Sucesso! De acordo com o Deadline, a sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ deve arrecadar em torno de US$ 75-80 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
O longa abriu com sólidos US$ 33 milhões nesta sexta-feira no país (incluindo a pré-estreia).
Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 100 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 180 milhões.
“Impulsionada pela nostalgia, a continuação alcança o público como um relançamento de uma marca de luxo que realmente funciona. O público se entrega ao apelo do legado, tratando a sequência como um reencontro cultural em vez de uma mera tentativa de ganhar dinheiro fácil, com comparações a continuações aguardadas por muito tempo, como ‘Top Gun: Maverick’, elevando as expectativas. Há um forte entusiasmo impulsionado pelo elenco, especialmente em torno de Meryl Streep e Anne Hathaway, onde a jovialidade se torna parte da mitologia da marca, e não uma distração,” declarou o RelishMix, que ainda destaca o forte apelo do projeto nas redes sociais.
‘O Diabo Veste Prada 2’ já está em exibição nos cinemas nacionais.
A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.
Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci retornam.
Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.
A sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ já iniciou as filmagens de sua principal fotografia e trouxe novos membros ao elenco.
Claudia Kim (‘A Torre Negra’) viverá uma atração do circo de feitiçaria, William Nadylam será um novo feiticeiro chamado Yusuf Kama, Ingvar Sigurdsson dará vida a um caçador de recompensas, Olafur Darri Olafsson será o dono do circo, Skender, e Kevin Guthrie entra para a trama como o chefe do Congresso Mágico dos Estados Unidos.
Também foi divulgada a sinopse oficial:
“Como prometeu que faria, Grindelwald conseguiu fugir e vem reunindo mais seguidores para sua batalha – sempre deixando bruxos acima dos não-maj. O único capaz de detê-lo é o bruxo que já foi seu amigo mais querido, Alvo Dumbledore. Porém, Dumbledore precisará da ajuda do bruxo que já frustrou Grindelwald uma vez, seu ex-aluno Newt Scamander. A aventura reúne Newt com Tina, Queenie e Jacob, mas sua missão também testará a lealdade deles à medida que enfrentam novos perigos em um mundo mágico cada vez mais perigoso e dividido”.
Vale lembrar que recentemente Jude Law havia sido confirmado como o jovem Albus Dumbledore, ao lado de Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange). Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander.
J.K. Rowling, que estreou como roteirista no grande sucesso mundial ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, também escreveu o roteiro do segundo filme da franquia.
A sequência ‘WiFi Ralph‘ foi indicada ao Oscar 2019, mas a estatueta acabou sendo levada por ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
No entanto, a animação da Disney está sendo comercializada como vencedora do prêmio. Em uma prateleira repleta de edições do filme no formato Blu-Ray, um anúncio em destaque apresenta a continuação com as devidas honras.
O erro foi registrado por um usuário do Reddit e não se sabe qual foi loja que cometeu a gafe em questão.
Confira:
A animação ultrapassou a marca de US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais. Com US$ 198 milhões arrecadados apenas nos EUA, o longa soma mais de US$ 306 milhões no mercado internacional.
Ao total, o filme já arrecadou mais de US$ 505.4 milhões mundialmente.
Para termos de comparação, essa sequência já superou a bilheteria do primeiro filme, que arrecadou US$ 471.2 milhões mundialmente.
‘WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.
Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.
A Disney divulgou um novo vídeo da popular sequência em animação ‘Frozen II‘.
O material traz a canção ‘Show Yourself’ na versão karaokê, para os fãs poderem cantar direto em meio à reclusão social.
Assista:
Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.
A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreia apenas na próxima sexta-feira (18) e para aguçar ainda mais o entusiasmo dos fãs, a Marvel Studios divulgou um novo teaser.
Além de anunciar a vindoura chegada da produção, o vídeo promocional reúne rápidas sequências de ação que são de tirar o fôlego.
Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada pela crítica especializada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica.
O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis.
Confira as principais reações do momento:
“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”.
Marvel fans are going to LOVE the #FalconAndWinterSoldier premiere. While it’s not as creative as #WandaVision (yet), I was impressed by how much it delves into the psychology of both leads, exploring a different facet of grief and trauma. The movies could learn a lot from this👊 pic.twitter.com/p6VUEpO28A
“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”.
So #FalconAndWinterSoldier has a lot to love in the first episode, especially if you’re already all in on these characters (I am), it just also does what WandaVision did in really highlighting how the MCU has done them (Sam ESPECIALLY) dirty for the last, like, seven years.
“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”.
It opens w/ an absurdly awesome action sequence featuring #SamWilson & a villain I loved to see again. It’s 100% 3D IMAX worthy. Jaw dropping. 1/? pic.twitter.com/jR01XwRFAp
“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”.
Oh hey I guess I can say I’ve seen the first episode of #FalconAndWinterSoldier? Probably more character development for these 2 characters in these 45 minutes than the previous 10 films. Big scale with some nice “what’s it REALLY like to be a superhero” moments. I’m in.
“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”
The first episode of #FalconAndWinterSoldier sets everything up and it really connects you to Sam and Bucky like we did with Wanda. I can’t wait to get to know them more. The action scenes!!! Damn 🔥🔥🔥! pic.twitter.com/K5J56ho7v7
“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”.
#FalconAndWinterSoldier is the most real, human, property that #Marvel has made so far. By that, you get to see the human element of superheroes like you never have before. Not one to be outdone, the first episode leaves you off with a teaser you have to see to believe. pic.twitter.com/16sdUaexlo
— That Hashtag Show (Official) (@ThatHashtagShow) March 12, 2021
“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:
Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.
Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022
Entre um semblante cansado e um corpo fatigado pelas marcas do excesso de peso, Charlie é um homem solitário e recluso, que se esconde em uma pequena casa pouco arejada e fria, que ressoa a chuva torrencial que insiste em cair sobre o telhado. Nesse cenário, surge um Brendan Fraser diferente. Com uma maquiagem elaborada capaz de gerar bastante controvérsia entre militantes, ele estampa a delicadeza e a tristeza de alguém que abriu mão de si mesmo e passa os seus dias à deriva de sua própria existência, à espera do seu inevitável fim. Assombrado pelas consequências de suas escolhas duvidosas e por um passado doloroso, ele é um professor universitário que faz de suas aulas online o artifício que precisa para esconder suas feições do restante do mundo.
O título A Baleiapode gerar a impressão errada. Ao contrário do que muitos inevitavelmente poderiam sugerir, o título do novo drama de Darren Aronofsky de fato faz uma alusão direta ao clássico da literatura Moby Dick. Apaixonado pela arte da escrita, Charlie é apegado a um antigo papel que traz uma breve análise sobre o livro. Sempre que se sente diante de alguma crise em sua saúde, se volta para as curtas linhas escritas a fim de se acalmar. A simbologia desse profundo e misterioso instante são explicadas ao longo da narrativa, que ainda mostra a reconexão entre um pai distante e sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), que cresceu debaixo do fantasma do abandono. E aqui, essas duas pessoas tão distintas formam dois extremos de uma mesma moeda: Enquanto uma é vítima da alienação parental, o outro é reduzido ao abandono pessoal e social, por medo das opiniões alheias.
Ao longo dessa jornada, Fraser dá vida a um pai que tenta reconstruir sua história com sua filha, a partir de uma relação disfuncional regida pelo abuso verbal, desrespeito e falta de autoridade. E nesse contexto, ainda estamos diante de uma penosa história de redenção, acompanhando as agruras de um pai que vive sob o medo. E sua dor, seus anseios e suas mágoas nos acompanham, queimando nossa alma tamanho o brilhantismo da performance de Fraser. Se submetendo ao estado de mais pura fragilidade psicoemocional, o carismático ator ressurge como a fênix em um protagonismo há muito tempo esperado por nós. Após anos subjugado ao ostracismo – em virtude de uma denúncia de abuso sexual que envolvia um executivo de Hollywood -, ele faz de A Baleia sua própria história de redenção, mostrando seu poder de renascimento como um artista que jamais deveria ter sido ignorado por compartilhar um trauma sofrido nos bastidores.
Com uma performance apaixonante que parte nossos corações, o astro de A Múmia entrega em seu olhar muito mais do que qualquer diálogo poderia expressar e nos convida para a sua dor a partir de uma caracterização complexa, emocionalmente delicada e difícil de ser digerida. Trazendo um nível de sensibilidade extrema a um personagem que facilmente poderia cair no radar das agendas contemporâneas que negam a obesidade mórbida como uma doença, ele presenteia a audiência com um trabalho puro, cuidadoso e sensato – capaz de se identificar com todos os tipos de público. Provando ser um dos candidatos mais fortes ao Oscar 2023 – ao lado de Austin Butler e de sua versão de Elvis, Brendan Fraser tem chances reais de redefinir sua carreira com a tão sonhada estatueta. E com uma elaborada sinergia que exala em cada cena, Fraser, Sink e Hong Chau formam um trio poderoso que retrata três facetas tão diferentes de um mesmo tipo de sofrimento.
Concentrando sua trama em um único ambiente, a adaptação da peça homônima de Samuel D. Hunter(que também assina o roteiro) ainda destaca a habilidosa direção de Aronofsky, que sabe explorar os ângulos extremos para ampliar a sensação de espaço entre os personagens, à medida em que também é capaz de construir uma atmosfera claustrofóbica, que sufoca tanto eles, bem como o público. E abordando um tema menos abstrato, que deixa de lado aqueles entraves da psique que já vimos em seus longas anteriores, o aclamado cineasta entrega um excelente trabalho e faz da performance de Fraser o norte que guia toda a sensibilidade do longa. E ainda que haja um certo sentimentalismo às vezes forçado, A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um emocionante conto sobre perdão e reconciliação familiar.
Ganhador da Palma de Ouro do Festival de Cannes, Triângulo da Tristeza (Triangle of Sadness) coloca em um plano jocoso a luta de classe e o embate sobre os prazeres e as agruras do capitalismo.
Assim como em Parasita (2019), de Bong Joon-ho, Triângulo da Tristeza utiliza o timing cômico para apresentar uma envolvente e ácida crítica social. Com um currículo de seis filmes impressionantes, o sueco Ruben Östlund, responsável pela direção e roteiro, expõe desta vez uma nova classe de privilegiados, os “influencers”, por meio de diálogos mordazes e situações bem-humoradas.
Cena debochada de um casting de modelos.
Em seu filme anterior, The Square – A Arte da Discórdia (2017), igualmente premiado com a Palma de Ouro em Cannes, Östlund já tinha apresentado o seu modo intenso de trabalhar uma crítica a partir de particularidades individuais à esfera coletiva. A comparação com a obra coreana Parasita, não é por acaso. São ambos filmes com proposições políticas e de comando à reflexão, ao mesmo tempo em que se propõem encantar e divertir o público.
Desde a cena inicial, numa sala repleta de modelos masculinos para um teste de casting, Triângulo da Tristeza já ostenta o seu tom de ironia, o qual é exacerbado ao longo das 2h20 de filme. O extenso tempo não é motivo de preocupação, cada minuto é um deleite da criatividade do autor.
Do exemplo mais corriqueiro de glamour e frivolidade, a gente acompanha o casal Yaya (Charlbi Dean) e Carl (Harris Dickinson). Eles são o centro da primeira parte narrativa, dividida em três. O bate-boca entre eles prepara suavemente o terreno para as intempéries seguintes. Vale lembrar que a carreira promissora da sul-africana Charlbi Dean foi precocemente interrompida após uma parada respiratória, em agosto deste ano.
Após um jantar, eles abrem uma longa discussão – sempre jocosa – sobre o pagamento da conta do restaurante. A começar deste gesto trivial, o diretor/roteirista desenrola o debate sobre dinheiro, poder e manipulação.
Depois de um tenso começo, o longa nos leva para um cruzeiro com o jovem casal de modelos e outros passageiros ainda mais exóticos. A mudança de ambiente abre o segundo capítulo da história.
Quem são as pessoas que viajam em um transatlântico? Segundo os critérios burlescos do filme, os “endinheirados” e os “influencers”. Na era do Instagram todo passeio, monumento ou momento extraordinário, no sentido, fora da rotina, torna-se uma pose a ser compartilhada na rede. Nesta disputa, quem mais compartilhar momentos de prazer com um belo filtro, ganha… seguidores.
Entre os passageiros, estão homens que não dispensam a oportunidade de gabar-se de suas posses e mulheres que amam ostentar um controle sobre os outros. Neste cenário, os tripulantes e funcionários do cruzeiro têm apenas uma missão: satisfazer os clientes. Comandados pela chefe de operações, Paula (Vicki Berlin), eles devem sempre concordar com a vontade dos hóspedes e obedecer os seus pedidos mais estapafúrdios.
Darius (Arvin Kananian) e O Capitão (Woody Harrelson)
Dentro deste animado navio, o capitão é um bêbado, esnobe e avesso ao capitalismo do modo mais sonso possível. Inspirado pela tônica burlesca, Woody Harrelson – muito próximo dos seus personagens em Zumbilândia (2009) e Jogos Vorazes (2012) -, intensifica o tom nonsense da vergonhosa mistura de humilhação e esnobismo do enredo.
Por conta da falta de comunicação entre a coordenadora de tripulação e o comandante embriagado, o jantar do capitão ocorreu em um dia de tormenta marítima. Dali, é provocado as cenas mais hilariantes do filme, um show de vômitos e diarreia. Algo que todos os seres humanos, sejam eles faxineiros ou proprietários de terras, estão sujeitos a passar.
Neste pé de igualdade, a noite de tempestade é permeada por discussões ébrias – e sempre chistosas – entre um russo capitalista e um estadunidense marxista, e termina numa explosão. O acontecimento é tão engraçado quanto todas as situações anteriores e nos leva à terceira parte do filme: o embate final.
Numa ilha deserta, quem sobrevive é quem sabe caçar a comida e acender o fogo. Desse modo, a faxineira do navio Abigail (vivida pela filipina Dolly De Leon) toma partido dos seus conhecimentos sobre outros sobreviventes. Assim, toda a dinâmica de poder, sedução, autoridade discutidas desde da cena de casting e do jantar entre os namorados é entrelaçada.
Como o Triângulo da Tristeza conquistou o júri de Cannes? Assim como emForça Maior(2014) e The Square (2017), Ruben Östlund cria uma sátira político-social naturalmente engraçada e impactante. Em outras palavras, o diretor coloca o dedo nas nossas feridas sociais, mas como uma farsa, assim o processo catártico não é dolorido.
Na trama, um jovem termina um relacionamento e pensa que não terá dificuldades em superar sua ex-namorada. Porém, seus sentimentos não condizem com sua postura, já que a dor da perda se acentua.
O ator Tom Welling, que ficou conhecido como o Superman de ‘Smallville’ e está atualmente no elenco de ‘Lucifer’, foi confirmado como um dos artistas convidados para a Comic Con Experience 2018.
A presença do ator faz parte das comemorações dos 80 anos do personagem. Ele estará no evento nos dias 07, 08 e 09 de dezembro.
A edição comemorativa de cinco anos da CCXP acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro de 2018, em São Paulo. Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa e novas informações atualizadas.
Nos últimos anos, a Disney tem variado bastante no desempenho de suas novas animações. Enquanto algumas já nasceram clássicos, como Frozen, há outras que tem gente que sequer sabe que existem, como Mundo Estranho. E assim foi a trajetória da Disney ao longo das décadas, alternando grandes sucessos com outras histórias que não cativavam tanto. Mesmo assim, há alguns desses filmes que não “bombaram” com o público que são verdadeiras joias da animação. Então, selecionamos cinco desses longas menos populares que merecem sua atenção neste fim de semana.
Ah sim, vale ressaltar que todas as animações citadas neste texto estão disponíveis no catálogo do Disney+. Confira lá!
As Peripécias de um Ratinho Detetive
Lançado na década de 1980, em que a Disney penava para emplacar um sucesso absoluto, As Peripécias de um Ratinho Detetive apelou para uma aventura de suspense inspirada no maior detetive da literatura britânica: Sherlock Holmes. O longa acompanha o excêntrico Basil, um rato detetive que divide com Sherlock a paixão pelos mistérios. Então, quando seu caminho se cruza com o de uma pequena garotinha, cujo pai foi sequestrado pelo Professor Ratagão (Vincent Price), ele parte em uma investigação bastante sombria para os padrões da Disney, envolvendo cabarés, lutas físicas e uma trama que planeja acabar com a vida da rainha caso Basil não tenha êxito em seu trabalho. Tudo isso ambientado na cinzenta e escura Londres de 1800 e vovô garoto.
Oliver e sua Turma
Último filme da Disney lançado antes da revolução causada por A Pequena Sereia (1989), que ditaria os rumos das animações da década de 1990, Oliver e sua Turma não deve ser o filme favorito de ninguém, mas é uma aventura musical muito divertida que explora um cenário não tão comum para a Disney: as ruas de Nova York. Nesse cenário urbano, o filme acompanha o jovem gatinho órfão, Oliver, que é acolhido por uma matilha de cães de rua que rivalizam com uma gangue de dobermans da máfia. Em meio às confusões dos dois, uma menina rica acaba encontrando o Oliver e decide adotá-lo. Sem saber da sorte grande do felino, o cães tentam resgatá-lo, mas tudo vira uma grande confusão nessa história sobre amizade, malandragem e estilo de vida nova-iorquino do século passado. É uma produção tão anos 80 que conta com músicas de Billy Joel (que dá voz ao Esperto) e Huey Lewis.
Atlantis: O Reino Perdido
Se a Disney viveu um sonho nos anos 90, o mesmo não pode ser dito da primeira década dos anos 2000. Enquanto DreamWorks, Pixar e Blue Sky revolucionavam o mercado com suas formas diferentes de contar histórias, a Disney tentou se adaptar, mas arrastando a estrutura narrativa que a levou ao topo na década passada, gerando algumas produções sem identidade e sem tanto apelo com o público. Mesmo assim, houve projetos que se salvaram e fizeram obras realmente boas, como essa aventura de fantasia sobre o reino perdido de Atlântida, que traz a estética steampunk para o mundo Disney junto a uma série de personagens carismáticos. A trama acompanha Milo (Michael J. Fox), um linguista que encontra cifras que indicam como chegar à lendária Atlântida. Assim, ele se une a um grupo de mercenários para embarcar em uma aventura pelas profundezas do oceano, onde ele encontrará e se apaixonará por esse reino perdido.
Irmão Urso
Esse filme não ser considerado um clássico incontestável Disney é um dos maiores mistérios da humanidade, porque ele traz o auge da estética do estúdio – com umas das mais belas animações 2D já feitas -, tem uma trama criativa e fascinante envolvendo os povos originários da América do Norte, traz personagens ridiculamente carismáticos e ostenta uma trilha sonora original mais uma vez comandada por um inspiradíssimo Phil Collins. A história acompanha Kenai, um jovem nativo-americano que ganha de sua anciã o totem do Urso do Amor. Ridicularizado por seus amigos e parentes, ele sai atrás do urso que roubou os peixes do grupo para provar que ele é homem. Só que essa caçada termina com mortes e consequências terríveis. No entanto, os espíritos ancestrais decidem dar a Kenai uma nova chance, transformando-o em urso. Então, para retornar a sua forma humana, ele precisa se reencontrar com os espíritos. Mas, para isso, ele vai acabar se envolvendo em uma jornada com o tagarela e adorável ursinho Koda. Repete comigo: Ko-da. É um filme que tinha tudo para nascer clássico, mas que inexplicavelmente não caiu nas graças do povo na época. O mais interessante é que tanto em inglês quanto em português, Kenai é vivido por grandes atores: Joaquin Phoenix e Selton Mello.
A Família do Futuro
Fechando a lista de hoje, mas não menos importante, temos A Família do Futuro. Esse filme é a definição perfeita de subestimado, porque seu visual exótico afastou muita gente, ainda mais em uma época na qual o 3D ainda buscava seu espaço nos cinemas do mundo, mas traz uma história poderosíssima de drama e aventura. A trama gira em torno do pequeno Louis, um órfão que sonha mais que tudo em ter uma família, só que suas trapalhadas causadas pelo amor à ciência fazem com que ninguém queira adotá-lo. Então, ele cria uma máquina capaz de recuperar memórias para tentar descobrir quem é sua mãe. O problema é que um terrível vilão do futuro vai usar essa máquina para o mal. Assim, o jovem Wilbur usa uma máquina do tempo para impedir que Louis deixe esse aparelho cair nas mãos erradas. Para isso, ele leva o menino para o futuro, onde ele vai descobrir como é ter uma família e que cometer erros faz parte de todo processo genial. Sério, se for assistir, já separe uns lencinhos.
Lembrando novamente que todos os filmes da lista estão no catálogo do Disney+.
São muitas as histórias de guerra. São tantas quanto o número de guerras que o mundo já criou. A maioria delas é desconhecida pelo público, até porque até muito recentemente os livros e os filmes só contavam as versões dos vencedores e heróis dessas batalhas. Ainda que continue contando essas versões também, alguns pontos começaram a mudar de uns anos para cá, fosse o perfil do herói, fosse o perfil do tal vencedor, questionando, inclusive, estas alcunhas dadas a indivíduos e situações que, muitas vezes, não os mereciam. Em outras ocasiões, os feitos simplesmente não chegaram ao público, por motivos múltiplos. Uma dessas histórias chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros com o longa ‘Irmãos de Honra’.
Tom Hudner (Glen Powell) acaba de ser transferido para uma base da marinha nos EUA, onde conhece Ward (Joseph Cross), Buddy (Boone Platt), Mohring (Nick Hardgrove), Bo Lavery (Spencer Neville), Goode (Joe Jonas), Koening (Daren Kagasoff) e o introvertido Jesse Brown (Jonathan Majors), único piloto negro do esquadrão naquela década de 1960. Era para ser só um treinamento de rotina, mas o grupo acaba sendo enviado para o outro lado do mundo, num esforço de Washington em se aliar com a Coreia do Sul na guerra contra a Coreia do Norte. Nesse período, Hudner irá aprender que a guerra, a marinha e as regras impactam na vida de Jesse Brown de uma maneira diferente do que ele mesmo tinha vivido em sua experiência. E que o que torna os homens herói vai muito além do que guerras e batalhas sem sentido.
Inspirado em eventos reais da vida do marinheiro Jesse Brown, ‘Irmãos de Honra’ é desses filmes que buscam engrandecer o orgulho estadunidense, construindo narrativas que enobrecem os feitos de militares e marinheiros. Para contar a história desse único piloto negro do esquadrão, o roteiro de Jake Crane e Jonathan Stewart – baseado no livro de Adam Makos – parte do ponto de vista de Tom Hudner, um piloto branco que, supostamente, aprende um monte de coisas sobre o racismo estrutural vigente na marinha, ainda que esse ponto não seja debatido abertamente. Com o protagonismo em Hudner, todos os preconceitos que Brown sofre são suavizados na telona porque Hudner parece não entender o porquê de as coisas serem pesadas de maneira diferente, e essa inocência extrema pode impacientar o espectador.
J. D. Dillard (da série ‘The Outsider’) estende o tom dramático-biográfico de seu filme por tempo demais (o filme tem duas horas e vinte de duração), focando a maior parte de sua película nos episódios cotidianos da vida na marinha em vez de na ação propriamente dita. Estas, quando ocorrem, já no terceiro arco de quatro do longa, são bem imersivas, de modo que o espectador que gosta de filmes como ‘Top Gun: Ases Indomáveis’, ‘Con Air’ e ‘Questão de Honra’ será bem contemplado com as sequências de voo no ar; porém, até que estas ocorram, o filme se desenvolve mais como um ‘Pearl Harbor’, ou seja, com ares de Oscar, mas sem envolver tanto a quem assiste. Com Joe Jonas em seu primeiro filme sério da carreira, ‘Irmãos de Honra’ vale pelas cenas de ação dos caças, ainda que não sejam muitas.
A segunda metade da quarta temporada de uma das séries mais engraçadas da Netflix, Unbreakable Kimmy Schmidt, não apenas dá uma conclusão para a saga da personagem-título, mas também traz Jon Bernthal como convidado, bem como piadas focadas na parceria da plataforma com a Marvel, Demolidor.
No episódio Kimmy Fights a Fire Monster, Titus (Tituss Burgess) ganhou um papel de grande importância na série em questão, que nunca foi ao ar, dando vida a um porteiro do apartamento em que Matt Murdock (Charlie Cox) vive.
Também dando as caras no episódio está Bernthal como Ilan, interesse romântico de Titus, que logo o vê num lava-rápido perto de seu carro. Apesar dos cômicos flertes, o quase-romance é acabado quando – spoiler – revela-se que o personagem de Bernthal é um investigador particular tentando descobrir podres de um aspirante a ator, que recentemente participou da série Demolidor como porteiro.
Unbreakable Kimmy Schmidt infelizmente chegou ao fim de sua transmissão na Netflix, assim como Demolidor, que foi cancelada após a terceira temporada. O Justiceiro, entretanto, protagonizada por Bernthal, está em sua segunda temporada.
Todos os episódios das séries citadas estão disponíveis no serviço de streaming.
A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas lyrics que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração. De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há cinco anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que culminou, finalmente, na divulgação de sua intimista quarta obra, intitulada ‘Sunshine Kitty’. E, diferente do que podemos imaginar, seu controverso título mergulha numa melancólica jornada que nega um escopo ensolarado e prefere entregar algo mais agridoce e com a mesma profundidade que suas iterações predecessoras.
Em sua mais nova epopeia musical, Tove Lo recupera mais uma vez o controle de suas produções e fica responsável por todas as canções de forma propositalmente solitária, imprimindo as conhecidas características de sua discografia ao mesmo tempo que convida outros nomes conhecidos (e inesperados) para ajudá-la nesse processo. Partindo de uma premissa paradoxalmente sintética e natural, ela busca por uma extensão de seu último CD lançado (‘Blue Lips’, 2017) e explora as múltiplas camadas do synth-pop enquanto se alia com uma vanguardista tendência do PC music, convidando-nos para revisitar os primeiros anos da década passada e o nascimento do electro-music.
Logo, a breve introdução “Gritty Pretty” funciona como uma espécie de “ato de contrição” que reúne em um mesmo lugar as sonoridades encontradas nessas 14 novas faixas – desde as baladas guiadas pela guitarra até as obrigatórias dissonâncias que conversam com o nicho eletrônico. O pano de fundo também serve como prólogo para “Glad He’s Gone”, track na qual a lead singer usa e abusa de sua extensão em soubrette para premeditar cada uma das estrofes, além de deixar bem claro que irá se restringir ao recuo de um delicioso e melódico mezzosoprano. E, bom, se em “Habits” essa eu-lírico mergulhava em um angustiante tour-de-force, aqui ela se vê de frente para uma superação e um amadurecimento que vão de encontro à sutil sonoridade e ao aspecto enganoso de romance: na verdade, como ela repete diversas vezes, “você está melhor, estou feliz que ele se foi”.
É inegável dizer que Tove Lo procura nos entregar algo diferente do que tantos outros membros da indústria fonográfica vêm entregando nos últimos meses, mas ela não consegue (ou não quer) se desvencilhar de inúmeras referências automaticamente reconhecíveis. Temos uma drenagem familiar em “Bad as the Boys”, no qual divide os holofotes ao lado do tradicional pop de ALMA, e uma minimalista abordagem com “Sweettalk my Heart”, que funde elementos desde “Borderline” até “The Way It Is”. Mas isso não é tudo: essa inclinação permite também que as faixas em questão se afastem de um anacronismo amador e abracem uma crescente e bem-vinda atemporalidade.
‘Sunshine Kitty’ não é apenas sagaz o suficiente para entrelaçar o novo e o antigo, mas também bombardeia os ouvintes com um incontrito electro-dance que viaja pelas décadas de 1980, 1990 e 2000 sem se importar em reverenciar essas três épocas das formas mais inesperadas possíveis. Nesse território, a artista partilha de seus esforços com Jax Jones na sensual e mística “Jacques”, traça uma colaboração abrasileirada com o funkeiro Mc Zaac em uma interessante soturnidade que nos rouba a atenção do começo ao fim na track “Are U Gonna Tell Her?” (com harmonizações surpreendentes) e cria um estilo movido puramente pelos sintetizadores e por um ambience-pop ao lado da lendária Kylie Minogue em “Really Don’t Like U” – que, sem sombra de dúvidas, configura-se como um dos ápices do álbum.
Tove Lo também mostra que não está alheia aos estilos explorados nos dias atuais, voltando-se para uma versão acuada e minimalista do trap que, apesar de aprazíveis, encontram-se em uma dificultosa situação de não conseguir se desvencilhar dos convencionalismos estruturais. É basicamente isso que ocorre com a dramática “Mateo” e é reparado com “Come Undone”, cujo recuo em mid-tempo preza por uma elegante e sexy transição entre seus atos. Já em “Equally Lost”, os aspectos em questão deixam de existir em prol de algo mais latino, diferente de qualquer coisa que já ouvimos dentro de sua ainda jovem carreira.
“Shifted” insurge como inevitavelmente a melhor música do álbum por diversas razões: desde sua resplandecente atmosfera dark, passando pela perfeição vocal da cantora e a culminação no melodrama almejado pelo impacto dos sintetizadores em paralelo aos acordes do violão – tudo caminhando para uma teatral e antirromântica rendição. Felizmente, a clareza sonora dessa peça é seguida pelo avant-pop de “Mistaken”, que pode até perder um pouco de seu brilho por se assemelhar a outras produções, mas presta atenção nos deslizes cometidos e atinge seu propósito.
Tove Lo retorna em gloriosa forma com uma obra inebriante e transbordando com artísticas tendências à frente de seu tempo – sem deixar que essa originalidade ofusque marcas saudosistas e que refletem sua inserção numa época categórica da música contemporânea. Por tais razões, ‘Sunshine Kitty’ aproveita de seus propositais fragmentos para dilacerar e costurar, ao mesmo tempo, um percurso sensorial conduzido por intimistas e melancólicas declamações.
A Universal Pictures anunciou hoje (14) que as filmagens de ‘Jurassic World: Dominação’ foram suspensas até segunda ordem devido à pandemia do Coronavírus (que já infectou mais de 145 mil pessoas ao redor do mundo).
A produção ainda não tem retorno previsto.
A estreia da sequência continua programada para o dia 11 de junho de 2021.
Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.
O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.
“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”
Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:
“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.
Dias depois de lançar o 1º single do álbum ‘Disco’, Kylie Minogue revelou a data de lançamento do videoclipe oficial de “Say Something”: sexta-feira, 07 de agosto.
A música já está disponível em todas as plataformas, incluindo Spotify.
Ouça:
Com estreia marcada para o dia 06 de novembro, o 15º álbum da princesa do pop australiana será o retorno de Minogue para suas raízes, com uma identidade que remete às discotecas dos anos 1970.
Confira a capa do álbum:
A artista, ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performersdos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete – estilo que vem usando e reinventando desde seu début com seu álbum homônimo.
Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”, “In Your Arms” e “Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado ‘Fever’ (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.
Minogue fez seu último lançamento de inéditas em 2018, mergulhando de cabeça no country-pop com ‘Golden’. Em 2019, lançou o incrível ‘Step Back in Time: The Definitive Collection’, compilado de seus maiores sucessos que estreou no topo das paradas mundiais – e que ganhou uma versão estendida no mesmo ano.
Depois de ter anunciado que o reboot de ‘Mortal Kombat’ irá estrear em 16 de abril de 2021 nos cinemas e na HBO Max, a Warner Bros. divulgou um novo cartaz oficial da produção.
‘Mortal Kombat‘ é escrito por Greg Russo e conta com produção de James Wan.
O elenco também conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).
A trilha sonora ficará por conta de Benjamin Wallfisch (‘It: Capítulo 2‘).
O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.
Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.
Ryan Murphy sempre trouxe bastante representatividade para as produções que comandava, fosse de um modo mais fabulesco, como em ‘Glee’, fosse acrescentando elementos de terror, como em ‘American Horror Story’. Mas nada se compara à importância estética e narrativa de ‘Pose’, uma das obras televisivas mais aclamadas do século e uma das mais originais, sem sombra de dúvida. Na série, Murphy nos transporta de volta para a emergente cultura dos ballrooms e do voguing dos anos 1980 e 1990, apresentando o público ao maior elenco transgênero a já ocupar um serviço mainstream em complexos arcos narrativos e uma ode de solidariedade a uma comunidade que sofre diariamente com parcos prospectos de vida e preconceito infundado.
Em 2021, o showrunner, que mais uma vez retomou trabalho com Brad Falchuk e chamou a ajuda de Steven Canals, anunciou que a terceira temporada seria a última da saga, para a infelicidade dos fãs. Não é surpresa que boa parte daqueles que vinham acompanhando a saga de Blanca, Elektra, Pray Tell e tantos outros estivessem animados para a vindoura estreia dos novos episódios – e tanta espera valeu a pena: os dois primeiros capítulos dessa emocionante ano de conclusão já começam com um soco no estômago ao trazer um evocativo e nostálgico glamour aliado a temas de extrema importância, desde vício em drogas até o errôneo entendimento do que realmente era a epidemia de HIV/AIDS nos Estados Unidos – discussões que existem até hoje e que servem para entendermos tanto o trágico histórico dos LGBTQIA+ quanto a luta pela igualdade de direitos.
A princípio, tinha-se uma visão bastante clara de onde o protagonismo estaria: em Blanca Rodriguez-Evangelista (Mj Rodriguez) e em suas andanças pelas ruas de Nova York como uma mulher trans que buscava fundar a própria casa. Depois de recrutar meninos de rua que foram expulsos de casa e aliar-se a amigas de longa data, Blanca emergiu como uma forte e destemida personagem que, vivendo com o mortal vírus da época, percebeu que a vida era muito mais do que se esconder nos becos escuros da cidade grande e se render ao medo: a vida é uma celebração de tudo de bom que existe – e deve ser explorado ao lado das pessoas que amamos.
Talvez por esse motivo a estreia da terceira temporada venha com uma sensação agridoce, nos levando de volta para essa expoente e vibrante cultura que servia como escape e como movimento de resistência para uma minoria assassinada diariamente. E, no centro dessa beleza, mentiras que abalam as fortes estruturas de uma família fundada por escolha, não por laços sanguíneos – como o fato de Pray Tell (Billy Porter) estar se rendendo dia a dia ao alcoolismo, sem perspectiva de continuar seguindo em frente ao ver que todos os seus conhecidos estão lhe dando adeus.
Nem tudo são catástrofes; aliás, o roteiro supervisionado por Canals e trazendo nomes como Janet Mock e Our Lady J para auxiliarem-no, deixa isso bem claro. O cotidiano é movido por altos e baixos e, dessa forma, nossos personagens também seriam. O relacionamento outrora complicado de Blanca e Elektra (Dominique Jackson) amadurece em níveis assustadores e une a ousadia de duas powerhouses para conseguirem o que bem entenderem, seja a compreensão acerca da situação de Pray Tell, seja os prêmios dos bailes noturnos que a tirariam da aposentadoria e reclamariam por um trono que lhes pertence por direito. É aqui que outras subtramas ganham forma, ainda mais quando infundidas com o recém-acrescentada imodéstia predatória de Lemar Khan (Jason A. Rodriguez), que representa a potência diabólica de uma geração que não tem qualquer respeito pelo passado.
A iteração se beneficia principalmente por servir como ponte entre os dias de outrora e um futuro que aponta para o momento em que vivemos. Ambientada agora em 1994, quase um ano mais tarde dos episódios anteriores, é notável de que forma os protagonistas compreendem os erros que cometeram no passado e desejam crescer, por mais que a verdade doa. É nesse quesito que Rodriguez e Jackson roubam todas as cenas em performances que oscilam entre a comédia e a tragédia com simplicidade e naturalidade cativantes. A química que as duas compartilham nas cenas é auxiliada pela atuação aplaudível de Indya Moore como Angel, que recai nas drogas mais uma vez; Hailie Sahar como Lulu, que mergulha de cabeça em uma ascensão e queda que deve ser mais explorada nos capítulos seguintes; e Angel Bismark Curiel como Lil Papi, que conseguiu um trabalho digno e nutre de um amor incondicional por Angel.
POSE — Season 3, Episode 1 — Pictured: Mj Rodriguez as Blanca, Billy Porter as Pray Tell, Angel Bismark Curiel as Lil Papi. CR: Eric Liebowitz/FX
É admirável o modo como Murphy articula cada um dos aspectos de modo a fugir ou tentar fugir das obviedades cênicas. É claro que lidamos com uma espécie de dramatização documental de pessoas reais, ainda mais considerando que a série funciona como uma extensão do emblemático ‘Paris Is Burning’; mas a fusão entre altos e baixos é o que fornece o dinamismo necessário para ficarmos grudados nas telinhas do começo ao fim, procurando descobrir o que vai acontecer. Eventualmente, algumas peças fora do lugar esbarram na epifania frenética, mas nada que não seja apenas um tropeço.
‘Pose’ retorna com força após um longo tempo sem nos agraciar com enredos potentes e um elenco de ponta. Abrindo do modo mais espetacular possível, o novo ano pretende unir o melhor das incursões anteriores para um grand finale digno de uma das maiores séries da atualidade.
A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.
Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, reprisa o personagem na versão cinematográfica. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.
Nik Dodani será Jared, amigo da família de artistas de Evan, enquanto Amandla Stenberg erá Alana, colega de classe de Evan que esconde uma profunda solidão. Stenberg também irá performar uma música original do longa. Julianne Moore interpretará a mãe do protagonista titular.
Kaitlyn Dever dará vida a Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo. Colton Ryan será Connor, um dos catalisadores principais da narrativa. Amy Adams será a mãe de Connor, enquanto Danny Pino será seu marido.
A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.
A peça conquistou seis Tony Awards em 2017, incluindo o de Melhor Musical.
Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível‘) assina a direção do projeto. Benj Pasek e Justin Paul ficam a encargo da trilha sonora.
Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, fica responsável pelo roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel entram como produtores do filme.
Poucas semanas da estreia da 6ª temporada, a Showtime revelou que o aclamado drama ‘Billions’ foi oficialmente renovado para o sétimo ciclo (via Variety).
Entretanto, detalhes sobre a próxima iteração não foram revelados.
A série foi criada por Brian Koppelman, David Levien e Andrew Ross Sorkin.
Situada nos bastidores de Wall Street, a história acompanha a relação entre Chuck Rhoades, um Procurador de Justiça com temperamento agressivo, com Bobby Axelrod, um dos homens mais ricos do país.
O elenco inclui Toby Leonard Moore, Daniel K. Isaac, Paul Giamatti, Damian Lewis, Maggie Siff, Malin Akerman, David Costabile e Condola Rashad.
‘The Girl From Plainville‘, série criminal estrelada por Elle Fanning, finalmente chegou ao Brasil.
A produção foi lançada na plataforma da STARZPLAY hoje, 10 de julho.
Na trama, Fanning interpreta Michelle Carter, “uma jovem de 17 anos que em 2014 incentivou o suicídio do namorado através de mensagens de texto. Após se conhecerem, os dois mantiveram contato quase que exclusivamente pela internet e ligações. Durante o desenvolvimento da relação, Conrad Roy (Colton Ryan) admitiu para Michelle que tinha pensamentos suicidas. A partir disso, Michelle Carter começa a conspirar com o namorado diversas maneiras para que ele concretize o seu desejo. Depois que Conrad é encontrado morto, a investigação feita pela polícia analisa as mensagens trocadas pelo casal e, aos poucos, Michelle admite que poderia ter feito algo para impedir que a tragédia acontecesse. Por conta disso, Michelle Carter acaba sendo acusada de homicídio culposo e precisa enfrentar um julgamento que decidirá se ela é inocente quanto a morte do seu parceiro”.
Relembre o trailer:
A trama de ‘The Girl From Plainville‘ é baseada na matéria que o jornalista Jesse Barron publicou na revista Esquire sobre o caso real que chocou os Estados Unidos em 2014.
O elenco também conta com Chloë Sevigny, Cara Buono, Kai Lennox e Norbert Leo Butz completam o elenco.
Emily Brontë pode ter lançado apenas um livro durante sua vida, mas tornou-se uma das escritoras de maior prestígio e importância da história. Seu romance, ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, causou bastante controvérsia quando escrito, principalmente por seu retrato em relação a abusos físicos e psicológicos, bem como a denúncia da hipocrisia da sociedade burguesa vitoriana da época – ora, o livro inclusive inspirou a lendária Kate Bush a assinar a canção “Wuthering Heights”. Agora, Brontë ganha uma merecida dramatização cinematográfica na forma de ‘Emily’, biografia estrelada por Emma Mackey em um papel definidor de sua carreira.
A produção funciona mais como um drama psicológico do que como uma biopic convencional: a cena de abertura traz a protagonista titular prestes a morrer, logo depois de sua obra ser publicada. Sua irmã mais velha, Charlotte (Alexandra Dowling), pergunta a ela o que a levou a escrever a narrativa e, a partir daí, somos transportados para os acontecimentos que a levaram a estruturar uma das maiores jornadas literárias de todos os tempos. Como relatado pelo longa-metragem, Emily sempre foi vista como a “estranha” da família Brontë – alheia aos acontecimentos que importavam para o pai, Patrick (Adrian Dunbar), e com anseios que iam de encontro ao tradicionalismo exacerbado defendido pela sociedade em que estava inserida. Não é surpresa, pois, que acompanhamos a luta da escritora contra os papéis de gênero e contra as expectativas de seus parentes – que exigiam dela uma formação educacional dentro dos parâmetros e uma promissora carreira como professora.
Entretanto, isso não impediu que Emily se desvencilhasse de suas obrigações e deixasse a imaginação correndo solta, sentando-se à escrivaninha que tinha no quarto e deixando que as palavras fluíssem de sua pena. É claro que, considerando o peso de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, a vida de Emily não foi nada fácil: de um lado, seu pai mergulhava em um vórtice de decepção e arrependimento ao não saber lidar com a personalidade fugaz da filha; de outro, a jovem se via às sombras de Charlotte, que se estabelecera como uma figura importante dentro do cenário aristocrático, e também se enxergava como uma má influência para Anne (Amelia Gething), a caçula da casa. O único com quem podia contar era o irmão, Branwell (Fionn Whitehead), cujas aspirações a escritor se refletiam em seu apreço pela baderna, pela bebida e pela rebeldia.
Mas nada poderia prepará-la para a emotiva montanha-russa de que desfrutaria com William Weightman (Oliver Jackson-Cohen), curador e novo pastor da igreja local. A princípio odiando a companhia um do outro (uma inclinação a ‘Orgulho e Preconceito’, de Jane Austen), eles desenvolvem uma ardente paixão que coloca em xeque os valores defendidos – e que, dentro do contexto do filme, a leva a escrever a aclamada obra já mencionada. Vale dizer que o romance entre William e Emily nunca foi comprovado, de fato, mas ajuda a estabelecer a estrutura essencial da produção e serve como um envolvente elemento para guiar o espectador.
A produção é uma grande celebração dos sonhos em seu âmago, erguendo-se sob um véu psicológico que toma mais força à medida que nos aproximamos do final. A brutal e por vezes fúnebre atmosfera se afasta das costumeiras investidas do gênero, como as construções panorâmicas e reflexivas de um campo vazio cheio de gramíneas e árvores de pequeno porte; aqui, cada elemento tem um motivo para existir, cortesia do esplêndido trabalho da estreante Frances O’Connor. Afinal, o espaço aberto é colocado como representação física da expansível mente de Emily, em que ela, por muitas vezes, se vê perdida – e o único a acompanha-la, de fato, é Branwell, visto que ambos compreendem um a outro. As cenas com William, entretanto, migram para lugares fechados, quase claustrofóbicos, como se tudo não passe de uma febre passageira que desperta em Emily algo que nunca sentira.
O’Connor sabe como comandar a produção, mas nada disso seria possível sem a presença luminosa de Mackey. Saindo de seu aclamado papel em ‘Sex Education’ e dos filmes ‘Morte no Nilo’ e ‘Eiffel’, a jovem atriz demonstra ter uma versatilidade invejável ao recuperar os trejeitos de Emily ao mesmo tempo que a pincela com criações únicas. O movimento cíclico, a explosão de sentimentos e o gradativo cansaço que sente encarcerada na própria vida são aspectos entregues apenas com o olhar ou com um singelo movimento das mãos, seja quando busca um jeito de escapar ou realidade ou quando resolve enfrentá-la. A admirável performance, como ocorre mais vezes do que gostaríamos de acreditar, deveria ter mais reconhecimento e poderia render à Mackey algumas indicações na temporada de prêmios.
‘Emily’ não é uma mera cinebiografia, mas uma exaltação do que significa ter medo de alcançar os sonhos por falhas com as expectativas dos outros. Se você tiver a oportunidade de ir ao cinema assistir ao filme, garanto que não vai se arrepender – e pode ser que você se apaixone pela história de Emily Brontë assim como este que vos escreve.
O icônico astro Idris Elba, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Luther’ e ‘Hobbs & Shaw’, vai estrelar, produzir e dirigir o novo thriller de ação ‘Infernus’ (via Deadline).
Elba dará vida a Donovan Kamara, um ativista dos direitos humanos na Organização das Nações Unidas que é enviado para investigar relatos de refugiados sendo detidos ilegalmente dentro de uma prisão nos EUA. Uma tarefa aparentemente simples se torna mortal quando os presos mais perigosos do mundo se libertam. Kamara deve trabalhar para libertar os refugiados em segurança, ao mesmo tempo em que enfrenta uma brilhante mente do crime.
Baseado em uma história de Tom Boyle e no roteiro de Robert Mark Kamen, o longa-metragem começa a ser rodado em 09 de outubro, em Londres.
Esse é o segundo filme dirigido por Elba, que fez sua estreia em 2018 com ‘Yardie’.
Em uma declaração oficial, ele disse:
“Estou animado por estar de volta à cadeira de diretor, em parceria com a Millennium Media. ‘Infernus’ é um thriller envolvente com uma história humana, relevante e íntima em sua essência. Graças à escrita brilhante de Robert e Tom, temos alguns personagens excepcionais. Estou realmente ansioso por esta oportunidade, tanto na frente quanto atrás das câmeras, filmando em toda a Europa, bem como trazendo nossa produção para a África, que tem uma comunidade cinematográfica emergente da qual temos orgulho em apoiar”.
A Netflix divulgou um novo vídeo oficial de ‘A Queda da Casa de Usher’, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) que chegou recentemente à plataforma de streaming.
O material traz a icônica Carla Gugino como Verna, uma das antagonistas da narrativa, que recita o famoso poema ‘A Cidade no Mar’, de Edgar Allan Poe.
Confira:
A produção conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as análises:
“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.
“Embora a minissérie de Mike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.
“‘A Queda da Casa de Usher’ é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.
‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.
“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.
“Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.
Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.
Carla Gugino, Mark Hamill, Carl Lumbly e Mary McDonnell estrelam a produção.
Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez,Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth Gish, Robert Longstreet, Kate Siegel, Willa Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.
Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor Macy, Emmy Grinwis e Michael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.
O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por ‘Missa da Meia-Noite’, pelos elogiados ‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller‘Jogo Perigoso’ e a cancelada ‘The Midnight Club’.
A animação ‘Trolls 3 – Juntos Novamente‘, que se tornou um sucesso de bilheteria ao redor do mundo, estreia esta semana no catálogo do Prime Video.
O longa-metragem chega à plataforma de streaming nesta próxima sexta-feira, 19 de abril.
Vale lembrar que a Universal Pictures convidou o CinePOP para passar um dia na DreamWorks Studios e descobrir como o filme foi feito, desde os storyboards até a animação chegar aos cinemas.
Assista à matéria e à nossa entrevista:
Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.
Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.
A icônica e lendária Kylie Minogue revelou através das redes sociais que está pronta para embarcar em sua próxima era – e que seu vindouro 17º álbum de estúdio será lançado no dia 18 de outubro.
Intitulado ‘Tension II’, o compilado contará com nove faixas inéditas e serve como álbum-sequência do aclamado ‘Tension’, lançado ano passado.
O lead single tem lançamento agendado para o dia 27 de setembro.
‘Tension’ rendeu à Minogue uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam” e se sagrou como um dos melhores discos de sua carreira.
A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.
Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”, “In Your Arms” e “Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado ‘Fever’ (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.
Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.
A série ‘Bebê Rena‘ se tornou um dos maiores fenômenos da Netflix – e não deixaria de faturar alguns prêmios do SAG Awards 2025.
Durante a mais recente cerimônia, Jessica Gunning conquistou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada por seu aplaudido trabalho.
A série foi criada por Richard Gadd.
Inspirada em uma história real, a trama gira em torno de Donny Dunn (Richard Gadd), um bartender de Londres que sonha em se tornar um comediante. Sua vida muda quando ele conhece Martha (Gunning), que começa a visitá-lo no trabalho todos os dias. Logo, o que parecia uma amizade normal se transforma em obsessão. E não demora muito para ele descobrir que a Martha é uma stalker condenada e acusada de perseguir inúmeras pessoas…
No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.
Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.
Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.
Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.
‘Harry Potter’ é uma das franquias mais conhecidas do cenário do entretenimento atual – tendo encontrado sucesso estrondoso tanto com a saga de livros assinada por J.K. Rowling quanto as adaptações cinematográficas estreladas por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint.
Na trama, Harry é um jovem garoto que vive com os tios e o primo após um trágico acidente matar os pais. Dia após dia, ele é diminuído por sua família adotiva até que, em seu aniversário de onze anos, ele recebe a visita de um meio-gigante chamado Rúbeo Hagrid, que diz que ele é um bruxo e que tem uma vaga para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, mesmo lugar onde os pais estudaram. Ao começar um novo capítulo de sua vida, ele encontra a amizade verdadeira nas formas de Rony Weasley e Hermione Granger e percebe que um poderoso bruxo das trevas chamado Lorde Voldemort está retornando para encontrá-lo e se vingar.
Os longas-metragens tiveram seu encerramento em 2011 com o lançamento de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2’, seguindo os passos dos romances originais. Porém, com Hollywood mergulhada em uma contínua onda de remakes e reboots, não demorou muito até que a HBO e a Warner Bros. Television anunciassem uma nova versão da conhecida história com uma ambiciosa série cujas gravações já se iniciaram em Londres.
Pouco a pouco, o elenco protagonista do reboot ganha forma e, pensando nisso, preparamos uma breve lista apresentando quem será quem no projeto.
Confira:
DOMINIC MCLAUGHLIN, Harry Potter
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O estreante Dominic McLaughlin fará parte do trio de ouro da história, interpretando Harry Potter. Vivendo com os tios Válter e Petúnia e seu odioso primo Duda, Harry descobre que é um bruxo e que o perigoso Lorde Voldemort está, a qualquer custo, tentando recuperar o poder para dar continuidade a seu reino de caos e desespero – e matar Harry, responsável por transformá-lo em um fraco e débil espectro. Ao lado de Rony e Hermione, ele navega pelos perigos e mistérios de Hogwarts a medida que descobre seu próprio valor.
ALASTAIR STOUT, Rony Weasley
Rony Weasley é o melhor amigo de Harry e será interpretado por Alastair Stout. Conhecido por seu marcante cabelo vermelho, Rony é o segundo filho mais novo da família Weasley e, assim como todos os seus irmãs e os seus pais, Molly e Arthur, ele é selecionado para a Grifinória e é caracterizado como um jovem medroso, mas usa suas últimas forças para proteger aqueles que ama – tendo o coração no lugar certo.
ARABELLA STANTON, Hermione Granger
A outra melhor amiga de Harry é a precoce e inteligente Hermione Granger, uma garota leal e apaixonada por estudos que, a princípio, tem algumas rixas com Rony e Harry, sendo chamada de uma irritante sabe-tudo. Porém, ela se torna amiga da dupla e, a partir de então, completa o trio de ouro de protagonistas. Usando seu vasto conhecimento e sua sede de saber para criar planos mirabolantes e ajudar os outros, Hermione será vivida por Arabella Stanton.
JOHN LITHGOW, Alvo Dumbledore
John Lithgow é um dos atores de maior prestígio das últimas décadas, tendo recebido aclames por projetos como ‘Dexter’ e ‘The Crown’, que lhe renderam estatuetas do Emmy, além de ‘O Escândalo’ e ‘Conclave’. Agora, Lithgow irá eternizar o bruxo mais poderoso de todos os tempos em ‘Harry Potter’, encarnando Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts e um dos principais aliados e protetores de Harry e seus amigos – além do único feiticeiro capaz de derrotar Lorde Voldemort.
JANET MCTEER, Minerva McGonagall
Uma das personagens mais conhecidas de ‘Harry Potter’ é a austera e inspiradora Minerva McGonagall. A poderosa bruxa é responsável pelas aulas de Transfiguração em Hogwarts, sendo uma grande amiga e aliada de Dumbledore na batalha contra as forças das Trevas. Filho de uma bruxa com um trouxa, Minerva é responsável por dar as boas-vindas aos novos alunos da escola, recebendo Harry e o novo corpo estudantil – além de ser diretora da Casa Grifinória.
PAAPA ESSIEDU, Severo Snape
O professor de Poções de Hogwarts é o misterioso e obscuro Severo Snape que, aqui, será encarnado por Paapa Essiedu. Snape é diretor da Casa Sonserina, uma das principais rivais da Grifinória, e logo de cara constrói um desdém irrefreável por Harry – ainda mais por ver a mãe do jovem, Lílian, por quem era apaixonado, se casar com Tiago, que o atormentava durante a época que estudava em Hogwarts. Logo de cara, Harry, Rony e Hermione suspeitam que Severo esteja se aliando com Lorde Voldemort para trazê-lo de volta ao poder.
NICK FROST, Rúbeo Hagrid
Rúbeo Hagrid é um dos personagens mais amados do panteão mágico e não apenas revelou a Harry quem ele realmente é, como o levou em segurança para a casa dos Dursley após o assassinato dos pais. Enxergando o garoto como o filho que nunca teve, Hagrid nutre de um amor paternal inenarrável por ele e por Rony e Hermione, além de ser extremamente fiel a Dumbledore. Conhecido como o Guardião das Chaves e das Terras de Hogwarts, o meio-gigante será vivido por Nick Frost.
LOX PRATT, Draco Malfoy
É claro que uma boa história precisaria de alguns antagonistas marcantes – e ‘Harry Potter’ felizmente tem isso. Um dos arqui-inimigos do persaongem titular é ninguém menos que Draco Malfoy, que o conhece antes da cerimônia de seleção do primeiro ano de Harry em Hogwarts e tenta se aproximar do nosso herói. Porém, a ambição e a arrogância de Draco, que é selecionado para a Sonserina, afastam Harry e os transformam em rivais até o fim.
LUKE THALLON, Quirinus Quirrell
O primeiro ano de Harry em Hogwarts nos apresenta a vários personagens-chave de extrema importância, incluindo o medroso professor de Defesa Contra as Artes das Trevas Quirinus Quirrell. Como bem sabemos, Quirrell revela ser partidário do Lorde das Trevas, escondendo o espectro de Voldemort sob seu misterioso turbante e fazendo de tudo para garantir que Harry morra – enfeitiçando sua vassoura ou libertando um trasgo das masmorras do castelo. Na série, Quirrell será interpretado por Luke Thallon.
BEL POWLEY, DANIEL RIGBY & AMOS KITSON, Família Dursley
Bel Powley, Daniel Rigby e Amos Kitson foram escalados para viver a família trouxa Dursley em ‘Harry Potter’. Rigby será Válter, tio de Harry que trabalha em uma fábrica de brocas; Powley dará vida a Petúnia, tia de Harry e irmã de Lílian; e Kitson será o filho único do casal, Duda – todos desprezando Harry e a comunidade bruxa, encarando-os como aberrações e vivendo à sombra do que aconteceu com a morte dos Potter.
A 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, já chegou ao streaming– e recentemente tivemos o privilégio de conversar com o elenco protagonista da atração.
Durante a entrevista, Leah Sava Jeffries, que interpreta Annabeth, semideusa filha de Atena, comentou sobre o conturbado e amadurecido arco que a heroína enfrenta no novo ciclo.
Logo nos primeiros episódios da segunda iteração, Annabeth se vê em um dilema complicado: ao ser alertada por Chiron (Glynn Turman) sobre a Grande Profecia, a jovem percebe que não pode deixar que Percy (Walker Scobell) partir em sua missão para reaver o poderoso Velocino de Ouro, salvar Grover (Aryan Simhadri) e restaurar o campo de força místico que protege o Acampamento Meio-Sangue de Cronos e seus asseclas.
A partir daí, ela se vê em um dilema em que precisa decidir entre manter o sólido relacionamento que firmou com Percy ou salvar o mundo de uma possível destruição.
“Acho que a forma que eu escolhi foi adicionar um pouco de mim mesma [em Annabeth], em vez de tentar mudar por completo para uma personagem diferente”, Jeffries contou, explicando como foi desenvolver esse novo lado da personagem para os novos episódios.
Ela continua: “acho que fazendo menos, mas fazendo mais, se é que isso faz sentido. Não foi em um sentido: ‘OK, eu sou a Leah’; então eu entro no set e: ‘agora sou a Annabeth’. Em vez de apenas tentar ficar em silêncio e apenas ficar pensativa sobre como me manter calada e manter minha guarda, entrei no set, sabia minhas falas e tudo o mais […], e voltei e puxei um pouco de mim para a Annabeth de agora e colocar a parte desafiadora sobre ela”.
“Esconder segredos de Percy foi um pouco difícil, e até mesmo para mim, como Leah. Às vezes eu tinha que rodar as cenas em que Percy já sabia da Grande Profecia. Então, tenho que, às vezes, interpretar com [Scobell] sabendo e às vezes com ele não sabendo disso. É um pouco desafiador”, a atriz completa.
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).
‘Dia D’, novo filme de ficção científica do aclamado cineasta Steven Spielberg, acaba de ganhar seu trailer final dublado, cortesia da Universal Pictures Brasil.
A produção chega aos cinemas nacionais em 11 de junho.
Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.
A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).
O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.
Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.
Além do visual de Harley Quinn e companhia, o trailer de ‘Aves de Rapina‘ chamou atenção por conta da afirmação da vilã, dizendo que ela e o Coringa não estão mais juntos.
“O Coringa e eu terminamos”, ela admite. “Eu queria um novo começo, mas acontece que eu não era a única mulher em Gotham procurando por liberdade.”
Após a confirmação de que Jared Leto não iria reprisar seu papel como o Palhaço do Crime na adaptação, essa foi a maneira que a produção escolheu para justificar sua ausência.
Apesar disso, o Coringa terá uma pequena participação no filme, mas será interpretado por um figurante.
Confira o trailer:
O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).
Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.
O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).
‘Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.
Através do Twitter, o perfil oficial de ‘The Old Guard‘ divulgou alguns vídeos apresentando os principais personagens da adaptação baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández.
Para quem não conhece, a trama acompanha um grupo de seres imortais que têm sua identidade revelada quando um de seus membros é capturado misteriosamente, agora eles precisam lutar para voltar ao anonimato.
Nos vídeos, são reveladas os principais personagens, suas idades, habilidades, e trechos de suas cenas de ação.
Lembrando que o longa estreia no catálogo da Netflix em 10 de julho.
A direção fica a cargo de Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘).
O elenco conta com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘), Harry Melling (‘A Balada de Buster Scruggs’), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), eMarwan Kenzari (‘Aladdin’)
A produçõe é fruto de uma parceria da Netflix com a Skydance, e o roteiro é assinado pelo próprio Rucka.
Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.
Uma das diferenças mais marcantes entre a versão oficial de ‘Liga da Justiça‘ e o Snyder Cut é a aparência do Lobo da Estepe (Ciarán Hinds).
A pedido do diretor Zack Snyder, a equipe de efeitos visuais optou por deixar o vilão com seu visual apresentado numa cena excluída de ‘Batman vs Superman‘, com um aspecto de alienígena e com um armadura de espinhos.
Durante uma entrevista para o Yahoo,Anders Langlands supervisor de efeitos da Weta Digital, deu alguns detalhes sobre a novo design do personagem.
“Eu não entendi porque lhe deram uma aparência mais humanizada em 2017, pois o visual dele já havia sido provocado em Batman vs Superman. Eu adorei trabalhar no novo design porque ele tem essa armadura quase orgânica que vai se moldando de acordo com o humor dele e com as necessidades da batalha.”
Ele continuou:
“A armadura é uma extensão de seus sentimentos, quando ele conversa com Darkseid, ele se sente rebaixado e humilhado, então a armadura começa a se desfazer em seu corpo, mostrando sua fragilidade. Quando ele se enfurece, a armadura fica mais rígida e cria espinhos. Foi muito interessante porque ele não está apenas com um visual mais chamativo por puro capricho, as variações em sua armadura são totalmente funcionais.”
E aí, qual versão você mais gostou?
Relembre a de 2017 e compare com a de 2021:
Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ já está disponível!
Confira nossa crítica:
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
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