A Netflix divulgou hoje (15) o trailer oficial da 2ª temporada de ‘A Ordem’.
O novo ciclo, composto por 10 episódios, estreia no dia 18 de junho.
Confira, junto às imagens:
Ao entrar para uma lendária sociedade secreta na Universidade de Belgrave, o calouro Jack Morton mergulha em um perigoso jogo de vida ou morte. Agora, ele terá que encarar surpreendentes segredos de família e uma batalha implacável entre lobisomens e feiticeiros.
O elenco inclui Jake Manley, Sarah Grey, Matt Frewer, Sam Trammell, Max Martini, Adam DiMarco e Louriza Tronco.
A Walt Disney divulgou o trailer LEGENDADO de ‘Raya e o Último Dragão’, sua nova animação original estrelada por Kelly Marie Tran.
Confira:
A estreia está marcada para 11 de março de 2021 nos cinemas nacionais.
Don Hall e Carlos López Estrada comandam a produção. Paul Briggs entra como produtor executivo.
Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.
Awkwafina também faz parte da equipe de dublagem como o dragão Sisu.
O aclamado dramaturgo Qui Nguyen assina a versão mais recente do roteiro, primeiramente escrito por Adele Lim (‘Podres de Ricos’).
Em uma recente aparição ao programa Live! with Kelly and Ryan, o astro Eddie Murphy já está trabalhando em mais uma sequência para a franquia ‘Um Príncipe em Nova York’.
Entretanto, ao que tudo indica, a história demoraria quase duas décadas para acontecer – o que não é nenhum problema, visto que a segunda entrada da saga foi lançada 33 anos depois do original.
“Há uma ideia para ‘Um Príncipe em Nova York 3’ que eu tenho, mas ela não acontece em 16 anos. Eu teria que ter setenta e cinco anos para fazê-la, e não me maquiar como se eu tivesse 75, mas realmente ter [essa idade]”, ele disse.
O que você acha que pode ser essa ideia?
‘Um Príncipe em Nova York 2‘ registrou a maior estreia entre os serviços de streaming em um período de 12 meses.
No catálogo da Amazon Prime há menos de uma semana, a sequência superou a audiência de ‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’, até então o filme mais visto da plataforma.
Apesar de não divulgar os números da pesquisa, a Screen Engine/ASI, empresa focada em audiências televisivas, reforça que o longa também ultrapassou as visualizações de ‘Mulher-Maravilha 1984’, assistido por mais de 17 milhões de assinantes da HBO Max.
Sendo assim, é possível que ‘Um Príncipe em Nova York 2‘ tenha se aproximado das 20 milhões de visualizações em apenas cinco dias desde sua estreia.
Através de um comunicado, Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios, comemorou a conquista:
“A estreia de ‘Um Príncipe em Nova York 2’ superou as nossas maiores expectativas. Ficou evidente que uma nova geração se juntou à enorme base de fãs leais que adoravam o mundo mágico criado pelo fenômeno global que é Eddie Murphy, assim como a equipe de cineastas incrivelmente talentosa e ao hilariante elenco de estrelas.”
Ainda assim, o longa dividiu a opinião dos críticos e do público (amargando 52% de aprovação no Rotten Tomatoes).
Assista à nossa crítica:
Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.
O longa é dirigido por Craig Brewer.
O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (‘Tiras em Apuros’), Leslie Jones (‘Saturday Night Live’, ‘Caça-Fantasmas’), Kiki Layne (‘Se a Rua Beale Falasse’), Wesley Snipes, John Amos e James Earl Jones.
Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon StudiosEddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon StudiosKiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA Photo Courtesy of Amazon Studios
Segundo o ComicBook.com, a co-showrunnerStephany Folsom deixou o ambicioso projeto ‘Paper Girls’, da Amazon. Folsom ficou a encargo da criação da série ao lado de Christopher C. Roger, que agora será showrunner solo.
Detalhes sobre sua saída não foram revelados.
O elenco conta com Sofia Rosinsky (‘Fast Layne’), Camryn Jones (‘Cherish the Day’), Fina Strazza (‘A Christmas Melody’), Riley Lai Nelet (‘Altered Carbon’) e Ali Wong (‘Meu Eterno Talvez’)
Co-supervisionada pela Legendary TV e pela Plan B, a releitura é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Brian K. Vaughan e Cliff Chiang.
Para quem não conhece, a história é ambientada no Halloween de 1988, quando quatro entregadoras de jornal se envolvem numa trama repleta de emoções ao descobrirem a existência de alienígenas e viajantes do tempo no planeta Terra.
Presas em um conflito entre facções viajantes do tempo, elas são enviadas através do tempo numa aventura para salvar o mundo. À medida que quebram as barreiras entre o passado, presente e o futuro elas encontram versões futuras de si mesmos precisam lidar com a escolha de abraçar ou rejeitar seu destino.
Além disso, a história explora os dramas da adolescência, como a importância do primeiro emprego, descoberta de novas paixões e o valor das amizades verdadeiras.
Em entrevista ao portal, o trio disse:
“Como grandes fãs do trabalho de Brian e Cliff, não poderíamos estar mais animados com a oportunidade de dar vida a essa incrível aventura. Esta é uma história com tantas emoções e dimensões únicas… Nossa sincera esperança não é apenas fazer justiça ao material original, mas fazer com que as ‘Paper Girls‘ sejam diferentes de qualquer outra coisa feita na TV.”
Vaughan e Chiang também serão produtores executivos.
‘Paper Girls’ ainda não tem data de estreia confirmada.
A 2ª temporada de ‘The Witcher’ estreou no último dia 17 de dezembro na Netflix e, logo depois do último episódio do ciclo, a gigante do streaming divulgou o primeiro teaser oficial de ‘The Witcher: Blood Origin’, aguardada série derivada que tem estreia prevista para 2022.
Além de Lenny Henry no papel de Balor, o elenco é formado por Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).
Eles se juntam aos atores Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían), previamente anunciados.
Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.
A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.
“Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”
Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.
A Netflix divulgou um novo cartaz oficial da série de vampiros ‘Primeira Morte‘ (First Kill).
Confira, junto ao trailer:
A produção será lançada na plataforma no dia 10 de junho.
A série é produzida pela atriz Emma Roberts.
Confira o elenco completo:
A Família Burns (Caçadores de Vampiros): Aubin Wise (Talia), Jason Robert Moore (Jack), Dominic Goodman (Apollo) e Phillip Mullings Jr (Theo).
A Família Fairmont (Vampiros): Elizabeth Mitchell (Margot), Will Swenson (Sebastian), Gracie Dzienny (Elinor) e Dylan McNamara (Oliver).
MK xyz (Tess), Jonas Dylan Allen (Ben) e Roberto Mendez (Noah) completam o elenco.
Na trama…
Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette (Sarah Catherine Hook) matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope (Imani Lewis). Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.
A série é baseada em um conto escrito por Victoria ‘V.E.’ Schwab.
Jet Wilkinson (‘How to Get Away with Murder’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.
Felicia D. Henderson (‘The Quad’) entra como showrunner.
Jeffrey Dahmer é um dos serial killers mais perigosos e conhecidos da cultura popular e, em uma recente entrevista ao programa de rádio The Kyle and Jackie O Show, a jornalista Nancy Glass, que entrevistou Dahmer em 1993, ofereceu algumas informações sobre a personalidade do assassino – e revelou o motivo que o levava a comer a vítimas.
“[Jeffrey] decidiu comê-los, porque queria que eles fizessem parte dele. Ele era solitário e tinha vergonha de ser gay”, ela contou.
Glass também disse que Dahmer parecia extremamente normal quando ela o foi visitar, o que deixava tudo ainda mais assustador.
“A parte mais aterrorizante é que ele parecia absolutamente normal. Isso é surreal”, ela acrescenta.
Lembrando que a minissérie sobre o serial killer, ‘Dahmer: Um Canibal Americano’, está disponível na Netflix.
Relembre o trailer:
A produção conta a história do serial killerJeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.
A série, composta por dez episódios, mostra um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.
O elenco ainda conta com Niecy Nash, Penelope Ann Miller, Shaun J. Brown, Colin Ford e Richard Jenkins.
Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.
Para os cinéfilos de plantão, Janelle Monáe é conhecida por participar de dramas como ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, ‘Estrelas Além do Tempo’ e ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’. Entretanto, a atriz também possui um background considerável na esfera fonográfica, sendo detentora de uma breve, porém extremamente aclamada discografia que começou ainda em 2010. E cinco anos depois do lançamento de seu último álbum, ‘The Electric Lady’, Monáe retornou com mais uma obra-prima que une em um mesmo escopo pop, funk, soul, R&B e tantos outros gêneros que se mesclam e são guiados pela marcante e oscilatória voz da mezzosoprano. Não é surpresa que sua mais recente investida tenha sido recebida com aceitação imediata da crítica e do público: afinal, este é, favoritismos de lado, a melhor produção musical de 2018 e, sem sombra de dúvidas, da década passada.
‘Dirty Computer’, como ficou conhecida a entrada em questão, não é apenas um CD; é, antes de tudo, um ato político e conceitual que se constrói sem remorso com diversas críticas sociais (e alguns tapas na cara). Monáe explora com toda sua carga artística temas como sexualidade, racismo e autoaceitação, deflagrados em catorze faixas que começam e terminam em um piscar de olhos. Ao reclamar para si a importância histórica do R&B e de gêneros e suis-generis semelhantes, a cantora revela a influência que Prince teve em sua insurgência como artista – e mostra, sem qualquer presunção, que está pronta para carregar um título que lhe pertence por direito.
O álbum abre com a breve e melódica faixa epônima, realizada ao lado de Brian Wilson, e já dá uma pista do que podemos esperar: uma nostálgica jornada em meio a construções de solilóquio declamatório, uma ou outra delineação amorosa e diálogos tão ácidos que farão os ouvintes se arrepiarem com tamanha ousadia. Não é surpresa que os graves vocais da lead singer sejam acompanhados por um coro afro-americano muito bem utilizado e um baixo sintético que preconiza a bateria elétrica de modo perfeito. Essa preparação se concretiza com a chegada de “Crazy, Classic, Life”, segunda faixa que já abre com o potente discurso de Martin Luther King Jr. antes de divagar acerca do controverso sonho americano.
A base dessa arquitetura passa longe de quaisquer fórmulas que tenhamos visto na indústria fonográfica. A exceções, na verdade, são referências claras e muito bem-vindas que se contentam com seu espaço emulativo, felizmente não tomando conta da liberdade expressiva de Janelle. Com isso, a artista parece criar uma tese de representatividade e empoderamento que vai para além de rótulos, e que não pensa duas vezes em ser bastante clara quanto à mensagem: versos como “jovem, negra, selvagem e livre”, da música supracitada, e “nós vamos começar uma revolta da vagina” (da belíssima e elucidativa “Django Jane”) são bastante comuns e, se acabam por chocar os fãs, então alcançam seu objetivo com esplendoroso sucesso.
Mesmo nas faixas mais animadas, o álbum não abre mão de sua identidade. Monáe se reencontra com o neo-soul em “Screwed”, numa parceria incrivelmente harmonizada ao lado de Zoë Kravitz que é liderada pelas enérgicas notas da guitarra, e com o que considero ser a melhor canção da obra: “Make Me Feel”. Podemos pensar que aqui, o fusion e o pop minimalista fale mais alto, mas a utilização híbrida de diversos instrumentos impede que a iteração se restrinja a gêneros específicos e caminhe para uma épica e dançante rendição que explode e recua nos momentos certos. E mais: de forma alusiva e diabolicamente sedutora, a singer aproveita o espaço para declamar sobre sua bissexualidade do modo mais divertido possível.
Janelle também opta por acrescentar elementos de suas raízes africanas com “I Got That Juice”. O prólogo já revela sua clara descendência e, junto com batuques envolventes, fala abertamente sobre sexo com metáforas originais e hilárias que não se perdem em saturações ou algo do tipo. Logo depois, somos apresentados a uma belíssima balada desconstruída movida pelo melhor do R&B: “I Like That” explora as atenuações e alcances de Monáe e nutre de certas referências de outra grande obra-prima (‘Lemonade’, de Beyoncé).
As inspirações se expandem também para outras tracks, como “Stevie’s Dream”, que automaticamente puxa certos elementos sonoros da banda Eagles. Porém, com habilidade notável e invejável, a cantora não deixa que o breve interlúdio se renda às ruínas do simulacro, mas presta homenagem a Stevie Wonder antes de se deixar levar pelo proposital tom dark do baixo em “So Afraid”, na qual seus medos e inseguranças são revestidos com um prospecto de esperança antes de culminar na epopeica conclusão “Americans” – retomando até mesmo o coro da primeira faixa e dando vida a uma circular narrativa.
Há cinco anos, Janelle Monáe retornava à sua conhecida excelência musical com um terceiro álbum de estúdio simplesmente perfeito. ‘Dirty Computer’ é uma ode ao seu próprio cotidiano e também serve como um aplaudível discurso militante que, certamente, servirá de inspiração para seus conterrâneos e para produções futuras (ou assim esperamos).
Segundo o Page Six, a vencedora do Oscar Angelina Jolie contratou sua filha mais nova, Vivienne Jolie-Pitt, de quinze anos, para ser sua assistente na próxima produção da Broadway para a clássica peça ‘The Outsiders’.
“Viv lembra minha mãe porque ela não está focada em ser o centro das atenções, mas em ser um apoio para outros artistas”, disse Jolie em um comunicado oficial, referindo-se a sua mãe, Marcheline Bertrand, que foi atriz e produtora até sua morte em 2007. “Ela é muito atenciosa e séria sobre o teatro e trabalha duro para entender melhor como contribuir”.
Uma fonte próxima à Jolie disse que Vivienne “se apaixonou” pela adaptação musical do romance homônimo de S.E. Hinton quando ela acompanhou sua mãe à estreia mundial em San Diego, Califórnia, no início deste ano.
“Angelina tem levado a filha Vivienne ao teatro desde pequena. Angelina e Vivienne se encontraram com S.E. Hinton, que tinha mais ou menos a idade de Vivienne quando ela escreveu o romance”, explicou a fonte.
Lembrando que, além da peça na Broadway, Jolie viverá a famosa cantora de ópera Maria Callas em um novo filme de Pablo Larraín, conhecido por dirigir a polêmica cinebiografia da princesa Diana, estrelado por Kristen Stewart, ‘Spencer‘.
A história contará a tumultuada, bela e trágica história de vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970.
“Levo muito a sério a responsabilidade com a vida e o legado de Maria. Darei tudo o que puder para enfrentar o desafio. Pablo Larraín é um diretor que admiro há muito tempo. Ter a chance de contar mais da história de Maria com ele e com um roteiro de Steven Knight é um sonho”, disse Jolie.
A Apple TV+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The New Look’, série estrelada pela icônica indicada ao Oscar Glenn Close.
Na produção, Close interpreta Carmel Snow, editora-chefe da Harper’s Bazaar entre os anos de 1934 e 1958. A trama navega por uma Paris ocupada pelos nazistas e acompanha os novos e esquecido designers à medida que enfrentam os horrores da II Guerra Mundial e investem esforços para criarem uma moda mais moderna.
Confira, junto às imagens promocionais:
A série foi criada por Todd A. Kessler (‘Damages’), que também entra como roteirista, produtor e diretor.
Tendo como cenário a ocupação nazista de Paris na II Guerra Mundial, ‘The New Look’ centra-se num momento crucial do século XX, quando a cidade francesa trouxe o mundo de volta à vida através do seu ícone da moda, Christian Dior. À medida que Dior ganha destaque com sua marca icônica e inovadora de beleza e influência, o reinado de Chanel como a estilista mais famosa do mundo é colocado em perigo. A saga entrelaçada segue as histórias surpreendentes de contemporâneos e rivais da Dior, de Chanel a Pierre Balmain, Cristóbal Balenciaga e muito mais; e oferece uma vista deslumbrante do ateliê, dos designs e das roupas criadas por Christian Dior em colaboração com a Maison Dior.
O elenco também conta com Ben Mendelsohn, que dará vida a Christian Dior; Maisie Williams como Catherine Dior; Juliette Binoche como Coco Chanel; John Malkovich como Lucien Lelong; Emily Mortimer como Elsa Lombardi; e Claes Bang como Spatz.
Os três primeiros episódios estreiam em 14 de fevereiro de 2024, com o restante dos capítulo sendo exibido em âmbito semanal.
A série de suspense ‘A Mulher no Lago‘ (‘Lady in the Lake’), estrelada pela vencedora do Oscar Natalie Portman (‘Segredos de um Escândalo’), finalmente chegou ao catálogo da Apple TV+.
A produção, baseada no romance de Laura Lippman, foi lançada na plataforma de streaminghoje, 18 de julho.
Na trama, Portman interpreta Maddie Schwartz, uma dona de casa que decide se reinventar como uma jornalista investigativa. Determinada a resolver um assassinato sem resolução, sua jornada a faz entrar em colisão com (Cleo Sherwood), uma mulher trabalhadora que tenta equilibrar suas responsabilidades como mãe, seus vários empregos e a sua paixão com a agenda progressista da comunidade negra.
Relembre o trailer:
O elenco ainda conta com Y’lan Noel (‘Insecure’), Brett Gelman (‘Stranger Things’), Byron Bowers (‘The Chi’), Noah Jupe (‘Franklin’), Josiah Cross (‘Mestres do Ar’), Mikey Madison (‘Better Things’) e Pruitt Taylor Vince (‘The Mentalist’).
Alma Har’el entra como diretora e criadora do projeto, além de servir como produtora executiva ao lado de Portman.
O Disney+ divulgou o trailer oficial de ‘Guarda Compartilhada’ (‘Custodia Repartida’, no original), sua mais nova série de comédia dramática em língua espanhola.
A produção tem estreia marcada para o dia 24 de janeiro de 2025 na plataforma de streaming.
Confira:
A série foi criada por Juanjo Moscardó e María Mínguez.
Javier Fesser (‘Campeões’) entra como diretor.
A trama acompanha Cris e Diego, que acabaram de se separar amigavelmente em virtude da filha de cinco anos de idade, e são forçados a voltar cada um para a casa de seus pais – mas as coisas rapidamente se deterioram à medida que vidas antes divididas se entrelaçam novamente.
Lorena López, Ricard Farré, Adriana Ozores, Francesc Orella, Martín Páez, Edu Soto, Cristina Alcázar, Fernando Sansegundo, Juan Vinuesa, Clara de Ramon, Aten Soria e outros estrelam.
A 8ª e última temporada da série animada ‘Big Mouth‘ já está disponível no catálogo da Netflix.
O ciclo de encerramento chegou à plataforma de streaminghoje,23 de maio, e conta com a participação especial da indicada ao Oscar, Cynthia Erivo.
A nova temporada ainda traz Quinta Brunson Holly Hunter, Steve Buscemi, Kristen Wiig, Nathan Fillion, Ali Wong, Richard King, Keke Palmer, Natasha Lyonne, Billy Porter e Craig Robinson no elenco de voz.
Relembre o trailer:
Os intérpretes originais dos personagens incluem John Mulaney, Jordan Peele, Ayo Edebiri, Maya Rudolph, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Nick Kroll e Fred Armisen.
A série foi criada por Nick Kroll, Andrew Goldberg, Mark Levin e Jennifer Flackett.
A animação conta a história de um grupo adolescentes enfrentando a puberdade após a chegada dos Monstros dos Hormônios.
A produção conta com as vozes de Nick Kroll, John Mulaney, Jessi Klein, Jenny Slate, Jason Mantzoukas, Fred Armisen, Maya Rudolph e Jordan Peele.
A AMC divulgou um novo teaser oficial de ‘Talamasca: The Secret Order‘.
A produção é ambientada no mesmo mundo de ‘Entrevista com o Vampiro‘ e ‘As Bruxas Mayfair‘, e agora mergulha na misteriosa sociedade encarregada de monitorar e conter criaturas sobrenaturais como bruxas, vampiros e demônios ao redor do mundo.
A produção estreará oficialmente no dia 26 de outubro.
Com produção do AMC Studios, ‘Talamasca‘ é protagonizada por Nicholas Denton (‘Ligações Perigosas’), Elizabeth McGovern (‘Downton Abbey’), William Fichtner (‘The Dark Knight’) e Maisie Richardson-Sellers (‘DC’s Legends of Tomorrow’).
O elenco também acabou de ganhar dois reforços de peso: Celine Buckens (‘Showtrial’) entra como personagem regular, enquanto Jason Schwartzman (‘Fargo’) participará como convidado especial.
Buckens interpreta Doris, uma alma antiga que vive com um clã de bruxas em um barco-casa, reforçando a atmosfera mística da série. Já Schwartzman será Burton, um vampiro charmoso e excêntrico que vive recluso em uma luxuosa cobertura no Upper West Side de Nova York.
A Talamasca, sociedade secreta que dá nome à série, tem aparecido nas obras de Anne Rice desde os anos 1980. Seus membros atuam como observadores e, em alguns casos, como interventores nas ações de seres sobrenaturais. Agora, com uma produção própria, a ordem ganha protagonismo e se torna o novo centro do chamado Immortal Universe da AMC.
‘Talamasca: The Secret Order‘ promete ampliar o escopo narrativo do universo adaptado da autora, trazendo novos personagens, criaturas e conflitos para os fãs do terror gótico contemporâneo.
John Lee Hancock (‘Um Sonho Possível’) e Mark Lafferty (‘Halt and Catch Fire’) servirão como showrunners e produtores executivos, com o primeiro também atuando como diretor.
O Apple TV divulgou um novo teaser teailer de ‘Widow’s Bay’, nova série de mistério estrelada por Matthew Rhys (‘Perry Mason’).
A atração, que conta com dez episódios, chega à plataforma de streaming no dia 29 de abril de 2026.
Confira:
A série foi criada por Katie Dippold, com Hiro Murai responsável pela direção dos episódios.
Widow’s Bay é uma pitoresca cidadezinha insular a 64 quilômetros da costa da Nova Inglaterra. Mas algo se esconde sob a superfície. O prefeito Tom Loftis (Matthew Rhys) está desesperado para revitalizar sua comunidade decadente. Não há Wi-Fi, o sinal de celular é instável e ele precisa lidar com os moradores supersticiosos que acreditam que a ilha é amaldiçoada. Ele quer que essas pessoas o respeitem. Elas não o respeitam. Acham que ele é fraco e covarde. E ele é. Mas Loftis está determinado a construir um futuro melhor para seu filho adolescente e transformar a ilha em um destino turístico.
Milagrosamente, Loftis consegue: os turistas finalmente estão chegando. Infelizmente, os moradores estavam certos. Depois de décadas de calmaria, as antigas histórias que pareciam absurdas demais para serem verdade começam a acontecer novamente.
Kate O’Flynn, Stephen Root, Kingston Rumi Southwick, Kevin Caroll e Dale Dickey também estrelam.
Já foi dito que ‘The Batman’ deve reunir um grande número de vilões do Homem-Morcego, entre eles Pinguim, Charada, e a Mulher-Gato, que pode ser vivida por Chloe Grace Moretz, como indicam fontes do We Got This Discovered.
Por enquanto, nenhum detalhe foi informado, apenas que a estrela de ‘Kick-Ass‘ e ‘Carrie, a Estranha‘ está entre as atrizes cotadas para o papel de Selina Kyle.
Considerando que o filme deve focar na juventude de Bruce Wayne, há uma grande possibilidade de Moretz estar mesmo na disputa pelo papel.
E apesar da diferença de idade entre ela e Robert Pattinson, escalado como Bruce Wayne, ainda não sabemos qual será a abordagem entre os personagens dirigidos por Matt Reeves.
A Empire divulgou duas novas imagens de ‘Viúva Negra‘, e uma delas mostra Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) encarando um grupo de assassinas treinadas na Sala Vermelha.
A outra mostra a espiã em companhia de Alexei Shostakov (David Harbour) e Yelena Belova (Florence Pugh).
Confira:
Embora a Disney tenha afirmado reiterado que não mudaria a data de estreia da produção, a proliferação dos casos de coronavírus está se tornando uma preocupação genuína para a empresa.
E segundo um jornalista do portal Deadline, um dos sites de maior credibilidade do ramo do entretenimento, muitos membros do meio de distribuidores ouviram rumores de que a Disney mudaria a data de estreia de ‘Viúva Negra‘, adiando o filme solo da heroína para o dia 06 de novembro, data até então ocupada por ‘Os Eternos‘.
Caso o adiamento seja confirmado, ‘Os Eternos‘ seria adiado para 2021.
Até o momento a Marvel Studios não se pronunciou a respeito do assunto, por tanto trate tudo como rumores.
Lembrando que ‘Viúva Negra’ estreia nos cinemas nacionais em 01 de maio.
Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.
Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.
A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.
Antes da estreia de ‘Pantera Negra‘, foram os irmãos Joe e Anthony Russo que trouxeram Chadwick Boseman ao MCU em ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
Anos mais tarde, eles voltaram a trabalhar com ele em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’.
Durante sua participação na CCXP Worlds, os cineastas fizeram questão de prestar homenagem ao astro, falecido em 28 de agosto, vítima de câncer.
“Ele tinha uma integridade incrível. Ele era um ser humano muito atencioso, artístico e elegante. Era simplismente um prazer estar perto dele.”, disse Joe ao Collider.
Ele continuou, dizendo que o trabalho de Boseman era mais humanitário do que artístico:
“Seu profissionalismo era muito inspirador. Eu acho que ele não queria que sua doença se tornasse um assunto mais importante que o talento natural que ele tinha. Ele conseguiu transformar ‘Pantera Negra‘ em um legado humanitário de representatividade e essa é uma das coisas mais corajosas que já vimos alguém fazer. Não era só um filme para Chad. Ele não estava apenas atuando, ele estava dando voz às minorias.”
Lembrando que o próximo trabalho de Boseman será o já aclamado ‘A Voz Suprema do Blues’, que estreia na Netflix em 18 de dezembro.
Em uma recente entrevista ao The Guardian, a vencedora do Oscar Viola Davis revelou que Boseman será relembrado como um herói.
“Creio que ele será lembrado como um herói. Há uma parte do público que o associa a Pantera Negra. Eu não. Eu o associo com sua autenticidade, especialmente em meio a uma profissão que às vezes te drena. Ele era alguém que viveu uma vida maior do que todos. E creio que seu legado, seu corpo de trabalho, sua integridade, irá influenciar gerações e mais gerações futuras”.
Dirigida por George C. Wolfe, a cinebiografiaé baseada na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.
Assista ao trailer:
Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.
Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo e Michael Potts também estrelam.
O final de ‘WandaVision’ indicou que que Monica Rambeau (Teyonah Parris) terá uma grande aventura em sua próxima aparição no MCU, que será em ‘As Marvels‘.
A sequência de ‘Capitã Marvel’ vai reunir Rambeau com Carol Davers (Brie Larson) e a Ms. Marvel (Iman Vellani) e promete ser “épica”, como disse Parris.
“Estamos filmando em Londres e estou me divertindo muito. É realmente emocionante e mal posso esperar para ver tudo pronto. Será épico.”
Apesar de não revelar nada, Parris já tinha adiantado ao Comic Book que o novo filme vai explorar o que aconteceu com a mãe de Monica, Maria (Lashana Lynch).
Além disso, a trama vai abordar o que aconteceu nos quase 30 anos entre ‘Capitã Marvel’ e ‘Vingadores: Ultimato’.
“Quando Monica era uma menina de 11 anos, com sua mãe e tia Carol, eles tinham um lindo relacionamento. E uma coisa legal em ‘WandaVision‘ foi ver Monica crescer, e nós não a vimos por mais de 20 anos antes disso. Carol Danvers fazia parte de sua vida quando a vimos pela última vez antes da série, e sabemos que ainda há muito para explorar sobre a relação delas, eu acho que será muito emocionante.”
Anteriormente, a diretora Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) conversou com a Variety sobre sua abordagem para o aguardado filme.
“Posso falar que é uma [produção] bastante diferente. Mas estou obcecada sobre como todos nós lidamos com nossa dor e nosso trauma, e há algo disso na história”, ela falou.
Em outra entrevista, dessa vez ao Entertainment Weekly, DaCosta exaltou o fato de ter liberdade o suficiente para fornecer sua própria visão à história.
“É incrível. É muito mais liberdade do que tive em qualquer outro projeto. É ótimo, porque somos todos grandes nerds de quadrinhos que querem fazer um grande filme de quadrinhos”.
Ela continuou, falando sobre a temática da obra:
“É muito menos traumatizante, com certeza. Mas esse filme também lida com coisas pessoais, específicas, às vezes tristes. Mas não, tem sido incrível trabalhar em um mundo diferente, com certeza”.
Lembrando que o filme tem estreia marcada para 11 novembro de 2022.
Larson retorna como a Capitã Marvel/Carol Danvers. O elenco também conta com Park Seo-joon (‘Parasita’), Iman Vellani (‘Ms. Marvel’) e Teyonah Parris (‘WandaVision’).
DaCosta, de ‘A Lenda de Candyman‘, fica responsável pela direção. Megan McDonnell assina o roteiro.
A Variety anunciou que Jessica Chastain (‘As Agentes 355’) e Anne Hathaway (‘Convenção das Bruxas’) vão estrelar um suspense psicológico da Neon Films, intitulado ‘Mothers’ Instinct‘.
Para quem não sabe, a Neon é a produtora responsável pelo aclamado drama ‘Parasita‘, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2020.
A companhia adquiriu recentemente os direitos de exibição de ‘Mothers’ Instinct‘ no American Film Market, e a trama é um remake do aclamado filme belga ‘Duelles‘, dirigido por Olivier Masset-Depasse em 2018.
A versão norte-americana também será comandada pelo cineasta, e o início da fotografia principal está agendado para 25 de maio.
Ambientada no início dos anos 60, a narrativa gira em torno das melhores amigas e vizinhas Alice (Chastain) e Celine (Hathaway), que vivem um estilo de vida tradicional dos sonhos com gramados bem cuidados, maridos bem-sucedidos e filhos da mesma idade.
No entanto, a perfeita harmonia da vida é subitamente quebrada após um trágico acidente. Culpa, suspeita e paranoia se entrelaçam para desvendar seu vínculo fraternal e uma batalha psicológica de vontades tem início quando o instinto materno revela seu lado mais sombrio.
Além de estrelarem, Chastain e Hathaway também serão produtoras, junto com Kelly Carmichael, representante da Freckle Films.
Através de um comunicado, Chastain e Carmichael renderam elogios à Neon por conta de seu histórico em produzir filmes aclamados, como ‘Spencer’, ‘Pig’ e ‘O Chalé’.
“A Neon é um verdadeiro paraíso para cineastas. A visão única de seus colaboradores e campanhas distintas são um reflexo de sua missão para trazer a melhor e mais diversificada experiência cinematográfica para o público dos EUA.”
Vale lembrar que Chastain recebeu o Oscar de Melhor Atriz este ano por seu papel em ‘Os Olhos de Tammy Faye’.
Em 2013, Hathaway venceu na categoria Melhor Atriz Coadjuvante por sua performance em ‘Os Miseráveis‘.
Por enquanto, ‘Mothers’ Instinct‘ ainda não tem previsão de estreia e informações sobre o restante do elenco.
Como o projeto está em fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Lançada no último dia 25 na Netflix, a minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’ reconta o trauma do incêndio na boate Kiss, que deixou 242 pessoas mortas e mais de 636 feridos em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
A tragédia completou 10 anos dia 27, e a plataforma de streaming aproveitou para adaptar os fatos contados no livro homônimo da jornalista Daniela Arbex.
Com atores representando as vítimas e seus familiares, a produção vem causando desconforto entre os verdadeiros envolvidos.
De acordo com o Gaúchazh, cerca de 40 famílias de vítimas e moradores de Santa Maria se organizaram para entrar com uma ação judicial contra a Netflix.
O coordenador do grupo é o empresário Eriton Luiz Tonetto Lopes, que perdeu a filha Évelin Costa Lopes na época, sua filha de 19 anos.
Eriton afirma que as família não deram autorização para a plataforma de streaming produzisse a minissérie.
“Nós fomos pegos de surpresa, ninguém nos avisou, ninguém nos pediu permissão. Nós queremos saber quem está lucrando com isso. Não admitimos que ninguém ganhe dinheiro em cima da nossa dor e das mortes dos nossos filhos”, declarou Eriton. De acordo com ele, há pais passando mal com a série, e tendo que recorrer a terapia.”
Os familiares ainda alegam que não foram avisados sobre o lançamento, pois jamais autorizariam o uso das histórias para fins lucrativos, o que os levou a prestar a queixa contra a “exploração financeira da tragédia”.
Para não deixar sua consternação de lado, o grupo contratou a advogada Juliane Muller Korb para orientá-lo e conduzir o caso contra a Netflix em relação aos lucros da produção.
Através de um grupo do WhatsApp, os familiares atualizam todos os direcionamentos que estão recebendo juridicamente.
“Queremos entender quem autorizou, quem foi avisado, porque muitos de nós não foram”, disse Eriton. “Há pais passando mal por causa da série. O mínimo que exigimos agora é que uma parte do lucro seja repassada para tratamento de sobreviventes e para a construção do memorial da Kiss. Nós não queremos nenhum dinheiro para nós”
Em entrevista para o Gaúchazh, Korb contou que o foco do processo é cobrar responsabilidade afetiva e social dos streamings.
“Todas as famílias sentem a mesma dor, mas de forma distinta, inclusive em relação a esta série. Todas têm mágoa com o poder judiciário e com a impunidade até aqui. A grande questão é que faltou sensibilidade, por parte da Netflix, no momento de fazer um contato com os pais. Não para pedir permissão nem coibir a licença poética, pois a história não tem dono, mas para avisar que seria algo totalmente diferente de tudo que eles já viram”, explicou a advogada.
Korb esclareceu que o maior problema seria a mistura entre ficção e realidade.
“Eles estavam preparados para um documentário, não para uma série dramática. Os pais e os sobreviventes estão ‘acostumados’ a ver materiais jornalísticos, com reproduções e relatos factuais. Mas a série é diferente. O impacto foi muito forte porque é uma simulação, uma reprodução, com rostos diferentes, com atores. Eles estão ‘acostumados’ com o pós-tragédia. Mas a série mostra o antes, então, é como se acontecesse tudo de novo. É uma linha muito tênue entre ficção e realidade.”
A advogada explicou que o intuito de sua contratação é fazer o contato com a Netflix para negociar a doação de parte dos lucros para vítimas e sobreviventes, sendo parte do montante destinado à construção de um memorial.
Um processo por danos morais e sequelas médicas também está em pauta, já que alguns familiares precisaram retornar à terapia após o lançamento da série… Por conta disso, a ação deve ser registrada ainda esta semana.
Por enquanto, a Netflix não se manifestou sobre as críticas dos sobreviventes e familiares.
Relembre o trailer de ‘Todo Dia a Mesma Noite‘:
QUE HORRÍVEL! A Netflix divulgou o teaser da série que vai mostrar o que aconteceu na Boate Kiss, aonde 242 jovens perderam a vida.
Julia Rezende fica responsável pela direção geral da série.
“É uma grande responsabilidade contar uma história ficcional inspirada em um fato real que destruiu a vida de tantas pessoas e chocou o país. Queremos dar luz, da maneira mais sensível e honrosa possível, à perspectiva de quem viveu tudo aquilo de perto, e ainda vive”,ela conta.
“Não podemos jamais esquecer o que aconteceu. Este projeto é um passo importante para a construção da memória coletiva do país”, afirma a consultora criativa Daniela Arbex, premiada jornalista que assinou o livro homônimo.
No elenco estão Thelmo Fernandes, Paulo Gorgulho, Bianca Byington, Leonardo Medeiros, Debora Lamm, Raquel Karro, Bel Kowarick, Erom Cordeiro, Paola Antonini, Nicolas Vargas, Flavio Bauraqui e Laila Zaid, entre outros.
Através do Instagram, a página oficial da série ‘Gen V‘ compartilhou uma imagem dos bastidores que mostra Antony Starr, intérprete do Capitão Pátria, ao lado do elenco protagonista da derivada de ‘The Boys‘.
Além do astro, vemos Jaz Sinclair (Marie Moreau), Maddie Phillips (Cate Dunlap) e Derek Luh (Jordan Li).
“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”
O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.
A Marvel divulgou um novo teaser para promover ‘Agatha: Desde Sempre‘, série derivada de ‘WandaVision‘, que chega ao catálogo da Disney+ em 18 de setembro.
Com apenas 30 segundos, a prévia explora a magia sombria presente no MCU.
Por falar em magia, Kathryn Hahn, intérprete da icônica bruxa, concedeu uma entrevista à Total Fim e revelou as inspirações que moldaram sua personagem.
Hahn surpreendeu ao citar filmes como ‘Abracadabra’ e ‘Da Magia à Sedução’ como referências para a construção de Agatha.
“Tem um pouco de Nancy Meyers ali, tem, [e] quanto às bruxas, há um pouco da amizade de Abracadabra, aquelas amizades profundas e doces, e também o terror de Da Magia à Sedução, algo como Poltergeist ou E.T.”, revelou a atriz.
Sua colega de elenco, Aubrey Plaza, também compartilhou suas impressões sobre a série.
“Jovens Bruxas é aquele que eu senti que estava realmente aparecendo. Esse filme fica assustador, e o que é legal Jovens Bruxas é sobre Agatha é que ele realmente segue a linha. Há momentos em que é realmente engraçado e quase tem essa qualidade exagerada, mas há momentos em que fica realmente sombrio, fundamentado e assustador”, comentou Plaza.
O jovem ator Joe Locke revelou que “cada episódio se inspira em um clássico diferente de terror ou suspense”.
Ele acrescentou: “Há várias referências ao Exorcista, e O Bebê de Rosemary é uma delas. Mas há muitos outros exemplos. Um que se destacou para mim foi Os Goonies. Em um dia específico, Jac enviou uma foto para Kevin, e ele respondeu imediatamente: ‘Oh meu Deus, são Os Goonies’. Para mim, esse foi o grande destaque”.
Através do Instagram, a Marvel divulgou o cartaz nacional da série ‘Agatha: Desde Sempre‘, derivado de ‘WandaVision‘.
Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes.
A produtora Maximum Effort, co-fundada pelo ator Ryan Reynolds, surpreendeu ao anunciar a aquisição dos direitos da icônica série dos anos 1980 ‘ALF, o ETeimoso‘. A empresa está empenhada em produzir conteúdo inédito envolvendo o carismático personagem. (via EW)
No entanto, o projeto será diferente do esperado. Trata-se de uma série de pequenos segmentos promocionais que serão exibidos durante a programação do Maximum Effort Channel, com o objetivo de promover a reexibição da série original.
Essa abordagem tem como objetivo confundir os limites entre shows e patrocínios, tornando a experiência divertida tanto para os espectadores quanto para os envolvidos.
A Maximum Effort trabalhou em estreita colaboração com o criador de ‘ALF‘, Paul Fusco, para a produção dos segmentos inéditos, visando trazer novidades para os fãs que cresceram amando o ETeimoso extraterrestre.
Em comunicado oficial, Reynolds destacou: “Na Maximum Effort, adoramos correr riscos e confundir os limites entre shows e patrocínios porque acreditamos que ambos podem ser igualmente divertidos. Além do meu amor irracional por ALF enquanto crescia, uma das razões pelas quais licenciamos este programa foi precisamente porque Paul, Shout! Studios e nossos parceiros queriam conspirar conosco para trazer ALF de volta à vida.”
‘The Walking Dead’, a adaptação dos quadrinhos de mesmo nome, é uma das séries de zumbis mais famosas do mundo.
A série é conhecida por suas mortes chocantes e brutais, mas para o criador dos quadrinhos, Robert Kirkman, nenhuma foi mais impactante do que a de Jessie e Ron.
Na contracapa de “The Walking Dead Deluxe #83”, Kirkman revela que as mortes de Jessie e Ron foram as mais “duras” e “tristes”da série.
“Eu acho que são as mortes de Jessie e Ron… que são DURAS, possivelmente as mortes mais tristes e brutais da série. Quero dizer, ela vê um cara em quem confia cortar sua mão para matá-la e salvar seu filho. Caramba!”, escreveu o autor.
Na história, Jessie é uma mulher que se envolve com Rick Grimes, o líder do grupo de sobreviventes. Ron é seu filho, uma criança problemática. Durante um ataque de zumbis, Rick tem a ideia de usar roupas cobertas com entranhas de zumbis para se disfarçar. No entanto, Ron entra em pânico e acaba atraindo a atenção dos zumbis.
Rick é forçado a tomar uma decisão difícil: deixar Ron para trás ou arriscar a vida de todo o grupo. Ele escolhe a primeira opção, e Jessie, incapaz de abandonar Ron, também é mordida.
Rick então amputa o braço de Jessie para salvar Carl, que estava preso a ela, e ambos abandonam Jessie.
Na série de TV, a morte de Jessie e Ron foi adaptada na 6ª temporada. A atriz Alexandra Breckenridge interpretou Jessie Anderson, e os irmãos Ron (Austin Abrams) e Sam (Major Dodson) representaram o personagem Ron dos quadrinhos.
Lembrando que recentemente estreou ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’ derivado da série que marca o tão aguardado retorno de Rick Grimes (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) à franquia.
Até o momento, ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’ angariou uma impressionante aprovação de 90% pela crítica especializada e de 95% pelo público.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Apesar de ser emocionante ver os protagonistas se reencontrando, a premissa da série rapidamente se torna cansativa – o que nos faz lembrar dos problemas desta franquia que simplesmente não sabe quando terminar.” (CNN)
“Para aqueles que estavam esperando por respostas durante anos, ‘The Ones Who Lived’ é igualmente triste, sinistra e satisfatória.” (IGN Movies)
“Apesar da atuação e da construção deste universo serem excelentes, apenas os fãs mais devotos irão acompanhar este novo derivado que oferece pouca novidade para os espectadores.” (LA Weekly)
“O episódio piloto é excelente; está cheio de respostas para questões deixadas em aberto desde o final da série original.” (Visable Black Woman)
“Ao explorar o amor proibido entre o Rick e a Michonne, este novo derivado mistura perfeitamente as distintas eras do universo de ‘The Walking Dead’.” (CBR)
“Apesar da série se beneficiar das poderosas performances de Andrew Lincoln e Gurira, não espere que este spin-off reinvente a franquia.” (The Wrap)
A série estreou recentemente na AMC, nos Estados Unidos, e é possível que sua avaliação sofra alterações no Rotten Tomatoes à medida que mais críticas forem sendo registradas.
No Brasil, ainda não há uma data de estreia definida para ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’.
“Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”
A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.
O ator Dave Coulier, conhecido mundialmente por seu papel como Joey em ‘Três é Demais’, compartilhou recentemente uma notícia que comoveu seus fãs. Em outubro, foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin em estágio 3, um tipo de câncer que se origina nas células do sistema linfático.
Em entrevista à revista People, Coulier revelou que a notícia foi um choque, mas que encontrou força em sua família. “Foi uma verdadeira montanha-russa”, confessou o ator.
No entanto, o apoio de sua esposa, Melissa Bring, e de seu filho, Luc, tem sido fundamental para superar esse desafio.
“Eu olhei para como aquelas palavras afetaram [minha esposa] e pensei: ‘Sabe de uma coisa? Eu vou ser forte durante todo esse processo, não só por mim, mas também por ela'”, compartilhou.
Contar a notícia para seu filho, Luc, foi especialmente difícil, pois ele está aguardando o nascimento de seu primeiro filho, que deve chegar um mês após o ator concluir a quimioterapia.
“Falam que a maçã não cai longe da árvore. Meu filho Luc joga hóquei três vezes por semana. Eu costumava levá-lo para voar comigo quando ele era um bebê, e agora ele é piloto da FedEx”, diz ele sobre o filho, do qual é pai com a ex-mulher Jayne Modean.
Apesar do diagnóstico, Coulier mantém uma atitude positiva e focada no futuro.
“Todos nós temos escolhas na vida”, observa ele. “Você pode rir nos momentos difíceis e tentar ver o copo meio cheio, ou pode ir na direção oposta, o que realmente não ajuda em nada. Então, eu fiz a escolha — ou melhor, a escolha foi feita para mim — você vai passar por isso, mas vai ajudar outras pessoas no caminho”.
O ator observa que as experiências de sua própria família com o câncer o inspiraram, especialmente as vivências de sua mãe, irmã e sobrinha, que já faleceram.
“Elas realmente me transmitiram essa força e me inspiraram de uma maneira única, porque foram incríveis ao enfrentarem o que enfrentaram. E eu pensei: ‘Eu também estou bem com isso. Tive uma vida maravilhosa, uma jornada cercada por pessoas incríveis, e estou em paz'”, afirmou.
Ele acrescenta: “Isso muda a perspectiva. Todos aqueles clichês, como ‘Não se preocupe com as pequenas coisas’ ou ‘Copo meio cheio’, realmente começam a fazer sentido e acabam moldando quem você realmente é”.
Por fim, ele afirma: “Não sei como explicar, mas havia uma calma interior sobre tudo isso”.
Craig Mazin e Neil Druckmann, os aclamados criadores da bem-sucedida série ‘The Last of Us’, conversaram recentemente sobre a segunda temporada da produção, abordando as expectativas e, de forma bem-humorada, rebatendo as críticas dos fãs em relação à morte de Joel (interpretado por Pedro Pascal).
Durante uma entrevista à Variety, Mazin e Druckmann discutiram os desafios inerentes à continuação de uma série de tanto impacto:
“Existe algo que acontece quando você está fazendo a primeira temporada de uma série, que é como se estivesse rolando morro abaixo em chamas. Se você sobreviver, já é uma grande conquista. Se o programa vai ao ar, é incrível”, disse Mazin. “A segunda temporada vem com muitas expectativas, e aprendemos várias lições. O problema de aprender é que, depois, você precisa se responsabilizar por aquilo. Não pode mais cometer os mesmos erros, o que é trágico”.
Mazin acrescentou, em tom de brincadeira, sobre a pressão de superar o sucesso inicial: “Você sente a pressão de entregar o que o público quer, mas também precisa surpreendê-los. Agora você é assunto de discussão; antes era só novidade. E, sinceramente, o padrão para adaptações de videogame era bem baixo. Isso jogou a nosso favor na 1ª temporada — agora, nós meio que ferramos com tudo”.
Druckmann complementou, dizendo que fazer uma segunda temporada “pode ser bem assustador”, assim como foi ao criar o segundo jogo da franquia. Ele citou as reações fortes à controversa decisão de matar Joel, personagem central na trama:
“Ele fez uma coisa. Todo mundo surtou. E eu tive que fazer a mesma coisa, porque ele já tinha feito. Eu adorei fazer aquilo, achei ótimo”, disse Mazin sobre a morte do personagem no jogo e, consequentemente, na série.
Em um momento descontraído, Mazin rebateu as reclamações dos fãs sobre a morte de Joel na série: “A principal crítica que recebo é: ‘Por que vocês mataram o Pedro Pascal?’ E eu sempre respondo: ‘A gente não matou ele! Ele é uma pessoa real, está vivo, está bem. E, aliás, está em literalmente tudo agora. Então não sei qual é o problema!'”.
Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
Matt e Ross Duffer, criadores de ‘Stranger Things’, recentemente discutiram a jornada de Will Byers, abordando o evento central do final da primeira parte da 5ª e última temporada, onde o jovem revela possuir poderes.
Durante uma entrevista à Variety, os irmãos explicaram em detalhes como funcionam as novas habilidades de Will e como elas se diferenciam das de Vecna e Eleven.
Ross Duffer explicou a natureza única dos poderes de Will, que o conectam diretamente ao principal vilão da série:
“É diferente no sentido de que ele consegue canalizar os poderes do Vecna. Mas todos estão relacionados. Vecna e Eleven têm poderes semelhantes. Os poderes não estão dentro dele. Ele consegue canalizar esses poderes do Vecna e usá-los, meio que manipulando como um marionetista”, afirmou.
Matt Duffer complementou, detalhando o alcance e as limitações dessa habilidade:
“Ele acessa a mente coletiva e consegue manipular qualquer coisa dentro dela. Você verá até onde ele pode ir conforme continuar assistindo. Mas é assim que ele consegue manipular o monstro. Ele não pode abrir uma porta, porque a porta não faz parte da mente coletiva”, acrescentou.
Os criadores ressaltaram que os poderes de Will estão intrinsecamente ligados à sua experiência no Mundo Invertido e à proximidade com a mente coletiva:
“Ele ganhou porque foi conectado à mente coletiva”, explicou Matt Duffer.
“Se ele não estiver perto da mente coletiva, não consegue acessá-la ou utilizá-la”, destacou Ross Duffer.
“É baseado em proximidade”, ressaltou Matt Duffer.
Os irmãos Duffer também confirmaram que, se Will não tivesse sido levado para o Mundo Invertido no início da série, essa habilidade jamais teria se manifestado. “Nunca teria acontecido. Então é muito diferente da Eleven nesse sentido”, afirmou Matt Duffer.
Questionados sobre quando decidiram que Will teria poderes e quando começaram a desenvolver essa trama, os Duffer revelaram que o plano existe há muito tempo:
“Temos falado sobre Will ter poderes desde que posso me lembrar”, disse Ross Duffer
“Ele teve uma versão sombria disso na 2ª temporada, ele estava conectado ao Vecna. Ele conseguia ver o que o Vecna via, mas não percebia que, na época, ele conseguia acessar isso de alguma forma e usar contra o Vecna. Isso é algo que ele só descobre nesta temporada. Levou um tempo para construirmos isso, mas sempre pretendemos fazê-lo. Os detalhes eram um pouco nebulosos até começarmos a trabalhar nisso”, concluiu Matt Duffer.
O segundo volume da última temporada de ‘Stranger Things‘ estreará no dia 25 de dezembro, às 22h. O capítulo final, no entanto, tem transmissão agendada para 31 de dezembro, às 22h.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo, Sadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.
O ator Alfred Molina, que marcou a história dos filmes de super-heróis como o lendário Dr. Otto Octavius, comentou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu icônico papel no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), anos após sua marcante participação em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ (2021).
De acordo com o ComicBook, o veterano relembrou as origens de seu contrato com a franquia, que remonta à trilogia original comandada por Sam Raimi.
“Quando fiz Homem-Aranha 2 para Sam Raimi em 2004, lembro que meu contrato incluía uma opção para três filmes. O contrato dizia que, caso escolhessem renovar essa opção, eles tinham o direito de me trazer de volta. Quando gravei a cena em que Dr. Otto Octavius morre e se sacrifica, falei para os produtores: ‘Bom, acho que minha opção agora é nula’. Mas Avi Arad, que comandava a Marvel na época, respondeu: ‘Ninguém realmente morre nesse universo’. Então pensei: ‘Ah, ok’, mas não imaginava que demoraria 17 anos para acontecer de novo”, afirmou.
Molina também recordou com bom humor os bastidores de seu retorno multiversal em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, detalhando suas preocupações iniciais em relação à sua própria idade e como a tecnologia de Hollywood resolveu o impasse.
“Quando me chamaram para voltar, lembro de dizer à Amy Pascal: ‘Eu tenho pés de galinha, papada… não sou mais jovem’. E o diretor Jon Watts respondeu: ‘Não se preocupe, conseguimos resolver tudo isso com tecnologia’. Então aceitei, e foi muito divertido participar de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, acrescentou.
Apesar de demonstrar um carinho evidente pelo vilão e total interesse em vestir os tentáculos mecânicos mais uma vez, o ator mantém os pés no chão e acredita que a jornada de seu personagem pode ter chegado ao fim definitivo.
“Se me procurassem e dissessem que gostariam que eu fizesse isso outra vez, eu aceitaria sem dúvida alguma. Mas acho improvável”, afirmou de forma realista.
Enquanto o destino dos antigos vilões permanece selado, os fãs do herói aracnídeo direcionam suas atenções para o futuro.
Vale lembrar que o aguardado ‘Homem-Aranha: Novo Dia’ estreia em breve nos cinemas, prometendo inaugurar o mais novo capítulo na franquia do Amigo da Vizinhança nas telonas.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.
O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em ‘Sem Volta Para Casa’.
A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.
Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.
O filme é dirigido por Destin Daniel Cretton. O cineasta, conhecido por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, foi o escolhido para comandar a nova aventura de Peter Parker. Ele substitui Jon Watts, dos três filmes anteriores.
Enquanto os fãs seguem ansiosos pelo reboot de ‘X-Men’ dentro do Universo Cinematográfico da Marvel, os rumores continuam aumentando as expectativas.
Agora, de acordo com o insider Jeff Sneider, a Marvel Studios está interessada em Harris Dickinson para interpretar o Ciclope, um membro extremamente importante da equipe de mutantes.
Aos 28 anos, Harris Dickinson se destacou por seu trabalho em ‘Triângulo da Tristeza‘, onde interpretou o personagem Carl. Além disso, o ator britânico já esteve em ‘Ratos de Praia’, ‘King’s Man: A Origem’ e ‘Babygirl’.
Sneider afirma que a informação ainda deve ser tratada apenas como especulação, sem qualquer tipo de confirmação por parte da Marvel Studios em relação ao ator.
Vale lembrar que rumores também indicam que o estúdio está em busca de estrelas para outros personagens do reboot de ‘X-Men’.
De acordo com o insider Daniel Richtman, o Marvel Studios está em busca de novos talentos para interpretar Gambit e Kitty Pryde, também conhecida como Lince Negra.
A informação surgiu a partir de uma grade de elenco que indica que a Marvel está procurando atores para esses papéis em sua nova abordagem para os X-Men dentro do UCM.
A revelação vem após rumores sobre a exclusão de Channing Tatum da escalação para o papel de Gambit, algo que havia sido especulado após sua participação surpresa como o personagem em ‘Deadpool e Wolverine’ no ano passado.
De acordo com Richtman, a busca por novos atores sugere que Tatum não retornará para a franquia, especialmente considerando a ênfase em uma nova dinâmica para os personagens dentro do universo expandido da Marvel.
Em relação a Kitty Pryde, a informação confirma que a personagem será um dos membros centrais da nova equipe dos X-Men.
A busca por atores para interpretar a Lince Negra também se alinha com rumores anteriores de que a personagem teria um papel importante no reboot dos mutantes no UCM.
Lembrando que, de acordo com Ritchman, os Irmãos Russo podem dirigir o reboot de ‘X-Men’.
Segundo o insider, os realizadores “já assinaram um contrato” para “supervisionar projetos adicionais” após o término da Saga do Multiverso do MCU. As informações indicam, inclusive, que o reboot dos X-Men ficará sob responsabilidade da dupla.
Porém, ainda não se sabe se os Irmãos Russo serão diretores desses projetos ou apenas produtores/consultores no desenvolvimento dlees.
Anteriormente, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, confirmou em entrevista ao Deadline quando a chegada dos X-Men ao MCU irá acontecer.
“Acho que você verá alguns personagens dos X-Men que você pode reconhecer nos próximos filmes. Logo depois disso, toda a história de Guerras Secretas realmente nos leva a uma nova era de mutantes e dos X-Men. Novamente, [é] um daqueles sonhos que se tornam realidade. Finalmente temos os X-Men de volta.”
O chefe do estúdio destacou que os mutantes terão um papel central, especialmente após o lançamento de ‘Vingadores: Guerras Secretas’, programado para 2027.
Embora o filme da equipe ainda não tenha sido anunciado oficialmente no MCU, algumas produções da Marvel Studios já abordaram os mutantes e começaram a preparar o terreno para a chegada dos X-Men nesse universo, com ‘Deadpool & Wolverine’ sendo um filme que deu um grande passo nesse quesito.
A série ‘Rota 66: A Polícia que Mata‘, dirigida por Philippe Barcinski e Diego Martins, chegou ao catálogo do Globoplay nesta quinta-feira (22). E, em homenagem ao lançamento, o ator Humberto Carrão (‘Marighella’), protagonista da trama, comentou a produção em suas redes sociais.
A produção que é baseada no livro de mesmo nome escrito pelo renomado jornalista Caco Barcellos, narra a trajetória profissional de Caco no universo das investigações jornalísticas. Tendo garantido um Prêmio Jabuti para o apresentador do Profissão Repórter em 1993, o livro ‘Rota 66‘ narra as ações das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), da Polícia Militar de São Paulo, entre os anos 1970 e 1990.
Carrão, em seu Instagram, falou sobre a estreia da trama que promete abordar os impactos da ROTA na morte de inocentes — sendo que as vítimas do órgão eram majoritariamente jovens negros e de periferia.
“A Rota foi criada em abril de 1970 como força auxiliar da ditadura. Foi a primeira tropa de elite brasileira e a sua função era a repressão contra guerrilheiros. Quando acabam os grupos de guerrilha no país, a Rota continua fazendo o mesmo com pessoas pobres de São Paulo. Caco Barcellos estava em crise com a profissão quando decide começar sua pesquisa. Ele achava que não deveria continuar repórter se não fizesse algo relevante com uma coisa desse tamanho acontecendo na frente dele”, disse o ator no post.
“Caco começa sua investigação e vai construindo um banco de dados cruzando as narrativas oficiais nesses jornais com as narrativas dos corpos no IML: tiros na nuca, costas, e axilas. Provas contundentes não de um ou dois casos. QUATRO MIL E DUZENTOS CASOS é o tamanho do histórico banco de dados construído por Caco Barcellos. O livro Rota 66 foi lançado em 1992 e mudou pra sempre a discussão sobre segurança pública no país”, conclui.
Elenco: Sandra Bullock, Harry Connick Jr., Gena Rowlands, Mae Whitman, Michael Pare e Cameron Finley.
Direção: Forest Whitaker
Gênero: Comédia Romântica
Distribuidora: Warner Bros.
Estreia: 1998
Sinopse: Birdee (Bullock) tinha uma vida feliz com seu marido e sua filha Bernice (Whitman). Certo dia, ela descobre que seu marido a traía com sua melhor amiga! Ela, então, pega sua filha e volta para sua cidade-natal, no Texas, onde tenta reconstruir sua vida e esquecer o passado. Sua mãe (Rowlands), querendo ajudar a filha, faz de tudo para tentar aproximar Birdee de uma antiga paixão, Justin Matisse (Connick Jr.), mas a jovem divorciada não demonstra interesse pois ela está passando por tempos difíceis, tentando conhecer a si própria!
Muito se falou sobre os problemas na produção de ‘Quarteto Fantástico’, reboot que a 20th Century Fox desenvolveu para a Primeira Família das HQs da Marvel. Porém, o problema não está na produção, e sim na campanha de marketing criada pelo estúdio.
O lançamento foi vendido como mais um filme no estilo ‘X-Men‘, mas a ação é escassa e as principais cenas foram exibidas nos trailers e comerciais exaustivamente. Esse novo reboot é, na verdade, um drama familiar com toques de ficção-científica.
O roteiro, escrito por Simon Kinberg (‘X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido‘ e ‘X-Men: O Confronto Final‘), é focado no drama dos personagens e se aprofunda em suas personalidades, deixando de lado cenas mirabolantes de ação ou embates físicos.
Lembra-se de ‘Corpo Fechado‘, suspense de M. Night Shyamalan com Bruce Willis e Samuel L. Jackson, que te enrolava por duas horas para revelar que o protagonista tinha super-poderes, e o filme acabava? É similar ao que acontece aqui.
‘Quarteto Fantástico’ se inicia com um Reed Richards (Miles Teller) ainda criança, tentando desenvolver no porão de sua casa uma máquina de teletransporte, e virando motivo de chacota na escola entre os alunos e professores. O único que acredita em seu sonho é Ben Grimm (Jamie Bell), um garoto pobre que mora em um lixão.
A amizade entre os dois é fundamental para dar emoção à trama, e é muito bem trabalhada e aprofundada. Durante uma feira de ciências, o Dr. Franklin Storm (Reg E. Cathey) o convida para trabalhar no Instituto Baxter e desenvolver uma máquina de viagem tridimensional.
É aí que conhecemos seus filhos, Su e Johnny Storm (Kate Mara e Michael B. Jordan), que se juntam a Reed no projeto. Os quatro jovens desajustados se teletransportam para um perigoso universo alternativo e acabam alterando suas formas físicas de maneiras chocantes. Com as vidas completamente mudadas, eles terão que aprender a controlar suas novas e assustadoras habilidades e trabalhar juntos para salvar a Terra de um antigo amigo que se tornou inimigo, o Victor Von Doom (Toby Kebbell, em ótima atuação).
Kate Mara (Mulher Invisível) é o elo fraco do elenco, entregando uma atuação apenas mediana. Miles Teller (Sr. Fantástico) não é galã e não tem muito carisma, mas consegue convencer como um nerd cientista.
O destaque fica com Michael B. Jordan (Tocha Humana), que muito fãs criticaram por ser negro e interpretar um personagem que é branco de olhos claros nos quadrinhos, é uma ótima adição no elenco. Uma liberdade criativa acertada dos produtores, que vai deixar os fãs felizes. Ah sim, ele e Sue são irmãos e ela é adotada.
Jamie Bell (O Coisa) aparece pouco em sua forma humana, mas é dele que vem as cenas mais emotivas do filme.
A direção de Josh Trank (‘Poder Sem Limites’) tem momentos brilhantes, e alguns bastante preguiçosos. Enquanto algumas cenas são muito bem desenvolvidas (como a que vemos o Sr. Fantástico com seus membros esticados deitado em uma maca), outras pecam e são muito mal desenvolvidas (os campos de força da Mulher Invisível são risíveis).
Como uma ficção-científica, ‘Quarteto Fantástico’ funciona muito bem. Dos 100 minutos de duração, dois terços são focados no embasamento científico para que o público acredite que a viagem tridimensional é possível e entenda o Planeta Zero, local onde os “heróis” vão e acabam voltando com super-poderes.
O problema está no clímax. Após mais de uma hora ouvindo teorias e conhecimentos científicos, o público espera ser brindado com um final repleto de ação e um embate entre os heróis e o recém-criado vilão. E nada acontece.
O potencial surgimento da franquia está ali, já que os personagens são muito bem desenvolvidos e geram certa empatia com o público, mas vai ser difícil o filme encontrar seu público nas salas de cinema e fazer sucesso comercialmente.
Sabe a expressão “nadar, nadar e morrer na praia”? É a sensação que você tem quando o filme termina. E nem adianta ficar até o fim dos letreiros esperando que algo animador surja em uma cena pós-créditos, porque nem isso tem!
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