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Diretor de ‘Venom’ diz que cross-over com ‘Homem-Aranha’ é a ideia principal

Em entrevista ao site Fandom, o diretor Ruben Fleischer, que atualmente está promovendo a aguardada sequência Zumbilândia 2, comentou sobre o destino de outra franquia na qual também trabalhou: Venom.

Já sabemos que Venom 2’ não terá o retorno de Fleischer na direção, que cede a cadeira para Andy Serkis, mas isso não o impediu de fornecer um panorama interessante do futuro da saga – e como ela irá se conectar com Homem-Aranha. De fato, o cineasta disse que a ideia é unir os dois personagens em um filme cross-over.

“É nisso que tudo vai culminar”, Fleischer comentou. “E isso é o que é interessante, porque nós mudamos a origem de Venom… Nos quadrinhos, ele evolui do Homem-Aranha, mas por conta do acordo entre MarvelSony, não podemos mais fazer isso. Então a ideia é construir [uma narrativa] em direção a isso, e será incrível de ver o momento em que eles irão se confrontar”.

Por enquanto a ideia dos dois personagens de unirem ainda permanece no campo das ideias. Enquanto isso, as filmagens de Venom 2’ começam no dia 25 de novembro deste ano.

Tom HardyMichelle Williams reprisarão seus papéis como Eddie Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente.

Kelly Marcel também retorna para escrever o roteiro, mas desta vez será auxiliada por Hardy.

Apesar das críticas negativas, o primeiro filme teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a ideia para uma sequência.

A sequência deve chegar aos cinemas em 2020.

‘Westworld’: Próximos episódios da 3ª temporada ganham título e sinopse oficiais; Confira!

A HBO divulgou os títulos e as sinopses oficiais dos próximos episódios da 3ª temporada de Westworld.

Confira:

Temporada 3, Episódio 5: “Genre”
Data: 12 de abril
Sinopse: “Apenas diga não”.
Escrito por Karrie Crouse & Jonathan Nolan; dirigido por Anna Foerster.

Temporada 3, Episódio 6: “Decoherence”
Data: 19 de abril
Sinopse: “Muitas pessoas dizem que você precisa de terapia?”.
Escrito por Suzanne Wrubel & Lisa Joy; dirigido por Jennifer Getzinger.

Temporada 3, Episódio 7: “Passed Pawn”
Data: 26 de abril
Sinopse: “Um amigo verdadeiro é aquele que chega quando o resto do mundo vai embora”.
Escrito por Gina Atwater; dirigido por Helen Shaver.

Temporada 3, Episódio 8: “Crisis Theory”
Data: 03 de maio
Sinopse: “É hora de enfrentar a música”.
Escrito por Denise Thé & Jonathan Nolan; dirigido por Jennifer Getzinger.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘The 100’: Natureza e ser humano se enfrentam na promo do episódio 07×13; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Blood Giant”, décimo terceiro episódio da 7ª e última temporada de The 100.

Confira:

O capítulo em questão vai ao ar no dia 26 de agosto.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Lupin’: Série de mistério com Omar Sy já está disponível na Netflix!

Lupin é a mais nova série original francesa da Netflix e traz ninguém menos que o aclamado ator Omar Sy para o centro dos holofotes. A produção, inclusive, já está disponível no catálogo da plataforma de streaming.

A primeira temporada estreou hoje, 08 de janeiro, no serviço.

Confira o trailer:

A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.

Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.

Ludivine SagnierClotilde HesmeNicole GarciaHervé PierreSoufiane GuerrabAntoine GouyFargass Assandé e outros completam o elenco.

‘Legends of Tomorrow’: Astra tenta se adaptar à vida mortal na promo oficial do episódio 06×05; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 5º episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 06 de junho.

Intitulado ‘The Satanist’s Apprentice‘, o episódio vai acompanhar Astra (Olivia Swann) se adaptando e enfrentando as dificuldade da vida mortal como mortal sem a orientação de Constantine (Matt Ryan). Frustrada e solitária, ela faz uma nova amiga que promete ajudá-la, mas sua ânsia pela saída mais fácil pode ter repercussões perversas para os mais próximos a ela. Enquanto isso, Sara (Caity Lotz) descobre o responsável por seu sequestro e tenta convencer outras pessoas a ajudá-la a escapar.

O episódio foi dirigido por Lotz, a partir do roteiro de Keto Shimizu e Ray Utarnachitt.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Patrulha do Destino’ é renovada para a 4ª temporada!

Ótimas notícias para os fãs de Patrulha do Destino!

Durante a última edição da DC FanDome, foi revelado que a aclamada série ganhou sinal verde para a 4ª temporada. Acredita-se que os novos episódios sejam lançados no ano que vem.

Lembrando que a 3ª temporada já está disponível na HBO Max, com episódios lançados semanalmente.

Criada por Jeremy Carver (‘Being Human’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

10 Dicas de Filmes sobre amizades INVEJOSAS

O nem tão surpreendente ‘fogo amigo’ quando pensamos em amizades é um tema presente em conflitos e caminhos de personagens de algumas obras audiovisuais. Buscando refletir sobre isso, ou até mesmo nas maneiras que as desconstruções e novos olhares acontecem, separamos abaixo uma lista de filmes sobre amizades invejosas:

 

Saltburn

Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o aparente solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de Felix, de riqueza e poder. Até que um dia que Felix o convida para passar o verão na mansão da família, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.

 

Rede de Ódio

Na trama, conhecemos o jovem e ambicioso Tomasz Giemza (Maciej Musialowski, em atuação estacada) que vem de origem humilde, do interior da Polônia e tem seus estudos sustentados por tios ricos da capital. Invejoso pelos que os outros tem e ele não, possui uma obsessão com a família que o ajuda nos estudos. Quando o protagonista perde sua bolsa de estudos por conta de um plágio em um trabalho, seu mundo começa a se despedaçar e ele, apaixonado por Gabi (Vanessa Aleksander), filha dos tios que sustentaram seus estudos, entra em uma polêmica equipe de marketing digital onde começa a se envolver com difamação e ódio contra determinados alvos pelas redes sociais.

 

A Casa

Na trama, conhecemos o publicitário Javier (Javier Gutiérrez), um homem que sempre teve bons empregos, morava em ótimos lugares que certo dia acaba perdendo todo esse status que conquistou após ser demitido e nunca mais conseguir um outro emprego muitas vezes por ser considerado velho demais para algumas empresas. Tendo que fazer uma nova engenharia financeira na sua vida, precisa vender o apartamento luxuoso que morava com a família. Só que os dias vão passando e Javier não consegue ficar longe do apartamento, inclusive invandindo-o várias vezes para saber mais detalhes da vida do novo morador, o vice-presidente de uma empresa de transportes Tomás (Mario Casas). Assim, começa uma obsessão que terá um destino trágico para alguns.

 

Ben-Hur

Lançado em janeiro de 1960 no Brasil, esse épico de três horas e meia se tornou um filme inesquecível no coração de muitos cinéfilos. Na trama, uma adaptação do romance Ben-Hur: A Tale of the Christ escrito por Lew Wallace, conhecemos Judah Ben-Hur um homem bondoso que após um desentendimento e uma situação é condenado pelo próprio amigo de infância Messala (comandante das legiões romanas) a uma pena perpétua vivendo como escravo. Só que Ben-Hur consegue sobreviver por anos e traça um retorno triunfante junto com sua sede de vingança.

 

O Talentoso Ripley

Filmaço lançado no final da década de 90, O Talentoso Ripley nos mostra um jovem invejoso chamado Tom Ripley (Matt Damon) que tem o estranho hábito de imitar e se fazer passar por outras pessoas. Ele recebe uma missão de ir buscar o filho de uma pessoa na Itália. Baseado na obra homônima da escritora texana Patricia Highsmith.

 

 

A Farsa

Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.

 

Parasita

Vencedor do Oscar e de outros tantos prêmios, Parasita conta a saga de Kim Ki-woo (Woo-sik Choi) e sua família toda desempregada. Passando os dias olhando pela janela da casa no subsolo onde vivem, Kim Ki-woo consegue através de um amigo que vai viajar uma oportunidade única: ser professor de inglês de uma jovem milionária. Assim, usando todas as suas facetas de um grande cara de pau aos poucos vai instalando na família da jovem empregos para toda sua família. Quando determinadas situações acontecem, a família trambiqueira precisará realizar escolhas que mudarão os rumos de toda essa impactante história.

 

Doente de Mim Mesma

Na trama, conhecemos Signe (Kristine Kujath Thorp), uma jovem que está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.

 

Inveja Venenosa (Dying to Be You)

Dirigido por Danny J. Boyle e lançado como filme feito para televisão em 2020, vemos duas amigas de longa data que após um reencontro uma quer roubar a vida da outra.

 

Madame

Na trama, conhecemos Maria (Rossy de Palma), uma espanhola que trabalha na casa de Anne (Toni Colette) e Bob (Harvey Keitel) um casal de norte-americanos na França. Quando Anne decide dar um jantar para a alta sociedade, percebe que um convidado faltará. Para não ficar um lugar na mesa, ou alguma espécie de ‘toc’ com o número 13, convida Maria a vestir uma de suas belas roupas e se juntar a mesa. Tudo corre bem até Anne perceber o interesse do ricaço David (Michael Smiley) em Maria. A partir daí, uma mescla de mentira e uma linda história de amor é instaurada, lutando contra os trambiques e inveja de Anne e Bob.

 

‘Além da Morte’ – Refilmagem de ‘Linha Mortal’ marca 4% no Rotten Tomatoes

O ano até que está muito bom para o terror e suspense. Tivemos sucessos consecutivos como Fragmentado, Corra!, Annabelle 2 e It – A Coisa é o mais recente. Mas nem tudo são flores para todos os exemplares do gênero, e o mais novo lançamento a sofrer o desprezo dos críticos atende pelo nome de Além da Morte, remake de Linha Mortal (1990), protagonizado por Ellen Page e Nina Dobrev, que estreia no Brasil no dia 19 de outubro.

O filme marca irrisórios 4% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes, o que significa que nenhum crítico, até o momento, gostou do filme. Lembrando que a pontuação pode subir nos próximos dias. Veja abaixo o que alguns especialistas disseram sobre o filme.

Peter Travers, da Rolling Stone disse:

“Um fiasco sem sustos. Este update do suspense bobo de 1990 com Julia Roberts é ainda mais sem graça e tem menos pegada que o original.”

Christian Holub, da Entertainment Weekly disse:

“Vivemos numa época de refilmagens desnecessárias mas o novo Além da Morte, do diretor dinamarquês Niels Arden Oplev, possui a distinção de talvez ser o mais desnecessário de todos.”

Andrew Barker da Variety disse:

“Mais desnecessário impossível, Além da Morte oferece nenhuma razão para reanimar esta propriedade cuja data de validade há muito já venceu.”

Matt Zoller Seitz, do RogerEbert.com disse:

“A ideia para o filme é fabulosa, porém, Além da Morte representa a segunda tentativa que não deu certo em realiza-la.”

Chris Bumbray, do JoBlo´s Movie Emporium disse:

Niels Arden Oplev falha horrivelmente. Os Homens que Não Amavam as Mulheres, Sem Perdão e o piloto de Mr. Robot sugeriam uma ousadia, que se encontra ausente aqui.”

Kristy Puchko, do Nerdist disse:

“Para fazer justiça, o elenco tenta trazer vida… mas o roteiro com profundidade de uma piscina de bebê não dá para ser salvo.”

Oscar e Super-Heróis! Conheça os Filmes do Gênero de Maior Prestígio nos Prêmios da Academia

Os filmes baseados em super-heróis de quadrinhos tiveram uma longa jornada e enfrentaram fases muito difíceis até chegar onde estão. Antes, os longas desta natureza não eram muito levados a sério, e com a exceção de duas franquias em especial (‘Superman’ e ‘Batman’), quase sempre eram produzidos com muita desconfiança, resultando em obras, digamos, não muito memoráveis. E assim passaram pelas décadas de 1980 e 1990, vindo a engatar uma nova marcha somente no início dos anos 2000 – considerado o primeiro passo para leva-las a este estágio atual. De lá para cá elas se tornaram cada vez mais constantes e os executivos de Hollywood perceberam que poderiam ser uma fonte muito lucrativa de ideias.

De fato, tais produções escalaram para se tornar o suprassumo do cinema entretenimento na atualidade, ano após ano figurando como os filmes mais rentáveis, verdadeiros campeões de bilheteria, e ícones de popularidade. Alguns podem até afirmar que são estes filmes que seguram a indústria do cinema atualmente, para combater os streamings e fazer o mercado exibidor continuar de pé. Naturalmente, as premiações da sétima arte precisariam se render aos filmes de super-heróis também. E quando falamos da maior delas, o Oscar, a coisa ocorreu de forma gradual, mas hoje não existe mais o preconceito de antes, e tais longas conquistam a cada ano mais prestígio – alguns com muitas indicações e até vitórias.

Abaixo iremos comentar justamente os filmes do gênero com mais prestígio até hoje junto da Academia. Confira.

10) Homem-Aranha 2 (2004)

Considerado pelos fãs um dos melhores filmes do gênero, o segundo ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi, recebeu três indicações ao Oscar. É comum ver filmes de super-heróis nomeados na categoria de melhores efeitos visuais, afinal esse é um dos destaques de tais produções. Acontece que ‘Homem-Aranha 2’ foi o primeiro e único longa de super-heróis a de fato levar o prêmio, acredita? Suas outras indicações também foram técnicas, para edição de som e mixagem de som.

09) Logan (2017)

Chegando em nona posição, temos outro filme considerado pelos fãs um dos melhores do gênero. A despedida dos longas dos mutantes, ainda produzidos pela Fox, não poderia ter sido de forma melhor. ‘Logan’ era tido como a canção do cisne para Hugh Jackman no papel de Wolverine (agora sabemos que ele irá voltar em ‘Deadpool 3’). ‘Logan’ não chegou a ganhar um Oscar, mas entra para esta lista por ter sido o único filme do gênero na história a receber indicação na categoria de melhor roteiro. Isso que é moral!

08) Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)

Deu para perceber pelo teor da lista que aqui só teremos longas muito prestigiados, queridos pelos fãs a ponto de serem considerados alguns dos melhores do gênero. E a afirmação segue sendo verdade com esta primeira animação lançada para os cinemas protagonizada pelo herói escalador de paredes. Não por acaso, ‘Aranhaverso’ é considerado por muitos como o melhor filme do personagem e moldou até mesmo sua contraparte em live-action (‘No Way Home’). Como uma bem-vinda surpresa, o longa desbancou a toda poderosa Disney na categoria de melhor animação, e levou o Oscar. Será que a continuação que sai esse ano fará bonito também?

07) Esquadrão Suicida (2016)

Bem, pode retirar o que eu havia dito acima. Porque diferente dos demais itens apresentados na lista até agora, é difícil encontrar alguém que coloque ‘Esquadrão Suicida’ como um dos melhores filmes do gênero, ou melhor qualquer coisa de fato. Pelo contrário, geralmente é mais fácil encontrar essa primeira investida nos vilões da DC protagonizando seu próprio filme, entre os piores do gênero. Mesmo assim, a produção não apenas foi indicada, como venceu o Oscar de melhor maquiagem, se tornando um filme vencedor do prêmio máximo do cinema.

06) Batman (1989)

Hoje em dia, o primeirão ‘Batman’ pode até ter ficado meio datado para as gerações mais novas, já que é um filme que tem mais de 30 anos nas costas. Mesmo assim, ainda é preciso reconhecer seus feitos e sua influência. Por exemplo, o visual sombrio do personagem foi resgatado por esta produção de Tim Burton e nunca mais abandonado. Tudo em torno do herói criado aqui neste filme, visual, o uniforme, a trilha pesada, e por aí vai, segue ecoando até hoje e tudo o que temos com Batman precisa ser rastreado até a obra de 1989. E ‘Batman’ chega agora à lista por não apenas ter sido indicado na categoria de direção de arte, como também ter ganhado o Oscar – um dos seus maiores atrativos.

05) Superman – O Filme (1978)

E se temos um verdadeiro marco do cinema de super-heróis com ‘Batman’, é claro que teríamos em algum momento na lista o primeiro grande marco – também da DC – com o primeiro filme do ‘Superman’. Um dos grandes diferenciais que a Warner usou para demonstrar que estava fazendo filmes sérios e para adultos, foi atrair grandes nomes da época para protagonizar tais filmes. E se ‘Batman’ contou com o maior ator da época, na figura de Jack Nicholson; ‘Superman’ contou com dois dos maiores nomes dos anos 70: Marlon Brando e Gene Hackman. ‘Superman’ também levou o Oscar de melhores efeitos especiais, mas ao contrário de ‘Homem-Aranha 2’ não concorreu ao prêmio, e sim recebeu um Oscar especial (já que a categoria não existia na época). Fora isso, ainda foi indicado para melhor trilha sonora, edição e som.

04) Pantera Negra: Wakanda para Sempre (2022)

Pantera Negra’ é definitivamente a franquia mais prestigiada dentro do MCU. Tudo bem, é verdade que o segundo filme, ‘Wakanda para Sempre’, não recebeu o mesmo amor dos críticos, do público e dos fãs, que o primeiro havia recebido. Mas convenhamos, era uma tarefa ingrata. Isso porque a ideia foi eliminar de sua trama o personagem principal, após a triste morte do protagonista Chadwick Boseman. Uma opção seria reescalar o papel, mas além do respeito pelo ator, havia também o medo da não aceitação do novo intérprete. A solução foi apostar nas mulheres de Wakanda e na introdução de Namor – O Príncipe Submarino, fazendo sua primeira aparição nas telonas. Embora não tenha superado o original, ‘Wakanda para Sempre’ foi bem, e no Oscar tem o recorde de indicar a primeira atriz em um filme do gênero, na categoria de coadjuvante para Angela Bassett (que pode levar o prêmio). São um total de cinco indicações, com também lembranças para melhores efeitos visuais, maquiagem, figurino e melhor canção original, ‘Lift me Up’, de Rihanna.

03) Pantera Negra (2018)

Pantera Negra’ mudaria para sempre a cena não apenas na Marvel, se tornando a produção do estúdio mais prestigiada de todas até hoje, como também o cenário de como a Academia, os críticos e o grande público veriam para sempre os filmes de super-herói. É claro que a importância do longa transcende este gênero, já que é uma produção altamente inclusiva, celebrando a cultura negra em grande estilo como nunca anteriormente numa superprodução de entretenimento. Foi a quebra de diversas barreiras, merecendo todos os louros. A produção foi a primeira do gênero a receber indicação a melhor filme na história da Academia. Além disso obteve mais outras três nomeações técnicas (melhor canção original, melhor edição de som e mixagem de som) e venceu três estatuetas (melhor trilha sonora, direção de arte e figurino), num total de sete indicações.

02) BatmanO Cavaleiro das Trevas (2008)

Há de se debater qual filme possui mais prestígio no Oscar: ‘Pantera Negra’ ou ‘BatmanO Cavaleiro das Trevas’. Bem, podemos começar dizendo que o primeiro foi indicado a melhor filme e o segundo não. Mas aí podemos contra-argumentar, usando o pensamento de que a nomeação do primeiro tenha sido “mais fácil” após a abertura para até 10 filmes, enquanto o primeiro precisou se digladiar com outros cinco apenas. É dito também que a pressão foi grande para o segundo filme da trilogia de Christopher Nolan figurar em seu respectivo ano (tendo aparecido em 10 de 10 listas dos melhores de todos os especialistas), mas em cima da hora a Academia deu para trás, ainda com medo de indicar filmes do gênero. Seja como for, o segundo ‘Batman’ de Nolan tem um total de oito nomeações, uma a mais que ‘Pantera Negra’. E embora tenha vencido apenas duas estatuetas, uma delas foi a de ator coadjuvante para o “monstro” Heath Ledger – vitória considerada mais valiosa que os prêmios técnicos de ‘Pantera’.

01) Coringa (2019)

Em primeiríssimo lugar como o filme de super-heróis de quadrinhos mais prestigiado da história do cinema no Oscar, temos não um filme de heróis, mas sim um de vilão. Podemos dizer que ‘Coringa’ é diferente de tudo no gênero, um filme barra-pesada e de censura alta, que está mais para um thriller psicológico do que um filme de ação – como a maioria recai no gênero. Não bastasse o anárquico ‘Coringa’ ter o recorde de indicações de qualquer filme do gênero, com onze ao total, ainda foi nomeado para prêmios importantes: como melhor filme do ano, melhor diretor (Todd Phillips), melhor roteiro e, claro, saiu vitorioso com a estatueta de melhor ator do ano para o fenômeno Joaquin Phoenix. Uma curiosidade é que Phoenix é o segundo ator que leva o Oscar por interpretar o palhaço do crime, depois de Heath Ledger, ou seja, o personagem deve dar sorte. E que venha a continuação, ‘Joker: Folie à Deux’, que trará Lady Gaga como a Arlequina da vez.

Monstros de ‘Um Lugar Silencioso’ seriam BEM diferentes; Confira as imagens!

Em abril, o diretor de ‘Um Lugar Silencioso‘, John Krasinski, havia revelado ao Collider que o design dos monstros no filme havia sido alterado durante a pós-produção.

“Eu havia criado essa criatura, e nós amamos isso. Havia muitos detalhes. E, então, no processo de pós-produção, e esse foi um daqueles momentos em que – isso soa super nerd, mas agora eu entendo quando as pessoas falam sobre efeitos visuais e vêem isso – dava para ver que aquilo não iria funcionar, tínhamos que ter um design diferente.”

Confira o design original:

Um Lugar Silencioso‘ arrebatou a crítica especializada e já é considerado um dos grandes filmes de 2018. E após sua aclamada recepção nos cinemas, a ID, empresa de relações públicas que representa o casal John Krasinski e Emily Blunt, já deu início à campanha para projetar o terreno para as grandes premiações, incluindo o Oscar.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a ID já começou a contatar jornalistas do ramo do entretenimento para lembrá-los do impacto que a produção obteve na crítica especializada. Ao lado de uma carta, uma cópia do DVD de ‘Um Lugar Silencioso‘ e uma lista com várias frases retiradas de avaliações foram encaminhadas, com o objetivo de selecionar profissionais que estão se preparando para a cobertura da temporada de premiações.

Um trecho da carta foi divulgada pelo portal e revela um tom simbólico e pessoal.

Confira:

“Enquanto o filme é visto como um terror aterrorizante e destruidor de nervos, Krasinski não desenvolveu este projeto para os sustos. Ele foi influenciado pela mensagem universal da história em torno da família. Este filme é uma ‘carta de amor’ para suas filhas. Ele demonstra visualmente como se sente ser um pai nos dias de hoje e a extensão em que um pai vai para proteger seus filhos “.

Vale lembrar que John Krasinski estará envolvido na sequência de Um Lugar Silencioso‘.

‘Enraivecida na Fúria do Sexo’: Ben Hollingsworth, da série ‘Code Black’, entra para o elenco do remake

De acordo com o The Hollywood ReporterBen Hollingsworth, da série ‘Code Black‘, entrou para o elenco do remake do terror de 1977 Enraivecida na Fúria do Sexo (Rabit), do diretor David Cronenberg.

O ator se juntará à atriz Laura Vandervoort, do recente Jogos Mortais: Jigsaw, que estrelará o projeto.

Jen Soska e Sylvia Soska (‘American Mary’), também conhecidas como Twisted Twins, serão as diretoras.

Michael Walker, Paul Lalonde e John Vidette da Back 40 Pictures serão os produtores. Ainda não há mais informações.

Na trama do original, Rose sofre um grave acidente de moto e é submetida a uma cirurgia de emergência. A operação, no entanto, é parte de um experimento que consiste em implantar tecidos artificiais em seu organismo. Após o procedimento médico ser concluído, ela desenvolve uma sede insaciável por sangue e parte em busca de vítimas.

O filme ainda não possui data de lançamento.

‘Shameless’: 10ª temporada ganha primeiro teaser; Assista!

A 10ª temporada de ‘Shameless‘ ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Vale lembrar que Cameron Monaghan e Emmy Rossum não retornarão para o próximo ano.

A série conta a história dos Gallaghers, uma família pobre da cidade de Chicago que precisa lidar com os altos e baixos de seu relacionamento familiar e situação financeira.

O elenco conta com William H. Macy, Ethan CutkoskyShanola Hampton e Steve Howey.

‘Carcereiros’: Drauzio Varella fala sobre o filme em novo vídeo dos bastidores; Assista!

A Imagem Filmes divulgou um novo vídeo dos bastidores do filme ‘Carcereiros‘.

Confira:

Dirigido por José Eduardo Belmonte, o longa é inspirado no livro homônimo de Drauzio Varella.

Adriano (Lombardi) é um carcereiro íntegro e avesso à violência, ele tenta garantir a tranquilidade no presídio, mesmo sofrendo com grandes dilemas familiares. A chegada de Abdel (Dadour), um perigoso terrorista internacional, aumenta ainda mais a tensão no presídio, que já vive dias de terror por conta da luta entre duas facções criminosas. Agora, Adriano terá que enfrentar uma rebelião além de controlar todos os passos de Abdel.

O elenco conta com Rodrigo Lombardi, Kaysar Dadour, Jackson AntunesBianca Müller.

O longa será lançado nos cinemas no dia 28 de novembro.

‘Hannibal’: Criador revela o que seria necessário para a 4ª temporada acontecer

Em entrevista ao Collider, o criador Bryan Fuller voltou a falar sobre a possível 4ª temporada de ‘Hannibal‘, revelando o que é necessário acontecer para uma nova temporada sair do papel.

“Martha De Laurentiis tem os direitos do personagem Hannibal. E a Gaumont International Television, que produziu a série que nós criamos, tem os direitos desses personagens. Se nós quisermos continuar contando nossa história, a produtora Gaumont precisa estar envolvida. Então, nós precisaríamos de uma plataforma ou emissora.”

Ele continua, “Eu queria ter algo definitivo. Eu conversei com o Hugh [Dancy] e o Mads [Mikkelsen] sobre o que aconteceria caso voltássemos para mais uma temporada. Há umas ideias que estou muito animado para explorar, mas não há nada concreto acontecendo atualmente.”

Recentemente, Fuller revelou que ainda tem esperanças de poder fazer uma quarta temporada do show – que foi cancelado devido a uma baixíssima audiência.

“Eu tenho muitas esperanças. O bom dessa ideia é que, se vamos nos reencontrar com Hannibal, e levar cinco, seis, sete anos para isso, é o quão longe iremos vê-lo. A história continua desse ponto. E nós vamos adaptá-la”.

A trama explorava a relação entre um renomado psiquiatra e o seu paciente, um jovem agente do FBI, que é assombrado pela sua habilidade de sentir empatia com serial killers.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

‘Mortal Kombat’: Música-tema do Scorpion é divulgada; Escute agora!

O site IGN divulgou uma nova faixa da trilha sonora original do reboot de ‘Mortal Kombat‘, intitulada I Am Scorpion – música-tema do personagem icônico.

Confira:

Benjamin Wallfisch é responsável pela trilha sonora do longa.

O álbum Mortal Kombat (Original Motion Picture Soundtrack) será lançado no dia 16 de abril, e contará com 24 faixas compostas por Wallfisch.

Vale lembrar que as primeiras críticas de ‘Mortal Kombat‘ já estão disponíveis.

Pelo consenso geral dos críticos, o reboot é divertido, repleto de ação e consegue ser fiel ao material original.

Confira:

“Considerando que a ação é sangrenta e violenta como deveria ser, [o diretor] Simon McQuoid se empolgou tanto com sua insistência em adotar uma abordagem fundamentalista em seu filme.” (Casey Chong, Casey’s Movie Mania)

“Os fãs da antiga franquia de videogame Mortal Kombat finalmente têm motivos para comemorar.” (James Marsh, South China Morning Post)

“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.” (Bryan Tan, Yahoo! News Singapore)

“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros.” (Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio)

“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente.” (James Marsh, South China Morning Post)

“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.” (A’bidah Zaid, Cultura Geek)

Mortal Kombat (2021) não vem sem seus golpes. O reboot vai de problemas de ritmo à falta de desenvolvimento de personagens, além de edição estranha. No entanto, apesar do golpe ocasional, o filme ainda continua chutando e sai vitorioso no final.” (Sergio Pereira, Fortress)

Mortal Kombat‘ será lançado em mais 12 países no próximo fim de semana, incluindo México e Espanha.

Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Nos EUA, a estreia segue marcada para 23 de Abril, nos cinemas e no streaming.

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Um Maluco no Pedaço’: Reboot da comédia clássica ganha data de estreia

O Peacock finalmente anunciou quando o reboot da comédia clássica ‘Um Maluco no Pedaço‘ (The Fresh Prince of Bel-Air) será lançado.

A nova versão irá estrear oficialmente no dia 13 de fevereiro.

Confira o trailer:

Will Smith, que interpretou o personagem titular na série original, entra como produtor executivo ao lado de Morgan Cooper. Cooper também será o roteirista e o diretor de alguns episódios.

Ambientada nos dias atuais, a trama acompanhará a complicada jornada de Will, que veio as ruas da Filadélfia até os portões de uma mansão em Bel-Air. A nova versão terá um tom dramático e irá se aprofundar nos conflitos e emoções que eram impossíveis de se explorar no formato cômico de uma sitcom.

O elenco contará com Jabari Banks (Will), Adrian Holmes (Phillip Banks), Cassandra Freeman (Vivian Banks), Olly Sholotan (Carlton Banks), Coco Jones (Hilary Banks), Akira Akbar (Ashley Banks), Jimmy Akingbola (Geoffrey), Jordan L. Jones (Jazz) e Simone Joy Jones (Lisa).

Vale lembrar que a plataforma, que pertence à NBCUniversal, já deu sinal verde para duas temporadas da nova versão.

‘The Front Room’: Brandy vai estrelar o novo terror psicológico da A24

De acordo com o Variety, Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) vai estrelar ‘The Front Room‘, novo terror psicológico que está sendo desenvolvido pela aclamada produtora A24.

O projeto será dirigido por Max e Sam Eggers, irmãos de Robert Eggers – diretor de ‘A Bruxa‘ e ‘O Homem do Norte‘.

A trama é baseada no conto homônimo escrito por Susan Hill.

A história segue um jovem casal grávido que é forçado a acolher uma madrasta doente que há muito se afastou da família.

O elenco ainda contará com Kathryn Hunter, Andrew BurnapNeal Huff.

Max coescreveu o roteiro de ‘O Farol‘, enquanto Sam foi um assistente de produção em ‘A Bruxa‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Pequena Sereia’ ultrapassa US$ 320 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, o live-action de ‘A Pequena Sereia‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 320 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se a sexta maior arrecadação do ano.

O longa da Disney ainda deve ultrapassar a arrecadação total de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$476M) e ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ (US$432.1M) nas próximas semanas.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 186.2 milhões – tendo sofrido uma queda de 57% em seu segundo final de semana no país. No mercado internacional, foram US$ 140.5 milhões.

Ao total, o filme já soma US$ 326.7 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, apesar do resultado positivo, o longa tem recebido ataques racistas e “review bombs” em diversos países.

Em comunicado oficial, o IMDB se manifestou sobre isso: “Nosso mecanismo de avaliação detectou atividades suspeitas em torno deste título. Para preservar a confiabilidade do nosso sistema, aplicamos uma medida diferente de cálculos.”

Infelizmente, a estreia de ‘A Pequena Sereia‘ na China foi um grande desastre. O longa da Disney arrecadou apenas US$ 2.5 milhões durante o primeiro final de semana no país, e deve encerrar sua passagem nas telonas com abismais US$ 4 milhões.

O live-action já está em exibição nos cinemas nacionais!

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) vive o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw é a rainha Athena.

‘Os Estranhos’ retornam nos SINISTROS cartazes individuais do reboot; Confira!

O reboot de ‘Os Estranhos‘, que servirá como a primeira parte de uma trilogia, ganhou novos cartazes individuais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Madelaine Petsch (‘Riverdale’) e Froy Gutierrez (‘Teen Wolf’), o terror estreia nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

Na trama, Petsch viaja para o campo com seu namorado (Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.

O elenco ainda conta com Rachel ShentonEma HorvathGabe Basso.

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) fica responsável pela direção.

O roteiro é assinado pela dupla Alan R. CohenAlan Freedland.

Extermínio 4: O Templo de Ossos

(28 Years Later: The Bone Temple)

 

Elenco:

Cillian Murphy – Jim
Ralph Fiennes – Dr Ian Kelson
Aaron Taylor-Johnson – Jamie
Emma Laird – Jimmima
Erin Kellyman – Jimmy Ink
Chi Lewis-Parry – Alpha Samson
Jack O’Connell – Jimmy Crystal

 

Direção: Nia DaCosta

Gênero: Terror

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 75 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em EXTERMÍNIO 4: O TEMPLO DE OSSOS, décadas após um vírus ter devastado a humanidade, um grupo de sobreviventes tenta escapar não apenas dos infectados, como também de uma ameaça ainda maior.

Curiosidades: 

» Este será o segundo capítulo da planejada trilogia;

» O filme é o segundo capítulo da nova trilogia iniciada com ‘Extermínio: A Evolução‘ (2025). As três partes foram planejadas desde cedo, e O Templo de Ossos foi rodado logo após o primeiro.

» Enquanto ‘Extermínio: A Evolução‘ teve direção de Danny Boyle, O Templo de Ossos é dirigido por Nia DaCosta, conhecida por Candyman e As Marvels.
Wikipedia

» Alex Garland — que escreveu o Extermínio original — retornou como roteirista e produtor, conectando fortemente os novos filmes ao tom e mitologia da franquia.

» O elenco inclui Ralph Fiennes (Dr. Ian Kelson), Jack O’Connell (Sir Jimmy Crystal), Alfie Williams (Spike), além de Erin Kellyman e Chi Lewis-Parry.

» Cillian Murphy — protagonista do Extermínio original — terá participação no filme, o que é um grande chamariz para os fãs da saga clássica.

» O título e a localização central referem-se a um monumento feito de ossos construído por Dr. Kelson — uma espécie de memorial às vidas perdidas e um símbolo memento mori (lembre-se de que morrerás).

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Remake de ‘Miami Vice’ é CONFIRMADO para 2027; Confira a data!

A Universal Pictures finalmente anunciou quando o novo remake de ‘Miami Vice‘, baseado na clássica série homônima dos anos 80, será lançado.

A nova versão, comandada por Joseph Kosinski (‘Top Gun: Maverick’), está programada para estrear no dia 6 de agosto de 2027.

Dan Gilroy (‘O Abutre’) fica responsável pelo roteiro, enquanto Dylan Clark entra como produtor ao lado de Kosinski.

A série original foi criada por Anthony Yerkovich e se estendeu durante cinco temporadas na NBC, entre os anos de 1984 e 1989. Filmada em Miami, a trama acompanhou dois elegantes e durões detetives chamados James “Sonny” Crockett (Don Johnson) e Ricardo “Rico” Tubbs (Philip Michael Thomas), trabalhando disfarçados para desmantelar cartéis de drogas, traficantes de sexo, traficantes de armas e outros criminosos no submundo do sul da Flórida.

Levando para casa quatro estatuetas do Emmy Awards, o sucesso da produção deu origem a uma adaptação para os cinemas lançada em 2006, trazendo Colin FarrellJamie Foxx como os protagonistas.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Dead by Daylight’ lança nova DLC baseada na franquia ‘Sexta-Feira 13’; Confira o trailer!

A nova DLC do jogo ‘Dead By Daylight‘, baseada na popular franquia ‘Sexta-Feira 13‘, já está disponível.

O novo capítulo traz o icônico Jason Voorhees como assassino, e marca o aniversário de 10 anos do jogo.

O personagem ainda vem acompanhado de três skins originais – não associadas ao visual do assassino nos filmes –, que podem ser compradas na loja.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.

Vale lembrar que uma DLC baseada na franquia ‘Terrifier‘ será lançada em novembro.

Anothony Mackie chama Tom Holland de “chato” e “infantil”

O intérprete do personagem Falcão, Anthony Mackie, tem uma opinião bem formada sobre seu colega da Marvel, o jovem astro Tom Holland.

Desde a primeira aparição do ator em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, Mackie não perde a oportunidade de tirar onda com Holland, o alfinetando constantemente em suas aparições públicas e entrevistas.

E recentemente, ele revelou porque insiste em pegar no pé do parceiro de elenco de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Segundo ele:

“Ele é um moleque muito chato, do tipo infantil que quando você mande se calar, só obedece até você deixar o ambiente. E quando você sai, ele volta a incomodar”.

E após a divulgação da entrevista, Tom Holland não perdeu tempo e alfinetou Mackie em sua conta do Twitter:


“Eu adoro dar a @AnthonyMackie algo interessante para conversas”.

Kirsten Dunst alfineta ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ já arrecadou US$ 600 milhões mundialmente.

 

 

‘Homem-Formiga e a Vespa’ estampam bela capa da revista Empire; Confira!

A adaptação dos quadrinhos,Homem-Formiga e a Vespa, é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica Empire, estampando uma bela capa.

Confira:

O filme também ganhou novos pôsteres dos personagens individuais, destaque para Michelle Pfeiffer, que aparece pela primeira vez com traje da Vespa Original. Confira:

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

‘She-Ra’: Scorpia é destaque em nova prévia da 2ª temporada; Assista!

A 2ª temporada da animação ‘She-Ra e as Princesas do Poder‘ ganhou uma nova prévia, trazendo a personagem Scorpia em destaque.

Confira:

A segunda temporada será lançada no dia 26 de abril.

Nesta nova versão da série dos anos 80, uma espada mágica transforma uma órfã na guerreira She-Ra, a líder de uma rebelião contra o mal.

Walt Disney faz empréstimo de US$ 11 bilhões em virtude do coronavírus

A Walt Disney Co. fez uma dívida de US$ 11 bilhões, na tentativa de ajudar a posição financeira da empresa e garantir suporte a todas as suas áreas de atuação, em virtude das consequências avassaladoras do coronavírus e da reclusão social.

De acordo com a Deadline, os detalhes fora divulgados em um arquivo da SEC – Securities and Exchange Commission (Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos), na última terça-feira (13).

Os empréstimos vencerão entre os anos de 2026 e 2060 e o dinheiro catado será usado para pagar as dívidas da empresa, em virtude do fechamento de seus parques, bem como da interrupção de vários de seus serviços, além de claro, do pagamento de seus funcionários durante a quarentena.

De acordo com o analista Neil Begley, da Moody’s Investor Service, o valor do empréstimo deve ser o suficiente para restabelecer a empresa em meio à crise mundial:

“Acreditamos que o caixa disponível e as facilidades bancárias serão mais do que suficientes para atender a todas as necessidades da empresa no momento e essa transação apenas reforçará ainda mais sua sólida posição de liquidez, que é um importante seguro financeiro, considerando que a duração dessa crise e o seu impacto econômico inda são desconhecidos”.

Vale lembrar que a Disneyland de Xangai já reabriu suas portas, após quase quatro meses fechada. O parque está funcionando com apenas 30% de sua capacidade normal e os funcionários e visitantes devem usar máscaras enquanto estiverem dentro do local.

Superando as expectativas, todos os ingressos para a Disney Xangai ficaram esgotados em questão de horas. Os demais parques asiáticos da empresa, como a Disney Hong Kong, Disney Tóquio e o Disney Sea ainda permanecem fechados sem data de reabertura.

Os parques temáticos da Califórnia e da Flórida também permanecem fechados, sem data de reabertura.

 

‘How I Met Your Father’: Série terá conexões com ‘How I Met Your Mother’ e possível retorno dos personagens

A nova série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, intitulada ‘How I Met Your Father’, terá conexões com a produção original, conforme revelado pela atriz Hillary Duff, durante uma recente entrevista ao programa The Jess Cagle Show, da rádio SiriusXM.

Evitando entregar muitos detalhes, a protagonista da vindoura produção revelou que algumas alterações estão sendo feitas no roteiro e ainda salientou que existe a possibilidade de alguns dos personagens da série original retornarem em pequenas aparições.

“Não quero entregar muito, mas o roteiro está definitivamente passando por algumas pequenas alterações. Mas ele se conecta sim à série e sabe, tomara que tenhamos algumas participações divertidas do elenco original”.

How I Met Your Father’ foi anunciada oficialmente apenas no mês passado, então boa parte dos detalhes seguem sob sigilo. Ainda assim, Duff comentou um pouco sobre a premissa da série, bem como sobre a sua personagem, Sophie.

“Há ótimos personagens e eu terei a chance de ter uma nova família no set, uma outra família da TV. E existem tantas oportunidades para histórias de amor com essa série, porque se trata da Sophie e mais três caras. Então a trama vai descer por aquela toca do coelho, do tipo: ‘Qual deles é o pai?’. E as pessoas poderão percorrer por todas as experiências da jovem Sophie tentando encontrar o amor, namorando e como isso funciona no mundo contemporâneo”.

Na trama, Sophie está contando para seu filho a história de como conheceu o pai dele, da mesma forma que Ted Mosby (Josh Radnor) fez na obra original. A narrativa começa em 2021, quando Sophie e seu grupo de amigos estão no meio de uma jornada para descobrirem quem realmente são, o que querem fazer com as próprias vidas e como se apaixonar na era de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.

Duff também entra como produtora do spin-off ao lado de Carter BaysCraig ThomasAdam Londy será co-produtor executivo.

How I Met Your Mother foi ao ar durante 9 temporadas, exibidas entre 2005 e 2014 e também trouxe no elenco nomes como Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason SegelCobie Smulders.

‘Criminal Minds: Evolution’ é renovada para a 19ª temporada e ciclo 18 ganha data de estreia

O universo de ‘Criminal Minds: Evolution‘ segue firme e forte e a série acaba de ser renovada para a sua 19ª temporada, antes mesmo da estreia dos vindouros episódios do ciclo 18. A informação foi confirmada pela revista Variety.

A 18ª temporada estreia nos Estados Unidos no dia 08 de maio no streaming Paramount+, com novos capitúlos sendo lançados semanalmente. ‘Evolution‘ dá sequência na trama de ‘Criminal Minds‘, que contou com 15 temporadas.

Reunindo boa parte do elenco original, a produção é considerada um revival e recebeu a nomenclatura ‘Evolution‘ em seu 16º ano – por isso sua contagem de temporadas segue de forma sequencial (totalizando 18 ciclos).

Joe Mantegna, A.J. Cook, Kirsten Vangsness, Aisha Tyler Adam Rodriguez e Paget Brewster são os membros do elenco original que retornaram para o revival. RJ Hatanaka e Zach Gilford entraram para a produção em 2022, com a mudança do nome.

Comandada por Erica Messer, a trama se passa dois anos após a conclusão da série original.

A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.

Crítica – At The Sea: Amy Adams encara o vazio em drama que se perde na própria deriva (Berlinale 2026)

Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026

Um close no rosto de Amy Adams encarando o vazio. A câmera se abre e revela que ela está em um círculo de percussão, batendo um tambor com outras pessoas, mas sua expressão permanece congelada, deslocada daquele ambiente. Assim começa At The Sea, do húngaro Kornél Mundruczó, exibido na competição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. A promessa é clara: estamos diante de uma mulher dissociada, à deriva. O mar que dá título ao filme surge como metáfora evidente dessa condição.

O longa acompanha a ex-bailarina Laura (Amy Adams), que retorna para casa após seis meses em reabilitação, depois de um acidente de carro com o filho provocado pelo abuso do álcool. Diretora de uma companhia de dança, mãe de dois filhos, esposa distante, herdeira de uma vida confortável — as camadas dramáticas são abundantes. Nenhuma, porém, se articula de maneira orgânica. Tudo soa como esboço.

O roteiro de Kata Wéber insiste em flashbacks de um pai exigente e na sugestão de um trauma infantil que teria levado ao álcool como válvula de escape. Essas memórias, no entanto, carecem de densidade emocional e não reverberam no presente. Funcionam como explicação, mas não como drama.

As cenas de dança no presente são especialmente frágeis. A coreografia e a preparação corporal não convencem como trajetória profissional de alto nível. A encenação é rígida, por vezes constrangedora. A repetição de enquadramentos — Laura caminhando pela costa, quase sempre com saída de praia sobre o maiô ou de camisola — reforça uma monotonia visual que contamina o filme. Figurino e direção parecem ter desistido da personagem, assim como ela parece ter desistido de si mesma.

A letargia que domina Laura poderia ser lida como depressão ou como efeito da abstinência alcoólica. O roteiro, entretanto, não escolhe um eixo dramático claro. Ela busca redenção? Reconstrução familiar? Libertação artística? Nada se consolida como trajetória. O que se vê é uma mulher paralisada diante da própria vida, sem que o filme construa forças dramáticas capazes de tensionar essa inércia.

A relação com o marido Martin (Murray Bartlett), permanece vaga. A tensão com a filha adolescente (Chloe East), que assumiu responsabilidades durante sua ausência, é tratada de forma colateral. O filho mais novo (Redding Munsell) demonstra ressentimento, mas qualquer possibilidade de lidar com as consequências do acidente provocado por ela se dissolve rapidamente após um incidente com uma queimadura de água-viva, mais um episódio que não produz consequências significativas.

Surge então um possível ponto de inflexão: um vendedor de pipas interpretado por Brett Goldstein, conhecido pela série Ted Lasso. Ele representa a promessa de uma conexão e de um recomeço. Contudo, a relação se limita a diálogos expositivos sobre vício e sobrevivência “um dia de cada vez”. Não há tensão, nem química, nem transformação.

Nem mesmo a longa discussão entre mãe e filha na praia, que deveria constituir o clímax emocional, encontra força dramática. O conflito não se sustenta, e a reconciliação soa forçada, culminando em uma dança conjunta sem coordenação ou significado claro. O gesto, que poderia simbolizar reconstrução, apenas reforça a artificialidade da encenação.

Seis vezes indicada ao Oscar, Amy Adams parece novamente presa a projetos que prometem complexidade psicológica, mas resultam em superficialidade. Desde Era uma Vez um Sonho (2020), passando por A Mulher na Janela (2021) e Canina (2024), sua filmografia recente revela escolhas que não encontram a densidade dramática à altura de seu talento, como os trabalho com Denis Villeneuve e David O. Russell.

At The Sea propõe um estudo sobre vazio existencial, mas entrega vazio narrativo. O filme aspira a um retrato de trauma, culpa, abstinência e identidade artística — temas já explorados pela mesma dupla de diretor e roteirista em Pedaços de Uma Mulher (2020). Aqui, porém, eles optam por não se aprofundar plenamente em nenhuma dessas frentes. Ao final, impõe-se a pergunta: por que contar a história de uma mulher à deriva se o próprio filme não sabe para onde navegar? O vazio da personagem poderia ser devastador; o que permanece, entretanto, é apenas um vácuo.

‘Manto e Adaga’: Nova série da Marvel ganha cartaz; Trailer chega amanhã!

A nova série da Marvel pelo canal Freeform, Manto e Adagaganhou um novo pôster, anunciando um novo trailer para amanhã (20). Confira:

A nova série da Marvel teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:

“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”

“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”

“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”

A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.

Confira:

Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A produção estreia em 7 de junho.

‘A Morte te Dá Parabéns 2’ está pronto e recebe elogios de Jason Blum

A Morte te Dá Parabéns 2‘ já começou a ser filmado e Jason Blum, diretor da Blumhouse, aproveitou para elogiar a sequência via Twitter.

Blum afirmou que já assistiu ao filme e que o resultado está extremamente positivo.

“Alguns de nós já pôde assistir e está muito bom.”

O terror também ganhou seu primeiro vídeo dos bastidores recentemente.

Nele, Jessica Rothe, Israel Broussard e Rachel Matthews anunciam seus retornos como Tree Gelbman, Carter Davis e Danielle Bouseman, respectivamente. Ansioso?

Rostos conhecidos continuam sendo adicionados ao elenco da sequência de ‘A Morte te Dá Parabéns‘, o que não é uma surpresa considerando o tema do filme. Segundo o Variety, Ruby Modine assinou contrato para reprisar seu papel de Lori Spengler. 

Suraj Sharma e Sarah Yarkin entraram para o elenco. Sharma interpretará Samar Ghosh, uma cientista entusiasta que gosta de programar em seu tempo livre. Yarkin será Dre Morgan, um nerd que é seu parceiro no crime.

Em uma entrevista, Rothe falou sobre o conceito da continuação:

“A sequência, como foi descrita para mim, eleva o conceito do original de ser um filme de terror – e eu nem diria que se trara de terror, porque o filme é um terror, comédia, drama – para um gênero parecido com ‘De Volta para o Futuro’, onde a sequência começa logo de onde pararmos. Explicará muitas coisas do primeiro filme que não foram explicadas, e eleva tudo.”

Christopher Landon volta a dirigir.

A estreia acontece em 2019.

Lembra dele? | ‘Watchmen’, polêmica adaptação de Zack Snyder, completa 15 anos

Nos últimos anos, Zack Snyder andou se queimando em Hollywood muito por conta das controvérsias envolvendo a bagunça do extinto Universo Estendido DC, do qual ele foi contratado para ser o grande mentor. Porém, quando surgiu para o cinema, Zack era considerado um nome promissor para o futuro, não à toa recebeu o ‘título’ de “Visionário”. Sempre prezando por trabalhar os filmes com sua estética própria, Snyder teve seu primeiro “deslize” justamente em uma adaptação de quadrinhos.

Ame ou odeie, o Zack Snyder pode ser chamado de muitas coisas, menos de covarde. Isso porque ele brigou e assumiu Watchmen, uma adaptação que era considerada impossível de ser feita em Hollywood, não só pela complexidade da trama, mas principalmente porque seu autor, Alan Moore, é reconhecidamente uma das figuras mais fortes do meio das graphic novels. E agora, essa obra cinematográfica que dividiu opiniões completa 15 anos de existência. E você? Gostou ou não de Watchmen?

Antes de falar sobre o filme, vale a pena contextualizar o material original. A década de 1980 representa uma grande virada nas histórias em quadrinhos norte-americanas. Após duas décadas de maravilhas coloridas pulando das páginas dos gibis, os anos 80 decidiram mudar a abordagem, trazendo tons mais sombrios, investindo mais em dramas adultos, violência e questões políticas que trouxessem diferentes públicos para as revistas. Nesse contexto, nomes como Frank Miller, Art Spiegelman, Peter David, Neil Gaiman e Alan Moore fizeram carreira, revolucionando o que era fazer HQs.

Em 1983, a DC Comics havia acabado de comprar a Charlton Comics, trazendo alguns heróis do passado para dentro de seu panteão. Sabendo disso, cerca de dois anos depois, Alan Moore escreveu uma história que focaria na realidade podre desses personagens recém-chegados, permitindo que o autor desse uma nova visão deles nessa entrada no Universo DC. A trama acompanharia a investigação do assassinato do Pacificador (esse mesmo que se popularizou ao ser vivido por John Cena) por seu grupo de heróis, composto por nomes como Besouro Azul, Questão e o Capitão Átomo. Entretanto, apesar do projeto ter sido bem recebido, a ideia de usar os heróis da Charlton em uma empreitada tão controversa não caiu bem ante a direção. Afinal, esses personagens haviam acabado de chegar e essa visão mais crua e brutal poderia mudar para sempre a forma como o público veria eles dali para frente.

Reprodução

O editor da DC, Dick Giordano, enviou suas considerações para que Alan Moore reescrevesse “Quem Matou o Pacificador?” como uma graphic novel composta por personagens inéditos. O quadrinista detestou a ideia, porque acreditou que não funcionaria sem o apego dos fãs aos personagens que seriam distorcidos nas páginas. Só que ele mudou de ideia ao perceber que criar essas paródias poderia potencializar ainda mais as críticas que pretendia fazer, então aceitou as alterações do editor e começou a escrever. Sabendo que Moore estava fazendo um novo projeto, o desenhista Dave Gibbons embarcou no trabalho sem pensar duas vezes e o resto é história.

Trazendo fortes críticas à sociedade norte-americana e à sujeira social da época da Guerra Fria, além de desmistificar o ícone do super-herói e satirizar a cultura de massa, Watchmen se tornou um fenômeno. O universo criado por Moore e Gibbons foi tão rico e denso que causou uma mudança total no storytelling das HQs da época. Diante desse sucesso todo, começou um burburinho que se estenderia por décadas sobre uma adaptação para os cinemas. Só que a densidade da história fazia com que os produtores dessem a trama como “inadaptável para os cinemas”, principalmente porque os filmes de super-heróis ainda eram voltado para o público infantojuvenil.

Nos anos 2000, após o sucesso estrondoso de 300, a Warner viu em Zack Snyder a imagem certa do diretor para adaptar essa graphic novel icônica. Então, o cineasta decidiu se ater o máximo possível à obra original. Para isso, ele comprou uma edição própria de Watchmen e carregava para todos os lados. Por mais incomum que isso seja, o storyboard do filme foi a própria história em quadrinhos.

Dessa forma, Zack tentou ser o mais fiel possível ao material original, rendendo uma dos filmes mais visualmente idênticos a um quadrinho já feito em Hollywood. Mas aí entraram alguns problemas. O corte inicial do diretor tinha mais de três horas de duração, o que era considerado um suicídio comercial na época. Filmes grandes demais tinham menos sessões. Se a quantidade de sessões era menor, a bilheteria também seria mais baixa. Ou seja, não havia a menor condição dos produtores aprovarem. Para reduzir o corte, Snyder arrancou completamente o segmento conhecido como Contos do Cargueiro Negro, que foi inserido no longa no formato de animação e contava uma história paralela sobre um pirata que dialogava diretamente com os dilemas dos heróis.

Mais do que os contos, o filme perdeu sequências importantes, como a morte do Coruja original. Porém, o problema da adaptação passou longe de ser apenas os cortes. A maior crítica que o longa recebeu, do próprio Alan Moore, inclusive, foi a perda da essência da trama em prol da valorização estética. Como costumam brincar nas redes sociais, parece que o Zack Snyder “leu as figuras” e esqueceu de “interpretar a história”.

E o resultado disso se deu justamente no corte final do filme, que é odiado por Alan Moore. Além da alteração do final da graphic novel, que era o ponto de conexão a literalmente todas as ações de Ozymandias, mudando a lula espacial gigante para o próprio Dr. Manhattan, o filme acabou dando uma glamourização exacerbada ao Rorschach, que foi criado pelo quadrinista como um execrável e hipócrita psicopata, mas que acabou virando um símbolo de certos grupos não muito bem-quistos pela sociedade justamente por essa abordagem de exaltação promovida pelo filme de Snyder. Mal comparando, é similar ao Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, que foi criado para mostrar os horrores de poder praticamente fascista dado a policiais cariocas que se transformaram naquilo que deveriam combater. Mas, diante de uma interpretação incorreta, acabou virando símbolo da galera que defende o massacre feito pela polícia contra populações carentes que em vez de serem salvas do tráfico pelo BOPE terminam reféns dessas duas ‘entidades’ da corrupção estatal.

Vendo por esse ponto, fica muito nítido do motivo de Alan Moore odiar tanto o filme. O quadrinista é autodeclarado anarquista e teve de ver sua obra – que foi concebida para criticar a Guerra Fria e a febre da cultura de massa pelos heróis que saíam por aí chacinando a torto e a direito – sendo deturpada para um longa-metragem que mesmo sendo esteticamente marcante e fiel, ocasionou uma glamourização exacerbada de personagens que foram criados para representarem o que há de pior na sociedade.

Algo parecido aconteceu na época com Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010). Nos quadrinhos, só falta o Mark Millar sair das páginas, apontar para o leitor e dizer: “Meu irmão, tu é um otário!”. Já o filme… Bem, ele ainda parodia os fãs de quadrinhos, mas sua roupagem de luxo e o carisma dos atores acaba o transformando em uma aventura divertida que perde a essência da crítica a uma sociedade problemática e viciada a ponto de adultos levarem super-heróis a sério.

E o ponto do Rorschach em específico é realmente sensível ao criador, porque ele declarou diversas vezes ter feito esse personagem reunindo tudo que havia de pior em um ser humano que ele poderia pensar. Por isso, o “detetive” é preconceituoso, sujo e hipócrita. Não por acaso ele caça e tortura bandidos, mas ignora o estupro cometido pelo Comediante, que é seu amigo e mentor.

Para piorar, o Rorschach virou símbolo de grupos de extrema-direita nos EUA. Essa situação, inclusive, foi retratada na série Watchmen, lançada em 2019. Mas antes que venham chamar o Alan Moore de clubista ou ‘Mimizento’, já que a série foi elogiada por ser considerada progressista, vale ressaltar que o autor também não gostou da produção de 2019. Por ele, Watchmen jamais seria adaptada para cinema ou TV, porque acaba alimentando um sistema que legitima tudo que ele mais abomina. É bastante comum ver o artista tocando nesse tema quase com um arrependimento de ter feito parte tão importante da trajetória dos quadrinhos na Cultura Pop.

Fato é que o filme tem seus prós e contras e cabe ao público decidir e interpretar. No fim das contas, Watchmen teve um orçamento altíssimo para a época (US$ 130 milhões) e o valor arrecadado (US$ 185 milhões) foi muito abaixo do esperado. Ainda assim, Snyder conseguiu lançar seu Snydercut que foi mais elogiado pelos fãs. Desde então, o universo Watchmen seguiu intocado nas telas, porque os produtores entenderam que mexer ali era tocar num vespeiro de polêmicas desnecessárias para seus interesses. O universo só voltaria a ser visitado uma década depois, com o elogiadíssimo seriado da HBO, que passou a brincar mais com as controvérsias da vida real, enquanto trabalhava uma trama que indicava dar continuação aos eventos da HQ, não do filme.

Watchmen está disponível no Max.

Crítica | The Kitchen – Netflix lança sci-fi FUTURISTA com visual estonteante dirigido por astro de ‘Corra!’

Dois projetos podem ser apontados como determinantes na carreira de Daniel Kaluuya, que alçaram a carreira do ator ao estrelato mundial: ‘Corra!’, em 2017, e ‘Pantera Negra, no ano seguinte, 2018. É claro que o artista londrino vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2021 por ‘Judas e o Messias Negro’ interpretou diversos outros papéis marcantes, mas é possível apontar que nesses trabalhos o ator ganhou a robusta solidez para começar a trilhar outros caminhos – e que agora começam a ficar mais evidentes, a partir desse ano de 2024 quando o ator lança ‘The Kitchen’, seu primeiro projeto como diretor.

Izi (Kano) é um jovem rapaz preto que vive no The Kitchen, o último conjunto habitacional de uma Londres futurista e atemporal. Ele trabalha numa espécie de agência funerária, onde as pessoas fazem seguros para seus próprios funerais, de modo que, ao morrerem, são transformadas em mudas de plantas, às quais os familiares e amigos podem ir visitar sempre que quiserem. É nesse contexto que ele conhece o jovem Benji (Jedaiah Bannerman), um menino que acaba de perder a mãe e que, ao olhar para Izi, desconfia de que ele possa ser seu pai. Benji o segue e acaba indo para o The Kitchen com Izi, onde descobre um mundo completamente novo a seus olhos, onde as pessoas pretas de Londres vivem suas próprias culturas livremente, mas também sofrem represálias constantes da polícia municipal.

Através do artifício da ficção futurista de uma Londres distópica, o roteiro de Daniel Kaluuya, Joe Murtagh e Amy Baty joga luz sobre a contemporaneidade existente em um grande centro urbano como a capital inglesa: a forma como o ocidente trata a chegada, permanência e crescimento das populações imigrantes de outros locais – majoritariamente pessoas vindas de África e das Américas sulistas. ‘The Kitchen’ é, assim, uma grande metáfora, um conjunto habitacional que é uma bolha onde os imigrantes (de maioria preta) consegue respirar e viver a seu próprio modo, mas é constantemente lembrada pelo entorno da classe média que eles não são bem-vindos, vivendo pressão (da especulação imobiliária, do controle policial) para que desistam de permanecer no local e se mudem para onde não sejam vistos. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

Apesar do pano crítico-social forte de pano de fundo e o visual estonteante, o filme não vai para lugar nenhum. Sem propósito, as quase duas horas de duração mesclam o desabrochar juvenil do pequeno Benji com a crise paternal do protagonista, num vai e vem sem fim e sem se definir. Assim, os únicos acontecimentos no enredo são as invasões policiais no ‘The Kitchen’, que originam cenas de ação bem coreografadas e bem filmadas.

Claramente Daniel Kaluuya tem algo para dizer, e precisa continuar experimentando também atrás das câmeras para passar sua mensagem como fez com este ‘The Kitchen’, que tem uma fotografia bonita e efeitos visuais interessantes. Faltou, talvez, mais emoção aos personagens, contidos nos seus próprios pensamentos dentro de um contexto fervilhante. Com um pouquinho mais de drama e de emoção, o espectador poderia se conectar não só com o protagonista, mas, acima de tudo, com esse vibrante espaço de re-existência criado em ‘The Kitchen’.