O ex-executivo da Sony Pictures, Yair Landau, revelou que encontrou-se com a Marvel em 1998 para conversar sobre os direitos do ‘Homem-Aranha‘. Eles já tinham os direitos de DVD, mas queriam os direitos de filme completo. O novo chefe da Marvel, Ike Perlmutter, fez uma surpreendente contra-oferta, onde a Sony não só levaria o Homem-Aranha, mas também praticamente todos os outros personagens da Marvel, incluindo Homem de Ferro, Thor, Homem-Formiga e Pantera Negra.
Esse negócio custaria apenas US$ 25 milhões para a Sony… e eles recusaram.
Depois que Landau levou a oferta aos chefes da Sony, eles rapidamente não quiseram fechar o acordo.
“Ninguém se importa com os outros personagens da Marvel. Volte e faça um acordo apenas para o Homem-Aranha”, recordou Landau.
Então eles o fizeram, e um acordo foi feito. A Marvel vendeu o ‘Homem-Aranha‘ para a Sony por US $ 10 milhões, mais 5% da receita bruta de qualquer filme e metade da receita dos produtos de licenciamente.
A Marvel estava um pouco desesperada por dinheiro na época, de modo que poderia ter parecido uma vitória de sua parte, mas o parceiro de negócios da Perlmutter, Avi Arad, não pensou assim, chamando o negócio de “lamentável”.
‘Aquaman‘ está chegando e a Warner Bros. divulgou um novo banner do filme, que traz o herói fazendo Hang Loose.
Confira:
Também foram divulgadas as primeiras reações ao filme:
Saw #Aquaman before thanksgiving and had a week to think about it. It’s flawed, but fun. Momoa and Patrick Wilson are absolute gems. Most of all, the movie is just flat out insane. I can’t believe how big, creative, and crazy it gets. Gotta see it again! pic.twitter.com/m2oRbHVtu9
“Vi ‘Aquaman’ antes do feriado de Ação de Graças e tive uma semana para pensar sobre o filme. Tem falhas, mas é divertido. Jason Momoa e Patrick Wilson são absolutamente preciosos. Além disso, o filme é completamente insano. Não dá para acreditar quão grande, criativo e louco o longa fica. Tenho que ver de novo!
#Aquaman was an absolute blast, from the charm of Momoa’s Arthur Curry, to the spectacular visuals to the fun that it was clear that everyone was having. It was exactly what I was hoping for and I can’t wait to see it again! I’ll give you more details when I’m allowed! pic.twitter.com/FyeczAJJIJ
“O filme é absolutamente maravilhoso, desde o charme do Momoa, os efeitos visuais espetaculares, até a óbvia diversão que todo mundo estava tendo. Era exatamente o que eu esperava e mal posso esperar para ver novamente! Darei mais detalhes quando for permitido.”
I can finally share some brief thoughts on #Aquaman. Can’t mention plot or technical stuff, so I’ll just say that Jason Mamoa is charismatic as hell in the lead and the film gives off a fun fantasy vibe 👌 Doubt anyone will mock Aquaman for talking to fish after this comes out. pic.twitter.com/EFpPJ3enmq
“Finalmente posso compartilhar o que achei de ‘Aquaman’. Não posso falar sobre o enredo ou detalhes técnicos, então direi apenas que Jason Momoa é super carismático como o protagonista e o filme tem uma vibe muito divertida. Duvido que alguém vá zoar o Aquaman por falar com peixes depois que o filme for lançado.”
“O filme é incrível e entrega o que promete! Jason Momoa não é apenas o rei de Atlantis, mas também é o novo rei do Universo da DC. Mal posso esperar para ver de novo!”
“Eu vi ‘Aquaman’ de James Wan, e é uma aventura incível. Jason Momoa e Amber Heard estão fantásticos juntos, ambos trazem grande humor ao filme. É muito bom! E também tem um visual lindo! Confiram!”
#Aquaman is great. James Wan made a really unique super hero origin film, often crossing into fantasy-epic territory, but grounded in family and discovery.
“O filme é ótimo! James Wan fez um filme com a origem de um super-herói realmente único, cruzando diversas vezes a fronteira entre fantasia e épico, mas muito ancorado em família e descoberta. O mundo é visualmente incrível. Jason Momoa como Arthur Curry é muito badass.”
I’ll take some heat for this, but #Aquaman is the best Marvel movie that DC has made. That doesn’t mean it’s exactly like that formula, but it feels like a film that knows what it is, what it’s selling and who it’s selling to. There’s no identity crisis here.
“Vou ser bastante criticado, mas ‘Aquaman’ é o melhor filme da Marvel que a DC já fez. Não significa que é a fórmula exata, mas parece um filme que sabe exatamente o que é, o que está vendendo e para quem está sendo vendido. Não há nenhuma crise de identidade.”
No começo da semana, o site The DisInsider afirmou que o live-action de ‘Mulan‘ substituiu o mágico e icônico dragão-guardião Mushu por uma fênix, e que o elenco não irá cantar nenhuma das músicas do clássico animado de 1998. Ao invés disso, todas as canções serão performadas apenas dentro de seus escopos instrumentais.
A notícia caiu como uma bomba para os fãs, que se revoltaram com a possibilidade.
Confira as reações:
to mantendo minhas expectativas baixas com tantas mudanças mas vejo que pode ser um ponto positivo não ter musical pq com a ‘bela e a fera’ foi cansativo assistir o filme com musica toda hora mesmo https://t.co/i4Cyfyp7D4
A chinesa Liu Yifei vive a protagonista. A atriz é conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país, tendo participado do longa ‘O Reino Proibido’, com Jackie Chan.
O live-action de ‘Mulan’ deve se tornar um dos filmes mais caros da história. De acordo com informações do Pursue News, a Disney está disposta a investir mais de US$ 290 milhões na produção, algo equivalente ao que vimos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, que custou em torno de US$ 321,2 milhões.
Jet Liserá o Imperador da China no filme. Gong Li foi escalada no papel da vilã da trama, que contará com uma grande mudança em relação à animação original. Gong Li interpretará uma poderosa bruxa, enquanto que no original o vilão era o líder dos Hunos, Shan Yu. Donnie Yen, de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, viverá um mentor/professor, chamado Comandante Tung. O personagem foi especificamente criado para essa nova versão e não existe na animação original. O atorYoson An interpretará Chen Honghui, um confiante e ambicioso recruta que, nessa nova versão, será um importante aliado da protagonista e eventualmente se tornará seu interesse amoroso.
A confirmação do personagem marca mais uma mudança do live-action em relação à animação original, na qual o capitão do exército chinês, Li Shang, é o par romântico da heroína.
O longa fará uma releitura da lenda chinesa de Hua Mulan, guerreira que se disfarça de homem para substituir o debilitado pai nas forças armadas. A personagem já foi retratada numa animação de 1998.
Derrickson se desligou do projeto alegando “diferenças criativas”. Ele continuará sendo o produtor executivo da sequência.
C. Robert Cargill, roteirista do original ‘Doutor Estranho‘, também não volta. Ele revelou que está chateado porque não teve a chance de trabalhar no roteiro da sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.
“Considerando que novas histórias continuam surgindo, é uma pena que eu e o Scott [Derrickson] nunca tivemos a oportunidade de escrever um roteiro para ‘No Multiverso da Loucura’. Seja lá no que eles estão trabalhando, não envolve a gente. Obviamente, estou muito animado para ver a próxima jornada do Stephen.”
Since it keeps coming up in news stories, it’s worth noting that Scott and I never had the opportunity to write a draft of MULTIVERSE OF MADNESS, so whatever they are working with now isn’t derivative of our work.
I am of course very excited to see where they take Stephen next.
Sam Raimi está em negociações para assumir a direção da sequência.
Confira a sinopse oficial:
Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, uma antiga amiga que se tornou inimiga acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.
‘Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 07 de maio de 2021.
Se na história Catarina de Aragão ficou eternamente lembrada como a rainha que perdeu o posto para a amante do rei, por quem ele até mesmo rompeu com a igreja católica, então é bom saber que ‘The Spanish Princess’ tem uma história diferente para contar. A série, que chega à sua segunda temporada no Starzplay, tem um objetivo simples e claro: ela não quer reverter a história, não quer transformar Catarina de Aragão na mártir que ela não foi. Ela quer tirar a primeira rainha de Henrique VIII das sombras do marido.
Para isso, a série vai da glória ao declínio de Catarina de Aragão, tanto pessoal quanto politicamente. No primeiro ano da trama, acompanhamos a jovem consorte chegando à Inglaterra prometida ao então futuro rei, Arthur, e a mentira que ela sustenta para conseguir se casar com o outro filho de Henrique VII, o que se torna o próximo na linha sucessória após a morte do irmão mais velho. Os planos de Catherine são sustentados por uma mentira e, como uma boa história que começa com uma mentira, essa também vai se tornando mais complexa e, eventualmente, desmorona.
Deixando de lado aquilo aquilo que os livros de história já nos contam, essa versão do reinado de Catarina de Aragão busca uma guinada ao mesmo tempo empoderada e ciente da conjuntura social e política da época em que se insere. A trama busca contrapor dois lados da rainha que estavam em constante disputa pelo holofote: sob uma ótica, seu único objetivo era o de dar ao reino um herdeiro, homem, uma incapacidade que eventualmente se torna um dos motivos por que ela não permanece no trono. Sob outro ângulo, a herança que Catarina leva consigo da fortaleza de sua própria mãe faz com que ela [ deseje se transformar na mesma baliza para aquele país que não a enxerga como um par para o seu marido.
A justaposição entre quem ela quer ser — uma rainha atuante, não apenas interessada em política como também com uma visão pontual e estratégica das necessidades do reino — e quem ela precisa ser — uma barriga para gerar o próximo rei — é o conflito que move toda a temporada. Catapultado pela constante ameaça de ver sua mentira desmoronar, é justamente isso que mostra a fragilidade do castelo de cartas sobre o qual se sustenta este conflito.
Por estar contando uma história que já é uma parte tão intrínseca do imaginário popular, ‘The Spanish Princess’ precisa encontrar uma nova forma de gerar atenção e se destacar diante da multidão. Nas tentativas de ser única, acaba trombando em abordagens genéricas e esquecíveis. A série se deixa envolver por melodramas e vertentes tão romantizadas e idealistas dos relacionamentos entre Catherine, Henry e aqueles em volta dos dois que acaba transformando aquilo que deveria ser a resiliência da rainha em uma cegueira amarga.
Mesmo assim, a segunda temporada de ‘The Spanish Princess’ consegue se sustentar principalmente na entrega comprometida de Charlotte Hope como a personagem principal. Sua versão de Catherine parece enfim desabrochar e é interessante observar as formas como ela ao mesmo tempo desafia Henry e sabe os momentos em que é mais prudente deixar que as coisas aconteçam da forma como ele deseja.
É essa sabedoria em balancear quando precisa ser a esposa e quando precisa ser a ‘comandante’ que mantém a história caminhando, e Hope equilibra muito bem a postura em todos os momentos em que vê seu casamento e seu sonho aos poucos escapando de suas mãos de forma incontrolável.
Como a peça central de um casamento marcado por lutos e tragédias, Hope tem uma missão complexa de mostrar a vulnerabilidade ao mesmo tempo em que a cada baque sua personagem vai se tornando mais endurecida e fechada em si. Vê-la equilibrar essas duas emoções é o ponto alto de ‘The Spanish Princess’, e é dessa forma que a série mantém o seu interesse ativo.
No geral, a segunda temporada do drama é extremamente marcada pela relação das mulheres com o poder, centrando-se não apenas na figura de Catherine mas também de Meg Tudor na Escócia e de todas as artimanhas em que se envolvem as mulheres que estão em torno do reinado de Henrique VIII. Sem tentar ser utópica além da conta, ‘The Spanish Princess’ entende perfeitamente bem a importância das figuras femininas para as jogadas políticas da corte, mas também consegue capturar a invisibilidade dos sacrifícios feitos por elas.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO do suspense de ficção científica ‘Oxigênio‘ (Oxygen), que chega ao catálogo da Netflix amanhã, dia 12 de maio.
Estrelado por Mélanie Laurent(‘Bastardos Inglórios‘), o filme é uma montanha-russa desesperadora contra o tempo que vai te deixar sufocado.
A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?
No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Alexandre Aja (‘Predadores Assassinos‘), conquistou 100% de aprovação dos críticos, baseado em nove reviews, até o momento.
Vale lembrar que a produção terá 1 hora e 54 minutos de duração.
O filme será o 3º mais longo da franquia atrás de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e ‘Pânico 3‘ (1h 56m).
O primeiro filme teve 1h 40m de duração, enquanto o 4º filme teve 1h 51m.
Recentemente, foram divulgados três comerciais que trazem cenas inéditas de um ataque no hospital, pistas sobre um segredo familiar e o Ghostface usando uma máscara metálica e um lança-chamas.
Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
O terror recebeu classificação indicativa “Rated R” pela MPAA.
Ou seja, nos EUA, menores de 17 anos só podem assistir ao filme na presença dos pais. A classificação se deu por “Forte violência sangrenta, palavrões e algumas referências sexuais”.
Todos os quatro filmes anteriores receberam a classificação indicativa Rated R.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Ryan Coogler revelou que fazer ‘Pantera Negra – Wakanda para Sempre‘ sem Chadwick Boseman foi o maior desafio de sua carreira.
“Tudo era construído em volta do personagem, nos quadrinhos e no nosso filme. Seu papel para nós, na vida real, era ainda maior que esse. E isso afetou drasticamente nossas vidas. Chadwick naturalmente tornava tudo mais fácil. Era era assim”, afirmou.
Coogler também falou sobre os rumores envolvendo Letitia Wright e sua posição antivax no set de ‘Pantera Negra – Wakanda para Sempre‘.
“Como uma família, nós tentamos bloquear isso, para que pudéssemos trabalhar. Como eu digo, nós focamos naquilo que podemos controlar. Sabe, a triste realidade nesse mundo é que as pessoas fofocam, e que às vezes notícias ruins voam mais rápido que notícias boas. E às vezes notícias inventadas viajam mais rápido que a verdade. E na maioria das vezes as pessoas querem pegar o menor denominador comum, talvez um erro ou algo que foi mal interpretado, e querem usar isso como exemplo, como se isso fosse a coisa mais importante sobre alguém”, afirmou.
O The Hollywood Reporter relatou que a atriz Letitia Wright continuava espalhando ideais anti-vacina no set de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, mesmo após se desculpar por ter postado um vídeo contra a imunização em massa no ano passado.
Em um movimento semelhante à reação da Warner Bros. Discovery às muitas controvérsias de Ezra Miller, a Disney decidiu não abordar o assunto diretamente e o caso pareceu terminar depois que Wright excluiu sua conta no Twitter.
No podcast “The Town with Matt Belloni”, o repórter do Deadline, Justin Knoll, confirmou “absolutamente interrompida por algumas das coisas [que Letitia Wright fez]”, especificamente seus comentários anti-vax.
Além disso, como Wright voou de volta para o Reino Unido durante a produção, levantou “questões sobre se ela poderia voltar” devido ao seu status de vacinação ambíguo e como esse incidente foi “uma dor” para a Marvel Studios.
Kroll explicou como em Hollywood, há muitos atores “que não são vacinados que optaram por não fazê-lo”, mas estipula que, ao contrário de Wright, eles “ficaram quietos sobre isso”. Mas, Knoll assegurou que “uma vez que ela começou a ser vocal, você não ouvia o nome dela para [papeis]”.
Nesta indústria, “você pode ser louco e um idiota e ainda receber propostas”, mas quando se torna público e afasta o público, “é aí que os executivos do estúdio ficam cautelosos com você”.
“Quando você está perdendo reuniões, isso não ajuda em sua trajetória”, concluiu.
A intérprete de Shuri negou as acusações e se defendeu através do Instagram, dizendo-se perseguida pela mídia.
Na publicação, ela compartilhou um trecho da passagem bíblica de Isaías 54:17, que diz:
“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda palavra dita contra ti não terá efeito.”
Na legenda, ela desabafou, dizendo:
“Deus abençoe todos vocês. Me entristece ter que abordar os relatórios publicados pelo The Hollywood Reporter em 06 de outubro de 2021. O relatório falava sobre minha conduta no set de ‘Pantera negra 2’. Sinceramente, afirmo que isso era completamente falso. Qualquer pessoa que me conhece ou já trabalhou comigo sabe que trabalho muito duro em meu ofício e meu foco principal é sempre fazer um trabalho impactante e inspirador. Esse tem sido e continuará sendo meu único foco. Vou continuar a segurar nas mãos de Deus e na escritura de Isaías 54:17. Eu continuo a me concentrar na minha cura. Obrigado por suas orações. E eu continuo a orar pelo amor, paz e alegria de Deus para todos vocês. Deus os abençoe. Letitia.”
Para quem não se lembra, a atriz se desculpou no ano retrasado após postar um vídeo do palestrante Tomi Arayomi, um líder sênior da Igreja Light London, questionando as vacinas para a COVID-19.
“Ambientado durante o Halloween de 1963, em uma pequena cidade de Midwestern, adolescentes ansiosamente se enfrentam com a faca de açougueiro empunhando o Garoto Outubro. Tanto o caçador quanto a caça, o Garoto Outubro é o prêmio em um ritual anual de vida e morte. Um adolescente, Pete McCormick, sabe que matar o Garoto Outubro é sua única chance de escapar de sua cidade sem futuro. Mas, antes que a noite acabe, Pete ficará cara a cara com o terror – e descobrirá o verdadeiro segredo aterrorizante do Garoto Outubro.”
Segundo a reportagem, as conversas estão em andamento para que o trio se junte a Meryl Streep e Emily Blunt, que já foram confirmadas para retornar como Miranda Priestly e Emily Charlton, respectivamente, segundo o site Puck.news.
Lembrando que as informações indicam que a produtora vencedora do Oscar Wendy Finerman convenceu as atrizes Meryl Streep (Miranda Priestly) e Emily Blunt (Emily Charlton) a reprisarem seus papéis na continuação.
Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.
Ao contrário do que muitos imaginavam, a narrativa não será baseada no livro-sequência ‘A Vingança Veste Prada’, lançado em 2013, mas focará em uma Miranda Priestly agora enfrentando a decadência de sua revista de moda, a Runway. Ela, então, será obrigada a lidar com sua ex-assistente, Emily, que se tornou uma grande executiva de um grupo de luxo – e cuja publicidade viria a calhar para salvar a reputação de Miranda.
Mais informações não foram reveladas.
Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.
‘O Diabo Veste Prada’, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.
Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
Faz mais de dez anos que Steven Spielberg e Peter Jacksonse uniram para criar ‘As Aventuras de Tintim’, uma bela adaptação dos quadrinhos de Hergé.
A ideia inicial era de que o filme originaria uma franquia, com Spielberg comandando o primeiro longa, enquanto Jackson seria o diretor da continuação.
No entanto, para a decepção dos fãs, a sequência de ‘As Aventuras de Tintim’ nunca se tornou uma realidade, mesmo após Spielberg, em 2018, afirmar que o projeto sairia do papel em breve.
O segundo filme de Tintim foi atrapalhado pelo fato de Jackson estar envolvido na trilogia ‘O Hobbit’, o que tirou tempo do diretor e o impediu de trabalhar no projeto.
Em 2013, Peter Jackson chegou a declarar que voltaria para ‘Tintim’ assim que estivesse livre da trilogia da Terra-média, porém, até hoje isso não se tornou realidade.
A continuação de ‘As Aventuras de Tintim’ também pode ter sido drasticamente impactada pela pandemia de 2020, momento em que diversas produções sofreram atrasos, cancelamentos e outros problemas.
No entanto, ainda parece haver uma esperança no fim do túnel, já que recentemente Andy Serkis, parceiro recorrente dePeter Jackson, trouxe uma importante informação para os fãs de Tintim.
Durante o Festival de Cinema de Annecy de 2024, em conversa com o jornalista Alexandre Loos, Serkis afirmou que Jackson não abandonou a animação.
“Peter Jackson definitivamente ainda está trabalhando na [sequência de ‘As Aventuras de Tintim’]”. Então pode haver esperança ainda, declarou Serkis.
‘As Aventuras de Tintin’ arrecadou US$ 373 milhões ao redor do mundo.
No Rotten Tomatoes, o filme alcançou 75% de aprovação dos críticos e 74% do público.
Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.
Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.
Disse:
“Obviamente, eu sou um grande fã da franquia e, então, poder trabalhar nela tem sido muito divertido para mim. E eles já fizeram seis filmes antes e creio que, para voltar e fazer um reboot, é fundamental ter algo diferente para contar e não uma simples repetição. E para mim, era bem claro que eu queria voltar para algo mais assustador, como um filme de terror, no estilo clássico de James Wan. Então, essa foi a ideia: voltar e procurar o que fez a franquia de games tão assustadora de início. Então, sim, o jogo Resident Evil 7 foi a pedra angular para o meu roteiro.”
Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (MacKay) e Blake (Chapman) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.
O canal Showtime divulgou um novo vídeo dos bastidores do spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels’, com a atriz Natalie Dormer falando sobre os diferentes personagens que interpreta na produção.
Confira:
A série irá estrear no dia 26 de abril.
O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.
O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.
A Netflix renovou oficialmente a série romântica ‘Virgin River‘ para a 3ª temporada.
Dez episódios foram encomendados para o próximo ciclo.
De acordo com o TVLine, Zibby Allen (‘The Flash’) e Stacey Farber (‘Degrassi: The Next Generation’) entraram para o elenco do terceiro ano.
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.
A trama se passa em um futuro próximo, onde Sophie (Hilary Duff) conta ao seu filho a história de como ela conheceu seu pai. O conto nos levará de volta ao ano de 2021, onde seguiremos Sophie e seu grupo de amigos — Jesse (Chris Lowell), Valentina (Francia Raisa), Charlie (Tom Ainsley), Ellen (Tien Tran) e Sid (Suraj Sharma) —, que estão tentando descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar em uma era cheia de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.
A trama acompanha uma menina que desenvolve habilidades pirocinéticas e é sequestrada por uma agência secreta do governo que quer estudá-la e usar seus poderes como uma arma para fins militares.
O site Deadline divulgou a primeira imagem oficial do terror ‘Azrael‘, que mostra a atriz Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’) completamente ensanguentada.
Confira:
“Ambientada em um mundo onde ninguém consegue falar, a trama segue uma comunidade de mulheres devotas que caçam jovens mulheres que escapam seu aprisionamento. Recapturada por suas cruéis líderes, Azrael (Weaving) deve ser sacrificada para pacificar um antigo mal nas profundezas da floresta circundante – mas ela tem outras ideias.”
Evan Katz (‘A Maldição da Mansão Bly’) será responsável pela direção.
O roteiro é assinado por Simon Barrett (‘Você é o Próximo’).
Barrett também serve como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’).
Vale lembrar que a atriz Samara Weaving vai participar do novo filme da franquia ‘Pânico‘, que será lançado no dia 9 de março.
O terror psicológico ‘The Portrait‘, estrelado por Ryan Kwanten (‘True Blood’), ganhou um novo clipe.
Confira, com o trailer:
Dirigido por Simon Ross, o longa foi escrito por David Griffiths.
Após seu marido ficar devastado por um acidente trágico, uma esposa devota se torna obcecada por uma pintura misteriosa que a faz lembrar a pessoa que um dia ele foi. Mas quando a arte passa a aterrorizá-la, ela deve descobrir se está assombrada ou perdendo a própria sanidade.
Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo será dividido em duas partes. A primeira estreará no dia 10 de outubro, e a segunda chegará somente no dia 7 de novembro.
Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.
A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.
De acordo com o Deadline, Kristin Chenoweth (‘Pushing Daisies’) foi confirmada no elenco de ‘Stumble‘, nova série de comédia que está sendo desenvolvida pela NBC.
Em caráter recorrente, a atriz interpretará Tammy Istiny.
Assistente de uma treinadora de líderes de torcida há anos, ela já foi uma estrela na área, por volta de 1989, e ainda ostenta um rabo de cavalo alto. Quando a treinadora Courteney é demitida, Tammy assume “relutantemente” o cargo de técnica principal.
Na trama…
Um mockumentário sobre o mundo competitivo e de altos riscos do cheerleading universitário. A produção vai girar em torno de Courteney Potter (Jenn Lyon), uma renomada treinadora de líderes de torcida que é expulsa por causa de um vídeo polêmico e forçada a aceitar um emprego em uma escola pouco conhecida.
Em entrevista ao Rap Attack, Marlon Wayans comentou sobre a possibilidade de desenvolver sequências para as comédias clássicas ‘As Branquelas‘ e ‘Vizinhança do Barulho‘.
O ator declarou que tudo vai depender do sucesso de ‘Todo Mundo em Pânico 6‘.
“Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ se sair tão bem quanto esperamos, voltaremos com tudo. Queremos fazer sequências para ‘As Branquelas’ e ‘Vizinhança do Barulho’. Nós vamos olhar para o passado e trazer de volta alguns clássicos. Já sabemos como.”
Sobre o que podemos esperar do sexto filme da popular saga: “Quando vocês assistirem ao sexto filme, vão ficar tipo: ‘É isso! É isso que nós precisávamos’. Vocês vão ficar de barriga cheia e ainda vão pedir por mais.”
Durante a divulgação do filme de terror ‘GOAT’ (HIM), produzido por Jordan Peele e estrelado por Marlon Wayans, nossa correspondente internacional Cleide Klock entrevistou o elenco em Hollywood.
Wayans, de ‘As Branquelas‘, falou em português e brincou que já tem CPF. Ele namora a cantora brasileira Ruby. Tyriq Withers, que vive o protagonista, esbanjou simpatia e beleza.
‘Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho.
O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
O próximo filme também terá o retorno dos Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, como roteiristas.
“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.
“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.
Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.
Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.
Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
O boato começou a circular há cerca de um ano atrás, quando os príncipes William e Harry fizeram uma visita ao set de filmagens de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘. Desde então, os fãs da saga e da dupla de irmãos tem se questionado sobre a possibilidade dos herdeiros fazerem uma aparição no episódio VIII.
Segundo os rumores, William e Harry surgiriam como stormtroopers, uma vez que eles se vestiram dessa forma durante a visita ao set de filmagens. Mas se a aparição vai de fato acontecer, isso é outra história.
Se esquivando da pergunta feita pelo site Yahoo! Movies, o diretor da sequência, Rian Johnson, desconversou, não dizendo nem que sim e nem que não. Sua reação, encenando como se estivesse recebendo um sinal no ouvido, deixou a entender que as chances são mais positivas, que negativas:
“Eu não faço ideia do que você está falando. Eu não tenho nenhuma pista. A última voz que você ouviu…eu nem posso confirmar ou negar”.
O especialista em criaturas subterrâneas e seu braço direito Travis (Jamie Kennedy), um expert em tecnologia, se juntam a um time internacional enquanto preparam uma batalha contra as criaturas mortais que acaba se tornando muito mais do que esperavam.
Estrelado por Kevin Bacon em 1990, o longa original acompanha os moradores de uma isolada e pequena cidade que se unem para se defender do ataque de estranhas criaturas subterrâneas, que começam a matá-los, um por um. O ator já se mostrou interessado em participar da nova sequência – leia mais.
Confira, com o trailer do quinto filme – que foi lançado direto em Home Video:
Os fãs da aclamada série ‘Doctor Who’ foram surpreendidos com a divulgação adiantada do próximo episódio da produção.
Segundo o io9, a Amazon publicou o episódio “The Witchfinders” sem querer em seu streaming. O capítulo em questão só vai ao ar – originalmente – no domingo, 25 de novembro, na BBC.
O correto teria sido divulgar o episódio sete da temporada, intitulado “Kerblam!”, que já fora exibido na televisão.
‘The Witchfinders’ levará a equipe da TARDIS para o século XVII, em meio a uma caça às bruxas
Confira as primeiras imagens
No capítulo em questão, o time da TARDIS vai para a Lancashire do século XVII em meio a uma caça às bruxas, que acaba se intensificando ainda com a aparição do monarca.
Agora quem veste o manto do mais lendário Senhor do Tempo é a atriz inglesa Jodie Whittaker (Broadchurch), que passa a ser, na história da série, a primeira mulher a ocupar este papel. O novo showrunner da produção, Chris Chibnall, que já havia trabalhado com a artista em Broadchurch, promete trazer uma nova visão para esta divertida e excitante aventura através do tempo e do espaço.
Infelizmente, o remake‘Natal Sangrento’ não chegará aos cinemas brasileiros, mas a produção já teve sua estreia norte-americana e as primeiras avaliações estão entre nós.
Amargando 43% de aprovação no Rotten Tomatoes, o terror natalino também não agradou a audiência e até o momento computa meros 22% da validação do público.
Recebendo duras críticas por sua abordagem, o terror parece não ser assustador o bastante para entreter a audiência, chegando a ser comum demais.
Confira:
“É um filme feito para um currículo e não para entreter”. – Joshua Rothkopf, Time Out
“Mas se a versão de 2019 de ‘Natal Sangrento’ não é tão arrepiante quanto o original, ele é genuinamente afiado como uma sátira deogênero e habilmente antecipa indignação óbvia”. – Ben Kenigsberg, New York Times
“Infelizmente, o Natal Sangrento de Takal é comum demais, um objeto obtuso, cego e sem corte, em uma luta que exige facas afiadas ou explosivos”. – John DeFore, Hollywood Reporter
“Takal e sua co-escritora April Wolfe espetam a masculinidade tóxica, o cânon literário masculino branco, a cultura do estupro, o patriarcado e a raiva masculina branca – tudo embrulhado com um laço no estiloso pacote de entretenimento de um filme de terror natalino bancado por um grande estúdio”. – Jude Dry, indieWire
“Montado de forma brilhante, este remake de Natal Sangrento consegue ser um deleite tentador e aterrorizante para o gênero de terror natalino”. – Kristy Puchko, IGN Movies
O longa será lançado no Brasil no formato home video, em data ainda a ser anunciada.
Confira o trailer completo:
Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.
As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.
As peças foram compartilhadas pelo CEO da WarnerMedia, Jason Killar, como parte da publicação em que a Warner Bros. revelou ao mundo a emblemática decisão de lançar todos os seus filmes nos cinemas e simultaneamente na HBO Max.
Confira as imagens:
O spin-off tem previsão de lançamento para 2022. Vale lembrar que George R.R. Martin não está envolvido com o novo projeto.
A série é baseada no romance ‘Fogo & Sangue’. A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.
Miguel Sapochnik ficará no comando do episódio piloto e de outros capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga ‘Game of Thrones’, visto que já dirigiu episódios como Battle of the Bastards e The Long Night.
Ryan Condal (‘Colony’) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.
Confira a sinopse oficial do livro:
Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.
O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.
A espera acabou e a 2ª temporada da série ‘Love, Victor‘ ganhou data de estreia no Brasil. Os novos capítulos chegam ao streaming Star+ no próximo dia 08 de dezembro.
O 2º ciclo se passa depois que o protagonista se assume homossexual para os pais e um novo capítulo começa em sua vida. Na escola, Victor descobre que nem tudo vai bem: seu papel como jogador talentoso no time de basquete está sendo posto à prova devido a sua sexualidade, e Mia (Rachel Hilson) ainda sofre com a separação dos dois. Além disso, a relação de Victor com Benji (George Sear) deve agora se reafirmar no dia a dia, enfrentando novos desafios.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a sua 3ª temporada, que deve ser lançada apenas em 2022.
A história segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual”.
Nos Estados Unidos, a produção é exibida pelo streaming Hulu.
O universo de 007 sempre foi cercado de mistério, e a escolha do próximo James Bond não é diferente. De acordo com o site VegasInsider, Aaron Taylor-Johnson lidera atualmente as apostas para vestir o icônico terno do espião britânico, com odds de 2.4 para 1. Mas, segundo fontes da indústria, essa história pode estar mais baseada em especulação do que em fatos concretos.
Os rumores começaram em 2022, quando o tabloide britânico The Sun afirmou que Taylor-Johnson havia participado de um “teste secreto” com a produtora Barbara Broccoli e teria “impressionado” a equipe. Desde então, várias matérias reforçaram a ideia de que o ator de ‘Kick-Ass‘ e ‘Trem Bala‘ seria o escolhido para assumir o posto deixado por Daniel Craig.
No entanto, executivos de Hollywood alertam que esse suposto teste pode não ter sido tão decisivo quanto parece. Em 2022, a produção do novo Bond ainda não tinha diretor confirmado e os testes formais só costumam acontecer quando há alguém à frente do projeto — no caso, o cineasta Denis Villeneuve, que só entrou em cena em junho de 2025.
Outro ponto importante: a franquia 007 passou por uma grande mudança nos bastidores. Barbara Broccoli eMichael G. Wilson, herdeiros da EON Productions, venderam os direitos para a Amazon MGM Studios. Agora, quem está à frente da produção é Amy Pascal (ex-Sony Pictures), ao lado do produtor David Heyman (Harry Potter, Barbie).
Ou seja, mesmo que Broccoli tenha gostado de Taylor-Johnson, a palavra final hoje vem de outra mesa.
O “fator Omega” e o marketing disfarçado
Em maio deste ano, Taylor-Johnson foi anunciado como embaixador global da Omega, a tradicional marca de relógios que acompanha Bond desde ‘007 Contra GoldenEye‘ (1995). O timing levantou suspeitas entre fãs e jornalistas — seria esse um sinal de que ele já foi escolhido?
Fontes da indústria dizem que não. “Se fosse por isso, George Clooney e Nicole Kidman já teriam pilotado um Aston Martin nas telas faz tempo”, brinca um produtor veterano.
Na verdade, alguns acreditam que essa associação com a Omega — assim como os vazamentos constantes à imprensa — podem até estar prejudicando a candidatura de Taylor-Johnson. Um insider disse à revista Rambling:
“Quanto mais você tenta se promover para o papel, mais pode se queimar. Querê-lo demais pode ser o caminho mais rápido para não consegui-lo.”
Outros nomes ventilados para o papel incluem Jacob Elordi (Euphoria, Priscilla),Harris Dickinson (Triangle of Sadness) e Tom Holland (Homem-Aranha). A produtora estaria em busca de alguém mais jovem e com espaço para crescer dentro da franquia por pelo menos uma década.
Enquanto isso, Taron Egerton, apontado por muitos como candidato ideal, se retirou da disputa por vontade própria. “Sou bagunçado demais para o papel”, disse o ator ao Collider esta semana. “Acho que tem gente mais jovem e melhor preparada”.
Os artistas Jackson Sze e Aleksi Briclot divulgaram diversas artes conceituais de ‘Thor: Ragnarok’ nos seus Instagram. Nelas, podemo ver que Thor poderia ter tido um uniforme completamente diferente no longa:
Uma publicação compartilhada por Aleksi Briclot (@aleksibriclot) em
O artista conceitual Ryan Meinerding também divulgou em sua conta oficial do Twitter uma nova série de artes conceituais de ‘Thor: Ragnarok‘, que trazem algumas versões distintas de Hulk.
A adaptação dos quadrinhos deve arrecadar cerca de US$ 75 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. A projeção é do Hollywood Reporter.
Vale lembrar que esse valor é ótimo em relação ao filme original, que conseguiu US$ 57 milhões na estreia e totalizou US$ 519 milhões mundialmente para seu orçamento de US$ 130 milhões.
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
Pokémon é uma das franquias orientais mais populares do mundo. Estima-se, inclusive, que seu valor gire em torno de US$ 100 bilhões juntando videogames, jogos de carta, animações, brinquedos e acessórios. Esse fenômeno foi idealizado por Satoshi Tajiri entre o finalzinho dos anos 1980 e o início dos anos 1990, quando ele percebeu que a moda dos videogames não era passageira e resolveu se aventurar no mercado com uns amigos. Na impressão dele, a industrialização havia limitado muito o senso de aventura das crianças, que já não brincavam mais ao ar livre. Então seria interessante fazer um jogo que simulasse os passatempos de sua infância para o ambiente virtual. Calhou que Satoshi tinha a frustração de ser proibido por sua mãe de ter mascotes, e sua atividade preferida era explorar florestas e rios, além de observar, catalogar e colecionar insetos em potinhos. Foi daí que vieram conceitos da franquia, como os treinadores serem crianças respondendo a cientistas, a pokédex, que nada mais é que um grande catálogo, as pokébolas e a aparência dos monstrinhos da primeira geração, quase todos muito parecidos com animais de verdade.
O legado de Satoshu Tajiri marcou a vida de milhões de crianças e jovens pelo mundo. Reprodução/ Internet.
Na época, ele tinha fundado uma empresa de videogames com uns amigos, que viria a ser a idolatrada Game Freak, produtora oficial da franquia. Trabalhando no mesmo prédio da Nintendo, ele precisava bolar um novo videogame. Aquela ideia de replicar as experiências da infância estava matutando na cabeça, até o dia em que ele viu dois jovens jogando Game Boy e usando o Cable Link – o nosso “cabinho” – para conectar seus dois aparelhos. Ele pensou em como isso poderia viabilizar um sistema de trocas dos monstrinhos e promover uma grande interatividade entre os jogadores. Satoshi apresentou o projeto, ganhou sinal verde e passou em torno de cinco anos trabalhando em Pokémon Red & Green. O lançamento aconteceu em 27 de fevereiro de 1996 e foi um sucesso, considerando que vendeu mais de 8 milhões de cópias no Japão sem contar com qualquer tipo de publicidade. Um verdadeiro fenômeno. O jogo foi exportado para o ocidente na versão Pokémon Red & Blue, outro sucesso explosivo. A “Blue Version” foi tão popular que acabou sendo lançada também no mercado japonês.
A três versões que fizeram a criança não desgrudar do Game Boy. Reprodução/ Internet.
Como os jogos se tornaram clássicos instantâneos, chegando a vender mais de 10 milhões de cópias do ocidente, veio a ideia que permitiu Pokémon se tornar o que é hoje: criar um anime. O desenho animado era uma forma de conseguir novas arrecadações diretas, além de ajudar a expandir e popularizar ainda mais os videogames pelo mundo. Afinal, se a criança não tiver um Game Boy, provavelmente ela terá uma TV em casa e poderá consumir Pokémon, viver Pokémon e sonhar em ter um Pokémon por conta do desenho animado. Foi uma jogada de mestre.
O início de uma amizade que já dura quase três décadas. Divulgação/ The Pokémon Company.
E foi assim que teve início uma das relações entre oriente e ocidente mais legais de todos os tempos. A trama do anime era bem simples. Deveria replicar o estilo de RPG do videogame, com cada episódio trazendo uma quest diferente. Os protagonistas seriam Ash Ketchum (No original, Ash se chama Satoshi em homenagem ao criador da franquia) e a PokémonClefairy, que teria a habilidade de falar a língua dos humanos. Mas eles optaram pelo Pikachu em cima da hora. A carinha mais amigável e o formato de ratinho gorducho pareciam mais simpáticos que a fada redondinha de rosto achatado. Com o desenho arrastando uma legião de fãs pelo mundo, a Game Freak preparou uma nova versão da fita de Game Boy chamada Pokémon Yellow: Special Pikachu Edition, com um detalhe que mudaria tudo: o Pikachu do jogo acompanharia o treinador fora da Pokébola, algo muito fofo. Essa edição vendeu sozinha mais de 5 milhões de cópias. Mais um acerto estrondoso. E o ponto do protagonista ser uma criança vivendo aventuras em um mundo adulto com seu “bichinho” adorável acabou sendo uma das principais chaves do sucesso da animação. Isso porque a maioria dos desenhos animados até então eram protagonizados por adultos ou jovens agindo junto a mentores. Então, ter uma criança independente tomando decisões com seus amigos passava uma sensação de liberdade que nenhuma outra produção direcionada para o público infantil conseguia. Dessa forma, a temporada original de Pokémon se tornou a primeira grande ponte entre a cultura oriental e a ocidental livre para todas as idades.
O primeiro filme Pokémon foi um evento global que levou milhões de crianças aos cinemas para verem Ash e Pikachu enfrentando o Pokémon mais poderoso de todos: Mewtwo. Reprodução/ The Pokémon Company.
A troca cultural foi tão grande e significativa que Pokémon foi crescendo cada dia mais. Atualmente, a franquia é considerada a mais lucrativa do mundo, superando gigantes como Marvel,DC eStar Wars. Essa frente ampla na qual os jogos influenciavam no anime e vice-versa permitiu um sucesso complementar, que afetava diretamente em produtos como os jogos de carta, os mangás e, claro, os bonequinhos e acessórios tão requisitados. Nem mesmo as polêmicas do episódio do Porygon, que causou uma crise epiléptica em aproximadamente 700 crianças japonesas, e a do episódio do Dratini, em que um idoso aponta uma arma para a cara de Ash, foram capazes de impedir o sucesso crescente da franquia. E ao final dos anos 1990, Pokémon era tão popular em todo o mundo que criaram um termo quase pandêmico para definir esse fenômeno: “Febre Pokémon“.
Independentemente do país em que estivessem, os produtos de Pokémon eram os mais buscados e os primeiros a esgotar, mesmo tendo muitas variedades. Figurinhas, bonecos, roupas, calçados, chicletes, relógios, mochilas… Tinha de tudo, e sempre acabavam em questão de minutos. No Brasil, o anime estreou na Recordem 10 de maio de 1999, no programa Eliana e Alegria. A apresentadora, inclusive, virou um tipo de embaixadora não oficial dos monstrinhos no país, chegando até a gravar músicas inspiradas na animação. Não teve como não fazer sucesso, e assim Pokémon acabou virando um tipo de trunfo da emissora por um tempo. A “Febre Pokémon” foi algo tão intenso por aqui que o falecido Gugu Liberato chegou a abrir um parquinho inspirado na franquia em um shopping de São Paulo, mas acabou não dando muito certo. Outra prova do sucesso foi a pirataria dos produtos. Era impossível passar por um camelô sem encontrar centenas de itens Pokémon pirateados, e isso não foi exclusividade brasileira, não. As falsificações aconteceram no mundo todo, fator que determina até hoje a dificuldade em avaliar o verdadeiro valor da franquia, já que a arrecadação pirata não chega aos cofres da The Pokémon Company. E mesmo assim, Pokémon é a franquia mais valiosa do planeta.
As cartas distribuídas como brinde no primeiro filme de Pokémon viraram item de colecionador. Reprodução/ Youtube.
Os filmes foram apenas extensões da animação e também conquistaram legiões de fãs ao introduzirem as cartinhas do jogo como brinde. Uma aula de marketing, porque presenteavam as crianças com uma “porta de entrada” para o consumo de outro produto da empresa. Os dois primeiros filmes estão até hoje no top-10 de animações japonesas de maior bilheteria da história, sem contar que renderam mais de 20 continuações. Em nível de comparação, a franquia Velozes & Furiosos lançou até agora noves, sendo um deles spin off da saga principal. Pokémon tem mais do que o dobro de filmes lançados.
Os cariocas e os atletas da Rio 2016 pressionaram bastante pela chegada de Pokémon Go ao Brasil. Reprodução/ Internet.
O último grande momento que tivemos desse fenômeno absurdo de Pokémon pôde ser visto em 2016, com o lançamento do aplicativo para celulares, Pokémon GO. O joguinho que permitiria usar a câmera dos smartphones para capturar os monstrinhos pelo mundo era uma das invenções mais esperadas da história do entretenimento. A possibilidade de percorrer o planeta capturando Pokémon como um autêntico Mestre era fascinante. Ele foi sendo lançado aos poucos pelos continentes, enquanto a América do Sul, mais especificamente o Brasil, ainda não tinha uma data definida, o que deixou os fãs malucos. Com a proximidade das Olimpíadas, os cariocas e alguns atletas olímpicos que viriam para o Rio de Janeiro começaram a pressionar a Niantic para que o game chegasse ao Brasil antes do evento ter início. A campanha foi tão forte que até mesmo o prefeito do Rio, Eduardo Paes, fez uma postagem em suas redes sociais usando imagens dos monstrinhos nos pontos turísticos da Cidade Maravilhosa para dar aquela famosa cobrada na empresa.
Depois de atletas olímpicos e do prefeito do Rio se juntar à campanha, a Niantic correu para lançar Pokémon Go no Brasil a tempo das Olimpíadas. Reprodução/ Facebook Eduardo Paes.
Assim, no dia 3 de agosto de 2016, o tão sonhado Pokémon Go chegou em terras brasileiras. O Boulevard Olímpico virou um verdadeiro safári Pokémon, com gente de todo o mundo usando seus telefones para pegar os monstrinhos de bolso. No entanto, o app causou alguns problemas por aí. A começar pelas quedas e tombos, que viraram rotina para os jogadores, que estavam sempre com os olhos grudados nas telas. Também houve casos de Pokémon aparecendo em lugares “inadequados”, como um Koffing, um Pokémon que solta gás, sendo flagrado no Museu do Holocausto, na Alemanha, e dos Pokémon Psíquicos sendo encontrados com mais frequência perto de sanatórios e centros de recuperação da saúde mental. Além, claro, dos assaltantes colocando as “lures” em pontos estratégicos para atrair os jogadores e facilitar assaltos na vida real.
A comunidade Judia emitiu uma nota de repúdio à Niantic pela aparição considerada desrespeitosa no Museu do Holocausto. Reprodução/ Internet.
Enfim, em 25 anos de existência, a franquia Pokémon conseguiu dominar o mundo e ajudar na globalização da cultura oriental, já que carrega em suas histórias diversos itens e exemplos culturais do Japão. Fenômeno em praticamente todos os lugares do planeta, Pokémon – que é uma abreviação do termo americano “Pocket Monsters” (monstros de bolso) – é extremamente querido e marcou a vida de bilhões de pessoas ao redor do globo, inclusive a minha. Então, por conta de todo esse impacto na nossa sociedade, Feliz #PokémonDay!
Uma série cujo título é ‘O Traficante’ não oferece muita informação para o espectador, especialmente dentro de uma plataforma com tantas opções como a Netflix. Porém, em se tratando de um plot de ação, a série acabou atraindo a atenção de muitos assinantes e entrou no top 10 entre os mais vistos do Brasil.
Franck (Sébastien Houbani) acaba de ser contratado para gravar um videoclipe e está se sentindo o máximo, a ponto de se autointitular Spielberg. Mas o lance do clipe é gravar Tony (Abdramane Diakite) em seu “habitar natural”, capturando todos os seus movimentos no seu dia a dia – o que significa, na verdade, gravar o cara vendendo drogas, traficando e lidando com muitos bandidos perigosos, afinal, Tony é um poderoso traficante do gueto da França que acaba de voltar após vinte anos na prisão. O problema é que Tony está com essa ideia de ser rapper e, quem sabe, mudar de vida, mas nem todo mundo está gostando do que ele está fazendo.
Talvez uma das coisas que corroborem o fato de ‘O Traficante’ ter ficado entre os dez mais vistos da Netflix Brasil seja o fato de ser uma série em apenas dez episódios de cerca de dez minutos de duração cada. O episódio mais longo tem quase quinze minutos. Em um universo em que as pessoas têm pouco tempo até para relaxar, episódios curtinhos é um atrativo bastante tentador.
Por outro lado, esse formato serial sobra na trama proposta em ‘O Traficante’. A sensação é a de que poderia ser um filme, mas foi picotado para, assim, causar maior impacto no espectador. Tudo bem, isso é uma técnica, afinal, talvez se não fosse cortado, o ritmo lento com que a trama se desenvolve acabasse fazendo com que as pessoas se afastassem da produção. Uma escolha arriscada da direção de Ange Basterga e Nicolas Lopez, mas que acabou até dando certo.
Escrita por Ange Basterga, Nicolas Lopez e Nicolas Peufaillit, a série busca ser um documentário ficcional, por mais contraditório que isso soe. É que tudo que vemos é encenação, são atores atuando ali, porém, dentro daquele universo da ficção, os personagens procuram registrar os momentos tal como a vida é, acoplando a Go Pro na cabeça ou pendurada no pescoço para que, assim, possam capturar as imagens exclusivas, em primeira mão. Através desse artifício, a série ganha aquele ar de ‘A Bruxa de Blair’, com cenas em primeira pessoa, colocando o espectador literalmente no lugar do diretor do clipe ou dos bandidos.
Com uma proposta inusitada, ‘O Traficante’ faz o espectador se sentir num ‘Call of Duty’ da vida real, retratando os guetos de Paris pelo olhar de quem está dentro, como já foi feito na mais recente versão de ‘Os Miseráveis’, indicado ao Oscar em 2019. Pincelado por cenas de ação estilo ‘Cidade de Deus’ e ‘Tropa de Elite’, ‘O Traficante’ é uma produção curiosa, mas não oferece mais que isso.
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