Site Página 4621

‘Pânico’: “Eu queria me certificar que eu estava forte para esse filme”, revela Neve Campbell

Em entrevista ao Total Film, a atriz Neve Campbell, a eterna Sidney Prescott, voltou a falar sobre a nova sequência da franquia ‘Pânico‘, revelando como se preparou para o novo filme da saga.

“Os filmes da franquia são muito divertidos e eu tive muita sorte de fazer parte deles. Para nós, é como um acampamento de verão poder voltar a ver uns aos outros. Eu estava com medo de fazer parte dessa sequência porque o Wes [Craven] faleceu, mas os novos diretores me escreveram uma linda carta expressando a paixão deles pela franquia e declarando que o Wes é a razão deles terem se tornado cineastas. Eles realmente queriam honrá-lo e honrar o seu legado. E isso significa muito para mim.”

Ele continua, revelando como se preparou para o novo filme: “Eu fiquei andando e gritando pela casa. Meus filhos estavam tipo: ‘Mãe, está tudo bem?’. Eu estava apenas treinando, me mantendo em forma, especialmente após ter passado por uma cirurgia na coluna. Eu queria me certificar que eu estava forte para esse filme. Então eu malhei, revisei o roteiro e conversei com os diretores para ter certeza que tudo estava certo.”

A aguardada nova sequência da franquia ‘Pânico‘ será lançada no dia 14 de janeiro de 2022.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett, do sucesso Casamento Sangrento, comandam o projeto. Kevin Williamson será o produtor.

O filme teve suas cenas rodadas de 23 de setembro à 17 de novembro, totalizando 8 semanas. Trata-se do mesmo período de tempo de filmagem do primeiro filme da franquia, em 1996.

Além de contar com o trio original formado por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, o elenco também conta com Jack Quaid (‘The Boys‘), Jenna Ortega (‘You‘), Kyle Gallner (‘Outsiders‘) Dylan Minnette (‘13 Reasons Why‘), Jasmin Savoy Brown (‘The Leftovers‘) e Melissa Barrera (‘Vida‘).

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

 

‘Cidade Invisível’: Série da Netflix é alvo de críticas e piadas por Cuca não ser um Jacaré; Confira!

‘Cidade Invisível’ é a nova produção brasileira da Netflix e já se tornou uma das grandes séries do ano, principalmente por abrir portas para o folclore nacional. Entretanto, certas pessoas não gostaram muito da caracterização da Cuca (Alessandra Negrini) na produção pelo fato da vilã ser uma mulher, e não um jacaré.

O choque provavelmente vem pelo fato da personagem ter ficado marcada na memória dos internautas através de ‘Sítio do Pica-Pau Amarelo’, série infantil baseada nas histórias de Monteiro Lobato, na qual Cuca era realmente um réptil. Entretanto, na mitologia original, ela é detalhada como uma velha bruxa.

A caracterização gerou críticas e piadas.

Confira as reações:

Os episódios foram dirigidos por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.
Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CóresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

Crítica | Judas e o Messias Negro: Daniel Kaluuya brilha em poderosa cinebiografia sobre líder dos Panteras Negras

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

Entre recortes de notícias e rápidas tomadas que servem como uma janela para o passado, a própria história fala por si só nos primeiros minutos do longa Judas e o Messias Negro. Não é difícil notar o quanto William O’Neal é uma complexa mancha no passado do partido dos Panteras Negras. Como alguém que timidamente ganhou espaço servindo um dos seus principais líderes, Fred Hampton, ele carregou em si a identidade do grupo e contraditoriamente a missão de ser um infiltrado do FBI entre os seus militantes. De um efêmero assaltante de carros com uma carteira forjada de agente policial, O’Neal passou para o lado oculto e sombrio da história preta, como aquele que – embora não tenha destruído uma revolução – se viu forçado a matar um dos seus mais ávidos e emblemáticos líderes.

A nova cinebiografia de Shaka King é categórica logo em sua cena de abertura e não perde tempo de tela com trivialidades que poderiam dispersar a narrativa. Focando sua trama no hiato temporal em que as histórias de Billy e Fred se encontram, o longa é firme em seu roteiro e se desenvolve bem ao longo de suas duas horas de duração, seguindo uma narrativa mais linear – mas que em momento algum dispersa o nosso interesse. Abusando em sua estética a partir da direção de fotografia, Judas e o Messias Negro nos chama a atenção pela escolha de sua iluminação, sempre mais amarelada e mais baixa, fazendo a pele retinta dos seus protagonistas reluzir em tela.

Usando a luz como uma forma de salientar a necessidade dos Panteras Negras sempre agirem às escuras – em virtude da constante perseguição policial, o cineasta Shaka King incorpora a fotografia do filme à própria narrativa, tornando-a quase um personagem com vida própria em cena. A técnica ainda cria um contraste com as atuações de Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield, que brilham em suas performances ricas de simbolismo e donas de uma expressividade hipnotizante. Em Judas e o Messias Negro, ambos são as contradições que se completam, como camaleões que se transformaram de tudo aquilo que já fizeram no passado.

Com a voz ritmada, como quem parece sempre entoar o mais profundo poema, Kaluuya se entrega às suas falas e discursos com precisão, sempre com pausas pontuais e fluidez em suas cenas. Dominando as tomadas que protagoniza com facilidade, ele se mescla à personalidade do militante Fred Hampton, nos levando a uma genuína viagem ao passado. De olhos fechados, é difícil discernir quando o astro sai e quando Hampton entra, solidificando o perfeito enlace entre ator e personagem.

Stanfield mais uma vez mostra a riqueza de suas performances, conhecidas muito bem no cinema independente em filmes como Desculpe Te Incomodar e na aclamada série Atlanta. Com uma linguagem corporal completa e imersiva, ele conquista a audiência pelo seu olhar, entrega os pensamentos mais profundos de seu personagem apenas pela sua expressividade e mostra um contraste extraordinário entre a euforia de agir de forma escusa e o pavor da certeza da injustiça e infidelidade diante de um homem inocente. Suas constantes oscilações em tela vidram os nossos olhos em sua atuação, nos proporcionando uma experiência cinematográfica profundamente dilacerante e angustiante. Daniel e Lakeith ganham ainda mais força em tela com Jesse Plemons e Martin Sheen, que como personagens terciários entendem a profundidade de suas respectivas ligações com o protagonismo preto em tela e salientam a extensão da qualidade da direção de Shaka King e de seu roteiro co-escrito com Will Berson.

Com um figurino nostálgico que revela muito mais que a padronagem dos figurinos dos anos 70, destacando ainda o lindo contraste dos uniformes dos Panteras Negras em meio às cores e tons da época, a cinebiografia produzida por Ryan Coogler (Pantera Negra, da Marvel) é o mais puro deleite cinematográfico. Poderosa em sua mensagem – que não faz apologias políticas, retendo-se unicamente aos fatos – e angustiante pelo desenrolar dos seus acontecimentos, Judas e o Messias Negro é muito mais do que esperamos de um drama biográfico. Catártico, reflexivo e complexo na construção de seus personagens, a produção é também o símbolo da riqueza existente em um filme, quando a sua história é narrada pelas mãos da pessoa certa.

Os 35 Anos da Revolução Cinematográfica da Pixar

É difícil imaginar um mundo sem a revolução cinematográfica e narrativa promovida pelos estúdios Pixar. Hoje subsidiária da imperiosa Walt Disney Pictures, a companhia surgiu de forma independente em 1986 e alcançou sucesso tremendo com construções fílmicas atemporais e destinadas para, de fato, qualquer público, sejam crianças ou adultos. Desde a magistral estreia de Toy Story até o recente ‘Soul’, que debutou há alguns meses na plataforma do Disney+, a Pixar sempre buscou se modernizar e se reinventar, fosse nas técnicas de animação, fosse no modo de trazer as mais simples histórias à vida de uma forma inimaginável e envolvente.

É um fato dizer que praticamente todos já assistiram a algum título desse irretocável panteão, motivo pelo qual estende-se ao longo das décadas com contínua e crescente influência. Originada na década de 1970 através de um time de cientistas da computação, que desejavam trazer algo de novo à computação gráfica e ao cinema animado, a mente por trás do estúdio foi Ed Catmull, que foi contratado pela Lucasfilm Ltd. em 1979 para supervisionar sua nascente divisão computacional – acompanhado de colegas que estudaram com ele no Instituto de Tecnologia de Nova York. Alguns anos depois, a Lucasfilm contratou o lendário John Lasseter, para integrar a equipe; conhecido por seu trabalho como animador da Casa Mouse, ele tomou vantagem das investidas tecnológicas contemporâneas de seu novo empregador para criar curtas-metragens animados.

Oferecendo uma aplicabilidade gráfica bem maior do que a encontrada no cenário cinematográfico àquela época, a Pixar tinha diversas cartas na manga para entregar ao público e aos seus investidores algo bastante diferente do que conhecíamos até então. O próprio nome, um aceno metalinguístico e “ibérico” à arte de criar filmes, já apostava em ousadias criativas que seriam levadas às várias obras e a uma onda de aclamação e prêmios que traria de volta a Era de Ouro da Animação desde a reelaboração oitentista da Disney.

Antes da primeira incursão em longa-metragem, a Pixar canalizava esforços em comerciais animados para a televisão; em 1991, entrou em um acordo com a Casa Mouse para desenvolver, produzir e distribuir três filmes em animação, reorganizando-se profundamente e passando um considerável tempo trabalhando em Toy Story, que chegou aos cinemas quatro anos mais tarde. O apaixonante e inovador enredo girou em torno de brinquedos antropomorfizados que tinham suas próprias vontades e suas próprias personalidades, escondendo-se dos humanos para preservarem esse segredo impressionante.

Não é surpresa que a estreia oficial da Pixar nas telonas tenha alcançado sucesso crítico e comercial absurdos. Além de arrecadar mais de US$370 milhões ao redor do mundo, teve aclamação universal pelos especialistas e, desde então, calcou uma trajetória exuberante de prêmios e legados – incluindo um Oscar honorário por seu impacto na tecnologia fílmica através da computação gráfica. Conquistando outras três indicações na premiação, o filme também levou para casa oito Annie Awards, incluindo Melhor Animação – isso sem mencionar as várias sequências e spin-offs que permanecem arrebatando espectadores das mais variadas gerações. A partir de então, o efeito Pixar começava a mostrar sua supremacia ao planeta.

Inúmeros setores do entretenimento e da ciência desejavam utilizar as técnicas pioneiras da companhia em seus esforços futuros. Os construtores de chips gráficos queriam utilizar a imagética computacional similar ao longa-metragem, enquanto desenvolvedores de jogos se inspiravam na replicação exata da animação para videogames; pesquisadores da robótica, por sua vez, se interessavam em reconstruir máquinas de inteligência artificial com traços mais humanos, como os protagonistas e coadjuvantes de Toy Story. A literatura também sentiu impacto no período pós-debute do filme, com autores refletindo sobre o resgate da estética humanista às narrativas – e até mesmo Beyoncé levou a icônica frase “ao infinito e além” para uma de suas músicas mais conhecidas, “Singles Ladies”.

O fato é que, sem a Pixar, franquias como Shrek, ‘Como Treinar seu Dragão’ e Meu Malvado Favorito não existiriam – ou teriam que se respaldar nos convencionalismos do 2D, que já eram utilizados desde os anos 1930. A modernidade voltava a se reestabelecer com ares de originalidade, com detalhes de tirar o fôlego e com personagens que ficariam marcados na história. Logo, era só uma questão de tempo até a companhia chamar atenção de outras – inclusive a da Casa Mouse, que acabou comprando-a em 2006 por quase US$7,5 bilhões. Mas não isso não impediu que o estúdio se mantivesse com uma atmosfera bem diferente da cultivada pela Disney e conseguisse se renovar numa constância surpreendente e numa abordagem artística tocante.

Com seu universo único, a Pixar ganhou os mais diversos públicos por tradições divertidas – como os múltiplos easter eggs que reúnem as animações em uma única cronologia – e por interpelações que rechaçavam o fechado círculo dos realizadores e abria portas para recém-formados de faculdades locais e de mentes novas que a auxiliariam em sua obstinada evolução. Mais do que isso, a densa análise de temas sociológicos e antropológicos, transferidos a personagens inesperados, contribuiria para a adesão quase imediata de qualquer um que ousasse se aventurar por tramas vibrantes.

Temos, por exemplo, a crítica ao autoritarismo e a luta de classes traduzida na organicidade de um formigueiro em Vida de Inseto; a necessidade de seguir os sonhos e compreender que a vida é maior do que imaginamos em Ratatouille; a apreciação da simplicidade em Carros; e a importância da família em Procurando Nemo. Cada um dos filmes criados pela companhia une-se em uma similaridade evocativa e metafísica, mas diverge no tocante a seus enfoques – ora, não é à toa que ela seja uma das poucas com um catálogo quase impecável. Detentora de nada menos que 20 prêmios da Academia e 11 Grammy Awards, essa aplaudível corporação pode até ter tido seus altos e baixos, mas é inegável que mantém-se como uma das peças fundamentais do que entendemos hoje por cinema.

‘In the Dark’ é renovada para a 4ª temporada

CW renovou oficialmente a série ‘In the Dark‘ para a 4ª temporada.

Vale lembrar que, devido aos atrasos provocados pela pandemia de COVID, a terceira temporada ainda não possui previsão de estreia.

A trama segue uma deficiente visual que é a única “testemunha” do assassinato de sua amiga traficante. Depois que a polícia descarta sua história, ela sai com seu cachorro, Pretzel, para encontrar o assassino, enquanto também gerencia sua vida amorosa e o trabalho que ela odeia na escola de cães-guia de propriedade de seus pais superprotetores.

O elenco inclui Perry Mattfeld, Brooke Markh, Keston John e Casey Deidrick.

Quem são Wiccano e Célere? Eles podem aparecer em ‘WandaVision’?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos últimos episódios de WandaVision, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.

Agora que já avisamos aos fãs que ainda não assistiram a série, podemos falar: Bill e Tommy, também conhecidos como Wiccano e Célere, apareceram nos dois últimos episódios de WandaVision. Eles são filhos de Wanda (Elizabeth Olsen) e, apesar de ainda não terem mostrado, são cheios de poderes. Confira um pouco mais sobre a história deles nos quadrinhos.

Na série, eles são filhos da Wanda com o Visão (Paul Bettany) e nascem de surpresa após uma demorada gravidez de 12 horas. Assim como a mãe, o tempo parece não se aplicar a eles, já que os gêmeos crescem 5 anos de um dia para outro e, ao final do quinto episódio, já estão com 10 anos. Eles são crianças e parecem não entender muito das coisas da vida anda, tanto que pedem para a mãe reviver o cachorrinho morto deles, o Sparky. Ainda não sabemos como vão explicar a existência deles na série. Porém, nos quadrinhos, o nascimento da dupla é repleto de polêmicas e gera muitos problemas.

Isso porque eles foram gerados pela própria Feiticeira Escarlate, só que não exatamente do jeito “convencional”. Com ajuda de Agatha Harkness, ela utilizou seus poderes de manipulação da energia do caos para engravidar e ter os bebês. Algo similar a uma gravidez psicológica, mas com crianças se formando mesmo. O problema é que o demônio Mephisto havia sido derrotado por Franklin Richards, filho de Reed Richards e Sue Storm do Quarteto Fantástico, e sua alma foi fragmentada. No processo de formação da gravidez, Wanda acabou acidentalmente sugando esses “pedacinhos” de alma do diabo para dentro de seus bebês.

Então, quando Mephisto retorna, ele reabsorve as crianças, fazendo com que Wanda acreditasse que tinha perdido seus filhos. Ela perde o controle e manipula a realidade na saga Vingadores: A Queda, culminando na morte do Visão, do Gavião Arqueiro e do Homem-Formiga, além de encerrar a formação dos Vingadores e dar início aos Jovens Vingadores, grupo do qual os bebês de Wanda viriam a fazer parte no futuro. “Ué, mas eles não morreram?”, você deve estar se perguntando. Mais ou menos. Os poderes utilizados por Wanda para gerar a duplinha ajudou para que eles destruíssem Mephisto mais uma vez e conseguissem reencarnar nos corpos de Tommy Shepherd e Billy Kaplan. Agora gêmeos de filhos de pais diferentes, eles descobrem seus poderes e assumem as identidades de Célere e Wiccano, respectivamente. Ainda sofrendo pela suposta morte dos filhos, Wanda acaba iniciando os eventos de Dinastia M, que dizima os Mutantes do Universo Marvel.

Em seus novos corpos, os meninos herdaram os poderes da mãe e do tio. Então, Bill/ Wiccano tem habilidades com a magia, e Tommy é capaz de correr mais rápido que a velocidade do som, além de também ter o cabelo branco e gerar vibrações explosivas. Célere é recrutado para os Jovens Vingadores e acaba encontrando com Wiccano. Os outros membros reparam que eles são muito parecidos, com exceção dos cabelos, e que os poderes lembram muito os da Feiticeira Escarlate e do Mercúrio. Não demora para eles fazerem a ligação e perceberem que são gêmeos.

Com quatro episódios ainda por vir, WandaVision provavelmente vai mostrar os gêmeos adentrando a adolescência, fase em que eles viram super-heróis. Ou seja, é bem provável que a série termine com eles existindo no Universo Cinematográfico Marvel como Wiccano e Célere, ou eles podem terminar sendo reabsorvidos por Mephisto, o que motivaria a participação de Wanda em Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura.

Qual dos dois finais você gostaria de ver?

Os novos episódios de WandaVision são lançados toda sexta-feira no Disney+.

Jovem é transformada em vampira no trailer do terror ‘All the Moons’; Assista!

O terror dramático ‘All the Moons‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Escrito e dirigido por Igor Legarreta, o longa é uma fantasia com vampiros que se passa no norte da Espanha durante o final do século XIX.

“Durante os conturbados momentos finais da última guerra carlista, uma menina é resgatada de um orfanato por uma mulher misteriosa que vive nas profundezas da floresta. Gravemente ferida e à beira da morte, a menina acredita que a mulher é um anjo que veio para levá-la para o céu. Logo, no entanto, ela descobre que este ser estranho lhe deu o presente da vida eterna, transformando-a em uma vampira.

“Sem escolha a não ser aceitar sua nova condição, ela terá que aprender a viver na profunda e dolorosa solidão do tempo. Uma infinidade de luas passa antes que, um dia, ela conhece Cándido, um homem humilde que a acolhe e a trata como se ela fosse sua própria filha. Agora, a menina será colocada em um novo caminho que a colocará contra sua própria natureza selvagem e irá reviver nela a esperança de recuperar a vida que lhe foi roubada dela.”

Haizea Carneros, Josean Bengoetxea e Itziar Ituño estrelam a produção.

All the Moons‘ ainda não possui previsão de estreia.

‘Shining Vale’: Mira Sorvino entra para o elenco da série de terror cômica

De acordo com o Deadline, Mira Sorvino (‘Poderosa Afrodite‘) entrou para o elenco da série de terror cômica ‘Shining Vale‘, que está sendo desenvolvida pelo canal Starz.

Detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

Courteney Cox (da franquia ‘Pânico‘) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Greg Kinnear e Merrin Dungey.

Dearbhla Walsh (‘The Handmaid’s Tale‘) irá dirigir o piloto.

A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca.

O episódio piloto é escrito por Jeff AstrofSharon Horgan.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Netflix | Confira os Filmes que estreiam em 2021 no streaming

No futuro, acho que só teremos uma grande batalha entre a Disney e a Netflix. Enquanto a primeira domina o mercado cinematográfico, tendo comprado em anos recentes a Marvel, a franquia Star Wars (LucasFilm) e agora a Fox, deixando os estúdios restantes de cabelo em pé para acompanhar, além de vir com força total em seu próprio streaming, o Disney+; a primeira plataforma a se consolidar no mercado não está disposta a deixar barato. É claro que falamos da Netflix, que achou um filão no mercado de vídeo (os famosos streamings) e se beneficiou como poucos durante a pandemia. Ficar em casa era (ainda é) a ordem do dia, e acessar a plataforma foi o que manteve a sanidade de muitos.

Desde 2013, a Netflix vem investindo em produções próprias com as séries, e em 2015 foi a vez de chegar forte também nas produções em longa-metragem. De Beasts of no Nation para cá muita coisa mudou, mas o gigante do audiovisual só fez crescer e apostar cada vez mais em filmes próprios, abrangendo seu alcance por todos os gêneros. Terror, ficção científica, suspense, comédias, filmes adolescentes, animações e até mesmo blockbusters e filmes de ação. Ah sim, mirou em prêmios ao recrutar gente pesada, vide Martin Scorsese, os irmãos Coen, Alfonso Cuarón e Spike Lee. Quando não produz, compra e distribui. A plataforma foi o destino de muitas obras que ficaram “sem casa”.

Agora, em um destes anúncios no estilo que a Globo fazia antigamente e deixava os cabelos da nuca dos pequenos projetos de cinéfilos em pé (numa era pré-internet e até mesmo pré-TV a cabo), a Netfix mostrou parte de seu acervo para o ano de 2021, prometendo um filme por semana durante o ano todo. É claro que nem tudo será ouro, mas não deixa de ser impressionante. Aqui, nesta nova matéria, resolvemos selecionar para você os que achamos mais interessantes.

Confira os Filmes mais ESPERADOS da NETFLIX em 2021:

Don’t Look Up

Começamos a lista com um filme que contém não apenas o melhor elenco do ano, mas também um dos melhores de anos recentes. Como se não bastasse colocar os astros Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence para contracenar pela primeira vez, o longa ainda reserva as participações de Meryl Streep, Cate Blanchett e tantos outros nomes famosos. O fato liga imediatamente nosso radar para o Oscar 2022. Quem conseguiu este encontro lendário foi o diretor Adam McKay, que tem moral em Hollywood após ter feito os indicados A Grande Aposta (2015) e Vice (2018). A trama? Pense em um Impacto Profundo (ou Armageddon) cômico. A data de estreia ainda não foi divulgada, mas esperamos que seja para o fim do ano.

Red Notice

Ainda sem muitos detalhes sobre sua trama, o que sabemos (e o que verdadeiramente importa) é que esta aventura cômica irá reunir três dos maiores astros da ação atual: Dwayne ‘The Rock’ Johnson, Gal Gadot (Mulher Maravilha) e Ryan Reynolds (Deadpool). O filme foi escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber, que comandou Johnson em Arranha-Céu (2018), e por aí podemos medir o que esperar do novo longa. A trama, mostra um agente do FBI caçando um talentoso ladrão de obras de arte. Resta saber quem viverá o ladrão e quem será o federal – e quem está sobrando nesta sinopse. A data igualmente não foi divulgada.

A Mulher na Janela

Assim como Red Notice, A Mulher na Janela seria lançado no fatídico ano de 2020, e precisou buscar abrigo em 2021 – terminando por ser resgatado pela Netflix. Quando divulgamos a lista dos filmes de 2020, apostamos neste suspense como um dos que mais chamava nossa atenção. E nossa atenção segue presa por ele em 2021. Tudo porque temos Amy Adams protagonizando como uma mulher reclusa, que acredita ter testemunhado o assassinato de sua vizinha – vivida pela outra ruiva talentosa de Hollywood, Julianne Moore. É quase uma nova roupagem para o clássico Janela Indiscreta (1954), apesar de ser baseado num livro. Quem assina a adaptação é o dramaturgo Tracy Letts (Killer Joe e Álbum de Família), e na direção temos Joe Wright (O Destino de uma Nação). Fechando o elenco principal, o vencedor do Oscar Gary Oldman e a indicada Jennifer Jason Leigh. Assim como os demais, a estreia não foi definida.

Escape from Spiderhead

Um dos maiores sucessos da Netflix de todos os tempos foi o recente thriller de ação Resgate, protagonizado por Chris ‘Thor’ Hemsworth. É claro que a plataforma ia tratar de segurar o moço para novas parcerias. Além de já estar tirando do papel Resgate 2, Hemsworth surge como destaque desta ficção científica de ação baseada no conto de George Saunders. A trama passada no futuro apresenta experiências científicas capazes de gerar sentimentos artificiais em seus voluntários. O verdadeiro protagonista aqui é Miles Teller, e Hemsworth talvez viva o primeiro vilão de sua carreira. Fechando o elenco principal, Jurnee Smollett – de Aves de Rapina e Lovecraft Country. Quem dirige o roteiro da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (duo de Deadpool – um e dois – e Zumbilândia – um e dois), é Joseph Kosinski – do vindouro Top Gun: Maverick.

Army of the Dead

Este é um prato cheio para os que gostam de terror, de aventura, de zumbis e do estilo da direção de Zack Snyder. Após não obter o melhor dos resultados em suas incursões pelos filmes mais ambiciosos dos heróis da DC no cinema – Batman vs Superman (2016) e Liga da Justiça (2017) – o cineasta se volta às origens, de seu primeiro longa, Madrugada dos Mortos (2004) – ainda tido por muitos como seu melhor trabalho. Retornando ao universo dos mortos-vivos, Snyder inclui ação e aventura na mistura, ao apresentar um grupo de mercenários armados até os dentes (e encabeçados pelo grandalhão Dave Bautista), que decidem realizar um audacioso roubo a um cassino em Las Vegas, em meio a uma pandemia de zumbis!

Esquadrão Trovão

O gênero dos super-heróis já viu todo tipo de reformulação no cinema e na TV. Já tivemos os levados mais a sério, os mais violentos, de censura alta, os mais cômicos, sarcásticos e até mesmo os que ousaram misturá-lo ao terror. Aqui voltamos a um humorístico, cuja grande sacada é dar espaço para atrizes nada associadas à imagem de heróis. Melissa McCarthy e Octavia Spencer são as novas super-heroínas do pedaço na Netflix, duas amigas que decidem salvar a cidade com seus poderes. O que nos deixa um pouco apreensivos aqui é que na direção temos o pouco talentoso Ben Falcone, marido de McCarthy na vida real – que a seu lado “cometeu” as “comédias” Tammy (2014), A Chefa (2016) e Alma da Festa (2018), as menos apreciadas da carreira da comediante. Por alguma razão ele continua a dirigir filmes. Você pode imaginar qual seja?

The Harder They Fall

Um dos projetos mais interessantes do lote de anúncios da Netflix, este é um faroeste de vingança, que mostra um homem atrás dos responsáveis pelo assassinato de seus pais. O que chama atenção aqui é a qualidade representativa da produção, contando com um elenco majoritariamente negro – algo bem único em se tratando do gênero western. Quem dirige e assina o roteiro é o jovem Jeymes Samuel. No elenco, os chamarizes são as presenças de gente como a vencedora do Oscar Regina King, Idris Elba, Zazie Beetz, LaKeith Stanfield, Jonathan Majors e Delroy Lindo.

Malcolm & Marie

Essa é para os que curtem discussões sobre relacionamentos a dois. Produção intimista em preto e branco, toda passada num único ambiente, a obra traz os queridinhos Zendaya (Euphoria) e John David Washington (Tenet) como um jovem casal tendo seu relacionamento posto à prova após retornarem para casa de uma pré-estreia (dele, sendo um diretor de cinema), enquanto aguardam as avaliações da crítica. O filme conta apenas com dois atores e a direção é de Sam Levinson, colaborador da atriz em sua prestigiada série citada. A estreia é no dia 5 de fevereiro.

Bruised

Estreia na direção da estrela vencedora do Oscar Halle Berry. No filme, a atriz também protagoniza na pele de Jackie Justice, ex-lutadora de MMA ensaiando um retorno aos ringues. De certa forma, esta é quase uma biografia da lutadora Ronda Rousey, no sentido de que a ex-imbatível esportista se afastou dos eventos após ter sua autoconfiança quebrada por derrotas consecutivas. A personagem de Berry também precisa se fortificar – e ainda é adicionada na mistura uma subtrama de luta pela guarda de seus filhos.

Sweet Girl

Quem estrela aqui é o grandalhão Jason Momoa, buscando um sucesso após o fenômeno Aquaman (2018), enquanto a sequência deste não sai. No filme de ação, Momoa vive um pai em busca de vingança após o assassinato da esposa, ao mesmo tempo em que precisa proteger sua filha, papel da menina Isabela Merced (Dora e a Cidade Perdida). A vencedora do Oscar Marisa Tomei completa o elenco principal.

Tick, Tick… Boom!

O ex-Homem-Aranha Andrew Garfield é quem protagoniza esta estreia de Lin-Manuel Miranda na direção. Mais acostumado aos musicais da Broadway que escreve, todos muito elogiados (vide Hamilton), Miranda decide trazer às telas o livro de Jonathan Larson sobre um rapaz aspirante a autor de espetáculos musicais (e o que mais?) enquanto se vira em Nova York como garçom. Vanessa Hudgens e Alexandra Shipp estão no elenco. Ah sim, caso não tenha percebido, esse será um musical.

Kate

Após ter personificado a durona Caçadora em Aves de Rapina (2020), a bela Mary Elizabeth Winstead retorna na pele de uma personagem osso duro de roer. Aqui, ela é a protagonista que dá título ao longa, uma assassina atrás de vingança, que só tem 24 horas para viver e completar sua missão, neste thriller repleto de ação. Quem dirige é o francês Cedric Nicolas-Troyan (O Caçador e a Rainha do Gelo). Woody Harrelson coprotagoniza.

O2

Produção francesa de bastante renome, este suspense/ficção científica é estrelado pela musa do país Mélanie Laurent, como uma mulher que acorda numa câmara criogênica sem qualquer lembrança de como foi parar lá. Agora ela precisa descobrir uma forma de sair, antes que seu ar acabe. Outro chamariz na produção é o comando do cineasta Alexandre Aja – famoso por filmes de terror como Piranha (2010) e Predadores Assassinos (2019).

Zona de Combate

Este é um dos primeiros lançamentos prometidos pela Netflix para este ano. E a estreia ocorreu hoje, dia 15 de janeiro. Pegando gancho pela  presença de Anthony Mackie, que na Disney vive o herói Falcão da Marvel, e em breve irá estrear a série O Falcão e o Soldado Invernal para a plataforma da casa. A Netflix não perde tempo e pega carona na popularidade do ator, colocando-o aqui com um braço mecânico e tudo – igual ao de seu companheiro no programa vindouro citado. Na trama, passada no futuro, dois agentes precisar impedir um ataque nuclear em uma zona de guerra. Mackie vive um oficial transformado em ciborgue. A direção é do sueco Mikael Hafstrom, de 1408 (2007) e O Ritual (2011).

Night Teeth

Não poderiam faltar filmes de terror no acervo da Netflix em 2021. O primeiro da lista é este longa cuja premissa e título fazem referência ao subgênero dos filmes de vampiros. Como a trama ainda não foi detalhada pode ser que estejamos enganados. Mas veja esta sinopse: um jovem motorista leva duas moças a diferentes festas, mas elas não são quem dizem ser, e logo ele terá que lutar por sobrevivência. Junte a isso ao título “dentes noturnos” e diga se não aparenta ser sobre sanguessugas. No elenco, Alexander Ludwig (Bad Boys para Sempre) e Sydney Sweeney (da série Euphoria).

Fear Street

Baseado no livro do autor R.L. Stine, o mesmo de Goosebumps, aqui temos uma obra mais voltada para o terror, suspense e mistério, esquecendo um pouco o humor para toda a família. Na trama assassinatos chocam a rotina de uma pequena cidade, ao mesmo tempo em que é preciso descobrir a identidade do culpado. No elenco, Sadie Sink, a menina ruivinha Max da série Stranger Things.

Moxie

Comédia dirigida e protagonizada pela humorista Amy Poehler, a atriz vive a mãe de uma jovem que organiza uma revolução feminista em seu colégio. O filme estreia no dia 3 de março.

Blonde

Andrew Dominik (O Homem da Máfia) dirige a cubana Ana de Armas na biografia de Marilyn Monroe, baseada num livro. Este, no entanto, é um relato ficcional da vida íntima e do círculo de amizades de uma das maiores estrelas de Hollywood.

The Guilty

Jake Gyllenhaal interpreta um policial rebaixado, precisando lidar com o telefonema de uma mulher sequestrada. Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano completam o elenco. A direção é de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento). O filme é o remake americano do dinamarquês Culpa (2018).

Born to be Murdered

Um casal em viagem se vê no meio de uma trama intrincada de conspiração, resultando em trágicas consequências. Este suspense dramático traz John David Washington e Alicia Vikander como protagonistas.

Drama com Sandra Bullock

Ainda sem título escolhido, o filme da diretora alemã Nora Fingscheidt marca a segunda parceria da estrela Sandra Bullock com a Netflix, após o sucesso de Bird Box (2018), último trabalho da atriz lançado até o momento. E se na citada ficção ela atuava com a ótima Sarah Paulson, aqui a união da estrela é com a Oscarizada Viola Davis. Na trama, Bullock vive uma mulher recém-liberada da prisão, tentando se reinserir na sociedade, sem muito sucesso. Oscar, alguém?

Quer sentir MEDO? | 10 Ótimos Filmes de Terror para Assistir no Amazon Prime Video

Que tal ficar em casa assistindo aquele filminho de terror?! O CinePOP separou dez filmes do gênero em destaque no streaming do Amazon Prime Video para quem quiser levar bons sustos.

São várias as opções, que vão desde sucessos recentes à clássicos do gênero. Temos obras sobrenaturais, umas mais sanguinolentas e outras pra lá de psicológicas. Não deixe de conferir!

Aproveitando a seleção, participe através dos comentários! Qual seu filme de terror/suspense favorito?

Hereditário (2018)

Um dos maiores hits recentes do cinema de horror, Hereditário foi o primeiro longa do cultuado diretor Ari Aster, também responsável por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite. Estrelado por uma assustadora e maravilhosa Toni Collette, o filme conta a história de uma família que sofre uma perda importante e que, em meio ao luto, passa a ser atormentada por acontecimentos perturbadores. Trata-se de uma obra envolvente e impactantes, e que merecia mais atenção por parte da crítica e das premiações, principalmente no que diz respeito ao trabalho de Collette. O elenco conta ainda com boas participações de Alex Wolff, Gabriel Byrne e Milly Shapiro

 

O Bebê de Rosemary (1968)

Um dos maiores clássicos do cinema de terror, O Bebê de Rosemary conta a história de um casal que se muda para um novo apartamento. Lá, passa a lidar com vizinhos com hábitos bem estranhos. A gravidez da mulher, Rosemary (vivida por uma ótima Mia Farrow), aumenta a sensação de incerteza e paranóia envolvendo a dinâmica no prédio e a relação entre o casal. Escrito e dirigido por Roman Polanski, o filme rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ruth Gordon. O cultuado ator e diretor John Cassavetes interpreta o marido de Rosemary. Um dos finais mais impactantes da sétima arte. 

 

Mar Aberto (2003)

Orçado em aproximadamente US$ 500 mil, esta pequena produção independente foi verdadeiro fenômeno em 2004. Baseado em uma história real e com apenas 79 minutos de duração, Mar Aberto aposta no terror psicológico e na construção de um clima de tensão para contar a história de um casal que contrata o serviço de mergulhar numa região repleta de tubarões. Após um erro da equipe do barco, eles são deixados no meio do oceano. O que deveria ser umas férias tropicais se torna um verdadeiro pesadelo quando os tubarões passam a cercar a área em que o casal se encontra. Dirigido por Chris Kentis, o longa traz Blanchard Ryan e Daniel Travis nos papéis principais.

 

Madrugada dos Mortos (2004)

Muito antes de ficar conhecido pelos trabalhos na DC e por adaptações dos quadrinhos como 300, Watchmen e Batman vs Superman, Zack Snyder entregou um excepcional filme de zumbi. Trata-se de Madrugada dos Mortos, sua estreia em longas-metragens. A obra é uma releitura do clássico Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero, mas Snyder tratou de dar uma personalidade própria à mesma. A trama acompanha um grupo de estranhos que se refugia em um shopping center em meio a uma epidemia zumbi. É envolvente, divertido e assustador. É possível dizer que Madrugada dos Mortos ajudou a devolver os zumbis ao mundo mainstream da cultura pop. 

 

A Bruxa de Blair (1999)

Um verdadeiro fenômeno. Orçado em R$ 60 mil, A Bruxa de Blair faturou quase US$ 250 milhões nos cinemas mundiais. A equação entre custo/faturamento foi tão significativa que a produção foi parar no Guinness Book. Dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sanchez, o filme apresentou ao mundo do horror o formato do falso documentário, que se tornaria moda depois disso. A trama acompanha imagens de arquivo que mostram jovens cineastas visitando uma floresta remota para fazer um filme sobre a lenda da Bruxa de Blair. Aos poucos, o que seria um projeto de documentário se revela o relato de uma experiência sobrenatural. O longa é envolvente e impactante, e conta com algumas cenas memoráveis, que estão fixadas na cabeça dos cinéfilos.

 

REC (2007)

Outro filme que busca a pegada do falso documentário é [REC], envolvente produção espanhola que custou aproximadamente US$ 1 milhão. Dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza, o longa acompanha uma repórter e seu câmera que investigam um misterioso acontecimento em um prédio. Eles acabam ficando presos em uma quarentena, sem saber direito o que está acontecendo ali. Aos poucos, vamos nos deparando com ataques e ameaças misteriosas. O trama é bobinha, mas o formato da câmera na mão e de uma falsa reportagem dá todo um trunfo à produção. Os diretores também conseguem transformar a câmera em personagem, ao se utilizar de funções específicas da mesma no desenvolver da narrativa. Manuela Velasco se destaca na pele da protagonista. O filme não só ganhou continuações, como também teve uma refilmagem americana, Quarentena.

 

Ring: O Chamado (1998)

O Chamado é um dos mais marcantes filmes de terror do início dos anos 2000. Mas quem quiser saber de onde surgiu a ideia para o longa pode conferir Ring: O Chamado. Lançada quatro anos antes, a produção japonesa acompanha uma repórter e seu ex-marido, que investigam a lenda de um misterioso vídeo amaldiçoado, que mataria quem assistisse ao mesmo sete dias após o fato. Ícone do horror japonês, Hideo Nakata é o responsável pela direção do filme, que, além da refilmagem, também ganhou uma continuação em seu país de origem. Nanako Matsushima, Miki Nakatani e Yûko Takeuchi são os protagonistas da obra.  

 

Cujo (1983)

Algum fã de Stephen King na área? O gênio do horror é responsável pelo livro que inspirou Cujo. Embora seja um filme um pouco datado e tecnicamente pobre, é uma obra interessante para os fãs do horror. É a chance de navegar pela perturbadora mente de King e também se assustar com a história de um cachorro que fica possesso após ser mordido por um morcego, e que acaba colocando em risco a vida de toda uma família. As atuações são exageradas, há muito de gore, mas também temos cenas marcantes. E um clima de tensão que realmente é quase que permanente após a revelação do “problema” com o animal. Dee Wallace, Daniel Hugh Kelly e Danny Pintauro são os protagonistas do longa dirigido por Lewis Teague.

 

Dia dos Mortos (1985)

Madrugada dos Mortos está na nossa lista por resgatar (e renovar) o espírito da lenda do horror George A. Romero. Então, obviamente, não iríamos ignorar o filme do cineasta presente no Amazon Prime Video. Dia dos Mortos é mais um dos marcantes clássicos filmes de terror/zumbi realizados pelo diretor. Em um mundo infestado por uma epidemia de zumbis, um grupo de cientistas e militares sobrevive em um bunker subterrâneo na Flórida. A relação começa a ficar estremecida quando os cientistas decidem fazer experiências com os zumbis, o que incomoda os militares. O longa conta com cenas assustadoras e não economiza no sangue e no gore.

 

Cronos (1993)

Muitos anos antes de conquistar o Oscar de Melhor Filme com A Forma da Água, o diretor e roteirista mexicano Guillermo del Toro fez sua estreia em longas com o terror/suspense Cronos. Lançado em 1993, o filme quase acabou com a carreira de del Toro antes mesmo de começar, afinal foram muitas as dificuldades de produção e o orçamento foi ultrapassado várias vezes. O diretor teve que pegar empréstimos pessoais para concluir o projeto, contando com a ajuda do ator Ron Perlman, que aceitou um grande corte no salário e acabou se tornando um parceiro frequente do cineasta. A trama acompanha um negociante de antiguidades que se depara com um artefato misterioso chamado Cronos que estava desaparecido há 400 anos e que é capaz de oferecer a vida eterna, mas que desperta uma sede por sangue. A descoberta do objeto coloca o negociante na mira de um ambicioso magnata, que busca o poder para seguir vivo. Federico Luppi, Claudio Brook e Margarita Isabel completam o elenco principal.  

 

Netflix teve grande ascensão durante a pandemia; Entenda!

Anúncio de que a empresa apostará pesado em múltiplos lançamentos em 2021 levanta dúvidas sobre modelo de negócios

É mais do que desnecessário lembrar o quão danoso foi o ano de 2020 para as pessoas e empresas de um modo geral. A drástica diminuição de consumo ou, em alguns casos, a interrupção total geraram o fim de diversas atividades de empresas menores e a redução das grandes corporações. No campo do entretenimento essa nova realidade foi mais sentida pelos estúdios de Hollywood, que tiveram que reagendar diversos grandes lançamentos para o ano seguinte, e ainda mais intensamente pelos cinemas; estes que sem o fluxo de público encontraram diversas dificuldades. 

Para 2021, entretanto, existe uma expectativa bastante positiva de retorno gradual das atividades e de uma reabertura total dos cinemas graças à chegada de algumas vacinas ao público. Dessa forma, alguns estúdios de Hollywood tem planejado um retorno maciço em 2021; um exemplo é a Marvel Studios que tem, pelo menos, quatro produções planejadas a princípio para estrear esse ano.

Seguindo pelo mesmo caminho vem a Netflix que recentemente fez um verdadeiro anúncio bombástico. Para o ano de 2021 o serviço de streaming tem planejado o lançamento de setenta produções originais, o que dá em média um novo filme lançado por semana durante todo o ano. Para se ter uma ideia de comparação, para esse mesmo ano a Disney tem planejado a estreia de 22 produções a serem divididas entre cinema e o serviço de streaming da empresa Disney Plus.

Filme de Zack Snyder, “Army of the Dead”, é uma das apostas da Netflix para 2021

Esse movimento audacioso da Netflix tem razões sólidas, uma vez que o ano de 2020 apresentou números tanto impressionantes quanto menores (do ponto de vista de planejamento interno). Na matéria da Forbes Netflix Subscriber Growth Slows After Surging During Pandemic, de Joe Walsh, é apontado que a empresa teve tanto momentos de grande crescimento quanto de certa desaceleração no ano em questão.

“A Netflix registrou 2,2 milhões de novas inscrições pagas entre julho e setembro de 2020, seu menor crescimento trimestral desde 2016… Em comparação, o serviço adicionou 15,77 milhões nos primeiros três meses de 2020 e 10,09 milhões entre abril e junho, dando à companhia seu maior crescimento na história enquanto os espectadores se voltavam para os serviços de streaming enquanto ficavam em casa”.

Em termos monetários, essa variação foi traduzida em outra matéria do mesmo veículo intitulada 5 Big Numbers That Show Netflix’s Massive Growth Continues During The Coronavirus Pandemic. Através dela, Jonathan Ponciano indica que a captação de mercado realizada pela Netflix, um dia antes de revelar os lucros do terceiro trimestre, foi de US $235 bilhões.

Netflix teve lucro histórico seguido por uma pequena desaceleração em 2020

Dessa forma, mesmo com uma desaceleração em meados de 2020, a empresa tem uma base financeira estável para arriscar tal enxurrada de produções. Porém, é necessário inferir sobre até onde é positivo o excesso de ofertas no mercado cinematográfico. Em um ano que os serviços de streaming de uma forma geral não disputaram espaço com os cinemas e praticamente reinaram absolutos na indústria do entretenimento ficou claro que eles têm uma vantagem.

A praticidade talvez seja a maior e que é a mais atrativa para o consumidor; tanto é que a Warner cogitou lançar uma grande produção como o vindouro Duna diretamente no HBO Max. Logo essa ideia foi descartada visto que nomes grandes do estúdio como Christopher Nolan e o diretor do filme Denis Villeneuve foram bastante enfáticos ao reprovar esse movimento.

Porém é inegável que a competitividade de serviços de streaming junto ao cinema veio para ficar. Sendo assim, em uma produção acelerada quase ao nível fordista do início do século XX, a Netflix vai enchendo o mercado com ofertas que atendem a uma demanda crescente de público em meio a uma pandemia. Ao mesmo tempo é válido refletir que essa avalanche não necessariamente vem para atender a certos nichos, mas sim para a empresa fincar sua bandeira na combalida indústria.

Visando acirrar a competição com a Netflix, Warner cogitou lançar “Duna” no HBO Max

Com uma estratégia dessas, o nível de qualidade que todas as setenta produções trarão é algo bastante imprevisível. Na parte final de 2020 a Netflix liberou um filme como Mank que tem certa importância por ser o retorno de David Fincher à cadeira de diretor e obviamente vir com pretensões sérias ao Oscar 2021, mas no mesmo ano também lança algo como a refilmagem do clássico Rebecca – A Mulher Inesquecível no qual ninguém realmente esperava e nem muito menos pediu.

Por mais que opinião seja um tema muito particular para cada indivíduo e uma determinada produção não se encaixe para alguns mas sim para outros, fica fácil de perceber que a quase obsessão da Netflix em produzir conteúdos originais de qualidade variável e simultaneamente não vai torná-la a sucessora do cinema mas sim uma enorme locadora com múltiplas sessões de prateleiras gigantescas e, nessas prateleiras, milhares de filmes que juntam poeira e que serão vistos pouquíssimas vezes.

‘Made for Love’: Cristin Milioti está em fuga nas primeiras imagens da nova série da HBO Max

Made For Love CR: HBO Max

A nova série de comédia sombria e ficção científica da HBO Max, intitulada ‘Made for Love‘ ganhou suas primeiras imagens oficiais, compartilhadas com exclusividade pela revista EW.

As fotos em questão trazem a atriz Cristin Milioti em destaque, além dos atores Ray Romano e Billy Magnussen.

Confira:

Made For Love
CR: HBO Max
Made For Love
CR: HBO Max
Made For Love
CR: HBO Max
Made For Love
CR: HBO Max
Made For Love
CR: HBO Max
Made For Love
CR: HBO Max
Made For Love
CR: HBO Max

O elenco de ‘Made for Love‘ ainda conta com Noma Dumezweni (‘The Undoing‘), Dan Bakkedahl (‘Veep‘)

Baseado no romance homônimo de Alissa Nutting, o show gira em torno de Hazel Green, uma mulher que escapa de seu casamento com Byron Gogol, um bilionário sociopata, depois de descobrir que ele implantou um chip em sua cabeça. O chip em questão permite a Byron acessar o cérebro de Hazel enquanto ela se refugia em sua cidade-natal para cuidar do pai viúvo.

Christina Lee será a showrunner, com S.J. Clarkson ficando a encargo da direção e da produção executiva. Patrick Somerville assina o roteiro da série.

Milioti é conhecida por seu papel como Tracy na sitcom How I Met Your Mother, além de ter feito aparições em 30 RockFargoBlack Mirror. Nos cinemas, ela participou de longas como O Lobo de Wall Street, além de ter estrelado – ao lado de Andy Samberg – o grandioso sucesso de público e crítica, Palm Springs.

 

‘Duna’: Zendaya admite que ainda não assistiu o filme

O remake de ‘Duna‘ é uma das produções mais aguardadas de 2021 e a atriz Zendaya está tão entusiasmada quanto o público para conferir o scifi nas telonas.

Durante a sua participação no talk show The Late Show with Stephen Colbert, a atriz comentou que ainda não assistiu ao filme, mas que está orgulhosa de ter feito parte da produção, que ela considerou ser “algo muito bonito”:

“Eu me tornei uma nerd de Duna, com certeza. Estou muito, mas muito empolgada. Me sinto realmente sortuda por fazer parte disso. É algo tão muito e eu estou toda ansiosa, como todo mundo. Eu mal posso esperar pra assistí-lo. Eu mal posso esperar para que as pessoas vejam. É especial”.

Duna‘ chega nos cinemas no dia 30 de Setembro de 2021.

Confira o calendário de estreia da Warner Bros., sujeito a alterações:

11 DE FEVEREIRO – TOM & JERRY
11 DE MARÇO – OS PEQUENOS VESTÍGIOS
25 DE MARÇO – Godzilla vs Kong
15 DE ABRIL – MORTAL KOMBAT
3 DE JUNHO – Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio
15 DE JULHO – Space Jam: Um Novo Legado
5 DE AGOSTO – O ESQUADRÃO SUICIDA 2
19 DE AGOSTO – Em um Bairro de Nova York
9 DE SETEMBRO – MALIGNANT
30 DE SETEMBRO – DUNA
4 DE NOVEMBRO – ELVIS FILM (sem título nacional)
2 DE DEZEMBRO – King Richard (sem título nacional)
23 DE DEZEMBRO – MATRIX

O site Bloomberg divulgou novas informações sobre o acordo entre a Warner Bros. e a produtora Legendary Entertainment após o conflito sobre o lançamento simultâneo dos filmes ‘Duna‘ e ‘Godzilla vs. Kong‘ nos cinemas dos EUA e no serviço de streaming da HBO Max.

De acordo com o site, “o acordo irá garantir o pagamento independente da arrecadação do filme nas bilheterias e aumentará as chances de bônus baseadas no desempenho da produção.”

“Qualquer pessoa com direito a um bônus receberá metade do rendimento da bilheteria que, normalmente, seria necessária para acionar um pagamento. E se mais cinemas fecharem, o limite cairá ainda mais – uma métrica chamada ‘multiplicador do Covid-19’. Aqueles que normalmente participariam dos lucros das bilheterias continuarão a fazê-lo, assim como também se beneficiarão das vendas on-demand e sob demanda.”

Vale lembrar que a Legendary havia contestado a decisão da distribuidora em lançar ‘Duna‘ e ‘Godzilla vs. Kong‘ virtualmente, pois estavam preocupados com a viabilidade das franquia a longo prazo.

Os executivos da Legendary descobriram sobre essa política de lançamento, que segue os passos de Mulher-Maravilha 1984, apenas 30 minutos antes da declaração pública da Warner Bros. Conforme revelado anteriormente, a Legendary alegadamente havia colocado a Netflix como uma das parceiras em potencial para comprar Godzilla vs. Kong’ por US$250 milhões, mas a Warner bloqueou a decisão.

Deadline também acrescenta que a Legendary Entertainment e seus parceiros “proveram 75% do orçamento de US$165 milhões requeridos de Duna“, fornecendo uma “quantia similar de fomento ao filme Godzilla vs. Kong’“.

Godzilla vs. Kong’ é a quarta entrada do Universo Monstro da Legendary, seguindo GodzillaKong: Ilha da CaveiraGodzilla II: Rei dos Monstros’, e está agendado para lançamento no dia 25 de Março de 2021.

Duna, por sua vez, é a aguardada adaptação comandada por Denis Villeneuve que trará para as telas nomes como Timothée ChalametZendayaJason MomoaDave Bautista e outros.

‘Cidade Invisível’: Carlos Saldanha revela qual é sua entidade preferida do folclore [EXCLUSIVO]

O diretor Carlos Saldanha falou sobre a série brasileira ‘Cidade Invisível‘ em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP.

Saldanha revelou qual é sua entidade preferida do folclore nacional, e contou detalhes sobre a produção.

Assista a entrevista:

Os episódios foram dirigidos por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.
Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CóresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘Cavaleiro da Lua’: Assustadora fan-art traz Ethan Hawke como o Drácula; Confira!

Recentemente, Ethan Hawke foi escalado como um dos personagens principais de ‘Cavaleiro da Lua‘, a vindoura série da Disney+ inspirada no herói da Marvel.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre o papel de Hawke, mas um fã aproveitou a oportunidade para imaginar o astro como o vilão Drácula e publicou uma incrível arte em seu perfil do Instagram.

Além de fazer parte da literatura gótica, vale lembrar que o Drácula também é um aclamado personagem da Marvel, fazendo parte de diversas histórias envolvendo Blade, Morbius e os Filhos da Meia-Noite.

Confira:

Lembrando que a atriz May Calamawy também foi anunciada como parte do elenco, mas sem detalhes sobre quem será sua personagem.

A expectativa é de que as filmagens de ‘Cavaleiro da Lua‘ comecem em março, na cidade de Budapeste, capital da Hungria.

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic‘) serão os diretores da série.

Mohamed Diab será showrunner, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Para quem não conhece, o Cavaleiro da Lua é Marc Spector, um mercenário com diversas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua. O Cavaleiro da Lua foi criado por Doug Moench e Don Perlin, e foi introduzido em Werewolf by Night #32.

Diretor do suspense ‘Ma’ revela excêntrica ideia para uma sequência

Quem já assistiu Ma‘ sabe que esse é um dos suspenses mais bizarros e insanos produzidos pela Blumhouse.

Na trama, Octavia Spencer interpreta uma psicopata anti-social que vive assediando, torturando e assassinando adolescentes com uma alegria perversa enquanto se diverte com seus próprios atos.

O sucesso foi tão grande que o longa arrecadou U$ 60 milhões pelo mundo a partir de um orçamento de apenas US$ 05 milhões, motivo suficiente para investir numa sequência.

Durante uma entrevista para Entertainment Weekly, o diretor Taylor Tate foi questionado sobre o assunto e apoiou a ideia.

“Não imaginávamos que ‘Ma‘ seria tão falado depois do lançamento, é tipo falar sobre vida após a morte num culto. E uma sequência é algo que vale a pena ser discutido.”

Para a alegria dos fãs, o cineasta garantiu que Spencer toparia reprisar o papel, já que não foi revelado se a personagem realmente morreu no incêndio ao fim da trama.

“Eu sei que Octavia faria isso, é por isso que eu deixei sua morte ambígua, foi de propósito! Minha ideia é que ela se mudou para outra cidade, e mata as pessoas dessa outra cidade, é como uma nômade. Eu acho que ela seria uma agente imobiliária no Noroeste do Pacífico assassinando pessoas brancas curiosas sobre as McMansões (casas de baixo custo). Isso é o mais longe que eu consegui imaginar!”

Apesar da ideia, Tate parece estar brincando com a possibilidade, mas o final do longa deixa claro que o diretor não descarta uma possível continuação.

E aí, você já assistiu? O que acha de uma sequência?

Mesmo tendo agradado o público, vale lembrar que Ma‘ recebeu críticas mista e conquistou apenas 55% aprovação no Rotten Tomatoes.

Assista ao trailer:

Roteirista de ‘X-Men’ quer roteirizar o reboot da franquia para a Marvel

Agora que os ‘X-Men‘ estão prestes a se juntar aos outros personagens da Marvel Studios, os fãs estão curiosos para assistir as próximas aventuras dos heróis.

E durante uma entrevista para o Den of Geek, o roteirista David Hayter, responsável por ‘X-Men 1 e 2, foi questionado se já havia pensado em uma história caso fosse chamado para escrever os novos filmes dos mutantes para o MCU.

Em resposta, ele fez mistério, mas deixou bem claro que adoraria ser contratado para o cargo.

“Se eu tivesse pensado, não poderia dizer, porque não valeria mais à pena fazer. Mas se me chamassem [para escrever o roteiro], é claro que eu toparia.”

No entanto, é difícil imaginar que a Marvel queira repetir a fórmula dos filmes anteriores, e Hayter foi bem realista ao dizer:

“Quero dizer, seria incrível, mas não espero que isso aconteça. Se eu fosse Kevin Feige, eu diria: ‘Precisamos de novas vozes, novas ideias, e novos rostos.’ Acredito que eles querem se afastar das versões dirigidas por Bryan Singer por vários motivos. Mas se eles me perguntarem, eu já deixei claro para Kevin que posso trabalhar em qualquer produção da Marvel. Eu ficaria feliz em fazer isso pelo resto da minha vida.”

Hugh Jackman e David Hayter nos bastidores do primeiro filme, lançado em 2000.

Lançado em 2000, o 1º filme dos ‘X-Men‘ revolucionou as adaptações de quadrinhos para o cinema e serviu de inspiração para diversas produções de sucesso, como o MCU.

Estrelado por Patrick Stewart, Ian McKellen, Hugh Jackman, Halle Berry, Anna Paquin e Famke Janssen, o longa se tornou um clássico para os fãs e é elogiado até hoje, apesar das fracas sequências.

Orçado em US$ 75 milhões, a adaptação dirigida por Bryan Singer foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 296 milhões pelo mundo, além de acumular 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. 

Ao todo, a franquia ‘X-Men’ também conta com ‘X-Men 2′, ‘X-Men: O Confronto Final’, ‘X-Men: Primeira Classe’, ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’, ‘X-Men: Apocalipse’, eX-Men: Fênix Negra’.   

Confirao pôster do original:

‘Shazam! 2’: Diretor DESMENTE que Henry Cavill deve aparecer como o Superman

A aguardada sequência ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ não deve contar com a aparição de Henry Cavill como o Superman.

Apesar dos rumores divulgados ontem pelo Hashtag Show, o diretor David F. Sandberg foi ao Twitter desmentir a informação.

“Não vou comentar os rumores de elenco por vários motivos. Um deles é que você não pode ter certeza de nada até que aconteça. No meio do caminho para a filmagem de Shazam, o plano ainda era que Cavill participasse. E não aconteceu. Embora eu possa confirmar com 90% de certeza que o Shazam aparecerá no Shazam 2. Então, se você é um fã desse personagem, pode gostar do Shazam 2.”, afirmou.

No primeiro filme, apenas o corpo do Superman apareceu na cena final, vivido por um dublê de corpo.

Shazam: Fúria dos Deuses‘ estreia em junho de 2023.

Recentemente, Zachary Levy compartilhou em seu perfil do Instagram o primeiro pôster da sequência.

Confira:

Em entrevista à Backstory Magazine, Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Blade’: Reboot recebe o título ‘Blade: O Caçador de Vampiros’

De acordo com o The Hollywood Reporter, o reboot do filme ‘Blade‘, estrelado por Mahershala Ali, será intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros‘.

A notícia de que o título do filme é ‘Blade, the Vampire Slayer’ deixou alguns fãs da Marvel entusiasmados, enquanto outros questionando por que a Marvel confundiria o público com um título tão próximo de ‘Buffy: A Caça-Vampiros‘, de Joss Whedon. Vale a pena notar que a Walt Disney Company detém os direitos do filme e da série Buffy após adquirir a 20th Century Fox.

Apesar disso, parece pouco provável que o estúdio invista num crossover entre a dupla de caçadores.

O título é uma referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Anteriormente, o portal divulgou que Stacy Osei-Kuffour, conhecida por seu trabalho na aclamada e premiada série Watchmen, foi contratada para supervisionar a história do reboot.

Vale lembrar que, segundo o guia de programação do Dia dos Investidores dos estúdios Walt Disney, o novo filme do icônico caçador de vampiros pode chegar aos cinemas em 2022, entre o lançamento de ‘Pantera Negra 2’‘Capitã Marvel 2’.

O guia em questão descreve uma listagem de filmes em ordem cronológica e, ao que tudo indica, pode ter revelado a previsão de estreia do reboot. No entanto, nem a Marvel e nem a Disney se pronunciaram sobre o assunto.

Por hora, ainda não há previsão de estreia paraBlade

‘Homem-Aranha 3’: Rumores indicam que Willem Dafoe retorna como o Duende Verde

Novos rumores divulgados pelo portal GWW indicam que o veterano Willem Dafoe estaria fazendo o seu retorno para a franquia de ‘Homem-Aranha‘, na aguardada terceira sequência. O ator também teria sido visto no set de filmagens do longa.

A publicação não especifica qual papel o indicado ao Oscar estaria interpretando na produção, mas considerando que ele já foi o intérprete do vilão Duende Verde no primeiro live action do Homem-Aranha (2002), a expectativa é de que ele faça o seu retorno ao papel.

Além disso, a possibilidade é ainda fortalecida em virtude dos retornos já confirmados do astros Alfred Molina e Jamie Foxx, que reprisarão os vilões Doutor Octopus e Electro, respectivamente.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior: