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‘Para Todos os Garotos 3’: Vídeo explica como as cenas de Lara Jean na Coreia do Sul foram rodadas; Confira!

Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, aguardada conclusão da adorada trilogia rom-com, estreou há pouquíssimo tempo na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores explicando como as cenas de Lara Jean (Lana Condor) foram feitas na Coreia do Sul.

Confira:

O longa é baseado no último livro da trilogia escrita por Jenny Han.

Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa.

Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás.

Lana CondorNoah CentineoJordan FisherAnna CathcartJanel ParrishRoss Butler e outros estrelam.

Michael Fimognari entra como diretor.

‘Malcolm & Marie’: Terapeuta analisa as cenas de discussão do filme estrelado por Zendaya; Confira!

O romance gravado durante a pandemia, ‘Malcolm & Marie‘, estrelado por Zendaya (‘Euphoria‘) e John David Washington (‘TENET‘), já está disponível na Netflix há alguns dias.

Para promover o longa, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que uma psicoterapeuta analista as calorosas discussões entre os personagens titulares.

Confira:

Ao retornar para casa após a estreia de seu filme, o cineasta Malcolm aguarda a resposta da crítica ao lado da namorada, Marie. Mas a noite toma um rumo inesperado quando revelações importantes colocam o amor do casal à prova.

O longa foi escrito e dirigido por Sam Levinson, criador da aclamada série original da HBO, ‘Euphoria‘.

10 Comédias Clássicas da Sessão da Tarde dos anos 80 que nós AMAMOS!

Recordar é viver. Embora alguns filmes dos anos 1980 tenham ficado imortalizados em nossos corações, frequentemente revisitados por cinéfilos de todas as gerações, outros tantos não são tão comentados atualmente quanto deveriam. Sendo assim, para cada Goonies (1985), De Volta para o Futuro (1985) e Curtindo a Vida Adoidado (1986), temos tantos outros exemplares que o tempo lentamente trata de apagar para os mais novos. Quem viveu o período muitas vezes também sente dificuldade de lembrar de certas produções queridas e que fizeram muito sucesso nas intermináveis reprises diurnas dos canais da TV aberta brasileira.

Pensando nisso, resolvemos criar uma matéria bem nostálgica, relembrando com você 10 Comédias Clássicas dos Anos 1980. Vem com a gente nesta onda pelo passado de mais de 30 anos.

Te Pego Lá Fora

Começamos com um clássico absoluto da Sessão da Tarde – e um que tem produção de ninguém menos que o Todo Poderoso Steven Spielberg, fato que muitos devem desconhecer. Além do famoso cineasta, quem também produz o longa é Aaron Spelling, famoso executivo por trás de programas como Barrados no Baile, por exemplo. E o pedigree não para por aí, assinando a cinematografia (ou fotografia) está Barry Sonnenfeld, diretor de Homens de Preto (1997).

Nesta época muitas comédias juvenis eram centradas no ambiente da escola, as famosas high school norte-americanas, mas este é um dos mais criativos. Considerado uma versão moderna e adolescente do icônico faroeste Matar ou Morrer (1952), a trama mostra um típico estudante colegial vivendo o pior dia de sua vida quando se torna alvo de um aluno psicótico recém chegado, dono a pior fama imaginável.

Namorada de Aluguel

Pode até ser considerado incorreto nos dias de hoje, e revendo talvez não desça tão redonda, mas nos anos 1980 a trama sobre um rapaz pagando para uma menina fingir ser sua namorada era o tema desta comédia romântica que se tornou cult. Considerado um perdedor e desejando mudar sua imagem, Ronald (papel de Patrick Dempsey) propõe um pacto a Cindy, a menina mais popular do colégio. Em troca do dinheiro que ela estava precisando, precisará fingir estar apaixonada pelo rapaz por tempo suficiente até que sua vida se transforme, nesta espécie de Cinderela às avessas. A triste notícia em relação ao filme para os fãs foi o falecimento precoce da protagonista Amanda Peterson, que vive Cindy, aos 43 anos. Namorada de Aluguel foi refilmado em 2003, com elenco de jovens atores negros e o título Amor de Aluguel.

Admiradora Secreta

Outro grande representante das comédias juvenis da época, o longa fazia uso de um artifício de roteiro muito comum em diversas produções do gênero: o triângulo amoroso. Variavelmente, tínhamos um rapaz ou uma menina tímida apaixonado(a) por um colega (quase sempre seu melhor amigo/a) sem que ele(a) soubesse, enquanto o mesmo só tinha olhos para o terceiro elemento, geralmente um estudante de muita popularidade ou beleza.

Esta é a fórmula de Admiradora Secreta, comédia adolescente de erros e desencontros. Aqui, uma carta anônima é o ponto de partida, indo parar nas mãos de diversos personagens, criando confusão quanto a seu autor e destinatário. Em resumo, temos um triângulo amoroso entre o protagonista C. Thomas Howell, a beldade popular loiríssima Kelly Preston, e a melhor amiga do sujeito Lori Loughlin.

O Rei da Paquera

Sim, o mega astro Robert Downey Jr. começou a carreira em comédias juvenis ainda na década de 1980. E aqui temos um dos exemplares mais sem-vergonha dos quais participou – mas que não deixa de ser um título muito reconhecível do período. Fora isso não falta pedigree, já que temos produção de ninguém menos que o astro Warren Beatty, e a participação de grandes atores como Dennis Hopper, Danny Aiello e Harvey Keitel no elenco.

Ah, e claro, fazendo par com Downey temos a musa teen da época, a ruivinha Molly Ringwald (cujo nome aqui tinha até mais peso que o do Homem de Ferro). Ringwald ficou conhecida pelos filmes de John Hughes, como Gatinhas e Gatões (1984) e Clube dos Cinco (1985). Na trama, Downey vive um conquistador “de quinta categoria”, aplicando seus golpes a esmo em mulheres incautas. Tudo muda quando ele encontra resistência, num desafio à altura nas formas de Ringwald – uma jovem com seus próprios problemas envolvendo as dívidas do pai com criminosos.

Três Solteirões e um Bebê

Muitos podem não saber ou lembrar, mas antes dos filmes da Marvel e das franquias multimilionárias do cinema, Três Solteirões e um Bebê foi o filme de maior bilheteria nos EUA em 1987. Refilmagem americana de uma produção francesa, a história mostra três homens, solteiros convictos e mulherengos (como dizia a cartilha dos anos 1980), dividindo um badalado apartamento em Nova York. O trio foi vivido por Tom Selleck (sucesso na série Magnum), Steve Guttenberg (sucesso nas franquias Loucademia de Polícia e Cocoon) e Ted Danson (sucesso na série Cheers).

Tudo muda na equação deles quando em sua porta aparece um bebê, deixado ao cuidado deles. A ideia era “homens machões precisam trocar fraldas e dar mamadeira a um recém-nascido”, coisa impensável na época. A direção é de Leonard Nimoy, o Spock da série clássica de Star Trek. Este longa de sucesso gerou a continuação Três Solteirões e uma Pequena Dama (1990). Ah sim, o tal fantasma muito comentado, que apareceu numa cena do filme, nada mais era que um display com a imagem de Danson – mas serviu para virar uma das lendas urbanas mais lembradas dos anos 80.

De Volta às Aulas

Por falar em comédias sucesso de bilheteria nos anos 1980, De Volta às Aulas foi o sexto maior filme de 1986 nos EUA. O lendário Rodney Dangerfield, falecido em 2004, foi um dos humoristas mais conhecidos do país, e protagonizou algumas produções cômicas famosas. Aqui, ele interpreta um sujeito simples que conquistou fortuna com seu próprio suor, criando uma bem sucedida loja para homens acima do peso. Para ajudar seu filho, ele decide ingressar na mesma universidade, e começa a mudar as coisas por lá com seu jeito irreverente.

A ideia para o roteiro foi do próprio Dangerfield, e o texto foi assinado por Harold Ramis (Os Caça-Fantasmas). Fora isso, a trilha sonora é de Danny Elfman (dos filmes de Tim Burton). No elenco, temos novamente Downey Jr., no papel de uma espécie de punk, que é o melhor amigo do filho do protagonista.

Quase Igual aos Outros

Por falar em tramas incorretas e surreais, que podem não descer bem atualmente, temos este longa cuja intenção de empoderamento feminino é boa. Para começar, temos a direção de uma mulher, coisa rara no gênero e na época – Lisa Gottlieb é quem comanda, estreando na função. A trama gira em torno de Terry, uma jovem que deseja se tornar uma jornalista respeitada, mas percebe que não terá chance acadêmica de mostrar seu valor sendo mulher – já tratando da disparidade de oportunidade de gênero.

Assim, ela decide se fingir de homem para a tarefa, e começa a estudar em outro colégio, matriculada na forma do sexo oposto – seu disfarce é quase tão fajuto quanto o de Clark Kent, e se resume a um corte de cabelo e uma mudança forçada de voz e roupas. No elenco, Joyce Hyser vive a protagonista e não ficou muito famosa. Mas temos também William Zabka, o Johnny da franquia Karatê Kid e Cobra Kai, Sherilyn Fenn (Twin Peaks) e a dupla Clayton Rohner e Deborah Goodrich – que fariam dobradinha no ano seguinte com o ótimo slasher A Noite das Brincadeiras Mortais (1986).

A Primeira Transa de Jonathan

Não se deixe enganar pelo título em português, este é na verdade um filme bem afetuoso, dono uma interessante carga dramática, e levado num tom que consegue destacá-lo dos demais do gênero. Tudo bem que o protagonista é um jovem virgem em busca de conquistar a garota de seus sonhos – papel de Kelly Preston, novamente figurando na  lista. Até aí podemos pensar que esta é a típica comédia de coito, nas quais jovens buscam apenas a primeira noite de sexo.

O primeiro diferencial aqui é a década escolhida como cenário: os anos 1950. O verdadeiro chamariz do filme, no entanto, é a história secundária de Gene (Chris Nash), um jovem rebelde e motoqueiro no melhor estilo James Dean. Ele se muda para a casa ao lado do protagonista e logo desperta atenção da pequena cidade. Ao mesmo tempo em que ensina Jonathan a ser mais descolado com as meninas, e trava batalhas diárias com o pai e os playboys locais, ele desenvolve uma relação com a comprometida Bunny (papel de Catherine Mary Stewart – um dos nomes quentes dos 80’s). A história deste casal e seu desfecho no filme fazem do longa um dos melhores exemplares do gênero.

Alguém Muito Especial

Aqui voltamos ao terreno dos triângulos amorosos adolescentes. De fato, este longa guarda certas semelhanças com Admiradora Secreta, lançado dois anos antes – tirando, é claro, o MacGuffin da carta em si. Esse, no entanto, é um filme do acervo de John Hughes, que só não é mais seu porque não teve o cineasta na direção. Porém, Hughes produziu e escreveu o roteiro. A trama é simples, e mostra as desventuras de um rapaz de origem humilde, apaixonado e correndo atrás do seu sonho de viver ao lado da princesinha do colégio. Isso tudo, é claro, sem saber que sua melhor amiga, a alternativa Watts, tem nele um grande crush.

Apesar da simplicidade, Alguém Muito Especial é um dos filmes mais citados e adorados pelos fãs da época, em partes devido ao seu tom mais puxado para o drama e o romance de um chamado “coming of age”. Aqui, por exemplo, como de costume nos filmes de Hughes, as mulheres ganham destaque e desenvolvimento, passando longe de acessórios sem vontades como era muito comum.

De fato, elas são personagens bem melhor explorados do que o protagonista de Eric Stoltz. A patricinha vivida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro) possui mais profundidade, questões e é mais humana do que a maioria em filmes assim. Uma curiosidade é que Stoltz quase foi o protagonista do filme de viagem no tempo citado acima. E a Watts de Mary Stuart Masterson ainda é lembrada como um dos expoentes femininos do gênero por não se enquadrar em estereótipos.

Curso de Verão

Terminando a lista temos outro filme com trilha de Danny Elfman. Aqui, temos a mistura de três subgêneros muito emblemáticos para a década de 1980. Primeiro, os filmes colegiais. Segundo, os filmes de professores e suas turmas disfuncionais. E terceiro, filmes com uma gama de personagens amalucados, cada um com suas características únicas, nos quais todos ganham a devida importância. O melhor exemplo disso seria Loucademia de Polícia (1984) e suas continuações. Passe isso para o universo colegial e temos Curso de Verão.

Numa escola californiana de frente para a praia, o professor substituto Shoop (Mark Harmon) se vê incumbido da missão de dar aula nas férias para os rebeldes alunos que ficaram em recuperação e não querem saber dos estudos. Dentes eles: dois fanáticos por filmes de terror, uma jovem grávida, um nerd, um esportista, uma disléxica, uma italiana de intercâmbio, uma surfista com déficit de atenção e um gogo boy num clube noturno. No elenco, Kirstie Alley (que viria a fazer sucesso dois anos depois com Olha Quem Está Falando) vive uma professora.

Crítica | Kathryn Newton e Kyle Allen brilham no despretensioso sci-fi romântico ‘The Map of Tiny Perfect Things’

O gênero sci-fi caiu no gosto popular desde seu humilde nascimento no final do século XIX e, desde então, passou por diversas revoluções. Desde as profundas críticas sociais à ambição desmedida do homem até as anomalias que se escondem nas profundezas do universo, romances, livros e séries parecem ter um apreço interessante por narrativas desse tipo. Temos as construções clássicas como ‘Admirável Mundo Novo’ e ‘Blade Runner – O Caçador de Androides’, até comoventes rom-coms como ‘Questão de Tempo’ e irreverentes terrores como ‘A Morte Te Dá Parabéns’. Agora, a Amazon Prime Video nos presenteia com um divertido e tocante longa-metragem intitulado The Map of Tiny Perfect Things.

A premissa é bastante simples e parte de uma homenagem a ‘Feitiço do Tempo’, icônica obra estrelada por Bill Murray e Andie MacDowell que inclusive é diretamente referenciada aqui. Kyle Allen vive Mark, um jovem adolescente que está preso em um looping temporal e parece ter se acostumado com isso – aproveitando essa anormalidade para fazer o que bem entender (no caso, ajudar seus vizinhos e tentar conquistar uma menina que vê todos os dias na piscina local). Resignado em uma trágica credulidade de que as coisas não vão melhorar, ele faz o máximo para aproveitar um tempo que, outrora escorrendo por entre os dedos como areia, agora está imobilizado em um ciclo sem fim. Ele acredita que está sozinho – até as coisas mudarem drasticamente.

A verdade é que Mark está acompanhado de uma jovem garota chamada Margaret (Kathryn Newton em mais uma adição ao seu crescente e exponencial currículo), que muda a trajetória de seu dia e o leva a perceber que a dormente solidão pode, enfim, ser varrida para debaixo do tapete. É claro que, levando em conta que estamos falando de um romance cômico adolescente, a dupla constrói uma altercada amizade que logo se transforma em paixão e, obviamente, traz uma série de obstáculos que convergem para um final feliz – ou ao menos a um apaziguamento entre personalidades tão distintas. A princípio aproveitando esse relacionamento recém-formado em breves viagens de carro e em exageradas paradas em um restaurante de estrada, eles logo tentam descobrir o motivo de estarem revivendo o mesmo dia, compreendendo que, talvez, devam encontrar as pequenas coisas perfeitas que se escondem bem à vista.

Entre altos e baixos, o filme comandado por Ian Samuels não é uma ambiciosa amálgama de ambiguidades e de delineações escondidas em segundo plano – e nem quer ser. Sua propriocepção de uma construção metódica e formulaica é o que permite que nos conectemos a ele, ainda mais com uma charmosa química que se desenrola entre Newton e Allen. Por incrível que pareça, não lidamos com os extenuantes clichês de um capitão do time de futebol e uma garota nerd que se atraem por serem opostos e colocam tudo em xeque; pelo contrário, Mark e Margaret são parecidos em diversos âmbitos, ambos apaixonados por ficção científica e por teorias que vão para além da compreensão humana – além de serem boas pessoas que não perdem a chance de fazer uma ou outra piada com aqueles que conhecem.

À medida que se correlacionam em vários aspectos, também divergem quanto a planos futuros – se é que o futuro dará as caras em algum momento. Mark lida com a necessidade de sair desse looping e ajudar a família, que vem se desmantelando há alguns meses pela demissão injusta do pai e pelo afastamento involuntário da mãe, que passa horas e mais horas no hospital; enquanto isso, Margaret pretende ficar nesse ciclo inquebrável por um motivo compreensível: sua mãe está morrendo de câncer e ela não sabe mais quanto tempo terá ao lado dela. A jovem mantém isso em segredo até o final do segundo ato, contribuindo para a interessante reviravolta que espera o público no grand finale.

Enquanto o desnivelado roteiro de Lev Grossman acerta quando transfere seu foco para os protagonistas, peca em querer incrementar a trama principal com uma terminologia científico-quântica desnecessária e que pesa de uma forma equivocada no saldo final. A partir de certo momento, Margaret começa a falar sobre a possibilidade dos dois estarem presos na quarta dimensão, em uma espécie de hipercubo temporal no qual existe uma saída – e eles só precisam encontrar. Mas tais inflexões nunca seguem em frente do modo que deveriam, valendo-se do deus ex machina para carregá-los até um final previsível, mas bastante prático. Inclusive, a personagem de Newton parece cair em si em uma inexplicável e circinal realização que é sutil demais para ser compreendida com clareza.

De qualquer forma, os deslizes não apagam a atmosfera refrescante e convidativa é o suficiente para nos manter vidrados na tela até os créditos subirem. A atenuação dramática promovida pela sóbria fotografia de Andrew Wehde e a constância sonora da trilha construída por Tom Bromley permitem que embarquemos em uma segura montanha-russa emocional, transformando The Map of Tiny Perfect Things na pedida certa para o final de semana.

‘Doutor Estranho 2’ pode incluir Rintrah, o minotauro mágico

Rintrah

Uma nova notícia do site The Direct sugere que o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ pode incluir um personagem bastante interessante à trama: Rintrah.

O personagem, que, segundo as informações, será interpretado por Adam Hugill, é um minotauro interdimensional que tem habilidades similares às de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch).

Rintrah apareceu pela priemeira vez na revista Doutor Estranho #80, conforme ele e seu mestre, Enitharmon – um mago parecido com um dinossauro – foram tabulados com a missão de consertar um rasgo na Capa da Levitação utilizada pelo herói.

Em uma recente aparição à New York Filme Academy, o presidente da Marvel, Kevin Feige, deixou claro que a produção trará sequências assustadoras similares a filmes dirigidos ou produzidos pelo lendário Steven Spielberg:

‘Multiverso da Loucura’ é o melhor título que já pensamos até hoje, inclusive, o que já nos deixa animados. Mas não necessariamente diria que é um filme de terror… Será um grande filme do MCU com sequências de terror”.

Confira abaixo o que podemos esperar da continuação:

MULTIVERSO

O Multiverso é um conceito bastante utilizado nos quadrinhos que permite que várias versões dos personagens Marvel existam e vivam suas próprias histórias. São várias realidades coexistindo na linha tênue do universo. A Marvel pregou uma peça no público dizendo que o Mystério (Jake Gyllenhaal) seria um personagem de outra dimensão [SPOILER], mas vimos que não passava de mais uma de suas ilusões [SPOILER]. Fato é que o tal do Multiverso já vem sendo comentado desde a Fase 2, quando a lousa do Doutor Erik Selvig (Stellan Skarsgård) mostrou diversos easter eggs, como o Multiverso, a Convergência e o Universo 616, em Thor: O Mundo Sombrio (2013). O próprio Reino Quântico, de praticamente todos os filmes envolvendo o Homem-Formiga, parece estar inserido no conceito de Multiverso. Por fim, o próprio Doutor Estranho já se envolveu nesse conceito em seu filme de origem. Era apenas questão de tempo para que virasse tema de um filme.

MAGO SUPREMO

Com a morte da Anciã, o Doutor Estranho se tornou o Mago Supremo. Grande líder da Ordem dos Magos e guardião da nossa realidade contra ameaças interdimensionais. Mas ele já ostentou esse título em 2016. De lá pra cá são 3 anos, nos quais o vimos somente como um personagem de apoio nos filmes dos Vingadores. Seu filme 2 é a chance que temos para vê-lo em seu potencial máximo, com foco em suas novas habilidades mágicas e poderes especiais.

Se já foi legal vê-lo se multiplicar ou arremessar Thanos contra a Dimensão Espelhada, imagine o que ele poderá fazer em realidades nas quais o tempo e o espaço funcionam de maneira diferente. É de um potencial visual gigantesco. Pensar nas possibilidades e imaginar quais feitiços ele usará fazem parte da diversão pré-filme.

Além disso, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estará no filme. Ou seja, é bem provável que ele sirva de mentor para a bruxinha favorita dos Marvetes. É uma função coerente com a relevância do personagem, mas que ainda não foi vista nos cinemas.

FEITICEIRA ESCARLATE

Viemos acompanhando o desenvolvimento da Wanda desde Os Vingadores: A Era de Ultron (2015). Ela evoluiu não apenas como pessoa, como também viu seus poderes aumentarem  exponencialmente com o passar dos anos. Não à toa ela quase estraçalhou Thanos (Josh Brolin) em Ultimato. De “esquisitona” para Manipuladora de Joias do Infinito, a Feiticeira Escarlate está cada vez mais perto de seu potencial das HQs, aonde ela é capaz de controlar a probabilidade dos eventos. E com a série WandaVision vai influenciar diretamente nos rumos desse filme, é de se esperar que ela/ seus poderes sejam parte fundamental da trama. Arrisco a dizer que possamos até mesmo chegar a ter nosso primeiro contato com os Mutantes nesse filme.

PESADELO

Inicialmente planejado para ser o vilão do primeiro filme do Doutor Estranho, o Pesadelo é um demônio interdimensional que tem sua força oriunda dos medos das mentes humanas instigados durante o sono.

Líder da chamada Dimensão dos Sonhos, o Pesadelo não possui gênero definido, mas costuma tomar a forma de um homem vestido de verde e com aparência mais velha. Ele se alimenta da energia que as pessoas liberam ao sentir medo enquanto dormem. Seus poderes dependem dessa energia, por isso ele já se envolveu em diversos embates contra o Doutor Estranho.

Extremamente poderoso, ele prefere atacar pessoas com problemas psicológicos ou traumas no passado, porque são mais “fáceis” de sugar medo e dor. Inclusive, diferentemente da maioria dos vilões, os poderes desse Demônio não afetam diretamente o corpo físico do rival. O pesadelo tem a habilidade de transportar o Corpo Astral – aquele que a Anciã (Tilda Swinton) tanto mexeu em suas aparições no MCU – para a Dimensão dos Sonhos, onde ele faz a mente da pessoa vivenciar seus maiores medos e traumas, podendo deixá-la louca. Como o medo é algo inerente ao ser humano, o Pesadelo é virtualmente imortal.

Nos quadrinhos, ele foi o primeiro vilão que o Doutor Estranho enfrentou. Nos cinemas, a atriz Eva Green está sendo cotada para dar vida ao demônio.

TERROR

A Marvel busca fazer filmes de vários gêneros distintos estrelados por personagens superpoderosos. Já teve filme de assalto a banco, filme de guerra, de humor, space opera, comédia romântica, adolescente e agora… terror. Bem, ao menos é isso que o CEO Kevin Feige disse na San Diego Comic Con. Vale lembrar que o primeiro Doutor Estranho (2016) já tinha essa proposta de ser puxado pro terror. Só que agora, com o sucesso estrondoso de praticamente todas as franquias, é capaz de ousarem e fazerem mesmo o primeiro filme 100% de terror da Marvel.

E convenhamos que é o projeto perfeito para isso. As viagens interdimensionais na loucura do Multiverso têm tudo para proporcionarem cenas assustadoras. Além disso, o grande vilão da sequência tem como principal característica alucinar suas vítimas com pesadelos aterrorizantes e infindáveis. Fora que o diretor, Scott Derrickson, fez seu nome no gênero dos exorcismos e espíritos malignos. É uma baita oportunidade de dar uns sustos no público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia em 24 de Março de 2022

Tessa Thompson pode estrelar ‘Transformers’ que terá diretor de ‘Creed 2’

Marvel Studios' THOR: RAGNAROK Valkyrie (Tessa Thompson) Ph: Film Frame ??Marvel Studios 2017

A Paramount Pictures e a Hasbro Studios estão continuando seu reboot da franquia ‘Transformers‘, que começou com ‘Bumblebee‘, e já tem uma protagonista em vista para o próximo filme.

Segundo o insider Daniel Richtman, Tessa Thompson para interpretar um dos dois papeis principais do projeto.

Steven Caple Jr. (Creed 2‘) vai dirigir.

Ao que parece, o longa será uma sequência de ‘Bumblebee‘ (2018), com roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada‘).

Foi dito que o estúdio só estava à espera de um diretor para avançar com o projeto, mas não foi revelado quando as câmeras serão rodadas.

O filme atualmente tem um título provisório de ‘Transformers: Beast Alliance‘, o que compreensivelmente sugere que poderia trazer elementos do amado lado Beast Wars do universo Transformers. O filme se passa na década de 1990, que também foi quando Beast Wars aconteceu, então os laços estão definitivamente lá.

Como o projeto está em fase inicial, é possível que as atualizações sejam divulgadas pelos próximos meses.

Lembrando que a Paramount também vai expandir a franquia com o derivado intitulado ‘Beast Wars‘, que teve um roteiro escrito por James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha’), mas o projeto segue sem novidades.

Vanderbilt também escreveu e produziu ‘Mistério no Mediterrâneo’, projeto da Netflix estrelado por Adam SandlerJennifer Aniston. Seus recentes trabalhos incluem também a aclamada comédia de terror ‘Ready or Not’ e a série Altered Carbon.

Harold, por sua vez, supervisionou ‘John Wick 3 – Parabellum’ e assinou o novo projeto de Zack Snyder‘Army of the Dead’ e reescreveu o roteiro de ‘Kenobi’, vindoura série da Disney+ inspirada na saga ‘Star Wars’.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

‘Thor: Amor e Trovão’: Chris Hemsworth posta vídeo de intenso treinamento e dublê faz reclamação

Depois de interpretar um Thor fora de forma em ‘Vingadores: Ultimato’, Chris Hemsworth está retornando ao MCU com um físico invejável para as gravações de ‘Thor: Amor e Trovão‘, que estreia apenas em 2022.

O ator postou um vídeo do se intenso treinamento. Confira:

E não está sendo fácil acompanhar.

Bobby Holland Hanton, dublê do astro, reclamou que está tendo dificuldades para construir um corpo tão musculoso quanto o de Hemsworth.

Durante uma entrevista para o podcast Fitzy & Wippa, Hanton brincou e disse que se sente ridículo ao lado de Hemsworth, que acumula nada menos que 105 kg de músculo.

“Luke Zoppi, o treinador de Chris, leva comida para ele a cada 2 horas. Tipo frango, batata doce, vegetais… Ele consome umas 450 calorias a cada refeição e come de 8 a 10 vezes por dia para manter aqueles 105 kg de puro músculo. É ridículo, eu não estou nesse nível, não consigo ficar igual a ele.”

Ele continuou:

“Quando as pessoas o veem, elas ficam tipo: ‘Uau, olha para ele, ele é gigante’. E eu fico: ‘Pois é, legal’. Uma vez liguei para ele dando uma bronca e disse: ‘Muito obrigado, cara, agora tenho que me matar de malhar para ficar do seu tamanho, brincou Hanton.

Vale lembrar que o Daily Mail divulgou as primeiras imagens dos bastidores de ‘Thor Amor e Trovão‘, mostrando Thor (Chris Hemsworth) acompanhado de Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan) e Kraglin (Sean Gunn).

Confira:

Lembrando que o elenco também conta com Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Mulher se vinga dos seus haters no trailer do suspense ‘The Columnist’; Assista!

O suspense ‘The Columnist‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Ivo van Aart.

“A colunista e autora Femke Boot está sofrendo com o bloqueio criativo e seu humor não melhorou com a torrente de abusos e ameaças de morte que recebe diariamente nas redes sociais. Quando ela descobre que seu vizinho desagradável e barulhento é uma das pessoas anônimas que postam comentários vis, ela decide resolver o problema com suas próprias mãos. Quando isso a faz escrever novamente, ela sai em uma missão para caçar os haters e distribuir uma vingança rápida, educada e mortal.”

Katja Herbers, da série ‘Westworld‘, estrela a produção.

O suspense será lançado em VOD no dia 12 de março.

BBB 21 | 10 filmes em que o vilão também vence no fim

O Big Brother Brasil 2021 tem rendido uma série de polêmicas, principalmente por conta das atitudes moralmente questionáveis da cantora Karol Conká, o que já faz dela uma das maiores vilãs da história do programa, senão a maior. Na prova de ontem, ela teve uma sorte absurda e terminou líder, mostrando que nem sempre os heróis vencem. Embalado pelos acontecimentos do programa, o CinePOP selecionou dez filmes em que os vilões vencem no final, deixando o público chocado, com aquele gosto amargo na boca. Ah, bom avisar, daqui pra baixo é só SPOILER. Siga por sua conta e risco.

A vitória de Karol Conká na prova do líder foi um grande distúrbio na Força, como se milhões de vozes gritassem de terror e subitamente se silenciassem. Alguma coisa terrível aconteceu na noite de ontem. Foto: Reprodução/ Rede Globo.


Vingadores: Guerra Infinita

Vamos abrir a lista com o caso mais recente de uma superprodução que termina com a vitória do mal. Em Vingadores: Guerra Infinita, os heróis mais poderosos da Terra se encontram em uma batalha contra o tempo para tentar impedir que o Thanos (Josh Brolin), o Titã Louco, colete todas as seis Joias do Infinito e as use para destruir 50% da vida no universo. Dividido entre o grupo de heróis na Terra e o dos heróis no espaço, o filme te conduz sempre com a esperança de que o Vingadores vão conseguir vencer. Porém, aos 45 do segundo tempo, Thanos quase mata o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), mata o Visão (Paul Bettany), junta as seis Joias, estala os dedos e dizima metade de toda a vida existente no universo, apenas para terminar em sua fazenda, contemplando seu feito diabólico.


Oldboy

Nem se a gente juntasse todos os filmes dos Vingadores teria tanta vingança quanto em Oldboy. Nessa obra-prima do cinema sul-coreano, acompanhamos Oh Dae-su (Choi Min-sik), um pai de família que é levado bêbado para uma delegacia e desaparece, deixando apenas o presente que havia comprado para sua filha de 3 anos. Depois de passar 15 anos preso em um lugar escuro, no qual ele é acusado de ter assassinado a própria esposa e ser “apagado” diariamente com um misterioso gás, ele consegue escapar, dando início a uma jornada insana de vingança, enquanto ele tenta recuperar sua memória. No caminho, ele conhece uma jovem lindíssima com quem se envolve sexualmente. No final, nos é revelado que tudo isso não passou de um plano de vingança de Woo-Jin (Yoo Ji-tae), um antigo conhecido que teve a vida arruinada por Dae-su na juventude. E pense numa trama maligna! A menina por quem o anti-herói se apaixonara era ninguém menos que a própria filha e, para poupá-la, Dae-su aceita a proposta de cortar a própria língua.


Se7en: Os Sete Crimes Capitais

Clássico de David FincherSe7en: Os Sete Crimes Capitais é um thriller policial sobre o veterano Detetive Tenente William Somerset (Morgan Freeman), que está perto de se aposentar e cujo companheiro de trabalho é o jovem David Mills (Brad Pitt), um jovem e ranzinza policial que acabou de se mudar para a cidade com sua triste – e secretamente grávida – esposa (Gwyneth Paltrow). Eles começam a investigar um caso bizarríssimo de um serial killer que comete seus crimes baseados nos sete pecados capitais. Isso exige deles um grande esforço mental para tentarem estar sempre um passo a frente do bandido (Kevin Spacey), resultando num desgaste terrível em seus relacionamentos pessoais. Porém, o que já era ruim fica pior, quando o psicopata se entrega aos policiais, prometendo levá-los até sua última vítima. É aí que tudo vai para o buraco, porque ele leva a dupla para o deserto, onde Mills recebe uma caixa com a cabeça decepada de sua esposa. O bandido, Joe Doe, afirma que ela morreu representando a inveja. Como se isso não fosse cruel o suficiente, Doe revela que a esposa implorou pela vida dela e a do bebê, fazendo com que David Mills descobrisse assim que sua amada morta estava grávida. Tomado pela ira, o policial atira no serial killer, concluindo o ciclo dos sete pecados capitais planejado pelo antagonista. Ou seja, ele morre, mas vence ainda assim, até porque a carreira de Mills é exterminada no momento em que ele assassina o vilão.


O Silêncio dos Inocentes

O filme que levou apenas 12 minutos para imortalizar Anthony Hopkins na história do cinema era presença garantida nesta lista. Isso porque esse clássico do suspense conta a história da agente do FBI, Clarice Starling (Jodie Foster) que é enviada para trabalhar com o canibal Hannibal Lecter (Hopkins), numa tentativa dele ajudá-la a traçar o perfil psicológico de um misterioso serial killer que está matando mulheres e deixa apenas uma ligação entre os crimes: casulos de mariposas.  Em meio as investigações e aos jogos mentais de Hannibal, Clarice tenta negociar com o psicopata qualquer tipo de informação que ajude o FBI a entender o mistério desse caso. Ela chega a oferecer uma transferência de prisão ao criminoso, mas ele só aceita falar em troca de informações da vida pessoal da agente Starling. No final, eles conseguem descobrir quem era o criminoso, mas Hannibal escapa da prisão e foge para o Haiti, de onde liga para Clarice, criando um suspense gigantesco.


Karatê Kid: A Hora da Verdade

Com o sucesso recente da série Cobra Kai, muita gente mudou de opinião sobre quem é o verdadeiro vilão de Karatê Kid. Isso porque o filme conta a história de Daniel Larusso (Ralph Macchio), um jovem de origem humilde que se muda para a Califórnia com a mãe e logo tenta ficar com Ali (Elisabeth Shue), ex-namorada do valentão da escola, Johnny Lawrence (William Zabka), principal aluno da academia Cobra Kai. Johnny não gosta de ver Daniel flertando com sua ex e desce a porrada no garoto, que passa a treinar caratê com o zelador de seu condomínio, o Senhor Miyagi (Pat Morita). Nesse meio tempo, os dois rivais se encontram várias vezes e ficam se humilhando e batendo o tempo todo, até que eles precisaram se enfrentar de forma oficial na final do torneio de caratê da cidade, onde Daniel Larusso venceu Johnny Lawrence com uma bela bicuda na cara, também apelidada de golpe da garça. Mesmo se a série não tivesse vindo depois para dar mais profundidade ao personagem de Johnny, já seria muito difícil de dizer que o herói venceu no final de Karatê Kid. Isso porque Johnny é considerado abusivo por ser grosseiro com Ali, quebrar o rádio dela e ficar implicando com Daniel. No entanto, Daniel Larusso é outro grande babaca, porque ele dá uns cinco foras em Ali, é grosseiro pra caramba com ela várias vezes ao longo do filme, também humilha e implica com Johnny e seus amigos, além de também querer usar o caratê em benefício próprio. E quando o assunto são os sensei, a parada só piora. Que John Kreese (Martin Kove) é um crápula, todos percebem. Agora, o Senhor Miyagi também toma atitudes questionáveis, como utilizar Daniel para seus afazeres domésticos, e ainda por cima bater pesado num grupo de crianças. Sério, a única forma do bem vencer nesse filme é se a coitada da Ali, que teve de aturar esse bando de otário junto, aparecesse sozinha no torneio e quebrasse todo mundo na porrada.


Garota Exemplar

Saindo de um filme em que a menina deveria ter descido a porrada nos caras, chegamos agora a um longa em que a menina definitivamente desce a porrada física e psicológica nos caras. Dirigido por David Fincher, Garota Exemplar é uma aula de suspense. O filme conta a história de Amy (Rosamund Pike) e Nick (Ben Affleck), um casal teoricamente perfeito, cujo casamento em crise ganha um novo capítulo quando Amy desaparece misteriosamente. As pistas, no entanto, mostram que Nick já não olhava para ela com os mesmo olhos e poderia ser o responsável pelo desaparecimento da esposa. Enquanto ele tenta provar sua inocência, acompanhamos o plano ardiloso de Amy, que era justamente incriminar o marido como vingança por uma traição. Porém, a trama sofre uma nova virada e ela leva uma contra-investida de Nick. Vendo que seu plano poderia ruir, ela liga para um ex-namorado (Neil Patrick Harris), que a recebe em sua casa. Lá, ela forja provas para incriminá-lo por seu desaparecimento e o assassina a sangue frio. Com o caso “resolvido”, ela ainda arruma um jeito de segurar Nick junto a ela com uma gravidez concebida por inseminação artificial do sêmen do marido. É um daqueles filmes em que o famoso “gosto amargo” perdura o tempo todo.

Laranja Mecânica

Esse clássico de Stanley Kubrick era outra presença certa na lista porque não possui heróis. Todos os personagens são moralmente corruptos e monstruosos. O protagonista é o Alex DeLarge (Malcolm McDowell), um playboy sociopata que é líder uma gangue de vagabundos, responsáveis por agressões, estupros, assaltos e assassinatos realizados sob efeitos de drogas pesadíssimas. Quando ele é preso, acaba sendo condenado a 14 anos de prisão. Porém, recebe uma proposta para ser voluntário da técnica Ludovico, um experimento torturante e antiético baseado no Cão de Pavlov, cujo objetivo era praticamente lobotomizar os criminosos para que eles pudessem ser reinseridos na sociedade. A técnica o tortura e tira seu livre-arbítrio. Domado, ele é posto para viver como um cidadão comum, mas acaba sofrendo agressões, vinganças e tentativas de assassinato por suas antigas vítimas. Depois de ser torturado por uma dessas vítimas, ele se joga da janela de uma casa na tentativa de se suicidar e terminar com o sofrimento de ser praticamente um planta ambulante. No entanto, ele sofre múltiplas faturas, mas sobrevive. No hospital, a imprensa toma conhecimento de tudo que aconteceu com ele e o toma como mártir. Usado como forma de pressionar o governo, Alex parece ter “se curado” do tratamento, voltando a ser um psicopata. Só que agora, além de ganhar um cargo público junto ao Ministro de Defesa, ele é um maluco ovacionado pelos veículos de imprensa e pelo povo. Uma vitória incômoda e que não tinha como ter um herói.

O Abutre

Outro suspense policial, O Abutre é um daqueles filmaços que, sabe-se lá o motivo, não é tão popular quanto deveria. Ele gosta de jogar com a ética e com a moral da imprensa americana e do jornalismo sensacionalista, que é sedento por tragédias cruéis e sanguinárias. Na trama, Louis Bloom (Jake Gyllenhaal) é um jovem picareta que está passando por muitas dificuldades e se vê incapaz de conseguir um emprego. Certo dia, tudo muda quando ele tem seu primeiro contato com o “jornalismo independente americano”, que paga por vídeos e fotos exclusivas de crimes sanguinolentos e mirabolantes. Quanto mais explícita a filmagem, melhor. Então, ele consegue uma câmera filmadora e entra de cabeça no submundo do crime de Los Angeles. Conforme ele vai capturando mais crimes e acidentes, ele consegue mais dinheiro e vai fazendo seu nome no mercado. Isso mexe diretamente com seu ego e com a sede por poder, prestígio e dinheiro. Não demora muito para ele começar a armar e criar estratégias para que os crimes e acidentes aconteçam sempre em regiões nas quais ele esteja por perto, garantindo assim imagens exclusivas para ele. A história é tão chocante que você se questiona qual o limite do escrúpulo dele, já que ele sacrifica vidas de adultos, crianças e amigos por seu bem próprio. E quando você acha que ele vai se dar mal, ele escapa e ainda termina o filme montando sua própria agência de notícias independentes. É um soco no estômago.

Batman: O Cavaleiro das Trevas

Tido por muita gente como o melhor filme da DC, Batman: O Cavaleiro das Trevas ficou extremamente popular por conta da atuação brilhante do falecido Heath Ledger no papel do Coringa. Na trama, ele surge em Gotham tocando o terror na cidade. O palhaço do crime é um mafioso psicopata que tem o objetivo de desestruturar as máscaras sociais e políticas do povo, desestabilizar o esquema do tráfico da cidade e destruir a imagem heroica do Batman (Christian Bale) ante os habitantes de Gotham City, provando que ele não era o único louco em meio a todo aquele caos. Seus planos envolvem uma tentativa de assassinato de Jim Gordon (Gary Oldman), destruição do dinheiro dos mafiosos, a corrupção do promotor que trazia esperança para os cidadãos, Harvey Dent (Aaron Eckhart) e o sequestro/ tentativa de assassinato dos cidadãos em barcas. Apesar dele não conseguir fazer com que o povo se matasse nas barcas e de tomar uma porrada homérica do Morcegão no final do filme, o Coringa consegue mesmo desestabilizar a máfia, que passa a suspeitar de seus próprios membros, corrompe Harvey Dent, transformando-o no vilão Duas Caras e ainda obriga o Batman a assumir a autoria dos assassinatos e tentativas de homicídio de Harvey para que o povo não perdesse a esperança e sucumbisse a loucura pretendida pelo vilão. Nesse processo, o Homem-Morcego tem sua imagem pública destruída, obrigando-o a se esconder por anos. Vitória do palhaço.

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca

O melhor Star Wars de todos é também o exemplo mais famoso de filme que termina com a vitória do vilão. Na verdade, esse filme é “eita atrás de eita”, isso porque ele já começa com uma invasão imperial ao planeta gelado de Hoth, onde a Aliança Rebelde estava agindo com sua base secreta. Luke Skywalker (Mark Hamill) sofre o ataque de um Wampa, mas se recupera e ajuda na Batalha de Hoth. Então, ele vai para Dagobah encontrar o Mestre Yoda e terminar seu treinamento Jedi. Longe de Luke, Han Solo (Harrison Ford), Leia Organa (Carrie Fisher), Chewbacca (Peter Mayhew) e C-3PO (Anthony Daniels) vão para Bespin, onde são traídos por Lando Calrissian (Billy Dee Williams). Com eles presos e com Darth Vader (James Earl Jones) usando os reféns para atrair o jovem Skywalker em uma tentativa de convertê-lo ao lado sombrio, Han é congelado na carbonita e entregue para que o caçador de recompensas Boba Fett o leve para Jabba, o Hutt. Com os heróis presos e Han congelado, Luke abandona seu treinamento antes de concluí-lo e vai de encontro a Vader. Então, o vilão arranca a mão mocinho e faz a maior revelação da história do cinema: Darth Vader é pai do Luke. Inconsolável e com uma perspectiva sombria de futuro, Luke Skywalker pula da estação rumo a morte certa. Porém, ele sobrevive e acaba sendo resgatado pelo traidor Lando. O filme termina com uma vitória maiúscula do Império, o que só aumentou a expectativa do público para o Ep. VI.

Qual o seu filme favorito? Diga nos comentários!

BBB 21 | Quem os participantes seriam no Universo Cinematográfico Marvel?

A polêmica 21ª edição do Big Brother Brasil tem sido uma das poucas experiências coletivas que os brasileiros podem ter sem precisarem furar a quarentena. Cada “espiada” na casa rende milhões de reações, memes e comentários nas redes sociais, dando a sensação de envolvimento para os espectadores. Entrando na brincadeira, o CinePOP decidiu trazer o cinema mais pra perto dessa edição comparando os participantes a personagens do Universo Cinematográfico Marvel. Então, sente-se, leia e divirta-se com essa grande brincadeira e depois comente se concorda ou não com as escolhas. Vamos lá!

Fotos: Divulgação/ Rede Globo

KerlineOssos Cruzados

A primeira eliminada do BBB 21 foi a sister Kerline. Ela não teve muito tempo para mostrar a que veio, mas acabou se envolvendo em confusão logo na primeira festa da casa. Assim como o Ossos Cruzados (Frank Grillo), que apareceu brevemente nos filmes do Capitão América, a maior contribuição de “Ker” para a edição foi o momento de sua eliminação, que resultou numa verdadeira Guerra Civil.

 

Lucas PenteadoLoki

A passagem de Lucas Penteado pela casa foi curta, mas extremamente movimentada. Assim como Loki (Tom Hiddleston), ele começou como herói e passou a vilão em questão de segundos, causando muita confusão. Porém, ele mostrou que tinha carisma o suficiente para recuperar seu status de protagonista. Quando seus companheiros passaram a hostilizá-lo e abusar de sua boa vontade, ele cresceu e assumiu de vez o papel de anti-herói. Infelizmente, ele acabou saindo da trama de maneira triste e alguns brothers ainda se referem a ele como vilão. E convenhamos, a história perdeu muito com seu fim.

 

ArcrebianoAgente Coulson

O Arcrebiano tem várias semelhanças com o Agente Coulson (Clark Gregg), a começar que ninguém os chama pelo nome verdadeiro (o nome do Coulson é Phill). Ambos demoraram muito para fazer alguma coisa na trama e quando decidiram fazer… Bem, já era tarde demais. O lado bom é que o sacrifício deles serviu para unir um grupo bastante especial. Ah, ambos tiveram uma breve ligação com o mal da H.Y.D.R.A.

 

Karol ConkáEgo

O mal encarnado. Uma pessoa tão cruel que desperta o medo até mesmo no coração dos outros vilões. Foi difícil de chegar a um vilão que correspondesse ao nível de absurdos feitos por Karol Conká nessa edição do BBB. Pensei em colocar o Thanos (Josh Brolin), mas ele, bem ou mal, tinha seus motivos – por mais deturpados que fossem – para fazer o que fez. Então, cheguei a conclusão de que suas atitudes na casa correspondem bastante com Ego (Kurt Russell), o celestial que transformou a vida de várias pessoas em um inferno, exclusivamente para atender a suas motivações egoístas. Ah, ambos também ostentam um ego do tamanho de um planeta.

LumenaAlexander Pierce

Também demorei um pouco pra atribuir um personagem para Lumena. Ela claramente entrou achando que seria um tipo de Erik Killmonger (Michael B. Jordan), lutando por causas e tudo mais. No entanto, não demorou nem um dia para que a máscara caísse e ela se revelasse a versão brasileira de Alexander Pierce (Robert Redford), o antigo diretor da S.H.I.E.L.D. cuja prepotência o fazia subestimar até mesmo os Vingadores. Nada no MCU acontecia sem a permissão dele, que realmente fazia questão de se mostrar como o exemplo a ser seguido. Porém, conforme visto em Capitão América: O Soldado Invernal, Pierce se mostrou um dos principais responsáveis pelas “passadas de pano” da agência em atitudes cruéis e indefensáveis, assim como a participação de Lumena na edição até aqui.

 

Nego DiTrevor Slattery

Essa relação foi bem fácil de fazer, na verdade. Pensa bem, ambos são envolvidos com o mundo as artes, entraram na história porque a produção achou que seriam um bom alívio cômico – mesmo com ninguém tendo achado graça -, se acham grandes manipuladores, mas, na verdade, são apenas coadjuvantes na trama de um vilão maior. Não resta dúvidas de que Nego Di é um falso Mandarim.

 

ProjotaUltron

Projota é 100% Ultron (James Spader) pelo seguinte motivo: quem disser que não se decepcionou com ele está mentindo. Sua chegada foi feita com a melhor das intenções, mas bastou ter um único contato com o mundo exterior para que seus planos malvados fossem iniciados. Já viu isso antes? Os dois juram ter uma visão diferenciada, acreditando saber o que se passa na cabeça de todos ao redor, só que, né? Não é assim que as coisas funcionam.

 

PocahHulk de Guerra Infinita

Como vocês devem lembrar, o Hulk teve um grande cena de ação em Vingadores: Guerra Infinita (2018), mas apanhou pro Thanos e simplesmente passou o resto do filme adormecido dentro de Bruce Banner (Mark Ruffalo). Vivendo a vida que pediu a Deus, Pocah passa o dia inteiro dormindo e mal aparece na edição, mas jura que é protagonista. Afinal, assim como o Hulk, que já havia conseguido bastante destaque nos filmes anteriores, ela tinha um histórico de fama por conta de sua vida como MC.

 

RodolffoJaqueta Amarela

Tal qual o Jaqueta Amarela, que era respeitado no seleto mundo dos empresários industriais, Rodolffo já chegou na casa como um famoso conhecido por um nicho mais distante do grande público. Porém, ele logo se juntou a um “Homem Formiga” para tentar conseguir seu objetivo e assim vai indo. Ainda não se tornou vilão, mas tem algumas atitudes que indicam a possibilidade disso acontecer num estalar de dedos.

 

CaioHomem Formiga

Separados por uma partícula Pym, Caio e Scott Lang (Paul Rudd) são mais parecidos do que você imagina. Além de terem um passado controverso, com alguns falando em golpe e coisa do tipo, os dois são muito carismáticos, engraçados, espontâneos, meio bobões e são homens de família. Impossível não simpatizar com eles.

 

Camilla de LucasVespa

Tanto Camilla quanto a Vespa chegaram como aspirantes ao protagonismo, mas convenhamos, não fizeram nada para justificar sequer a possibilidade de serem chamadas de coadjuvantes. Ainda dá tempo de mudar isso.

 

SarahViúva Negra

As duas começaram ali como coadjuvantes, sem ninguém dar muita coisa por elas, mas bastou a primeira oportunidade para elas mostrarem que são protagonistas incríveis, capazes de conquistar o coração dos fãs com suas técnicas de espionagem e estratégias brilhantes para derrotar o mal e defender seus amigos.

 

GilCapitão América

Assim como Steve Rogers (Chris Evans), Gil tentou entrar no programa várias vezes, sendo recusado em todas. Até que recebeu uma chance e chegou preparado para provar que era digno. Os dois também foram zoados por seus respectivos jeitos de ser, além de conseguirem ler as situações de jogo como poucos, mostrando-se grandes estrategistas. Mesmo deslocados, eles são capazes de expressar seus sentimentos e motivar seus amigos para darem o melhor de si.

 

JulietteHomem-Aranha

Deslumbrada de estar no meio de quem ela sempre admirou, Juliette foi empolgada demais, o que resultou num bullying pesado por parte de seus colegas. Da mesma forma, Peter (Tom Holland) sempre foi alvo de chacota na escola, ainda que sempre tivesse demonstrado grande potencial. Se tem algo que Peter Parker tem a ensinar para Juliette é que, conforme ela for ganhando confiança, vai poder mostrar seu protagonismo e vai conquistar os fãs com seu carisma e fofura. Isso tudo sem contar que ela tem ajudado os amigos a suportarem e superarem os vilões da edição, mostrando que “com grandes poderes vem grandes responsabilidades”.

 

FiukMysterio

Tanto Fiuk quanto Quentin Beck se apresentaram para Peter Parker como um aliado e usaram da empolgação juvenil dele para crescerem na trama, partindo pesado pra cima dessa inocência. Ou seja, eles até pareciam promissores no início, mas o tempo mostrou o negócio deles não passava de uma grande ilusão.

 

Viih TubeTalos

Assim como um Skrull, a Viih Tube tem a capacidade de se infiltrar em conversas dos dois grupos da história. Não que ela esteja exatamente disfarçada, mas enquanto não soubermos qual o lado que ela escolheu, fica difícil de entender o que se passa por aquela cabeça. Ambos estão por perto do “Homem-Aranha” e acreditam no potencial dele. E os dois compartilham uma experiência ruim com “flerkens”.

 

Carla DiazHomem de Ferro

Ok, essa aqui é controversa, mas faz sentido. Assim como Tony, a Carlinha já chegou na história com uma fama prévia, fazendo deles aspirantes a protagonista. No entanto, após um tempo convivendo com os vilões, eles começaram a bolar um jeito de reverter essa situação. Se tudo der certo, vão crescer muito na trama ainda e podem surpreender, por mais que não vençam necessariamente.

 

ArthurJustin Hammer

Essa aqui era meio óbvia também. A começar que os dois realmente acham que são protagonistas, mesmo sendo usados por outros vilões. Além disso, eles passaram um tempão secando o “Tony Stark” para tentarem se aproximar. Essa relação foi meio estranha, mas fez parte da história. Quando o Arthur sair de cena, muita gente só deve lembrar por conta da dancinha esquisita e do relacionamento sem noção com o “Tony” da vez, que nem o senhor Hammer.

 

ThaisBebê Groot no vasinho

Sem fazer muita coisa na história, tanto a Thais quanto o Bebê Groot no vasinho só aparecem sendo fofinhos mesmo. Tirando isso, são apenas plantinhas na maior parte do tempo.

 

JoãoDoutor Samson

Você lembrava que o Doutor Samson estava no Universo Cinematográfico Marvel? Pois é, eu também não lembrava. Acho que isso diz tudo.

 

Jared Leto desmente que deu um rato para Margot Robbie durante filmagens de ‘Esquadrão Suicida’

Durante as filmagens de ‘Esquadrão Suicida‘ (2016), o ator Adam Beach (que interpreta o Amarra) revelou ao ComicBookMovie que Jared Leto enviou presentes desagradáveis para seus companheiros de elenco de ‘Esquadrão Suicida’, incluindo um rato para a atriz Margot Robbie.

“Ele enviou uma bela carta de amor para [Margot Robbie]. Com uma caixa preta e um rato dentro – um rato vivo”, disse o ator.

Agora, Leto revelou à GQ Magazine que ele nunca enviou os presentes e nem o rato para a a atriz Margot Robbie.

“Eu nunca dei um rato para Margot Robbie. Isso não foi verdade. Na verdade, meu presente para ela nas filmagens foi uma caixa do bolo Kanelbulle que sabia que ela gostava. Acho muito interessante como essas coisas misteriosamente ganham vida e se espalham tão rápido.”, afirmou.

Porém, a época das filmagens, foi revelado que o rato realmente foi dado de presente e acabou sendo   adotado pelo diretor Guillermo del Toro (‘Hellboy’).

O diretor revelou durante uma entrevista ao site que a figurinista Kate Hawley, com quem ele trabalhou em ‘Círculo de Fogo‘, o abordou e contou que Leto havia presenteado uma colega de elenco com o rato, que seria jogado no esgoto.

“Ela sabia que nossa família ama ratos. Na verdade, quase todos os animais. O rato está vivendo conosco em Toronto e ele, e a sua enorme bolas, enchem a casa com grande alegria e alegria! Nos o chamamos de Venustiano”, afirmou o diretor.

Venustiano é uma homenagem ao líder revolucionário mexicano José Venustiano Carranza Garza.

Veja uma foto do rato, divulgada por Cara Delevigne e Jai Courtney.

 

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E agora? Quem está falando a verdade?

‘Liga da Justiça 2’ mostraria como o Coringa matou o Robin

Em entrevista ao Vanity Fair, o diretor Zack Snyder revelou que tinha planos de revelar, através de flashbacks, como o Coringa matou o Robin na sequência de ‘Liga da Justiça‘, com a intenção de se aprofundar no passado trágico do Bruce Wayne.

“Eu sempre quis explorar a morte do Robin. Se fizéssemos um novo filme – mas, claro, provavelmente não faremos –, eu gostaria de mostrar flashbacks revelando como o Robin morreu, como o Coringa o matou e incendiou a mansão Wayne. Queria mostrar tudo o que aconteceu entre ele e o Bruce.”

Ele continua, “Meu plano era mostrar como eles se tornaram de jeito… como ele o machucou de uma forma que ninguém mais conseguiu. Além de perder os seus parentes, esse foi provavelmente o momento mais doloroso da sua vida.”

Vale lembrar que imagens recentes revelaram um visual muito diferente e sombrio para o Palhaço do Crime no Snyder Cut do filme.

Confira:

E você, está na expectativa pelo retorno do vilão?

Anteriormente, foi dito que: “O Coringa irá aparecer no novo filme durante uma sequência ambientada em uma Terra em ruínas depois que o tirano alienígena Darkseid invade e dizima o planeta. É uma sequência de sonho, uma visão psíquica, vivida por Bruce Wayne, que revela o que acontecerá se os super-heróis não conseguirem impedir o ataque. O Coringa é uma espécie de fantasma do Natal que ainda está por vir, fornecendo motivação por meio do terror.”

Lembrando que o filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

‘The Boys’: Filmagens da 3ª temporada começam na próxima semana

As filmagens da 3ª temporada de ‘The Boys‘ estão prestes a começar e a contar pela mais recente publicação feita pelo showrunner Eric Kripke, a expectativa é de que os trabalhos sejam iniciados na próxima semana.

Por meio de sua conta oficial do Twitter, Kripke convidou os fãs para acompanhar uma live sua, que acontece neste sábado (13) e ainda compartilhou o fato de que as gravações serão iniciadas “em poucos dias”.

Confira:

“Quer ver o quão louco eu fiquei, depois de duas semanas de quarentena em Toronto? Assista a minha entrevista ao vivo no sábado, às 14h ET. Vamos discutir Supernatural e The Boys e dicas de escrita para roteiro (The Boys começa a ser gravado em poucos dias, por sinal). Sintonize no sábado, no link abaixo!”


Vale lembrar que ‘The Boys’ conquistou quatro estatuetas da edição de estreia do Critics Choice Super Awards: Melhor Série de Super-HeróiMelhor Ator em Série de Super-Herói e Melhor Vilão de Série para Anthony Starr, e Melhor Atriz em Série de Super-Herói para Aya Cash.

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Pânico’: Ghostface quase teve outro nome BIZARRO na franquia; Confira!

O icônico assassino Ghostface da franquia ‘Pânico‘ quase teve um outro apelido, e chegou a ser nomeado duas antes do título que conhecemos.

Segundo o ScreenRant, as máscaras do filme já eram vendidas antes da produção com o nome Fantasma dos Olhos de Amendoim (em referência ao formato dos olhos da máscara).

Como a linha de fantasias e o filme do Wes Craven não tinham conexão entre si, a máscara foi nomeada “Father Death” no primeiro longa. O nome pode ser visto quando Dewey joga a fantasia em sua embalagem original em frente à Sidney.

Obviamente, os nomes não eram assustadores o suficiente e os produtores pediram para a empresa renomear a fantasia. Então, o icônico nome Ghostface nasceu.

Pânico’ (2022) ganhou data de estreia nos cinemas nacionais: dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Neve Campbell retorna.

O novo filme ainda trará o retorno de Courteney Cox, David Arquette e Marley Shelton, além da introduzir os atores Jack Quaid (‘The Boys’), Jenna Ortega (‘A Babá: Rainha da Morte’) e Melissa Barrera (‘Vida’).

As novas adições no elenco contam com Dylan Minnette (’13 Reasons Why’), Mason Gooding (‘Deixe a Neve Cair’), Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’), Jasmin Savoy Brown (‘Love’) e Mikey Madison (‘Era uma Vez em Hollywood’).

Kevin Williamson será o produtor.

 

‘The Undoing’: Novas imagens CHOCANTES trazem detalhes da morte de personagem (+ 18 anos)

ALERTA: O conteúdo pode ser sensível para algumas pessoas

 

A minissérie da HBO, intitulada ‘The Undoing‘, encerrou sua breve jornada no final de 2020, revelando o mistério envolvendo a trágica morte de uma jovem mulher, pelas mãos do seu próprio amante.

E imagens chocantes do corpo da personagem foram divulgadas pela empresa de efeitos práticos, responsável por desenvolver as peças para a produção.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, a Prosthetic Renaissance compartilhou registros do corpo artificial construído e inspirado na atriz Matilda De Angelis, que trazem detalhes da agressão vivida por sua personagem, Elena Alvez, que fora morta a golpes de martelo.

As fotos mostram o exímio trabalho na criação do falso corpo, mas também podem ser consideradas sensíveis para alguns leitores

Confira, com discrição:

Assista ao vídeo promocional da série The Undoing, que explora o chocante episódio final:

Criada por David E. Kelley, a produção é uma adaptação do livro ‘You Should Have Known‘, de Jean Hanff Korelitz.

A trama conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro. A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.

O elenco ainda conta com Hugh Grant, Noah Jupe, Donald Sutherland e Edgar Ramirez.

Dica do fim de semana | Maratona com 10 filmes estrelando Josh Brolin

Josh Brolin é um bom ator de Hollywood que não costuma ser tão comentado quanto deveria. Por seu jeitão carrancudo, ele acaba sendo escalado muitas vezes para papéis em filmes policiais ou de vilões, mas sempre entrega boas atuações. Ontem, 12 de fevereiro, ele completou 53 anos de vida. Por isso, a dica deste fim de semana é uma maratona de alguns dos melhores trabalhos do ator. Confira!

Os Goonies

Não é todo mundo que pode dizer que estreou nos cinemas em um clássico imortal dos anos 1980 dirigido por Richard Donner e escrito por Steven Spielberg, não é mesmo? Pois Josh pode. Nessa aventura infanto-juvenil, ele interpreta Brand Walsh, irmão mais velho do protagonista, Mikey Walsh (Sean Astin). Na trama, Mikey, Brand e seus amigos encontram um mapa no sótão de casa e partem em uma aventura épica atrás do tesouro de Willy Caolho. O problema é que não são só as crianças que estão atrás dele, o que vai causar muita confusão.

Onde os Fracos Não Têm Vez

O final dos anos 2000 foi uma época de muita importância na carreira de Josh, porque ele passou a pegar filmes realmente bons e de maior destaque no cenário internacional, como é o caso de Onde os Fracos Não Têm Vez, que foi indicado a oito Oscars, tendo vencido em quatro categorias. Dirigido pelos Irmãos Cohen, o longa se passa no Texas dos anos 1980, quando a violência crescia exponencialmente. Llewelyn Moss (Brolin) é um veterano da Guerra do Vietnam que encontra US$ 2 milhões em uma cena de crime. O dinheiro era de um cartel que contrata o assassino Anton Chigurh (Javier Bardem), para recuperá-lo. Começa assim uma perseguição de muita tensão e terror psicológico.

Milk: A Voz da Igualdade

Indicado a oito categorias do Oscar, saindo vencedor de duas, Milk: A Voz da Igualdade marcou a carreira de Brolin por ter proporcionado sua primeira indicação ao Oscar (melhor ator coadjuvante) por seu papel como Dan White, um dos homens mais odiados da história de San Francisco. O filme conta a história de Harvey Milk (Sean Penn), o primeiro homossexual assumido a conseguir um cargo público em San Francisco. Ele utilizou seu prestígio e carisma para se tornar uma das maiores vozes na luta pelos direitos homossexuais nos EUA dos anos 1970.

Bravura Indômita

Indicado a 10 estatuetas do Oscar, Bravura Indômita é um remake de um clássico de John Wayne dos anos 1960, mas se não for superior, consegue manter o mesmo nível de brilhantismo do original. O filme conta a história de Mattie Ross, uma mulher que teve o pai assassinado por um de seus contratados quando ela tinha apenas 14 anos. O assassino, Tom Chaney (Brolin), ainda rouba os cavalos e o ouro do pai de Mattie. Revoltada, a menina (Hailee Steinfeld) vai atrás de um rastreador (Jeff Bridges) para ajudá-la a acabar com a raça de Chaney, mostrando que nada melhor para unir uma criança a um idoso do que o mais puro sentimento de ódio e vingança. Esse filmaço é mais uma parceria entre Josh e os Irmãos Cohen, que sabem como dirigir o ator, fazendo com que ele dê destaque ao vilão sem cair nos estereótipos desse tipo de personagem.

MIB – Homens de Preto 3

Depois dessa leva de indicados ao Oscar, Josh Brolin embarcou nessa sequência de uma das franquias mais populares do final dos anos 1990: MIB: Homens de Preto. O filme está longe de ser uma obra-prima, mas tem coração, o que faz dele uma aventura pipoca superdivertida, com potencial para emocionar os fãs. A trama é bem simples para os padrões da franquia. Um alien do passado escapa de sua prisão na lua e vem para a Terra em busca de vingança contra o Agente K (Tommy Lee Jones). Então, ele volta no tempo para impedir sua derrota, resultando no desaparecimento de K. O agente J (Will Smith) é o único a se lembrar de seu parceiro de MIB. Quando ele descobre o que aconteceu, viaja para os anos 1960, onde encontra uma versão “jovem” do Agente K (Josh Brolin) e precisa convencer o desconfiado agente a ajudá-lo a salvar o mundo e sua versão do futuro. Não é exagero dizer que esse filme só funciona pela atuação divertidíssima de Brolin, que consegue fazer uma caricatura perfeita de Tommy Lee Jones. O trabalho é tão bem feito que dá até para enxergar uns traços do Tommy no rosto de Josh.

Vício Inerente

Esta comédia policial de Paul Thomas Anderson é bizarra, mas incrivelmente divertida, impactante e alucinógena. Ambientada nos anos 1970, ela conta a história de Doc (Joaquin Phoenix), um detetive particular que investiga o desaparecimento de sua ex-namorada e do amante dela numa época em que o psicodelismo e as drogas estavam em alta. Ele vai avançando na investigação com a ajuda de diversos coadjuvantes, dentre eles está o Pé Grande (Brolin), um policial de Los Angeles que também flerta com a atuação. É um personagem muito doido e que proporcionou um dos momentos mais engraçados/ vergonha alheia da carreira do ator, que é esse estampado acima.

Sicario: Terra de Ninguém

Denis Villeneuve é um dos expoentes atuais do cinema. Seus filmes são incríveis, tensos e muito bem dirigidos. E Sicario não foi diferente. Indicado a três Oscars, o longa foi muito barato para os padrões de Hollywood e arrecadou uma bolada. Na trama, a agente Kate Macer (Emily Blunt) descobre um esquema do Cartel de Sonora. Então, ela vai para El Paso junto a Alejandro Gillick (Benicio Del Toro) e ao supervisor Matt Graver (Brolin) para extraditar um dos principais nomes do Cartel. Porém, as coisas não saem exatamente como o esperado e Kate se vê emaranhada em uma história na qual reprova a atitude de seus companheiros e logo percebe que não pode confiar em ninguém. O filme é repleto de tensão e cenas pesadíssimas que confrontam a ética e a moral de personagens cruéis e realistas. É um dos trabalhos mais maduros de Josh Brolin.

 

Ave, César!

Repetindo a parceria com os Irmãos Cohen, Josh Brolin agora vem como o astro dessa comédia musical politicamente incorreta sobre um produtor de Hollywood dos anos 1950 chamado Eddie Mannix. Ele ficou famoso por resolver diversos problemas de atores e nomes de peso da indústria, evitando maiores polêmicas ou escândalos nesse meio cinematográfico. Dessa vez, ele é chamado para resgatar um astro que foi sequestrado no meio das gravações de um blockbuster muito aguardado. Nesse processo, Eddie entra a fundo no elenco do filme, descobrindo um caminhão de problemas pessoais dos atores que poderiam facilmente ser resolvidos por ele. É um daqueles filmes com o clássico humor dos Irmãos Cohen, que agradam muito aos fãs, mas que talvez afaste um pouco aqueles que não estão acostumados com o estilo dos diretores.

Deadpool 2

O ano de 2018 foi incrível para Josh, que estrelou nada menos que dois filmes com super-heróis que renderam excelentes críticas e foram mais do que bem nas bilheterias. Um deles foi Deadpool 2, que dava sequência ao fenômeno politicamente incorreto de Ryan  Reynolds lançado em 2016. Nesta continuação, o anti-herói tenta ser um X-Men, mas obviamente fracassa ao assassinar um funcionário abusador de um jovem mutante na frente das câmeras da TV. Ele vai preso com o menino e acaba descobrindo que Cable (Brolin), um assassino vindo do futuro, voltou no tempo apenas para matar o jovem, que causaria muitos problemas quando crescesse. A adição de Josh Brolin ao elenco foi uma jogada de mestre, porque, além de permitir muitas piadas envolvendo o passado do ator no cenário Pop, serviu como um contraponto a personalidade brincalhona e irreverente do Deadpool, já que Cable é sério, sombrio e profundo, como “um personagem da DC“.

Vingadores: Guerra Infinita

O outro filme com super-heróis de 2018 foi Vingadores: Guerra Infinita, o primeiro capítulo do final da macro-saga da Marvel iniciada dez anos antes. No filme, os heróis mais poderosos da Terra se encontram em uma batalha contra o tempo para tentar impedir que o Thanos (Josh Brolin), o Titã Louco, colete todas as seis Joias do Infinito e as use para destruir 50% da vida no universo. Josh já havia feito pequenas participações como o vilão em algumas produções da Marvel desde 2014, mas essa foi a primeira vez em que ele realmente pôde atuar e desenvolver seu personagem. Além de um CGI beirando a perfeição, a construção de Thanos se deu muito pelo trabalho fantástico do ator, que acabou sendo o grande protagonista de um filme que tinha os heróis mais amados do mundo.

 

Qual seu filme favorito de Josh Brolin? Diga nos comentários!

Jovem desenvolve romance virtual no trailer LEGENDADO de ‘Jogos Cibernéticos’; Assista!

O romance de ficção científica ‘Jogos Cibernéticos‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Uldis Cipsts.

O mundo da genial programadora Gundega desaba diante de seus olhos: ela perde um ente querido, o chefe a ameaça de demissão, seus parentes a consideram louca. Em desespero, ela realiza o impossível: cria uma inteligência artificial com uma consciência que assume a personalidade de seu falecido namorado e continua seu relacionamento com ele. Com o passar dos dias, Gundega tem que escolher entre mergulhar na realidade virtual e viver sua paixão por um programa de computador ou ignorar seus sentimentos e revelar uma maravilha tecnológica para o mundo.

O elenco conta com Ilva Centere, Karlis Kuskis, Arturs Skrastins, Inara Slucka e Regnars Vaivars.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘A Vida em um Ano’: Romance com Cara Delevingne e Jaden Smith estreia na Amazon Prime

O romance dramático ‘A Vida em um Ano‘ (Life in a Year), estrelado por Cara DelevingneJaden Smith, estreou no catálogo brasileiro da Amazon Prime.

A trama segue Daryn, um jovem de 17 anos que descobre que sua namorada está morrendo. Então, ele decide dá-la uma vida inteira no último ano que a resta.

Confira o trailer legendado:

O filme é dirigido por Mitja Okorn.

Um jovem de 17 anos (Smith) com um promissor futuro reavalia seus planos futuros ao se apaixonar por Isabelle (Delevingne), uma jovem do lado errado dos trilhos que vira seu mundo de cabeça para baixo. Depois de descobrir que ela está morrendo, ele muda o foco para ter uma vida com ela em apenas um ano que lhe resta.

Nia LongCuba Gooding Jr.Chris D’EliaRobert Fitzgerald Diggs e outros completam o elenco.

Entidade espreita na floresta no novo comercial do terror ‘A Viúva das Sombras’; Confira!

A Paris Fimes divulgou um novo comercial dublado do terror ‘A Viúva das Sombras‘.

Confira:

Dirigido por Svyatoslav Podgaevsky, o filme é no estilo found footage, dos mesmos criadores de ‘A Sereia‘ e ‘A Noiva‘.

Um grupo de voluntários entra em uma densa floresta para resgatar um adolescente desaparecido. Nesse mesmo lugar, diversas pessoas sumiram nas últimas três décadas, e apenas alguns corpos foram encontrados, todos nus. A comunicação com a base fora da mata é interrompida misteriosamente. Sem sucesso na busca pelo jovem, eventos sobrenaturais acontecem e a equipe começa acreditar na lenda local que diz existir espíritos sombrios que levam as pessoas.

Viktotiya Potemina, Anastasiya Gribova e Margarita Bychkova estrelam a produção.

A Paris Filmes lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 4 de março.

‘Moça-Maravilha’: CW engaveta série focada na heroína brasileira

De acordo com o TVline, a CW engavetou a série ‘Moça-Maravilha‘ (Wonder Girl), que focaria na heroína brasileira Yara Flor.

Para quem não conhece, a personagem é uma jovem latina com grandes sonhos, filha de uma guerreira amazona e um deus dos rios brasileiros. Ao descobrir seus poderes, ela decide lutar para acabar com o mal que tenta controlar o mundo.

Dailyn Rodriguez, que escreveu o roteiro do episódio piloto, declarou: “Para todos que estão perguntando, ‘Moça-Maravila’ não seguirá em frente na CW. Eu tenho muito orgulho do roteiro que escrevi. Queria poder compartilhar ao mundo o que eu criei, mas isso infelizmente não será possível. Agradeço pelo entusiasmo de todos. Significou muito para mim.”

A produção seria a primeira da DC Comics a ter uma heroína latina como protagonista.

Vale lembrar que a personagem ainda irá ter uma nova edição nos quadrinhos, intitulada Future State: Wonder Woman, que será lançada em maio de 2021.

O projeto seria produzido por Greg Berlanti, responsável por diversas séries inspiradas nos quadrinhos da DC Comics, como ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Patrulha do Destino‘.

Recentemente, a CW também anunciou que não seguiria em frente com ‘Green Arrow and the Canaries‘, série derivada de ‘Arrow‘.