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‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg NÃO será lançado no Festival de Cannes

O aguardado novo projeto de Steven Spielberg, intitulado ‘Dia D’, não fará sua estreia no prestigiado Festival de Cannes. A informação foi confirmada pelo Deadline, encerrando as especulações de fãs e especialistas que ainda mantinham esperanças de uma mudança de planos por parte do estúdio.

A reportagem ainda afirmou que fontes próximas destacaram que isso nunca esteve nos planos.

Embora o público aprecie ver grandes produções de Hollywood brilhando na Riviera Francesa, os “auspícios” não parecem favoráveis para esta edição. Conforme reportado anteriormente, ‘Dia D’ é um dos projetos mais comentados da temporada que, infelizmente, ficará de fora da programação de Cannes este ano.

Isso não diminui a expectativa em torno do longa, que poderá buscar visibilidade em festivais de outono ou até mesmo na edição de Cannes do próximo ano, caso o cronograma permita.

O longa chega aos cinemas nacionais em 11 de junho.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista ‘David Koepp’ (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

‘Como Treinar o Seu Dragão’ ganha vídeo de BASTIDORES; Confira

O remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ganhou um novo vídeo de bastidores que revela detalhes da produção.

No conteúdo divulgado, o diretor Dean DeBlois fala mais sobre a trama do filme, enquanto o público pode conferir como foram feitas algumas cenas da adaptação.

Também é possível ver o momento em que os protagonistas descobrem que foram escolhidos para seus papéis no filme.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho de 2025.

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O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

Tom Cruise faz 60 anos | Elegemos os 13 MELHORES Filmes do Astro

O ator norte-americano Tom Cruise completa 60 aninhos de vida neste domingo, dia 3 de Julho.

O astro passou pela primeira vez do clube do bilhão recentemente com ‘Top Gun: Maverick, que já soma US$ 1,1 bilhão mundialmente, e segue em alta ascensão na indústria cinematográfica Hollywoodiana, sem nunca ter enfrentado baixas nos seus mais de trinta anos de carreira. Isso se deve, principalmente, por se cercar de projetos promissores e trabalhar com profissionais de primeira linha dentro da sétima arte.

Apesar de ser mais conhecido como astro de ação e, por conta de sua beleza, ser erroneamente taxado de “só mais um rostinho bonito”, Cruise estrelou filmes considerados jovens clássicos nas décadas que transitou. Ganhando inúmeros prêmios, inclusive sendo indicado três vezes ao Oscar e várias ao Globo de Ouro, vencendo em duas das ocasiões.

Nos altos dos anos noventa, quando era uma das principais celebridades do momento, o ator resolveu parar e dar um novo rumo a sua trajetória, se tornando também produtor. Foi quando estreou ao lado de Paula Wagner na C/W Productions, com Missão: Impossível (1996). Longa que também protagonizou e que na época foi um estrondoso sucesso de público e crítica. Desde então, o imbatível defensor da Cientologia, emplacou seguidas boas bilheterias.

CinePOP reuniu uma lista com os 13 filmes mais importantes da bela carreira construída por este ator que sempre demonstra bastante vontade em seus trabalhos.

 

13 – Questão de Honra (1992)

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Um papel que marcou principalmente por Cruise contracenar ao lado do monstro sagrado Jack Nicholson e ter diálogos memoráveis. No filme, após um soldado morrer acidentalmente em uma base militar, depois de ter sido atacado por dois colegas da corporação, surge a forte suspeita de ter existido um “alerta vermelho”, uma espécie de punição extra-oficial na qual um oficial ordena a subordinados seus que castiguem um soldado que não tenha se comportado corretamente. Quando o caso chega aos tribunais, um jovem advogado (Tom Cruise) resolve não fazer nenhum tipo de acordo e tentar descobrir a verdade.

 

12 – Magnólia (1999)

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Um dos trabalhos mais fascinantes que Tom Cruise já fez, isso por trafegar em vários tons que vão da comédia ao drama. Pôde então trabalhar com um dos cineastas americanos mais promissores dos últimos anos, Paul Thomas Anderson. A história se desenvolve em Los Angeles, nos arredores da Rua Magnólia, acompanhando um dia na vida de nove personagens, que moram na mesma área e cujas histórias se cruzam por coincidências do destino. O filme aborda diversos temas polêmicos, como incesto, homossexualidade, drogas e violência.

 

11 – De Olhos Bem Fechados (1999)

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Poucos atores tiveram a honra e oportunidade de trabalhar com o gênio Stanley Kubrick. Principalmente em seu último filme. Menos ainda ao lado da esposa, até aquele momento, a linda Nicole Kidman, que conheceu nas filmagens de Dias de Trovão (1990). Aqui ele interpreta Bill Harford, que é casado com a curadora de arte Alice (Kidman). Ambos vivem o casamento perfeito até que, logo após uma festa, Alice confessa que sentiu atração por outro homem no passado e que seria capaz de largar Bill e sua filha por ele. A confissão desnorteia o sujeito, que sai pelas ruas de Nova York assombrado com a imagem da mulher nos braços de outro. Ele acaba em meio a uma reunião secreta e uma mansão afastada.

 

10 – Minority Report – A Nova Lei (2002)

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A parceria com o sempre mágico Steven Spielberg resultou em um sucesso instantâneo, que depois se repetiu em Guerra dos Mundos (2005). Adaptando um conto de Philip K. Dick, que se passa no ano de 2054, onde há um sistema que permite que crimes sejam previstos com precisão, o que fez com que a taxa de assassinatos caísse à zero. O problema começa a acontecer quando o detetive John Anderton, um dos principais agentes no combate ao crime, descobre que foi previsto um assassinato que ele mesmo irá cometer, colocando em dúvida sua reputação ou a confiabilidade do sistema.

 

9 – Jerry Maguire – A Grande Virada (1996)

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Sua passagem em Jerry Maguire não apenas serviu para que fosse indicado novamente ao Oscar, mas também por registrar a incrível marca de seu terceiro filme consecutivo ultrapassar US$ 100 milhões nos EUA. Neste papel marcante, Cruise é um agente esportivo bem-sucedido no ramo, mas numa noite escreve uma declaração de 25 páginas que sugere que os agentes tenham menos clientes e passem a usar um tratamento mais humano para com eles. Este fato provoca sua demissão em um curto espaço de tempo e ele começa a perder de uma só vez todos os seus clientes, sendo obrigado a concentrar toda a sua energia e potencial em seu único cliente, um temperamental jogador negro de futebol americano (Cuba Gooding Jr.) – que na época ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante.

 

8 – Missão Impossível (1996)

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Como foi dito anteriormente, Tom Cruise já era um astro antes de estrelar o primeiro Missão Impossível, mas foi justamente depois de ser comandado por Brian De Palma, que o ator foi elevado a outro patamar, do ponto de vista mercadológico. Até hoje este é considerado por muitos o melhor filme da série. Na trama, durante uma missão em Praga, um grupo especial de agentes cai em uma cilada. O americano Ethan Hunt (Cruise) descobre que apenas ele e outra agente sobreviveram. Tomado como informante, ele foge e começa a agir por conta própria. Com a ajuda de um novo grupo, ele vai tentar limpar seu nome, descobrindo quem foi o espião que armou para o seu time.

 

7 – Missão Impossível 3 (1996)

Realizar continuações que mantenham o ritmo – ou até superem o filme original – soa como missão impossível para muitos cineastas. Não para o diretor estreante no cinema J.J. Abrams, criador de dois dos maiores sucessos da TV: Lost e Alias. À frente de ‘Missão Impossível III‘, Abrams deixa comendo poeira John Woo, responsável pelo segundo filme da série, e entrega uma fita ainda melhor que a primeira, de Brian de Palma. Para alcançar o resultado, o diretor (também co-autor do roteiro) apostou em um enredo simples – que não deixa ninguém quebrando a cabeça para montá-lo – mas altamente eficiente. Além disso, o filme humaniza o Ethan Hunt e muda os rumos da franquia.

 

6 – Entrevista com o Vampiro (1994)

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É sabido que Cruise não dá ponto sem nó, mas é bem verdade que sua presença no papel de Lestat, em Entrevista com o Vampiro, foi uma aposta arriscada que no fim das contas acabou dando muito certo. Tendo feito poucas fantasias no cinema, este papel foi uma grande soma para o seu currículo. Passado em São Francisco, anos 1990. Um jornalista entrevista um jovem que afirma ser vampiro, narrando suas experiências dos últimos 200 anos. Em flashback, conhecemos Louis de Pointe du Lac (Brad Pitt), um homem que perdeu a mulher, morta durante o parto, e a vontade de viver. Com a ajuda de uma criatura da noite, Lestat de Lioncourt (Tom Cruise), ele se torna um vampiro e precisa aprender uma nova forma de vida.

 

5 – Rain Man (1988)

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Com inúmeras indicações ao Oscar, entre elas a de Melhor Filme – que inclusive venceu e se firmou como a primeira e única na carreira do ator a conseguir tal feito – esta produção de Barry Levinson foi um grande sucesso e mostrou ao mundo uma nova faceta do até então jovem Tom Cruise. Charlie (Tom Cruise) é um homem que cortou os laços com seu pai há muito tempo, mas quando descobre que este morreu, decide ver o que consegue como herança. E, para a sua surpresa, a maior parte do dinheiro foi destinada a Rain Man (Dustin Hoffman), seu irmão autista e gênio da matemática, cuja existência ele desconhecia. Os dois irmãos fazem uma viagem juntos até Los Angeles, onde Charlie quer exigir no tribunal a metade do dinheiro. No caminho, eles aprendem a se conhecer melhor.

 

4 – Top Gun – Ases Indomáveis (1986)

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Eis aqui o primeiro grande sucesso de Tom Cruise nos cinemas, o filme responsável por colocar o ator em evidência para sempre, a partir daí ele só faria papéis de destaque. Maverick (Cruise), um jovem piloto, ingressa na Academia Aérea para se tornar piloto de caça. Lá se envolve com Charlotte Blackwood (Kelly McGillis), uma bela mulher, e enfrenta um competidor à sua altura (Val Kilmer).

 

3 – Missão Impossível: Efeito Fallout (2018)

Pouquíssimas franquias conseguem ganhar várias sequências e continuarem relevantes, e ‘Missão Impossível’ é uma delas. É difícil achar adjetivos que caibam no roteiro escrito por Christopher McQuarrie, que também dirige e produz. Com um script inteligente e ágil, que não perde tempo para engatar sua história, ele usa o pouquíssimo tempo de respiro entre uma cena de ação e outra para aprofundar seus personagens e suas motivações. O maior acerto é mostrar que às vezes o mocinho pode se tornar o vilão e vice versa, além de trazer personagens femininas fortes que fogem do estereótipo “donzela em perigo”. Após os fiasco de ‘A Múmia‘, Tom Cruise consegue se redimir com seu público e provar que ele é o maior astro de Hollywood, o único que conseguiu manter sua carreira por mais de 30 anos sempre ativa. É visível como ele se doa de corpo e alma para a franquia, realizando suas próprias cenas de ação sem o uso de dublê. Este filme marca sua melhor atuação em anos, já que o roteiro também dá espaço para que o ator demonstre seu lado dramático.

 

2 – Top Gun – Maverick (2022)

Lançado 36 anos após o filme original, a sequência conquistou o público e a crítica e se tornou o primeiro filme do astro a ultrapassar a marca do US$ 1 bilhão nas bilheterias. É um dos poucos casos em que uma franquia é revivida após várias décadas em que o novo filme consegue superar o original.  Apesar da simplicidade da trama, as cenas de ação são grandiosas. O nível de dificuldade de direção de certos momentos é altíssimo, mas muito bem executado por Joseph Kosinski. O diretor usa e abusa de sequências complexas que fazem o público se sentir dentro do próprio avião, o que faz aumentar a adrenalina a cada acrobacia, mergulho ou perseguição. Tom Cruise está no auge aqui.

 

1 – Nascido em Quatro de Julho (1989)

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Talvez a melhor interpretação da carreira de Tom Cruise, um trabalho completamente diferente de tudo que já fez. Irreconhecível, o ator chocou a todos vivendo uma figura polêmica e jogada ao ostracismo. Oliver Stone exigiu o máximo de seus traços dramáticos. Cruise acabou sendo indicado ao Oscar e sua derrota é considerada por muitos como injusta. Interpretando um personagem idealista e cheio de sonhos, que deixou a namorada e a família para ir lutar no Vietnã. Já na guerra, ele é ferido e fica paraplégico. Ao voltar aos Estados Unidos é recebido como herói, mas logo se vê confrontando com a realidade do preconceito aos deficientes físicos, mesmo aqueles considerados heróis de guerra. Ron decide então se juntar a outros para lutar pelos seus direitos, agora negados pelo país que os enviara para a guerra.

Menções honrosas: Colateral (2004) A Cor do Dinheiro (1986), Leões e Cordeiros (2007), Vidas Sem Rumo (1983), No Limite do Amanhã (2014), Jack Reacher: O Último Tiro (2012) e Negócio Arriscado (1983).

2 Dias em Nova York

(2 Days in New York)

 

Elenco:

Chris Rock, Julie Delpy, Albert Delpy, Alexandre Nahon, Kate
Burton, Dylan Baker.

Direção: Julie Delpy

Gênero: Comédia

Duração: 96 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Abril de 2013

Sinopse:
O jornalista e famoso apresentador de um programa de rádio Mingus (Chris Rock) e sua namorada francesa, a fotógrafa Marion (Julie Delpy), vivem confortavelmente num apartamento em Nova York com um gato e dois filhos de relacionamentos anteriores. Porém, quando o animado pai de Marion (interpretado pelo pai de Julie Delpy na vida real, Albert Delpy), sua irmã fogosa, juntamente com seu namorado ofensivo, aparecem sem avisar para uma visita internacional, começa uma confusão familiar que durará por dois dias inesquecíveis. Com franqueza sexual e muita extroversão, o trio não tem limites e ninguém passa despercebido por eles. Os visitantes provocam o casal em todos os quesitos, colocando seu relacionamento à prova. Continuação do sucesso, 2 Dias em Paris.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Trailer e clipes de ‘While We’re Young’, comédia dramática com Ben Stiller e Naomi Watts

While We’re Young‘, comédia dramática do diretor Noah Baumbach (‘Frances Ha’, ‘A Lula e a Baleia’) estrelada por Ben Stiller e Naomi Watts, teve um novo trailer e seus primeiros clipes divulgados.

Confira:

A trama escrita por Baumbach acompanha o casal Cornelia (Watts) e Josh Srebnick (Stiller), que sentem que estão envelhecendo e cansados da maneira conservadora como vivem. Tudo muda quando eles passam a admirar a jovialidade do casal de artistas Jamie (Adam Driver) e Darby (Amanda Seyfried), alunos de Josh.

Esta é a segunda parceria de Stiller com o cineasta Noah Baumbach após ‘O Solteirão‘, de 2010.

O filme estreia nos EUA em 27 de março. Não há previsão para o Brasil.

Will Ferrell tenta pilotar moto em cena hilária de ‘Pai em Dose Dupla’

Pai em Dose Dupla‘ (Daddy’s Home) teve uma nova cena legendada divulgada pela Paramount Pictures.

EXCLUSIVO: Alessandra Ambrósio conta como foi atuar em ‘Pai em Dose Dupla’

Assista, com os vídeos anteriores:

Will Ferrell invade jogo da NBA e nocauteia líder de torcida; veja vídeos

O filme conta a história de Brad (Will Ferrell), um pacífico executivo de rádio que se esforça para se tornar o melhor padrasto para os dois filhos de sua esposa. As complicações começam quando Dusty (Mark Wahlberg), o descontraído e aproveitador pai verdadeiro, aparece, forçando-o a competir pela afeição das crianças. O trailer mostra Brad se metendo em várias enrascadas para conquistar os enteados: competição de skate, acidente de moto, jogo do basquete e vestido de Papai Noel com um pônei de presente.

Linda Cardellini, Thomas Haden Church e Hannibal Buress também estrelam o filme.

Sean Anders e John Morris, dupla de ‘Quero Matar Meu Chefe 2’ e ‘Este é o Meu Garoto’, dirigem.

Pai em Dose Dupla‘ estreia no Brasil dia 28 de janeiro de 2016.

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‘Star Trek: Sem Fronteiras’ ganha cartaz nacional animado

A Paramount Pictures divulgou o cartaz animado nacional de ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, que traz Capitão Kirk (Chris Pine), Jaylah (Sofia Boutella) e Spock (Zachary Quinto) no espaço.

Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).

Confira:

O novo título oficial condiz com a premissa do filme, de resgatar o espírito da série original, indo “onde ninguém jamais esteve”.

Chris Pine e Zachary Quinto confirmados em ‘Star Trek 4’ 

Além de reprisar o papel de Scotty, Simon Pegg também coroteiriza o roteiro de ‘Star Trek 3’ com Doug Jung. Após sua demissão do cargo, Roberto Orci permanece apenas como produtor.

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Novo teaser de ‘Doutor Estranho’ vai virar sua mente de ponta-cabeça

Como você já percebeu nos trailers de ‘Doutor Estranho‘, não vão faltar cenas em caleidoscópio (estrutura com cores variadas que se movimenta ordenadamente).

E para que o público já fique mais próximo dessa ideia, a Marvel liberou um novo teaser da produção que vai deixar sua mente completamente de ponta-cabeça.

Confira:

 

O filme é estrelado por Benedict Cumberbatch (‘Aliança do Crime’), Chiwetel Ejiofor (‘Perdido em Marte’), Rachel McAdams (‘Meninas Malvadas’), Michael Stuhlbarg (‘Steve Jobs’), Mads Mikkelsen (‘007 – Cassino Royale’) e a vencedora do Oscar Tilda Swinton (‘O Grande Hotel Budapeste’).

Dirigido por Scott Derrickson (‘A Entidade’), o filme será filmado em vários locais ao redor do mundo, incluindo Londres, Nova York, Hong Kong e Catmandu, Nepal.

Doutor Estranho segue a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um acidente de carro horrível, descobre o mundo oculto da magia e dimensões alternativas.

Benedict Cumberbatch vive o protagonista. O ator disse que o filme levará Marvel ao “Plano Astral” – leia aqui.

Primeiras imagens de Benedict Cumberbatch nos bastidores de ‘Doutor Estranho’

Box da Fase 2 da Marvel Studios trará imagens de ‘Capitão América 3’ e ‘Doutor Estranho’

Revelada a personagem de Rachel McAdams em ‘Doutor Estranho’

Tilda Swinton não sabe se interpretará homem ou mulher em ‘Doutor Estranho’ 

O estúdio agendou a data de estreia de ‘Doutor Estranho’ no Brasil para 26 de Outubro de 2016.

‘Doutor Estranho’ fará parte da Fase 3 do universo cinematográfico da Marvel. A Fase 2 teve início com ‘Homem de Ferro 3’ e terminou com ‘Homem-Formiga’. O primeiro longa da Fase 3 será ‘Capitão América: Guerra Civil’.

Ops! VAZA a sinopse dos episódios 5, 6, 7 e 8 de ‘The Walking Dead’ [SPOILERS]

E a gente aqui no CinePOP já te adianta, se preferir esperar pela exibição de ‘The Walking Dead‘, é melhor passar longe, porque os spoilers vão realmente correr solto.

 

[SPOILER] 

O episódio 5, intitulado “Go-Getters“, será centrado em Maggie, Jesus e Gregory. E a sinopse vazada diz o seguinte: “Carl e Enid viajam para Hilltop. Enquanto isso, Jesus deve defender a comunidade contra um ataque liderado pelo salvador Simon.”

Especula-se que Rick comece a fazer a transição dos moradores de Alexandria para Hilltop, tudo sem Negan saber. O objetivo é que Alexandria e Hilltop unam-se (ainda sem o Reino neste momento) para acabar com Negan e seu exército, os Salvadores.

Já o episódio 6, que ainda não tem título, será focado em Tara e Heath, que terminaram a sexta temporada em busca de suprimentos. Neste momento, ‘The Walking Dead‘ fará um retorno a temporada passada, somente na perspectiva dessa dupla, para explicar o que aconteceu com os dois. Em meio as tentativas de fugir dos Walkers, a dupla chegará em Oceanside, uma outra comunidade que até agora não foi vista na série.

Em Blazing Hell, título do 7º episódio, tudo indica que Negan vai atacar Alexandria com granadas, o que fará com que várias casas do alojamento peguem fogo e que alguns Walkers, novamente, entrem na comunidade.

Por fim, o título do episódio 8 é completamente explicativo. Chamado de Êxodo, o plot indica que Rick vai completar a transição dos moradores de Alexandria para Hilltop. Vale lembrar também que é no 8º episódio que a série entra em hiato e só retorna entre fevereiro e março de 2017.

‘The Walking Dead’ contará com 16 episódios.

 

Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

 

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‘Logan’ e os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’

Tudo começou no já longínquo ano de 2000 quando um diretor ainda novato chamado ‘Bryan Singer’ foi escalado para trazer à telona um dos grupos de super-heróis mais famosos dos quadrinhos: os X-Men. Mesmo quem não leu os gibis deve ter se familiarizado com os personagens graças ao excelente desenho animado da década de 90 que fez muito sucesso na televisão brasileira e retratou a “Era Jim Lee” dos mutantes. Eu sou um grande fã dos X-Men e acompanhei justamente esta era fantástica deles nos quadrinhos e na TV.

‘Logan’: Em que lugar da linha do tempo de ‘X-Men’ o novo Wolverine se encaixa? 

Apesar dos personagens serem propriedade da Marvel, os direitos para seus filmes estão com a Fox. Nesses anos desde que debutaram no cinema, existiram altos e baixos. Ainda assim, diferente do que fez com outros heróis cujos direitos detém (como o Quarteto Fantástico, por exemplo), a Fox não decepcionou e no geral os filmes do X-Men mantiveram uma boa qualidade e alcançaram o sucesso de bilheteria que garantiu sua continuidade. Os últimos, inclusive, foram sucesso de crítica e público imensos.

Como estamos falando do “universo X-Men”, é bom deixar claro que farão parte da lista todos os filmes que foram estrelados por mutantes e não só os do grupo principal, ou seja, foram incluídos os filmes solo do ‘Wolverine’ e ‘Deadpool’. Contando com o último filme, isto nos dá um total de 10 longas para serem ranqueados. Sem mais delongas, vamos à lista! Por favor compartilhe a sua opinião e o seu ranking pessoal na seção de comentários!

Os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’:

10. X-Men Origens: Wolverine (2009)

Não há dúvidas de que um dos maiores responsáveis pelo sucesso dos filmes dos X-Men foi o Wolverine interpretado por Hugh Jackman. Sendo assim, e considerando também todo o legado do personagem nos quadrinhos, nada mais natural do que ele ganhar seu filme solo. Após a primeira trilogia do grupo de mutantes, foi a vez de Wolverine brilhar em carreira solo. A expectativa era enorme, principalmente pela questão da história de origem que traria as “garras de osso” e pela oportunidade de vermos um “Dentes-de-Sabre”, um dos maiores vilões dele nos quadrinhos, feito da forma correta. No entanto, o resultado final foi muito decepcionante, principalmente no terceiro ato que ficou marcado pela transformação de Deadpool em um misto de “Baraka” e “Ciclope” com a boca costurada. Nem mesmo as aparições de Gambit e de um Ciclope adolescente ajudaram a diminuir o estrago. Para completar a bagunça, o filme vazou meses antes de ter seus efeitos finalizados e uma versão com efeitos toscos e fios aparecendo foi assistida por muitos, o que acabou piorando a recepção.

 

9. X-Men: O Confronto Final (2006)

Após ter alcançado enorme sucesso dirigindo os dois primeiros filmes dos X-Men e ter elevado seu nome ao status de um dos diretores mais promissores do cinema, Bryan Singer decidiu “mudar de lado” e foi comandar o novo filme do Superman. Desta forma, a Fox o substituiu por Brett Ratner e seguiu em frente com sua franquia de mutantes. O terceiro filme da série veio e, para a tristeza de muitos, foi muito inferior aos dois primeiros. Apesar de contar com os mesmos atores principais já apresentados antes e com algumas adições interessantes (como a Kitty Pride de Ellen Page), o filme padeceu de uma trama muita rasa e genérica e que significou um retrocesso para os filmes de super-heróis em geral com sua pegada excessivamente leve. A forma como foi tratada a “Saga da Fênix” também não agradou os fãs, tanto que o penúltimo filme dos X-Men aproveitou o conceito de viagem no tempo para apagar este terrível erro do passado da franquia.

 

8. Wolverine: Imortal (2013)

O fato do segundo filme solo do Wolverine ter sido bem melhor do que o primeiro não diz muita coisa e a verdade é que a Fox ainda está nos devendo um filme digno do talento de Hugh Jackman e da importância do personagem. A ideia de usar a história de Logan no Japão foi bem interessante, mas a execução dela foi fraca. Mais uma vez se perdeu a oportunidade de explorar mais a fundo os conflitos psicológicos de Logan e o roteiro nos deu um vilão clichê, isso sem falar da atrocidade de transformar o “Samurai de Prata” em um robô. Hugh Jackman já disse que o próximo filme solo de Wolverine será seu último na pele do mutante canadense e estou torcendo para que ela possa se despedir de forma magistral.

 

7. X-Men: Apocalipse (2016)

Já na cena pós-créditos do filme anterior ficou claro que o próximo filme dos X-Men iria explorar um dos vilões mais famosos dos quadrinhos: Apocalipse. A expectativa era enorme, mas logo depois dos primeiros trailers algumas pessoas já começaram a torcer o nariz para o que parecia ser uma tradução muito literal do gibi. Na minha opinião, o filme inseriu esse “mutante Deus” no universo dos X-Men da melhor forma possível, mas infelizmente isso não quer dizer que o filme seja perfeito. Muito pelo contrário. Um mutante que é praticamente um Deus, com poucas expressões humanas e poderes ilimitados, dificilmente causará uma empatia com o público. Considerando tudo isso, até que Bryan Singer conseguiu superar minhas expectativas e dar alguns traços humanos ao vilão, mas suas motivações e personalidade ainda continuaram esvaziadas e genéricas. Outro problema enfrentado pelo filme é ter que lidar com muitas novidades ao mesmo tempo. As “estreias” de mutantes nesta linha de tempo são numerosas e infelizmente não há tempo de desenvolver todos da forma necessária. Personagens interessantes como Tempestade, Psylocke e Anjo tem pouquíssimas falas e são relegados a capangas acéfalos. O excesso de conteúdo também retirou tempo para a evolução de relacionamentos pré-existentes como o de Xavier com Magneto e dos dois com a Mística. Problemas à parte, é inegável o fato deste filme ser o mais ambicioso da franquia em termos de escala e de cenas de ação. E, neste quesito, o filme não decepciona. Temos batalhas épicas individuais e grupais que elevam alguns desses mutantes ao status de deuses e um desfecho que irá arrancar gritos dos mais empolgados e deixar os fãs com água na boca. Tanto que, quando os créditos rolaram, eu pensei: “espere, eu quero ver esse filme aí!”. No final das contas, para mim ficou a lição de que nem tudo que dá certo nos quadrinhos necessariamente irá funcionar também no cinema. Eu só espero que o pessoal da Marvel também tenha visto isso e nos poupe de cometer os mesmos erros com a próxima saga da “Guerra Infinita” que está sendo preparada e que trará outro “supervilão” com Thanos.

 

6. X-Men: O Filme (2000)

Para entender a importância deste filme é preciso voltar a um tempo onde os filmes de super-heróis ainda eram tratados como entretenimento bobo e juvenil. Seguindo o embalo do excelente “Blade”, de 1998, que marcou o ressurgimento dos heróis da Marvel nos cinemas, o diretor Bryan Singer conseguiu superar a enorme desconfiança sobre o projeto e nos presentear com uma versão realista desse universo que revolucionou a forma de se fazer filmes do gênero e formou a base para esta franquia de sucesso. A própria escalação de Hugh Jackman para o papel de Wolverine foi algo polêmico devido à clara diferença de estatura entre ele e o personagem nos quadrinhos, mas nos primeiros segundos em cena o ator australiano conquistou os fãs e provou que Singer estava certo. Claro que existem defeitos no filme, como por exemplo a transformação de “Dentes-de-Sabre” em um monstro acéfalo e sem nenhuma relação com Wolverine, mas sem dúvidas os pontos positivos se sobressaem e o resultado é um filme que soube explorar bem o tema de discriminação e que se mantém atual até hoje.

 

5. Logan (2017)

Logan‘ é ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘ da franquia ‘X-Men‘, um filme sério, brutal e dramático – que deixa o “fator” super-herói de lado para mostrar o lado humano desses personagens… A alta classificação indicativa (17 anos) dá liberdade para que o diretor James Mangold adicione cenas de violência extremas das quais os fãs dos quadrinhos estavam ávidos para conferir nos cinemas desde que Hugh Jackman deu vida ao personagem pela primeira vez. As cenas de violência são gráficas e podemos ver Wolvie destruindo o crânio e a jugular de seus inimigos enquanto o sangue jorra para todos os lados – algo NUNCA visto antes nos filmes dos mutantes. É o fim de uma era, e isso fica bastante explícito no derradeiro capítulo final da trilogia Wolverine. Em sua despedida, Jackman nos brinda com o melhor filme do personagem e um dos melhores da franquia ‘X-Men.

 

4. Deadpool (2016)

Quem conhece o personagem Deadpool nos quadrinhos sabe que a sua versão que foi retratada no primeiro filme solo do Wolverine é totalmente absurda e ofensiva aos fãs. O único acerto foi escalar Ryan Reynolds para o papel, uma vez que ele sempre confessou ser fã do personagem. Porém, após aquele desastre, foram preciso anos de insistência e muito trabalho da parte dele e do diretor Tim Miller para convencer a Fox a fazer um filme solo do mercenário falastrão. Felizmente para nós, o filme foi feito com a devida censura de 18 anos e pudemos ver na telona o verdadeiro Deadpool que conversa com o espectador e o quão criminoso foi “costurar sua boca” no filme de 2009. O filme fez tanto sucesso que parece ter disparado uma onda de “filmes de super-heróis para adultos” com essa classificação prometida para o próximo filme do Wolverine e uma “versão adulta” do recente “Batman vs Superman”. A parte do humor e da ação são representados de forma perfeita e este filme só não está mais acima na lista devido à sua trama genérica que acabou cedendo a muitos clichês do gênero tão criticados em muitas falas do protagonista.

 

3. X-Men: Primeira Classe (2011)

Depois da fraca recepção de ‘X-Men: O Confronto Final‘, ficou claro que os X-Men precisavam se reinventar e foi exatamente isso que aconteceu com este filme de 2011. O roteiro é muito bem escrito e, além de desenvolver bem os personagens, ele insere de forma muito inteligente a temática mutante em um dos incidentes mais tensos da guerra fria: a crise dos mísseis em Cuba. Mesmo um excelente roteiro não poderia obter sucesso sem bons atores para trazê-lo à vida e podemos dizer que o filme é extremamente afortunado neste quesito. Se aproveitando bem da ousadia de atores promissores e em ascensão (algo que parece ser uma das marcas dos filmes da equipe mutante, como diziam Halle Berry e Hugh Jackman), os produtores e o diretor conseguiram montar um elenco de luxo. Quem não ficaria empolgado para assistir a um filme que reúne James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence? Com este elenco estelar e uma direção excepcional de Matthew Vaughn, realmente eu colocaria esta película no hall dos filmes de super-heróis que transcendem este universo e conseguem agradar a um público mais tradicional, assim como a trilogia do Cavaleiro das Trevas de Nolan.

 

2. X-Men 2 (2003)

Depois do inesperado sucesso da estreia dos mutantes no cinema, era só uma questão de tempo até que tivéssemos uma continuação. A diferença é que a cobrança e a expectativa eram bem maiores, mas Bryan Singer não decepcionou e conseguiu entregar um filme bem superior e que desenvolveu de forma ainda melhor seus personagens. Ele fez isso se aprofundando na questão da intolerância ao “fenômeno mutante” e no impacto que isso teria no governo e na sociedade. Além disso, ele elevou o nível das cenas de ação e nos mostrou o quão intenso poderia ser um filme de super-heróis em uma época ainda anterior aos filmes de Nolan e do universo cinematográfico da Marvel. Para fechar o pacote, ainda tivemos um excelente gancho para a ‘Saga da Fênix Negra” que prometia muitas emoções. Infelizmente, “tiraram o doce da nossa boca” no filme seguinte, mas como esse erro já foi “apagado” ainda há esperança de vermos essa saga aparecer nas telonas da forma que merece.

 

1. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014)

Aproveitando uma saga famosa dos quadrinhos, “Dias de um Futuro Esquecido”, surgiu a ideia de juntar as “duas fases” dos X-Men nas telonas. Mesmo modificando a história original dos quadrinhos, isto é feito de forma inteligente para adequar ao que já havia sido feito no cinema nos filmes anteriores. Ainda assim, alguns acontecimentos são ignorados, principalmente do fiasco ‘X-Men: O Confronto Final’, mas isso não prejudicou em nada a experiência, muito pelo contrário, serviu para dar novo sopro de vida à franquia nos cinemas. Além da união de atores da primeira trilogia e de Primeira Classe para formar os protagonistas, temos participações especiais de praticamente todos os atores dos filmes da franquia. É preciso destacar a forma magistral como o diretor conseguiu homenagear o elenco antigo e criar uma consistência de todo o legado já estabelecido anteriormente. Mais uma vez, os atores de Primeira Classe roubam a cena e esbanjam talento, com destaque para James MacAvoy e Jennifer Lawrence. Isso sem falar da fantástica cena do Mercúrio que, por si só, já valeria o ingresso, ou da aguardada aparição das sentinelas. Em minha modesta opinião, não há dúvidas que este foi o ponto mais alto dos mutantes no cinema que aperfeiçoou a fórmula definida antes e nos deu um dos melhores filmes de super-heróis recentes.

 

‘Extraordinário’, com Julia Roberts e Jacob Tremblay, ganha EMOCIONANTE trailer

A Lionsgate liberou o primeiro e emocionante trailer de ‘Extraordinário’, estrelado por Julia Roberts e Jacob Tremblay.

Confira, com o cartaz:

Originalmente agendada para 7 de abril, a estreia foi adiada para 17 de novembro, próximo ao feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças.

O filme, baseado no romance homônimo de 2012 escrito por R.J. Palacio, segue um menino (Tremblay) nascido com uma deformidade facial e como ele tenta se encaixar em uma nova escola. Roberts vai interpretar a mãe da criança.

Mandy Patinkin, de ‘Homeland’, acompanha o elenco ao lado de Owen Wilson, Daveed Diggs e Sônia Braga, três vezes indicada ao Globo de Ouro – que impressionou a crítica em diversos festivais de cinema em 2016 por sua performance em ‘Aquarius’ (Kleber Mendonça Filho). O diretor de ‘As Vantagens de Ser Invisível’, Stephen Chbosky, assume a direção de ‘Extraordinário’ e o roteiro ficou a cargo de Steve Conrad (‘À Procura da Felicidade’) e Jack Thorne (‘Skins‘).

Diretor de ‘Godzilla 2’ indica conexão com o filme de 1954

Uma novidade extremamente curiosa e interessante, por sinal.

No Twitter, Mike Dougherty – diretor de ‘Godzilla 2‘ – compartilhou a foto de um elemento fundamental no clássico filme de 1954.

O nome desse “instrumento” se chama Oxygen Destroyer, e como o próprio nome sugere, é uma bomba de oxigênio criada no icônico filme para destruir justamente o monstrengo.

Agora, de que forma as duas produções poderão realizar essa “conexão”?!

Confira a imagem:

“A nova história segue os esforços dos membros da Monarch, que enfrentam vários monstros gigantescos, incluindo o poderoso Godzilla, que confronta Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. E todos esses seres antigos, onde se pensou que seriam meros mitos, eles ressurgem. Assim, todos os monstros disputam a supremacia deixando a humanidade pendurada em um equilíbrio.”

Michael Dougherty (‘Krampus: O Terror do Natal’) é quem vai dirigir a produção. O roteiro também é dele.

Dougherty roteirizou e dirigiu ‘Krampus: O Terror do Natal‘, que passou batido nos cinemas nacionais e chegou direto em Home Vídeo. Ele também é um dos roteiristas de ‘X-Men: Apocalipse’.

Ele substitui Gareth Edwards, que abandonou a direção por motivos de “conflito de agenda com outros projetos”.

‘Kong: A Ilha da Caveira’ ganha cartaz REVELADOR com segredos de ‘Godzilla’

O estúdio prepara um Universo cinematográfico compartilhado para seus monstros, como Godzilla e King Kong.

‘Kong – Skull Island’ terá ligação com o remake de ‘Godzilla’ 

O  filme foi adiado de 8 de junho de 2018 para 22 de março de 2019.

 

‘Verdade ou Desafio?’: Conheça o terror da Blumhouse estrelado por Lucy Hale e Tyler Posey

A Universal Pictures confirmou a data de estreia do terror ‘Truth or Dare’, o filme que vai dar alguns toques sobrenaturais ao famoso jogo “Verdade ou Desafio?”.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 3 de Maio de 2018, e promete ser um novo sucesso da Blumhouse – produtora de ‘A Morte te dá Parabéns‘ e ‘Atividade Paranormal‘.

A trama acompanha uma estudante colegial americana no México. Ela aceita participar de uma inofensiva partida de “Verdade ou Desafio”, mas logo percebe que o jogo não quer parar e irá persegui-la durante sua volta para casa, colocando todos a sua volta em perigo.

O grande elenco traz Tyler Posey (‘Teen Wolf’), Lucy Hale (‘Pretty Little Liars’), Violet Beane (‘The Flash’), Aurora Perrineau, Nolan Gerald Fund, Hayden Szeto e Sophia Taylor.

A direção fica por conta de Jeff Wadlow, roteirista e diretor de ‘Kick Ass 2’.

 

‘Elite’: Série da Netflix estilo ‘Gossip Girl’ se transforma em um fenômeno

Após o sucesso de público de ‘13 Reasons Why‘, ‘Stranger Things‘ e ‘La Casa de Papel‘, a Netflix já tem uma nova série que se transformou em um fenômeno de audiência. E ela vem da Espanha.

Elite‘ dominou as redes sociais desde que foi lançada na última semana, e se transformou na preferida dos assinantes do serviço de streaming.

A série começa com um grande suspense: um dos nossos protagonistas está todo ensanguentado na piscina da escola, alegando ser inocente. Alguém morreu, mas quem?

Voltamos no tempo seis meses, quando nossa história começa. Samuel, Christian e Nadia são três jovens de classe média que ganham uma bolsa de estudos no colégio para jovens ricos Las Encinas, após o prédio em que eles estudavam desabar devido a uma obra mal feita pelo construtor – pai de uma das protagonistas.

Samuel (Itzan Escamilla) é o nosso protagonista, um rapaz simples e inteligente cujo irmão acabou de sair da prisão. Logo na primeira aula, ele é ridicularizado pelo líder dos populares por ser um “garçom”. Christian (Miguel Herrán) é um jovem rebelde, que não vê importância na bolsa de estudos; e Nadia (Mina El Hammani) é uma palestina que deseja se tornar a melhor aluna da classe.

Quando os três jovens simples começam a se relacionar com os ricaços da escola, logo todos se envolvem em uma trama repleta de traições, intrigas, promiscuidade e ostentação, com reviravoltas que vão deixar seu queixo caído.
O roteiro é atual e moderno, e aborda temas pouco vistos na dramaturgia, como o HIV, o tráfico, a poligamia, voyeurismo, religião, entre outros tabus nunca devidamente explorados. O choque social entre os alunos resulta em um terrível e misterioso assassinato.

Com uma pegada teen no estilo ‘Barrados no Baile’, ‘The O.C.’ e ‘Gossip Girl’, a série acerta em adicionar toques de ‘How to Get Away with Murder’ na mistura e te conquista logo nos primeiros minutos.

É uma série polêmica, que consegue traçar um retrato realista da juventude, adicionando muito drama e sexo na mistura, e criando uma soap opera moderna e viciante. É impossível não querer continuar acompanhando os dilemas desses jovens problemáticos e cheios de demônios internos.

A série ainda aproveita os talentos de outra série que se tornou um fenômeno na Netflix: ‘La Casa de Papel’. O elenco conta com Miguel Herrán, Jaime Menéndez Lorente e María Pedraza, respectivamente o Rio, o Denver e a Alison Parker.

Se você adora histórias cheias de drama e intriga, vai se apaixonar por ‘Elite’. São oito episódios de uma hora, que sempre deixam um cliffhanger matador para você maratonar em um dia só. A Netflix acertou em cheio em sua nova série. Que venha a segunda temporada!

Assista a crítica em vídeo:

‘X-Men: Fênix Negra’ ganha várias imagens inéditas eletrizantes

X-Men: Fênix Negra’ teve novas imagens divulgadas pra lá de eletrizantes. Além disso, foi revelado que o filme terá 2 horas e 41 minutos de duração (161 minutos). Trata-se do filme mais longo de toda a franquia.

Confira as fotos e os cartazes:


Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

‘No Gogó do Paulinho’: Assista ao trailer da comédia baseada no Paulinho Gogó [EXCLUSIVO]

“Quem não tem dinheiro conta história!”. Foi com esse bordão que Paulinho Gogó se tornou o personagem mais querido e carismático do humorístico “A Praça É Nossa“. E agora o público poderá assisti-lo narrando suas estripulias pela primeira vez no cinema, depois do sucesso no teatro e na TV.

A partir do dia 9 de abril, a comédia ‘No Gogó do Paulinho‘ invade as telonas com Maurício Manfrini e Cacau Protásio (Nega Juju), além das participações de Carlos Alberto de Nóbrega, Bemvindo Sequeira, Loroza e Anderson Leonardo, do Grupo Molejo.

Assista ao trailer EXCLUSIVO divulgado pelo CinePOP:

No novo longa de Roberto Santucci, Gogó conta seus casos daquele jeito já característico: trocando sílabas e com um vocabulário cheio de gírias. Sentado no banco da praça, ele relembra a infância em Venda Velha, bairro de São João de Meriti, o tempo no Exército e as tentativas na carreira de músico, quando chegou até a invadir a casa de Zeca Pagodinho. Sempre com um ouvinte do lado, ele recorda também as confusões em que se meteu fazendo bicos no jogo do bicho, lembra como conheceu os amigos Chico Virilha, Biricotico, Helinho Gastrite e Celso Bigorna e as loucuras que cometeu para conquistar a Nega Juju.

O personagem Paulinho Gogó foi criado em 1995 por Maurício Manfrini, no programa Patrulha da Cidade, na Rádio Tupi. Depois, disso, passou pela Rede CNT, no programa Na Boca do Povo. O sucesso o levou pra TV Globo, para Escolinha do Professor Raimundo. Em 2004, foi para o banco da A Praça É Nossa, no SBT, onde está até hoje.

Chadwick Boseman, de Pantera Negra, morre aos 43 anos

Morre aos 43 anos o ator Chadwick Boseman,  conhecido mundialmente por ter interpretado o herói Pantera Negra, o T’Challa, no Universo Cinematográfico Marvel.

A informação foi confirmada através das redes sociais do ator, que ganhou notoriedade em filmes como ‘Pantera Negra’, da Marvel, e ‘Destacamento Blood’, de Spike Lee. De acordo com a publicação oficial, Boseman estava diagnosticado com câncer no cólon desde 2016, e nos últimos quatro anos a doença avançou do estágio 3 para o estágio 4.

Boseman faleceu em casa, ao lado da família. Nascido na Carolina do Sul e tendo alcançado seu primeiro papel na televisão em 2003, o ator fez sua estreia na Marvel com Capitão América: Guerra Civil, e interpretou o Rei de Wakanda também em ‘Vingadores: Guerra Civil’ e ‘Vingadores: Ultimato’.

Leia a transcrição da nota:

“É com imensa dor que confirmamos o falecimento de Chadwick Boseman.

Chadwick foi diagnosticado com câncer no cólon no estágio 3 em 2016, e lutou pelos últimos 4 anos enquanto a doença avançou para o estágio 4.

Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou através de tudo isso, e trouxe a todos muitos dos filmes que vocês amam tanto. De Marshall a Destacamento Blood a[o ainda inédito] Ma Rainey’s Black Bottom e muitos outros, todos foram filmados entre muitas cirurgias e sessões de quimioterapia.

Foi a honra de sua carreira trazer o Rei T’Challa à vida em Pantera Negra.

Ele morreu em sua casa, ao lado da esposa e da sua família.

A família agradece a todos pelo amor e pelas orações, e pede que todos continuem a respeitar a privacidade durante este momento tão difícil.”

Chadwick Boseman esteve entre 2004 e 2020 em 15 filmes, e deixa projetos não finalizados.

 

‘Homem-Aranha 3’: Uniforme do herói de Andrew Garfield estampa imagem de marketing

As filmagens de ‘Homem-Aranha 3(‘Spiderman: No Way Home’) já terminaram e a sequência permanece repleta de mistérios e teorias.

Uma dessas teorias inclui a presença de Andrew Garfield como um Peter Parker de uma realidade alternativa. Apesar de Tom Holland já ter negado a participação de Garfield, uma imagem divulgada por uma fan page focada em novidades sobre a sequência revela o contrário.

A imagem faz parte de um kit comemorativo para o fim das gravações, e uma desses brindes mostra um bottom personalizado do herói vestindo um traje idêntico ao que Garfield usou em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘.

Outra mostra o traje usado no primeiro filme.

Confira:

“A equipe de filmagem de #SpiderManNoWayHome recebeu um monte de brindes fantásticos para comemorar o fim da produção!”

Além disso, um usuário do Twitter revelou que William Spencer, dublê de Garfield em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’, está trabalhando junto com Greg Townley, dublê de Holland desde ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

Na publicação, o usuário mostrou um print do instagram de Spencer, que aparece num cenário com chroma key e menciona Townley na legenda.

“Desafio do dia com alguns dublês. Ben Jenkin não apareceu porque ele foi muito rápido antes de ser fotografado por Greg Townley, escreveu Spencer.

O mais curioso é que ele apagou a publicação de seu perfil depois que alguns começaram a especular sua participação em ‘Homem-Aranha 3′.

Confira:

“Dublê de Andrew Garfield num set trabalhando com o dublê de Tom Holland.”

E aí, você acha que o Aranhaverso é real mesmo?

Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

Gal Gadot pediu aumento GIGANTESCO de salário em ‘Mulher-Maravilha 1984’, se não deixava a franquia

Quando Gal Gadot fez sua estreia em ‘Mulher-Maravilha’, ela foi contratada por um valor bem menor do que os fãs poderiam ter esperado – recebendo apenas US$300 mil por seu trabalho como a icônica super-heroína. Entretanto, para a sequência ‘Mulher-Maravilha 1984’, a atriz teve um aumento surpreendente de salário.

Gadot recebeu nada menos que US$10 milhões para reprisar o papel titular da continuação (ou seja, trinta e três vezes mais que faturou no filme original).

A atriz revelou em entrevista à revista Elle que estava pronta para não gravar o filme caso seu salário não tivesse aumentado.

“Se você olhar para isso como um jogo de cartas, minha mão estava melhor. Eu estava pronta para desistir da personagem se eles não me pagassem o que era justo. Eu tenho um grande senso de justiça, e eu sei que estava certa em pedir um aumento”, afirmou.

Especula-se que a atriz ganhou mais US$ 10 milhões em um acordo para que o filme fosse lançado simultaneamente no streaming.

Apesar do aumento gigantesco, o valor ainda é considerado bem abaixo do que seus colegas da DC (e até mesmo da Marvel) fizeram em seus próprios longas. Jason Momoa, astro de ‘Aquaman’, recebeu US$14 milhões, enquanto Robert Downey fez “no mínimo” US$75 milhões no épico ‘Vingadores: Ultimato’

Mulher-Maravilha 3‘ marcará o último filme da franquia com Jenkins e Gal Gadot.

Em entrevista à Variety, a atriz Gal Gadot falou sobre o trabalho no filme, afirmando que ela espera que ele resulte em “um belo encerramento”.

“Você quer ver um terceiro filme, eu quero ver um terceiro filme também, para ter ‘um belo encerramento’ para a franquia.”, afirmou.

Jenkins também confirmou que será seu último filme da franquia.

“Mulher-Marailha 1984 me deu a chance de fazer muitas das coisas que não consegui acomodar no primeiro filme. Eu estou tão feliz de poder contar a história de origem da Mulher-Maravilha. Foi quase como o seu nascimento, mas nós ainda não vimos do que ela é capaz. É empolgante para mim mostrá-la no ápice da sua força. Mas também é muito importante ela combater uma luta pessoal: Ela é uma deusa que tenta ajudar a humanidade. Ela não é só uma pessoa que luta contra o mal, ela tenta mostrar à pessoas más como elas podem melhorar. É um dilema interessante. O próximo filme (MM3) é meu último filme da Mulher-Maravilha, então eu preciso colocar tudo o que eu quero mostrar lá. Nós precisamos pensar cuidadosamente”. 

Você está empolgado para ‘Mulher-Maravilha 3‘?

Assista a nossa crítica de ‘Mulher-Maravilha 1984‘:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Que ideia é essa? Assista a um clipe EXCLUSIVO da 7ª temporada de ‘Shark Tank Brasil’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um vídeo exclusivo da 7ª temporada do ‘Shark Tank Brasil‘, que estreará no Sony Channel na quinta-feira, 25 de Agosto, às 21h30.

O conteúdo mostra um dos pitches do episódio de estreia do reality show.

Assista:

 

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A sétima temporada do Shark Tank Brasil será apresentada por Luitha Miraglia e contará com Sandra Chayo, sócia e diretora do Grupo Hope, e o ator e empresário Felipe Titto se unem a João Appolinário, fundador da Polishop, Caito Maia, fundador e CEO da Chilli Beans, Carol Paiffer, CEO da ATOM S/A, e José Carlos Semenzato, especialista no setor de franquias, para buscar e investir em empreendedores.

A premiada franquia Shark Tank é baseada no reality “Dragons ‘Den”, criado pela Nippon TV no Japão e distribuída ao redor do mundo pela Sony Pictures Television. O formato foi adaptado com êxito e já cativou audiências em mais de 40 territórios em todo o mundo, incluindo Austrália, Canadá, França, Alemanha, México e Estados Unidos.

Crítica em Vídeo | ‘Loucas em Apuros’ – Comédia DIVERTIDÍSSIMA que vai fazer você gargalhar nos cinemas…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo da hilária comédia ‘Loucas em Apuros‘ (Joy Ride).

Assista a crítica:

A comédia será lançada nos cinemas nacionais no dia 3 de Agosto, com pré-estreias pagas desde já.

Dos produtores de ‘Vizinhos‘, a produção conta com a direção de Adele Lim, roteirista de ‘Podres de Ricos

A trama acompanha um grupo de quatro mulheres e seus processos de descoberta interior e da vida enquanto embarcam em uma aventura única. As amigas viajam para a China à procura da mãe biológica de uma delas, enfrentam situações inusitadas e fortalecem ainda mais o laço que já existia entre elas.

Ashley Park (‘Emily em Paris’), Sherry Cola (‘Good Trouble’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) e Sabrina Wu (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’) estrelam.

O elenco também conta com Ronny ChiengLori Tan ChinnDavid DenmanAnnie MumoloDesmond ChiamAlexander HodgeChris Pang.

 

Diretor revela detalhes da sequência descartada de ‘Sky High – Super Escola de Heróis’

Mike Mitchell, diretor de ‘Sky High – Super Escola de Heróis’, recentemente compartilhou detalhes sobre os planos abandonados para uma sequência do clássico da Disney.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Mitchell revelou: “Todos os jovens originais voltariam, incluindo o Primo Greg. Esse foi um de seus primeiros filmes”, disse o cineasta se referindo a Nicholas Braun, que mais tarde teve um papel marcante em ‘Succession’ da HBO como o mencionado Primo Greg. “Mary Elizabeth Winsted como Royal Pain, Kurt Russell também teria que estar de volta”.

Mitchell também revelou que todos os ex-alunos agora seriam professores em um novo campus universitário de super-heróis. “Nós imaginamos que todos os jovens agora estão crescidos e são todos professores universitários em um lugar chamado Save U. Você apenas pega toda essa diversão e a traz dos anos do ensino médio para os anos da faculdade. Seria muito divertido”.

Mitchell concluiu revelando que olha para seu trabalho em ‘Sky High – Super Escola de Heróis’ com carinho e ainda vê vestígios dessa experiência nos filmes que faz hoje. “Fui um grande fã desse filme também. Nunca me diverti tanto trabalhando em algo. Isso também vale para Kung Fu Panda 4, que foi ótimo de trabalhar. Ambos puderam incorporar ação engraçada também, o que acho muito importante. Eu amo um filme onde você não apenas consegue ser engraçado, mas também se diverte muito e tem ação insana. Esses filmes são similares nesse sentido”.

Lançado em 2005, ‘Sky High – Super Escola de Heróis’ arrecadou apenas US$ 86,4 milhões de dólares nas bilheterias, mas as críticas positivas na época, bem como o boca a boca forte ao longo das últimas duas décadas, transformaram o filme em um verdadeiro clássico cult.

‘Sky High – Super Escola de Heróis’ conta a história do jovem Will Stronghold (Michael Angarano), filho dos lendários heróis Comandante (Kurt Russell) e Super Jato (Kelly Preston), que está ansioso para se tornar o mais novo aluno de uma escola ultramoderna, criada para formar os heróis de amanhã. No entanto, sem nenhum superpoder aparente, Will parece destinado a ser apenas um “ajudante de herói”.

‘Sky High – Super Escola de Heróis’ está disponível no Disney Plus.

Netflix divulga trailer de ‘Larissa: O Outro Lado de Anitta’

O que as nuances mais profundas de uma artista são capazes de revelar? A Netflix divulga hoje o trailer oficial do documentário ‘Larissa: O Outro Lado de Anitta‘, que estreia em 6 de março. A produção desvenda a intimidade e a vulnerabilidade de Anitta por trás da imagem poderosa da cantora de sucesso mundial.

Todo mundo conhece a Anitta, mas a Larissa de Macedo Machado, seu nome de registro, ainda é um segredo bem guardado. Enquanto a Anitta brilha no topo, é a Larissa quem enfrenta a pressão dos desafios do sucesso. Sua jornada de autoconhecimento é capturada pelo olhar íntimo de um antigo ‘crush’ da juventude, que agora tem a missão de ajudar a revelar ao mundo quem é a verdadeira Larissa.

O documentário também traz momentos icônicos da carreira da ‘girl from Rio’, incluindo cenas de bastidores do Carnaval no Rio de Janeiro, conquistas inéditas em premiações internacionais, o topo das paradas globais com o hit Envolver, além de sua apresentação no festival Coachella.

Assista ao trailer:

‘A Colisão dos Destinos’: Documentário sobre Bolsonaro não abre no TOP 10 das bilheterias

O documentário ‘A Colisão dos Destinos’, centrado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, chegou aos cinemas brasileiros na quinta-feira (14) cercado de expectativa entre apoiadores, mas teve um início discreto nas bilheterias. Mesmo com exibições espalhadas por diferentes estados do país e sessões em cidades do Distrito Federal, Sudeste, Sul e Nordeste, o longa registrou baixa ocupação nas primeiras sessões, com cinemas exibindo fileiras praticamente vazias.

Dirigido por Doriel Francisco e produzido com envolvimento do ex-secretário especial da Cultura Mario Frias, o documentário aposta em uma abordagem totalmente favorável ao ex-presidente, construindo uma narrativa emocional e heroica sobre sua vida pessoal e trajetória política. Com cerca de 70 minutos, a produção se vende como uma ‘história não contada’ de Bolsonaro, revisitando momentos de sua infância, carreira militar, ascensão política e passagem pelo Palácio do Planalto.

O roteiro, assinado por Doriel Francisco e William Alves, conta ainda com argumento atribuído a Eduardo Bolsonaro e Mario Frias. Ao longo do filme, a narrativa é conduzida principalmente por depoimentos de familiares, aliados e integrantes do núcleo bolsonarista, incluindo nomes como Nikolas Ferreira, Hélio Lopes e o senador Flávio Bolsonaro.

No fim de semana, ‘O Diabo veste Prada 2‘ voltou a liderar as bilheterias e arrecadou R$ 18,3 milhões de reais.

Confira o TOP 10 das bilheterias de 14 a 17:

filmerenda (R$)
1O Diabo veste Prada 218.310.000
2Michael15.952.000
3Mortal Kombat 23.377.000
4Obsessão2.291.000
5Super Mario Galaxy: O filme1.577.000
6Na zona cinzenta585.000
7Authentic games – No Império Desconectado535.000
8O Gênio do crime359.000
9Top Gun – Ases Indomáveis (1986)349.000
10Top Gun – Maverick292.000

 

Sem espaço para contrapontos ou entrevistas com críticos do ex-presidente, o longa evita temas que marcaram fortemente os últimos anos da política brasileira. A derrota de Bolsonaro nas eleições de 2022, por exemplo, não é sequer mencionada. Também ficam de fora as investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado e os processos judiciais posteriores envolvendo o ex-presidente.

Durante o trecho dedicado à pandemia de Covid-19, o documentário reforça o discurso de aliados políticos em defesa da condução do governo federal. Em uma das falas presentes na produção, Hélio Lopes afirma que Bolsonaro ‘não errou uma’ durante a crise sanitária. O filme, porém, ignora completamente o relatório final da CPI da Covid, que recomendou o indiciamento do ex-presidente em 2021.

A estreia do filme também acontece em meio à repercussão de uma reportagem do Intercept Brasil, que revelou conversas envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro sobre a captação de recursos para ‘Dark Horse’, outro projeto cinematográfico inspirado na vida do ex-presidente — desta vez uma produção de ficção estrelada por Jim Caviezel.

As gravações de ‘Dark Horse’, longa-metragem que se propõe a retratar a trajetória do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, foram marcadas por um clima de extrema tensão nos bastidores. O estopim dos conflitos residiu em uma severa polarização política dentro do próprio set: enquanto o roteirista Mário Frias e o diretor norte-americano Cyrus Nowrasteh são figuras alinhadas à extrema-direita, a maior parte da equipe técnica e de produção se identificava com posições de esquerda.

De acordo com uma reportagem publicada pelo jornal O Globo, as diretrizes ideológicas foram impostas logo no início dos trabalhos. A liderança do projeto determinou que os funcionários evitassem o uso de roupas de cor vermelha ou qualquer vestimenta que fizesse alusão a movimentos sociais, como o MST.

No entanto, à medida que as filmagens avançavam, os técnicos passaram a se incomodar com os adereços da própria chefia, que frequentemente exibia bonés e roupas com a bandeira dos Estados Unidos estampada junto a fuzis.

Um integrante da produção relatou o impasse ao jornal: “A gente concordava em não usar vermelho, mas pedimos que eles também não usassem aquilo”.

Os relatos apontam que muitos profissionais do setor audiovisual resistiram a aceitar o trabalho devido ao teor político da obra. A adesão de parte da equipe técnica teria ocorrido principalmente pela oferta de cachês significativamente acima da média praticada no mercado nacional.

O envolvimento no projeto, contudo, cobrou um preço profissional para alguns. Uma das participantes chegou a perder um contrato em outra produção após os novos contratantes descobrirem que ela integrava a equipe de ‘Dark Horse’. Um colega de set relembrou o episódio: “Ela chorou no set”.

‘Dark Horse’: Produtora da cinebiografia de Bolsonaro recebeu mais de R$ 100 milhões da Prefeitura de São Paulo

O ápice do antagonismo político entre a equipe e a direção do filme ocorreu no chamado “dia do rolo 100”. No jargão cinematográfico tradicional, celebra-se o momento em que as gravações atingem o centésimo rolo de película, uma convenção mantida na era digital para a marca de 100 cartões de memória preenchidos.

Embora o clima pesado desanimasse os técnicos para qualquer festividade, a chefia comprou garrafas de champanhe e insistiu em manter a comemoração. Por uma ironia do destino, o “rolo 100” foi alcançado exatamente no dia 22 de novembro de 2025, data em que foi efetuada a prisão de Jair Bolsonaro.

O resultado foi um cenário de reações opostas no set: a equipe técnica abriu as bebidas e celebrou de forma expansiva, utilizando a justificativa técnica da tradição do cinema, enquanto Mário Frias e o núcleo conservador da liderança lamentavam a notícia nos bastidores.

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Outro ponto que chamou a atenção foi o orçamento do longa. A produção foi integralmente patrocinada pelo ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que posteriormente foi preso sob acusações de lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa, táticas de intimidação e coerção.

A reportagem destaca que o volume de capital disponível transformou o set de filmagens em uma estrutura raramente vista no Brasil. De acordo com a apuração da colunista Malu Gaspar, ao menos R$ 62 milhões de Vorcaro foram repassados para custear o longa.

O montante supera com folga o orçamento de grandes produções nacionais de prestígio internacional, como ‘Ainda Estou Aqui’ (R$ 45 milhões) e ‘O Agente Secreto’ (R$ 28 milhões). Um funcionário resumiu o fluxo financeiro: “Em Dark Horse, era dinheiro para todo lado”.

Graças ao grande orçamento  as filmagens se estenderam por cerca de dez semanas, um período considerado longo até mesmo para séries de TV com múltiplos episódios. Um profissional detalhou o ritmo lento e meticuloso dos trabalhos: “Tudo era filmado com calma, a gente filmava três páginas de roteiro por dia, quando o normal no cinema é cinco ou seis”.

A opulência técnica e estrutural do projeto chamou a atenção do setor:

  • Figuração massiva: Presença constante de 250 a 300 figurantes na maioria das diárias.
  • Equipamento de ponta: Utilização fixa de pelo menos três equipes de câmeras simultâneas (chegando a cinco em dias específicos), equipadas com maquinários sofisticados, incluindo gruas robóticas da marca Scorpio.
  • Logística de elenco: Os atores norte-americanos escalados para o projeto, como o protagonista Jim Caviezel e Esai Morales, dispunham de trailers de apoio individuais, cumprindo exigências estritas de seus sindicatos de origem.
  • Uso de Stand-ins: Contratação de profissionais com as mesmas características físicas dos astros internacionais apenas para servirem de modelo nos ensaios de iluminação e posicionamento de câmera enquanto os atores se preparavam, um recurso considerado de luxo nas produções filmadas em solo brasileiro.

Jair Bolsonaro, que presidiu o Brasil entre 2019 e 2023, cumpre atualmente uma pena de 27 anos de prisão sob a acusação de liderar uma conspiração para impedir a posse de seu rival, Luiz Inácio Lula da Silva — acusações que são contestadas por seus aliados.

“Inspirado em fatos reais, Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro, um controverso outsider que ascende de obscuro capitão do Exército a favorito populista à presidência em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar uma tentativa mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e pela alma de uma nação”, diz a sinopse.

O lançamento global de ‘Dark Horse’ nos cinemas está previsto para o dia 11 de setembro de 2026.

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O longa é estrelado por Jim Caviezel (‘A Paixão de Cristo’), além de Esai Morales (‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘), Lynn Collins (‘John Carter – Entre Dois Mundos‘) e Felipe Folgosi.

Cyrus Nowrasteh assume a cadeira de direção. Mário Frias, Secretário Especial da Cultura durante a gestão Bolsonaro, ficou responsável pelo roteiro.

Crítica | ‘O Jogo do Disfarce’ – Kaley Cuoco estrela ação do Prime Video previsível estilo ‘Sr e Sra Smith’

Os dois lados de uma vida. Você provavelmente já viu algum filme bem parecido com esse novo lançamento da Prime Video. Reunindo um amontoado de clichês, expostos em uma narrativa sonolenta, fruto de um roteiro ingênuo que foge de qualquer criatividade, O Jogo do Disfarce se propõe em seu discurso abordar uma crise conjugal num desenrolar de verdades por trás de mentiras. Feito pra divertir, o projeto se perde a todo instante com seu leme apontado para o previsível.

Na trama, conhecemos Emma (Kaley Cuoco), uma mulher super dedicada a sua linda família, casada com o carinhoso Dave (David Oyelowo), mas que esconde um importante segredo. Sete anos casada, com dois filhos, moradora de Nova Jérsei, Emma passa seus dias se desdobrando entre os afazeres profissionais como assassina de aluguel e a vida familiar. Certo dia, quando percebe junto ao marido que precisam apimentar a relação, eles tem a ideia de se encontrarem em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, e assim terminar a noite de uma forma diferente. Só que nesse lugar, Emma vai bater de frente com sua outra vida, gerando uma série de situações.

Não tem como eu começar esse texto dizendo que reinventaram um modelo batido de entretenimento. Eu bem que queria dizer isso. Mas…longe disso. Dirigido pelo cineasta francês Thomas Vincent, em seu segundo longa-metragem de ficção após uma passagem pelo universo das séries dirigido alguns episódios de Os Bórgias, Versailles, Reacher entre outras, O Jogo do Disfarce é um pouco mais do mesmo do que já vimos por aí. Embarcando em uma história com construções simplistas, na linha do superficial, onde os conflitos da protagonista se resumem a um acordar de uma estrutura fantasiosa que criou precisando lidar com as consequências de sua arriscada profissão, o filme chega sem forças ao ponto mais alto de tensão na sua narrativa.

Se buscarmos um olhar para a crise conjugal que o casal enfrenta, temos algumas camadas a partir disso que podem gerar reflexões. Inclusive, indo por essa estrada o filme pode até se tornar mais interessante. As dificuldades que já existem em qualquer casamento se somam a uma protagonista que estaciona no seu presente se sentindo culpada pelo acúmulo das mentiras. Pena que o roteiro não desenvolve mais essa relação, flertando com a rápida chegada de uma ação desenfreada onde tudo fica mais desinteressante.

Indo atrás de pausas dramáticas aos montes, escorregando em clichês, O Jogo do Disfarce é um filme despretensioso, frio, sem nem ao menos pingos de emoção. Mas assista, tire suas próprias conclusões.

15 Filmes com a Popularidade mais baixa que a do Presidente Temer

Inspirados por uma matéria de nossos colegas do Pipoca Combo, resolvemos fazer nossa própria versão da lista com os filmes que possuem a popularidade mais baixa do que a do atual Presidente do Brasil, Michel Temer. No final de julho, veio a público a notícia que o presidente operante de nossa nação é dono de uma das popularidades mais baixas da história, com apenas 5% de aprovação e uma taxa de reprovação de mais de 70% dos brasileiros. Como nosso assunto aqui é cinema, resolvemos transferir essa negatividade para os filmes e fomos atrás daqueles desprezados pela maioria dos críticos (é claro que muitos de vocês irão concordar), com aprovação igual ou mais baixa que a do nosso presidente. Portanto, segurem-se nas cadeiras e fiquem prontos para passarem longe de tais filmes (se já não os tiverem assistido), ou dependendo de sua disposição para prazeres culposos, para reunir os amigos e dar boas risadas. Como de costume, não esqueça de comentar e deixar sua opinião.

15 | Os Vingadores (1998)

Calma, amiguinhos! Antes que caiam da cadeira, é bom avisar que não se trata do fenômeno da Marvel e sim o filme homônimo baseado numa série britânica da década de 1960, sobre dois espiões pra lá de elegantes desbaratinando tramoias internacionais. Sim, adaptações de séries de TV para o cinema não são novidade, e esta veio no rastro de Missão: Impossível (1996). Ao contrário do eficiente thriller estrelado por Tom Cruise, a versão cinematográfica de Os Vingadores optou pelo fantástico e pelo non sense, com personagens invisíveis, velhinhas com metralhadoras, abelhas mecânicas (que podem ter inspirado o episódio de Black Mirror), e Sean Connery vestido de ursinho rosa, na pele do vilão. Este filme é tão ruim quanto, ou pior, Batman & Robin (1997), acreditem! Apenas menos conhecido. É dito que o resultado deste filme e o de A Liga Extraordinária (2003) foram o motivo pelo qual o veterano ator, primeiro intérprete de James Bond no cinema, resolveu se aposentar. O pior de tudo é que este que vos fala, voraz cinéfilo, teve a “honra” de conferir esta pérola na tela grande. O filme soma 5% de aprovação da imprensa.

14 | Pluto Nash (2002)

A geração de hoje talvez não saiba, mas Eddie Murphy já foi um comediante sensação e um dos astros mais rentáveis do cinema. O auge aconteceu na década de 1980, na qual o ator emplacava um sucesso atrás do outro. Na década de 1990, ganhou sobrevida com O Professor Aloprado (1996), logo depois infelizmente voltando ao ostracismo. Um dos responsáveis por colocá-lo lá foi este Pluto Nash, ficção cômica ambiciosa do diretor Ron Underwood (O Ataque dos Vermes Malditos e Poderoso Joe). O orçamento foi mais do que inflado, estimado em US$100 milhões – preço de muitas superproduções atuais. Na trama, um noir futurista, Pluto (Murphy) é dono de uma boate interplanetária, que se vê no meio de uma conspiração imobiliária envolvendo a máfia. Imagine uma mistura de O Pagamento Final (1993) e Chinatown (1974), ideias muito adultas para um blockbuster mirado a todas as idades. De quebra, Rosario Dawson também é arrastada para a confusão, como parte do elenco. O filme marca 5% de aprovação da imprensa.

13 | Soldado Universal – O Retorno (1999)

Outra que talvez a geração de hoje não saiba. Antes de virar ator de filmes de ação B feitos para o mercado de vídeo, o astro belga das artes marciais Jean Claude Van Damme teve uma carreira bem rentável nos cinemas. E o filme que a impulsionou foi o primeiro Soldado Universal (1992). Depois, o lutador emplacou um sucesso atrás do outro pelos anos 1990. No final da mesma década, suas parcerias com cineastas asiáticos (foi Van Damme quem trouxe John Woo para o mercado norte-americano) já cambaleavam, vide A Colônia (1997) e Golpe Fulminante (1998). A solução para uma renovada veio com a continuação de seu primeiro grande sucesso – parecia ser a saída. Porém, sem Dolph Lundgren como vilão – o grandalhão foi um dos chamarizes do filme original, e vê-lo combatendo Van Damme na época era como o time B de um duelo entre Stallone e Schwarzenegger (os verdadeiros reis), e o diretor Roland Emmerich (Independence Day) no comando, o sabor já não era o mesmo. Mais velho, Luc (Van Damme) enfrenta uma nova leva de Soldados Universais, mais modernos, comandados pelo lutador na vida real Bill Goldberg, e a inteligência artificial SETH, no corpo de Michael Jai White, o Spawn (1997) em pessoa. O filme soma 5% de aprovação.

12 | Cool World – Mundo Proibido (1992)

Aqui começam as verdadeiras injustiças. Cool World não é uma obra-prima, mas sem dúvidas é mais legal do que muitos filmes com nota superior no Rotten Tomatoes. Não é culpa do agregador de críticas, no entanto, e sim dos avaliadores que não possuem tanto apreço assim pela obra. A história na verdade não faz muito sentido, mas Cool World é um destes filmes que parecem já terem nascido cults instantâneos. Na época, o filme foi muito comparado a Uma Cilada para Roger Rabbit (1988), produção de Steven Spielberg, já que igualmente misturava atores reais (no caso, aqui Brad Pitt canastra em seu início de carreira) com animação. Cool World é uma obra muito mais adulta, no entanto, com temas inadequados para crianças, que pode confundir seu público. Para termos uma ideia, Cool World tem mais em comum com produções como Heavy Metal (1981) e o recente O Congresso Futurista (2013). A modelo transformada em atriz Kim Basinger nunca esteve mais sensual do que nas formas de Holli Would (pegaram a referência?), personagem criada pelo quadrinista interpretado por Gabriel Byrne, por quem o sujeito se apaixona de verdade, sonha em se tornar humana, transcendendo das páginas para o mundo real e assumindo as formas da beldade. A animação inconfundível do longa é trabalho de Ralph Bakshhi, que também dirige a obra, responsável por alguns clássicos do gênero, vide O Gato Fritz (1972) e O Senhor dos Anéis (1978). Cool World tem 4% de aprovação da imprensa.

11 | A Serviço de Sara (2002)

Sabemos que tirando Jennifer Aniston, nenhum outro membro do elenco da série sensação Friends (1994 – 2004) conseguiu verdadeiramente emplacar no cinema, se tornando um nome reconhecível. É claro que todos eles tentaram e a maioria obteve sucesso em ao menos um filme, mas não foi suficiente para segurar suas carreiras fora das telinhas, como no caso da intérprete de Rachel. Matthew Perry, o Chandler, fazia muito sucesso no seriado, com seu personagem extremamente sarcástico. No cinema, obteve seus maiores sucessos com as comédias E Agora, Meu Amor? (1997) e Meu Vizinho Mafioso (2000). Logo depois emplacou esta parceria com a modelo e atriz Elizabeth Hurley, que igualmente saía de um sucesso, Endiabrado (2000), no qual interpretou o próprio diabo. Na história, Perry vive um funcionário tentando entregar os papeis de divórcio para a personagem de Hurley, esposa de um rico texano, tentando evitar ao máximo a separação por motivos óbvios. Confesso que, assim como Pluto Nash, nunca assisti a esta preciosidade, e sua aprovação de 4% não faz o trabalho de despertar minha vontade.

10 | O Pestinha (1990)

Os anos 1980 ficaram marcados entre outras coisas por produções miradas ao grande público, protagonizadas por crianças. Com o início da nova década, a tendência continuou e fortes representantes disso são Esqueceram de Mim (1990) e Dennis – O Pimentinha (1993). Poderíamos dizer que O Pestinha (Problem Child) seguiu a deixa de tais filmes, mas na realidade, ele foi o primeiro lançado nesta nova onda – a estreia foi em julho de 1990, enquanto Esqueceram de Mim teve lançamento em novembro. A história é simples, um casal decide adotar um menininho, somente para descobrir que o pequeno é capaz dos atos mais escabrosos. Fosse este um filme de terror, as situações não precisariam mudar muito, talvez somente a trilha sonora e as consequências – inclusive em 1993, o mesmo Macaulay Culkin protagonizou uma versão “séria” de O Pestinha, com O Anjo Malvado. Mas esta é uma comédia, e todos os atos do pequeno Junior (Michael Oliver) são criados para tirar risadas. Os críticos não conseguiram encontrar muito humor aqui e apenas 4% aprovam o longa. Mesmo assim, a produção foi rentável o suficiente para render duas continuações, em 1991 e 1995.

09 | Velocidade Máxima 2 (1997)

O primeiro Velocidade Máxima (1994), além de se mostrar um dos blockbusters surpresa muito bem sucedido, serviu para colocar a carreira de Sandra Bullock (uma das maiores estrelas de Hollywood nesta geração) no mapa. Natural que uma sequência fosse orquestrada. No entanto, mesmo com a volta do diretor Jan de Bont (que entre as duas produções ainda arrumou tempo para comandar outro sucesso: Twister, de 1996) e da musa Bullock, quando o protagonista Keanu Reeves optou por não retornar, as coisas não pareciam no trilho. Imagine Duro de Matar sem John McClane, ou Rambo sem John Rambo. Em menor escala, foi exatamente isto que ocorreu aqui, quando Jack Traven, personagem de Reeves, foi substituído pelo genérico Alex Shaw, de Jason Patric. Fora isso, um cruzeiro não configura a urgência de um ônibus com uma bomba pelas ruas, que não pode diminuir a velocidade. Nem todas as sanguessugas do mundo, Willem Dafoe (a melhor coisa do filme, no papel do vilão) e músicas de Carlinhos Brown conseguiriam salvar esta produção da apatia. O blockbuster é outro filme desta lista que este que vos fala conferiu numa sala de cinema em sua época de lançamento, provando o quão cinéfilo raiz sou. Velocidade Máxima 2 soma apenas 3% de aprovação da imprensa.

08 | A Filha da Luz (2000)

Pobre Kim Basinger. A atriz aparece novamente na lista, figurando em outro filme de popularidade bem baixa com a crítica. Na virada do milênio, o medo do fim do mundo era uma realidade para certas culturas. Pensando em capitalizar no fato, diversas produções abordavam o anticristo e suas vertentes. Assim, surgiram filmes como Fim dos Dias (1999), com Arnold Schwarzenegger, Stigmata (1999), com Patricia Arquette, e Dominação (2000), com Winona Ryder. Apesar de todos terem em comum a baixa aprovação entre a crítica especializada, nenhum possui uma cotação tão baixa quanto este A Filha da Luz. Na trama, Basinger interpreta uma mulher que pega para si a responsabilidade de criar a sobrinha, depois que sua irmã abandona a menina e desaparece. Aos poucos, sua personagem irá descobrir os verdadeiros motivos do ato e que a menina traz uma bagagem sobrenatural. Juntos neste barco que afunda, estão Jimmy Smits, Christina Ricci e Rufus Sewell. A direção é do veterano Chuck Russell (A Bolha Assassina e O Máskara). A Filha da Luz marca 3% de aprovação da crítica.

07 | A Reconquista (2000)

Era de se esperar que A Reconquista, considerado por muitos o pior filme de todos os tempos, tivesse uma nota mais baixa junto aos críticos e uma posição mais “alta” na lista. Mas surpreendentemente, esta produção confeccionada nos mantras da Cientologia não é o filme menos apreciado pelos críticos. Gostaria de saber quem foram os sacripantas que aprovaram este sofrimento em forma de longa. Na certa algum crítico membro da religião / seita. John Travolta, membro declarado da Cientologia, pagou para ver e comprou a ideia baseada no livro de L. Ron Hubbard, escritor de ficção científica e fundador da religião. O plano era para uma trilogia, como podemos perceber pelo desfecho do primeiro longa. O resultado extremamente negativo colocou um ponto final nesta “saga”. A Reconquista tem 3% de aprovação da imprensa – o que pode ser considerado muito.

06 | Highlander II: A Ressurreição (1991)

O primeiro Highlander: O Guerreiro Imortal (1986) não é um filme nota 10, mas conseguiu uma legião de fãs, se tornando um cult instantâneo – a produção marca 70% de aprovação. Foi o suficiente para os produtores correrem para confeccionar uma continuação. Servindo de exemplo para o que não se fazer ao criar uma sequência, Highlander II: A Ressurreição desconstrói tudo o que os fãs haviam gostado no filme original, criando uma nova mitologia em torno dos guerreiros imortais. Agora, era dito que os personagens na verdade vinham do espaço – sim, os Highlander são alienígenas, segundo estes gênios. O filme, rodado na Argentina, e com o orçamento super inflado, se tornou motivo de chacota (o programa de Siskel & Ebert sobre o filme é hilário). Muitos de minha geração, no entanto, alheios a opiniões de críticos, afinal na época éramos apenas crianças, nos divertíamos com as exibições do filme na TV aberta. Tudo bem que o que nos chamava atenção eram os efeitos, as batalhas e as cenas de ação. E qual criança não gosta de pranchas voadoras? O segundo Highlander marca 0% de aprovação da imprensa, se tornando assim um verdadeiro achado.

05 | Garotos Perdidos: A Tribo (2008)

Essa ideia já nasceu morta. Por anos, o cult 80´s Garotos Perdidos (1987), de Joel Schumacher, fazia os fãs salivaram com a possibilidade de uma sequência – junte a ele Os Goonies (1985) e Os Aventureiros do Bairro Proibido (1988). Se decepção matasse, muitos corpos precisariam ser recolhidos assim que recebemos de fato a tão aguardada continuação. Acontece que o que ganhamos foi uma sequência mequetrefe, lançada direto em vídeo e sem o envolvimento de qualquer membro do original, a não ser o pobre Corey Feldman, reprisando seu personagem do caçador de vampiros mirim, Edgar Frog. Nem mesmo seu inseparável irmão, Alan (papel de Jamison Newlander) estava presente. Como prêmio de consolação, apenas a participação de Angus Sutherland, irmãos mais novo de Kieffer Sutherland (um dos astros do original) e a presença de Tom Savini, mago dos efeitos de filmes de terror dos anos 1980, como Sexta-Feira 13. A continuação de Garotos Perdidos marca 0% de aprovação da crítica. Uma terceira parte foi lançada, também em vídeo, conseguindo igualmente a proeza de receber 0% de aprovação.

04 | Uma Chamada Perdida (2008)

Terror é um gênero que sofre com críticas negativas. É bem verdade que algumas produções que visam sustos podem ser bem genéricas. Essa é a versão norte-americana de uma obra japonesa de 2003, dirigida por ninguém menos do que o mestre Takashi Miike, do virtuoso 13 Assassinos (2010). Nas duas tramas, pessoas começam misteriosamente a receber ligações em seus celulares vindas delas mesmas no futuro, avisando a data, a hora e o momento exato de sua morte. Ao contrário de O Chamado (2002) e O Grito (2004), adaptações bem sucedidas de filmes originalmente japoneses, Uma Chamada Perdida, deixou passar bem mais do que só a ligação, e sim o sentido da obra. Pior para Edward Burns e Shannyn Sossamon, os protagonistas. A versão americana de Uma Chamada Perdida soma irrisórios 0% de aprovação da crítica. E você, o que acha do filme?

03 | Matemática do Amor (2010)

Ah, Jessica Alba. A indústria de Hollywood é mesmo cruel. Em um momento se é a atriz quente do pedaço, e no outro amarga uma “bomba” atrás da outra. Não que a atriz fosse reconhecida por seu talento frente às câmeras, ou tivesse participado de alguma obra-prima – creio que Quarteto Fantástico (2005) e Mergulho Radical (2005) não contem como tal. De qualquer forma, com seus milhões em conta, também não acredito que a atriz esteja reclamando da vida. Seja como for, uma coisa é certa, a carreira de Jessica Alba não é mais o que era. Assim como esportistas, os atores têm sua vida útil, seu momento de glória e auge, e sua decadência. Nessa produção pra lá de aguada, Alba interpreta uma jovem que encontra na matemática a força para superar a doença do pai. Na fase adulta, ela se torna professora da matéria e precisa ajudar seus alunos com os problemas. Matemática do Amor conta ainda com nossa Sonia Braga, J.K. Simmons e Chris Messina no elenco. O filme amarga 0% de aprovação da crítica.

02 | De Volta à Lagoa Azul (1991)

Talvez muitos não saibam, mas o clássico imortal da Sessão da Tarde, A Lagoa Azul (1980), filme que colocou a beldade Brooke Shields no mapa, teve uma continuação. Sim, totalmente dispensável, a sequência conta basicamente a mesma história, funcionando mais como refilmagem do que como qualquer outra coisa. E não é exatamente o que queremos da segunda parte de um filme? Que ele conte a mesma história do primeiro? Só que não. Fora a cópia carbono, o filme ficaria conhecido por ser o primeiro papel de destaque da atriz Milla Jovovich, que cresceria para se tornar a musa nerd da franquia Resident Evil. Esta Xerox marca 0% de aprovação da crítica.

01 | Tubarão 4: A Vingança (1987)

Os tubarões são seres extremamente vingativos. Ao menos é o que nos ensina essa pérola da sétima arte. Tubarão (1975), de Steven Spielberg, é simplesmente um dos filmes mais adorados da história do cinema. Não bastasse, também é o filme responsável pelo início da era dos blockbusters, produções que geraram tanto falatório, que seu sucesso comercial atingiu níveis nunca antes imaginados. Era óbvio com isso que a Universal, retentora dos direitos da franquia, não iria deixar quieta esta série e a colocaria para gerar mais dinheiro. Numa sábia decisão, Spielberg se retirou e não teve nada a ver com a sequência. Quase todos os demais envolvidos, em especial os atores, retornaram, no entanto. O segundo filme, de 1978, é a continuação mais aceitável, embora muito abaixo do original. A partir do terceiro episódio foi quando a coisa saiu totalmente dos trilhos.

Aproveitando a onda do 3D que tomava conta dos cinemas na década de 1980 (e você achando que isso era novidade), o terceiro filme foi confeccionado. Dennis Quaid é o protagonista e o filme se passa num parque aquático (quem precisa de praias, certo?). Voltando às origens, o quarto filme trouxe ninguém menos do que Michael Caine (que deve se envergonhar todos os dias) na pele de um intrépido aventureiro, que começa a romancear Ellen Brody (Lorraine Gary), única personagem mantida do original. Em uma das cenas, ao sair da água, a camisa de Caine já está instantaneamente seca. Tubarão 4 se comporta como prazer culposo máximo, e é notoriamente um dos piores filmes já produzidos na história. O que chama atenção aqui é o instinto de vingança de cada novo tubarão a cada sequência, que cismam em perseguir a família Brody. Em tempo, o índice de aprovação dos filmes da franquia respectivamente são 97%, 55%, 11% e, obviamente, 0%.

‘Hotel Artemis’: Trailer do filme insano com Jodie Foster

O ano acaba de ganhar um forte concorrente a produção mais insana e divertida de 2018. E o melhor, Hotel Artemis não é um filme de super-herói, uma continuação, uma adaptação ou carrega qualquer marca pré-estabelecida. É uma ideia original e bem criativa. Confira o primeiro trailer abaixo.

A trama apresenta o hotel do título, um lugar secreto que funciona como hospital de criminosos. E é justamente para onde os protagonistas vão após realizaram um roubo. A face do local é “a enfermeira” (papel da veterana Jodie Foster), há mais de vinte anos responsável por cuidar dos membros que lá chegam. Dessa vez, no entanto, o lugar enfrentará o maior problema de sua existência.

O longa escrito e dirigido por Drew Pearce traz no elenco ainda Jeff Goldblum, Sterling K. Brown, Sofia Boutella, Dave Bautista, Zachary Quinto, Charlie Day e Jenny Slate. A estreia ocorre no dia 20 de julho no Reino Unido. No Brasil, o filme ainda não teve data definida.

Após Scorsese… Fincher, Villeneuve e outros GRANDES DIRETORES Voltam às Telas em 2023 e 2024

Todos os fãs de cinema que começam a se aprofundar um pouco mais nos bastidores de uma obra, sempre reparam em um elemento específico que se torna determinante para seu paladar cinematográfico: quem está dirigindo a produção. O diretor de um filme é definitivamente o elemento mais importante do conjunto. Isso porque ele é o “chefe” do filme. É ele quem opina em todos os outros elementos que formam a obra. Ou ao menos era para ser assim. É claro que temos relatos de produtores que mandam e desmandam em um projeto, e até mesmo astros e estrelas que vira e mexe dão ataque de estrelismo e “sequestram” o filme para si. Um dos casos recentes mais notórios foi do blockbuster O Incrível Hulk (2008), que é dito ter sido tão ou até mais dirigido pelo protagonista Edward Norton do que pelo diretor do longa em si, Louis Leterrier – o que gerou atrito entre Norton e a Marvel.

Em resumo, é diretor quem ditará o tom e o teor do filme, e ao repararmos seu conjunto da obra, começaremos a avaliar se tal cineasta nos agrada ou não. Por exemplo, é muito fácil distinguir por suas características gerais os filmes de diretores como Tim Burton, M. Night Shyamalan, Christopher Nolan, Steven Spielberg, entre outros.

Esta nova matéria é justamente sobre eles, os diretores. Aqui, iremos dar uma olhada em 6 grandes cineastas, ainda muito badalados (ou ensaiando um grande retorno aos holofotes) que lançarão novos trabalhos em 2023 e 2024. Filmes estes que qualquer bom cinéfilo que se preze não pode perder. Confira abaixo.

Martin Scorsese

Considerado o melhor diretor em atividade por grande parte dos cinéfilos, o lendário Martin Scorsese tem no currículo algumas das obras mais celebradas dos últimos 50 anos, como Taxi Driver, Touro Indomável, Os Bons Companheiros e Os Infiltrados. Seu último longa-metragem lançado até então foi O Irlandês (2019), indicado para 10 Oscar e que marcou a primeira parceria do icônico cineasta com uma plataforma de streaming – no caso, a número 1 do mercado, a Netflix. Este ano, Scorsese voltou em outra parceria com uma plataforma de streaming, desta vez com a Apple TV+ para a adaptação do livro Assassinos da Lua das Flores, que une em tela em um filme seu os dois atores preferidos do cineasta: Leonardo DiCaprio e Robert De Niro. A trama fala sobre a investigação de assassinatos misteriosos numa comunidade indígena na década de 1920. O filme já está em exibição nos cinemas.

Michael Mann

Michael Mann é outro diretor veterano de grande prestígio, que andava meio sumido, mas que retornará com tudo em 2023. Em seu currículo, o cineasta possui filmes inesquecíveis como Fogo Contra Fogo (1995), Colateral (2004) e Miami Vice (2006). O fracasso de seu último filme até então, Hacker (2015), com Chris Hemsworth e Viola Davis, fez Mann dar uma pausa em sua carreira como diretor de longas, mas ele esteve envolvido com a série de sucesso Tokyo Vice (2022). Este ano, Mann promete um retorno triunfal com uma obra que pode chegar até o Oscar de 2024, a biografia Ferrari, sobre o empresário que criou um dos carros mais famosos do mundo, interpretado por Adam Driver.

David Fincher

É curioso pensar que a carreira de David Fincher, um dos diretores mais talentosos em atividade atualmente, poderia ter tido vida curta após o fracasso de sua estreia no cinema com Alien³ (1992). Mas Fincher sacudiu a poeira, deu a volta por cima, e emendou no trabalho seguinte, entregando a obra-prima Seven (1995). Daí seguiram Clube da Luta (1999), Millenium (2011) e Garota Exemplar (2014), por exemplo. Este ano, Fincher retorna ao gênero que o consagrou, o suspense, com O Assassino, que fala sobre um matador (vivido por Michael Fassbender) desenvolvendo uma crise de consciência. A produção é um filme original da Netflix e a estreia ocorre dia 10 de novembro.

Roman Polanski

Outro que retorna este ano é o controverso Roman Polanski, vencedor do Oscar por O Pianista e dono de outras duas nomeações da Academia como diretor (Chinatown e Tess – Uma Lição de Vida). Polanski não fazia um longa falado em inglês desde o início da década passada, quando lançou O Escritor Fantasma (2010) e Deus da Carnificina (2011). Seus três trabalhos seguintes foram produções francesas, com A Pela de Vênus (2013), Baseado em Fatos Reais (2017) e O Oficial e o Espião (2019). Em 2023 ele retorna com The Palace. A trama se passa num luxuoso hotel suíço durante o réveillon de 1999, onde as vidas dos hóspedes e dos funcionários se entrelaçam. No elenco, Mickey Rourke, John Cleese e o português Joaquim de Almeida.

John Woo

Conhecido como um dos maiores expoentes da ação mundial, John Woo foi um dos responsáveis pela popularização do cinema de Hong Kong em obras cultuadas vide Alvo Duplo (1986), O Matador (1989), Bala na Cabeça (1990) e Fervura Máxima (1992). Levado por Jean-Claude Van Damme, ele estreou em Hollywood com O Alvo (1993) e por lá fez sucessos como A Outra Face (1997) e Missão: Impossível 2 (2000). Seu último trabalho americano havia sido com O Pagamento (2003), ficção científica com Ben Affleck e Uma Thurman. Desde então, Woo se concentrava em produções chinesas apenas, com seu último filme, Caçadores de Homens, lançado em 2017. Este ano, o cineasta retorna para Hollywood com Silent Night, protagonizado por Joel Kinnaman, sobre um pai de luto, deixando fluir sua vingança contra uma gangue cruel na noite de Natal. A estreia está programada para o dia 9 de novembro.

Denis Villeneuve

Seguindo de perto o prestígio de Christopher Nolan, o franco-canadense Denis Villeneuve escalou para se tornar um dos diretores mais adorados da atualidade pelos cinéfilos, com sua mescla de filmes autorais e comerciais. Digamos que tanto Nolan quanto Villeneuve entregam produções de entretenimento com muito conteúdo, constantemente discutidos pelo público e pelos cinéfilos. Eles são a resistência do cinema arte em grande escala, sem precisar apelar a um produto meramente escapista. A diferença entre Nolan e Villeneuve é que os filmes do primeiro são fenômenos de bilheteria ano após ano, já os do segundo ainda não atingiram esse patamar de sucesso, mesmo caindo nas graças da crítica e dos cinéfilos. Isto é, até Villeneuve entregar sua versão de Duna (2021). E o diretor entra na lista justamente com a segunda parte aguardadíssima de Duna – cuja estreia ocorre em Março de 2024.

Luca Guadagnino

Este ano, o italiano Luca Guadagnino lançou nos cinemas mundiais o controverso Até os Ossos, sobre um amor nascendo entre dois jovens canibais. O diretor, é claro, teve seu grande divisor de águas ao comandar o romance gay Me Chame Pelo Seu Nome (2017), indicado ao Oscar de melhor filme. No ano seguinte, Guadagnino tirou do papel um remake do clássico terror de Dario Argento, Suspiria (1977) – uma obra altamente cultuada – e entregou sua própria visão da história. Seu próximo filme sai logo em 2023. Intitulado Rivais (Challengers), o filme produzido pela MGM é um drama romântico de esportes, usando como tema o tênis. O longa fala sobre três jogadores profissionais, que se conheciam na adolescência, e agora precisam se enfrentar num grande torneio. No elenco o nome de peso é o da jovem estrela Zendaya. A estreia está programada para Abril de 2024.

‘Crimes em Happytime’ ganha novos cartazes BEM SAFADOS [18+]

A comédia para maiores de idade, estrelada por Melissa McCarthy, ‘Crimes em Happytime’ (‘The Happytime Murders’), ganhou novos cartazes com os bonecos cheios de hormônios.

Confira:

 

A trama da comédia mostra dois detetives que não se dão muito bem, uma humana e outro uma marionete, que precisam trabalhar juntos quando o elenco de bonecos do ‘The Happytime Show’ começa a ser assassinado aos poucos.

Brian Henson (‘Word Party’) comanda a produção.

A estreia está marcada para 6 de Setembro de 2018.

‘Army of the Dead’: Dave Bautista estrelará novo filme de zumbis de Zack Snyder

De acordo com o Deadline, Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia‘) irá estrelar ‘Army of the Dead‘, novo filme de zumbis da Netflix, dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘).

O longa, que contará com um orçamento de US$ 70 milhões, tem previsão para começar suas filmagens em junho, em Las Vegas.

A trama se passa em meio a uma epidemia de zumbis em Las Vegas, e segue um homem que monta um grupo de mercenários para a maior aposta de sua vida: se aventurar na zona de quarentena para realizar o maior assalto já tentado.

O longa ainda não possui previsão de estreia. Novas informações devem sair em breve.

‘Mulher-Maravilha: 1984’ ganha primeiro trailer SENSACIONAL; Assista!

O aguardado ‘Mulher-Maravilha: 1984‘ ganhou seu primeiro trailer completo.

Confira:

Vale lembrar que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de junho de 2020.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a vilã Cheetah.

‘As Meninas Superpoderosas’: CW está desenvolvendo série live-action baseada na animação

De acordo com o Variety, a CW está desenvolvendo uma série live-action baseada na popular animação ‘As Meninas Superpoderosas‘ (The Powerpuff Girls).

A produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.

O projeto está sendo desenvolvido por Heather Regnier e Diablo Cody.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden serão os produtores executivos.

Novas informações devem sair em breve.

Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.

Exibida entre 1998 e 2005, a série original rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.

‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’: Diretor explica por que o reboot do SyFy foi cancelado

Em entrevista ao Slasher Radio, Stephen Chiodo, diretor do clássico ‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral‘, explicou por que o reboot que estava sendo desenvolvido pelo canal SyFy foi cancelado.

“Havia um acordo… A MGM controlava os direitos… e eles foram para o SyFy. Eles fizeram um reboot de ‘Criaturas’, e vocês viram como ficou o resultado. Eles queriam fazer um filme da franquia ‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’ por US$ 2 milhões. E nós não queríamos fazer isso… nós gastamos dois milhões lá nos anos 80. Até mesmo a MGM não queria fazer isso… Eles disseram que a franquia era mais valiosa do que apenas assinar um acordo por tão pouco dinheiro.”

Sobre uma sequência desenvolvida pela MGM, Chiodo explica que a mudança de poder nos bastidores do estúdio pode ter matado o interesse na franquia: “Nós tentamos fazer uma sequência logo após o primeiro filme. De fato, nós tínhamos um acordo para a televisão. Mas nada deu certo. Nós estamos tentando fazer uma sequência desde 1988, mas o original não foi muito bem nas bilheterias. E, quando o assunto é uma sequência, a bilheteria é a primeira coisa que o estúdio olha. Eles não consideram filmes cult como um bom investimento.”

Sobre os planos para o futuro da franquia, ele continua: “Nós temos uma trilogia planejada – uma trilogia em quatro partes porque contamos com o filme original. A ideia é seguir as aventuras de todos esses personagens enquanto eles vivem suas vidas abalados após a primeira invasão. Daria uma ótima minissérie. Então, estamos constantemente vendendo a ideia para pessoas que possam estar interessadas.”

Na trama original, Mike e Debbie namoram no banco de trás do carro, quando vêem uma forte luz que rasga o céu e cai numa clareira. Partem para lá e encontram uma brilhante tenda de circo. São os palhaços assassinos que chegaram do outro mundo.

Grant Cramer, Suzanne Snyder e John Allen Nelson estrelam a produção.