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‘Cruella’: Filme com Emma Stone e Emma Thompson ganha novo teaser oficial; Confira!

Walt Disney Studios divulgou recentemente um novo teaser oficial de ‘Cruella’, vindouro longa de origem da icônica vilã de ‘101 Dálmatas’, que será vivida por Emma Stone.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Riverdale’: Último episódio da 5ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Riverdale: RIP (?)”, 19º e último capítulo da quinta temporada de ‘Riverdale’.

Na trama, “conforme a turma junta as peças de um difícil ano em Riverdale, um incidente no Pop’s os força a tomar uma complicada decisão sobre o futuro da cidade”.

O episódio vai ao ar em 06 de outubro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘MegaTubarão 2’: Sequência começa OFICIALMENTE a ser rodada

Segundo o ComicBook.com, as filmagens da sequência ‘MegaTubarão 2’ finalmente começaram.

As informações indicam que a continuação do bem-sucedido longa-metragem lançado em 2018 estão ocorrendo na Leavesden Studios, nos arredores de Londres, onde a Warner Bros. também rodou títulos como as franquias ‘Batman’‘Harry Potter’. A iteração original, por sua vez, foi produzida em Auckland, na Nova Zelândia.

Ben Wheatley, que  comandou o suspense ‘Rebecca‘, da Netflix, fica responsável pela continuação – cujo título oficial é ‘MegaTubarão 2: A Trincheira’ (‘Meg 2: The Trench’).

O diretor compartilhou seu entusiasmo e seus planos são para honrar o escopo do tubarão gigante pré-histórico.

“Meu objetivo é respeitar o MegaTubarão e tentar ter certeza de que será um ótimo filme. É uma oportunidade de fazer ação em uma escala tão insanamente grande, que é simplesmente inacreditável. Vai ser simplesmente inacreditável. Só de fazer os storyboards o filme eu imaginei quão grandioso ele vai ser. Eu sinto uma grande responsabilidade, para ter certeza de que vou agradar os grandes fãs de tubarões.”

O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.

Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no longa.

Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica em vídeo do primeiro filme:

10 recentes músicas para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

Hoje, 28 de junho, comemora-se o Dia do Orgulho LGBTQIA+, uma das datas mais importantes do ano.

O dia em questão comemora as revoltas que ocorreram em 1969, em Stonewall, Greenwich Village, na cidade de Nova York, em que a comunidade queer lutou contra o sistema opressivo e a falta de oportunidades e de reconhecimento dentro de uma sociedade retrógrada e extremamente preconceituosa. Apesar dos resultados surtirem efeito, os LGBTQIA+ ainda sofrem com inúmeras ofensas veladas e não-veladas – o Brasil, por exemplo, é o país que mais mata homens e mulheres transexuais.

Logo, não é surpresa que o Dia do Orgulho continue com tanta força e sirva como lembrete de que a luta ainda não acabou – e que a representatividade ainda é uma questão importante para buscar a equidade social.

Para celebrá-lo, preparamos uma nova matéria especial elencando dez recentes músicas de artistas queer ou que sirvam como hinos de aceitação e de empoderamento – incluindo, por exemplo, a ode house de “Babylon”, assinada por Lady Gaga, e a antêmica semi-balada “Chosen Family”, de Rina Sawayama.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“ON YOUR SIDE”, The Veronicas

“Nos momentos difíceis, eu estarei do seu lado” é a frase que resume a ótima “On Your Side”, uma das faixas da dupla The Veronicas que prenunciou o retorno das irmãs ao mundo da música. A combinação entre synth-popEDM traz mensagens de apoio e de superação através de uma narrativa relacionável e que dialoga com a luta diária da comunidade LGBTQIA+, em que, às vezes, precisamos de um ombro amigo para até mesmo levantar da cama e enfrentar o mundo.

“MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

“YOU NEED TO CALM DOWN”, Taylor Swift

Taylor Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“CHOSEN FAMILY”, Rina Sawayama

Em 2020, Rina Sawayama entregou seu aclamado álbum homônimo, recheado de músicas espetaculares e celebrações da vida e da alteridade das pessoas. “Chosen Family”, dessa maneira, emerge como uma das faixas essenciais para apreciar a arte da cantora e compositora: “onde eu pertenço?” é a pergunta que inicia a canção, dando margem para uma narrativa que remete à “família por escolha” da comunidade queer, que procura o amor renegado pelos parentes de sangue em pessoas que passam pela mesma situação.

“FREE WOMAN”, Lady Gaga

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de ‘Chromatica’, Lady Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

“BABYLON”, Lady Gaga

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o impecável ‘Chromatica’. A exuberante conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora. Apesar de não falar diretamente com a comunidade LGBTQIA+, a faixa traz elementos próprios da cultura queer, construindo uma dançante e empoderadora aventura.

“SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé

Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.

“MIRROR”, Sigrid

Uma das músicas mais alto-astral de 2021 é, sem sombra de dúvida, “Mirror”, de Sigrid. A artista norueguesa fez sua estreia em 2017 com o EP ‘Don’t Kill My Vibe’ e, quatro anos mais tarde, se afastou do pop mainstream para se jogar de cabeça no house e no nu-disco da faixa supracitada. A sólida e dançante atmosfera é regada por versos de empoderamento e de liberdade, como visto em “eu amo quem eu vejo olhando para mim no espelho”.

“BOYFRIEND”, Dove Cameron

Em 2021, Dove Cameron revelou publicamente que era queer e, pouco depois, começou a investir em peso em uma identidade que representasse quem ela é, de verdade. “Estou escolhendo me amar”, ela disse. Logo, não poderíamos deixar a incrível “Boyfriend” de fora da lista: a canção representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

“THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis Hilton e Whitney Houston.

As 50 Melhores Músicas Internacionais Femininas do Século XXI

Depois de nos aventurarmos pelos 50 melhores álbuns internacionais do século XXI, chegou a hora de voltarmos nossa atenção para as músicas em si.

De Lady GagaBeyoncé, foram inúmeras as artistas que trouxeram canções de extrema qualidade e de impacto cultural gigantesco para o cenário mainstream, fossem por apresentar elementos novos a uma indústria já cansada, fossem por utilizarem a plataforma que tinham para falar de temas bastante importantes.

Pensando nisso, montamos uma lista com as 50 melhores músicas internacionais femininas lançadas neste século (até agora, é claro). Novamente, não estamos apenas focando em recepção crítica, mas também na importância de cada faixa para o escopo fonográfico.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua preferida:

50. “UPSIDE DOWN”, Paloma Faith

Em “Upside Down”Paloma Faith não aceita que os outros a tratem como tola, mas ela mesma prefere viver “invertida” ao que os outros consideram normal. Entretanto, o que nos rouba quase imediatamente é a deliciosa construção que nos joga de volta para os anos 1950, principalmente com a participação dos backing vocals enquanto a cantora mais uma vez diverte-se em uma narrativa. A bateria, a guitarra e o piano elétrico também contribuem para a construção de uma atmosfera extremamente dançante que não cai em fórmulas.

49. “TOO LITTLE, TOO LATE”, JoJo

Você pode até nunca ter ouvido falar de JoJo, mas definitivamente já deve ter ouvido a clássica canção “Too Little, Too Late”. Lançada em 2006 como parte do segundo álbum de estúdio da cantora, a música fez um sucesso gigantesco e é conhecida por diversas gerações – nos envolvendo desde as primeiras batidas que se aglutinam numa power ballad pop e R&B que fala sobre um relacionamento complicado que chegou ao fim e que deve ser deixado para trás.

48. “FROOT”, MARINA

“Froot”lead single do elogiado álbum homônimo, é uma das músicas mais famosas de MARINA e não poderia ficar de fora da nossa lista. A canção é impecável do começo ao fim e ganha pontos ao trazer uma produção coesa e um liricismo que dialoga diretamente com a identidade da artista. Aqui, a cantora mistura diversas referências da cultura pop para uma dançante, enérgica e narcótica amálgama de dance-popdance-halldisco e electro-pop que merece lugar na nossa lista e na playlist dos fãs.

47. “UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

46. “THE SWEET ESCAPE”, Gwen Stefani

Gwen Stefani é uma das artistas mais conhecidas do século e, em 2006, promovia uma guinada interessante em sua carreira com o lançamento do álbum ‘The Sweet Escape’. A faixa titular, divulgada como o segundo single promocional do disco, traz elementos do pop e do doo-wop em uma encantadora e quase onírica construção que traz colaborações de AkonGiorgio Tuinfort.

45. “WORK”, Rihanna feat. Drake

Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”Rihanna Drake são vida a uma celebração dancehallreggae-pop e R&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

44. “MIDNIGHT SKY”, Miley Cyrus

Até mesmo Miley Cyrus se rendeu ao passado ao lançar o lead single de ‘Plastic Hearts’“Midnight Sky” é uma explosiva fusão entre discosynth-poppop rock e electropop, que arranca de Cyrus seus melhores vocais e transforma a canção em um hino de liberdade própria para as pistas de dança.

43. “BAD GUY”, Billie Eilish

Billie Eilish fez seu grande début com o single promocional “bad guy”, que alcançou o topo da Billboard e quebrou inúmeros recordes de vendas. Porém, não é apenas seu caráter mercadológico que chama a atenção, mas também a atmosfera neo-noir pulsada pelo baixo e pelas tendências do trap que se fundem com o synth e com uma epopeica prosódia que é revitalizada nas faixas seguintes de seu álbum.

42. “JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

41. “TIMEBOMB”, Kylie Minogue

Apesar de não ter feito um grande sucesso comercial, “Timebomb”, de Kylie Minogue, é considerada por diversos especialistas não apenas como uma das melhores faixas da discografia da cantora, como também uma das melhores do século. Aqui, a explosiva produção em EDMsynth-popdance-pop embala uma narrativa dançante que fala sobre a necessidade de se divertir enquanto há tempo – e antes que ele acabe.

40. “YOU SHOULD BE SAD”, Halsey

Em ‘Manic’Halsey abusa da essência do country-pop, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country-rock em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes – o que explica o fato da canção ser o ápice do álbum e uma das melhores de sua carreira.

39. “SMILE”, Lily Allen

Lily Allen fez um grande sucesso nos anos 2000 com músicas divertidas de se ouvirem e com mensagens extremamente explícitas e que representavam sua visão única do mundo. Uma das mais famosas de sua discografia é “Smile”, cujo enredo fala sobre como ela lida com a traição do namorado à medida que desfruta de sua miséria. A parte mais interessante da canção, entretanto, é a fusão perfeita entre o reggae pop e o rocksteady – o que deixa a atmosfera da faixa ainda melhor.

38. “GOOD AS HELL”, Lizzo

Apesar de ‘Cuz I Love You’ ser considerada a obra-prima de Lizzo, a performer já demonstrava sua incrível capacidade lírica e musical alguns anos antes, principalmente com o lançamento de “Good as Hell”. O lead single de ‘Coconut Oil’ só iria cair na popularidade tempos depois de ter sido lançada oficialmente, consagrando-se como uma das melhores, senão a melhor canção da artista. Misturando soul-popR&B hip-hop, a irretocável faixa explora temas de empoderamento e amalgama mensagens bastante positivas a uma dançante e envolvente estrutura fonográfica, cortesia da composição de Lizzo e da produção de Reed.

37. “HIPS DON’T LIE”, Shakira feat. Wyclef Jean

A icônica Shakira conquistou seu primeiro #1 na Hot 100 com a clássica canção “Hips Don’t Lie”, uma das assinaturas de sua carreira. Aliando-se a Wyclef Jean, a música traz o melhor do pop latino e do reggaeton para um vibrante e efervescente convite às pistas de dança – isso sem comentar uma incrível coreografia que dominou o mundo.

36. “MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

35. “XS”, Rina Sawayama

Em “XS”Rina Sawayama transforma seu próprio estilo em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos.

34. “WALKING ON AIR”, Katy Perry

Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna (principalmente quando cita “Erotica”).

33. “THE STORY”, Brandi Carlile

Se você não ouviu “The Story” pela voz de Brandi Carlile, é bem provável que tenha ouvido a ótima versão de Sara Ramirez em ‘Grey’s Anatomy’. A belíssima balada folk-rock é considerada uma das melhores do gênero e traz uma tocante mensagem sobre o poder da memória e da identidade – consagrando-se como uma das melhores incursões da artista.

32. “BODAK YELLOW”, Cardi B

“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hoptrap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.

31. “EXILE”, Taylor Swift feat. Bon Iver

Taylor já realizou diversas colaborações ao longo de sua vida, mas nenhuma delas chegou aos pés de “exile”. A melancólica e saudosiste track foi performada ao lado de Bon Iver e, no final das contas, a química narcótica entre os dois cantores é um retrato pungente sobre duas pessoas que se separam por alguma razão e, agora, só têm as borradas memórias de um tempo que talvez nunca mais volte.

30. “ALL THE LOVERS”, Kylie Minogue

A artista australiana Kylie Minogue percebeu que havia se tornado um ícone LGBTQ+ no final dos anos 1980, alguns anos depois de começar a fazer sucesso mundial. Hoje, Minogue é dona de músicas indispensáveis para se ouvir quando você estiver se sentindo mal – e uma delas prova seu status como Rainha do Dance“All The Lovers”, uma synth-ballad de tirar o fôlego com um clipe espetacular que fala sobre o amor verdadeiro.

29. “TEAM”, Lorde

O terceiro single de ‘Pure Heroine’“Team”, é uma carta testamentária de Lorde ao seus amigos e a seu país natal, Nova Zelândia. A incrível rendição de alt-popelectro-hop é guiado por batidas pulsantes e por uma ótima expressão vocal de Lorde, inclusive premeditando o impecável ‘Melodrama’, que lançaria alguns anos depois.

28. “TRACK 10”, Charli XCX

mixtape ‘Pop 2’ foi a responsável por cimentar a identidade sonora e a importância de Charli XCX como uma das maiores artistas do século – movida pelo desejo de criar arte em vez apenas de emulá-la. E, dentro desse escopo absolutamente incrível, temos “Track 10”, uma de suas investidas mais conceituais e memoráveis, guiada pelo uso impactante de sintetizadores e pela impecável de vocais. Em 2019, Charli se reuniu com Lizzo para a colaboração “Blame It On Your Love”, apresentando uma nova versão da faixa.

27. “YOÜ & I”, Lady Gaga

Antes de ‘Joanne’, Lady Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de ‘Born This Way’, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

26. “MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

25. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)

24. “HUNG UP”, Madonna

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

23. “BORN TO DIE”, Lana Del Rey

No subestimado ‘Born to Die’, Lana mergulha de cabeça em uma imagética sonora bastante específica, contrastando com a dominação do EDM que se alastrava pelo cenário fonográfico à época de seu lançamento. E, enquanto o álbum tem inúmeras construções memoráveis e belíssimas, a faixa-titular é que a mais condensa as explorações melancólicas e sinestésicas da performer, unindo-se a colaboradores competentes para arquitetar uma ode à música cinemática, que inclui o acompanhamento dramático das cordas e a fusão inesperada de gêneros.

22. “PHYSICAL”, Dua Lipa

power pop “Physical” foi aclamado por sua energia incomparável e por sua homenagem aos clássicos dos anos 1980. Para além da canção, o single foi acompanhado de dois vídeos impecáveis – incluindo uma versão mimética dos clipes de ginástica de Jane Fonda. A canção é uma exuberante e sensual aventura que merece ser levada para as pistas de dança quando tudo voltar ao normal, é claro.

21. “WHAT’S YOUR PLEASURE”, Jessie Ware

Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial de ‘What’s Your Pleasure?’ – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.

20. “SPECTRUM”, Florence + the Machine

A banda formada e encabeçada por Florence Welch continua a nos agraciar com álbuns incríveis – mas foi em 2011 que nos encantou com o lançamento de ‘Ceremonials’. Dentre as belíssimas músicas presentes no compilado, “Spectrum” é a que mais nos chama a atenção, ainda mais por contar com a colaboração de Paul Epworth. O mais surpreendente é a presença gritante de diversos gêneros musicais, incluindo baroque popart poporchestral popdisco – todos confinados em uma antêmica e memorável rendição.

19. “ROLLING IN THE DEEP”, Adele

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano.

18. “TOXIC”, Britney Spears

Britney Spears parou o mundo novamente ao lançar “Toxic”lead single do revolucionário ‘In The Zone’. Garantindo à princesa do pop uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Dance, a faixa é considerada como um dos destaques dos anos 2000 e serviu de influência para diversas cantoras – principalmente por seu apelo comercial e bastante sedutor.

17. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z

A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

16. “HIDDEN PLACE”, Björk

lead single de ‘Vespertine’, que inclusive apareceu na nossa lista de melhores álbuns do século, foi inteiramente escrito e produzido por Björk em uma perfeita abertura para o novo século. A canção traz elementos da música ambiente, do gospel do electro e fala, da maneira mais inesperada possível, sobre um novo amor que tem um lado mais íntimo e introspectivo – e que chama a atenção da cantora.

15. “SHALLOW”, Lady Gaga & Bradley Cooper

Oscar, BAFTA, Globo de Ouro e Grammy são algumas das dúzias de estatuetas que a respeitada e ovacionada “Shallow” levou para casa. O carro-chefe de ‘Nasce Uma Estrela’ reviveu o romantismo cinematográfico de forma imprescindível e ganhou o mundo por sua profunda composição lírica e pela singela produção country-rock.

14. “BACK TO BLACK”, Amy Winehouse

Apesar de “Rehab” ter maior reconhecimento na cultura pop“Back to Black” (ao menos na opinião deste que vos escreve), configura-se como uma construção mais madura, narcótica e saudosista – que, de fato, reiterou as incríveis habilidades artísticas de Amy Winehouse. Novamente produzida por Ronson, que também aproveitou para assinar alguns dos versos, a canção volta-se para o down-tempo e para as raízes do soul clássico, discorrendo sobre um relacionamento que acabou e que lança o eu-lírico de volta para a escuridão. Dentre as múltiplas tracks de Amy, esta é uma das que mais faz referências aos girl groups dos anos 1960, além de alusões ao Motown.

13. “CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD”, Kylie Minogue

Cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra. Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie Minogue cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de seis milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

12. “LOS AGELESS”, St. Vincent

St. Vincent causou um grande impacto ao lançar seu quinto álbum de estúdio, ‘Masseduction’ – e é claro que a produção não poderia vir acompanhada de músicas esquecíveis. “Los Ageless”, apesar de ser o segundo single, é o carro-chefe da obra – uma reflexão dance-rocknew waveelectropop, contrariando o que o mainstream ditava à época e mergulhando de cabeça em uma sintética e crítica celebração da vida.

11. “SKYFALL”, Adele

Saindo do sucesso de ’21’Adele embarcava em uma ambiciosa jornada que a levava diretamente para as telonas e ficou encarregada de compor e performar a música-tema de ‘007 – Operação Skyfall’. A épica rendição lhe rendeu nada menos que inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Canção Original, e aclamação universal por parte da crítica – cujos elogios provieram da épica narrativa construída pela artista e pela irretocabilidade de seus potentes vocais.

10. “ALL TOO WELL”, Taylor Swift

Narrando uma power ballad que traz à tona corações partidos e um relacionamento descarrilado, a canção foi performada pela primeira vez na cerimônia do Grammy Awards em 2014, ganhando aclame universal por parte da crítica e um lugar especial na playlist dos fãs. Aqui, Taylor Swift se junta novamente a Liz Rose e Nathan Chapman, que trabalharam com ela em seu début homônimo e em ‘Fearless’, para uma manifestação elegíaca de emoções tumultuadas.

9. “ROYALS”, Lorde

“Royals”, de Lorde, garantiu não só sua ascensão ao estrelato (visto que permaneceu nove semanas em primeiro lugar da Hot 100), como apresentou ao mainstream elementos não vistos até então – como as progressões minimalistas e obscuras e um diálogo entre o instrumento e a voz do artista. A canção influenciou diversas artistas que ganhariam fama mais tarde, como HalseyOlivia RodrigoBillie Eilish, além de se manter como uma das clássicas assinaturas de Lorde.

8. “SHAMEIKA”, Fiona Apple

A inexplicavelmente divertida “Shameika” é o carro-chefe de ‘Fetch the Bolt Cutters’, mais novo álbum da aclamada Fiona Apple. Aqui, a performa volta suas influências para o art pop e o baroque pop que a colocou nos holofotes ainda em 1996 com ‘Tidal’, escrevendo um solilóquio de independência marcado pelo cotidiano e pelo banal.

7. “DANCING ON MY OWN”, Robyn

Considerada até hoje uma das melhores músicas de todos os tempos, a comovente e emocionante balada electro-disco regada a sintetizadores da cantora e compositora sueca Robyn foi reclamada pela comunidade queer com força descomunal. Na verdade, se pegarmos a impecável elegia romântica que ela escreve, temos uma protagonista que representa as pessoas marginalizadas e isoladas que dançam por conta própria em vez de se esconderem em casa.

6. “BREATHE ON ME”, Britney Spears

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não teve medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

5. “PAPER PLANES”, M.I.A.

“Paper Planes” se consagrou como um dos maiores fenômenos não apenas do século, mas também da história. Encabeçada pela artista conhecida como M.I.A., ela co-assinou a faixa ao lado de Diplo e também produziu a faixa, afastando-se das incursões dance do mesmo álbum (‘Kala’) e trazendo uma combinação original e envolvente de elementos da música folk africana, bem como um apreço pelo hip hop alternativo e um impacto imortalizado no cenário fonográfico.

4. “LOVE ON THE BRAIN”, Rihanna

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permitiu que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas soul e doo-wop.

3. “FALLIN'”, Alicia Keys

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

2. “FORMATION”, Beyoncé

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

1. “BAD ROMANCE”, Lady Gaga

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000. Como se não bastasse, a canção influenciou diversas artistas veteranas e estreantes na indústria e continua original mesmo 13 anos depois de seu lançamento.

‘The Flash’: Barry continua desaparecido na prévia oficial do episódio 09×11; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 11º episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’, intitulado “A New World, Part Two”.

Na trama, “Iris fica alarmada com o desaparecimento de Barry, mas Cecile garante a ela que tudo ficará bem – mas como ela poder saber? O Time Flash é afetado por uma substância misteriosa, enquanto Khione desenvolve uma compreensão melhor do que ela pode ou não controlar”.

Dirigido por Kayla Compton, que interpreta Allegra na produção, o capítulo vai ao ar no dia 10 de maio.

Confira:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Mês das Bruxas | 10 animações ARREPIANTES para ver nos streamings!

E o mês mais místico ano finalmente chegou!

Apesar de não ser uma celebração essencialmente nacional, o Dia das Bruxas carrega consigo uma história bastante sobrenatural e que correu o mundo de canto a canto – ainda mais pelo fato de, segundo inúmeras mitologias, representar o momento em que o véu entre o mundo terreno e o espiritual se torna mais tênue.

Não é surpresa que o Halloween inspirou e continua inspirando inúmeros artistas a criarem narrativas de arrepiar os pelos da nuca e nos fazer olhar por cima do ombro para ver se não estamos sendo seguidos. Da mesma maneira, vários realizadores também utilizam esses contos para aguçar a sinestesia e a compreensão de temas complexos pelas crianças.

Desde o clássico ‘O Estranho Mundo de Jack’ até os recentes ‘Coraline e o Mundo Secreto’ ‘Kubo e as Cordas Mágicas‘, filmes de terror infantis são uma ótima pedida para o dia de hoje – e, pensando nisso, separamos uma lista com 10 animações arrepiantes para conferir nos streamings.

Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

O CALDEIRÃO MÁGICO (1985)

Onde assistir: Disney+

Lançado na década de 1980, ‘O Caldeirão Mágicofoi ofuscado por títulos muito mais famosos da Walt Disney Studios, mas merece ser redescoberto. Ambientado na mítica terra de Prydain, a história segue acompanha o jovem Taran em uma missão mágica: armado com uma espada mágica, ele precisa impedir que o malvado Horned King libere os poderes sobrenaturais de um caldeirão mágico. Para isso, ele terá a ajuda da bela princesa Eilonwy, de Gurgi e de um porquinho clarividente.

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)

Onde assistir: Disney+

Décadas depois de seu lançamento, O Estranho Mundo de Jack continua vivo na memória como um dos musicais animados mais incríveis de todos os tempos – e mistura Halloween e Natal em uma exuberante narrativa. Com direção de Henry Selick e história de Tim Burton, o conto gira em torno de Jack Skellington, o Rei das Abóboras, que está cansado de seguir a mesma rotina ano após ano. De repente, ele se encontra numa estranha floresta que guarda uma porta para a Cidade do Natal, dando de cara com uma festa diferente de tudo que já viu antes – e resolve tomá-la para si e criar um Natal único (e aterrorizante).

A NOIVA CADÁVER (2005)

Onde assistir: NOW, Vivoplay

‘A Noiva Cadáver’, lançada há dezesseis anos pela Laika Studios, conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor (Johnny Depp), um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo também no elenco nomes como Emily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

A CASA MONSTRO (2006)

Onde assistir: Netflix

A adorada animação ‘A Casa Monstro’ é uma joia do gênero e, apesar de ser redescoberta ano após anos, ainda não tem o reconhecimento que merece – talvez nem tanto pela construção técnica, e sim pela divertida e chocante história. A trama acompanha três adolescentes que acreditam que a casa do outro lado da rua é, na verdade, uma perigosa criatura que ataca qualquer um que passe perto dela. Com o Dia das Bruxas se aproximando, eles têm que descobrir uma forma de destruí-la antes que ela faça mal a crianças inocentes.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Onde assistir: Google Play

A tenebrosa jornada de Coraline Jones convida o público a visitar um mundo paralelo habitado por pessoas com botões no lugar dos olhos, uma versão interessante e aparentemente convidativa da realidade que conhecemos. Entretanto, à medida que a heroína vai descobrindo os segredos daquele místico lugar, ela percebe que está sendo atraída para uma mortal armadilha.

9 – A SALVAÇÃO (2009)

Onde assistir: HBO Max

A subestimada e instigante animação ‘9 – A Salvação’ foi lançada em 2009 através das mãos do icônico produtor Tim Burton e do diretor Shane Acker. A aventura pós-apocalíptica é ambientada em um planeta devastado pelo levante das máquinas, que destruíram a raça humana e tomaram controle dos quatro cantos da Terra.Pouco depois desse genocídio, 9, um robô-boneco, acorda sem entender o que está acontecendo e descobre que seu criador o deixou com uma missão: encontrar oito outros minirrobôs para unirem forças e descobrir o mistério por trás dos caóticos acontecimentos.

PARANORMAN (2012)

Onde assistir: Apple TV+

A produtora conhecida como Laika tem uma habilidade inegável de criar grandiosas histórias –  e é claro que isso não seria diferente com a divertida animação ParaNorman. O filme traz em um mesmo cenário um grupo de criaturas fantásticas e que até hoje permeiam o imaginário popular, e sim zumbis, fantasmas e bruxas. A trama gira em torno do jovem médium Norman Babcock, que se torna o único que pode salvar a condenável cidadezinha de Blithe Hollow de perecer nas garras da temida bruxa Aggie Prenderghatst.

FRANKENWEENIE (2012)

Onde assistir: Disney+

Victor adora fazer filmes caseiros de terror, quase sempre estrelados por seu cachorro Sparky. Quando o cão morre atropelado, o garoto fica triste e inconformado. Inspirado por uma aula de ciências que teve na escola, onde um professor mostra ser possível estimular os movimentos através da eletricidade, ele constrói uma máquina que permita reviver Sparky. O experimento dá certo, mas o que Victor não esperava era que seu melhor amigo voltasse com hábitos um pouco diferentes.

KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (2016)

Onde assistir: Google Play

Kubo tem uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.

A FAMÍLIA ADDAMS (2019)

Onde assistir: NOW

A família Addams se prepara para a visita de parentes ainda mais assustadores, mas a sombria personalidade da TV local Margaux Needler aparece para fazer uma fortuna vendendo todas as casas do bairro. Como resultado, os dias de maldade da mansão no topo da colina, que Margaux despreza, parece ter seus dias contados.

Dafne Keen é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Star Wars: O Acólito’; Confira!

EW divulgou com exclusividade novas imagens oficiais de ‘O Acólito’, aguardada série derivada de ‘Star Wars‘, que estreia em 04 de junho no Disney+.

As fotos dão destaque a Jecki Lon, jovem padawan interpretada por Dafne Keen (‘Fronteiras do Universo’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef

Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.

“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”

Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.

“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

‘Star Trek: Lower Decks’: 5ª e ÚLTIMA temporada ganha clipe INÉDITO; Confira!

Paramount+ divulgou um clipe inédito da 5ª e última temporada da elogiada série animada ‘Star Trek: Lower Decks’.

O ciclo de encerramento tem estreia agendada para o dia 24 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que os quatro primeiros ciclos estão disponíveis na Paramount+.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick e Morty’).

A trama é ambientada no ano de 2380. A Terra, agora, é parte da Federação Unida dos Planetas, uma organização com várias espécies que comanda a galáxia. O time Starfleet, divisão de exploração e militarismo da Federação, opera uma série de naves espaciais que viajam por todo o universo estabelecendo contato com raças alienígenas. Lower Decks acompanha as aventuras da equipe de apoio que trabalha em uma das naves menos importantes da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

3ª temporada de ‘A Roda do Tempo’ ganha cartaz; Trailer será lançado HOJE!

Prime Video divulgou um novo cartaz oficial da 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo‘.

O trailer será lançado hoje, 12 de fevereiro, às 13h (horário de Brasília).

O próximo ciclo está programado para no dia 13 de março.

Confira, junto às imagens, e siga o CinePOP no Youtube:

rodadotempo

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

Crítica em Vídeo | ‘Superman’ traz James Gunn em seu melhor e abre o DCU de forma GLORIOSA

‘Superman’, longa que marca o início oficial do novo Universo DC (DCU) nos cinemas, já está em cartaz nos cinemas nacionais – e traz David Corenswet como o icônico Homem de Aço e Rachel Brosnahan como Lois Lane.

Agora, nosso jornalista e crítico Thiago Nolla traz a vocês a crítica em vídeo do longa-metragem.

Confira:

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Estrelado por Timothée Chalamet, ‘Marty Supreme’ conquista OITO indicações ao Critics Choice Awards 2026

A cinebiografia ‘Marty Supreme’, estrelada por Timothée Chalamet, é um dos favoritos para a próxima temporada de premiações – e foi indicado a nada menos que oito categorias do Critics Choice Awards 2026.

O longa disputa pela vitória em categorias como Melhor FilmeMelhor Direção para Josh SafdieMelhor Ator para Chalamet.

Os vencedores serão revelados no dia 4 de janeiro.

‘Marty Supreme’ conquistou uma aprovação expressiva no Rotten Tomatoes, alcançando 95% de aprovação com base em 62 avaliações.

No geral, os críticos elogiaram o longa, destacando o roteiro e a impressionante habilidade de atuação de Timothée Chalamet.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Marty Supreme é tão fresco, divertido e emocionante de assistir quanto seu protagonista. Vale a pena ser bombardeado por produtos e por gigantescas cabeças laranjas”, disse Caryn James da BBC.

“Talvez a verdadeira revelação em atuação aqui seja O’Leary, o “tubarão mau” do Shark Tank, que é um dos muitos talentos não atores que Safdie gosta de incluir em seus elencos. Ele acerta em cheio e está perfeito como o empresário que poderia ser o anjo de Marty”, disse Pete Hammond do Deadline .

“Na performance definidora de sua ainda crescente carreira, Timothée Chalamet, também conhecido como ‘Marty Supreme’, faz você querer acreditar nesse personagem instantaneamente icônico também… mesmo que, às vezes, você também tenha vontade de estrangulá-lo”, disse Peter Debruge da Variety.

“Como um retrato cinético de uma vida em constante movimento, Marty Supreme é um deslumbre”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Mesmo que Josh Safdie esteja atuando dentro de seus pontos fortes com Marty Supreme, com intensidade, escalada e um protagonista que habita uma área profundamente cinzenta, este ainda é um dos filmes mais empolgantes e envolventes que você verá este ano”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Chalamet torna uma das performances mais colossais do cinema no século 21 tão natural quanto uma bandeja no basquete”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Um roteiro de Safdie e Ronald Bronstein transforma a história real do jogador de tênis de mesa Marty Reisman em um filme esportivo dos anos 1980, inspirado na fábula grega de Ícaro”, disse Todd Gilchrist do Screen Rant.

“Timothée Chalamet entrega o tipo de performance magnética sobre a qual as pessoas vão falar por anos em Marty Supreme, facilmente um dos melhores filmes de 2025”, disse Andrew J. Salazar da Discussing Film.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

Crítica | Tove Lo abre nova era com a vibrante melancolia musical de “I’m Your Girl, Right?”

A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas narrativas que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração.

De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há treze anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que inclui os ótimos ‘Lady Wood’ e ‘Sunshine Kitty’. Em 2022, a artista lançou seu último compilado de originais até agora, ‘Dirt Femme’, apostando em construções de dance-pop que se mantiveram fiéis à identidade explorada desde seu surgimento na indústria. Quatro anos mais tarde, Tove Lo caminha para um de seus projetos mais ambiciosos com ‘Estrus’, que será lançado nas principais plataformas de streaming em 18 de setembro.

Recentemente, a cantora e compositora nos ofereceu o primeiro gostinho de seu sexto compilado de originais com o lead single “I’m Your Girl, Right?”, que inclusive veio acompanhado de um ótimo videoclipe oficial. Aqui, é notável como a performer volta a explorar os estilos que já explorou diversas vezes, mas apostando fichas em uma investida testamentária, por assim dizer, de tudo o que vem entregando em sua expressiva discografia. Não é surpresa, pois, que tenhamos o encontro entre o EDM e do pop alternativo com pulsões sintetizadas e quase robóticas do house e do Eurodance, explodindo em um encontro de gerações e de décadas cujo único pecado é durar menos de três minutos.

A questão “testamentária” da faixa vem de diversas maneiras, desde a temática romântica que Tove Lo esquadrinhou em outras incursões, até a composição hedonista e pronta para as pistas de dança. A artista, dessa forma, aposta fichas em um escapismo sonoro que nos arremessa de volta para os anos 80 e 90, exaltando o cenário da música eletrônica que nomes como Denniz Pop e Frank Farian ajudaram a modelar e a popularizar na Europa, exportando arquétipos que, como bem podemos ver no lead single, permanecem vivos na memória de gerações de artistas contemporâneos.

Responsável também pela produção ao lado de Ludvig Söderberg e A Strut, toda a atmosfera da track é pautada no encontro entre felicidade e angústia, culminando em uma melancolia propositalmente anacrônica que coloca o eu-lírico sob holofotes vibrantes e frenéticos, extensões do uso agressivo de sintetizadores e de ecoantes instrumentos que incluem a bateria e a guitarra, à medida que procura se libertar em meio à incerteza. E, em meio a tantas camadas que Tove Lo nos convida a conhecer, é notável como ela se prepara para uma de suas eras mais ambiciosas – e que tem tudo para ser um grande sucesso.

Kristen Stewart quer interpretar super-heroína gay

Recentemente, Kristen Stewart revelou à Harper’s Bazaar que foi orientada a “não aparecer publicamente com sua namorada” se quisesse um contrato com a Marvel.

E, em entrevista com a Variety, a atriz comentou a polêmica sobre sua sexualidade, esclarecendo que quem a ‘aconselhou’ não tem envolvimento com a Marvel.

Ela então foi questionada sobre qual personagem dos quadrinhos ela gostaria de viver, ao que ela respondeu:

“Uma super-heroína gay”.

Stewart também deixou claro que os grandes estúdios adorariam contratar atores gays para interpretar super-heróis.

Falando nisso, vale lembrar que Kevin Feige disse ao público que a Marvel Studios está se empenhando para aumentar a representatividade no MCU.

‘Space Force’: Governo Americano pode perder direito à marca registrada para a Netflix; Entenda o caso!

Para quem não sabe, a Netflix adicionou uma nova série de comédia em seu catálogo intitulada ‘Space Force‘, uma sátira à divisão de pesquisa espacial da Força Aérea dos EUA criada por Donald Trump.

O objetivo do presidente é transformar a ideia na nova ramificação militar do país, além do Exército, Marinha, Aeronáutica e dos Fuzileiros Navais.

No entanto, o que começou como uma brincadeira, acabou se tornando um assunto sério por questões legais em relação aos direitos de uso sobre marcas registradas.

De acordo com o The Hollywood Reporter, os representanes legais forças armadas dos EUA tentaram garantir o nome Space Force como uma marca oficial da divisão, mas o pedido foi recusado.

Como a iniciativa do governo ainda não foi plenamente iniciada, a Netflix conseguiu a marca registrada, pois já havia anunciado sua série no México, Austrália e em diversos países da Europa, além do território americano.

Sendo assim, a nomenclatura Space Force não consta nos registros do governo americano, apenas o pedido de patente emitido pelos advogados da entidade, que permanece em análise.

Na série da Netflix, Steve Carell dá vida ao general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana.

Depois de receber a tarefa, Naird precisa transformar o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.

Confira o trailer:

Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office’), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.

Além de Carell, o elenco conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.

‘Eu Me Importo’ expõe as terríveis histórias reais por trás do suspense criminal; Confira!

Quando Rosamund Pike recebeu o Globo de Ouro por sua atuação em ‘Eu Me Importo‘, ela brincou durante o discurso ao dizer:

“Talvez eu só deva agradecer ao falido sistema jurídico da América por tornar possível fazer histórias como esta.”

A declaração fez muitos espectadores se perguntarem se o longa dirigido por J. Blakeson foi baseado em acontecimentos reais…

Na trama, uma cuidadora de idosos aplica golpes em seus clientes com o objetivo de se apossar de seus bens materiais enquanto eles apodrecem em ‘casas de repouso’ com a justificativa de que não são capazes de cuidar de si mesmos.

O mais chocante é que a história mostra como médicos, juízes e instituições renomadas contribuem com a prática da fraude, transformando toda a situação em um negócio bastante lucrativo.

Mas será que isso acontece mesmo na vida real?

Durante uma entrevista para a Harper’s Bazaar, Blakeson contou que começou a pesquisar sobre o assunto quando seus amigos comentaram sobre um noticiário em que cuidadores foram presos depois de aplicarem golpes.

“O conceito do filme começou quando fiquei sabendo de histórias de guardiões legais que eram predadores na vida real. Eles manipulam o sistema e exploram suas proteções, eu fiquei horrorizado com o quão astutas são essas pessoas.”

Ele acrescentou que fez uma longa pesquisa antes de escrever o roteiro e ficou espantado com a quantidade de casos parecidos com o do filme.

“Eu fui até a toca do coelho chamada Google e li muitas notícias sobre o assunto. Fiquei horrorizado com as coisas terríveis que tantos deles estavam fazendo – especialmente considerando que a maioria de suas ações tiveram sucesso por meio de brechas legais. Minha pesquisa me levou a explorar temas de ambição, o sonho americano e humanos tratados como mercadorias, então eu tive um estalo e comecei a escrever o roteiro.”

Depois de se meter com uma idosa (Diane Wiest) ligada à máfia russa, a protagonista Marla Grayson (Pike) acaba enfrentando criminosos enviados pelo filho dela, Roman Lunyov (Peter Dinklage).

Blakesson contou que Grayson e Lunyov são personagens fictícios, mas baseados em reportagens relacionadas ao esquema fraudulento.

Uma dessas reportagens contava o caso de April Parks, cuidador que foi condenado em 2019 por mais de 100 acusações de familiares de idosos, incluindo os crimes de furto, extorsão, maus-tratos e exploração de seus clientes.

Já a personagem de Wiest foi criada como uma forma de dar justiça às vítimas, mesmo que de forma violenta.

“É uma ficção, não faço apologia à criminalidade, mas eu sabia que o público ia vibrar quando Marla se deparasse com alguém que lhe faria se arrepender de todas as suas atitudes. Foi assim que nasceu Jennifer Peterson (Wiest).”

Por incrível que pareça, o Conselho Nacional do Envelhecimento dos EUA registrou que um em cada 10 americanos com mais de 60 anos sofre algum tipo de abuso e apenas um em 15 casos tem coragem de fazer denúncias.

Em 2018, o Comitê de Envelhecimento do Senado convocou a reforma do sistema de tutela nos Estados Unidos após o surgimento de casos preocupantes sobre idosos em tutela abusiva.

Através de um comunicado, a senadora do Maine, Susan Collins, disse que:

“Estima-se que 1,3 milhão de adultos estão sob os cuidados de tutores familiares ou profissionais que controlam aproximadamente US$ 50 bilhões de seus ativos. A tutela é uma relação legal criada por um tribunal que visa proteger aqueles que perderam a capacidade de cuidarem de si mesmos. No entanto, descobrimos que, em muitos casos, o sistema carece de proteções básicas, deixando os americanos mais vulneráveis ​​sob risco de exploração.”

Lembrando que o filme já se tornou um dos títulos favoritos dos assinantes da plataforma.

Assista nossa crítica:

Crítica | Rosamund Pike vive uma ambiciosa golpista no thriller ‘Eu Me Importo’

Marla Grayson (Pike) é uma renomada guardiã legal que gosta de ficar com pessoas idosas e ricas. Às custas da última, ela leva uma confortável vida de luxo. Quando ela pensa ter encontrado uma nova vítima perfeita, descobre que a mesma guarda segredos perigosos. Com base nisso, Marla vai ter que usar toda sua astúcia se quiser continuar viva.

O elenco também conta com Eiza González e Chris Messina.

‘Gavião Arqueiro’: Clint Barton e Kate Bishop vestem novos trajes em capa de revista; Confira!

A série do ‘Gavião Arqueiro‘ é o destaque da nova edição da revista TV & Satellite Week, que traz na capa os protagonistas Jeremy Renner e Hailee Steinfeld.

Na imagem, os intérpretes de Clint Barton e Kate Bishop vestem seus novos trajes, já revelados anteriormente.

Confira:

Há alguns dias, a plataforma de streaming divulgou oito novas imagens da série ‘Gavião Arqueiro‘, dando mais destaque ao restante dos personagens, além de Barton e Bishop.

Uma das imagens mostra a mãe de Kate, Eleanor (Vera Farmiga), ao lado de Jack Duquesne (Tony Dalton), o antigo mentor de Barton.

Outra dá foco ao treinamento da Echo (Alaqua Cox), uma super espiã com objetivos ainda misteriosos e que vamos descobrir somente ao longo da série.

As outras imagens mostram novos ângulos de Clint e Kate, que também aparecem juntos, vestindo seus trajes de heróis.

Confira:

Lembrando que ‘Gavião Arqueiro’ chega à Disney+ em 24 de novembro, com episódio duplo.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

‘Garfield’: Animação dublada por Chris Pratt ganha data de estreia; Confira!

De acordo com o Comic Book, a Columbia Pictures agendou a estreia do reboot animado de ‘Garfield‘ para 16 de fevereiro de 2024 nos cinemas norte-americanos.

Além de Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) dando voz ao adorado gato laranja comedor de lasanha, o elenco de dublagem também contará com Samuel L. Jackson (‘Os Vingadores’).

O astro dará voz a um personagem criado exclusivamente para o filme, Vic, o pai de Garfield.

Esta será a terceira tentativa de lançar um longa-metragem de ‘Garfield‘ nos cinemas. Os filmes anteriores, híbridos live-action/animação, foram lançados pela 20th Century Fox e trouxeram Bill Murray (‘Os Caça-Fantasmas’) como dublador do gato

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, que está sendo escrita por David Reynolds e será dirigida por Mark Dindal.

Desenvolvida pela Alcon Entertainment em parceria com aDNEG Animation , a animação será distribuída pela Sony Pictures.

Os dirigentes da DNEG, Namit Malhotra Tom Jacomb, atuam como produtores.

Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono, Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’: Artes inéditas mostram as diferentes variantes do herói; Confira!

Uma página do Twitter dedicada a artes promocionais dos vindouros lançamentos do cinema divulgou diversas imagens de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’.

As artes destacam as diferentes versões do herói.

Confira:

Lembrando que a primeira parte de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ estreia em 02 de junho nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

Assinantes da Netflix estão CHOCADOS com novo documentário true crime; Confira as reações!

Chegou recentemente no catálogo da Netflix o documentário ‘Amanter, Starker e Mortal‘, que está chocando até mesmo quem é fissurado por tramas baseadas em crimes reais.

Dirigida por Sam Hobkinson, a trama reconta a história real de uma relação abusiva que acaba levando a eventos trágicos quando Dave Kroupa, um mecânico de Omaha, Nebraska, decide se aventurar em um aplicativo de namoro e conhece uma mulher que leva sua obsessão amorosa a um nível extremo e fatal.

A princípio, ele se interessa por duas mulheres, chamadas Liz e Cari, mães solteiras e aparentemente carinhosas, o que o levou a se aproximar das duas, resultando em um triângulo amoroso.

No entanto, Cari começa a demonstrar uma personalidade possessiva, enviando mensagens abusivas a Dave e até incendiando a casa de Liz, o que leva à morte de seus animais de estimação… Mas isso era só o início do inferno que ela iria causar na vida de ambos.

Apresentando depoimentos de diversas pessoas envolvidas no caso, o documentário faz um alerta sobre a exposição na internet e os cuidados ao se relacionar com desconhecidos.

A narrativa sobre o caso é tão perturbadora que está deixando os assinantes da plataforma completamente chocados.

Confira:

Jacob Elordi e Diego Calva serão amantes em novo filme do diretor de ‘House of Cards’

O Deadline divulgou hoje que Jacob Elordi (‘Euphoria’) e Diego Calva (‘Babilônia’) se juntam a Daisy Edgar-Jones (‘Normal People’), Will Poulter (‘Guardiões da Galáxia Volume 3’) e Sasha Calle (‘The Flash’) em ‘On Swift Horses‘, do diretor Daniel Minahan (‘House of Cards’, American Crime Story’).

Baseado no romance de Shannon Pufahl, a história segue os recém-casados ​​Muriel (Jones) e Lee (Poulter), que estão começando uma nova vida quando ele retorna da Guerra da Coréia. No entanto, a tranquilidade é abalada pela chegada do carismático irmão mais novo de Lee, Julius (Elordi). Após um desentendimento, Julius foge para Las Vegas, onde conhece Henry (Calva) e começa a se relacionar intensamente com ele.

O filme está sendo escrito por Bryce Krass (‘Lizzie’) e não possui data de lançamento prevista.

James Gunn revela detalhes sobre o REBOOT da DC e quais atores vão continuar

James Gunn, co-CEO do DC Studios, compartilhou novos detalhes sobre o aguardado reboot do universo DC nos cinemas e televisão.

Durante uma sessão de perguntas e respostas com fãs no Threads, Gunn esclareceu que o novo universo não considerará nada do antigo DCEU como cânone, incluindo seu próprio filme, mas que pelo menos três atores manterão seus papéis.

“Nada é considerado cânone até ‘Comando das Criaturas’ no próximo ano, que servirá como uma espécie de aperitivo para o DCU antes de uma exploração mais profunda do universo com ‘Superman: O Legado’ no ano seguinte”, explicou Gunn. “É comum os seres humanos quererem entender tudo o tempo todo, mas está tudo bem ficar confuso sobre o que está acontecendo no DCU, já que ainda nada é oficial.”

 

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Gunn também confirmou que alguns atores continuarão a interpretar personagens que já interpretaram em outras histórias, e que alguns eventos podem ser consistentes com acontecimentos de filmes, séries e projetos animados anteriores da DC.

No entanto, ele reiterou que nada é considerado cânone até o lançamento da série animada ‘Comando das Criaturas‘ e do filme ‘Superman: O Legado‘.

Quanto aos atores confirmados, Gunn revelou que pelo menos três personagens continuarão com os mesmos rostos. Xolo Maridueña reprisará seu papel como Besouro Azul, Viola Davis continuará como Amanda Waller e John Cena voltará como o Pacificador.

 

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Assista a nossa entrevista com o diretor de ‘Besouro Azul’ e a crítica:

Embora não tenha alcançado recordes de bilheteria ao redor do mundo, ‘Besouro Azul‘ chegou a US$ 101 milhões em bilheteria ao redor do mundo.

Foram US$ 56 milhões nos Estados Unidos e US$ 45 milhões no mercado internacional.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo também fazem parte do elenco.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

Penn Badgley relembra pegadinha elaborada de Blake Lively durante ‘Gossip Girl’

Penn Badgley, estrela de ‘Gossip Girl: A Garota do Blog’, compartilhou recentemente uma história sobre uma pegadinha elaborada que sua então namorada e colega de elenco, Blake Lively, pregou nele. A brincadeira o levou a acreditar que o vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, era seu pai biológico.

Segundo o E! Online, tudo começou com um e-mail enviado à equipe de Badgley por sua publicista, informando-o sobre um boato que circulava em Hollywood. O boato afirmava que Steven Tyler acreditava ser pai biológico de Badgley.

“Recebo um e-mail, tipo, ‘Há esse boato que estamos tentando desmentir, mas só para você saber, alguém pensa, ou Steven Tyler pensa, que ele é seu pai’. Não pensei nem por um momento porque quem em sã consciência pensaria que isso é verdade?”, lembrou Badgley

No entanto, com o passar dos dias, sua publicista continuou a informá-lo sobre o assunto, e até mesmo mencionou que o próprio Tyler parecia acreditar no boato. “Neste ponto, é claro que não acredito que seja verdade. Mas estou tipo, ‘Como Steven Tyler poderia acreditar nisso? Tipo, não tem como. Você deve estar brincando. Steven Tyler do Aerosmith pensa que eu sou dele?'”. 

Foi neste ponto que, por sugestão de Blake, Badgley decidiu verificar com sua mãe sobre o boato.

“Ela está chateada, e eu estou tipo, ‘Mãe, por que você está chateada?’ E então ela faz uma pausa—essa é a pausa que me convenceu—e ela diz, ‘Por que você acha que nos mudamos de Maryland?'”, relembra.

Badgley, que tinha 12 anos quando seus pais se divorciaram, ficou chocado com a revelação. Por alguns segundos, ele realmente acreditou que Steven Tyler era seu pai biológico. “E estou te dizendo, por algo como 5 a 7 segundos, que é um longo tempo, fiquei sem palavras, e meu mundo estava se reorganizando. Eu estava tipo, ‘Você está brincando comigo? Eu sou filho do Steven Tyler'”.

Foi só então que ele olhou para Blake, que estava segurando o riso. “Fiquei impressionado. Eu estava tipo, ‘Uau. Você realmente colocou muito esforço nisso, e funcionou. Para funcionar de alguma forma, isso é difícil'”.

Penn Badgley e Blake Lively namoraram entre 2007 e 2010, no auge da popularidade inicial de ‘Gossip Girl: A Garota do Blog’.

A série foi um dos grandes fenômenos teen durante os anos de 2007 a 2012, e é estrelada por Blake Lively, Leighton Meester, Penn Badgley e Ed Westwick.

Atualmente ‘Gossip Girl: A Garota do Blog’ está disponível na Netflix.

Um reboot da série foi produzido pela HBO Max em 2021, mas foi cancelado após duas temporadas.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco também conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

Madonna afirma que os EUA se tornaram um país FASCISTA

A cantora Madonna usou suas redes sociais nesta quinta-feira (30) para criticar o atual presidente dos EUA, Donald Trump.

A rainha do pop compartilhou uma foto de sua época antes da fama, logo após se mudar para Nova York, e expressou sua insatisfação, dizendo que não reconhece mais o país.

“Aqui estou eu, uma jovem cheia de propósito e muitos sonhos. Era meu primeiro ano morando em Nova York, um lugar perigoso, que me prometia tudo e nada. Eu não fazia ideia de que um dia estaria vivendo aqui, em uma época em que o fascismo se tornaria banal e a norma”, afirmou.

Madonna já havia se manifestado anteriormente contra as ações de Trump em relação à comunidade LGBTQIAP+.

“É triste ver nosso novo governo lentamente desmantelar todas as liberdades pelas quais lutamos e ganhamos através dos anos. Não desistam de lutar!”, ela escreveu em sua conta oficial no X (antigo Twitter).

A mensagem da cantora, compositora e filantropa emerge pouco depois de Trump assinar uma ordem executiva intitulada “Priorizando a Excelência Militar e a Prontidão”, que restringe pessoas transsexuais a prestarem serviço militar. A ordem reinstaura a política adotada no primeiro mandato do presidente, que foi rescindida em 2021 por Joe Biden – permitindo que pessoas trans fossem admitidas no exército estadunidense e realizassem seu serviço abertamente.

Em sua primeira semana como presidente, Trump também reverteu inúmeras iniciativas de diversidade, equidade, inclusão e acessibilidade, que garantiam a grupos marginalizados oportunidades de maior acesso aos serviços sociais e afins. Além disso, o presidente e sua comitiva deram início a deportações em massa de imigrantes latinos e sem documentação legal.

Tom Holland comenta preparação para ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: “A vida não poderia estar melhor”

O astro Tom Holland, que em breve retornará ao icônico papel de Peter Parker em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, falou recentemente sobre sua preparação para encarnar mais uma vez o “amigo da vizinhança”.

Durante uma entrevista à GQ, Holland comentou: “Estou me preparando para Homem-Aranha 4, então passei o dia todo no estúdio fazendo acrobacias. Hoje foi puxado, mas, sabe, estamos fazendo um ótimo progresso. Tudo está se encaixando. É, a vida realmente não poderia estar melhor”.

Até o momento, o elenco de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ conta com:

  • Tom Holland como Homem-Aranha
  • Zendaya como MJ
  • Jacob Batalon como Ned
  • Jon Bernthal como Justiceiro
  • Sadie Sink em um papel misterioso

A direção do filme ficará a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

A estreia está agendada para 30 de julho de 2026. 

A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Ator de ‘Boots’ entra para o elenco da adaptação em live-action de ‘God of War’

A série live-action de ‘God of War’ continua ganhando novidades, e a mais recente envolve a chegada de um novo nome ao elenco. Max Parker (‘Boots’) foi oficialmente confirmado como parte da produção.

Segundo informações da Variety, o ator interpretará Heimdall, o Vigia de Asgard. O personagem é descrito como um deus com a habilidade especial de antecipar o que está prestes a acontecer a qualquer momento.

Bonito e carismático, Heimdall sente-se pouco valorizado por seu pai, Odin, e subestimado pelos demais membros de sua família. Como consequência, ele está constantemente em busca de maneiras de melhorar sua posição na hierarquia divina e aumentar seu status e poder.

O ator se junta a Ryan Hurst (‘The Walking Dead’), previamente confirmado no elenco e responsável por dar vida ao icônico Kratos.

Criado em uma cultura marcial, ele ascendeu ao comando de exércitos a serviço de sua terra natal até que um dia fez um pacto fatídico com Ares, o deus grego da guerra, e perdeu sua alma em troca da vitória em batalha.

Na trama…

“Kratos e seu filho, Atreus, embarcam uma jornada para espalhar as cinzas de sua esposa e mãe, Faye. Através de suas aventuras, Kratos tenta ensinar seu filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus tenta ensinar seu pai a ser um ser humano melhor.”

O projeto se encontra atualmente em pré-produção, em Vancouver.

Frederick E.O. Toye, vencedor do Emmy pelo seu trabalho em ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Ronald D. Moore servirá como showrunner, roteirista e produtor executivo.

Diretor de fotografia da série de ‘Harry Potter’ detalha desafios no set: “É brutal”

A aguardada série de TV de ‘Harry Potter’, que adapta a icônica obra de J.K. Rowling para a HBO, segue em produção acelerada. Recentemente, o diretor de fotografia da produção, Adriano Goldman, comentou sobre os bastidores dos trabalhos, destacando que as condições difíceis de gravar com crianças.

“Você precisa filmar muito rápido, e quanto mais rápido você trabalha, mais compromete a qualidade. Não há como evitar isso, certo? Obviamente, temos muitos recursos, mas é brutal. O tempo de tela das crianças é realmente brutal. Por isso, a metodologia é muito específica. Você praticamente precisa pré-gravar todas as cenas enquanto eles estão na escola”, explicou Goldman, conforme a Variety.

O diretor de fotografia revelou que Dominic McLaughlin (Harry Potter), Alastair Stout (Rony Weasley) e Arabella Stanton (Hermione Granger) costumam permanecer no set por cerca de “uma hora e meia”, período em que a equipe precisa rodar o máximo de gravações possível antes que os atores mirins precisem sair.

“É realmente difícil; você grava tudo fora de ordem por causa desse tipo de cronograma. Então, o processo é muito complicado, mas já passei por isso em uma temporada”, afirmou.

Parte dessa rigidez no calendário ocorre porque os jovens atores precisam conciliar o trabalho com a rotina escolar obrigatória durante o período de filmagens. Nos Estúdios Warner Bros. Leavesden, no Reino Unido,  onde a série é produzida, foi construída uma estrutura escolar temporária dentro do próprio complexo.

O Conselho Distrital de Three Rivers autorizou o uso de prédios portáteis para fins educacionais pelos próximos dez anos. Com salas projetadas para receber de 150 a até 600 alunos em dias de grande figuração, a escola funciona entre 5h30 e 20h30 durante a semana, garantindo que o elenco jovem consiga estudar mesmo com gravações noturnas e locações externas.

Lembrando que a 1ª temporada, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, estreia em 25 de dezembro.

A trama do ciclo de estreia, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, seguirá a jornada de Harry Potter, um órfão que descobre sua herança mágica ao ser resgatado da casa de seus tios, os Dursleys, pelo guarda-caça Rubeus Hagrid. Em Hogwarts, ele formará o icônico trio ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger.

Confira o elenco principal confirmado:

  • Harry Potter: Dominic McLaughlin
  • Hermione Granger: Arabella Stanton
  • Ron Weasley: Alastair Stout
  • Alvo Dumbledore: John Lithgow
  • Minerva McGonagall: Janet McTeer
  • Rubeus Hagrid: Nick Frost
  • Severo Snape: Paapa Essiedu

A produção conta com a showrunner Francesca Gardiner (‘Succession’) e a direção de Mark Mylod (‘Game of Thrones’).

‘Attack on Titan’: Trilogia de filmes derivados do anime chegam dublados na HBO Max

E para alegria dos fãs que estão acompanhando o final do anime, chegou hoje (28) na HBO Max os três primeiros filmes derivados do anime ‘Attack on Titan‘ – ‘Shingeki no Kyojin‘ no original e ‘Ataque dos Titãs‘ no Brasil.

Todos eles dispõem da opção de dublagem em português, além do idioma original japonês com legendas e dublagem em espanhol. Os filmes foram anunciados pela plataforma no começo deste mês de maço. Os longas trazem compilações da 1ª e 2ª temporadas.

O 1º deles, ‘O Arco e a Flecha Escarlate‘ traz um compacto dos 13 primeiros episódios. Em seguida vem ‘Asas da Liberdade‘, que cobre até o episódio 25. Já o terceiro, ‘O Rugido do Despertar‘, traz os 12 episódios da 2ª temporada. Existe um filme compilando a 3ª fase, mas ele não fez parte dessa coleção adquirida pela HBO.

Por falar nisso, a versão brasileira que chega na plataforma foi produzida pela própria Artworks Entertainment, responsável pela distribuição dos filmes na América Latina. Com direção de Gustavo Nader, o trabalho conta com o mesmo time de dubladores que deu voz aos personagens na série que é exibida aqui pela Funimation e pelo Crunchyroll.

‘Avatar: O Caminho da Água’ recebe cartazes INCRÍVEIS dos formatos ScreenX, 4DX e RealD 3D

Avatar: O Caminho da Água‘ ganhou novos cartazes em diferentes formatos de exibição nos cinemas, como ScreenX, 4DX e RealD 3D, além de outras das principais redes de cinemas norte-americanas.

Confira abaixo os pôsteres inéditos divulgados pela 20th Century Studios:

Também saíram outros cartazes individuais:

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Confira o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de ‘Avatar’ teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

A Pelada

(A Pelada)

 

Elenco:

Bruno Pêgo, Kika Farias, Tuca Andrada, Karen Junqueira.

Direção: Damien Chemin

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Downtown Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Setembro de 2014

Sinopse:

Em Aracaju, Sergipe, um casal em crise busca um meio de esquentar a relação.

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

HQ vai explicar o que aconteceu entre o Independence Day original e a sequência

Confirmada pelo The Hollywood Reporter, a Titan Comics lançará uma HQ que vai explicar tudo o que aconteceu no período entre o longa original de ‘Independence Day‘, lançado em 1996, e a sequência ‘Independence Day – Resurgence‘, que aporta nos cinemas em 2016.

Segundo o editor da publicação, Steve White, a trama da HQ vai trazer mitos que tiveram conexão com a história original envolvidas em questões psicológicas. Sem dúvida, bastante promissor.

A HQ ainda não tem data para lançamento.

No dia 4 de Julho, um breve teaser-trailer de ‘Independence Day: Resurgence‘ (‘Independence Day: Ressurgimento’, na tradução) foi exibido em alguns cinemas norte-americanos, junto com as cópias de ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis‘. O ator Jeff Goldblum postou o vídeo em seu Facebook, que não traz nenhuma cena real do filme, mas já nos dá a ideia do que esperar da sequência.

“Nós pensávamos que tínhamos os exterminado. Mas o ressurgimento começou”, afirma.

 

We thought we wiped them out. The Resurgence is here. #IDR

Posted by Jeff Goldblum on Sábado, 4 de julho de 2015

Dois cartazes animados de ‘Independence Day 2′

O longa tem lançamento marcado para 24 de junho de 2016 nos EUA, exatamente 20 anos depois da estreia do primeiro filme. No Brasil, a sequência chega um dia antes: 23 de junho de 2016, uma quinta-feira.

Depois que Independence Day redefiniu o gênero de filmes-catástrofe, o próximo capítulo oferecerá uma catástrofe global épica em escala inimaginável. Usando a tecnologia alienígena roubada no primeiro filme, as nações da Terra têm colaborado em um programa de defesa enorme para proteger o planeta. Mas nada pode nos preparar para o retorno violento e sem precedentes dos alienígenas. Somente alguns bravos homens podem salvar nosso mundo da extinção.

Roland Emmerich, diretor do original, retoma a função no segundo filme.

Jessie Usher (série ‘Survivor’s Remorse’) será o novo protagonista, Dylan Hiller, filho do personagem de Will Smith; Charlotte Gainsbourg (‘Ninfomaníaca’), Travis Tope (‘Boardwalk Empire’), Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Patrick St. Esprit, Liam Hemsworth, ambos de ‘Jogos Vorazes‘, e Sela Ward, a nova presidente dos EUA, no elenco de novatos.

Os veteranos Bill Pullman, Jeff Goldblum, Vivica A. Fox, Brent Spiner, Joey King e Judd Hirsch reprisam seus papeis originais, ao contrário de Will Smith, que não aceitou voltar após ter exigido um alto salário (especula-se US$ 60 milhões).

William Fichtner (Prison Break, As Tartarugas Ninja) será um general de alto escalão dos EUA, que deve ser expandido para as próximas duas sequências – sim, mais dois filmes estão sendo planejados.

Escrito originalmente por James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha’), Emmerich e Dean Devlin, o novo longa se passará 15 anos depois do anterior e contará com a volta dos alienígenas originais – leia mais.

Inicialmente, o plano do diretor Roland Emmerich e do produtor Dean Devlin era rodar de uma vez só duas sequências de ’Independence Day’, mas a Fox aprovou a produção de apenas uma continuação.

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‘Game of Thrones’ ganha quatro vídeos comemorativos de Dia das Mães

A HBO divulgou quatro vídeos comemorativos de Dia das Mães da série ‘Game of Thrones‘… Sentiu a ironia?

Assista:

Ligue para a sua Mãe!

Eles crescem tão rápido…

Respeite os mais velhos!

Não seja um mimado…

‘Game of Thrones’ revela o destino de Jon Snow e ator se desculpa [SPOILER] 

Em função dos acontecimentos impressionantes do final da quinta temporada, entre eles a inesperada morte sangrenta de Jon Snow, a quase derrota de Daenerys em Meereen e a humilhação pública de Cersei na ruas de Porto Real, sobreviventes de todos os cantos de Westeros e Essos se reagrupam para seguir rumo aos seus destinos incertos. Personagens já conhecidos farão novas alianças para reforçar as suas possibilidades estratégicas de sobreviver, enquanto novos personagens surgirão para desafiar o equilíbrio de forças de norte a sul, de leste a oeste.

Game of Thrones se destacou nos Primetime Emmys® de 2015, recebendo 12 prêmios, um recorde para uma série em um ano. Os prêmios incluíram as categorias Melhor Série Dramática, Melhor Ator Coadjuvante (o segundo prêmio para Peter Dinklage nesta categoria), Melhor Diretor (David Nutter) e Melhor Roteiro. A série é um fenômeno porque consegue ser tão influente, amada pelo público e pela crítica, e ao mesmo tempo ter tanto impacto na televisão, na produção e na criação de conteúdo de programação.

 

 

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Matt Damon em prévia do trailer do ÉPICO ‘A Grande Muralha’

Matt Damon chega aos cinemas neste final de semana com ‘Jason Bourne‘, mas já tem um grande projeto engatilhado. A Universal Pictures divulgou a prévia do trailer de ‘A Grande Muralha‘ (The Great Wall), épico sobre a construção da Muralha da China.

O vídeo completo será lançado amanhã.

Ambientado no século 15, o filme pretende revelar os mistérios por trás da Grande Muralha e os segredos escondidos sob suas pedras.

O cineasta chinês Zhang Yimou (‘O Clã das Adagas Voadoras’, ‘Herói’) dirige o épico. O roteirista Tony Gilroy, que trabalhou com Damon na franquia ‘Bourne’, escreveu a última versão do roteiro.

Henry Cavill e Benjamin Walker antes estavam associados a produção, assim como o diretor Ed Zwick (‘O Último Samurai’), mas abandonaram o projeto devido a sua longa gestação.

A Grande Muralha‘ estreia em Fevereiro de 2017 no Brasil.