Site Página 4849

‘Michael’: Épico sobre o cantor Michael Jackson ganha emocionante trailer FINAL

A contagem regressiva para a chegada de ‘Michael’ aos cinemas entrou em sua reta final. O trailer final antecipa o lançamento global do épico sobre o Rei do Pop. O vídeo apresenta uma sucessão de cenas vibrantes que recriam momentos icônicos do astro nos palcos, com referências diretas aos videoclipes mais famosos de sua carreira.

O longa teve sua data de estreia confirmada para o dia 23 de abril de 2026.

Assista:

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller, Laura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como ‘This Is It’.

10 Filmes que refletem sobre a Segunda Guerra Mundial

A guerra com maior poder militar das principais potências do mundo em conflito e que marcou inúmeras páginas tristes na história da humanidade, como o uso da bomba atômica, é retratada em diversos filmes ao longo da história do cinema. Pensando em alguns desses projetos que trazem recortes variados de conflitos da segunda guerra mundial, separamos abaixo uma lista com excelentes produções:

 

Night Will Fall

A humanidade tem de acabar com a guerra antes que a guerra acabe com a humanidade. Reunindo imagens aterrorizantes dentro de campos de concentração nazistas já no fim da segunda guerra mundial, além de uma curiosa história sobre filmes que mostrariam a verdade nua e crua das consequências dos atos nazistas, o produtor e cineasta Andre Singer traz aos olhos do planeta uma história muito triste sobre os horrores da guerra. Ao longo dos 75 minutos de projeção somos testemunhas do caos na humanidade em uma época que o mundo estava refém da maior guerra que o planeta já viu.

 

Sangue e Ouro

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

 

Narvik

Na trama, conhecemos o soldado do exército norueguês Gunnar (Carl Martin Eggesbø) que está muito feliz por estar retornando para sua cidade natal, Narvik, e reencontrar sua esposa Ingrid (Kristine Hartgen), seu filho e seu pai. Só que os alemães resolvem ocupar a cidade por conta da importância estratégica pelo minério de ferro, deixando as autoridades norueguesas em uma gangorra política pois isso fere o conceito de neutralidade que eles tem no conflito. Assim, Gunnar, segue as ordens do seu major e vão para resistência enquanto Ingrid, que trabalha em um hotel e fala alemão, acaba virando intérprete de um cônsul alemão. Ao longo desse retrato cheio de dilemas, marido e esposa precisarão enfrentar conflitos em busca de algum dia voltarem a viver juntos como família.

 

O Caso Collini

As verdades por trás dos porquês. Baseado em partes no livro homônimo do escritor e advogado alemão Ferdinand von Schirach, O Caso Collini mostra uma reviravolta em um caso de tribunal onde um homem fora assassinado à sangue frio. Buscando mapear as práticas do direito aos olhos de um jovem advogado em seu primeiro tribunal de júri refletimos a todo instante sobre as questões legais após os fatos serem atualizados constantemente com uma enxurrada de informações que remetem aos tempos da segunda guerra mundial. Dirigido pelo cineasta Marco Kreuzpaintner, O Caso Collini vira uma saga judiciária impactante onde precisamos analisar as questões dos porquês.

 

Aqueles que Ficaram

Na trama, conhecemos o médico ginecologista Körner Aladár (Károly Hajduk), um homem com um passado marcado por dor e sofrimento que atualmente, em um mundo no pós guerra, busca algum novo sentido para sua vida. Certo dia, acaba conhecendo a jovem Klára (Abigél Szõke), uma inteligente menina que também, mesmo com pouca idade, sofreu com a perda de parentes queridos na guerra, e logo os dois formam uma conexão, e buscam se ajudar na retomada de suas vidas longe da guerra.

 

Jojo Rabbit

As delicadezas de uma época triste. Tentando ser o mais leve possível para falar sobre as absurdas caçadas aos judeus pelos nazistas, o diretor neo-zelandês Taika Waititi consegue com seu trabalho, Jojo Rabbit (indicado a algumas categorias do Oscar) criar um universo peculiar, fruto de um roteiro criativo (baseado na obra Caging Skies, de Christine Leunens) que navega na linha tênue entre a tragédia e os bons sentimentos de uma família de dois, que na verdade eram três. Com muita força expressiva em cena com diálogos marcantes, e porque não dizer emocionantes, o projeto mostra ao mundo mais uma vez que pela arte conseguimos recriar o passado mas sem perder a ternura em determinados olhares.

 

Greyhound

Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause (Tom Hanks) que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.

 

Churchill

Na trama, ambientada em junho de 1944, cerca de 96 horas antes da invasão da Normandia, onde os aliados tentam retomar parte importante da Europa invadida pelos nazistas, o famoso primeiro-ministro britânico, Winston Churchill (Brian Cox) dono de discursos inflamáveis e contagiantes tenta ser ouvido pelo alto comando dos aliados em meio a decisões importantes da segunda grande guerra. O filme também explora uma boa brecha do relacionamento em dificuldades com sua esposa Clemmie (Miranda Richardson) que passa todo o tempo controlando os ataques de fúria do político e estrategista britânico.

 

Em Guerra por Amor

Na trama, ambientada no início da década de 40, conhecemos um jovem muito simpático chamado Arturo Giammaresi (Pierfrancesco Diliberto) que está apaixonado pela filha do dono do restaurante onde trabalha. Sem ter muitos recursos, sendo imigrante em uma terra que está prestes a entrar com mais força na segunda grande guerra, consegue que o amor de sua vida, que está com casamento marcado com outra pessoa, consiga viver feliz com ele caso o mesmo vá até a Sicília na Itália e peça a mão dela ao pai da jovem. Sem ter como custear uma viagem extremamente cara na época, consegue se alistar no exército norte americano, pois, os Estados Unidos está recrutando pessoas que querem lutar e que falem bem os dialetos locais na Itália. Assim, colocando a vida em risco, embarca em uma viagem de grandes descobertas em meio a uma guerra que deixou cicatrizes em todos os habitantes desse planeta além de consequências durante décadas para frente por conta do papel da máfia nessa chegada norte americana a Itália.

 

A Viagem de Fanny

Na trama, ambientado na década de 40 na França, e baseada em fatos reais, conhecemos a jovem Fanny (Léonie Souchaud) uma menina corajosa e teimosa que vive com as irmãs em um lar repleto de outras crianças judias. Na França, durante a segunda guerra, judeus confiavam seus filhos a diversas instituições encarregadas de protegê-los de qualquer ameaça. Certo dia, com a iminente invasão nazista a instituição que Fanny estava, ela precisa fugir com um grupo de outros pequenos e tentar de todas as formas chegar até o território suíço.

 

 

Os PIORES filmes da primeira metade de 2017

Também conhecido como ‘a vingança dos críticos’, este é o momento no qual podemos revidar e retribuir carinhosamente àqueles filmes que nos tiraram duas horas (em média) de nossas vidas. Duas horas que jamais iremos recuperar. É claro que nem todos se sentiram ou sentirão assim em relação aos filmes abordados nesta lista, portanto é importante frisar que esta é unicamente a opinião deste que vos fala, e que recomendo sim que assistam para deixar seu parecer nos comentários.

Outro parêntese que precisa ser mencionado é que nesta lista temos não apenas produções exibidas nos cinemas, mas também filmes que por um motivo ou por outro foram lançados direto no sistema de home vídeo no Brasil. O requisito é o lançamento em 2017, não importando a plataforma. Então, sem mais delongas, vamos à lista e preparem-se para riscar estes itens em seu caderninho.

10 | Paixão Obsessiva

Este é um item que quase não deveria estar na lista, recaindo totalmente no quesito guilty pleasure, ou prazer culposo. Filmes tão ruins que chegam a ser bons. Melhor ainda quando a coisa parece ser consciente, como no caso deste suspense dramático de quinta. O filme deixa no chinelo qualquer novela mexicana caricata e exagerada, perpassando de cabeça erguida todos os clichês do gênero, e arrancando mais risadas do que tensão. A queridinha problemática Katherine Heigl dá tudo de si como a vilã mais cruel do ano, tão malvada que comeria os inimigos em filmes de super-heróis no café da manhã, enquanto penteia seus cabelos loiros indefectíveis de frente para o espelho. Seja como for, muitos não entenderão a “brincadeira”, levando o filme a sério. E é aí que temos um problema.

09 | O Espaço Entre Nós

Este filme protagonizado pelo jovem talentoso Asa Butterfield soa como uma dessas produções baseadas em algum livro de ficção juvenil de sucesso. Não é o caso. Este romance adolescente / ficção científica é na realidade um roteiro original. O resultado faz parecer que o texto esteve engavetado por anos, ou décadas, e quem sabe realmente foi o caso, já que alguns projetos só conseguem ver a luz do dia muito tempo depois. O estilo de história é muito similar aos que eram feitos na década de 1980 e 1990. Apesar do empenho de todos os envolvidos, a coisa nunca engrena de verdade. Não conseguimos nos conectar com a trama ou os personagens. Fora isso, o casal protagonista não possui muita química, talvez pela diferença de idade entre Butterfield e Britt Robertson (Girlboss), dez anos mais velha, interpretando uma colegial.

08 | War Machine

A primeira produção da lista lançada direto em vídeo. Mas este não é o caso de filme que não encontrou lugar nas salas de cinema, e sim de uma obra original Netflix. Damos muito valor ao colosso do audiovisual, ao ponto de endeusá-lo. Mas até Deuses são falhos. War Machine mostra o poder da empresa, ao alistar um nome tão grande quanto o de Brad Pitt. Pena que a primeira parceria entre estas potências de Hollywood tenha resultado num longa morno, sem o humor afiado que uma sátira de guerra dessas necessitava. Pitt é a melhor coisa aqui, descobrindo novas expressões faciais, porém, aparentando estar em outro filme. A obra não se decide entre a brincadeira ou a seriedade, já que mudanças de tons como estes precisam existir numa tênue linha. Uma pena, além de tudo por termos na direção o talentosíssimo David Michôd (Reino Animal e The Rover – A Caçada). Talvez humor não seja a sua praia, ou precise de mais prática.

07 | The Discovery

Outra produção original Netflix. Essa, no entanto, fez seu debute nos cinemas, durante o Festival de Sundance deste ano, antes de cair na grade de programação da plataforma. Os nomes no elenco são chamativos, vide Robert Redford, Rooney Mara e Jason Segel, e a trama interessante fala sobre experiências sensoriais do além-vida, misturando ciência à espiritualidade. A história apresenta um cientista que comprovou a existência do lugar para onde nossa alma vai após a morte. O fato desencadeia uma enxurrada de suicídios, todos buscando conhecer o novo lugar, já que se encontram saturados de suas vidas na Terra.

As questões levantadas são bem dignas e muito suculentas para debates, o problema é o resultado do filme, lento e extremamente enfadonho. Perdido, sem saber que caminho seguir, The Discovery mistura drama familiar, romance, situações estranhas, ficção científica e no final ainda consegue encaixar paradoxo temporal e viagem no tempo (acredite!). Ou seja, quem conseguir entender estará de parabéns. Melhor ainda, quem conseguir se manter interessado.

06 | Morgan – A Evolução

Mais um lançamento direto em home vídeo na lista, Morgan, no entanto, recai num item curioso. Originalmente, o estúdio responsável planejava lançar o longa nos cinemas brasileiros, seguindo o caminho feito nos EUA. Cartazes do filme foram produzidos e espalhados pelos cinemas, um trailer oficial legendado saiu e nas redes sociais anúncios eram vinculados para o lançamento nas telonas. Analisando a recepção negativa de crítica e público que o filme obteve lá fora, a distribuidora voltou atrás e adiou seu lançamento, optando pelo mercado de vídeo.

Morgan é uma mistura entre A Experiência (1995) e Ex-Machina (2015), sem a diversão trash do primeiro ou a pompa intelecto-existencial do segundo. O elenco de peso tem pouco a fazer e até a promissora Anya Taylor-Joy entra muda e sai calada, literalmente. Existiam boas ideias enterradas aqui em algum lugar, porém, o que prevaleceu foi o teor genérico e cenas rotineiras. O desfecho é quase inacreditável, mesmo para uma ficção.

05 | O Rastro

É duro, muito duro ter que falar mal de filmes brasileiros, levando em conta a dificuldade de se produzir no país. Mas um dos maiores desafios que um crítico profissional enfrenta é precisar ser honesto com o público e consigo. O Rastro gerou o hype de ser o primeiro filme de terror comercial brasileiro, já que contava com grandes nomes do nosso cinema, vide Leandra Leal, impulsionando no elenco, e uma distribuição em larga escala para o gênero. As prévias igualmente instigavam, apresentado uma macabra história de fantasmas dentro de um hospital abandonado.

Assim como no item acima, O Rastro possui boas ideias enterradas, pedindo para virem à tona. Problema um: no típico caso de gato por lebre, a premissa vende uma ideia que não é o que recebemos no filme. Problema dois: a falta de foco, são muitas subtramas brigando por atenção – a maioria se perdendo no caminho. Problema três: esse não é um filme de terror, ou ao menos um que assuste. Os sustos, ou famosos jumpscares, são fora de hora e o som estourado.

04 | Regressão

Mais um filme de terror na lista, ou melhor dizendo, um pseudo terror. Assim como Morgan, este longa teve o lançamento direto em home vídeo no Brasil, apesar de ter passado nos cinemas de outros países, e contar com um elenco e diretor renomados. O chileno Alejandro Amenábar entende do riscado, tendo no currículo produções perturbadoras como Preso na Escuridão (Abre los Ojos) – a versão original de Vanilla Sky (2001) – e Os Outros (2001), com Nicole Kidman. Por ter ficado desde 2009 sem dirigir um filme, talvez tenha “desaprendido”.

Pior para Ethan Hawke e especialmente para Emma Watson, estrela em ascensão, que já coleciona obras bambas em seu currículo. Um desperdício completo, Regressão pretende falar sobre a onda de cultos satanistas que atingiram seu ápice na década de 1980, e os problemas que tais seitas acarretaram para a polícia e psicólogos. Aqui também o longa não se decide entre o terror, o suspense e o drama, falhando nos três e nos deixando um gosto ruim na boca ao seu desfecho.

03 | Dominação

Por falar em terror, o gênero tem sofrido muito graças a produções pouco inspiradas. Talvez os fãs de terror tenham tanta má fama, ao ponto de produtores e cineastas pensarem que aceitarão de tudo, desde que tenham mortes, sustos fáceis e menções a coisas tenebrosas. É necessário construir um clima, boas cenas e personagens bem desenvolvidos, assim como em qualquer gênero, e depois adicionar tais elementos. Dominação é a mistura entre O Exorcista (1973) e Matrix (1999), e o resultado é tão ruim quanto a ideia soa.

O pobre Aaron Eckhart, que não tem tido muita sorte no gênero (Frankenstein – Entre Anjos e Demônios, alguém?), interpreta um cyber exorcista – isso mesmo, você leu certo – que desempenha a função de tirar o capeta do corpo de seus clientes, ao entrar em sua mente e lá travar uma batalha com o coisa ruim. Uma ideia esdrúxula, mas que até poderia funcionar caso o filme utilizasse uma coisa que falta nele de sobra: diversão. Sombrio e completamente rotineiro, Dominação ainda mancha as carreiras das talentosas atrizes Carice van Houten, Catalina Sandino Moreno e do diretor Brad Peyton (Terremoto: A Falha de San Andreas), além de entregar em seu cartaz o grand finale. Não se compra spoilers como este. Ou se deseja.

02 | Max Steel

A ideia de adaptar um brinquedo na forma de uma produção cinematográfica não é novidade. Desde linhas de bonecos (os famosos action figures para os meninos), passando por jogos de tabuleiro, até chegarmos aos vídeo games hoje em dia, tal tendência data da década de 1980. Filmes como Os 7 Suspeitos (1985) – baseado no jogo Detetive (Clue) – e Mestres do Universo (1987) – baseado na linha de bonecos He-Man – podem ser considerados os precursores do subgênero. Hoje temos filmes como Transformeres, Battleship – A Batalha dos Mares e G.I. Joe. Este ano, uma coleção de brinquedos para a nova geração resolveu dar as caras na telona e o resultado foi simplesmente desastroso.

Imaginem a história de origem de qualquer super-herói e temos Max Steel. Somado a isso temos também a trama de qualquer filme adolescente. Veja todos os itens sendo riscados desta cartilha: garoto novo chega à cidadezinha, se apaixona pela bela menina do colégio e aos poucos descobre segredos de seu pai. Se você já viu qualquer filme de ambos os gêneros conhecerá muito bem o que temos aqui. De novo repito que pode haver originalidade em tramas recicladas, se nos pequenos detalhes os cineastas conseguirem retirar frescor, seja de atuações, cenas ou personagens. É só olharmos para o novo Power Rangers, lançado este ano, para entendermos que Max Steel é a versão que não deu certo.

01 | Beleza Oculta

Chegamos ao pódio da vergonha alheia. É justamente assim que esse dramalhão lacrimoso e piegas até a medula pode ser classificado. Adoro os filmes do diretor David Frankel, vide O Diabo Veste Prada (2006) e Um Divã para Dois (2012), mas qualquer sutileza usada em ambos estes filmes, foi completamente jogada pela janela na hora de confeccionar Beleza Oculta. Frankel escorrega repetidas vezes ao tentar encontrar um tom para a obra, sem se decidir se será uma fantasia ou um drama passado em nosso mundo. Muitos irão argumentar que não passa de um filme de natal inofensivo, mas é preciso ler nas entrelinhas de forma minuciosa, para perceber o nível de ruindade que permeia o todo.

É preciso apontar o filme como ponto baixo deste início de ano, já que grandes atores como Will Smith, Helen Mirren, Kate Winslet e Keira Knightley, só para citar alguns (este é verdadeiramente um dos melhores elencos do ano), deram seu aval e acharam que este era um filme que valeria a pena participar. Talvez o problema esteja mesmo com o roteiro de Allan Loeb – não por acaso, roteirista de O Espaço Entre Nós e das atrocidades Esposa de Mentirinha (2011), com Adam Sandler, e Coincidências do Amor (2010), com Jennifer Aniston. Na história, o personagem de Smith sofre uma tragédia com a morte de um ente querido e se fecha para o mundo. Até aí ok. O problema é a forma como ele escolhe sofrer, o que acaba prejudicando várias pessoas, entre elas os companheiros de firma.

Mas não para por aí, como remédio ao controverso sofrimento, só uma terapia mais bizarra ainda. Os “colegas” decidem contratar atores para fingirem ser “entidades” como a Morte e o Amor, para quem o sujeito escreve cartas (??!), e enganar o companheiro para que sua depressão não prejudique um grande contrato da empresa. Ah, que ternura. O pior é que o trouxa sujeito inteligente e educado acredita. No final ainda ganhamos reviravoltas tão estapafúrdias e incompreensíveis que fará as reprises das novelas do SBT soarem como vencedores do Oscar.

Menções (Des)Honrosas:

Cinquenta Tons Mais Escuro – É tão ruim que dá sono.

Alien – Covenant – O que você fez, Ridley Scott?

O Chamado 3 – Samara virou YouTuber, e a franquia foi parar no fundo do poço…

A Cura – Parte de uma categoria ingrata, o terror que não dá medo.

Uma Repórter em Apuros – Sim, Tina Fey também erra. Tem Margot Robbie, mas você nem vai ligar. Quer pecado maior?

Baywatch – Falta graça. A química ente The Rock e Zac Efron é nula. As piadas se repetem até perderem de vez a força. Tem Alexandra Daddario, mas você também não vai ligar. O que está acontecendo?

Castelo de Areia – A estreia do ótimo cineasta brasileiro Fernando Coimbra (O Lobo Atrás da Porta) em terras gringas foi… bem, morna.

Além da Ilusão – Nem todo filme de arte e de pretensa estirpe se sai bem, ou de fato é bom. Este engodo enfadonho, de subtexto sobrenatural, visando falar sobre espiritismo, te fará cochilar mais rápido do que um show da Mallu Magalhães. Pobre Natalie Portman.

Crítica | Vizinhos Nada Secretos – comédia de ação com Gal Gadot estreia no Telecine

Sr. e Sra. Smith 2.0

Mesclar gêneros no cinema parece fácil, e hoje em dia é uma coisa natural. Mas elementos que podem ser satisfatórios em determinado gênero, se adicionados em outro podem não atingir relevância e deixar o momento se perder. Sr. e Sra. Smith (2005) é um exemplo de obra que conseguiu mesclar bem a dinâmica do humor com cenas de ação dignas dos maiores blockbusters, mesmo que não seja um filme perfeito. Antes dele, usando temática similar, True Lies (1994), de James Cameron, com Arnold Schwarzenegger, foi ainda mais bem sucedido. Usando a mesma receita de bolo, mas ficando sem o mesmo sabor, chega este Vizinhos Nada Secretos, que estreou recentemente na rede Telecine.

Lançado no final de 2016 nos EUA, a Fox planejava um lançamento nos cinemas para o longa, que tem bastante renome dentro e fora das telas com os envolvidos na produção, e a campanha de marketing já trabalhava em sua divulgação nas redes sociais – com um trailer legendado em português inclusive sendo lançado em seu canal no Youtube. Sempre me pergunto o motivo da estratégia de alguns lançamentos e mais ainda de sua desistência, uma vez tendo concordado em lança-lo. De qualquer forma foi justamente este o caminho para a comédia, cujo destino foi a rede de TV a cabo citada acima.

Vizinhos Nada Secretos não foi bem de crítica ou público nos EUA, mas está longe de ser a pior coisa do mundo, conseguindo inclusive arrancar algumas risadas. Pense por este lado, anualmente produções bem mais capengas e pretensiosas são lançadas nas salas de cinema, e algumas inclusive fazem sucesso com o público.

Um dos nomes de maior peso no elenco, bem, ao menos agora, é o da israelense Gal Gadot, após o estrondoso sucesso de Mulher Maravilha ano passado, o que colocou a atriz no patamar de estrela. Penso inclusive que se Vizinhos Nada Secretos tivesse sido lançado depois do filme da amazona heroína, poderia ter tido uma vida maior no circuito. Os protagonistas, no entanto, são os personagens de Zach Galifianakis e Isla Fisher. O humorista, mais conhecido pela trilogia cômica de sucesso Se Beber, Não Case (2009, 2011 e 2013), tem um estilo de humor que me agrada, dono de uma louvável cara de pau, mas cujos filmes infelizmente não lhe fazem jus. Aqui ele repete o ritmo e arranca praticamente todas as risadas. Fisher também se esforça e consegue entregar boa química e comédia física, o que é difícil.

A dupla vive um pacato casal dos subúrbios norte-americanos, onde nada acontece. Em sua grande casa e vizinhança perfeita a rotina começa a adentrar na monotonia. Até que num belo dia, novos vizinhos se mudam para a casa em frente, personificados por Gadot e Jon Hamm, o Don Draper da série Mad Men (2007-2015). Obviamente, após fazerem amizade com os protagonistas, e se mostrarem o casal mais simpático da rua, descobrimos que eles não são exatamente quem dizem – na verdade, agentes da CIA em uma missão.

A graça e o mote do filme, escrito por Michael LeSieur (Dois é Bom, Três é Demais), é sacudir a vidinha enfadonha do casal que tem tudo, mas não tem nada, virando-a de ponta cabeça, jogando na mistura um casal de espiões e todo tipo de perigo imaginável. O problema é que realmente falta uma pegada mais forte, tanto nas cenas de ação, quanto no humor – este parece o tipo de roteiro engavetado por décadas, ou reciclado, e levemente modificado para os dias de hoje – soa muito como algo que seria feito na década de 1980, por exemplo.

Outra surpresa é ver que na direção temos o outrora talentoso diretor de gênero Greg Mottola, que na década passada entregou algumas das melhores comédias jovens dos últimos anos, vide Superbad – É Hoje (2007) e Férias Frustradas de Verão (Adventureland, 2009). Nesta década, no entanto, Mottola já andou dando umas escorregadas, com Paul – O Alien Fugitivo (2011) e Apagar Histórico (2013), filme feito para a TV. Podemos dizer que Vizinhos Nada Secretos é seu filme menos satisfatório. E sabemos bem disso quando temos a estonteante Gal Gadot usando somente lingerie durante uma cena inteira, e em momentos pra lá de sensuais com Isla Fisher, e mesmo assim a coisa não desce redonda. Esperamos que daqui pra frente, a recém-formada estrela escolha melhor seus papeis.

Você Conhece a “Lista Negra” de Hollywood? Os Roteiros Mais Elogiados que Completam 10 Anos

Nos bastidores de Hollywood, a maior indústria de cinema do mundo, existe um termo conhecido como “lista negra”. Mas aqui isso não é algo pejorativo, como pode-se pensar. Pelo contrário. O que acontece é que os profissionais do ramo de cinema, sejam executivos dos estúdios, produtores, diretores ou os próprios roteiristas, pegaram um termo inicialmente negativo – a lista negra era formada por nomes de artistas acusados de associação com o comunismo na década de 1950, no período que ficou conhecido como “caça às bruxas” – e o subverteram para algo positivo. Agora, a lista negra de Hollywood diz respeito aos roteiros considerados os melhores por diversos artistas do ramo, mas que por alguma razão seguem sem ser filmados, o que pode demorar anos.

De ano em ano, diversas personalidades da área de cinema em Hollywood elegem os roteiros que eles consideram os melhores e que ainda não se transformaram em um filme. O movimento é interessante porque instiga a curiosidade de produtores e executivos a bancarem tais projetos em algum estúdio. A cada ano um punhado destes textos terminam fisgados por alguma produtora, mas por outro lado muitos seguem sem ver a luz do dia. O que não significa também que todos esses roteiros resultaram em filmes excelentes, muito pelo contrário – com alguns até resultando em fiascos de crítica ou público. Acontece que não necessariamente o que era bom nas páginas, resulta em algo satisfatório nas telas, quando ocorre a transição.

Agora que você já conheceu a famosa lista negra de Hollywood, resolvemos trazer nesta nova matéria trezes filmes que fizeram parte da lista negra de 2013, ou seja, há exatos 10 anos, mas que depois de serem divulgados terminaram encontrando um destino ao serem alçados por produtores e transformados em filmes. Veja se conhece todos. Confira.

Spotlight – Segredos Revelados (2015)

Começamos a lista com um roteiro que rendeu simplesmente um filme vencedor do Oscar e que está entre os 250 melhores de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB. Escrito por Josh Singer e Tom McCarthy (que viria a dirigir o filme também), o texto tinha como base a história real de investigação do jornal Boston Globe sobre o escândalo sexual envolvendo padres católicos em 2003. O roteiro não demorou muito a sair do papel depois de ter caído na “lista negra, já que chegava aos cinemas dois anos depois.

Sniper Americano (2014)

Esse foi outro que se tornou um filme de prestígio ainda mais rápido, saindo do papel um ano depois de aparecer na “lista negra”. O roteiro escrito por Jason Dean Hall, baseado no livro de Chris Kyle, Scott McEwen e Jim DeFelice, relata a trajetória do próprio Kyle enquanto serviu na Guerra do Iraque, se tornando o atirador de elite mais letal na história militar dos EUA (com o maior número de mortes). O roteiro foi rapidamente comprado pela Warner e transformado num filme de Clint Eastwood, indicado ao Oscar.

Sete Minutos Depois da Meia-Noite (2016)

Roteiro escrito por Patrick Ness, baseado em seu próprio livro de fantasia e drama, o texto passou 3 anos até finalmente chegar às telas, após figurar na “lista negra”. A história é na verdade um conto de amadurecimento de um menino adolescente, que precisa se preparar para a perda da mãe, que o cria sozinha, terminalmente doente. O garoto então começa a ter visões de um monstro-árvore, que o ensina através de três histórias a lidar com suas emoções e aceitar a eventual partida da mãe.

Peter Pan (2015)

Intitulado somente ‘Pan’ no original, o roteiro se tornou uma aposta ambiciosa da Warner para o ano de 2015, dois anos após figurar na “lista negra”, mas terminou não correspondendo às expectativas, resultando num fracasso de crítica e público, devido a problemas de bastidores e também após seu lançamento. A ideia do roteiro de Jason Fuchs era criar uma história de origem para o lendário Peter Pan, mostrando como o garoto de fato chegou à Terra do Nunca, quais foram seus mentores por lá e como ele se tornou o intrépido herói. Sobrou até para um Gancho, antes de ser Capitão, num estilo aventureiro a la Indiana Jones. No papel parecia bem legal…

A Autópsia (2016)

Outro que demorou 3 anos desde sua menção na “lista negra” até de fato ganhar às telas do mundo, aqui temos uma história de terror de arrepiar a espinha. Escrito em parceria por Richard Naing e Ian Goldberg, a trama mostra um pai e um filho que trabalham juntos em uma funerária, que fica no porão da casa deles, tentando descobrir a causa da morte de uma jovem que chega sem nome até o local de trabalho deles. Quanto mais eles descobrem, mais assustadoras as coisas se tornam. ‘A Autópsia’ se tornou um filme cult muito elogiado por quem o assistiu, mas ainda precisando ser descoberto por muita gente, em especial pelos aficionados por terror.

Cake – Uma Razão para Viver (2014)

Assim como ‘Sniper Americano’, esse roteiro foi rapidamente comprado e transformado em um filme (logo no ano seguinte), após ter aparecido na “lista negra” dos melhores não filmados de 10 anos atrás. Escrito por Patrick Tobin, o roteiro é um drama pesado sobre uma mulher que sofre com imensa dor física após ter se envolvido em um acidente de carro, e sofre mais ainda com a dor psicológica e emocional por este acidente ter custado a vida de seu filho. O projeto começou a ganhar forma quando Jennifer Aniston assinou para viver a protagonista. A atriz foi muito elogiada por seu desempenho (um dos melhores de sua carreira) e gerou falatório de indicações ao Oscar, que infelizmente terminou não se concretizando.

O Mar de Árvores (2015)

Infelizmente, nem todo roteiro eleito para a “lista negra” termina se tornando um filme particularmente bom, nem mesmo se tiver o pedigree de um bom diretor no comando e bons atores protagonizando. É o caso com este roteiro dramático escrito por Chris Sparling, sobre um americano que decide tirar a própria vida, e para isso viaja até o Japão para o local conhecido como a “floresta do suicídio”, localizada na base do Monte Fuji, onde pessoas vão para se matar. No local, ele conhece um japonês que desistiu do suicídio e tenta convencer o americano a fazer o mesmo. Dois anos depois o filme já estava participando do Festival de Cannes, com direção de Gus Van Sant, e Matthew McConaughey, Naomi Watts e Ken Watanabe como o trio principal. Infelizmente, o filme veio e foi sem muita empolgação.

Dude – A Vida é Assim (2018)

Na lista dos roteiros que figuraram dentre os melhores jamais filmados de 10 anos atrás, três (até o momento) são os que mais tempo demoraram para de fato sair do papel. O primeiro é este romance juvenil (com momentos picantes) escrito por Olivia Milch, que é um retrato feminino bem particular. O projeto terminou também ganhando a direção da próprio Milch. O roteiro vendeu a ideia como “herdeiro” de ‘Picardias Estudantis’ (1982), ou seja, uma comédia adolescente, mas com temas mais sérios e certo teor sexual. Aqui, quatro amigas precisam se ajustar à vida adulta, após saírem do colegial como as rainhas da escola. Para o filme foram escaladas Lucy Hale, Alexandra Shipp, Awkwafina e a menos famosa Kathryn Prescott. A distribuição foi comprada pela Netflix e o resultado não fez do filme tão famoso quanto os primeiros itens desta matéria.

O Fim da Turnê (2015)

Baseado no livro do próprio David Lipsky, com roteiro adaptado por Donald Margulies, dois anos depois de aparecer na “lista negra”, um filme sobre tal história já era um dos chamarizes do Festival de Sundance daquele ano, contando com Jesse Eisenberg e Jason Segel nos papeis principais e direção de James Ponsoldt, dos ótimos independentes ‘Smashed – De Volta à Realidade’ e ‘O Maravilhoso Agora’. O roteiro conta sobre o jornalista David Lipsky recordando da entrevista que fez com o romancista David Foster Wallace durante cinco dias, após ficar sabendo de seu suicídio.

Extinção (2018)

Como dito, três filmes da lista foram os que mais demoraram a se tornar realidade após seus roteiros aparecerem na prestigiada “lista negra”. Quatro anos separam a menção do roteiro até seu lançamento. Aqui também se trata de um lançamento da Netflix, apesar de ser uma produção da Universal Pictures. O roteiro foi escrito por Spenser Cohen e segue de certa forma a trama de ‘Guerra dos Mundos’ (2005), mostrando um sujeito comum fazendo de tudo para salvar sua família de uma invasão alienígena. A diferença é que aqui não temos nomes muito famosos impulsionando a obra junto ao grande público.

Paciente Zero – A Origem do Vírus (2018)

O terceiro dos filmes que mais demoraram a ver a luz do dia, esse também se tornou a produção mais problemática delas, sendo adiada por anos, passando em branco quando finalmente estreou – sem que muitos tomem conhecimento de sua existência. O filme de zumbis foi mal e porcamente lançado em circuito e parece ter desaparecido rapidamente. Mesmo assim, o roteiro de Michael Le esteve lá, na “lista negra” de 2013. O motivo é uma visão única do vírus zumbi e sua contaminação. Na trama, um homem consegue falar a língua dos zumbis, e parte em uma busca pelo paciente zero, a fim de encontrar uma cura para a infecção e salvar sua esposa. Stanley Tucci, Natalie Dormer e Matt Smith protagonizam.

Noites Quentes de Verão (2017)

Terminando a lista dos roteiros da “lista negra” que completam 10 anos e se tornaram filmes, temos uma produção obscura que, embora tenha sido lançada há 6 anos, passou fora de todos os radares e mal foi lançada aqui no Brasil – mesmo que traga um Timothée Chalamet recém-saído de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ no elenco protagonizando. O roteiro foi escrito por Elijah Bynum e conta sobre a história de amadurecimento de um rapaz, que durante um verão se apaixona pela rebelde da cidade e sob má influência começa a vender drogas na paradisíaca Cape Cod. A produção foi comprada pela A24.

POLÊMICA! Showrunner da série ‘NCIS: New Orleans’ é demitido por má conduta

A CBS confirmou que o Brad Kern, ex-showrunner de ‘NCIS: New Orleans‘, foi oficialmente suspenso enquanto a emissora conduz uma investigação sobre ter criado um ambiente de trabalho tóxico, sexista e hostil.

“Eu acredito que mantê-lo longe do ambiente de trabalho durante a investigação, foi o mais justo e flexível que podíamos ser,” declarou a presidente Kelly Kahl. “A investigação está em andamento. Disseram-me que os resultados sairão em breve.”

Em dezembro, Variety já havia detalhado as alegações contra Kern. Cinco meses depois, a CBS anunciou o seu afastamento do cargo de showrunner de ‘NCIS: New Orleans‘.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 16ª temporada.

Milla Jovovich quer ‘Hellboy’ como seu rei no novo clipe do filme; Assista!

O remake de ‘Hellboy‘ ganhou um novo clipe.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Harley Quinn’ toca o terror no trailer COMPLETO da animação; Assista!

A DC divulgou o trailer completo da série animada ‘Harley Quinn‘, que estreia hoje (29).

Confira:

‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dublará a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

Irmãos enfrentam rede de tráfico no trailer de ‘Santana’, novo filme de ação da Netflix

A Netflix divulgou o trailer legendado do longa de ação ‘Santana‘.

Confira:

O longa sul-africano será lançado na plataforma no dia 28 de agosto.

Maradona Dias Dos SantosChris Roland são responsáveis pela direção.

Na trama, um general e seu irmão comandante finalmente descobrem a identidade do criminoso responsável pela morte do pai deles. Décadas após o assassinato, eles estão dispostos a enfrentar um grande rede de tráfico para honrar a memória do pai.

O elenco conta Paulo Americano, Raul Rosario, Rapulana Seiphemo, David O’Hara, Hakeem Kae-Kazim, Neide Vieira, Cigano Satyohamba e Nompilo Gwala.

‘Espiral’: Samuel L. Jackson é convidado a jogar no novo clipe do terror; Assista!

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (Spiral: From the Book of Saw) ganhou um novo clipe – que reúne todas as cenas divulgadas anteriormente –, com o astro Samuel L. Jackson prestes a participar de um jogo mortal.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de ‘Jogos Mortais’. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Licorice Pizza

 

Elenco:

Alana Haim

Bradley Cooper

Sean Penn

 

Direção: Paul Thomas Anderson

Gênero: Comédia

Duração: 133 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 17 de Fevereiro de 2022

Sinopse: 

Ambientado no Vale de San Fernando, em 1973, o longa conta a história de um primeiro amor irreverente e contagiante, sobre um jovem ator que se apaixona enquanto filma o seu primeiro projeto.

Para dar vida aos personagens principais do filme, Paul Thomas Anderson convidou Alana Haim (como Alana Kane) e Cooper Hoffman (como Gary Valentine), que fazem sua estreia nos cinemas em Licorice Pizza. O longa também é estrelado por Bradley Cooper, Sean Penn, Tom Waits e Benny Safdie.

“Eu confiei tudo no Paul, ele confiou em mim. Eu queria fazer tudo, estava pronta para qualquer coisa que acontecesse a qualquer momento e estava tão empolgada por fazer parte desse projeto que, se Paul me dissesse para saltar de paraquedas no dia seguinte, eu teria dito: cadê meu paraquedas? Realmente se resumiu a confiança”, conta Alana Haim. Paul Thomas Anderson e Alana já haviam trabalhado juntos nas produções da banda de pop rock Haim, composta por ela e suas duas irmãs mais velhas.

Crítica | Licorice Pizza – Delicado, potente, genuíno e fascinante… Esse é o cinema de Paul Thomas Anderson! (Nota: 10.0)

Curiosidades: 

» O filme recebeu três indicações ao Oscar: Melhor Filme (Paul Thomas Anderson, Sara Murphy, Adam Somner), Melhor Diretor (Paul Thomas Anderson) e Melhor Roteiro Original (Paul Thomas Anderson).

» Além de dirigir, Paul Thomas Anderson também é responsável pelo roteiro da produção;

» Aclamado pela crítica (91% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa teve a maior estreia pós-pandêmica para um filme independente, rendendo surpreendentes US$ 335 mil em apenas quatro salas – duas em Nova York e duas em Los Angeles. Faturando US$ 83.852 mil por sala, a dramédia já se tornou a estreia indie mais rentável em quase dois anos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira as BELÍSSIMAS imagens da adaptação de ‘A Escola do Bem e do Mal’

Netflix divulgou novas imagens oficiais da adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘ (The School for Good and Evil), que será lançada no serviço de streaming no dia 19 de outubro.

Confira:

SCHOOL FOR GOOD AND EVIL

Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Kerry Washington e Charlize Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora, enquanto Michelle Yeoh será a professora Emma Anemone

Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.

Mel Gibson revela ter DOIS roteiros para a sequência ‘A Paixão de Cristo 2’

Em uma entrevista recente, Mel Gibson revelou ter dois roteiros completos para a sequência ‘A Paixão de Cristo 2‘.

O ator e cineasta, que também assinou o texto ao lado de Randall Wallace, afirmou que um dos enredos é “completamente insano”, e revelou detalhes sobre o que podemos ver na vindoura continuação.

“Eu tenho dois roteiros [para a sequência]. Um deles é muito bem estruturado e bem construído – exatamente o que todos estão esperando –, e o outro é completamente insano, porque nós podemos ver outros reinos e coisas assim. Quero dizer, vemos o inferno e anjos caindo. É uma doideira.”

Quando questionado sobre ter levado quase uma década para o desenvolvimento da sequência, Gibson explicou que o projeto “é extremamente importante”, e que não seria possível apressá-lo porque “é necessário considerar o que você precisa mostrar para atingir um impacto comovente”.

Anteriormente, Gibson havia confirmado que a trama vai narrar os eventos e milagres que ocorreram durante os 40 dias após a ressurreição e ascensão de Cristo.

“[A sequência] se chama ‘A Ressurreição‘. Estamos tentando criar uma história convincente e esclarecedora, e esperamos que a trama desperte uma nova sensação nas pessoas, sem criar algo estranho, porque é um assunto muito delicado.”

Para certificar-se que a sequência será tão boa quanto o primeiro, Gibson fez questão de continuar trabalhando com Wallace, que até foi indicado ao Oscar por seu trabalho em ‘Coração Valente‘, dirigido e estrelado por Gibson.

Vamos explorar significados mais profundas da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um roteirista talentoso e um grande diretor. Ele dirigiu ‘O Céu É de Verdade‘ e outros grandes filmes.”, concluiu.

Além disso, Jim Caviezel irá reprisar o papel principal e garante que “será o filme mais grandioso da história porque vai chocar o público.”

Não posso contar como estamos fazendo isso.”, disse o astro. “Mas vou lhe dizer uma coisa: o filme é tão bom, que o público vai ficar chocado. Posso dizer que será a maior adaptação da história.”

Lembrando que ‘A Paixão de Cristo‘ foi lançado em 2004 e se tornou um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 611 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de  US$ 28 milhões.

Soldado é POSSUÍDO no trailer de ‘Refuge’, novo terror do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror sobrenatural ‘Refuge‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Renny Harlin, conhecido por dirigir filmes como ‘Do Fundo do Mar‘, ‘A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos‘, ‘O Exorcista: O Início‘ e o vindouro reboot de ‘Os Estranhos‘, comanda o longa.

Um veterano do exército americano – o sargento Rick Pedroni – retorna para casa mudado após uma missão no Afeganistão onde ele sofreu o ataque de uma força misteriosa. Enquanto os oficiais consideram seu comportamento como PTSD, sua esposa descobre que ele foi possuído por uma entidade maligna.

O elenco conta com Jason FlemyngRaza Jaffrey, Sophie Simnett, Johanna HarlinAston McAuley.

Ben Sztajnkrycer assina o roteiro.

O terror será lançado em VOD no dia 19 de abril.

‘Tudo Por Um Pop Star 2’ ganha data de estreia no Disney+; Confira o trailer!

Após sua passagem pelos cinemas, a sequência ‘Tudo Por Um Pop Star 2‘ já tem data para chegar ao catálogo brasileiro do Disney+.

A comédia estreará no serviço de streaming no dia 15 de janeiro.

Na trama, para celebrar seus 15 anos de amizade, três amigas planejam uma viagem para assistir um show de um velho colega que se tornou um dos maiores pop stars do Brasil.

Crítica | Tudo Por um Pop Star 2 – Sequência da Franquia de Thalita Rebouças Atualiza e Amadurece o Tom

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Marco Antonio de Carvalho, o novo longa não serve como uma continuação direta do primeiro filme, contando com um novo trio de protagonistas.

Gabriella Saraivah, Bela Fernandes e Laura Castro estrelam a produção.

Thalita Rebouças, autora do livro Tudo Por Um Pop Star, assina o roteiro.

poster oficial tudoporumpopstar2 1 scaled

‘Invocação do Mal 4’ ultrapassa US$ 450 milhões e se torna o MAIOR terror do ano

Sucesso! O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$310.4M) e ‘Pecadores‘ (US$366.6M), tornando-se o maior terror do ano.

Além disso, o filme superou ‘A Freira‘ (US$366M), tornando-se a maior bilheteria da história da franquia.

Invocação do Mal | Ranqueamos TODOS os filmes da icônica saga de terror, incluindo ‘O Último Ritual’

Nos EUA, o longa soma US$ 167.8 milhões. Internacionalmente, foram US$ 290.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 458.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$26.4M), Reino Unido (US$20.3M), Brasil (US$15.3M), França (US$14.6M) e Alemanha (US$12.7M).

Crítica 2 | ‘Invocação do Mal – O Último Ritual’ é o filme MENOS assustador da franquia…

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 83 milhões nos EUA, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o 1º episódio COMPLETO de ‘Rancho Dutton’, spin-off de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou o primeiro episódio completo da série ‘Rancho Dutton‘ em seu canal no YouTube.

Spin-off de ‘Yellowstone‘, a trama segue Beth e Rip enquanto lutam por um futuro juntos, mas o caminho está mais perigoso do que nunca. Entre realidades brutais e a ascensão de um rancho rival implacável, a sobrevivência deles está em jogo.

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível no serviço de streaming.

Confira na íntegra, dublado:

Chad Feehan (‘Homens da Lei: Bass Reeves’) entra como showrunner.

A trama nos leva para o Rancho Dutton, lar de Beth Dutton (Kelly Reilly) e Rip Wheeler (Cole Hauser), um testemunho da paz pelo qual buscaram, lutaram e quase morreram. Em tempos difíceis e competição acirrada, Beth e Rip fazem o que podem para sobreviver, ao mesmo tempo em que garantem que Carter (Finn Little) se torne o homem que deveria ser.

Annette BeningEd HarrisMorgan Wade integram o elenco.

O Universo Yellowstone também inclui as séries pré-sequência ‘1823’ e 1923′, ambas já concluídas. Duas outras produções inspiradas no universo se juntam à série de Beth e Rip: Madison’, para a Paramount+, estrelada por Michelle Pfeiffer como Stacy Clyburn; e Y: Marshals’, para a CBS, estrelada por Luke Grimes como Kayce Dutton. ‘1944’‘6666’ também fazem parte do crescente panteão criado por Taylor Sheridan.

Protagonistas de ‘Outlander’ em belíssimas imagens para a revista Entertainment Weekly

A aclamada série ‘Outlander’ é o grande destaque da mais recente edição da revista Entertainment Weekly, que ganhou novas e belíssimas imagens.

Confira:

A série retorna em 10 de novembro.

 

 

Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua terceira e quarta temporadas. Ambas serão inspiradas, respectivamente, nos livros, Voyager e Drums of Autumn.

Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.

As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.

Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.

 

 

 

 

Crítica | Glow – Temporada 2 – Mais laquê e diversão que merecem nota 10

É tendência, está nos jeans surrados, nas jaquetas oversized, na modelagem militar, nos sneakers espalhafatosos, nos óculos bem ajustados e pontiagudos, nas franjinhas ainda mais curtas. Os anos 80 nunca estiveram tão atuais e embalando na barca de remakes da década e dos inúmeros revivals provenientes de seu período subsequente, o entretenimento se apropria desse amor inveterado pelo vintage oitentista, transformando-o em produções originais que exalam uma riqueza de referências e aquela estética que todos amam recordar. Mas encontrar autenticidade no antigo não é tão simples como parece e esse novo refrigério partindo do velho é um dos aspectos mais soberbos da segunda temporada de Glow, da Netflix.

Em seu primeiro ciclo, a produção gerou um fascínio por resgatar uma história real empoeirada, que passou anos a fio escondida das décadas sucessoras. Ao se livrar da poeira e reeditar o clássico GLOW – Gorgeous Ladies of Wrestling, a Netflix projetou seus holofotes para um grupo de underdogs, reduzidas a estereótipos falidos, que – sem muitas opções em mãos – se submetem ao aparente ridículo, para trazer o simplesmente fantástico para as audiências. Dentro e fora da narrativa. E em seu retorno, envolto pelo carisma hipnotizante de um grupo de protagonistas excepcionais – sob o comando de Alison Brie – e a simpatia da crítica especializada que não mede elogios, a produção de Liz Flahive e Carly Mensch se mostra ainda mais atual, em um ciclo que une referências apaixonantes ao belo desenvolvimento de seus personagens, uma trilha sonora nostálgica (vide Madonna) e uma profundidade em temas mundiais antigos, mas que nunca foram tão contemporâneos como agora.

Em uma longa epifania, voltamos à tecnologia dos VHS, com episódios que exploram a estética da televisão oitentista, os maneirismos culturais da juventude da época, em meio a cortes de cabelo que representam um quase manifesto artístico, com o auge dos permanentes, o uso indiscriminado dos sprays – conhecidos como laquês – e maquiagens que exploram tons neons, em rosas excessivamente rosas, verdes fluorescentes e laranja – todas elas cores que também estampavam os figurinos, sempre marcados por polainas. Com um design de produção metódico, a década ganha uma abordagem extremamente genuína, fazendo com que Glow seja uma produção nascida nos anos 80. Entre takes feitos em alta definição e fragmentos filmados de maneira analógica (pelo menos intencionalmente), o segundo ciclo se mantém fiel ao que amamos, investindo no arco de seus personagens de forma progressiva, nos fazendo apaixonar por cada qual de forma diferente.

Em uma narrativa que pega o viés “desajustado” do público feminino e o transforma em protagonista, seja de seus dramas, medos, vitórias ou reviravoltas, Glow se destaca primeiramente em Alison Brie, cujo rosto – até então sempre associado aos anos 60 de Mad Men – se consolida como as feições oitentistas da época. Com o visual mais simples, ela é uma das caracterizações milimétricas da série, que se apresenta com um vasto leque de personalidades tão avessas e distintas, que se completam brilhantemente em diálogos bem construídos, relações interpessoais diversas e uma dinâmica em tela absolutamente natural de cada atriz.

E à medida que as subtramas avançam, Marc Maron rouba a cena, como aquela figura masculina que sai da sombra do machismo da primeira temporada e encara o protagonismo de alguém que, embora seja antigo, está disposto a mudar. Por estar cercado por mulheres, os fragmentos misóginos se desfazem, mostrando um personagem ainda mais rico e cativante, com muitas facetas que acabam sendo abordadas com cuidado e sabedoria por um roteiro bem alinhado. Seguindo o mesmo viés, as demais lutadoras ganham seu tempo de tela ideal, se desabrochando diante da audiência com leveza e envolvimento, gerando uma relação de proximidade e identificação com o público.

Com uma direção que se espelha no modelo dos anos 80, Glow brinca com a estética da produção da época, construindo episódios de uma riqueza artística sem precedentes no universo de séries originais da Netflix. Com o capítulo oito como sendo um banquete de como era a televisão no período, nos deleitamos em um frenesi de programas originais que – evidentemente – seriam exibidos como uma grade de programação real. E conforme brinca com seus próprios estereótipos em caricaturas que emanam referências e autenticidade – simultaneamente, a produção ainda se mostra como pontual e precisa, transformando os casos envolvendo Harvey Weinstein em uma problemática que todos sabíamos que existia. O inconveniente teste do sofá reconstrói as denúncias feitas por mais de 100 mulheres do ramo, nos trazendo uma terrível dramatização de um consenso geral sobre o que é o abuso dentro e fora de Hollywood.

E por explorar o delicado assunto sob três óticas distintas, os acalorados debates em torno do que é ou não abuso e do comportamento da vítima mediante a agressão ganham um abordagem responsável e determinante, fazendo com que a Netflix se destaque ainda mais, com maturidade e humor equilibrados com perfeição, sem prejudicar a validade de ambos os conceitos trazidos para a tela. Com uma trilha sonora regada a hinos nostálgicos e revigorantes, como ‘Crazy For You’, da Madonna, ‘It’s Like That’, do Run D.M.C. e ‘The Warrior’, de Patty Smyth, Glow se mantém mais ávida e essencial como nunca, mostrando que muito mais que lutas hipnotizantes, essas desajustadas mulheres do passado têm algo espetacular para acrescentar ao nosso presente.  

Crítica | GLOW – Netflix ressuscita os anos 80 em mais uma série “da hora” 

 

‘Outlander’: Atores caem no chão nos divertidos erros de gravação da 4ª temporada; Assista!

Em breve a 4ª temporada de ‘Outlander‘ vai ganhar sua versão em Blu-ray e DVD e os fãs da apaixonante série poderão conferir de perto os bastidores da produção, além de assistir aos divertidos erros de gravação.

E para deixar o público na expectativa para o lançamento das versões, o canal Starz divulgou um rápido vídeo com os erros nas filmagens, que traz os atores bem atrapalhados em seus cavalos e até mesmo correndo pelos campos de forma desequilibrada.

Assista:

As versões em Blu-Ray e DVD ainda vão trazer cenas bonus exclusivas e estarão disponíveis para compra a partir do dia 28 de maio.

 

O canal Starz divulgou um vídeo dos bastidores da 5ª temporada de ‘Outlander‘.

Confira, com a primeira imagem oficial:

Criada por Ronald D. Moore, a série é baseada na saga literária escrita por Diana Gabaldon.

A trama segue Claire Randall, uma enfermeira do exército inglês no período da Segunda Guerra Mundial e o seu marido, Frank, historiador e agente da inteligência inglesa durante o início dos anos 40. Após a vitória dos Aliados, os dois resolvem viajar para Inverness, na Escócia, em uma segunda lua de mel para que Frank possa pesquisar sobre seus ancestrais. Após assistir a um ritual místico nas colinas de Craigh na Dun, Claire é jogada através do tempo, para o ano de 1743, as vésperas de uma violenta guerra civil. Acolhida pelo clã MacKenzie, Claire tenta se adaptar a sua nova realidade ao mesmo tempo em que procura uma maneira de voltar para casa.

O elenco inclui Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Duncan Lacroix e Steven Cree.

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey comenta as críticas recebidas pela cor da sua pele

O anúncio de que Halle Bailey seria a nova intérprete de ‘A Pequena Sereia’ veio acompanhado de uma enorme polêmica.

A atriz negra sofreu várias críticas justamente em virtude de sua cor da pele, com muitos internautas detonando a Disney por não escolher uma atriz que fosse branca.

E após meses desde sua escalação, a atriz decidiu comentar a polêmica em uma entrevista com a Teen Vogue.

Segundo ela, o importante é ignorar a críticas e permanecer focada:

“Nós sempre aprendemos a apenas continuar com nossas cabeças levantadas, não importa a circunstância. Não importa o que qualquer pessoa tenha a dizer a seu respeito, continue seguindo em frente”.

 

Bailey told Teen Vogue, “We’ve always learned to just keep our heads up no matter the situation. No matter what anybody has to say about you…just keep pushing.”

 

Recentemente, DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento da produção do live-action ‘A Pequena Sereia’, devido à pandemia do Coronavírus.

Confira:

O elenco é formado por Halle Bailey, que será a protagonista Ariel; Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião. Melissa McCarthy completa o elenco como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (‘O Predador’) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena.

O filme ainda não tem data de lançamento, mas a Walt Disney Studios já começou a pré-produção e contratou Rob Marshall, de ‘O Retorno de Mary Poppins’, para comandar o projeto.

‘The Morning Show’: Apple TV+ divulga cenas inéditas da série em novo vídeo promocional; Assista!

A Apple TV+ está preparando uma seleção de lançamentos para o segundo semestre de 2021 e divulgou um novo trailer, que dá detalhes das vindouras temporadas de suas aclamadas séries, bem como de outras inéditas produções originais.

E ao longo do vídeo, cenas da 2ª temporada ‘The Morning Show‘ foram divulgadas, ao lado de trechos de novas produções como ‘Physical‘ – protagonizada por Rose Byrne, ‘Five Days at Memorial‘, ‘WeCrashed‘ – estrelada por Anne Hathaway e Jared Leto, ‘Hedy Lamarr‘ – com Gal Gadot, ‘The Shrink Next Door‘ – com Paul Rudd e Will Ferrell, entre outras.

Confira:

Vale lembrar que Steve Carell foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo.

Recentemente, o ator Mark Duplass revelou que o novo ano será reescrito para incluir a crise sanitária global na narrativa.

“Nós rodamos dois episódios antes de pararmos por causa da pandemia, mas sei que eles estão reescrevendo, o que é insano, porque foi isso o que aconteceu na primeira temporada. Eles tinham vários roteiros e então reescreveram tudo para incluir o movimento #MeToo, e agora temos outro fenômeno global, bem maior, com que lidar. Não sei o que eles estão fazendo, mas sei que estão reescrevendo”.

A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

O elenco conta com Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup, Mark Duplass e Gugu Mbatha-Raw.

Barry Jenkins vai dirigir Zendaya em cinebiografia de Ronnie Spector para a A24

Zendaya dará vida à icônica cantora Ronnie Spector em uma vindoura cinebiografia dirigida por Berry Jenkins para a A24. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, Dave Kajganich assina o roteiro original – ainda sem título oficial – que conta a história de Spector, aclamada cantora que ascendeu ao estrelato com o grupo feminino Ronettes, no auge dos anos 60.

A produção visa imergir a audiência na tumultuada relação de Ronnie Spector com o produtor Phil Spector e não será uma tradicional biografia focada em sua carreira.

Spector faleceu em janeiro de 2022, aos 78 anos, após uma breve batalha contra o câncer. O visual e as vozes poderosas das Ronettes, com o apoio das composições e produção de Phil Spector, as transformaram em um dos principais grupos femininos dos anos 60.

O grupo rompeu em 1967, após uma turnê pela Alemanha. Ronnie se casou com Spector em 1968 e alega ter sido mantida em cárcere privado em sua mansão em Beverly Hills. Em sua autobiografia, intitulada “Be My Baby: How I Survived Mascara, Miniskirts and Madness“, publicada em 1990, a cantora detalha seu histórico de abuso em seu casamento.

O casal se divorciou em 1974. Phil Spector foi preso em 2009, pelo assassinato da atriz Lana Clarkson, e faleceu em 2020.

A A24 adquiriu o roteiro em 2022 e dividirá os créditos de produção com Zendaya, Marc Platt, Adam Siegel, Mark Itkin e Tom Shelly. Jonathan Greenfield será o produtor executivo.

Lançar ‘Inumanos’ em IMAX foi “uma decepção e um erro”, admitiu o diretor executivo; CONFIRA!

A série ‘Inumanos’ está acumulando baixíssima audiência nos EUA e o lançamento dos dois primeiros episódios nos cinemas em IMAX teve uma bilheteria mediana, agora, Rich Gelfond, representante da empresa, revelou em entrevista ao Deadline que foi “uma decepção e um erro” e que não deve trabalhar com a Marvel na TV novamente:

O público esperava uma produção parecida com filmes com grandes orçamentos e não pilotos para um programa de televisão fraco. Além disso, o fato de que esta é uma franquia da Marvel, estabeleceu um nível mais alto do que você veria em outros projetos ou franquias por causa da reputação e do alto valor de produção dos filmes da Marvel.

As exibições no IMAX renderam apenas US$ 3,5 milhões, não pagando todo o investido feito pela empresa. Na televisão, a série teve uma estreia abaixo do esperado, com cerca de apenas 3,8 milhões de espectadores nos EUA.

‘Inumanos’ chega ao Brasil em 14 de novembro, às 21h, no Canal Sony.

O elenco conta com Anson Mount (Raio Negro), Iwan Rheon (Maximus), Serinda Swan (Medusa), Ken Leung (Karnak), Eme Ikwakor (Gorgon) e Isabelle Cornish (Crystal).

Criados por Stan Lee e Jack Kirby, os Inumanos são descendentes de humanos normais, que há muitos séculos foram mudados em experiências realizadas pelos alienígenas conhecidos por Krees.

Eles apareceram pela primeira vez na revista Fantastic Four #45, de 1965, como coadjuvantes do Quarteto Fantástico. A formação de heróis é composta por Raio Negro, Medusa, Karnak, Gorgon, Triton, Crystl e Máximus, o Louco.

Anthony Mackie diz que Thanos é o personagem principal de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Em entrevista ao ColliderAnthony Mackie, o Falcão de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, afirmou que, se o filme tem um protagonista principal, é Thanos:

“Este filme funciona com todos. Você não vê uma pessoa que é o principal, o filme funciona em conjunto. Mas diria que se há um principal, ele é Thanos. E todos nós orbitamos em torno dele, porque ele é tão grande e malvado. Ele é o maior vilão. Então você não pode ter simplesmente três cenas e daí uma luta final, você tem que trabalhar o tempo certo. Então a nossa relação como um todo é mais em conjunto mesmo”

Enquanto isso, a Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).

A Marvel Brasil também confirmou que o ator Chris Pratt, o Senhor das Estrelas de ‘Guardiões da Galáxia’, virá ao Brasil para promover o aguardado ‘Vingadores: Guerra Infinita’ por aqui.

O ator estará no país na primeira semana de abril para participar de um evento exclusivo para fãs e convidados. Novas informações sobre devem sair em breve. O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, ‘Star Wars: O Despertar da Força’, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o filme já quase triplicou a marca de ‘Pantera Negra’, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘Vingadores 4’: Teoria de fã afirma que Loki vai voltar; Saiba como!

Sabemos que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ pois fim à vida do amado Loki (Tom Hiddleston) após um confronto com Thanos. Como o personagem não morreu pelo estalar de dedos, mas sim pelas garras do Titã Louco, existia a possibilidade de que ele não retornaria dos mortos. Mas será mesmo que a Marvel vai se despedir de seu mais popular vilão?

[CUIDADO COM POSSÍVEIS SPOILERS]

Segundo uma nova teoria publicada no Reddit pelo fã IanMoone13, Loki irá sim retornar em ‘Vingadores 4’, ressuscitado pela sua irmã Hela (Cate Blanchett). O texto ressalta que a personagem não morreu com a destruição de Asgard no fim de ‘Thor: Ragnarok’ e deve partir para o lado bem da força em breve.

Segundo ele, a teoria foi reforçada pelo ator Mark Ruffalo (Hulk), que revelou em uma entrevista no começo desse ano que adorou trabalhar com Tilda Swinton e Blanchett e, como nenhuma aparece em ‘Guerra Infinita’, só resta ‘Vingadores 4’. Além disso, fotos do set vazadas revelam gravações no mesmo cenário usado na cena em que Thor e Dr. Selvig vão para aquele lugar ver as visões do Deus do Trovão em ‘Vingadores: Era de Ultron’.

E muito plausível que Thor, Valquíria e Rocket, vão para o lugar misterioso para usar seus poderes novamente. Assim, Thor é levado a Hel (onde está aprisionada Hela) e, com o uso de viagem no tempo e os poderes da Deusa da Morte, trará Loki de volta à vida.

O título oficial de ‘Vingadores 4’ está sendo mantido em sigilo absoluto dentro da Marvel Studios, porém, uma nova dica dada pelos próprios diretores do filme, Joe e Anthony Russo, pode colocar os fãs no caminho certo para descobrir o que o  projeto realmente será.

Em uma postagem no Instagram, há uma imagem de um quadro que diz “Sala infinita com espelhos: Consequências da Obliteração da Eternidade“, sendo uma referência a uma famosa instalação artística criada por Yayoi Kusama, a legenda da foto diz “Revelação do título de A4 (‘Vingadores 4’) #infiniteKUSAMA“.

Imediatamente diversos fãs começaram a se perguntar se o filme não pode ser ‘Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) ou ‘Vingadores: Eternidade’ (Avengers: Eternity).

Logo depois, eles apagaram o post.

Vale lembrar que o título ‘Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) tem sido especulado há algum tempo…

Confira a foto:

Qual título você prefere?

‘Vingadores 4’ chega aos cinemas brasileiros em 27 de Abril de 2019.

Mostra SP | Criador da MUBI revela como conseguiu os direitos de ‘A Substância’

Poucos filmes em 2024 deram tanto o que falar quanto A Substância. Primeiro filme de lançamento mundial da MUBI , o elogiadíssimo Body Horror entrou nesta quinta-feira (31) no catálogo do streaming, data mais do que adequada, já que marca a celebração do Halloween, uma data que pede por um grande filme de terror.

Louvado pela crítica internacional, A Substância é o grande terror do ano, mas quase foi lançado nos cinemas por outra empresa: a Universal Pictures. Durante o painel de abertura do IV Encontro de Ideias Audiovisuais, o evento voltado para debates sobre os bastidores das grandes produções, promovido pela 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o empresário e cinéfilo turco Efe Cakarel, fundador e CEO da MUBI, contou um pouco sobre o processo de criação do streaming e abordou sobre o exaustivo processo de adquirir os direitos do longa que vem sendo definido como “o papel da carreira de Demi Moore“.

img 8774
Efe Cakarel ministrou o painel “A História da MUBI” no IV Encontro de Ideias Audiovisuais. Foto: Pedro Sobreiro

No painel, Efe comentou que o divisor de águas para a MUBI foi o filme Parasita. Ele chegou a costurar um acordo para que o filme saísse dos cinemas diretamente para seu streaming, mas uma ‘oferta irrecusável’ da Amazon fez com ele perdesse o filme para a rival. Foi aí que ele entendeu que se quisesse ter os melhores filmes, teria de dar um passo adiante e entrar no ramo de distribuição, adquirindo os direitos completos. “Isso nunca poderia acontecer novamente”, disse.

Nesse contexto, e com o crescimento exponencial de inscritos que houve durante a pandemia, Cakarel teve um contato inicial com o roteiro de A Substância ainda em 2021 e ficou fascinado com o que leu.

“O produtor Eric Fellner, que trabalha com a nata das produções britânicas, falou que estava apaixonado por um projeto da diretora Coralie Fargeat, e então li o roteiro há cerca de três anos. Eu não conseguia acreditar que a Universal Pictures tinha topado produzir esse filme. Se você ainda não assistiu ‘A Substância’ nos cinemas, os 30 minutos finais do filme… Sério, vocês não estão preparados para isso. É o longa mais inteligente, glorioso e insano que eu vi em anos. E deu para perceber só de ler o roteiro. E, sério, aquilo não tinha nada a ver com o tipo de projeto que grandes estúdios fariam”, comentou.

image w1280

Ele prosseguiu e contou que foi justamente esse aumento de inscritos e a paixão pelo projeto que o fez abrir o bolso e dar um passo adiante.

“Desde que li o roteiro, fui acompanhando o projeto bem de perto e enchia a paciência do Eric, pedindo para lançar o filme em territórios de menor distribuição, como a Turquia ou a Índia, e ele dizia que era complicado, porque a Universal tinha gasto 20 milhões de dólares no filme. Então, em abril deste ano, fui passar a Páscoa no Vietnã e vi o anúncio da lista de filmes selecionados para Cannes. E ‘A Substância’ estava no meio. Na mesma hora, liguei para o Eric e implorei para ele me mostrar o filme. Três dias depois, voei para Londres direto para uma sala de exibição. Eu saí da sessão dando soquinhos no ar, pulando de alegria. Não teve outra. Liguei para o Eric e disse: ‘Estou pronto para comprar os direitos da Universal para a distribuição mundial desse filme’. Ele achou uma insanidade, mas eu disse que era um filme brilhante e que conhecia minha audiência. Mesmo que os críticos não gostassem, o público do MUBI iria amar”, afirmou.

Mas entre comprar os direitos e lançar o filme, existe um caminho muito longo. E a expectativa para saber a reação do público é angustiante, ainda mais quando o longa fará sua estreia “apenas” no Festival de Cannes.

“A Universal podia ter vendido os direitos para outras empresas de mais experiência na distribuição nos EUA, mas nos encontramos no domingo, uma semana antes do Festival de Cannes, e viramos a noite conversando. Na segunda-feira, às três da manhã, o filme era meu. Então eu apaguei e dormi umas 36 horas seguidas. Só fui acordar na estreia em Cannes. Eu estava muito nervoso, porque era nosso projeto de maior investimento, mas tinha uma sensação boa. Porque nós sabíamos que [o filme] era brilhante, mas como seria a reação do público? Da crítica?. Então, na première do filme, o ‘Le Palais’ foi abaixo. Mais de mil e duzentas pessoas aplaudiam, suspiravam. Acho que ninguém sabia como reagir direito. Assim que saí da sessão, vi as críticas definindo o longa como um ‘clássico instantâneo do terror’. Foi aí que entendi que esse seria apenas o começo de uma empreitada muito interessante”, contou.

the substance

Por fim, Efe Cakarel contou que o sucesso de A Substância foi o sinal que ele precisava para seguir com a proposta de distribuir os projetos que ele acha interessante. “Eu jamais compraria os direitos de um filme que eu não gosto. Ponto final”, ele chegou a afirmar.

“Nós vamos continuar fazendo isso, encontrando histórias originais, sejam de nomes consagrados do cinema, como um Paul Thomas Anderson, sejam de novos talentos, como Coralie Fargeat. Por conta de ‘A Substância’, vamos passar das cinco milhões de inscrições. É inexplicável para nós esse retorno. E isso nos deu confiança para investir nesse ramo”, concluiu.

1728925667 837839 the101world

A Substância está disponível na MUBI.

Crítica | Abraço de Mãe – Marjorie Estiano Estrela HORROR Metafórico na Netflix [Festival do Rio 2024]

Freud indicava que o pior medo é aquele que está na nossa cabeça. Mas nós, fãs do gênero do terror, sabemos que o pior medo é aquele que está correndo atrás da gente e ameaçando nossa vida – situação que vemos com frequência nos filmes de gênero que amamos assistir. A ameaça real é aquela que por mais ilógica que o contexto possa fazer parecer ser, na hora do vamos ver o cérebro não discute a lógica das coisas e simplesmente manda o corpo correr para salvar a própria vida. Assim é a vibe de ‘Abraço de Mãe’, novo filme brasileiro de terror que teve pré-estreia com elenco na última semana do Festival do Rio 2024 e que estreia na próxima quarta-feira na Netflix.

Mãe e filho em parque de diversões iluminado.

Ana (Marjorie Estiano, da série ‘Sob Pressão’) é uma bombeira que está voltando à ativa após uma ação em que ficara paralisada e, portanto, fora afastada. Embora esteja animada por voltar, seus parceiros, Cabo Dias e Roque (Reynaldo Machado, de ‘Sob Pressão‘), ainda desconfiam da sua capacidade, enquanto Mourão (Rafael Canedo, de ‘Pé na Cova‘), que tem um crush nela, não consegue disfarçar a empolgação. Então, eles recebem um chamado de um desabamento num asilo de idosos no bairro de São Cristóvão, mas, ao chegarem no local, começam a perceber que há algo estranho sobre os moradores do local e que há ameaças piores ali do que pequenas rachaduras nas paredes.

Escrito por Gabriela Capello (de ‘A Vilã das Nove’), André Pereira (de ‘O Rastro’) e Cristian Ponce (que também dirige o longa), ‘Abraço de Mãe’ é dividido em dois tempos: o primeiro, em 1973, mostra a protagonista ainda criança sofrendo um trauma pelas mãos de sua mãe (Chandelly Braz, de ‘O Cangaceiro do Futuro’), que faz conexão direta com o momento segundo do filme, já em 1996, em que a protagonista literalmente se sente assombrada por esse momento do seu passado. Ainda que a história se passe em 1996, ela poderia ter se passado em qualquer outra época, inclusive nos tempos de hoje, pois, tirando o fato de existir celulares hoje, nenhum outro elemento interfere para situar o enredo naquela época, portanto, é uma história atemporal.

Centrado na protagonista Ana, o filme de Cristian Ponce transforma o terror psicológico que a personagem enfrenta em literalmente situações de horror dentro de um asilo abandonado debaixo de uma tormenta. A caracterização do elenco de apoio da terceira idade e a locação do casarão são ótimas, dando maior credibilidade à sensação de claustrofobia e perigo, mesmo sem o espectador (e a protagonista) entender direito qual é o problema daquela casa.

Entretanto, ‘Abraço de Mãe’ é uma produção brasileira com elenco brasileiro e gravada no Rio de Janeiro, mas tem um personagem que fala castelhano e o filme não possui legendas nas suas falas. O personagem em questão é importante na trama e tem muitos diálogos com ele. Teria sido legal que houvesse legendas para esse personagem, para que o público brasileiro pudesse entendê-lo também.

Com boas cenas de terror/horror e uma história sobrenatural, ‘Abraço de Mãe’ mostra o potencial da indústria de filmes de gênero no Brasil, sendo este mais um bom trabalho de Marjorie Estiano.

‘Viúva Negra’: Estúdios Marvel estão buscando vilã secundária para o filme

Depois de ‘Vingadores: Ultimato’ concluir sua primeira década de histórias do Universo Cinemático Marvel, a extensa franquia irá explorar o passado de Viúva Negra (Scarlett Johansson) em um filme-solo centrado na ex-agente da KGB.

Agora, novos detalhes sobre o projeto dão a entender que o elenco será formado por grande aliados e inimigos da protagonista, incluindo um vilão “bastante interessante” descrito como um homem de quarenta anos.

Os estúdios Marvel também estão à procura de quatro papéis cujas especulações indicam ser agentes duplos. Um desses é uma personagem feminina brutal descrita como uma “Bond feminina”, enquanto os outros incluem uma persona masculina de etnia africana, árabe ou indiana.

Uma vilã secundária também está sendo buscada, com o estúdio buscando por uma atriz de mais ou menos cinquenta anos para encarnar o personagem.

A história será internacional e mostrará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente  da SHIELD e dos Vingadores.

Cate Shortland será a diretora. O filme deve mostrar a história da personagem antes de ser uma agente especial da S.H.I.E.L.D.

‘Viúva Negra’ trará Scarlett Johansson novamente em seu papel, mas ainda não ganhou uma data oficial de estreia. Antes do filme-solo, Johansson reprisa o personagem em ‘Vingadores: Ultimato’, que estreia no dia 25 de abril.

‘Motoqueiro Fantasma’ fará parte do MCU, aponta site

No mês passado, os fãs da Marvel ficaram arrasados com o cancelamento da série do Hulu‘Motoqueiro Fantasma’. À época, muitos especularam que a decisão de não seguir em frente com o projeto prenunciaria o fim da Marvel Television.

Entretanto, um confiável membro da companhia anunciou recentemente em seu Twitter que as coisas podem tomar um rumo diferente: segundo Daniel Richtman, o personagem mencionado acima pode ser reescrito como parte do Universo Cinemático Marvel.

Confira a postagem:

“Nenhuma notícia em vista, só ouvi novamente que [o presidente KevinFeige realmente quer [o Motoqueiro Fantasma] no MCU. Então algo realmente vai acontecer com o personagem, é apenas uma questão de tempo”, diz a legenda.

O projeto, que contaria com Gabriel Luna como o personagem-titular, foi cancelado devido a diferenças criativas entre a equipe da produção e a plataforma.

Em uma entrevista ao site Variety, a Marvel Television se pronunciou sobre o ocorrido, comentando que os executivos da companhia ficaram “chocados e envergonhados” com a decisão do Hulu.

“Nos meses recentes, a Marvel Television se tornou extremamente focada em animações. No último mês, o Hulu abandonou planos para a série ‘Motoqueiro Fantasma’, deixando o estúdio com a confirmação de apenas uma série em live-action‘Helstrom’. A decisão inesperada chocou e deixou todos envergonhados”, diz a matéria.

Crítica | ‘Penny Dreadful’ chega ao fim com um triste adeus de Vanessa Ives

Enfim chegamos à aguardada conclusão de ‘Penny Dreadful’. A apaixonante, complexa e angustiante jornada de Vanessa Ives (Eva Green) encontra o seu fim e, ainda que tenha dividido o gosto e a atenção do público, é inegável que a série criada por John Logan quebrou os paradigmas do saturado gênero do terror psicológico e do gore e cumpriu com sua promessa: renovar a televisão contemporânea e dar um up na indústria do entretenimento. Diferente de outras produções que seguiram a mesma linha, esta aqui traz, além de atuações impecáveis, reflexões acerca da natureza humana, da conturbada escolha entre o que é certo e o que é justo, e do sacrifício em prol de um bem maior. E ainda que sintamos falta dos episódios semanais, o show definitivamente não será esquecido por muitos e muitos anos.

Após o soberbo e comovente finale da segunda temporada, Vanessa trilha o seu caminho sozinha. Sir Malcolm (Timothy Dalton) viaja para a África e se encontra com um misterioso nativo que promete mudar suas concepções sobre a vida e sobre os enigmas que perscrutam seu passado, Ethan (Josh Hartnett) é enviado para a América a mando do Inspetor Rusk (Douglas Hodge), e Victor (Harry Treadaway) retorna a seu próprio mundo para continuar as pesquisas e reconquistar o coração perdido de Lily (Billie Piper), sua última criação que acabou se rebelando e se juntando a uma sinistra figura tão imortal quanto ela própria.

Já nos primeiros minutos do terceiro ano, percebemos que Logan opta por uma atmosfera ainda mais sombria, marcada por um claro expressionismo e uma coibição otimista. Vanessa, ainda que tente prosseguir com seu cotidiano, está marcada por inúmeros traumas e se transforma em uma mulher cada vez mais frágil, mas não no sentido real da palavra: por ter intenções puras e sempre ter prezado pelo melhor, a heroína se torna influenciável ao extremo, atraindo a atenção de um curador de museu chamado Alexander Sweet (Christian Camargo). Sua presença é envolvente desde o princípio, mas refuta quaisquer esperanças para a sanidade de Vanessa quando revela ser, na verdade, o grande arauto das Trevas conhecido como Drácula.

O famoso vampiro, relido e repaginado diversas vezes para o cinema e para a TV, é uma adição aguardada desde os primeiros episódios de ‘Penny Dreadful’. Para aqueles que não se recordam, Vanessa, Malcolm e Ethan enfrentaram inúmeros servos de Drácula escondidos nos becos e esgotos de Londres, para reencontrar Mina (Olivia Llewellyn) e descobrir que ela também havia sido transformada. Porém, eles nunca de fato chegaram a enfrentá-lo, e é compreensível que o showrunner tenha deixado o melhor para o final. Seguindo um padrão que nos relembra Bram Stoker, o antagonista é um charmoso cientista, dotado de uma retórica exemplar e de uma capacidade incrível de persuadir quem bem desejar. À medida que se aproxima dela, revela suas intenções de trazê-la para seu lado como noiva e dar início a um reino de terror e caos.

Essa não é a única drástica mudança dos arcos principais. Lily e Dorian (Reeve Carney) também são incumbidos com uma tarefa decisiva para a mudança de relações entre homem e mulher dentro da sociedade londrina. O casal faz um incrível retorno ao resgatarem a jovem prostituta encarcerada Justine (Jessica Barden) e começarem um clã feminino justiceiro supervisionado pela personagem de Piper. Na sequência em questão, o diretor Damon Thomas coreografa com precisão os movimentos de luta, adicionando alguns elementos populares das obras de ação, e culminando novamente no preciosismo cênico da Inglaterra vitoriana. É certo dizer que eles também resgatam a teatralidade trágica com seus diálogos existenciais e políticos, aumentando o misticismo da temporada até os minutos finais da série.

Green rouba a cena em mais um dos aguardados flashbacks, mas dessa vez dividindo os holofotes com Rory Kinnear, retornando como John Clare, mas antes de morrer e se tornar o monstro de Frankenstein. Acontece que John trabalhava em um sanatório, o mesmo no qual Vanessa foi internada para ser tratada de suas frases sem sentido e seus constantes episódios de epilepsia (que na verdade se revelaram como possessões demoníacas). Posso dizer com convicção que a atuação de Green é um dos pontos altos, resgatando a glória de outras construções tão importantes, como a possessão em “Séance”, na primeira temporada, ou sua gloriosa rendição em “Possession”. A atriz já se provou merecedora dos aplausos e aqui não poderia ser diferente, entregando-se de corpo e alma para as nuances necessárias que transformam a protagonista em uma das criações mais complexas da televisão contemporânea.

Eventualmente, Vanessa é levada ao limite e rende-se à escuridão para salvar a si mesma e para salvar seus amigos. Ethan, por sua vez, recebe ajuda de uma antiga inimiga, Hecate (Sarah Greene), e acaba retornando como o Lobo de Deus para por fim nas investidas demoníacas de Drácula. O aguardado final talvez não tenha sido melhor recebido pelo público pelo choque e por ter colocado fim ao arco da heroína da forma mais pura possível: em uma resolução shakespeariana à la ‘Romeu e Julieta’, ela dá seu último suspiro nos braços de Ethan, marcando uma simbólica construção entre o bem e o mal, o sacrifício e o poder.

As ambivalências de ‘Penny Dreadful’ não se restringem apenas ao plano sobrenatural e se estendem para os outros personagens. Victor, Lily e Dorian dão adeus de forma mais resignada, compreendendo que seus esforços de nada serviram para as mudanças que buscavam causar. É muito fácil perceber como o negativismo compulsório é um dos elementos de ambientação mais utilizados e que melhor funcionam para nos envolver – não é à toa que funciona até os momentos finais. E, de qualquer modo, essa incrível série sempre foi capaz de nos relembrar que a morte é certeira e é apenas o princípio de uma nova e eterna jornada.

‘Code Name Hélène’: Elizabeth Debicki será uma espiã em thriller da II Guerra Mundial

Segundo a VarietyElizabeth Debicki foi elencada na vindoura série de espionagem ‘Code Name Hélène’, cuja história é ambientada na II Guerra Mundial e é baseada na vida de Nancy Grace Augusta Wake, uma jornalista neo-zelandesa que se tornou uma feroz espiã e uma das líderes mais poderosas da resistência francesa.

A produção é baseada no romance de não-ficção homônimo de Ariel Lawhon.

Confira a sinopse abaixo:

É 1936 e Nancy Wake é uma intrépida expatriada que vive em Paris e que conseguiu trabalho como repórter para o jornal de Hearst – quando conhece o abastado industrialista Henri Fiocca. Henri eventualmente convence Nancy a se tornar a Sra. Fiocca, pouco antes dos alemães invadirem a França. É aí que ela encarna um novo nome: um código.

Como Lucienne Carlier, Nancy contrabandeia pessoas e documentos através das fronteiras europeias. Seu sucesso e sua habilidade inegável de não ser pega lhe concede o apelido de Camundongo Branco pela Gestapo. Com uma caçada no valor de 5 milhões de francos por sua cabeça, Nancy é forçada a escapar da França e deixar Henri para trás. Quando ela entra para o treinamento das Operações Especiais na Bretanha, seus novos companheiros lhe dão o nome de Hélène – e, finalmente, com uma missão em mãos, ela é devolvida à França como a mortal Madame Andrée, onde se torna uma das maiores líderes da resistência francesa.

Assim como o livro, a série será contada através de múltiplas cronologias que exploram os quatro códigos que Nancy Wake utilizou.

Debicki também entra como produtora executiva. ao lado de Philippe Rousselet.

A atriz ganhou fama ao participar da adaptação mais recente de ‘O Grande Gatsby’. Seu último projeto é o drama sci-fi ‘Tenet’, de Christopher Nolan’, além de ter sido recentemente elencada na 5ª e 6ª temporadas de ‘The Crown’ como a Princesa Diana.

Rumores sugerem que Dusk, personagem de Homem-Aranha, pode ganhar filme solo

Segundo uma nova reportagem do The Illuminerdi, o universo de ‘Homem-Aranha’ pode crescer ainda mais nas mãos da Sony Pictures.

As informações indicam que Dusk, um conhecido personagem coadjuvante do panteão aracnídeo, pode ser lançado como parte dos múltiplos derivados da companhia. Entretanto, nenhum nome foi atado ao projeto ainda.

Assim como tantos outros personagens dos quadrinhos, Dusk é um alter-ego adotado por diversas personas com o passar dos anos. Ele apareceu pela primeira vez durante uma batalha na Zona Negativa entre Homem-Aranha e Blastaar. Anos mais tarde, uma jovem chamada Cassie S. Commons abraçou o nome e apareceu ao lado do herói principal na série ‘The Slingers’, assinada por Joseph HarrisAdam Pollina.

Caso o projeto seja realmente confirmado pela Sony, ele se junta à pilha de várias outras incursões que já estão em desenvolvimento, incluindo ‘Venom 2’‘Morbius, o Vampiro Vivo’‘Madame Teia’‘Sexteto Sinistro’‘Kraven, o Caçador’‘Mulher-Aranha’.

Enquanto mais detalhes não são revelados, o herói aracnídeo retorna em breve através de Tom Holland para a terceira entrada da franquia ‘Homem-Aranha’, intitulada, por enquanto, ‘De Volta ao Lar 3’.

ZendayaMarisa Tomei e Jacob Batalon também reprisam seus papéis como MJ, May Parker e Ned, respectivamente.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octopus e o Collider afirmou que Andrew Garfield e Kirsten Dunst também estão no elenco. Garfield viveu Peter Parker nos dois ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, enquanto Dunst interpretou Mary Jane Watson na trilogia original.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior: