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WandaVision | As confirmações e novas teorias proporcionadas pelo sétimo episódio da série

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o sétimo episódio de WandaVision, não leia esta matéria para não receber spoilers.

Vou começar a análise de hoje me retificando de um erro cometido na semana passada. Na ocasião, eu disse que o sexto episódio trazia elementos de séries como Modern Family e The Office, principalmente pelo uso de situações constrangedoras e as famosas quebras de quarta parede. Porém, a do episódio anterior tinha como parâmetro uma série adolescente, deixando esses dois seriados citados previamente para serem explorados no sétimo episódio. Falando no diabo, o episódio de hoje foi feito para aqueles que reclamam que a série não explica direito as situações. Esse sétimo capítulo chegou para deixar certas coisas muito claras e preparar a audiência para as duas últimas partes da história.

Teoria confirmada!

O ponto alto do episódio foi mesmo a revelação de que a vizinha Agnes (Kathryn Hahn) é, na verdade, a bruxa Agatha Harkness, assim como dizia a teoria dos fãs. E seguindo a teoria, ela se mostrou a grande vilã manipuladora que nós esperávamos. Porém, ficou faltando um outro vilão aparecer: o demônio Mephisto. Como ainda faltam dois episódios, dá tempo dele aparecer. Ah, vale lembrar que Billy e Tommy desapareceram e que a câmera deu um foco aparentemente “desnecessário” em um livro trancado, o que pode ser um indício de que o demônio ainda vá aparecer, trazendo a possibilidade dele ser liberto pela bruxa antes do fim da série. Outro ponto que ajuda nessa teoria é a música cantada por Agatha sobre estar “fazendo tudo sozinha”. É uma canção debochada e toda vez que chega no refrão, ela muda de assunto ou faz um gesto pra câmera como se estivesse guardando um segredo. Ou seja, fãs que acreditam na teoria do Mephisto estar por trás de tudo, não joguem a toalha! Ainda há tempo.

Outra teoria de fãs que parece ter ganhado força com esse episódio é a de um possível envolvimento da E.S.P.A.D.A. com a reconstrução do robô do mal, Ultron (James Spader). É dito neste episódio que a organização estava tentando reviver o Visão (Paul Bettany) para utilizá-lo como arma.

Nos quadrinhos, o Ultron só precisa ter sua cabeça mantida para conseguir sobreviver e transferir sua consciência para outro corpo mecânico. Conforme visto em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), a S.H.I.E.L.D. tem posse da cabeça do robozão. Será que veremos enfim a A Era de Ultron, em vez da Semana de Ultron que foi mostrada nos cinemas? Seria interessante apresentar vilões para serem resolvidos em outras produções, aumentando essa integração do universo.

Mas quem deixou a teoria de lado e se consolidou como quem a gente já esperava que seria foi a Agente Monica Rambeau, que enfim descobriu seus poderes de manipulação de energia e se tornou a super-heroína Fóton. Ela ouve algumas vozes que praticamente garantem a presença dela em outras produções, principalmente as que envolvem a Capitã Marvel (Brie Larson). Ganhamos uma baita personagem com potencial de desenvolvimento no Universo Cinematográfico Marvel – caso ela sobreviva aos eventos da série, é claro. Bom lembrar que ela termina o episódio dando de cara com o misterioso Pietro (Evan Peters), o que nos faz supor que ela pode ter sido sequestrada ou vai se envolver em um embate com ele.

Por fim, o easter egg mais incrível do episódio foi mesmo o anúncio inserido na trama sobre as cápsulas Nexus. Nas HQs, o termo “Nexus” tem duas atribuições. Uma é para nomear um portal que une todas as dimensões e suas possibilidade de existência, enquanto a outra é usada para descrever criaturas tão poderosas que são capazes de alterar os rumos dos universos. Lembra que eu vim falando nas últimas semanas que a Wanda (Elizabeth Olsen) era uma das “Âncoras Universais”? Pois bem, é isso. A parte legal é que esses “seres” vão fazer parte das investigações da série do Loki, o que acaba por interligar ainda mais o MCU. Outro ponto a ser ressaltado é que a Wanda aparece tomando essas cápsulas na série.

Bem, agora faltam apenas dois episódios para o término da primeira série original do MCU. Até o momento, temos Wanda descontrolada e sob efeito da magia de Agatha Harkness, um Pietro do mal, uma aprendiz de Capitã Marvel empenhada em deter essa maluquice, um Visão sem entender nada, uma agência secreta com segredos obscuros e duas crianças desaparecidas. Será que WandaVision chega com problema pra resolver nessa reta final? Agora é aguardar para ver como será o desenrolar dessa história.

Os novos episódios de WandaVision são lançados toda sexta-feira no Disney+.

‘Sangue e Água’: Netflix anuncia novos membros do elenco da 2ª temporada; Confira!

Meses depois de ter sido renovada para a 2ª temporada, a Netflix anunciou através do Twitter os novos membros do próximo ciclo de Sangue e Água (‘Blood & Water’), sua adorada série sul-africana.

Os vindouros episódios trarão Leroy Siyafa como Sam, novo interesse romântico que causará caos no Colégio Parkhurst; Katishcka ChanderlalAlzavia Abrahams, que darão vida a Paulina e Zayd, respectivamente; e Greteli Fincham como Reece, que terá mais tempo de cena na próxima iteração.

Confira:

A série foi criada por Nosipho Dumisa.

O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.

A primeira temporada conta com seis episódios e já está disponível na plataforma de streaming.

Ama QamataKhosi NgemaThabang MolabaDillon WindvogelNatasha ThahaneGail MabalaneSello MaakeArno GreefRyle De MornyGetmore SitholeXolile TshabalalaSandi SchultzMonique Rockman e Cindy Mahlangu fazem parte do elenco.

‘A Escola do Bem e do Mal’: Kerry Washington e Charlize Theron entram para a adaptação da Netflix

Netflix, juntamente ao diretor Paul Feig, anunciaram hoje (19) que as aclamadas atrizes Kerry WashingtonCharlize Theron entraram para o elenco de A Escola do Bem e do Mal, adaptação da saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

A dupla dará vida à Professora Dovey e à Lady Lesso, respectivamente, e se juntam às previamente anunciadas Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série‘), que serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Confira o anúncio:

O roteiro fica a cargo de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘).

Confira a sinopse dos romances:

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Feig é conhecido por inúmeros trabalhos cinematográficos, incluindo o aclamado e indicado ao Oscar Missão Madrinha de Casamento e o interessante thriller Um Pequeno Favor. Ele também dirigiu o romance natalino ‘Uma Segunda Chance para Amar’, a comédia de espionagem A Espiã que Sabia de Menos e o reboot Caça-Fantasmas, de 2016.

‘Falcão e Soldado Invernal’ ganha novo teaser anunciando UM MÊS para a estreia; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial da série ‘Falcão e Soldado Invernal’ anunciando um mês para sua estreia.

Confira:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

‘Falcão e Soldado Invernal’ estreia no dia 19 de março de 2021.

 

‘LOVE: A História de Lisey’: Minissérie estrelada por Julianne Moore ganha primeira imagem oficial; Confira!

Apple TV+ divulgou hoje (19) a primeira imagem oficial de LOVE: A História de Lisey, minissérie baseada no clássico romance assinado por Stephen King.

Confira:

Os episódios são dirigidos por Pablo Larraín, que também assina o roteiro ao lado de King.

O elenco é formado por Julianne MooreClive OwenJoan Allen, Dane DeHaanSung Kang. A produção terá 8 episódios.

Dois anos depois da morte de seu marido, Lisey Landon decide que está a hora de ir até seu escritório e começar a limpar toda a papelada. Scott Landon era um romancista best-selles e Lisey já foi contatada por pessoas que desejam comprar seus trabalhos não publicados, mas ela está determinada a não deixar isso acontecer. Quando começa o processo de limpeza, um estranho homem entra em contato com ela e diz que, caso não entregue os papéis, Lisey sofrerá as consequências.

J.J. Abrams entra como produtor pela Bad Robot Productions.

LOVE: A História de Lisey estreia em 2021, ainda sem data confirmada.

Conheças todas as atrizes que já interpretaram Cruella de Vil no cinema e na televisão

Cruella de Vil é uma das personagens mais conhecidas de todos os tempos – e até seu nome causa arrepios. A vilã do romance e da animação 101 Dálmatas é uma das mais perigosas e bem construídas de todos os tempos e já apareceu em diversas listas de antagonistas históricas, principalmente por sua personalidade psicótica e sempre in fashion.

Cruella é uma socialite e uma guru da moda apegada a roupas feitas com peles de animais – e que, após cruzar caminho com Anita e Roger Dearly (donos de uma ninhada gigantesca de dálmatas), desejou mais que tudo costurar um casaco com o pelo desses adoráveis animais. Não é surpresa que ela tenha chocado todos com a decisão; afinal, usar a moda como uma declaração pode ser bastante controverso.

Aproveitando o recém-lançado trailer de Cruella, filme de origem da Walt Disney Studios estrelado por Emma Stone, fizemos uma breve lista com todas as atrizes que já encarnaram a icônica personagem tanto no cinema quanto na televisão.

Confira abaixo – e conte para nós qual foi a sua performance favorita:

BETTY LOU GERSON

Aparição: 101 Dálmatas (1961)

A primeira atriz a encarnar Cruella de Vil foi na clássica animação de 1961. O clássico longa-metragem da Casa Mouse é um dos mais artísticos visualmente, conseguindo dar espaço o suficiente para que Betty Lou Gerson trouxesse o melhor (e o pior) da vilã à vida, com seus maneirismos e sua voz gutural.

GLENN CLOSE

Aparições: 101 Dálmatas (1996), 102 Dálmatas (2000)

Facilmente uma das releituras mais conhecidas e memoráveis de todos os tempos, a versatilidade da lendária Glenn Close casou com perfeição com a personalidade contraditória de Cruella em um dos primeiros live-actions da Disney. Apesar dos dois longas-metragens terem falhado em recuperar a essência do original, as histórias valem à pena por Close e por sua louca performance.

APRIL WINCHELL

Aparição: 101 Dálmatas: A Série (1998-2000)

Era um grande costume da Casa Mouse investir em produções derivadas de seu imperioso panteão animado – e 101 Dálmatas não ficou de fora. Para a primeira leva seriada desse universo, April Winchell interpretou Cruella, carregando-a com maestria até o prematuro cancelamento da produção.

SUSAN BLAKESLEE

Aparição: O Point do Mickey (2001-2003), Mickey’s House of Villains (2002), 101 Dálmatas 2 – A Aventura de Patch em Londres (2003)

Susan Blakeslee foi uma das mais prolíficas atrizes que interpretaram Cruella no universo Disney e encarnou a vilã diversas vezes. Além de ‘O Point do Mickey’, que reunia os personagens para reapresentações de clássicos e estreias de originais, Blakeslee a dublou no filme ‘House of Villains’ e na sequência direta do original de 1961, 101 Dálmatas 2 – A Aventura de Patch em Londres.

VICTORIA SMURFIT

Aparição: Once Upon a Time (2014-2016)

A série Once Upon a Time caiu no gosto popular por fornecer uma perspectiva bastante diferente e obscura para clássicos personagens de contos de fada. Foi apenas uma questão de tempo para Cruella entrar para a produção, agora na pele de Victoria Smurfit. Apresentando uma distorcida história de origem para a vilã, essa versão a mostrou como uma das Rainhas da Escuridão e lhe deu poderes mágicos de controle animal.

WENDY RAQUEL ROBINSON

Aparição: Descendentes (2015)

Em Descendentes, Cruella, encarnada por Wendy Raquel Robinson, se uniu a outros antagonistas icônicos do universo Disney (como Jafar, Rainha Má e Malévola) para enviar seus filhos para destruir a perfeição pós “felizes para sempre” de seus arqui-inimigos.

EMMA STONE

Aparição: Cruella (2021)

É claro que Cruella ainda não estreou nos cinemas, mas Emma Stone não poderia deixar de fazer parte da nossa lista. A atriz vencedora do Oscar já mostrou um primeiro vislumbre de sua rendição como a vilã, uma psicótica e ambiciosa mulher no centro do cenário punk-rock londrino – e enfrentando a força descomunal da misteriosa Baronesa.

‘Raya e o Último Dragão’ ganha novo teaser oficial com cenas INÉDITAS; Confira!

Walt Disney divulgou hoje (19) um novo comercial oficial de Raya e o Último Dragão, vindoura animação que chegará em breve aos cinemas e à plataforma do Disney+.

Confira, junto ao trailer completo:

Por R$ 69,90 e pelo tempo limitado entre 5 a 19 de março, os assinantes do Disney+ poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos, ao mesmo tempo em que o filme entra em cartaz nos cinemas.

Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa.

Para os assinantes que não optarem pelo Premier Access, Raya e o Último Dragão estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Dirigido por Hall e por Carlos López Estrada, o longa é a 59º animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Kelly Marie Tran estrela a produção, dando voz à Raya. O elenco ainda conta com Awkwafina como Sisu, Gemma Chan como Namaari, Daniel Dae Kim como Benja, Sandra Oh como Virana e Benedict Wong como Tong.

‘O Concorrente’: Romance de Stephen King vai ganhar adaptação com diretor de ‘Em Ritmo de Fuga’

Segundo o Deadline, o aclamado diretor Edgar Wright vai comandar a adaptação de ‘O Concorrente’ (‘The Running Man’), conhecido romance assinado por Stephen King.

O filme será supervisionado pela Paramount Pictures.

Michael Bacall assina o roteiro, que será mais fiel ao livro do que à adaptação estrelada por Arnold Schwarzenegger de 1987. Simon Kinberg (‘X-Men’) entra como produtor.

Originalmente lançado através do pseudônimo de King, Richard Bachman, a história flerta com a ficção científica que inclusive preveu o sucesso de reality shows do século XIX.

Confira a sinopse oficial abaixo (via Amazon):

O ano é 2025 e a TV domina os lares americanos, entorpecentes são vendidos em máquinas automáticas e ar puro é privilégio de poucos. Um jogo chamado matabol é brincadeira de criança e a desgraça alheia é entretenimento. Na televisão, uma volta à Roma dos gladiadores, com milhões de telespectadores sedentos de sangue levando os índices de audiência às alturas. É nessa arena futurista que desembarca Ben Richards, um desempregado disposto a qualquer sacrifício para salvar a vida da filha. Sua última tentativa é participar do programa O Foragido, disputa da qual ninguém ainda conseguiu sair vivo.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Wright é conhecido por diversos projetos de bastante sucesso comercial e crítico, incluindo Em Ritmo de FugaScott Pilgrim contra o MundoTodo Mundo Quase Morto. Seus próximos projetos também incluem o vindouro Noite Passada em Soho e o documentário ‘The Sparks Brothers’.

10 Franquias Interrompidas pelo Fracasso

Não é novidade que a Hollywood atual investe pesado em franquias. A era dos astros foi finalmente suplantada pela era das marcas. Cada grande estúdio deseja sua fatia do mercado, tentando criar aquele nome reconhecível que acerte o alvo, seja revivendo o que deu certo no passado ou adaptando de outra mídia de sucesso (a originalidade é cada vez um item mais raro).

No entanto, ter um produto que ressoe junto ao público não é tudo. É necessário ter o mínimo de qualidade em seu filme. Pense, por exemplo, em Guardiões da Galáxia (2014), que pegou um produto obscuro e trouxe para os holofotes graças ao esforço do time responsável. Com a máxima “nem tudo que Hollywood toca vira ouro” em mente, o CinePOP cria uma nova lista com as potenciais franquias que não decolaram. Reunimos os primeiros, segundos, ou terceiros filmes que foram interrompidos pelos mais variados motivos, sendo seu objetivo lucrar rios de dinheiro para seu respectivo estúdio, na forma da mais nova mania mundial. Vamos a eles.

Boa leitura, bom divertimento e não esqueça o comentário.

#10) A Série Divergente (2014, 2015 e 2016)

Este é um caso curioso. Divergente é baseado numa série literária juvenil de sucesso, que claramente bebe na fonte de títulos como Harry Potter e Jogos Vorazes. O problema foi justamente quando sua contraparte cinematográfica também tentou trilhar pela mesma estrada. As aventuras de Tris e seus amigos foram a cada exemplar decaindo no gosto da crítica e público. O fato bastou para que os produtores decidissem lançar o quarto e último filme, que fecharia a série, direto para a TV.

O que acontece foi que assim como as franquias citadas acima, Divergente dividiu seu último livro em dois filmes – aqui claramente uma façanha visando apenas o lucro financeiro. Como resultado, a produção está embargada, com sua protagonista Shaielene Woodley afirmando que não participará se o lançamento não ocorrer nos cinemas. Que sirva de lição para a ganância corporativa acima da qualidade. Que tal fazer um filme e se ele der certo, pensar na continuação? Quem sofre são os fãs.

Solução: um meio termo precisa ser achado. Ou Woodley aceita protagonizar a produção para a TV, em respeito unicamente aos fãs, ou os produtores devem arcar com as consequências e realizar o último longa nos cinemas, doa a quem doer.

#9) Super Mario Bros (1993)

A primeira adaptação de um vídeo game para o cinema também não teve a vida fácil. Super Mario Bros era uma febre nos anos 1980 e 1990. Não existia uma criança na época que não conhecesse o jogo do encanador descendente de italiano Mario e seu irmão Luigi, que se aventuravam em mundos estranhos de fantasia com o objetivo de resgatar uma princesa. Entre escorregar por um cano aqui, e pisar em tartarugas ali, Super Mario se tornou uma das franquias mais conhecidas, rendendo de tudo, desde desenho animado até todo tipo de merchandising.

Na hora de realizar a transição para o cinema, a empolgação não podia ser maior. O trailer jogou as crianças da época na lua, afinal, quantas vezes seus personagens favoritos dos games que passavam horas jogando já tinham aparecido nos cinemas? Nenhuma. O resultado, no entanto, foi menos do que satisfatório, criando, ao invés de um filme mágico com o visual próximo ao que todos estavam acostumados, uma produção soturna, suja e depressiva, numa espécie de Mad Max encontra Gotham City. Nem um Dennis Hopper caricato e parecendo se divertir de verdade na pele do Rei Koopa consegue salvar a produção da apatia. Super Mario Bros se tornou cult, mas naquela categoria de prazer culposo, o que não é o que nenhum fã deseja. Está mais do que na hora de ser revitalizado.

Solução: pegando carona no sucesso de Uma Aventura LEGO (2014) e Angry Birds – O filme (2016), um novo longa do Mario poderia ser criado todo em animação. Foi a solução encontrada para o terceiro Smurfs (lançado recentemente nos cinemas), que se mostrou a melhor investida da franquia.

#8) O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014)

Quando a notícia de que a Sony iria realizar o reboot da franquia Homem-Aranha, após o malfadado terceiro episódio de 2007, ao invés de seguir a série com Tobey Maguire e Sam Raimi na direção – ambos interessados em participar de um quarto filme – a maioria dos fãs achou que a proposta era um disparate. O fato é que Homem-Aranha (2002), um dos longas responsáveis por esta era de ouro dos super-heróis no cinema, havia sido lançado há apenas dez anos, tempo insuficiente para formar uma geração que não o conhecia.

A verdade é que após o encerramento da era Raimi, com divergências fervorosas entre o cineasta e o estúdio, negadas hoje em dia, a Sony não queria perder os direitos do personagem e sua galinha dos ovos de ouro, que seriam revertidos para a Marvel, propriedade da Disney. A solução foi realizar este reinício, com outro diretor e outro protagonista. O Espetacular Homem-Aranha (2012) foi um filme bem morno, no qual fica difícil destacar elementos que satisfaçam. Mas foi com esta sequência de 2014, que tudo foi para o ralo. A Ameaça de Electro é ruim, caindo no quesito prazer culposo e sendo comparável a Batman & Robin (1997) em questão de vergonha alheia. O pior foi ter o plugue puxado sem uma conclusão. Pobre Andrew Garfield, tão empolgado ao ganhar o papel. Pobre Shailene Woodley, a Mary Jane que nunca foi.

Solução: já temos um novo Homem-Aranha nas formas de Tom Holland, um novo diretor nas formas de Jon Watts, e um novo filme em parceria com a Disney/Marvel. A estreia de Homem-Aranha 3 ocorre em 2022 e pode trazer de volta Garfield no Aranhaverso.

#7) O Último Mestre do Ar (2010)

Recentemente falei sobre O Último Mestre no Ar na maratona Shyamalan que fiz para o CinePOP. Uma vez um mestre da sétima arte, em pleno domínio de sua forma, M. Night Shyamalan deixou seu ego falar mais alto, travou uma batalha contra os críticos e os fãs e caiu em desgraça. O ápice desta fase negra, como muitos apontam, foi este filme, onde Shyamalan resolveu adaptar para o cinema o famoso desenho Avatar, objeto de paixão de seus filhos. Com a obra, o cineasta entregava sua primeira superprodução, um blockbuster bem diferente do que estava acostumado a fazer, geralmente longas mais autorais e intimistas.

Um dos motivos do fracasso de O Último Mestre do Ar foi a falta de bom humor, presente no material original. Shyamalan cria um filme sorumbático, longe do tipo de sentimento geralmente associado a uma produção mirada ao público infantil. Este é um épico sério e enfadonho, sem alívios ou beleza visual – até os efeitos são carregados na sobriedade. O carisma dos protagonistas não são o suficiente para livrar o filme da apatia. O curioso é que, assim como muitos que tentam agarrar com unhas e dentes a chance de uma continuidade, O Último Mestre do Ar deixa a porta escancarada para uma sequência – que nunca viria, obviamente.

Solução: com a salvadora Netflix resgatando tudo que é série e filme de status cult do ostracismo, bem que o colosso do audiovisual poderia dar mais uma chance para a franquia Avatar. A história poderia ser continuada ou reiniciada através de uma série em live action, como a empresa fez com Desventuras em Série ou Os Instrumentos Mortais.

#6) O Besouro Verde (2011)

Mesmo quando achamos que nada pode dar errado em produções que parecem nascer vencedoras, o acaso entra em jogo, subvertendo tudo. Seth Rogen estava na crista da onda na época, como um dos humoristas norte-americanos de maior proeminência, saído dos sucessos consecutivos de Ligeiramente Grávidos, Superbad, Segurando as Pontas e do aclamado Tá Rindo do Que? (2009). Ao lado de seu parceiro de roteiro usual Evan Goldberg, criar um roteiro para a série cult O Besouro Verde soava como ideia genial. No elenco, o vencedor do Oscar Christoph Waltz e o astro asiático Jay Chou.

Se na frente das câmeras, o elenco era mais do que convidativo, atrás tínhamos o cineasta francês cultuado Michel Gondry, que colocou seu nome no coração dos cinéfilos graças a Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004). A proposta aqui era realizar um filme de super-herói diferente, apostando mais no humor e rindo do ridículo da coisa. Comparando, era mais para o Batman galhofeiro da década de 1960 e menos para o próprio Besouro Verde, uma série da mesma época levada num tom mais sóbrio. Apesar de escolhas técnicas criativas, o roteiro capenga e a falta de química entre os atores e seus personagens, deixou o público a ver navios e o filme naufragou. Rogen e sua turma fazem inclusive piadas sobre a desgraça da produção atualmente. Uma pena, pois poderia render uma franquia divertida e nostálgica.

Solução: a mesma do item acima poderia ser aplicada, já que dificilmente algum estúdio iria investir novamente um orçamento de dezenas de milhões de dólares em uma aposta arriscada, que mostrou não dar certo. A solução aqui seria por algo menor, como uma série de TV, com novo elenco e novos envolvidos, revitalizando o material, sob novo aspecto.

#5) O Poder e a Lei (2011)

Nem só de super-heróis de quadrinhos, vídeo games, desenhos animados, séries antigas de TV e literatura infanto-juvenil vivem as franquias que não deram certo no cinema. Esta aqui, no entanto, é uma das que mais dói no coração cinéfilo não ter emplacado, impossibilitando os fãs e amantes do cinema de verem novas aventuras jurídicas do advogado malandro Mick Haller (Matthew McConaughey), um dos melhores personagens criados no cinema mainstream nos últimos anos. E dói principalmente por sabermos que O Poder e a Lei (The Lincoln Lawyer) é, no mínimo, um ótimo filme.

O filme adapta o livro homônimo, parte de uma série criada pelo autor Michael Connelly, protagonizado pelo personagem escorregadio, um advogado cheio de artimanhas que tem como escritório o carro Lincoln (daí o título original) e com ele percorre toda a cidade atrás de clientes. Além disso, O Poder e a Lei figura como primeira produção da chamada “McConaissance”, a renascença de Matthew McConaughey, resgatado de filmes ruins. O Poder e a Lei infelizmente não atingiu o esperado pelo estúdio e melou os planos de outros filmes, mesmo uma continuação sendo de grande interesse do astro e dos envolvidos.

Solução: quem sabe agora que Matthew McConaughey voltou às boas com o sucesso de crítica e público (embora tenha sofrido um novo leve declínio pós Oscar), algum produtor ou estúdio não desenvolva interesse em levar os livros de Connelly e o personagem de volta aos cinemas. Se McConaughey desse uma de Ryan Reynolds e investisse no lobby, a coisa poderia sair do papel.

#4) Sombras da Noite (2012)

Uma das produções mais broxantes desta nova década, que nos fez perder bastante fé em Johnny Depp e no diretor Tim Burton. Anunciado por anos como um projeto dos sonhos de Depp, um aficionado pela série original da década de 1960, sobre uma família para lá de estranha – cujos membros eram desde vampiros até outras criaturas sombrias – que fazia de sua missão levar Barnabas Collins e sua trupe para as telonas. As primeiras notícias sobre a produção enchiam o coração cinéfilo de esperança. O tom de terror de mentirinha pedia a direção de Burton, que por sorte é um grande amigo de Depp e parecia ter nascido para desenvolver o projeto.

Além disso, Sombras da Noite marcava a tão aguardada reunião de Burton com a veterana Michelle Pfeiffer, depois de icônico Batman – O Retorno (1992). Se tivesse dado certo, poderíamos ver a cada par de anos novas confusões desta família disfuncional. O maior problema do longa foi a falta de compromisso com um tom, oscilando entre cenas saídas tipicamente de um filme de horror (como quando Barnabas mata um grupo de hippies) e uma comédia, que não funciona com piadas seguras demais e muito velhas (como a cansada dinâmica do peixe fora d´água, o personagem vindo do passado não conhece a televisão e por aí vai).

Solução: uma paixão antiga não morre assim tão fácil. Desta forma, ainda reside dentro de Depp e Burton a frustração de não terem sido bem sucedidos com a obra. Isso pode mudar se a dupla propuser para um destes veículos de streaming ou canal a cabo, uma série sobre o tema, produzida por eles. E quem sabe, protagonizada pelos mesmos atores, já que o filme não é tão antigo assim e todos estão em perfeita forma para retornarem a seus personagens.

#3) Lanterna Verde (2011)

A Warner, dona dos direitos dos personagens da DC Comics, via o início da construção do universo cinematográfico da rival Marvel nesta época. Se com a rival deu certo investir num personagem do escalão B de seu acervo, como o Homem de Ferro, trazer o Lanterna Verde como protagonista de seu próprio filme parecia ser uma opção acertada. A proposta de tirar o foco dos medalhões da casa, Superman e Batman, poderia até ter dado certo, caso os envolvidos estivessem verdadeiramente empenhados. O diretor Martin Campbell, por exemplo, confessa ter sido apenas um diretor de aluguel, sem qualquer apreço pelo material.

A Warner sentiu também que tentar replicar o clima descontraído e colorido da rival, em um personagem que não pedia, não era a solução. Pior para o ator Ryan Reynolds, que com o longa participou de sua terceira incursão malfadada pelo subgênero (depois de Blade Trinity, de 2004, e X-Men: Origens – Wolverine, de 2009), sendo resgatado somente com o sucesso de Deadpool (2016). Reynolds inclusive fez questão de tirar sarro do personagem no longa citado, e de positivo do projeto levou apenas o casamento com sua colega de cena, Blake Lively. Este é outro filme que deixou tudo encaminhado, como mostra sua cena pós-créditos, para uma sequência e uma possível franquia, que não vingou.

Solução: muitos já queriam ver Hal Jordan, ou outro Lanterna Verde, no filme da Liga da Justiça, que será lançado no final deste ano. Muitos acreditam inclusive que a Warner está escondendo o jogo, e que o personagem estará sim presente no longa. Seja como for, outros projetos envolvendo o personagem não param de salpicar nas notícias. Um novo filme solo tendo o Lanterna Jon Stewart é mencionado, mas a certeza parece ser um filme com o time inteiro dos Lanternas, intitulado Tropa dos Lanternas Verdes (Green Lantern Corps), que possui data de estreia anunciada para 2020.

#2) Dredd (2012)

A primeira faz tchan, a segunda faz… O que acontece quando tentamos mais de uma vez, de diferentes formas e não atingimos nosso objetivo? Continuamos tentando ou desistimos? Se o projeto envolve muitos milhões de dólares, talvez seja o caso de repensar muito bem a ideia. Foi o que ocorreu com o personagem Juiz Dredd, dos quadrinhos obscuros ingleses criados por John Wagner e Carlos Ezquerra. A primeira incursão do personagem pelos cinemas aconteceu em 1995, numa era pré-boom do gênero, aonde foi protagonizado por Sylvester Stallone, num filme que entre outras coisas descaracterizou não apenas o personagem, como a proposta do material, criando um blockbsuter mundano.

A tragédia que foi O Juiz (1995) seria o suficiente para enterrar de vez o personagem. No entanto, em 2012, novo fôlego foi dado ao policial do futuro, que é juiz, júri e carrasco dos criminosos. Mais intimista, contando com um orçamento mais justo e uma história que misturava Operação Invasão, Cidade de Deus e filmes de ficção e ação, Dredd acertou em cheio, criando um cult instantâneo. Desta vez, no lugar de Stallone e seu ego, tínhamos o eficiente Karl Urban, que aceitou participar do filme inteiro usando o capacete do personagem, sem mostrar o rosto. No entanto, como nem tudo é perfeito, o filme não se mostrou um sucesso financeiro, apesar das críticas em sua maioria favoráveis, já que fazia uso de uma censura alta e nenhum humor.

Solução: até hoje Karl Urban e os envolvidos fazem campanha para a volta de Dredd, e uma espécie de crowdfunding, donativos do público para o orçamento da produção, entrou em vigor. A solução pode estar com a Netflix ou outro veículo de streaming, que poderia bancar a produção de um novo longa lançado direto em tal mídia. Não seria nada mau.

#1) Millennium  (2011)

E a posição de número 1 da lista é The Girl with the Dragon Tattoo, de David Fincher. Este é o item que deixa o coração cinéfilo mais triste e chorando por uma franquia que infelizmente não virá, ao menos não como queríamos. O filme é a versão norte-americana dos livros de suspense protagonizados por uma das melhores personagens femininas dos últimos anos, Lisbeth Salander, escritos por Stieg Larsson, já falecido. O autor escreveu uma trilogia, que foi adaptada na forma de produções cinematográficas suecas (país de origem das obras literárias), embora uma série maior tenha sido planejada. Na trilogia sueca, Noomi Rapace deu vida à personagem.

No entanto, foi com a adaptação de David Fincher que a história atingiu novos níveis de excelência. Tudo foi aumentado em relação às produções suecas no longa de Fincher, inclusive o comprometimento da atriz principal – Rooney Mara tem um desempenho vertiginoso, até mesmo colocando piercing de verdade nos mamilos, e como resultado recebeu uma indicação ao Oscar. Mara é a Liesbeth Salander definitiva. Infelizmente, devido ao seu orçamento inflado, para uma produção de suspense de censura alta e temas para lá de polêmicos – como estupro, assassinato e abuso de mulheres – o filme deu certo prejuízo para a Sony, apesar das críticas extremamente positivas e de figurar na maioria das listas de melhores de seu respectivo ano.

Solução: aos poucos foi ficando cada vez mais distante o sonho de vermos Rooney Mara na pele de Lisbeth novamente, assim como uma continuação para o filme de Fincher. Agora, já está decidido que o caminho a ser tomado será um reboot, adaptando A Garota na Teia de Aranha, quarto livro da saga, escrito por David Lagercrantz desta vez. Fede Alvarez (O Homem nas Trevas) vai dirigir, e Claire Foy estrelar como Lisbeth!

‘WandaVision’: Teoria sugere que Ultron está disfarçado como [SPOILER!]

Desde a estreia de ‘WandaVision‘, a série tem sido um dos assuntos mais comentados nas redes sociais e vem gerando inúmeras teorias sobre a trama e sobre alguns personagens.

Uma dessas teorias foi publicada por um fã no Twitter, que acredita que o Ultron está de volta disfarçado como o diretor da SWORD, Tyler Hayward (Josh Stamberg).

Isso explica porque a organização estaria tão interessada no corpo do Visão (Paul Bettany).

Para quem não se lembra, Ultron tentou transferir seus dados e sua essência para o corpo do Visão antes do androide assumir uma consciência independente e destruir o que restava do vilão.

Mas, e se ele não o destruiu completamente?

Em ‘Vingadores: Era de Ultron’, Visão diz que não quer matar Ultron porque ele é ‘único’, e seu cadáver nunca foi revelado… Será que ele estaria esperando o momento certo para retornar?

Na publicação, o usuário ainda compara a imagem de Hayward com uma versão holográfica do Ultron como um humano na animação ‘Avengers Assemble’, exibida na Disney XD.

Confira:

“Em ‘Avengers Assemble‘, Ultron assumiu a forma humana de um oficial do governo para eliminar os Vingadores. Então Hayward poderia ser Ultron disfarçado e é por isso que ele queria o cadáver do Visão.”

Assista nossa análise do 7º episódio:

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Análise WandaVision | 7º episódio revela grande VILÃ, mas será que… [SPOILERS]

[SPOILERS A SEGUIR]

Conforme as especulações, o sétimo episódio de ‘WandaVision‘ revelou quem a Agnes realmente é.

E várias outras revelações que começam a montar o quebra cabeça da série.

Pensando nisso, o Renato Marafon trouxe um vídeo que explica porque Wanda está sendo [SPOILER] e a verdadeira identidade que a Monica Rambeau terá no MCU.

Assista:

 

O 7º episódio, intitulado “Quebrando a Quarta Parede” já está disponível na plataforma do Disney+.

Confira o mais recente trailer da série:

 

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Gosta de Terror Psicológico? Selecionamos 10 Grandes Filmes ATERRORIZANTES…

Do mesmo jeito que gostamos de nos divertir com boas histórias, também temos um apreço inegável pelo susto e pela tensão. Não é surpresa que grande parte do público seja aficionado por filmes e séries de terror e de suspense, envolvendo-se cada vez mais com uma narrativa cujo principal objetivo é nos deixar de boca aberta.

Desde os primórdios do entretenimento, diversos cineastas fundiam em um mesmo lugar os diversos gêneros mencionados acima como forma de nos vender algo original, competente e que nos tirasse algumas horas de sono depois dos créditos finais.

Hoje em dia, o terror psicológico parece ter voltado aos holofotes e permeia com raras exceções cada filmografia contemporânea – e, ainda que certas obras falhem em entregar o que prometem, algumas ganham patamar honrável e disputam lugar no ranking das melhores iterações já produzidas na história.

Por essa razão, separamos doze dos melhores filmes de terror psicológico da última década (explorando os longas lançados entre 2011 e 2020, é claro). Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu thriller favorito.

12. mãe! (2017)

‘mãe!’ é talvez um dos filmes mais subestimados de todos os tempos justamente por não se prender a nenhum convencionalismo narrativo e arquitetar uma jornada épica, bíblica e de tirar o fôlego em absolutamente cada uma das suas sequências.

Funcionando como mais uma bela alegoria de Darren Aronofsky para a mitologia católica que está presente em nossa cultura há mais de dois mil anos, o longa se assemelha a um agonizante pesadelo que foca na conturbada relação da personagem-titular (Jennifer Lawrence) e de seu marido (Javier Bardem), na qual ela se submete das mais diversas formas às loucuras do patriarca da família enquanto observa impotente sua casa se desmoronar à sua volta.

11. Aniquilação (2018)

Natalie Portman é conhecida por diversos papéis marcantes na indústria cinematográfica, e Aniquilação pode ser encarado como seu projeto mais ambicioso. No thriller sci-fi, a atriz dá vida à bióloga Lena, que procura por respostas depois do desaparecimento do marido e se une a um grupo de mulher para investigar o “The Shimmer”, área selada pelo governo e classificada como zona de desastre químico.

Apesar das críticas negativas, a produção recuperou as glórias da ficção científica de terror e construiu um cosmos intelectual e complicado demais para o público da Netflix. Entretanto, com um pouco mais de atenção, é bem fácil entender o motivo da obra ser uma pequena joia do entretenimento contemporâneo – ainda mais pela competente atuação de seu elenco protagonista.

10. Nós (2019)

O diretor Jordan Peele ganhou aclame universal alguns anos antes com o lançamento de Corra!’, levando para casa o Oscar de Melhor Roteiro Original. E com Nós, ele voltaria aos holofotes com um competente terror psicológico liderado pela sempre ótima Lupita Nyong’o.

Apesar dos claros deslizes, o longa se arrisca em território quase nunca antes explorado, arquitetando uma agonizante aventura que mescla a ácida comédia de suas produções com um hábil thriller em que uma família é forçada a enfrentar seus doppelgängers (ou seja, suas cópias idênticas e muito mais perigosas).

9. Precisamos Falar sobre o Kevin (2011)

Baseado no romance homônimo de Lionel Shriver, Precisamos Falar sobre o Kevin é uma produção que não se importa em ser cruel e visceral, explorando ao máximo sequências de tensão entre seus personagens principais e atrocidades que tangencia as patologias sociopatas de seu personagem-titular.

A história gira em torno da traumatizada Eva (Tilda Swinton), que tenta retomar as rédeas de vida após uma tragédia familiar. Com o nascimento de seu primogênito, Kevin (Ezra Miller), a mãe e escritora percebe que seu filho nutre uma hostilidade assustadora por ela e a transforma em alguém infeliz e marcada pelo terror.

8. Rua Cloverfield 10 (2016)

‘Cloverfield – Monstro’ reviveu os filmes em found-footage com uma interessante, ainda que convencional, história de monstros – mas não seria até sua inesperada sequência que a franquia ganharia aclame considerável por parte do público e da crítica.

Anunciado em uma surpresa bem-vinda pelo produtora J.J. Abrams, Rua Cloverfield 10é a segunda parte da trilogia cinematográfica que gira em torno da jovem Michelle (encarnada por Mary Elizabeth Winstead), a qual sofre um grave acidente de carro e acorda acorrentada num bunker pelo misterioso Howard (John Goodman). Após entender que ela, na verdade, foi resgata de uma invasão alienígena, Michelle começa a se perguntar se tudo aquilo é real ou se é uma ilusão criada por um psicótico e complexado homem.

7. A Bruxa (2015)

Ao longo dos séculos, as mística e perigosas criaturas conhecidas como bruxas permearam o imaginário popular e foram revisitadas diversas vezes tanto pelo cinema quanto pela televisão. Em 2015, o diretor Robert Eggers procurava fornecer uma perspectiva nova para o que se tornaria uma das grandes obras do ano: A Bruxa.

O terror de arte é ambientado no século XVI, num vilarejo movido pelo medo e pela inquisição religiosa em que qualquer coisa fora do norma era encarada como satanismo. As coisas ficam ainda mais perigosas quando uma família exilada presencia eventos aterrorizantes na beira de uma floresta, levando-os à loucura e a um massacre visceral e chocante.

6. Contágio (2011)

Assim como as bruxas, epidemias virais e mortais também já foram tema exaustivo de diversos thrillers – o que poderia no levar em uma direção subestimada de Contágio, encabeçado por Steven Soderbergh. Felizmente, o positivo resultado recuperou as glórias desse suis-generis e tornou-se uma das histórias mais tensas da década.

Além de seu elenco de ponta (com nomes como Jude Law, Marion Cotillard, Gwyneth Paltrow e Matt Damon), o longa se construiu em um estilo multi-narrativo um tenso conto que explorou a perda do sentido social a partir de uma pandemia incontrolável que, eventualmente, encontra uma vacina em uma conclusão de tirar o fôlego.

5. Corra! (2017)

A estreia diretorial de Peele não poderia vir em hora melhor – e não é surpresa que tenha sido aclamado pela crítica especializada e levado para casa diversos prêmios. Em uma simples, porém competente narrativa, o cineasta mergulhou no mais puro do terror e ainda teve espaço de sobra para analisar as questões raciais que até hoje são necessárias para a compreensão da configuração social contemporânea.

O longa gira em torno de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem rapaz que viaja até a casa de sua namorada Rose (Allison Williams) para conhecer os sogros e descobre que a família tem um terrível segredo e um senso se superioridade branca extremamente perigoso. A obra foi considerada uma versão bem mais tensa do thriller satírico Mulheres Perfeitas (2004).

4. Ilha do Medo (2010)

Martin Scorsese não costuma nos decepcionar em suas investidas cinematográficas – e isso não seria diferente com o terror psicológico neo-noir Ilha do Medo, estrelado por Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo e Michelle Williams.

Baseado no romance homônimo de Dennie Lehane, o filme gira em torno de Edward “Teddy” Daniels (DiCaprio), um agente do serviço secreto estadunidense que investiga uma clínica psiquiátrica numa remota ilha depois que um dos pacientes desaparece; entretanto, os segredos daquele lugar são mais obscuros do que se possa imaginar, arrastando Teddy para uma luta contra a loucura e pela sua vida.

3. Cisne Negro (2010)

Aronofsky é cineasta sem qualquer tipo de filtro cinematográfico, razão pela qual é um dos melhores de sua geração. Desde ‘Réquiem para um Sonho’ até o subestimado ‘Noé’, o diretor explora temas da psique humana como ninguém – e não pensa duas vezes antes de deixar bem claro que o destino de todos é a tragédia.

Em Cisne Negro, Aronofsky explora os cruéis bastidores do ballet clássico ao recontar a história do Lago dos Cisnes. Aqui, a jovem e introvertida bailarina Nina (Portman) enfrenta sua mãe (Barbara Hershey) e seus demônio interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer.

2. Animais Noturnos (2016)

Tom Ford retornou aos holofotes nos últimos anos ao deixar um pouco de lado seu império da moda e criar um dos melhores (e menos reconhecidos) longas-metragens da década: Animais Noturnos.

Ford mostra seu apreço pelas narrativas neo-noir ao arquitetar um tour-de-force intimista que arranca uma das melhores atuações de Amy Adams como a curadora Susan Morrow, que recebe a primeira versão do romance assinado por seu ex-marido (Jake Gyllenhaal) e começa a perceber similaridades entre ele e seu conturbado relacionamento, chegando a acreditar que ele, na verdade, a queria morta por ter quebrado seu coração.

1. Garota Exemplar (2014)

Ambientado em Missouri, Garota Exemplar conta a história de Nick (Ben Affleck), que se torna o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa, Amy (Rosamund Pike). O thriller encabeça uma das melhores investidas de mistério e une diversos gêneros em um único lugar – típico da capacidade cinematográfica indiscutível do diretor David Fincher.

O longa é baseado no romance homônimo de Gillian Flynn e recebeu aclame universal por parte da crítica especializada e por parte do público. A condução da história e a aplaudível atuação de seu elenco se tornaram alguns dos aspectos mais notáveis da investida fílmica, o que explica o número exponencial de prêmios que levou para casa.

Pike foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz, enquanto Fincher foi nomeado à categoria de Melhor Diretor na 72ª edição do Globo de Ouro. Como se não bastasse, a trilha sonora composta por Trent Reznor e Atticus Ross também marcou presença na premiação do Grammy, por Melhor Trilha Sonora.

‘Criminal Minds’: Paramount+ está desenvolvendo revival da série

De acordo com o TVLine, a Paramount+ está desenvolvendo um revival da série investigativa ‘Criminal Minds‘.

O site afirma que a intenção inicial é trazer a série de volta como uma minissérie, mas há possibilidades da produção futuramente ganhar novas temporadas.

O revival deve trazer uma mistura de personagens clássicos com novos personagens, em uma abordagem parecida com o revival de ‘CSI‘.

O desenvolvimento da série ainda está nos estágios iniciais e ela será novamente coproduzida pela CBS Studios e ABC Signature, assim como a original.

A série original, exibida entre 2005 e 2020, rendeu 15 temporadas e incríveis 323 episódios.

Halloween, Dark Universe e outras Ideias Grandiosas que Hollywood ABANDONOU…

Imaginação sempre foi a palavra primordial quando pensamos em cinema. A criação desta arte tão amada tem tudo a ver com sonhos tornados realidade através de pura magia. Cinema é onde o impossível se torna possível. E assim foi durante os seus mais de cem anos de história. No entanto, com o peso de tal bagagem se torna cada vez mais difícil contar histórias originais ou até mesmo abordá-las de forma inédita. O que temos hoje no cinema mirado ao grande público é uma onda de reciclagens de temas e gêneros.

Justamente por isso, ideias inovadoras são tão bem-vindas no cinema comercial. O problema é quando elas não dão certo, afinal nem sempre criatividade caminha lado a lado com qualidade, e aceitação do espectador ou crítica. Um conceito diferente pode não ser traduzido da melhor maneira das páginas para a tela, e muitas vezes o que o fã quer ver é a familiaridade de seu objeto de afeto. Para tanto, não adianta querer reinventar a roda.

Pensando nisso, resolvemos resgatar algumas boas ideias do cinema, confeccionadas tendo a melhor das intenções para agradar o público, mas que acabaram por ser canceladas logo de partida, sem muita chance para vingar. Vem conhecer.

O ‘Dark Universe

Tendo o conceito de ordem em Hollywood na atualidade, “o universo compartilhado”, em mente, todo e qualquer grande estúdio vê a tendência como o caminho do futuro. Para que ficar focado somente em uma franquia, quando se pode mesclá-la a outras, costurando universos cinematográficos interligados. Os filmes da Marvel mostraram a possibilidade e as bocas dos executivos aguaram. Assim, os estúdios começaram a viabilizar dentro de suas propriedades estes verdadeiros encontros de titãs. E um dos anúncios recentes mais chamativos foi feito pela Universal em seu Dark Universe. O que seria isso? Uma revitalização em algumas de suas propriedades mais antigas – seus monstros clássicos: Drácula, Lobisomem, Frankenstein, etc..

O feito não seria novidade, já que as criaturas transitaram juntas por produções da casa ainda na década de 1940. Toma essa Marvel! Ou seja, o que foi criado no passado, pode ser replicado atualmente – numa época em que o público anseia pelo conceito. Os olhinhos dos produtores brilhavam com cifrões. Sem perder tempo, os envolvidos anunciaram Javier Bardem como o monstro de Frankenstein, Angelina Jolie era visada para sua Noiva e Johnny Depp como o Homem Invisível. O pontapé inicial seria provido pelo mega astro Tom Cruise e sua versão da Múmia – desta vez uma mulher, personificada pela exótica Sofia Boutella. Sim, é o caso de querer correr antes de andar, mas qual projeto ambicioso não é? No cinema, essa estrutura termina dependendo muito do sucesso de uma única produção para se erguer, e ela  pode pôr tudo a perder. Com A Múmia (2017), fracasso de crítica e dono de uma bilheteria abaixo do esperado, o destino foi justamente este. A obra causou o desmoronamento do Dark Universe, fazendo da proposta um projeto inconcebível.

A salvação, em partes, da ideia se deu pelo nome de Leigh Whannell, roteirista e diretor que resgatou do limbo o projeto para um filme do Homem Invisível. Whannell, ao lado da Blumhouse, redesenhou o conceito para a Universal, que deixava de ser uma produção megalômana para se tornar uma obra bem mais intimista – seguindo a cartilha do “terror social”. O foco agora era o abuso doméstico, a libertação e empoderamento feminino. Para estrelar, uma atriz escolada no tema: Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale). E o mesmo time já trabalha para fazer o mesmo com a história do Lobisomem – que agora terá as formas de Ryan Gosling.

The Night Chronicles

Muitos talvez não lembrem, mas tão ambicioso e interessante quanto o Dark Universe era um projeto do diretor indiano M. Night Shyamalan intitulado The Night Chronicles. Na época de sua concepção, Shyamalan já havia visto altos e baixos em sua carreira. Na verdade, no segundo item era onde se encontrava o cineasta após fracassos consecutivos de obras como A Dama na Água e, principalmente, Fim dos Tempos. Grande incentivador e entusiasta do terror, Shyamalan tratou de confeccionar o selo Night Chronicles, que seria uma produtora utilizada por ele para dar voz a novos cineastas em trabalhos no gênero.

Assim, o planejado por Shyamalan, que iria produzir todos os filmes do selo (e quem sabe dirigir algum se a coisa funcionasse), era lançar primeiramente uma trilogia tendo como tema mitos urbanos mesclados com o sobrenatural. O primeiro exemplar a ser lançado foi Demônio, que em 2020 completou dez anos de lançamento. E ele foi também o último com o selo. A premissa de Shyamalan (que desenvolveu a história) era interessante, com um grupo de estranhos num elevador, entre eles o diabo em pessoa. Porém, o resultado do filme junto aos críticos e os fãs não foi dos melhores, o que acabou pondo um fim ao projeto logo na largada. No mesmo ano, Shyamalan adaptaria sem sucesso o desenho querido pelos fãs Avatar, em O Último Mestre do Ar, e só viria a fazer as pazes com o sucesso seis anos depois com Fragmentado.

Antologia Halloween

Se engana quem acha que ideias para franquias e universos compartilhados que dão com os burros n’água é coisa de agora. Voltando para a adorada década de 1980 temos um dos casos mais notórios na indústria de Hollywood sobre boas ideias que não vingaram. O tópico aqui é a série slasher de sucesso Halloween, criada em 1978 por John Carpenter. Nesta época o filme era apenas uma produção independente que viveu para se tornar um fenômeno estrondoso e imortalizar no coração dos fãs o maníaco Michael Myers. Halloween se tornou um dos filmes mais influentes do gênero, gerando inúmeros imitadores, sendo o mais famoso Sexta-Feira 13, lançado dois anos depois. Foi inclusive a fama deste filme que sacudiu o produtor Moustapha Akkad, mostrando o que o gênero poderia se tornar – e o apelo que possuía junto ao público jovem (traduzido em boas bilheterias).

Assim foi exigido que John Carpenter e Debra Hill confeccionassem uma continuação – mesmo que meio a contragosto da parte deles. Sexta-Feira 13 havia feito muito dinheiro em 1980, e já engatilhava sua continuação logo no ano seguinte. No mesmo 1981, Carpenter e Hill tiravam da cartola Halloween 2 – O Pesadelo Continua, com uma trama que seguia o original exatamente da mesma noite em que havia parado, deslocando a ação agora para um hospital. No desfecho, os criadores se certificaram de que a história de Michael Myers, do Doutor Loomis e de Laurie havia chegado ao fim. O sucesso do filme, no entanto, instigou os envolvidos a retornarem para este lucrativo “dia das bruxas”, mas aqui era dado o pulo do gato.

Carpenter, o produtor e roteirista também do terceiro filme, teve a inusitada ideia de engavetar os personagens que todos haviam aprendido a gostar, e contar a cada novo filme de Halloween uma história completamente nova. A franquia iria se tornar uma antologia, a cada ano tratando de um conto assustador de temática do dia das bruxas. A ideia parecia boa o suficiente e a produção ganhou sinal verde, resultando em Halloween 3 – A Noite das Bruxas (1982), o ponto fora da curva na franquia e hoje objeto de culto por parte dos fãs. Imagine um filme de Sexta-Feira 13 sem Jason (isso é, sem contar o primeiro e o quinto) ou A Hora do Pesadelo sem Freddy Krueger. Foi exatamente o que ganhamos em Halloween 3, que inclusive deixava suas raízes slasher de lado para se tornar um terror fantástico, sobre uma companhia demoníaca com planos macabros envolvendo tecnologia e magia negra. Ninguém comprou a ideia na época, o filme amargou fracasso e levaria seis anos até a Halloween voltar a ser o que era com os retornos de Myers e Doutor Loomis em Halloween 4 (1988). Podia ser pior. Pelo menos não foi O Halloween do Hubie.

Grindhouse

Em 2007 dois grandes nomes do cinema decidiram homenagear os anos 1970 em grande estilo. Quentin Tarantino e Robert Rodriguez são amigos de longa data – começaram na mesma época e explodiram com suas famas chutando a porta logo de cara. A colaboração entre os dois no cinema também foi instantânea, com Tarantino fazendo ponta em A Balada do Pistoleiro (1995), os dois dirigindo segmentos da coletânea Grande Hotel (1995) e Rodriguez dirigindo um roteiro de terror do colega em Um Drink no Inferno (1996). Ou seja, química fora e dentro das telas.

Durante uma noite de muito cinema e entorpecentes na casa de Quentin – o diretor costuma convidar os amigos para sessões em seu cinema particular – a dupla decidiu concretizar um projeto surgido em tal ocasião. A conversa que deu forma a tudo era sobre os grindhouse, cinemas pequenos que exibiam sessões duplas de produções B do cinema, geralmente de temas de exploitation, como filmes de artes marciais ou terror. No meio destas sessões duplas da década de 1970, o público era “presenteado” com trailers das próximas atrações. Assim nascia o próprio Gridnhouse de Tarantino e Rodriguez.

O que ficou combinado entre eles era que cada um iria dirigir um média metragem, de algo em torno de 1 hora de projeção, e no meio dividindo os filmes seriam inseridos trailers falsos de produções que nunca viriam, dirigidas por colegas. Desta forma, Rodriguez criou sua história de zumbis com Planeta Terror, Tarantino entregou a sua sobre um maníaco que usava seu carrão potente como arma para matar jovens incautas intitulada À Prova de Morte, e no meio gente como Rob Zombie, Eli Roth e Edgar Wright se divertiam com seus trailers falsos. Mas Grindhouse não fez o barulho planejado pela dupla e os fãs não entraram na brincadeira. O mau desempenho do projeto fez inclusive com que os médias de Rodriguez e Tarantino fossem separados e vendidos como longas próprios (adicionando cenas que haviam ficado de fora para completar o tempo de duração que precisavam) em mercados fora dos EUA, como no Brasil onde Planeta Terror e À Prova de Morte são, cada um, filmes únicos. Nestes casos a ideia acabou de perdendo, se transformando em outra proposta.

Caso tivesse vingado, Grindhouse certamente encorajaria a dupla a realizar novas brincadeiras neste formado, e os fãs sairiam ganhando. Uma curiosidade é que dois trailers “falsos” de fato se tornaram filmes, mostrando o forte apelo que tiveram. O primeiro foi Machete, dirigido pelo próprio Rodriguez, que fez mais sucesso do que Grindhouse em si e gerou dois filmes – lançados em 2010 e 2013. O outro foi Hobo With a Shotgun, cujo trailer falso em Grindhouse foi exibido somente no Canadá, se tornando um longa em 2011 protagonizado pelo saudoso Rutger Hauer. Infelizmente, Wright, Zombie e Roth não se animaram, até hoje, a transformar suas zoações em filmes completos.

‘The Witcher’: Jaskier terá novas canções na 2ª temporada

Além dos segredos, das batalhas, e dos efeitos especiais de ‘The Witcher‘, um dos pontos mais altos da série é o bardo Jaskier (Joey Batey) e suas canções, como a icônica ‘Dê um trocado para o seu bruxo’.

Para a alegria dos fãs, a showrunner Lauren S. Hissrich revelou ao TV Guide que a 2ª temporada trará canções inéditas do personagem.

“As canções e o carisma de Joey com certeza ajudaram a alavancar a popularidade da série. Nós adoramos seu jeito e queremos que ele cante sempre que for possível, então já estamos planejando novas composições. Eu também acho que a música é parte essencial da narrativa, é o que traz descontração e drama nos momentos adequados. Então, com certeza continuaremos a fazer isso.”

Há alguns meses, Batey revelou ao Comic Book que não consegue tirar as canções do personagem de sua cabeça.

“Estou com isso na cabeça há oito meses. As músicas estão presas na minha mente desde a primeira vez que ouvi. Eu ia para a cama cantarolando. Eu acordava cantarolando, eu fazia tudo cantarolando. Você não tem ideia do inferno que passei para decorar as letras.”

Apesar da brincadeira, ele diz que as músicas se tornaram um grande sucesso e ele só tem elogios à equipe criativa por trás de cada uma das composições.

“Esse sucesso é graças às maravilhosas composições de Sonya Belousova e Giona Ostinellii. Elas entendem o poder da música de uma forma que nós não conseguimos. Foi uma alegria tocá-las no set. Depois que eu terminei de gravar a série, eu senti muita falta, não só das canções, mas do personagem e de todas as pessoas envolvidas.”

Ouça um trecho de ‘Dê um trocado para o seu bruxo’:

Não foram revelados detalhes sobre a data de estreia, que estava prevista originalmente para o verão norte-americano (entre junho e setembro) de 2021.

Enquanto isso, todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Nova ‘True Blood’? HBO está desenvolvendo série sobre vampiros

De acordo com o Variety, a HBO está desenvolvendo uma nova série sobre vampiros, intitulada ‘Thirst‘, que está sendo descrita como um drama sobrenatural de hip hop.

A trama irá acompanhar o brilhante e arrogante Atlanta, um rapper que pensa ter encontrado o seu caminho para o estrelato após se juntar a um grupo de hip hop. Mas ele não tem ideia que eles guardam um segredo terrível: eles são uma família de vampiros com séculos de existência.

A dupla Leah Benavides RodriguezCarlito Rodriguez será responsável pelo roteiro.

“A música é uma parte integral das nossas vidas e ‘Thirst’ é a oportunidade perfeita para misturar os gêneros, enquanto exploramos a interseção da fama, cultura e o que significa ser americano,” eles afirmaram em uma declaração. “Estamos ansiosos para trazer essa série à vida e felizes por termos encontrado um lar na HBO.”

Kevin Jordan criou o conceito original do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Your Name’: Ótimo anime japonês ganhará remake hollywoodiano

O aguardado remake do popular animeYour Name‘ parece estar finalmente ganhando forma e um novo diretor para o projeto foi anunciado.

Conforme revelado pelo portal ComicBook.com, Lee Isaac Chung vai assumir a direção. A escolha do cineasta vem logo após seu sucesso com seu mais novo filme, ‘Minari‘, lançado no Festival de Sundance 2020.

A produção, que foi adquirida pelos estúdios Plan B (de Brad Pitt) e A24, venceu o prêmio do Grande Júri e da Audiência do festival em questão.

Chung dirigirá o longa a partir de um roteiro assinado por Emily V. Gordon (‘Doentes de Amor‘), que desenvolveu uma versão atualizada do roteiro originalmente escrito por Eric Heisserer (‘A Chegada‘).

Anteriormente, o diretor Marc Webb, de‘O Espetacular Homem-Aranha’ e ‘500 Dias Com Ela’, havia sido anunciado pelo portal Deadline como o responsável pela direção.

O remake terá um ponto de vista ocidental.

A versão live-action será produzida por J.J. Abrams, em parceria com a Paramount Pictures.

Faturando US$ 355,2 milhões ao redor do mundo, ‘Your Name‘ ultrapassou o aclamado ‘A Viagem de Chihiro‘, se consagrando como o anime de maior bilheteria do mundo. Indo mais além, a produção se tornou o filme japonês de maior arrecadação de todos os tempos.

A sinopse oficial do ‘Your Name‘ oriental:

“Mitsuha Miyamizu (Mone Kamishiraishi) é uma jovem que mora no interior do Japão e que deseja deixar sua pequena cidade para trás para tentar a sorte em Tóquio. Enquanto isso, Taki Tachibana (Ryûnosuke Kamiki), um jovem que trabalha em um restaurante italiano em Tóquio, deseja largar o seu emprego para tentar se tornar um arquiteto. Os dois não se conhecem, mas estão direta e misteriosamente conectados pelas imagens de seus sonhos.”

Kristen Bell estrelará nova minissérie de suspense da Netflix

De acordo com o Deadline, Kristen Bell (‘The Good Place’) estrelará a minissérie de suspense ‘The Woman in the House‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Tom Riley (‘The Nevers’) também protagonizará a produção.

Na trama…

“Para a desolada Anna (Bell), todos os dias são iguais. Ela se senta com seu vinho, olhando pela janela, vendo a vida passar sem ela. Mas quando um belo vizinho (Riley) se muda para o outro lado da rua, Anna começa a ver uma luz no fim do túnel. Até que ela testemunha um assassinato horrível… Mas ela viu mesmo?”

O enredo é estranhamente parecido com o longa ‘A Mulher na Janela‘, que também será lançado pelo serviço de streaming.

A série foi criada por Rachel RamrasHugh Davidson e Larry Dorf, que também assumirão como os showrunners.

Além de estrelar, Bell também será produtora executiva do projeto ao lado de Will Ferrell.

‘Mortal Kombat’: Produtor revela porque Megan Fox não foi chamada para viver a Kitana

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP em 2016 para divulgar ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘, a atriz Megan Fox revelou que gostaria de interpretar Kitana no remake ‘Mortal Kombat‘.

Com a produção finalmente acontecendo, o produtor Todd Garner explicou pela primeira vez porque a atriz não foi chamada para o projeto.

“Nós contratamos apenas pessoas que realmente podem lutar… você pode ver o motivo no trailer”, explicou.

Assista ao trailer e confira nossa entrevista com a atriz:

Após a excelente recepção do trailer de ‘Mortal Kombat‘, o produtor Todd Garner fez questão de agradecer o público pelas respostas positivas.

Em seu perfil do Twitter, o cineasta disse:

“Fãs de ‘Mortal Kombat’. Estou vendo suas reações ao trailer e estou aos prantos. Às vezes, os fãs esquecem que existem seres humanos por trás dos filmes e eu pessoalmente tive que ficar longe de minha família por 05 meses para trabalhar nessa produção. Os sorrisos e suspiros de vocês fizeram tudo valer a pena hoje. Obrigado!”

Ele concluiu:

“Para deixar claro, são lágrimas de alegria.”

Confira:

 

Além de muita ação, pancadaria e referências aos jogos, o trailer mostra que os personagens foram adaptados de forma bastante fiel ao material original.

Kitana tem mais de dez mil anos, embora aparente ter por volta dos vinte. Ela era uma leal assassina de Shao Kahn, mas se torna sua inimiga, salvando Edenia das mãos do “imperador”. Impulsionada pela justiça, Kitana é uma forte combinação de disciplina, inteligência, amor e perseverança. Ela tem como armas seus leques com laminas afiadas. A personagem ainda não foi confirmada no reboot.

‘Liga da Justiça’: Abaixo-assinado pede que filme seja lançado NOS CINEMAS do Brasil!

Pela manhã, o diretor Zack Snyder revelou que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ será lançado mundialmente no dia 18 de Março, seja em Video on Demand ou em algum serviço de streaming.

Infelizmente, a plataforma de streming HBO MAX ainda não está disponível no Brasil, mas os fãs estão fazendo de tudo para chamar a atenção da Warner e da HBO para que o longa seja exibido NOS CINEMAS de todo o país.

Além das campanhas nas redes sociais, os devotos do diretor Zack Snyder criaram um abaixo-assinado no Change.org na esperança de influenciar o estúdio a lançar o filme por aqui.

Como o documento foi criado recentemente, há apenas 5000 assinaturas. No entanto, parece que a ideia está ganhando cada vez mais força.

Em parte do texto, o criador do pedido diz:

“Com a hastag #ReleaseTheSnyderCutInBrazil conseguimos atingir a quarta colocação dos trending topics no twitter recentemente, mostrando o interesse grande por parte do nosso público. Com isto, com a advento do serviço de Stream HBO Max ainda estar impossibilitado no nosso país até a data de lançamento do filme chegando apenas em junho, gostaríamos de fazer um apelo ao Estúdio da Warner Bros no Brasil ou para a HBO que se localiza aqui para que possamos conferir o lançamento do filme no dia 18 de março em terras tupiniquins junto na data certa com as pessoas lá de fora.”

Ele ainda insiste, sugerindo que o longa também possa ser disponibilizado na HBO Go. 

“Gostaríamos de pedir para que este filme em especial ganhasse espaço em nossos cinemas nacionais sendo exibidos nem que fosse por um dia ou por uma semana em nossas salas ou então sendo lançado no já existente HBO Go de forma provisória até que o serviço oficial esteja em nossas mãos.”

Anteriormente, o CinePOP entrou em contato com a assessoria da Warner no Brasil e eles NÃO TÊM nenhuma sinalização sobre o lançamento do filme nos cinemas nacionais!

Confira também alguns tuites da campanha:

 

 

Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes: