O canal Syfy divulgou o teaser da 2ª temporada da elogiada série de TV ‘Channel Zero‘.
A primeira temporada teve como tema o desaparecimento de um garoto. A segunda, que estreará também em outubro, trará uma casa dos horrores como plot principal.
Assista:
A série se inspira em lendas urbanas americanas para a criação de histórias práticas, rápidas e assustadoras. Tanto que cada temporada tem apenas 6 episódios.
Melhor Animação Independente
In This Corner of the World Com Amor, Van Gogh
Napping Princess
The Big Bad Fox & Other Tales The Breadwinner
Melhor Direção em Animação
Lee Unkrich e Adrian Molina – Viva: A Vida é uma Festa
Benjamin Renner e Patrick Imbert – The Big Bad Fox & Other Tales
Tom McGrath – O Poderoso Chefinho
Nora Twomey – The Breadwinner
Chris McKay – LEGO Batman: O Filme
Melhor Dublagem
Nick Kroll como Professor Fraldinhasuja – As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme
Anthony Gonzalez como Miguel – Viva – A Vida é uma Festa
Saara Chaudry como Parvana – The Breadwinner
Zach Galifianakis como Coringa – LEGO Batman: O Filme
‘La Casa de Papel‘ se tornou a série estrangeira mais assistida da história da Netflix, e eles correram para adquirir os direitos de adaptação para realizar a segunda temporada. Mas os planos do serviço de streaming são ainda mais ambiciosos: realizar um remake hollywoodiano da série.
A informação foi divulgada por Erik Barmack, Vice Presidente de conteúdo original da Netflix, durante entrevista ao Vulture.
“Estamos discutindo atualmente se devemos pegar o roteiro e copiá-lo linha por linha, ambientando-o nos Estados Unidos. Existe algo tão único na série, ao redor daquele assalto, daqueles personagens com nomes de cidades, no humor… Estamos analisando com os executivos como vamos fazer, e se vamos fazer. O showrunner Álex Pina já comentou que deseja tornar o show mais ousado a cada ano. Então, ele cogita levar a trama para os Estados Unidos, tentar roubar o Fort Knox. Adorei a ideia. Ia ser incrível.”, ele afirmou.
Será que existe a necessidade de um remake norte-americano?
A 3ª parte estreia em 2019. A emissora Antena 3, responsável pela produção dos episódios originais, anunciou os retornos de Álvaro Morte (O Professor), Úrsula Corberó (Tóquio), Alba Flores (Nairobi), Miguel Herrán (Rio), Jaime Lorente (Denver), Esther Acebo (Mónica Gaztambide)… e Pedro Alonso (Berlim).
Oito ladrões se trancam com reféns na Casa da Moeda da Espanha. Seu líder manipula a polícia para realizar um plano. Será o maior roubo da história, ou uma missão em vão?
‘Vingadores: Ultimato’ promete se tornar um marco para os cinemas e para as bilheterias.
Segundo o Deadline, o novo filme da Marvel Studios já soma US$ 120 milhões nas pré-vendas nos EUA e deve arrecadar mais de US$ 300 milhões em sua abertura nos EUA, tornando-se a maior estreia da história no país.
Para comparação, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ fez US$ 258 milhões em sua abertura em 2018.
A previsão inicial é que Ultimato abriria com US$ 282 milhões.
Mundialmente, analistas indicam que o filme pode abrir com US$ 840 milhões.
‘Vingadores: Ultimato’ chega aos cinemas brasileiros em 25 de Abril de 2019.
A CW divulgou as imagens do último episódio de ‘Arrow‘, que trará o surpreendente retorno de Moira Queen ao lado de Felicity e Mia Smoak no que aparece ser o funeral de Oliver.
Intitulado ‘Fadeout’, o episódio também mostrará a reunião do Team Arrow com amados personagens, como Roy Harper, Barry Allen, e Sara Lance, além de outros rostos conhecidos.
Confira:
Vale lembrar que a 8ª temporada de ‘Arrow‘ já está em exibição na CW. A emissora divulgou que produção será encerrada no dia 28 de janeiro, com um episódio duplo.
Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.
A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.
No próximo ano, seremos brindados com ‘Halloween Kills‘, sequência de uma das mais importantes franquias do gênero terror, responsável por criar o subgênero do slasher. O novo Halloweenserá o 11º primeiro filme feito nesta série cinematográfica, chegando exatamente 43 anos depois do filme original, comandado por John Carpenter. Nem é preciso falar da influência que a obra de 1978 tem e o quanto isso faz do novo longa um dos mais esperados de 2021.
Pensando nisso, decidimos voltar no tempo e relembrar para vocês (ou contar pela primeira vez), as maiores curiosidades sobre Halloween – A Noite do Terror (1978), filme que começou tudo. Então, vem com a gente nesta jornada ao lado de Michael Myers, Laurie Strode, Dr. Loomis e o dia das bruxas de Haddonfield, Chicago.
Diretor
John Carpenter tinha 30 anos na época do lançamento do primeiro filme. Halloween foi seu terceiro filme para o cinema, depois da ficção cômica Dark Star(1974) e o thriller criminal Assalto à 13ª DP (1976). Carpenter foi o compositor da famosa trilha sonora do filme – que viria a se tornar uma das marcas registradas da franquia. A trilha foi composta utilizando a rara marcação de tempo 5/4. O diretor aprendeu este ritmo com seu pai. Carpenter compôs a música em 4 dias.
O diretor se sentiu intimidado por Donald Pleasence, que vive o herói Dr. Loomis. Carpenter era fã de Pleasence, o ator mais velho e experiente de seu elenco. Depois da experiência de trabalharem juntos pela primeira vez, os dois se tornaram grandes amigos e Pleasence participaria de mais dois filmes de Carpenter: Fuga de Nova York (1981) e Príncipe das Sombras (1987).
Como o filme foi escrito por Carpenter e sua parceira profissional Debra Hill (falecida em 2005 aos 54 anos), Carpenter ficou responsável pelos discursos do Dr. Loomis, enquanto Hill escreveu a maioria dos diálogos de personagens femininas.
Carpenter serve como a voz de Paul, o namorado de Annie, no telefone.
A Máscara do Maníaco
A máscara branca com cabelo se tornou icônica para o terror, associada imediatamente a Michael Myers. Porém, o que poucos sabem é a origem desta máscara. Devido ao orçamento bastante apertado, a produção desembolsou a “fortuna” de US$ 2 para que fosse comprada a máscara mais barata. Assim, compraram uma máscara do Capitão Kirk (William Shatner) da série Jornada nas Estrelas(Star Trek) e a pintaram de branca. O próprio Shatner só veio a descobrir esta curiosidade muitos anos depois e se disse honrado pela “homenagem”.
Os Nomes
Poucos sabem, mas Michael Myers recebeu este nome devido ao distribuidor europeu do filme anterior de John Carpenter, Assalto à 13ª DP (1976). O diretor resolveu fazer esta espécie de homenagem ou desejo de agradecimento estranho para o sujeito de mesmo nome. Já imaginou batizar um dos maiores assassinos do cinema com seu nome?
Já Laurie Strode, segundo confessou a produtora e roteirista Debra Hill, foi batizada com o nome da primeira namorada de John Carpenter.
Filme Independente Mais Rentável
Halloween teve um orçamento de US$300 mil e arrecadou em bilheteria US$ 47 milhões nos EUA. Se formos ajustar para os valores de inflação atuais, isso seria algo perto dos US$ 150 milhões, o que faz do filme um dos independentes mais rentáveis da história. Posto este, o de terror independente mais rentável do cinema, o qual manteve até a estreia de A Bruxa de Blair(1999).
Halloweenfoi filmado em 20 dias, durante a primavera de 1978.
A Forma
O ator Nick Castle é o intérprete de Michael Myers. Ele foi convidado pelo próprio Carpenter para viver o maníaco. Depois do primeiro filme, Castle nunca mais vestiu a máscara do assassino e não viveu Myers nas continuações. Isto é, até Halloween (2018), no qual Castle irá reprisar pela primeira vez o icônico psicopata de sua carreira. Ele também estará no vindouro Halloween Kills (2021)
Michael Myers mata cinco pessoas (sua irmã Judith, o motorista de caminhão, Lynda, Annie e Bob) e um cachorro neste filme.
Um Outro filme
No roteiro original de Halloween, escrito pelo próprio John Carpenter, em parceria com Debra Hill, o título seria ‘The Babysitter Murders’, ou ‘Os Assassinatos das Babás’. Além disso, o filme traria o terror durante alguns dias e não apenas numa única fatídica noite – do dia das bruxas – que viria a ser continuada na sequência Halloween II(1981).
Halloween ainda é considerado um dos filmes mais assustadores já feitos. O filme se passa na fictícia cidade de Haddonfiled, Illinois.
O crítico Gene Siskel, falecido em 1999, aos 53 anos, revelou numa entrevista em 1996 que Halloween era um dos filmes mais assustadores que já havia assistido. E que ficou tão impressionado quando saiu do cinema que tomou um táxi para casa, apesar de morar a apenas alguns quarteirões do cinema. Quando chegou em casa, foi direto ao chuveiro puxar a cortina para ver se tinha alguém atrás.
Um ator experiente e veterano, Donald Pleasence, que vive o herói Doutor Loomis no filme (o único capaz de parar Michael Myers), recebeu US$20 mil por cinco dias de trabalho. Antes de contratar o ator, Carpenter chegou a sondar Peter Cushing (Star Wars) e Christopher Lee para o papel. Ambos recusaram. Depois, Lee disse que foi o maior erro de sua carreira.
Pleasence admitiu que o motivo pelo qual ele aceitou o papel do Dr. Loomis foi porque sua filha Lucy, que era música, adorou a trilha de Carpenter para Assalto À 13ª DP(1976). O ator viria a interpretar Dr. Loomis nos filmes Halloween 2 (1981), Halloween 4 (1988), Halloween 5 (1989) até sua morte no meio das filmagens deHalloween 6 (1995).
Este foi o primeiro filme da carreira deJamie Lee Curtis. Ela recebeu o cachê de US$8 mil pelo longa. Curtis é filha da atriz Janet Leight e do ator e cantor Tony Curtis. Das atrizes do elenco, ela era a única que realmente tinha a idade apresentada de sua personagem, com 20 anos na época do lançamento do filme. Apesar de ter sido o filme que deu o pontapé inicial de sua carreira, Curtis não foi a primeira opção para viver Laurie Strode. A atriz Anne Lockhart foi a primeira opção para o papel principal.
Ironicamente, Jamie Lee Curtis odiava filmes de terror, mas ficou famosa devido a eles, inclusive ganhando o título de Scream Queen, ou Rainha do Grito, por ter protagonizado tantos dentro do gênero. Depois de Halloween vieram: O Nevoeiro (1980), Baile de Formatura(1980), O Trem do Terror (1980), Jogos de Estrada (1981) e Halloween 2 (1981).
Antes da estreia de Halloween – A Noite do Terror, um livro foi escrito por Curtis Richards sobre a história. Nele, mais detalhes são revelados sobre a fúria de Michael Myers. No entanto, hoje em dia este livro é raríssimo.
As filmagens da sequência Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3: No Way Home)seguem a todo vapor na cidade de Atlanta e novas imagens dos bastidores estão circulando nas redes sociais e trazem Zendaya na escola.
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
Após o fracasso comercial de ‘Porta dos Fundos – Contrato Vitalício‘, os filmes estrelados por celebridades do YouTube pareciam estar condenados.
Porém, a youtuber Kéfera Buchmann provou que existe potencial no mercado para o sucesso dos profissionais da internet e ‘É Fada!‘ levou quase 2 milhões de espectadores aos cinemas em 2016.
Agora, o filme está fazendo sucesso na Netflix.
‘É Fada!‘ se tornou o quinto filme mais visto do catálogo do streaming.
Confira:
O longa é baseado no livro ‘Uma Fada Veio Me Visitar‘, da escritora Thalita Rebouças, e é dirigido por Cris d’Amato (‘S.O.S. Mulheres Ao Mar’).
Geraldine (Kéfera Buchmann) é uma fada que perdeu suas asas por utilizar métodos pouco convencionais em suas missões. Sua última chance para recupera-las será a missão Julia (Klara Castanho). Julia foi criada somente pelo pai, com muito amor e poucos recursos. Depois de anos, a mãe retorna e passa a questionar a educação de Julia. Eis que surge Geraldine para ajudá-la a vencer os preconceitos e estabelecer novas amizades. Mas Geraldine continua atrapalhada e Julia logo descobrirá que nem todas as fadas são iguais.
‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ será lançada em poucas semanas no Disney+, e a série ganhou um novo clipe com Jennifer Walters perguntando ao Bruce Banner se o Capitão América era virgem.
Lembrando que, nos quadrinhos, a Jen Walters vira uma Hulk após receber uma transfusão de sangue de seu primo, ninguém menos que Bruce Banner. A heroína precisa então conciliar a vida de combate ao crime com o trabalho de advogada.
Já a série deve mostrar uma origem diferente, mas com o mesmo resultado. Além disso, Banner será responsável pelo treinamento da prima.
A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.
“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes.Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Patrick Wilson falou sobre ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘ e sua estreia na direção. Ele também comentou que os filmes de terror funcionam melhor nas telonas.
“Vou tentar explicar qual é o nosso propósito principal, e eu falo isso como alguém que faz filmes para serem assistidos no cinema. Isso é o que eu faço. Isso é o que eu quero fazer. Não que eu não ame TV, minisséries e tudo o mais, mas sempre respondi melhor aos filmes na tela grande. Filmes de terror funcionam na tela grande melhor do que em qualquer outro lugar. Este gênero e esta franquia, da qual não tínhamos um capítulo novo há anos, então, se você vai fazer, se você vai… revivê-la ou olhar para ela com novos olhos, seria bom, em uma história que já trata de viagens no tempo… Se tivéssemos a família original de volta, qual seria a história?”, ele afirma.
Ele explica o estopim do novo filme:
“Eu queria destrinchar ou fazer referência ao final do segundo filme, e achei que dez anos era um bom lugar, na verdade, nove anos em sua vida cinematográfica, para voltar. Porque acho que você lidaria com o trauma de uma maneira diferente do que talvez a maioria das pessoas nos filmes teria feito, mesmo 10 ou 12 anos atrás. Acho que somos diferentes agora, então é por isso que fizemos.”, ele concluiu.
‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘ já está em exibição nos cinemas.
Dirigido e estrelado por PatrickWilson, a trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme, e voltará a seguir a família Lambert.
Confira o trailer:
Ty Simpkins e Rose Byrne também retornam como Dalton e Renai Lambert, respectivamente.
“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”
Em PÂNICO 7, quando um novo Ghostface aparece na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do serial killer mascarado. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar todos os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
» Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao ladotrœ de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
» Originalmente, ‘Pânico 7‘ serviria como a conclusão da narrativa da Sam Carpenter. O projeto, no entanto, teve que ser reformulado após a demissão da Melissa Barrera – que foi dispensada por apoiar a Palestina e pedir um cessar fogo na guerra contra a Israel;
» Com a saída de Barrera, Jenna Ortega confirmou que também não retorna para o próximo filme;
» O sétimo capítulo da saga voltará a focar na Sidney Prescott, interpretada pela já confirmada Neve Campbell, protagonista dos filmes originais;
» Kevin Williamson, criador da franquia e roteirista do primeiro, segundo e quarto filme, assumirá a direção pela primeira vez. Seu único crédito outro como diretor foi em 1999, no suspense ‘Tentação Fatal‘;
Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, desativou sua conta nas redes sociais após internautas resgatarem diversas postagens polêmicas da atriz, conforme reportado pela Variety.
A atriz Zoe Saldaña participou de uma sessão de perguntas e respostas em Londres na sexta-feira, e revelou que não apoia os tweets de Karla.
“Ainda estou processando tudo o que aconteceu nos últimos dias e estou triste. Isso me deixa muito triste porque eu não apoio [isso] e não tenho tolerância para nenhuma retórica negativa em relação a pessoas de nenhum grupo. Só posso atestar a experiência que tive com cada indivíduo que fez parte, que faz parte, deste filme, e minha experiência e minhas interações com eles foram sobre inclusão, colaboração e equidade racial, cultural e de gênero. E isso me entristece.”
Ela concluiu: “Me entristece que estejamos tendo que enfrentar esse revés agora. Mas estou feliz que vocês todos estejam aqui e que vocês ainda estejam aparecendo para Emilia porque a mensagem que esse filme tem é tão poderosa e a mudança que ele pode trazer para comunidades que são marginalizadas dia após dia é importante. E tudo o que posso atestar é que todos nós que nos unimos para contar essa história, nos unimos por amor, respeito e curiosidade, e continuaremos a espalhar essa mensagem. Isso é tudo o que podemos dizer agora. Obrigada.”
Antes de desativar a conta na manhã de sexta-feira, Gascón pediu desculpas pelas publicações ofensivas.
“Quero reconhecer a conversa em torno de minhas postagens anteriores nas redes sociais que causaram mágoa. Como alguém em uma comunidade marginalizada, conheço muito bem esse sofrimento e lamento profundamente aqueles a quem causei dor. Durante toda a minha vida, lutei por um mundo melhor. Acredito que a luz sempre triunfará sobre a escuridão.”
Vale lembrar que, recentemente, o diretor francês Jacques Audiard, que comandou ‘Emilia Pérez‘, também causou polêmica ao afirmar que “o espanhol é uma língua de países modestos, de países em desenvolvimento, dos pobres e migrantes”.
Mesmo em meio as polêmicas, ‘Emilia Pérez’ conquistou treze indicações ao Oscar, incluindo uma indicação de melhor atriz para a espanhola Karla Sofía Gascón.
Segundo a Variety, a estrela e à primeira atriz abertamente transgênero a ser indicada ao Oscar.
Este não é o primeiro aceno histórico de Gascón nesta temporada de premiações: ela se tornou a primeira mulher transgênero a ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Cannes, além de ser a primeira mulher trans indicada para atuação no Globo de Ouro.
No Brasil, o filme será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro.
“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.
O Universo teria uma continuidade expressiva nos cinemas e traria de volta as clássicas narrativas de monstros exploradas no começo do século passado – incluindo ‘A Noiva de Frankenstein’ com Angelina Jolie atada no papel principal, uma versão de ‘O Homem Invisível’ com Johnny Depp e uma possível continuação de ‘A Múmia’ com Tom Cruise e Russell Crowe (que interpretou o temível Dr. Jekyll no longa-metragem em questão). Entretanto, todos os planos foram por água abaixo e o panteão sombrio foi colocado em suspensão por tempo indeterminado.
Após o fracasso gigantesco de ‘A Múmia‘, estrelado por Tom Cruise, a Universal resolveu repaginar o que tinha em mente e reconectar tudo em uma esfera cinematográfica diferente do que iríamos ver – novas histórias e personagens que fariam parte do cânone monstro.
O primeiro deles, ‘O Homem Invisível’ (protagonizado por Elizabeth Moss), se tornou um sucesso de público e crítica. Mesmo com a crise do Coronavírus afetando os cinemas, ‘O Homem Invisível’ conseguiu arrecadar US$ 134 milhões pelo mundo, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.
Com roteiro deRobbie Thompson, produtor executivo de ‘Supernatural‘, o longa mostrará um grupo de adolescentes que descobre que o vizinho está construindo um monstro com pedaços de cadáver. Quando o monstro foge, o terror corre solto.
Segundo o THR, a trama utilizará elementos clássicos do Universo de Monstros mas trará uma abordagem moderna.
James Wan não vai dirigir, mas vai produzir através da sua empresa Atomic Monster.
Baseada no romance homônimo de Mary Shelley, a história já foi adaptada inúmeras vezes para as telonas.
Por enquanto, o Dark Universe permanece sem grandes novidades.
Juntar em um roteiro e narrativa algo inteligente e interessante não é pra qualquer produção. Por isso, fizemos um poderosa lista abaixo com obras que ficaram marcadas na sua memória:
Puan
Na trama, conhecemos Marcelo (Marcelo Subiotto), um conceituado professor de filosofia de uma Universidade pública de Buenos Aires que vê uma oportunidade de assumir a chefia do departamento ao qual pertence após o precoce falecimento de seu mentor. Só que a chegada de um outro professor, o super carismático Rafael (Leonardo Sbaraglia), acaba frustrando seus planos ao mesmo tempo que sua vida pessoal e as escolhas que eram certas para toda uma vida começam a ir ladeira abaixo.
Assassino por Acaso
Na trama, conhecemos Gary Johnson (Glen Powell), um professor de uma universidade norte-americana, pacato e tímido, que durante a outra parte de seu dia trabalha para a polícia, se tornando um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Se fazendo de matador de mentira, com o objetivo de prender quem o procura, certa vez acaba se envolvendo com uma cliente, fato que o faz balançar na linha tênue entre a lei e a criminalidade.
Na trama, conhecemos Evan (Ashton Kutcher), um jovem já perto da fase adulta que ao longo de sua vida manifesta falhas de memórias sempre em momentos de alto estresse. Certo dia, por meio de diários que escrevia, consegue voltar no tempo para momentos em que nunca pensara mais encontrar. Buscando consertar determinadas situações traumáticas no passado, acaba criando novas variáveis tão ou mais complicadoras, muitas dessas que envolvem a vida de seu grande amor Kayleigh (Amy Smart).
A Natureza do Amor
Na trama, conhecemos a professora Sofia (Magalie Lépine Blondeau), uma mulher inteligente, na casa dos 40 anos, que está em um relacionamento frio com o namorado Xavier (Francis-William Réaume). Certo dia, conhece o atraente Sylvian (Cardeal Pierre-Yves), responsável pela reforma de sua casa de campo. Mesmo sendo completamente diferentes, logo uma paixão intensa acontece entre os dois mas aos poucos a protagonista embarca em dolorosas incertezas.
Na trama, conhecemos Paul (Nicolas Cage), um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viralizando após um artigo ser publicado. A peculiar situação mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.
Na trama, numa distopia futurística onde, após uma enorme tragédia, o ocidente trava uma guerra contra a inteligência artificial. Nesse contexto, conhecemos Joshua (John David Washington), um soldado que após um enorme trauma envolvendo sua esposa no seu passado, é chamado de volta para a ação com o objetivo de encontrar e eliminar um inteligente e desconhecido arquiteto que possui em suas experiências o projeto de uma arma poderosa.
Na trama, conhecemos um anjo chamado Damiel (Bruno Ganz) e outro chamado Cassiel (Otto Sander) que passeiam por uma Berlim do lado ocidental, friorenta, ao lado de outros iguais, observando o cotidiano dos mortais que não podem lhe enxergar. Damiel está no limite, de saco cheio da vida eterna. Seu maior desejo é se tornar um humano mortal algo que só cresce quando se apaixona por uma trapezista de circo chamada Marion (Solveig Dommartin).
Na trama, conhecemos Laura (Seidi Haarla), uma estudante finlandesa que mora em Moscou e se vê desolada com o não avanço amoroso na relação de uma amizade colorida de longa data. Se sentindo sozinha e deslocada com um alguém que não quer compromisso sério com ela, resolve embarcar sozinha, numa viagem de quase 2.000 Kms, de Moscou até Murmansk, lá perto da fronteira com a Finlândia e a Suécia. Durante a viagem, ela precisa dividir o pequeno vagão do trem com Ljoha (Yuriy Borisov), um atrapalhado mineiro russo que está indo à trabalho para o mesmo destino dela. Assim, essas duas almas entrarão em conflitos mas também observarão conexões que podem fazê-los entender um pouco mais sobre a vida.
Na trama, conhecemos Dom (David Jonsson) e Yas (Vivian Oparah), dois jovens que se encontram de forma inusitada, numa galeria de arte e resolvem sair daquele lugar e irem andando pela cidade onde moram. Aos poucos vamos conhecendo essas duas almas. Dom é um jovem desiludido, até mesmo depressivo, abalado profundamente pelo término de um relacionamento onde descobriu por meio de uma foto que seu melhor amigo o estava traindo com sua namorada. Contador de profissão, tem uma paixão por música. Já Yas é super alegre, com uma energia contagiante. Ela tem o sonho de ser figurinista e também está passando por um recente término de relacionamento com feridas ainda em aberto. Essas duas almas vão buscando entender um ao outro enquanto se conhecem melhor.
Na trama, conhecemos Alice (Bárbara Lennie, simplesmente fabulosa no papel) uma investigadora muito inteligente, que está em um momento conturbado no relacionamento com o marido, e resolve aceitar uma investigação de um crime em um hospital psiquiátrico. Para tal, resolve inventar uma personagem com determinado sintoma (aqui, a paranoia) e se internar por livre e espontânea vontade. Durante sua estadia nesse lugar, investigando de perto médicos e pacientes, passará por situações onde descobrirá segredos que aos poucos vão colocando tudo que ela própria pensa em xeque.
Sim, a indústria do cinema é cruel com seus veteranos. Com as mulheres ainda mais, porém, astros como Robert De Niro, Al Pacino e Anthony Hopkins tampouco encontram alívio nesta fase de suas carreiras. Em geral a sociedade privilegia os jovens. No mundo do entretenimento, pouco são os artistas que se aposentam. Os que continuam ativos na terceira idade, se adequam a uma nova realidade. Nada de errado nisso, já que a juventude gosta de se ver em cena, e se identificam com os nomes quentes do momento. Afinal era isso exatamente o que fazíamos nesta idade. Para os adultos, filmes adultos, obras maduras. Menos espaço.
Não é dizer que não exista papel para tais atores. Bons papeis são outros quinhentos. E quando surgem, precisam ser enaltecidos. É exatamente este o caso com A Esposa, filme dirigido pelo sueco Björn Runge, que traz um dos grandes desempenhos da carreira da veterana Glenn Close. De fato, como dito pela própria, o projeto demorou 14 anos para sair do papel. Baseado no livro de Meg Wolitzer, o longa vem colocando o nome da atriz nos holofotes e depois do último Globo de Ouro (no qual venceu na categoria de drama), Close finalmente pode surgir como favorita no Oscar – e deixar para trás a maré de azar que já dura seis indicações sem vitória.
Este, no entanto, não é o caso de “premiar a veterana pelo conjunto da obra”. Nada de piedade ou solidariedade aqui. Close faz por merecer e entrega uma das performances interiorizadas mais soberbas dos últimos anos. Na trama, a atriz vive Joan Castleman, a fiel esposa de um erudito escritor – papel de Jonathan Pryce (outro veterano ganhando sobrevida). Quando o sujeito recebe seu tão almejado prêmio Nobel de literatura, cabe à escudeira seguir a seu lado para receber as honrarias na Europa. Nesta jornada, o roteiro vai revelando aos poucos, mais sobre quem verdadeiramente são essas pessoas além de marido e mulher vivendo felizes para sempre – e para que tudo se esclareça, flashbacks sobre o início do relacionamento na juventude também entram em cena. De forma inteligente, estas peças se encaixam e montam toda a base para que recapitulemos com outros olhos tudo o que vimos até então.
O arco da protagonista é igualmente interessante, e a forma como Close a desempenha é pura aula de interpretação. É ver um artista no topo de seu jogo, dando tudo de si e mostrando o que sabe. Simplesmente edificante. Joan, que sempre viveu na sombra do marido, compreensiva e incentivadora, recebe do companheiro todas as homenagens imagináveis em seus discursos de agradecimento. Mas por que ela parece tão inquieta quanto a isso? Por que seu semblante se fecha a cada dedicatória? Sim, esta é uma trama mais complexa do que aparenta, assim como os psicológicos de seus protagonistas. A Esposa é 45 Anos(de Andrew Haigh) com reviravoltas em seu roteiro.
Enquanto Jonathan Pryce é pura explosão em seu retrato do egocêntrico autor, Close corre pelo outro espectro, ficando talvez com a parte mais difícil e não reclamando disso. De frustração em sua carreira, a atriz não carrega nada. Esta não é uma atuação rancorosa em busca de prêmios. É o trabalho grandioso de uma talentosa intérprete, como se fosse seu primeiro grande papel. A leveza e falta de maneirismos (do tipo “olhem, estou atuando”) da performance é o que mais a faz sobressair, criando um intenso ar naturalista.
A Esposa delineia bem seus atos, criando igualmente um exemplo de narrativa eficiente. Sim, é um filme de atores, mas também não desperdiça todo o resto. Na primeira etapa, se comporta como um drama comportamental, descortinando um relacionamento de décadas, assim como o citado filme com Charlotte Rampling fez em 2015. No segundo trecho, percebemos o conflito e que algo está errado. Damos voz para a esposa – sempre nas sombras – e vemos através de seus olhos que tal posição não é mais confortável (ou talvez nunca tenha sido). No terceiro ato, a erupção e as incríveis revelações – muitas das quais nos pegam completamente desprevenidos. Tais reviravoltas podem vir a incomodar alguns, mas fazem todo sentido dentro do proposto.
A Esposa é melancólico, representativo e sim, trata de abuso passivo de uma forma digna de ser discutida. Dá voz e empodera a mulher, mesmo que tenha passado grande parte da vida inerte. Mas igualmente é humano e emotivo, chegando a causar aquele famoso nó na garganta em seu encerramento. O longa apenas reforça o quão falhos são seres repletos dos mais diversos sentimentos e sensações, por mais que queiramos controlá-los e mecanizá-los num mundo correto. Seria ir contra a natureza.
O que está acontecendo com o cinema? É inegável que as coisas não estão fluindo como antigamente, e o tema é tópico de estudo de analistas especializados na área. As explicações mais plausíveis são a consolidação dos streamings como principal forma de consumo de filmes e a pandemia. Muitos podem pensar que a vida já voltou ao normal e que a pandemia ficou para trás – e bem, para diversos mercados isso é verdade, mas não para as salas de cinema. Além de muitas terem fechado na época, grande parte do público desde então parece ter abandonado o hábito de frequentá-las.
Quando falamos nas gerações mais novas, falamos em uma geração de consumo rápido, de mídias como as redes sociais em que os vídeos duram minutos ou segundos. Essa geração parece sem paciência de encarar duas ou três horas sentados em uma sala escura assistindo a filmes. Em casa, no streaming, existe a opção de parar e continuar depois; e com as séries (extremamente populares também) os episódios duram no máximo uma hora.
Toda esta introdução para chegarmos no tema desta matéria. Aqui iremos justamente apresentar um dos maiores exemplos da má fase dos filmes nos cinemas – as franquias bilionárias do passado, que atualmente não conseguem mais render o mesmo valor. É claro que pode ser o caso de o filme não corresponder à expectativa do público, afinal ainda temos exemplares como ‘Homem-Aranha’, ‘Avatar’, ‘Top Gun’ e ‘Barbie’ que se tornaram extremamente populares e bem-sucedidos nas bilheterias. Seja como for, as análises continuam. Confira abaixo as franquias decadentes da atualidade.
‘Aquaman’ pode se gabar de ter sido a única franquia dentro do DCEU a atingir a marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial. A façanha aconteceu em 2018 com o primeiro filme, quando este universo confeccionado por Zack Snyder já havia cambaleado algumas vezes. Nem mesmo os filmes dos heróis combinados (‘Batman vs Superman’ e ‘Liga da Justiça’) renderam o que o filme solo do rei dos sete mares conseguiu.
Por isso a expectativa era grande quando ‘Aquaman 2’ foi lançado no fim de 2023. Infelizmente a sequência não conseguiu render nem mesmo a metade do feito anterior. Mas aqui podemos colocar um grande asterisco, pois o fim do DCEU já havia sido anunciado e os fãs não sentiram vontade de comparecer a um navio afundado. Agora a expectativa é para o novo DCU, de James Gunn.
Não foi só a DC que viu uma franquia bilionária morrer na praia. A rival Marvel sentiu na pele o dinheiro descendo pela privada de uma de suas franquias mais promissoras. Apesar de certo hate de machistas e misóginos na época em que foi lançado, ‘Capitã Marvel’ – primeiro filme solo de uma heroína da Marvel – atingiu a impressionante marca de US$1 bilhão em bilheterias mundiais. Por ser uma personagem extremamente poderosa e marrenta, a heroína logo caiu nas graças dos fãs e se tornou a esperança contra o vilão Thanos.
Ao invés de tirar do papel um ‘Capitã Marvel 2’, o estúdio achou por bem incluir duas outras personagens representativas do estúdio, e terminou por chamar a continuação de ‘As Marvels’. Para os fãs, isso talvez tenha diminuído a importância da heroína, já que o filme poderia se chamar ‘Capitã Marvel 2 – As Marvels’, ou algo do tipo, e trazer as outras duas heroínas como coadjuvantes, afinal essa era uma franquia de Brie Larson.
Ao dividir espaço com Kamala Khan (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris), a protagonista acabou eclipsada e o filme se tornou mais leve e infantil – além de tudo obrigando os espectadores a conhecer quem eram as outras duas, saídas de seriados da Disney+ (que por bem ou por mal diluíram a qualidade dos produtos da casa). O resultado foi um dos piores desempenhos de uma obra do MCU de todos os tempos, sequer conseguindo se pagar, e colocando um fim na esperança de ver a Capitã carregando um novo filme solo.
Quando começou sua jornada nas telonas, ‘Velozes e Furiosos’ era um filme de ação mediano, que focava em rachas de carro e fez US$200 milhões nas bilheterias mundiais, o que não é nada mal. A partir do quinto filme, com a entrada de The Rock, a bilheteria mundial deu um pulo para US$626 milhões e no sexto pulou mais uma vez para US$788 milhões. Essa crescente não parou mais e com a chegada do sétimo filme, que marcou a despedida do saudoso Paul Walker, a franquia se tornaria bilionária, com o primeiro filme da saga a atingir US$1 bilhão em bilheteria mundial.
O oitavo seguiu pelo mesmo caminho e não tirou o pé do acelerador continuando na absurda marca. O nono episódio sofreu com a pandemia e com o fato de ter se tornado ridículo demais (com carros no espaço), mas ainda assim rendeu US$700 milhões. O décimo, que seria o começo da despedida, contou com o maior número de astros possível, e era esperado bater US$1 bilhão novamente, coisa que não ocorreu – terminando novamente com US$700 milhões. Não chega a ser um flop, mas com tamanho investimento, esperava-se mais no resultado.
A franquia dos robôs gigantes baseados numa linha de brinquedos dos anos 80 já chegou chutando a porta com os dois pés, numa produção de Steven Spielberg que rendeu US$700 milhões lá em 2007. O segundo filme aumentou a aposta com mais de US$800 milhões. Porém, o fenômeno ocorreria com o terceiro, de 2011, que ultrapassou a marca de US$1 bilhão mundial. Ou seja, para os que se perguntam por que continuam fazendo mais filmes de robôs destruindo tudo, aí está a resposta. Dinheiro. Quem não gosta?
O quarto filme de 2014 seguiu mantendo o nível, mas a franquia escorregaria no quinto, de 2017, que foi o menos rentável na época, com US$600 milhões mundiais. O público reclamava da falta de qualidade. O derivado ‘Bumblebee’ e o recente ‘O Despertar das Feras’ não conseguiram colocar as coisas nos trilhos. Será que os fãs finalmente cansaram? Esse ano a franquia terá sua primeira animação nas telonas, veremos se irá recuperar a forma. O que você acha?
Quando a franquia ‘Harry Potter’ chegou ao fim em 2011, os fãs ficaram órfãos de histórias de fantasia e aventura infanto-juvenis, e Hollywood começou a ofertar tudo quanto é tipo de produto na mesma linha, desde ‘Dezesseis Luas’, ‘Os Instrumentos Mortais’, ‘A Hospedeira’, ‘Academia de Vampiros’ e ‘Eu Sou o Número Quatro’ – nada fez sucesso. Mas no fim do túnel surgiu uma luz com a estreia de ‘Jogos Vorazes’, o maior sucesso do gênero desde o fim da saga do bruxinho.
Apesar de ser mais pesada, séria e adulta, a franquia futurista distópica arrastou multidões para os cinemas e fez da protagonista Jennifer Lawrence uma estrela de renome mundial. O primeiro filme, logo de cara, fez quase US$700 milhões. Se formos analisar literalmente, nenhum dos filmes da franquia de fato atingiu a marca de US$1 bilhão, mas certamente todos combinados ultrapassaram isso. O segundo foi o que chegou mais perto com quase US$900 milhões.
Seja como for, nenhum dos quatro longas da saga original arrecadou menos de US$600 milhões mundiais. Por isso, existia certo receio com a estreia de um quinto ‘Jogos Vorazes’, desta vez apelando para uma prequel e sem a presença de J-Law. O resultado, de certa forma esperado, foi a menor arrecadação a franquia, com menos de US$400 milhões mundiais – e nem mesmo a presença de gente como Viola Davis e Peter Dinklage foi capaz de dar um up nas coisas.
Infelizmente, a franquia do maior arqueólogo da sétima arte foi mais uma a sofrer com a baixa bilheteria no ano passado. Bem, baixa para os padrões da franquia, pois para muitos outros filmes esses valores seriam muito bem-vindos. Mas nada existe no vácuo e tudo precisa de um contexto. Sendo assim, precisamos começar dizendo que ‘Indiana Jones’ foi um dos primeiros blockbusters da história, lá em 1981, saído da mente dos gênios da época George Lucas e Steven Spielberg. O filme arrecadou quase US$400 milhões mundiais, o que para aquela época era um valor sem precedentes.
O segundo filme decaiu um pouco, mas sem perder o rebolado, enquanto o terceiro (e por um bom tempo o encerramento da trilogia) ultrapassou esse valor, chegando quase a meio bilhão. É aquela história, se formos analisar afinco, nenhum dos filmes chegou à marca do bilhão, mas a trilogia original junta passa desse valor. Quase vinte anos depois o quarto e tardio filme se tornaria o mais rentável em novos tempos, com quase US$800 milhões em caixa. Desta forma, surgiu como uma enorme decepção ‘A Relíquia do Destino’, que retornou aos valores lá dos primeiros filmes, com menos de US$400 milhões mundiais.
Tudo bem, aqui muitos podem chiar e dizer que ‘Lightyear’ não faz parte da franquia ‘Toy Story’. É verdade. Mas esse foi seu primeiro derivado oficial – tendo como protagonista o astronauta verdadeiro que inspirou o boneco Buzz Lightyear. E bem, podemos dizer que seu resultado ficou muito aquém dos demais filmes em que o personagem, na forma de boneco, aparece. Veja só essa trilha de sucesso. O original de 1995 somou quase US$400 milhões mundiais, enquanto a primeira continuação, de 1999, somou quase US$500 milhões.
Porém, o que ninguém imaginava aconteceu, os inesperados filmes três e quatro, que muitos julgavam desnecessários, foram os mais rentáveis da franquia, com ambos ultrapassando a marca de US$1 bilhão em bilheterias mundiais. Sorte igual não teve o “primo-pobre” ‘Lightyear’, com somente US$226 milhões mundiais – um valor bem baixo para a marca. E que venha ‘Toy Story 5’, por favor.
‘Matrix’ é outra franquia – ou devemos dizer trilogia na época – da qual nenhum exemplar ultrapassou especificamente a marca do bilhão, mas que com todos os três filmes juntos, aí sim temos uma fortuna bilionária para o estúdio. O primeiro e o terceiro ultrapassaram a marca de US$400 milhões mundiais e o segundo chegou perto dos US$800 milhões, sendo o mais rentável até então. Assim, existia uma ponta de esperança que a sequência legado de 2021 pudesse despertar novamente o interesse do público pelo mundo de Matrix. Porém, o filme alienou os fãs com sua história de metalinguagem, em que realidade e ficção se confundem. Fora isso, o longa teve o azar de bater de frente com ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ e ser lançado no mesmo dia na HBO Max. Resultado: ‘Matrix 4’ não conseguiu sequer US$200 milhões mundiais. E ainda querem fazer o cinco…
Mais um caso chegando agora na lista onde o fracasso não está diretamente ligado à uma franquia principal bem-sucedida e sim ao seu derivado. É inegável que ‘Harry Potter’ é um tremendo sucesso, uma franquia onde, de seus oito filmes, dois passaram a marca do bilhão e todos os outros chegaram bem perto disso. Essa é uma franquia em que a arrecadação mundial de todos os longas chega perto dos US$8 bilhões. Já imaginou? Se mais um Harry Potter fosse lançado, certamente chegaria à marca do bilhão.
Isso foi tentado de certa forma com o derivado ‘Animais Fantásticos’, cujos filmes foram decaindo até o cancelamento da ideia. O primeiro ficou na casa dos US$800 milhões, enquanto o segundo já caiu para US$600 milhões. A queda que cimentou o fracasso foi a do terceiro filme, com US$400 milhões mundiais, o valor mais baixo do universo bruxo nas telonas, com ‘Os Segredos de Dumbledore’.
É natural que uma franquia aumente sua arrecadação gradualmente a cada novo episódio. Bem, isso é o esperado ao menos, e o motivo de os estúdios investirem tanto em sequências. É o que acontece por exemplo com ‘John Wick’, a franquia de ação número 1 no mundo na atualidade – a cada exemplar superando o valor em bilheteria do anterior. Com ‘Missão Impossível’, capitaneada pelo astro Tom Cruise as coisas iam bem assim também. Do primeiro de 1996 para o segundo de 2000, o pulo foi de US$100 milhões.
Com a chegada do quarto, os valores aumentaram novamente para quase US$700 milhões mundiais, mantido pelo quinto. Já o sexto realizou a proeza de elevar a franquia para valores mundiais perto dos US$800 milhões. A escalada parecia certa para o eventual sétimo longa, ainda mais depois do sucesso bilionário que foi ‘Top Gun Maverick’. Mas ‘Missão Impossível’, por mais fãs que tenha, provou que não é ‘Top Gun’, ao menos nas bilheterias, caindo novamente para a marca de menos de US$600 milhões.
Para qualquer outro filme a marca de meio bilhão seria impressionante, mas para ‘Missão Impossível’ esperava-se mais. Claro que custou muito o fato de ter ficado bem no meio do “Barbenheimer”. Seja como for a redenção pode ser o oitavo filme, a ser lançado em 2025.
O primeiro episódio será lançado no dia 2 de novembro.
Produzida pela Universal Cable Productions, a série será exibida pelo Amazon.
A série dramática é uma adaptação do fictício podcast homônimo. Na versão original, a narrativa é conduzida através de ligações, conversas e sessões de terapia.
O podcast, produzido pela Gimlet Media, conta com Catherine Keener como uma assistente social em uma unidade secreta do governo, David Schwimmer, como seu chefe, e Oscar Isaac, que vive um soldado em busca de uma vida mais pacata e normal.
Roberts irá interpretará o papel de Keener. O roteiro e a produção de ‘Homecoming’ ficará a cargo do próprio Sam Esmail, criador de ‘Mr. Robot‘.
“Eu realmente gostei do trabalho do Jordan Peele até o momento. Tenho total confiança que esse remake está nas mãos certas. Não posso dizer muito sobre isso, mas acredito que os fãs ficarão felizes.”
Ele completa, “Não posso entrar em detalhes, porque quero que seja uma surpresa, mas [Yahya Abdul-Mateen II] não irá [me] substituir.”
Lakeith Stanfield está em negociações para interpretar o protagonista, que será obcecado pela lenda do Candyman. Teyonah Parris também está em negociações, para viver sua namorada.
Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘), que também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.
Nia DaCosta será responsável pela direção.
“O filme original foi um marco para a representação negra no gênero terror,” disse Peele em uma declaração. “Ao lado de ‘A Noite dos Mortos-Vivos’, ‘Candyman’ foi uma enorme inspiração para mim como cineasta – e ter um novo talento como Nia comandando esse projeto é verdadeiramente emocionante. Estamos honrados por trazer o próximo capítulo da franquia à vida e ansiosos para apresentar às novas audiências a lenda de Clive Barker.”
Estrelado por Tony Todd (‘Premonição‘), o filme original segue a história de uma estudante de pós-graduação, Helen Lyle, que está escrevendo uma pesquisa sobre lendas e mitos locais em Chicago. Ao pesquisar sobre o projeto, ela conhece Anne-Marie McCoy, que conta sobre a lenda urbana do Candyman, um artista e filho de um escravo que teve sua mão decepada e foi assassinado pelo pai de sua amada. A lenda diz que ele aparecerá se você disser o nome dele cinco vezes na frente de um espelho.
‘O Mistério de Candyman‘ foi baseado em um conto do autorCliver Barker intitulado The Forbidden, que é uma das histórias de sua coleção de contos ‘Livros de Sangue‘.
O longa será lançado nos cinemas no dia 12 de junho de 2020.
O terror ‘Hunter’s Moon‘, estrelado por Thomas Jane (‘Do Fundo do Mar‘), ganhou trailer.
Confira:
O longa será lançado direto em DVD e VOD no dia 24 de março.
Quando seus pais saem da cidade, três adolescentes decidem fazer uma festa em sua nova casa de campo. Mas quando uma gangue de meninos perigosos da cidade, com intenções sinistras, aparece, as mulheres são forçadas a se defender não apenas do mal dentro de casa, mas também de um predador sedento de sangue que os caça um a um fora de casa.
Em entrevista ao Decider, o diretor Harry Bradbeer falou sobre uma possível sequência de ‘Enola Holmes‘, revelando já ter tido conversas sobre um novo filme.
“Tivemos algumas discussões [sobre uma sequência], mas não posso falar nada sobre isso. Acredito que nós iremos amar caso tivermos a chance [de fazermos outro filme].”
Ele completa, “Seria incrível fazer mais uns cinco filmes. Acredito que há histórias extraordinárias para serem contadas. O período em que a trama é ambientada é incrível. Seria legal ver nossos personagens brincando com novas engenhocas do início do século XX. Quem sabe quais outros desafios surgirão dessa época realmente agitada e produtiva.”
Recentemente, Millie Bobby Brown também expressou esperança por uma sequência:
“Eu estava tipo, ‘Oh, sim, vou fazer apenas um filme…’ e, então, assim que entrei no set e interpretei a [Enola], me apaixonei por ela, e ela se tornou parte do meu coração. Eu sempre disse que amava interpretar a Eleven [em Stranger Things], porque cresci com a personagem. Adoro poder interpretá-la continuamente, e com a série de livros Enola … Estou realmente otimista sobre o futuro. Estou ansiosa e [espero] voltar ao trabalho em Enola Holmes 2”, afirmou.
Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.
“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.
A nova versão, baseada no livro homônimo escrito pelo Stephen King, deve ser ambientada nos anos 80 e será mais fiel ao material de origem.
Além de dirigir, Fuller também será responsável pelo roteiro da nova adaptação.
Jason Blum, Vincenzo Natali e Steven Hoban serão os produtores.
Dirigido por John Carpenter, o longa de 1983 girava em torno de Arnie Cunningham, um cara tímido que compra a carcaça de um carro Plymouth Fury 1957 vermelho e se dedica febrilmente à sua restauração. No entanto, o carro tem consciência, além de um passado assassino, e começa a mudar a vida do jovem e de todos ao redor de formas mortais.
Dirigido por Stig Svendsen, o longa está sendo vendido como o primeiro filme de lobisomem da Noruega.
“Thale acabou de mudar com seus pais para uma cidade pequena após sua mãe ter conseguido um novo emprego na polícia local. Após um estudante ser brutalmente assassinado em uma festa que Thale compareceu, ela se torna a testemunha chave. O assassino foi um animal? Um lobo?”
Além de dirigir, Svendsen escreveu o roteiro ao lado de Espen Aukan.
Na Noruega, o longa será lançado no dia 18 de fevereiro. No Brasil, segue sem previsão.
O canal STARZ renovou oficialmente a série ‘The Serpent Queen‘, drama histórico estrelado pela Samantha Morton (‘The Walking Dead’), para a 2ª temporada.
Oito episódios foram encomendados para o próximo ciclo, que deve estrear apenas em 2023.
‘The Serpent Queen’ coloca uma reviravolta contemporânea na narrativa convencional para contar a história da ascensão de Catherine de Medici ao poder. Quando seu futuro se torna inesperadamente incerto, ela deve aprender em quem confiar – tanto entre os membros da corte quanto entre seus amigos -, enquanto enfrenta todos que subestimam sua determinação em sobreviver a qualquer custo.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de setembro.
A trama acompanha o ex-agente especial do Governo Americano Tim Ballard, que embarca em uma missão arriscada para resgatar crianças vítimas de tráfico infantil. Na Colômbia, Ballard decide deixar seu cargo no Governo para seguir em busca da quadrilha em sua jornada que, agora, se torna pessoal.
O site Empire Magazine divulgou uma nova imagem inédita da sequência ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘, que destaca o retorno do Michael Keaton como o icônico personagem titular.
Em entrevista ao site, o ator declarou: “Eu amo este filme. Não falo o suficiente sobre isso. Eu realmente amo isso. Não é fácil [retornar para este universo], mas acredito que fomos muito bem-sucedidos.”
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.
O longa será lançado na plataforma no dia 28 de março.
A pedido da mãe falecida (Connie Britton), uma jovem (Carson) embarca em uma viagem de autodescoberta para realizar uma lista de desejos que escreveu na adolescência. Nessa jornada complexa de amadurecimento, ela precisará enfrentar o luto e encontrar a coragem para voltar a curtir a vida.
Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Kayce Dutton (Grimes) se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.
O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.
O cartaz anuncia o décimo primeiro episódios da temporada, The Martian Chronicles, que vai ao ar no dia 06 de fevereiro. O episódio vai mostrar a luta de Kara e J’onn contra um terrível Marciano Branco, para salvar a vida de M’gann.
O astro Jason Momoa já começou a preparar os fãs para a versão de Aquaman que veremos no filme ‘Liga da Justiça’.
Segundo o ator, ele será bem diferente, o que pode desagradar alguns fãs mais apaixonados pelas versões originais. De acordo com Momoa, o herói ainda está em estágio inicial em relação à aceitação de suas raízes, sendo ainda relutante quanto a sua identidade e potencial heroico.
Disse ele:
“Ele não chega a ser o Aquaman pra valer ainda nesta fase. Ele não é o Rei dos Sete Mares. E nós só chegaremos lá em seu filme solo. E sério, isso tudo foi um grande crescimento para mim, pois será um excelente arco para o personagem Arthur Curry. Eu sei que deve ser um pouco mais complicado para muitos fãs assistirem a forma como irei retratá-lo, mas todos terão que esperar até chegarmos em seu próprio filme para desenrolar essa parte da narrativa. Aqui em ‘Liga da Justiça’, ele ainda não é o rei”.
Momoa também comentou sobre alguns conflitos que o herói enfrentou, que refletem na sua construção em ‘Liga da Justiça’:
“Ele não tem fé em si mesmo e não sabe de seu potencial e do que seus poderes são capazes de executar. Ele está enfrentando uma série de perdas, além de odiar o povo de Atlantis. O fato das pessoas o chamarem de ‘Aquaman’ também não é algo que ele goste. Ele não está nem aí para nada que seja vinculado a essa nação. Ele ainda não chegou aonde todo esperam”.
O elenco da comédia romântica ‘Podres de Ricos‘, protagonizada pela ótima Constance Wu (‘Fresh Off the Boat‘), fez um belo ensaio fotográfico para a revista The Hollywood Reporter.
Confira:
“Rachel Chu é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir ao casamento do melhor amigo, em Singapura, ele se esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro.”
Jon M. Chu (‘Truque de Mestre: O 2º Ato‘) dirige o filme, que é baseado no aclamado best seller homônimo de Kevin Kwan.
A terceira temporada de ‘Stranger Things‘ já é considerada um sucesso absoluto entre o público e a Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores, que apresenta os principais cenários do novo ciclo, mostrando detalhes meticulosos dos sets que ajudam a compor a narrativa.
Todo o passeio pelo estúdio é conduzido pelo próprio elenco da produção, que ainda revela pequenas curiosidades sobre os espaços apresentados.
Confira:
Confira o trailer:
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
A aclamada animação ‘O Estranho Mundo de Jack‘ ganhou uma nova linha de colecionáveis da marca Funko POP.
A coletânea de “cabeçudinhos” foi anunciada previamente em maio deste ano, mas só agora ganhou mais detalhes, além de várias novas imagens.
Confira:
Os colecionáveis ainda não estão à venda no Brasil, mas podem ser adquiridos na pré-venda nas lojas on-line do Walmart ou Entertainment Earth. Os valores variam de US$ 8,78 a US$34,99.
Lançado em 1993, o filme traz a história de Jack Esqueleto, um cidadão celebridade da cidade Halloween que simplesmente se apaixona pela magia do Natal, embora não entenda nada sobre a mensagem de união, paz e amor da data.
O mês de agosto se inicia neste domingo e assim como uma série de novos títulos chegam à grade de programação da Netflix, uma outra leva de produções será removida da plataforma de streaming.
E no dia 01 de agosto, mais de 50 títulos se despedem da grade de programação. Esta é a sua última chance de conferir filmes como ‘V de Vingança‘, ‘MIB:Homens de Preto‘, além de ‘Star Trek: Além da Escuridão‘.
E para você não perder tempo, separamos a lista completa de filmes e séries que serão retirados da plataforma da Netflix.
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