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Nosso Sonho

 

Elenco:

Lucas Penteado (Claudinho)
Juan Paiva (Buchecha)
Tatiana Tiburcio
Nando Cunha

 

Direção: Eduardo Albergaria

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 21 de Setembro de 2023

Sinopse: 

A produção contará a emocionante história da dupla Claudinho e Buchecha, que começa com uma amizade ainda na infância, em uma comunidade de Niterói, até conquistar o Brasil todo com a poesia da periferia.

Crítica: 

Crítica | Nosso Sonho – Cinebiografia de Claudinho e Buchecha é o MELHOR Filme Brasileiro do Ano

Curiosidades: 

» O longa é uma cinebiografia da dupla musical Claudinho & Buchecha, que dominou as rádios nacionais dos anos 90, com sucessos como Só Love, Feiticeira e Coisa de Cinema;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira o trailer DUBLADO da sequência ‘Coringa 2’

A Warner Bros. divulgou o trailer dublado da sequência ‘Coringa: Delírio a Dois‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

Além de retornar à direção, Todd Phillips também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Joaquin Phoenix reprisa seu papel como o icônico o palhaço do crime, enquanto Lady Gaga dá vida à Harley Quinn. Zazie Beetz também retorna como Sophie Dumond.

O elenco ainda conta com Brendan GleesonCatherine KeenerJacob LoflandSteve Coogan, Ken Leung e Harry Lawtey.

‘Mufasa: O Rei Leão’ DOMINA 1º final de semana de 2025 e supera US$ 470 milhões mundialmente

Sucesso! ‘Mufasa: O Rei Leão‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 470 milhões nas bilheterias mundiais.

Apesar da estreia morna, a pré-sequência de ‘O Rei Leão‘ manteve uma excelente estabilidade nos cinemas e, pela primeira vez no final de semana regular, alcançou o topo das bilheterias domésticas, desbancando ‘Sonic 3‘.

O longa da Disney acrescenta US$ 23 milhões no primeiro final de semana de 2025, sofrendo uma queda de apenas -26%.

Ao total, o filme já soma US$ 168 milhões nos EUA. No mercado internacional, foram US$ 308 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 476 milhões.

De acordo com o Deadline, analistas apontam um aumento na arrecadação em 2025, considerando-o o primeiro ano “normal” desde a pandemia de COVID. Para termos de comparação, as bilheterias dos EUA registraram uma arrecadação total de US$ 105.5 milhões em seu primeiro final de semana do ano – o que representa um aumento de +23% em comparação ao mesmo período de 2024.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A Casa Mágica da Gabby: O Filme

(Gabby’s Dollhouse: The Movie)

 

Elenco:

Laila Lockhart Kraner
Kristen Wiig
Carla Tassara

 

Direção: Ryan Crego

Gênero: Infantil

Duração: 98 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 3 milhões

Estreia: 9 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em A CASA MÁGICA DA GABBY: O FILME, Gabby parte em uma viagem de carro com sua avó Gigi para a metrópole encantada de Cat Francisco. Mas quando a casa de bonecas da Gabby, seu bem mais precioso, vai parar nas mãos de uma excêntrica senhora dos gatos chamada Vera, a garota embarca em uma aventura pelo mundo real para reunir os Gabby Cats.

Curiosidades: 

» O longa é uma adaptação da série homônima da Netflix;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Cara Delevingne confirma NAMORO com Amber Heard após divórcio com Johnny Depp

Durante o podcast Louis Theroux, Cara Delevingne (‘Esquadrão Suicida’) abriu o jogo sobre seu relacionamento romântico com a atriz Amber Heard (‘Aquaman’).

A atriz esclareceu os rumores, confirmando o envolvimento das duas após o conturbado e infame divórcio com o Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’).

“Devo comentar sobre isso? Nós fizemos um filme juntas, chamado ‘London Fields: Romance Fatal’. [Johnny Depp] também participou do filme. Acho que ele ficou louco de ciúmes. Nada havia acontecido [entre nós duas] naquela época. Depois do divórcio, no entanto, aconteceu.”

Ela completa, “Nós ficamos próximas por um bom tempo e, então, com o processo do divórcio, nós nos envolvemos. Mas ela também se relacionou com outras pessoas.”

Anteriormente, Heard havia retornado aos holofotes como uma das figuras centrais de ‘Silenced‘, documentário que investiga como processos por difamação têm sido utilizados por homens influentes para silenciar mulheres que denunciam abusos.

Dirigido por Selina Miles e pela advogada de direitos humanos Jennifer Robinson, o filme traça um paralelo entre o caso de Heard e de outras mulheres, como a jornalista Brittany Higgins e a editora Catalina Ruiz-Navarro.

Robinson, que auxiliou Heard no processo de 2018 contra o jornal britânico The Sun, destaca o “efeito intimidatório” que processos milionários causam na liberdade de expressão.

“No mundo pós-#MeToo, vimos mulheres romperem o silêncio cultural, falando publicamente sobre violência de gênero. O que vimos depois foi o suposto agressor movendo um processo por difamação dizendo: ‘Isso não é verdade, é difamatório, e eu vou processar você por muito dinheiro'”, disse Robinson.

Em seu primeiro projeto desde ‘Aquaman e o Reino Perdido’ (2023), Heard adotou um tom confessional:

“Isso não é sobre mim. Eu perdi minha capacidade de falar. Não estou aqui para contar minha história. Eu não quero contar minha história. Na verdade, não quero mais usar minha voz. Esse é o problema”, desabafou a atriz.

O documentário também resgata a hostilidade enfrentada por Heard durante o julgamento no Reino Unido (Depp v. The Sun), onde era alvo constante de ataques físicos e verbais por parte de fãs de Depp.

“O resultado do julgamento dependia da minha participação, e eu dependia do resultado do julgamento. Quando conheci [Robinson], percebi imediatamente que ela entendia o panorama geral. O que aconteceu comigo é uma versão amplificada do que muitas mulheres passam”, disse Amber Heard.

“Lembro-me de que, ao final do julgamento, surgiu a ideia de que eu poderia falar algo à imprensa. [Robinson] perguntou se eu tinha certeza disso. [Pensei], ‘Se eles jogarem coisas em mim, isso deixará o ponto mais claro’. Eu não entendia que poderia piorar tanto para mim como mulher, usando minha voz”, acrescentou.

Apesar do trauma, a atriz encerra sua participação com uma mensagem de esperança.

“É fortalecedor ver outras pessoas assumirem a luta. Mulheres corajosas o suficiente para enfrentar o desequilíbrio de poder. Olhar para o rosto da minha filha enquanto ela cresce e lentamente começa a entrar neste mundo… Eu acredito que pode ser melhor”, concluiu.

Stan Lee aparece em episódio de ‘Os Defensores’; Veja foto!

Os fãs dos quadrinhos estão acostumados a ver o carismático Stan Lee em breves aparições nos filmes da Marvel e ele repetiu a dose, dessa vez na série recém-estreada, ‘Os Defensores’.

Na produção da Netflix, a participação relâmpago de Lee acontece de forma indireta, através de um cartaz do Departamento de Polícia de Nova York.

Confira a imagem:

Vale lembrar que o quadrinhista já fez a mesma aparição na séries ‘Demolidor’, ‘Jessica Jones’, ‘Luke Cage’ e ‘Punho de Aço’.

 

Com ‘Os Defensores‘ já em exibição na Netflix, a abertura da série já está online.

Confira:

Com 80% de aprovação, ‘Os Defensores’ fica abaixo de ‘Demolidor’ e ‘Jessica Jones’ 

No elenco de apoio também estão confirmados : Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm Ducasse (Eka Darville), de ‘Jessica Jones‘, e Foggy Nelson (Elden Henson), de ‘Demolidor‘, Simone Missick (Misty Knight), de ‘Luke Cage‘ e Deborah Ann Woll (Karen Page), de ‘Demolidor‘.

‘The Witcher’: Partes do roteiro estarão circulando na internet em breve, alerta showrunner

A série de TV baseada no popular game, ‘The Witcher‘, está avançando a passos largos e de acordo com a showrunner da produção, Lauren Schmidt Hissrich, partes do roteiro da produção devem circular pela internet em breve, em virtude do início da escalação dos atores.

Por meio de sua conta oficial do Twitter, a criadora compartilhou uma página do roteiro, conferindo detalhes da escolha do elenco para os seus seguidores. Além disso, ela explicou como todo o processo de seleção será conduzido – salientando que atores estrangeiros também serão escolhidos.

Confira:

“É noite de sexta-feira em Los Angeles e tivemos uma semana seriamente ótima para The Witcher.

Então, vamos falar sobre o elenco. Sim, eu disse a palavra mágica! A escalação começará em breve e não, não posso te dizer quais são nossas principais opções, então não pergunte. Mas tem algo muito importante que você precisa saber”.

 


“Normalmente, quando você vai escolher o elenco de um programa, o diretor de escalação traz cenas específicas para o personagem, oriundas do roteiro do episódio piloto, para os testes de audição. No entanto, como estamos fazendo escolhas internacionais (o que significa muitos e-mails e fitas) e porque nós sabemos que a internet não mantém segredos…”


“…A equipe de roteiro decidiu criar cenas inteiramente novas para os nossos personagens principais. Elas foram escritas para ilustrar o tom preciso, a vibe, a profundidade e a ressonância emocional que precisamos de Geralt e seus amigos… e voila! Os roteiros são livres de spoiler para nós e vocês. O que significa…”

 


“….que se você começar a ver cenas de Witcher flutando pela internet nas próximas semanas, sim, elas provavelmente são reais! Mas não, elas não entregarão nada a respeito da história que estamos contando ou da forma como estamos fazendo isso. Você está seguro. Por hora”.
Na trama, o bruxo Geralt, um mutante caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam com frequência serem mais perversas que os demônios.

A produção executiva é de Sean Daniel (A Múmia) e Jason Brown (The Expanse), com a produtora de efeitos especiais polonesa Platige Image, comandada por Tomek Baginski, que dirigirá pelo menos um episódio de cada temporada.

The Witcher’ já virou livro e série de TV, mas só ganhou fama internacional após o lançamento do game, em 2007.

Ainda não há previsão de estreia para a série da Netflix.

Crítica | A Vida de Diane: O tempo, a velhice e a morte em drama produzido por Scorsese

Enquanto somos jovens, passamos um tanto ilesos ao teste do tempo. Como aqueles que continuam seguindo o timing da atualidade, lideramos, estamos à frente, somos tendência. A velhice muda essa chave e faz do que era atual um relicário. E raramente pensamos nisso: no tempo e todas as rugas físicas e emocionais que ele traz consigo. Sempre aliado às nossas escolhas, ele também é o compasso da vida que levamos na juventude. Em A Vida de Diane, a personagem homônima é vítima do tempo e vê seus dias passarem diante de si entre mortes de parentes, um filho viciado em drogas e uma vida monótona que lhe renderam uma solidão absoluta.

Pelas lentes de Kent Jones, Mary Kay Place é sublime como uma senhora que testemunha o tempo como alguém que não mais tem forças para correr atrás dele. Cansada de uma vida levada em virtude dos vícios de seu filho, ela sofre para recuperar o fôlego e vive um momento extremamente particular e peculiar – pelo qual todos passaremos: a velhice diante da morte. Mas não dela e sim a daqueles que o cercam. Entre horas gastas no hospital e uma adrenalina impulsiva natural de uma mãe cujo filho é dependente químico, ela administra seus dias também entre um trabalho voluntário, oferecendo refeições para pessoas pobres. Pacata até demais, sua vida hoje é também um reflexo de seus excessos de uma juventude instintiva demais.

E como um filme que quer ser desconfortável, A Vida de Diane trata o mórbido – essa fase horrorosa onde velórios são mais frequentes que aniversários – com uma leveza surpreendente, levando a audiência a refletir sobre esse temido momento natural da vida. E ao ponderarmos sobre a nossa protagonista, instintivamente nos questionamos sobre quando e como chegaremos a esse hiato final. Aterrorizante na medida, o drama produzido por Martin Scorsese é essa mistura antagônica de sentimentos. É um genuíno retrato da vida. Talvez diferente do que gostaríamos de ver nas telas, mas autêntico e realista como raramente se vê no cinema.

E aqui, a assinatura do aclamado Scorsese é honrada. O filme possui a mesma perspectiva um tanto depreciativa sobre certas coisas da vida, assim como sua grandiosa obra costuma trazer. Como um filme focado nos comportamentos humanos e – mais precisamente – nos dissabores de uma mãe sozinha e solitária, A Vida de Diane é cinema de qualidade, não é do tipo para desestressar e não te deixará a ver navios. Te entregando uma obra com começo, meio e fim (literalmente), o drama promove questionamentos, aborda a tortuosa dinâmica familiar de Diane com maestria, sempre mantendo a delicadeza que as circunstâncias da vida costumam trazer.

Com uma fotografia gélida que explora apenas o frio invernal, ao longo dos anos, de maneira simbólica – sempre o associando à solidão da protagonista, A Vida de Diane ainda conta com a boa atuação do pouco conhecido Jake Lacy, que explora seu tempo de tela com precisão, retratando os maneirismos que acompanham o vício com uma naturalidade certeira. Poderoso e bem dirigido, o longa é um canalizador de emoções, entregando todas elas para a audiência em uma bandeja de prata, promovendo um debate importante sobre o tempo que temos e a maneira como o honramos durante os anos que nos foram reservados.

Confira as estreias da Netflix na primeira semana de junho

O mês de junho está oficialmente aqui e a Netflix já está renovando sua grade de programação, trazendo uma série de novos títulos para os seus assinantes.

E entre as principais estreias da primeira semana deste mês, estão o aclamado indicado ao Oscar ‘Amor Sem Escalas‘, ‘Show The Truman‘ e duas das grandes aventuras do herói Indiana Jones, sendo elas ‘A Última Cruzada‘ e ‘O Reino da Caveira de Cristal‘.

E para você não perder nada, confira a agenda completa de lançamentos da semana e capriche nas maratonas!

01/06

Keeping up with the Kardashians: Temporadas 1 e 2
Com o apoio da mãe Kris, as irmãs Kim, Kourtney e Khloé se tornam celebridades internacionais nesta série divertida e cheia de glamour.

Escritores da Liberdade
Enquanto seus alunos em situação de risco leem clássicos como “O Diário de Anne Frank”, uma professora pede a eles para fazerem diários de suas vidas conturbadas. Com Hilary Swank.

Top Chef: Temporada 1
Este premiado reality show acompanha os acessos de fúria e as amizades que surgem na cozinha enquanto os competidores fazem de tudo para serem o novo Top Chef.

Jogo de Titãs: Temporada 1
Nesta série épica, o apresentador Dwayne Johnson mostra atletas desafiando o limite de suas forças pelo prêmio de 100 mil dólares.

The Real Housewives of Beverly Hills: Temporadas 1 e 2
Esta franquia de sucesso acompanha as brigas, bebedeiras e ostentações das endinheiradas de Beverly Hills. Também estreiam no serviço, na mesma data, as temporadas 1 e 2 de Atlanta, Geórgia, que mostra os altos e baixos da vida de cinco socialites em meio a extravagâncias, gafes e discussões.

Midnight Diner: Temporadas 1 a 3
Um restaurante abre toda noite e serve somente quatro pratos. Mas os fregueses não vão até lá apenas pela comida, e sim para desabafar e ouvir conselhos. A clientela não poderia ser mais diversa – de strippers a membros da yakuza (a máfia japonesa), todos são bem-vindos.

Homens, Mulheres e Filhos
Adolescentes e pais se deparam com mudanças inevitáveis em suas vidas à medida que navegam o cenário cada vez mais complexo da era digital. Com Ansel Elgort, Timothée Chalamet, Jennifer Garner e Adam Sandler.

Amor Sem Escalas
Ryan Bingham (George Clooney) voa o mundo a trabalho sem parar, até que conhece Alex (Vera Farmiga) e descobre que a vida não vale pelas viagens, mas pelas conexões que fazemos pelo caminho.

Invasão de Privacidade
Uma mulher divorciada se muda para um apartamento onde algo terrível aconteceu. Sem saber que está sendo observada o tempo todo, começa um caso tórrido com um vizinho. Com Sharon Stone.

O Show de Truman – O Show da Vida
Truman Burbank (Jim Carrey) é a estrela de “O Show de Truman”, um fenômeno da TV que vai ao ar 24 horas por dia e transmite todos os aspectos da sua vida sem o seu conhecimento.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal
Indiana Jones é sequestrado por agentes soviéticos para encontrar as caveiras de cristal de Akator, artefatos amazônicos com poderes sobrenaturais.

Indiana Jones e a Última Cruzada
Acompanhado do pai, Indiana Jones embarca em sua terceira aventura para explorar o berço da civilização em uma perigosa busca pelo Santo Graal.

Jack Reacher – O Último Tiro
Neste suspense emocionante, um policial ex-militar é atraído para um jogo de gato e rato ao investigar um atirador de elite acusado de cinco homicídios. Com Tom Cruise.

Lara Croft – Tomb Raider
Baseado no jogo de mesmo nome, este filme de aventura coloca uma aristocrata inglesa treinada em combates, interpretada por Angelina Jolie, em uma batalha com uma sociedade secreta.

Hancock
Will Smith é Hancock, um super-herói falido forçado a contratar um especialista em relações públicas para ajudá-lo a refazer sua imagem.

Cocomelon: Temporada 1
Aprenda letras, números, os sons dos animais e muito mais com J.J. nesta divertida série educativa repleta de canções para toda a família!

02/06

Fuller House: Episódios finais
Em casa com o novo bebê, Jimmy e Steph mergulham no mundo das fraldas e mamadeiras. E não faltará gente para ajudar.

Modern Family: Temporadas 7 a 10
Na 7ª temporada, Jay Pritchett e sua turma redefinem os valores de família quando as crianças saem do ninho, surgem novos empreendimentos e a paternidade em idade avançada traz desafios. Na 8ª temporada, Luke e Manny terminam o ensino médio, Haley começa uma nova carreira e Alex continua na faculdade, enquanto Gloria e Claire enfrentam desafios no trabalho. Na 9ª, está difícil para Phil fazer a nova empresa decolar. Haley arranja um emprego estressante e Manny começa a faculdade. Na 10ª, que estreia no dia 9/6/2020, prepare-se para mudanças de carreira, namoradas canadenses e cirurgias caninas. A família Pritchett-Dunphy-Tucker encara altos e baixos unida.

Vera – Resgate Arco-íris
Vera e Bartleby embarcam em uma aventura para tentar resgatar alguém especial para o Rei do Arco-Íris!

03/06

Toda Palavra Conta
Este documentário mostra a eficiência dos descendentes de indianos no Concurso Nacional de Soletração Scripps desde 1999.

04/06

Baki: A Saga do Grande Torneio Raitai
Mesmo envenenado, Baki participa do Grande Torneio Raitai e enfrenta lutadores na China.

05/06

Perdida
Nesta série de suspense, um pai orquestra sua própria prisão para tentar encontrar na cadeia a pessoa que sequestrou sua filha.

Queer Eye: Temporada 5
Nesta temporada, os Cinco Fabulosos vão à histórica Filadélfia para novas e incríveis transformações.

The Last Days of American Crime
Um ladrão de bancos participa de um plano para cometer o último grande assalto antes de o governo ativar um sinal que acabará com todas as atividades criminosas.

06/06

A Noiva Cadáver
Neste conto de Tim Burton, o jovem Victor, que está prestes a se casar, é arrastado para outro mundo por uma noiva cadáver que o deseja para si.

‘Loki’: Tom Hiddleston estampa duas capas da nova edição da revista Total Film; Confira!

A série ‘Loki‘ está perto de sua estreia na plataforma de streaming do Disney+ e a produção é o grande destaque da revista Total Film, estampando duas belas capas da mais recente publicação.

Além disso, o site da revista compartilhou a página de abertura da matéria relacionada ao popular vilão da Casa do Mickey.

Confira:

Loki‘ estreia no Disney+ no dia 09 de junho.

Confira o trailer de ‘Loki‘:

O elenco também traz nomes como Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Uma Família Perfeita’: Série criminal com Ellen Pompeo divide a crítica com 43% de aprovação no RT; Confira as avaliações

Uma Família Perfeita‘ (Good American Family), nova série estrelada e produzida por Ellen Pompeo (‘Grey’s Anatomy’), já está disponível no catálogo do Disney+.

Baseada na sinistra história real que inspirou o terror ‘A Órfã‘, a produção dividiu a opinião dos críticos, conquistando 43% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, a série possui um enorme potencial, mas peca na execução de seus roteiros. Considerada “confusa”, a original do Disney+ ainda foi criticada por abordar a narrativa de forma um tanto sensacionalista, desconsiderando o sofrimento real dos envolvidos.

Confira as primeiras avaliações disponíveis:

“A desordem da estrutura e a falta de cuidado dos roteiros que contam essa história sensível fazem de ‘Uma Família’ uma série desagradável e sombria, sem sentido narrativo”. – Kelly Lawler, USA Today

“A estrutura inteligente e com mudança de foco permite que as produtoras Katie Robbins e Sarah Sutherland dramatizem os aspectos mais escabrosos e de terror da história, sem parecer que estão endossando uma versão em detrimento da outra”. – Kristen Baldwin, Entertainment Weekly

Uma Família Perfeita se redime na segunda metade, mas é um exagero dizer que ela justifica sua existência”. – Megan Vick, Collider

“É uma saga louca e confusa contada de perspectivas conflitantes — ambas nada menos que ultrajantes”. – Nick Schager, The Daily Beast

“Para aqueles que têm conhecimento limitado da história de Natalia Grace, há uma boa chance de você achar Uma Família Perfeita uma assistida razoavelmente boa, já que você não terá nada com que compará-lo”. – Terrell Smith, What To Watch

“No fim das contas, Uma Família Perfeita prioriza os tabloides em detrimento da tragédia”. – M.N. Miller, FandomWire

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Antes chamada Orphan, a série é inspirada na história real de Natalia Grace e do casal do Meio-Oeste que a adotou uma criança, acreditando ser uma menina com nanismo, mas que com o tempo passou a duvidar de sua identidade.

“Contada de múltiplos pontos de vista, a série explora questões de perspectiva, viés e trauma. O drama é inspirado em uma história perturbadora de um casal do Meio-Oeste que adota uma garota com uma rara forma de nanismo. Porém, à medida que começam a criá-la ao lado de seus três filhos biológicos, um mistério sobre sua idade e origem surge, levando-os a suspeitar que ela talvez não seja quem diz ser. Enquanto defendem sua família da filha que acreditam ser uma ameaça, ela enfrenta sua própria batalha para confrontar seu passado e o futuro, em um embate que acaba ganhando destaque nas tabloides e no tribunal”, diz a sinopse oficial.

O elenco conta com Mark Duplass e Imogen Reid, enquanto Dulé Hill, Christina Hendricks, Sarayu Blue e Jenny O’Hara fazem participações recorrentes.

‘A Hora do Pesadelo’ é reimaginado como uma série da Netflix… CONFIRA!

Já imaginou se a Netflix desenvolve uma série original sobre A Hora do Pesadelo? Seria incrível e, pelo visto, você não é o único a pensar assim. Um Youtuber, fã da saga de horror, cansou de esperar e fez um trailer INCRÍVEL criando uma série do filme, usando cenas de todos os filmes do vilão Freddy Krueger e até mesmo cenas do trailer de Os Novos Mutantes.

Assista:

E aí, já imaginou como seria?

Diretor de ‘Kong: A Ilha da Caveira’ quer fazer um filme da Marvel… Sem super-heróis!

O diretor Jordan Vogt-Roberts, de Kong: A Ilha da Caveira, compartilhou sua ideia interessante para um filme da Marvel Studios: um longa dentro do MCU porém sem a presença de super-heróis.

De acordo com o diretor, a ideia seria mostrar um grupo de pessoas normais tendo que conviver em um mundo onde alienígenas e magia existissem.

“Gostaria de dirigir um filme da Marvel sem super-heróis. Seria uma espécie de “dramédia” absurdista que acompanharia um grupo de pessoas comuns que precisariam lidar com o fato de alienígenas e mágica existirem no mundo real”

Logo os fãs lembraram pelo twitter que essa história se assemelha muito com as HQs chamadas ‘Marvels’, de Kurt Busiek e Alex Ross, que começou a ser publicada em 1994 e traz aventuras de diversos super-heróis a partir do ponto de vista de um fotógrafo chamado Phil Sheldon.

Será que daria certo? Atualmente o diretor está sendo cotado para dirigir a adaptação dos games Metal Gear Solid.

‘Detetive Pikachu’: Live-action de Pokémon com Ryan Reynolds ganha pôster

Foi divulgado o cartaz com o logo oficial de Detetive Pikachu, filme live-action de Pokémon com Ryan Reynolds no elenco.

 

O filme deve ser adiado após a Legendary Pictures entrar em um acordo com a Warner Bros. para que o estúdio distribua o longa-metragem, de acordo com o The Hollywood Reporter. Inicialmente, a Universal Pictures seria a responsável pela distribuição.

Antes previsto para chegar aos cinemas em 10 de maio de 2019, o longa teve sua data alterada para o verão de 2019 (junho à agosto).

Ryan Reynolds irá nublar ninguém menos que Pikachu, o Pokémon mais famoso de todos, além de produzir o longa.

Detetive Pikachu‘ será um filme live-action protagonizado por um novo personagem, introduzido em um dos últimos games do universo Pokémon lançados no Japão.

Além de Reynolds, o elenco conta com Justice Smith (The Get Down), Kathryn Newton (Big Little Lies) e Bill Nighy. A direção é de Rob Letterman (Goosebumps).

O ator Ken Watanabe (‘Godzilla’, ‘A Origem’) entrou para o elenco e irá viver um detetive chamado Yoshida, criado especificamente para o filme.

Um acordo para adquirir os direitos de adaptação foi disputado a tapa pelas produtoras, e foi fechado com a Legendary Pictures para distribuir o filme no Japão, e a Warner Bros. pela distribuição no resto do mundo.

Primeiras impressões | ‘Alien: Romulus’ é surpreendentemente bom

O CinePOP conferiu em primeira mão Alien: Romulus, o novo capítulo da franquia do Xenomorfo que agora conta com a direção do uruguaio Fede Álvarez. A crítica está embargada até 12h desta quarta, mas a Disney liberou as primeiras impressões.

alien romulusPara os fãs mais preocupados, a influência da Disney em alguma possível “infantilização” da história simplesmente não acontece aqui. Não é um longa engraçadinho e nem preocupado em ser family friendly. Ele segue bem denso e com elementos de terror perfeitamente pincelados na trama de ficção científica espacial.

Falando sobre o roteiro, ele é bem didático. Ou seja, por mais que traga elementos de outros capítulos da saga, até mesmo quem nunca assistiu um capítulo sequer da franquia vai conseguir entender o que está acontecendo em tela. É um caso clássico de projeto feito para agradar os fãs antigos e angariar novos interessados nesse universo.

alien romulus revela novo visual do xenomorfo do filmeOutro ponto interessante é que o filme não é um poço de nostalgia. Ele não fica se apoiando em elementos clássicos da franquia – apesar de ter vários – para se fazer bom. É um filme com algo a dizer e com história própria, porque não interessa muito saber como esse capítulo vai influenciar a saga. A trama te prende pela curiosidade de saber o que vão fazer com esses personagens. E isso basta.

Por fim, o visual dos Aliens está excelente. Como Fede vem do terror, ele aposta muito nas cenas escuras para poder trabalhar o CGI de forma crível, técnica que Steven Spielberg popularizou no primeiro Jurassic Park (1993), mas que sempre foi característica dessa saga.

0b592d130245e2765038463d6cd129e0Alien: Romulus estreia nesta quinta-feira (15) nos cinemas.

Crítica | Toda Família Tem – Pedro Ottoni Estrela Nova Série de Humor Para Almoço em Família na Prime Video

Viver em conjunto com outras pessoas é um desafio diário. É preciso ter paciência quando os outros fazem coisas as quais não aprovamos, ou quando as coisas ficam espalhadas, fora do lugar, quando o outro faz barulho e nós queremos dormir… Esse desafio diário de viver em família (entendendo como família as pessoas que vivem conosco) é uma tarefa constante de resiliência, interação social, altruísmo: dinâmicas distintas que o dia a dia em sociedade pede de acordo com os eventos que ocorrem nas nossas rotinas. É dessa fonte que bebe ‘Toda Família Tem’, a mais nova série brasileira de comédia da Prime Video, que chegou aos assinantes nesse final de semana.

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A família Silva costumava ter uma boa vida em São Paulo, mas, desde que Jorge (Érico Brás, de ‘Ó Paí Ó 2’) perdera o emprego, a família tivera que se mudar para o Rio de Janeiro, para a casa da vó Geni (Solange Couto, de ‘Barba, Cabelo e Bigode’). Desde então, Pedro (Pedro Ottoni, de ‘Vale Night’) se sente meio perdido, sem amigos e tendo que dividir boa parte do espaço com sua irmã do meio, a influencer Patricia (Gabriela Dias, de ‘Vale Night’), que sustenta a família, e a caçula Pietra (Bethânia Campos). Enquanto tenta descobrir o que quer fazer no vestibular e entender seus sentimentos pela sua colega de escola, Bruna (Duda Pimenta, de ‘Poliana Moça’), Pedro se desdobra para encarar os desafios do corre diário junto com a família Silva.

Divididos em sete episódios de pouco mais de vinte minutos cada, ‘Toda Família Tem’ é a produção certa para ocupar o vazio da hora do almoço do brasileiro. Considerando as gerações que cresceram assistindo a produções seriadas de humor em live-action e até mesmo em desenho animado, saber que por fim veio uma produção brasileira para ocupar esse espaço deixado pela tv aberta traz certo conforto, ainda mais considerando que, tal qual as produções nas quais se inspira – ‘Um Maluco no Pedaço’ e ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ –, ‘Toda Família Tem’ não só é uma série de comédia, mas é, também, uma série protagonizada e pensada em personagens pretos e suas vivências.

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Estrelada pelo super desenvolto Pedro Ottoni, é o núcleo jovem que se destaca na produção, tamanha a sintonia com que interagem. Gabriela Dias e Pedro Ottoni mordem e assopram igualzinho a dois irmãos de verdade; PH (Ramon Francisco) cresce em cena com sua expressividade, enquanto Júnior (Pedro Novaes) fica à vontade como único rapaz branco na produção e Bruna (Duda Pimenta) conquista o espectador com seu jeitinho meigo e sincerão. A produção ainda conta com Serjão Loroza, Maíra Azevedo e Zezé Motta.

Com direção de Cris D’Amato (’10 Horas Para o Natal’) e Yasmin Tainá, ‘Toda Família Tem’ mistura a narrativa e a edição de uma clássica produção de estúdio com o formato de sitcom e, ainda, os moldes de produção de conteúdo para as redes sociais. Assim, temos as cenas ocorrendo com frequente quebra de quarta parede do narrador-protagonista Pedro e constantes inserções de transmídia, piadas oriundas de memes de internet e uma edição que pensa nesse público, que consome também o streaming. Chama a atenção também os detalhes de continuidade (por exemplo, numa cena em que Pedro aparece vestido como “modelo de influencer” e, num outro episódio, sua irmã Patricia aparece vestida igualzinho). Mais um bom trabalho da continuísta Jamile Marinho (‘Um Ano Inesquecível: Primavera’).

Toda Família Tem’ é antenado no corre diário da família comum brasileira, que enfrenta toda sorte de desafios mas sempre com o bom humor típico do brasileiro. Unindo públicos e plataformas diferentes, só precisava mesmo era de mais episódios para fazer a gente rir até o fim do mês.

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‘Bird Box’: Netflix remove cena de tragédia real após polêmicas

Meses depois de ter gerado bastante controvérsia, a Netflix fez uma pequena mudança em um de seus maiores sucesso, Bird Box.

A plataforma de streaming confirmou em uma declaração  ao site The Wrap que a sequência contendo gravaçõe de uma tragédia real foi removida após o projeto ser rechaçado e bastante criticado por exposiçaõ desnecessária.

“A Netflix e os cineastas de Bird Box decidiram substituir o clipe. Sentimos muito por qualquer dor causada à comunidade Lac-Mégantic”, um porta-voz do serviço disse, adicionando que removeria as cenas.

A sequência em questão mostrou um descarrilhamento de trem que ocorreu em Lac-Mégantic, Quebec, no ano de 2013, que resultou na morte de 47 pessoas. Em janeiro, o parlamento canadense votou por unanimidade a proibição do uso das imagens.

Em seu primeiro dia, ‘Bird Box‘ alcançou 3,5 milhões de visualizações na Netflix. Comparativamente, ‘Bright‘, com Will Smith, foi visto por 5,4 milhões de pessoas. Essa dinâmica não se sustentou, no entanto, como ‘Bright‘  acumulou apenas 20 milhões de espectadores até o final de sua própria primeira semana.

Já segundo dados da PRÓPRIA Netflix, o filme foi visto por mais de 45 milhões de contas diferentes, tornando-se a maior estreia de um filme original do serviço de streaming.

Crítica | Bird Box: Sandra Bullock em atuação soberba em pós-apocalíptico poderoso

Visando conquistar indicações ao Oscar, o longa teve uma estreia limitada nos cinemas norte-americanos.

Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.

Sandra Bullock  e Sarah Paulson estrelam. John Malkovich, Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Rosa Salazar Danielle Macdonald completam o elenco.

‘Watchmen’: Damon Lindelof provavelmente não volta como showrunner da 2ª temporada

O episódio piloto de Watchmen estreou com aclame universal pela crítica e, devido ao seu iminente sucesso, é bem possível que a HBO renove a produção para a 2ª temporada. Entretanto, ainda que a série caminhe para mais um ciclo, o showrunner Damon Lindelof não sabe se retorna para a equipe.

Em entrevista ao site The AV Club, Lindelof praticamente confirmou que não voltará para supervisionar a próxima iteração. “Não é a minha história, certo?”, ele disse. “Eu me apropriei dela. Então a ideia de que alguém venha e faça outra temporada de Watchmen é muito interessante para mim também”.

“Eu assistiria”, acrescentou. “Esses nove episódios são basicamente tudo o que tenho para dizer sobre [a série], e então vamos ver para onde ela vai”.

O primeiro episódio da série registrou 93% de avaliações positivas.

Por outro lado, o episódio parece não ter agradado os fãs, e registrou apenas 49% de aprovação com base na avaliação do público.

Confira:

Assista ao trailer dos próximos episódios:

Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

‘Duna’: Jason Momoa diz que nunca participou de algo tão grande quanto a adaptação

Durante uma entrevista ao The Ellen ShowJason Momoa, que interpreta Duncan Idaho na vindoura adaptação do clássico romance Duna, comentou sobre suas expectativas sobre os longas-metragens e deixou claro que nunca participou de algo tão grande quanto isso.

“Filmamos em Wadi Rum. Nunca tinha visto nada como aquilo, foi como rodar em outro planeta. [O diretor] Denis Villeneuve está dirigindo, que fez que ‘Sicário’A Chegada. Foi uma honra fazer isso com ele, e é um elenco estelar. Nunca fiz parte de algo tão grande”.

Confira as primeiras imagens oficiais:

A Warner Bros. lançará o filme no dia 18 de dezembro de 2020.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier Bardem e Charlotte Rampling completam o elenco.

‘Julie and the Phantoms’: Remake da aclamada série brasileira ganha pôster INCRÍVEL; Confira!

Netflix divulgou o pôster oficial de Julie and the Phantoms, remake internacional da série infantil brasileira Julie e os Fantasmas.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por Kenny Ortega (High School Musical). Dan CrossDavid Hoge entram como showrunners.

A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelam.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

Julie and the Phantoms tem estreia marcada para o dia 10 de setembro na plataforma.

10 Álbuns que Completam 15 Anos em 2021

Há quinze anos, nomes como Christina AguileraAmy WinehouseBeyoncé lançavam álbuns incríveis que ficariam marcados na história, enquanto Taylor SwiftJonas Brothers faziam suas estreias na indústria fonográfica.

Para celebrar alguns dos grandes álbuns aniversariantes, continuando nossa série de matérias especiais, separamos dez álbuns que completam 15 anos em 2021.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

I’M NOT DEAD, Pink

O quarto álbum de estúdio de Pink, ‘I’m Not Dead’, debutou no Top 10 da Billboard 200 e teve uma recepção bastante sólida por parte da crítica. Experimentando novos sons e colaborando com novos produtores, a temática do álbum gira em torno de responsabilidades da vida adulta e as realidads do cotidiano. Vale lembrar que o lead single“Stupid Girls”, é uma das canções de maior sucesso da artista.

A GIRL LIKE ME, Rihanna

Lançado menos de um ano após do debute de Rihanna, ‘A Girl Like Me’ trouxe colaborações com alguns dos maiores nomes da indústria, incluindo Ne-Yo, além de incorporar elementos do pop, do reggae e do R&B. Aliado às raízes caribenhas da cantora e compositora, a obra gerou singles como “SOS”“Unfaithful”.

TAKING THE LONG WAY, The Chicks

‘Taking the Long Way’ é o álbum mais famosos do grupo conhecido atualmente como The Chicks. Vendendo mais de 2,5 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos e sendo considerado uma das produções de maior sucesso de todos os tempos, a obra incorpora countryamericana e traz canções como “Not Ready to Make Nice”“Everybody Knows”. A obra levou para casa cinco estatuetas do Grammy, incluindo Álbum do Ano.

LOOSE, Nelly Furtado

Com nada menos que oito singles oficiais‘Loose’ é o terceiro álbum da artista canadense Nelly Furtado e foi lançado em junho de 2006. Trazendo influências do dance, do R&B e do hip-hop, a obra explora temas como sexualidade feminina e foi descrito como uma introspectiva narrativa pessoal da artista – além de ter vendido 10 milhões de cópias desde seu lançamento.

IT’S ABOUT TIME, Jonas Brothers

‘It’s About Time’ é a estreia musical do trio conhecido como Jonas Brothers e conta com onze faixas. Uma das músicas da obra fez parte da trilha sonora da aventura adolescente ‘Aquamarine’. Duas outras faixas foram divulgadas como singles“Mandy”“Year 3000”.

BACK TO BASICS, Christina Aguilera

Christina Aguilera tem uma das vozes mais potentes e conhecidas do cenário contemporâneo e ascendeu à fama ainda quando adolescente. Em 2006, Aguilera lançava o melhor álbum de sua carreira, ‘Back to Basics’, no qual incorporava elementos do jazz e do soul, além de prestar homenagem para ídolos como Etta FitzgeraldBillie Holiday. Encarnando o alter-ego de Baby Jane, a artista trouxe canções como “Candyman”“Ain’t No Other Man” à vida.

B’DAY, Beyoncé

O segundo álbum de Beyoncé foi inspirado por sua participação na cinebiografia ‘Dreamgirls’ e ganhou o mundo com singles impecáveis e uma recepção sólida por parte da crítica. Indicado a diversas categorias do Grammy, ‘B’Day’ conta com os singles “Irreplaceable”“Beautiful Liar”“Ring the Alarm”, além de ter coincidido com o 25º aniversário da cantora.

TAYLOR SWIFT, Taylor Swift

É difícil imaginar que Taylor Swift começava sua carreira há quinze anos – afinal, desde então, vem trilhando um caminho de contínuo sucesso e amadurecimento. Seu début homônimo pode não ser tão lembrado, mas é merece atenção por ter colocado uma voz tão jovem nos holofotes. Elogiada pelo conteúdo lírico, a obra conta com as famosas canções “Teardrops in My Guitar”“Dear John”“Tim McGraw”.

BACK TO BLACK, Amy Winehouse

Amy Winehouse nos deixou muito cedo, mas causou um impacto gigantesco na indústria da música com seus únicos dois álbuns. ‘Back to Black’, sua última produção antes da trágica morte, resgatou a elegância do neo-soul, do jazz e do blues através de músicas como “Rehab”“You Know I’m No Good”, além de ter influenciado artistas como AdeleDuffy. Winehouse levou inúmeros prêmios por seu CD, incluindo cinco estatuetas do Grammy Awards.

THE SWEET ESCAPE, Gwen Stefani

15 anos atrás, Gwen Stefani lançava seu segundo álbum de estúdio, intitulado ‘The Sweet Escape’. Facilmente sua produção mais conhecida mundialmente, Stefani abria portas para explorações mais modernas do pop e arquitetou singles como a faixa-titular, “Wind It Up”“4 in the Morning”.

Mês do Orgulho | A História da Representatividade LGBTQIA+ no Cinema e na Televisão

Publicado originalmente em 13 de outubro de 2019.

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvantes queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

‘Eternos’: Chloé Zhao revela como trouxe o filme à vida em novo vídeo de bastidores; Confira!

Eternos chega em breve aos cinemas e, para manter nossas expectativas lá em cima, a Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores em que a diretora vencedora do Oscar Chloé Zhao revela como trouxe o longa à vida.

Confira:

Lembrando que o filme estreia em 04 de novembro.

Diversos críticos já assistiram ao filme durante a estreia em Los Angeles e rasgaram elogios à produção, caracterizando-a como uma obra-prima da Marvel Studios.

Confira:

Eternos, de Chloé Zhao, é absolutamente fantástico, a fórmula Marvel é jogada pela janela e ganhamos uma experiência cativante”.

“Pouco depois de ganhar o Oscar, Chloé Zhao não perde a mão com Eternos. [O filme] é um dos mais espetaculares que já vi. Zhao tem um ótimo olho para detalhes e vemos isso com as peças do cenário e os designs dos personagens, que fazem homenagem aos quadrinhos”.

“Meu Deus – Eternos é uma obra-prima! Recheado de adrenalina logo do começo, mas também cheio de bastante coração e humor! Várias estreias no MCU! Sua mente vai explodir! Referências aos quadrinhos, mas uma história totalmente nova. Os créditos finais mudam todo o jogo!”.

Eternos é uma diversão completa. Muito material para cobrir, mas explorado muito bem. Mal posso esperar para as pessoas verem. De todas as cenas pós-créditos que vi durante uma première, nunca vi o público ficar tão enlouquecido quanto como aqui”.

Eternos é incrível! [A diretora] Chloé Zhao e sua companhia entregam um filme de super-heróis evocativo, emocionante e extraordinariamente épico. O elenco tem uma ótima química e todos têm grandes momentos no filme para mostrar suas habilidades. O naturalismo da fotografia de Ben Davis exalta a humanidade dos personagens”.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Justiça determina remoção do filme ‘Como se Tornar o Pior Aluno da Escola’ das plataformas de streaming

Cinco anos depois de ser lançado, o polêmico filme Como se Tornar o Pior Aluno da Escola se tornou alvo de diversas críticas envolvendo apologia à pedofilia – o que levou o Ministério da Justiça a decretar a remoção imediata da produção de todas as plataformas de streaming.

Atualmente disponível no catálogo da Netflix, o Ministério decretou uma multa diária de R$50 mil reais caso o filme não seja retirado de circulação, “tendo em vista a necessária proteção à criança e ao adolescente consumerista” (via CNN). As informações também indicam que o despacho também impediu outras plataformas on-line, como o Globoplay, o Telecine, o YouTube, a Apple e o Prime Video, de exibirem o título

A decisão vem pouco depois de uma série de críticas feitas ao longa-metragem, em especial à sequência em que o personagem de Fábio Porchat, um adulto, incita os dois adolescentes protagonistas a masturbá-lo.

O roteirista do filme, Danilo Gentili, recorreu às redes sociais para enfrentar as críticas à obra, escrevendo: “o maior orgulho que tenho na minha carreira é que consegui desagradar com a mesma intensidade tanto petista quanto bolsonarista. Os chiliques, o falso moralismo e o patrulhamento: veio forte contra mim dos dois lados. Nenhum comediante desagradou tanto quanto eu”.

Na trama, Bernardo (Bruno Munhoz) e Pedro (Daniel Pimentel) são estudantes e enfrentam as clássicas tarefas de cumprir as obrigações escolares, tirar boas notas, ter bom comportamento e cumprir as regras da escola, cada vez mais elaboradas graças ao diretor Ademar (Carlos Villagrán). Frustrados, Pedro acaba encontrando um diário de como provocar o caos na escola sem ser pego, o que leva os dois amigos a seguirem as dicas do caderno”.

‘Mulher-Hulk’: Tatiana Maslany é destaque no novo teaser OFICIAL da série; Confira!

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ será lançada em poucas semanas no Disney+, e, recentemente, o show ganhou um novo teaser oficial trazendo Tatiana Maslany como Jen Walters.

Confira:

Lembrando que, nos quadrinhos, a Jen Walters vira uma Hulk após receber uma transfusão de sangue de seu primo, ninguém menos que Bruce Banner. A heroína precisa então conciliar a vida de combate ao crime com o trabalho de advogada.

Já a série deve mostrar uma origem diferente, mas com o mesmo resultado. Além disso, Banner será responsável pelo treinamento da prima.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Noah Centineo DEFENDE contratação de James Gunn e Peter Safran para comandar a DC

Os recém-contratados para chefiar o universo cinematográfico da DC, James Gunn e Peter Safran, têm dividido as opiniões dos fãs e de boa parte do time por trás do universo super-heroico.

Agora, em entrevista ao THR, chegou a vez de Noah Centineo, intérprete de Esmaga-Átomo no recente Adão Negro, quebrar o silêncio sobre a escalação da dupla supracitada e revelou que está animado para os filmes futuros da companhia.

“Eu honestamente não posso nem falar sobre isso. Eu não sei quais são os planos deles, [mas] estou animado para ver o que eles farão com o mundo DC, ele contou. “Para mim, estou muito animado em ver a visão de Peter Safran e James Gunn para a DC. Esses caras sabem o que estão fazendo. Então, vamos esperar. Estou animado”.

Anteriormente, Zachary Levi, intérprete do herói Shazam no filme homônimo, pediu que os fãs deem uma chance para a reestruturação do DCEU.

“Vocês não têm ideia dos raciocínios por trás de qualquer uma das decisões que estão acontecendo. A quantidade de conjecturas, boatos, drama e bobagens que continuam circulando por aí no Instagram e no Twitter é risível. É incrivelmente ridículo. Então, eu diria apenas para serem pacientes e darem a eles algum espaço e algum tempo para tentar fazer algo realmente especial”, disse o ator em seu Instagram oficial.

Que continuou: “Se você está por aí e realmente gosta do que aconteceu antes, pode fazer isso, tudo bem. Mas perceba que há muitas pessoas que não gostaram dessas coisas, e devemos sempre tentar atingir o máximo de público possível, fazer o maior número possível de pessoas felizes”.

“É para isso que estamos no entretenimento, e é isso que eu acho que Peter e James estão tentando fazer. E não é uma posição fácil – eles receberam todas essas coisas que já estavam em muitos conflitos. Então, pessoal, apenas deem um tempo para eles. Vão com calma. Respirem. É feriado, pelo amor de Deus”, conclui.

Abaixo você confere o vídeo com as declarações do ator:

Justina Machado vive uma serial killer no trailer oficial da série ‘The Horror of Dolores Roach’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial de The Horror of Dolores Roach, nova série de terror em parceria com a Blumhouse.

Estrelada por Justina Machado (‘One Day at a Time’), a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 07 de julho.

Confira:

Roxann Dawson (‘Superação – O Milagre da Fé’) fica responsável pela direção do episódio piloto, além de ser produtora executiva do projeto.

Dara Resnik (‘Home Before Dark’) entra como showrunner.

A história segue a indomável Dolores Roach, que retorna a um bairro de Nova York que mudou drasticamente nos dezesseis anos em que esteve na prisão. Seu namorado e sua família sumiram. Dolores é reconhecida apenas por um velho amigo chapado, Luis, que dá a ela espaço para se hospedar e fazer massagens por dinheiro no apartamento do porão, em sua loja em ruínas. Quando a promessa de sua recém-encontrada estabilidade é rapidamente ameaçada, Dolores é levada a extremos para sobreviver – deixando, como consequência, uma série de clientes estrangulados. Diante do inesperado sucesso profissional, Dolores e Luis tornam-se perigosamente simbióticos, e Luis deve desencadear suas próprias predileções particulares.

A trama é um conto grotesco de comer ou ser comido; uma lenda urbana macabra de amor, traição, gentrificação, canibalismo e sobrevivência do mais forte.

Alejandro Hernandez, Kita UpdikeK. Todd FreemanIlan EskenaziJessica PimentelJimmy AlvarezMaureen CassidyAlanna Bale e outros completam o elenco.

Spencer Grammer, a Summer de ‘Rick e Morty’, virá pela PRIMEIRA VEZ ao Brasil na CCXP 2023

A organização da CCXP anunciou que Spencer Grammer, que dubla a icônica Summer Smith na aclamada animação ‘Rick e Morty’, virá ao Brasil para participar de um painel especial do Adult Swim na próxima edição do evento.

Grammer estará no Palco Thunder no dia 01 de dezembro e falará um pouco sobre a mais recente temporada da produção.

Enquanto isso, vale lembrar que a mais recente iteração continua em exibição na HBO Max, com o próximo episódio a ser transmitido em 26 de novembro.

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Demolidor: Renascido’ ganha previsão de estreia no Disney+!

Pouco depois do término filmagens principais da primeira parte da série Demolidor: Renascido’, foi revelado que a produção ganhou precisão de estreia no Disney+.

A atração chega à plataforma de streaming em março de 2025.

As boas novas vêm pouco depois da escalação de  Lou Taylor Pucci (‘A Morte do Demônio’) para o elenco

A série também contará com o retorno de Charlie Cox no papel titular.

O ator já havia aparecido anteriormente no MCU, no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e na série ‘She-Hulk: Defensora de Heróis‘.

John Bernthal (Justiceiro), Vince D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Henson (Foggy Nelson) e Deborah Ann Woll (Karen Page) também irão reprisar seu papéis no projeto.

Demolidor: Renascido‘ faz referência ao título homônimo dos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Danny Trejo quer que Robert Rodriguez dirija um filme sobre sua VIDA

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, o icônico astro Danny Trejo revelou o diretor que escolheria para comandar um filme sobre sua vida: Robert Rodriguez.

Trejo é um constante colaborador de Rodriguez, tendo trabalhado com ele em produções como ‘Pequenos Espiões’‘Machete’‘Planeta Terror’‘Um Drink no Inferno’.

“Provavelmente [escolheria] Robert Rodriguez, porque acredito que ele entende mais a vida dos latinos do que qualquer outra pessoa com quem já trabalhei”, ele afirmou.

Em 2021, o ator lançou seu livro de memórias intitulado ‘Trejo: My Life of Crime, Redemption, and Hollywood’ – e revelou que, a princípio, os escritores que contatava para ajudá-lo a dar vida ao projeto não conseguiam capturar sua essência.

Eventualmente, ele escalou Donal Logue, um de seus amigos mais próximos, para auxiliá-lo.

“É engraçado, porque eu escrevi um livro, minhas memórias, e passei muito tempo tentando encontrar alguém [para me ajudar]. Sabe, eles me falavam para escrever um livro – mas para todos que eles mandavam [a obra]… Tipo, eu não uso palavras como ‘prolífico'”, ele afirmou durante a mesma entrevista. “Donal Logue, que era um grande amigo meu, cresceu como mexicano. As pessoas não sabem disso. Ele é da Irlanda, mas cresceu em El Centro, no México. Sabe, perto da fronteira. Ele não sabia que não era mexicano até os dezoito anos. Então, alguém finalmente contou para ele: ‘nós te chamamos de Rojo [vermelho, em espanhol] só por causa da cor do seu cabelo'”.

Trejo continua: “eu e ele começamos a escrever – e eu mostrei para a mãe do meu filho. Ela disse: ‘isso parece mais como você, esse é o jeito que você fala’. Então, ele conseguiu capturar o meu jeito bem melhor do que qualquer escritor. Entende o que eu quero dizer? E foi assim que o livro foi lançado”.

Caso Rodriguez aceite comandar a cinebiografia, é bem provável que utilize o livro de memórias como inspiração.

O cineasta, inclusive, teve a oportunidade de ler a obra e rasgou elogios a ela, afirmando que “a incrível vida de Danny mostra que, mesmo que caiamos em algum ponto da nossa vida, é o que fazemos para nos reerguer que realmente conta”.

Ncuti Gatwa enfrenta jogos MORTAIS no trailer inédito da 2ª temporada de ‘Doctor Who’; Confira!

Disney+ divulgou o novo trailer da 2ª temporada de ‘Doctor Who‘, reboot que traz no Ncuti Gatwa (‘Sex Education’) no papel titular.

O próximo ciclo estreará em 12 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Russell T. Davies, a série está disponível no Disney+.

Millie Gibson, Susan Twist e Jinkx Monsoon também estrelam a nova versão.

Na nova era de Doctor Who, o Doutor (Gatwa), viaja através do tempo em uma cabine telefônica chamada TARDIS. Na companhia de Ruby Sunday (Gibson), ele desvenda mistérios e combate criaturas estranhas e anomalias em diferentes períodos históricos.

Vencedor de 3 estatuetas do Oscar, ‘O Brutalista’ ganha data de estreia no Prime Video

O Brutalista, um dos filmes mais aclamados dos últimos anos, ganhou data de estreia no Prime Video.

O longa, que levou três estatuetas do Oscar para casa (incluindo Melhor Ator para Adrien Brody), chega no dia 22 de agosto à plataforma de streaming.

Confira o novo trailer:

O filme é dirigido por Brady Corbet.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Felicity Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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SURPRESA! Kate Hudson conquista indicação ao Oscar por ‘Song Sung Blue’

Song Sung Blue, drama musical estrelado por Hugh Jackman (‘Deadpool & Wolverine’) e Kate Hudson (‘A Dona da Bola’), ganhou vários elogios da crítica mundial – e conquistou uma indicação à 98ª edição do Oscar.

Hudson apareceu de surpresa como uma das indicadas à categoria de Melhor Atriz, disputando pela estatueta ao lado de nomes como Jessie BuckleyRose Byrne.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

O filme, baseado no documentário homônimo de 2008, é escrito e dirigido por Craig Brewer e chega aos cinemas nacionais em 29 de janeiro.

Song Sung Blueconta a história real do casal formado por Mike (Jackman) e Claire Sardina (Hudson), músicos azarados que se tornaram ícones locais ao se apresentarem como a banda tributo a Neil Diamond, “Lightning & Thunder”.

Michael ImperioliFisher StevensJim BelushiElla AndersonKing PrincessMustafa ShakirHudson Hilbert Hensley completam o elenco.