilha 2‘, que também terá o retorno de Gal Gadot como a protagonista. Segundo especulações, o contrato transformou Patty na diretora mais bem paga da história do cinema.

O valor não foi divulgado, mas gira na casa dos US$ 10 milhões, mesma quantia que Zack Snyder recebeu por ‘Batman vs Superman‘.

Levando em conta que ‘Mulher-Maravilha‘ ultrapassou os US$ 800 milhões, Patty pediu uma maior participações nos lucros da sequência, bem como um cachê inicial pomposo.

Mulher-Maravilha 2‘ teve sua estreia agendada para 13 de dezembro de 2019.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Todas as temporadas de ‘Supernatural’ serão removidas da Netflix em maio

A Netflix anunciou que irá remover as 11 temporadas de ‘Supernatural‘ de seu catálogo no dia 7 de Maio.

O motivo não foi revelado. Confira:

Vários estúdios estão criando seus próprios serviços de streaming, como é o caso da Disney e da Fox.

A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner Channel e foi renovada para sua 14ª temporada na última semana.

Além deSupernatural, a CW também renovou ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Legends of Tomorrow’, ‘Raio Negro’, ‘Supergirl’, ‘Dynasty’, ‘Crazy Ex-Girlfriend’ e ‘Jane the Virgin’.

Crossover de ‘Supernatural’ com ‘Scooby-Doo’ ganha trailer estendido

Os 10 Filmes menos engraçados indicados ao Globo de Ouro de Comédia ou Musical

Acontece nesse domingo, 6 de Janeiro, a cerimônia de entrega dos prêmios do Globo de Ouro. Como todo prêmio de cinema, houve certamente uma boa dose de controvérsia, o que entra na lista de atrativos do evento. E um aspecto que quase sempre rende discussões é a categoria específica para filmes musicais e de comédia.

Apesar deste ano todos os filmes indicados na categoria Comédia ou Musical serem, de fato, comédias e musicais, nem sempre foi assim.

Pensando nisso, fizemos a lista com os filmes que definitivamente entraram na categoria errada ao longo dos anos na premiação da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood.

Seja por sua qualidade questionável ou por sua falta de algum humor que justificasse a indicação como comédia, conheça abaixo 10 dos filmes menos engraçados que foram indicados como comédias no Globo de Ouro:

 

GG Chocolate

Chocolate

O romance é centrado em uma mulher, vivida por Juliette Binoche, e sua filha, que abrem uma loja de chocolates em um vilarejo francês e chacoalham a moral dos habitantes. Johnny Depp estrela como um cigano sensual com quem a protagonista se envolve.

‘Chocolate’ concorreu com os divertidos ‘E Aí Meu Irmão, Cadê Você?’, dos fantásticos irmãos Coen, e ‘A Fuga das Galinhas’, a espirituosa animação em stop-motion do estúdio Aardman.

Binoche foi indicada como Melhor Atriz em Comédia ou Musical e Judi Dench figurou entre as atrizes coadjuvantes. O longa teve tanto cacife que emplacou as mesmas indicações no Oscar, além de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora e Melhor Filme.

Entre as comédias que ficaram de fora do Globo de Ouro, estão o bem-sucedido ‘Entrando Numa Fria’, com Robert De Niro e Ben Stiller, e o cultuado ‘Alta Fidelidade’, estrelado por John Cusack. De Niro e Cusack, por outro lado, concorreram por suas performances.

GG Herói da Família

O Herói da Família

Outro drama com toques cômicos, ‘O Herói da Família teve no elenco Charlie Hunnam, Anne Hathaway e Jamie Bell, ainda jovens. Também estrelaram veteranos como Christopher Plummer e Jim Broadbent.

A premissa é tudo, menos cômica: um jovem chamado Nicholas Nickelby (Hunnam) precisa cuidar de sua mãe e de sua irmã após a morte de seu pai, que os deixa arrasados e sem um tostão. Eles se mudam para Londres para pedir ajuda ao tio Ralph (Plummer), mas o homem quer apenas dividir e explorar a família.

Não por acaso, o roteiro é baseado em um livro de Charles Dickens, escritor que assinou histórias tristes com tom de sátira social, como ‘Oliver Twist’. O filme traz doses de humor, mas é definitivamente considerado um drama.

‘O Herói da Família disputou o Globo de Ouro com os cultuados ‘Adaptação’ e ‘Um Grande Garoto’, mas perdeu para o musical ‘Chicago’, que em seguida levaria o Oscar.

GG Marilyn

Sete Dias com Marilyn

Marilyn Monroe foi uma das divas de Hollywood por excelência, e era bem conhecida por papéis em musicais como ‘Os Homens Preferem as Loiras’ e ‘Adorável Pecadora’. A cinebiografia ‘Sete Dias com Marilyn’ não faz tanto uso de números musicais para contar a história da estrela, então, sua indicação ao Globo de Ouro se deve especialmente pela comédia.

O problema é que é difícil considerar este o gênero principal do longa, que retrata a paixão de um jovem (Eddie Redmayne) por Monroe e a difícil convivência da atriz com o astro Laurence Olivier (Kenneth Branagh).

Mesmo assim, o filme emplacou indicações nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz para Michelle Williams e Melhor Ator Coadjuvante para Branagh. Williams voltou para casa com o troféu, vencendo Kate Winslet (‘Deus da Carnificina’) e Charlize Theron (‘Jovens Adultos’).

Este foi outro dos filmes do Globo de Ouro a transportar seu prestígio até o Oscar, e teve tanto Williams quanto Branagh na disputa.

A categoria de Comédia ou Musical foi bem representada por ‘50%’, ‘O Artista’, ‘Meia-Noite em Paris’ e ‘Missão Madrinha de Casamento’, mas 2011 também foi o ano de ‘Quero Matar Meu Chefe’ e ‘Os Muppets’, que se encaixariam bem melhor na ala das comédias.

GG Alice

Alice no País das Maravilhas

O sucesso bilionário transformou sua enorme bilheteria em uma indicação ao troféu de Melhor Filme de Comédia ou Musical, o que causou alguma surpresa. É fácil reconhecer que há alguns esforços cômicos na superprodução, mas é mais difícil considerá-los bons o bastante para render o selo de “comédia”.

Johnny Depp mais assusta do que faz rir como o Chapeleiro Maluco nessa adaptação-sequência do livro clássico de Lewis Carroll. Mesmo assim, ele concorreu como Melhor Ator, e o filme ainda conseguiu uma indicação de Melhor Trilha Sonora.

A indicação do longa na categoria principal não é muito surpreendente tendo em vista a presença do diretor Tim Burton nas edições anteriores do Globo de Ouro. Ele concorreu com ‘Ed Wood’, ‘Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas’ e ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’, sendo que este último chegou a lhe render uma vaga na categoria de Melhor Diretor, que não é dividida entre dramas e comédias/musicais.

Por bizarra que seja a presença de ‘Alice no País das Maravilhas’ na premiação, há de se admitir que a concorrência não estava tão forte…

A

O Turista

Depp concorreu não a um, mas a dois troféus em 2011, e seu outro filme foi o ainda mais infame ‘O Turista’. Mesmo contracenando com a beldade Angelina Jolie, indicada como Melhor Atriz, o astro não conseguiu dar credibilidade ao suspense romântico de ação que, reza a lenda, tem elementos cômicos.

Embora a bilheteria (especialmente a internacional) não tenha sido tão fraca, a recepção da crítica e do público em geral foi péssima, e deixou muitos se perguntando por que comédias reais como ‘Os Outros Caras’, ‘A Ressaca’ e ‘A Mentira’ não ocuparam a vaga no Globo de Ouro.

A verdade é que a maioria dos outros indicados realmente não tinha pedigree muito maior: ‘Red: Aposentados e Perigosos’ e ‘Burlesque’ não estavam exatamente cheirando a prêmios. Quem estava, por outro lado, saiu vitorioso. A comédia (dramática, claro) ‘Minhas Mães e Meu Pai’ não só venceu o Globo de Ouro, como também emplacou quatro indicações ao Oscar, incluindo Melhor Roteiro Original e Melhor Filme.

GG Amor

Amor Impossível

Este misto de comédia, romance e drama não foi um completo desastre. Apesar da bilheteria pífia, o longa chegou a angariar uma resposta relativamente positiva da crítica e parece ter agradado parte do (pequeno) público.

Além disso, Ewan McGregor e Emily Blunt foram elogiados por suas performances, que foram indicadas ao Globo de Ouro. Mesmo contando os elogios, este pode ter sido um dos filmes mais mornos a concorrer ao troféu de melhor comédia. Resta uma pergunta: não havia nenhuma comédia melhor?

Sim, havia. O ano de 2012 teve pelo menos grandes sucesso de público e crítica com muito mais cacife como comédias: ‘Anjos da Lei’ e ‘Ted’.

A escolha do Globo de Ouro foi tão inusitada que o filme foi reconhecido em apenas duas outras premiações, e em ambos os casos foram nomeados apenas para prêmios do público.

GG Orgulho

Orgulho e Preconceito

Qual a melhor forma de dar destaque à adaptação de um dos romances mais conhecidos da literatura? Jogando-o no Globo de Ouro como uma comédia, claro. Este é um caso clássico de indicar um filme na categoria com menos concorrência para garantir sua presença em uma premiação.

Embora essa estratégia seja comum até no Oscar, falta lógica em considerar cômico o drama de Elizabeth Bennett (Keira Knightley), uma mulher que não pode ter o homem que ama pelo fato de sua família não ser rica o bastante. A história é baseada no livro homônimo de Jane Austen, conhecida por sua ácida ironia, mas não exatamente pelas gargalhadas que suas obras causam.

Para piorar, a tática de mover o drama para a categoria menos concorrida não adiantou: ‘Johnny & June’ acabou ficando com o troféu. Pelo menos Knightley emplacou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

A lista de filmes mais engraçados, ou melhor, de comédias propriamente ditas, tinha dois pesos pesados que sequer foram indicados: ‘O Virgem de 40 Anos’ e ‘Penetras Bons de Bico’.

GG Patch Adams

Patch Adams – O Amor É Contagioso

A comédia dramática foi indicada nas categorias de Melhor Filme e Melhor Ator de Comédia ou Musical (Robin Williams), mas tem a distinção de ser um dos longas mais massacrados pela crítica a concorrer na premiação (mas, é óbvio, ‘O Turista’ teve uma recepção ainda pior).

Curiosamente, as críticas negativas destacavam principalmente os esforços exagerados de fazer os espectadores se emocionarem. O que um filme tão desesperado para fazer chorar estava fazendo no meio de comédias é um mistério.
O mesmo pode ser dito do bizarro subtítulo que o filme ganhou no Brasil.

O Globo de Ouro não tinha poucas opções para colocar no lugar de ‘Patch Adams’. Os irmãos Coen tinham o cultuadíssimo ‘O Grande Lebowski’, enquanto Wes Anderson podia aparecer com seu ‘Três É Demais’ (Rushmore), que chegou a emplacar Bill Murray como Melhor Ator Coadjuvante na premiação. Outras opções incluíam a comédia romântica ‘Afinado no Amor’ e o politicamente incorreto ‘Pra Lá de Bagdá’.

GG Brilho Eterno

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

Você conhece uma pessoa que acredita ser o grande amor da sua vida. Vocês vivem um belo romance, mas, após várias crises, você decide passar por um procedimento que apaga completamente a pessoa amada de suas memórias. Hilário, não?

Os votantes do Globo de Ouro certamente acharam. Ou pelo menos gostaram tanto do filme de Michel Gondry que preferiram indicá-lo pelo gênero errado a deixá-lo de fora.

É verdade que a categoria de drama em 2005 estava disputada, tanto que o número de indicados chegou a 6, mas a estratégia de jogar o romance com Jim Carrey e Kate Winslet no meio de uma concorrência menor não garantiu a vitória: foi ‘Sideways – Entre umas e Outras’ que levou o troféu.

Além disso, no que parece ser um padrão, o filme chegou ao Oscar, e não só rendeu uma indicação a Winslet, como venceu o prêmio de Melhor Roteiro.

Este parece ter sido um dos anos com mais comédias icônicas esnobadas, desde ‘O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy’ e ‘Meninas Malvadas’ até ‘Napoleon Dynamite’ e ‘A Vida Marinha com Steve Zissou’, de Wes Anderson.

GG Ghost

Ghost – Do Outro Lado da Vida

A página de ‘Ghost’ no IMDb lista três gêneros diferentes, e, se um deles fosse Comédia, a indicação do filme na ala de filmes cômicos já seria no mínimo controversa. No entanto, o site determina que o longa é um misto de Drama, Fantasia e Mistério. Isso sem contar Romance, que tem destaque na trama de uma mulher que perde o marido e se comunica com seu espírito.

O ator Patrick Swayze, a atriz Demi Moore e a atriz coadjuvante Whoopi Goldberg todos concorreram. Goldberg foi premiada não só no Globo de Ouro, mas também no Oscar, que também reconheceu ‘Ghost’ como o Melhor Roteiro Original do ano. A Academia também indicou o longa nas categorias de Melhor Filme, Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora.

Com concorrência forte dos populares ‘Esqueceram de Mim’ e ‘Uma Linda Mulher’, além do vitorioso ‘Green Card – Passaporte para o Amor’, é difícil imaginar o romance espiritual levando a estatueta. Por outro lado, é verdade que ‘Dança com Lobos’ era imbatível na ala dos dramas.

O ano de 1990 não foi uma fonte de grandes comédias dignas de entrar no lugar do longa. Por outro lado, talvez Arnold Schwarzenegger passando vergonha em ‘Um Tira no Jardim de Infância’ seria o bastante para desbancar o sofrido romance dramático com tons sobrenaturais da lista de comédias.

‘WandaVision’: Paul Bettany e Elizabeth Olsen totalmente diferentes no cartaz da série

A série ‘WandaVision’ teve seu primeiro cartaz divulgado pelo Disney+, que mostra Paul BettanyElizabeth Olsen com seus “visuais anos 50”.

Confira, com fotos dos bastidores:

Paul BettanyElizabeth Olsen reprisam seus papéis como Visão e Wanda/Feiticeira Escarlate, respectivamente.

Visto que a estreia está marcada apenas para 2021, as gravações da série devem ter sido planejadas para dar tempo de Olsen se preparar para sua participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Lembrando que ‘WandaVision’ estará disponível no catálogo da Disney+.

Confira o logo:

Alguns fãs se perguntaram se a série iria se passar antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, já que o Visão foi morto durante o filme, após ter a Joia da Mente arrancada de sua cabeça.

Durante uma rápida entrevista para a Variety, Olsen disse que a série terá um tom divertido e será ambientada na década de 1950, mas não há nenhuma relação com o dispositivo de viagem no tempo visto em ‘Vingadores: Ultimato’ e sim resultado de uma ilusão criada por Wanda para viver com o Visão, que também será parte da ilusão.

Pode parecer estranho, mas é algo que combina com as ilusões criadas pela personagem em ‘Vingadores: Era de Ultron’, além de combinar com rumores anteriores de que a série iria se concentrar nos poderes de alteração da realidade de Wanda. Parece uma forma inteligente de mostrar como Wanda lida com a morte do Visão e também uma maneira de manter o peso de seu sacrifício.

‘Homem-Aranha 3’ ganha data de estreia no Brasil

A Sony Pictures agendou a data de estreia do terceiro filme da franquia ‘Homem-Aranha‘.

A sequência chega aos cinemas brasileiros em 28 de outubro de 2021, uma semana antes da estreia nos Estados Unidos.

O longa será dirigido novamente por Jon Watts.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Crítica em Vídeo | Destruição Final: O Último Refúgio – Meteoro ameaça a Terra em FILMÃO catástrofe

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO de ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (Greenland), filme-catástrofe estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin.

Assista:

A produção já está em exibição nos cinemas nacionais.

O longa foi dirigido por Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto‘).

Uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à Terra. John Garrity, sua esposa Allison e seu jovem filho Nathan fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se estabelecerem. Nessa jornada, eles enfrentarão o pior da humanidade em um momento de crescimento do pânico em um cenário onde a lei não mais existe.

O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Andrew Bachelor, David Denman, Scott Glenn e Claire Bronson.

‘Velozes e Furiosos’: Sung Kang, o Han, revela qual atriz ele gostaria de ter no seu filme solo

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Sung Kang, que volta a viver o Han (Sung Kang) em ‘Velozes e Furiosos 9‘.

Questionado se gostaria de ganhar um filme solo da franquia, o ator falou quem ele gostaria que aparecesse no filme.

“Eu adoraria a oportunidade de fazer um filme derivado e trazer outros personagens de Desafio em Tóquio. Assim como o universo Marvel e o universo de super-heróis, nós temos a oportunidade de expandir nosso universo, certo? Porque não trazer personagens queridos dos primeiros filmes, especialmente do primeiro. Eu adoraria ver o retorno da Suki, interpretada pela Devon Aoki.”, afirmou.

Ele também propôs uma campanha para trazer de volta a personagem de Gal Gadot, a Gisele.

“Nessa franquia tudo é possível. Se vocês começarem a campanha #BringBackGisele, acho que pode acontecer”, afirmou.

Como a franquia consegue se desmistificar ao trazer personagens que achávamos que haviam morrido, não parece difícil trazer de volta a companheira do Han. O que você acha da ideia?

Assista a entrevista:

Lembrando que o filme tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 24 de junho de 2021.

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Mark Wahlberg revela que teve relação ESTRANHA com Tom Holland nos bastidores de ‘Uncharted’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover Uncharted – Fora do Mapa‘, o ator Mark Wahlberg revelou que teve uma relação estranha com Tom Holland nas filmagens da produção, e demorou para entender o motivo.

“Ele é um cara muito legal, mas também é muito competitivo. Às vezes, era meio irritante porque ele estava sempre tentando competir comigo. Não entendia porque ele fazia isso. Mas eu já descobri alguns motivos. Primeiro: ele estava agindo como um irmão mais novo. Segundo: ele é geminiano. Ele é muito mais parecido comigo do que eu gostaria. Agora que eu sei disso, está tudo bem.”, afirmou. 

Assista a entrevista, e siga o CinePOP no YouTube:

Wahlberg ainda revelou se toparia fazer um filme de super-herói.

“Eu gosto o suficiente dos filmes de super-herói. Não sou um desses puristas que não consideram esses filmes cinema de verdade. O público decide isso. E esses filmes fazem muito sucesso. Mas, pessoalmente, eu acharia muito difícil sair do meu trailer com uma capa e um traje coladinho.”, afirmou.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 17 de fevereiro.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

Conheça o suspense da Netflix do diretor de ‘Seven’ que terá a brasileira Sophie Charlotte no elenco

A Netflix divulgou a data de estreia de ‘The Killer‘, novo filme de David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’)

De acordo a gigante do streaming, o longa estrelado por Michael Fassbender será lançado no dia 10 de novembro.

E com o anúncio, veio a surpresa que a atriz brasileira Sophie Charlotte faz parte do elenco, fazendo sua estreia em Hollywood.

Confira abaixo o anúncio oficial:

David Fincher se reúne com o roteirista de ‘Seven’, Andrew Kevin Walker. Depois de um fatídico acidente, um assassino luta contra si mesmo em uma caçada internacional que ele insiste que não é pessoal. Michael Fassbender estrela The Killer, que chega em 10 de novembro.”

Na trama de ‘The Killer‘, vamos acompanhar um cruel assassino tendo que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

O elenco também terá Charles Parnell, Arliss Howard e Tilda Swinton.

O longa é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

Sinopse oficial de ‘Kung Fu Panda 4’ revela que Po enfrentará a personagem dublada por Viola Davis

Após ter seu divertido trailer divulgado, ‘Kung Fu Panda 4‘ ganhou sinopse oficial pela Universal Pictures.

Confira:

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Assista ao trailer:

‘Kungu Fu Panda 4‘ conta com o talento de voz de Dustin Hoffman, vencedor do Oscar como o mestre de Kung Fu, Shifu; James Hong (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) como o pai adotivo de Po, Sr. Ping; Bryan Cranston, indicado ao Oscar, como o pai biológico de Po, Li; e Ian McShane, indicado ao Emmy, como Tai Lung, ex-aluno e arqui-inimigo do Mestre Shifu. O ator vencedor do Oscar, Ke Huy Quan (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) integra o elenco no papel de Han, o líder do Covil de Ladrões, novo personagem da franquia.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

Trailer internacional de ‘Mickey 17’, com Robert Pattinson, vem cheio de cenas inéditas

‘Mickey 17’, estrelado por Robert Pattinson (‘Batman’), ganhou um novo trailer coreano recheado de cenas inéditas.
Assista:

O filme chega por aqui no dia 30 de janeiro de 2025 após ter sido adiado.

Recentemente, o renomado cineasta e vencedor do Oscar, Bong Joon-ho, desmentiu os rumores envolvendo o filme.

De acordo com o Allkpop, durante uma sessão especial no ‘2024 Cinematheque’s Friends Film Festival’, o diretor abordou os rumores, negando-os categoricamente. Ele afirmou ter incluído uma cláusula em seu contrato para garantir controle total sobre os direitos de edição, e que a edição finalizada foi enviada em novembro passado.

Bong enfatizou que os executivos da Warner têm sido muito solidários e que ‘Mickey 17’ está se preparando para atividades promocionais em breve.

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

‘O Silêncio das Ostras’, ‘Concerto de Quintal’ e ‘Kopenawa’ são os grandes vencedores do Festival CineMATO

A 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – CineMATO anunciou seus vencedores nesse domingo, 21 de Julho.

O júri oficial consagrou o estonteante O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel, com o Troféu Coxiponé de melhor longa-metragem de ficção, e Concerto de Quintal de Juraci Júnior, como prêmio de melhor documentário – que também ganhou o prêmio de público de melhor longa.

O Silêncio das Ostras também levou os prêmios do júri de melhor direção, melhor fotografia e melhor atuação para Bárbara Collen.

Para completar, o prêmio de melhor roteiro pelo Júri foi para o espetacular Kopenawa: Sonhar A Terra Floresta.

Entre os curtas-metragens, o maior destaque da premiação ficou com o filme Reagente de Bruno Binni, que recebeu o Troféu Coxiponés do Júri de melhor Curta-metragem Nacional e de melhor Curta Mato-Grossense.

Bruno Binni recebe dois prêmios

No Júri Popular, o também matogrossense Albuesas de Glória Albues foi o preferido do público como melhor curta-metragem.

Ainda entre os curtas, o Prêmio do Júri de Melhor Direção foi para Arame Farpado, de Gustavo Carvalho, Melhor Fotografia para Linda do Rosário, Melhor Roteiro para Tapando Buracos e Melhor Atuação para Valéria Barcellos por Mãe. A obra Mato-Grossense Albuesas e a animação Coisa de Preto de Pâmela Peregrino receberam Menção Honrosa do júri. Para finalizar o prêmio especial Colorindo o Sagrado foi para O enegrecer de Yemanjá de Uê Puauet (Marcos Costa).

Fernanda Etzberger e Dira Paes
Fernanda Etzberger e Dira Paes

Prêmio Dira Paes

A atriz e diretora Dira Paes esteve presente na cerimônia de premiação para entregar o prêmio que leva seu nome para uma mulher com atuação de destaque no audiovisual e em causas socioambientais.

Este ano o prêmio foi para Antonieta Luisa Costa, conhecida como Nieta, da Casa das Pretas. Figura proeminente na luta pelos direitos das pessoas negras em Mato Grosso. Sua trajetória é marcada por uma firme defesa da identidade negra e uma incansável luta contra o racismo e a desigualdade social.O júri deste ano foi formado por: na Mostra Nacional de Longas; Samantha Col Debella, Amauri Tangará, Guto Pasko, Jairo Matos; e na Mostra Nacional de Curtas Izah Neiva, Adriana Andrade, Rodrigo Vargas e Moacir Francisco de Sant Ana Barros.

Dira Paes

A 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – CINEMATO aconteceu de 14 a 20 de julho na capital mato-grossense. Com o tema “Decolonizando a Amazônia” e uma homenagem ao cineasta Silvino Santos (1886–1970), o evento exibiu 62 filmes de 19 estados do Brasileiros dividas nas Mostras Competitivas de Curtas e Longas-Metragens, Cinema Escola, Hors Concurs, Melhor Idade e Cinema Paradiso.

O evento com realização do Instituto INCA-Inclusão, Cidadania e Ação, patrocínio do Governo do Estado de Mato Grosso, via Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), parceria com a Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev – UMFT), Primeiro Plano Cinema e Vídeo e Canal Brasil; e tem o apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Secretaria Municipal de Cultura, Cineclube Coxiponés -UFMT, Curso de Cinema e Audiovisual da UFMT, Rede Cineclubista de Mato Grosso (REC-MT), TV Centro América, Cinemateca Brasileira e Sociedade Amigos da Cinemateca que entram mais uma vez como apoiadora do Festival, onde vai ceder parte do acervo de Silvino para ser exibido nesta edição.

Conheça os vencedores da 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS-METRAGENS

Melhor Filme | Júri Oficial

O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel (MG)

Melhor Documentário | Júri Oficial

Concerto de Quintal, de Juraci Júnior (RO)

Melhor Filme | Júri Popular

Concerto de Quintal, de Juraci Júnior (RO)

Melhor Direção | Júri Oficial

Marcos Pimentel, por O Silêncio das Ostras (MG)

Melhor roteiro | Júri Oficial

Marco Altberg e Tainá de Luccas, por Kopenawa: Sonhar A Terra Floresta (RJ)

Melhor atuação | Júri Oficial

Bárbara Colen, por O Silêncio das Ostras (MG)

Melhor fotografia | Júri Oficial

Petrus Cariry, por O Silêncio das Ostras (MG)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS-METRAGEM

Melhor Curta Nacional| Júri Oficial

Reagente, de Bruno Binni (MT)

Melhor Curta Matogrossense| Júri Oficial

Reagente, de Bruno Binni (MT)

Melhor Curta| Júri Popular

Albuesas, de Glória Albues (MT)

Melhor Direção Curta| Júri Oficial

Gustavo Carvalho, por Arame Farpado (SP)

Melhor roteiro Curta | Júri Oficial

Pally, por Tapando Buracos (AL)

Melhor atuação Curta| Júri Oficial

Valéria Barcellos, por Mãe (RS)

Melhor Fotografia Curta| Júri Oficial

Bento Marzo, por Linda do Rosário (RJ)

Confira as críticas:

 

Crítica | ‘Marcos, o Errante’ – No horizonte da incerteza, a luta por sobreviver [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Cabeça de Boi’ – Criativa construção narrativa nos leva até um curioso recorte a partir de um TERRENO MALDITO [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Arame Farpado’ – Um discurso afiado sobre questões sociais e relações humanas [Festival Cinemato]

CineMATO | ‘Mãe’ e ‘Dandara’, curtas que abordam o preconceito com mulher trans e criança negra, se DESTACAM

Crítica | ‘Concerto de Quintal’ – Pot-pourri sonoro ajuda a construir um vasto retrato de uma região [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Benção’ – Singelo e poderoso filme baiano nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Dandara’ – Curta goiano preserva o olhar genuíno de uma criança diante de suas primeiras aflições [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Mãe’ – Uma jornada de resistência e ternura, onde o amor não apenas sobrevive, mas triunfa [Festival Cinemato]

Crítica | O Destino de Haffman: Reflexões sobre os deslizes da moral [Festival Varilux]

Os deslizes da moral. Trazendo uma história atemporal que traz o refletir aos nossos olhos, O Destino de Haffman, exibido no Festival Varilux de Cinema Francês de 2022, é um projeto onde caminhamos pelas emoções em uma época triste onde as escolhas se tornam questões vitais. Baseado na obra de Jean-Philippe Daguerre, o longa-metragem coloca ao pensar do espectador ações e consequências que fazem parte da trajetória de três personagens impactantes e seus conflitos. No elenco, um fabuloso trio de artistas: Daniel Auteuil, Gilles Lellouche e Sara Giraudeau. A direção é assinada pelo cineasta Fred Cavayé.

Na trama, conhecemos o experiente joalheiro judeu Joseph Haffmann (Daniel Auteuil) que vive uma vida repleta de amor e muito trabalho com sua família em Paris. Ele tem um funcionário no qual conhece faz pouco tempo, François (Gilles Lellouche) que sonha em conseguir com seu talento dar uma boa vida para sua esposa Blanche (Sara Giraudeau). Ambos sonham em ter filhos. Durante essa época, no início da década de 40, acontece a ocupação alemã e judeus são perseguidos por todos os lados. Buscando encontrar uma saída para a situação, Haffman propõe a François que ele assuma os negócios da joalheira e sua casa, para após a guerra ele volte para o verdadeiro dono. Só que Haffman não consegue fugir a tempo e precisará passar meses ao lado de François e Blanche só que numa posição invertida, fato que passará a criar conflitos profundos na vida dos três personagens.

Caminhando pela guerra e por profundos dramas existenciais que esbarram em conflitos familiares, O Destino de Haffman pode ser enxergado sob três óticas. Tem a do homem e sua desconstrução de caráter não sabendo lidar com um novo modo de viver dentro de uma condição ligada à moral. Tem a de um experiente batalhador urbano, que doou anos de sua vida para montar um negócio e de um dia para o outro vê tudo que construiu se desfazendo precisando modelar um acordo arriscado contando com a boa fé. Tem a de uma mulher que sofre terríveis consequências em sua relacionamento, além de abalos emocionais profundos, violência, muito por conta das ações de seu descontrolado marido. Essas três óticas contornam a excelente adaptação de Cavayé nos levando a uma mesma estrada de dor, sofrimento e escolhas dentro de uma moral abalada pela ganância que de forma alguma será inconsequente.

O Destino de Haffman é uma obra primorosa que vai fundo em sua análise sobre o ser humano, em qualquer época.

10 filmes tão bons que deveriam vir com aviso de obrigatoriedade!

Nós, cinéfilos, assistimos a muitos filmes toda hora, mas apenas algumas obras realmente se tornam marcantes. Alguns desses projetos, capazes de grudarem em nossas reflexões por longo tempo, encontram-se disponíveis pelos streamings. Abaixo, separamos algumas dicas de filmes tão bons que deveriam vir com aviso de obrigatoriedade:

 

Robô Selvagem (Prime Video)

Nessa brilhante animação, acompanhamos as aventuras de uma robô que precisa se adaptar quando naufraga em uma ilha.

 

Truman (Prime Video)

A trama acompanha Tomás (Javier Cámara), um homem tranquilo que vive no Canadá e que, a pedido da esposa, viaja à Espanha para reencontrar seu melhor amigo, Julián (Ricardo Darín), um ator em estágio terminal de câncer. Durante alguns dias marcados por lembranças, risos e despedidas, os dois enfrentam juntos a dura realidade da doença, enquanto Julián busca um novo lar para seu cão, Truman.

 

Efeito Dominó (HBO MAX)

Nesse ótimo filme, conhecemos um grupo de trambiqueiros que é chamado para executar um plano complexo: cavar um túnel de uma loja até o cofre de um banco e roubar dinheiro e os documentos que estão lá. Eles só não sabem que em alguns desses documentos contém informações comprometedoras que envolvem nomes famosos do cenário britânico.

 

Argentina, 1985 (Prime Video)

Dois advogados embarcam em uma jornada para provar a culpa de alguns militares de alta patente durante os aterrorizantes nove anos de ditadura na Argentina.

 

A Amante (Looke)

Hedi é um representante de vendas que vai se casar (em um casamento arranjado) com uma mulher. Filho não favorito, se sente abandonado em seus desprazeres por uma vida toda comandada pelos objetivos da família, como marionete de sua mãe. Certo dia, após ser enviado a uma região onde precisa ficar hospedado em um hotel, acaba conhecendo Rym, uma carismática funcionária do lugar. A partir desse encontro, o protagonista precisará passar por escolhas que envolve todos ao seu redor.

 

Mambembe (Em cartaz nos cinemas)

Um dos filmes brasileiros mais criativos que você verá numa tela de cinema no ano de 2026 chama-se Mambembe. Dirigido pelo excelente cineasta goiano Fabio Meira, este projeto coloca o tempo como uma variável importante para percorrer histórias entre o real e a ficção, tendo a comunicação cultural e artística da arte circense como um alicerce lapidado de maneira delicada, trazendo um contagiante leque de sensações.

Crítica | ‘Mambembe’ – As diversas formas de emocionar através das artes

 

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)

Tova (Sally Field) é uma mulher que busca se manter ativa na fase final de sua vida trabalhando como faxineira no aquário da pacata cidade de Sowell Bay. A chegada do músico Cameron (Lewis Pullman) ao local – um jovem que herdou da mãe distante uma van e segue em busca do pai, acaba rapidamente aproximando os dois protagonistas. No meio disso tudo, um polvo observa e interage como um narrador importante, conduzindo o público às profundezas dos sentimentos que afligem os personagens.

Crítica | ‘Criaturas Extraordinariamente Brilhantes’ – A beleza das reflexões no caminho da compaixão

 

A Sala dos Professores (Prime Video)

Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém-chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e todos aqueles que fazem parte dele.

 

Antes de Partir (Prime Video)

Rory MacNeil (Brian Cox) leva uma rotina solitária na remota Vallasay, uma pequena ilha na Escócia. Quando percebe que precisa de um atendimento médico indisponível na região, usa isso como pretexto para uma consulta de emergência e viaja até São Francisco, onde vive o filho, Ian (JJ Feild). Durante o período em que permanecem juntos, aos poucos, uma reaproximação acontece.

 

Paz e Chocolate (Prime Video)

Nessa bela história inspirada em fatos reais, acompanhamos uma família refugiados sírios que chegou ao Canadá e conseguiu criar um negócio lucrativo de chocolates.

Euphoria e a “Maldição” das Excelentes Primeiras Temporadas das Séries da HBO

O início de 2022 no mundo do entretenimento viu o retorno de uma das séries mais aclamadas pelo público e elogiadas pela imprensa especializada internacional: Euphoria. Criado por Sam Levinson e lançado em 2019, o programa original da HBO serviu para catapultar a carreira da ex-atriz mirim Zendaya, a elevando ao status de uma das jovens estrelas de maior prestígio da Hollywood atual. Claro, Zendaya está na trilogia recente do Homem-Aranha na Marvel, cantou e dançou em O Rei do Show, e arrumou uma pontinha de papel importante (e que virá a aumentar consideravelmente na sequência) em Duna. As atrizes que se consagram realmente, no entanto, são as que conseguem fazer de tudo, e conseguem mesclar produções escapistas-pipoca com obras mais substancialmente pungentes. Euphoria deu este respaldo para Zendaya, demonstrando que a intérprete de 25 anos segura bem uma performance pesando mais ao drama.

Aqui não iremos falar sobre a carreira de Zendaya, no entanto, e sim sobre a trajetória não apenas de Euphoria, mas também de algumas séries da HBO que se encaixam num cercadinho ao lado dela. Devo começar dizendo que as produções das séries originais da HBO dificilmente encontram páreo. O canal que está de pé desde a década de 1990, veio se aperfeiçoando em contar histórias, seja na forma de filmes criados para a TV, séries ou minisséries. Se formos enumerar alguns dos programas televisivos preferidos do grande público de todos os tempos, certamente encontraremos muitos produtos da casa, vide Família Soprano, The Wire, Band of Brothers, Sex and the City e Game of Thrones. Além da excelência com que confecciona programas elogiadíssimos pela crítica, seus seriados possuem grande apelo popular, invariavelmente se tornando o novo fenômeno midiático do momento – como alguns dos citados acima.

Dentro deste parâmetro podemos dizer que Euphoria também se encaixa. A série pode não ter se tornado um rolo compressor do nível de Game of Thrones, por exemplo, mas dentro da proposta de um programa juvenil focado em adolescentes colegiais, foi um dos sopros de originalidade mais marcante dos últimos tempos. A forma inovadora como Levinson e sua equipe apresentam cada um dos personagens e suas características, personalidades e dramas, é algo tão original que definitivamente elevou o jogo para outros programas do gênero. O assunto principal é o abuso das drogas, já que este é o tema da trajetória de Rue (Zendaya), uma menina que perdeu o pai cedo devido a um câncer e desde então se entregou a substâncias ilícitas para aliviar sua dor, se viciando e se transformando num peso para sua família: sua mãe (Nika King) e sua irmã mais nova (Storm Reid). E esse poderia ser mais um drama sobre jovens e drogas rotineiro, mas Euphoria faz valer a máxima de que todo assunto pode se tornar revigorante dependendo da forma inventiva que esta história for contada. E Levinson opta por dar novas tonalidades, seja através do humor ou de cenas completamente inusitadas.

Em uma determinada cena da primeira temporada, quando Rue usa drogas, a “euforia” do título é sentida pelo público através da “onda” da personagem refletida em cena com ela vendo literalmente a casa girar. Para tal, um artifício digno de superprodução foi criado, com uma sala que realmente vai girando enquanto a atriz caminha – algo visto no blockbuster A Origem (2010), de Christopher Nolan. Tais elementos apenas contribuíram para o fascínio do programa. Além disso tínhamos também as cores vibrantes, que representavam as viagens alucinógenas, a paixão destes jovens sendo externalizada, e também as maquiagens usadas pelas personagens principais, que em pouco tempo viraram tendência junto às expectadoras e profissionais da área.

Rue é a personagem principal, mas a primeira temporada de Euphoria, com seus oito episódios, consegue dar espaço não apenas para a angústia de outros jovens, como também discute temas atuais importantíssimos. Temos a relação extremamente abusiva e doentia entre Nate (Jacob Elordi) e Maddy (Alexa Demie); a forma como o comportamento sexualmente livre de jovens mulheres ainda é visto de maneira muito recriminatória (na história de Cassie – Sydney Sweeney); o despertar sexual do “patinho feio” que se aproveita de seu novo status para faturar (Kat – Barbie Ferreira); a raiva reprimida de Nate pelos atos de seu pai (Cal – Eric Dane). E o mais importante de todos: a inclusão social com muita naturalidade de Jules, uma aluna trans, interpretada pela atriz trans Hunter Schafer – algo inédito dentro da dramaturgia mirada ao público adolescente. As atuações são certeiras, como por exemplo a subversão da persona de atores como Eric Dane e Jacob Elordi, galãs bons moços em outras produções, aceitando o desafio com personagens complexos e por vezes odiosos.

Em resumo, a sensação que Euphoria passou para o espectador foi a de estar antenado em perfeita sintonia com a juventude atual. O programa, em sua primeira temporada, consegue abordar muitos dos tópicos tidos como malditos de forma autêntica e urgente. Sua modernidade é sentida, e tão atual que mesmo três anos depois ainda pode ser visto como um produto que poderia estar falando diretamente com o nosso 2022. Justamente por isso quando a segunda temporada estreou debaixo de grande hype, o que trouxe foi algo no mínimo decepcionante. Sejamos justos, o sucesso da primeira temporada elevou Euphoria a um patamar que talvez fosse impossível manter. Mas o mundo queria mais. A verdade é que Euphoria não pedia mais. O desfecho com a separação de Rue e Jules é perfeita, e caso fosse um filme, terminar em tal nota seria o ideal. Como continuar algo assim? Talvez fosse o caso de criar uma série de antologia, com novas questões de outros personagens sendo o assunto.

O público, no entanto, queria mais de Rue, Jules e a turminha disfuncional da série. E durante a pandemia que se abateu sobre o mundo, as filmagens da segunda temporada tiveram que ser adiadas. Para acalmar os fãs ávidos por novidades, a HBO soltou dois especiais neste intervalo, que servem de ponte entre a primeira e a segunda temporada: um focado em Rue e outro em Jules, após o “desencontro” do último episódio. Confesso que existia em mim o receio de como o canal trataria de continuar aquela história que havia terminada da melhor forma possível – ou seja, sem respostas fáceis e finais felizes inacreditáveis. Havia sido encerrado na nota certa. Continuar seria difícil, mas talvez pudesse ser feito. Este mal já havia se abatido sobre outras séries interessantes da casa no passado em suas segundas temporadas, vide True Detective, Westworld e Big Little Lies. O que Euphoria trouxe ao jogo em sua segunda temporada, infelizmente, foi algo mais mundano e sem o mesmo brilho. A proposta do criador para este segundo ano foi a “desglamourização” do vício – sem as firulas visuais e narrativas que permeavam a primeira temporada e, convenhamos, eram o charme da série.

A segunda temporada é mais suja, feia e cru. Até aí tudo bem, uma mudança estética serve para distinguir cada ano do seriado. O problema está no roteiro, que apenas repete o que já havia sido mostrado antes sem nenhum acréscimo. Agora que as vidas de alguns personagens evoluíram a outro patamar, vide Kat, a personagem é automaticamente tratada como desinteressante, com sua narrativa estagnada – justamente ela que era uma das mais cativantes no primeiro ano. O drama também sofre uma queda para se tornar algo meramente adolescente, algo visto em qualquer outra série do gênero, com conflitos amorosos sendo a principal preocupação de alguns protagonistas – até mesmo triângulos amorosos são incluídos no programa: um entre Nate, Maddy e Cassie, e outro entre Rue, Jules e Elliot (Dominic Fike).

A máxima ainda é verdadeira. No cinema, só vale à pena realizar uma continuação se existir algo mais a falar sobre aquele tema – caso contrário rapidamente o sentimento de caça-níquel se instala, e muitas produções sofrem de tal mal. Na TV o mesmo conceito deve ser aplicado, mesmo com o clamor e a pressão dos fãs e do canal. É impossível tirar a sensação de retrocesso na segunda temporada de Euphoria – que parece se apoiar somente na violência, na nudez e sexo para chocar e se envolver no manto da relevância, sem nunca justifica-lo. As tramas parecem sem desenvolvimento, sem saber para onde ir, por qual caminho seguir com tais personagens. O segundo ano apenas frisa o que havia sido construído no primeiro, sem acrescentar muita novidade. Nem mesmo o reencontro entre Rue e Jules, que poderia render debates e diálogos interessantes – que poderiam ser o coração da segunda temporada -, ocorre de forma apática, como se nada tivesse acontecido, com elas continuando de onde haviam parado.

Como dito, esse mal parece se abater sobre outras séries ótimas da casa. Big Little Lies é baseado num livro da autora Liane Moriarty. E apesar de um desfecho questionável na primeira temporada, repleto de conveniências e saídas fáceis, podemos muito bem entender o apelo de uma história muito feminina, que discute violência doméstica, estupro, maternidade, relacionamentos, tudo feito com muita propriedade e bom gosto. No fim, a mensagem que prevalece é a união de mulheres muito diferentes, não necessariamente amigas, em prol de um bem maior: combater e eliminar a masculinidade tóxica de uma vez por todas. Tudo bem, é passível. Mas à altura que foi anunciada a segunda temporada, a pergunta que pairou foi: precisava? Meryl Streep foi anunciada como reforço no elenco. Ótima adição, anima um pouco as coisas e eleva o jogo. O roteiro foi escrito pela autora, o que é mais um somatório. Porém, ao invés de avançar, a trama retrocede, sendo inteiramente baseada em eventos que ocorreram na primeira temporada – ao invés de caminhar com as próprias pernas. As histórias individuais das personagens se arrastam e andam em círculos, realmente como se tirassem as últimas gotas de tal suco. Se fosse a sequência de um filme, o segundo ano de Big Little Lies seria rapidamente varrido para debaixo do tapete.

Com True Detective temos um diferencial. Esta, de fato, é uma série de antologia, com cada temporada contando sua própria história, com início, meio e fim. Menos mal. O que ocorre é que a primeira temporada, protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson foi um verdadeiro primor da dramaturgia televisiva, dono de picos de criatividade raramente vistos até mesmo no cinema hoje em dia (o que é a cena com plano sequência no conjunto habitacional?). Desta forma, já poderíamos imaginar que um segundo ano seria difícil de superar o primeiro. Mas a expectativa estava lá. De todos estes seriados “amaldiçoados” por excelentes primeiras temporadas, True Detective é o que entrega um segundo ano mais distinto. A segunda temporada bem que tentou, e foi bem até o seu desfecho. Levantou boas questões, com novos personagens, como o de Taylor Kitsch, mas terminou por sair dos trilhos com um final insatisfatório. Justamente por isso, o programa criado por Nic Pizzolatto ficou engavetado por quatro anos desde o desfecho da segunda temporada em 2015. Com o final da primeira, os EUA e grande parte do mundo pararam suas vidas para assistir. Com a segunda, a sensação foi do resultado não descer completamente redondo. A terceira aconteceria somente em 2019 e passaria em branco, sem qualquer alvoroço – como era de costume antes.

A adorada Westworld sofre do mesmo mal. A primeira temporada, de 2016, é uma das produções mais detalhadamente bem construídas, com um enredo enigmático e escopo literalmente cinematográfico. A fotografia do seriado não deixa a desejar em relação a nenhum blockbuster e merece ser visto na maior tela possível. É simplesmente lindíssimo. Não é à toa que Westworld foi escolhido para substituir Game of Thrones, um dos programas mais adorados da HBO de todos os tempos. E em sua primeira temporada, Westworld não fez feio, mantendo o nível de excelência do colega de canal. Com nomes como Anthony Hopkins no elenco, não dava para esperar menos. Porém, com o final da primeira temporada, muitos dos mistérios do programa foram respondidos – para não dizer todos, ao menos os mais importantes. Assim, muito pouco sobrou para a continuação na segunda temporada. A “solução” foi substituir suspense e questões que prendiam a atenção do público, com um bom roteiro, por ação. A segunda temporada termina se apoiando em efeitos e ação mais do que no conteúdo, uma vez que todos os mistérios que intrigavam o espectador foram solucionados. A falta do que falar ficou evidente quando a terceira temporada exibiu apenas 8 episódios ao invés dos costumeiros 10.

Euphoria, Big Little Lies e Westworld poderiam ter sido desenvolvidos como minissérie e ter mantido sua qualidade com primeiras temporadas irretocáveis (em especial a primeira e a terceira citadas). Imagine se produções do nível de Chernobyl ou Watchmen, ambas igualmente da HBO, rendessem segundas temporadas. Dificilmente manteriam o mesmo nível. As duas foram desenvolvidas como minisséries e se tornaram duas das obras televisivas mais elogiadas, merecidamente, de anos recentes. Realmente não existe nada de errado com o formato seriado, que se alonga por novas temporadas. Mas ele só é aplicável e justificável quando mais precisa ser contado sobre aquela determinada história. Esse é sempre o caso. Em matéria dos três exemplos em especial citados acima, é impossível escapar do sentimento de que o que precisava ser dito ficou no primeiro ano de tais programas.

‘American Horror Story’: Billie Lourd voltará para a 8ª temporada

Segundo o Deadline, a atriz Billie Lourd, que estrelou em ‘American Horror Story: Cult‘, voltará para a 8ª temporada da série, que se passará em um futuro próximo.

Evan PetersSarah Paulson e Kathy Bates já foram oficialmente confirmados.

Rumores apontam que a nova temporada irá se passar no Arizona em 2032, depois de uma explosão nuclear. A temporada será centrada em um grupo de sobreviventes que não foram afetados pela explosão.

Sobre o oitavo ano, Ryan Murphy recentemente disse: “Não será necessariamente preso na realidade como na temporada passada. Nós meio que estamos voltando para Asylum e Coven. Este será o tom da temporada.”

Billy Eichner, Cheyenne Jackson, Adina Porter e Leslie Grossman também devem retornar.