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Assista uma prévia da 2ª temporada de ‘Legion’

A Fox liberou a primeira prévia da 2ª temporada de ‘Legion’, spin-off dos X-Men.

A prévia é curta, mas podemos ver David Haller (Dan Stevens) perguntando: “algo aqui parece normal para você?” Confira:

A 2ª temporada terá 10 episódios e está prevista para abril de 2018 nos EUA. O FX exibe a série no Brasil.

Netflix inicia testes do ‘Ultra’, seu novo plano de assinatura; Entenda!

Vem novidades por aí para os assinantes da Netflix! A empresa de streaming acaba de iniciar os testes para o novo pacote de assinatura que pretende lançar, denominado ‘Ultra’.

Segundo pesquisas feita pela própria empresa, os clientes estão dispostos a pagar um valor mais alto para terem acesso a mais aparelhos com conteúdo ultra HD ou se optam por conteúdos no formato HDR (tecnologia que oferece cores mais vibrantes e com maior contraste).

O preço mensal nos EUA do Ultra será de 16,99 dólares (aproximadamente R$ 66,00) e deve ser lançado em duas versões diferentes. Vale lembrar que as assinaturas Premium (já existente!) e Ultra continuariam tendo permissão para quatro aparelhos simultâneos com conteúdo ultra HD, mas somente o pacote Ultra irá liberar ao assinante a tecnologia HDR.

Apenas alguns usuários estrangeiros participarão dos testes e, conforme os resultados, a empresa pode adotar ou não as novas medidas. Ainda não há planos para o lançamento do Ultra no Brasil.

Crítica | The Trip – Briga de casal vira um banho de sangue em comédia SOMBRIA da Netflix

Recém-lançado na Netflix, The Trip é um filme surpreendente. Dirigido por Tommy Wirkola (Onde Está Segunda?), o longa começa como um típico drama de casal em crise que planeja uma viagem para o interior, onde vão se reconectar e resolver seus problemas no relacionamento. No entanto, ele subverte essa expectativa ao trazer a “solução” para essa relação problemática: tanto o homem quanto a mulher viajam na expectativa de matar o outro e embolsar o dinheiro do seguro. A partir daí, tudo que poderia dar errado acontece, apostando ainda mais no absurdo e na violência gráfica para tentar construir um humor politicamente incorreto que não se vê mais por aí. O problema é que a direção peca no ritmo do filme, deixando-o inconstante e exagera na violência, gerando momentos que não causam tanta graça, mas sim desconforto.

A graça do roteiro está justamente nessa sequência de quebra de expectativas. De início, o longa é bem cansativo, mostrando a vida dos protagonistas antes da viagem, acompanhando principalmente Lars (Aksel Hennie), o marido, que deixa claro para todos os seus amigos e companheiros de trabalho sobre os planos de viajar com a esposa, Lisa (Noomi Rapace), para a cabana da família, já criando uma justificativa para o planejado não retorno da suposta amada para a rotina. Esse começo se alonga muito e já dá um cansaço. Na verdade, enquanto eles não entram na cabana, o filme é bem enfadonho. Porém, quando eles revelam suas motivações, o diretor faz uso de câmeras típicas de filmes de suspense para criar um clima tenso, que logo é desfeito pelo insucesso dos dois em serem assassinos. Assim, a trama entra em uma espiral típica de Tom & Jerry, mostrando um perseguindo o outro e falhando miseravelmente.

Essa caça de um atrás do outro é bem explorada, sendo usada como muleta para que os personagens lavem a “roupa suja” enquanto tentam se prender ou matar. Então, quando já não tem mais o que trabalhar, o roteiro traz uma trinca de bandidos barra pesada, que cortam essa discussão de casal e abrem portas para a direção usar e abusar da violência explícita, apostando em cenas bem gore.

Com a chegada dos novos personagens, novas situações acontecem, modificando a dinâmica da história para algo que transita entre o Esqueceram de Mim (1990) e A Babá (2017). Sem apelar para o sobrenatural, o filme apresenta praticamente um novo plot twist a cada 15 minutos. No começo é interessante e divertido, mas fica cansativo depois de um tempo. Por fim, a última virada na trama é uma das mais divertidas porque brinca justamente com o meio de Hollywood e seu interesse por histórias bizarras. É uma autoparódia muito bem-vinda, que tira sarro dos principais clichés do meio.

Se o roteiro proporciona essas situações inesperadas e as constantes viradas de trama, a direção não consegue manter o ritmo e nem explorar toda a violência de forma criativa ou engraçada. Quer dizer, há muitos momentos engraçados, mas a maior parte do tempo é só um uso injustificado de mutilações que até chocam em um primeiro momento, só que acabam sendo tão usadas que perdem a graça e a sensação de choque. Wirkola tenta fazer um filme “Eita Atrás de Eita”, sem conseguir trabalhar essa sensação ao longo de toda a história.

Porém, se existe algo irretocável no filme são as atuações dos protagonistas. Noomi Rapace é o nome mais famoso envolvido no projeto, e ela justifica essa presença dando todos os tons que sua personagem pede. Mas quem dá show mesmo é Aksel Hennie. Seu Lars é um completo idiota. Ególatra e atrapalhado, ele faz caras e bocas sem apelar para o caricato, passando bem a sensação de frustração, dor e confusão diante do caótico fim de semana. Eles ainda fazem um trabalho de maquiagem muito bom nele, passando verdade nas lesões. E é justamente na reta final do longa que ele aparece todo desfigurado e consegue fazer uma interação muito inesperada que acaba sendo, de longe, a melhor sequência do filme. O trio de bandidos não é lá essas coisas, mas consegue cumprir bem o papel de caras maus e burros que aparecem para tocar o terror.

Enfim, é um filme que parece se alongar demais, o que acaba causando um desconforto que passa da linha do cômico em certos momentos, mas que também consegue criar algumas situações realmente engraçadas. Definitivamente, não é uma história para quem tem problema com violência e com um banho de sangue. No entanto, se você for fã do tipo de humor dos Irmãos Coen ou até mesmo do Tarantino, provavelmente encontrará alguns momentos que lembrarão esses estilos, mas bem de leve.

The Trip está disponível na Netflix.

Crítica | Hypnotic – Suspense Psicológico da Netflix é envolvente, mas escorrega no final…

Quando uma pessoa sofre um trauma, seja da origem que for, a reação emocional e psíquica desse indivíduo pode acontecer de inúmeras maneiras e durar pouco ou muito tempo. Geralmente, uma boa forma de superar ou curar um trauma é realizar um acompanhamento com um terapeuta ou um psicólogo: um profissional especializado em desatar os nós psicológicos que uma má experiência cria em nosso inconsciente. E, para isso, é preciso que o paciente entregue todos os seus segredos ao profissional e que haja uma relação de extrema confiança entre os dois. Mas nem sempre isso acontece. Foi pensando nisso que a Netflix trouxe aos seus assinantes seu mais novo suspense, ‘Hypnotic’, que acaba de chegar ao público essa semana.

Jennifer (Kate Siegel) está arrasada. Uma grande perda no passado fez com que ela se desestruturasse totalmente, isolando-se de tudo e de todos. Quando, em um esforço hercúleo, vai à uma festa na casa de sua melhor amiga, Gina (Lucie Guest) – e acaba encontrando seu ex-noivo, Brian (Jaime M. Callica) –, Jennifer se sente meio deslocada, até que sua amiga insiste em apresentá-la a seu terapeuta, Dr. Collin Meade (Jason O’Mara), sobre quem diz ter conseguido dar a volta por cima em sua vida. Conversa vai, conversa vem, Gina insiste que a amiga precisa marcar uma sessão com o Dr. Collin, certa de que ele conseguirá recuperar sua felicidade e mudar sua vida. O que Jennifer não podia imaginar é que essa mudança não seria exatamente para melhor.

Em apenas uma hora e meia de duração, ‘Hypnotic’ constrói uma história bem-feitinha,  que fisga a gente com uma abertura interessante. O roteiro de Richard D’Ovidio trabalha bem a evolução da protagonista, mostrando seus pontos fracos e inserindo os elementos e as consequências do tratamento através da hipnose que o Dr. Collin propôs realizar aos poucos, cozinhando, assim, a paranoia na cabeça do espectador. O primeiro arco do enredo é um bocado envolvente, porém, quando as cartas são colocadas na mesa um pouco antes da metade do filme, a atuação do elenco dá uma caída, e algumas interpretações escorregam na caricatura.

Enquanto estratégia, a ideia de fisgar o espectador nos primeiros trinta minutos é uma boa ideia, apesar de os diretores Matt Angel e Suzanne Coote terem uma boa história em mãos que poderia ter sido mais bem aprofundada. Para ambientar a produção, há um bonito trabalho de fotografia, especialmente na primeira metade do longa, que ajuda a imergir o espectador no clima de suspense psicológico a la ‘Corra’, fazendo um jogo de câmera com o cenário minimalista onde a ação se desenvolve. A história vai sendo construída centrado na protagonista feminina – que, por sua vez, não é uma mocinha indefesa – e isso é algo bastante positivo.

Ainda que com alguns escorregões, um título que poderia ter sido traduzido ao português e um final um tanto quanto previsível, ‘Hypnotic’ é um suspense psicológico realmente calcado na argumentação psicológica, com uma história envolvente e um argumento que faz a gente querer saber mais sobre essa técnica da medicina mental.

‘Capitã Marvel’: Cena pós-créditos foi dirigida por irmãos Russo

Spoilers!

O que alguns fãs estavam suspeitando realmente aconteceu. A cena pós-créditos que conecta os eventos de ‘Capitã Marvel‘ com ‘Vingadores: Ultimato‘.

Os diretores Ryan Fleck e Anna Boden revelaram em entrevista para a Empire que a cena foi filmada pelos irmãos Anthony e Joe Russo, diretores de Ultimato.

“É uma conexão direta com o filme deles. Eles criaram o conceito dela, e nós falamos, ‘Isso parece incrível’”.

Faz sentido, não?

Capitã Marvel finalmente chegou aos cinemas! Além de ter estreado no Brasil, o filme também estreou nos Estados Unidos e em mais de 44 países.

Segundo o Box Office Mojo, o filme arrecadou US$ 455 milhões mundialmente, a 2ª maior de todos os tempos para um filme de super-heróis.

O filme ficou atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$ 640 milhões), e na frente de ‘Batman vs Superman’ (US$ 422 milhões).

Sem ser filme de super-herói, o filme conquistou a sétima maior abertura mundial da história, na frente de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 450 milhões).

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Silicon Valley’: 6ª e última temporada ganha trailer oficial; Assista!

A sexta e última temporada da aclamada série ‘Silicon Valley’, da HBO, ganhou seu primeiro teaser trailer oficial.

Confira:

E em um comunicado oficial, os showrunners Mike Judge e Alec Berg refletiram sobre o ciclo final da produção:

“‘Sillicon Valley‘ é um ponto alto nas nossas vidas e carreiras. Sentiremos muita falta desesperadamente, mas sempre deixamos a jornada de Pied Piper guiar o caminho e a sexta temporada parece ser a conclusão ideal. Temos uma dívida eterna com o nosso incrível elenco, equipe de apoio e parceiros da HBO. Em um determinado momento, só há um certo limite do que você pode fazer para tornar o mundo melhor”.

O elenco de ‘Silicon Valley‘ é composto por  Josh BrennerThomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew no elenco.

A 6ª temporada estreia na sexta-feira, 27 de outubro.

‘The Green Knight’: Filme arturiano de David Lowery ganha belo cartaz oficial; Confira!

‘The Green Knight’, novo filme arturiano da A24, ganhou seu primeiro pôster oficial.

O trailer será divulgado amanhã, 13 de fevereiro.

Confira:

David Lowery dirige a produção.

A história é uma reimaginação da clássica lenda de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Dev PatelAlicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson estrelam.

‘The Green Knight’ ainda não tem data de estreia confirmada.

Katy Perry estampa imagens promocionais de ‘Smile’, seu próximo álbum de estúdio

popstar Katy Perry divulgou em seu Twitter oficial novas imagens promocionais do ensaio feito para ‘Smile’, próximo álbum de estúdio da cantora que terá um tema circense.

Confira:

O CD será lançado no dia 14 de agosto de 2020.

Recentemente, Perry lançou o single homônimo da produção, que você pode ouvir aqui!

Crítica | Katy Perry volta para as pistas de dança com o narcótico e borbulhante single “Smile”

Perry já havia lançado outro single promocional do álbum, “Daisies”, em 15 de maio. Músicas como “Harleys in Hawaii” “Never Really Over” também fazer parte da obra.

Considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último álbum de estúdio foi ‘Witness’, lançado em 2017.

‘Sex Education’ pode ter mais de três temporadas, revela Gillian Anderson

‘Sex Education’ caminha para seu terceiro ano e, desde sua estreia no catálogo da Netflix, vem conquistando fãs ao redor do mundo por sua pungente e ácida narrativa e por um elenco estelar.

Entretanto, boa parte do público vem se questionando por quanto tempo a série irá durar – e Gillian Anderson, que vive a Dra. Jean Milburn na produção, pode ter revelado que os planos ainda estão longe de acabar.

Em entrevista ao Collider, a atriz foi questionada sobre possíveis discussões sobre temporadas futuras. A resposta foi um tanto quanto promissora:

“Temos discutido sobre isso e creio que, dado o número de pessoas que estão gostando da série, não vejo por que não teríamos mais, mas as coisas mudam. As coisas mudam na Netflix dia após dia, até quando estamos conversando. Então, no final das contas, não cabe a ninguém decidir exceto pelos caras lá de cima”.

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

‘Them’: Stephen King ficou ATERRORIZADO com o primeiro episódio da antologia da Amazon; Confira!

A vindoura série antológica de terror, ‘Them’, finalmente estreou no catálogo da Amazon Prime Video e, apesar de ter dividido a crítica internacional, definitivamente caiu no gosto de um dos mestres da literatura do horror: Stephen King.

O premiado e aclamado romancista postou em seu Twitter oficial um comentário sobre o episódio piloto, comentando que ficou aterrorizado com a produção.

Ele escreveu: “o primeiro episódio me assustou horrores – e eu sou difícil de ser assustado. Bônus: se você nunca viu várias mulheres brancas super estranhas em vestidos dos anos 1950, aqui está a sua chance”.

Escrita por Little Marvin e ambientada em 1953, a trama gira em torno de Alfred e Lucky Emory, que decidem mudar com sua família para a Carolina do Norte, um bairro de Los Angeles apenas com brancos. A casa da família em uma rua arborizada e aparentemente idílica se torna o marco zero de algo terrível, onde forças malévolas tanto reais, quanto sobrenaturais, ameaçam insultá-los, devastá-los e destruí-los.

O elenco conta com Ashley ThomasMelody Hurd, Shahadi Wright Josephy, Deborah Ayorinde, Alison Pill e Ryan Kwanten.

‘Patrulha do Destino’: 3ª temporada ganha INCRÍVEL cartaz oficial; Confira!

Depois do trailer, a HBO Max divulgou o cartaz oficial da 3ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol).

Confira:

O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 23 de setembro.

Criada por Jeremy Carver (‘Being Human’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

Michelle Gomez (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) fará sua estreia na série como a misteriosa Madame Rouge.

‘Encanto’: Lin-Manuel Miranda revela que seu filho NÃO aguenta mais ouvir a música “We Don’t Talk About Bruno”

Em uma recente entrevista à revista People, o aclamado realizador, musicista e ator Lin-Manuel Miranda revelou uma curiosidade engraçada sobre ‘Encanto’, nova animação da Walt Disney Studios, sobre a qual ficou responsável pela trilha sonora.

Miranda contou que, além de não esperar o sucesso da canção “We Don’t Talk About Bruno”, há uma pessoa em sua vida que não aguenta mais ouvir falar sobre a música: seu filho.

“Meu filho chegou em casa hoje e me disse: ‘pai, todos estão cantando [a música]'”, ele disse. “Ele está orgulhoso e, ao mesmo tempo, ‘tudo bem, já deu’. Porque, lembrem-se, ele ouviu a música em maio [do ano passado]. Ele não aguenta mais”.

Miranda continua: “fiquei surpreso que é “Bruno”. Sinto como se este fosse meu “Send in the Clowns”, que foi um sucesso tardio de Stephen Sondheim e provavelmente o mais inesperado de uma incrível carreira. Mas eu aceito!”.

“We Don’t Talk About Bruno”, que viralizou em todas as redes sociais e se tornou uma das marcas do filme, alcançou o 4º lugar da Billboard Hot 100, tornando-se a maior música do panteão da Casa Mouse em 26 anos.

A faixa foi a mais bem-sucedida da parada e destronou o imortal single “Let It Go”, de ‘Frozen’, que havia alcançado o 5º lugar da Hot 100 em abril de 2014.

A música, que atingiu um status icônico em pouquíssimo, se junta a outros sucessos da Disney, como “A Whole New World” (‘Aladdin’), que atingiu o 1º lugar da parada; e “Can You Feel the Love Tonight” (‘O Rei Leão’) e “Colors of the Wind” (‘Pocahontas’), ambas dominando o 4º lugar da Hot 100.

Vale lembrar que a canção entrou para a nossa lista de Melhores Músicas de 2021, ficando em oitavo lugar.

A animação, por sua vez, já está disponível no catálogo do Disney+.

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Encanto’ é a melhor animação da Disney desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

‘Boo, Bitch’: Comédia sobrenatural com Lana Condor ganha trailer OFICIAL; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Boo, Bitch’, comédia sobrenatural estrelada por Lana Condor (trilogia ‘Para Todos os Garotos’).

A série tem estreia agendada para o dia 08 de julho.

Confira, junto às imagens promocionais:

A produção acompanha a vida de uma adolescente que sempre passou despercebida pela escola e decide que quer mudar tudo para começar a curtir sua juventude, até descobrir que é um fantasma.

Além de estrelar, Condor também atua como produtora executiva.

Escrita por Erin Ehrlich (‘Crazy Ex-Girlfriend’) e Lauren Iungerich (‘Awkward’), a minissérie será composta por oito episódios.

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ completa 20 ANOS; Confira a nossa crítica do filme!

Faz 20 anos que os brasileiros puderam ver o bruxinho Harry Potter, e seu melhor amigo Rony Weasley, voarem sobre Londres dirigindo um carro azul enfeitiçado.

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ foi lançado em 2002 e carregava consigo um grande fardo: como resgatar todo o gostinho do encantador e do novo na continuação do que viria a ser uma das maiores franquias de ficção fantástica da história? Afinal, A Pedra Filosofal’ nos introduziu ao universo mágico de Hogwarts, mostrando-nos perigos a serem enfrentados, poções a serem feitas e balaços a serem rebatidos. As paredes já não são tão brilhantes assim e se perder nos corredores não é mais uma aventura.

Duas coisas poderiam ter acontecido: o tiro sair pela culatra ou não. Para a alegria de todos, Christopher Columbus, Stuart Craig, Steve Kloves e o restante de sua equipe conseguiram mais uma vez criar uma belíssima adaptação da obra homônima escrita por J.K. Rowling, encantando fãs ao redor do mundo – e de alguma forma, com execução evoluída quando comparado ao primeiro longa-metragem.

Alguns meses se passaram desde que Harry (Daniel Radcliffe) voltou para sua casa na Rua dos Alfeneiros, nº 4 – não mais para um armário embaixo da escada, e sim para um cubículo no segundo andar que costumava servir como quarto de brinquedos de seu primo Duda (Harry Melling) -, vendo o que parecia ser um sonho se despedaçando ao ouvir os mesmos xingamentos e reclamações de seus tios trouxas, Válter (Richard Griffiths) e Petúnia (Fiona Shaw) Dursley. Seus sentimentos são idênticos a quando se tira um doce de uma criança: angústia e ressentimento. E já nos primeiros minutos de narrativa, lidamos com uma crise interna do protagonista: a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts é o seu real lar, mas como ele pode negar sua própria história quando laços sanguíneos o tornam um prisioneiro de sua própria família? Afinal, Petúnia sempre será irmã de sua mãe, e não há nada no mundo que apague isso. Ele pode até considerar a escola seu lar, mas não há nada que negue sua relação com os tios. Além disso, ele se sente isolado, e seu vazio apenas aumenta ao recordar constantemente das cartas nunca respondidas que enviara a seus amigos.

Como toda boa jornada do herói, temos um incidente incitante. E em A Câmara Secreta, ele vem na forma de Dobby (dublado originalmente por Toby Jones), um elfo doméstico atrapalhado e constantemente em culpa que aparece em seu quarto de forma inesperada. Ele está lá para impedir Harry de voltar para Hogwarts, pois coisas terríveis estão prestes a acontecer entre suas paredes. É bem fácil deduzir o que ocorre depois – principalmente porque, se Harry lhe desse ouvidos, não haveria história: Dobby, na verdade, já havia arquitetado um plano para mantê-lo longa da escola, interceptando as cartas que enviava aos seus colegas e alimentando um sentimento de solidão cruel dentro do protagonista. E numa sequência bem equilibrada entre tragédia e comédia, as intervenções da criaturinha acabam por deixá-lo literalmente preso entre as grades.

Dias depois, Harry é resgatado por Rony (Rupert Grint) e seus irmãos gêmeos Fred e Jorge (James e Oliver Phelps, respectivamente), os quais vão buscá-lo num Ford Anglia azul-turquesa voador e levá-lo para a Toca, casa dos Weasley localizado nas planícies interioranas de Londres. Lá, ele se reencontra com Molly (Julie Walters), a matriarca da família, e conhece Arthur (Mark Williams), o pai, e Gina (Bonnie Wright), a filha caçula que entrará em seu primeiro ano em Hogwarts.

Apenas com estas poucas sequências, já é possível determinar qual será o tom deste filme: a contraposição. Entre a Rua das Alfeneiros e a Toca, há uma montagem antitética que oscila entre o monótono, o mundano e o repetitivo (simbolizados pelas dezenas de casas idênticas que ocupam a tela) e o mágico, o distorcido e o sobrenatural (representados pela arquitetura um tanto quanto expressionista da casa dos Weasley. Até a própria paleta de cores contribui para este contraste; ora, as paredes da casa dos Dursley possuem um tom enjoativo de pêssego e rosa, enquanto a Toca traz cores gritantes que inclusive se metamorfoseiam em outras.

Ao finalmente retornar para Hogwarts – após eventos infelizes na Travessa do Tranco e uma sequência muito bem filmada envolvendo o mesmo Ford Anglia de antes – Harry, Rony e Hermione finalmente entendem os misteriosos avisos do elfo doméstico: aparentemente, há uma força misteriosa atacando os alunos nascidos trouxas, deixando-os petrificados e condenando o sentimento de segurança que a escola sempre passou a seus residentes. Mensagens escritas em sangue adornam as paredes, dizendo que uma tal de Câmara Secreta foi reaberta e que os inimigos de um herdeiro desconhecido devem ter cuidado.

Isso parece perigoso. E perigo é como perfume para nossos protagonistas: a partir daqui – e de um resgate nostálgico do primeiro filme -, a obra transforma-se numa narrativa de mistério à la Agatha Christie. O trio parece encarnar os trejeitos de Hercule Poirot, e as investigações se iniciam: eles desejam descobrir o que está ameaçando os alunos em Hogwarts e o que é esta Câmara. As descobertas mostram que um monstro mortal está à solta e está sob controle de alguém que deseja reemergir o legado de Salazar Sonserina (um dos fundadores do complexo educacional).

Seguindo os mesmos padrões de A Pedra Filosofal, as pistas apontam para uma gama de suspeitos inocentes – e nesta lista, há a presença surpreendente de Rúbeo Hagrid (Robbie Coltrane) e sua famigerada história com criaturas fantásticas e, na maioria das vezes, mortais. Apesar de todo o suspense, a identidade narrativa segue a idade dos personagens: Harry, Rony e Hermione são pré-adolescentes, e a própria caracterização de suas roupas e dos cenários que habitam sugerem um leve amadurecimento; eles sentem que conhecem tudo e que são imunes a ameaças externas, e o choque com a mortalidade é de suma importância para sua própria evolução.

Permeando a trama principal, A Câmara Secreta’ desenvolve outros arcos narrativos que contribuem para o molde de arquétipos futuros: aqui, temas como provações e inimizades são constantes, simbolizados pela relação conflituosa entre o trio, Draco Malfoy (Tom Felton) e agora seu pai, Lúcio (Jason Isaacs). Através de diálogos muito bem ritmados, até assuntos mais densos, como preconceito e a dualidade entre tolerância e intolerância, são citados. A expressão que resume a pseudosuperioridade e o egocentrismo da família Malfoy – sangue-ruim – equivale às frases racistas e machistas que são despejadas a rodo na sociedade contemporânea.

Obviamente tantos acontecimentos não poderiam acontecer no mais puro silêncio, e é aí que entra o fabuloso trabalho do compositor John Williams. É possível ver que ele não se preocupa em reciclar a trilha sonora do filme original, e de modo algum isto a torna menos especial: a composição tem a mesma base, mas avanços e mudanças pontuais a tornam mais intimista e mais envolvente, contribuindo para a reafirmação do próprio suspense e dos crescentes perigos que rondam os terrenos do Castelo. A música não chega a ser tétrica, mas nos causa angústia – principalmente quando comparamos a escolha de Williams para momentos de tensão e aqueles mais alegres.

Outro dos pontos a serem destacados é a incrível direção de fotografia de Roger Pratt, sua primeira colaboração para a franquia Harry Potter. E em vez de falar dos aspectos gerais, gostaria de focar no uso particular de um plano perigoso – o plano holandês. Ainda que sutilmente, os enquadramentos de diversas cenas são inclinados, principalmente quando há um close-up dos personagens mais velhos ou em momentos catárticos. A preocupação aqui era se seu uso excessivo poderia quebrar o ritmo da narrativa e tornar as cenas leves demais para o tom do filme, mas a excepcionalidade com que Pratt e Columbus trabalham nem passam perto disso: a composição sugere instabilidade, e é assustador perceber que até as figuras adultas de A Câmara Secreta’ não sabem o que fazer contra o perigo iminente.

Todos os momentos e as decisões tomadas ao longo dos 161 minutos inclinam-se à batalha final – e o próprio longa parece nos preparar para isso. Enquanto no primeiro ato as cores quentes são predominantes – uma composição harmônica de vermelho e amarelo -, transmitindo segurança e conforto tanto para os personagens quanto para o público, os atos subsequentes são gradativamente engolfados em tons mais frios. A ameaça é crescente, e sabemos que, quando tudo estiver tomado pela escuridão, não há mais volta: faz-se necessário enfrentar o perigo para que, enfim, possamos voltar para a luz.

Uma das grandes sacadas da narrativa – e aqui refiro-me tanto ao livro quanto ao filme – é a utilização da inocência e do charlatanismo como catalisadores de conflitos. Personagens cujo semblante pacífico e apaziguador se tornam alvo das forças místicas e derradeiras das trevas, mostrando que nem mesmo o mais puro dos corações está livre de cair em tentações mortais; e contraditoriamente, há aqueles – como Gilderoy Lockhart (uma presença muito bem-vinda do fantástico Kenneth Branagh) – que utilizam-se de artifícios duvidosos para propagar sua fama, fazendo jus à frase “nem tudo é o que parece ser” e tendo seu arco montado sobre o escape cômico.

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ é uma belíssima continuação de uma franquia fantástica, marcando uma evolução técnica e narrativa capaz de encantar até os mais céticos espectadores – e nos apresentando a pontos de vista nunca imaginados.

Crítica | Rachel Weisz entrega uma performance duplamente visceral na incrível minissérie ‘Gêmeas: Mórbida Semelhança’

David Cronenberg é um dos cineastas mais únicos da história do cinema e um dos símbolos por trás do subgênero conhecido como body horror (terror corporal), que foca em um uso visceral do corpo humano e de todas as suas partes em prol de uma narrativa conceitual e, por muitas vezes, beirando o absurdo. Em 1988, o realizador lançou um de seus mais aclamados filmes, ‘Gêmeos: Mórbida Semelhança’, que lhe rendeu diversos prêmios e auxiliou a imortalizar seu legado no escopo da sétima arte. Agora, 35 anos mais tarde, o Prime Video resolveu investir esforços em uma série-remake do longa-metragem, escalando ninguém menos que a vencedora do Oscar Rachel Weisz para os papéis principais.

Seguindo muito de perto a trama da iteração original, ‘Gêmeas: Mórbida Semelhança’ acompanha Beverly e Elliot Mantle (Weisz), duas ginecologistas geniais cujo principal objetivo é lutar contra os precários e retrógrados métodos que envolvem os cuidados íntimos das mulheres, a gravidez e o parto. Entretanto, ambas são muito diferentes uma da outra e constantemente entram em conflito pelas personalidades gritantes e distintas que insistem em vir à tona ao longo de seus corridos cotidianos: Beverly posa como a gêmea mais introvertida e tímida, apaixonada pelo que faz com uma empatia invejável que mascara segredos obscuros; Elliot, por sua vez, tem uma fome literal e figurativa pela vida e não tem papas na língua, não pensando duas vezes antes de falar o que pensa e fazer o que for preciso para que seus objetivos sejam alcançados.

A princípio, Ellie demonstra ter uma liberdade mais urgente que a irmã, por vezes esquecendo-se da própria moral para deixar sua mente levá-la por onde quiser – transando com desconhecidos em bares e baladas, entupindo-se das mais variadas drogas e participando de jogos mentais que nem ao menos parecem abalar sua confiança. Todavia, é Beverly que insurge como a peça central de uma complexa e enigmática estrutura, postando-se como a base que sustente a relação pessoal e profissional entre elas – ora, há uma cena em que Ellie espirala em um misto de ódio e de ressentimento quando a irmã resolve passar alguns dias com sua namorada, Genevieve (Britne Oldford), chegando a cometer atos condenáveis por não saber como “viver” sem sua outra metade.

Weisz faz um trabalho aplaudível ao encarnar com impecável esmero as protagonistas – e chegando aos pés de Jeremy Irons, que estrelou o longa de Cronenberg. É notável o constante movimento de fluxo e refluxo promovido por performances tão distintas, garantindo que o público perceba uma tóxica e inebriante co-dependência que escala a níveis assustadoras e transforma-se em um thriller arrepiante. E, considerando que Weisz é uma das criadoras e uma das produtoras executivas da releitura seriada, ela sabe como trabalhar cada elemento sem entregar tudo de uma vez e garantindo que fiquemos animados capítulo a capítulo – consagrando-se com um grand finale que, com certeza, irá lhe render ao menos uma indicação ao Emmy.

Mas ela não é a única a nos chamar a atenção: temos a já mencionada Oldford como Genevieve, uma conhecida atriz que se apaixona por Elliot e que serve como um inspirado escape romântico, diluindo o meteórico suspense construído e fornecendo um pouco de paz a um dia a dia que, a qualquer momento, pode implodir; em contraposição, temos a presença pungente de Jennifer Ehle como Rebecca – uma bilionária excêntrica que não se importa com a saúde ou as condições das mulheres, mas sim de que forma o projeto das irmãs Mantle poderá lhe render frutos (ou seja, dinheiro). Rebecca é a personificação palpável do capitalismo predatório, uma magnata sem escrúpulos que tem plena ciência da genialidade das gêmeas e do perigo que representam caso não sejam domadas (transformando a personagem em uma antagonista deliciosamente detestável).

A série se mostra apaixonada pelo filme original, inclusive homenageando elementos marcantes – como ângulos distorcidos, o flerte com o surrealismo narrativo e a presença constante de uma paleta vermelho-sangue que dialoga tanto com a profissão de Beverly e Elliot quanto com a crueza dos temas tratados. Porém, ela não existe em subserviência ao clássico de Cronenberg, mas como um anexo que respira por conta própria, modernizando o que já nos foi apresentado com uma ácida declamação feminista e reviravoltas bem-vindas que nos impedem de desviar os olhos da telinha. E nada disso seria possível sem a caprichosa mão de Alice Birch, conhecida por produções como ‘Lady Macbeth’ e ‘Succession’, que não pensa duas vezes antes de subverter nossas expectativas das melhores maneiras possíveis.

‘Gemeâs: Mórbida Semelhança’ é essencialmente guiado pelo poder performático de Weisz, uma das grandes atrizes de todos os tempos – mas encanta por uma narcótica e sarcástica atmosfera em que cada uma das engrenagens se encaixa com perfeição.

‘The Seeding’: Conheça o ACLAMADO terror que será lançado nos cinemas em 2024

Segundo a Variety, o terror ‘The Seeding’, que foi exibido no Festival de Tribeca em junho deste ano, teve os direitos de exibição nos Estados Unidos adquiridos pela Magnet Releasing.

As informações indicam que o longa-metragem será lançado no início de 2024, ainda sem data confirmada.

A produção marca a estreia diretorial de Barnaby Clay e acompanha “um mochileiro que se vê preso em um desfiladeiro no meio do deserto ao lado de uma mulher solitária – que, na verdade, é prisioneira de um grupo de meninos sádicos”.

Clay também assina o roteiro, enquanto Scott Haze (‘Venom’) e Kate Lyn Sheil (‘V/H/S’) estrelam.

“Barnaby Clay entregou um pesadelo enervante e chocante com ‘The Seeding’, disseram Eamonn BowlesDori Begley, co-CEOs da produtora Magnolia Pictures, em uma declaração oficial.

“Quando você decide fazer um filme de baixo orçamento, há alguns cenários idílicos que você guarda em sua mente, eles o mantêm enfrentando os muitos desafios que existem pelo caminho”, Clay declarou. “Ter o braço da Magnolia, a Magnet, lançando esse filme era uma dessas esperanças.”

Ele continua: “Eles consistentemente lançam filmes ousados ​​e imaginativos que resistem ao teste do tempo – e estou emocionado que The Seeding’ agora estará ao lado de tais títulos”.

‘DOM’: 3ª e ÚLTIMA temporada da série brasileira ganha trailer e data de estreia; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial da 3ª e última temporada de ‘DOM’, série brasileira estrelada por Gabriel Leone (‘Ferrari’).

Além disso, foi revelado que o ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 24 de maio.

Confira:

Lembrando que as duas primeiras temporadas também estão disponíveis na plataforma de streaming.

Após os eventos finais da primeira temporada, Pedro Dom (Leone) vai parar na cadeia, Jasmin (Raquel Villar) está grávida e Victor (Flávio Tolezani) acredita que dessa vez pode nunca mais reencontrar seu filho.

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco também conta com Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

‘O Exterminador do Futuro Zero’: Assista aos primeiros SEIS minutos da nova animação da Netflix!

Netflix Brasil divulgou os seis primeiros minutos de ‘O Exterminador do Futuro Zero‘, série animada baseada na icônica saga sci-fi ‘O Exterminador do Futuro‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 29 de agosto.

A história será ambientada logo depois dos eventos de ‘O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final‘, lançado em 1991, ignorando os outros longas-metragens e a série live-action.

Timothy Olyphant (‘Justified’) dublará o protagonista. A produção ainda contará com as vozes de Ann Dowd (‘Hereditário’), André Holland (‘Castle Rock’), Sonoya Mizuno (‘Guerra Civil’) e Rosario Dawson (‘Ahsoka’).

A série será ambientada em duas linhas do tempo. Em 2022, uma guerra do futuro já está acontecendo há décadas entre os poucos humanos sobreviventes e o interminável exército das máquinas. Em 1997, uma Inteligência Artificial conhecida como Skynet ganha ciência e começa a planejar sua guerra contra a humanidade.

Presa entre o seu futuro e o passado no qual ela foi enviada para alterar o destino da humanidade, uma soldado deve proteger um cientista chamado Malcolm Lee, que trabalha para lançar um novo sistema de IA projetado para competir com o ataque iminente da Skynet à humanidade. Enquanto Malcolm navega pelas complexidades morais de sua criação, ele é caçado por um implacável assassino do futuro que altera para sempre o destino de seus três filhos.

Apesar de se passar no mesmo universo da franquia, o seriado focará em novos personagens.

O projeto será supervisionado pela Production I.G, cujos créditos incluem ‘Ghost in the Shell‘ e ‘Star Wars: Visions‘.

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Monstros andam sobre a Terra no trailer OFICIAL da 3ª temporada de ‘Dark Winds’; Confira!

AMC divulgou o trailer e o cartaz oficiais da 3ª temporada de ‘Dark Winds’, suspense policial baseado no romance de George R.R. Martin e Robert Redford.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 09 de março.

Confira:

Lembrando que Jeri RyanNicholas Logan foram escalados para a nova temporada.

Ryan dará vida a Rosemary Vines, uma femme fatale que coloca suas garras no policial da Nação Navajo Jim Chee, deixando um rastro de corpos em sua busca pelo poder. Logan será Coltin Wolf, um perigoso assassino de aluguel. Ambos os personagens apareceram no romance ‘People of Darkness’, da saga ‘Leaphorn & Chee’.

Em Dark Winds’, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.

Jessica Matten, Deanna Allison, Rainn Wilson, Elva Guerra, Jeremiah Bitsui, Eugene Brave Rock e Noah Emmerich também fazem parte do elenco.

A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.

Sabrina Carpenter nos leva aos bastidores de “Manchild”, lead single de seu novo álbum de estúdio!

Sabrina Carpenter, uma das maiores vozes da Geração Z na música, divulgou hoje (25) um vídeo promocional inédito de “Manchild”lead single de seu próximo álbum de estúdio.

O material nos leva aos bastidores do clipe.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais, intitulado ‘Man’s Best Friend’, tem lançamento agendado para o dia 29 de agosto.

O álbum mais recente de Carpenter foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas da 67ª edição do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

‘Pluribus’ quebra RECORDE de ‘Ruptura’ e se torna a maior estreia de uma série de drama da Apple TV

Após anos de segredos e teasers misteriosos, ‘Pluribus’, a nova série do aclamado realizador Vince Gilligan (‘Breaking Bad’), chegou ao catálogo da Apple TV e tornou-se um sucesso imensurável que já quebrou recordes de visualização na plataforma.

Segundo o streaming, os dois primeiros episódios da atração superaram a estreia da 2ª temporada de ‘Ruptura’ como o maior lançamento de uma série de drama do serviço em mais de cem países, incluindo os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, o Brasil e a Austrália.

Segundo o Luminate (via Deadline), a série cravou impressionantes 6,4 milhões de horas assistidas nos EUA com os dois primeiros capítulos ao longo de sete dias. No geral, a aceitação do público culminou na estreia do projeto em quarto lugar no ranking, atrás apenas de série com mais episódios disponíveis.

Também houve relatos anedóticos, como a queda do aplicativo Apple TV devido à alta demanda após a exibição dos episódios.

“Raramente guardar o segredo de uma série que amamos tanto foi uma experiência tão divertida e gratificante quanto com ‘Pluribus’, disse Matt Cherniss, chefe de programação da plataforma. “A premissa incrivelmente inventiva de Vince nos impressionou desde o primeiro momento em que a lemos, e testemunhar a genialidade com que ele deu vida a esta série é realmente notável. É emocionante ver o público do mundo todo se apaixonar por esta série instigante, perspicaz e com um humor ácido, enraizada na humanidade, com um elenco excepcional liderado pela talentosa Rhea Seehorn. Mal podemos esperar para que os espectadores mergulhem ainda mais no mistério”.

Primeiras Impressões | Vince Gilligan acerta mais uma vez com a IMPECÁVEL série de suspense ‘Pluribus’

Lembrando que o próximo capítulo já está disponível na Apple TV.

Gilligan também entra como showrunner.

A trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra (Rhea Seehorn), que deve salvar o mundo da felicidade.

Karolina Wydra (‘Sneaky Pete’), Carlos-Manuel Vesga (‘Donde Tú Quieras’), Mirian Shor (‘Ficção Americana’) e Samba Schutte (‘Nossa Bandeira é a Morte’) integram o elenco.

Lembrando que a série já teve sua segunda temporada confirmada.

Christina Ricci, Juno Temple e MAIS serão juradas convidadas na 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

A 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ já está ganhando forma e, agora, foi revelado o painel de jurados convidados dos novos episódios do reality de competição (via Deadline).

Renée RappChristina RicciCooper Koch Kate Hudson farão parte da temporada, ao lado de Juno TempleBronwyn NewportBrian Tyree HenryEvan MulrooneyGina GershonJamal SimsJanelle JamesLaw Roach.

La Toya Jackson será a jurada convidada no episódio de estreia da iteração.

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (11ª Temporada, All Stars 6), April Carrión (6ª Temporada), Aura Mayari (15ª Temporada), Crystal Methyd (12ª Temporada), Hershii LiqCour-Jeté (16ª Temporada), Jasmine Kennedie (14ª Temporada), Joey Jay (13ª Temporada), Kennedy Davenport (7ª Temporada, All Stars 3), Lucky Starzzz (17ª Temporada), Dawn (16ª Temporada), Morphine Love Dion (16ª Temporada), Morgan McMichaels (2ª Temporada, All Stars 3), Mystique Summers (2ª Temporada), Salina EsTitties (15ª Temporada), Sam Star (17ª Temporada), Shuga Cain (11ª Temporada), Silky Nutmeg Ganache (11ª Temporada, All Stars 6) e Vivacious (6ª Temporada).

Confira as imagens promocionais e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.

As Queens serão divididas em três grupos, que irão competir entre si no decorrer de três episódios. No final de cada rodada, as duas Drag Queens com mais pontos irão avançar para as semifinais e irão enfrentar as Queens sobreviventes dos outros grupos.

No final do torneio, haverá um épico Lip Sync Smackdown para coroa, que irá definir a próxima vencedora – que ganhará o prêmio de US$ 200 mil e um lugar no cobiçado Hall da Fama de Drag Race.

Filmagens de ‘Halloween Kills’ estão prestes a começar, segundo roteirista

Em entrevista para o Polygon, o roteirista de ‘Halloween Kills’, Danny McBride, revelou que o novo filme da franquia deve começar a ser rodado em três semanas.

“’Halloween 2‘ será filmado daqui a três semanas. Está prestes a começar. O roteiro do terceiro está quase pronto e espero que seja filmado no próximo ano.”, disse ele.

Dirigido por David Gordon Green, o reboot de ‘Halloween‘ foi um sucesso de público e crítica, arrecadando US$ 255.4 milhões mundialmente e alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Em entrevista ao Collider, Green garantiu que o confronto entre Michael Myers e Laurie Strode chegará ao fim com o terceiro filme da trilogia, intitulado ‘Halloween Ends‘.

“Eles nunca vão parar de contar a história do Frankenstein, e, neste ponto, Michael Myers se tornou um monstro clássico. Mas a saga da nossa Jamie Lee Curtis como Laurie Strode será concluída. O mais interessante é ver essa trama terminar, porque se você continuar tentando alongá-la por dinheiro, se torna uma coisa entediante.”

Danny McBride acrescentou:

“Tenho certeza que, quando acabarmos, outras pessoas virão e farão novamente, ou eles criarão sua própria reinvenção. Michael Myers é icônico o suficiente para permitir isso. Ele é como o James Bond, em que você pode ter diferentes atores e cineastas. Ele representa algo muito simples e assustador que pode ser traduzido de formas diferentes para as mais variadas pessoas.”

Confira o anúncio das sequências:

Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘, têm previsão de estreia para 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.

Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências. E espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem como sua filha e neta, respectivamente.

‘Friends’: Revival da HBO Max foi ideia de Courteney Cox

Desde o fim de ‘Friends‘, os fãs aguardam pelo reencontro do elenco em um episódio especial, e a ideia já em desenvolvimento pela HBO Max, a plataforma de streaming da Warner Media.

E, durante uma entrevista com a Variety, Bob Greenblatt, presidente da companhia, disse que a ideia de gravar um revival partiu de Courteney Cox, intérprete de Monica Geller.

Greenblatt disse que Cox reuniu o elenco para um jantar no início do ano passado e sugeriu que levassem a ideia aos executivos da Warner Media.

“Eu fiquei sabendo que Courteney convenceu os amigos sobre a ideia. Parecia emocionante, então todo o elenco estava tentando nos convencer. Mas nós [da Warner Media] sabíamos que não poderíamos dar uma reposta sem planejar tudo com calma… Foi um momento muito difícil porque precisávamos tomar uma decisão rápida.”

Após meses de negociações, Greenblatt disse que o acordo foi fechado e ideia finalmente foi aprovada.

“Para mim, ainda é chocante imaginar que as coisas estão saindo do papel.”, brincou Greenblatt.

Infelizmente, os fãs terão que aguardar mais um pouco, já que as filmagens do revival foram adiadas por conta da pandemia do Coronavírus.

De acordo com a EW, as filmagens estavam agendadas para o final de março e a Warner tinha expectativa de reunir o elenco no mês abril, caso a situação melhorasse nos EUA.

No entanto, considerando que a pandemia ainda inspira cuidados mais severos, o estúdio decidiu não arriscar.

Ainda assim, o lançamento do serviço de streaming HBO Max permanece programado para o mês de maio, em data a ainda ser revelada.

Os 236 episódios de ‘Friends’ ficarão disponíveis na estreia da plataforma de streaming. No Brasil, a série continuará com a Netflix temporariamente, até que o serviço da Warner seja lançado por aqui.

Os astros Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornarão para a reunião.

O episódio custará cerca de US$ 20 milhões e será “não roteirizado”. Ou seja, provavelmente teremos todo o elenco relembrando os momentos mais icônicos da série.

Além disso, o streaming conseguiu os direitos exclusivos de exibição dos episódios antigos, que eram da Netflix.

Para a HBO Max, uma das principais atrações será a comédia amada dos anos 90. Isso deve ajudar o serviço a começar bem, juntamente com os outros exclusivos que a Warner Bros. terá na manga.

Como a WarnerMedia investiu US$ 425 milhões pelos direitos de transmissão da série na HBO Max, o intuito do especial é atrair mais audiência para a atração.

‘Book of Love’: Sam Claflin e Veronica Echegui vão estrelar nova comédia romântica

De acordo com o Deadline, Sam Claflin (‘Como Eu Era Antes de Você‘) e Veronica Echegui (‘Origens Secretas’) vão estrelar um novo filme de romance intitulado ‘Book of Love’.

O longa é fruto e uma parceria entre as produtoras Sky Original e XYZ Films.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a trama, exceto que a dupla dará vida a dois autores que embarcam juntos numa turnê de divulgação de um livro pelo México.

A direção fica por conta de Analeine Cal Y Mayor (‘Treading Water’), a partir do roteiro escrito por David Quantick (‘Veep’).

Além disso, foi revelado que o início das gravações já foi agendado para março, mas como a XYZ Films não fechou um acordo com nenhuma distribuidora, ainda não há previsão de estreia.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Enquanto isso, vale lembrar que o trabalho mais recente de Claflin foi como Mycroft Holmes na adaptação de ‘Enola Holmes’, estrelada por Millie Bobby Brown.

Confira nossa crítica:

Após o imediato sucesso da adaptação, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Brown revelou à Entertainment Weekly que tem esperança de reprisar o papel numa sequência.

“Eu estava tipo, ‘Oh, sim, vou fazer apenas um filme…’ e, então, assim que entrei no set e interpretei a [Enola], me apaixonei por ela, e ela se tornou parte do meu coração. Eu sempre disse que amava interpretar a Eleven [em Stranger Things], porque cresci com a personagem. Adoro poder interpretá-la continuamente, e com a série de livros Enola … Estou realmente otimista sobre o futuro. Estou ansiosa e [espero] voltar ao trabalho em Enola Holmes 2”, afirmou.

Você quer uma sequência de ‘Enola Holmes‘?

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Harry Bradbeer (‘Fleabag’) é responsável pela direção.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

O elenco ainda conta com Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) completa o elenco.

 

 

‘Eternos’: Repórter da Marvel causa momento CONSTRANGEDOR com atriz deficiente auditiva; Confira!

A première de ‘Eternos‘ aconteceu na última segunda-feira (18), em Los Angeles e contou com um momento constrangedor entre os repórteres da Marvel.

Enquanto entrevistava a atriz Lauren Ridloff, portadora de deficiência auditiva, a repórter estendeu o microfone para ela falar, ignorando sua deficiência.

Obviamente, foi apenas um deslize desproposital, e a intérprete de Makkari apenas sorriu e voltou sua atenção para o intérprete de língua de sinais que acompanhava os jornalistas.

Confira:

Apesar do inconveniente, a gafe da equipe foi corrigida logo em seguida, quando o intérprete passou a traduzir as perguntas e respostas durante a conversa.

Na ocasião, Ridloff elogiou a representatividade do longa e deixou claro seu orgulho por dar vida a uma heroína no cinema.

“É uma enorme honra participar deste projeto. Meu filho me perguntou o que significava ter essa honra. Esse é o significado de honra, porque é como um chamado. E estou muito orgulhosa de estar aqui.”

Nas redes sociais, o público não deixou o momento passar em branco e alguns comentários reforçaram a falta de noção da repórter.

Lembrando que diversos críticos compareceram à estreia e rasgaram elogios para a produção, caracterizando-a como uma incrível produção e uma obra-prima da Marvel Studios.

Confira:

‘Eternos’, de Chloé Zhao, é absolutamente fantástico, a fórmula Marvel é jogada pela janela e ganhamos uma experiência cativante”.

“Pouco depois de ganhar o Oscar, Chloé Zhao não perde a mão com ‘Eternos’. [O filme] é um dos mais espetaculares que já vi. Zhao tem um ótimo olho para detalhes e vemos isso com as peças do cenário e os designs dos personagens, que fazem homenagem aos quadrinhos”.

“Meu Deus – ‘Eternos’ é uma obra-prima! Recheado de adrenalina logo do começo, mas também cheio de bastante coração e humor! Várias estreias no MCU! Sua mente vai explodir! Referências aos quadrinhos, mas uma história totalmente nova. Os créditos finais mudam todo o jogo!”.

‘Eternos’ é uma diversão completa. Muito material para cobrir, mas explorado muito bem. Mal posso esperar para as pessoas verem. De todas as cenas pós-créditos que vi durante uma première, nunca vi o público ficar tão enlouquecido quanto como aqui”.

‘Eternos’ é incrível! [A diretora] Chloé Zhao e sua companhia entregam um filme de super-heróis evocativo, emocionante e extraordinariamente épico. O elenco tem uma ótima química e todos têm grandes momentos no filme para mostrar suas habilidades. O naturalismo da fotografia de Ben Davis exalta a humanidade dos personagens”.

Lembrando que o longa-metragem chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Criador de ‘The Boys’ comenta qual será o FOCO da 4ª temporada

A 3ª temporada de ‘The Boys‘ chegou ao fim na última sexta-feira com uma iminente ameaça, já que Ryan (Cameron Crovetti) fica feliz depois de testemunhar o Capitão Pátria (Antony Starr) assassinando um manifestante em meio a uma multidão de seus apoiadores.

Quem acompanha a série sabe que Ryan é filho do vilão e tem os mesmos poderes, o que significa que ele pode se tornar uma grande ameaça.

Durante uma entrevista com Collider, o criador da série, Eric Kripke, confirmou que o desenvolvimento do garoto será o foco da 4ª temporada.

“Ryan é uma parte muito importante da série e isso será explicado na 4ª temporada. Tanto Bruto (Karl Urban) quanto o Capitão Pátria têm boas razões para brigar pela atenção de Ryan porque as apostas não poderiam ser maiores. Se Ryan seguir o caminho do pai, será um pesadelo para a sociedade. Se Bruto conseguir colocar Ryan no caminho da luz, então essa é provavelmente a melhor arma que ele terá contra o Capitão. ‘The Boys’ sempre foi uma história sore traumas de família, e muito da terceira temporada foi sobre a relação entre pais e filhos, então acho que faz sentido que a 4ª temporada dê continuidade a isso.”

Apesar de Ryan ter escolhido seguir os passos do pai, a princípio, isso não significa que ele não possa ser salvo… Afinal, ele ainda é uma criança.

Bruto cometeu um grande erro ao afastá-lo no início da temporada acreditando que isso o manteria a salvo do Capitão, o que acabou se provando um plano equivocado.

Agora só nos resta aguardar para saber como esse dilema será resolvido.

Falando nisso, Urban disse ao portal que gravações do próximo ciclo começam antes do imaginado.

“Vamos começar, creio eu, no dia 22 de agosto, vamos começar a quarta temporada”, ele disse. “Então, eu estou voltando, voltando com meu Bruto, e mal posso esperar. É uma turma legal com quem brincar, nós trabalhamos duro e damos tudo de nós, e mal posso esperar para ver aonde eles vão levar os personagens a partir de como terminamos nesta temporada”.

Assista:

Parte 2

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Coringa 2’: Lady Gaga abala a internet após beijo lésbico nos bastidores da sequência; Confira!

As gravações de ‘Coringa: Loucura a Dois‘ continuam a todo vapor e um vídeo dos bastidores está abalando as redes sociais.

Na cena, a Harley Quinn, vivida por Lady Gaga, sobre as escada do Tribunal Criminal de Manhattan quando é interrompida por um mulher que parece dizer: “você vai para o inferno”.

Em suas mãos, a mulher segura um jornal com a foto de Harley junto ao Coringa. Na manchete, vemos a frase ‘Crazy In Love‘ (loucos apaixonados).

Em seguida, Harley se aproxima dela e lhe dá um beijo, deixando-a sem reação.

Os especialistas em leitura labial acreditam que Harley diz à mulher: “agora nós duas vamos para o inferno”.

Confira as reações:

“Você vai para o inferno”, e então ela a beija e diz: “agora nós duas vamos para o inferno” MÃE.

“Harley Quinn de Lady Gaga beijando uma mulher durante as filmagens de ‘Coringa 2‘.”

“Isso é para os Little Monsters (como são chamados o fãs de Gaga), sem dúvidas ela vai SERVIR.”

“Minha mãe acabou de dizer direitos dos gays.”

“Direitos lésbicos!”

“De repente, passei a me importar com esse filme.”

Lembrando que o filme também conta com o retorno de Joaquin Phoenix no papel principal.

Brendan Gleeson,  Jacob LoflandHarry Lawtey e Catherine Keener também se juntam à dupla.

Com estreia marcada para 04 de outubro de 2024, o projeto está sendo descrito como um musical.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Suspense disponível na Paramount+ promete deixar o público de QUEIXO CAÍDO…

Lançado no ano passado, o suspense ‘Veja por Mim‘ chegou ao catálogo da Paramount+ e promete deixar os assinantes de queixo caído do começo ao fim.

O longa marca a estreia diretorial de Randall Okita (‘The Lockpicker’) em grandes produções e gira em torno de Sophie (Skyler Davenport), uma adolescente com deficiência visual que está tomando conta da casa de um cliente rico e acaba sendo surpreendida por assaltantes que invadem a propriedade.

Desesperada, Sophie tenta encontrar ajuda em um aplicativo do celular chamado Veja por Mim, que a conecta a sua amiga Kelly (Jessica Parker Kennedy), uma gamer que usa o aplicativo para monitorar a posição de Sophie e direcionar seus próximos passos.

O que deixa tudo mais real é o fato de que Davenport também é deficiente visual, adquirindo cegueira após um acidente vascular cerebral em 2012.

Na época do lançamento, ‘Veja por Mim‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e recebeu diversos elogios do Tampa Bay Movies, que diz:

“‘Veja por Mim’ supera os clichês e substitui a fórmula padrão. O roteiro inventivo injeta complicações morais distintas que acrescentam profundidade e momentos inesperadas em adição à química entre as duas protagonistas femininas.” .

Confira algumas análises:

“Este não é um caso de ambição cega. ‘Veja por Mim‘ abraça as raízes do gênero de suspense e cumpre uma promessa de emoções fortes e momentos impactantes.” – Flick

“Tenso, emocionante e inteligente, ‘Veja por Mim‘ é imperdível para os fãs de suspense sobre invasões domiciliares.” – We Who Walk Here

“Particularmente, embora não traga nada de novo ao gênero, pelo menos é eficaz ao incorporar tecnologia a uma trama que já é bastante conhecida pelo público.” – Decider

“‘Veja por Mim’ é um suspense divertido com duas protagonistas fortes e sequências tensas de suspense.” – MovieFreak.com

“‘Veja por Mim’ não perde tempo em sua duração de 92 minutos. É um suspense tenso com reviravoltas suficientes que te mandará focado na tela.” – IndieWire

“Duas mulheres e sua parceria incomum são suficientes para tornar ‘Veja por Mim’ uma experiência divertida, com muita tensão e surpresas.” – Polygon

“Qualquer pessoa que já assistiu muitos filmes de suspense irá começar uma lista mental de oportunidades perdidas.” – AV Club

Confira o trailer:

“Sophie (Davenport), uma jovem cega cuidando de uma mansão isolada, se encontra diante de uma invasão doméstica por bandidos procurando um cofre secreto. Sua única forma de defesa é um aplicativo chamado Veja por Mim. O aplicativo a conecta com um voluntário do outro lado do país para ajudá-la a sobreviver. Sophie se conecta com a Kelly, uma veterana do exército que passa seus dias jogando jogos de tiro. Sophie é obrigada a aprender que, se ela quiser sobreviver à noite, ela precisará de toda ajuda que puder ter.

O elenco ainda conta com Kim Coates, Pascal Langdale, Joe Pingue, George Tchortov, Laura Vandervoort e Emily Piggford.

‘Batman’ (1989) REESTREIA nos cinemas nacionais | Conheça Anton Furst, o VERDADEIRO criador da Gotham de Tim Burton

Designer foi responsável por dar vida à icônica estética no filme de 1989

Batman de 1989, dirigido por Tim Burton, reestreou nos cinemas nacionais nessa quinta-feira.

É interessante voltar um pouco para o lançamento da primeira aventura protagonizada por Michael Keaton. Em 1989 trabalhar com a propriedade do Batman era um pouco estranho; de fato, àquela altura o herói há muito tinha sido resgatado do estilo camp que marcou o seriado dos anos 60 e a censura do Comic Code Authority não mais era uma ameaça aos quadrinhos, visto que há muito a gerência de Dennis O’Neil recuperara um pouco da visão pulp proposta por Bill Finger nos anos 40.

Ainda assim, a estética (ou arquitetura) de Gotham permaneceu bastante padronizada dos anos 70 até 80; os detalhes para pichações ou lixos em becos (um possível legado de Watchmen) estavam presentes para desconstruir a ideia de um cenário seguro natural à histórias em quadrinho, porém a cidade permanecia indistinguível da Nova York daquele mesmo período.

Apesar de seus ilustres cidadãos, Gotham ainda era representada como uma cidade comum até os anos 80

E então, em 1985, Tim Burton realizou sua estreia no mundo dos longa metragens com As Aventuras de Pee-wee após vir de uma série de curtas realizados desde 1971 (com alguns deles como The Island of Doctor Agor e King and Octopus Animation já exibindo sua inclinação para o mesmo traço estilizado que ele iria popularizar anos depois no Stop Motion).

O diretor já havia conquistado atenção no até então mais recente Os Fantasmas se Divertem (onde ele demonstra as possibilidades de execução do stop motion) e ao ingressar no primeiro projeto para adaptar Batman para as telonas desde 1966 ele precisava encontrar um designer de produção que estivesse alinhado a sua identidade visual. Anton Furst também não era um estranho na indústria; antes de ingressar no projeto Batman ele havia trabalhado com Stanley Kubrick no design de Nascido para Matar.

Sua carreira antecedia a bem antes desse trabalho junto ao lendário realizador, tendo em 1979 integrado a equipe que desenvolveu os efeitos especiais vistos em Alien – O Oitavo Passageiro, ainda que sua participação não tenha sido creditada. Nesse mesmo ano, Furst teve uma outra participação não creditada no desenvolvimento de efeitos especiais em 007 – Contra o Foguete da Morte.

Os efeitos especiais em “Alien – O Oitavo Passageiro” são alguns dos mais marcantes já feitos

As interpretações de Furst e Burton andaram em concordância desde o início, com ambos decidindo que uma cidade como Gotham precisava evocar o gênero a que seu nome era dedicado. Cada construção deveria lembrar, para Burton, a ideia de monstros escondidos nas sombras e mistérios que acontecem apenas à noite. Já Furst identificava que, arquitetonicamente falando, cada construção da cidade deveria lembrar a estética medieval dos enormes castelos e catedrais; com suas colunas longas e finas, bem como as gárgulas observando a todos do alto.

Já no quesito iluminação a atenção de ambos se voltou para o legado técnico do Expressionismo Alemão, principalmente no tocante ao uso de luz e sombra para desenvolvimento dos personagens. Furst entendia que a variação de sombras e iluminação poderiam servir para externar sentimentos dos indivíduos em tela, de forma similar ao que um cenário geralmente realizava.

Sombra e luz foram essenciais para criar o ar teatral que Burton desejava.

A dualidade de Bruce Wayne, representada pela mansão no topo e pela caverna excessivamente sombria no subterrâneo é um exemplo. Por este segundo ser uma locação diretamente identificada com a persona de Batman, sua iluminação é majoritariamente escassa. O ideal de Expressionismo pode ser visto também em diferentes cenários ao longo do filme, com a presença constante de decorações inspiradas no movimento Art Déco.

Outro elemento icônico, o Batmóvel de capô estendido, nasceu da apreciação de Furst pelo passado, mais especificamente pelos carros utilizados nas corridas em campos de sal em Wendover, estado de Utah, que passaram a ter grande notoriedade nos anos 30. O design é bastante semelhante, sendo eles veículos rebaixados e alongados que não dificilmente alcançam altas velocidades nesse tipo de terreno plano.

O trabalho de Anton Furst em Batman lhe rendeu um Oscar de Melhor Direção de Arte em 1990, bem como um BAFTA de Melhor Design de Produção também pela aventura do Homem-Morcego. Infelizmente, em 24 de novembro de 1991 sua vida chegou a um trágico fim quando o mesmo cometeu suicídio, que veio após um divórcio e tentativas de se recuperar do vício em Halcion; ele deixou dois filhos.

Produtor responde às críticas sobre más condições de trabalho em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’

O roteirista e produtor Phil Lord, de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, recentemente abordou as críticas relacionadas às condições de trabalho durante a produção do filme.

Lord, que também esteve envolvido no primeiro filme da franquia, compartilhou suas perspectivas de maneira vaga em uma entrevista ao Variety, mas não confirmou diretamente as acusações de maus-tratos à equipe de animadores.

“Sobre Aranhaverso 2, foi um filme muito difícil de fazer. Estamos orgulhosos de como todos trabalharam duro, e o processo foi bastante exigente. Mas estamos muito orgulhosos da equipe e de tudo o que eles investiram nesse projeto”, comentou Lord.

As críticas em relação às condições de trabalho na produção de ‘Através do Aranhaverso‘ ganharam destaque em junho de 2023, quando fontes não identificadas, citadas pelo Vulture (que mantiveram seus nomes em sigilo), revelaram que os animadores do filme tiveram que trabalhar mais de 11 horas por dia, sete dias por semana, por mais de um ano.

Além disso, a pressão imposta pelo produtor teria levado cerca de 100 artistas a deixarem a produção antes da conclusão do longa animado.

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Pierce Brosnan aparece IRRECONHECÍVEL em cinebiografia do boxeador Naseem Hamed

O astro Pierce Brosnan (‘007 contra GoldenEye’) apareceu irreconhecível para interpretar o treinador Brendan Ingle no novo drama esportivo ‘Giant’ (Gigante), cinebiografia do boxeador britânico yemenita Prince Naseem “Naz” Hamed.

A imagem foi compartilhada pela revista Quem.

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O filme acompanha a jornada de Naz (El-Masry) desde suas origens humildes nas ruas de Sheffield até sua ascensão ao estrelato do boxe mundial sob a tutela de seu treinador Brendan Ingle (Brosnan).

A história retrata os primórdios de Hamed, marcados por dificuldades na classe trabalhadora, e seu encontro com Ingle, um ex-operário da siderurgia que se tornou treinador de boxe.

A parceria improvável entre os dois, aliada ao estilo de luta pouco ortodoxo de Naz, sua personalidade arrogante e seu domínio no ringue, os levou ao topo do boxe e à fama global, tudo isso em um contexto marcado pela Islamofobia e pelo racismo na Grã-Bretanha dos anos 80 e 90.

O filme será escrito por Rowan Athale (‘Estranho Mas Verdade’) e produzido por Mark Lane (‘Assassinato de um Presidente’) e pelo presidente e CEO da AGC, Stuart Ford.

Pierce Brosnan é um ator irlandês conhecido por seus papéis como James Bond na franquia ‘007’ e por filmes como ‘Mamma Mia!’, ‘Charlie rápido’ e ‘Adão Negro’.

Amir El-Masry é um ator egípcio-britânico conhecido por seus trabalhos em ‘Limbo’, ‘Gawwezni AKA Marry Me’, ‘Princess Beesa’ e ‘Club Zero’.

Advogado de Justin Baldoni acusa Ryan Reynolds de ZOMBAR do cliente com personagem de ‘Deadpool & Wolverine’

A batalha judicial entre os astros de ‘E Assim Que Acaba’, Blake Lively e Justin Baldoni, segue em ritmo acelerado.

Agora, o advogado de Baldoni, Bryan Freedman, acusou o marido de Lively, Ryan Reynolds, de fazer uma piada sobre seu cliente através do personagem de ‘Deadpool e Wolverine’, Nicepool, que o público especula ter sido inspirado pela aparente persona de “bom rapaz” de Baldoni.

“O que eu faço disso é que, se sua esposa está sendo assediada sexualmente, você não faz piada com Justin Baldoni”, afirmou Freedman, segundo o Deadline. “Não há dúvida de que isso se relaciona com Justin. Quero dizer, qualquer um que tenha assistido àquele coque de cabelo — se alguém está realmente sendo assediado sexualmente, você não faz piada com isso. É um assunto sério”.

A declaração de Freedman veio após ele assistir a um clipe do filme do MCU, no qual Reynolds interpreta uma versão alternativa de seu personagem, chamada Nicepool. Este personagem é excessivamente positivo, a fim de ocultar seu comportamento grosseiro.

No clipe, Nicepool diz a Deadpool (Reynolds) e Wolverine (Hugh Jackman): “Aqui, todo mundo me chama de Nicepool. Oh meu Deus, espere até ver a Ladypool [interpretada por Lively]. Ela é linda. Acabou de ter um bebê também, e você nem percebe”.

Deadpool responde: “Eu não acho que você pode dizer isso”, ao que Nicepool replica: “Tudo bem, eu me identifico como feminista”.

Nas redes sociais, internautas começaram a fazer a conexão entre o personagem e o ator, lembrando que, no final do filme, Deadpool mata Nicepool, alimentando ainda mais as especulações sobre a alusão.

Confira:

“Vi algumas pessoas sugerindo que Nicepool foi uma sutil cutucada a Justin Baldoni. E isso faz muito sentido para mim”.

“Alguém pode me explicar por que Nicepool se parece tanto com Justin Baldoni em julho de 2023? Ele até faz piada sobre o corpo pós-gravidez de Ladypool! Deadpool se protegeu com o corpo mortal de Nicepool (o único). O que ele quis dizer? Quanto mais eu vejo, mas confuso eu fico”.

“Alguém no TikTok afirmou que Nicepool em ‘Deadpool e Wolverine’ deveria ser Justin Baldoni. Colocando esses dois clipes juntos e considerando que Blake Lively deu vida à Ladypool, faz muito sentido”.

“Não consigo enxergar Nicepool da mesma maneira depois dos rumores de que Ryan Reynolds o inspirou em Justin Baldoni”.

justin baldoni (1)

Lembrando que Justin Baldoni, conforme o Deadline, planeja entrar com uma ação judicial contra Blake Lively, em resposta às acusações de assédio sexual feitas por ela.

Na sexta-feira, 20, foi noticiado que Lively havia protocolado uma queixa legal de 80 páginas contra Baldoni, citando seu comportamento inadequado no set e alegando que ele teria sido responsável por uma campanha de difamação contra ela – todas as acusações negadas por Baldoni.

Agora, Baldoni se prepara para apresentar uma ação judicial, juntamente com seu parceiro de negócios Jamey Heath e os publicitários mencionados na queixa de Lively. Os documentos serão protocolados assim que os tribunais reabrirem após o feriado de Ano Novo, incluindo as seguintes alegações:

  • A equipe de Lively foi responsável pelas difamações contra Baldoni, e não o contrário, como alegado na queixa dela.
  • Mensagens de WhatsApp da equipe de Baldoni foram apresentadas fora de contexto, alterando seu significado.
  • O próprio publicitário de Lively teria plantado histórias que pintavam Baldoni de forma negativa nas organizações de notícias.
  • A ação legal de Lively teria como objetivo reconstruir sua imagem pública após a má imprensa recebida durante a campanha promocional do filme.