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POLÊMICA! Netflix inicia as filmagens da série sobre a trágica noite do incêndio na Boate Kiss

A Netflix anunciou hoje o início das filmagens da sua série sobre o incêndio na Boate Kiss.

Todo Dia a Mesma Noite‘ será inspirada na história real do incêndio na boate Kiss que tirou a vida de 242 jovens em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013.

Julia Rezende, que será responsável pela direção geral da série, explicou que a série vai contar uma história de ficção sobre aquela noite.

“É uma grande responsabilidade contar uma história ficcional inspirada em um fato real que destruiu a vida de tantas pessoas e chocou o país. Queremos dar luz, da maneira mais sensível e honrosa possível, à perspectiva de quem viveu tudo aquilo de perto, e ainda vive”, afirma a diretora geral Julia Rezende.

“Não podemos jamais esquecer o que aconteceu. Este projeto é um passo importante para a construção da memória coletiva do país”, afirma a consultora criativa Daniela Arbex, premiada jornalista e escritora cujo livro Todo Dia a Mesma Noite: A História não Contada da Boate Kiss inspirou a produção.

No elenco estão Thelmo Fernandes, Paulo Gorgulho, Bianca Byington, Leonardo Medeiros, Debora Lamm, Raquel Karro, Bel Kowarick, Erom Cordeiro, Paola Antonini, Nicolas Vargas, Flavio Bauraqui e Laila Zaid, entre outros.

Com 5 episódios, a série limitada produzida pela Morena Filmes para a Netflix tem previsão de estreia para 2023.

TODO DIA A MESMA NOITE. (L to R) DANIELA ARBEX (Author), JULIA REZENDE (Director), GUSTAVO LIPSZTEIN (Screenwriter) in TODO DIA A MESMA NOITE. Cr. Courtesy of Netflix © 2022

Warner confirma novos filmes da franquia ‘O Senhor dos Anéis’

A Warner Bros. anunciou que está desenvolvendo novos filmes da franquia ‘O Senhor dos Anéis‘.

A notícia foi anunciada na quinta-feira pelo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, durante os resultados do quarto trimestre de 2022 da empresa.

Segundo o THR, a empresa assinou um contrato de vários anos com a Middle-earth Enterprises, detentora dos direitos autorais das obras de J. R. R Tolkien.

“Após nossa recente aquisição da Middle-earth Enterprises, estamos entusiasmados em embarcar nesta nova jornada colaborativa com a New Line Cinema e a Warner Bros. Pictures, trazendo o incomparável mundo de JRR Tolkien de volta à tela grande de maneiras novas e emocionantes. Entendemos o quanto essas obras são apreciadas e, trabalhando em conjunto com nossos parceiros da New Line Cinema e da Warner Bros. Pictures, planejamos honrar o passado, olhar para o futuro e aderir ao mais alto nível de qualidade e valores de produção.

Informações adicionais sobre esses próximos filmes – incluindo detalhes do enredo, equipes criativas ou janelas de lançamento – não foram anunciadas.

Atualmente, um filme de anim’ ‘A Guerra dos Rohirrim‘, que serve como uma prequela ambientada 183 anos antes de ‘O Senhor dos Anéis‘ de Jackson, está em desenvolvimento na New Line Cinema e na Warner Bros. Animation. O filme – que conta com dublagem de Brian Cox e da estrela original Miranda Otto – está programado para estrear nos cinemas em 12 de abril de 2024.

AMEI! Melissa Barrera sequestra a filha do Drácula no trailer LEGENDADO de ‘Abigail’, dos diretores de ‘Pânico’

A Universal Pictures divulgou o trailer LEGENDADO do terror ‘Abigail‘, que traz a atriz Melissa Barrera trabalhando novamente com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett após ‘Pânico 5 e 6‘.

Assista e confira o cartaz nacional:

Depois que um grupo de criminosos sequestra uma bailarina de 12 anos, filha de uma figura poderosa do submundo, tudo o que eles precisam fazer para receber um resgate de US$ 50 milhões é vigiar a garota durante a noite.

Numa mansão isolada, os sequestradores começam a diminuir, um por um, e descobrem, para seu crescente horror, que estão trancados lá dentro, sem nenhuma garotinha normal.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

‘Baby’ e ‘Malu’ são os grande VENCEDORES do Festival do Rio; Confira a lista!

O Festival do Rio 2024 anunciou na noite deste domingo (13) os vencedores do Troféu Redentor da Première Brasil, ao qual concorreram 51 filmes na competição principal e na Novos Rumos, e 35 produções ao Prêmio Felix

Veja a lista completa de filmes premiados a seguir:

 

PREMIÈRE BRASIL: NOVOS RUMOS

Melhor Curta-Metragem

Carne Fresca, de Giovani Barros
Produtora: Duas Mariola Filmes

 

Menções Honrosas (Curta-Metragem)

O Céu Não Sabe Meu Nome, de Carol AÓ
E Seu Corpo é Belo, de Yuri Costa

Melhor Atriz

Mayara Santos, por Ainda Não É Amanhã

Melhor Ator

Reynier Morales, por O Deserto de Akin

 

 

Prêmio Especial do Júri

Paradeiros, de Rita Piffer
Produtora: Mera Filmes

Melhor Direção

Davi Pretto, por Continente

Melhor Longa Metragem

Centro Ilusão, de Pedro Diogenes
Produtora : Marrevolto Filmes

 

PRÊMIO FELIX

Prêmio Especial do Júri

Baby, de Marcelo Caetano
Produtora: Cup Filmes, Desbun Filmes, Plateau Produções

Melhor Documentário

A Bela de Gaza (La Belle de Gaza), de Yolande Zauberman
Produtora: Unité, Phobics, Arte France Cinéma

Menção Honrosa (Documentário)

Vollúpya, de Éri Sarmet e Jocimar Dias Jr.
Salão De Baile, de Juru e Vitã

Melhor Filme Internacional

Tudo Vai Ficar Bem (All Shall Be Well), de Ray Yeung
Produtora: New Voice Film Productions

Melhor Filme Brasileiro

Avenida Beira-Mar, de Maju de Paiva e Bernardo Florim
Produtora: Produtora Viralata

 

 

PREMIÈRE BRASIL: COMPETIÇÃO PRINCIPAL

Melhor Curta-Metragem

A Menina e o Pote, de Valentina Homem
Produtora: Sempre Viva

Melhor Trilha Sonora Original

Fernando Aranha e Guga Bruno, por Kasa Branca e Quando Vira a Esquina

Melhor Som

Marcos Lopes, Guile Martins e Toco Cerqueira por A Queda do Céu

Melhor Atriz Coadjuvante (prêmio duplo)

Carol Duarte e Juliana Carneiro da Cunha, por Malu

Melhor Montagem: 

Peterkino, por Salão de Baile

Melhor Direção de Arte

Thales Junqueira, por Baby

Melhor Fotografia

Arthur Sherman, por Kasa Branca

Melhor Ator Coadjuvante

Diego Francisco, por Kasa Branca

Melhor Roteiro

Pedro Freire, por Malu

Melhor Direção de Documentário

Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, por A Queda do Céu

Melhor Longa-Metragem Documentário

3 Obás de Xangô, de Sérgio Machado
Produtora: Coqueirão Pictures

Melhor Atriz

Yara de Novaes, por Malu

Melhor Ator

João Pedro Mariano, por Baby

Menção Honrosa

Diana Mattos, por Betânia

Prêmio Especial do Júri

Jamilli Correa, por Manas

Melhor Direção de Ficção

Luciano Vidigal, por Kasa Branca

Melhor Longa-Metragem de Ficção (prêmio duplo)

Baby, de Marcelo Caetano
Produtora: Cup Filmes, Desbun Filmes, Plateau Produções

Malu, de Pedro Freire
Produtora: Bubbles Project, TvZero

Crítica | ‘Baby’ – Um dos grandes filmes brasileiros dos últimos anos

Crítica | ‘Malu’ – As dores da existência guiadas pelo furacão de emoções Yara de Novaes

Tom Holland sofre ACIDENTE e fratura a cabeça durante as filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, afirma tabloide

Segundo o tabloide The Sun, o ator Tom Holland foi levado às pressas para o hospital na sexta-feira após um incidente que o deixou com uma fratura na cabeça e uma concussão.  O ator teria caído de uma altura considerável durante as filmagens de uma cena de ação de Homem-Aranha: Um Novo Dia’, e uma dublê também se feriu no acidente.

A produção, que acontece no Leavesden Studios em Watford, Hertfordshire, pode ficar paralisada por semanas, afirmou o tabloide.

O  pai do ator, o comediante Dominic Holland, disse que seu filho ficará longe das filmagens “por um tempo”.

Um porta-voz do Serviço de Ambulância afirmou:

“Fomos chamados às 10h30 da manhã de sexta-feira para atender um paciente que sofreu um ferimento no Leavesden Studios em Watford. Uma ambulância foi enviada ao local e o paciente foi transportado para o hospital para cuidados adicionais.” 

Não foi revelada a gravidade dos ferimentos.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Imagem de bastidores pode ter confirmado retorno de [SPOILER]

Tom Holland fala sobre futuro após ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Crítica | Arranha-Céu: Coragem Sem Limite – Dwayne Johnson enfrenta um prédio em novo filme

A Era dos Astros está de volta

Dwayne ‘The Rock’ Johnson. Temos que amá-lo. Temos que respeitá-lo. O motivo? Numa época de franquias onde o que vale é a marca do personagem, o ator consegue trazer de volta a era dos astros. Bem, ao menos para seu nome.

Nas décadas de 1980 e 1990, astros como Tom Cruise, Stallone, Schwarzenegger e Harrison Ford chamavam um enorme público simplesmente com cartazes estampando seus nomes. Era tudo o que o espectador precisava saber para comprar o ingresso na bilheteria e assistir ao filme. É claro que o chamado star system não começou nas décadas citadas, sendo oriundo dos primórdios de Hollywood e fazendo parte das carreiras de lendas como Marilyn Monroe, por exemplo. Mas a coisa se consolidou e aumentou exponencialmente com a chegada dos blockbusters na década de 1980.

Com a estreia de Batman (1989), de Tim Burton, o astro Sylvester Stallone previu uma mudança no mercado. Agora seriam as marcas que comandariam as bilheterias e não mais os astros. Hoje, quem comanda são as franquias, deixando seus astros em segundo plano. Dinossauros, avatares azuis e super-heróis (independente de quem esteja por baixo da máscara, vide Batman e Homem-Aranha) são as fontes de lucro.

The Rock luta bravamente para reverter esse quadro. Ele é o astro-personagem que as pessoas pagam para ver, independente de seu papel (muitos dirão que ele interpreta sempre o mesmo), como fizeram os grandes no passado. O sucesso recente de filmes que perambulam por gêneros distintos, vide Um Espião e Meio (2016), Jumanji (2017) e Rampage (2018), é a prova disso. Agora, ele está de volta e a investida é no cinema catástrofe, gênero que já havia abordado em 2015, com Terremoto: A Falha de San Andreas – longa que em breve terá continuação.

Na trama, Johnson interpreta Will Sawyer, ex-marine que após perder a perna de forma trágica em ação se encontra trabalhando como técnico de segurança. Seu antigo companheiro é quem arruma o novo serviço, assegurar uma incrível criação na Ásia. Trata-se do maior prédio do mundo, um fenômeno tecnológico que não está tão distante assim da realidade. Atualmente, o mercado asiático é um dos mais fortes do mundo quando o assunto é cinema, inclusive ultrapassando o norte-americano muitas vezes. É esperado que cada vez mais tenhamos superproduções miradas a eles, e Arranha-Céu é um caso claro disso.

Para que tenhamos um filme, algo obrigatoriamente terá que dar errado neste colosso. E logo, Johnson se verá fazendo de tudo para conseguir salvar sua família, mulher e dois filhos pequenos, do grande desastre anunciado. Arranha-Céu verdadeiramente é uma mistura de Inferno da Torre (1974) com Duro de Matar (1988). No entanto, carece do frescor e originalidade do filme com Bruce Willis e do desfile de astros do filme da década de 1970.

Um dos pontos positivos que os fãs irão agradecer é o resgate da atriz Neve Campbell do ostracismo, mais conhecida como a Sidney dos adorados filmes da série de terror Pânico (1996 a 2011). Campbell, que parece não ter envelhecido um ano sequer desde a última vez que a vimos, segura bem as pontas e protagoniza cenas legais de ação e pancadaria. E nem é preciso comentar sobre o carisma de Johnson, qualidade esta que o ator tem de sobra para dar e vender.

O lance de Arranha-Céu é o seguinte: existem duas formas de se abordar um filme como este. Por mais incríveis que fossem, Inferno na Torre e Duro de Matar se esforçavam ao máximo para estar dentro de nosso mundo, exibindo o mínimo de realismo em seus momentos de ação. É a máxima de levar em conta elementos como gravidade, física e outros quesitos importantes na hora de se montar uma história e narrativa. Talvez esse fosse o reflexo de suas respectivas décadas. Arranha-Céu também é reflexo da época atual, então esqueça qualquer verossimilhança com a realidade, leis da física, gravidade ou qualquer sentido de pertencimento ao nosso mundo.

Arranha-Céu conta com saltos no ar que são verdadeiros voos, cordas intermináveis, fita adesiva para se escalar prédios, constante força sobre-humana e qualquer outro elemento facilmente encontrado em filmes de super-heróis atuais. Antes, mesmo sem forçar tanto a barra aqueles fatos poderiam acontecer. Estes, nunca. O objetivo obviamente é nenhum outro senão entreter e atualmente tudo precisa ser maior e mais exagerado. Dentro deste quesito, o longa igualmente não satisfaz por completo, já que depende muito apenas de visuais e cenas de ação. Os vilões são de terceira (daquele tipo de lançamento para vídeo mesmo), suas motivações não fazem sentido e o roteiro perde o gás por completo no terceiro ato – extremamente previsível desde a primeira cena.

Por outro lado, o objetivo de The Rock ainda não é criar uma obra-prima, apenas um filme pipoca que permaneça em nossas mentes o mesmo tempo que tal lanche permanecerá. E nesse sentido, uma produção exagerada, boba e cartunesca, mas que igualmente diverte com seus inúmeros clichês, como esta cumpre seu único propósito de existência.

10 Séries que Estreiam em 2024 para Ficarmos de Olho!

Para grande parte do público, as séries de TV se tornaram tão importantes quanto os filmes. Desde o advento do streaming, as séries foram igualmente responsáveis (ou quem sabe até mais) pela nova relação desenvolvida entre o espectador e as produções audiovisuais. O conceito de “maratonar” seu conteúdo preferido, por exemplo, foi o que fez a audiência pelo mundo todo gerar números impressionantes de visualizações nas plataformas.

Enquanto os filmes se tornaram consumo rápido (você assiste e parte para outro), as séries são pretendidas na forma de degustação. E por mais que você a devore numa tacada só, ainda precisará esperar pela próxima temporada. O que alimenta o falatório e a expectativa – fazendo novas pessoas correrem atrás daquele conteúdo do qual está todo mundo falando.

Pensando nessa ótima fase da TV mundial, agora iremos falar sobre as séries ainda não muito conhecidas do grande público, mas muito promissoras, donas de um grande potencial. Tudo o que precisam fazer é cair no gosto do grande público ao estrearem em 2024. Justamente por isso, essas são as 10 séries para ficarmos de olho nessa temporada. Confira abaixo.

A Morte Entre Outros Mistérios

Investigações criminais estão na moda. O grande público consome qualquer produção sobre crimes vorazmente. Justamente por isso sagas como a do inspetor Poirot de Kenneth Branagh, e Benoit Blanc, de Daniel Craig, fazem tanto sucesso. Outro admirável detetive irá se unir a este panteão, desvendando um mistério no mar. Mandy Patinkin, um dos grandes nomes da TV americana, dá vida ao detetive Rufus Cotesworth, uma espécie de Hercule Poirot moderno.

Ele está a bordo de um cruzeiro, quando um dos passageiros, um sujeito realmente detestável, aparece morto. E o pior é que todas as provas apontam para Imogene (Violett Beane), a protagonista. Mas qualquer um pode ser o culpado. Esse novo “whodunit” interessantíssimo tem produção e direção de Marc Webb, de ‘500 Dias com Ela’ e ‘O Espetacular Homem-Aranha’, e chegou agora no dia 16 de janeiro ao Star+, com dois episódios disponíveis e os demais por vir a cada semana.

Masters of the Air

No dia 26 de janeiro é a vez da AppleTV+ trazer sua série mais ambiciosa do ano. Um drama de guerra sobre pilotos de verdadeiras “fortalezas voadoras”, os bombardeiros B-17, durante a Segunda Guerra Mundial. Em clima de superprodução, quem produz é ninguém menos que Steven Spielberg e Tom Hanks. Tá bom para você? Quer mais? ‘Masters of the Air’ é criação de John Orloff, o mesmo responsável pela cultuada ‘Band of Brothers’.

E que tal na direção, os mesmos responsáveis por ‘Capitã Marvel’, ‘007: Sem Tempo para Morrer’, ‘Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi’ e ‘Black Mirror’. Quer mais? Protagonizando temos o Elvis em pessoa, o indicado ao Oscar Austin Butler, e Barry Keoghan, de ‘Saltburn’, igualmente indicado ao Oscar por ‘Os Banshees de Inisherin’.

Xógun: A Gloriosa Saga do Japão

Estreando em 27 de fevereiro, temos a minissérie épica que será exibida pela Star+ aqui no Brasil. Baseado no livro de James Clavell, o programa já havia sido adaptado na forma de uma minissérie para a TV anteriormente, em 1980, com Richard Chamberlain vivendo o protagonista John Blackthorne. Ele é um navegador inglês que vai parar no Japão feudal e se torna um joguete nas mãos de poderosos e políticos da época. A nova versão salta aos olhos com uma produção de muita qualidade, com fotografia, direção de arte, coreografias e uma parte técnica impressionante. os nomes de destaque no elenco são Hiroyuki Sanada (‘Trem-Bala’ e ‘John Wick 4’) e Tadanobu Asano (‘Midway’).

Avatar: O Último Mestre do Ar

Em 22 de fevereiro, a Netflix pretende fazer direito. Uma das séries animadas mais queridas de todos os tempos, o anime ‘Avatar’ fez enorme sucesso na Nickelodeon em meados dos anos 2000, e gerou derivados. Em 2010, o diretor M. Night Shyamalan, que virou fã do material, graças aos filhos, decidiu realizar a primeira adaptação em live-action, com uma superprodução para os cinemas. Porém, o resultado foi muito sombrio, dramático e sem gás. Agora, nas mãos da Netflix, o material promete ser feito de uma forma mais fiel. E a plataforma espera ter em mãos um novo sucesso.

Ted

Você lembra de ‘Ted’, o ursinho de pelúcia fofinho e completamente desbocado e incorreto, que fez enorme sucesso na década passada? Pois bem, depois de um filme sensação em 2012, e uma sequência bem mais esquecível em 2015, ele está de volta em sua própria série de TV. Ou devo dizer, minissérie de TV, em 8 episódios, que irá ao ar em 11 de janeiro. Com criação do próprio Seth MacFarlane (que também dá voz ao bichinho) e é o responsável por ‘Uma Família da Pesada’, aqui temos uma prequel, que irá contar os dias no colégio dos amigos/irmãos John (Max Burkeholder) e Ted (MacFarlane). O programa é original da Peacock, que não existe no Brasil, então deverá chegar aqui pela Amazon Prime Video.

Griselda

Outra minissérie da Netflix, o programa está disposto a revelar que Griselda Blanco é a narcotraficante braba de verdade, e que Pablo Escobar de Wagner Moura em ‘Narcos’ era fichinha. Ao menos é o que retratam os comerciais do novo programa da casa, dos mesmos criadores de ‘Narcos’. Produzido e estrelado por Sofía Vergara, com uma maquiagem que a deixou irreconhecível, essa é uma das primeiras séries a estrearem na safra 2024, em 25 de janeiro. Para quem curte dramas criminais sobre super traficantes, essa será um prato cheio.

Sr. & Sra. Smith

Na cultura pop tudo é inspiração, e tudo se transforma. Séries viram filmes, e filmes viram série. Assim, o sucesso estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie, ‘Sr. e Sra. Smith’, que os uniu na vida real, agora chega na forma de uma série na Amazon Prime Video. O programa é bancado por Donald Glover, com criação, roteiro e protagonismo do artista que joga nas onze, e foi a mente por trás da elogiada ‘Atlanta’. A trama é mesma, um casal de espiões precisa manter o outro fora de seus negócios. O programa traz inúmeras participações, mas a que nos chama mais atenção é do nosso conterrâneo, o citado Wagner Moura. A estreia é no dia 2 de fevereiro.

O Regime

Em 3 de março veremos um lado de Kate Winslet que não conhecíamos. A estrela vencedora do Oscar é que protagoniza ‘O Regime’ para a HBO Max no papel de uma governante de um regime totalitário e ditatorial. Ela é uma mulher mundana, fútil, mas extremamente perigosa. Já deu para ver que a série dirigida por Stephen Frears (‘Ligações Perigosas’) e dos mesmos produtores de ‘Succession’ é uma tremenda crítica a tais figuras controversas, que sonham em reinar absolutos, colocando a democracia para escanteio. O elenco conta ainda com Hugh Grant e Andrea Riseborough.

O Problema dos 3 Corpos

Em 21 de março chega ainda mais um programa da Netflix. Baseado na trilogia de livros de Cixin Liu, aqui temos uma história de fantasia, drama e aventura. Ah sim, ainda inclui muito mistério e suspense. Dos mesmos criadores de ‘Game of Thrones’, acompanhamos um grupo de cientistas se deparando com eventos cataclísmicos que podem significar o fim do mundo. No elenco, os nomes mais conhecidos são os de Benedict Wong e Eiza González. Mas os grandes nomes mesmo estão atrás das câmeras como produtores: Brad Pitt, Rosamund Pike e o diretor Rian Johnson.

Zorro

Finalizando a matéria, temos a nova série da Amazon Prime Video, que decide reviver um dos maiores heróis de todos os tempos, o espadachim Zorro. Herói mexicano, o personagem é um dos mais antigos de que se tem notícia, e já ganhou inúmeras interpretações ao longo do tempo desde sua criação em 1919. O personagem inclusive já foi assunto de uma superprodução bancada por Steven Spielberg na década de 90, com Antonio Banderas, e que serviu para introduzir Catherine Zeta-Jones.

Agora, ‘Zorro’ está de volta, em uma produção cem por cento falada em espanhol. Na trama, Diego de la Vega retorna ao México depois de uma temporada na Espanha, e herda a máscara do Zorro. Agora, deve libertar seu país do domínio estrangeiro, e guardar as terras da Califórnia, que ainda pertenciam ao México. O novo programa trará nativos e russos como personagens. A estreia é no dia 25 de janeiro.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 33: Celso Sabadin

Nessa vida temos encontros e desencontros. A internet veio para bagunçar isso tudo e para quem é esperto conseguir se aproximar de ídolos ou apaixonados por cinema que nunca teria a chance de conhecer os pensamentos se a distância entre os dois pontos não existisse, como é agora no planeta internet. Dividir curiosidades sobre o gosto cinéfilo é um grande exercício que todos nós cinéfilos adoramos descobrir. Esse especial chega exatamente para apresentar universos diferentes do seu mas sempre com um grande amor ao cinema como o seu.

Cineasta, escritor, mestre em Comunicações, publicitário, jornalista e foi crítico de cinema diversos veículo badalados. Nosso convidado de hoje é uma verdadeira enciclopédia cinéfila. Maior especialista vivo em MazzaropiCelso Sabadin, a quem eu carinhosamente chamo de Mestre Cinéfilo, está sempre pelas redes sociais comentando sobre uma variedade enorme de filmes e sobre o Corinthians. Querido cinéfilo, que eu nunca pude conversar pessoalmente mas tenho certeza que esse dia chegará. Com vocês, meu amigo, Celso Sabadin.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

É o Reserva Cultural, que exibe grandes filmes (em sua maioria, europeus) contemporâneos que quase nunca decepcionam. É o tipo do cinema que nem precisa consultar a programação antes: é só chegar e escolher qualquer filme em exibição nas suas quatro salas. Quase nunca dá errado. Fora o café, o croissant de chocolate, a livraria e um “detalhe” que a maioria dos cinemas não leva em conta: o conforto da sala de espera.

 

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

Rapaz, eu vou ao cinema desde tão pequeno que eu não lembro. Mas me lembro de um filme especial que eu vi no finado Cine Rivieira, perto aqui de casa, que me impressionou muito: foi Pinochio, da Disney, Principalmente na cena em que os meninos se transformam em burros. Fiquei semanas apavorado com aquilo, e com certeza eu não teria a mesma sensação se tivesse visto numa tela pequena.

 

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Muitas vezes me perguntam sobre isso, mas para mim é simplesmente impossível determinar um único diretor ou um único filme favorito. Não consigo. É muita gente boa, é muito filme bom, não tenho a capacidade de escolher um só. E se eu citar dez vou ser injusto com outros dez, e assim por diante. Desculpa, mas não sei responder… e isso vale para a próxima pergunta também (Qual seu filme nacional favorito e porquê?)… rsrs..  Aliás, tenho a maior dificuldade de fazer lista dos melhores filmes do ano, do dia, da década, do universo, sei lá. Tenho muita dificuldade com esta questão “competitiva” do cinema. Não consigo quantificar se uma obra de arte é “melhor” que a outra. Todas têm seu valor, cada uma a seu tempo, com seu estilo.

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

Respondida na pergunta anterior.

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

É se deixar levar com prazer e arte por outros mundos, outros realidades, outras dimensões.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Nããããããõ. A maior parte dos cinemas do mundo tem programação definida por quem entende de pipoca.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Nunca. Já “mataram” o cinema nos anos 1950, quando inventaram a televisão; depois nos anos 1980, quando inventaram o VHS; depois em 1990 quando inventaram o DVD; depois em 2010 quando veio o VOD e agora em 2020 com a pandemia. E ele nunca morreu. Aliás, os primeiros a “matar” o cinema foram os próprios Irmãos Lumiére: em 1900, cinco anos depois deles mesmos terem inventado o cinema, eles decidiram parar de filmar. Alegando que tudo o que era possível filmar já havia sido filmado. E pararam mesmo.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Roma às 11 Horas, de Giuseppe de Santis.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Não, nunca, jamais. Nada deveria abrir antes da vacina.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

A qualidade eu acho ótima. Chegamos a um nível de diversidade temática e capacidade produtiva muito boa, algo impensável para quem viu o cinema brasileiro “morrer” na Era Collor, no início dos anos 1990. O problema é aquele de sempre: a distribuição. Não adianta a gente fazer quase 200 longas por ano – como de fato estamos fazendo – para essa produção ficar entalada num sistema de distribuição e exibição dominado por políticas criminosas das multinacionais. Junte-se a isso, agora, a falta de políticas públicas deste antigoverno idiota, genocida, infantilizado, estúpido, preconceituoso, incompetente e podre em que estamos vivendo.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Atualmente, Kleber Mendonça Filho.

12) Defina cinema com uma frase:

Sonhar acordado.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Estava eu sossegadamente vendo um filme no cinema quando duas pessoas atrás de mim começaram a conversar em tom razoavelmente alto. Virei para trás e mandei o tradicional “psiiiu!”. O sujeito atrás de mim reclamou, indignado: “Psiu por que? Não tem ninguém falando na cena agora!”. Fiquei abismado com a percepção de um tipo de público que acha que, se não há diálogos em determinada cena, nada de importante está acontecendo de fato naquele momento do filme.  É a “visão telenovelística” de parte do nosso público.

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

A sublimação de um mito.

Crítica | ‘Uma Baleia Pode ser Dilacerada como uma Escola de Samba’ – Uma alusão ao carnaval inserida em um contexto de angústias [Mostra de Cinema de Tiradentes]

Um dos filmes mais desafiadores do cinema brasileiro lançados ainda em festivais no ano de 2025, o longa-metragem Uma Baleia Pode ser Dilacerada como uma Escola de Samba é, basicamente, uma alusão ao carnaval inserida dentro de um contexto das angústias de um protagonista que vê seu sonho não se realizar. A partir do contraponto peculiar de associar uma grande festa se abraçando a momentos tristes, acompanhamos uma história que convoca a paciência – embora até ela pode acabar.

Dividido em curtos capítulos que fazem referências diretas à maior festa popular de nosso país, por meio de uma autoapresentação de personagens, nos leva até uma história que apresenta um presidente de uma escola de samba que percebe chegar ao fim os dias de folia. Entre as memórias de um começo promissor até um presente de agonias, com a falência batendo à porta, somos guiados por personagens que circulam em torno da amargura do adeus.

Na tentativa de ser um experimento poético, o projeto dirigido por Marina Meliande e Felipe M. Bragança, esbarra em uma narrativa lenta, que insiste em construir uma atmosfera indecifrável pelo subúrbio carioca. Esse incômodo no ritmo parece ser uma proposta – um desafio ao espectador – talvez na esperança de suscitar reflexões variadas. A poesia contemplativa chega por meio de imagens e movimentos que dizem pouco sobre o que é essa história, além do óbvio, se arrastando por 70 minutos de projeção.

Do musical aos dramas de um encerramento de ciclo, o roteiro apresenta seus confrontos ao sensibilizar e sugerir, se escondendo do dinamismo – algo que a narrativa clama em alguns momentos -, mesmo com uma composição visual que estimula o olhar e chama a atenção. Nessa visão pessimista de almas solitárias perdidas no caos de uma cidade (aqui representado também pela violência), Uma Baleia Pode ser Dilacerada como uma Escola de Samba disponibiliza reflexões isoladas dentro de um mar de tristeza – do abre-alas até cruzar seus créditos finais.

Gambit, Kitty Pryde e outros derivados ‘X-Men’ devem ser cancelados pela Disney

Em uma coletiva de impressa, a produtora Lauren Shuler Donner revelou que os futuros filmes do universo X-Men que estavam sendo desenvolvidos pela FOX, os filmes solo do Gambit e da Kitty Pryde, tiveram suas produções congeladas pela Disney e não sabe se os projetos ganharão continuidade.

“Agora é decisão da Disney. Eu espero [que esses projetos sigam em frente], mas a decisão é deles. O problema é que você não pode ter tantos filmes de super-heróis dos X-Men, porque eles vão acabar barrando uns aos outros. Cada um deles precisa ser distinto e ainda há os Vingadores para dar continuidade, então há muitas histórias diferentes para seguir e vocês ainda querem novas. Mas eu não acho que terão mais do que quatro – quatro são o suficiente, porque as pessoas vão acabar ficando saturadas, então precisamos ter cuidado. O Kevin [Feige] precisa ter cuidado.”

Em setembro, Bob Iger havia declarado que ter Kevin Feige comandando a franquia dos X-Men “fazia sentido. Eu quero ser cuidadoso pelo o que foi informado para o pessoal da FOX, mas eu acho que eles sabem. Faz sentido para a Marvel ser supervisionada por apenas uma entidade. Não deveria haver duas Marvels.”

‘The Room’: Desejos têm consequências mortais no trailer do terror

O terror ‘The Room‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Christian Volckman, que coescreveu o roteiro ao lado de Eric Forestier e Vincent Ravalec.

Kate e Matt são um jovem casal na procura de uma vida mais autêntica e saudável. Eles deixam a cidade para viver em uma casa velha no meio do nada. Logo, descobrem um quarto secreto que tem o poder extraordinário de materializar qualquer coisa que for desejada. Suas vidas se tornam um verdadeiro conto de fadas. Eles passam dias e noites pedindo todos os seus desejos materiais, nadando em dinheiro e champanhe. No entanto, por trás de toda essa situação brilhante, algo sombrio está à espreita: alguns segredos podem ter consequências terríveis.

Olga Kurylenko e Kevin Janssens estrelam a produção.

O longa ainda não possui previsão de estreia.

‘Central Park’: Papel de Kristen Bell será reescalado por atriz negra

Em uma época com uma intensa discussão sobre representatividade, os produtores da animação ‘Central Park‘ anunciaram que a atriz Kristen Bell não irá mais dublar a personagem Molly na próxima temporada.

O papel será reescalado por uma atriz negra, mas Bell deve continuar na produção, dando voz a uma nova personagem.

Em declaração oficial, o time de produtores Loren Bouchard, Josh Gad, Nora Smith, Halsted Sullivan e Sanjay Shah afirmou: Kristen Bell é uma atriz extremamente talentosa que se juntou à série desde o primeiro dia do seu desenvolvimento – antes mesmo de haver um personagem para ela interpretar – e, desde então, ela entregou uma performance divertida, emocionante e linda. Mas, depois de alguma reflexão, a Kristen, ao lado de toda a equipe criativa, que a escalação da personagem Molly é uma oportunidade para ter representatividade para contratar uma atriz negra para dar à personagem uma voz que ressoa com todos os seus aspectos. Kristen continuará a fazer parte da série em um novo personagem e nós encontraremos uma nova voz para a Molly. Nós sentimos muito por termos contribuído para qualquer pessoa ter se sentido excluída ou apagada.”

Através do seu Instagram, Bell se pronunciou: “Interpretar a personagem Molly em ‘Central Park’ mostra a falta de perspectiva do meu privilégio. Contratar uma atriz branca para dar voz a uma personagem negra foi errado e nós estamos determinados a consertar isso. Estou feliz em entregar esse papel a alguém que trará uma representação muito mais precisa e estou comprometida a aprender, crescer e fazer minha parte para equidade e inclusão.”

Loren BouchardJosh Gad criaram o projeto.

A série gira em torno de uma família que vive no parque mais famoso do mundo.

Gad, Leslie Odom Jr.Kristen BellKathryn HahnTituss BurgessDaveed DiggsStanley Tucci fazem parte do elenco.

Mãe precisa proteger filho lobisomem no trailer do terror ‘Blood Moon’; Assista!

O Hulu divulgou o trailer do último episódio da 2ª temporada da série de terror antológica ‘Into the Dark‘, intitulado ‘Blood Moon‘.

Confira:

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) é responsável pela direção.

“Quando Esme (Megalyn Echikunwoke) e seu filho de dez anos, Luna (Yonas Kibreab), se mudam para uma cidade pequena em busca de um novo começo, eles atraem todo tipo de atenção indesejada. Enquanto o pessoal da cidade começa a se intrometer, Esme precisar lutar para proteger seu filho e seu segredo aterrorizante antes da próxima lua cheia destruir o futuro de todos.”

Blood Moon‘ será lançado oficialmente no dia 26 de março.

Os episódios da série são lançados mensalmente, cada um focando em uma data comemorativa diferente.

‘Yellowstone’: 4ª temporada estreia na Paramount+; Confira o trailer legendado!

Os primeiros episódios da 4ª temporada do drama ‘Yellowstone‘ já estão disponíveis no catálogo brasileiro da Paramount+.

Para promover o lançamento, o serviço divulgou o trailer legendado do novo ciclo.

Confira:

A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki WeaverPiper PeraboKathryn KellyFinn Little.

‘Os Monstros’: Reboot de Rob Zombie será lançado pela Netflix em setembro

Através do seu Instagram, o diretor Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’) revelou que o reboot de ‘Os Monstros‘ será lançado oficialmente pela Netflix.

De acordo com o Bloody Disgusting, o longa estreará no serviço de streaming em setembro.

“Neste outono [norte-americano], nós vamos ficar arrepiados como se fosse 1964! Sim, ‘Os Monstros’ e ‘A Família Addams’ irão retornar para a televisão através da Netflix. Já faz 58 anos desde que esses titãs brigaram pela primeira vez. Eles serão a programação perfeita para essa época do ano,” revelou o cineasta.

A nova versão contará com Jeff Daniel Phillips como Herman Munster, Sheri Moon Zombie como Lily Munster e Daniel Roebuck como Vovô Munster.

O elenco ainda incluirá Richard BrakeCatherine SchellDee Wallace, Cassandra Peterson e Jorge Garcia, além de Butch Patrick e Pat Priest – atores da série original.

Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios. Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio. A nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.

‘Speak No Evil’: Mackenzie Davis se junta ao elenco do remake da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Mackenzie Davis (‘Station Eleven’) entrou para o elenco do remake do terror psicológico ‘Speak No Evil‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O projeto também será estrelado por James McAvoy (‘Fragmentado’), que já havia sido previamente anunciado.

James Watkins, conhecido pelo sucesso ‘A Mulher de Preto‘ e pelo traumatizante ‘Sem Saída‘, será responsável pela direção e pelo roteiro.

O remake está previsto para estrear no dia 9 de agosto de 2024.

No longa original, uma família dinamarquesa visita uma família holandesa que conheceu durante as férias. O que deveria ser um fim de semana idílico lentamente se transforma em um pesadelo enquanto os dinamarqueses tentam se manter educados diante de situações desagradáveis.

Relembre o trailer:

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

O longa foi escrito e dirigido por Christian Tafdrup.

“De férias em Toscana, uma família dinamarquesa faz amizade imediata com uma família holandesa. Meses depois, o casal dinamarquês recebe um convite inesperado para visitar os holandeses em sua casa de madeira e decide passar o fim de semana. No entanto, não demora muito para que a alegria do reencontro seja substituída por mal-entendidos. As coisas gradualmente saem do controle, à medida que os holandeses se tornam algo muito diferente do que aparentavam ser. A pequena família dinamarquesa agora se encontra presa em uma casa, na qual ela gostaria de nunca ter entrado.”

O elenco conta com Morten Burian, Sidsel Siem, Koch Fedja, Van Huêt, Karina Smulders, Liva Forsberg e Marius Damslev.

‘O Corvo’: Reboot com Bill Skarsgård ganha data de estreia

A Lionsgate finalmente anunciou quando o reboot de ‘O Corvo‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’), será lançado.

A nova versão está programada para estrear no dia 7 de junho.

A cantora FKA twigs interpretará a namorada/noiva do Eric Draven. Apesar do papel não ter muito destaque no filme original, o site The Hollywood Reporter afirma que a personagem será umas das protagonistas na nova versão.

O elenco ainda contará com Danny Huston, Laura BirnSami Bouajila Jordan Bolger.

Rupert Sanders (‘Branca de Neve e o Caçador’) será responsável pela direção.

O Corvo é uma história linda, sombria, poética e até mesmo perturbadora,” declarou o diretor em comunicado oficial. “É uma história de amor, perda, luto e vingança. É uma grande honra revisitar os quadrinhos icônicos de James O’Barr e reimaginar o Corvo como uma voz agourenta da atualidade.”

A trama original segue Eric Dravon, que retorna dos mortos para caçar seus assassinos e vingar o assassinato de sua noiva com a ajuda de um pássaro místico.

O roteiro foi escrito por Zach Baylin, que recentemente foi indicado ao Oscar pelo seu trabalho em ‘King Richard: Criando Campeãs‘.

Com orçamento médio de US$ 50 milhões, as filmagens da nova versão estão programadas para começarem em junho, em Praga e Munique.

Edward R. Pressman e Malcolm Gray servirão como produtores.

Baseado nos quadrinhos de James O’Barr, o longa original foi estrelado por Brandon Lee, que faleceu nas filmagens do projeto depois de ser atingido por um projétil de chumbo disparado pela arma usada pelo ator Michael Massee.

Por uma falha da produção, a arma havia sido carregada com munições de verdade, e a pólvora do festim fez com que o projétil que estava preso no cano fosse acidentalmente liberado, perfurando o torso de Lee.

O acidente aconteceu apenas oito dias antes do filme ter sido concluído.

 

‘Venom 3: A Última Rodada’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Venom 3: A Última Rodada‘ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente – entrando para o TOP 10 das maiores bilheterias do ano.

Com uma queda de apenas -34% em comparação ao final de semana anterior, o longa se manteve no topo das bilheterias norte-americanas pela terceira semana consecutiva. Ao total, o filme já arrecadou US$ 114.8 milhões no país.

Internacionalmente, o longa soma sólidos US$ 279.4 milhões através de 66 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 394.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados ainda conta com a China (US$82.8M), México (US$17.2M), Reino Unido (US$14.3M), Alemanha (US$11.5M) e Coreia (US$11.2M).

Além disso, o longa já acumula US$ 29.6 milhões no formato IMAX.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

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Confira as primeiras imagens da 2ª temporada de ‘One Piece’

Após o teaser e o cartaz, a Netflix divulgou as primeiras imagens promocionais da 2ª temporada do live-action de ‘One Piece‘, que ganhou o subtítulo ‘Rumo à Grand Line‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

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Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para 2026.

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

Charlize Theron estrelará novo SUSPENSE do diretor de ‘O Jogo do Predador’

De acordo com o Deadline, Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria’) será a protagonista do thriller de ação ‘Six Clean Kills‘, novo filme do diretor Baltasar Kormákur.

O projeto marcará a reunião entre a atriz e o cineasta após o sucesso de ‘O Jogo do Predador‘.

O longa será baseado no romance não publicado de Stan Parish, que também assinará o roteiro da adaptação.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgadas.

Com produção de Kormákur e Theron, o projeto está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

Vale lembrar que ‘O Jogo do Predador‘ está fazendo sucesso na Netflix. Com 38,2 milhões de visualizações em seus primeiros sete dias de lançamento, o longa se tornou a terceira maior estreia de 2026 – atrás apenas de ‘Dinheiro Suspeito‘ (41,6 milhões) e ‘Máquina de Guerra‘ (39,3 milhões).

Na trama, ao testar seus limites nos confins implacáveis da Austrália selvagem, Sasha precisa lidar com as forças da natureza enquanto enfrenta também um predador letal.

Crítica | O Jogo do Predador – Charlize Theron IMBATÍVEL Contra Taron Egerton em Ação da Netflix

‘Blade Runner 2049’ vai revelar que [SPOILER] é realmente um androide

[SPOILER]

Durante muito tempo, ‘Blade Runner 2049’ passou em silêncio pelos sites de notícia, sem grandes revelações.

Mas Ridley Scott decidiu romper com este silêncio e confirmar uma das teorias mais discutidas relacionadas ao clássico original de 1982. Em uma entrevista ao site IGN, o pai da produção revelou que Deckard é (Harrison Ford) é de fato um androide biorobótico.

Segundo ele:

“Essa sempre foi minha teoria e algumas pessoas vieram contestá-la, chamando minha decisão de cafona ou piegas, um tanto previsível. Mas eu já estava com 44 anos e tinha experiência suficiente para me posicionar com confiança e mantive minha decisão. Se eu não me engano, até Harrison ficou um pouco inseguro com a minha escolha de fazer Deckard um androide. Mas é o que faz sentido dentro da narrativa. Você vê o final do filme e a única explicação coerente é essa. Então agora, independente do que acharam na época, isso será revelado – de um jeito ou de outro – na sequência”.

 

Denis Villeneuve revelou recentemente que não tem nenhum apreço tão grande pelo CGI em si, e sua sequência de Blade Runner’ foi para o campo dos efeitos práticos tanto quanto possível. Na verdade, Villeneuve pode contar nos dedos quantas vezes ele usou a famosa tela verde durante as filmagens.

“Sou muito da velha escola. Eu queria ter a chance de fazer o meu ‘Aliens’ [em ‘Chegada’] como animatronics. Eu odeio telas verdes. Isso suga toda a minha energia. Eu fico deprimido. O [Cinegrafista] Roger [Deakins] foi insanamente impressionante, sendo capaz de criar paisagens com truques. Para me foi belo. Acho que posso contar nos dedos quantas vezes eu vi uma tela verde em todos aqueles meses de filmagem. Haverá melhorias com o CG, é claro, mas o máximo possível foi desempenhado in-camera”.

O diretor está em alta, sendo um dos indicados ao Oscar 2017 por ‘Chegada’. Mas antes que ele se mova para dirigir seu projeto de sonho ‘Dune’, ele terá que finalizar a pós-produção de ‘Blade Runner 2049’.

Recentemente, Villeneuve conversou com a revista Variety sobre todos os seus vários projetos e revelou sua filosofia sobre o uso de CGI: “use o mínimo possível”. Ele afirmou que teria feito seus aliens de ‘Chegada’ apenas como bonecos em um aquário, se não fosse tão caro.

Denis Villeneuve, que será o diretor de ‘Blade Runner 2049‘, é tratado como um dos grandes diretores do cinema na atualidade, principalmente depois do que fez em ‘A Chegada‘ no final do ano passado.

Harrison Ford vive novamente o icônico Rick Deckard. Além de Ford, o filme é estrelado por Ryan Gosling, Robin Wright, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Carla Juri, Mackenzie Davis, Barkhad Abdi, David Dastmachian, Hiam Abbass e Lennie James. A produção executiva conta com Ridley Scott, que dirigiu o primeiro filme.

A sequência conta com a direção de Denis Villeneuve, que afirma que “Ridley Scott teve a ideia genial de unir ficção científica com film noir para criar essa visão única da condição humana. O novo ‘Blade Runner’ é uma extensão do primeiro filme”.

A história foi adaptada do romance ‘O Caçador de Androides’ (Do Androids Dream of Electric Sheep?), de Phillip K. Dick.

A estreia acontece dia 5 de Outubro.

‘Deadpool 2’: Peter ganha seu próprio cartaz, feito por fã

Uma das aparições mais hilárias de Deadpool 2’ foi certamente a presença de um novo membro da X-Force, chamado Peter.

E com o frenesi que sua cena gerou no novo trailer, o personagem já caiu nas mãos do artista conceitual BossLogic e ganhou seu próprio e divertido cartaz.

Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.

‘Obi-Wan Kenobi’: Disney Plus estaria desenvolvido minissérie

Um projeto envolvendo o personagem Obi-Wan Kenobi ainda está de pé pela Lucasfilm. Embora a produção de um longa metragem tenha sido descartada, após o fracasso de bilheterias de ‘Solo: Uma História Star Wars‘, a divisão da  Disney estaria disposta a usar sua nova plataforma de conteúdos para tirar a ideia do papel.

Segundo o Star Wars News Net, a Lucasfilm estaria trabalhando em uma minissérie de Obi-Wan para seu novo streaming, Disney Plus. A produção seria limitada, provavelmente com apenas seis episódios.

Após os maus resultados de ‘Solo’ nos cinemas, o estúdio decidiu desacelerar a produção de longas do universo de ‘Star Wars‘. No passado, o CEO da Disney, Bob Iger, sugeriu que a empresa reduziria o ritmo em seu calendário, após a estreia do ‘Episódio IX‘, que acontece em dezembro de 2019.

A Lucasfilm não confirmou o desenvolvimento da minissérie, tão pouco se Ewan McGregor voltaria ao papel. Portanto, por hora trate tudo como especulações.

 

 

 

 

 

 

 

 

‘The Walking Dead’: Vídeo homenageia jornada de Michonne na série; Assista!

A jornada da heroína Michonne, vivida por Danai Gurira, em ‘The Walking Dead‘, se encerrou e para marcar a despedida, a emissora AMC fez uma bela homenagem à personagem, com um novo vídeo que compila alguns dos seus melhores momentos.

Assista:

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

Oprah promete grandes REVELAÇÕES em entrevista com Meghan Markle e Príncipe Harry; Confira o trailer!

A atriz, produtora e aclamada apresentadora Oprah Winfrey promete revelações bombásticas na vindoura entrevista feita com o casal real Meghan Markle e Príncipe Harry.

O aguardado bate papo, intitulado Oprah With Meghan and Harry: A CBS Primetime Special, ganhou o seu primeiro e intenso teaser, que já anuncia que nenhum assunto – seja ele polêmico ou não – estará de fora da entrevista.

No curto vídeo promocional, Harry já adianta que temia que a trágica morte de sua mãe se repetisse na sua família, dessa vez com Markle.

Assista ao teaser:

Oprah With Meghan and Harry: A CBS Primetime Special vai ao ar nos Estados Unidos no próximo domingo (07), na emissora CBS.

Lembrando que a história da família real é contada na aclamada série original da Netflix, intitulada ‘The Crown‘.

Durante a cerimônia da 78ª edição do Globo de Ouro, a produção levou para casa nada menos que quatro estatuetasMelhor Série DramáticaMelhor Atriz em Série Dramática para Emma CorrinMelhor Ator em Série Dramática para Josh O’ConnorMelhor Atriz Coadjuvante em Série para Gillian Anderson.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

 

Hoje é Dia do Orgulho Nerd | O que significa O Dia da Toalha? Como ele salvou o mundo Nerd?

Você já se sentiu estranho ou desconfortável em um contexto onde não sabia o que de fato estava acontecendo? Como se estivesse perdido, aquém ao que te rodeia?

No dia 25 de maio, anualmente, aqueles que passaram a vida inteira se sentindo assim encontram na cultura POP e nos elementos mais emblemáticos do universo nerd, a mutualidade acalentadora de um nicho que foi do extremo mais rejeitado, ao mais cobiçado. Em outras palavras, os incompreendidos saem da ponta e vão para o centro das atenções com suas toalhas e incansáveis referências a ‘Star Wars’, para celebrar o marco da reviravolta de uma geração até então sem voz.

25 de maio não é uma data qualquer. Com dois símbolos específicos fortíssimos, que carregam uma extensa simbologia repleta de referências das mais distintas, o dia em questão é o marco zero de ‘Star Wars’. Uma Nova Esperança surgia, tanto literal como figurativamente, tirando das sombras uma geração do final dos anos 70, que não sabia o poder da ficção científica até George Lucas apresentá-la em uma bandeja de prata.

Mal sabia o mundo o que ‘Star Wars’ faria. Mal sabiam nossos conterrâneos de outros tempos o que eles fariam em nós. 25 de maio de 1977 apresentou às futuras gerações – algumas ainda no ventre, outras nem sequer planejadas – um leque de infinitas possibilidades.

O silêncio do espaço, onde o som não se propaga, se tornou uma mera questão de imaginação. Outros universos inimagináveis ganharam cor. Mocinhos e vilões nasceram, nomes foram talhados na eternidade cultural. Nascia o âmago do que eu, você e todos aqueles que podem até não gostar da saga, estamos falando até hoje. Nascia o instrumento mais emblemático da indústria do entretenimento.

Ao lado de ‘Star Wars’, surge a toalha. Imaculada, versátil, totalmente irreverente, muito mais que um item essencial de higiene. Foco de uma página inteira no terceiro capítulo do primeiro volume da trilogia de cinco livros de Douglas Adams – ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ –, ela é o elemento que todo mochileiro que se prese, aqueles de respeito e dignidade, possuem. Partindo de um objeto para enxugar o rosto a um protetor implacável contra a Terrível Besta Voraz de Traal, a toalha é uma das referências mais irreverentes da cultura POP. Ela é o elo entre o seu criador, Adams, e seu público. Ela é a homenagem eterna dos nerds que se encontraram em seus livros, a um ícone sem precedentes, falecido em 2001.

Diferentes, mas iguais. ‘Star Wars’ e ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ possuem dois – dentre vários – aspectos muito em comum. Em universos que deixam a Terra à deriva, ambas as sagas exploram a diversidade. Cultural. Racial. De gênero. De personalidade. Em planetas que se distanciam dos vícios inerentes e vulgares deste em que vivemos, as distintas galáxias convivem bem entre si e quando se digladiam, não é por questões sociais e sim ideológicas. O diferente é aceito, celebrado e amado. E para os nerds, os sempre diferentões, é ali que tudo funciona harmonicamente.

E a crescente e massificada quantidade de nerds ao longo dos anos contribuiu para que os antes rejeitados, se tornassem realmente cobiçados – como já dito.

Em terra onde ‘Star Wars: O Despertar da Força’ é a terceira maior bilheteria do mundo, papéis se invertem, e os desajustados passam a ser aqueles que ditam o que o público em geral vai consumir, seja nos cinemas, nas televisões, na literatura e até mesmo na moda. As toalhas, que estampam fotos nas inúmeras timelines da vida e representam o discurso de aceitação e emponderamento, são também o símbolo de uma geração que da margem da sociedade, hoje dita a próxima série de TV que você e todo mundo estará desejando daqui a alguns meses. Isso sim é uma vida longa e próspera.

Crítica | Chacrinha: Eu vim para Confundir… é um documentário à altura de um grande artista

Lenda da televisão brasileira, Abelardo Barbosa é revivido por meio de imagens de arquivos e depoimentos de familiares e amigos no documentário Chacrinha: Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar, lançado nos cinemas em 28 de janeiro. Em sua quarta imersão como documentarista, Claudio Manoel (comediante do Casseta & Planeta), ao lado de Micael Langer – com quem codirigiu Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei (2009) -, aposta na narrativa através de acervo documental para recontar o percurso de um dos ícones da cultura nacional, desde o seu nascimento em Surubim (PE) até a sua partida no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1988

Em narrativa linear, o documentário busca descortinar a vida do mito televisivo ao mesmo tempo que conta a história da TV brasileira. Com Pedro Bial como narrador quase dominante, ao lado dos herdeiros Leleco e Jorge Barbosa, além da viúva Dona Florinda – os dois últimos falecidos em 2020 -, o enredo busca compreender a genialidade ou a loucura de Abelardo Barbosa e o fascínio dos brasileiros pelos seus programas. Em tempo, é possível questionar também o limiar entre a esperteza e o oportunismo do rapaz recém-chegado ao Rio de Janeiro no final dos anos de 1940. 

Nas palavras de Pedro Bial, Chacrinha era um anti-locutor. Responsável por colocar ao ar uma produção de som digna de manter os ouvintes entretidos à sua parafernália sonora. Suas ideias eram irreverentes e contra indicativas, alguns exemplos são relatados por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, entre outros relatos sobre suas rixas e desavenças. A fim de ilustrar todas essas histórias, o trabalho de curadoria de arquivos é notável, o projeto contempla frases ilustres do Velho Guerreiro, como “Maluco fui, maluco sou, maluco vou morrer”, além de uma entrevista em que a repórter pergunta: “Freud te explica?”, o deboche do artista impede a jornalista de segurar o riso e o bordão do título é reiterado. 

Para engrossar o caldo do feijão, as ex-chacretes Rita Cadillac e Marlene Morbeck, a Loura Sinistra, lembram dos momentos de flerte com os artistas e o auge da fama como símbolos sexuais da nação. Por outro lado, os cantores Tony Bellotto, Sylvinho Blau Blau e Evandro Mesquita refletem sobre o grande holofote que o programa do Chacrinha trouxe para os produtores da música nacional, com direito ao lançamento do movimento Tropicália e o famoso Quadro dos Calouros, composto pela buzina e o abacaxi.

Para aqueles – como eu – que nasceram após a morte do Chacrinha, em 1988, o documentário é um reencontro com a juventude dos nossos pais, afinal o homem da cartola e roupas coloridas era um fenômeno de audiência. Se na década de 1990 até o início dos anos 2000, os finais de semana eram comandados entre a rivalidade de Faustão e Gugu Liberato (1959-2019), o mesmo ocorria nos anos de 1970, com Abelardo e Flávio Cavalcanti (1923-1986). O mérito da direção de Cláudio Manoel é conceber uma obra discursiva e questionadora, isto é, não é uma produção de láureas e flores a um homem, mas direciona também reflexões sobre o papel do Chacrinha na cultura brasileira. 

Gênio ou palhaço? O documentário levanta a bola da discussão entre “alta cultura” e “cultura popular”, e a mudança de perspectivas da elite brasileira a partir da declaração do sociólogo francês Edgar Morin sobre Chacrinha: “Um fenômeno de comunicação de massas só comparável a [John F.] Kennedy e [Charles] De Gaulle”. O que nos conduz igualmente ao questionamento do que é aceitável aos olhos do público. Chacrinha, por exemplo, jogava bacalhau para a plateia, entre outros alimentos. Hoje, o roteiro seria diferente. 

Vale ressaltar que essa discussão sobre o limite do humor e da brincadeira esteve presente nos dois documentários anteriores de Cláudio Manoel, Tá Rindo de Quê? (2018) e Rindo à Toa – Humor Sem Limites (2019). Por outro lado, já vimos com Bingo: O Rei das Manhãs (2017), e dezenas de outros programas, que a popularidade da TV brasileira manteve uma performance circense nos anos 1980. Nos depoimentos, João Kleber, Gugu Liberto e Luciano Huck tentam explicar a responsabilidade de comandar uma audiência. O último faz uma analogia de mercado: “A gente é CEO dos nossos horários. A gente chega no sábado à tarde sabendo o que vender”. A conversa joga luz ao fato de não existir comunicação sem patrocínio ou publicidade e como Chacrinha não era apenas líder de audiência, mas de vendas. 

Com depoimentos ainda de Stepan Nercessian, responsável pela performance do showman no longa Chacrinha, o Velho Guerreiro (2018), de Andrucha Waddington, Wanderléa, Angélica, Chico Anysio, Agnaldo Timóteo, o diretor televisivo Helmar Sérgio e o produtor musical Michael Sullivan, Chacrinha: Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar é uma aula sobre a construção da TV brasileira. Com informação objetiva e gracejos do artista, os diretores ainda conseguem emocionar. Os momentos mais difíceis da vida de Abelardo Barbosa e seus momentos de introspecção são expostos nas vozes dos seus filhos e amigos queridos de maneira íntima e tocante. 

Eterna jurada do programa, Elke Maravilha (1945-2016) é fascinante ao transpor em palavras a sua relação e a felicidade ao lado do amigo Velho Guerreiro. Os arquivos em vídeo das lágrimas de dor de Abelardo após a perda da sua mãe é um golpe no coração, assim como os relatos dos seus últimos momentos no palco. Um documentário é uma representação do real, mas também é cinema, e a edição consegue criar um cenário lapidado para o encerramento da trajetória do pernambucano arretado, cômico, mas acima de tudo, “louco” e cativante. 

Cinebiografia de Al Capone com Tom Hardy ganha data para início das filmagens

Fonzo‘, drama que será uma cinebiografia do mafioso Al Capone e que trará Tom Hardy no papel principal, começa a ser filmado em abril desse ano e deve seguir até maio, de acordo com o Omega Underground.

O foco da história será nos últimos anos de vida do criminoso.

O mais curioso é que a direção será de Josh Trank, que retorna aos cinemas depois do fracasso em ‘Quarteto Fantástico‘ e depois de ter sido demitido da Lucasfilm. Trank comandaria o segundo spin-off de ‘Star Wars‘, que acabou se tornando a terceira produção da fila depois do longa de Han Solo.

Capone morreu aos 48 anos depois de suscetivas crises de demência.

Considerado o maior o gangster dos Estados Unidos, Al Capone montou seu império durante a época da Lei Seca, em que o comércio de bebidas alcoólicas era proibido nos Estados Unidos.

Ainda não há data para o longa chegar aos cinemas.

‘Hereditário’: Três clipes tensos destacam a performance digna de Oscar de Toni Collette

O polêmico terrorHereditário‘ já possui data para chegar em Home Video nos EUA: 4 de setembro.

O DVD e Blu-ray contará com nada menos do que nove cenas deletadas, de um corte original de 3 horas de duração, além de um Featurette chamado “Amaldiçoado: A Verdadeira Natureza Hereditária” e galeria de fotos inéditas.

Além disso, três clipes focados na atuação fantástica da Toni Collette foram divulgados. Confira:

Para assistir o trailer do lançamento em Home Video, basta clicar neste link.

No Brasil, o lançamento deve acontecer em novembro.

Gostou de ‘Hereditário’? Então conheça outros 13 premiados filmes de terror!

Depois de uma estreia com ótimos US$ 13 milhões, o terror arrecadou mais US$ 7 milhões em seu segundo final de semana, somando um total de US$ 27 milhões.

Esse é o melhor resultado da A24, superando, em apenas 10 dias, os US$ 25 milhões arrecadados pela ‘A Bruxa‘.

De acordo com o CinemaScore, o filme registrou uma nota D+ de seu público, então era esperado uma queda de mais de 70%. No entanto, o terror decaiu menos do que 50%, o que é incomum para filmes de terror em geral.

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

Dirigido por Ari Aster, a produção é conduzida pela A24 e seu elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

Hereditário‘ já está em exibição nos cinemas.

Recap ‘Chucky’ | Terceiro episódio é inesperado, mas segue com os mesmos problemas desta temporada

O segundo capítulo de Chucky correu por diferentes núcleos, o que permitiu a chegada de mais personagens, mas sofreu por não conseguir manter uma sequência para a construção do terror que causasse o mínimo de incômodo. Na verdade, os assassinatos do bonequinho encapetado foram muito mais por sugestão, mas sem manter a tensão no ar. O terceiro episódio reduz um pouco a variação dos núcleos e foca mais no trio principal. O que é bom, mesmo que fique uma pequena frustração pela não aparição de Glen e Glenda, como fora sugerido no capítulo anterior.

O ápice do episódio é, sem dúvida alguma, a sequência de tortura a qual os meninos impõem ao boneco sequestrado previamente. Não suportando mais as falas de Chucky, que ficava tentando as crianças ou ofendendo seus sequestradores incessantemente, o brinquedo mexe com a cabeça dos protagonistas, que pensam em matá-lo, pensam em mutilá-lo até chegarem à conclusão que um boneco assassino sádico não sofreria realmente com cortes e desmembramentos. Afinal, ele já matou e foi morto uma dezena de vezes, e sempre retornou mais maluco do que antes.

Então, a solução encontrada é submetê-lo a uma sessão de reprogramação cerebral ao melhor estilo Laranja Mecânica. Transformando o ‘Chucky Espião’ num tipo de Cão de Pavlov de plástico, Jake e seus amigos o amarram com os olhos abertos e direcionados para uma tela, onde foram exibidas horas de imagens e vídeos de mortes, desmembramentos e trechos de filmes de terror gore. Em seguida, eles exibiam desenhos animados inocentes e puro. Após uma certa resistência, Chucky acabou se rendendo, passando mal diversas vezes até que seu cérebro cria total aversão a assassinatos e sadismo.

Porém, por se tratar de um boneco assassino, as crianças não compram muito essa ideia do Chucky agora ser um brinquedo amigável, curioso e educado. Chega a ser engraçado ouvir a voz de Brad Dourif proferindo palavras educadas e não uma série de xingamentos e maldições. Inclusive, por ter assumido uma personalidade infantil, se portando como uma criança curiosa, o ‘Chucky fofinho’ acaba mexendo com o psicológico da Lexy (Alyvia Alyn Lind), perguntando sobre o ex-namorado dela, que foi manipulado e morto pelo próprio boneco na temporada anterior.

Falando na Lexy, ela é o destaque do elenco humano desse episódio. Isso porque seu vício em drogas começa a afetá-la, fazendo com que a abstinência mexa diretamente com sua cabeça e seu corpo. Esse efeito do vício deixa Lexy cada vez mais insegura e paranoica, o que dá para ver até mesmo pela aparência da menina, que está mais pálida e com olheiras. Ela também passa a se arriscar para tentar roubar remédios da farmácia do internato, o que não dá muito certo e a pinta como um alvo para a freira que coordena o departamento feminino e a farmácia da igreja.

Esse vício também a coloca na mira do valentão do antigo colégio, que se mostra um grande babaca exatamente como antes. Ele já estava marcando firme em cima da Lexy desde que ela chegou lá. Sedento por vingança, ele foi agindo de forma mentirosa para se passar por um rapaz ‘reformado’, arrependido, mas na primeira oportunidade, ele já tentou ameaçá-la e intimidá-la. Ele só não lembrava que a própria Lexy era uma Bully na escola. Então, ela vira o jogo contra ele, que se mete em confusão.

A construção desse valentão estava sendo bem interessante, estabelecendo ele como uma das ameaças da temporada. Porém, ele acaba tendo um fim precoce ao cruzar o caminho do ‘Chucky parrudo’, a grande surpresa do terceiro episódio. Essa aparição foi ridiculamente inesperada e engraçada. Dono de um abdômen malhado, o boneco vem ao melhor estilo Arnold Schwarzenneger para sacrificar o ‘Chucky fofinho’. Mas claro que, sendo um Chucky, ele não perde a oportunidade de matar quem passar por sua frente. Assim, o valentão vai de base, tendo seu tórax perfurado por um socão daqueles.

Claro que a série vem tentando trazer uma pegada mais cômica até o momento, mas tem pedido a mão na hora de trazer o terror. Infelizmente, vem devendo até aqui. E um dos maiores problemas é a falta de noção dos protagonistas. Jake e Devon se beijam nos corredores de um colégio católico conhecido por seus castigos e pela rigidez, Lexy invade uma enfermaria sem checar se há gente por perto, os três matam aulas na primeira semana em que chegam, famosos por supostamente terem explodido uma criança… É como se eles fossem brilhantes para caçar o Chucky, mas quisessem ser pegos fazendo isso.

Da mesma forma, ter o trio num internato com diversos Chuckys espalhados pelo local deveria proporcionar um terror mais claustrofóbico. No entanto, o internato, mesmo sendo fechado, parece ser gigante. É como se a própria série não quisesse aproveitar um ambiente tão opressor para tratar dos temas adolescentes de forma a explorar o terror e a insegurança.

Os novos episódios da segunda temporada de Chucky estreiam toda quarta no Star+

Crítica | Os Suburbanos – Comédia Derivada da Série Nacional É Puro Suco da Zona Norte Carioca

O canal pago Multishow já vem se firmando como um grande produtor de conteúdo humorístico há muitos anos. De lá saíram excelentes programas de comédia que eventualmente extrapolaram o espaço do canal e ganharam o formato fílmico, como ‘Vai Que Cola’, ‘Tô de Graça’ e, mais recentemente, ‘Os Suburbanos’, programa surgido em 2015 no canal pago e que a partir dessa semana ganha seu primeiro longa-metragem estreando nas salas de cinema do país sob o mesmo título.

Jefinho (Rodrigo Sant’Anna) quer fazer sucesso de qualquer jeito. Enquanto isso, trabalha como piscineiro na casa de Lorena (Cristiana Oliveira), na expectativa de que ela entregue seu CD ao marido, J. P. (Paulo Cesar Grande), dono de uma importante gravadora. Mas seu primo, Wellington (Babu Santana), responsável por empresariar o grupo de pagode deles, marca diversas apresentações dos rapazes, às quais Jefinho sempre se atrasa. Dentre as peripécias do trabalho e do grupo, Jefinho ainda arranja tempo para amar Gislene (Carla Cristina Cardoso) e compor aquela que ele acredita ser a música que irá alavancar sua carreira artística, o pagode “Xavasca Guerreira”, mesmo que o resto do grupo discorde da qualidade da canção.

Para quem não acompanha a série homônima, dá para assistir a ‘Os Suburbanos’ sem prejuízo de não entender a história. O roteiro de Rodrigo Sant’Anna com Denise Crispun é bem redondinho, começando com o protagonista quebrando a quarta parede para iniciar a narrativa de suas desventuras, seguindo por toda a sequência de acontecimentos até a história encontrar o tempo presente e apresentar a conclusão final. Esse formato circular não oferece brecha para que o espectador se confunda, e é ideal para uma comédia de grande público.

Com luxuosa participação especial de Jojo Todynho e Tadeu Mello, que se mostram bastante à vontade em interação com o elenco, o filme de Luciano Sabino (que também dirigiu a série) constrói um apurado retrato da vida da zona norte carioca não-elitizada, lá pelos lados de Penha, Irajá e acima. As cores vivas, as falas ligeiras, as piadas prontas, os tremeliques e caras e bocas do elenco são reproduzidos em consonância com a essência dos personagens expansivos do subúrbio, que têm, na mesma medida, amor e volume. Ainda que, ao final do filme, tenhamos a sensação de termos assistido a uma sequência de esquetes agrupadas por tema, há um fio condutor que une as cenas de maneira plausível e convincente; as piadas, centradas no protagonista, funcionam em todos os núcleos do enredo, apesar de alguns personagens de apoio serem construídos em cima de estereótipos.

Alinhado com as qualidades e os defeitos do cidadão comum – que repete preconceitos mas, na hora do vamos ver, deixa os temores de lado para embarcar no sonho e no amor – ‘Os Suburbanos’ é uma comédia leve e atual à contemporaneidade no centro urbano. A produção acerta ao trazer o elenco tradicional da série televisiva e dar um tom ‘Austin Powers’ ao malandro Jefinho. Com humor, o filme mostra que todos nós erramos em nossos pré-conceitos, mas que o importante é evoluirmos como pessoa e respeitarmos aos outros, da mesma maneira como queremos que respeitem nossos sonhos. Para rir e refletir, como toda boa comédia deve ser.

10 filmes tão assustadores que vão mexer com a sua cabeça

A experiência de assistir a um filme de terror é algo bem especial para os fãs do gênero. Nada como aquele clima de tensão, medo e suspense, ou mesmo aquele susto que te pega de surpresa e te faz pular da cadeira. Mas tem hora que o cinema exagera. Volta e meia aparece um filme que arrepia os ossos e deixa o espectador completamente sem reação e, até, atormentado.

Sabemos que existem poucos programas mais legais do que ver aquele filminho no final de noite, de preferência com uma boa companhia, mas… Conferir um longa de terror e logo na sequência ir pra cama pode não ser uma boa ideia. Especialmente quando o filme é daqueles clássicos do terror psicológico.

Assim sendo, o CinePOP preparou uma lista de filmes de terror que devem ser vistos à luz do dia. Pensa só. Você vê algo aterrorizante. Aí você saí na rua e ainda é dia! Você pode fazer outros programas. Você não fica perdido numa escuridão refletindo sobre tudo o que é de ruim ou tenebroso.

A BRUXA (2015)

Um dos filmes de terror mais assustadores dos últimos tempos. E que se enquadra precisamente no foco da matéria. Não é uma obra de muitos sustos, mas que oferece ao espectador um estado permanente de tensão e medo. É difícil dormir depois. É difícil pensar em dormir. A Bruxa, de Robert Eggers, cria medo a partir do isolamento e parece não ter pressa para criar situações assustadoras. No filme, uma família de moral rígida tem como ameaça principal o isolamento de viver ao lado de uma floresta fechada. A forma como aborda religiosidade e misticismo só torna tudo mais tenso e impactante. O terror nasce da relação dos personagens entre si, e com o cenário ao seu redor.

O ILUMINADO (1980)

Clássico do terror dirigido por Stanley Kubrick, O Iluminado é mais um longa a ter seu foco no horror psicológico. E até por isso é mais assustador. É claro que o isolado hotel é quase um protagonista do filme, mas o verdadeiro medo nasce da forma como este ambiente influencia na figura do pai vivido por Jack Nicholson. Embora o autor Stephen King já tenha declarado publicamente seus problemas com a obra, é inegável o talento de Kubrick na construção de um clima de medo. Não é fácil fazer coisas banais como uma criança andando de velotrol ficar eternamente marcado na cabeça das pessoas. Isso sem falar naquelas gêmeas, naquele quarto, naquela banheira. O Iluminado é um filme para ser visto. De preferência com luz do lado de fora.

JU-ON: O GRITO (2002)

Estrelado por Sarah Michelle Gellar, O Grito (2004) buscava repetir o sucesso e a estratégia por trás de O Chamado. Mesmo com alguns bons sustos, o filme ficou bem longe da qualidade de seu original, o terror japonês Ju-On: O Grito. Se você se assustou com a versão americana, não deixe de conferir a japonesa, dirigida por Takashi Shimizu. Ju-On é aterrorizante e tenso durante seus 92 minutos. É uma demonstração clara do motivo do terror japonês ter sido alvo de tantos remakes no início do século XXI. Não deixe de assistir. E se não estiver noite lá fora, ainda melhor.

O CHAMADO (2002)

Se O Grito americano é pior que o japonês, o mesmo não pode ser dito com relação a O Chamado, refilmagem de Ringu. Ainda que devemos reconhecer a importância e a qualidade do original, não podemos negar que o remake foi muitíssimo bem sucedido em transportar a história para o cinema ocidental. Dirigido por Gore Verbinski (Piratas do Caribe), o terror conta com Naomi Watts na pele de uma mulher que investiga a história de uma fita de vídeo que, ao ser assistida, geraria a morte da pessoa em sete dias. O longa possui muitos sustos, mas também uma sensação de terror permanente. Não só você vai preferir assistir durante o dia, como também vai desejar acionar o modo avião em seu telefone. Você não vai querer receber uma ligação tão cedo.

ESPÍRITOS – A MORTE ESTÁ AO SEU LADO (2004)

Espíritos – A Morte está ao Seu Lado é mais um exemplo do ótimo cinema de terror feito fora dos Estados Unidos. A produção tailandesa é de deixar o público arrepiado, tendo como foco principal essas criaturas sempre assustadoras: espíritos. Após um trágico acidente, um fotógrafo e sua namorada começam a lidar com situações sobrenaturais. Ele começa a perceber sombras em suas fotos e, aos poucos, descobre que não pode escapar de seu passado. Uma obra realmente assustadora e envolvente. Os recursos são limitados, mas a criatividade é enorme. A direção é da dupla Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom.

O EXORCISTA (1973)

Clássicos são clássicos por um motivo. E não há filme de terror mais assutador que O Exorcista. Embora conte com alguns momentos mais próximos do gore, a grande força do filme está no clima constante de horror e tensão. William Friedkin criou o confronto perfeito entre um padre (Max von Sydow) e uma garotinha (Linda Blair) possuída pelo demônio. O filme não poupa o espectador de cenas realmente assustadoras e impactantes. Se for pra ver, é melhor que não tenha que dormir logo na sequência. Afinal, você não vai conseguir mesmo. Uma obra-prima do terror.

O BABADOOK (2014)

O Babadook é mais uma prova de que um bom terror pode vir de qualquer lugar. Esta pequena produção australiana se tornou um fenômeno da cultura pop e sensação do gênero no século XXI. O longa dirigido por Jennifer Kent acompanha uma mãe (Essie Davis) e seu filho (Noah Wiseman) pouco tempo após a morte do pai da família. O garoto tem dificuldade para dormir, acreditando que há um monstro que deseja matá-lo. A mãe fica preocupada e desesperada com a situação do filho. E a coisa só piora quando ela percebe que há sim certa verdade no motivo do desespero do menino.

O SILÊNCIO DO LAGO (1988)

Representante da Holanda na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1989, O Silêncio do Lago é um caso bem especial de filme de terror que foca mais no drama do que no horror. Não temos monstros sobrenaturais ou grandes sustos. Aqui, o medo nasce da própria sociedade. Estamos diante de um filme com pé no chão, um verdadeiro horror da vida real, que oferece uma situação pra lá de possível. Após o desaparecimento de uma jovem mulher, acompanhamos seu namorado tentando descobrir o que de fato aconteceu. De forma corajosa e quase inédita, o longa revela o responsável pelo crime logo de cara. E o faz de forma natural, sem tentar criar um monstro. O que torna tudo mais tenso.

O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA (1974)

Como já devem ter percebido, a nossa lista privilegia aqueles filmes com terror psicológico, que geralmente produzem mais medo do que aqueles com muito sangue e cenas de susto, por mais divertido que possam ser. Mas há um slasher movie que merece o nosso reconhecimento. Trata-se do original O Massacre da Serra Elétrica. Com um orçamento de apenas US$ 140 mil, o diretor Tobe Hooper criou um dos maiores clássicos do gênero, que oferece algumas cenas grotescas, mas também momentos de tensão e medo. O filme mescla momentos de silêncio quase minimalistas com uma violência gore que beira o insuportável. Não julgue o filme por suas sequências ou refilmagens. Não deixe de conferir o original. Só não precisa ser à noite.

ATIVIDADE PARANORMAL (2007)

De 2007 para cá, foram lançados nada menos que seis filmes da franquia Atividade Paranormal, além de outros suspenses que buscavam replicar seu clima e até estrutura. Então, é inegável que hoje exista um desgaste com a saga. Isso não apaga, no entanto, o impacto que sentimos com o primeiro longa, que custou US$ 11 milhões e faturou nada menos que US$ 193 milhões mundialmente. Dirigido por Oren Peli, Atividade Paranormal conversa muito com os dias de hoje, principalmente no uso da tecnologia. O mais assustador aqui é a forma como parece algo verídico, quase documental. E isso se dá pelo uso elegante e inteligente de imagens que parecem mesmo gravadas por um sistema de segurança.

‘O Irlandês’: Filme de Martin Scorsese ganha primeiro pôster oficial; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro pôster oficial do novo longa-metragem de Martin Scorsese‘O Irlandês’ (The Irishman).

Confira:

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Assista ao trailer:

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

Confira imagens dos bastidores: