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Os 55 Filmes MAIS ESPERADOS de 2021

O ano de 2020 finalmente ficou para trás. Esperamos de coração que as coisas voltem ao normal em 2021, com a chegada da vacina em nosso país. Os grandes estúdios sem dúvida estão levando fé em 2021 como o ano da recuperação, e já programaram os blockbusters tirados de 2020 para novas datas este ano. Sendo assim, seguimos a maré e igualmente preparamos nossa lista anual, com o que estes novos doze meses reservam de melhor em matéria de produções cinematográficas.

É curioso voltar e olhar a matéria do ano passado, somente para perceber que grande parte do que havíamos incluído terminou adiado para 2021, nos fazendo repetir um pouco o repertório. Só esperamos que dessa vez vá. Porém, nem só de adiamentos de 2020 é feito o ano de 2021, e temos também programadas as estreias de algumas produções “inéditas” no ano. No entanto, é bom citar também que com o advento dos streamings em 2020, grande parte dos filmes, em especial no início do ano, devem aportar nas plataformas para serem assistidos em casa – assim como estreias simultâneas (no cinema e em casa) também.

Sem mais delongas, prepare-se para anotar na agenda os 55 maiores lançamentos de 2021 – seja nas telonas ou nas telinhas (não tão “inhas” mais, dependendo de seu equipamento em casa). Confira abaixo.

55. Tom & Jerry: O Filme

Primeiro longa-metragem que mistura atores reais com os queridos personagens animados. O gato e rato que vivem em pé de guerra contam com o reforço da menina Chloë Grace Moretz no elenco seu filme. A estreia ocorre no dia 11 de fevereiro.

54. King’s Man – A Origem

Sem o elenco dos filmes originais, mas ainda contando com a direção de Matthew Vaughn, este terceiro longa volta no tempo para contar como foi construída a agência de espionagem britânica. Ralph Fiennes está à frente do elenco. A estreia está programada para o mesmo dia de Tom & Jerry, 11 de fevereiro no Brasil.

53. A Menina que Matou os Pais

A polêmica e violenta história envolvendo o assassinato do casal von Richthofen a mando de sua própria filha Suzane, um caso que chocou o Brasil, foi adiado para este ano. Na verdade, a obra se divide em duas, com esta e O Menino que Matou Meus Pais abordando diferentes visões do mesmo crime. Os longas ainda não tiveram as datas definidas para 2021.

52. G.I. Joe – Snake Eyes

A franquia G. I. Joe, popularmente conhecida como Comandos em Ação na década de 1980, finalmente continua no cinema após um hiato de quase 10 anos. Esse se trata de um derivado que dá protagonismo ao ninja silencioso Snake Eyes. O elenco foi inteiramente renovado e a estreia acontece mais para o fim do ano, no dia 21 de outubro.

51. Samaritan

Depois de O Juiz (1995) e Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017), o astro Sylvester Stallone volta aos filmes de super-heróis, desta vez como protagonista da terceira idade. Na trama, um menino acredita que seu herói preferido sumiu de vez. Mas ele pode estar mais próximo do que o jovem imagina. A Universal programa o filme para o dia 6 de junho.

50. Minions 2 – A Origem de Gru

Segundo filme solo das criaturinhas amarelas que se tornaram uma verdadeira febre mundial. Desta vez, o filme contará a infância do vilão Gru, e como os Minions o conheceram. A estreia é no dia 1º de julho.

49. The Tomorrow War

Ficção-científica com ação da Paramount, o filme traz Chris Pratt como protagonista. Além disso, essa é a primeira vez do ator na função de produtor também. A direção é de Chris McKay, dos filmes Lego. Pouco se sabe da trama ainda, mas ela se passará no futuro, em meio a uma guerra. A estreia é prometida para o dia 22 de julho.

48. Army of the Dead

Após não ter obtido o melhor dos resultados em sua parceria com a DC no cinema, o diretor Zack Snyder volta às origens, num filme de terror e zumbis. Na trama, em meio a uma pandemia de mortos-vivos em Las Vegas, um grupo de mercenários planeja um roubo. O filme ainda não possui data de estreia definida.

47. Infinito

Outra ficção-científica de alto conceito chegando na lista, e novamente um lançamento da Paramount. Aqui quem protagoniza é Mark Wahlberg como um sujeito descobrindo que suas alucinações são na verdade visões de vidas passadas. A direção é de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento). A estreia é prometida para o dia 20 de maio também.

46. Mortal Kombat

Outro reboot de uma franquia baseada em games no cinema. Aqui é o jogo de luta adorado pelos fãs que recebe um fresco recomeço. O elenco não tem nomes conhecidos, mas a produção é de ninguém menos que James Wan, papa do terror atual e diretor do mega sucesso Aquaman (2018). A estreia está programada para o dia 15 de abril.

45. Free Guy – Assumindo o Controle

Imagine uma mistura entre Matrix, Detona Ralph e Jogador Nº 1 e talvez você compreenda um pouco melhor o conceito deste Free Guy, protagonizado por Ryan Reynolds. A produção da Disney é prometida para o dia 20 de maio – até o momento.

44. Jungle Cruise

Jungle Cruise é a mais recente adaptação de um passeio do parque temático da Disney para as telonas, tentando se tornar o novo Piratas do Caribe. Investidas passadas como Mansão Mal-Assombrada (2003) e Tomorrowland (2015) não deram muito certo. Mas aqui temos Dwayne Johnson e Emily Blunt protagonizando esta aventura na selva em ritmo de Indiana Jones. A estreia é no dia 29 de julho.

43. Eduardo e Mônica

Segunda adaptação de uma música da banda Legião Urbana ao cinema (depois de Faroeste Caboclo) – que também já teve sua biografia em longa-metragem nas telonas (com Somos Tão Jovens). Não por menos, a direção é do mesmo René Sampaio, do primeiro filme citado. Gabriel Leone e Alice Braga vivem o casal do título. O filme ainda não definiu sua data de estreia.

42. Mundo em Caos

Baseado num livro, esta ficção-científica apocalíptica apresenta um mundo onde as mulheres estão, aparentemente, extintas. Depois da aparição da primeira, um jovem precisa protege-la. Neste mundo, os pensamentos conseguem ser ouvidos. Daisy Ridley, de Star Wars, e Tom Holland, de Homem-Aranha, protagonizam. A Paris traz o filme no dia 4 de março.

41. Luca

O mundo se encantou com Soul recentemente, a mais nova animação da Disney/Pixar. A riqueza das histórias do estúdio desta vez chega até a Itália para a história de amizade entre um menino e uma criatura marinha na forma de um menino, numa cidade praiana. Luca tem estreia prometida para o dia 24 de junho.

40. Raya e o Último Dragão

Outra animação da Disney, esta sem a parceria com a Pixar. Aqui, temos um mundo de fantasia, repleto de criatura místicas e guerreiros. É onde uma jovem chamada Raya planeja sair numa jornada para encontrar o último dragão vivo. A estreia é no dia 4 de março.

39. Pinóquio

Não confundir com a versão em live-action lançada recentemente, que tem direção do italiano Matteo Garrone. Esta é uma animação a ser lançada pela Netflix. Dirigida por ninguém menos que o mexicano Guillermo del Toro, o filme é tido como uma versão mais sombria do famoso conto. E vindo do cineasta, você esperava outra coisa? A data de estreia ainda não foi divulgada.

38. Uncharted

Terceira adaptação de games chegando na lista, esta ainda inédita no cinema. Espécie de Indiana Jones jovem, Tom Holland vive o protagonista aventureiro Drake. Mark Wahlberg coprotagoniza como o parceiro Sully. A direção é de Ruben Fleischer (Zumbilândia). A estreia da Sony ocorre no dia 15 de julho.

37. Sherlock Holmes 3

Dez anos depois do segundo filme, Robert Downey Jr. e Jude Law voltam a encarnar Sherlock e Watson nesta reimaginação repleta de explosões e lutas. Na cadeira de diretor, porém, sai Guy Ritchie e entra Dexter Fletcher, dos sucessos musicais Bohemian Rhapsody (2018) e Rocketman (2019). A estreia é prometida para o dia 22 de dezembro nos EUA.

36. Red Notice

Outro lançamento original da Netflix, a comédia de ação reúne nada menos que três astros do momento em cena, a ‘Mulher-Maravilha’ Gal Gadot, o ‘Deadpool’ Ryan Reynolds e o grandalhão ‘The Rock’ Dwayne Johnson para brincar de polícia e ladrão. A estreia na Netflix ainda não foi definida.

35. Turma da Mônica – Lições

Sequência do sucesso de 2019, a continuação tem novamente direção de Daniel Rezende e nosso quarteto preferido: Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. Desta vez as adições no elenco ficam por conta da veterana Malu Mader, que vive a professora da turminha no colégio, e Isabelle Drummond personificando em carne e osso a icônica Tina. A estreia é no dia 24 de junho.

34. Cherry

O jovem Tom Holland está com tudo e não está prosa. Ele aparece pela terceira vez na lista, e algo me diz que não será a última. Aqui, novamente dirigido pelos irmãos Russo, dos últimos Vingadores, Holland vive um ex-militar viciado em drogas, se tornando assaltante de bancos. A estreia é no Apple TV+ no dia 26 de fevereiro nos EUA.

33. Cruella

Depois de interpretada pela veterana Glenn Close em dois live-action, uma das vilãs mais icônicas da Disney ganha as formas da jovem Emma Stone, para uma história de origem da personagem. A estreia é prometida para o dia 3 de junho.

32. Venom – Tempo de Carnificina

O primeiro Venom (2018) não agradou todos e foi massacrado pela crítica. Porém, fez um estrondoso sucesso de bilheteria, garantindo assim sua passagem tranquila para uma continuação. Desta vez, quem dirige é Andy Serkis, e Woody Harrelson vive o vilão Carnificina. A estreia é programada para o dia 24 de junho.

31. Morbius

Dentro do mesmo universo dos derivados do Homem-Aranha, a Sony traz o segundo vilão a ganhar filme próprio. Trata-se do cientista Morbius, papel de Jared Leto, que termina realizando um experimento em si mesmo e se tornando uma espécie de super-vampiro. A Sony promete para 18 de março.

30. Space Jam – O Novo Legado

O primeiro Space Jam (1996) é para a geração que cresceu nos anos 1990, o que Uma Cilada para Roger Rabbit (1988) foi para os que cresceram nos anos 1980. Bem, talvez um pouco menos, vai. De qualquer forma, 25 anos depois sai finalmente uma sequência, e os fãs tem mais do que motivos para comemorar. A estreia ocorre no dia 15 de julho.

29. Morte no Nilo

Não dá para competir no terreno do suspense quando o assunto é Agatha Christie. E o diretor Kenneth Branagh segue em sua empreitada mais que louvável de trazer para as novas gerações o “Agathaverso” no cinema. Aqui, temos esta espécie de continuação de Assassinato no Expresso do Oriente (2017), que conta com nomes como Gal Gadot, Armie Hammer e Annette Bening no elenco, além do próprio Branagh novamente na pele do detetive Poirot. A estreia é no dia 16 de setembro.

28. A Mulher na Janela

Por falar em suspense intrigante, um dos que desperta mais nossa atenção é esta obra protagonizada pelas ruivas Amy Adams e Julianne Moore. A primeira é uma mulher reclusa, que acredita ter presenciado o assassinato de sua vizinha. Dirigido por Joe Wright, o filme se encontra sem data definida.

27. Amor, Sublime Amor – West Side Story

Remake do clássico musical do cinema, de 1961, que por sua vez é a adaptação de uma peça dos palcos para as telonas. O original venceu nada menos que 10 Oscar, incluindo melhor filme. Tá bom para você? Neste, porém, temos a direção de ninguém menos que Steven Spielberg. A estreia é no dia 9 de dezembro.

26. Em um Bairro em Nova York

Por falar em musicais celebrados, aqui temos outra adaptação dos palcos para as telonas. Este, criado por ninguém menos do que um verdadeiro mestre atual no segmento, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo estrondoso sucesso Hamilton. A trama dá enfoque em dominicanos vivendo em Nova York. A estreia é no dia 19 de agosto.

25. Os Pequenos Vestígios

Além de terror, amamos o gênero mais adulto do suspense. E estávamos sentindo falta de um bom exemplar, daqueles de gelar a espinha. E este pode suprir nossa vontade. Protagonizado pelo trio de respeito formado por Denzel Washington, Jared Leto e Rami Malek, todos vencedores do Oscar, o filme mostra dois policiais numa caçada a um serial killer. Ansiedade define. A estreia é no dia 28 deste mês.

 

24. Halloween Kills – O Terror Continua

O maior sucesso da franquia de terror depois do original de 1978, Halloween (2018) é planejado como uma trilogia. E o segundo virá este ano. Após ter escapado da casa em chamas ao final do filme, o maníaco Michael Myers segue perseguindo sua vítima preferida, Laurie (Jamie Lee Curtis), agora parte de uma tríade de mulheres, ao lado da filha e da neta. A Universal promete para o dia 14 de outubro, bem a tempo para o dia das bruxas.

23. Noite Passada em Soho

Edgar Wright é um dos nossos diretores preferidos na atualidade, e aqui o cineasta retorna para uma nova investida numa história original. Usando a jovem Anya Taylor-Joy como protagonista – saída do sucesso da série O Gambito da Rainha -, o filme fala sobre viagem no tempo, quando uma jovem mulher volta aos anos 1960 e tem a chance de conhecer seu ídolo na moda. Ah sim, trata-se de um terror. A estreia é no dia 6 de maio.

22. Um Príncipe em Nova York 2

Um dos filmes mais queridos dos anos 1980, Um Príncipe em Nova York (1988) se tornou um verdadeiro ícone da Sessão da Tarde. Muito se brincou sobre sua semelhança com o sucesso de herói Pantera Negra (2018), e agora os fãs finalmente poderão ver essa história inserida nos tempos atuais, 33 anos depois. A estreia é exclusiva da Amazon Prime Video no dia 5 de março.

21. A Lenda de Candyman

Quem chega em 2021 também é a assombração conhecida como Candyman. Essa reimaginação do mito sobre a entidade com um gancho na mão, nascida do racismo, nos deixa animados pelo envolvimento de Jordan Peele no roteiro e produção. A estreia é no dia 28 de agosto.

20. Resident Evil

Depois de seis filmes na franquia bem sucedida estrelada por Milla Jovovich, a Sony reinicia com um novo filme prometendo mais fidelidade com os games. O elenco traz Kaya Scodelario e Hannah John-Kamen. O filme estreia em setembro.

19. Espiral – O Legado de Jogos Mortais

Por falar em reinícios de franquia, o terror Jogos Mortais também planeja um novo começo. Aqui, chama atenção o protagonismo de dois atores tarimbados, Chris Rock – que vive o principal e está mais acostumado a comédias – e Samuel L. Jackson. A Paris Filmes traz para o Brasil no dia 20 de maio.

 

18. Malignant

Novo terror do cineasta James Wan, desta vez o diretor investe numa trama sem elementos sobrenaturais. Reportado como homenagem aos filmes Giallo, o longa mostrará uma investigação de assassinatos. Annabelle Wallis protagoniza. O filme ainda não possui data de estreia divulgada.

17. Old

Por falar em mestres do terror moderno, quem retorna ao gênero este ano também é o diretor M. Night Shyamalan. É claro que a trama será mantida em segredo, mas sabemos que o filme será dividido em dois, e está sendo descrito como um suspense “original e sombrio”. No elenco, um trio de jovens talentosas: Thomasin Mckenzie (Jojo Rabbit), Eliza Scanlen (Adoráveis Mulheres) e Abbey Lee (Mad Max – Estrada da Fúria). A estreia é no dia 22 de julho.

16. Velozes e Furiosos 9

A franquia Velozes e Furiosos já parou de fazer sentido há muito tempo, mas o que queremos ver mesmo são as cenas de ação insanas envolvendo carros e qual ameaça a família de Don (Vin Diesel) enfrentará desta vez. Aqui, tiram da cartola um irmão para o protagonista, vivido por John Cena, que, você acertou, será o antagonista. A estreia é no dia 27 de maio.

15. Babylon

Este aqui tem assinatura de Damien Chazelle, diretor de La La Land (2016), e reúne os astros Brad Pitt e Margot Robbie (Era uma Vez em Hollywood) para numa nova história de época passada em Hollywood. Já conseguimos sentir o cheiro de Oscar – no caso, para 2022. A estreia é só em 25 de dezembro nos EUA.

14. Ghostbusters – Mais Além

Sabe um destes filmes queridos dos anos 1980? Pois bem, poucos são tão adorados pelos fãs quanto Os Caça-Fantasmas (1984). Após uma continuação em 1989, o público pedia mais, mas uma terceira parte nunca viria. Em 2016, um reinício foi tentado, num filme protagonizado por quatro mulheres. Mas o resultado não foi muito encorajador. Este ano, ganharemos finalmente a tão sonhada terceira parte oficial da franquia – que trará de volta todos os personagens originais, passando a tocha para uma nova equipe. E quem dirige é o talentoso Jason Reitman, filho do criador original. Não poderia estar mais em casa. A estreia é em 10 de junho.

 

13. Godzilla vs. Kong

No cinema já tivemos Freddy vs. Jason; Alien vs. Predador; Stallone vs. Schwarzenegger; e até Batman vs. Superman. Agora é a vez dos maiores monstros da sétima arte se digladiarem na telona. E esta é uma afirmação literal, já que Godzilla e King Kong são os maiores monstros de estatura do cinema. A estreia ocorre no dia 20 de maio.

12. Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings

Em 2020 não tivemos um filme da Marvel nos cinemas, mas este ano eles irão compensar isso lançando logo quatro. A maior incógnita talvez seja este desbravamento pelo mundo das artes marciais asiáticas, cuja maior promessa é trazer a verdadeira versão do Mandarin, um dos maiores vilões da casa. A estreia é prometida para o dia 9 de julho.

11. Top Gun – Maverick

Nada menos que 35 anos depois e recebemos uma continuação para o aclamado blockbuster dos anos 1980. Precisava de sequência? Não verdadeiramente. Iremos correr para assistir? Certamente. Tom Cruise está de volta ao papel do piloto Maverick, e isso é tudo que importa. A estreia ocorre no dia 8 de julho.

10. Duna

Esperamos de verdade poder conferir toda a magnitude desta obra minuciosamente pensada e trabalhada pelo talentoso Denis Villeneuve nas telonas. Alguns filmes pedem cinema, e este é um deles. Reimaginação da saga espacial clássica da literatura, que já havia ganhado os cinemas em 1984, Duna é filme entretenimento em sua forma mais autoral e criativa. A curiosidade é saber como a trama complexa foi trabalhada pelo cineasta, que é um dos melhores em atividade no mundo. O elenco é um show à parte. A estreia acontece no dia 30 de setembro.

9. Um Lugar Silencioso – Parte II

Continuação do mega sucesso surpresa de 2018, esta sequência continua a nos apresentar a realidade devastada por criaturas monstruosas guiadas através do som. Emily Blunt volta a encabeçar o elenco, e o maridão John Krasinski na direção. Nosso sortudo editor-chefe Renato Marafon já conferiu o longa, nos deixando com água na boca. A estreia acontece no dia 22 de abril.

8. Viúva Negra

Após todos os entraves, finalmente poderemos conferir o filme solo da heroína ruiva interpretada pela musa Scarlett Johansson. Depois dos fãs muito pedirem, a Marvel atendeu. O filme já está pronto, só esperando para poder ser exibido ao público ávido. Aqui, saberemos um pouco mais sobre o passado da misteriosa espiã. A estreia é no dia 29 de abril.

7. 007Sem Tempo para Morrer

Adoramos Ethan Hunt e Missão: Impossível, mas se existe um agente secreto pelo qual somos ainda mais apaixonados, ele é 007 – o maior do cinema. Com licença (para matar) a todos, mas o espião da rainha chega agora a seu 25º longa oficial da franquia, ainda nas formas de Daniel Craig – para sua incursão mais representativa, com direito a uma 007 mulher e negra. E aprovamos a novidade. Fora isso, aqui temos o que é provavelmente o melhor elenco de um filme da franquia. Saca só: Ralph Fiennes, Ana de Armas, Léa Seydoux, Rami Malek, Ben Whishaw, Christoph Waltz, Naomi Harris, Billy Magnussen, Jeffrey Wright, além dos citados Lashana Lynch e Daniel Craig. A estreia é no dia 1º de abril. E não é piada.

6. O Esquadrão Suicida

Só mesmo James Gunn para nos fazer acreditar novamente na franquia, após o desastroso filme original de 2016. Gunn é uma espécie de Midas do gênero (ou quase), tendo entregado os muito queridos filmes dos Guardiões da Galáxia para a Marvel. O diretor promete o mesmo para este grupo de vilões da DC. Será que finalmente teremos um filme à altura da Arlequina de Margot Robbie? O filme chega no dia 5 de agosto.

5. Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio

Adoramos a franquia Invocação do Mal. Mas aqui, neste terceiro episódio, a direção é de Michael Chaves, o sujeito que “cometeu” A Maldição da Chorona (2019), o que nos deixa um pouco receosos. Seja como for, sempre torcemos pelo melhor, e estamos prontos para amar este também. Assim esperamos. A estreia ocorre no dia 3 de junho.

4. Os Eternos

Angelina Jolie na Marvel, “hell Yeah!”. Queremos muito ver Viúva Negra, mas confessamos que este projeto nos chama mais atenção. Os últimos filmes do estúdio já mostraram que o universo espacial da casa funciona muito bem – e agora queremos ser apresentados a este novo grupo de personagens bem únicos. A estreia ocorre no dia 28 de outubro.

3. Missão: Impossível 7

Top Gun não será a única franquia de sucesso revivida por Tom Cruise em 2021. No fim do ano é a vez de Missão: Impossível, que chega a seu sétimo filme, dá para acreditar? Com direito a chilique do astro nos bastidores e tudo, a nova Missão do agente Ethan Hunt tem estreia programada para o dia 18 de novembro.

2. Matrix 4

Fenômeno do fim dos anos 1990, Matrix foi uma daquelas febres que demoraram a passar. Gerou duas continuações, ambas lançadas em 2003, e uma infinidade de produtos relacionados. Numa era de reciclagens, mesmo que tardias, Matrix também entra na dança, ressuscitando Neo e seus amigos para uma quarta aventura, quase vinte anos depois de sua última aparição nas telonas. É claro que Keanu Reeves encabeça a brincadeira. A estreia é no dia 23 de dezembro.

1. Homem-Aranha 3

Teremos um mês de dezembro movimentado, onde alguns dos maiores lançamentos do ano irão se encontrar e disputar as bilheterias. E aqui finalmente chegamos à nossa primeira posição dos filmes mais esperados de 2021. Que rufem os tambores. Para compensar um 2020 sem seus produtos nas telas, a Marvel prepara uma surpresa no terceiro filme solo de seu maior herói: o Homem-Aranha. O que vem sendo mostrado do elenco nos deixa mais que animados. Ao que tudo indica, teremos o encontro da trilogia de Sam Raimi, os dois filmes de Andrew Garfield, com os novos de Tom Holland. Isso que é dar o que os fãs querem. Só falta vermos desfilando em tela os três intérpretes do personagem juntos. Já imaginou a cena? E qual coração aguenta? A estreia é no dia 16 de dezembro.

13 filmes sobre relacionamento de PAIS e FILHOS

O cinema é uma forma bem prática de entendermos melhor as relações próximas de nossa realidade. Quem nunca teve problemas com seu pai ou com sua mãe? Na maioria dos casos, são anos e anos de conflito até conseguirem ter asas e voar para a vida adulta. Eu mesmo tenho uma estremecida relação com meu pai e minha mãe, mas busco pelos filmes alguma saída para tentar entendê-los de outra forma. Terapias podem ser importante mas o cinema é um complemento. Quem conseguir sugar analogias que saem da tela direto para nossa reflexão sairá fortalecido e com melhor compreensão sobre o poder da relação pais e filhos.

Pensando nisso e longe de ser uma grande receita com fórmula certa para sua felicidade, seguem abaixo 10 filmes onde o debate sobre esse relacionamento do título, às vezes nas entrelinhas, às vezes direto, dão boas reflexões.

 

Pais e Filhos (2013)

Depois do maravilhoso trabalho O Que Eu Mais Desejo (2011), o diretor japonês Hirokazu Koreeda volta a falar sobre a relação da família no cativante Pais e Filhos. Usando de uma simplicidade e uma delicadeza impressionante, o filme é uma grande jornada sentimental nas escolhas difíceis que pais e filhos se envolvem. O espectador é alvo fácil de cada palavra, cada sentimento, contidos em todas as linhas desse roteiro.

Na trama, acompanhamos Ryota Nonomiya (interpretado pelo ótimo ator Masaharu Fukuyama), um homem bem resolvido na vida que vive com sua mulher Midori Nonomiya (Machiko Ono) e seu único filho, Keita. Muito disciplinador e sempre se decepcionando com seu filho, Ryota faz de tudo para que nada fuja mais do seu controle. Certo dia, o hospital onde Keita nasceu surpreende essa família com a notícia de que o menino não é o filho biológico deles. A partir disso, escolhas difíceis terão que ser tomadas se unindo num mar de razão e emoção complicado de navegar.

O que mais deixa o público envolvido com a história é a construção belíssima do personagem Ryota. Um Workaholic assumido, deixa sua família em segundo plano, assim como seu pai no passado fizera com ele. Perdido em meio ao caos emocional estabelecido pela trágica notícia, Ryoto, a cada passo que tenta dar pra frente se esquece dos pequenos detalhes afetivos e comete uma série de ignorâncias, fruto de sua frieza característica. Quando a mudança se torna eminente, o filme ganha contornos tão emocionantes que fica impossível os olhos não se encherem de água.

A cultura e a disciplina, própria dos orientais, são muito bem exploradas pelas lentes certeiras do diretor. As diferenças no modo em educar uma criança, o paradigma entre o rico e o pobre, as diferenças entre o ser feliz com pouco e o ser infeliz ganhando muito são também algumas das profundidades das ações dos personagens. Pais e Filhos é um filme que de superficial não tem nada. Todas as situações são bem desenvolvidas, o que justifica os deliciosos 120 minutos que o espectador fica refém.

Se você já teve uma relação difícil com seus pais, esse filme chegará como um cometa colorido que vai atingir a superfície de seu coração. O poder dessa história, juntamente com a mágica do cinema, é enorme e pode fazer você querer mudar certas situações, quem sabe até mesmo perdoar. As lições são inúmeras, esteja de coração aberto para receber esse lindo trabalho. Sábio, é o pai que conhece o seu próprio filho. E vice-versa. Não perca esse filme.

 

Os Cowboys (2015)

Até onde devemos ir por quem amamos, mas não querem estar perto com nossa presença? Um dos filmes mais fortes do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, sem dúvidas nenhuma, foi o espetacular drama Os Cowboys, protagonizado pelo ótimo ator François Damiens e com uma atuação digna de Oscar do ator britânico Finnegan Oldfield. Ao longo dos tensos 105 minutos de projeção, onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela, vamos sendo apresentados a personagem movidos pela angústia e uma série de consequentes ações desesperadas em prol de um único objetivo, que acaba consumindo e destruindo uma família de classe média francesa. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o cineasta francês Thomas Bidegain brinda o público com uma trama muito bem dirigida e com atuações bem acima da média.

Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.

O clima é tenso desde o início. A trilha sonora composta por Moritz Reich (Fique Comigo, 2015) encaixa como uma luva e consegue deixar o público em total sinal de atenção às sequências fortes. François Damiens, na pele de Alain está possuído, embarca em um caminho sem rumo desesperado em busca de sua filha. A angústia é constante e impressionante. Isso obviamente destrói seu relacionamento com o restante de sua família. Essa estrada sem fim é acompanhada de perto por seu filho Kid, que é o único que também ainda acredita que eles possam encontrá-la. Os Cowboys é um filme sobre família mas também sobre até onde o ser humano pode ir para defender suas convicções.

O longa é recheado de surpresas. O porquê do sumiço dela (que não vou contar aqui) é um dos grandes trunfos do filme, que explora muito bem a reação da família ao saber o que aconteceu com ela. Uma segunda surpresa é a troca de protagonismo já entre o segundo e o terceiro ato, com o mesmo objetivo só que com um olhar um pouco diferente sobre a situação. A trama cresce demais nos últimos 30 minutos de projeção.

 

Nimby (2020)

A coragem na busca de contar ao mundo quem você ama versus o grito é o primeiro patamar da violência. Quase inédito no mundo todo, o ótimo longa-metragem finlandês Nimby é um drama cômico trágico que busca reflexões mas que gera risos altos. Escrito (também assina Jani Pösö) e dirigido pelo cineasta Teemu Nikki, o filme em um pouco mais de 90 minutos consegue explorar com profundidade conflitos existenciais como: imigração, orientação sexual, religião, política, conflitos familiares, entre outros. Os embates dialogados, inclusive com uma linha vertical na tela (cada um no seu quadro) é uma ótima sacada, talvez até mesmo um alerta para prestar atenção à reflexão.

Na trama, conhecemos Marvi e Kata, duas jovens inteligentes que namoram faz um ano, só que ambas ainda não contaram para suas famílias sobre esse relacionamento. Buscando resolver essa situação, aproveitam a ida da mãe de Kata (uma famosa comissária da União Europeia) e de seu pai até a Finlândia para talvez conversar sobre o assunto. Mas nesse meio tempo, Marvi convence a namorada a irem primeiro contar para sua família no interior da Finlândia. Muitas situações acontecem, mas as famílias das duas se encontram e precisarão de muita compreensão para todos se entenderem.

O roteiro é muito bem elaborado, com ótimas subtramas. O filme se transforma de repente e entramos em um clima inusitado de tensão de vários tipos, principalmente o psicológico. Nos encontros inusitados é onde somos testemunhas de desabafos como se fossem confissões ou uma ida ao consultório do psicólogo. Há muitas doses de hipocrisia camufladas na não aceitação das opções de relacionamento dos pais, pela ótica de Mervi. O roteiro contorna com elegância e eficácia todas as polêmicas e sabe como dividir sobre as óticas de cada personagem. Ainda há tempo, nas ótimas divisões de arcos, para tentarmos entender as razões de demitidos de uma fábrica de tintas virarem neonazistas, uma excentricidade camuflada de inconsequência e alimentada pelo preconceito contra o próximo.

Com ritmo intenso, nem vemos os minutos passarem, podemos dizer que Nimby, resumidamente, é a eterna busca pelo entendimento mútuo, mas o mundo nunca foi nem nunca será simples.

 

Pilatos (2020)

Ninguém mexe nas memórias do passado. Dirigido pela cineasta Linda DombrovskyPilatos é um filme húngaro que aborda uma relação conturbada entre mãe e filha. Com muitos méritos, usa do Simbolismo como referência ao tempo, principalmente, reflexões em forma de metáforas com curtos flashbacks sobre épocas passadas vividas por essa família. Delicado, com harmônicos arcos (Terra, Fogo, Água e Ar), o filme possui duas atuações destacadas: Ildikó Hámori e Anna Györgyi. A trama é uma adaptação do livro homônimo da autora húngara Magda Szabó.

Na trama, conhecemos Anna (Ildikó Hámori), uma senhorinha de vida simples que acaba de perder o marido. Tentando achar uma solução para não deixar a mãe sozinha, sua filha Iza (Anna Györgyi), uma importante médica, resolve levar a mãe para morar com ela. Isso acaba gerando uma série de problemas por conta da distância e diferença entre as duas, mesmo sendo mãe e filha. Há eminências de um conflito por todos os arcos.

Parece uma peça filmada, o ritmo se baseia na belíssima condução dos personagens. Há uma melancolia em todo canto nos menos de 80 minutos de projeção. Uma batalha emocional das memórias contra uma filha autoritária que parece desconhecer a trajetória simples de seus pais. Com diálogos profundos, a difícil tarefa de dizer adeus ganha luz nas visões de Anna, e um desfecho emblemático surge com diversas respostas que podem ser dadas para tal. Um filme simples e profundo. Um bom trabalho.

 

Capitão Fantástico (2016)

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Escrito e dirigido pelo pouco conhecido ator e também cineasta Matt RossCapitão Fantástico é um daqueles filmes que deixam nosso coração na boca, faz nosso raciocínio brilhar e mexe intensamente com nosso modo de ver e viver tudo que aprendemos até hoje em nossas vidas. Com uma atuação brilhante do grande ator Viggo Mortensen, o longa-metragem de objetivos 118 minutos é um dos melhores filmes sobre esse tema.

Na trama, conhecemos Ben (Viggo Mortensen) e sua família para lá de diferente. Ben e sua esposa resolveram criar os seus seis filhos em um lugar muito bonito e longe da sociedade, deixando eles distantes de qualquer contato com as novidades e besteiras do mundo e sua globalização. Quando sua esposa, que precisou ser hospitalizada por conta de uma doença terrível, falece, Ben resolve ir até o encontro dela e leva junto seus filhos. Após o choque natural da criançada com o mundo da maioria das pessoas que os cercam, mas que nunca tiveram contato, o capitão fantástico desta turma terá que fazer escolhas difíceis e confrontar pessoas que consideram seu modo de vida prejudicial aos seus filhos.

A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida. Pensador desse lema, o protagonista criou seus filhos com rigidez e muita disciplina. Livros complexos são passados como dever de casa para todas as crianças, não importa a idade. As verdades são uma só e vários tabus de outras casas, para Ben, são apenas verdades que precisam ser ditas da única maneira que existe. O ambiente é de total harmonia, músicas (a cena da família cantando ‘Sweet Child o’Mine’ é emocionante e arrepia), brincadeiras mas também alguns excessos como exercícios físicos que não respeitam idade e que podem machucar. O personagem principal é intenso em seus princípios, a ideia de ter uma família vivendo longe dos vícios e futilidades, além dos alimentos que só prejudicam, é vivida intensamente mas falta equilíbrio, no fundo, Ben sabe disso.

No terceiro arco em diante, a mudança começa a acontecer. Ben, personagem complicado, de bom coração, interpretado com maestria por Mortensen se vê cercado de situações que o fazem repensar alguns de seus conceitos. Seus filhos, sua única riqueza nesse mundo, percebem rapidamente e o ajudam nesse momento de transição, transformando uma linda história em uma história inesquecível. Capitão Fantástico é algo assim, único, um presente para quem gosta de se emocionar com filmes que mexem com nosso coração. A grande lição que aprendemos com essa fita é que Capitão Fantástico é qualquer um que acredita que uma boa ideia pode mudar um pouquinho nosso mundo, ou mesmo que um filme inesquecível faz com que reflitamos sobre nossa própria existência. Seja o Capitão da sua vida, viva fantasticamente. Bravo!

 

As Faces de Toni Erdmann (2016)

Sábio é o pai que conhece o seu próprio filho. Depois de um hiato de sete anos na direção de um longa-metragem, a cineasta alemã Maren Ade volta à telona em grande estilo com a hilária e doce dramédia Toni Erdmann. Contando a história de um pai cheio de impulsos cômicos na busca constante pela atenção de sua sisuda filha, o projeto, indicado a muitos prêmios internacionais, é um daqueles filmes imensos (2 horas e 40 minutos de projeção) mas que desejamos que nunca acabe, sempre à espera da próxima gracinha que Toni Erdmann vai aprontar.

Na trama, acompanhamos a árdua saga de Winfried Conradi (Peter Simonischek), um dedicado pai que muito se entristece com o distanciamento na relação com sua única filha Ines (Sandra Hüller), essa última, uma jovem em ascensão na empresa onde trabalha o que a transforma em uma Workholic sem limites. O problema é que Ines trabalha demais e pouco tempo de sua agenda é dedicada à sua família. Quando o cachorrinho de Winfried morre, ele decide encarar o desafio de ter mais atenção de sua filha e para isso, entre outras coisas, viaja para vê-la quando ela está a trabalho e desenvolve um personagem, um Alter ego de nome Toni Erdmann. Não é preciso nem dizer as inúmeras e hilárias que esses dois vão se meter ao longo desse complexo processo de melhoramento na relação pai e filha.

Escolhido o Melhor Filme Estrangeiro de 2016 pelos críticos de Nova York, Toni Erdmann navega pelo humor para mostrar o cotidiano de um relacionamento conturbado entre pai e filha. De personalidades completamente diferentes, os dois embarcam em uma jornada basicamente de auto descoberta. Aos poucos, após uma quantidade absurda de insistência, Ines vai conseguindo se reconectar com seu pai, o que provoca uma cena de desfecho para lá de emblemática. Mesmo tendo quase três horas de duração, o que dificultou sua entrada no circuito de cinema brasileiros (talvez um dos pontos para nenhuma distribuidora ter ainda comprado os direitos no filme no Brasil), o filme é uma delícia de assistir e essas horas passam voando.

O foco no primeiro arco é a personalidade forte de Ines em paralelo as trapalhadas e atos incompreendidos de Winfried. Tudo começa a fazer mais sentido, praticamente a virada na trama, quando chega o Sr. Toni Erdmann, com sua peruca para lá de chamativa e dentes falsos para lá de explícitos. Esse Alter Ego transforma demais a visão de Ines sobre a personalidade cativante de seu pai. Assim, o longa-metragem cresce demais em emoção, o inusitado começa a ter sentido, ficando num tom cômico na medida conforme as situações antes constrangedoras, mas agora compreendidas. Toni Erdmann rouba a cena, transforma o mais difícil dos conflitos paternos em uma aula de amor e afeto.

 

Querido Menino (2018)

Depois de devastar nossos corações cinéfilos com o drama Alabama Monroe, o cineasta belga Felix van Groeningen volta a atingir em cheio nossas emoções com seu novo trabalho, Querido Menino. Baseado nos livros Querido Menino, de David Sheff, e Tweak: Growing up on Methamphetamines, de Nic Sheff, o filme preenche a maioria das lacunas sobre o sentimento de um pai em busca de uma solução para os problemas de drogas do filho. Em atuações cativantes e dignas de Oscar, Timothée Chalamet e Steve Carell formam filho e pai nesse projeto importante também para mostrar essa realidade, para alguns distante para outros nem tanto, do desespero emocional que passa não só a pessoa que possui problema com drogas, mas também todos que estão ao seu redor.

Na trama, conhecemos David Sheff (Steve Carell), um homem de meia idade, bem sucedido em sua profissão pai amoroso que vive em uma casa confortável com sua atual esposa Karen (Maura Tierney). David é pai de Nick (Timothée Chalamet), um jovem que com o passar do tempo começa a ter sérios problemas com as mais diversas drogas que existem. Ao longo de uma passagem de tempo, vamos acompanhando David, suas lembranças, e principalmente sua busca em encontrar alguma solução para esse problema complicado que o filho passa.

O roteiro, baseado nos livros de pai e filho que são os personagens principais da trama, é um grande vai e vem entre recordações, solidão, desespero, medo e muitos outros sentimentos conflituosos que chegam como uma flecha principalmente para David. Ao longo de um pouco mais de duas horas de duração, conseguimos enxergar a situação de Nick através não só dos olhos de seu pai, mas também de sua madrasta (mãe de seus outros dois irmãos pequenos), e de sua mãe que mora em outra cidade. Em busca de alternativas para curar esse sofrimento que paira sobre a família, principalmente David embarca em uma jornada de redescobertas, estudo e desabafo mesmo quando suas forças para lutar estão limitadas.

Há uma carga de emoção muito grande em tudo que vemos nesse filme, Van Groeningen já mostrou que sabe como nos atingir desse lado daqui da tela, sua maneira de filmar te embarca para dentro daqueles cenários, aquelas conversas, que por mais difícil que possam parecer, tem o poder também de conscientizar. Querido Menino não é um filme fácil, toca bem forte nossos corações. É um forte e marcante filme.

 

O Tiro que não Saiu pela Culatra (1989)

Problemas familiares não tem endereço, a eterna roda gigante da educação. No final da década de 80, chegou aos cinemas O Tiro que não Saiu pela Culatra, dirigido por Ron Howard, um drama com pitadas cômicas que mostra um arranjo familiar complicado com tipos de educações diferentes. Passando um raio-x em uma família com as mais diversas crises, o brilhante roteiro da dupla Lowell Ganz e Babaloo Mandel nos faz refletir a todo instante. A atriz Dianne Wiest foi indicado ao Oscar por esse filme e Randy Newman, autor da trilha sonora, concorreu com a canção I Love To See You Smile ao Grammy, ao Globo de Ouro e ao Oscar.

Na trama, conhecemos uma família de classe média norte-americana e seus conflitos diários entre pais, mães, filhos e filhas. Tem o pai que pressiona na rigidez educacional de uma garotinha (até ler Kafka a garota é forçada) e a mãe não consegue se impor para evitar a pressão; uma mãe que cria os dois filhos sozinha e ambos passam por problemas e descobertas e tem problema com sua autoridade inexistente; Um advogado e sua esposa com três filhos e um com um deles sendo aconselhado a ir no psicólogo pela escola; O pai de muitos desses, que até hoje não conseguiu controlar os vícios do filho mais novo. A biologia, os motores da educação, nada tem muita lógica quando o assunto é educar. O elenco é ótimo: Steve Martin, Mary Steenburgen, Dianne Wiest, Rick Moranis, Keanu Reeves, Joaquin Phoenix (em um de seus primeiros filmes), entre outros.

Durante as pouco mais de duas horas, que nem vemos passar, uma coisa é certa: todos os núcleos tem os seus problemas. Por mais que o protagonista seja Steve Martin e seu Gil (os pensamentos futuros do personagem sobre erros e acertos são hilários – brincar com um tema tão sério não é fácil), todas as subtramas são muito bem detalhadas pelas lentes de Howard. O ritmo é recheado de objetividade, mas com lacunas a se preencherem talvez até por um julgamento reflexivo que podemos ter durante os assuntos mostrados. Não há fórmula para se educar, nunca será como queremos. Um dos filmes mais amplos em discussões sobre o tema pais e filhos.

 

Benzinho (2018)

Os filhos são para as mães as âncoras da sua vida. Exibido no importante Festival de Sundance, Benzinho conta todas as dificuldades de uma família moradora da região de Petrópolis no Rio de Janeiro, seja no lado financeiro, seja no lado emocional com a eminente partida do filho mais velho para uma nova oportunidade na Alemanha. O longa, dirigido por Gustavo Pizzi (do ótimo Riscado), gira todo em torno da forte personagem Irene, interpretada magistralmente pela excelente atriz brasileira Karine Teles. Entre as dificuldades do cotidiano, o amor não falta nesse grande retrato de família brasileira.

A trama, super elogiada pelos críticos não só no Brasil, conta a saga de Klaus (Otávio Müller) e Irene (Karine Teles), pai e mãe de quatro filhos que vivem a cada dia tendo que matar um leão para que a felicidade reine no lar deles. Os negócios de Klaus, que tem uma copiadora, e o trabalho de vendedora sem dinheiro fixo de Irene, não vão muito bem e associado a isso, a irmã de Irene, Sonia (Adriana Esteves), busca refúgio na casa deles após ser agredida pelo marido Alan (César Troncoso). Para completar as variações emocionais presentes nesse “laço” da família, o filho mais velho do casal Fernando (Konstantinos Sarris) é chamado para jogar handball profissionalmente na Alemanha, fato esse que mexe demais com Irene.

Buscando retratar o cotidiano também de muitas famílias brasileiras, que buscam com bastante esforço ter o melhor para dar na criação de seus filhos, Benzinho navega com muita profundidade sobre as angústias, alegrias e surpresas que chegam a eles diariamente. Todos em cena brilham, mas o foco principal fica com Irene e o grande conflito que enfrenta por não aceitar muito bem a ida de Fernando para longe de casa por tanto tempo. Mesmo reconhecendo ser uma oportunidade de vida para o filho, Irene não consegue esconder sua insatisfação. Mas o longa-metragem (que poderia ser o indicado do Brasil ao Oscar tranquilamente) não se prende só a esse conflito, as razões financeiras e dificuldades de uma vida melhor chegam como pano de fundo assim como a situação de Sonia que busca refúgio na casa da irmã.

A emoção não deixa de estar contida em cada cena, seja nas felicidades, seja nas tristezas. Benzinho é um retrato muito bem feito sobre milhares de outras famílias, seus dramas e suas forças para enfrentar de cabeça erguida as loucuras desse mundo tão cheio de obstáculos em que vivemos, principalmente aqui no Brasil.

 

Sem Amor (2017)

Não se pode viver em desamor. Na era das selfies e das vitrines matrimoniais que a sociedade impõe para que a tal da incerteza da normalidade fique evidente e você não seja alvo de fofocas ou preconceitos, o novo trabalho do excepcional cineasta russo Andrey Zvyagintsev (dos excelentes Elena e Leviatã), Loveless, sensação nos festivais que fora exibido mundo afora, é um filme que fala sobre, acima de tudo, família. Em uma Rússia dos tempos modernos, repleta de idas e vindas em relacionamentos, Zvyagintsev faz o espectador navegar nas emoções mais profundas quando nos sentimos olhando pelo buraco da fechadura.

Na intensa trama, conhecemos o casal Zhenya (Maryana Spivak) e Boris (Aleksey Rozin) que estão se separando em meio a muitas brigas. Eles tem um filho de 12 anos chamado Alyosha (Matvey Novikov), que sofre bastante pelas discussões diárias dos pais. Tanto Zhenya quanto Boris já estão em outros relacionamentos, o segundo inclusive já está esperando um outro filho com a nova namorada. Em meio a essa tumultuada relação, Alyosha some certo dia e os pais precisam reunir forças para enfrentar essa difícil situação.

Entendemos melhor as características emocionais dos personagens nos diálogos profundos que ambos possuem com seus novos parceiros, principalmente Zhenya, que possui uma dificuldade de relacionamento com a mãe, nunca amou o ex-marido e se joga completamente nessa nova relação. Seu cotidiano com o filho é distante e agressivo, a impaciência e o comportamento distante com o filho são reflexos da impaciência e solidão que vivia com seu ex-marido. Quando o jovem desaparece, tanto mãe quanto pai se sentem perdidos e começam a perceber aos poucos o quanto existia uma barreira entre todos eles.

A frieza da polícia na condução do início do caso chama atenção. Durante o pequeno interrogatório com o grupo de salvação e resgate, fica nítido o grande descaso e falta de observação dos pais com o próprio filho, principalmente da figura materna. Alyosha sofria bastante com as brigas e principalmente com o que escutava dos pais. A ausência de amor, desafeição, desprezo, indiferença eram algumas das características que distanciavam os pais do filho.

Com belíssimas cenas de fundo e uma atmosfera melancólica que se envolve intensamente em pontos importantes, Loveless (no título original) é um retrato humano, que assusta mas acontece, das imperfeições na roda familiar. Zvyagintsev se consagra mais uma vez com suas lentes que conseguem transmitir com muita intensidade o que acontece entre quatro paredes e nos mostra os detalhes como se estivéssemos olhando pelo buraco de uma fechadura.

 

Belos Sonhos (2016)

“Tudo aquilo que sou, ou pretendo ser, devo a um anjo, minha mãe”. Filme de abertura da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de anos atrás, a co-produção Itália/França dirigida pelo marcante cineasta italiano Marco Bellocchio é um daqueles filmes que conseguem chegar bem fundo em nossas emoções, trazendo um encanto de poesia na relação impactante de um filho com as lembranças de sua mãe.  Profundo, elegante, emotivo, a produção passa com louvor na avaliação criteriosa dos corações cinéfilos, principalmente aos que percebem uma analogia extraordinária entre seu enredo e uma letra famosa escrita por Renato Russo anos atrás. Belos Sonhos é sem dúvidas um dos mais belos sobre o tema.

Baseado no livro Fai Bei Sogni, de Massimo GramelliniBelos Sonhos, conta a história de Massimo, um amante do futebol que tempos mais tarde vira jornalista de um importante jornal. Ele possui um grande trauma, quase uma lacuna não preenchida sobre as lembranças que cercam o falecimento de sua mãe – quando Massimo era apenas uma criança. Percorrendo uma linha do tempo que vai e volta, no melhor estilo Bellochio, vamos juntando aos poucos o complexo quebra cabeça da trajetória emocional de Massimo com muitas surpresas e momentos de redenção ao longo dos emocionantes 134 minutos de projeção.

Dorme agora, é só o vento lá fora. O roteiro explora com louvor toda a tempestade de lembranças que passa o protagonista ao longo de sua tumultuada trajetória de vida. Desde a infância e os momentos dançantes com sua mãe, até os horrores da guerra vistas de uma maneira bastante profunda.  O trabalho do ator italiano Valerio Mastandrea (o Michael Fassbender da Itália), que interpreta Massimo em sua fase adulta, é irretocável, passa uma pureza no olhar que impressiona. O espectador sai do filme sabendo que assistiu a uma baita atuação.

Me diz, por que que o céu é azul? Explica a grande fúria do mundo! Os embates cheios de cargas emocionais entre o pequeno Massimo e o religioso que lhe ensinava na escola sobre a origem das coisas é muito interessante e traça um paralelo certeiro com a história de vida do menino. Há uma saudade que ele sente de tudo que ele ainda não viu.

Você diz que seus pais não entendem, mas você não entende seus pais. Um dos mais marcantes clímax que possui a película, o reencontro do protagonista com seu pai em uma reunião simbólica para lembrar de jogadores de futebol do time do Torino que morreram em uma trágico acidente aéreo anos atrás. Já mais velhos e mais calejados pela vida, o desabafo do pai ao filho ao falar sem mistérios sobre sua mãe, é bastante emocionante e toda a emoção contida nessas fortes sequências mexem muito com quem possui fortes ligações com a família.

É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. O filme é tão bem realizado que prepara o espectador para um gran finale repleto de sentimentos guardados e que precisavam escapar para que o protagonista seguisse em frente com sua vida. Lindos momentos, reflexões sobre sua vida. Nesse final de ano, sendo uma gota d’água ou um grão de areia, veja esse filme e corra para abraçar as pessoas que você ama.

 

Seu Filho (2018)

Sábio é o pai que conhece o seu próprio filho. Com uma interpretação de tirar o fôlego do veterano e excelente ator espanhol Jose Coronado (do ótimo Não Haverá Paz Para os Malvados), está disponível no catálogo da Netflix Brasil o suspense Seu Filho, uma grata surpresa em meio a tantos títulos interessantes nesse streaming. Com um roteiro composto por um cirúrgico plot twist, vamos acompanhando a saga de um pai que pensa ter a família perfeita e sua busca sobre as verdades do seu único filho homem. A força dos personagens é um dos pontos fortes desse intenso filme.

Na trama, conhecemos o dedicado cirurgião Jaime (Jose Coronado), um homem já no terço final de sua vida que costuma ter uma relação muito amistosa com seu filho Marcos (Pol Monen) e um pouco distante com a filha Sara (Asia Ortega). Em uma certa noite, durante um de seus plantões, Jaime descobre que seu filho chegou de ambulância completamente ferido após uma briga em uma boate bastante frequentada no centro da cidade onde moram. O acontecimento mexe demais com o protagonista que começa uma investigação por conta própria o que o leva a limite mental e emocional que desdobrarão consequências para ele e o restante de sua família.

O thriller camuflado de drama vem com aquela pegada de todo bom filme espanhol dos últimos tempos. Intenso, impactante, sem previsões ou achismos de como termina as consequências em que se metem os personagens. Há um mistério correndo em volta de Jaime, isso o atormenta, entra em conflito com tudo e todos e busca de sua própria verdade, ou pelo menos a interpretação que deseja para o que aconteceu. Nem tudo é o que parece ao longo dos 103 minutos de fita. A atuação de Jose Coronado é o alicerce, um ponto cheio de clímax e repleto de intensidade, nossos olhos não conseguem desgrudar em descobrir pela ótica do protagonista o que realmente aconteceu naquela noite.

Os arcos são bem definidos, mesmo que haja um aceleramento descompassado no último, talvez fruto de uma história cheio de detalhes que precisa ser contada em menos de duas horas. O roteiro consegue extrair dos personagens toda a força que é preciso para nunca se perder o ritmo dessa reflexiva história que fala sobre o amor de pais e filhos e até onde é a linha tênue entre a razão e a emoção do argumentar ao favor de quem é próximo de nós.

 

Longe da Árvore (2017)

O consenso cultural nem sempre retrata a melhor maneira de enxergamos como podemos nos amar sendo quem somos. Explorando a montanha russa, os altos e baixos, da relação de pais e filhos, Longe da Árvore, impactante documentário dirigido pelas cineastas Rachel Dretzin e Jamila Ephron, baseado em partes em um livro (Far from the Tree) do escritor Andrew Solomon, percorre um olhar por dentro da vida de algumas famílias. São profundos e alguns dolorosos relatos, emocionante em muitos momentos, pais e filhos e suas descobertas diárias nessa relação que para uns parecem fáceis mas que sempre vão ter bons e nem tão bons momentos.

São vários os olhares que acompanhamos ao longo de cerca de 90 minutos de projeção. Jason tem síndrome de Down e seus pais sempre enfrentaram todo o tipo de preconceito com avanços corajosos na educação dele, que, mesmo com essa deficiência, consegue realizar tarefas básicas como a rápida matemática de maneira igual aos de sua idade; os relatos emocionados da mãe de Jack, um dos personagens, um jovem com autismo, sobre todas as maneiras que buscarão para melhorar a situação dele, principalmente na hora de interagir com os outros; Loini, que sofre por ser diferente e não ter contato com outras como ela que possuem o nanismo mas acaba se encontrando em uma convenção anual da associação de gente pequena dos Estados Unidos; O idealizador do livro e sua batalha antes perdida em entender seus pais após anunciar para a família que era gay; Pais que levam uma culpa para sempre após uma tragédia impactar suas vidas.

São registros por meio de vídeos, depoimentos atuais, reflexões sobre os impactos da criação de uma família. Não é uma escolha os pais amarem seus filhos. Em Longe da Árvore vamos acompanhar batalhas emocionais, força de vontade, novas descobertas, desejos, condições, tudo isso de maneira muito reflexiva e que de alguma forma deixa muitas lições para todos nós.

‘Expresso do Amanhã’: Rebeldes arriscam tudo no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

A TNT divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Expresso do Amanhã‘ (Snowpiercer).

Confira:

A próxima temporada irá estrear no catálogo brasileiro da Netflix no dia 26 de janeiro, um dia após a estreia nos EUA.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Soul

(Soul)

 

Elenco:

Jamie Foxx
Tina Fey
Questlove
Daveed Diggs
Phylicia Rashad

 

Direção: Pete Docter, Kemp Powers

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: Já disponível na Amazon Prime

Sinopse: 

Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Curiosidades: 

» Esse é o 23º longa-metragem da Pixar;

» A animação vai abortar o espiritismo.

» A história irá imaginar que cada pessoa da Terra nasce “instalada” com uma alma que foi formada e aperfeiçoada no cosmos.

» Trent Reznor e Atticus Ross serão responsáveis pela trilha sonora da animação, que terá fortes relações com o jazz;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novo adiamento de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ causará onda de fechamentos de cinemas

Os cinemas já estavam à beira do desastre financeiro, e a situação acaba de piorar com o adiamento de ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘.

A MGM tomou a decisão de adiar o filme de novembro para abril de 2021.

Segundo a Variety, a mudança pode desencadear uma onda de fechamentos de cinemas nos Estados Unidos, já que os donos dos complexos avaliam se podem manter as luzes da marquise acesas até o lançamento de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, previsto para o dia 25 de Dezembro.

O filme de Bond seria o próximo grande lançamento, após ‘Tenet‘ falhar em atrair público aos cinemas devido ao aumento de casos de coronavírus no país, o que destruiu o cenário de distribuição nos cinemas.

Segundo a Fox News, a Associação Nacional de Proprietários de Cinemas dos Estados Unidos está solicitando apoio do governo federal para evitar que as empresas corram o risco de falência.

Representando as principais cadeias de cinemas do país, a instituição pontua que 10 das maiores redes tiveram que fechar suas portas e encerrar as atividades temporariamente. Em virtude disso, a organização decidiu pedir ajuda para as respectivas empresas e os 150 mil funcionários diretamente impactados.

007 – Sem Tempo para Morrer’ chegará aos cinemas em 02 de abril de 2021.

Confira os novos cartazes individuais:

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Cobra Kai’: Criador da série indica planos para possível spin-off

Em entrevista ao TVLine, Hayden Schlossberg, um dos criadores da série ‘Cobra Kai‘, indicou que há planos para um possível spin-off para expandir o universo da franquia.

“Nós temos esperança de expandirmos ainda mais o universo de ‘Karatê Kid’. Nós sabemos como iremos concluir ‘Cobra Kai’, mas nós sempre a comparamos com nossa outra série favorita, ‘Breaking Bad’, e como eles conseguiram dar continuidade à trama com ‘Better Call Saul’ e ‘El Camino’.”

Ele continua, “Nós gastamos bastante tempo na terceira temporada com a história do Kreese, mas nós queríamos ter tido ainda mais tempo para contar essa história. Nós temos tanta coisa para contar nesses episódios de meia hora que acaba não sendo o suficiente.”

Lembrando que a 3ª temporada da produção já está disponível na plataforma de streaming.

O novo ciclo se aprofunda nas consequências do acidente sofrido por Miguel, à medida que traz Johnny Lawrence retomando o seu papel de mentor do jovem karateca, enquanto o ajuda a retomar seus passos.

Já Daniel-San enfrentará uma grande crise de identidade em virtude das caóticas consequências de sua decisão em retomar o karatê, o que acaba afastando-o da sua família e também da própria empresa.

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

E aí, o que você acha que está reservado para os novos episódios?

Durante uma entrevista para o Comic Book, William Zabka foi questionado com a mesma pergunta.

Em resposta, o intérprete de Johnny Lawrence disse:

“O final da 2ª temporada foi como um acidente de carro no qual todos saímos feridos, sem exceções. Há um monte de peças para juntar e feridas a sarar… Eu fiquei sabendo de algumas teorias de fãs por aí e algumas delas são boas, mas nem chegam perto do que está por vir. Boas tentativas. Eu defino a 3ª temporada como um show ou explosões de fogos de artifício, mas isso é bom ou ruim? Eu acho que ela incorpora o melhor das duas primeiras.”

Ele também fez mistério sobre o possível retorno de Ali Mills (Elisabeth Shue) ao comentar a cena final da 2ª temporada:

“Bem, o que eu posso te dizer é que nada é o que parece. Vimos que Johnny ainda lamenta seu término com Ali e ela é uma grande peça que faltava que faltava na vida dele. Ela é o amor que escapou e de alguma forma ele adoraria se reconectar [com ela]. Mas a série é cheio de surpresas.”

Por fim, ele comentou sobre a renovação da série para a 4ª temporada.

“Foi incrível gravar os novos episódios e estou ansioso para ver a reação dos fãs. Esperávamos que fosse lançada antes também, mas o mundo está uma bagunça… O que importa é que estamos felizes de dar continuidade ao trabalho com a Netflix. Já temos outra temporada garantida e isso é um sinal de que o público está nos apoiando, eu nunca imaginei que isso iria acontecer. Sou muito grato por dar vida ao Johnny.”

Confira o trailer da 3ª temporada:

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

‘Army of the Dead’: Terror zumbi de Zack Snyder ganha nova imagem oficial; Confira!

O EW divulgou um nova imagem oficial de ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas, terror zumbi do diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘).

Confira:

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Em entrevista ao Slashfilm, Snyder garantiu que o seu novo filme de zumbis será épico; com muita ação e efeitos práticos.

“90% dos nossos zumbis são efeitos práticos. Há guerra com zumbis, sequências de ação e muita luta; meu amigo, e parceiro de longa data, Damon Caro trabalhou pesado para criar caos zumbi em um nível épico.”

Ele continua, “Eu adoro filmes que são divertidos, mas não são bobos. É uma linha tênue. Eu queria que esse filme fosse uma insanidade zumbi descontrolada. Meus parceiros da Netflix me apoiaram e entraram nessa jornada comigo.”

O longa, que conta com orçamento de 70 milhões de dólares, foi rodado em Las Vegas.

Dave Bautista estrela a produção, que também tem no elenco Ella Purnell, Theo Rossi (‘Luke Cage‘), Ana De La Reguera (‘Tudo e Todas as Coisas‘) e Huma Qureshi (‘Kaala‘). 

Invasão em Las Vegas‘ é produção da Netflix e tem estreia prevista para esse semestre.

‘Psycho Goreman’: Demônio arranca cabeças no novo clipe do terror cômico; Assista!

O terror cômico ‘Psycho Goreman‘ ganhou um novo clipe extremamente violento.

Confira, com o trailer completo:

O longa é dirigido por Steven Kostanski (‘O Retorno do Duende’).

A trama se passa no subúrbio de uma cidade pequena e segue duas crianças, Mimi e Luke, que descobrem o túmulo de um senhor da guerra alienígena adormecido, cujo único objetivo é destruir o universo inteiro. As crianças encontram a pedra mágica que lhes permite controlar a criatura e embarcar em uma louca aventura cheia de ação e comédia cósmica.

Nita-Josée Hanna, Owen Myre e Matt Ninaber estrelam a produção.

O filme será lançado em VOD no dia 22 de janeiro.

[EXCLUSIVO] ‘El Cid’: Alicia Sanz fala sobre o empoderamento feminino presente na série épica

A Amazon Prime Video está investindo em suas produções originais e trouxe para os fãs de contos épicos e históricos a nova série ‘El Cid‘, que explora os anos de juventude do icônico e quase mitológico guerreiro espanhol.

E um dos grandes destaques da produção é justamente o seu elenco feminino. Fazendo um contraste com a época, a partir de mulheres que se destacam em cena, a série europeia traz Urraca, uma obstinada mulher membro da família real espanhola, disposta a assumir o poder a qualquer custo.

Vivida por Alicia Sanz, a personagem vai na contramão da clássica abordagem tradicional dos papéis femininos apresentados em séries de época. E em uma entrevista à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, a atriz – que tem se destacado em Hollywood – comentou sobre o direcionamento empoderado de ‘El Cid‘, que muito mais que dar destaque às mulheres da série, as apresenta de forma ousada, contemporânea e inspiradora.

Segundo Sanz:

“Esse é um dos pontos que, quando eu li o roteiro, me deixou empolgada. Eu realmente queria voltar para a TV espanhola com uma personagem que gerasse um impacto. Eu creio que nós precisamos desse tipo de papéis, principalmente por conta das gerações mais jovens. A imagem com a qual eu cresci era a de mulheres nas sombras – especialmente nos tempos medievais – e eu aprendi tanto fazendo essa série, porque por trás de cada homem poderoso, havia sim uma mulher poderosa. E com a Urraca, ela era isso. Ela era assim com o seu irmão, o Alfonso. Ela era o seu braço direito. Ele não fazia nada sem consultá-la, sem sua aprovação. E você vê na série que ela era uma peça importante”.

Alicia foi ainda mais além, salientando a importância de trazer uma abordagem mais equilibrada na construção de personagens femininos e masculinos, enxergando-os para além da sua identidade de gênero:

“É engraçado porque nós vemos personagens masculinos sendo vilões, se aprofundando nas sombras e isso é visto como algo OK. Mas se uma mulher faz isso, ela é vista como uma pessoal inescrupulosa. Então eu tenho muito orgulho dessa série, porque ela mostra que todos somos humanos, independente de você ser homem ou mulher. Todos temos os mesmos sentimentos e todos estamos passíveis de agir da mesma forma, só que em corpos distintos, independente de ser homem ou mulher”.

Baseada na história real do icônico guerreiro que se tornou um símbolo mitológico da Espanha, a série acompanha os dias de juventude do Conquistador, mostrando um lado completamente diferente da sua história.

E a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o astro da produção Jaime Lorente, conhecido por seu trabalho em ‘La Casa de Papel‘ e ‘Elite‘.

No bate papo, ele fala sobre os desafios de gravar uma série épica e ainda comenta as semelhanças de estilo com outras produções do mesmo gênero, como Game of Thrones.

Assista:

A 1ª temporada de ‘El Cid‘ já está disponível na plataforma da Prime Video.

‘Invasão Secreta’: Kevin Feige explica porque decidiu fazer uma série ao invés de um filme

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, explicou ao Collider porque decidiu realizar ‘Secret Invasion‘ (Invasão Secreta) como uma série ao invés de um filme.

“Estamos interessados ​​no aspecto da paranoia política de Invasão Secreta e realmente mostrar o espaço com os nossos astros Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, dois atores incríveis que você deseja ter em qualquer série, e temos muita sorte de ter eles conosco. Esse é o tipo de foco principal disso e, é claro, vai se ligar a outras coisas e aos Skrulls de maneiras que você nunca viu antes. Mas queríamos fazer isso como uma série porque nos permitiria fazer algo diferente do que fizemos antes. ”

Será emocionante ver este grande evento de quadrinhos se desenrolar em seis episódios, ao invés de ser reduzido a um filme de duas horas.

A produção será estrelada por Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Ben Mendelsohn (o Skrull Talos, de ‘Capitã Marvel‘).

Vale lembrar que, em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, Talos assumiu a forma do Nick Fury durante toda a narrativa, enquanto o verdadeiro agente estava fora do planeta, cuidando de assuntos não especificados.

Secret Invasion‘ será inspirado nos quadrinhos homônimos lançados em 2008, onde os heróis da Marvel descobrem que seus amigos e inimigos tem sido secretamente substituídos por Skrulls, uma raça alienígena que pode mudar de forma.

“Assim como nem todoso os humanos são ruins, nem todos os humanos são bons. Eu acredito que os Skrulls provavelmente têm essa mesma variedade de moral entre eles,” afirmou o Kevin Feige em entrevista ao ComicBook, em 2019. “Quando eles têm a chance de usar suas habilidades, é algo provavelmente muito tentador. É interessante introduzir esse conceito e ver onde irá nos levar.”

Novas informações sobre a série devem ser divulgadas em breve.

‘WandaVision’: Feiticeira Escarlate com o uniforme dos Vingadores em novo comercial de TV; Confira!

A aguardada série original do Disney+, intitulada ‘WandaVision’, estreia na próxima sexta-feira na plataforma de streaming e ganhou um novo comercial de TV, exibido no nos EUA durante o intervalo do jogo entre o Ravens e o Titans.

E no novo vídeo promocional, a heroína Feiticeira Escarlate aparece rapidamente trajando o o mesmo uniforme usado em ‘Vingadores‘.

Confira:

Vale lembrar que a estreia da série ocorre no dia 15 de janeiro, com episódio duplo.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, Teyonah ParrisKathryn Hahn.

‘Bling Empire’: Reality show da Netflix sobre asiáticos podres de rico ganha intenso trailer; Confira!

O novo reality show da Netflix sobre asiáticos milionários, intitulado ‘Bling Empire‘, ganhou o seu primeiro e intenso trailer.

Assista:

Segundo a sinopse oficial, a produção acompanha asiáticos podres de ricos e suas vidas californianas cheias de festas, glamour e muito drama.

Bling Empire‘ estreia na Netflix no dia 15 de janeiro.

Dom e Han em imagens inéditas de ‘Velozes e Furiosos 9’

Velozes e Furiosos 9‘ teve novas imagens divulgadas, que mostram Dominic Toretto (Vin Diesel) e Han (Sung Kang).

Confira:

Durante uma entrevista para a Total Film, John Cena provocou os fãs e garantiu que o filme é um ótimo motivo para o público voltar ao cinema.

“Estou ansioso para saber a reação do público desde que pisei pela primeira vez nos bastidores. Eu posso garantir que ‘Velozes e Furiosos 9‘ é um ótimo motivo para voltarmos ao cinema.”

Apesar de não revelar nada, a declaração de Cena mostra que a equipe preparou grandes surpresas para o novo filme e o público deve se surpreender com os acontecimentos.

Lembrando que será lançado em 28 de maio de 2021.

Assista ao trailer completo:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Além de Diesel e Cena, o elenco conta com Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Deadpool 3’ se passará no MCU e terá classificação 18+

O diretor da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou que o próximo filme do ‘Deadpool‘ se passará no Universo Cinematográfico da Marvel e será classificado como Rated-R [para maiores de 18 anos].

Feige ainda confirmou que Ryan Reynolds está ajudando a supervisionar o roteiro.

“Será classificado como Rated-R e estamos trabalhando em um roteiro agora, e Ryan está supervisionando o roteiro. Não vamos filmar este ano. Ryan é um ator muito ocupado e de muito sucesso. Temos uma série de coisas que já anunciamos que agora temos que fazer, mas é emocionante  isso ter começado. Novamente, um tipo muito diferente de personagem no MCU, e Ryan é uma força da natureza, o que é simplesmente incrível vê-lo trazer esse personagem à vida.”, afirmou.

A produção será a primeira do Mercenário Tagarela com a Disney e isso mexe bastante com os fãs, porque existe um medo de que a essência politicamente incorreta do personagem seja amenizada a partir de agora. Por isso, separamos alguns pontos que queremos muito ver em Deadpool 3. Confira!

 

Não rebootar a franquia

Iniciada na FOX, a franquia Deadpool se consolidou como uma das sagas para maiores de 18 anos de mais sucesso da história do cinema. Repletos de referências e piadinhas ao universo dos X-Men, os dois primeiros filmes foram muito marcantes. Agora sendo propriedade da Disney, espero que tudo o que aconteceu até aqui não seja apagado ou ignorado, mas continuado e expandido sob tutela da casa do Mickey.

 

Fazer parte do MCU

Ok, ser um personagem Marvel e estar num filme produzido pela Disney parece indicar que as aventuras do Deadpool estão inseridas no Universo Cinematográfico Marvel. No entanto, como vocês devem lembrar, a Sony trava uma batalha de anos para dizer que Venom faz parte do MCU. E convenhamos, nada no filme indica isso. Pois bem, que a Disney insira Deadpool 3 na cronologia do MCU da forma mais divertida possível em vez de lançar o longa no selo Searchlight ou algo do tipo.

Bob

Nos quadrinhos, o melhor amigo – por assim dizer – do Deadpool é um agente da H.I.D.R.A. abobalhado, frustrado e com baixa autoestima chamado Bob. Ele faz uma ponta muito rápida no primeiro filme como um dos capangas genéricos do Francis (Ed Skrein), mas seria fantástico se ele aparecesse agora com o uniforme da H.I.D.R.A. e interagindo mais com o DP.

 

X-Force

Um dos principais motivos para não querer o reboot da franquia é justamente porque Deadpool 2 deixou um gancho maravilhoso para a adaptação da X-Force. O grupo divertido, diverso e de gênero neutro, como disse o próprio Deadpool, tem um potencial absurdo de desenvolvimento em tela e seria incrível ver isso no Universo Cinematográfico Marvel.

 

Não ser um filme SÓ de humor

Apesar de ser conhecida pelo humor sem noção e pelas piadas politicamente incorretas a cada segundo, a franquia Deadpool conseguiu fazer um desenvolvimento dramático muito interessante ao longo dos últimos quatro anos. Uma das preocupações com essa ida pra Disney é que ela transforme o filme em uma aventura de humor sem o mínimo de carga dramática, como fizeram com o Homem-Aranha, por exemplo.

 

Tirar sarro da chegada à Disney

Marcado por suas referências a diversos universos e quebras da quarte parede, o Deadpool simplesmente PRECISA tirar sarro da compra da FOX pela Disney e pelo monopólio do entretenimento que eles formaram. E o ideal seria que ele fizesse referências ou piadas pesadas, a nível de ter participação de algum personagem da casa, como o Pato Donald, ao melhor estilo Uma Cilada Para Roger Rabbit, ou algo do tipo. É a oportunidade perfeita para ele perder completamente a linha.

 

Interação com personagens e cenários do MCU

A graça de ter o Deadpool na Disney é poder explorar as interações com personagens e cenários dos outros filmes baseados em quadrinhos. Já pensou o Deadpool perdendo essa limitação de ter que atuar apenas em ambiente urbano e indo para o espaço? Confrontando um Celestial da espécie do Ego (Kurt Russell), assim como já aconteceu nas HQs? Comendo chimichangas na Torre Stark? Montando um Pégasus na Nova Asgard? O céu não é mais o limite.

 

Enfrentar o Treinador

O Treinador vai enfrentar a Viúva-Negra no filme solo dela que vai estrear em algum momento entre 2020 e 2021, assim esperamos. No entanto, ele é um dos vilões clássicos do Deadpool. Como o Treinador consegue replicar o estilo de luta do adversário e costuma se envolver em uns serviços bem podres – vilão também paga conta, né? -, seria incrível se eles pudessem se encontrar nas telonas em algum momento.

 

Mostrar o Deadpool em Vingadores: Ultimato

A cena dos portais em Vingadores: Ultimato foi o maior orgasmo nerd dos cinemas em 2019. Até Howard, o Pato apareceu para descer a porrada em ET do mal. Seria legal se o filme mostrasse um flashback do Deadpool inserido nesse contexto ou dele assistindo isso em algum jornal e se perguntando o motivo de não ter sido convidado? Pode ser até mesmo o pontapé inicial para uma adaptação do Deadpool tentando entrar para os Vingadores. Quem sabe?

 

Homem-Aranha

Podemos ser sinceros aqui? Acho que todo mundo vai ignorar as sugestões desse texto caso a Marvel decida juntar o Deadpool ao Homem-Aranha. Convenhamos, é o que todos querem. A relação dos dois nas HQs é maravilhosamente divertida, já que o Deadpool é praticamente apaixonado pelo Cabeça de Teia, que se esquiva sempre que possível de fazer parcerias com o DP porque, bem… Porque ele é um mala fedorento e que não cala a boca, além de ter tendências homicidas, claro. Ver a junção dessa malícia idiota com a quase pureza do Homem-Aranha de Tom Holland já seria o suficiente para abrir o sorriso de muita gente.

 

E você? O que gostaria de ver em Deadpool 3? Diga nos comentários!

‘Velozes e Furiosos’: O que aconteceu com personagem que ‘sumiu’ na franquia?

A franquia ‘Velozes e Furiosos‘ é cheia de truques na manga para trazer reviravoltas de cair o queixo dos fãs, como ressuscitar a Letty Ortiz (Michelle Rodriguez) em vilã e trazer um irmão (John Cena) nunca citado do Dom para o nono filme.

Mas a franquia deixou um personagem pelo caminho sem dar um desfecho para sua história.

Owen Shaw, vivido por Luke Evans, não é exatamente a estrela de nenhum dos filmes, mas foi o grande vilão de ‘Velozes e Furiosos 6‘.

A última vez que vimos Shaw, ele estava pedindo aos pilotos que pousassem um avião perto do final de ‘Velozes e Furiosos 8‘. Ele e seu irmão mais velho, Deckard Shaw, salvaram o filho de Dom, o pequeno Brian, das garras da Cipher e estavam prontos para levá-lo para casa.

Por alguma razão, ele não apareceu na reunião da família Toretto no final do filme com Deckard Shaw para deixar o bebê Brian. Apesar de Owen ter sido um vilão, seu irmão Deckard foi quem matou Han e a gangue o recebeu de braços abertos para a reunião.

Quem pode dizer o que esse grupo vai perdoar e esquecer, certo?

Embora o paradeiro de Shaw possa parecer um mistério, ele pode ser a chave para alterar o cronograma da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ novamente e, talvez, ajudar a explicar o retorno surpresa de Han.

O que você acha que aconteceu com Owen?

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 9‘ chega aos cinemas nacionais em Maio de 2021.

Assista ao trailer:

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Mulher-Maravilha 3’: Gal Gadot indica que terceiro filme será o último da franquia

Após Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins afirmarem que não estavam certas sobre ‘Mulher Maravilha 3’, a Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento e contará com o retorno das duas.

Porém, será o último filme da trilogia.

Em uma nova entrevista para o podcast da Variety, a atriz Gal Gadot falou sobre o trabalho no filme, afirmando que ela espera que ele resulte em “um belo encerramento”.

“Você quer ver um terceiro filme, eu quero ver um terceiro filme também, para ter ‘um belo encerramento’ para a franquia.”, afirmou.

Gal Gadot retorna como Diana Prince/Mulher–Maravilha e Patty Jenkins volta para escrever e dirigir o filme.

“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.

Mulher-Maravilha 1984‘ já soma US$ 133 milhões mundialmente.

Assista a nossa crítica do filme:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Pantera Negra 2’: Kevin Feige dá detalhes sobre fazer o filme sem o protagonista vivido por Chadwick Boseman

O legado do astro Chadwick Boseman será preservado na aguardada sequência ‘Pantera Negra 2‘, com o seu personagem não sendo re-escalado.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou que nunca haverá outro ator interpretando T’Challa dentro do Universo Cinematográfico Marvel.

Segundo ele, o cineasta Ryan Coogler e a Marvel Studios estão avançando a todo vapor com a franquia e vão explorar o restante de Wakanda, o país fictício da Marvel ao qual fomos apresentados pela primeira vez na grande franquia da Marvel.

“Grande parte dos quadrinhos e do primeiro filme é o mundo de Wakanda. Wakanda é um lugar para explorar mais com personagens e diferentes subculturas. Este sempre foi e inicialmente o foco principal da próxima história.”, afirmou.

Ele acrescentou:

“Não vamos ter um Chadwick em CGI e não vamos reformular T’Challa. Ryan Coogler está trabalhando muito duro agora no roteiro com todo o respeito, amor e gênio que ele tem, o que nos dá grande consolo, por isso sempre se tratou de promover a mitologia e a inspiração de Wakanda. Há também a tarefa de honrar e respeitar os aprendizados e ensinamentos contínuos do Chade.”, concluiu.

As câmeras começam a rodar em junho de 2021, com a possibilidade de novos acordos contratuais entre os atores.

Os ajustes nos salários, caso sejam devidamente formalizados, ainda contemplarão uma compensação extra ao elenco e aos membros do alto escalão da equipe técnica (como diretor, roteirista e produtores), caso o filme venha a ser lançado na plataforma Disney+.

A Marvel confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ (Black Panther 2) estreia em 8 de julho de 2022.

O longa está sendo escrito e dirigido por Ryan Coogler. O filme irá explorar o mundo de Wakanda e os ricos personagens apresentados no primeiro filme.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, irá interpretar o vilão.

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

‘The Equalizer’: Queen Latifah quebra tudo no novo trailer da série baseada em ‘O Protetor’; Assista!

CBS divulgou o novo trailer de ‘The Equalizer‘, série baseada em ‘O Protetor‘ e estrelada por Queen Latifah.

Confira:

A produção irá estrear no dia 7 de fevereiro.

Na nova versão, Latifah dá vida a Robyn McCall, uma figura enigmática que usa suas habilidades para ajudar aqueles que não têm mais a quem recorrer.

Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira também estrelam a produção.

A série original de O Protetor foi exibida entre 1985 e 1989, rendendo dois longas-metragens estrelados por Denzel Washington, os quais arrecadaram mais de US$400 milhões nas bilheterias.

Andrew MarloweTerri Miller entram como showrunners, roteiristas e produtores do reboot. Latifah também entra como produtora executiva.

Zack Snyder explica cena da ‘Mulher-Maravilha’ segurando cabeças decapitadas

Há alguns dias, o diretor Zack Snyder revelou uma imagem de ‘Batman vs. Superman’ em que Diana Prince/Mulher-Maravilha (Gal Gadot) estava na Guerra da Crimeia e segurava uma porção de cabeças decapitadas de inimigos – algo um tanto quanto chocante e cruel.

Agora, em seu Twitter oficial, Snyder confirmou que a foto, na verdade, faz parte de uma realidade alternativa que passou pela mesa de criação antes das decisões finais.

Mulher-Maravilha 1854 – essa incrível imagem tirada por Stephen Berkman de uma realidade alternativa, Diana exausta da Guerra, que tinha caçado Ares pelos campos de guerra de um mundo e ainda iria conhecer [Steve Trevor] – que, por sua vez, a ajudaria a restaurar a fé na raça humana e no próprio amor”, ele escreveu.

A imagem foi eventualmente substituída pela foto de Diana, Steve e companhia durante a I Guerra Mundial.

Lembrando que Gadot retornou para o papel protagonista em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, sequência que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

“Nunca diga nunca”, diz Kevin Feige a respeito do possível retorno de Jessica Jones e Luke Cage

Gradativamente, a Marvel Studios tem recuperado as suas principais propriedades e com os diretos de produção para o cinema e para TV de ‘Demolidor‘, ‘Jessica Jones‘ e mais sendo retomados, muito se especula a respeito do futuro dos personagens no MCU.

Os heróis, que chegaram a ter um breve universo compartilhado por meio da Netflix, ainda não possuem planos específicos ou data marcada para surgirem tanto nas telinhas, bem como nas telonas, mas o presidente do estúdio, Kevin Feige, já sugeriu que tudo é possível, quando se trata da Disney.

Durante a coletiva de imprensa de ‘WandaVision’, o também produtor foi categórico em dizer que os planos a longo prazo da empresa são os projetos previamente apresentados na Comic-Con e no Investor Day.

Ainda assim, ele comentou sobre a possibilidade de reinserir Jessica Jones, Luke Cage, e mais no MCU, sugerindo que tudo é possível:

“Bem, certamente você viu o que nós anunciamos na Comic-con há um ano e meio atrás e também no Disney Investor Day há algumas semanas. Então, este é o nosso foco. Mas eu já estou há bastante tempo na Marvel para nunca dizer nunca a respeito de nada”.

Vale lembrar que, segundo o jornalista @DanielRPK (via Comicbook.com), conhecido por diversos furos de reportagem no Twitter, a icônica Jessica Jones pode dar as caras em algum dos episódios da série ‘Mulher-Hulk‘.

De acordo com o profissional, Krysten Ritter, intérprete da heroína no show homônimo da Netflix, pode reprisar o papel.

Caso os boatos sejam verdade, Ritter se juntará à já confirmada Tatiana Maslany, que dará vida à personagem titular, e a Tim Roth, que volta como o vilão Abominação dez anos depois de seu debute.

Kat CoiroAnu Valia entram como diretoras da série. Presume-se que a temporada de estreia terá entre oito e dez episódios.

A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tronou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

A produção deve começar a ser rodada em fevereiro de 2021. As gravações estão agendadas para ocorrer em Atlanta, Geórgia, onde diversas produções recentes da Marvel Studios e da Casa Mouse foram feitas.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.