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‘The Flash’: George Clooney afirma não ter sido convidado para retornar no filme

O vindouro filme solo do Flash promete unificar o multiverso, com Ben Affleck e Michael Keaton já confirmados no elenco, reprisando seus papéis como o Batman.

Em entrevista ao Empire, George Clooney, que interpretou o Cavaleiro das Trevas no infame ‘Batman & Robin‘, revelou que não foi convidado para reprisar o papel no aguardado ‘The Flash‘.

“Eles não me chamaram [para participar de ‘The Flash’]. Não recebi nenhuma ligação. Eles não queriam os meus mamilos [referência ao traje]. Há certas coisas que nunca se sabe. Mas, isso eu sei.”

Ele completa, “A única forma de falar honestamente sobre essas coisas é se incluir. Tipo, quando eu digo que ‘Batman e Robin’ é um filme péssimo, eu sempre acrescento: ‘Eu estava terrível nele’.”

Vale lembrar que a Warner Bros. adiou o lançamento da adaptação de ‘The Flash‘ em alguns meses. Agora, o longa irá estrear apenas no dia 4 de novembro de 2022.

As filmagens do longa começam apenas no ano que vem.

Lembrando que Ben Affleck e Michael Keaton vão reprisar seus papéis como Bruce Wayne de universos alternativos na adaptação dirigida por Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) e estrela por Ezra Miller.

Pensando nisso, o artista George Evangelista publicou incríveis fan pôsteres imaginando a reunião do trio.

A imagem foi compartilhada em seu perfil do Instagram, e ele escreveu:

“Aqui está outra arte com Ezra Miller, Michael Keaton e Ben Affleck. Como a versão anterior, o traje do Flash foi inspirado na arte conceitual divulgada na DC Fandome, mas adicionei um pouco da minha estética ao visual.”

Confira:

Depois que foi confirmado o retorno de Affleck como Batman, muitos fãs se perguntaram por que ele concordou em reprisar o papel.

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, a produtora Barbara Muschietti disse que o astro havia desistido do personagem porque estava passando por um momento ruim, mas agora se disposto a reviver o Homem-Morcego do DCEU.

“Houve várias especulações e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldades para interpretar Batman, e foi difícil para ele. Acho que ele havia desistido por que estava vivendo um momento difícil em sua vida pessoal. Quando o abordamos, ele parecia estar em um momento diferente. Ele foi muito aberto à ideia [de reprisar o papel], o que foi uma surpresa para nós. “Somos todos humanos e passamos por situações difíceis. Estou feliz que agora ele esteja interessado em retornar, porque a presença do Batman será fundamental e emocionante, ao mesmo tempo que terá um toque divertido.”

Na mesma entrevista, o diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) explicou o que torna a versão do Batman de Affleck tão importante para o legado do personagem.

“O Batman do Ben Affleck tem um dicotomia que é muito forte, que é a sua masculinidade – porque causa da sua aparência, a figura imponente que ele tem e seu maxilar –, mas ele também tem vulnerabilidade. Ele precisa de uma história que destaque esse contraste, esse equilíbrio.”

O cineasta também falou sobre a importância do herói na trama.

“O Batman de Ben Affleck é uma parte muito importante do impacto emocional do filme. A interação e o relacionamento entre Barry e o Wayne de Affleck vão trazer um nível emocional que não vimos antes. É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Ambos perderam suas mães assassinadas, e esse é um dos estopins emocionais do filme. É aí que o Batman do Affleck  entra em ação.”

Ele acrescentou que:

“O filme é um pouco uma dobradiça no sentido de que apresenta uma história que implica um universo unificado onde todas as iterações cinematográficas que vimos antes são válidas […] É inclusivo no sentido de que está dizendo tudo o que você já viu existe, e tudo o que você vai ver existe, no mesmo multiverso unificado.”  

Rumores também apontam que Michael Keaton irá reprisar o papel, já que interpretou o herói nos dois filmes dirigidos por Tim Burton: ‘Batman‘ (1989) e ‘Batman: O Retorno‘ (1992).

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

 

‘Dead by Daylight’: Trailer do novo capítulo revela os novos assassinos e sobrevivente do jogo; Assista!

O novo capítulo do jogo ‘Dead by Daylight‘, intitulado ‘A Binding of Kin‘, ganhou trailer completo.

Os novos assassinos serão Os Gêmeos e serão acompanhados da sobrevivente Élodie Rakoto. A nova DLC não terá um novo mapa, mas a atualização irá trazer um novo design de dois mapas antigos.

Confira o trailer:

O novo capítulo será lançado oficialmente no dia 1º de dezembro.

No jogo, que é um cooperativo on-line, quatro sobreviventes precisam terminar cinco geradores enquanto tentam escapar de um assassino brutal, cuja missão é sacrificá-los.

Relembre 10 Comédias Clássicas da Sessão da Tarde dos anos 80

Recordar é viver. Embora alguns filmes dos anos 1980 tenham ficado imortalizados em nossos corações, frequentemente revisitados por cinéfilos de todas as gerações, outros tantos não são tão comentados atualmente quanto deveriam. Sendo assim, para cada Goonies (1985), De Volta para o Futuro (1985) e Curtindo a Vida Adoidado (1986), temos tantos outros exemplares que o tempo lentamente trata de apagar para os mais novos. Quem viveu o período muitas vezes também sente dificuldade de lembrar de certas produções queridas e que fizeram muito sucesso nas intermináveis reprises diurnas dos canais da TV aberta brasileira.

Pensando nisso, resolvemos criar uma matéria bem nostálgica, relembrando com você 10 Comédias Clássicas dos Anos 1980. Vem com a gente nesta onda pelo passado de mais de 30 anos.

Te Pego Lá Fora

Começamos com um clássico absoluto da Sessão da Tarde – e um que tem produção de ninguém menos que o Todo Poderoso Steven Spielberg, fato que muitos devem desconhecer. Além do famoso cineasta, quem também produz o longa é Aaron Spelling, famoso executivo por trás de programas como Barrados no Baile, por exemplo. E o pedigree não para por aí, assinando a cinematografia (ou fotografia) está Barry Sonnenfeld, diretor de Homens de Preto (1997).

Nesta época muitas comédias juvenis eram centradas no ambiente da escola, as famosas high school norte-americanas, mas este é um dos mais criativos. Considerado uma versão moderna e adolescente do icônico faroeste Matar ou Morrer (1952), a trama mostra um típico estudante colegial vivendo o pior dia de sua vida quando se torna alvo de um aluno psicótico recém chegado, dono a pior fama imaginável.

Namorada de Aluguel

Pode até ser considerado incorreto nos dias de hoje, e revendo talvez não desça tão redonda, mas nos anos 1980 a trama sobre um rapaz pagando para uma menina fingir ser sua namorada era o tema desta comédia romântica que se tornou cult. Considerado um perdedor e desejando mudar sua imagem, Ronald (papel de Patrick Dempsey) propõe um pacto a Cindy, a menina mais popular do colégio. Em troca do dinheiro que ela estava precisando, precisará fingir estar apaixonada pelo rapaz por tempo suficiente até que sua vida se transforme, nesta espécie de Cinderela às avessas. A triste notícia em relação ao filme para os fãs foi o falecimento precoce da protagonista Amanda Peterson, que vive Cindy, aos 43 anos. Namorada de Aluguel foi refilmado em 2003, com elenco de jovens atores negros e o título Amor de Aluguel.

Admiradora Secreta

Outro grande representante das comédias juvenis da época, o longa fazia uso de um artifício de roteiro muito comum em diversas produções do gênero: o triângulo amoroso. Variavelmente, tínhamos um rapaz ou uma menina tímida apaixonado(a) por um colega (quase sempre seu melhor amigo/a) sem que ele(a) soubesse, enquanto o mesmo só tinha olhos para o terceiro elemento, geralmente um estudante de muita popularidade ou beleza.

Esta é a fórmula de Admiradora Secreta, comédia adolescente de erros e desencontros. Aqui, uma carta anônima é o ponto de partida, indo parar nas mãos de diversos personagens, criando confusão quanto a seu autor e destinatário. Em resumo, temos um triângulo amoroso entre o protagonista C. Thomas Howell, a beldade popular loiríssima Kelly Preston, e a melhor amiga do sujeito Lori Loughlin.

O Rei da Paquera

Sim, o mega astro Robert Downey Jr. começou a carreira em comédias juvenis ainda na década de 1980. E aqui temos um dos exemplares mais sem-vergonha dos quais participou – mas que não deixa de ser um título muito reconhecível do período. Fora isso não falta pedigree, já que temos produção de ninguém menos que o astro Warren Beatty, e a participação de grandes atores como Dennis Hopper, Danny Aiello e Harvey Keitel no elenco.

Ah, e claro, fazendo par com Downey temos a musa teen da época, a ruivinha Molly Ringwald (cujo nome aqui tinha até mais peso que o do Homem de Ferro). Ringwald ficou conhecida pelos filmes de John Hughes, como Gatinhas e Gatões (1984) e Clube dos Cinco (1985). Na trama, Downey vive um conquistador “de quinta categoria”, aplicando seus golpes a esmo em mulheres incautas. Tudo muda quando ele encontra resistência, num desafio à altura nas formas de Ringwald – uma jovem com seus próprios problemas envolvendo as dívidas do pai com criminosos.

Três Solteirões e um Bebê

Muitos podem não saber ou lembrar, mas antes dos filmes da Marvel e das franquias multimilionárias do cinema, Três Solteirões e um Bebê foi o filme de maior bilheteria nos EUA em 1987. Refilmagem americana de uma produção francesa, a história mostra três homens, solteiros convictos e mulherengos (como dizia a cartilha dos anos 1980), dividindo um badalado apartamento em Nova York. O trio foi vivido por Tom Selleck (sucesso na série Magnum), Steve Guttenberg (sucesso nas franquias Loucademia de Polícia e Cocoon) e Ted Danson (sucesso na série Cheers).

Tudo muda na equação deles quando em sua porta aparece um bebê, deixado ao cuidado deles. A ideia era “homens machões precisam trocar fraldas e dar mamadeira a um recém-nascido”, coisa impensável na época. A direção é de Leonard Nimoy, o Spock da série clássica de Star Trek. Este longa de sucesso gerou a continuação Três Solteirões e uma Pequena Dama (1990). Ah sim, o tal fantasma muito comentado, que apareceu numa cena do filme, nada mais era que um display com a imagem de Danson – mas serviu para virar uma das lendas urbanas mais lembradas dos anos 80.

De Volta às Aulas

Por falar em comédias sucesso de bilheteria nos anos 1980, De Volta às Aulas foi o sexto maior filme de 1986 nos EUA. O lendário Rodney Dangerfield, falecido em 2004, foi um dos humoristas mais conhecidos do país, e protagonizou algumas produções cômicas famosas. Aqui, ele interpreta um sujeito simples que conquistou fortuna com seu próprio suor, criando uma bem sucedida loja para homens acima do peso. Para ajudar seu filho, ele decide ingressar na mesma universidade, e começa a mudar as coisas por lá com seu jeito irreverente.

A ideia para o roteiro foi do próprio Dangerfield, e o texto foi assinado por Harold Ramis (Os Caça-Fantasmas). Fora isso, a trilha sonora é de Danny Elfman (dos filmes de Tim Burton). No elenco, temos novamente Downey Jr., no papel de uma espécie de punk, que é o melhor amigo do filho do protagonista.

Quase Igual aos Outros

Por falar em tramas incorretas e surreais, que podem não descer bem atualmente, temos este longa cuja intenção de empoderamento feminino é boa. Para começar, temos a direção de uma mulher, coisa rara no gênero e na época – Lisa Gottlieb é quem comanda, estreando na função. A trama gira em torno de Terry, uma jovem que deseja se tornar uma jornalista respeitada, mas percebe que não terá chance acadêmica de mostrar seu valor sendo mulher – já tratando da disparidade de oportunidade de gênero.

Assim, ela decide se fingir de homem para a tarefa, e começa a estudar em outro colégio, matriculada na forma do sexo oposto – seu disfarce é quase tão fajuto quanto o de Clark Kent, e se resume a um corte de cabelo e uma mudança forçada de voz e roupas. No elenco, Joyce Hyser vive a protagonista e não ficou muito famosa. Mas temos também William Zabka, o Johnny da franquia Karatê Kid e Cobra Kai, Sherilyn Fenn (Twin Peaks) e a dupla Clayton Rohner e Deborah Goodrich – que fariam dobradinha no ano seguinte com o ótimo slasher A Noite das Brincadeiras Mortais (1986).

A Primeira Transa de Jonathan

Não se deixe enganar pelo título em português, este é na verdade um filme bem afetuoso, dono uma interessante carga dramática, e levado num tom que consegue destacá-lo dos demais do gênero. Tudo bem que o protagonista é um jovem virgem em busca de conquistar a garota de seus sonhos – papel de Kelly Preston, novamente figurando na  lista. Até aí podemos pensar que esta é a típica comédia de coito, nas quais jovens buscam apenas a primeira noite de sexo.

O primeiro diferencial aqui é a década escolhida como cenário: os anos 1950. O verdadeiro chamariz do filme, no entanto, é a história secundária de Gene (Chris Nash), um jovem rebelde e motoqueiro no melhor estilo James Dean. Ele se muda para a casa ao lado do protagonista e logo desperta atenção da pequena cidade. Ao mesmo tempo em que ensina Jonathan a ser mais descolado com as meninas, e trava batalhas diárias com o pai e os playboys locais, ele desenvolve uma relação com a comprometida Bunny (papel de Catherine Mary Stewart – um dos nomes quentes dos 80’s). A história deste casal e seu desfecho no filme fazem do longa um dos melhores exemplares do gênero.

Alguém Muito Especial

Aqui voltamos ao terreno dos triângulos amorosos adolescentes. De fato, este longa guarda certas semelhanças com Admiradora Secreta, lançado dois anos antes – tirando, é claro, o MacGuffin da carta em si. Esse, no entanto, é um filme do acervo de John Hughes, que só não é mais seu porque não teve o cineasta na direção. Porém, Hughes produziu e escreveu o roteiro. A trama é simples, e mostra as desventuras de um rapaz de origem humilde, apaixonado e correndo atrás do seu sonho de viver ao lado da princesinha do colégio. Isso tudo, é claro, sem saber que sua melhor amiga, a alternativa Watts, tem nele um grande crush.

Apesar da simplicidade, Alguém Muito Especial é um dos filmes mais citados e adorados pelos fãs da época, em partes devido ao seu tom mais puxado para o drama e o romance de um chamado “coming of age”. Aqui, por exemplo, como de costume nos filmes de Hughes, as mulheres ganham destaque e desenvolvimento, passando longe de acessórios sem vontades como era muito comum.

De fato, elas são personagens bem melhor explorados do que o protagonista de Eric Stoltz. A patricinha vivida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro) possui mais profundidade, questões e é mais humana do que a maioria em filmes assim. Uma curiosidade é que Stoltz quase foi o protagonista do filme de viagem no tempo citado acima. E a Watts de Mary Stuart Masterson ainda é lembrada como um dos expoentes femininos do gênero por não se enquadrar em estereótipos.

Curso de Verão

Terminando a lista temos outro filme com trilha de Danny Elfman. Aqui, temos a mistura de três subgêneros muito emblemáticos para a década de 1980. Primeiro, os filmes colegiais. Segundo, os filmes de professores e suas turmas disfuncionais. E terceiro, filmes com uma gama de personagens amalucados, cada um com suas características únicas, nos quais todos ganham a devida importância. O melhor exemplo disso seria Loucademia de Polícia (1984) e suas continuações. Passe isso para o universo colegial e temos Curso de Verão.

Numa escola californiana de frente para a praia, o professor substituto Shoop (Mark Harmon) se vê incumbido da missão de dar aula nas férias para os rebeldes alunos que ficaram em recuperação e não querem saber dos estudos. Dentes eles: dois fanáticos por filmes de terror, uma jovem grávida, um nerd, um esportista, uma disléxica, uma italiana de intercâmbio, uma surfista com déficit de atenção e um gogo boy num clube noturno. No elenco, Kirstie Alley (que viria a fazer sucesso dois anos depois com Olha Quem Está Falando) vive uma professora.

Halloween Kills – O Terror Continua | O Que Esperar da Sequência?

Halloween tornou-se uma das sagas mais populares das últimas décadas e, desde seu lançamento em 1978 até os dias de hoje, vem sendo revisitadas por novas gerações que desejam se infiltrar nos clássicos filmes de terror e slasher do século passado. Em 2018, David Gordon Green se reuniu com o lendário realizador e musicista John Carpenter para fornecer uma perspectiva ao mesmo tempo nostálgica e original sobre a insana jornada do serial killer Michael Myers – ganhando o coração do público mais jovem e resgatando um sentimento saudosista em boa parte da crítica e dos espectadores mais velhos.

Talvez o principal ponto do reboot-sequência de Halloween tenha sido sua construção narrativa, que apagou basicamente todas as iterações predecessoras, enterrando as incursões fantasiosas de que Michael e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) eram irmãos e que a conturbada família ainda estava longe de chegar ao fim. Green, na verdade, fez uma continuação direta em um tempo bastante propício para seu lançamento – comemorando o aniversário de quarente anos tanto da saga fílmica quanto da noite em que a dupla se enfrentou pela primeira vez. E, através de uma sólida narrativa que foi carregada pela atuação impecável de Curtis e pela presença bem-vinda de Judy Greer como sua traumatizada filha, o sucesso foi reiterado pela confirmação de mais dois segmentos originais para esse panteão do horror.

Com o passar dos meses, novidades sobre essas investidas foram esfriando – exceto por revelações que já eram esperadas pela audiência, como o retorno do elenco protagonista e, principalmente, do insano assassino. A principal questão era: como Michael Myers voltaria? Afinal, para aqueles que não se recordam, o antagonista caiu na armadilha arquitetada há décadas por Laurie e então foi deixado para morrer carbonizado, preso em um gigantesco forno e sem modo de escapar. Eventualmente, algo deveria acontecer para a trama seguir em frente, trilhando um caminho igual ou ao menos parecido com as diversas outras produções desse universo.

As respostas (ou a insurgência de ainda mais perguntas, por assim dizer) deram as caras no dia de hoje, 08 de julho. Através de seu Twitter oficial, Carpenter divulgou o primeiro teaser de Halloween Kills – O Terror Continua’, um breve e instigante vídeo de trinta segundos que, aparentemente, será a cena de abertura do filme, mostrando o trio sobrevivente escapando na caçamba de uma caminhonete e observando impotente enquanto os bombeiros se apressam para chegar à casa em chamas de Laurie e, é claro, libertar Michael Myers. Logo no final, a personagem de Curtis parece ter um acesso de ódio, gritando “deixe-o queimar” antes do título surgir na tela.

Atiçador, não? Mas o que isso representa para o futuro da franquia?

Em cada um dos capítulos dessa imortal fábula de Dia das Bruxas, Michael arranja um jeito de voltar (com exceção de Halloween III – A Noite das Bruxas’, em que ele “tira uma folga” e passa o manto para outro serial killer). A mitologia pavimentada por Carpenter já explica para o público que o personagem sempre teve uma personalidade fria e calculista e, no tocante à configuração corporal, se apresenta como mais forte e mais resiliente que as pessoas normais – logo, balas e facadas podem não ser eficazes como poderiam. Laurie foi inteligente e canalizou o derradeiro prospecto de quase ser assassinada na fatídica noite de 1978 para um plano de vingança que levou quase meio século: ela sabia que ele iria retornar e que deveria estar fraco e cansado o bastante para cair em suas garras e dar adeus ao seu reino de terror.

A complexa heroína, uma das melhores já criadas para o gênero do terror, vê sua estratégia desmoronar quando os caminhões de bombeiros e as viaturas de polícia passam correndo por seus olhos, arrancando os poucos minutos de paz que teve em muito tempo. E agora, ela sabe que terá que voltar para Haddonfield, proteger a filha e a neta, e impedir como puder que Michael continue sua caçada e seu antro de homicídios até reencontrá-la.

Gordon Green retorna para a cadeira de direção de Halloween Kills’ – então sabemos que as sequências de ação serão cuidadosamente pinceladas através de uma atmosfera densa e, apesar de formulaica, bastante prática para aqueles que querem apenas se divertir. Entretanto, o roteiro permanece um mistério e, agora que o filme foi adiado para 15 de outubro de 2021, teremos que esperar pacientemente para ver o que irá acontecer. Laurie talvez volte correndo para seu lar, jogando-se nos escombros da casa apenas para descobrir que o algoz, de algum modo, conseguiu escapar e está na espreita para atacá-la mais uma vez; ou então ela resolva seguir em frente, recomeçando uma vida reclusa sob um nome falso (como fez em Halloween H20’, cuidando para que as pontas soltas sejam lapidadas e modernizadas); ou então o enredo opte por sutis convencionalismos e uma zona de conforto que transpareça com maior honestidade para os fãs (ou vá na direção contrária e transforme Laurie em uma lunática).

De qualquer forma, as poucas dicas fornecidas são, por ora, o suficiente para nos manter animados para o que o futuro aguarda. Mas não podemos deixar os relances de fora – e o próprio vídeo já nos informa qual direção o diretor pode tomar: afinal, o primeiro frame parece conversar diretamente com os cartazes promocionais de Halloween II’, lançado em 1981 e que, com o passar dos anos, caiu no gosto popular. Será que Michael e Laurie irão se enfrentar em uma atmosfera ainda mais macabra e sobrenatural que o primeiro filme?

Sharkboy e Lavagirl | E se a moda pega? Fracasso de crítica e público ganha continuação

Não é de hoje que crítica e público se desentendem. De Transformers a Crepúsculo, passando por Velozes e Furiosos, parte da filmografia de gente como Stallone e Schwarzenegger, e nem precisamos falar sobre os inúmeros filmes de terror slasher que surgiram na década de 80, como as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo. O que todos tem em comum é o desdém dos críticos, mas um amor incessante dos fãs. Isso é o que de fato importa para os executivos de Hollywood: saber se o filme gerou dinheiro suficiente para seguirem sendo produzidos.

Sim, não se engane amiguinho, é o dinheiro que fala mais alto sempre. Obras cinematográficas são caras, afinal você teria em torno de US$20 milhões para investir em algo que não dê retorno? O que pode acontecer, embora sejam casos raros, é o status de culto que determinada obra adquiriu ao longo dos anos para que justificar o investimento. Foi assim com Blade Runner, Tron, e até grandes franquias como Rambo e Rocky. Nada como o tempo, e aí sim, entra em jogo também a insistência dos fãs. Estas, no entanto, foram produções que, senão tiveram a crítica caindo a seus pés no lançamento, a conquistou ao longo dos anos, ou possuem outros capítulos elogiados em sua franquia.

Toda esta introdução para falarmos sobre As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3D (2005), que está completando 15 anos de seu lançamento, e imediato fracasso retumbante, nos cinemas. Projeto de vaidade do cineasta Robert Rodriguez, o longa infantil nasceu de uma parceria entre o diretor e… seu filho Racer de sete anos! Sabe quando dizemos “este filme parece ter sido criado por uma criança”? Pois bem, este de fato foi! E como já aprendemos no passado, quando os papais babões deixam seu nepotismo e egocentrismo falar mais alto, o resultado é quase sempre desastroso: vide A Dama na Água (2006), história de ninar que M. Night Shyamalan contava para seus filhos; e Depois da Terra (2013), que Will Smith bancou para seu filhão Jaden estrelar.

Bem, e porque estamos falando desta superprodução quase esquecida pelo tempo? Por alguns motivos muito curiosos. O primeiro é que Sharkboy e Lavagirl saiu das sombras recentemente, com o anúncio de uma continuação, As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl 2: Podemos ser Heróis (We Can be Heroes), pronta para ser lançada no dia 1º de janeiro de 2021 na Netflix, exatos 16 anos depois do original. Novamente escrito e dirigido por Rodriguez, com Taylor Dooley reprisando seu papel principal, e um elenco de nomes como Pedro Pascal, Boyd Holbrook (a dupla de Narcos), Priyanka Chopra, Christian Slater e a mexicana indicada ao Oscar Adriana Barraza. Nada contra a boa intenção de Rodriguez, que faz um trabalho válido junto à criançada, produzindo com e para elas. O cineasta, desde 2001 alterna seus filmes ultraviolentos com produções para toda a família. O pontapé foi Pequenos Espiões, o qual Rodriguez transformou numa franquia de 4 filmes, e de onde Sharkboy e Lavagirl bebeu muito da fonte. Dentro do mesmo gênero, o diretor ainda lançaria A Pedra Mágica (2009).

O segundo ponto é: Sharkboy e Lavagirl (2005) foi então o filme mais caro da carreira de Robert Rodriguez, custando pesados US$50 milhões, e chegando a sequer se pagar nas bilheterias norte-americanas, onde arrecadou US$39 milhões. Pelo mundo, arrecadou mais US$32 milhões, ficando basicamente quite com sua despesa. Porém, o que chama atenção mesmo, e o que motivou esta matéria, é o terceiro tópico a ser abordado agora. Sharkboy e Lavagirl é considerado um dos piores filmes de todos os tempos na opinião… não dos críticos, mas do grande público, ocupando a posição de número 66 nesta lista nada glamorosa.

Na bíblia do cinema na rede, o banco de dados IMDB, podemos encontrar a lista dos 250 filmes mais bem avaliados de todos os tempos, por milhões de usuários, onde Um Sonho de Liberdade (1994) reina absoluto em primeira posição há anos. Mas o site também faz o trabalho sujo, e lista o fundo o baú, com os 100 piores filmes (aqui foram mais benevolentes não dando tantos “nomes aos bois”) da história do cinema na opinião de seus usuários, ou seja, do grande público. Nesta “lista do lixo”, quem “reina absoluto” em primeiro lugar, ou seria em último lugar, é a patacoada Super-Heróis: A Liga da Injustiça (2008) – título em português para Disaster Movie quase tão ruim quanto o filme em si -, parte do acervo dos filmes paródia pra lá de sem-graça que infestaram os cinemas na década de 2000.

E justamente nesta lista da vergonha alheia que se encontra o filme que Robert Rodriguez carinhosamente arquitetou ao lado da prole. E aí caímos em outra questão, aqui não são os críticos massacrando (já que no agregador Rotten Tomatoes, mesmo com baixos 19% de aprovação, o filme está longe de ser o fundo do poço), mas os fãs de cinema (votando contra o longa) e o público (não comparecendo para fazer dele um sucesso de bilheteria). A pergunta é: como uma produção “tão maldita” consegue se levantar ao ponto de despertar e gerar interesse por uma nova investida. Uma possível resposta pode ser que Rodriguez não declara, ao menos no título original We Can Be Heroes, que esta é uma continuação de Sharkboy e Lavagirl, quem sabe se comportando mais como um derivado. A segunda possibilidade é que seu público-alvo, crianças de até, digamos, 5 ou 6 anos de idade não podem ir ao cinema sozinhas e não usam o IMDB para votar a favor do longa.

Não é de hoje que os críticos não são muito cordiais com algumas produções infantis, mas o que podemos notar por esta “lista da desonra” no IMDB é que alguns dos filmes mais odiados pelo grande público são justamente produções para toda a família, vide Bebês Geniais (1999) e sua sequência (2004), O Filho do Máskara (2005), Kazaam (1996), Cada um Tem a Gêmea que Merece (2011), Emoji – O Filme (2017), Bratz – O Filme (2007) e por aí vai. Se Robert Rodriguez começar a ditar tendências e se a moda pegar, poderemos em breve ver continuações destes filmes citados. Você já imaginou?

Brincadeiras à parte, esperamos sinceramente que o novo infantil do diretor não amargue a sorte do original. Saberemos em breve e você, com certeza, poderá ler tudo sobre o filme aqui no CinePOP quando a data de lançamento estiver se aproximando.

‘Soul’: Celebre a vida com o novo teaser da próxima animação da Pixar!

Disney/Pixar divulgou em seu Twitter oficial um novo teaser oficial da vindoura e já aclamada animação ‘Soul’.

O longa será o primeiro do estúdio a ser lançado diretamente no streaming do Disney+, no dia 25 de dezembro. A trama explora o mundo espiritual de uma maneira emocionante e através da música.

Confira:

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘TENET’: Vídeo de bastidores explica o processo de construção do novo filme de Christopher Nolan

Warner Bros. divulgou o vídeo de bastidores de ‘TENET’, mais recente filme de Christopher Nolan, que explica o processo de construção da obra.

Confira:

O longa será lançado oficialmente em Blu-ray, DVD e VOD no dia 15 de dezembro.

Dentre os extras especiais, haverá um making-of intitulado Vendo o Mundo de um Novo Jeito: Os Bastidores de Tenet, que irá explorar o desenvolvimento e produção do longa atrás da equipe e do elenco.

Apesar da pandemia de coronavírus, o filme conseguiu arrecadar quase US$ 350 milhões mundialmente. Vale lembrar que a produção não foi lançada em alguns dos principais mercados cinematográficos dos EUA, como Los Angeles e Nova York.

Em entrevista ao Los Angeles Times, Nolan comentou sobre a arrecadação do longa, afirmando ter ficado feliz com o resultado da bilheteria – apesar de ter ficado muito abaixo do que a produção arrecadaria antes da pandemia.

“A Warner Bros. lançou ‘Tenet’ e eu estou feliz pelo filme de arrecadado quase US$ 350 milhões [mundialmente]. Estou preocupado que os estúdios estão tirando conclusões erradas sobre o nosso lançamento – ao invés de analisar as áreas que o filme se saiu bem e construir estratégias a partir disso.”

Ele completa, “[Os estúdios] estão focando em expectativas pré-COVID e começarão a usar isso como desculpa para evitar a pandemia ao invés de se arriscarem e se adaptarem – ou reconstruírem o nosso negócio, em outras palavras.”

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

‘Hamilton’: Versão cinematográfica do aclamado musical é o filme mais assistido do ano no Disney+

A versão fílmica de Hamilton não apenas se tornou um sucesso entre os fãs de musicais, mas conquistou o público em geral pela revolução promovida no jeito de se contar histórias baseadas em fatos reais.

Dirigido por Lin-Manuel Miranda, o longa quebrou inúmeros recordes com sua narrativa centrada no pai fundador dos Estados Unidos, Alexander Hamilton, e se tornou a produção mais vista do Disney+ e de todas as plataformas de streaming, dado ao seu consistente sucesso e à sua abertura massiva.

No Rotten Tomatoes, o especial abriu com 100% de aprovação da crítica, com nota 9.31/10 baseada em 42 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “olhe em volta, olhe em volta e veja o quão lindo Hamilton brilha para além da Broadway – e como incrivelmente Thomas Kail captura a energia narcótica do show teatral”.

Confira as críticas:

“É difícil acreditar que Hamilton já foi melhor performada que aqui” – Times (UK).

“O otimismo dessa visão, filtrada através de uma sensibilidade tão generosa quanto a de [Lin-Manuel] Miranda, é inspirador” – New York Times.

“O filme captura as qualidades que fazem de Hamilton algo especial, enquanto acrescentam sabores incríveis por conta própria” – Aisle Seat.

“O musical brilhante de Lin-Manuel Miranda, com sua apresentação íntima e arrepiante, continua nos presenteando” – The Movie Minute.

Hamilton é o tipo de conteúdo que a Disney precisa fazer: educacional, divertido e provocante” – Flickering Myth.

O especial reúne as filmagens de três apresentações ao vivo do espetáculo, feitas nos palcos do Richard Rogers Theatre e não é uma adaptação cinematográfica tradicional, aos moldes do vencedor do OscarOs Miseráveis‘ ou até mesmo do recente famigerado ‘Cats‘.

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Lin-Manuel Miranda, Leslie Odom Jr., Daveed Diggs, Renee Elise Goldsberry, Christopher Jackson, Jonathan Groff, Phillipa Soo, Jasmine Cephas, Okieriete Onadowan e Anthony Ramos estrelam.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Lin-Manuel Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

‘The Crown’: Novo vídeo explica o complicado relacionamento entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘ já está disponível na Netflix e, para promover o novo ciclo, a plataforma divulgou um vídeo explicando o conturbado e tóxico relacionamento entre o Príncipe Charles (Josh O’Connor) e a Princesa Diana (Emma Corrin).

Confira:

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 19: Cavi Borges

O cinema não deixa de ser um reunião, um grande elo, de pessoas que amam entender os sentimentos que caminham pelo universo que vivemos. Pensando em entender melhor as origens do amado gosto pela sétima arte, esse humilde cinéfilo que vos escreve resolveu de maneira espontânea mandar um questionário de perguntas para uma incrível seleção de cinéfilos brasileiros com o objetivo de trocar experiências sobre tudo que já viveram nesses anos de amor ao cinema.

Gente boa, um ser iluminado que todos adoram conversar. Não tem outra maneira de começar a apresentação de nosso entrevistado que dessa forma. Ex-atleta profissional de judô, jurado de concurso de karaokê cinéfilo, amante da sétima arte, cineasta, produtor e fundador da locadora Cavídeo (referência dos cinéfilos cariocas). Seu extenso currículo, que já teve curta sendo exibido na semana da crítica do Festival de Cannes no ano de 2010, diz muito sobre seu amor pelo audiovisual, já dirigiu cerca de 14 longas e 43 curtas. Como produtor já fez cerca de 150 curtas e mais de seis dezenas de longas exibidos e premiados em diversos Festivais nacionais e internacionais. Cavi Borges, também conhecido como o ‘gigante simpático de camisa regata nos red carpets cariocas’, é uma grande referência para inúmeros cinéfilos. Um querido cinéfilo, amigos de muitos que sempre ajuda a todos ao redor.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Sempre tive uma relação muito especial com o Estação Botafogo. Foi lá que vi meus primeiros filmes de arte e foi lá que exibi meu primeiro filme como realizador. Lá consegui passar de espectador para diretor. Um verdadeiro sonho realizado. Lá também estou podendo ocupar e desenvolver a “SALA 4” onde criei um cine-teatro e realizo minhas PEÇAS -FILMES. Ou seja, foi lá que também fiz minha estreia como diretor de teatro. Meu amor pelo cinema do Estação nem é tanto pela qualidade técnica da sala mas pela relação afetiva que tenho pelo espaço.

2) Qual o primeiro filme que você  lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente?

Lembro o primeiro “FILME DE ARTE” e diferentão que assisti que me impactou muito: DELICATESSEN do Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet, (diretor do AMELIE POULIN). Só assistia a filmes americanos. Lembro bem que quando vi esse filme, senti algo estranho, uma sensação nova de ter assistido a uma coisa diferente, interessante e estranha. Acho que ali nasceu a primeira “semente” da locadora Cavideo. Pensar e ver filmes diferentes… filmes de diferentes países, de diferentes gêneros e diferentes estilos. Acho que abriu minha cabeça.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Não tenho 1 diretor favorito, mas vários diretores favoritos:

1- Martin Scorsese – OS BONS COMPANHEIROS

2- Spike Lee – FAÇA A COISA CERTA

3- Spielberg – ET

4- Bergman – PERSONA

5- Walter Salles – CENTRAL DO BRASIL

e por aí vai….

4) Qual seu filme nacional favorito e por quê?

CIDADE DE DEUS !!! Um filme onde todos estavam estreando no cinema (diretor, roteirista, editor, atores) mas que tudo deu muito certo . Se você observar o conjunto do filme vai ver que tudo é sensacional: a música, atores, fotografia, edição!!! Um filme que já revi uma 100 vezes e sempre que por acaso vejo que está passando na TV, fico vendo um pouco, e não consigo parar até seu fim. Até fiz um documentário sobre o filme CIDADE DE DEUS – 10 ANOS DEPOIS – descobri muitas histórias de bastidores e ai passei a gostar mais ainda!!!!

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

É amar assistir a filmes!!!! Tento assistir a pelo menos um filme por dia. Isso me dá prazer…. além disso, também vejo isso como trabalho e aprendizado. Quando por algum motivo fico um tempo sem ver filmes, meu humor começa a mudar… fico irritado… e só vendo filmes que me sinto melhor… É quase um VÍCIO!!!!

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece  possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Infelizmente sei que muitos programadores nem sempre entendem de cinema. Algumas vezes não são apaixonados pelos filmes (deveriam ser!). Encaram essa função como um trabalho como outro qualquer. Não são apaixonados!!! Sabem se o filme “FUNCIONA” ou não mas não se envolvem tanto pelos filmes como deveriam. Esse é um problema que acontece muito por ai. Você trabalhar numa coisa que não é apaixonado. Apenas pela grana. Entendo… mas tendo a não concordar!!!

 

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Acho que sempre existirão salas de cinema!!! Mesmo que poucas, para um grupo seleto…. mas elas continuarão a existir!!!

 

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Os filmes do diretor italiano MARIO BAVA!!!! Os curtas de Stanley Kubrick!!! Os primeiros filmes de Jia Zhang Ke entre outros!!!

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Realmente é muito arriscado abrir agora. Mas a saudade e falta são grandes!!!!

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Cada dia melhor, mais diverso, realizado por todo o Brasil. Um cinema rico e muito diferente entre si.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Karin, Kleber Mendonça, Adirley Queiroz, Walter Salles, Claudio Assis

12) Defina cinema com uma frase:

AMOR!!!!

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

As pessoas cantando as músicas junto com o filme rolando no Bohemian Rhapsody. Foi emocionante!!!

As pessoas aplaudirem no meio da sessão do BACURAU!!!

Muitos outros momentos especiais!!!

Daria Nicolodi, atriz e corroteirista do clássico ‘Suspiria’, morre aos 70 anos

A atriz e roteirista Daria Nicolodi, mãe da Asia Argento e ex-esposa do mestre de terror Dario Argento, morreu aos 70 anos.

De acordo com o Bloody Disgusting, a artista faleceu em Roma, na Itália.

Nascida no dia 19 de junho de 1950, Daria Nicolodi estrelou diversos filmes clássicos de terror italianos dirigidos pelo ex-marido, incluindo ‘Prelúdio Para Matar‘, ‘A Mansão do Inferno‘, ‘Tenebrae‘, ‘Phenomena‘ e ‘Terror na Ópera‘.

Em 1977, ela corroteirizou o clássico ‘Suspiria‘ com Dario Argento, além de contribuir para o roteiro de ‘A Mansão do Inferno‘ e, posteriormente, ‘The Black Cat‘, dirigido por Luigi Cozzi.

Asia Argento declarou em seu Instagram: “Descanse em paz, mãe. Agora você pode voar com seu espírito livre e não terá que sofrer mais. Tentarei seguir em frente pelos seus netos e, especialmente, por você, que nunca queria ter me visto em luto. Eu sempre serei sua Aria, Daria.”

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Sabrina e Prudence participam de uma batalha fashion no novo vídeo promocional da série

O Mundo Sombrio de Sabrina chegará ao fim com sua 4ª temporada no próximo dia 31 de dezembro – e, para relembrar os três ciclos anteriores da produção, a Netflix divulgou um novo vídeo promocional trazendo a personagem titular (Kiernan Shipka) em uma batalha fashion ao lado de Prudence (Tati Gabrielle).

Confira:

Nos oito episódios finais, “O clã deve combater cada ameaça aterrorizante, um por um (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), todos levando a… O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas fazem guerra, com a ajuda do The Fright Club, Nick começa lentamente a voltar ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?”

Originalmente desenvolvida pelo canal CW como série “companheira” de ‘Riverdale‘, Sabrina acabou se mudando para a Netflix, onde obteve uma ordem de 20 episódios em outubro de 2018.

Uma segunda temporada de 16 episódios foi encomendada posteriormente, sendo que os oito primeiros foram lançados em janeiro.

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

‘Noelle’: Comédia natalina com Anna Kendrick ganha adorável trailer DUBLADO; Confira!

O filme natalino original do Disney+Noelle, estrelado por Anna Kendrick (‘A Escolha Perfeita’), estreia amanhã na plataforma de streaming e acabou de ganhar seu trailer DUBLADO.

Confira:

A história gira em torna da filha do Papai Noel, que é forçada a assumir o negócio da família quando seu pai decide se aposentar e seu irmão acaba ficando impossibilitado de ajudar antes de seu primeiro grande voo de Natal.

O longa foi escrito e dirigido por Marc Lawrence (‘Miss Simpatia‘).

O elenco ainda conta com Bill Hader, Billy Eichner, Shirley MacLaine, Julie Hagerty e Alison Araya.

‘M-8’: Diretor fala sobre as participações especiais do longa; Confira!

A Paris Filmes divulgou um novo vídeo dos bastidores do longa ‘M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida‘, com o diretor Jeferson De (do premiado ‘Bróder’) falando sobre as participações especiais da produção, que contam com Lázaro Ramos, Zezé Motta, Aílton Graça, entre outros.

Confira:

Vale lembrar que o filme foi vencedor na categoria Melhor Filme de Ficção, por voto popular, do último Festival do Rio.

O longa é baseado no livro homônimo de Salomão Polakiewicz.

Maurício (Juan Paiva) é um calouro da prestigiada Universidade Federal de Medicina, filho de Cida (Mariana Nunes), uma auxiliar de enfermagem, que dá duro para ver seu filho entrar pra faculdade . Em sua primeira aula de anatomia, Maurício é apresentado a M-8 (Raphael Logam), corpo que servirá para estudo dele e dos amigos durante o primeiro semestre. Em uma jornada permeada de mistério e realidade, Mauricio enfrenta suas próprias angústias para desvendar a identidade desse rosto desconhecido.

O elenco ainda conta com Giulia Gayoso, Bruno Peixoto, Fábio Beltrão, Zezé Motta, Ailton Graça, Alan Rocha, Rocco Pitanga, Dhu Moraes e Léa Garcia.

‘Crepúsculo’: Quantos anos tem cada membro da família Cullen? Confira!

A saga ‘Crepúsculo‘ introduziu um tipo diferente de vampiros na cultura pop, já que eles resistem à exposição ao sol e brilham em vez de queimar.

No entanto, eles permaneceram com as clássicas características dos mortos-vivos, como as presas, a sede de sangue e a imortalidade.

Por falar nisso, muitos fãs já se perguntaram sobre a idade dos membros da família Cullen, formada pelo Dr. Caslile, sua esposa Esme, e seus filhos adotivos: Edward, Rosalie, Emmett, Alice e Jasper.

Nos livros, a autora Stephenie Meyer conta que Carlisle nasceu em 1640 e foi transformado em vampiro em 1663, quando tinha 23 anos.

Considerando que a trama do primeiro livro se passa em 2005, ano em que foi publicado, Carlisle teria 365 anos quando a saga começou.

O primeiro a ingressar no grupo foi Edward, nascido em 1901 e transformado em vampiro por Carlisle em 1918, quando tinha 17 anos. Para quem não sabe, Edward estava morrendo de gripe, e sua mãe implorou a Carlisle para salvá-lo. Então Edward teria 104 anos.

Carlisle conheceu Esme em 1911, mas ela só foi transformada em 1921, quando tentou se suicidar após a perda de seu filho, então Carslile a transformou para viver ao lado dela para sempre.

Como ela nasceu em 1895 e tinha 26 anos quando se tornou uma vampira, ela teria 110 anos em 2005.

Rosalie entrou para o grupo depois que Carlisle encontrou na rua, logo após ter sido violentada e estuprada pelo próprio noivo e seus amigos.

Rosalie nasceu em 1915 e foi transformada em vampira em 1933, aos 18 anos, completando 90 em 2005.

Em 1935, Rosalie encontrou Emmett depois que ele foi atacado por um urso e pediu a Carlisle que o transformasse. Uma curiosidade, é que Emmett e Rosalie nasceram no mesmo ano, mas ele foi transformado em vampiro ao 20.

Os últimos membros do clã, Alice e Jasper, não foram transformados por Carlisle, mas saíram à procura dos Cullen com base nas visões de Alice, já que ela tem o dom da mediunidade.

Por conta de suas visões, ela acabou sendo internada em um hospício, onde trabalhava um vampiro. Nascida em 1901, ela acabou sendo transformada em 1920, aos 19 anos. Assim como Edward, ela também teria 104 anos em 2005.

Jasper nasceu em 1844 e foi transformado por uma vampira em 1863, aos 19 anos. Mais tarde, ele conheceu Alice e a apoiou quando ela lhe contou sobre os Cullen. No início da saga, Jasper é apresentado com 161 anos de idade.

E aí, agora não restam mais dúvidas sobre a longevidade dos Cullen, não é?

Lembrando que ‘Sol da Meia-Noite‘, novo livro da saga ‘Crepúsculo‘, ganhou data de lançamento no Brasil.

O livro chega aqui no dia 4 de Agosto, junto com o lançamento nos EUA.

Confira a capa:

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Confira a sinopse do derivado:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

Javicia Leslie assume o legado da ‘Batwoman’ no novo teaser da 2ª temporada; Assista!

A CW divulgou um novo teaser da 2ª temporada de ‘Batwoman‘.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 17 de janeiro.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Leslie falou sobre sua ansiedade em interpretar a personagem titular a partir de agora.

A estrela também argumentou que sua escolha para o papel foi um grande passo para a representatividade e isso é um reflexo da mudança no universo das adaptações.

“Entrar para o elenco dessa série foi uma vitória, não só para mim, mas para todas pessoas que pediam mais diversidade no universo das adaptações. Mas eu acho que foi uma escolha natural, um reflexo da mudança nesse universo [das adaptações de quadrinhos]. Espero que isso seja só o começo e essa tendência ganhe força daqui para frente.”

Ela também mencionou que já está preparada para as cenas de ação porque sempre se interessou por atividades físicas.

“Me disseram que era um papel muito cansativo. Bom, eu sou muito ativa na minha vida pessoal. Eu pratico Muay Thai, faço exercícios físicos, corro. Estou pronta para qualquer coisa que envolva atividade física. Trabalhar com isso vai ser como brincar no playground todos os dias.”

Para quem não sabe, Leslie assumiu o papel após a saída de Ruby Rose.

Leslie irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

Charlize Theron se sentiu “OFENDIDA” no set de filme com Mark Wahlberg

A atriz Charlize Theron participou de um painel na Comic-Con@Home e revelou os bastidores tumultuados da ação ‘Uma Saída de Mestre‘ (The Italian Job).

A estrela de ‘Mad Max‘ estrelou a produção de 2003 ao lado de Edward Norton, Jason Statham e Mark Wahlberg, e afirmou que ficou “insultada” quando percebeu como as mulheres eram tratadas no gênero de filmes de ação.

Segundo a atriz, o produtores a fizeram treinar mais seis semanas a mais em comparação com seus colegas masculinos – mas quem acabou passando mal durante as cenas de ação foi o Mark Wahlberg.

“Ele estava tão enjoado de fazer as cenas de ação, que ele vomitou dentro do carro. Foi tão ofensivo a diferença no tratamento entre os homens e eu. Mas também foi isso que colocou um fogo real na minha personalidade. E eu fiquei tipo ‘tudo bem, vocês querem jogar esse jogo? Vamos lá’. E fiz questão de conduzir todos esses caras da minha maneira”

Theron disse que houve um “processo injusto”, lembrando: “Eu era a única mulher com um monte de homens e lembro-me de ter vivido um treinamento intensivo em nossa pré-produção e eles me agendaram seis semanas a mais de treinamento de carro do que qualquer um dos outros caras.”

Uma Saída de Mestre foi uma ótima experiência, no sentido de que eu percebi que ainda havia muitas idéias erradas sobre as mulheres quando se tratava do gênero ação, embora nesse filme a ação seja realmente baseada em carros. Tivemos que fazer fisicamente muitas dessas coisas. A única coisa boa que surgiu dessa experiência foi que havia uma pressão real para fazer essas acrobacias com os atores.”, ela afirmou.

“A boa notícia agora é que mudamos o gênero das mulheres”, disse ela. “Acho que há grandes evidências de que agora sabemos que você não pode mais se esconder atrás da ignorância. O público adora esses filmes.”

‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’: Tim Burton queria The Rock como o Willy Wonka no remake de 2005

Em seu perfil do Instagram, Dwayne Johnson surpreendeu os fãs ao revelar que quase intepretou Willy Wonka no remake de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, dirigido por Tim Burton em 2005.

Na publicação, o astro mostrou uma cena do filme e escreveu:

“‘Então brilha uma boa ação, em um mundo perverso’. Nesta manhã, apresentei um dos meus filmes favoritos de todos os tempos aos meus bebês… ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate. Eles adoraram e agora esperam que eu entregue uma sala cheia de chocolate e doces. Esse será o meu próximo projeto. Aqui vai uma história interessante: No início dos anos 2000, o icônico diretor Tim Burton estava me considerando para interpretar Willy Wonka no remake.”

Ele continuou:

“Eu pensei: ‘Caramba, essa é a minha chance’. Mas eu ainda estava começando minha carreira em Hollywood e não tinha nenhuma atuação de destaque nas bilheterias e nem experiência suficiente. Então o papel foi para Johnny Depp, que era a maior estrela do mundo naquela época. O resto é história e eu segui meu caminho. […] Sempre comemoro os sonhos que não se realizaram porque eles são a melhores coisas que nunca aconteceram.” 

Confira:

 

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This morning I introduced our babies to one of my all time fav films – Willy Wonka & the Chocolate Factory. They loved it and now fully expect me to deliver a room full of chocolate and candy. That’ll be my next project 🤣 Some cool history – back in the early 2000’s, iconic director, Tim Burton had considered me to play Willy Wonka is his remake, Charlie and the Chocolate Factory. I remember thinking “HOLY SHIT, IM IN” 🎶 😳🙋🏽‍♂️ But that was many years ago when I was just starting out in Hollywood with no foundation of global box office strength or any real acting experience to even pull it off. The role, of course went to Johnny Depp, who at that time was the biggest star in the world. The rest was history. And down the road I went. The fact that Tim even considered me (albeit I’m sure he considered for all of 7 seconds:) sure meant a helluva lot to me as I was just breaking in to the business with no idea what the future had in store. I’ll always raise a glass 🥃 to the dreams that don’t come true, because sometimes they’re the best thing that never happened. #BigBrownBaldTattooedWonka 🍫💪🏾

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Por falar nisso, a Netflix anunciou que Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok’; ‘Jojo Rabbit’) será responsável pelo roteiro, direção e produção de duas séries animadas baseadas no romance ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, escrito por Roald Dahl em 1964.

Um das séries vai explorar a vida de Charlie como o novo administrador da famosa Fábrica de Willy Wonka, enquanto o outra será focada nos Oompa-Loompas.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, e ainda não há previsão de estreia no catálogo.

Confira o anúncio:

Em 2018, a plataforma de streaming já havia revelado seus planos em adaptar toda a obra literária de Roald Dahl em forma de séries animadas ou especiais em filmes ou minisséries. Entre as séries anunciadas, também está a nova adaptação de ‘Matilda‘.

De acordo com o THR, a Netflix firmou um acordo de nove dígitos que pode superar a marca do primeiro US$ 1 bilhão em contratos para direitos de adaptação e custos de produção. Um valor substancial de investimento para as obras.

Ainda não há previsão de lançamento para essas obras, mas o fato é que elas não vão custar barato.

Confira o anúncio:

No total, serão 16 obras a serem adaptadas entre ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ e ‘O Bom Gigante Amigo‘ que já foram adaptadas anteriormente para as telonas.

‘O Homem de Aço’: Final alternativo mudaria todo o DCEU

Quando ‘O Homem de Aço‘ foi lançado, diversos fãs criticaram o roteiro por conta da morte do General Zod (Michael Shannon), que teve o pescoço quebrado pelo Superman (Henry Cavill).

Para o público, o assassinato acabou desconstruindo a identidade heroica do Superman.

Durante uma entrevista para o Collider, o roteirista David S. Goyer revelou que escreveu um final alternativo no qual o vilão iria continuar vivo, mas isso poderia mudar todo o DCEU.

“No roteiro original, a nave kryptoniana que se transforma na Fortaleza da Solidão abrigava vários compartimentos de hibernação. No fim da luta, o Superman colocaria Zod numa dessas cápsulas e o enviaria ao espaço, onde ele iria permanecer à deriva, mas continuaria vivo. Acho que esse final iria agradar as pessoas, mas não era o final adequado [para a construção do DCEU].

O destino alternativo de Zod com certeza iria alterar os principais acontecimentos do DCEU, já que a morte de Kal-El em ‘Batman vs Superman‘ está diretamente ligada a Zod.

Como é mostrado ao longo do filme, o Apocalipse é criado a partir do cadáver do Zod, e a criatura é responsável por matar o Superman.

Tudo isso leva a um importante momento de ‘Liga da Justiça‘, quando a equipe se reúne para ressuscitar o kryptoniano.

E aí, como você acha que seria o DCEU se Zod estivesse vivo?

Vale lembrar que uma das maiores reclamações dos fãs é que o Superman nunca foi mostrado como aquele verdadeiro herói dos quadrinhos e animações.

No entanto, o diretor Zack Snyder prometeu que isso vai mudar no Snyder Cut deLiga da Justiça’.

Durante uma entrevista com a jornalista Grace Randolph, o cineasta disse que precisava estabelecer a evolução do personagem antes de apresentá-lo como um símbolo de esperança.

“Adoro a ideia de o Superman se transformando através de sua própria jornada. Ele precisava se reconciliar com sua moralidade, com seu lugar na Terra, com sua relação com Lois e como tudo isso afeta a maneira como ele se relaciona com a humanidade. Ele está vivendo essa reflexões como todo nós fazemos em certo ponto da vida. Quando você entende isso, a jornada do Superman se torna muito mais compreensível e aceitável.”

Ele também disse que construiu o personagem assim para que o público pudesse enxergar o ser humano por trás de seus poderes.

“Quando vejo o Superman se questionando, eu me imagino em seu lugar como um homem comum. Eu penso: ‘Uau, e se eu fosse o Superman?’ É isso que faz dele tão interessante, e eu acho que seu lugar de destaque é o auge do heroísmo. No fim, ele vai atingir alcançar esse status.”

Lembrando que o Snyder Cut de Liga da Justiça‘ estreia na HBO Max em 2021.

Confira as imagens promocionais:

‘A Bela e a Fera 2’ pode ter outro protagonista

Segundo o The Wrap, o live-action de ‘A Bela e a Fera‘ pode ganhar uma sequência protagonizada pelo Gaston (Luke Evans).

Um dos roteiros do primeiro filme trazia um final diferente, que dava espaço para que a história continuasse…

O roteirista Evan Spiliotopoulos revelou que uma cena pós-créditos mostraria uma feiticeira ressuscitando Gaston e transformando-o em uma nova fera.

Recentemente, Emma Watson disse que adora a ideia de uma continuação para A Bela e a Fera.

Inclusive, ela própria já tem um caminho que poderia ser seguido.

“Eu adoraria fazer a sequência. Eu sempre pensei que a Bela se tornaria uma professora e comandaria a biblioteca do castelo, para que a vila pudesse tomar conhecido do vasto mundo que há lá fora”, afirmou.

Sacada interessante, não é?!

Assista a entrevista:

‘A Bela e a Fera’ e ‘CORRA!’ lideram indicações ao MTV Movie Awards 2017 

Disney bate de frente com a Malásia e se recusa a cortar “cena gay” de ‘A Bela e a Fera’ 

Vale lembrar que ‘A Bela e a Fera‘ já soma US$ 1,1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Em recente entrevista ao Deadline, o presidente de produções da Disney, Sean Bailey, revelou que o estúdio está analisando a possível realização de um derivado ou uma história paralela ambientada no mesmo universo criado para o live-action.

Especula-se que o estúdio pode ter se animado em contar as aventuras de Gaston e seu inseparável amigo LeFou.

Confira nossa crítica: