A Netflix vem se especializando em produzir documentários TRUE CRIME, apresentando ao mundo histórias impactantes e reais, repletas de questões que nos levam a um mergulho profundo em reflexões sobre o ser humano e a sociedade. É um caso mais chocante que o outro, nos levando muitas vezes a pensar: ‘Como isso é possível?’
O mais recente deles, Colisão: Acidente ou Homicídio? nos leva de volta até o caso de Mackenzie Shirilla, que ganhou notoriedade internacional após ser presa, acusada de jogar intencionalmente um carro contra uma parede no início de uma manhã, culminando em uma forte batida que matou os outros dois ocupantes do veículo.
Apresentando os fatos aos poucos – ação que deixa a narrativa mais envolvente -, vamos entendendo melhor os detalhes de uma acusação que, a princípio, parecia se tratar de um acidente, mas logo virou uma corrida por uma condenação por homicídio. Com a exposição de vídeos, mensagens e relatos de conhecidos, além das novas descobertas feitas pela polícia a cada dia, todo o panorama muda, nos conduzindo para um raio-x de uma personalidade egocêntrica.
Julho de 2022, Strongsville, Ohio. Mackenzie Shirilla tinha 17 anos e namorava Dominic, alguns anos mais velho. Os dois já viviam juntos e tinha um grupo de amigos com que sempre estavam – Davion era um deles. Em uma noite anterior regada à famosa droga que Mackenzie não escondia de ninguém o uso, os três se envolvem um trágico ‘acidente’ ao voltar para casa nas primeiras horas da manhã, com ela no volante. Somente Mackenzie saiu viva, levando a polícia a montar complicado quebra-cabeça para entender como– e o por quê – aquilo aconteceu.
Dirigido por Gareth Johnson, a narrativa – que segue a mesma fórmula de bolo de outras produções documentais – nos leva para um mar de argumentações com pessoas que conheciam a jovem condenada e as vítimas, voltando rapidamente no tempo através de fotos e vídeos para trazer uma contextualização bem objetiva sobre a personalidade dos envolvidos – principalmente a de Mackenzie.
Os depoimentos feitos por meio de entrevista são contraditórios, já que o lado das três famílias envolvidas são ouvidos. Aliás, a própria Mackenzie – já presa – dá seu relato, alegando que não lembra nada dos últimos segundos antes do acidente acontecer.
Colisão: Acidente ou Homicídio? busca a imparcialidade – característica importante de toda obra desse tipo – deixando o público desenvolver suas próprias reflexões. Através dessa tragédia, o documentário também abre espaço para bons debates sobre redes sociais, o uso descontrolado de drogas, além de colocar em evidência a importância da presença familiar nos limites necessários na educação.
Quando participou de E.T. – O Extraterrestre em 1982, um dos filmes mais amados da história do cinema, a então pequena e engraçadinha Drew Barrymore entraria para os anais da sétima arte como uma das sensações mirins dos anos 80. Hoje, ela é um dos maiores exemplos de carreiras começadas na infância que deram certo. Uma estrela estabelecida em Hollywood, dona de inúmeros sucessos e inclusive dona de sua própria produtora de cinema (que retém os direitos de franquias como As Panteras, por exemplo), além de ter se adaptado muito bem aos novos tempos na TV – seja através de parcerias frutíferas com a Netflix ou por ter criado seu próprio talk-show -, definitivamente Drew Barrymore é o que podemos citar como “power house” da indústria.
Existe, porém, um período sombrio na vida pessoal de Drew Barrymore, que refletiu em alguns de seus trabalhos. A ausência de uma figura paterna, e a criação de Jaid Mako (sua mãe) não exatamente exemplar (para dizer no mínimo), levaram a menina de então 9 anos de idade a iniciar um processo autodestrutivo ao ter contato com álcool e dois anos depois ingressar nas drogas. Some a isso a depressão, entradas e saídas de clínicas de reabilitação e a tentativa de suicídio aos 14 anos, fatos que fizeram de Drew Barrymore uma das jovens estrelas mais problemáticas de Hollywood. Em 1995, a atriz posaria para a revista masculina Playboy. Essa história, ainda bem, terminou de forma positiva, com Barrymore se reinventando aos novos tempos e hoje criando de forma própria e digna suas duas filhas.
Drew Barrymore já foi uma das jovens atrizes mais problemáticas de Hollywood, mas conseguiu dar a volta por cima.
No meio deste turbilhão pelo qual passou, mais precisamente no início dos anos 1990, Drew Barrymore saía da infância e mudava a imagem da criança fofinha de E.T. para a de uma jovem Femme Fatale. Nesse período, muitos produtores decidiram capitalizar em cima da imagem de Bad Girl conquistada pela atriz e a colocaram para estrelar longas provocativos e eróticos. Talvez o pontapé inicial e ápice deste momento em sua carreira seja o filme Relação Indecente (Poison Ivy no original – algo como Hera Venenosa), lançado em 1992. O longa completa 30 anos de estreia em 2022, e apresenta uma Drew Barrymore que o público mais jovem, acostumado com a imagem que a estrela tem hoje – de “tiazona do pavê” -, nem imagina que ela teve um dia. Mas é justamente deste thriller erótico, baseado, em partes, em uma história real, que iremos falar aqui nesta matéria.
Relação Indecente marcou sua estreia em janeiro de 1992, no prestigiado Festival de Sundance, a casa do cinema independente norte-americano. Bancado e distribuído pela New Line Cinema, antes do estúdio se tornar subsidiário da Warner, o longa teve um orçamento pequeno, mostrando seus ares de filme indie, de US$3 milhões. É preciso lembrar que nesta época, Drew Barrymore saía da carreira mirim para mostrar que era uma bela jovem mulher madura, embora na época do lançamento a atriz tivesse apenas 17 anos de idade, sendo ainda menor. A estreia oficial em grande circuito do longa nos EUA ocorreria no dia 8 de maio, e no Brasil chegaria no dia 2 de julho do mesmo ano de 1992.
Considerada uma “garota má”, Drew Barrymore inicia uma trajetória de filmes como a “femme fatale”.
A história é simples e direta. Drew Barrymore interpreta uma jovem loira e fatal conhecida como Ivy – embora nunca fiquemos sabendo seu verdadeiro nome durante o filme. Ela faz amizade com Sylvie (papel de Sarah Gilbert) e as duas logo se tornam melhores amigas. Sylvie é uma adolescente introvertida e solitária, e Ivy é tudo que ela deseja ser. Vinda de família rica, Sylvie leva a andarilha nova melhor amiga para dentro de sua casa, onde a loira fatal começa a se meter nas vidas dos pais de Sylvie. Ela seduz o patriarca Darryl (Tom Skerrit) e começa a jogar para escanteio a reclusa, deprimida e enferma Georgie, a mãe, papel deCheryl Ladd. Aqui é onde temos uma destas coincidências curiosas. Ladd foi a pantera Kris Munroe no seriado As Panteras, de 1977 a 1981. E como sabemos, anos mais tarde, em 2000, seria a vez de Barrymore estrelar a primeira versão para o cinema do programa.
Relação Indecente é um filme feminino em seu núcleo, mesmo que há 30 anos no passado produções deste tipo fossem ainda muito raras. Acontece que o longa foi escrito por uma mulher, e também dirigido por uma mulher. Melissa Goodard foi quem bolou a história e escreveu o roteiro. A ideia saiu de uma experiência pessoal da roteirista, quando ela recebeu em sua casa uma amiga, que passou a viver com sua família. Em pouco tempo, a tal amiga havia seduzido o padrasto de Goodard, fazendo a roteirista criar a personagem de Sarah Gilbert no longa para usar como sua persona nesta história.
Encontro de Panteras. Cheryl Ladd (à direita) vive a matriarca Georgie e foi uma pantera na série de 70. Barrymore levou As Panteras ao cinema anos mais tarde.
Ah sim, e caso você esteja se perguntando onde se encaixa Leonardo DiCaprio nesta história, o ator que é um ano mais velho que Barrymore e já tinha 18 anos, havia protagonizado seu primeiro filme para o cinema no ano anterior, com o “terrir” Criaturas 3 (1991). Aqui, no entanto, para o bem ou para o mal, DiCaprio é creditado apenas como “Rapaz”, não tem nenhuma fala sequer e vive um dos alunos na sala de aula das protagonistas – embora muitos afirmem que ele não aparece no longa, tendo sua cena sido cortada. DiCaprio, é claro, ganharia sua revelação logo no ano seguinte, em filmes como O Despertar de um Homem (com Robert De Niro) e Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador(com Johnny Depp). Em 1995, chamaria atenção com Diário de um Adolescente.
Voltando ao tópico feminino de Relação Indecente, o filme foi dirigido por Katt Shea, pupila de Roger Corman em filmes B de baixíssimo orçamento. A diretora acreditava que essa seria sua grande chance de adentrar o time principal de Hollywood. Não foi o caso. Filmado em 35 dias, a produção viveu para se tornar um fracasso financeiro nas bilheterias em sua estreia, ficando em vigésima posição no ranking dos filmes mais rentáveis daquele fim de semana nos EUA. Em tal fim de semana, quem dominava as bilheterias era outro suspense erótico, este se tornando extremamente popular, querido até hoje, e fazendo de sua protagonista, Sharon Stone, uma estrela renomada internacionalmente. É claro que me refiro à Instinto Selvagem, o grande campeão do ranking. O desempenho de Relação Indecentefoi tão pobre junto ao público em seu lançamento, que ficou atrás até de Orquídea Selvagem 2, um fiasco pouco lembrado que não conta com nenhum dos atores do original – apenas com o mesmo diretor. Coincidentemente, no elenco desta sequência temos o mesmo Tom Skerrit.
No clima de “Lolita”, temos um homem mais velho (Tom Skerrit) seduzido por uma ninfeta vivida por Drew Barrymore.
Mas nem tudo estava perdido para Relação Indecente. O fracasso do filme fechou portas para a cineasta Katt Shea, ao invés de abri-las como ela esperava, mas foi graças ao auge das videolocadoras – que começou seu boom nos anos 1980 – que diversos filmes como Relação Indecente puderam ver uma segunda chance rumo ao sucesso e ao consciente coletivo dos espectadores. O longa ressurgiu em fita nas locadoras, onde fez tanto barulho que encorajou os produtores a lançarem mais duas continuações (direto em vídeo).
Fora isso, é dito que Relação Indecente inaugurou uma nova onda de thrillers eróticos protagonizados por ninfetas sedutoras, subgênero que os especialistas chamaram de “lethal Lolita” e “slutsploitation” – gerando outros longas no estilo protagonizados pela própria Barrymore (A História de Amy Fisher e Enigma Mortal), Alyssa Milano (A Sedução do Mal e Instinto Sedutor) e até mesmo Alicia Silverstone (Paixão sem Limite e Uma Babá Objeto do Desejo). E foi graças a esse ressurgimento em vídeo que Katt Shea pôde seguir com sua carreira no comando de produções como A Maldição de Carrie(1999) e mais recentemente Nancy Drew e a Escada Secreta (2019), com Sophia Lillis.
Sarah Gilbert e Drew Barrymore iniciavam nova fase de suas carreiras como adolescentes no suspense ‘Relação Indecente’.
Relação Indecente capitalizou em cima da figura de “garota selvagem” de Drew Barrymore – que na época ia a talk-shows como o de David Letterman e levantava sua blusa para o apresentador. Foi um marco importante para a transição e amadurecimento da “garotinha de E.T.” como sua peça-chave na forma como a atriz era percebida então. Em recente entrevista em seu novo programa, Barrymore recebeuSarah Gilbert, hoje uma lésbica assumida. Gilbert revelou que seu primeiro beijo com uma mulher ocorreu nos bastidores de Relação Indecente, com a então selvagem Drew, e que considerava a jovem atriz a pessoa mais “legal” que já havia conhecido, relatando a forma como a estrela adolescente dançava no capô de carros. Esse trecho emocionante pôde ser encontrado online.
Tudo que nos ocorre é parte essencial de nossa construção evolutiva. E ao olharmos para trás, podemos notar que, há trinta anos, Relação Indecente, considerado trash por uns, e cult por outros, faz parte do sucesso que se tornou a carreira de Drew Barrymore.
O canal SyFy oficialmente cancelou a série ‘The Expanse‘ depois de três temporadas.
Em uma declaração, o chefe da NBCUniversal Cable Entertainment disse:
“‘The Expanse’ nos transportou pelo sistema solar durante três brilhantes temporadas. Todos no SyFy são grandes fãs da série, e isso foi uma decisão muito difícil. Queremos agradecer ao elenco incrível, a equipe e todos que se envolveram para trazer esta história emocionante à vida. E aos fãs mais leais, nós agradecemos todos vocês.”
Os cinco primeiros episódios da 3ª temporada registraram uma média de 0.2 na demo.
Alcon Entertainment, produtora da série, disse que “pretende buscar outras oportunidades” para encontrar uma nova casa para o programa.
O último episódio de ‘The Expanse‘ será exibido no dia 27 de junho.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, o astro Mads Mikkelsen falou sobre o possível desenvolvimento da 4ª temporada de ‘Hannibal‘, dando uma nova esperanças aos fãs da série.
“Acredito que sempre há esperanças. Não ouvi nada específico, mas sei que Bryan [Fuller] ainda está trabalhando em algumas ideias sobre onde podemos encontrar um novo lar para a série. Tenho uma forte sensação que todos que estavam envolvidos adorariam retornar caso aconteça.”
O ator continua, “Eu soube que [Fuller] estava tentando conseguir os direitos de ‘O Silêncio dos Inocentes’ para que ele pudesse usar alguns desses personagens em seu próprio universo. Acredito que essa é a direção que ele irá seguir.”
Criada por Bryan Fuller, a série foi cancelada devido a baixa audiência.
A trama explorava a relação entre um renomado psiquiatra e o seu paciente, um jovem agente do FBI, que é assombrado pela sua habilidade de sentir empatia com serial killers.
Malcolm Bight (Payne) é um psicólogo criminal de sucesso que usa a sua genialidade para ajudar o Departamento da Polícia de Nova York a resolver crimes. Acontece que grande parte do seu sucesso se dá pelo fato de que seu pai é um dos mais notórios serial killers da cidade.
Para promover o lançamento dos episódios finais da comédia ‘Fuller House‘ – que serão lançados na plataforma no dia 2 de junho –, a Netflix divulgou um novo vídeo com os melhores momentos da produção.
A nova trama conta a história da veterinária D.J. Tanner-Fuller, sua irmã mais nova e aspirante à musicista, Stephanie e Kimmy, sua melhor amiga e mãe solteira que vivem sob o mesmo teto para criar os três filhos de D.J após ter ficado viúva.
“Depois que um misterioso grupo de indivíduos invade a casa de Laura e tenta roubar seu filho de oito anos, David, os dois fogem da cidade em busca de segurança. Logo após o sequestro fracassado, David fica extremamente doente, sofrendo de psicose e convulsões cada vez mais esporádicas. Seguindo seus instintos maternais para salvá-lo, Laura comete atos indescritíveis para mantê-lo vivo, mas, logo, ela deve decidir até onde está disposta a ir para salvar seu filho.”
“Eu não voltei a fazer filmes de terror cômicos porque sinto que já fiz o que queria ter feito com esse gênero em ‘Todo Mundo Quase Morto’. É difícil fazer algo parecido, até mesmo como produtor. Às vezes, recebo convites para ser produtor de pessoas que querem fazer o próximo ‘Todo Mundo Quase Morto’, mas não quero fazer a mesma coisa novamente.”
Ele continua, “Leva muito tempo para conseguirmos fazer um filme. Acredito que os fãs não entendem isso. Eles dizem: ‘Por que você não faz uma sequência de ‘Todo Mundo Quase Morto?’ Esses filmes levam uns três anos para serem feitos. Você precisa realmente amar o que está fazendo. Por este motivo, sinto que preciso fazer filmes que me desafiem, coisas que eu nunca fiz antes.”
Sucesso entre público e críticos, o longa conquistou incríveis 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de US$ 30 milhões mundialmente.
Na trama, Shaun trabalha como vendedor e divide uma casa com Ed, seu melhor amigo, e Pete. Ele costuma ir sempre ao pub local, mas Liz, sua namorada, está cansada de lá. Além disto ela sempre reclama que ele não se separa de Ed, apesar de suas piadas bobas e seu desinteresse em fazer algo útil. Para resolver a questão Shaun aceita marcar um encontro com Liz em outro restaurante, mas se esquece de fazer a reserva. Irritada, ela decide terminar com ele. Shaun, arrasado, se embebeda no seu pub predileto ao lado de Ed, sem notar que as pessoas à sua volta estão se tornando zumbis, devido a um estranho fenômeno.
Em entrevista ao A.frame, o produtor Frank Marshall revelou novos detalhes sobre a aguardada sequência ‘Indiana Jones 5‘, garantindo que a história do novo filme será ótima e irá agradar os fãs da franquia.
“É uma ótima história, com um ótimo personagem. Acredito que as pessoas ficarão contentes com esse filme. Sinto que essa nova sequência entrega tudo o que as pessoas querem de um filme da franquia ‘Indiana Jones’.”
Ele completa, “Como produtor, meu papel nesses filmes é apoiar a visão do diretor. Retomar essa franquia após quase 15 anos é como voltar para casa. É relaxante, divertido e muito confortável.”
Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.
Confira a imagem de Ford como o icônico explorador e arqueólogo titular:
Lembrando que Steven Spielbergdecidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.
John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.
De acordo com o TVLine, o diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) está desenvolvendo um reboot da série clássica de ficção científica ‘Arquivo X‘.
A produção alegadamente contará com um elenco mais diversificado.
A notícia foi compartilhada por Chris Carter, criador da série original, no podcast On the Coast With Gloria Macarenko: “Eu acabei de conversar com um jovem, Ryan Coogler, que está fazendo um reboot de ‘Arquivo X’ com um elenco diversificado. Ele terá muito trabalho porque nós já apresentamos tanta coisa neste universo.”
Apesar de detalhes sobre o projeto não terem sido divulgados, o site confirma que, ao contrário da produção original, a nova versão não está sendo desenvolvida para a FOX.
Além disso, também foi confirmado que o spin-off animado, intitulado ‘The X-Files: Albuquerque‘, foi oficialmente engavetado. Carter serviria como produtor executivo do derivado.
Anteriormente, David Duchovny havia comentado a possibilidade de um reboot sem o seu envolvimento: “Eu acho que, neste ponto, pode haver outra iteração do programa sem nenhum de nós. Não tenho certeza. Ou pode haver um desenho animado. Há muitas maneiras de dar continuidade ao que fizemos. Mas, pessoalmente, para mim, só faria sentido se houvesse Mulder e Scully, sob a supervisão de Chris. Eu não me imagino fazendo parte de algo diferente disso.”
Em entrevista ao HJ Web, o diretor Takashi Yamazaki revelou detalhes sobre seus planos para a sequência do aclamado ‘Godzilla Minus One‘.
O cineasta indicou que o próximo filme terá mais de um monstro, com o Godzilla enfrentando um novo Kaiju.
“Se eu dirigir o próximo filme da franquia ‘Godzilla’, eu adoraria fazer uma sequência direta de ‘Minus One’. Os dois últimos filmes da saga foram completamente independentes, com apenas o Godzilla, então acredito que o próximo capítulo deve introduzir um novo vilão monstruoso.”
Sucesso nos cinemas e aclamado pelos críticos – com sólidos 98% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa já arrecadou quase US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 15 milhões.
Dirigido por Takashi Yamazaki, o filme também será relançado nos cinemas em versão preto e branco. A versão especial, intitulada ‘Godzilla Minus Color‘, chegará às telonas ainda este ano.
Em A VISÃO, quando uma órfã cega chega à sua sala de espera em busca de um milagre, um cirurgião oftalmologista de renome mundial precisa confrontar seu passado — e recorrer à resiliência que adquiriu ao crescer na China durante a Revolução Cultural — para tentar restaurar a visão dela.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Andrew Hyatt também assina o roteiro ao lado de John Duigan e Buzz McLaughlin;
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e sua enigmática arauta, a Surfista Prateada (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O terror ‘Ataque Brutal‘ (Thrash), novo filme de tubarão assassino, já está disponível na Netflix.
Na trama, em meio a um furacão catastrófico, uma cidade litorânea luta contra a fúria da natureza e um ataque de tubarões. Desafiando chuvas torrenciais, destroços e escuridão, seus moradores se unem para sobreviver aos predadores mortais e resistir à tempestade.
A atriz Lupita Nyong’o, uma das protagonistas de ‘Pantera Negra‘, elogiou o primeiro filme solo da heroína ‘Mulher-Maravilha‘ por seu emponderamento feminino nos cinemas.
Em uma publicação feita em sua conta do Instagram, ela salientou os atributos mais explorados por Patty Jenkins, convidando seus seguidores a conferirem a produção.
Uma publicação compartilhada por Lupita Nyong’o (@lupitanyongo) em
“Ok pessoal, acabei de sair dos cinemas e e sei com certeza que os deuses nos abençoaram com #mulhermaravilha. Uau. É um filme de super-herói como eu nunca havia visto na vida. Épico. Divertido. Envolvente. Estilisticamente cativante. Engraçado de um jeito honesto e sem tentar demais. Esperituoso. Esperto. Duração perfeita. Feroz. Sensual. Simplesmente incrível. @Gal_Gadot vai te colar diante das telas e ao mesmo tempo fazê-la correr a loja de fantasias mais próxima para adquirir o W e se juntar imediatamente à #deusalidade (W = #MulherGueirreiaDoMundo – em português). A diretora #PattyJenkins não está de brincadeira, à medida que ela nos dá entrega amazonas realistas em uma história lindamente dirigida. Chris Pine está irresistível. A trilha sonora é arrasadora. E é o tipo de filme que eu acho que você vai curtir consecutivamente. Este filme com certeza vai se estabelecer como clássico do gênero para mim”.
Durante sua participação no PaleyFest, ele foi questionado a respeito do assunto, considerando que Hawking chegou a participar diretamente de sete episódios da produção.
Segundo ele, homenageá-lo será algo natural, principalmente pela valiosa oportunidade que todos da série de gravar ao seu lado.
Disse:
“É claro que qualquer coisa que gravarmos agora não irá ao ar pelas próximas sete ou oito semanas, então é difícil dizer quando faremos essa homenagem, mas ela vai acontecer. Tanto porque ele foi uma grande parte da série e todos nós tivemos a sorte de poder passar um dia ao seu lado, curtindo o set de filmagens. Nós temos a oportunidade de conhecer pessoas muito inteligentes e interessantes, mas quantas produções podem dizer que puderam passar um tempo com Stephen Hawking dentro da narrativa, quando você trabalha com uma série de comédia? Isso é algo raro e realmente especial”.
O elenco do remake do clássico musical ‘Amor, Sublime Amor‘ está crescendo cada vez mais e após a escalação de Ansel Elgort no papel de Tony, Steven Spielberg e sua equipe de casting finalmente encontraram a nova versão da Maria, personagem vivida no passado por Natalie Wood.
A escolhida para o papel foi a novata Rachek Zegler, de apenas 17 anos. Ela foi selecionada entre 30 mil atrizes latinas que encaminharam seus testes por vídeo, após uma convocação online organizada pela equipe de casting do longa, feita ainda em janeiro de 2018. Em seu vídeo, a jovem estudante do Ensino Médio cantou as canções “Tonight” e “Me Siento Hermosa”.
Zegler ainda compartilhou a notícia por meio de seu Twitter:
it’s official! so thankful to have the opportunity to work with one of my favorite directors and this incredible cast! and to be able to learn from the best (and one of my icons) @TheRitaMoreno is just BEYOND. surreal! https://t.co/qHLTRMWWOU
“É oficial! Tão grata por ter a oportunidade de trabalhar com um dos meus diretores favoritos e seu incrível elenco! E por poder aprender da melhor (e um dos meus ícones), Rita Moreno, é simplesmente incrível! Surreal”.
A veterana Rita Moreno vai retornar para o universo de ‘Amor, Sublime Amor‘, sendo escalada para um novo papel. A atriz foi uma das protagonistas do original lançado em 1961, ocasião em que também foi contemplada com um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua caracterização da personagem Anita.
Além de estrelar um novo papel, Moreno – atualmente com 86 anos – também exercerá a função de produtora executiva. No reboot de Spielberg, ela interpretará Valentina, descrita como “uma versão re-concebida e expandida do personagem Doc, o dono da loja de esquina onde Tony trabalha”. No original, Ned Glass interpretou Doc.
‘Amor, Sublime Amor’ foi lançado em 1961 e a trama se passa no lado oeste de Nova York, à sombra dos arranha-céus, onde ficam os guetos de imigrantes e classes menos favorecidas. Duas gangues, os Sharks, de porto-riquenhos, e os Jets, de brancos de origem anglo-saxônica, disputam a área, seguindo um código próprio de guerra e honra. Tony (Richard Beymer), antigo líder dos Jets, se apaixona por Maria (Natalie Wood), irmã do líder dos Sharks, e tem seu amor correspondido. A paixão dos dois fere princípios em ambos os lados, acirrando ainda mais a disputa. O longa foi indicado a 11 Oscars e levou 10, incluindo de melhor filme.
A 3ª temporada da popular comédia ‘Young Sheldon‘ segue com novos episódios e o inteligente garotinho está no meio de um dilema familiar.
Estudando na faculdade, o pequeno gênio está correndo o risco de ter que abandonar a vida universitária, por ser jovem demais para fazer parte desse universo tão adulto.
No entanto, ele não está disposto a ceder às exigências da sua mãe, conforme salienta a nova promo do episódio 18.
Confira:
Vale lembrar que a série já foi renovada para a quarta temporada.
Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.
A atriz e cantoraJennifer Lopez já tem um novo projeto engatilhado com a Netflix. A indicada ao Globo de Ouro viverá uma assassina no vindouro thriller de ação da plataforma de streaming, intitulado ‘The Mother‘.
Segundo o portal Deadline,Lopez interpretará uma assassina que sai da sombras, a fim de proteger a filha que ela abandonou há anos atrás. Ela terá que fazer isso enquanto lida com um grupo de perigosos homens, que as estão perseguindo.
Além de estrelar, Lopez produzirá o filme ao lado da sua parceira de longa data, Elaine Goldsmith Thomas.
A emocionante cinebiografia inspirada em fatos reais, ‘Anne frank, Minha Melhor Amiga‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia na última terça-feira (01) na grade de programação.
Baseado na história real da amizade entre Anne Frank e Hannah Goslar, da ocupação nazista em Amsterdã ao angustiante reencontro em um campo de concentração.
Josephine Arendsen, Aiko Beemsterboer, Roeland Fernhout, Lottie Hellingman e Stefan de Walle estrelam o drama.
Ben Sombogaart assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Marian Batavier e Paul Ruven.
As séries caracterizadas para o público teen estão cada vez mais em alta no mercado das produções audiovisuais. O canal The CW é um dos maiores neste quesito e é claro que a Netflix não ficaria para trás e também investiria nos seus próprios produtos para estes espectadores. Uma das mais recentes lançadas é The Society, criada por Christopher Keyser (Tyrant), que conta a história de um grupo de adolescentes da cidade de West Ham que saem numa excursão, mas devido a alguns problemas na estrada retornam para descobrir que o local onde residem se encontra completamente deserto, todos os pais desapareceram. A partir disso, eles precisam construir sua própria sociedade para sobreviver.
A dramaturgia não esconde suas raízes teen e traz um roteiro que aborda diversas problemáticas típicas de jovens adolescentes, sem contar os grupinhos daqueles mais conscientizados, dos rebeldes, dos ricos, dos menos providos de dinheiro, dos mais quietos aos mais falantes, e por aí vai. O ponto é que o roteiro, a princípio, é intrigante e de fato desperta a curiosidade para descobrir os reais motivos dos desaparecimentos dos pais. Algumas questões surgem como: estariam todos eles mortos e esse é o purgatório? Universos paralelos? Realidades alternativas? Entre outras.
Inclusive, alguns dos personagens se fazem as mesmas questões do público e tentam buscar soluções para essas perguntas. Contudo, apesar de provocar interesse no início, The Society se encaminha numa trilha turbulenta devido a trama escrita relativamente bem, a personagens nada carismáticos e o fato de deixar alguns furos no script que poderiam ser facilmente corrigidos (e ainda podem na segunda temporada). Já quanto aos personagens, é uma outra história.
E por falar neles, é importante ressaltar que aquela que o espectador acredita ser a protagonista, na verdade não é. Cassandra Pressman (Rachel Keller) é a mais intrigante do grupo apesar da sua participação ser bem curta. Já a verdadeira estrela do show, sua irmã Allie (Kathryn Newton), dá nos nervos a cada cena em que aparece. E para deixar a situação ainda melhor, Will LeClair (Jacques Colimon), seu par romântico, é chato ao nível hard, e as cenas em que ambos aparecem dá vontade de passar no modo rápido de reprodução.
Apesar das fracas atuações de Alex Fitzalan, que dá vida a Harry, Alex MacNicoll, Spencer House e Emilio Garcia-Sanchez, respectivamente, Luke, Clark e Jason, o trio de jogares de futebol americano, Gideon Adlon como Becca Gelb, e mais alguns que ficarão fora dessa lista, parte deles ainda conseguem se salvar. E deste outro lado, na parte de boas interpretações, fica um número pequeno como é o caso de Sam Eliot (Sean Berdy), personagem este que traz debates importantes para a série, especialmente quando começa a desenvolver uma amizade com Grizz (Jack Mulhern), um dos que mais possuem camadas dentro da produção.
Outras duas que valem a pena serem mencionadas são Helena (Natasha Liu Bordizzo), a jovem cristã que possui diálogos marcantes, e Kelly Aldrich (Kristine Froseth), a residente de West Ham que mais cresce e evolui ao longo dos capítulos. Contudo, o prêmio de atuação 100% fica para Toby Wallace, o antagonista Campbell Eliot. O ator realmente consegue transmitir a essência de Campbell e despertar no telespectador os sentimentos requeridos pelo roteiro. Se tem alguém que realmente salva a produção da Netflix em atuação é ele.
Na parte técnica a série não inova em nada quando o assunto é direção e apenas entrega alguns ângulos diferenciados – mas não tanto assim – em algumas poucas cenas. A trilha sonora é a típica jovial do momento e não acrescenta em nada na dramaturgia. A arte faz o que é preciso com o roteiro apresentado. Ou seja, não espere nada de surpreendente por aqui.
No geral,The Societyé uma produção que serve como um passatempo para aquele dia em que você já não tem mais nada para assistir, só é preciso se preparar para passar um pouco de raiva conforme os episódios forem avançando. E sim, é uma raiva negativa.
O filme é descrito como uma nova versão de ‘Garota Exemplar‘.
Adaptado do romance deDarcey Bell, ‘Um Pequeno Favor‘ é o primeiro de uma série de dois livros, que conta a história de Emily, uma mulher bem sucedida que trabalha para uma famosa marca do ramo da moda em Manhattan. Solitária e viúva com um filho pequeno, Stephanie se inspira em seu blog, acompanhando rotineiramente sua vida direto do subúrbio de Connecticut e imaginando Emily como uma espécie de confidente. Tudo muda de forma trágica quando a empresária de sucesso desaparece subitamente, sem deixar qualquer rastro.
Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.
Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito,Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico deAsgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.
A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor.
E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.
Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original
Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).
A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.
Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.
O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhará uma série própria que estreia noDisney+ em 11 de junho desse ano.
E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.
Sério, isso aqui não tem perdão.
Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.
Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?
Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e agora é a vez da Dra. Jane Foster ganhar poderes ao se tornar a Poderosa Thor no vindouro Thor: Amor e Trovão.
Darcy voltou para as telas em WandaVision
É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.
A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.
Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+
Há muitas barreiras que precisam ser quebradas nas narrativas audiovisuais. Uma delas é a constante construção de imaginário de que as histórias passadas em favelas e comunidades brasileiras necessariamente precisam envolver polícia, violência, tráfico – ao contrário do que vem sendo mostrado no audiovisual e na televisão, nestes locais a maioria dos moradores são pessoas comuns, trabalhadores, estudantes: pessoas que levam seu dia a dia como qualquer outro, com as dificuldades normais que qualquer cidadão brasileiro enfrenta – mas, claro, piorado por conta da marginalização e da exclusão social e financeira. Na contramão do que vem sendo produzido nacionalmente, chega essa semana aos cinemas a hilária comédia ‘Vale Night’.
Vini (Pedro Ottoni) e Daiana (Gabriela Dias) são dois jovens na faixa dos dezoito anos que adoram curtir as noitadas e estão à espera do primeiro filho. É justamente numa balada que o bebê acaba nascendo, mas, seis meses depois, o casal começa a entender que a vida deles mudou drasticamente – ao menos para Daiana, que largou a escola para cuidar do filho e fica o dia inteiro em casa, cozinhando e limpando, enquanto Vini fica na rua, brincando de trabalhar e se divertindo com amigos. Quando a saudade da avó (Zezé Motta) bate, Daiana e sua mãe (Maíra Azevedo) decidem ir visitá-la, deixando a criança aos cuidados do pai. Por isso, Vini terá que tomar juízo na vida, porém, isso será mais complicado do que ele imaginou pois acontece justamente quando Linguinha (Yuri Marçal) é libertado e a DJ Pulga (Linn da Quebrada, bem antes do BBB) fará sua estreia na discotecagem da boate Batekoo.
Em aproximadamente uma hora e meia de duração, tudo em ‘Vale Night’ chama a atenção pela qualidade técnica que a produção entrega. Desde a sequência de abertura, com os nomes dos atores aparecendo colorido nos créditos, pulando na batida do ritmo que embala a cena inicial, à trilha sonora extremamente pulsante que faz com que nosso pezinho fique batendo no chão do cinema sem a gente nem reparar.
Luis Pinheiro alcançou um trabalho praticamente impecável tecnicamente. No primeiro arco, para ambientar o espectador no espaço confinante, caótico e vibrante da favela, os planos-sequência seguindo o protagonista Vini carregando o bebê pelas ruas da comunidade são essenciais para mostrar que a vida desses moradores é um corre só, e é coletiva. Também o posicionamento da câmera se preocupa em não ter os olhos lineares do cinema padrão: ela se coloca por vezes abaixo, acompanhando as pernas dos personagens ou observando um desenrolar na laje de uma casa, pois a favela não é homogênea.
O roteiro de Caco Galhardo, Renata Martins e colaboração de Carla Meirelles é extremamente ágil, com diálogos que parecem improvisados, de tão naturais que saem da boca do trio principal – Pedro, Linn e Yuri. São eles que carregam a aventura em ‘Vale Night’ e garantem cenas hilárias em situações absurdas que, dada a competência dos três, fazem tudo parecer dentro da normalidade do surreal. Pedro Ottoni é engraçado naturalmente, e faz a gente ter raiva com a despreocupação de Vini para tudo.
Numa pegada dinâmica, rápida, empolgante e extremamente engraçada, ‘Vale Night’ é uma surpreendente comédia que chega aos cinemas para mostrar que a vida na favela não é só sofrimento e violência: há amor, afeto e comunhão na comunidade. Talvez tenha faltado apenas tornar essa mensagem mais evidente na produção, e também sobre a evasão escolar de meninas grávidas; com a aventura centrada no pai, o espectador dificilmente relaciona a responsabilidade feminina de ser a única cuidadora do lar como o mote do longa.
Dirigido por Tim Burton, analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.
Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.
Segundo o site TVLine, Terry Chen entrou para o elenco da 5ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’ como Gengis Khan. As novas informações indicam que o personagem aparecerá no episódio intitulado “Mortal Khanbat”, dirigido por Caity Lotz.
Chen é conhecido por seu papel como Pryce Cheng em ‘Jessica Jones’, um ex-investigador particular que tinha certas rixas com a personagem-titular (Krysten Ritter) durante o segundo ciclo. Ele também apareceu em outras produções televisivas, incluindo ‘Smallville’, ‘Van Helsing’ e ‘House of Cards’.
O novo terror da A24, intitulado ‘Saint Maud‘, ganhou seu primeiro cartaz oficial e novas imagens arrepiantes.
Confira:
O longa é dirigido por Rose Glass, sendo este o primeiro longa-metragem sob o seu comando.
Na trama, Maud, uma recém-devota enfermeira do hospício, fica obcecada em salvar a alma de sua paciente que está morrendo, mas forças sinistras e seu próprio passado pecaminoso ameaçam pôr fim ao seu chamado sagrado.
Em seu Instagram oficial, o ator Don Lee, que interpreta Gilgamesh no vindouro e aguardado filme ‘Os Eternos’, divulgou novas imagens de bastidores do longa-metragem – mostrando inclusive sua cadeira personalizada para o set de filmagens.
A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
Vale lembrar que o filme ,que seria lançado dia 6 de novembro, foi adiado para 12 de fevereiro de 2021.
O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).
A trama conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro. A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.
O elenco ainda conta com Hugh Grant, Noah Jupe, Donald Sutherland e Edgar Ramirez.
Frederick Fitzell (O’Brien) está vivendo sua melhor vida – até começar a ter visões horríveis sobre Cindy (Maika Monroe), uma garota que simplesmente desapareceu do colégio. Ele entra em contato com velhos amigos com os quais costumava usar uma droga misteriosa chamada Mercúrio, mas percebe que a única solução jaz nas próprias memórias. Logo, Frederick embarca em uma terrível odisseia mental para descobrir a verdade.
A The CW divulgou a sinopse oficial do 8º episódio da 2ª temporada de ‘Stargirl’, intitulado “Summer School: Chapter 8”.
Na trama, “com o mundo se desmantelando a seu redor, Rick foca sua atenção em proteger Solomon Grundy depois de descobrir que caçadores estão no encalço de um urso na floresta. Enquanto isso, Beth se torna alvo do mais recente plano de Eclipso”.
O capítulo vai ao ar no dia 28 de setembro.
Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
Apesar das críticas mistas, o filme se tornou um sucesso de bilheteria ao arrecadar US$76 milhões contra um orçamento de US$11 milhões, além de alimentar um status cult que o acompanharia até os dias de hoje.
Nas vésperas do 23º aniversário da produção e 24º aniversário de amizade, Gellar e Blair se reuniram mais uma vez para comemorar o longa-metragem e nos relembrar da incrível química que desfrutaram nas telonas (além da memorável cena em que se beijaram e pararam o mundo).
Gellar postou uma selfie ao lado da colega no Instagram e, como se não bastasse, ambas se reuniram também com o diretor Roger Kumble para as celebrações.
“24ª reunião anual da Sociedade Secreta. Todos fazem isso… É que ninguém fala sobre. EXCETO EU”, diz a legenda.
Para quem não conhece, o longa narra a promíscua vida dos irmãos de criação Kathryn Merteuil (Gellar) e Sebastian Valmont (Phillippe).
Quando o namorado de Kathryn a troca pela Cecile Caldwell (Blair), Kathryn decide se vingar e desafia Sebastian a seduzir Cecile e acabar com sua reputação.
No entanto, o trio acaba se envolvendo num jogo de sedução e manipulação com consequências que vão mudar suas vidas.
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