O vencedor do Oscar e a indicada à mesma premiação, Sam Rockwell e Michelle Williams, vão contracenar lado a lado em seu mais novo projeto.
A aclamada dupla de atores vai estrelar a minissérie ‘Bob Fosse‘, produzida pelo canal FX.
Com apenas oito episódios, a série será produzida por Thomas Kail, Steven Levenson e o criador do consagrado musical ‘Hamilton‘, Lin-Manuel Miranda. O primeiro capítulo será roteirizado por Levenson, com a direção de Kail.
Na trama, veremos Fosse (Rockwell) e seu relacionamento com a dançarina da Broadway, Gwen Verdon (Williams) e o impacto que ambos tiveram para a indústria do entretenimento.
Confira a sinopse oficial:
‘Baseada em ‘Fosse’, a biografia escrita por Sam Wasson, esta série limitada de oito partes conta a história da singular parceria romântica e criativa entre Bob Fosse e Gwen Verdon. Ele era um cineasta visionário e um dos coreógrafos e diretores mais influentes do teatro, ela foi a maior dançarina da Broadway de todos os tempos. Juntos, eles mudaram a cara do entretenimento americano – a um custo perigoso. Com a coreografia de Fosse, a série explora os cantos ocultos do show business, o preço da busca pela grandeza e o sofrimento infligido em nome da arte”.
Os traços do herói Aquaman nos quadrinhos estão gradativamente sendo aprimorados à caracterização cinematográfica do personagem, feita no astro Jason Momoa.
Após o sucesso do ator na pele do personagem, algumas pequenas adequações começaram a ser feitas no material fonte original, revelando um visual ainda mais robusto e viril nele.
É claro que, no passado, Aquaman chegou a apresentar um visual irreverente. Na fase dos anos 90 dos quadrinhos, o personagem teve cabelos longos e barba, bem como o famoso gancho no lugar de uma de suas mãos.
Mas é evidente que a versão de Momoa está inspirando o novo material e na HQ Aquaman #47, Arthur se apresenta com tatuagens bem parecidas com as do ator, que ajudam a dar uma cara ainda mais viril para o visual do personagem.
Confira:
Nos cinemas, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 325 milhões nos EUA e US$ 778 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 1,109 bilhão. A sequência tem estreia marcada para o dia 16 de dezembro de 2022.
‘Mulan‘ é uma das produções mais aguardadas de 2020 e embora sua estreia ainda possa sofrer novos adiamentos – em virtude das incertezas do quadro de coronavírus ao redor do mundo, a Disney deu um passo adiante e anunciou a equipe de dubladores japoneses do longa.
Conforme anunciado pela Anime! Anime!, os atores escolhidos para a dublagem japonesa são figurinhas carimbadas entre os fãs de anime, como Yoshimasa Hosoya – que empresta sua voz para Reiner Braun em ‘Ataque dos Titãs‘ e para o Joe em ‘Megalo Box‘.
Em ‘Mulan‘, ele dublará Chen Honghui, personagem inédito criado para o live-action e que será o novo interesse amoroso da protagonista.
A equipe de dubladores ainda inclui Subaru Kimura (Takeshi Goda em Doraemon, Pesci em JoJo’s Bizarre Adventure: Golden Wind Pesci) como Yao, Tasuku Hatanaka (Yu-Gi-Oh!) como Ling, Hiroki Yasumoto (Chad Sato em Bleach) com Chien Po e Kensho Ono (Giorno Giovnanna em JoJo’s Bizarre Adventure: Golden Wind) como um arqueiro chamado Cricket.
Vale lembrar que a estreia de ‘Mulan’ ainda permanece agendada para 04 de setembro no Japão.
Atualmente, o longa está agendado para chegar às telonas norte-americanas no dia 21 de agosto, com a expectativa de que sua estreia no Brasil seja um dia antes.
Por meio de um comunicado oficial, o executivo e Chefe do Gabinete Criativo da Walt Disney Studios, Alan Horn, reiterou a importância de lançar ‘Mulan’ nos cinemas, considerando também toda a flexibilização necessária em meio ao novo contexto mundial:
“Embora a pandemia tenha mudado nossos planos de lançamento para ‘Mulan’ e nós continuaremos a ser flexíveis conforme as condições assim nos exigirem, nossa crença no poder deste filme e em sua mensagem de esperança e perseverança ainda não mudou. A diretora Niki Caro, nosso elenco e equipe apoio criaram um belo filme, épico e comovente, que é tudo o que a experiência cinematográfica deve ser e é ali que acreditamos que o filme pertence: No palco do mundo e nas telonas, para o público ao redor do globo desfrutar junto”.
Sobre o remake
Em uma recente entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!
“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”
Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.
“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”
A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
A popular série de comédia biográfica ‘Young Rock‘, baseada na vida do astro Dwayne Johnson, já está disponível no Brasil. A 1ª temporada pode ser conferida na íntegra na plataforma de streaming HBO Max.
A trama gira em torno de diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho.
Vale lembrar que a produção já teve sua 2ª temporada confirmada.
A série foi criada por Jeff Chiang e Nahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat’).
Dwayne Johnson estrela a produção. O elenco também conta com Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Ana Tuisila, Adrian Groulx, Bradley Constant e Uli Latukefu.
A 1ª temporada da aclamada série de ação, ‘Operação Lioness‘, já está disponível na Netflix. A produção, estrelada por Zoë Saldaña, teve sua estreia nesta quinta-feira (17).
O título pertence originalmente ao Paramount+ e suas duas temporadas estão presentes na grade de programação do streaming. O lançamento da série na Netflix é fruto de um acordo firmado entre ambas as empresas.
O CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o elenco de ‘Operação: Lioness‘ para a sua 2ª temporada. Na época, Génesis Rodríguez e Laysla de Oliveira comentaram sobre o alto valor de produção da série de Taylor Sheridan, mesmo criador de “Yellowstone” e roteirista de “Sicário“.
Ao longo do bate-papo, as colegas de elenco ainda comentaram sobre o desafios de executar suas cenas de risco, como funcionou sua preparação física e o que o público pode esperar dos novos episódios.
Assista:
A produção acompanha a chefe da CIA, Joe McNamara, enquanto ela tenta equilibrar sua vida pessoal e profissional na guerra contra o terror da agência.
A série é uma criação de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’).
Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur, Jonah Wharton, e Morgan Freeman completam o elenco.
Saldaña e Kidman também entram como produtoras executivas do projeto.
O Daily Mail divulgou as primeiras fotos do set de ‘Tolkien’, cinebiografia do autor de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’. Nicholas Hoult protagoniza e Lily Collins viverá sua esposa, Edith:
A trama irá acompanhar a amizade do autor com um grupo de marginalizados, assim como ele. Quando a Primeira Guerra Mundial irrompe, esta “sociedade” é obrigada a se separar. O filme também mostrará o que levou o autor a criar sua icônica trilogia de livros do Senhor dos Anéis. ‘Tolkien’ é uma produção da Fox Searchlight, o braço do cinema de arte da Fox, e tem direção de Dome Karukoski.
A Marvel Studios exibiu recentemente um pouco mais de 20 minutos de cenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ para divulgação do filme mundialmente, não demorou muita e já caiu na internet a descrição dessas cenas na íntegra.
Um usuário do Reddit publicou um texto descrevendo tudo que assistiu em uma dessas sessões. Antes de mais nada, precisamos avisar que essa notícia contém MUITOS SPOILERS sobre o novo filme, e não sabemos se as informações são reais…
Leia por sua conta em risco!
[SPOILERS DAQUI PARA BAIXO]
– A cena começa com Doutor Estranho e Wong no Sanctum explicando as Joias do Infinito para o Stark, com Banner enfatizando o quão perigoso Thanos é;
– Eles passam por onde as Joias são, enfatizando que 1°: que Estranho e Wong têm um juramento de proteger a Joia do Tempo e que não podem esconder/jogar fora como o Stark sugere. 2°: Que o Visão está escondido e que a única pessoa que pode encontra-lo é Steve… sinal que Os Vingadores se separaram que nem uma boyband. Stark chama o Dr. Estranho de babaca;
– Então, quando o Stark está prestes a usar o telefone para ligar para Steve, a nave de Ebony Maw e Cull Obsidian chegam em Nova York. Carros e detritos voam para cima das pessoas, Stark e a galera vão para fora e salvam as pessoas, Stark ativa a evacuação de alerta via óculos da Friday;
– Peter Aranha de Ferro aparece – exatamente como o clipe liberado, com exceção de um “merda” do Ned, pessoas abrindo a janela para ver a nave… e Stan Lee tá dirigindo o ônibus. O Aranha se balança pela cidade
– Cull Obsidian e Fauce de Ébano chegam. Grunhidos ao redor, eles falam com um intencional sotaque britânico, o que deixa o Stark incomodado (algo tipo ‘A Terra Está Ameaçada’), mas Estranho rapidamente entra no modo de batalha. Banner luta para o Hulk sair, enquanto Stark revela o seu novo traje de nanotecnologia (revelação incrível) enquanto Cull Obsidian procura tirar a Joia do Tempo do Estranho;
– Cull Obsidian parte para o Central Park para lutar contra o Stark (onde o Aranha aparece para ajudar), Estranho e Wong vs Ebony Maw. Estranho é capturado e abatido, enquanto ele é levado pela nave, Stark ordena que o Aranha vá buscá-lo. Cull Obsidian então parte para algum lugar congelado em Nova York, longe de Wong. Wong volta para o Sanctum;
– Aranha foi até a nave do Estranho, ele está lutando para embarcar, então o Stark vai depois dele, e enquanto ele ta perdendo o ar, manda para ele o traje do Aranha de Ferro, que o pega quando ele desmaia e cai da nave (aquela cena maravilhosa do primeiro trailer). Stark entra na nave, recebe uma ligação da Pepper, ela pergunta se ele está bem, e ele diz que não voltará por algum tempo, Pepper fica toda emocional e irritada com ele. Então Ebony Maw acelera a nave com o Estranho (capturado), Stark e Aranha também na nave (ele primeiramente foi mandado à voltar para a casa com o paraquedas no novo traje, mas ele entrou a bordo, “eu deveria ter ficado no ônibus”;
– Banner acorda nos escombros, e faz a ligação para o Steve, enquanto a cena corta para… Carta de Título: ESPAÇO
– Não lembro qual é a faixa exata mas vemos cena por cena dos Guardiões individualmente na Milano;
– Eles estão procurando sinais de socorro no espaço. Algumas brincadeiras que eles estão ajudando nisso porque ‘porque nós somos legais’, e Groot jogando no seu… qualquer que seja o nome que aquele Gameboy espacial tenha.
– Thor acerta o para-brisa. A cena de Thor na Milano é igualzinho ao clipe liberado. Então depois do ‘quem diabos são vocês’;
– Gamora dá o seu discurso sobre o Thanos, aquele que abre o segundo trailer. É pensado que Thor vai ficar com raiva quando ela revelasse que era filha de Thanos, mas surpreendentemente ele só diz ‘eu entendo completamente’ e fala sobre a Hela e os eventos de ‘Ragnarok’ brevemente.
– Thanos conseguindo o Tesseract de Loki e destruindo metade da população de Asgard). Então ela fala para ir para LugarNenhum para pega a Joia (qualquer que seja o poder do Éter) do Poder do Colecionador, enquanto uma nova locação é dita por Thor (não peguei o nome) que eles fazem armas que podem bater o Thanos.
– Quill é contra a ideia (ele tenta imitar o Thor com a fala séria), mas o Rocket basicamente é o ‘capitão’ e diz que sim, e eles resolvem se dividir na Milano. Rocket, Thor e Groot vão para o lugar novo, enquanto Quill e o resto vão para LugarNenhum.
– Então corta para a cápsula da Milano enquanto Thor acelera, aparece a logo da Marvel e cenas dos dois trailers (nada de novo) junto com algo que eu só posso presumir que é mais uma trilha de Silvestri.
E aí, o que achou? Vale ressaltar também que essas informações não foram confirmadas e devemos tratar como rumores.
A produção foi classificada como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e ação de ficção científica, linguagem e algumas referências grosseiras”.
Antes mesmo de estrear, o novo filme da Marvel Studios já está quebrando alguns recordes. Só nos EUA, a pré-venda de ingressos no site Fandango já é maior do que a observada nos últimos sete lançamentos da Marvel combinados. De acordo com o The Wrap, em comparação com ‘Pantera Negra’, a nova produção do estúdio já vendeu mais do que o dobro de ingressos.
Ansiosos? O filme tem estreia marcada para 26 de abril.
É isso mesmo que você leu! Segundo um relatório exclusivo do THR, o astro Henry Cavill e a DC Comics se separaram e o ator não mais aparecerá em longas da empresa.
Segundo a informação bombástica, o interprete do Superman apareceria em ‘Shazam!’, mas essa filmagem não aconteceu por problemas de agenda e o ator também não aparecerá em outros filmes futuros.
Com essa separação, que deve abalar as estruturas da DC nos cinemas, o estúdio resolveu seguir para produzir um filme da Supergirl contando a origem da prima de Clark Kent e os planos para um novo filme do Homem de Aço não está mais sendo desenvolvido dentro da Warner após o rompimento.
“Os agentes de Cavill, da WME, negociaram por meses com a Warner, mas as conversas não foram bem sucedidas e a porta está fechada para novas aparições de Superman.”, afirmou.
Ainda segundo o site, a Warner está em busca de um Batman e um Superman mais jovens para futuros novos filmes envolvendo os personagens, alegando que ambos “são como James Bond: sempre podem ser substituídos por atores mais novos”.
O ator ou mesmo a Warner ainda não se pronunciaram sobre o rompimento.
Recentemente, Henry Cavill fechou contrato com a Netflix para interpretar Geralt de Rivia na série de TV ‘The Witcher’.
O mês de junho é internacionalmente conhecido como o “Pride Month”, o “Mês do Orgulho LGBTQIAPN+”. Instituído oficialmente nos EUA em 1999, ainda no mandato de Bill Clinton, o “Mês do Orgulho” é celebrado em junho por remontar à Revolta de Stonewall, um capítulo histórico na luta pela liberdade de gênero em Nova York, e no país inteiro. A revolução aconteceu em junho de 1969, quando uma violenta batida policial tomou conta do Stonewall Inn, um bar LGBT de Greenwich Village, o que desencadeou uma série de protestos espontâneos contra a repressão aos homossexuais nos Estados Unidos.
As manifestações passaram a mobilizar ativistas da causa, dando início ao estudo e aplicação de táticas de confronto à violência policial, além de motivar a criação de jornais que falassem sobre a liberdade de gênero. Um ano após Stonewall, foram iniciadas as famosas Paradas Gays, ajudando a consolidar a luta e mostrar ao mundo que a igualdade de gênero era um direito básico a todo ser humano. Na última década, o “Mês do Orgulho” ganhou ainda mais força ao ser abraçado por grandes marcas, que promovem ações sobre igualdade durante todo o mês de junho.
Em 2016, Barack Obama conferiu ao Stonewall o reconhecimento de Monumento Nacional. Por Rhododendrites – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0 via Wikimedia Commons.
Para celebrar o “Mês do Orgulho”, o Estação Net, no Rio de Janeiro, lança nesta sexta-feira (26) a terceira edição da “Mostra Quem Quer Queer?“. Após o sucesso das edições anteriores, a deste ano se estenderá até o dia 7 de julho, trazendo para as telonas dos cinemas do Estação um acervo de mais de 30 obras ricas no tema da representatividade. E como não adianta promover a igualdade sem trazer quem realmente precisava da visibilidade para a cena, a curadoria da mostra foi realizada em uma parceria do Grupo Estação com Wescla Vasconcelos e CineDrag.
Dentre as obras, será possível assistir filmes de drama, comédia, aventura e até terror. A ideia é abranger a todos e proporcionar o debate sobre a representatividade no cinema e na sociedade em geral. A mostra inclui longas mais famosos, os clássicos de sempre, e outros longas menos conhecidos – e até alguns que falam sobre a representatividade sem que muitos percebam que o tema está sendo abordado.
Programação da Mostra (Estação NET Botafogo): Em negrito, Estação NET Rio.
Sexta-feira, 27/06: 14:00 – Má Educação (Pedro Almodóvar, 2004)
16:10 – Persona (Ingmar Bergman, 1966)
18:05 – Mulan (Barry Cook e Tony Bancroft, 1998)
20:00 – Passivonas (Emma Seligman, 2023)
22:00 – Paris is Burning (Jennie Livingston, 1990)
23:59 – Vampiras Lésbicas (Jésus Franco, 1971)
Sábado, 28/06:
11:00 – Para Wong Foo, Obrigado por Tudo (Beeban Kidron, 1995)
13:00 – Padrinhos de Tóquio (Satoshi Kon, 2003)
14:50 – Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)
17:25 – Retrato de Uma Jovem em Chamas (Céline Sciamma, 2019)
19:50 – O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005)
22:30 – The Queen (Frank Simon, 1968)
23:59 – Mommie Dearest (Frank Perry, 1981)
Domingo, 29/06:
11:00 – Vive L’Amour (Tsai Ming-liang, 1994)
13:30 – Mulan (Barry Cook e Tony Bancroft, 1998)
15:20 – A Criada (Park Chan-Wook, 2016)
18:15 – O Beijo da Mulher Aranha (Hector Babenco, 1985)
20:30 – Garota Infernal (Karyn Kusama, 2009)
Segunda-feira, 30/06: 14:00 – Salomé (Charles Bryant e Alla Nazimova, 1922)
15:35 – Amigas de Colégio (Lukas Moodysson, 1998)
17:25 – Ovnis, Monstros e Utopias (Ricardo Branco, Joana Sousa e André Godinho, 2025)
19:05 – Padrinhos de Tóquio (Satoshi Kon, 2003)
21:00 – O Direito do Mais Forte é a Liberdade (R. W. Fassbinder, 1975)
Terça-feira, 01/07: 14:00 – Persona (Ingmar Bergman, 1966)
16:00 – Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! (Beeban Kidron, 1995)
18:15 – Yentl (Barbra Streisand, 1983)
21:00 – Retrato de Uma Jovem em Chamas (Céline Sciamma, 2019)
Quinta-feira, 03/07: 14:00 – O Beijo da Mulher Aranha (Hector Babenco, 1985)
16:20 – O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005)
18:55 – Má Educação (Pedro Almodóvar, 2004)
21:00 – Curtas Brasileiros
Sexta-feira, 04/07: 14:00 – Retrato de Uma Jovem em Chamas (Céline Sciamma, 2019)
16:20 – Mulan (Barry Cook e Tony Bancroft, 1998)
18:10 – Salomé (Charles Bryant e Alla Nazimova, 1922)
19:45 – Vive L’Amour (Tsai Ming-liang, 1994)
22:00 – O Filho de Chucky (Don Mancini, 2004)
23:59 – Cecil Bem Demente (John Waters, 2000)
O cinema nacional anda de vento em polpa! E, após os sucessos mundiais de produções como ‘Ainda Estou Aqui’ e ‘O Agente Secreto’, que foram reconhecidos com premiações internacionais, não é de se espantar que a indústria cinematográfica brasileira esteja a todo o vapor, criando, realizando e produzindo diversos títulos para estreias em breve tanto nos cinemas quanto nas telinhas. Vem com a gente conhecer alguns desses títulos em produção atualmente.
Nau de Urano
A vida e a obra do poeta maranhense Nauro Machado começam a ser filmadas este mês, em São Luís, com o longa-metragem ‘Nau de Urano’, que é dirigido pelo filho de Nauro, Frederico Machado — cineasta reconhecido por seus filmes autorais —, e por sua sobrinha, Helena Machado, escritora, roteirista e dramaturga conhecida por seu romance, Memória de Ninguém, e por peças teatrais que exploram a complexidade das relações humanas e os dilemas existenciais. No elenco, Nanego Lira, Matheus Nachtergaele e Buda Lira. As filmagens seguem até dia 25 de abril.
A Estirada
Novo longa-metragem dos cineastas Sérgio de Carvalho e Pedro von Krüger começa as gravações entre as Amazônias peruana e brasileira. É uma espécie de um “river movie” – um road movie sobre as águas dos rios amazônicos, e acompanha dois jovens numa jornada de sobrevivência e redenção pelo coração da floresta. Guiados por um ex-integrante do grupo guerrilheiro Sendero Luminoso, organização considerada terrorista pelo governo do Peru, eles atravessam terras indígenas isoladas, até entrarem em território do povo Ashaninka, onde o narcotráfico encontra resistência. Estrelado por Adanilo e Bruno Gagliasso.
O Diário de um Mago
O clássico de Paulo Coelho, um dos livros mais vendidos, mais lidos e mais queridos por celebridades do mundo inteiro, finalmente teve suas filmagens anunciada. Dirigido por Vicente Amorim e produzido pela Gullane, o longa tem Johnny Massaro e Rodrigo Santoro à frente do elenco e acompanha companha Paulo (Massaro) numa peregrinação pelas montanhas, bosques e campos do Caminho de Santiago de Compostela. Guiado pelo enigmático Petrus (Santoro), ele atravessa uma sequência de provações que transformam a busca por autoconhecimento numa aventura de encontros misteriosos e forças invisíveis — uma jornada que vai colocar à prova os limites físicos e espirituais de ambos.
Guido
Danilo Mesquita interpreta Guido: jovem surfista, médico e seminarista carioca que faleceu em 2009 e está em processo de beatificação no Vaticano. Malu Galli e Edson Celulari interpretam os pais do protagonista, Nazareth e Dr. Guido, respectivamente. A direção é de Jayme Monjardim, com roteiro assinado por Paulo Cursino e Péricles Barros e as gravações acontecem no Rio de Janeiro.
Calendário do Amor
O longa marca a estreia na direção da dupla Luciano Zuffo e Maurício Guimarães e conta a história de um casal que, depois de 15 anos juntos, percebe que o desejo sexual esfriou, apesar de ainda se amarem. Com ajuda da tecnologia, eles buscam se reconectar mudando a rotina e apimentando a intimidade. Com filmagens em São Paulo, filme é estrelado por Maria Bopp e Marcos Veras e o elenco conta com Louise Cardoso, Kiko Mascarenhas, Leona Cavalli e Naruna Costa.
Mr. Catra
O documentário nasce em colaboração com a família, que abriu arquivos, histórias e memórias do músico, permitindo a construção de um retrato íntimo e inédito de Catra para o público. O filme mergulha nesse território onde mito, música e vida doméstica se encontram. A narrativa apresenta o Catra do Borel, artista versátil que transitou pelo rock, pelo samba e conquistou o Brasil com o funk, mas também revela o homem por trás da figura pública — alguém que construiu uma ideia própria e pouco convencional de família. Dirigido por Emilio Domingos, as gravações, no Rio de Janeiro, contam com entrevistas com a família e diversos amigos do saudoso cantor.
Mar
O longa maranhense “Mar” acaba de encerrar as gravações em Raposa, Maranhão, e aposta em história sensível sobre recomeços. Dirigido por Hsu Chien, a história de Mário (Fernando Braga), um homem que, após perder a esposa e o filho em uma tragédia, se afasta do mar, onde antes encontrava sentido para a vida. Em meio ao luto, ele inicia uma jornada íntima de reconstrução, buscando no reencontro com o mar uma forma possível de recomeçar.
A Estranha na Cama
Baseado em livro inédito de Raphael Montes, o filme é protagonizado por Paolla Oliveira, Bella Campos e Emílio Dantas, e acompanha um casal em crise que decide abrir a relação como última tentativa de salvar o casamento. O que começa como um acordo libertador rapidamente evolui para um jogo intrigante de mentiras e segredos. Dirigido por Esmir Filho para a Netflix, o elenco conta também com nomes como Vera Fischer, Paulo Betti e Kelner Macêdo.
Quando ouvimos o nome Demi Lovato, é quase automático nos lembrarmos de sua época no Disney Channel e nos diversos programas dos quais ela participou como atriz e cantora. Afinal, Lovato construiu sua carreira, assim como muitos outros nomes da indústria do entretenimento – Miley Cyrus, Selena Gomez, Ariana Grande – nos canais voltados para o público infantil. E, também seguindo os passos de suas conterrâneas, a artista amadureceu de forma exponencial, alcançando um estrelato aplaudível em meio a quedas e reviravoltas. Após reencontrar-se como pessoa e profissional, Demi também se viu em meio a um terreno fértil para colocar suas angústias no que sabia fazer de melhor: cantar e compor; e foi nesse panorama que ela entregou a seus devotos fãs e a uma saturada indústria fonográfica o que podemos considerar como a melhor obra de sua carreira.
Tell Me You Love Me, seu sexto álbum de estúdio, é acompanhado por uma triste história que há muito vinha se repetindo dentro do cotidiano da cantora. Um ano após o lançamento de Confident, Lovato anunciara que daria uma pausa na carreira e se afastaria dos holofotes, sobrecarregada com a toxicidade da mídia; felizmente, deu a volta por cima e canalizou suas renovadas energias para uma composição que traz o melhor do soule do R&B sem se afastar do pop – marca de seus CDs. E, como se não bastasse, ela também trouxe um pouco de si para quase todas as faixas, encabeçando a produção e a escrita de pequenas pérolas que, indubitavelmente, insurgem como algumas das melhores tracks de sua vida profissional.
O disco já se inicia com uma memorável e enaltecedora canção, Sorry Not Sorry, no qual a mistura do envolvente baixo vai ao encontro de sutis sintetizadores, culminando em um discurso deliciosamente sarcástico, reafirmado pelo verso que empresta nome ao título. A animada música serve como base para as múltiplas versões de si mesma que a mezzo-soprano traz à tona, agregando experiências e declarações impiedosas para quem bem desejar ouvir – algo que ganha uma palpabilidade inegável na próxima faixa, homônima à obra. Aqui, o épico e orquestral prólogo nos engana, direcionando-nos para determinado lugar apenas para mudar de rumo e misturar os estilos de uma balada com um sedutor desabafo, cujo ápice se constrói no retumbante refrão.
A narrativa contada por Demi é uma alegoria a si mesma, desenrolando-se na forma de uma montanha-russa. Os altos e baixos perpassam por gritos de liberdade apenas para esbarrarem um desapego em relação àquele que quebrou seu coração – Lonely, por exemplo, delineia-se em uma vibrante ambiguidade na qual a artista faz um incrível uso de sua potência vocal e a casa com a do rapper Lil Wayne, uma parceria inesperada e que funciona em todos os sentidos. A track em questão entra em uma belíssima contradição com Concentrate, respaldada em um folk que transforma-se em um surpreendente rock, levando-nos em um crescendo que não explode – muito pelo contrário: retorna para os tons melódicos e apaixonantes de uma guitarra clássica que se aglutina ao perceptível baixo de forma impecável.
O álbum não apenas revela a tecedura inenarrável de Lovato, mas estrutura-se com grande poder, tendo ciência de como se montar e se mostrar para o público em prol de permitir que nos apaixonemos mais de uma vez. A explosão sinestésica própria do pop restringe-se propositalmente à primeira metade, reduzindo o frenético dinamismo com canções como Daddy Issues, Ruin The Friendship e Only Forever. Durante a transição de uma faixa para outra, percebemos como Demi se rende ao R&B e a um experimentalismo que, no escopo geral, funciona mais do que deveria. É refrescante e animador a forma como Demi pode até não prometer muita coisa, mas acaba por entregar uma joia que, nos últimos anos, é muito difícil encontrar em meio a um excesso de remodelagens e reciclagens musicais.
Os ápices espalham-se no disco, porém não de modo profuso. Temos o primeiro encarnado por Sexy Dirty Lover, uma sexyrendição da lead à sua própria beleza que traz uma nostalgia imediata, transportando-nos para o final dos anos 1990 e começo dos anos 2000 – ainda que dotado com sua própria personalidade. O segundo ganha força quando acompanhado de Lonely e se materializa em Cry Baby, que se inicia com uma vertente puramente country, evoluindo um catártico chorus que quebra qualquer monotonia aparente – e, na verdade, essa “monotonia” contribui para a surpresa que nos espera.
Conforme nos aproximamos da conclusão, o aspecto soul fica mais forte, mas sem ficar cansado. Concentrate, mencionado e analisado acima, também serve como um leve empurrão para que Hitchhiker feche o potente solilóquio proferido por Demi. E, fluidamente, percebe-se que ela volta a acreditar no amor que a tanto fez sofrer, talvez com um pé atrás, mas mostrando que, agora, ela tem uma maturidade suficiente para se entregar de corpo e alma quando o momento certo chegar.
Tell Me You Love Me apresenta ao mundo um conhecido nome através de uma nova perspectiva, uma visão incrivelmente empática que tem a capacidade de conversar com diversos aspectos cotidianos, desde o mais sombrio até o mais amável. E é por essa razão que Demi Lovato, com toda a importância que sua história carrega, é um nome que realmente deveria ser lembrado mais do que atualmente é.
A versão live-action de ‘A Dama e o Vagabundo‘ estreou hoje no Disney+ e, ao que tudo indica, parece ter tocado o coração da crítica especializada.
Ainda sem consenso geral, o longa abarcou 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6,27/10 baseada em 31 reviews até agora.
Confira as principais críticas:
“‘A Dama e o Vagabundo’ funciona bem dentro de seus simples termos, como um filme assistível e competente” – Guardian.
“Pode ser estranho dizer isso para um filme do Disney+, mas essa versão na verdade perde pontos quanto à complexidade temática da obra dos anos 1950″ – Consequence of Sound.
“A versão em live-action de ‘A Dama e o Vagabundo’ é um incrível remake da clássica animação. Crianças e adultos irão se encantar” – MovieWeb.
“Dentro das fantasias confortáveis, não é tão ruim” – RogerEbert.com.
Assista ao trailer:
Vale lembrar que o cachorro protagonista, chamado Monte, foi encontrado em um abrigo para animais nos Estados Unidos.
“Ele foi resgatado em abril de 2018 e sabíamos que o queriam para estrelar alguma produção de Hollywood, mas não sabíamos o que era porque foi tudo feito em segredo. Nós sabíamos que ele tinha potencial para ser uma estrela”, disse Heather Allen, supervisora do abrigo HALO.
Allen disse que ficou animada, porque sabia que Monte encontraria um lar adequado e que seria bem tratado.
Sem raça definida, Monte é uma mistura de vira-lata com terrier, segundo os funcionários do abrigo.
“Isso é o que faz dele especial. É claro que abrigos também têm cães de raça, mas Monte representa o que os vira-latas são. Eles são super amigáveis e dóceis. Ele é único. Se precisar de um dublê, pode ser bem difícil encontrar.”, brincou Allen.
Confira abaixo o visual dos cães presentes no filme.
A Cocker Spaniel Rose será a Dama, dublada por Tessa Thompson, e Justin Theroux irá dublar o Vagabundo.
Trusty também estará na adaptação e será dublado por Sam Elliot, o resto do elenco inclui Peggy (Janelle Monae), Joca (Ashley Jensen) e Bull (Benedict Wong), o fiel amigo do Vagabundo.
A direção ficar a cargo de Charlie Bean (LEGO Ninjago – O Filme), e o roteiro é de Andrew Bujalski, com produção de Brigham Taylor (‘Mogli: O Menino Lobo’),
O elenco também conta com Thomas Mann, Kiersey Clemons, e Yvette Nicole Brown.
O Adult Swim divulgou um novo banner oficial da 4ª temporada de ‘Rick e Morty’, em que os dois personagens principais se fundem em uma assustadora criatura.
Confira:
Vale lembrar que os novos episódios já estão sendo transmitidos.
Confira os títulos:
Episódio 04×06: “Never Ricking Morty”
Episódio 04×07: “Promortyus”
Episódio 04×08: “Star Mort Rickturn of the Jerri”
Episódio 04×09: “Childrick of Mort”
Episódio 04×10: “The Vat of Acid Episode”
A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.
Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.
A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘O Halloween do Hubie’ (Hubie Halloween), nova comédia estrelada e produzida por Adam Sandler.
Confira, junto ao trailer:
Hubie é um homem que virou motivo de piada entre as crianças e adultos de sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.
O filme, que tem estreia marcada para o dia 07 de outubro, é recomendado para maiores de 13 anos (PG-13) devido a “conteúdo e linguagem sugestivos e breves cenas de festa adolescente”. Ainda não se sabe a data de estreia.
Além de Sandler, o extenso elenco conta com Maya Rudolph, Kenan Thompson, Kevin James, Julie Bowen, Ray Liotta, Steve Buscemi, Rob Schneider, Michael Chiklis, Shaquille O’Neal, China Anne McClain, Paris Berelc, Tim Meadows, Colin Quinn, June Squibb, KaranBrar, Noah Schnapp, Mikey Day, Melissa Villaseñor, Kym Whitley, Lavell Crawford, Betsy Sodaro, George Wallace e Blake Clark.
Sandler é o protagonista e fica responsável também pelo roteiro.
Steve Brill, o mesmo responsável pelo especial de stand-up ‘Adam Sandler: 100%‘, assume a direção do novo projeto.
Olivia Newman, conhecida por seu trabalho em ‘First Match’, comanda a produção.
Lucy Alibar assina o roteiro da produção.
Tendo vendido mais de 2 milhões de cópias, o livro figura nas listas de best-sellers dos Estados Unidos desde seu lançamento em 2018. O sucesso do romance foi tanto que Reese Witherspoon o integrou ao seu clube literário e ficará responsável pela produção do longa-metragem.
Confira a sinopse oficial:
Por anos, boatos sobre Kya Clark, a “Menina do Brejo”, assombraram Barkley Cove, uma calma cidade costeira da Carolina do Norte. Ela, no entanto, não é o que todos dizem. Sensata e inteligente, Kya sobreviveu por anos sozinha no pântano que chama de lar, tendo as gaivotas como amigas e a areia como professora. Abandonada pela mãe, que não conseguiu suportar o marido abusivo e alcoólatra, e depois pelos irmãos, a menina viveu algum tempo na companhia negligente e por vezes brutal do pai, que acabou também por deixá-la.
Anos depois, quando dois jovens da cidade ficam intrigados com sua beleza selvagem, Kya se permite experimentar uma nova vida — até que o impensável acontece e um deles é encontrado morto.
Ao mesmo tempo uma ode à natureza, um emocionante romance de formação e uma surpreendente história de mistério, Um lugar bem longe daqui relembra que somos moldados pela criança que fomos um dia e que estamos todos sujeitos à beleza e à violência dos segredos que a natureza guarda.
Nenhuma informação sobre início das filmagens ou previsão de estreia foi divulgada.
Segundo o Deadline, Tom Spezialy, conhecido por seus trabalhos nas séries ‘Ash vs. Evil Dead’ e ‘Watchmen’, foi contratado como showrunner da aguardada série ‘Teia de Seda’ (‘Silk’), da parceria entre a Sony Television e da Marvel.
Vale lembrar que as duas companhias estão em busca de uma atriz entre 19 e 29 anos para interpretar a protagonista Cindy Moon. A personagem é descrita como um “espírito indomável que não consegue deixar de se importar”, além de ser “inteligente, confiante, engraçada e, ao mesmo tempo, tentando agradar a todos”.
Lauren Moon (‘Atypical’) fica a encargo do roteiro, enquanto a dupla formada por Chris Miller e Phil Lord assume a produção.
A super-heroína é alter-ego de Cindy Moon e apareceu pela primeira vez em The Amazing Spider-Man Vol. 3 #1. A personagem foi mordida pela mesma aranha radioativa que picou Peter Parker/Homem-Aranha, lhe garantindo os mesmos poderes. Entretanto, sem alguém para guiá-la, ela foi trancada em um depósito para ser protegida das forças de Morlun, um vampiro psíquico que perseguiu seu conterrâneo em diversas ocasiões.
Seus principais poderes incluem reflexos, velocidade e o sentido-aranha (apelidado por ela como Sentido Seda), melhores até mesmo que os de Peter. Ela também tem a habilidade de atirar teias pelas pontas dos dedos, além de garras retráteis e memória eidética.
No mundo live-action, Teia de Seda fez sua estreia brevemente em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, interpretada por Tiffany Espensen (que reprisou o papel em ‘Vingadores: Guerra Infinita’).
A série se une às diversas produções do universo aracnídeo da Sony, incluindo a sequência de ‘Venom’, ‘Morbius’, ‘Jackpot’, ‘Kraven, o Caçador’ e outros.
A CBS All Access divulgou as imagens oficiais 4ª temporada da série derivada ‘Star Trek: Discovery’.
Confira:
Os novos episódios chegam à Paramount+ em 18 de novembro.
Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, Sonequa Martin-Green revelou alguns detalhes do próximo ciclo e o que os novos episódios aguardam para Michael Burnham, personagem que interpreta no show.
“[Burnham se tornar capitã] é uma grande coisa para mim. Ser capitã daquela franquia, ser uma capitã negra da nave, é enorme para mim, em geral, e para a própria franquia”, ela disse. “Mas digo que todos poderão ver o tipo de capitã que Michael Burnham é”.
Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.
Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Emily Coutts, David Ajala e Michelle Yeoh também estrelam.
A popstarMiley Cyrus lançou hoje (01), o álbum ‘ATTENTION: Miley Live’, produção ao vivo que compila algumas de suas melhores interpretações.
A tracklist conta com músicas próprias, como “Plastic Hearts” e “4×4”, bem como covers de clássicos que incluem “Heart of Glass”, da banda Blondie, “Jolene”, de sua madrinha Dolly Parton, e “Like a Prayer”, de Madonna.
A produção já está disponível em todas as plataformas de streaming.
A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado ‘Plastic Hearts’, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan Jett e Billy Idol.
Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop” e “Wrecking Ball”.
Em uma recente entrevista à Vulture, o diretor Andrew Dominik comentou sobre os sensíveis tópicos que a produção irá abordar – e deixou bem claro que a narrativa irá desagradar… Bom, basicamente todo mundo.
“Se [o filme] tivesse saído alguns anos atrás, provavelmente teria saído no auge do movimento #MeToo e seria uma expressão de todas aquelas coisas”, ele disse. “Estamos em um momento agora, creio eu, em que as pessoas estão incertas sobre onde estão os limites. É um filme que definitivamente tem moralidade sobre ele. Mas nada em águas bastante ambíguas, porque não sei se será tão seco quanto as pessoas desejam. Há algo nele para ofender todo mundo”.
O longa traz Ana de Armas (‘007 – Sem Tempo para Morrer’, ‘Entre Facas e Segredos’) no papel titular.
Dominik também assina o roteiro, baseado no romance homônimo de Joyce Carol Oates que detalha a história de Monroe nas décadas de 1940 e 1950 em Hollywood.
‘Blonde‘ terá uma classificação etária NC-17, ou seja, será proibido para menores. Essa é uma classificação rara dentro do cenário do entretenimento, sendo usada apenas em produções que saem exclusivamente para adultos, contendo assim sexo, drogas e violência explícita. Para se ter ideia, apenas filmes como ‘Benedetta‘, ‘Azul é a Cor Mais Quente‘ e ‘Irreversível‘ ganharam essa classificação.
Premissas interessantes costumam ser desperdiçadas vez ou outra na indústria cinematográfica hollywoodiana – e infelizmente este é o caso com ‘A Dama na Água’, filme de 2006 dirigido e escrito por M. Night Shyamalan que se tornou um dos maiores fracassos de sua carreira.
Estamos familiarizados com os grandes e bem construídos plot twists que acompanharam a carreira do cineasta – vide ‘O Sexto Sentido’, uma de suas obras mais famosas. Neste longa-metragem, poderíamos esperar algo semelhante ou que fizesse jus a seus outros trabalhos, mas em vez disso nos deparamos com o que pode ser considerado como uma das narrativas mais pretensiosas e absurdas da década.
Como citei no primeiro parágrafo, a base da trama principal tem o seu charme, mas não é desenvolvida com clareza e competência o suficiente para agradar ao público ou à crítica. Tudo gira em torno de um ser místico – uma mistura humanizada de fada das águas e ninfa -, interpretado por Bryce Dallas Howard (que já havia trabalhado com Shyamalan em ‘A Vila’) e chamado Story, cuja aparição num condomínio classe média atrai a atenção do zelador Cleveland Heep (Paul Giamatti), tirando-o de uma zona de conforto e monotonia extremos e colocando-o numa rede de intrigas que vai muito além de sua compreensão.
Acontece que Story está tentando retornar para seu lar – aqui denominado de mundo azul, fazendo uma clara e desnecessária analogia sutil aos oceanos -, mas está sendo ameaçadas por criaturas malignas que habitam seu mundo. Deste modo, cabe aos moradores daquele complexo residencial cuidar para que seu retorno seja realizado com sucesso e para que a ordem seja reestabelecida entre duas dimensões completamente diferentes.
Devo dizer que a construção mitológica tem o seu valor para a narrativa, mas este não é explorado em todo o seu potencial. Shyamalan dá-se ao trabalho de inventar praticamente um ecossistema completo para deixá-lo de lado na maior parte de seus 109 minutos. Obviamente, temos algum protagonismo por parte de Scrunt, um ser que se assemelha ao lobo, mas tem a capacidade de se camuflar ao solo e seus olhos são capazes de paralisar outras criaturas. Este é o principal antagonista – ou deveria ser; mas logo aprendemos que o “vilão da história” é a sua própria falta de coerência.
Cleveland logo emerge como um arquétipo desconstruído do herói, trabalhando para manter Story a salvo até que tudo possa se resolver. Ele, pois, parte para os outros moradores do condomínio, afim de encontrar respostas para um mistério milenar e para cumprir a profecia proferida pela protagonista, a qual disserta enigmaticamente sobre um grupo de pessoas – de “salvadores” – cujo trabalho em equipe conseguirá mandá-la de volta para casa.
A narrativa é saturada, com diversas camadas desequilibradas que em momento algum se unificam por completo. Com exceção dos personagens de Dallas-Howard e Giamatti, as outras personas não conseguem adentrar nem na vertente arquetípica, nem na estereotípica, por simplesmente serem inverossímeis demais para se criar qualquer laço com o público. Nós não torcemos para que tudo dê certo no final, e sim olhamos com certa repulsa a arrogância de suas histórias e de seus objetivos – o próprio Shyamalan participa do filme como Vick Ran, um escritor cujo destino está fadado à ruína por seu pensamento controverso e seu constante desejo de mudar o mundo (e isso é dito por Story várias vezes durante ‘A Dama na Água’, reafirmando a importância desnecessária que ele tem para o desfecho – ou simplesmente para afofar o ego do diretor).
Até mesmo as viradas são previsíveis. Enquanto a narrativa de ‘O Sexto Sentido’ ou de ‘Sinais’ direcionava o público para uma linha de pensamento e, pouco antes do grand finale, fornecia uma resposta catártica e completamente inesperada, aqui tudo pode ser concluído logo após a metade do filme. De acordo com a profecia, cada um dos habitantes interpreta um papel de suma importância, seja como Curandeiro, como Guerreiro ou como Escriba. Não é nenhuma surpresa que os sinais de Story sejam mal interpretados e que o tempo de conclusão seja estendido até os segundos finais: e caso isso não tivesse acontecido, todos os obstáculos e problemas teriam sido resolvidos em questão de segundos.
Nem mesmo a paleta de cores harmoniza com a identidade da obra: tons muito pesados e saturados de verde e azul acompanham quase toda a trama, mas não transmitem as sensações corretas para as sequências. Combinados, ambos os espectros poderiam tanto indicar um perigo crescente ou uma segurança falha dentro de uma construção arquitetônica que chama pela resguarda – um condomínio (lugar onde deveríamos, ao menos em tese, nos sentir confortáveis). Mas sua dispersão em cena é tamanha que estas sensações se mesclam a uma trilha sonora genérica, composta por James Newton Howard, cujos ápice são pontuais e induzem o público a sentir uma coisa irreal.
Apesar disso, devo dizer que o arranjo orquestral é interessante, retomando outras obras épicas e mitológicas, mesmo que não tenha uma identidade original. Violinos, violoncelos e a suave melodia da flauta doce são os principais componentes, principalmente nos momentos em que Story sai de sua crise existencial e intimista para alguma revelação epifânica – as quais, na maioria das vezes, são risíveis (e dão para uma criança a capacidade de ler as entrelinhas das caixas de cereal).
Christopher Doyle também faz um trabalho interessante e digno de nota como diretor de fotografia, por vezes optando pelos plongées absolutos ou contra plongées para transmitir a imponência em constante queda da ambientação principal. O complexo residencial, chamado de The Cove, tem uma arquitetura exagerada e grandiosa, e mesmos suas paredes fortificadas, apesar de exaltadas pelos ângulos e pelos planos bem escolhidos, não são capazes de impedir forças sobrenaturais de ameaçarem a pacificidade daquele lugar e a segurança de Story.
Mesmo com alguns picos de positividade, ‘A Dama na Água’ é um marco a ser descartado da carreira de Shyamalan, configurando-se como um filme essencialmente prepotente e cuja construção não passa de rearranjos formulaicos de narrativas que já conhecemos há muito tempo – e através de obras melhor estruturadas.
Além de ser uma conhecida atriz, Lindsay Lohan também fez suas investidas no circuito musical.
Em meados dos anos 2000, Lohan faria seu début oficial na indústria fonográfica com o lançamento de ‘Speak’, seu primeiro álbum de estúdio; em 2005, lançaria seu último compilado de originais, ‘A Little More Personal (Raw)’, ainda que tivesse feito um breve retorno em 2020 com o lançamento do single solto “Back To Me”, indicando que poderia voltar para a música – mas, desde então, sem muitas atualizações.
No dia de hoje, 02 de julho de 2023, Lohan completa 37 anos de vida, e para dar continuidade às nossas matérias especiais sobre a artista, elencamos cinco canções para conhecer a carreira musical de Lohan.
Confira abaixo e conte para nós qual a sua faixa favorita:
“RUMORS” (2004)
Assim como inúmeras outras artistas femininas, Lohan também foi alvo de assédios por parte de paparazzi, tabloides de imprensa e invasões de privacidade que, pouco ao pouco, começaram a afetar sua saúde mental. E foi a partir daí que surgiu “Rumors”, lead single de seu álbum de estreia.
A exuberante e apaixonada trackdance-pop é uma das grandes representantes de sua carreira e considerado por vários especialistas musicais (incluindo este que vos escreve) como a melhor música de Lohan. Aqui, ela se dirige especificamente aos paparazzi que a impedem de fazer o que quer sem ser julgada – e como o trabalho depreciativo desses fotógrafos é recebido pelos outros. E, quase vinte anos depois de seu lançamento oficial, a canção finalmente tem o reconhecimento que merecia.
“OVER” (2004)
Quando adolescentes, as angústias que enfrentamos são inúmeras – incluindo um amor que, por alguma razão, não consegue se concretizar. E essa é a premissa de que Lohan se vale para a ótima “Over”, segundo single oficial de ‘Speak’.
Em uma clássica histórias shakespeariana, a faixa discorre sobre a frustração que Lohan sente ao perceber que o namorado não se compromete com o próprio relacionamento – levando-a a duvidar do que, de fato, a espera no futuro. E, seguindo os passos de artistas como Avril Lavigne e Gwen Stefani, Lohan mergulha de cabeça em uma semi-balada pop-rock muito bem escrita e arquitetada.
“CONFESSIONS OF A BROKEN HEART (DAUGHTER TO FATHER)” (2005)
“Confessions of a Broken Heart (Daughter to Father)” é uma das músicas mais pessoais da breve carreira de Lohan e foi escrita como um desabafo declamatório ao próprio pai, que quase morreu em um acidente causado em que estava sob o efeito de álcool.
A semi-balada pop-rock traz lembranças nostálgicas dos anos 2000, em que artistas teen apostavam fichas em construções menos mercadológicas e mais íntimas, como forma de demonstrarem um lado mais humanizado, acessível e dialógico com os fãs. Nesse tocante, a faixa acerta em cheio – principalmente com a angustiante narrativa de abandono e falta de afeto assinada pela própria Lohan.
“BOSSY” (2008)
Em 2008, a música pop passava por um retorno ao dance, dando início a uma redescoberta vibrante do gênero – e tivemos como algumas representantes desse movimento espetacular nomes como Madonna, Lady Gaga e Beyoncé – e é claro que Lohan também não ficaria de fora dessa estética.
Três anos depois do último single do álbum ‘A Little More Personal (Raw)’, a artista deu a entender que faria seu aguardado retorno ao mundo da música e nos presenteou com a subestimada canção “Bossy” – uma explosiva e impactante mistura de pop, EDM e dance-pop contagiante que entregou exatamente o que prometia. Ainda que sem o brilho de suas músicas anteriores, o resultado é bem positivo e, anos depois, envelheceu como vinho.
“BACK TO ME” (2020)
Doze anos desde sua última incursão musical, Lohan fez seu comeback com o lançamento surpresa de “Back To Me”, uma canção coming-of-age que segue de perto a divulgação de músicas nostálgicas e que nos levam direto para as últimas décadas do século passado.
Logo de cara, a artista nos apresenta a um escopo bem demarcado, ganhando força através de um minimalista electro-pop que vai ganhando força a cada estrofe. Lohan abandona o moralista e formulaico crescendo das faixas de que pega referências, querendo mostrar que voltou com força e que veio para ficar (mais uma vez): de um lado, o respaldo nos anos 1990 tem expressiva presença na composição instrumental; de outro, temos uma identidade interessante com terreno explorável que já pode nos dar algumas dicas de um possível álbum (ou ao menos um EP).
‘Assassinos da Lua das Flores’ é o filme mais recente do renomado diretor Martin Scorsese – e continua fazendo sucesso na temporada de premiações.
O longa-metragem conquistou nada menos que doze indicações ao Critics Choice Awards 2024, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Scorsese, Melhor Ator para Leonardo DiCaprio, Melhor Atriz para Lily Gladstone e Melhor Ator Coadjuvante para Robert De Niro.
Os vencedores serão revelados em 14 de janeiro.
Estrelado por Leonardo DiCaprio, Robert De Niro e Lily Gladstone, o longa é baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann e acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração.
O grandioso elenco ainda conta com Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse Plemons, Jason Isbell, Sturgill Simpson, Louis Cancelmi, William Belleau, Tatanka Means, Michael Abbott Jr., Pat Healy e Scott Shepherd.
A 2ª parte da 3ª temporada de ‘Bridgerton‘ chega muito em breve ao catálogo da Netflix e, agora, foi divulgado o trailer oficial da próxima leva de episódios.
Os novos capítulos têm estreia agendada para o dia 13 de junho na plataforma de streaming.
“Na trama, Penelope Featherington entra na 3ª temporada finalmente pronta para desistir de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton. No entanto, isso não significa que ela acabou com o amor. Em vez disso, Penelope decidiu que é hora de ter um marido – e de preferência um que lhe dê a liberdade para continue sua vida dupla como Lady Whistledown, longe dos olhares indiscretos de sua mãe e irmãs. Sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente”.
Confira:
1. A Flor Despertou 2. Sob a Luz do Luar 3. Forças da Natureza 4. Velhos Amigos 5. Corrida Contra o Tempo 6. Os Segredos de Colin Bridgerton 7. De Mãos Dadas 8. Revelações
‘Bridgerton’ está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Nicola Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Luke Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.
Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.
Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.
Adjoa Andoh, Lorraine Ashbourne, Jonathan Bailey, Ruby Barker, Sabrina Bartlett, Harriet Cains e outros também estrelam.
Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.
A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.
Chase Stokes, Rudy Pankow, Jonathan Daviss, Madison Bailey, Madelyn Cline, Charles Esten, Austin North e Drew Starkey estrelam.
Segundo o Deadline, a Netflix escalou oito novos membros ao elenco de ‘Nemesis’, novo drama criminal criado por Courtney A. Kemp (‘Power’).
As informações indicam que Moe Irvin (‘Ahsoka’), Stephanie Sigman (‘Narcos’), Quincy Isaiah (‘Lakers: Hora de Vencer’), Jay Reeves (‘Batalhão 6888’), Mike O’Malley (‘Heels’), Khalilah Joi (‘Mayor of Kingstown’), Shane Johnson (‘Power’) e Siua Ikale’o (‘Chief of War’) farão parte da atração.
Irvin será Amos “Nightmare” Stiles, Isaiah dará vida a Gideon “Deon” Davis e Reeves interpretará Jamel Brinkley. O’Malley e Sigman serão os Detetives Rick Viggiano e Nicolette Harper, respectivamente. Por fim, Joi será Ella Wilder e Ikale’o dará vida a Ika Manakani.
Mais detalhes não foram revelados.
O grupo se junta aos previamente confirmados Sophina Brown (‘Kindred’), Jeff Pierre (‘Walker’) e Cedric Joe (‘Space Jam: Um Novo Legado’). Matthew Law (‘Abbott Elementary’) e Y’Ian Noel (‘Insecure’) entram como protagonistas.
Cleopatra Coleman, Tre Hale, Domenick Lombardozzi, Jonnie Park e Ariana Guerra completam o elenco.
A trama acompanha “dois homens de lados distintos da lei, o conto do que acontece quando uma força imparável (um criminoso especialista) encontra um objeto imóvel (um brilhante detetive da polícia). O que começa como uma série que visa subverter o gênero assalto a cada passo – amplificada com emocionantes apostas de vida ou morte, dinâmica familiar e ação explosiva -, na verdade dá origem a uma exploração do que nos move, nos sustenta e, finalmente, nos destrói”.
A produção será rodada em Los Angeles é o primeiro fruto do acordo firmado entre Kemp e a gigante do streaming. Anteriormente, ela esteve em um contrato de seis anos com a Lionsgate TV, onde desenvolveu ‘Power‘.
Kemp também será a produtora executiva, por meio de sua empresa, a End of Episode. Chris Selak e and Philipp Barnett, também da produtora, assumem a mesma função. Mario Van Peebles será produtor executivo e vai dirigir os dois primeiros episódios.
No último dia 3 de setembro, o co-CEO da DC Studios, James Gunn, confirmou que a sequência ‘Superman: Man of Tomorrow’ (‘Superman: Homem do Amanhã’, em tradução livre’). Agora, o site Nexus Point News trouxe algumas atualizações promissoras sobre o aguardado projeto.
As informações indicam que Gunn irá dirigir e escrever o longa (tendo revelado recentemente que já completou o primeiro tratamento do roteiro), entrando também como produtor ao lado de Peter Safran.
Além disso, o site aponta que as gravações irão começar no verão norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de junho e agosto. Inúmeros personagens do DCU devem aparecer além de Clark Kent (David Corenswet) e Lex Luthor (Nicholas Hoult), incluindo: Supergirl (Milly Alcock), Lobo (Jason Momoa), Pacificador (John Cena) e Mulher-Gavião (Isabela Merced).
A estreia nos cinemas acontece dia 9 de julho de 2027.
“Estou totalmente farto do tratamento. Meus tratamentos são incrivelmente intensos. Eles não são tratamentos regulares”, disse Gunn sobre o Homem do Amanhã no mês passado. “São tratamentos de 60 páginas com diálogo e tudo mais. E então, agora estou apenas transformando isso em um roteiro. Estamos planejando quando vamos filmar isso. Vai ser muito mais cedo ou mais tarde.”
Vale lembrar que ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões mundialmente – tornando-se a maior bilheteria global da DC em mais de três anos.
Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.
O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.
O reboot de ‘Highlander’ recebeu mais algumas atualizações nos últimos dias e, agora, um novo vídeo de bastidores ganhou popularidade ao mostrar uma complexa e instigante sequência de luta entre Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) como o vilanesco Kurgan e Henry Cavill (‘The Witcher’) como o protagonista Connor MacLeod.
Kurgan é membro de uma tribo cruel que ficou conhecida por “jogar crianças em buracos cheios de cães famintos para fins de entretenimento”. O filme original, lançado em 1986, acompanhou MacLeod e o Kurgan em uma batalha até a morte para absorver os poderes um do outro.
Séculos após sua primeira morte em um campo de batalha escocês, o guerreiro imortal Connor MacLeod vive tranquilamente no mundo moderno, assombrado pela perda e pelo ciclo interminável de violência entre sua espécie. Quando o implacável imortal Kurgan ressurge, apoiado por uma organização secreta empenhada em desvendar o segredo da vida eterna, Connor é forçado a retornar ao Jogo — uma batalha ancestral onde ‘só pode restar um’.
Guiado por seu mentor Ramírez e uma aliada mortal, a arqueóloga Kate Bennett, Connor precisa confrontar seu passado e redescobrir seu propósito. À medida que imortais se chocam através do tempo e dos continentes, a luta pelo misterioso ‘Prêmio’ se torna uma batalha pela alma da humanidade.
Vale lembrar que, recentemente, o prestigiado ator Jeremy Irons (‘O Rei Leão’, ‘Watchmen’, ‘Casa Gucci’) foi contratado para o projeto e dará vida a um antagonista secundário, descrito como “o líder de um grupo secreto conhecido como Os Observadores, que acompanham os seres imortais e os enxergam como uma ameaça à humanidade”.
Drew McIntyre será Angus MacLeod, irmão de Connor (Cavill).
As filmagens haviam sido adiadas para janeiro de 2026 em virtude de uma lesão sofrida pelo protagonista, que estava em processo de recuperação. Apesar de não ser considerada grave, ela limitou a mobilidade de Cavill, impedindo-o de realizar as sequências de ação de alta intensidade do filme.
A produção de ‘Highlander’ descreveu as cenas de combate como semelhantes às de ‘John Wick’. Segundo relatos, o ator sofreu o acidente durante um treinamento para o longa.
O elenco conta ainda com grandes estrelas, como Russell Crowe, que viverá o mentor Ramirez, Dave Bautista no papel do vilão Kurgan e Karen Gillan como Heather, a esposa mortal de Connor MacLeod. O filme, com roteiro de Michael Finch, também terá a participação de Marisa Abela, Djimon Hounsou e Max Zhang.
Dirigido por Chad Stahelski, o novo Highlander promete atualizar a mitologia dos guerreiros imortais para uma nova geração, com lutas de espadas épicas, cenários internacionais e um elenco de tirar o fôlego. A Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.
A nova versão ainda não tem data de estreia confirmada, mas a expectativa é que chegue aos cinemas em 2026.
Poucas obras retratam com tanta honestidade as dúvidas, as angústias e as esperanças de quem decide perseguir um sonho artístico quanto ‘tick, tick… BOOM!’. Escrita por Jonathan Larson, criador do premiado musical ‘Rent’, a produção fez sua estreia na Off-Broadway em 2001 e se tornou uma das produções mais elogiadas do ano e do circuito teatral – conquistando nada menos que sete indicações ao Drama Desk Awards (um dos prêmios mais cobiçados desse escopo artístico) e uma elogiada adaptação para os cinemas que estreou vinte anos mais tarde, garantindo a Andrew Garfield o prêmio de Melhor Ator em Comédia ou Musical por sua memorável performance.
Agora, o musical chega aos palcos da capital paulista no Teatro Viradalata, em uma curtíssima temporada que se encerra neste próximo domingo, 19 de julho – e que traz toda a essência da obra-prima de Larson aos palcos em um breve espetáculo de pouco mais de cem minutos que, mesmo tropeçando aqui e ali, ainda serve como um lembrete de nunca desistirmos dos nossos sonhos, por mais inalcançáveis que eles pareçam. Dirigido pelo trio formado por Luiza Lewicki, Julia Varga e Marcela Pires, o projeto nos convida a uma viagem no tempo, de volta para os anos 1990, mas se apoia em uma reflexão intergeracional que se estende sua importância mesmo nos dias de hoje – abrangendo uma singela narrativa que não tenta ser mais do que consegue, por assim dizer.
A trama é centrada em Jon (Matheus Boa), um jovem compositor que, às vésperas de completar trinta anos, percebeu que todos os planos que tinha na vida não saíram como ele desejava. Apesar de manter uma boa relação com a namorada, Susan (Camille Dutra) e com o melhor amigo, Michael (Mariana Ramirez), seu sonho de emplacar um musical de grande sucesso na Broadway ainda não foi conquistado – e, considerando o advento da globalização na última década do século XX, o tempo está passando em um piscar de olhos, deixando-o para trás como uma lembrança evasiva e efêmera.
Mergulhado em um interminável trabalho, Jon percebe que está dentro de uma espiral que começa a impactar seu relacionamento tanto com Susan, que adentra uma fase nova de sua vida e percebe que, às vezes, decisões difíceis devem ser tomadas, quanto com Michael, que abandonou sua carreira como ator para dominar o mundo do marketing e se ver diante de um futuro muito confortável e promissor. Jon, por sua vez, se vê num labirinto sem saída, morando no mesmo apartamento pequeno e com goteiras de sempre, conforme tenta emplacar sua mais nova criação – ansiando por uma leitura aberta que pode determinar os próximos passos de uma carreira que não engrenou.
Toda a estrutura narrativa é bastante conhecida e parte de um princípio básico não apenas do cenário teatral, mas da indústria do entretenimento como um todo – como vimos, por exemplo, no vencedor do Oscar ‘La La Land’, em ‘O Diabo Veste Prada’ e até mesmo na recente sitcom‘Inapropriados para o Trabalho’. É claro que a peça de Larson estreou no começo do século, mas é interessante ver como o enredo e o mandatório coming-of-age dos personagens pode ser traçado em uma linha anacrônico, nos relembrando de que nunca é tarde para apostarmos nossas esperanças no que, de fato, nos fará feliz. E, como fica muito claro, a ideia de felicidade é subjetiva e individual a cada um – seja na complacência de Susan em entender o que deve fazer para que ela possa se reencontrar, na necessidade de Michael em viver ao máximo perante uma dura realidade, ou no turbilhão de emoções que Jon enfrenta todo dia em busca de alcançá-la.
Considerando o restrito espaço do Teatro Viradalata, a montagem de Lewicki, Varga e Pires encontra sucesso ao nos levar de volta para os anos 1990 com um design de produção simples, mas eficaz, com objetos que auxiliam na construção de todo o desespero em que Jon está inserido – por mais que, à prima vista, a escolha seja apenas estética. Nesse tocante, o cenário se torna parte ativa da narrativa e garante sólidas atuações de Boa e Dutra, que se mantém firmes em quase toda a produção, deslizando em algumas cenas mais dramáticas, mas sem perder o fôlego. Porém, é Montez quem rouba os holofotes ao, transmutando-se em vários personagens menores, saber dosar drama e comédia de maneira exemplar.
‘tick, tick… Boom!’ pode não funcionar em tudo que propõe nos entregar, mas mesmo assim nos deixa satisfeitos pela honestidade com que traz tudo à tona e por se apoiar na praticidade em vez de dar um passo maior que a perna – permitindo que nos relacionemos com cada um dos personagens em níveis diferentes e que nos trazem um bem-vindo esclarecimento.
Rupert Grint interpretou Rony Weasley na saga ‘Harry Potter’ entre 2001 e 2011, mas parece que o astro não quer se lembrar do personagem que marcou sua carreira no cinema.
Durante uma entrevista para o Bang Showbiz, Grint foi questionado se costuma assistir aos filmes para matar a saudade, mas sua resposta não foi muito agradável aos fãs.
“Eu gostei de acompanhar o crescimento de Rony no cinema. Já faz tanto tempo que gravamos o primeiro [‘A Pedra Filosofal‘]. Eu sinto falta, mas não tenho nenhuma vontade de assistir de novo, nem de fazer uma maratona dos filmes.”, disse ele.
Questionado sobre seu futuro nas telonas, Grint disse que não está preocupado com o sucesso e prefere valorizar seu tempo livre do que trabalhar em grandes produções.
“Eu tenho um nível de ambição bem diferente de alguns colegas. Eu sempre valorizei meu tempo livre, gosto de viver do meu jeito.”
Lembrando que o astro continua investindo em sua carreira e atualmente faz parte do elenco de ‘Servant‘, série da Apple TV+, interpretando Julian Pearce.
Dirigida por Shyamalan, a produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.
Confira o trailer:
A primeira temporada terá 10 episódios e os três primeiros serão lançados simultaneamente na AppleTV+, no dia 28 de novembro.
A série foi criada por M. Night Shyamalan (‘Vidro’, ‘Fragmentado’).
A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.
O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger Free, Rupert Grint e S.J. Son também estrelam.
Em seu perfil do Instagram, C.C. Ice, dublê de Elizabeth Olsen, divulgou uma cena mostrando o treinamento dos bastidores de ‘Vingadores: Guerra infinita’.
No vídeo, Ice reproduz a luta de Wanda Maximoff contra Proxima Meia-Noite (Carrie Coon) e Corvus Glaive (Michael Shaw) na Escócia.
Na legenda, ela escreveu:
“Relembrando a luta de Wanda contra Proxima em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ pelos pilares da Escócia. Uma das minhas lutas favoritas com uma equipe incrível! Fiquei tão orgulhoso de Lizzy [Olsen] por treinar duro com a equipe e fazer essa cena incrível nas telonas! Ela arrasou! Que inspiração!”
Uma publicação partilhada por CC Ice (@cc_ice_stunts) a
Lançado em 2018, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 2,048 bilhões etornando-se uma das maiores bilheterias mundiais.
Em 2017, Chris Mckay dirigiu ‘LEGO Batman – O Filme‘ e surpreendeu ao conquistar tanto o público quanto a crítica.
Orçado em US$ 80 milhões, a animação rendeu incríveis US$ 313 milhões aos cofres da Warner Bros, além de conquistar 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Até hoje, os fãs pedem por uma sequência, mas os diretos de imagem dos filmes da marca LEGO agora pertencem à Universal Pictures, o que impede a continuação.
Durante uma entrevista para o Collider, McKay disse que já estava planejando mais um filme com o roteirista Michael Waldron (‘Loki’) mesmo antes do lançamento do original.
Infelizmente, a ideia foi por água abaixo com a venda dos diretos das animações LEGO.
“Seria um filme realmente épico, tanto do ponto de vista da ação quanto da narrativa, que seria semelhante a ‘O Poderoso Chefão 2‘. Contaríamos como seria a relação do Batman com o Superman e com a Liga da Justiça. Seria divertido e as pessoas veriam todos esses personagens com outros olhos.”
Através do Twitter, Waldron até compartilhou a capa do roteiro, fazendo referência aos diversos materiais de origem que inspiraram a sequência.
E aí, será que rola uma campanha pedindo por essa continuação?
Enquanto isso não acontece, vale lembrar que o próximo filme de McKay é ‘A Guerra do Amanhã’, ação sci-fi estrelada por Chris Pratt (‘Jurassic World’, ‘Guardiões da Galáxia’).
A estreia está marcada para 02 de julho na Amazon Prime.
Assista ao trailer:
Em ‘A Guerra do Amanhã‘, o mundo fica em choque quando um grupo de viajantes do tempo chega do ano 2051 para entregar uma mensagem urgente: trinta anos no futuro, a humanidade está perdendo uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. A única esperança de sobrevivência é levar soldados e civis do presente para se juntarem à luta no futuro. Entre os recrutados está o professor de ensino médio e pai de família Dan Forester (Chris Pratt). Determinado a salvar o mundo para sua filha, Dan junta-se a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski) e seu pai (J.K. Simmons) em uma busca desesperada para reescrever o destino do planeta.
‘A Guerra do Amanhã‘ também é estrelado por Betty Gilpin, Sam Richardson, Edwin Hodge e o vencedor do Oscar J.K. Simmons.
A revista Total Film divulgou as capas variantes de sua próxima edição, que será dedicado a ‘O Homem do Norte‘, novo terror do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’ e ‘O Farol’).
As imagens destacam os protagonistas Alexander Skarsgård e Anya Taylor-Joy.
Confira, junto ao trailer:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de abril.
A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X, que envolverá uma jornada por vingança.
O elenco também conta com Nicole Kidman, Ethan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, Bjork e Willem Dafoe.
Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.
A AMC divulgou o primeiro teaser de ‘The Walking Dead: Dead City‘, mostrando Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan) se aventurando numa Manhattan dominada por zumbis e sobreviventes que fizeram de Nova York um lugar cheio de anarquia, perigo, beleza e terror.
Com previsão de estreia para abril de 2023, a derivada vai acompanhar a dupla depois que Negan finalmente se desculpou por matar Glenn (Steven Yeun), marido de Maggie.
Mas nem tudo foi perdoado, já que Maggie se libertou de sua dor e ódio, mas disse a Negan que eles nunca seriam amigos.
Confira o teaser:
O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de co-produtor executivo e showrunner.
Essa será a quinta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Tales of The Walking Dead‘, ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e na Carol também está em desenvolvimento.
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