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‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’: Série da HBO derivada de ‘Game of Thrones’ ganha vídeo com cenas inéditas

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ teve cenas inéditas reveladas em um vídeo postado pela Max.

Assista:

Empolgando os fãs do universo de ‘Game of Thrones’, George R.R. Martin compartilhou atualizações positivas sobre ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’.

Em seu site, o autor da obra de fantasia revelou fotos de sua visita ao set de filmagem da nova série prequel da HBO.

Enquanto tem alguns problemas com ‘A Casa do Dragão’, tendo criticado a série recentemente, George R.R. Martin parece ter uma opinião oposta sobre ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’.

George elogiou o trabalho do showrunner da série e destacou a fidelidade dos personagens em relação ao que foi descrito em seu livro.

“Visitei o set na Irlanda do Norte em julho e adorei o que vi. Elenco incrível. [Os personagens principais] Dunk e Egg parecem ter saído das páginas do meu livro. Meus leitores vão adorá-los. Eu certamente adoro. [O showrunner Ira Parker] está fazendo um ótimo trabalho” escreveu Martin.

Além disso, o escritor revelou que a nova produção será diferente das outras ambientadas em Westeros, oferecendo uma aventura mais pessoal e de menor escala em comparação com ‘Game of Thrones’ e ‘A Casa do Dragão’.

“Você pode achar o tom bastante diferente do de ‘Game of Thrones’ ou ‘A Casa do Dragão’; menor em escala, mais pessoal, com mais humor, mais foco nos personagens… mas também há perigo e morte. Tem lordes, damas e príncipes, mas eles dividem o palco com mais gente comum desta vez.”

Dessa forma, os fãs devem esperar por uma série mais curta e com foco em alguns personagens específicos, em contraste com uma trama geral mais ampla. No entanto, como é marca registrada do autor, ninguém estará seguro na nova produção.

Vale lembrar que recentemente o prequel ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, derivado que adapta “As Aventuras de Dunk e Egg”, concluiu suas filmagens.

De acordo com o ComicBook, as gravações começaram em junho e a maior parte da produção ocorreu no norte de Belfast, na Irlanda. Ainda serão necessários alguns meses para refilmagens, ajustes e a pós-produção (efeitos visuais, edição).

A série está prevista para estrear em 2025, preenchendo a lacuna até a 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão’, que deve voltar em 2026.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”

Segundo a VarietyEdward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também fazem parte do elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

a knight of the seven kingdoms
a knight of the seven kingdoms

Vídeo mostra a transformação de Bill Skarsgård como Pennywise na série ‘IT: Bem-Vindos a Derry’; Assista!

O quinto capítulo de ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘ finalmente marcou o retorno do ator Bill Skarsgård (‘Contra o Mundo’) como o icônico Pennywise.

Durante o episódio, o palhaço assassino é introduzido em toda sua glória após enganar e fazer as crianças entrarem nos esgotos – seu campo de caça favorito.

A Hbo Max divulgou um vídeo do ator sendo caracterizado como o palhaço.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Os espectadores ficaram muito animados em rever o antagonista em sua forma clássica, e suas reações foram hilárias. Conf

Intitulado In the Name of the Father, o próximo capítulo vai ao ar no dia 30 de novembro.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

‘The Swarm’: Vida marinha se revolta contra os humanos em nova série; Saiba mais!

De acordo com o Deadline, Frank Doelger, produtor executivo de ‘Game of Thrones‘, irá produzir uma nova série baseada no livro de Frank Schatzing, ‘The Swarm‘.

Na trama, “Baleias começam a afundar navios. Caranguejos  venenosas contaminam a reserva de água de Long Island. Por todo o mundo, os países começam a sentir os efeitos da vingança do oceano enquanto o mar e os seus habitantes começam uma revolução sangrenta contra a humanidade.”

A série se passará nos dias atuais. Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Espera-se que a produção comece em 2019.

Uma emissora/serviço de streaming ainda não foi encontrado para a série.

‘Monstro do Pântano’ aterroriza no primeiro trailer da série; Assista!

A DC Universe divulgou o primeiro trailer da série ‘Monstro do Pântano‘ (Swamp Thing).

Confira:

Apesar da Warner Bros. ter pausado da produção da série, a série ainda está programada para estrear no dia 31 de maio.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série será para maiores de 18 anos.

Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

O elenco conta com Crystal Reed, Adrienne Barbeau, Jennifer Beals, Virginia Madsen, Ian Ziering, Will Patton, Andy Bean, Derek Mears, Kevin Durand, Henderson Wade, Jeryl Prescott e Maria Sten.

Len Wiseman, conhecido pela franquia ‘Anjos da Noite‘, dirigirá o episódio piloto.

‘Manifest’: Vida e morte no novo clipe tenso da 2ª temporada; Confira!

A NBC divulgou um novo clipe tenso da 2ª temporada de ‘Manifest‘.

Confira:

O próximo ano irá estrear no dia 6 de janeiro de 2020.

No Brasil, a série foi lançada pelo Globoplay e sua primeira temporada já está disponível na plataforma.

Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

Quarentena? Kaique Brito compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o comediante Kaique Brito para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra ‘Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia’ começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

10 Filmes Perfeitos para Harmonizar com VINHOS!

O vinho, essa bebida não tão popular aqui em nosso país parece que vem caindo no gosto cada vez mais do brasileiro. Durante a pandemia, o consumo dessa bebida de aromas bem complexos, com seus variados tipos, aumentou consideravelmente no nosso país. Dentro desse contexto, há também a harmonização de vinhos com comidas, uma arte complexa repleta de teorias e gostos de todos os tipos.

Trazendo essa questão para nosso universo criativo cinéfilo, resolvemos exercitar e criar a nossa própria harmonização cinéfila de filmes e vinhos. Existem muitas listas por aí sobre esse assunto mas a maioria delas é contida por produções que tem o vinho de alguma forma como ingrediente para sua trama, como em Sideways, entre outros longas-metragens. Aqui, vamos tentar algo diferente. Exercitamos nossa mente cinéfila para buscar uma associação entre as características/tipos de vinhos com contextos perto dos paralelos com alguns filmes.

Preparados? Vamos para a lista:

 

Vinho Tinto

É um vinho potente e alguns subtipos até mesmo encorpados. É um dos tipos de vinhos que mais melhoram com o tempo. Isso quer dizer que em alguns casos, depois de abrir um vinho tinto após anos, provavelmente será uma experiência melhor do que se tivesse aberto antes. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que ficam cada vez melhores depois de um tempo, de uma época. Para tal, separamos dois filmes:

 

Whisky

O que dizer sobre a rotina monótona e a vontade de fazer diferente? Explorando o contraponto de forma trivial, com muitas expressões e poucos diálogos, o delicado filme uruguaio Whisky, dirigido pelos cineastas Juan Pablo Rebella e Pablo Stoll no ano de 2004, marcou uma geração de cinéfilos latinos que volta e meia conversam sobre esse ótimo trabalho nas rodinhas cinéfilas. Falar sobre a solidão de maneira detalhista é muito complicado e um dos méritos desse projeto é conseguir de alguma forma conectar o espectador aos sentimentos de ponto futuro principalmente da personagem Marta, interpretado pela ótima atriz Mirella Pascual.

Vencedor de mais de duas dezenas de prêmios, inclusive no Festival de Gramado aqui no Brasil, Whisky conta a história de Jacobo (Andrés Pazos), um dono de uma fábrica antiga de meias (que nem de longe pensa em se modernizar) que faz um acordo com sua funcionária de maior confiança, Marta (Mirella Pascual), para que ela finja ser sua esposa durante a estadia do irmão Herman (Jorge Bolani) que mora no Brasil mas vem passar uma temporada no Uruguai para um evento ligado a mãe deles. Durante esse tempo, todos os três acabam influenciando uns na vida dos outros, principalmente Marta que começa a enxergar um novo mundo de possibilidades.

Sensível até o último segundo. Cheio de dizeres fortes pelas entrelinhas, o roteiro navega pelos sentimentos dos três personagens de maneira leve e descontraída mesmo tendo uma carga forte de emoções em plano de fundo como o distanciamento dos irmãos por conta do tempo em que a mãe deles estava doente e um só deles cuidou dela. Marta é um contraponto, uma variável amorosa forte que os irmãos nunca tiveram em suas vidas quando eram jovens e isso acaba mexendo de formas diferentes mas com os dois. Esse detalhe nesse triângulo é o fator que salta a tela mas quase nada é mostrado especificamente. O bom do cinema é isso: não precisa dizer muito se o contexto já está completo. Belo filme.

 

O Preço de um Resgate

O que fazer sobre os dilemas da vida quando sentimos bem de perto as incertezas das escolhas? Um pai milionário, uma mãe carinhosa e um terrível sequestro mudam pra sempre a vida de uma família. A engenhosa trama já ganha o público na desqualificação do herói, totalmente imperfeito, que toma atitudes extremas e muito polêmicas quando precisa negociar com os sequestradores. Escrito pela dupla Richard Price e Alexander Ignon, e com direção do talentoso Ron Howard, O Preço de um Resgate, lançado no ano de 1996, é um poderoso drama sobre escolhas e até onde um homem pode ir (e isso você pode personificar no ‘herói’ ou no ‘vilão’) para provar seu ponto de vista, muitas vezes egoísta. Grande elenco no projeto: Mel Gibson, Rene Russo, Delroy Lindo, Gary Sinise, são alguns dos bons nomes.

Na trama, conhecemos o dono de uma poderosa empresa de aviação Tom Mullen (Mel Gibson), sua esposa Kate (Rene Russo) e seu filho Sean (Brawley Nolte). Os três vivem em uma luxuosa cobertura de frente para o central park em Nova Iorque. Certo dia, em um evento beneficente próximo de casa, Sean é sequestrado. Com sua vida virada pelo avesso e resolvendo chamar o FBI para ajudar a encontrar a criança, Tom chama a equipe de Lonnie Hawkins (Delroy Lindo), um negociador com experiência nesse tipo de situação. Só que as coisas logo saem do controle, principalmente quando Tom tem uma ideia e vai na televisão anunciá-la.

O roteiro é intenso e muito objetivo, nem vemos o tempo passar. Disponível na plataforma Netflix, o filme possui arcos muito bem definidos enrolados na interseção do sequestro, vemos muito bem os dois lados dessa história. O herói cheio de problemas é a grande chave para o sucesso da trama pois a torna imprevisível, e exatamente isso que acontece nesse universo de imperfeições, muito real, com falhas de caráter a todo instante, corrupção na polícia, atitudes inconsequentes e alta carga de adrenalina. Bom filme dos anos 90.

 

 

Vinho Branco

Quando pensamos em Vinho Branco pensamos em Leveza. É servido, geralmente, gelado pois assim transforma a acidez em frescor. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que encostam em temas profundos mas a maneira da narrativa e dos fatos apresentados acaba dando uma leveza para o refletir. Para tal, separamos dois filmes:

 

Força para Viver

Quase debutando na carreira de diretor (já que havia dirigido um filme feito para TV, Lip Service, na década de 80), o fabuloso ator William H. Macy reúne um elenco primoroso para contar uma história dramática sobre um pai em busca de redenção para um terrível trauma em sua vida. O nova iorquino Billy Crudup foi o escolhido para ser o protagonista, concorreu pela vaga com outros atores e a produção do filme não poderia ter escolhido melhor, Crudup emociona em cada cena, é algo tão tocante que deve gerar todos os tipos de reações do espectador, sem dúvidas um grande filme.

Na trama, conhecemos o confiante e bem-sucedido Sam (Crudup), um pai de família que vive intensamente seu cotidiano fazendo dinheiro com seu estável trabalho. Certo dia, uma grande tragédia acontece na biblioteca onde seu filho estudava e esse fato muda completamente o protagonista que se joga no alcoolismo, muda de cidade e vai morar em um barco bem longe de casa. Passados dois anos, agora trabalhando como pintor e sem muitas pretensões na vida, Sam recebe de sua ex-mulher Emily (interpretado pela sempre maravilhosa Felicity Huffman) uma caixa com alguns pertences do filho e isso o faz despertar para um elo esquecido que eles tinham, a música. Preso ainda pelos pensamentos doloridos de seu passado, Sam embarca numa jornada musical, principalmente quando conhece o carismático Quentin (Anton Yelchin) e resolve criar uma banda.

As canções chegam para Sam de maneira impactante, o aproxima novamente de seu filho. Eles possuíam uma boa relação mas pouco se viam, esses pensamentos de nunca poder estar tão presente na vida do filho, de querer voltar no tempo, praticamente destrói o protagonista por dentro. Conseguimos sentir toda a angústia e amargura desse grande personagem por conta da espetacular atuação de Billy Crudup.

 

Amores Inversos

A arte de se descobrir surge das maneiras mais simples, no modo de amar. Baseado no premiadíssimo livro de Alice Munro, Amores Inversos é uma daquelas produções que sem muita divulgação, às vezes até como uma grande surpresa pela simplicidade, chega devagarzinho e atinge em cheio nossos corações. A direção competente de Liza Johnson, o ótimo Nick Nolte e a maravilhosa atuação de Kristen Wiig colocam muita qualidade em cada sequência, cada diálogo, deste surpreendente filme.

Na trama, acompanhamos a sofrida e distante Johanna Parry (Kristen Wiig), uma pacata mulher que esconde dentro de si desejos e sonhos, sem condições de realizar. Certo dia, vai trabalhar na casa do emburrado Mr. McCauley (Nick Nolte) e lá se aproxima da jovem Sabitha (Hailee Steinfeld). O pai da menina, Ken (Guy Pearce), volta e meia aparece para ver a filha e Johanna logo se apaixona. Depois de uma brincadeira de mal gosto de Sabitha e sua amiga Edith (Sami Gayle), Johanna embarca em jornada de descobertas que influenciam o destino de sua vida e a de todos ao seu redor.

A dinâmica do filme é muito interessante. As histórias dos personagens vão se desenvolvendo de maneira muito uniforme e a cada nova informação acontece uma transformação maravilhosa que leva o espectador a pensar sobre as ações deles. É um filme que gera uma grande reflexão sobre sonhos e o desejo de despertar. O carisma da protagonista é justificado exatamente por isso, uma pessoa comum que poderíamos facilmente encontrar diariamente atravessando a rua ou comprando um pão na padaria. Mesmo correndo o risco da personagem estacionar em momentos de lentidão – fruto do estilo da narrativa – , Kristen Wiig constrói e desconstrói Johanna de maneira surpreendente.

 

Vinho Rosé

Divididos em leves e encorpados, são surpreendentes, com combinações inusitadas. Combina com muitos pratos e situações. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que nos surpreendem mesmo em alguns casos não sendo filmes tão profundos. Para tal, separamos dois filmes:

 

A Música da Minha Vida

As interseções de um gatilho musical, inspirador, que muda para sempre quem deixar que a mensagem chegue até o epicentro do seu coração. Pouco badalado, passou como uma flecha nos cinemas o drama/musical A Música da Minha Vida. Despretensioso, com um protagonista muito carismático e um roteiro redondo, vai conquistando o público aos poucos. A trilha é uma menção à parte já que o filme, baseado em fatos reais, também pode ser classificado como uma gigante homenagem aos 70 anos de vida, completados a pouco tempo, e aos mais de 50 anos de carreira de um dos maiores da música, o chefe, Bruce Springsteen.

Na trama, dirigida pela cineasta queniana Gurinder Chadha (do bom Driblando o Destino) o longa-metragem nos mostra o retrato da adolescência conturbada e criativa de Javed (Viveik Kalra) que vive com os pais descendentes de paquistaneses na Inglaterra no final da década de 80. Muito dedicado ao estudo mas sem muitos amigos e não aproveitando a vida como deveria por conta de costumes de sua família, certo dia ganha uma fita k7 de um músico que faz muito sucesso no mundo chamado Bruce Springsteen. As canções do ‘chefe’ começam a fazer sentido na vida de Javed e impulsionado pela força dessas letras começa a realizar uma grande revolução em sua vida.

Procurando uma palavra para definir esse projeto, só meio veio uma: inspirador. Muito difícil, você que não conhece, logo após terminar o filme não ir procurar/pesquisar Springsteen. Uma música, um filme, a cultura em geral, mudam vidas. Pena que alguns governantes nunca vão entender isso.

 

A Despedida

Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Lulu Wang em apenas seu segundo longa-metragem, The Farewell, explora um tema familiar complicado de maneira leve e argumentativa. Há delicadeza por todos os lados. Preenche com elegância os contornos culturais tendo como pano de fundo uma família que possui um problema em comum. Lançado no Festival de Sundance, essa linda história, infelizmente, não ganhou as telonas brasileiras.

O filme gira em torno da ótica de Billi (Awkwafina, em grande atuação que lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em filme de Musical ou Comédia), uma jovem chinesa que vive desde os seis anos nos Estados Unidos e certo dia recebe uma notícia terrível: sua querida e próxima avó está com Câncer de Pulmão avançado. Assim, os pais de Billi e os demais integrantes da família resolvem simular um casamento de um dos primos da protagonista para conseguirem reunir toda a família para uma espécie de despedida da querida vovó, essa última que não sabe que está com a doença.

Nas semanas que antecedem ao casamento fake, as reuniões de família e os debates sobre a China, Estados Unidos, sonhos, profissões, futuro e desejos preenchem o roteiro de maneira profunda e que explica muito os personagens envolvidos. Os pontos de vistas entre Oriente e ocidente são colocadas em prova sobre a questão do fardo emocional imposto pelo epicentro da história. Nesses momentos de clímax, vale mencionar a trilha sonora também, é belíssima, contorna os altos e baixos de maneira brilhante.

Tudo acaba girando em torno dos absurdos da mentira que causam conflito em toda uma família. Durante os arcos, os principais integrantes da família ganham forte espaço como se fossem pequenas pílulas emocionais. Esses conflitos entre os familiares são repletos de argumentos e acontecem diariamente. Nesses fortes diálogos repleto de personalidades distintas, entendemos melhor a força desse momento que estão vivendo e a dificuldade em esconder a verdade da mais velha da família.

 

Espumante

É uma espécie de vinho que passa por duas fermentações naturais. Está muito ligado a festas, comemorações, casamentos, eventos. Também paralelo quando pensamos em elegância. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que nos mostram comemorações pulsantes, algumas polêmicas, ou até mesmo histórias encantadoras que brindam ao amor. Para tal, separamos dois filmes:

 

Aqui em Casa Tudo bem

A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue. Com filmagens realizadas na paradisíaca ilha italiana de Ísquia, no golfo de Nápoles, o trabalho do cineasta Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade) reúne diversos personagens em uma comemoração para mostrar todos os altos e baixos, sonhos e esperanças, de uma família que convive pouco junto e quando se reúne, a poeira debaixo do tapete vem à tona. Entre alegrias e tristezas, Muccino retrata, sem muita profundidade dessa vez, o ambiente familiar e suas curiosas histórias.

Na trama, conhecemos a enorme família de Alba (Stefania Sandrelli) e Pietro (Ivano Marescotti), que reúnem filhos, sobrinho, netos para comemorem as bodas de ouro na pequena ilha de Ísqua, onde moram e possuem um restaurante. Tudo era para ser bem rápido, com os convidados chegando via balsa de diversos lugares. Porém, após a comemoração, na hora de voltarem para casa, uma forte tempestade impede da balsa retornar ao centro de Nápoles, fazendo com que todos os convidados precisem ficar por mais algumas horas na ilha. Assim, situações começam a serem instauradas, fruto de um passado não tão distante de todos os personagens. Cada um com seu drama, buscam inspiração na família para tentar driblar qualquer eventualidade do destino.

 

Coração de Leão – O Amor não tem tamanho

Um grande amor não se encontra em toda esquina. Partindo deste princípio básico do manual do romântico moderno, o diretor argentino Marcos Carnevale (do maravilhoso Elsa & Fred) volta as telas do cinema para falar sobre o amor. Coração de Leão – O Amor não tem Tamanho é um filme água com açúcar, divertido como os bons longas de humor argentino. Julieta Díaz e Guillermo Francella, ambos muito inspirados, formam um simpático e atraente par romântico que tira muitos risos da plateia.

Na trama, conhecemos a história de Ivana (Julieta Díaz), uma advogada divorciada que após perder seu celular em um ataque de fúria com seu ex-marido, conhece o arquiteto galanteador León (Guillermo Francella) que com sua lábia preponderante aos poucos vai conquistando por completo o coração da bela morena. A questão é que esse homem encantador é baixinho, tem apenas 1,36 de altura o que acaba gerando incertezas, medo e preconceito dentro e fora deste relacionamento inusitado. O baixinho entra como uma flecha certeira no coração de Ivana mas será que ambos conseguirão suportar as críticas a esse amor?

A maturidade e a elegância com que o assunto da diferença de altura é tratado eleva a qualidade da trama. O longa-metragem é uma deliciosa viagem aos caminhos de amor. Sensível e romântico, o filme promete inspirar muitos corações perdidos que buscam um recomeço na arte do amar. Uma lição fica: encontrar alguém de verdade é algo que acontece poucas vezes na vida. Não é verdade? Não se feche para um grande amor e com certeza não perca esse belo filme.

 

Frisante

É uma opção leve e refrescante, não tão conhecido como os outros tipos de vinhos citados. Parece um espumante mas não é. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções pouco conhecidas mas que são ótimas. Para tal, separamos dois filmes:

 

Pecados Antigos, Longas Sombras

É com muito terror que vemos a desunião das moléculas da nossa própria existência. Vencedor de 10 prêmios Goya (o Oscar do cinema espanhol), o longa-metragem Pecados Antigos, Longas Sombras, dirigido pelo cineasta espanhol Alberto Rodríguez é um True Detective com sotaque hispânico. Um suspense com detalhadas pistas sobre as conclusões dos atos finais que faz o espectador não desgrudar os olhos da telona. Além de uma trama para lá de sólida, o filme possui uma fotografia belíssima.

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

O conflito entre as personalidades dos protagonistas é o ponto central da trama, é para onde vai a atenção do público logo nos primeiros minutos, também por conta do ato final onde escondidas situações chegam à luz.

 

 

Lições em Família

A adversidade é um trampolim para a maturidade. Em seu terceiro longa-metragem do currículo, o norte-americano Zach Braff, que você já deve ter ouvido falar por conta do seriado Scrubs, volta a falar sobre dramas familiares e personagens complexos no intrigante e cheio de metáforas Wish I Was Here. O filme é um drama comovente sobre a arte do crescer e saber a hora certa de adicionar componentes de maturidade nas suas escolhas de vida.

Na trama, conhecemos um ator desempregado chamado Aidan (Zach Braff), pai de dois filhos, que vive às custas de sua mulher Sarah (Kate Hudson) que é extremamente infeliz no casamento. Para piorar, seu pai Gabe (Mandy Patinkin) está com câncer terminal e sua vida começa a desabar ao seu redor. Assim, o protagonista embarcará em uma jornada em busca de um novo sentido para seu destino.

Como em todo filme de Braff, uma ótima trilha sonora se mistura adequadamente às sequências. Falando no diretor, esse artista completo, é um dos poucos que conseguem dirigir e atuar com muito êxito em seus projetos.

 

 

Bem, tomara que tenham gostado de mais esse exercício cinéfilo! Comentem!

 

10 filmes para se apaixonar e esquecer do tempo

Seja em um drama profundo sobre resiliência após uma devastadora tempestade, seja nos obstáculos enfrentados em uma jornada rumo aos próprios sonhos, alguns filmes preenchem as lacunas da emoção com tramas envolventes e que chegam fácil na emoção.

Para você que está em busca de um bom título para se apaixonar e esquecer do tempo, segue abaixo algumas sugestões:

 

Sorry, Baby

Neste belíssimo, sensível e cativante filme, conhecemos Agnes, uma jovem professora de literatura que, ao longo dos últimos anos, tem enfrentado profundas descobertas sobre o viver após sofrer um trauma impactante.

 

Sob as Estrelas (Prime Video)

Dirigido por Sébastien Tulard, em Sob as Estrelas acompanhamos a trajetória de um jovem que, após uma infância difícil, vai atrás dos seus sonhos em busca do sucesso no ramo da confeitaria.

 

Uma Boa Pessoa (Prime Video)

Allison (Florence Pugh) é uma mulher de 26 anos que está em um momento muito feliz, prestes a se casar com o grande amor de sua vida. Só que um dia, uma tragédia acontece. Tentando seguir em frente, meses após o ocorrido, seu destino novamente se cruza com o do seu ex-sogro, Daniel (Morgan Freeman), um ex-policial e também ex-alcoólatra. Ambos vão buscar curar feridas do passado.

 

Eternidade (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Após morrer, uma mulher desperta em um lugar onde as almas precisam definir, em alguns dias, onde passarão a eternidade. Ela só não esperava ter que escolher entre seu último marido – com quem dividiu praticamente toda a vida – e seu primeiro grande amor.

 

Valor Sentimental (Em cartaz nos cinemas)

Um diretor de cinema, que mantém uma relação distante e estremecida com as duas filhas, está prestes a iniciar seu novo filme e oferece o papel principal a uma delas. Diante da recusa, ele convida uma famosa atriz norte-americana para o projeto. Aos poucos, vamos compreendendo a complexa dinâmica familiar que se forma, marcada por sentimentos conflitantes de todos os lados.

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

A Natureza das Coisas Invisíveis (Netflix)

Gloria é uma jovem super inteligente e comunicativa que acabou de entrar de férias. Sem ter com quem deixá-la, sua mãe, uma profissional da saúde, a leva diariamente ao hospital onde trabalha. Um dia, dá entrada na emergência Sofia, uma menina trans, neta de uma senhora que adoeceu. Com idades próximas, Gloria e Sofia logo se tornam amigas. As mães resolvem levá-las até um sítio, e lá começam a ultrapassar páginas do passado e abrir os horizontes para o futuro.

 

The Last Showgirl (HBO MAX)

Shelly (Pamela Anderson) é uma dançarina de um antigo show em Las Vegas e integra o elenco do espetáculo há muitas décadas. Ao receber a notícia que a atração será encerrada, começa a entrar em conflito com as escolhas que fez até então. Enquanto busca alguma saída para se reinventar profissionalmente, sua filha reaparece em sua vida.

 

Baby (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem Wellington que, ao sair de um reformatório, vai em busca dos pais quem não manteve contato enquanto estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, seu destino se cruza com o de Ronaldo. Aos poucos, esse relacionamento se estabelece com muitas fases: desde o amor intenso até caóticos desencontros.

 

A Pior Pessoa do Mundo (Prime Video)

Dirigido por Joachim Trier, esse filmaço nos leva até a história de uma jovem perto dos 30 anos que se encontra em diversas dúvidas na sua vida, passando por momentos importantes e amadurecendo conforme reflete sobre o que passou.

Crítica | Lady Gaga explora os próprios medos com o revolucionário EP ‘The Fame Monster’

Publicado originalmente em 25 de março de 2019.

Quando a década de 2000 estava chegando ao seu fim, o mundo desejava saber quem era Lady Gaga. Afinal, depois de marcar uma grande presença em 2008 com o lançamento de ‘The Fame’, a qual tornou-se uma das maiores estreias da história da música contemporânea, a crítica e o público estavam doidos para conhecer mais sobre seu background – afinal, tudo o que se dizia a respeito da cantora estadunidense não tinha base sólida: sabia-se sobre suas influências artísticas dos movimentos avant-garde, como Andy Warhol e a instauração do vigor pop art e o estilo transgressor da haute couture de Thierry Mougler. Mas era apenas isso. E seu primeiro álbum de estúdio apenas reforçou a assegurada imagem que tínhamos da artista, uma celebridade sedenta por suas próprias ambições e que tinha a capacidade de compreender as consequências de suas escolhas.

Entretanto, o que realmente podemos pensar de alguém que, repentinamente, abandona esses desejos para mergulhar nos mais profundos medos? Em uma terra governada pela saturação da autopreservação e da segurança, enfrentar aquilo que se mais teme é uma jogada perigosa, mas que requer coragem e equilíbrio psicológico. E é exatamente isso o que Gaga propõe com seu segundo disco, intitulado The Fame Monster’ – uma expansão muito bem arquitetada em relação ao primeiro, visto que a tradução “monstro” normalmente se refere àquilo que desconhecemos e que receamos.

O álbum se inicia com o medo mais puro e mais conhecido do ser humano – o medo do amor. Em “Bad Romance”lead single do disco que recebeu inúmeros prêmios, a artista discorre sobre seus receios e seus anseios para um sentimento que lhe corrói cada vez mais. Conforme a narrativa segue, Gaga fala que ela quer se sentir amada, seja na tristeza ou na alegria, seja com todos os defeitos que seu par romântico tenha. Inclusive, é interessante notar como a letra da canção é visceral a ponto de chegar ao escatológico: desde que o interlocutor a quem se dirige mostre-se nu e cru, ela não se importa. Ela deseja amar, incondicionalmente, aquele que estiver disposto a aceitar uma relação de reciprocidade. Em uma batida que relembra os primórdios do synthpop, ainda acompanhado com a marca do electro de sua obra anterior, a composição musical atravessa uma progressão notável até explodir numa estrofe genialmente bem articulada.

“Bad Romance” é, sem dúvida, a faixa mais relembrada do disco, não apenas pela majestuosidade com a qual é composta, mas sim por suas referências. The Fame Monster’ é, muito mais que The Fame’, uma jornada pelas fases da obsessão, agora do eu lírico por aqueles que lhe fascinam e lhe causam temor ao mesmo tempo. Suas alusões aos filmes de Alfred HitchockPsicose’Janela Indiscreta’ e Um Corpo que Cai’ (“I want your Psycho, your Vertigo shtick; while you’re on my Rear Window, baby it’s sick”), deixam claro que essa necessidade e essa fixação para com o outro é viciante e envolvente ao ponto de até mesmo funcionar como droga. E sua explicitação, ainda que choque, tem a capacidade de dialogar com qualquer pessoa que tenha passado pela mesma situação.

O frenético ritmo sofre uma brusca freada com Alejandro”, uma continuação não-convencional e ao mesmo tempo compreensiva a compulsão amorosa: em uma arquitetura clássica, permeada ainda pelos acordes bruscos do teclado sintético, violinos surgem como pano de fundo para uma relação bem mais carnal. “Sei que somos jovens, e sei que você me amar. Mas não posso mais viver assim com você, Alejandro”: essa é a frase que abre uma poderosa canção sobre castidade, sexo, dominação e submissão. Aqui, Gaga é influenciada pelos homens que passaram pela sua vida, incluindo o personagem-título, que parecem forçá-la a entrar no inescapável círculo do prazer – e isso não apenas a deixa desconfortável, como ativa um gatilho de um passado conturbado e traumático envolvendo seu pai e sua inocência.

“Monster”, um título muito pertinente para a conjuntura do disco, é uma via de duas mãos e uma construção controversa interessante de ser analisada. Apesar da melodia suave e por vezes alegre, a narrativa fala sobre o medo dos homens. Constantemente referindo-se ao jovem pelo qual está apaixonada como “monstro”, Gaga compreende que ele tem um apetite voraz por seu corpo e até mesmo por sua mente (“Ele comeu meu coração, e comeu meu cérebro”). Uma associação que à prima vista parece boba, mas que esconde um desejo de controle acerca de uma pessoa: tê-la para si a qualquer custo, mesmo que isso signifique deixar as máscaras cair. Aqui, a batida techno permanece em um looping quase não perceptível e que, com os poderosos e ecoantes vocais da cantora, tornam-se agradáveis.

Apesar das investidas pessoais, a cantora conversa de forma generalizada com um público cuja principal característica é a fragmentação; uma personalidade marcada pelo bombardeio de tantas informações audiovisuais e literárias que fica difícil defini-lo com uma essência. E talvez essa construção, fruto de anos de experiências, seja ameaçada pelo medo à morte, reverenciada de forma trágica e melodiosa com Speechless”, uma música que nos arremessa de volta para os anos 1980 e nos deixa presos em uma pequena cidade, solitários e à mercê de nossa própria ruína. E que melhor saída para a solidão que embriagar-se? Aparentemente nenhuma, visto que a suposta sequência para esse abandono emerge na deliciosa faixa So Happy I Could Die”.

O segundo ápice do álbum vem com Telephone”. A música é tão épica em seu sentido mais amplo que consegue transpassar por todos os acordes ao mesmo tempo em que traz uma história progressiva que acompanha todos os instrumentos e culmina em uma conclusão ainda mais emocionante e definitivamente satisfatória. A improvável continuação de Paparazzi” não apenas remonta Gaga como a figura criminosa que faria de tudo para alcançar seus objetivos, mas também demonstra como ser controlada não é uma opção: ela deseja ser livre para fazer o que quiser, e não está sozinha para reafirmar seus ideias, visto que seu contralto mescla-se perfeitamente com a harmônica voz de Beyoncé.

Muitos podem considerar Teeth” como a conclusão do álbum. Mas pessoalmente, digo que essa canção, apesar de envolvente nas primeiras batidas muito bem demarcadas, torna-se monótona – o que realmente a salva é sua letra, a qual gira ao redor de um momento de revelação e que conversa diretamente com o medo da verdade. Dance in the Dark”, ao contrário, tem uma construção etérea, quase transcendental, adornada com os melhores componentes do synthpop e do techno house, bem como alguns despontes do glam: tudo para construir uma atmosfera emocionante caso prestemos atenção à narrativa, que tem como foco uma mulher que teme sua própria expressividade perante um relacionamento abusivo e controlador com alguém sem brilho e sem personalidade.

É inegável dizer que a persona por trás de Lady Gaga começa a dar às caras nesse corajoso retrato de seus traumas e receios. The Fame Monster’ é um claro avanço em sua carreira, que eleva seu nome para um patamar consideravelmente alto, além de dar abertura para novas e arriscadas tentativas que se provam dignas de aplausos.

Notas por faixa:

  • Bad Romance – 5/5
  • Alejandro – 4,5/5
  • Monster – 4/5
  • Speechless – 4,5/5
  • Dance in the Dark – 5/5
  • Telephone – 5/5
  • So Happy I Could Die – 4/5
  • Teeth – 3,5/5

Ator de ‘A Múmia’ diz que áudio vazado de Tom Cruise corresponde exatamente a quem ele é

Em dezembro do ano passado, as filmagens de ‘Missão Impossível 7’ aconteciam sob estritos protocolos contra o COVID-19, para impedir a disseminação do vírus.

Tom Cruise, astro da franquia, inclusive foi bastante incisivo em relação a alguns membros da equipe que não levavam as medidas de segurança a sério, dizendo em um áudio vazado que, “se eu ver vocês fazendo isso de novo, vocês estão fora”.

Agora, Jake Johnson, que trabalhou com Cruise no remake de ‘A Múmia’, comentou que ele pode não ter sido a pessoa com quem o astro estava gritando, mas certamente reconheceu a mesma intensidade de quando dividiu o set de filmagens com ele.

“Ele é um cara intenso”, Johnson revelou ao The Last Laugh“Digo, tudo o que ele quer fazer em um filme – não posso fazer declarações sobre o homem do lado de fora, pois não o conheço tão bem -, mas em termos cinematográficos, ele quer entreter o público e, se você não quer fazer isso, vai ser chutado para fora, porque ele está aqui para divertir e está disposto a se colocar em perigo para isso”.

Lembrando que ‘Missão Impossível 7’ também com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

A sequência também marca a estreia das estrelas da Marvel Pom Klementieff e Hayley Atwell na franquia.

Recentemente, foi anunciado que Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’) se juntaram ao elenco.

Paramount Pictures revelou que ‘Missão: Impossível 7‘ chegará aos cinemas em 26 de maio de 2022.

‘Meu Pé de Laranja Lima’: Drama com João Guilherme e José de Abreu estreia na Netflix

O drama fantástico ‘Meu Pé de Laranja Lima’, adaptação do clássico romance assinado por José Mauro de Vasconcellos, já está disponível na Netflix.

O título foi lançado hoje, 04 de janeiro, na plataforma de streaming.

Na trama, Zezé (João Guilherme Ávila) é um garoto de oito anos que, apesar de levado, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta, devido ao fato de que seu pai está desempregado há bastante tempo, e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece Portuga (José de Abreu), um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo.

Relembre o trailer:

Marcos Bernstein ficou responsável pela direção e também assinou o roteiro ao lado de Melanie Diamantas.

Caco CioclerEduardo DascarFernanda ViannaPedro ValleLeônidas José e outros também fizeram parte do elenco.

Com críticas relativamente positivas, o longa foi elogiado pelas atuações do elenco e pela fotografia de Gustavo Hadba. Além disso, conquistou o prêmio de Melhor Filme Infanto-Juvenil no Festival de Roma, além de ter sido selecionado para o Troféu Redentor no Festival do Rio.

‘Elis’: Cinebiografia sobre Elis Regina já está disponível na Netflix!

‘Elis’, cinebiografia que conta a história da icônica musicista brasileira Elis Regina, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 25 de maio, na plataforma de streaming.

Cantora desde a infância, Elis Regina Carvalho Costa (Andreia Horta) entra na vida adulta deixando o Rio Grande do Sul para espalhar seu talento pelo Brasil a partir do Rio de Janeiro. Em rápida ascensão, ela logo conquista uma legião de fãs, entre eles o famoso compositor e produtor Ronaldo Bôscoli (Gustavo Machado), com quem acaba se casando. Estrela de TV, polêmica, intensa e briguenta, a “Pimentinha” não tarda a ser reconhecida como a maior voz do Brasil, em carreira marcada por altos e baixos.

Relembre o trailer:

Vencedor de três Kikitos no 44º Festival de Gramado – melhor filme pelo júri popular, melhor atriz para Horta e melhor montagem para Tiago Feliciano -, o longa traz algumas das mais relevantes passagens da carreira e vida pessoal da gaúcha como a chegada ao Rio de Janeiro no dia do Golpe de 1964; o primeiro contato com o boa praça Luiz Carlos Miéle e o charmoso Ronaldo Bôscoli, seu primeiro marido; o rápido sucesso e amadurecimento musical; o terror imposto pelos militares; a parceria amorosa e artística com o pianista César Camargo Mariano, que rendeu espetáculos históricos como “Falso Brilhante”; a maternidade e o fim da vida.

No elenco estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli; e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis.

‘The Winchesters’: Mary e John investigam um desaparecimento na prévia do episódio 01×03; Confira!

The CW divulgou a promo oficial do 3º episódio de ‘The Winchesters’, intitulado “You’re Lost Little Girl”.

Na trama, “quando o vizinho de Mary desaparece misteriosamente, ela e John começam a investigar seu desaparecimento. Durante a investigação, John se reúne com alguém de seu passado. Carlos e Ada firmam laços à medida que seguem uma pista em potencial do parceiro do demônio. Enquanto isso, Latika cruza caminho com um folclore antigo que passou por sua família, com esperança de ajudar Mary e John”.

O capítulo vai ao ar no dia 25 de outubro.

Confira:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

Toni Collette é destaque nas novas imagens de ‘The Power’, suspense sci-fi do Prime Video; Confira!

O Prime Video divulgou novas imagens oficiais da vindoura série sci-fi ‘The Power‘.

O suspense dramático da SISTER (‘Chernobyl’) é baseado no romance homônimo premiado da autora britânica Naomi Alderman, e será lançado exclusivamente na plataforma de streaming no dia 31 de março.

Confira, junto ao trailer completo:

The Power mostra o nosso mundo, mas com uma reviravolta da natureza. De repente, e sem aviso, as meninas adolescentes desenvolvem o poder de eletrocutar as pessoas quando quiserem. A série apresenta um elenco de personagens notáveis de Londres a Seattle, da Nigéria à Europa Oriental, enquanto o Poder evolui de um formigamento nas clavículas das jovens para uma reversão completa do equilíbrio de poder do mundo.

No elenco, Toni Collette estrela a série interpretando a prefeita Margot Cleary-Lopez, junto a John Leguizamo como Rob Lopez, Auli’i Cravalho como Jos Cleary-Lopez, Toheeb Jimoh interpretando Tunde Ojo, Josh Charles no papel de Daniel Dandon, Eddie Marsan como Bernie Monke, Ria Zmitrowicz como Roxy Monke, Zrinka Cvitešić como Tatiana Moskalev, Halle Bush no papel de Allie Montgomery, entre outros.

‘Family Switch’: Comédia da Netflix com Emma Myers e Jennifer Garner ganha foto e data de estreia

Netflix divulgou a primeira imagem oficial de ‘Family Switch’, comédia estrelada por Emma Myers, de ‘Wandinha’, e a icônica Jennifer Garner.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 05 de outubro.

Confira:

Na trama, “os quatro membros da família Walker se veem em uma clássica e inconveniente troca de corpos à la ‘Sexta-Feira Muito Louca’, cortesia de uma visita nada interessante a um astrólogo. Para poderem voltar ao normal, pais e filhos devem aprender a realmente se conectar e compreender uns aos outros. Não é uma tarefa fácil, principalmente em um dia cheio de entrevistas com faculdades, testes de futebol e outros grandes eventos”.

Myers e Garner co-estrelam a produção ao lado de Ed HelmsBrady Noon, dando vida a CC Walker, Jess Walker, Bill Walker e Wyatt Walker, respectivamente.

O longa é baseado no romance ‘Bedtime For Mommy’, de Amy Krouse-Rosenthal, com roteiro assinado por Victoria Strouse.

Joseph McGinty Nichol entra como diretor, enquanto Garner é uma das produtoras.

‘Cuckoo’: Terror estrelado por Hunter Schafer DIVIDE a crítica internacional; Confira!

O terror slasher ‘Cuckoo‘, estrelado pela Hunter Schafer (‘Euphoria’), estreia apenas em 03 de maio nos cinemas norte-americanos – mas já pôde ser conferido por alguns jornalistas.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem dividiu os especialistas internacionais, amargando 56% de aprovação com base em 9 reviews (dentre as quais 5 são positivas e 4, negativas).

Confira os comentários:

“Poderíamos desejar que o absurdo da presunção fosse acompanhado por um pouco mais de irreverência no roteiro e audácia imagética” – Slant Magazine.

“É mais fácil rir [do filme]… Do que desfrutar dele” – IndieWire.

“Embora seja confuso e frequentemente desconcertante, ‘Cuckoo’ ao menos faz jus ao seu título, com um compromisso com reviravoltas alegremente malucas e uma coleção de performances coadjuvantes divertidamente perturbadas” – Screen International.

“Em Schafer e Stevens, [o filme] tem dois adversários ferozmente convincentes” – THR.

“Deveria ter sido incrível. Poderia ter sido assustador. Caso contrário, deveria ter sido hilário. Mas foi simplesmente ruim” – Critic’s Notebook.

“Relutantemente, Gretchen, de 17 anos, deixa sua casa nos Estados Unidos para morar com o pai, que acaba de se mudar para um resort nos Alpes alemães com sua nova família. Chegando em sua futura residência, eles são recebidos pelo Sr. König, chefe de seu pai, que tem um interesse inexplicável pela muda meia-irmã de Gretchen, Alma.

Algo não parece certo neste tranquilo paraíso de férias. Gretchen é atormentada por ruídos estranhos e visões sangrentas até descobrir um segredo chocante que também diz respeito à sua própria família.”

O elenco ainda conta com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).

Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também fica responsável pela direção.

O cineasta repete sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.

Happier Than Ever | As melhores músicas do ACLAMADO 2º álbum de Billie Eilish

Há exatos três anos, Billie Eilish lançava seu aguardado segundo álbum de estúdio: ‘Happier Than Ever’.

O fantástico compilado de originais se baseou em um arranjo de estilos como o electropop, o synth-pop, o jazz-pop e o downtempo, apresentando uma configuração mais sombria e mais amadurecida que a produção anterior, ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’.

O poderoso disco foi aclamado pela crítica e fez um sucesso gigantesco entre o público, estreando em primeiro lugar na Billboard 200 e conquistando inúmeras indicações ao Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano. Como se não bastasse, o compilado rendeu nada menos que sete singles promocionais que reiteraram o poderoso enlace entre Eilish e seu irmão, Finneas O’Connell.

Para celebrar o segundo aniversário da obra, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.

Confira abaixo:

5. “MY FUTURE”

Uma das primeiras faixas promocionais de ‘Happier Than Ever’ foi “My Future”, uma belíssima e inesperada faixa que manteve laços artísticos com a produção anterior sem deixar de lado a busca pela originalidade – movida essencialmente pelo piano, pela sutileza dos vocais e por uma produção impecável cortesia das habilidosas mãos de Finneas O’Connell.

4. “THEREFORE I AM”

Através do disco, é notável como Billie não tem remorsos em fazer o que bem entender: em “Therefore I Am”, outro dos singles promocionais lançados em 2020, ela retoma o pop noir de “bad guy”, que a colocou no topo das paradas mundiais e lhe rendeu duas estatuetas do Grammy (Música do Ano e Canção do Ano), em uma narrativa que beira o metafísico sem perder a veia ácida (“não sou sua amiga ou qualquer coisa, droga; você acha que é o cara”).

3. “NDA”

Álbum: Happier Than Ever

“NDA”, um dos grandes ápices de ‘Happier Than Ever’, arranca uma das melhores letras dos últimos anos (“levei um garoto bonito para casa, mas ele não pôde ficar; quando saiu, o fiz assinar um acordo de sigilo”) e explode em um electro-pop ecoante. Billie puxa elementos do pop noir que vinha trabalhando desde 2015 e que eternizou em 2019, com batidas bem demarcadas e um potente sintetizador que nos arrebata desde os primeiros segundos.

2. “HAPPIER THAN EVER”

Álbum: Happier Than Ever

A faixa-título de ‘Happier Than Ever’, seu segundo álbum de estúdio, foi uma grande surpresa para os fãs da cantora e caiu no gosto por seu caráter antêmico e nostálgico – além de apresentar um novo lado artístico de Eilish que não sabíamos que ela tinha. A canção carrega um classicismo mascarado e fabulesco, cuja candura invejável é apenas a cereja do bolo de um denso paradoxo que só pode ser sentido, não explicado.

1. “OXYTOCIN”

Álbum: Happier Than Ever

“Oxytocin”, facilmente a entrada mais surpreendente do álbum, é uma viagem críptica e narcótica meticulosamente arquitetada por Billie Eilish, mimetizando e sintetizando o trance em algo único e que é pouco encontrado no cenário mainstream da atualidade. O sugestivo título não esconde nada por trás dos cruciantes versos que denotam um retardatário controle da liberdade feminina e que não pensam duas vezes antes de “cutucar” um tradicionalismo condenável.

10 músicas POUCO conhecidas de Taylor Swift que você deveria conhecer

Taylor Swift é um dos maiores nomes da história da música e, dia após dia, reitera seu lendário status no cenário fonográfico.

Ao longo de sua carreira, Swift nos presenteou com ótimos singles que dominaram as paradas ao redor do mundo e conquistaram dezenas de prêmios – como “We Are Never Ever Getting Back Together”“Blank Space”“Style”“Anti-Hero” e vários outros. Porém, diversas canção de seus álbuns mereciam maior reconhecimento do que têm – e que se tornaram favoritas dos ouvintes com o passar dos anos.

Pensando nisso, preparamos uma breve matéria elencando dez músicas pouco conhecidas de sua carreira que você precisa conhecer.

Veja nossas escolhas abaixo e conte para nós qual mais você gostaria de ter visto na lista:

“BACK TO DECEMBER”

Álbum: Speak Now

Aclamado pela crítica internacional e uma das favoritas do público, “Back to December” gira em torno de um relacionamento que chegou ao fim e que traz um eu lírico desesperado por perdão. A orquestral balada country-pop foi elogiada pelo pungente liricismo e pela apaixonante melodia.

“THE STORY OF US”

Álbum: Speak Now

Mesmo com uma recepção mista por parte da crítica especializada, “The Story Of Us” mostrou que Taylor não tinha medo de explorar outros gêneros que não suas raízes country. Nesse power pop, Swift escreveu a canção depois de ter encontrado um ex-namorado em uma premiação musical.

“SPEAK NOW”

Álbum: Speak Now

Resgatando os primeiros anos de sua carreira musical, “Speak Now” se respaldou em um marcante country-pop acompanhado de violões, guitarras e um ecoante piano em segundo plano. A lírica pode até ser familiar, mas a divertida aventura a que Swift nos convidou a ouvir é uma homenagem a uma de suas principais influências, Shania Twain.

“ALL YOU HAD TO DO WAS STAY”

Álbum: 1989

“All You Had To Do Was Stay” pode não ser um single oficial de ‘1989’, mas é um de seus pontos altos depois de “Out of the Woods”. Trazendo Swift no melhor de sua composição pop, a semi-balada é construída com singelo crescendo que se envolve em um dançante refrão e uma análise de um amor que não foi correspondido e que, agora, é tarde demais para ser recuperado.

“I KNOW PLACES”

Álbum: 1989

Assim como tantos outros hinos esquecidos em ‘1989’“I Know Places” se tornou uma das favoritas dos fãs por sua lírica temperamental e densa e pelo belíssimo uso dissonante de uma bateria contrasta com rendições emocionantes e uma paixão incendiária de Taylor. A narrativa é pincelada com críticas à perda de privacidade e a relacionamentos turbulentos.

“NEW ROMANTICS”

Álbum: 1989

Fazendo alusão ao movimento neorromântico musical, “New Romantics” é um ótimo synth-pop que trouxe referências do vanguardismo new wave dos anos 1970 e 1980. A nostálgica atmosfera e a exaltação da jovialidade levaram críticos ao redor do mundo a colocar a faixa, merecidamente, como uma das melhores da carreira de Swift.

“DON’T BLAME ME”

Álbum: Reputation

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de ‘Reputation’. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

“THE ARCHER”

Álbum: Lover

Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de ‘Lover’. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.

“SEVEN”

Álbum: Folklore

A melodia mágica entre o violão e o piano transforma “Seven” em uma das melhores entradas do trajeto trilhado por Swift até hoje. Aqui, ela se restringe a declamações poéticas e incomuns às incursões vocais a que estava acostumada. Seja pelo sutil prolongamento das vogais, seja por retomar as raízes de Pensilvânia, a música é saudosista e emocionante ao longo de seus três atos.

“NO BODY, NO CRIME”

Álbum: Evermore

Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

Cynthia Erivo e Ariana Grande estampam as imagens INÉDITAS de ‘Wicked: Parte 2’

‘Wicked: Parte 2’, sequência do épico musical estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo, ganhou novas imagens oficiais, divulgadas com exclusividade pela Vanity Fair.

Confira:

Lembrando que o trailer da continuação será lançado hoje, 04 de junho.

‘Wicked: Parte 2’ tem estreia marcada para o dia 20 de novembro de 2025.

Jon M. Chu comanda o longa-metragem.

Na trama, Elphaba é uma jovem como outra qualquer do Reino de Oz, mas incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar seus estudos na Universidade de Shiz, seu destino encontra Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.

As duas iniciam uma inesperada amizade; no entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, transformando futuro de cada uma e a maneira como as pessoas de Oz as enxergam.

Jonathan BaileyMichelle YeohJeff Goldblum e outros também fazem parte do elenco.

Glen Powell é destaque no teaser INÉDITO de ‘O Sobrevivente’; Confira!

Paramount Pictures divulgou um novo teaser promocional do reboot de ‘O Sobrevivente’, estrelado por Glen Powell (‘Todos Menos Você’, ‘Assassino por Acaso’).

O longa, baseado no romance homônimo de Stephen King, chega aos cinemas nacionais em 20 de novembro.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

O elenco ainda conta com Josh Brolin, Karl Glusman, Katy O’Brian, Colman Domingo, William H. Macy, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones.

Tom Holland rasga ELOGIOS a ‘A Odisseia’, novo filme de Christopher Nolan: “Diferente de tudo que já vi”

‘A Odisseia’ é um dos filmes mais aguardados do ano, trazendo um elenco que inclui Matt DamonTom HollandZendayaAnne Hathaway e mais ao novo projeto do vencedor do Oscar Christopher Nolan (‘Oppenheimer’).

Em uma recente entrevista à GQ, Holland, que interpreta Telêmaco na ambiciosa adaptação do épico de Homero, trouxe algumas atualizações interessantes sobre o longa-metragem e rasgou elogios para o que parece ser uma grande conquista cinematográfica.

“É diferente de tudo que já vi antes”, ele disse. “Acho que quando assisti ao filme, me peguei fazendo uma pergunta que não fazia há muito tempo: ‘como vocês fizeram isso?’”. Holland destaca especificamente a dedicação de Nolan aos efeitos especiais práticos, feitos diretamente na câmera.

“Acho que os fãs ficarão realmente impressionados com as cenas e sequências ao longo do filme, porque mesmo estando presente no dia da filmagem e participando do filme, fiquei absolutamente impressionado com a escala, o alcance, a capacidade dele de conduzir uma história tão complexa e emocionante em meio a esse tipo de filme de ação insano”.

“Sou um grande defensor do teatro e do cinema, e da experiência coletiva de sentar em uma sala escura e ser entretido. E acho que alguns estúdios fazem um trabalho melhor do que outros nesse sentido, e estou muito interessado em construir relacionamentos com esses caras para que, como comunidade, possamos manter os cinemas funcionando. Acho que esse é um dos meus principais focos pelos próximos dez anos da minha vida”, ele acrescenta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de julho.

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

‘Arrow’: Katherine McNamara é promovida ao elenco fixo da série

De acordo com o TV Line, a atriz Katherine McNamara será parte do elenco fixo na oitava e última temporada de ‘Arrow‘.

A intérprete de Mia foi introduzida na sétima temporada como a filha de Oliver Queen e Felicity Smoak, atuando em apenas 10 episódios

Mia é parte fundamental na trama que se passa na Star City de 2040 e, ao que parece, essa história deve ganhar mais destaque nos episódios finais da série.

A oitava temporada deve servir como um prelúdio para ‘Crise nas Infinitas Terras‘, então o público deve esperar que rostos conhecidos possam aparecer mais uma vez, garantindo que a série seja exibida em grande estilo.

Confira a sinopse:

“No descobrimento do que o futuro reserva, Oliver se encontrará no seu mais difícil desafio, um que deixará o multiverso por um fio. Na temporada final de ‘Arrow‘, Oliver Queen é forçado a confrontar a realidade do que realmente significa ser um herói.”

O ciclo final estreia no dia 15 de outubro e terá apenas 10 episódios.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Shazam! 2’: Gravações sofrerão atraso devido ao Coronavírus, revela diretor

‘Shazam! 2’ tem previsão de estreia somente para abril de 2022, mas o diretor David F. Sandberg admitiu que a produção também pode ser adiada por causa do surto de Coronavírus.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Sandberg disse que as notícias não são nada animadoras, já que o início das gravações estava agendado para o mês de abril.

“Bom, já começamos a pré-produção e estávamos nos preparando para o início das filmagens em abril. Vamos ver quanto tempo teremos de esperar para zarpar. Ninguém sabe quanto tempo isso vai durar, não é? Vou continuar trabalhando no roteiro e o que puder ser feito em home office, vamos fazer. Mas não posso garantir nada em relação às filmagens, por enquanto.”

Zachary Levi e David F. Sandberg nos bastidores de ‘Shazam!

Até o momento, não foram revelado muitos detalhes sobre a sequência, mas o cineasta revelou à Backstory Magazine que um dos vilões será o Senhor Cérebro.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Lançado em 2019, Shazam!‘ foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Mulher-Maravilha’: Fan art realista traz versão live action de Nubia, irmã de Diana Prince; Confira!

Além de Diana Prince, outras amazonas já assumiram o papel de ‘Mulher-Maravilha‘ nos quadrinhos.

Uma delas foi a guerreira Nubia, irmã de Diana e a primeira mulher negra a vestir o uniforme da heroína.

Ela apareceu pela 1ª vez em 1973, na edição #204 de ‘Mulher-Maravilha‘, na qual foi revelado que ela foi feita de argila ao mesmo tempo que Diana.

No entanto, Nubia foi sequestrada e criada longe da irmã… A dupla só se reuniu anos depois, quando já eram adultas. Embora Nubia só tenha feito breves aparições, ela se tornou uma das favoritas dos fãs nas últimas décadas.

Para homenagear a personagem, uma artista publicou em seu perfil do Instagram uma bela fan art realista imaginando como seria uma versão live-action dela.

Confira:

 

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Enquanto a ideia não acontece, vale lembrar que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Eternos’: Diretora garante que os fãs vão ENTENDER porque os heróis não interferiram nos planos de Thanos

O trailer de ‘Eternos‘ já explicou que os heróis milenares estavam proibidos de interferirem nos eventos do MCU durante a chegada de Thanos (Josh Brolin).

Mesmo assim, alguns fãs insistem em questionar o fato.

Durante uma entrevista para a revista Total Film (via GamesRadar), a diretora Chloé Zhao garantiu que haverá uma explicação bem significativa para isso na trama do filme.

“A reposta que eu posso dar [sobre a ausência dos Eternos] é a espera. Esperem e vocês vão ver como foi complicado para eles não interferirem no curso da história.”

Ela ainda disse que a trama do longa será determinante para o futuro do MCU.

“Acho que esse é um filme quase independente em termos narrativos, ele não se conecta estruturalmente aos outros. Mas eu acho que teremos um efeito muito grande no futuro do MCU a partir do que vai acontecer neste filme. Como fã, essa foi uma história realmente satisfatória para mim!”

E aí, você está curioso?

Lembrando que ‘Eternos‘ tem estreia marcada 04 de novembro nos cinemas nacionais.

Em uma recente votação promovida pelo site Fandango, os cinéfilos revelaram que ‘Eternos’, próximo filme da Marvel e um dos projetos mais ambiciosos da companhia, é o título mais aguardado de 2021.

A adaptação é o título mais antecipado da temporada do outono norte-americano para os fãs, aparecendo em primeiro lugar na pesquisa e à frente de títulos como ‘007 – Sem Tempo para Morrer’‘Duna’‘Casa Gucci’.

Confira o Top 10:

Qual o seu filme mais aguardado de 2021?

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Thor: Amor e Trovão’ ganha belo stand de exibição para cinema; Confira!

Falta pouco mais de um mês para a estreia de ‘Thor: Amor e Trovão‘, e o longa terá um belo stand de exibição nos cinemas espalhados pelo mundo.

A peça foi divulgada pela página responsável pelo painel, que mostra Thor (Chris Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson) e companhia num palácio asgardiano.

Confira:

“O relâmpago cairá duas vezes com 2 Deuses do Trovão? Descubra em 08 de julho e não perca nosso novo stand para ‘Thor: Amor e Trovão’ nos cinemas!”

Lembrando que o filme chega no dia 07 de julho aos cinemas nacionais.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Dois astros indicam que vão sair do elenco de ‘Sex Education’

Na semana passada, o ator Ncuti Gatwa, intérprete de Eric em ‘Sex Education‘, revelou através do Instagram que irá deixar a série após a 4ª temporada.

E parece que ele não será o único…

Em entrevista para a Total Film, Emma Mackey, que interpreta Maeve, indicou que também estará se despedindo da atração.

Como justificativa, ela disse que boa parte do elenco já está com idades muito além das idades dos personagens que retratam.

“[A questão da idade] é sempre complicada, é diferente quando você está interpretando um personagem que está meio que preso no tempo. Estamos interpretando jovens de 17 anos, e todos temos quase 30, é um pouco estranho.”

Ela continuou, dizendo que pretende deixar a série “de forma graciosa”.

“A série é uma bênção, porque foi uma porta de entrada, algo que nos deu oportunidades de maneiras diferentes, mas é algo do qual eu quero sair graciosamente, sendo feliz por ter participado, protegê-la e apreciá-la no tempo em que existiu. Mas, sim, algunsprecisam deixar a série agora, eu acho. Todos nós podemos seguir em frente e levar o que aprendemos com ‘Sex Education‘, porque tem sido uma escola, literalmente, para todos nós.”

Lembrando que a 4ª temporada já está sendo filmada, mas ainda não tem previsão de estreia.

Há alguns meses, a Netflix deu um agradinho aos fãs com novas fotos do triângulo amoroso mais complicado da trama.

Otis (Asa Butterfield) e Ruby (Mimi Keene) estão, aparentemente, se reaproximando, enquanto Maeve parte em aventuras pelos EUA.

Podemos ver também Dan Levy como o Senhor Molloy. Embora detalhes sobre o personagem ainda sejam um mistério, pode-se imaginar que ele será o tutor de Maeve durante o intercâmbio no outro país.

Lembrando que o novo ano será uma espécie de reboot, pois, após o fechamento da escola Moordale, vão focar na fase da faculdade. Isso deve explicar a ausência de personagens como Lily (Tanya Reynolds), Olivia (Simone Ashley), Ola (Patricia Allison) e a professora Sands (Rakhee Thakrar).

Confira as imagens:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco também conta com Gillian Anderson, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

‘Monarch: Legado de Monstros’: Comercial de TV apresenta monstro inédito na franquia Godzilla

A série spin-off de ‘Godzilla‘ e do “MonsterVerse” da Legendary‘Monarch: Legado de Monstros’, já está disponível na Apple TV+.

E uma página do Twitter dedicada à franquia compartilhou um comercial de TV que apresenta um monstro inédito para fazer frente ao rei dos lagartos.

Coonfira:

No Rotten Tomatoes, o show abriu com 89% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 18 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“Mesmo que não haja muito Godzilla por aqui, pelo menos temos Kurt Russell” – Slashfilm.

“Basicamente, essa série live-action é sobre famílias, legados e as incertezas do futuro. Quando o mundo luta com Godzilla, cada pessoa luta consigo mesma, e a série deixa isso claro, apesar de seu ritmo confuso” – ComicBook.com.

“Para um show live-action do Godzilla, ele conscientemente tenta ao máximo capturar os diferentes sabores da narrativa humana da franquia… E esse nível de meticulosidade em sua filosofia criativa é muito admirável” – Midwest Film Journal.

“É uma configuração que satisfaz a primeira regra do bom gênero de entretenimento: estabelecer conflitos de personagens que funcionariam em qualquer tipo de história” – SuperHeroType.

“Como uma expansão da franquia MonsterVerse, ‘Monarch: Legado de Monstros’ é ambicioso e parece ótimo na tela, mas a primeira leva de episódios não consegue capitalizar o potencial dessa história épica” – JoBlo’s Movie Network.

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell e estreia em 17 de novembro.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

Matt Shakman (‘WandaVision’) irá dirigir os dois primeiros episódios, além de também servir como produtor executivo do projeto.
A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

Crepúsculo dos Deuses e Se Meu Apartamento Falasse – Clássicos de Billy Wilder na Maior Idade

Durante seus 47 anos de carreira, Billy Wilder (nascido Samuel Wilder enquanto vivia na Galícia em 1906, tendo o território sido dividido entre Polônia e Ucrânia) se caracterizou pelas várias indicações e vitórias no Oscar. Ao todo foram oito indicações a melhor diretor, tendo vencido duas vezes (“Se meu Apartamento Falasse” e “Farrapo Humano”). Já seus roteiros receberam doze nomeações e ao longo dos anos venceram três vezes (novamente “Se meu Apartamento Falasse”, “Crepúsculo dos Deuses” e “Farrapo Humano”).

Dois clássicos do “Kinnosauros Rex”, como foi chamado pelos jornalistas Ruy Castro (no livro “Que Saudades do Século XX”) e Sérgio Augusto (no artigo “Billy Wilder nunca saiu de cartaz” na Folha de S.Paulo) completam respectivamente 70 e 60 anos em 2020: “Crepúsculo dos Deuses”, de 1950, e “Se Meu Apartamento Falasse”, de 1960.

Ambos são conhecidos pelos lendários roteiros assinados pelo cineasta, que aborda, à sua maneira, o tema da solidão. No primeiro, a atriz Norma Desmond (Gloria Swanson) é uma ex-estrela do cinema mudo que se isolou em sua própria ilusão de que permanece relevante; e no segundo, C.C Baxter (Jack Lemmon) é um solteirão que aluga seu apartamento para os chefes se encontrarem com amantes, sonhando com uma promoção, mas sempre voltando para esse enorme espaço vazio.

Wilder tinha essa característica peculiar de visitar o lado mais sujo da mente humana sem apelar para violência gratuita. Para tanto, os diálogos em suas obras sempre foram rápidos, cirúrgicos e irônicos. Em “Crepúsculo dos Deuses” o protagonista, vivido por William Holden, é um roteirista vivendo em Hollywood que não conseguiu decolar na carreira, passou a dever dinheiro e se tornou próximo de Norma Desmond, visto que essa possuía uma grande fortuna. Em contrapartida, ela se torna afetivamente ligada a ele, enquanto que do lado dele existe apenas o interesse financeiro. De maneira bem singela, Wilder narra uma história particular de uma relação trágica e platônica.

De maneira um pouco diferente, em “Se Meu Apartamento Falasse” o cineasta compreendeu que poderia fazer grande proveito da veia cômica característica de seu principal ator, Jack Lemmon, para suavizar um tema que era um grande tabu em 1960: a infidelidade conjugal, e até a ideia do ato de relações sexuais que vem junto a esse tema.

Diferentemente do que Alfred Hitchcock fez no mesmo ano com “Psicose” na questão de apelar um pouco mais visivelmente para imagens chocantes (e sim, um vaso dando descarga pela primeira vez está incluso), Wilder trabalha a polêmica e o cinismo de maneira gradual, mostrando o cotidiano tedioso de C.C Baxter no trabalho, sua vontade de ascender profissionalmente e só então introduzindo o primeiro dos seus chefes infiéis que lhe pede o apartamento emprestado de última hora para se divertir com uma mulher.

Wilder então quebra a possível seriedade da cena ao dar a Baxter um resfriado e confiar liberdade de atuação a Lemmon para tratar das consequências dessa escolha de maneira engraçada, com ele interagindo com vizinhos de apartamento que acreditam que ele bebe demais (devido ao fato que sua lixeira sempre estar cheia de garrafas vazias resultantes dos encontros de terceiros).

Eventualmente ele se aproxima de Fran (Shirley MacLaine), a operadora de elevador no prédio em que ele trabalha, e um sentimento de amor vai surgindo até novamente o cinismo de Wilder quebrar mais uma expectativa (agora mais positiva do que em situações anteriores) por meio de problemas pessoais de Fran que a impedem de se relacionar mais profundamente com C.C Baxter.

Em outras ocasiões, porém, o diretor nunca hesitou em deixar transparecer seu pessimismo com a moral humana. Em “Farrapo Humano” o alcoolismo que atormenta o protagonista vai destruindo sua vida de maneira bastante evidente, sem ser mascarado por cenas de comédia. Em “Pacto de Sangue” (referência do cinema noir) um vendedor de seguros é convencido por uma mulher a planejarem a morte do marido dela e assim dividirem o dinheiro do seguro de vida. “Montanha dos Sete Abutres” funciona até os dias atuais como uma crítica explícita ao ideal de ‘tudo por um furo’ e como ele é capaz de incentivar atitudes verdadeiramente erradas.

São duas obras que, em 2020, chegam a idades importantes e funcionam como referência narrativa até os dias hoje. Mas toda a filmografia do velho Kinnosauro serve a esse propósito; de se estudar a estrutura da elegância, sobre como retratar de maneira atemporal os lados mais egoístas da alma humana, sem necessariamente ser um filme pesado para maiores de idade.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’: Ator teme que sequência NÃO corresponda às expectativas

Karan Soni, o ator por trás do Homem-Aranha Indiano, Pavitr Prabhakar, no aclamado filme ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, expressou suas preocupações em relação à sequência ‘Além do Aranhaverso‘.

Em uma entrevista recente ao The Movie Dweeb, Soni não poupou elogios à qualidade dos dois primeiros filmes da franquia, compartilhando sua empolgação por fazer parte do universo do Aranhaverso.

No entanto, o ator também não escondeu suas dúvidas quanto à capacidade do terceiro filme de atender às altas expectativas dos fãs.

Em suas próprias palavras: “[Estou pensando] tipo, ‘Como eles vão fazer o próximo?’, ‘O que mais há para fazer?’ Mas eu me preocupo com eles. Você só pode superar o padrão [algumas vezes]… Porque, estamos tão perto de ser uma trilogia perfeita e agora, estou preocupado com o que eles vão fazer, apenas sinto ansiedade por eles.”

Vale lembrar que a Sony retirou ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ de seu calendário de lançamentos. Anteriormente, o filme estava previsto para março de 2024. Agora, não há uma data definida.

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Filme sobre Bon Scott, do AC/DC, NÃO será uma biografia

A HALO Films, produtora do filme ‘The Kid From Harvest Road’ (O Garoto da Rua da Colheita – tradução livre) sobre Bon Scott, vocalista do AC/DC, divulgou recentemente que o filme não será uma biografia tradicional do cantor.

Após a grande recepção ao anúncio do filme, a HALO esclareceu que os fãs não devem esperar um relato fiel da vida de Scott. A intenção é usar a licença poética para capturar a essência da vida do músico.

Em comunicado ao NME, a produtora disse:

“Os produtores por trás de ‘The Kid From Harvest Road’ estão incrivelmente humildes e gratos pela esmagadora atenção da mídia que o recente anúncio do desenvolvimento do filme atraiu. O entusiasmo e o apoio do público e dos meios de comunicação reafirmam a crença no poder da narrativa”.

“No entanto, eles estão empenhados em expressar que ‘The Kid From Harvest Road’ é um projeto que visa capturar a essência da juventude de Bon Scott em Fremantle, em uma narrativa ficcional ambientada na década de 1960. Ao se inspirar nas histórias e atmosfera da época, em vez de tentar uma biografia, o filme pode oferecer uma exploração mais imaginativa do caráter e experiências de Scott.”

“Focar em seus anos formativos em Fremantle permite uma investigação mais profunda sobre as influências e eventos que o moldaram como pessoa e, ultimamente, como o icônico vocalista do AC/DC. Também oferece uma oportunidade para explorar o cenário cultural da época, incluindo a cena musical em ascensão e a dinâmica social da era.”

O talentoso jovem ator australiano Lee Tiger Halley, conhecido por seu papel em ‘Crazy Fun Park’, foi escolhido para interpretar Scott. O roteiro está sendo cuidadosamente elaborado por Stephen Belowsky em colaboração com o co-roteirista/diretor David Vincent Smith, enquanto Tim Duffy assume o papel de produtor, com Ian Hale e Nicko Mezzino como produtores executivos.

Bon Scott liderou o AC/DC de 1974 até seu falecimento em 1980. Ele emprestou sua voz aos seis primeiros álbuns da banda.

O filme deve entrar em produção no início de 2025.

‘Batman: The Brave and the Bold’: Jonathan Bailey é apontado como candidato ao papel de Cavaleiro das Trevas no DCU

‘Batman’, um dos heróis mais icônicos do DCU, ainda não teve um ator oficialmente escalado para interpretar o Cavaleiro das Trevas. No entanto, os fãs estão cada vez mais convencidos de que Jonathan Bailey, estrela de ‘Wicked’, pode ser um dos principais candidatos para o papel.

De acordo com o ComicBookMovie, James Gunn, diretor responsável pelo novo DCU, recentemente curtiu uma postagem no Threads, aonde um fã publicou que adoraria ver o ator britânico em um papel na DC Studios, e que está surpreso dele não ser um dos principais cotados para interpretar o Batman.

Sem dizer nada, James Gunn apenas curtiu a publicação, o que gerou especulações sobre uma possível escalada do ator.

No entanto, é importante destacar que não devemos tirar conclusões precipitadas, já que não é comum que Gunn faça anúncios importantes de elenco com um simples “curtir” em uma postagem.

Mesmo assim, isso pode ter colocado Bailey na mira do diretor, e os fãs, em sua maioria, responderam de forma positiva à ideia de vê-lo como o novo Cavaleiro das Trevas.

Vale lembrar que, recentemente, James Gunn afirmou que o filme do Cavaleiro das Trevas só avançará quando o estúdio sentir que encontrou o roteiro ideal.

“Não há um cronograma fixo para nada. Nossa abordagem na DC será sempre guiada pelos roteiristas. Até que tenhamos um roteiro com o qual eu esteja completamente satisfeito, o filme não será feito. Quando ‘The Brave and the Bold’ atingir o ponto certo, vamos começar a produção”, declarou James Gunn.

Com o projeto ainda em busca de um roteirista, os fãs talvez precisem esperar por um longo período até que o filme do Cruzado Encapuzado chegue às telonas.

Por enquanto, os fãs sabem apenas que ‘Batman: The Brave and the Bold’ será dirigido por Andy Muschietti (‘The Flash’) e trará o Homem-Morcego ao lado de Robin. 

batman dcu

James Gunn rebate pressão sobre ‘Superman’: “É apenas um filme”

A chegada de ‘Superman’ aos cinemas, marcando o início do novo Universo Cinematográfico da DC (DCU), tem gerado muita expectativa e, para alguns fãs, a ideia de que um possível fracasso do filme poderia significar o fim do universo compartilhado.

No entanto, o cineasta James Gunn, responsável pelo longa, minimizou essa pressão em uma entrevista à Rolling Stone.

“Realmente, eu apenas digo: ‘Isso é problema deles'”, afirmou Gunn, referindo-se às altas expectativas. “Porque essa não é a verdade para mim. Minha verdade é que este é o primeiro filme da DC Studios. Outras pessoas podem dizer: ‘Tem que ser um home run, nada mais’. Eu fico tipo, ‘Não, eu ficaria muito feliz com um duplo'”.

Gunn fez um paralelo com o início do MCU para ilustrar seu ponto: “A porra do Homem de Ferro não era o princípio e o fim de tudo. Não era Avatar. Estamos fazendo algo que é uma peça do quebra-cabeça. Não é o quebra-cabeça em si. Temos Pacificador, temos Supergirl, e o que queremos fazer é fazer um filme que as pessoas amem, elas se sintam conectadas aos personagens. É apenas um filme. Não é tudo”.

O diretor também expressou sua frustração com a narrativa midiática que amplifica a pressão sobre ‘Superman’. “Eu odeio quando há um artigo de merda e está acontecendo sobre todos os problemas e blá, blá, blá, blá, blá, e ‘isso significa ainda mais pressão sobre James Gunn e Superman’. Eu fico tipo, ‘Pessoal, eu não sou responsável por tudo isso. Eu sou responsável pela minha fatia do bolo. Eu tenho que fazer meu orçamento de volta. Ficarei muito feliz com isso'”.

‘Superman’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.