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‘Jogos Mortais 11’: Fãs estão VIBRANDO após anúncio da sequência; Confira as reações!

Foi confirmado ontem que a Lionsgate deu sinal verde para uma nova sequência da franquia ‘Jogos Mortais‘ após o sucesso do 10º filme, que conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente.

E o novo filme já tem data de estreia, chegando aos cinemas no dia 27 de setembro de 2024.

Nas redes sociais, os fãs da icônica franquia criada por James Wan (‘Invocaçãdo do Mal’) estão vibrando com a notícia, provando que os filmes ainda têm fôlego para manter o público interessado após tantos anos.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes em torno da sequência, o que está deixando os fãs ainda mais ansiosos.

Confira as reações:

Confira o cartaz:

Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

O Retorno do Cavaleiro das Trevas | A Obra de Frank Miller que Mudou o Batman

Obra de Frank Miller mudou o jogo para o personagem e para a DC Comics

Era a década de 60 e elaborar uma nova história para o Batman era muito sobre ponderar como ela poderia ser apropriada para audiências mais jovens. Devido às restrições impostas pelas regras da então Comic Code Authority sobre o teor das histórias, muitos autores das grandes editoras simplesmente optaram por entregar histórias que carregavam diversos elementos de comédia, lições de moral e um descolamento notável da realidade.

Sob o rótulo de que quadrinhos eram um passatempo exclusivamente infantil (o que até aquele período não era uma mentira pois a indústria nasceu para esse público) a vontade de dialogar por meio daquelas histórias e personagens sobre os problemas que o mundo enfrentava foi, em mais de uma ocasião, soterrada em prol de evitar problemas com o governo. A questão toda é que a geração que leu a primeira Action Comics ou a Detective Comics #27 tinha crescido e sentia que a indústria também precisava mudar.

Para os títulos focados no Batman, em específico, esse período foi uma época de desconstrução da imagem originalmente concebida por Bill Finger e Bob Kane na década de 40, que muito era identificada com as antigas histórias pulp e com os folhetins policiais. Influenciada pela série de TV estrelada por Adam West e pela censura do já mencionado órgão público, a DC Comics priorizou a escolha por histórias que focassem bastante na dupla dinâmica (pois assim seria mais fácil atrair o público jovem do que tendo uma aventura solo do Batman) e na suavização da violência tão inerente ao personagem.

Nos anos 50 e 60 a imagem do Batman era indissociável do Robin

Essa instrução editorial mudou quando Julius Schwartz se tornou editor na DC e com isso estabeleceu maior liberdade para a equipe criativa. Dessa forma novos personagens surgiram no panteão do Homem Morcego com a principal sendo a Batgirl (Barbara Gordon) na Detective Comics #359 em 1967. Junto a reformulação de Schwartz veio o escritor Dennis O’Neil, que até então era um freelancer da antiga Charlton Comics, cuja ambição era chacoalhar o mercado editorial.

Isso levaria à histórica edição Green LanternGreen Arrow Vol #5 de 1983, no qual se estabeleceu um intenso debate sobre a epidemia de drogas na sociedade quando a dupla heroica do título descobre que o ajudante do Arqueiro Verde, Ricardito, está viciado. No entanto, antes disso, O’Neil deixou outra marca na DC, essa de fato seria lembrada nos anos seguintes quando avaliado seu trabalho na empresa: o resgate do Batman.

Numa inesquecível parceria com o ilustrador Neil Adams, o trabalho de O’Neil resgatou parcialmente o clima original das histórias do Batman, voltando a priorizar sua personalidade detetivesca e a violência de inimigos como o Coringa (este também totalmente reformulado após Batman #251 de 1973). Sob sua direção novos vilões surgiriam como Ra’s al Ghul, sua filha Talia e outros antigos seriam resgatados como o já mencionado palhaço príncipe do crime e o Duas-Caras.

A fase em que O’Neil esteve à frente do personagem foi um momento de renascimento

A nova abordagem mais madura consciente de O’Neil induziu o jovem autor Frank Miller a se juntar à DC Comics em 1983. Ambos já se conheciam desde os tempos de Marvel Comics, quando Miller assumiu as revistas do Demolidor em 1979 e O’Neil era editor da empresa. A abordagem sombria conferida pelo autor para as histórias do vigilante de Hell’s Kitchen atraíram a atenção do editor, e do público também. Seu primeiro trabalho de fato para a DC foi a minissérie de seis edições Ronin entre 1983 e 1984.

Seu conceito na indústria apenas cresceria no decorrer da década de 80, principalmente no ano de 1986. O autor recebe uma proposta do DC Comics para compor uma minissérie em quatro edições para o Batman que estivesse fora da continuidade vigente do personagem até então, ou seja uma trama em um universo paralelo. Depois de reescrever o roteiro pelo menos quatro vezes, Miller chegou a uma trama central.

A história se passaria alguns anos no futuro, onde o Batman já está idoso e aposentado mas muito longe de estar em paz consigo mesmo. O segundo Robin (Jason Todd) havia morrido, o primeiro (Dick Grayson) cortou laços com ele, Gordon estava em vias de se aposentar e a situação social de Gotham deteriorava mais e mais a cada dia, ao passo que as maiores ameaças não eram mais seus antigos inimigos excêntricos mas uma nova gangue intitulada Mutantes, estes dotados de uma selvageria inimaginável.

Bruce Wayne pode ter perdido todos os seus aliados mas não irá perder Gotham

O quadrinista também queria conferir um papel especial para a mídia ao longo do desenvolvimento da trama. Em uma nota escrita por ele em 2006 e publicada na edição definitiva da obra, ele traz um pouco sobre a mídia como ferramenta narrativa. “O Cavaleiro das Trevas é, obviamente, uma história do Batman. Em grande parte, procurei usar a escalada da criminalidade ao meu redor para retratar um mundo que precisava de um gênio obsessivo, hercúleo e razoavelmente maníaco para pôr as coisas em ordem…Eu não guardei meu veneno mais poderoso para o Coringa ou Duas-Caras, mas para as insípidas e apelativas figuras da mídia que cobriam de forma tão pobre os conflitos daquela época.”

O tom satírico é, realmente, essencial para se entender a construção do mundo presente na minissérie. Constantemente ocorrem cortes na narrativa focada em Bruce Wayne para mostrar as opiniões proferidas por jornalistas, psiquiatras e até o então presidente Ronald Reagan. O autor faz jus ao mencionado “veneno” e “cobertura pobre” mencionados na nota e sempre faz questão de representar as figuras que aparecem na televisão como propositalmente mau intencionadas ou totalmente ignorantes à pauta a qual elas estão noticiando.

A violência social, também mencionada por ele na nota, é outro elemento presente como ferramenta narrativa. Majoritariamente praticada pela já mencionada gangue Mutante para mostrar que o ambiente de Gotham havia se degradado a um ponto sem volta, utilizada pelo próprio Batman como um recurso necessário para lidar com esse novo inimigo e pelo Coringa para chamar a atenção de seu nêmesis uma última vez. Curiosamente o Superman, que aqui atua como um agente do governo mandado para matar o Batman, é o único dos grandes personagens a evitar o apelo à violência e quando o faz ele se mantém controlado.

A violência explícita marca o último embate entre o cavaleiro das trevas e o palhaço

Ao final do seu período de publicação, O Retorno do Cavaleiro das Trevas havia enterrado de vez no passado quaisquer regras de que o Batman era um personagem que deveria viver a par do que acontecia no mundo. As velhas regras sobre suavizar com comédia ou da necessidade de ter o Robin em todas as histórias foram descartadas. O Coringa não era mais um palhaço comediante com planos leves, o Superman não era mais o escoteiro da verdade e justiça e o Batman não era mais Adam West.

A recepção positiva da Grafic Novel foi imediata e diretamente responsável por uma nova onda estilística na indústria dos quadrinhos. Seu tom de história violento e com bases fincadas em assuntos reais levaria à explosão de quadrinhos exagerados nos anos 90 (principalmente aquelas feitas pelo Rob Liefeld), que de toda forma tentaram em vão copiar a mesma mensagem passada pelas obras de Miller ou Moore anos antes.

O Retorno do Cavaleiro das Trevas ainda teve duas sequências. Uma lançada em 2001 se passando algum tempo após o fim da história original e outra em 2015, dando sequência ao segundo capítulo. Mesmo tendo a participação do autor, ambas as continuações tiveram ou uma recepção mista (2015) ou foram completamente repelidas por público e crítica (2001).

Majoritariamente a fonte das reprovações giram em torno das decisões criativas de Miller em seguir “forçando” continuações de uma história que já tinha início, meio e fim; além, principalmente, dos traços do autor (que também atua como ilustrador das histórias) cuja estética é facilmente incompreensível e até grotesca. Mesmo assim, o personagem Batman nunca mais foi o mesmo após a minissérie de 1986; nem ele, nem a indústria e, correndo em paralelo mas não diretamente relacionado com os quadrinhos, o mundo.

 

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ ganha teaser INÉDITO e data de lançamento; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro teaser da aguardada série Percy Jackson e os Olimpianos‘, que adapta a aclamada série de livros criados por Rick Riordan.

Além disso, foi revelado que a produção estreia oficialmente no dia 20 de dezembro, com dois episódios no lançamento e os subsequentes sendo exibidos semanalmente.

Confira o teaser:


Anteriormente, em uma publicação no Threads, o criador dos livros, Rick Riordan, revelou que o primeiro trailer da série ainda pode demorar a ser lançado, especialmente devido às greves em Hollywood.

“Nenhuma novidade em um trailer oficial. Isso provavelmente ainda está um pouco distante. Enquanto isso, com certeza ajudaria se os estúdios voltassem à mesa de negociações e resolvessem essas greves!”, disse Riordan em sua postagem.

Ele também comentou que está revendo os efeitos visuais da série, que estão avançando sem serem afetados pelas greves em andamento.

“Estou revendo efeitos visuais da série, porque felizmente esse aspecto do nosso trabalho de pós-produção não é afetado pelas greves em andamento. Apenas alguns clipes terminados até agora, mas parecem fantásticos. Nossos três principais atores em ação… com todos os retoques finais… perfeito.”

No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Walker Scobell, Leah Jeffries e Aryan Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘Guerra Civil’: Filme com Wagner Moura sobe para 92% de aprovação no Rotten Tomatoes

‘Guerra Civil’, o novo filme da A24 estrelado por Wagner Moura e Kirsten Dunst, registrou um aumento significativo na nota no Rotten Tomatoes e agora possui uma quase perfeita taxa de aprovação.

Inicialmente, o filme estreou com 88% de aprovação, com base em 25 críticas. No entanto, atualmente, após o acréscimo de mais críticas, o filme alcançou uma taxa de aprovação de 92%, baseada em 62 análises.

Os críticos em geral elogiaram o filme, descrevendo-o como uma representação impactante e perturbadora de um conflito fictício nos Estados Unidos.

Confira alguns trechos das avaliações:

“Blockbusters inteligentes, envolventes e desafiadores não surgem com tanta frequência, embora o ano passado tenha sido relativamente rico nesse aspecto, com filmes como Duna: Parte Dois e Oppenheimer. Guerra Civil também deveria fazer parte dessa conversa”, disse Lindsey Bahr da Associated Press.

“Como experiência puramente sensorial, está entre os filmes mais impactantes do ano. É uma pena que seja relativamente ineficaz como comentário político”, disse Matt Oakes da Silver Screen Riot.

“Ao trazer a iconografia da guerra para a América, Garland torna impossível desviar o olhar”, disse Chelsea Steiner da The Mary Sue.

“Garland mantém uma certa distância de seus temas, mais entusiasmado com os temas do que com as ideias que os ligam às situações e aos personagens que os interpretam”, disse Jacob Oller da Paste Magazine.

“Embora eu goste muito de “Guerra Civil”, é a relutância do filme em escolher um lado que me incomoda neste filme bem feito, mas talvez isso deva ser deixado para vocês decidirem o que acham dele”, disse Julian Lytle da RIOTUS.

“Independentemente de “Guerra Civil” se perder ou não no que está tentando transmitir em um nível mais significativo e político, ele compensa em exibição cinematográfica”, disse Aaron Neuwirth da We Live Entertainment.

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Guerra Civil‘ (Civil War) estreia nos cinemas brasileiros em 18 de abril.

Dirigido por Alex Garland, conhecido também por ‘Ex_Machina’, o filme se passa em um futuro próximo nos Estados Unidos, onde a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson e Nick Offerman.

Cameron Diaz descarta retorno às comédias românticas

Cameron Diaz falou sobre seu retorno às telonas após dez anos afastada da atuação, deixando claro que seu futuro nos cinemas não incluirá comédias românticas.

Em entrevista à Empire, Diaz comentou sobre seus próximos passos na carreira. “Eu não sei como vejo isso. É difícil dizer. Se eu disser, então vira uma coisa. Eu me reservo o direito de dizer não para um filme novamente, e também me reservo o direito de dizer sim, se eu decidir fazer. Não estou definindo nada. Estou apenas aberta ao que fizer sentido para mim e minha família em qualquer momento”.

Ela concluiu: “Nada de comédias românticas, só comédias de mãe”.

Quando questionada sobre o que a motivou a voltar a atuar, a resposta foi clara: Jamie Foxx.

“Eu pensei que, se fosse voltar a fazer um filme, a única pessoa com quem eu voltaria a trabalhar seria este cara. Sério. Eu tive outras oportunidades ao longo do caminho e sempre dizia: ‘Não. Não vou fazer isso, já te falei… O quê? O Jamie perguntou? Jamie? Ah, eu posso fazer um filme com o Jamie!'”, revelou.

A admiração entre os dois é mútua. Jamie Foxx também compartilhou seus sentimentos: “Me sinto sortudo e abençoado por ter podido trabalhar com a Cameron. Quando as pessoas estão falando sobre o retorno da Cameron, fico feliz por ter tido alguma participação nisso”.

O filme ‘De Volta à Ação’, da Netflix, marca o retorno de Diaz aos filmes e tem estreia marcada para 17 de janeiro de 2025.

Anos depois de abandonarem a vida na CIA para constituir família, dois ex-espiões são arrastados de volta ao mundo da espionagem quando seus disfarces são descobertos.

Confira:

O longa também conta com Andrew Scott (‘Fleabag’), Jamie Demetriou (‘Cruella’) e Rylan Jackson (‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’).

Este é o primeiro trabalho de Cameron Diaz desde 2014, quando se aposentou. A atriz expressou empolgação ao anunciar que estaria de volta para atuar novamente.

De Volta à Ação‘ é dirigido por Seth Gordon com roteiro de Brendan O’Brien e, por enquanto, não foram divulgados detalhes do enredo e nem previsão de estreia.

Comédia com Idris Elba e John Cena no Prime Video conquista 50% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A comédia de açãoChefes de Estado, estrelada por Idris Elba e John Cena, teve uma recepção morna no Rotten Tomatoes, alcançando 50% de aprovação da crítica, com base em 10 avaliações.

Os críticos se dividiram: enquanto alguns elogiaram o filme por ser divertido e contar com ótimas cenas de ação, outros o consideraram bobo e repetitivo — mais do mesmo dentro do gênero.

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“Cena e Elba se conheceram quando atuaram juntos em Esquadrão Suicida e se deram tão bem que quiseram trabalhar juntos novamente, procurando o roteiro certo para mostrar a química entre eles. Infelizmente, acabaram com ‘Chefes de Estado'”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Você nunca viu John Cena como presidente dos Estados Unidos e Idris Elba como primeiro-ministro britânico, mas ao final, pode acabar sentindo que já viu tudo isso antes”, disse Caryn James do The Hollywood Reporter.

“Desde o começo, ‘Chefes de Estado’ sabe exatamente o tipo de filme que quer ser e mergulha de cabeça em toda a bobagem e tolice de um jeito que soa mais cativante do que preguiçoso”, disse Nate Richard do Collider.

“‘Chefes de Estado’ nunca complica as coisas e mergulha de cabeça no território da comédia escrachada. Não é um filme perfeito, mas, dado o estado atual do mundo, essa realidade é até preferível à que estamos vivendo”, disse Andrew Parker do The Gate.

“‘Chefes de Estado’ funciona melhor como uma grande e divertida comédia de ação, absurdamente exagerada e com um elenco afiado, que sabe exatamente o quão ridícula é, e se aproveita disso”, disse Danielle Solzman do Solzy at the Movies.

“Não apenas entrega cenas de ação satisfatórias com uma piscadela brincalhona frequente, como também carrega uma sutil e afiada crítica política, dando à diversão uma profundidade surpreendentemente impactante”, disse Douglas Davidson do Elements of Madness.

A produção será lançada em 02 de julho na Prime Video.

Na trama, o primeiro-ministro do Reino Unido, Sam Clarke (Elba), e o presidente dos EUA, Will Derringer (Cena), têm uma rivalidade pública que coloca em risco o “relacionamento especial” de seus países. Mas quando eles se tornam alvos de um adversário estrangeiro poderoso e implacável, que se mostra à altura das forças de segurança dos dois líderes, eles são forçados, a contragosto, a contar com as duas únicas pessoas em quem podem confiar: um no outro. Aliados à agente do MI6 Noel Bisset (Priyanka Chopra Jonas), eles precisam fugir e encontrar uma maneira de trabalhar juntos por tempo suficiente para impedir uma conspiração global que ameaça todo o mundo.

O longa de ação conta com um elenco de peso, que ainda inclui Priyanka Chopra Jonas, Carla Gugino, Jack Quaid, Stephen Root, Sarah Niles, Richard Coyle e Paddy Considine.

Chefes de Estado‘ é dirigido por Ilya Naishuller, a partir de um roteiro escrito por Josh Appelbaum, André Nemec e Harrison Query. A história foi criada por Harrison Query.

O longa é produzido por Peter Safran e John Rickard, além de ter produção executiva de Marcus Viscidi, Josh Appelbaum, André Nemec, John Cena e Idris Elba.

Estrelas de ‘Heated Rivalry’ falam sobre sexualidade: “Faz parte da natureza da celebridade”

Os atores Hudson Williams e Connor Storrie, protagonistas da aguardada série de romance LGBTQIA+ Heated Rivalry, participaram de uma entrevista franca ao Deadline.

Ao serem questionados sobre suas orientações sexuais, Hudson Williams reconheceu que o interesse faz parte do estrelato, mas defendeu o direito à reserva pessoal: “Claro, isso faz parte da natureza da celebridade”.

A dupla também abordou sobre as acusações de pink money (lucro sobre a causa LGBTQIA+) e o limite entre a vida pessoal e a profissional.

“Acho que nunca houve dúvida para mim de que, se eu entrasse para os olhos do público, iria querer um certo nível de privacidade. Mas, claro, concordo: queremos pessoas queer contando histórias queer”, destacou Williams

‘Heated Rivalry’: Série de romance LGBTQ+ é RENOVADA para a 2ª temporada

Williams também comentou sobre sua relação de proximidade com o colega de elenco:

“Eu e o Connor somos melhores amigos e adoramos expressar isso fisicamente. As pessoas acabam inferindo coisas, e você precisa deixar isso de lado. Nunca vou parar de demonstrar fisicamente o amor que tenho pelo Connor. Várias coisas podem ser verdade ao mesmo tempo”, ressaltou.

O ator ainda destacou o desejo de ver mais produções LGBT, estreladas por pessoas queer: “Queremos pessoas queer contando histórias queer. Existe também o fato de que você não pode perguntar isso numa sala de audição. Mas acho que o que o Jacob disse resume tudo muito bem: é preciso avaliar o quanto as pessoas estão entusiasmadas com a história”.

‘Heated Rivalry’: Criador revela química entre Hudson Williams e Connor Storrie desde o início

Sobre as críticas de que a indústria às vezes foca apenas no lucro com o público LGBTQIA+, Williams enfatizou que seu envolvimento no projeto foi puramente artístico:

“Eles poderiam ter me pago 10 dólares e só me alimentado, que eu ainda assim faria essa história. Eu realmente achei que não ganharia nada com isso, simplesmente amei tanto a história que quis fazer parte dela. E o Connor, tenho certeza, sente o mesmo. Então, acho que isso é a única coisa que dá para avaliar”, concluiu Williams .

Connor Storrie reforçou a importância de manter um distanciamento saudável entre o ator e o personagem, focando no impacto cultural da obra:

“Totalmente. Há muita energia vindo em nossa direção com o crescimento da série e, para mim, pelo menos, é importante ter um certo distanciamento do personagem. Tudo o que posso dizer é que amo o Ilya, amo a comunidade da qual essa história faz parte e para a qual ela é feita”, afirmou Storrie.

O ator reforçou a importância de uma história queer: “Acho isso muito mais interessante e valioso do que contar apenas mais uma história comum e heterossexual”.

Storrie finalizou reiterando sua posição sobre sua vida íntima:

“Com quem eu saio, com quem eu durmo, isso ou aquilo — vou manter isso para mim. Ainda assim, acho tudo isso extremamente importante e, além disso, simplesmente muito legal”, concluiu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Hudson Williams e Connor Storrie estrelam a produção.

O elenco ainda conta com François Arnaud, Robbie GK, Sophie Nélisse, Ksenia Daniela Kharlamova, Dylan Walsh e Christina Chang.

Baseada no livro homônimo de Rachel Reid, a produção se tornou o maior lançamento da história do serviço de streaming canadense.

Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.

‘Terrifier’: Franquia sofre processo MILIONÁRIO por direitos de Art, o Palhaço; Entenda o caso!

A franquia de terror Terrifier se tornou um verdadeiro fenômeno de bilheteria, mas agora enfrenta uma batalha gigante nos tribunais dos Estados Unidos.

Conforme o NME, a produtora Ruthless Studios abriu um processo na Califórnia contra o criador da saga, Damien Leone, e suas empresas parceiras, acusando-os de violação de direitos autorais, infração de marca registrada, concorrência desleal e de lucrar indevidamente com o vilão Art, o Palhaço.

Na ação, a Ruthless busca indenizações financeiras e exige que a Justiça declare oficialmente que os direitos de Terrifier 2’ eTerrifier 3’ pertencem a ela. Caso vença a disputa, a empresa passará a controlar não apenas os lucros dos filmes já lançados, mas também as futuras sequências no cinema, jogos de videogame, produtos licenciados e eventos baseados na marca.

Curiosamente, o processo foca apenas nas continuações e não mexe com os direitos do primeiro longa de 2016.

Toda essa confusão começou no início da carreira do diretor Damien Leone. Segundo os documentos do processo, o cineasta vendeu os direitos dos primeiros curtas-metragens do palhaço assassino para a Ruthless por apenas 5 mil dólares. A produtora argumenta que esse acordo inicial garantia a ela o direito exclusivo de produzir qualquer continuação, remake ou derivado baseado naquele universo.

A empresa também destaca que financiou e produziu o filme antológico All Hallows’ Eve, lançado em 2013, sendo a grande responsável por investir anos de trabalho e dinheiro para transformar o personagem em um ícone do terror moderno. Como prova de que o diretor estava ciente do sucesso iminente do vilão, a companhia anexou ao processo um e-mail antigo no qual Leone escreveu que Art, o Palhaço estava ficando grande no cenário do terror.

A acusação central da Ruthless sustenta que Damien Leone recebeu permissão apenas para produzir o primeiro longa solo como um projeto único e isolado. No entanto, assim que a marca estourou, o diretor teria ignorado a parceria, criando novas produtoras e fechando acordos milionários de licenciamento e merchandising para as sequênciasTerrifier 2’ eTerrifier 3’ por conta própria.

A produtora afirma ter sido completamente excluída e passada para trás, alegando que as continuações são claramente derivadas do material original que ela comprou no passado, já que compartilham o mesmo personagem, visual e temas narrativos.

Terrifier’ está disponível no Prime Vídeo.

Os 13 Melhores Filmes da Marvel Studios

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com vários longas lançados, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 13 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

13 – O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

12 – Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

11 – Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

10 – Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

9 – Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

8 – Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

7 – Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

5 – Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

4 – Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

3 – Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

2 – Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

1 – Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

Trend com fotos das vítimas de Dahmer viraliza no TikTok e parentes estão REVOLTADOS

Após a grande popularidade da nova série da Netflix, ‘Dahmer: O Canibal Americano‘, alguns usuários do TikTok criaram uma trend chamada de “desafio da Polaroid’ onde as pessoas gravam a si mesmas reagindo as fotos tiradas por Jeffrey Dahmer de suas vítimas, algo no mínimo mórbido.

Após alguns membros da famílias que foram vítimas do assassino se manifestarem, o TikTok removeu o conteúdo, mas usuários continuam tentando reproduzir a trend em busca de visualizações. Vale ressaltar que a série da Netflix é baseada nos crimes reais de Jeffrey Dahmer e envolve vidas e famílias das vítimas que sofreram com o crime.

Eric Perry, parente de Errol Lindsey, uma das vítimas do serial killer Jeffrey Dahmer, criticou a produção da série ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ (2022), lançada pela Netflix na última quarta-feira, 17. A produção é inspirada nos crimes de Jeffrey Dahmer, responsável por 17 assassinatos, que envolviam estupro, necrofilia e canibalismo, entre 1978 e 1991.

Perry explicou o porquê sua família é contra a ficcionalização de seriais killers. Além disso, ainda esclareceu que, uma vez que os assassinatos estão em domínio público, a produção do seriado não possui obrigatoriedade em contatar as famílias das vítimas antes do lançamento.

“Não estou dizendo a ninguém o que assistir ou não assistir, e sei que mídias sobre crimes reais são muito populares no momento, mas se você realmente está curioso sobre as vítimas: a minha família (os Isbell’s) está irritada para c*ralho com essa série. É retraumatizante, e para quê? Quantos filmes, séries e documentários precisamos?”

Perry classificou como particularmente cruel a recriação de um discurso de sua prima, Rita Isabell, durante o julgamento de Dahmer, que teve uma forte crise emocional durante a declaração de impacto da vítima.

As Virgens Suicidas

(The Virgin Suicides)

Elenco: : Michael Paré (Trip Fontaine), Scott Glenn (Padre Moody), Josh Hartnett (Trip Fontaine), Danny DeVito (Dr. Horniker), Giovanni Ribisi (Narrador), James Woods (Sr. Lisbon), Hayden Christensen (Jake Hill Conley), Kirsten Dunst (Lux Lisbon), Kathleen Turner (Sra. Lisbon).

Direção: Sofia Coppola

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Estreia: 2000

Sinopse: Durante a década de 70, o filme enfoca os Lisbon, uma família saudável e próspera que vive num bairro de classe média de Michigan. O sr. Lisbon (James Woods) é um professor de matemática e sua esposa é uma rigorosa religiosa, mãe de cinco atraentes adolescentes, que atraem a atenção dos rapazes da região. Porém, quando Cecília (Hanna R. Hall), de apenas 13 anos, comete suicídio, as relações familiares se decompõem rumo a um crescente isolamento e superproteção das demais filhas, que não podem mais ter qualquer tipo de interação social com rapazes. Mas a proibição apenas atiça ainda mais as garotas a arranjarem meios de burlar as rígidas regras de sua mãe.

Curiosidades:
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Cartazes:

Fotos:

 

 

Ana Paula Arósio em fotos e trailer de ‘A Floresta que se Move’

Reclusa das telinhas desde 2010, Ana Paula Arósio fará seu grande retorno nos cinemas no próximo ano. A atriz, de 39 anos, estrela o drama ‘A Floresta que se Move‘, inspirado na tragédia Macbeth, de William Shakespeare.

Confira as primeiras imagens oficiais e o trailer:

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Em entrevista ao Fantástico, a atriz falou sobre o processo de filmagem do longa, que se passa em diversos países.

“Não teve nenhuma cena fácil. Ninguém nesse filme, tipo, toma um café ou uma água ou vamos no cinema, nada. Tudo pedreira… A gente já começou a conversar sobre o personagem, sobre o filme, sobre as coisas que ele pensava, assim em termos de imagem e interpretação. Eu já tinha o roteiro na mão. A gente já começou a fazer umas leiturinhas. Então foi bem gostoso, assim. Acho que foi um jeito suave de começar a trabalhar o personagem. Foi importante a gente ter esse tempo para conversar, para dar um pouco de risada antes da pedreira, sabe? Porque depois começou. É um personagem quase irrecusável. Ter o privilégio de fazer esse personagem é muito bom”, afirmou.

A Floresta que se Move‘ acompanha Elias, um bem sucedido executivo que trabalha no segundo maior banco privado do Brasil. Ele teve todas as oportunidades de sua vida profissional dadas pelo presidente do banco, Heitor.  Um dia, Elias encontra, na frente do banco, uma flautista – uma mulher misteriosa que se diz capaz de prever seu futuro e diz que ele se tornará vicepresidente naquele mesmo dia e que, no dia seguinte, ele se tornará presidente do banco.

Elias fica muito impressionado e conta a história à Clara (Ana Paula Arósio), sua linda e poderosa esposa.  Clara, instigada pelas previsões, sugere que seu marido convide Heitor para jantar em casa naquela noite. A roda da fortuna é fatalmente ativada e uma sequência de assassinatos é perpetrada pelo casal, deixando um rastro de sangue em seu caminho para o poder e tornando-os algozes e vítimas de seus próprios destinos.

O longa é dirigido por Vinicius Coimbra – de ‘A Hora e a Vez de Augusto Matraga‘, vencedor do Melhor Filme pelo Júri Popular e Oficial do Festival do Rio 2011.

“Eu entrei em contato com ela. E ela, de fato estava afastada, estava querendo se dedicar à vida pessoal dela, se reservar um pouco, mas ela achou que era uma personagem que valia a pena. Ela voltar a fazer, mexeu com ela, sabe? E aí ela topou encarar essa. O mérito dela fazer esse filme eu acho que é do Shakespeare, que escreveu essa personagem maravilhosa, que é uma das maiores da dramaturgia mundial, que é a Lady Macbeth. E esse mérito é também da Ana, que é uma grande atriz, muito sensível”, afirmou Coimbra.

A estreia de ‘A Floresta que se Move‘ é prevista para 5 de novembro.

Crítica | O Caçador e a Rainha do Gelo

Quando a Walt Disney anunciou que iria readaptar suas animações clássicas em produções live-action, não demorou muito para a Universal Pictures mostrar que tinha uma carta na manga e anunciar ‘Branca de Neve e o Caçador‘.

Correndo contra o tempo para lançar seu filme antes do concorrente ‘Espelho, Espelho Meu‘ (comédia mal sucedida estrelada pela Julia Roberts), o estúdio lançou uma versão repaginada da Branca de Neve em um filme mais obscuro e esteticamente fabuloso, mas sem coração.

Com Kristen Stewart no papel da Branca de Neve e Chris Hemsworth como o Caçador, quem acabou roubando a cena foi a belíssima Charlize Theron no papel da Rainha Má. O filme recebeu duas indicações ao Oscar, de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Figurino, e arrecadou bons US$ 400 milhões mundialmente.

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O resultado? Uma sequência!

Visando uma potencial franquia, o estúdio decidiu demitir o diretor Rupert Sanders e a atriz Kristen Stewart, que trouxeram marketing negativo ao serem flagrados traindo seus respectivos parceiros durante os bastidores da produção.

Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos visuais no longa original, assume a direção de maneira muito mais eficiente que seu antecessor.

Para ocupar o star power de Stewart, que teve uma atuação bastante morna no primeiro filme, foram contratadas as talentosíssimas Jessica Chastain e Emily Blunt – além de trazer o retorno dos veteranos Charlize TheronChris Hemsworth.

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Antes de Ravenna (Charlize Theron) ser derrotada pela Branca de Neve, sua irmã Freya (Emily Blunt) fugiu para o deserto onde construiu um Castelo de Gelo. Lá, ela treinou um exército de caçadores assassinos. Quando ela descobre que o Caçador (Chris Hemsworth) e Sara (Jessica Chastain) se apaixonaram, ela os expulsa e os faz acreditar que eles nunca mais irão se encontrar.

Após ser traída, Freya traz sua irmã Ravenna de volta à vida, e as poderosas irmãs malignas planejam um plano para conquistar a Floresta Encantada.

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Obviamente, o roteiro e a trama são apenas utensílios para mostrar a beleza e talento do elenco principal e seus figurinos espetaculares. Mesmo sem uma história convincente, o roteiro ainda é melhor que o do filme original e traz uma aventura que remete aos deliciosos filmes dos anos 80.

O elenco é um show à parte: Apesar de aparecer em poucas cenas, Charlize Theron continua roubando toda a atenção do filme para ela. Com vestidos dourados e figurinos de cair o queixo, a atriz volta a brilhar fazendo o sotaque britânico que marcou a sua atenção no filme original.

Emily Blunt entrega uma atuação fria como a Rainha do Gelo, mas ainda assim consegue emocionar. E Jessica Chastain traz uma atuação brilhante vestindo couro apertado.

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Em contrapartida, Chris Hemsworth entrega toda a testosterona necessária em uma atuação que nos faz esquecer por alguns momentos que ele é, na verdade, o Thor.

Superior a ‘Branca de Neve e o Caçador‘, ‘O Caçador e a Rainha do Gelo‘ alia uma narrativa interessante com cenas de ação mirabolantes e efeitos visuais de primeira – com um CGI muito melhor que o visto em ‘Malévola‘. É uma aventura à moda antiga, que tem como maior atração a deliciosa atuação exagerada de seu elenco de estrelas hollywoodianas.

‘Legends of Tomorrow’: 2° Temporada pode deixar os vilões de lado

Em conversa com a Entertainment Weekly, o produtor executivo de ‘Legends of Tomorrow‘, Marc Guggenheim, disse a publicação que o ponto X da segunda temporada será explorar a ideia de grupo e não mais a ideia de todos os personagens se unirem para derrotar um vilão específico.

De várias formas, o final da primeira temporada se configura uma nova missão para a segunda temporada. É como Rip diz no final da temporada, eles basicamente não são mais os Mestres do Tempo. Então, basicamente, eles devem se tornar os Mestres do Tempo.

A 2° Temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ retorna em outubro.

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, são os criadores da série.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

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‘Moana – Um Mar de Aventuras’ ganha comercial com cenas inéditas

A Disney liberou o mais novo comercial da aguardada animação ‘Moana – Uma Mar de Aventuras‘.

Confira, com os cartazes:

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Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.

Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

Todos contra Negan em prévia da segunda parte da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’

Com um mid season finale normal para os padrões ‘The Walking Dead‘, a sétima temporada retorna agora somente em fevereiro e promete ser bem mais eletrizante que os episódios exibidos até agora nessa temporada.

Confira:

Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

Bryan Cranston visita set de ‘Better Call Saul’ no novo vídeo da 3ª Temporada

Better Call Saul‘, spin-off de ‘Breaking Bad‘, ganhou um novo vídeo com uma visita mega especial, Bryan Cranston o Walter White da série que originou essa nova produção. A 3ª temporada tem estreia marcada para 10 abril nos EUA.

Confira, com as promos da nova leva de episódios:

 

 

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

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‘Thor – Ragnarok’ ganha arte conceitual que traz o herói com seu famoso elmo

O desenhista Andy Park divulgou uma arte conceitual oficial de ‘Thor – Ragnarok‘ que traz o herói com sua armadura e seu elmo.

A imagem fará parte do livro ‘Marvel: Creating the Cinematic Universe‘.

Confira, com o banner do filme que está sendo exibido nas ruas de San Diego para a Comic-Con.

 

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.

Ouça a música-tema de ‘Star Trek: Discovery’

Com lançamento já no final desse mês, a Netflix e a CBS liberaram um vídeo apresentando a música-tema de ‘Star Trek: Discovery‘.

Confira:

Star Trek: Discovery‘ estreia nos EUA dia 24 de setembro, e no outros países a Netflix é quem cuidará da distribuição com um episódio por semana.

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo

A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.

“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.

A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

‘Liga da Justiça Mortal’: Heróis reunidos em foto do filme cancelado de George Miller

Ontem, o site DC Films Hub conseguiu uma foto rara do ator D.J. Cotrona caracterizado como Superman  em ‘Liga da Justiça Mortal’, projeto cancelado de George Miller. em 2009.

Hoje, o Collider divulga uma foto com todo o elenco reunido!

O elenco traria D.J. Cotrona (Superman), Megan Gale (Mulher-Maravilha), Adam Brody (Flash), Armie Hammer (Batman), Common (Lanterna Verde), Teresa Palmer (Talia al Ghul), Hugh Keays-Byrne (Caçador de Marte), Santiago Cabrera (Aquaman), Zoe Kasan (Iris Allen) e Jay Baruchel (Maxwell Lord).

Confira:

Recentemente, foram divulgados cartazes, fotos e belas artes conceituais.

FOTOS

O fotógrafo australiano Mark Rogers liberou oficialmente as imagens de teste de vestimentas que Megan Gale fez para o filme. Você prefere a versão de Gale ou a de Gal Gadot?

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ARTES

A primeira arte mostra a princesa Diana em um traje moderno da Mulher-Maravilha (Megan Gale), voando em terra natal, Temíscira. Também podemos ver a Amazona salvando um carro e o visual do Aquaman (Santiago Cabrera).

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CARTAZES

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Além disso, como todos sabem, o astro deMe Chame Pelo Seu NomeArmie Hammerquase interpretou o Batman no filme. Acontece que o filme foi cancelado e Hammer revelou que conseguiu “roubar” o roteiro original para guardar de lembrança:

“Foi muito incrível, nós estávamos na Austrália por cerca de um mês gravando algumas cenas e ensaiando com o uniforme, todos os personagens em seus uniformes, e então recebemos uma ligação dos produtores dizendo que deveríamos devolver todo material, os roteiros, as notas, levar tudo e ficamos ‘Ok, tudo bem’. Eles tinham caixas enormes e mandavam a gente jogar tudo dentro. Tirei um CD do meu computador e escondi no meu bolso de trás, entreguei tudo e basicamente consegui roubar um roteiro para provar que realmente estive lá, mesmo que hoje haja algumas fotos de nós com os uniformes”

Ainda segundo o ator, havia uma épica cena de luta entre a Mulher-Maravilha (Megan Gale) e o Superman (DJ Cotrona) que iria destruir muitas cidades e contaria com muitas mortes de civis. Será que iria funcionar?

O projeto de  George Miller foi cancelado nos cinemas e até hoje os fãs anseiam para ver essa versão da Liga da Justiça’.

‘Scary Stories to Tell in the Dark’: Casa assombrada em foto do terror de Guillermo Del Toro

O terror ‘Scary Stories to Tell in the Dark‘, produzido por Guillermo del Toro e pela CBS Films, ganhou sua primeira imagem oficial. O longa será lançado durante o concorrido verão norte-americano, no dia 9 de agosto de 2019.

Confira:

Dirigido por André Øvredal (‘A Autópsia‘), o filme é baseado em um livro de contos publicado em 1981.

A trama segue um grupo de adolescentes que precisa resolver o mistério por trás das repentinas e macabras mortes que estão acontecendo em sua pequena cidade.

O elenco inclui Zoe Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush, Austin Abrams, Dean Norris, Gil Bellows, Lorraine Toussaint, Austin Zajur Natalie Ganzhorn.

Confirmada a causa da morte do ator Cameron Boyce, de ‘Descendentes’

Semanas após a repentina morte de Cameron Boyce, o Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles divulgou um comunicado confirmando que o astro faleceu devido a ‘um ataque súbito e inesperado de epilepsia‘.

A notícia sustenta os detalhes que a família de Boyce liberou quando anunciou sua morte, dizendo que ele sofria convulsões.

“É com muita triste que informamos que nós perdemos Cameron. Ele morreu dormindo, por causa de uma convulsão, resultado de um problema médico pelo qual ele estava sendo tratado.”

Conhecido pela franquia de filmes da Disney Channel,Descendentes‘, e pela série ‘Jessie‘, Cameron Boyce faleceu no dia 08 de julho, aos 20 anos.

Seu último filme será Descendentes 3‘, que estreia no Disney Channel dos EUA no dia 2 de Agosto.

Assista ao trailer:

Crítica | Westworld 3×07 – Passed Pawn

Aquele com a verdade sobre Caleb.

No Xadrez, Peão Passado é um termo que indica um peão sem oponentes, colocado em uma estrutura que facilita sua subida no ranking. Ele pode ser uma vantagem porque não há nada no caminho para impedi-lo de ascender, justamente por não ter recebido atenção antes no jogo.

Aplicada ao penúltimo episódio da temporada de Westworld, o termo deixa pouco para a imaginação do espectador em sua referência a Caleb (Aaron Paul) como um Peão Passado. Sua jornada de transformação de “Peão” a “Rainha” (ainda em termos do Xadrez) vem a partir da revelação de que foi Caleb quem matou seu grande amigo Francis. Isso é algo de que, aliás, muitos espectadores já suspeitavam desde quando ele surgiu pela primeira vez e ficou claro que havia algo de errado com suas memórias. A obviedade deixa a revelação anticlimática, mas isso se ligar a uma realização mais ampla sobre o papel de Caleb nesta história acaba justificando a narrativa. 

Apesar de este ser um grande episódio sobre Caleb, ‘Passed Pawn’ passa por todos os lugares antes de focar nele, e faz isso de uma forma bastante desequilibrada. Começamos com a cópia Charlotte (Tessa Thompson) revelando para os aliados de Maeve (Thandie Newton) a localização de Musashi em Jakarta, o que deixa claro que ela não está interessada em fazer parte dos planos da Dolores ‘Matriz’ (Evan Rachel Wood) após a explosão que matou seu marido e seu filho. O episódio acaba não se estendendo sobre a mudança de lado de Charlotte, mas isso é algo que deve interferir mais diretamente nos eventos do final da temporada. 

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Enquanto demora mais do que o necessário para chegar ao ponto, em diálogos bastante expositivos e cansativos, ‘Passed Pawn’ continua fazendo pouco mais do que usar Bernarnold (Jeffrey Wright) como uma peça conveniente do jogo, sem que toda a determinação e o livre arbítrio do personagem outrora tão complexo sejam levados em consideração. Sua jornada com William e Stubbs (Luke Hemsworth) acaba refletindo o que Dolores tenta fazer com Caleb quando leva o rapaz até Sonora, México, para que ele se lembrasse dos experimentos no Centro de Recuperação. 

Essencial para este processo é Solomon (ou, se fôssemos traduzir, Salomão), a inteligência artificial precursora do Rehoboam, desenvolvido pelo irmão de Serac e que, por isso, reflete um pouco a personalidade e a esquizofrenia de seu criador. A forma como ele enxerga o  destino da humanidade, a propósito, talvez tenha pitadas de um certo ar de compaixão, ainda que seja essencial para a criação de um plano para que a revolução aconteça. 

Um dos momentos mais emblemáticos do episódio, ainda assim, é o aguardado enfrentamento entre Dolores e Maeve, que acontece ao mesmo tempo em que Caleb começa a entender o papel que precisará desempenhar nesta luta. É como se fosse o despertar de consciência dos robôs, mas ao contrário. Agora, resta um episódio para o desenrolar do plano. Ansiosos?

A sensação que o episódio deixa na boca, apesar de tantos acontecimentos, tem um certo retrogosto amargo. A 3ª temporada deWestworld está longe de ser a mais rica em temas e reflexões, apesar do potencial que a reestruturação ofereceu. A um episódio do desfecho, isso fica claro em uma hora bastante expositiva, que traz pouca coesão entre os seus muitos arcos somente para que tudo esteja burocraticamente encaminhado para a season finale. Parece até desperdício. 

‘Legions’: Terror argentino estilo ‘A Morte do Demônio’ ganha trailer legendado

O terror argentino ‘Legions‘ ganhou seu primeiro trailer legendado.

Assista:

O longa é dirigido por Fabian Forte.

A trama segue um homem encarcerado que deve recorrer aos seus poderes de feitiçaria para escapar e resgatar sua filha de forças demoníacas.

O elenco conta com Germán De SilvaLorena Vega e Ezequiel Rodriguez.

O terror ainda não possui previsão de estreia.

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey como Ariel nas primeiras imagens do live-action

O live-action de ‘A Pequena Sereia‘ teve suas primeiras imagens divulgadas que trazem a atriz Halle Bailey como Ariel, ao lado do ator Jonah Hauer-King (Príncipe Eric).

Confira:

Segundo o Deadline, a adaptação em live-action da clássica história  terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Halle Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

A Pequena Sereia tem estreia agendada para 19 de novembro de 2021.

Roland Emmerich, de ‘2012’ e ‘Moonfall’, revela que NÃO TOPARIA dirigir filme da Marvel: “Prefiro histórias originais”

Em entrevista ao ComicBook para promover o sci-fi de catástrofe ‘Moonfall‘, Roland Emmerich (‘2012’, ‘O Dia Depois de Amanhã’) revelou que não toparia dirigir um filme da Marvel.

“Na verdade não. Não é minha praia. Eu sempre tento fazer filmes originais. É meu lance… Há outras pessoas que podem fazer isso. Quero dizer, há tantos grandes diretores por aí.”, afirmou.  

Com orçamento de US$140 milhões, a trama de ‘Moonfall‘ é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Lembrando que aos cinemas brasileiros no dia 10 de fevereiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh GadPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

‘MEGAN’: Jason Blum revela COMO ele escolhe seus projetos e da Blumhouse [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Jason Blum explicou como ele escolhe seus projetos. Seu último filme é o fenômeno ‘Megan‘, que chega aos cinemas nacionais dia 19 de Janeiro recebeu 94% de aprovação dos críticos do Rotten Tomatoes.

“A primeira coisa que pensamos é de quem é a visão criativa por trás do projeto. Pode ser um diretor, pode ser um produtor. Quem é o visionário por trás do projeto. O criador da propriedade intelectual, às vezes. E então essa ideia precisa ter três coisas… Na verdade, quatro coisas… O mais importante é que deve ser assustador. Se for divertido, melhor ainda. Melhor ainda se for diferente ou original, algo que nunca vimos antes. E também é ótimo se, depois de cumprir todos esses requisitos, se ele tiver algo a dizer sobre o mundo que vivemos, isso é sempre um bônus.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Sobre um possível crossover entre ‘Megan‘ e ‘Annabelle‘, Blum e James Wan tiveram uma ideia mais louca envolvendo ‘Chucky‘ em um filme estilo ‘Vingadores‘ envolvendo bonecos assassinos.

Annabelle e Megan lutando seria legal.”, disse Jason.

Wan rebateu: “Falamos uma vez sobre ao invés deles lutarem entre si, todas os bonecos podem se unir, como os Vingadores. Eles se juntarem como um novo grupo de super-heróis. Lutar contra um grande mal.”

“Disso eu gosto. Elas lutando contra um grande mal. Um grande humano do mal.”, concluiu Jason.

Blum – dono da Blumhouse – também revelou que não quer que Wan volte para o universo ‘Invocação do Mal‘ tão cedo: “Não, ele não fará isso tão cedo [dirigir um novo Invocação do Mal]. Não, não, não, não, não, não! Ele voltará em cerca de 20 ou 30 anos.”, Jason afirmou.

Wan, que segue na franquia apenas como produtor, retrucou: “Mas vou te dizer o seguinte, estamos trabalhando no roteiro de Invocação do Mal 4.”.

A trama de ‘Megan‘ acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

Recomeçam as filmagens de ‘Deadpool 3’, com retorno de Hugh Jackman

As filmagens de ‘Deadpool 3‘ finalmente retomaram após o término da greve de roteiristas e de atores de Hollywood – e agora o astro Hugh Jackman, que reprisa seu papel como Wolverine, compartilhou uma foto inédita de bastidores em que se reúne com o diretor Shawn Levy.

Mais da metade do filme havia sido rodada antes da greve.

Confira:

O filme estreia dia 25 de Julho de 2024.

Embora os detalhes da trama do filme sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Deadpool causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

Anteriormente, Jackman compartilhou o vídeo de um intenso treino para manter o corpo bem definido.

Na legenda, ele escreveu:

“Me transformando no Wolverine novamente.”

Confira:

 

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Warner procura crianças de 9 e 11 anos para viverem Harry, Rony e Hermione na série ‘Harry Potter’

A Warner Bros. está procurando jovens atores para viverem Harry Potter, Rony Weasley e Hermione Granger para o reboot da adorada saga mágica Harry Potter, criada por J.K. Rowling, será lançado sob o selo HBO em vez do selo Max Original.

Crianças entre 9 e 11 anos que moram no Reino Unido e Irlanda podem participar da seleção, e o elenco será diverso: ou seja: todas as etnias podem participar.

 

Publicado por @harrypotter
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Francesca Gardiner (‘Succession’), Tom Moran (‘A Hora do Diabo’) e Kathleen Jordan (‘Caçadoras de Recompensas’) estão na disputa para roteirizar a nova adaptação da franquia

A primeira temporada da série, que adaptará os livros fielmente, está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.

De acordo com a Variety, a informação foi divulgada pelo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre da empresa na sexta-feira. A série está planejada para abranger sete temporadas, adaptando cada livro da famosa série de fantasia de J.K. Rowling.

Zaslav também revelou que esteve recentemente em Londres para se encontrar com J.K. Rowling e discutir sobre o programa.

“Tivemos um tempo real com J.K. e sua equipe”, disse Zaslav durante a ligação. “Ambos os lados estão empolgados por reviver esta franquia. Nossas conversas foram ótimas e estamos muito animados com o que está por vir. Mal podemos esperar para compartilhar uma década de novas histórias com fãs ao redor do mundo no Max.”

Lembrando que a série terá 7 temporadas, com cada ano adaptando um livro da saga.

Até o momento, oficialmente, não há ninguém confirmado no elenco, pois a atração encontra-se em pré-produção.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

“O compromisso da Max em preservar a integridade dos meus livros é importante para mim, e estou ansiosa para fazer parte desta nova adaptação que permitirá um grau de profundidade e detalhe que só é permitido por uma série de televisão de longa duração”, disse Rowling.

Crítica | ‘Apenas Coisas Boas’ é nosso ‘Brokeback Mountain’, com MUITO mais cenas picantes 18+ [CineBH]

O cinema nacional nos presenteia com ‘Apenas Coisas Boas‘, o novo trabalho de Daniel Nolasco que pode ser considerado a nossa versão abrasileirada e bem mais picante de ‘O Segredo de Brokeback Mountain‘.

Nolasco nos convida a uma jornada sensível e provocadora sobre o amor, a perda e as transformações da vida a dois, em um universo gay que raramente ganha tal profundidade nas telas brasileiras.

Um dos maiores trunfos do filme reside em seu roteiro inspirado. Ele costura uma história de amor gay com a delicadeza necessária para abordar temas como o preconceito e a morte, sem cair em clichês ou vitimização.

Em 1984, na bucólica Catalão, interior de Goiás, Antônio leva uma vida solitária e rotineira, imerso nos afazeres de sua pequena fazenda. Sua tranquila existência é subitamente transformada quando cruza o caminho de Marcelo, um motoqueiro que sofre um acidente na região. Antônio, movido por uma gentileza inesperada, acolhe e cuida das feridas do estranho, dando início a um encontro que mudará suas vidas para sempre.

A trama mergulha em uma bela análise sobre o casamento e como o amor se molda ao longo da vida, evidenciando as fases de paixão, companheirismo e, por vezes, de estagnação. De forma sutil, o filme levanta uma questão incômoda e pertinente: morrer jovem pode nos poupar de diversas frustrações, mas seria essa uma troca justa pela experiência de vivê-las?

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Essa reflexão, que perpassa a narrativa, adiciona uma camada de profundidade que ressoa no espectador muito tempo após o término da sessão. Assim como o também picante ‘Parque de Diversões‘, ‘Apenas Coisas Boas‘ não tem pudores para mostrar a intimidade de seus personagens.

As cenas de sexo são intensas e bastante explícitas, incluindo uma sequência de sexo oral que é, de fato, bastante “caliente”.

A direção de Daniel Nolasco é outro ponto altíssimo do filme. Comanda as cenas com maestria, explorando transições belíssimas que conferem fluidez e poeticidade à narrativa. O olhar instigante do diretor tece uma análise inteligente sobre a vida gay e os relacionamentos amorosos, optando por deixar muita coisa implícita. E é exatamente nessa sutileza, nesse “não dito”, que reside o grande acerto do filme. As reflexões propostas são inteligentes, pertinentes e convidam o espectador a preencher as lacunas, tornando a experiência ainda mais imersiva e pessoal.

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O elenco entrega performances que elevam ainda mais a qualidade da produção. As atuações são viscerais e emocionantes, permitindo que o público se conecte profundamente com os dilemas e alegrias dos personagens. Destaque para Lucas Drummond como Antônio, Liev Carlos como Marcelo, Guilherme Théo como Samuel e Fernando Libonati como o Antônio mais velho. Cada ator contribui com uma camada de humanidade e complexidade, tornando seus personagens memoráveis e palpáveis.

Quem rouba a cena é Renata Carvalho, como Helga.

Em suma, ‘Apenas Coisas Boas‘ é um filme corajoso, necessário e visualmente deslumbrante. Uma obra que provoca, emociona e, acima de tudo, convida à reflexão sobre o amor em suas múltiplas facetas, reafirmando o talento de Daniel Nolasco e a potência do nosso cinema nacional.

Warriors – Os Selvagens da Noite: As Razões desse emblemático filme ser um projeto cult atemporal

Quase chegando na década de 80, foi lançado nos cinemas de todo o mundo um filme, baseado no livro homônimo de Sol Yurick (livro esse que demorou a chegar no Brasil), que aborda a questão da violência, da justiça feita pelas ruas, um projeto que acabou virando Cult e que ano após ano ganha mais valor por conta de sua atemporalidade, estamos falando de Warriors – Os Selvagens da Noite.

Para tentar refletir sobre o universo desse filme, listamos alguns motivos que fizeram essa obra parar na prateleira dos filmes cults:

 

Do fracasso ao triunfo

O filme teve um orçamento que não chegou aos 5 milhões de dólares mas que arrecadou quatro vezes esse valor somente em bilheteria, mesmo assim para os padrões da época nunca fora considerado um filme de sucesso, com o passar do tempo, como já mencionado, acabou entrando na galeria dos cults, até mesmo pelo avanço das análises dos pontos reflexivos quando pensamos em contestações sociais e as origens da violência.

 

Um roteiro empolgante

Em uma cidade quase paralela, dezenas de gangues se reúnem para um encontro no emblemático bairro do Bronx, a mais pobre das 5 regiões de Nova York. Nessa reunião, que fora combinado nenhuma gangue levar qualquer tipo de arma nem expressar qualquer tipo de violência. Mesmo assim, um assassinato acontece e por circunstâncias do destino a gangue dos Warriors de Coney Island (um bairro que tem praia no condado do Brooklyn) acaba sendo acusado do homicídio. Sem saída e procurando as estações de metrô pela cidade para chegarem aos seus lares, os seus integrantes, todos jovens beirando à fase adulta, precisam trabalhar em equipe para enfrentar todos que querem fazer justiça com as próprias mãos. Em uma jornada frenética vamos acompanhando toda a situação de fuga pelos olhos dos integrantes da Warriors.

 

Sistemas? Leis? Polícia? As inconsequências da margem da Lei

Nesse universo paralelo onde podemos fazer dezenas de analogias com diversas cidades no Brasil e no mundo, há uma espécie de domínio de regiões por meio dessas gangues de jovens que se espalham por Nova Iorque e se impõem perante uma sociedade reprimida que passa aos olhos deles como se estivessem em outro lugar. Há críticas por todos os lados, desde o descontrole policial em tentar conter essas gangues, até mesmo sobre violência alucinada de muitas dessas gangues.

 

Há a nítida presença do anti-herói

Ninguém é santo nessa história que já tem mais de 40 anos. Mesmo os Warriors, alguns integrantes se mostram machistas, violentos até um certo extremismo, se jogam nas brigas como se não houvessem amanhã mas também correm quando o perigo os envolve. Moralmente questionáveis, parecem viver da inconsequência já que o filme deixa nas entrelinhas as razões que os cercam, principalmente quando analisamos de uma maneira Macro a sociedade como um todo.

 

Não podemos deixar de falar das canções!

A trilha sonora é alucinante, capaz de criar todo um clima de tensão constante. Méritos para Barry De Vorzon, Desmond Child, Joe Walsh, Arnold McCuller, Genya Ravan, alguns dos intérpretes, outros compositores, de algumas das excelentes músicas que escutamos ao longo do filme.

 

Sua contribuição para o universo Cult é enorme

Até jogo de vídeo game já teve! Os fãs até hoje lembram alguns frases emblemáticas do filme, inclusive uma série de quadrinhos fora criada. Adoradores do filme se reúnem anualmente para relembrar a história e seus personagens.

 

Warriors está disponível na Amazon Prime Video.

Os heróis que fazem o impossível: Como os filmes de ação se aproximam de realidades

Sempre que nos deparamos com pessoas que escolhem tomar uma atitude em vez de recuar, ou que se jogam em situações delicadas com o intuito de ajudar ao próximo, elas se aproximam de ser um herói. Essa palavra – com outros tantos outros sentidos e tão forte no nosso imaginário – é a alcunha de muitos personagens no mundo do cinema, que nos levam para tramas repletas de situações onde o contexto das escolhas os fazem brilhar.

Quem nunca viu um filme e pensou: quero ser como ele (ou ela)? Esses personagens protagonistas, ligados ao heroísmo de algum ato, nos fazem pensar sobre as nossas próprias habilidades sociais e sobre os desejos que temos em agir – seja num mundo distópico ou mesmo ambientado em uma realidade próxima da nossa. Da transformação até à forte identificação que alguns conseguem geração após geração, existem muitos tipos de heróis na tela fazendo o impossível – e isso sempre se apresentou como algo fascinante para muitos de nós.

Ellen Ripley, uma das maiores heroínas do Cinema
Ellen Ripley, uma das maiores heroínas do Cinema

Pensando nessa figura emblemática que, a cada geração, ganha novos contornos – ainda mais com a bastante explorada chegada dos anti-heróis, aqueles que rompem as barreiras de conflitos morais – resolvemos refletir um pouco sobre esse símbolo de muitos filmes, que diz muito também sobre o nosso papel social.

10 Filmes que são ‘Tiro, porrada e bomba!’

As belezas das narrativas que nos jogam em um duelo ‘Davi x Golias’

Vocês já perceberam que praticamente todo personagem dito como herói sempre enfrenta oponentes ou situações que, à princípio, estão passos à sua frente? Essa habilidade em compor esses personagens por meio de jornadas cheias de caminhos ardilosos – nos quais ninguém se arriscariam – transforma, muitas vezes, as pessoas comuns em seres especiais. Isso é algo que mexe bastante com nossa mente, pois automaticamente cria um espelho de alguma observação real pelas pessoas que estão assistindo. Essa química que acontece – entre público e personagens – é algo que marca e pode transformar.

John McClane (Bruce Willis) era um mero policial, lidando com questões familiares, que agiu por instinto para salvar as pessoas de terroristas altamente treinados no primeiro filme Duro de Matar. Já Ellen Ripley (Sigourney Weaver), da franquia Alien, uma das mais maiores heroínas da história da sétima arte, usa seu instinto de sobrevivência contra forças nunca imaginadas deixando lições para o coletivo. Esses são alguns exemplos de como o duelo ‘Davi e Golias’ se aplica de muitas formas nos filmes.

De Chuck Norris a Sylvester Stallone: 10 filmes explosivos para fãs de ação

As imperfeições que equilibram o Herói na balança com o real

A perfeição não existe – nem nos filmes, nem na vida real. Todos nós somos passíveis de erros e acertos, e mesmo a alma mais bondosa terá seus deslizes ao longo da vida. Por meio de atitudes que logo se transformam em dilemas, alguns personagens se projetam à frente do perigo, despertando perguntas como: ‘Será que eu faria isso?’

Sylvester Stallone em 'Rambo - Programado para Matar'
Sylvester Stallone em ‘Rambo – Programado para Matar’

O personagem Rambo, imortalizado por Sylvester Stallone, é, no primeiro filme da franquia, um exemplo de anti-herói que aciona seus instintos selvagens, oriundos do trauma, com seus conhecimentos, para levantar questões que logo se chegam a críticas sociais importantes. Um personagem repleto de imperfeições, que, de muitas formas, equilibra o herói na balança com o real.

10 filmes de ação com EMOÇÕES LÁ NO ALTO!

Queremos ser como eles (ou elas) mas, em nas nossas vidas, cada passo é mais difícil

Esse nosso fascínio pelo universo dos heróis – e olha que nem entramos em detalhes ou mesmo menções aos mais conhecidos dos últimos tempos, aqueles dos universos Marvel e DC – vem exatamente da forma expressada em arte de como gostaríamos de ser em nossas vidas. As analogias com o cotidiano são sugeridas a todo instante nos filmes de ação: todos nós podemos ser heróis ou heroínas das nossas próprias histórias, mas, muitas vezes, nos prendemos a traumas, medos e questões que não conseguimos superar. Talvez por isso, algumas jornadas dos heróis tragam enorme sensação de satisfação – algo que não conseguimos realizar na realidade, mas que no cinema se mostra possível.

Em resumo, podemos definir que os filmes desse gênero – que muitas vezes se misturam a outros –  mexem demais com nossas emoções, trazendo os holofotes para os heróis e heroínas que fazem o impossível e que nunca vão deixar de ser uma imagem de quem somos – ou de quem queríamos ser.

 

‘American Pie 2’, ‘Jurassic Park 3’ e outras ÓTIMAS sequências que completam 20 ANOS em 2021!

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 20 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 30 anos em 2021. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Bônus: O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.