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‘O Legado de Júpiter’: Cartazes revelam os super-heróis da série que pretende rivalizar com ‘The Boys’

A vindoura série ‘O Legado de Júpiter‘, que pretende rivalizar com ‘The Boys‘, ganhou uma leva de novos cartazes, que destacam cada um dos personagens principais de forma individual.

Confira:

A série estreia dia 7 de maio na Netflix.

Assista ao trailer:

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

Crítica | Maestro: Bradley Cooper é uma força da natureza em estupenda cinebiografia original da Netflix

Os corredores de um enorme teatro são tomados pela imensidão de uma orquestra sinfônica, que enchem o ambiente, ecoam em nossos ouvidos e anunciam uma história que hoje reside apenas no campo das memórias. Maestro se intercala entre a fotografia preto e branco e as cores quentes de uma vida presente solar e suave, ainda que marcada pelo eterno sentimento de saudade. E em poucos minutos, já conseguimos decifrar o segredo de Bradley Cooper. A cinebiografia do visionário artista Leonard Bernstein feita para a Netflix não é tanto sobre música – embora ela ressoe em nós a todo momento. De fato, estamos diante de uma história de amor. Um amor imperfeito, custoso, complicado. Mas ainda assim genuíno, honesto, duradouro.

Talvez a maior lição que aprendemos com Maestro seja exatamente o seu amor por sua esposa. Fiel e leal como ele jamais mereceu e uma espécie de bússola moral e afetiva, Felicia Montealerge é uma bela fotografia que ganha vida e cores pela excepcional e impecável performance de Carey Mulligan. Exalando uma beleza à la old Hollywood, com os cabelos alinhados e seu delicado e fino rosto bem maquiado, ela é a exuberância de um amor infindável. E capturando a essência desse casamento onde música regia os passos e compassos, Cooper opta por celebrar a trajetória pessoal e profissional de Bernstein de maneira mais poética, doce e alegórica.

Nos provando que sua identidade artística e criativa como diretor está cada vez mais lapidada e moldada, o cineasta e ator nos convida para um baile sobre a beleza e a imperfeição da vida a dois. Como alguém que inevitavelmente perpassa seus dedos pelo álbum de memórias de toda uma família, ele viaja no tempo para nos presentear com um drama espetaculoso e suntuoso à sua maneira. Entre tomadas em preto e branco lindamente elaboradas, ele transforma o amor de um casal em um sonho delicado, onde o ato de estar presente em um momento, por si só vale uma boa cena. E são nessas miudezas, como trocas profundas de olhares, mãos que se entrelaçam e corpos que se conectam em uma dança lenta, que Maestro ganha vida.

Se entregando a planos sequências bem ritmados e que funcionam como alegorias à passagem do tempo e ao nascimento de um sentimento, Cooper nos embala em uma jornada encantadora e doce sobre um artista à frente de seu tempo. Mostrando suas fragilidades e pecados como quem não os julga, o diretor reforça sua sensibilidade como um exímio e detalhista contador de histórias. Co-assinando o roteiro ao lado de Josh Singer, ele lança na Netflix o melhor filme de sua trajetória – o ‘Roma’ de 2023.

E nessa dança onde as composições de Bernstein nos convidam a celebrar o lirismo em sua pura forma, Cooper ainda nos surpreende com sua transformação física e performática. Enquanto o trabalho de maquiagem do talentoso Kazuhiro Tsuji muda suas feições, ele assume o restante da responsabilidade de se tornar Leonard Bernstein, com uma caracterização poderosa, soberba e admirável. Do vigor da juventude de um músico e regente em ascensão à voz trêmula e cansada da idade avançada, ele percorre os anos como essa singular figura que transformou a arte mundial. Encarnando os trejeitos, a fala e seu comportamento, o astro crava seu imenso talento como um artista multifacetado e já se torna o grande favorito à estatueta do Oscar nas categorias de Melhor Ator e Melhor Diretor.

Como uma catarse intimista sobre música, amor e família, o mais novo original Netflix é uma experiência cinematográfica enriquecedora, tocante e apaixonante. Estampando uma fotografia belíssima marcada por contrastes mais densos e o excelente uso da luz natural, Maestro é um convite aos excessos de Bernstein, seus erros, acertos e sua poderosa capacidade de reger o mundo que o cercava. Com Cooper e Mulligan brilhando em performances icônicas que personificam alguns dos casais mais emblemáticos de Hollywood em sua Era de Ouro – como Clark Gable e Carole Lombard -, a cinebiografia é uma emocionante carta sobre um amor imperfeito – mas real, doloroso – mas incrível, instável – mas eterno.

Cannes 2024 | Dia 5 – Emma Stone, Richard Gere e ‘Emília Perez’ pinta como favorito a Palma de Ouro

Com a 22 longa-metragens na disputa pela Palma de Ouro, Emília Perez, do diretor francês Jacques Audiard parece ressaltar o olhar do público pela sua ousadia e frescor narrativo. Ganhador da Palma de Ouro em 2015, com o filme Deephan, Jacques Audiard enebria o espectador em uma trama envolvente e musical, com Selena Gomez, Zoe Saldanha e Karla Sofía Gascón.

Por outro lado, mais de 10 filmes ainda vão se apresentar durante o evento na disputa pelo prêmio maior da competição. Além do surpreendente Emília Perez, o quinto dia foi marcado por dois filmes próximos ao nível experimental. O primeiro é uma ficção de si mesma narrada e vivida pelo seu ator fetiche Denis Lavant, presente em boa parte do seus filmes, assim como em C’est Pas Moi (Não Sou Eu).

Já a terceira produçao do dia é a comédia politica Rumours, dirigida e escrita a seis mão por Guy Maddin, Evan Johnson & Galen Johnson. Esta é uma paródia da reunião do grupo G7, e os seus líderes despreparados, para escrever um breve pronuncionamento sobre um período de crise.

Embora o Festival de Cannes seja centrado no cinema, os debates nas coletivas de imprensa tomam espaço na mídia. Veja o video com as declarações de Emma Stone sobre uma dois pontos mais estranho da sua carreira.

 

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Veja o video do resumo do QUINTO em Cannes:

‘Big Little Lies’: Reese Witherspoon revela que ficou “em choque” quando Meryl Streep aceitou papel

Pelo visto não foram só os fãs de ‘Big Little Lies’ que comemoraram a chegada de Meryl Streep ao elenco da 2ª temporada.

Durante uma entrevista no Late Night with Seth Meyers, a estrela e produtora Reese Witherspoon contou que também teve uma reação de surpresa quando recebeu o e-mail de Streep aceitando o papel.

“Recebi um e-mail dela que dizia: ‘Olha, eu li o papel e é incrível. Vou fazer’. Eu simplesmente derrubei meu celular no chão. Então corri para ver se ele tinha quebrado e liguei para Nicole [Kidman]. Nós duas ficamos em choque juntas”

Streep irá interpretar Mary Louise Wright, mãe de Perry Wright (Alexander Skarsgard, o grande papa prêmios da temporada). Depois da morte de seu filho, ela chega à Monterey procurando respostas.

Segundo fontes da Variety, Streep vai embolsar US$800 mil por episódio. A atriz possui três estatuetas do Oscar.

Nicole Kidman e Reese Witherspoon serão novamente as produtoras da nova temporada, e também retornarão às suas respectivas personagens. Liane Moriarty, autora do livro no qual a primeira temporada é baseada, volta assinando parte da nova história para a segunda temporada. A diretora Andrea Arnold irá comandar os sete novos episódios, com Jean-Marc Vallée, diretor original, servindo como produtor.

A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida.

‘Transformers 6’ ainda vai acontecer, garante CEO da Hasbro

Apesar da Paramount Pictures retirar a produção de seu calendário de estreias para 2019, ‘Transformers 6’ ainda vai acontecer, garante CEO da Hasbro.

Segundo Goldner, o longa apenas foi adiado para depois de 2019.

“A Paramount e a All Sparks da Hasbro adiaram o lançamento de ‘Transformers 6’ até depois de 2019 por conta do lançamento de ‘Bumblebee’ este ano”

Ou seja, é provável que o desempenho do derivado seja o fator determinante para o sexto filme de fato acontecer.

Com sua data de estreia inicialmente agendada para 28 de junho, a vaga acabou ficando com a comédia da atriz  Tiffany Hadish, intitulada ‘Limited Partners‘.

‘Transformers – O Último Cavaleiro‘ arrecadou apenas US$ 605 milhões mundialmente – contra US$ 1.1 bilhão do quarto filme da franquia.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator Mark Wahlberg afirmou que retorna COM UMA CONDIÇÃO:

Shia LaBeouf é preso e xinga policial de “v*adia” 40 vezes 

Os filmes BRASILEIROS voltarão a ter cota de tela nos cinemas?

Após uma fase dourada em que trouxe números expressivos de público e bilheteria, o cinema nacional sofreu um grande baque com a pandemia de Covid-19. Com o fechamento das salas e os cinemas precisando equilibrar as contas, os blockbusters internacionais vêm tendo sua exibição priorizada nas principais salas do país. Com isso, os números envolvendo os filmes brasileiros estão preocupantes, ainda muito longe do período pré-pandemia.

Uma das alternativas para ajudar a reerguer o cinema nacional são as famosas cotas, que obrigam os cinemas a reserva uma porcentagem das sessões para exibir filmes feitos no Brasil.

Serhii_bobyk/ Freepik

Os filmes BRASILEIROS voltarão a ter cota de tela nos cinemas?

A lei não é nova, mas estava expirada desde 2021. Ela foi criada inicialmente em 2001 com o prazo de 20 anos. Os resultados foram expressivos, já que o cinema nacional viveu uma das melhores fases de sua gloriosa história nesse período. O Projeto de Lei 5497/19 visa seguir a mesma ideia, com prazo até o ano de 2033. E ele foi aprovado na Câmara dos Deputados com 312 votos a favor e apenas 25 contra, o que é um motivo a ser comemorado, após a última gestão tomar medidas extremamente controversas quanto a Cultura. Agora, o projeto segue para a aprovação do Senado.

Ainda não foi estabelecida a porcentagem de sessões nem se haverá alguma variedade de gêneros cinematográficos, o que será definido pelo Poder Executivo a cada ano de vigência das cotas. No entanto, já se sabe que a decisão não afetará filmes lançados em plataformas de streaming.

A franquia “Tropa de Elite” se beneficiou bastante da cota no início dos anos 2000

O projeto de lei prevê a cobrança de uma pesada multa (*receita bruta média diária do complexo multiplicada pelo número de sessões de descumprimento. No entanto, ela poderá ser substituída por um termo de ajustamento de conduta, considerados agravantes) para os cinemas que não cumprirem com as regras.

Caberá à Agência Nacional de Cinema (Ancine) ser a consultora de agentes do governo e também a publicação de relatórios anuais avaliando o impacto das medidas no cinema nacional.

“Este projeto apenas possibilita que os brasileiros se vejam na tela, sem mexer com os agentes privados que atuam no setor cultural”, afirmou a relatora da proposta, Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

*Com informações da Agência Câmara de Notícias

Crítica | Tinnitus – Suspense Psicológico Brasileiro Escalona a Angústia Através do Body Horror

O terror tem muitas formas de acontecer no cinema, e nem todas elas envolvem sangue espirrando por duas horas na telona. Há maneiras mais sutis, e uma delas é o subgênero body horror – aqui no Brasil também conhecido como terror corporal –, ou seja, o tipo de filme que usa de violências físicas ou psicológicas ao corpo humano com a intenção de, a partir destas, fazer sua história. De uma maneira sutil, porém presente, este é um dos vieses condutores do filme ‘Tinnitus’, suspense psicológico brasileiro que entra em cartaz essa semana nas salas de todo o país.

Marina (Joana de Verona) é uma excelente nadadora que pratica salto sincronizado junto com sua dupla, Luisa (Indira Nascimento), a quem conhece desde pequena. As duas têm uma perfeita sincronia, porém, quando durante uma competição Marina sofre um grave acidente, a dupla acaba e Marina se afasta totalmente do mundo das competições, passando, então, a trabalhar com entretenimento infantil, como sereia do aquário de São Paulo. Casada com um médico otorrinolaringologista, Marina passa a participar de um grupo de pesquisa que investiga os impactos do ‘Tinnitus’, nome atribuído a uma espécie de zumbido constante que muitas pessoas sentem mas cujas origens e consequências ainda são desconhecidas. Entretanto, quando Marina conhece Teresa (Alli Willow), uma jovem saltadora que a admira muito, ela passará a repensar suas decisões e os sonhos deixados para trás.

Com uma hora e quarenta de duração, ‘Tinnitus’ tem um ritmo bem lento, o que pode acabar impacientando o espectador mais acostumado com frenesi na telona. Não é esse tipo de filme. Ao contrário, sua narrativa mescla com técnicas utilizadas, por exemplo, pelo mestre Akira Kurosawa – cuja homenagem fica evidente quando a produção mostra o nome do cineasta japonês –, seja por o terço final do longa ser localizado no bairro da Liberdade em São Paulo (bairro conhecido por concentrar grande parte da população migrante daquele país e seus descendentes aqui no Brasil), seja pela estética, que se assemelha àquela usada pelo cineasta oriental.

Exibido durante o 50º Festival de Gramado, em 2022, o longa acabou levando os Kikitos de Melhor Fotografia, Melhor Montagem e Melhor Direção de Arte, e faz por merecer nestes quesitos. A fotografia do longa ajuda, especialmente, a contrapor o espectador da angústia que a protagonista sente em, de repente, parar de ouvir tudo para sentir apenas sons abafados e distantes. Ou seja, se por um lado o som – ou melhor, a ausência dele – causa a angústia sensorial da protagonista, a fotografia traz o universo ora expansivo (o da natação), ora opressor (a casa) em que Marina vive. Tecnicamente, é muito bom, e ainda traz a luxuosa participação especial de Antonio Pitanga.

Experimental e sensorial, ‘Tinnitus’ oferece um mergulho na privação de um sentido fundamental e no estresse escalonado em que o indivíduo vive a partir dessa privação. Através do suspense e do drama psicológico, o longa de Gregorio Graziosi traz uma imersão do mundo dos atletas, entre superação, sofrimento e superações.

Crossover entre ‘Aves de Rapina’ e ‘Sereias de Gotham’ NÃO irá acontecer

Warner Bros. já montou o seu cronograma de próximos lançamento dos estúdios DC, incluindo ‘Aves de Rapina’, em que Arlequina (Margot Robbie) une forças com a Caçadora e Canário Negro para derrotar um inimigo em comum, e ‘Sereias de Gotham’, cujos detalhes permanecem às escondidas.

Porém, diversos boatos surgiram recentemente que ambos os filmes culminariam em uma trilogia, concluída com um crossover entre os dois filmes em questão. Agora, uma reportagem da Forbes negou esses rumores e alegou que não há nenhum projeto sendo feito pela DC.

‘Aves de Rapina’‘Batgirl’ não estarão conectados, para aqueles que erroneamente acreditaram nos rumores de que Barbara Gordon teria um arco contínuo em ambos os filmes. E não há nenhum projeto crossover entre ‘Sereias de Gotham’‘Aves de Rapina’, apesar dos inúmeros boatos.

Além de Margot Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay Basco e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek WilsonDana Lee e outros completam o time.

‘Aves de Rapina (E a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Escape Room 2’: Isabelle Fuhrman entra para a sequência

O site Collider confirmou hoje (03) que Isabelle Fuhrman, conhecida por seus papéis em ‘A Órfã’‘Jogos Vorazes’, entrou para o elenco de ‘Escape Room 2’ em um papel ainda não revelado.

Fuhrman se junta aos previamente anunciados Taylor RussellLogan Miller, os únicos sobreviventes do primeiro filme.

Recentemente, o terror foi adiado novamente e agora chegará nas telonas no dia 30 de novembro.

Mesmo as constantes mudanças, o diretor Adam Robitel deu novos detalhes sobre continuação, comentando que estão enfrentando alguns problemas no roteiro:

“É muito difícil. Nós fizemos fogo, gravidade, gelo, frio, gás… então, precisamos nos superar. Temos algumas coisas muito legais que estamos desenvolvendo, mas é complicado. Nós fizemos coisas grandiosas no primeiro filme, então é mais difícil de superá-las. Como dar ao público o que eles estão esperando de um Escape Room, mas que não seja a mesma coisa que fizemos com o primeiro filme? Estamos tentando lidar com essa questão atualmente.”

Ele completa, “Estamos explorando diversas opções atualmente, brincando com várias ideias.”

O diretor Adam Robitel irá retornar, assim também como o roteirista Bragi F. Schut.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.

‘Brews Brothers’: Série da Netflix ganha divertido trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Brews Brothers’, sua nova série de comédia original.

Confira:

Jeff SchafferGreg Schaffer (‘Curb Your Enthusiasm’) são os criadores da produção.

A série gira em torno de dois irmãos outrora separados, Wilhelm e Adam Rodman, que se unem para tomar conta de uma cervejaria. Cada um é um gênio da cerveja, mas não poderiam ser mais diferentes no preparado da bebida – e nas personalidades.

Alan AisenbergMike Castle estrelam.

‘Brews Brothers’ estreia no dia 10 de abril.

‘Like Father, Like Son’: Diretora de ‘A Despedida’ vai dirigir novo drama familiar

Depois de ter comandado o aclamado drama familiar ‘A Despedida’, a diretora e roteirista Lulu Wang já tem seu próximo projeto em mente: ‘Like Father, Like Son’ (via Variety).

Apesar de tero mesmo título e uma narrativa familiar com o clássico filme japonês de 2013, de Hirokazu Kore-eda, Wang garantiu que não fará um remake. Ela entra como produtora ao lado da Focus Features.

A dramaturga Sarah Ruhl ficará responsável pelo roteiro. Detalhes sobre a narrativa ainda não foram revelados.

‘A Despedida’ foi um dos filmes mais bem recebidos do ano passado e rendeu a Awkwafina uma estatueta do Globo de Ouro – tornando-se a primeira atriz americana-asiática a levar o prêmio para casa.

Escrito e dirigido por Wang, ‘A Despedida‘ retrata o comportamento de uma família ao saber que a avó tem pouco tempo de vida. A produção é protagonizada também por Tzi Ma, Diana Lin, Zhao Shuzhen, Lu Hong e Jiang Yongbo.

Relembre o trailer:

As Melhores Séries LGBTQ+ de 2020

Continuando mais um de nossos especiais de fim de ano para celebrar a representatividade queer na indústria do entretenimento, o CinePOP separou uma lista com as dez melhores séries LGBTQ+ de 2020.

Levamos em consideração todas as minisséries ou temporadas que foram exibidas em TV aberta, a cabo ou em serviços de streaming.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual foi a sua favorita:

SEX EDUCATION

‘Sex Education’ quebrou diversos tabus ao estrear ainda em 2019, mas não foi até a sua segunda temporada que alcançaria uma maturidade apaixonante e divertida. A série criada por Laurie Nunn não apenas continuaria investindo em temas necessários da contemporaneidade, mas também abriria mais espaço para a representatividade LGBTQ+, falando sobre relacionamentos homoafetivos, não-binariedade e transsexualidade com naturalidade invejável e preciso.

O GAMBITO DA RAINHA

Anya Taylor-Joy provou mais uma vez sua versatilidade com a minissérie ‘O Gambito da Rainha’, interpretando Beth Harmon, uma calculista e traumatizada enxadrista bissexual que quebrou padrões sociais ao longo de décadas e mais décadas. Aqui, Beth fala sobre o único homem pelo qual se apaixonou, que revela ser gay em meados da produção, além de ter um caso romântico com a sedutora modelo francesa Cleo (Millie Brady).

A MALDIÇÃO DA MANSÃO BLY

‘A Maldição da Mansão Bly’ é uma das histórias de romance gótico mais belas dos últimos anos e construiu com convicção e solidez o conturbado relacionamento entre Dani (Victoria Pedretti) e Jamie (Amelia Eve), que se apaixonaram em meio a acontecimentos estranhos num casarão mal assombrado e que construíram uma vida perfeita da melhor maneira possível. Isso é, até caminharem para um trágico e catártico finale que arrancou lágrimas até dos espectadores mais céticos.

SCHITT’S CREEK

‘Schitt’s Creek’ reviveu o brilho das comédias de situação e se tornou uma das produções favoritas dos telespectadores. Criado por Dan Levy, a série fala de temas como identidade de gênero e orientação sexual ao longo de quebras de expectativas hilárias guiadas por um elenco estelar. Não é surpresa que, neste ano, o show quebrou recordes de premiação e levou para casa nove estatuetas do Emmy – quatro delas nas categorias principais.

EU NUNCA…

A deliciosa e escapista comédia adolescente ‘Eu Nunca…’ se tornou uma sensação de 2020 por sua abordagem livre de estereótipos sobre diversas culturas e temas. Uma dessas linhas narrativas envolveu Fabiola Torres (Lee Rodriguez), uma jovem tímida em conflito consigo mesma que se assumiu lésbica para sua mãe em uma das sequências mais tocantes e verdadeiras do ano.

COM AMOR, VICTOR

A sequência derivada de ‘Com Amor, Simon’ veio inesperadamente e fez um bom trabalho – ainda mais numa época em que precisávamos de produções para passar o tempo. ‘Com Amor, Victor’ é uma dramédia adolescente que gira em torno das preocupações de um jovem acerca de sua sexualidade, ainda mais quando confrontada com a visão tradicionalista de sua família e do prospecto de uma nova escola.

I MAY DESTROY YOU

Michaela Coel é um dos proeminentes nomes da televisão contemporânea e, depois de investir seus esforços na subestimada ‘Chewing Gum’, voltou este ano com a potente dramédia ‘I May Destroy You’. Encarnando a protagonista Arabella, Coel fala sobre abuso sexual, machismo e homofobia através de doze belos episódios e personagens complexos e bem representativos.

FEEL GOOD

‘Feel Good’ provavelmente passou longe de seu radar, mas não da nossa lista. Lidando com temas sobre relacionamento amoroso e vício em drogas, a trama é centrada no romance de Mae, uma comediante canadense, e George, uma reprimida mulher inglesa, que se apaixonam em um clube de stand-up. O casal começa a namorar e a mergulhar profundamente em traumas do passado e obstáculos do presente.

RATCHED

‘Ratched’ dividiu os críticos e o público à época de seu lançamento, mas uma coisa não podemos negar: Ryan Murphy sabe como trazer representatividade do melhor jeito possível para as telas. Na série, Sarah Paulson interpreta a icônica enfermeira Mildred Ratched e, ao longo dos episódios, se apaixona pela secretária de campanha Gwendolyn Briggs (Cynthia Nixon), com quem desenvolve uma química envolvente e recheada de reviravoltas.

HIGHTOWN

O drama criminal ‘Hightown’ foi um belo presente da STARZ esse ano e não se conteve em quebrar estereótipos de identidade de gênero e sexo. Aqui, Monica Raymund interpreta de modo irretocável Jackie Quiñones, uma agente do serviço da Marinha lésbica que é viciada em álcool e em drogas. Quando encontra o corpo de uma mulher brutalmente assassinada, ela mergulha em uma perigosa investigação que envolve o crime organizado de Cape Cod e a epidemia local de opioides.

Crítica | ‘Halston’ investe em visuais estonteantes e se esquece do principal: a história

A história é sempre a mesma – Ryan Murphy continua até hoje como um dos realizadores mais prolíficos da contemporaneidade, supervisionando ou comandando diversas produções seriadas e fílmicas desde o longínquo ‘Nip/Tuck’, em 2003. Mas exatamente a que custo?

Afinal, Murphy, conhecido por firmar parceria com diversas emissoras e delinear múltiplos projetos ao mesmo tempo, parece estar reciclando materiais de uma forma mais exaustiva do que o normal. Com talvez a exceção da antologia ‘American Crime Story’ e de ‘Pose’, que continuam apresentando originalidade e emocionantes tramas, as recentes incursões do diretor e roteirista não atingem todo o potencial que prometem. Apenas nos dois últimos anos, tivemos a desequilibrada ‘Ratched’, cuja força veio com a atuação impecável de Sarah Paulson como a enfermeira Mildred Ratched; o exagerado onirismo de ‘Hollywood’, que tentou reconstruir a história do cinema em detrimento da veracidade; e a 9ª ‘American Horror Story’, cuja homenagem ao subgênero slasher a transformou em um aglutinado de narrativas sem sentido que se valeram mais da nostalgia do que de algo sólido.

Agora, nos primeiros meses de 2021, Murphy está pronto para retornar com mais um projeto subsidiário da Netflix, com quem firmou acordo em 2018. A minissérie ‘Halston’, composta por apenas cinco episódios, já vinha demonstrando uma certa repaginação estética de obras similares, mergulhando de cabeça na segunda metade do século passado para explorar a complexa e apaixonante vida do estilista Roy Halston Frowick (aqui interpretado com maestria por Ewan McGregor). Para aqueles que não o conhecem, Halston nasceu em uma pequena cidade de Iowa, nos Estados Unidos, e ascendeu à fama após arquitetar o icônico chapéu pillbox da ex-primeira-dama Jacqueline Kennedy. Centro da indústria da moda dos anos 1970 e 1980, o designer tinha uma influência gigantesca na iconografia e era melhor amigo de nomes como Liza Minnelli, Andy Warhol e Bianca Jagger.

É claro que, levando em consideração as lendárias personalidades que aqui aparecem, o mínimo que se poderia esperar era uma telebiografia competente e que respondesse a algumas questões não apenas do protagonista titular, mas também dos segredos por trás da intrincada engrenagem no cenário fashion. Enquanto nem tudo está perdido, principalmente no tocante à imagética da produção, aos exuberantes figurinos de caxemira e de ultrasuede e ao vibrante retrato da discoteca nova-iorquina, Murphy, isolando-se nos bastidores ao lado de Ian Brennan, Christina Vachon e tantos outros, deixa que Sharr White e Daniel Minahan tomem as rédeas da história e se esqueçam de, no final das contas, criar uma.

Após um interessante início, que explana a infância traumática e abusiva de Halston, os episódios parecem se valer muito do frenesi artístico do que de um enredo que realmente tenha começo, meio e fim. McGregor faz um trabalho excepcional ao incorporar os trejeitos marcantes do estilista, desde sua voz monotônica até seus bordões ácidos e irônicos – algo que também é visto na estupenda encarnação maior-que-a-vida de Krysta Rodriguez como Minnelli, até mesmo na rendição de “Liza with a Z”. Entretanto, performances à parte, White não tem ideia em qual direção deseja seguir – apenas que irá contar a ascensão, a queda e a ressurreição de um dos nomes mais controversos de todos os tempos. E, à medida que a obra se desenrola, novos personagens vão surgindo no horizonte para tornar as tramas ainda mais convulsionais.

É interessante notar de que forma Minahan tenta ao máximo se afastar da obviedade, por mais que respalde em algumas fórmulas dramáticas bastante vistas nas últimas décadas. O ponto mais atraente é, sem sombra de dúvida, a transposição cronológica às inflexões técnicas tanto dos enquadramentos de câmera quanto à fotografia de Tim Ives e William Rexer. O diretor acompanha a evolução (ou in-volução, se assim preferirem) da sociedade, mostrando todas as facetas de Halston através das roupas e de sua martirizada mente criativa, desde os enlaces românticos com os homens de Manhattan, as desavenças com Elsa Peretti (Rebecca Dayan) e Joe Eula (David Pittu) e a conquista de um mundo que, conforme ele mesmo diz, não estava preparado para o tinha a oferecer. A partir daí, nota-se uma afeição contraditória por uma atmosfera documental que aposta até mesmo numa reconstrução analógica ao mesmo tempo que abre espaço para a novelização.

O roteiro, por sua vez, tem como principal objetivo manter o público motivado e instigado por todos os eventos da vida de Halston, nos levando à Batalha de Versalhes com versões dos ilustres Oscar de la Renta e Anne Klein, mostrando o saudosismo narcótico do célebre Studio 54 e até mesmo calcando a tênue linha que separa a haute couture da produção em massa. O problema é que não há quaisquer explicações para a entrada e a saída de diversos coadjuvantes que, de fato, não têm nenhuma importância. O relacionamento de Halston com a magnata do jornalismo da moda ou com a própria mãe é jogado profusamente para aumentar a carga dramática, mas nunca sai da zona de conforto – pelo contrário, traz a personalidade do artista para uma superficialidade condenável. Em uma determinada sequência, há menção a bloqueios emocionais dos quais o estilista precisa se livrar – e ele faz isso com rapidez monumental demais para ser levado a sério.

Investindo esforços em um majestoso visual, ‘Halston’ é familiar demais para representar alguma centelha de novidade nessa bolha de produções originais da Netflix e, eventualmente, nem os mais elegantes vestidos de tafetá e casacos trench coat são suficientes para desviar a atenção das múltiplas falhas que despontam na minissérie.

Lana Del Rey lança videoclipe alternativo de “Arcadia”, single oficial do álbum ‘Blue Banisters’; Confira!

A aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançou hoje (07) um videoclipe alternativo de “Arcadia”, novo single do álbum ‘Blue Banisters’.

Precedida pela canção-titular, “Text Book”“Wildflower Wildfire”, a música já está disponível em todas as plataformas digitais.

Confira:

Lembrando que o disco será lançado em 22 de outubro de 2021.

A era é precedida pelo ovacionado ‘Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, e também pelo aclamado ‘Chemtrails Over the Country Club’.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012.

Crítica | História e drama se fundem na apaixonante série ‘Vikings: Valhalla’

O drama histórico ‘Vikings’ se tornou uma das séries mais populares e mais bem-sucedidas do History Channel, fornecendo uma visão quase fantástica dos icônicos personagens que habitaram as terras nórdicas do planeta na Idade Média. Com o término da produção na sexta temporada, os fãs se sentiram ansiosos por mais aventuras envolvendo esses valentes guerreiros – e não demorou muito até que a Netflix anunciasse uma série sequência intitulada ‘Vikings: Valhalla’.

Diferente das iterações predecessoras, a derivada é ambientada cem anos depois dos eventos originais e se inicia com os primórdios da derrocada e da ruína dos vikings, enfrentando o crescente domínio cristão que se espalhava pela Europa e que colocava em xeque as crenças politeístas de outrora. Como se não bastasse, a ascensão da Inglaterra como uma das grandes potências mundiais também representou uma enorme ameaça para que os reinos e as províncias vikings se mantivessem vivas por muito tempo, eventualmente tornando-se lendas que acompanhariam diversos estudos de historiadores e reimaginações constantes pelo imaginário popular. E, enquanto ‘Valhalla’ não alcança os mesmos méritos, nos encanta com visuais impecáveis e atuações memoráveis que nos convidam a uma jornada banhada a sangue, traições e reviravoltas.

Como o nome do spin-off premedita, a temporada é o capítulo inicial do último destino de cada viking: Valhalla, que, na mitologia nórdica, é descrito como um majestoso lugar localizado em Asgard, a morada dos deuses, e comandado pelo todo-poderoso Odin. Segundo lendas, metade dos soldados que morrem em combate viajam até lá para se sentarem à grande mesa com Odin, enquanto a outra metade é escolhida pela deusa Freya para passarem a eternidade nos campos de Fólkvangr. É essencialmente esse pensamento que é levado aos oito episódios da iteração, indicando, através de escolhas técnicas sagazes e uma fria melancolia que se apossa dos protagonistas e coadjuvantes, que a guerra irá levá-los para o tão sonhado “éden” uma hora ou outra.

A narrativa acompanha um grupo de vikings groenlandeses que chegam a Kattegat, comunidade localizada em um estreito entre a Dinamarca e a Suécia que funciona como um dos pontos políticos e econômicos de maior importância no mundo nórdico. Leif Erikson (Sam Corlett) e a irmã, Freydis Eiríksdóttir (Frida Gustavsson), desembarcam no porto buscando vingança contra um viking cristão que estuprou Freydis e eternizou o trauma ao cravar uma cruz em suas costas. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando eles são arrastados para o meio de uma batalha entre os povos guerreiros e a opressora monarquia britânica que organizou um massacre contra eles, como forma de “limpar a terra”. Mas isso não é tudo: há também uma crescente disputa ideológica entre os próprios vikings, que se dividem entre os defensores ferrenhos do cristianismo e do único deus, e os pagãos, que encontram calma na multiplicidade de divindades que habita Asgard.

A princípio, a quantidade excessiva de tramas pode posar como uma faca de dois gumes ao time criativo, abrindo espaço para que os personagens possam ser explorados ad nauseam, mas exigindo um comprometimento em demasia que, por vezes, culmina em um frenético passo para resolver todos os arcos. Felizmente, o showrunner Jeb Stuart sabe como navegar por essas águas traiçoeiras e não deixa que nenhum elemento-chave se perca no caminho, ainda que se valha de algumas repetições (principalmente nas sequências de luta). O resultado é bastante aprazível e segue o padrão clássico de qualquer produção mainstream, tomando o tempo necessário para introduzir os heróis e antagonistas e sabendo o momento certo de nos chocar com alterações bruscas no andamento da obra.

Corlett e Gustavsson fazem um trabalho memorável na temporada, mas não são os únicos a roubar os holofotes: além deles, temos a presença de Leo Suter como o charmoso Harald Sigurdsson, príncipe da Noruega, que se alia aos pagãos e questiona sua fé em prol de salvar aqueles que sempre estiveram ao seu lado; Jóhannes Haukur Jóhannesson como Olaf Haraldsson, meio-irmão de Harald e um ambicioso viking que deseja espalhar suas crenças não se importando com quantos tenha de exterminar para unificar os reinos; Caroline Henderson como uma nova versão de Jarl Haakon, governante de Kattegat; Laura Berlin como a Rainha Emma da Inglaterra e da Normandia, mergulhando em uma performance comedida e impiedosa; e David Oakes como Godwin, astuto braço-direito de quem acreditar que tenha mais poder, mudando de lado a seu bel-prazer para sempre ser protegido pelos vitoriosos.

É claro que as inconsistências históricas existem, mas o objetivo de ‘Valhalla’ não é nos educar com explanações acadêmicas sobre a época dos vikings, e sim expandir uma mitologia que caiu no gosto do público e que, de alguma maneira, dramatiza figuras reais que merecem ser revisitadas. Certos artifícios tangenciam uma substancialidade redundante, como a profunda e retumbante trilha sonora ou a sóbria fotografia, que se vale da paleta de cores azulada dos cenários retratados – entretanto, nenhuma dessas obviedades é forte o suficiente para desviar nossa atenção dos pontos positivos.

O novo capítulo da saga ‘Vikings’ é aprazível em sua completude e já se consagra como uma das melhores do gênero em 2022. Apesar dos deslizes, os capítulos são alicerçados em um elenco estelar que faz o público acreditar em seus problemas e seus valores, comovendo-nos com rendições espetaculares e com uma altiva promessa para um provável futuro.

‘Tekken: Bloodline’: Anime da Netflix ganha novo trailer LEGENDADO; Confira!

A Netflix divulgou recentemente o novo trailer LEGENDADO da vindoura série animada ‘Tekken: Bloodline’.

A produção tem lançamento agendado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

A trama trará Jin Kazama tentando se vingar de um monstro que destruiu tudo que ele amava. O jovem começa a treinar para ter a força necessária para realizar esse desejo. A estreia ocorre ainda em 2022.

Tekken‘ é uma série de jogos de luta iniciada em 1994 nos arcades, que logo depois chegou também ao primeiro PlayStation. A série tem desenvolvimento por parte da Namco, atualmente unida com a Bandai.

Glass Onion | Quem é o assassino da sequência de ‘Entre Facas e Segredos’?

Cuidado: muitos spoilers à frente.

No último dia 23 de dezembro, a Netflix lançou em seu catálogo o aguardado mistério cômico ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, de 2019.

Na trama, Daniel Craig retorna em seu segundo caso como o famoso detetive Benoit Blanc, que viaja a uma luxuosa ilha particular grega, mas descobre que o excêntrico dono da propriedade, Miles Bron (Edward Norton), não o convidou. Enquanto Benoit começa a se questionar do motivo de ter sido chamado por uma pessoa misteriosa, este é apenas um dos mistérios que ele deverá desvendar – principalmente quando um dos outros convidados cai morto em plena vista.

A produção se tornou um sucesso gigantesco de crítica, com vários especialistas inclusive caracterizando-a como superior à original, enquanto já quebrou inúmeros recordes de visualização na plataforma de streaming – o que não é nenhuma surpresa, considerando o trabalho impecável de Rian Johnson na direção e no roteiro.

A produção ganha nossa atenção em virtude da condução narrativa e pelo fato de nos guiar em um caminho totalmente diferente do esperado. Como apresentado no enredo, Benoit acredita que Miles seja alvo de uma tentativa de assassinato – uma oportunidade perfeita, visto que cada um dos outros convidados tem motivo de sobra para querer seu fim. Temos Andi (Janelle Monáe), ex-parceira de negócios de Miles, que sofreu um golpe pelo próprio magnata e não pôde reclamar a propriedade intelectual da própria invenção; Claire (Kathryn Hahn), governadora do estado de Connecticut que foi financiada por Miles para concorrer ao senado dos Estados Unidos em troca da aprovação de uma tecnologia duvidosa; Lionel (Leslie Odom Jr.), cientista que foi escalado para tomar conta da companhia do empresário; Birdy (Kate Hudson), uma ex-modelo hedonista e controversa que foi redescoberta e patrocinada por Miles para sair do buraco e se tornar uma designer de moda – e que faz da vida de Peg (Jessica Henwick) um inferno; e Duke (Dave Bautista), um streamer que luta pelos direitos dos homens e é respaldado pela mente predatória de seu apoiador.

Logo, é apenas natural que acreditemos que o alvo do assassino é Miles – e, como já visto em produções similares, sua personalidade odiável não o torna passível de afeição pelos espectadores, mas nos leva a querer ver de que forma o homicídio será resolvido. Qual a nossa surpresa quando, diferente do que imaginávamos, Duke é misteriosamente envenenado, bebendo do copo de Miles e aumentando as suspeitas de Benoit e de todos os outros.

A princípio, os olhos se voltam para Andi. Afinal, ela é a pessoa com mais motivos para querer o fim de Miles. Como já mencionado, ambos eram parceiros, mas Andi se posicionou contra as decisões erráticas do colaborador e o impediu de fazer o que queria – mas não antes de Miles anunciar ao mundo com uma prova aparentemente irrefutável que ele tinha criado tudo do zero e que Andi tinha apenas embarcado como coadjuvante. Entretanto, “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”, citando uma clássica passagem de ‘Hamlet’, de William Shakespeare.

À medida que a história se desenrola, somos levados a acreditar que esta é apenas mais uma investida qualquer no gênero do mistério. Porém, conforme vimos na obra anterior, as coisas são mais complexas do que aparentam: o foco não é descobrir quem matou Duke e tentou matar Miles, mas sim arrancar a confissão de quem assassinou Andi.

Sim, é isso mesmo: Andi está morta. A personagem que vemos em cena é sua irmã gêmea, Helen (obviamente também interpretada por Monáe), que pede ajuda de Benoit para descobrir o que aconteceu. Afinal, ela recebeu a informação de que Andi se suicidou ao ingerir uma grande quantidade de pílulas soníferas, mas as coisas tomam um caminho mais obscuro quando Helen descobre que a irmã havia encontrado a prova de que Miles era uma farsa e que ela havia sido a responsável pelo império criado. Logo, a dupla une forças para descobrir quem realmente é o culpado.

A notícia do falecimento de Andi não havia vazado para a imprensa até todos se encontrarem na propriedade privada, mas todos os convidados ficaram boquiabertos ao vê-la ali. E, como vemos no terceiro ato da produção, o responsável tanto pela morte de Andi quanto pela morte de Duke foi Miles.

Ao encontrar a prova em questão, Andi enviou um e-mail para Claire, Lionel, Birdy e Duke – mas Lionel vazou a informação para Miles, que foi obrigado a viajar até a residência da ex-colega de profissão, envenená-la e roubar o documento oficial. Duke era o único a tê-lo visto saindo da casa de Andi e, quando a notícia de sua morte ganhou as manchetes mundiais, ele juntou as peças e foi confrontar Miles. O magnata, sabendo da mortal alergia a abacaxi de Duke, utilizou a informação à sua própria vantagem e, temendo ser chantageado por aqueles que controlava como uma marionete, tirou-o do jogo em um piscar de olhos.

É claro que a verdade não ficaria escondida por muito tempo – principalmente com a mente aguçada de Benoit, que resolveu o crime em questão de minutos e depois de engendrar uma atuação aplaudível. E, contrariando as nossas expectativas, a finalização do arco não veio com o final feliz prometido, mas com um ciclo de vingança satisfatório que colocou fim na autoridade tirânica de Miles.

‘Transformers: O Despertar das Feras’: Primeiras impressões são MUITO positivas; Confira!

‘Transformers: O Despertar das Feras’ é o próximo filme da icônica saga cinematográfica de ação e, agora, as primeiras reações começaram a despontar nas redes sociais.

Os comentários indicam que o novo capítulo é um dos melhores da franquia e que parece ser o início de algo muito interessante.

Confira:

‘Transformers: O Despertar das Feras’ é realmente divertido. É muito divertido, na verdade, e a ação é forte. Meus olhos brilharam quando eles falavam sobre o objeto especial do filme (essa saga realmente gosta deles), mas muito melhor que os filmes de [Michael] Bay, talvez chegando no nível de ‘Bumblebee’.

“Adorei ‘Transformers: O Despertar das Feras’. Ele tem alguns problemas no meio, mas começa forte, tem um hip hop fantástico dos anos 1990, faz bom uso dos personagens humanos e o terceiro ato é incrível. Além disso, quase pulei do meu assento no final. Lá em cima com o primeiro filme de Bay e ‘Bumblebee’“.

‘Transformers: O Despertar das Feras’ se desenrola como um desenho de sábado de manhã. Ação muito boa. Anthony Ramos e Pete Davidson estão incríveis, ainda que parte do diálogo seja desbalanceado. É um filme simples e divertido – e um começo promissor para algo incrível”.

‘Transformers: O Despertar das Feras’ entrega uma das melhores e mais coerentes iterações da franquia. Eles claramente entenderam o que funcionou tão bem com ‘Bumblebee’ […]. Mirage sai como uma das favoritas”.

‘Transformers: O Despertar das Feras’ faz bom uso da narrativa do filme animado e integra os Maximals e os Terrorcons de forma boa. As expectativas estão altas, e Scourge é um vilão assustador e poderoso. Cheio de ação e com muito coração (apesar de ser um pouco brega)”.

De acordo com o Deadline, o filme terá um bom resultado de bilheteria no seu final de semana de estreia, em 8 de junho.

A revista indica que o filme fará entre US$ 68 milhões e US$ 70 milhões nas bilheterias dos EUA durante seu primeiro final de semana de exibição.

O último filme da franquia, ‘Bumblebee‘ teve uma estreia doméstica de US$ 21,6 milhões em 2018, enquanto ‘Transformers: O Último Cavaleiro‘ faturou US$ 44,6 milhões em sua estreia em 2017.

Com Anthony Ramos (Nasce Uma Estrela e Hamilton) e Dominique Fishback (Enxame, Judas e o Messias Negro) nos papéis principais, o elenco ainda conta com grandes nomes na dublagem original como Michelle Yeoh, Pete Davidson, Peter Dinklage e Michaela Jae Rodriguez.

Baseado na temporada “Beast Wars” da animação dos anos 1990, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público a uma aventura global com os Autobots em 1994. O filme apresentará a batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons aos Maximals, nova geração de Transformer.

 

Você está animado para o novo filme?

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers.

O filme é dirigido por Steven Caple Jr.

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos.

‘Eco’: Spin-off de ‘Gavião Arqueiro’ será lançado sob novo SELO da Marvel sem continuidade no MCU

De acordo com o Deadline, a aguardada série ‘Eco’, que funciona como spin-off de ‘Gavião Arqueiro’, será lançada sob um novo selo na Marvel Studios.

As informações indicam que a produção fará parte de uma subcategoria chamada Marvel Spotlight, que conta com uma introdução inédita composta pelo vencedor do Oscar Michael Giacchino. A marca apostará fichas em narrativas solo, ou seja, que não estejam totalmente conectadas com a cronologia do Universo Cinemático Marvel.

Essas séries não terão importância na continuidade do MCU.

O nome da subcategoria vem de uma antologia de quadrinhos introduzida na Marvel em 1971, que trouxe personagens novos que não participariam de números seriados e que não precisariam de um comprometimento total por parte dos leitores.

Lembrando que todos os episódios de ‘Eco’ serão lançados em 10 de janeiro no Disney+.

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

Após exibição-teste, ‘Gladiador 2’ é ACLAMADO: “Arrepiante e digno de Oscar”

No último dia 24 de abril, foi realizada a primeira exibição-teste da aguardada sequência ‘Gladiador 2’, que traz Ridley Scott de volta à cadeira de direção.

O corte exibido foi de impressionantes duas horas e 40 minutos e é descrito como uma crua e envolvente história de vingança, com cenas caracterizadas como “absolutamente insanas” (via World of Reel).

As informações também indicam que os novos personagens são bastante fortes, com destaque à performance sutil e prática de Paul Mescal como Lucius e a Connie Nielsen, que faz um “ótimo trabalho” como Lucilla. Além disso, diversos elogios foram dados a Denzel Washington, ovacionado como “diabolicamente brilhante” em seu papel, a Joseph Quinn (Caracalla) e a Fred Hechinger (Geta) – estes últimos dois descritos como grandes valores de entretenimento ao longa-metragem.

Como se não bastasse, tanto o design de produção quanto os figurinos receberam aplausos, replicando o visual e a atmosfera do título original. As cenas na arena de gladiadores chamaram a atenção dos espectadores – e incluíram tubarões, macacos assassinos, um rinoceronte gigante e ótimas sequências de ação e de luta.

Lembrando que o CinePOP compareceu à última edição da CinemaCon, onde o primeiro trailer (ainda não finalizado) foi exibido

Confira a descrição:

O trailer começa com uma narração do Paul Mescal como Lucius, filho do Maximus (protagonista do primeiro filme, interpretado por Russell Crowe). Sendo um escravo como seu pai, ele luta na arena e precisa enfrentar ameaças inesperadas, como um rinoceronte e até mesmo macacos assassinos – em combates muito mais grandiosos e perigosos do que no longa original.

Denzel Washington é um dos grandes destaques do vídeo, e promete ser uma figura importante na narrativa – manipulando conflitos políticos ao seu favor. Em sua busca pelo poder, ele quer a queda de Roma e pretende usar o personagem do Paul Mescal como um peão em seu jogo.

Pedro Pascal lidera o exército romano em diversas cenas épicas de batalha naval, e o trailer se encerra com uma cena épica entre Pascal e Mescal na arena.

Até o momento, tudo o que sabemos sobre a trama, estrelada por Paul Mescal (‘Aftersun’), é que vai contar a história de Lucio, filho de Lucilla (Connie Nielsen), numa batalha contra Roma, após se inspirar nas façanhas de Maximus (Russell Crowe).

A sequência do épico histórico também conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.

A sequência está programada para chegar aos cinemas em novembro de 2024.

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

‘Pequenas Cartas Obscenas’: Comédia com Olivia Colman e Jessie Buckley ganha data de estreia na Max!

‘Pequenas Cartas Obscenas’ (Wicked Little Letters), comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia Colman e Jessie Buckley, ganhou data de estreia no catálogo da Max.

O longa-metragem, que conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro.

Relembre o trailer:

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

pequenas cartas obscenas

‘The Last of Us’: 2ª temporada ganha imagens INÉDITAS; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ estreia no dia 13 de abril e, agora, foram divulgadas imagens inéditas do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Crítica | ‘A Guerra dos Mundos’ é uma deplorável adaptação do clássico de H.G. Wells

H.G. Wells é um importante nome da literatura de terror, cujas obras influenciaram e continuam influenciando gerações de romancistas, contistas, cineastas e até mesmo dramaturgos. O escritor britânico foi um dos responsáveis por cimentar o gênero da ficção científica nos vários âmbitos artísticos e sagrou-se como um inovador lendário que deu vida a títulos como ‘O Homem Invisível’, ‘A Ilha do Dr. Moreau’, ‘A Máquina do Tempo’ e inúmeros outros. E, dentre uma gama prolífica de extremo valor, uma de suas incursões mais famosas e prestigiadas é o clássico ‘A Guerra dos Mundos’.

Nome por trás das infinitas narrativas extraterrestres que povoam o imaginário popular, Wells foi homenageado diversas vezes com adaptações de seus escritos, incluindo um drama radiofônico encabeçado por Orson Welles – que causou pânico entre os ouvintes, visto que eles não sabiam que tudo era mera ficção – e uma releitura cinematográfica guiada por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise. Agora, somos convidados a mais uma recriação dessa atemporal história com ‘A Guerra dos Mundos’, recém-chegado ao catálogo do Prime Video e que traz uma configuração estética diferente das iterações predecessoras.

A trama é centrada em Will Radford (Ice Cube), especialista em vigilância e avaliação de ameaças do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Sofrendo com um trauma profundo que se manteve após a morte da esposa, Will também é um pai superprotetor movido pela necessidade incontrolável de proteger constantemente os filhos, Dave (Henry Hunter Hall) e Faith (Iman Benson), por mais que eles já saibam cuidar de si próprios. Crente de que está fazendo a coisa certa, o especialista em tecnologia vê tudo se desmantelar quando uma estranha chuva de meteoros cai sobre o planeta inteiro, apenas para revelar um ataque em massa de trípodes high-tech alienígenas que desejam alguma coisa.

Não demora muito até que Will, cuja missão anterior incluía encontrar um poderoso hacker conhecido como Disruptor (que havia colocado as mãos em documentos sigilosos do governo), perceba que segredos estão sendo mantidos a sete chaves e que seu chefe, Donald Briggs (Clark Gregg), Diretor do Departamento de Segurança, pode estar conectado com o massacre promovido por extraterrestres poderosos e imparáveis. Munido da ajuda de sua amiga, a Dra. Sandra Salas (Eva Longoria) à medida que é forçado a enfrentar uma dura realidade em relação aos filhos, Will faz de tudo para se tornar um improvável herói e salvar o mundo da extinção iminente.

O revival, como podemos caracterizar o projeto, marca a estreia diretorial de Rich Lee, conhecido por seu trabalho em videoclipes musicais de artistas como Lana Del Rey e Billie Eilish. E, por mais belas que as intenções do cineasta sejam, o resultado é muito aquém do esperado e transforma um projeto que tinha tudo para dar certo em um dos piores longas-metragens da década. Lee não apenas denota sua falta de preparo para comandar uma produção fílmica, como comete deslizes tão amadores que não podemos deixar de imaginar o que teria sido caso o longa tivesse caído nas mãos corretas.

O realizador pega páginas emprestadas de produções como ‘Amizade Desfeita’, ‘Buscando…’ e ‘Host’, filmes de terror e suspense que apresentaram uma nova vertente do found footage ao levar os espectadores para as telas de aparelhos tecnológicos – computadores, tablets, celulares e afins. A estética apresentada em ‘A Guerra dos Mundos’ já nos instiga a querer saber de que maneira o enredo tomará forma, visto que o épico cenário de fundo denota uma expansão imagética. E, enquanto o primeiro ato serve para apresentar os personagens e as subtramas que os unirão, os atos seguintes escalam a uma sucessão de erros crassos e indesculpáveis que se estendem para cada um de seus elementos.

O roteiro assinado por Kenneth A. Golde e Marc Hyman é uma regurgitação sem fim de explicações condescendentes que duvidam da inteligência do público em acompanhar uma trama simplória e batida. Os diálogos sem vida são redundantes e se afogam em uma falsa sensação de sagacidade que não tem consciência da própria estupidez – e que se valem de repetições sem fim e uma imposição mercadológica inexplicável e hilária (por todos os motivos errados). O fato de o elenco estar totalmente desconexo do que se apresenta não ajuda muito: Cube parece congelado em uma expressão ranzinza e exagerada do estereótipo do “paizão”, enquanto Benson e Hall mostram estar cansados demais para ao menos tentar; Longoria, por sua vez, é a única que traz um pouco de ritmo à história ao abraçar Sandra.

Um dos principais problemas do longa emerge por não prestar atenção numa inverossimilhança gritante que aparece tanto nas ocasionalidades irrefreáveis e numa cronologia sem sentido que nem ao menos se vale de recursos óbvios para situar o espectador do que está acontecendo. Os convencionalismos bradam sequência a sequência, tentando resgatar uma gota sequer de originalidade com reviravoltas tão previsíveis quanto seus personagens.

A verdade é que ‘A Guerra dos Mundos’ não justifica sua existência e mais passa a ideia de um grande comercial satírico da Amazon Prime do que um filme. Não há qualquer esforço por parte da equipe criativa e técnica em ao menos construir uma carta de amor a H.G. Wells ou ao sci-fi – e sim um péssimo projeto que não deveria ter recebido sinal verde.

‘Carrie’: Mike Flanangan explica por que quebrou sua própria regra sobre dirigir sequências ou remakes

Muito em breve, Mike Flanagan, um dos novos mestres do terror contemporâneo que ganhou destaque com produções como ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘Doutor Sono’ e ‘A Queda da Casa de Usher’, lançará o antecipado remake do clássico ‘Carrie, a Estranha’, inspirado no romance de Stephen King.

O projeto, entretanto, fez com que Flanagan quebrasse uma regra própria de não dirigir sequências ou novas versões de títulos já existentes – e, agora, ele explicou o motivo da decisão.

“Surgiu uma nova possibilidade, algo que pareceu muito oportuno e inovador”, ele disse em entrevista à revista Empire.

“Eu realmente gostei de explorar coisas que ainda não tinham sido feitas e de tentar encontrar novas maneiras de abordá-las”, Flanagan acrescenta. “E eu costumava dizer: ‘sem continuações’”.

Vale lembrar que Flanagan já havia quebrado essa regra ao ler o romance ‘Doutor Sono’, também de King, que funciona como sequência de ‘O Iluminado’: “isso me fez mudar de ideia”, disse ele, referindo-se à adaptação cinematográfica que comandou em 2019.

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Lembrando que Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) já havia confirmado através de seu Instagram que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha’ foram encerradas.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.

Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).

A minissérie contará com oito episódios.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.

 Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.

‘Confessions II’: Assista ao INCRÍVEL show de Madonna na Times Square!

Depois de divulgar o curta-metragem oficial do álbum ‘Confessions II’, a rainha do pop Madonna, em parceria com a plataforma de relacionamentos Grindr, lançou sua apresentação completa realizada em Nova York para promover o compilado de originais.

O show foi realizado na Times Square no último dia 4 de junho.

Assista na íntegra:

O álbum, que serve como sequência do aclamado ‘Confessions on a Dance Floor’, tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão, incluindo “I Feel So Free”“Bring Me Love” (esta em colaboração com a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter) e “Love Sensation”.

O projeto ainda marca mais uma parceria entre Madonna e Stuart Price, que produziu o disco original.

Relembre a tracklist:

 

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1. I Feel So Free
2. Good for the Soul
3. One Step Away
4. Bring Your Love
5. Danceteria
6. Read My Lips
7. Every Thing
8. Love Without Words
9. Bizarre
10. School
11. Fragile
12. My Sins Are My Savior

‘Confessions on a Dance Floor’ foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”“Sorry”“Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como BeyoncéLady GagaBritney Spears.

Palavras usadas em ‘Star Wars’ são adicionadas oficialmente na língua inglesa

Uma curiosa atualização foi publicada no site oficial do Oxford English Dictionary para reconhecer alguns termos da saga ‘Star Wars‘ como palavras padrão da língua inglesa.

Entre os termos, destacam-se ‘Jedi‘, ‘Padawan‘, e ‘Força‘.

O dicionário define os ‘Jedi‘ como “membros de uma ordem de monges guerreiros heroicos e habilidosos, capazes de se conectar ao poder místico da Força”.

Assim como nos filmes, ‘Padawan‘ é descrito como “um aprendiz de Jedi”, e a ‘Força‘ é “um campo de energia mística universal.”

Para quem não sabe, o Oxford English Dictionary é atualizado pela Universidade de Oxford, e é considerado um dos mais conceituados da língua inglesa.

Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinemas nacionais em 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘X-Men’: Fãs comemoram os 20 anos de lançamento do filme; Confira!

Em 2000, o 1º filme dos ‘X-Men‘ revolucionou as adaptações de quadrinhos para o cinema e serviu de inspiração para diversas produções de sucesso, como o MCU.

Estrelado por Patrick Stewart, Ian McKellen, Hugh Jackman, Halle Berry, Anna Paquin e Famke Janssen, o longa se tornou um clássico para os fãs e é elogiado até hoje, apesar das fracas sequências.

Por conta disso, alguns internautas resolveram comemorar os 20 anos de lançamento com mensagens de agradecimento e boas recordações.

Confira:

Orçado em US$ 75 milhões, a adaptação dirigida por Bryan Singer foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 296 milhões pelo mundo, além de acumular 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. 

Ao todo, a franquia ‘X-Men’ também conta com ‘X-Men 2′, ‘X-Men: O Confronto Final’, ‘X-Men: Primeira Classe’, ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’, ‘X-Men: Apocalipse’, e ‘X-Men: Fênix Negra’.   

Confirao pôster do original:

‘Os Eternos’: Diretora ainda está trabalhando na edição do filme

Se não fosse pela pandemia, ‘Os Eternos‘ teria sido lançado nos cinemas em novembro de 2020, mas acabou sendo adiado em um ano devido a pandemia do Coronavírus.

No entanto, o intervalo fez com que a Marvel fizesse algumas alterações na adaptação, que ainda não foi oficialmente finalizada.

De acordo com o Sundance Collab, a montagem do longa ainda está sendo ajustada pela diretora Chloé Zhao, que geralmente edita todos os seus próprios filmes.

A informação foi divulgada pelos editores Dylan Tichenor e Craig Wood, que trabalham com Zhao para entregar a edição final.

Inclusive, ela mesma está ajudando na montagem.

“Estamos trabalhando dia após dia com Chloe [Zhao], disse Tichenor. “Ela é incrível… Ela escreveu, dirigiu e está editando o filme por conta própria. Ela sabe muito bem o que faz.”

Ele continuou, afirmando que Zhao acompanha todo o processo do filme passo a passo, sem invadir o espaço da dupla.

“Ela não terminou as gravações e foi descansar. Ela nos consulta a todo momento e quer saber tudo o que estou pensando. Mas ela nos deu total liberdade para ajustarmos o que foi preciso, grande parte da edição foi feita sem ela, e isso nos deu muita confiança em nosso potencial.”

E aí, você está ansioso para descobrir as surpresas por trás dessa nova história?

Previsto para novembro de 2021, ‘Os Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Atriz de ‘O Livro de Boba Fett’ diz que “Dave Filoni é uma enciclopédia ambulante”

Dave Filoni é o co-criador de diversas atrações da saga ‘Star Wars‘, como as animações ‘The Clone Wars’ e ‘Rebels‘, além da vindoura série ‘O Livro de Boba Fett‘.

Por conta disso, o cineasta tem um vasto conhecimento da franquia, o que surpreendeu a atriz Jennifer Beals (‘Taken’), que fez uma ponta como uma alienígena Twi’lek.

Durante uma entrevista para a Variety, Beals disse que toda vez que precisava tirar dúvidas sobre sua personagem, ela preferia consultar Filoni do que fazer pesquisas na internet.

“Minha personagem é uma Twi’lek. E eu tive que ser lembrada quem são eles, de onde eles vêm, se são pacíficos, guerreiros… E Dave Filoni é simplesmente extraordinário. Ele é como uma enciclopédia ambulante. Eu podia pesquisar tudo isso na internet, mas preferi ir direto na fonte.”

Ela continuou:

“Eu me encontrava com Dave e nós conversávamos por horas sobre a personagem, como ela é diferente da linhagem que veio antes dela, o que formou suas experiências e como tudo isso muda a maneira como ela se mostra, se comporta e até como se veste. Eu tive uma verdadeira aula de história antropológica de raças e espécies fictícias.”

Lembrando que ‘O Livro de Boba Fett‘ tem estreia marcada para 29 de dezembro.

E aí, você está animado para mais uma atração inspirada na saga?

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Mistérios Sem Solução’: 3ª temporada ganha data de estreia na Netflix; Saiba quando!

No ano passado, a Netflix confirmou que a popular série documental ‘Mistérios Sem Solução’ ganhará um terceiro volume.

E, de acordo com o Screen Rant, a plataforma de streaming anunciou que os próximos episódios chegarão ao catálogo a partir de 18 de outubro.

Programada como um evento de três noites, a nova temporada terá seus episódios lançados semanalmente, com as outras duas partes agendadas para 25 de outubro e 1º de novembro.

Até o momento, ainda não foi divulgada a contagem oficial de episódios para o volume 3, mas como os outros dois são compostos por seis episódios cada, é provável que o novo ciclo repita a mesma quantidade.

Lembrando que os volumes anteriores continuam disponíveis.

Confira o trailer:

‘Mistérios Sem Solução’ foi uma febre nos anos 80 e retorna com mais desaparecimentos, mortes inexplicáveis e eventos paranormais e o mesmo estilo que o projeto original, usando reencenações e entrevistas para recontar as circunstâncias de mistérios não resolvidos. Narrando crimes, contos de amores perdidos, histórias sem explicações e até mesmo eventos paranormais, os espectadores serão encorajados a conectar as informações que podem levar à resolução do mistério.

Essa não é a primeira vez que a série ganha um revival. Em 2008, o canal Spike apresentou um reboot da série, apresentado por Dennis Farina.

Taika Waititi acredita que será “obsoleto e IRRELEVANTE” para o cinema em algumas décadas

Dos filmes do ‘Thor‘ para a Marvel ao premiado ‘Jojo Rabbit’, Taika Waititi se tornou um diretor amado e odiado pelo público, mas é um cineasta bastante notável na indústria.

Apesar disso, ele disse ao The Hollywood Reporter que acredita que se tornará um nome “obsoleto e irrelevante” para a 7ª arte em algumas décadas.

“Tenho 47 anos. Meu Deus, tirem essa pressão. As pessoas estão tão obcecadas em ganhar ‘likes’, deixar um legado ou serem lembradas. Aqui está a coisa: ninguém vai se lembrar de nós. Qual é o nome do diretor de ‘Casablanca’? Indiscutivelmente, um dos melhores filmes de todos os tempos. Ninguém sabe o nome dele. Como diabos eu espero ser lembrado? Então, quem se importa? Vamos apenas viver, fazer alguns filmes. Eles serão obsoletos e irrelevantes em 15 ou 20 anos.”

Ele continuou:

“E assim será comigo, e então eu vou morrer e outra pessoa pode fazer isso. Toda essa ideia de perseguir, perseguir, perseguir o estrelado na vida é tão… Nós temos que realmente trabalhar tanto? Talvez não.”

Vale lembrar que Waititi está há algum tempo envolvido em um projeto da saga ‘Star Wars‘, porém, até o momento, não há uma data oficial de estreia.

Conversando com portal em uma ocasião anterior, Waititi explicou os motivos da demora em finalizar o roteiro, destacando as dificuldades encontradas no desenvolvimento da história.

O diretor afirmou ter “uma ideia muito boa” para o filme, mas admitiu que tem enfrentado desafios na criação do cerne da trama, principalmente devido ao legado que ‘Star Wars‘ carrega consigo.

“Tenho uma ideia muito boa para [Star Wars]. É como em todos os filmes, tem todo o miolo [a ser considerado]. Você pensa, ‘O que vai acontecer?’ E então você olha para todos aqueles filmes antigos que são muito bons, e pensa, ‘Bem, acho que não posso usar um contrabandista com um ajudante alienígena’.”

Durante uma entrevista para a Variety, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, informou que Waititi estava escrevendo o roteiro sozinho e não queria envolver outros escritores para proteger sua voz única e singular.

“Taika ainda está trabalhando no projeto. Ele está escrevendo o roteiro sozinho e não quer trazer outras pessoas para esse processo, e eu não o culpo. Ele tem uma voz muito, muito única. Então queremos proteger isso e é isso que ele está fazendo. Mas um dia vamos fazer esse filme.”

Embora o projeto não tenha data de lançamento, o portal indica que o lançamento deve acontecer em dezembro de 2025, marcando o retorno dos filmes da saga.

Até o momento, ainda não há nenhum informação oficial sobre a trama do vindouro longa.

Enquanto aguardamos novidades sobre a narrativa e o elenco, vale lembrar que o filme mais recente de Waititi é ‘Thor: Amor e Trovão’.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Late Night With the Devil’: Ator do TERROR diz que se inspirou no Coringa de Heath Ledger

Intitulado ‘Late Night With the Devil’, o mais novo filme de David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’) já está em exibição nos cinemas, trazendo o astro como Jack Delroy, o apresentador de um bizarro talk show noturno.

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Dastmalchian revelou que o papel foi inspirado em parte no apresentador australiano Don Lane, mas também na performance de Heath Ledger como Coringa.

Para quem não sabe, Dastmalchian também atuou em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ como um dos capangas do Palhaço do Crime, tendo a oportunidade de ver de perto o trabalho de Ledger.

“Os irmãos [Cameron e Colin] Cairnes me enviaram um monte de imagens que acumularam de Don Lane”, disse Dastmalchian. “Se você não conhece Don Lane, ele era o Johnny Carson da televisão australiana. Ele era um americano que morava na Austrália e se tornou o apresentador de um grande talk show sindicalizado, o The Don Lane Show. O negócio é que muitas pessoas acham que Heath Ledger se inspirou nele para interpretar o Coringa.”

Ele continuou:

“É muito legal, e também é a natureza cíclica de ser um contador de histórias e o estranho caminho que ele seguiu. É estranho porque é uma inspiração compartilhada entre o meu personagem e o Coringa de Ledger.”

Lembrando que o aclamado terror conquistou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou sinistros US$ 666 mil no último domingo (24) nas bilheterias dos EUA.

A produção encerrou com sólidos US$ 2.8 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana no país.

O resultado representa a maior estreia da história da distribuidora IFC Films, superando o lançamento de ‘Observador‘ (US$827K) e ‘Skinamarink: Canção de Ninar‘ (US$819K).

Ambientada em 1977, a trama gira em torno de uma transmissão televisiva ao vivo que dá terrivelmente errada, libertando o mal nas telas de todo o país.

Relembre o trailer:

Além da excelente performance de David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), os críticos também elogiaram o tom original da produção, que a diferencia dos outros filmes do gênero e abraça completamente sua premissa única.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A mistura inesperada entre o tom bobo de um programa de televisão vintage e uma possessão demoníaca estilo ‘O Exorcista’ diferencia o filme das outras produções do gênero.” (Variety)

“‘Late Night with the Devil’ consegue explorar diversas ideias divertidas através de sua premissa e sua história funciona muito bem como uma metáfora sobre o preço do sucesso.” (Austin Chronicle)

“Uma visão brilhante para um mockumentário, que consegue explorar todo o seu potencial sem pular instantaneamente para o terror.” (Inverse)

“Este filme tem todos os ingredientes para ser um dos melhores filmes de terror do ano, dando aos diretores Colin Cairnes e Cameron Cairnes o destaque que eles há tanto merecem.” (AWJF.com)

“David Dastmalchian está excelente. Ele consegue dominar o filme ao encontrar o equilíbrio certo entre bajulador e carismático que dominou a cultura dos anos 70.” (RogerEbert.com)

“Demoniacamente divertido.” (ScreenHub)

“‘Late Night with the Devil’ não é apenas um excelente filme de terror que traz o caos no desfecho de sua narrativa, mas também consegue capturar de forma bem-sucedida a experiência de acompanhar esse caos acontecendo na televisão em tempo real.” (The Gate)

Colin e Cameron Cairnes são responsáveis pela direção.

O elenco ainda conta com Laura Gordon, Ian Bliss, Fayssal Bazzi, Ingrid Torelli, Rhys Auteri, Georgina Haig e Josh Quong Tar.

O longa será lançado pelo Shudder no dia 19 de abril.

‘One Piece’: Jamie Lee Curtis inicia campanha para participar da série live-action na Netflix

A famosa atriz Jamie Lee Curtis, conhecida por seus papéis icônicos em filmes como ‘Halloween‘ e ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘, recentemente expressou interesse em participar da série live-action de ‘One Piece‘, que está sendo produzida pela Netflix.

Em suas redes sociais, a ganhadora do Oscar compartilhou uma montagem da capa da edição japonesa do mangá, com seu rosto sobrepondo a personagem Kureha, um dos personagens da história original.

A iniciativa de Curtis em fazer parte do elenco da adaptação atendeu aos pedidos dos fãs que desejavam ver a atriz em um dos papéis na série. Em sua conta oficial do Twitter, ela escreveu: “Ei @netflix @OnePieceAnime, a Internet pediu e a mamãe precisa de um emprego. #curtisforkureha”.

One Piece’ é uma das séries de mangá e anime mais populares do mundo e conta a história do pirata Monkey D. Luffy e sua tripulação enquanto eles procuram o tesouro lendário conhecido como One Piece.

A adaptação live-action tem gerado muita expectativa entre os fãs da série e a adição de Jamie Lee Curtis pode ser um grande trunfo para a produção.

Segundo o What’s On Netflix, a série chega no catálogo do streaming dia 31 de Agosto de 2023.

A série está sendo produzida pela Tomorrow Studios, a mesma equipe de produção por trás da agora cancelada adaptação de ‘Cowboy Bebop‘.

Confira uma imagem e o cartaz:

Em entrevista ao Nux Taku, o showrunner e produtor executivo Matt Owens revelou que a adaptação terá muitas referências a eventos importantes da saga.

“Os espectadores terão que prestar atenção, pois haverá muitos easter eggs [na série live-action]. Foquem em tudo o que sabemos sobre o universo ‘One Piece’ atualmente em contraste com a época que o arco do East Blue terminou”.

Ele completa: “os fãs terão que ficar atentos por esses easter eggs. Prestem atenção em cartazes de foragidos, jornais e até mesmo diálogos. Pausem as cenas, tirem prints. Será muito divertido quando vocês descobrirem as referências”.

OwensSteven Maeda ficam responsáveis pela adaptação, que é baseada na saga mangá de Eiichiro Oda.

Fique ligado para mais informações!