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Confira o trailer da versão TERROR de ‘A Pequena Sereia’

O terror ‘A Pequena Sereia‘ (The Little Mermaid), versão terror do clássico de Hans Christian Andersen – que rendeu a icônica animação da Disney –, ganhou o primeiro trailer.

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Leigh Scott é responsável pela direção.

Depois que o arqueólogo Dr. Eric Prince e seus alunos descobrem um antigo templo pagão nas profundezas do Caribe, Eric se apaixona por uma mulher misteriosa que se parece com uma sereia. À medida que o relacionamento deles se intensifica, ela leva Eric mais fundo em seu mundo subaquático maligno, fazendo-o escolher entre o amor verdadeiro e a destruição de toda a humanidade.

O elenco conta com Mike Markoff, Jeff Denton, Samuel Selman, Sean Michael Argo, Winston Crooke, Steven Yniguez, Manon Laurent Lydia Helen.

O terror será lançado em VOD pela Lionsgate no dia 27 de dezembro.

Confira as primeiras imagens oficiais do derivado ‘9-1-1: Nashville’

A ABC divulgou as primeiras imagens promocionais da série derivada ‘9‑1‑1: Nashville‘.

O elenco do novo spin-off contará com Chris O’Donnell, Jessica Capshaw, LeAnn Rimes, Kimberly Williams-Paisley, Michael Provost, Hailey Kilgore, Juani Feliz e Hunter McVey.

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A produção estreará oficialmente no dia 9 de outubro.

A trama se passa em Nashville, Tennessee, e acompanha a rotina intensa de bombeiros, paramédicos e policiais, mesclando ação de alto impacto com dramas familiares em um dos cenários mais diversos e dinâmicos dos EUA.

O elenco conta com Chris O’Donnell, Jessica Capshaw, LeAnn Rimes e Kimberly Williams-Paisley.

O novo derivado será escrito e produzido pelos criadores da franquia, Ryan Murphy & Tim Minear, e o showrunner de ‘9-1-1: Lone Star‘, Rashad Raisani.

Além da 20th Television e Ryan Murphy Television, o projeto também contará com a produção executiva de Brad Falchuk, cocriador das duas primeiras séries deste universo.

Angela Bassett, protagonista da série original, também servirá como produtora executiva.

‘Super Mario Galaxy’ já arrecadou quase US$ 950 milhões mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Super Mario Galaxy‘ já arrecadou quase US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa segue imbatível como a maior arrecadação global do ano, após ter superado o fenômeno chinês ‘Pegasus 3‘ (US$655.8M).

O excelente desempenho da produção ajudou a impulsionar a arrecadação da franquia. Juntos, os dois filmes animados ultrapassaram a marca dos US$ 2.3 bilhões nas bilheterias mundiais.

A produção ainda subiu para o TOP 6 das maiores arrecadações da história da Illumination, e se segue como a terceira maior arrecadação de todos os tempos para um filme baseado em um jogo – atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ e ‘Um Filme Minecraft‘.

Nos EUA, a animação soma US$ 412.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 529 milhões através de 82 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 941.2 milhões.

Vale lembrar que o filme abriu com impressionantes US$ 372.5 milhões mundialmente, tornando-se a maior estreia global para um filme hollywoodiano desde ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 190 milhões no final de semana estendido de 5 dias, o que representa a quarta maior estreia doméstica da história para este período, atrás apenas de ‘Moana 2‘ (US$225.4M), ‘Super Mario Bros‘ (US$204.6M) e ‘Transformers: A Vingança dos Derrotados‘ (US$200M).

Crítica | Super Mario Galaxy: O Filme – Nova Aventura tem Bastante Jogabilidade, Mas História Morna

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 41% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência recebeu uma ótima nota A- do público no CinemaScore.

‘Michael’, ‘Super Mario’, ‘O Drama’ e os Filmes Mais Esperados de Abril 2026 nos CINEMAS!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Diretor de ‘Moonlight’ vai adaptar o polêmico livro ‘If Beale Street Could Talk’

O vencedor do Oscar, Barry Jenkins (‘Moonlight’), já possui um novo projeto em mãos. O cineasta vai dirigir a adaptação do livro ‘If Beale Street Could Talk’, de James Baldwin.

A trama é contada pela ótica de Tish, uma jovem de 19 anos que vê o amor de sua vida e pai de seu filho, Fonny, ser injustamente acusado de um terrível crime. Com o casamento em espera e o noivo na prisão, as famílias do casal lutam para limpar o nome do rapaz, à medida que uma série de emoções intensas invadem este drama.

Sobre a oportunidade de trazer à vida a emocionante história de Tish e Fonny, Jenkins pontuou para a revista Variety:

James Baldwin é um homem a frente de seu tempo e seus questionamentos sobre a consciência americana permanecem pujantes até hoje. Poder transmitir o poder do amor que há entre Tish e Fonny é um sonho que eu tenho tido há muito tempo. Ao lado da Baldwin Estate, eu estou realmente animado para fazer esse sonho se tornar realidade”.

Produzido sob os cuidados Annapurna Pictures, as filmagens de ‘If Beale Street Could Talk’ devem começar em outubro deste ano.

 

 

 

 

‘The Rookie’: Série com ator de ‘Castle’ ganha primeiro teaser; Assista!

O ator Nathan Fillion, mais conhecido por ter estrelado a série ‘Castle’, já está em um outro projeto.

Intiulado ‘The Rookie’, a produção original da ABC ganhou seu primeiro teaser.

Assista:

Confira a sinopse oficial:

“Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida ”.

‘Dupla Explosiva 2’: Richard E. Grant e Antonio Banderas entram para o elenco

A comédia de açãoDupla Explosiva 2‘ já está em desenvolvimento e ganhou duas novas adições em seu elenco.

Conforme revelado pela Millennium Films, Richard E. Grant e Antonio Banderas foram confirmados na continuação.

Grant vai reprisar seu papel como Mr. Seifert. Já o personagem de Banderas permanece um mistério, com suas informações ainda em sigilo.

 

The Hitman’s Wife’s Bodyguard’ (‘O Guarda-Costas da Esposa do Assassino de Aluguel’) trará o guarda-costas vivido por Reynolds protegendo a esposa de um assassino. As filmagens começam em março.

A sequência trará Morgan Freeman (‘Um Sonho de Liberdade’) como o novo membro do elenco e também contará com o retorno dos astros principais, além do diretor Patrick Hughes e do roteirista Tom O’Connor.

Ainda não há data de lançamento definida. Confira nossa crítica do primeiro filme:

Crítica | Dupla Explosiva – Comédia e muita ação em divertido buddy movie


O agente de proteção vivido por Ryan Reynolds tem um novo cliente: um assassino de aluguel que mata a sangue frio. No entanto, eles já estiveram em lados opostos de uma bala por muitos anos e sempre se odiaram. Agora, eles estão presos juntos e tem 24 horas para chegar a Haia, antes que o vilão vivido por Gary Oldman acabe com a vida deles.

‘Hamilton’: Elenco do musical faz bela performance no programa de John Krasinski; Assista!

O elenco do aclamado musical da BroadwayHamilton‘ se reuniu de forma on-line para uma belíssima performance.

A apresentação foi feita durante ara o novo programa do YouTube do ator e cineasta John Krasinski, intitulado Some Good News (SGN).

Durante a mais recente edição da websérie, ele reuniu Lin-Manuel Miranda, criador do musical, além do elenco principal, composto por Leslie Odom Jr., Daveed Diggs, Phillipa Soo, Christopher Jackson, Renée Elise Goldsberry, Okieriete Onaodowan e Jonathan Groff.

Os artistas fizeram a performance da canção de abertura do musical,“Alexander Hamilton“, para uma garotinha que não pôde conferir a peça, em virtude da reclusão social.

Assista a performance, a partir do minuto 11.36:

Vale lembrar que Lin-Manuel Miranda levará Hamilton para as telonas.

A confirmação foi feita através de seu Twitter oficial e veio recheada de novidades: além de ter estreia marcada para o dia 15 de outubro de 2021., o longa trará o elenco original da peça da Broadway.

Confira:

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton, e trouxe em seu elenco Miranda, Renée Elise GoldsberryLeslie Odom Jr.Phillipa SooDaveed DiggsChristopher Jackson e outros.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: [SPOILER] é o CAPITÃO AMÉRICA em imagens de novo brinquedo

As expectativas em relação a quem será o próximo Capitão América do MCU estão cada vez maiores, desde a estreia da série ‘Falcão e o Soldado Invernal’. E muitos esperam que Sam (Anthony Mackie) assuma o manto do herói, anteriormente vivido por Chris Evans.

E a contar pelas novas imagens de um brinquedo, tal especulação deve mesmo se cumprir. Um usuário do Twitter compartilhou fotos de uma figura de ação que traz Sam trajando um uniforme todo repaginado e inspirado no traje do antigo Capitão América.

Entre os detalhes presentes no brinquedo, é possível ver Sam com o escudo do herói, com o seu uniforme ainda estampando o emblema do personagem em questão.

Confira:

Confira as imagens mais recentes da série:

Lembrando que o próximo episódio será lançado na sexta-feira (26 de março).

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Compositor de The Last of Us revela se faria trilhas sonoras de filmes da Marvel e DC!

The Last of Us já se consagrou como uma das séries mais assistidas da 1ª metade de 2023. Adaptando a aclamada franquia de games, a original da HBO ainda traz de volta a icônica trilha sonora de Gustavo Santaolalla.

Vencedor de dois Oscar por Melhor Trilha Sonora Original, o compositor argentino se popularizou entre os gamers por seu brilhante trabalho feito para o jogo.
E em uma entrevista à jornalista Rafa Gomes, Santaolalla contou detalhes de sua amada criação musical, ponderando sobre o que faz ela ser um hit atemporal tão grandioso em meio a um público tão específico.
Ao longo do bate-papo, o artista também revelou se toparia assinar a trilha sonora de alguma adaptação de super-herói.

Confira:

Lembrando que o próximo capítulo da série estreia no dia 05 de março.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Barbie | Descubra os 33 Filmes que INSPIRARAM Greta Gerwig

Para comemorar o lançamento de Barbie nos cinemas a partir de 20 de julho, o CinePOP elencou os 33 títulos que influenciaram o visual e o roteiro da produção mais esperada de 2023.

Em entrevista ao Letterboxd, a cineasta Greta Gerwig detalhou os motivos de cada filme na sua lista, desde clássicos da comédia musical até grandes sucessos do cinema francês. Nas palavras da diretora e roteirista, o formato mais buscado por ela era de uma estética de “autêntica artificialidade” presentes em várias obras citadas. 

Podemos, portanto, observar que a grande parte dessas produções tem a estética e a musicalidade em evidência, desde os clássicos de Jacques Demy até as genialidades de Spielberg, Coppola e Kubrick

Além disso, algumas performances do passado foram essenciais para Margot Robbie e Ryan Gosling comporem seus respectivos personagens, Barbie e Ken. Será que você conhece todos os títulos abaixo?

1. O Mágico de Oz (1939), de Victor Fleming

Estrelado pela jovem Judy Garland, o musical O Mágico de Oz é o filme de referência mais evidente desta lista. Segundo a diretora, os palcos do longa eram exatamente o que ela buscava emular na concepção surrealista de Barbie. Com paisagens e céus pintados ao fundo, o clássico dos anos 1930 apresenta o conceito — chamado por ela — de “autenticamente artificial”. 

Se O Mágico de Oz é lembrado até hoje pela estrada de tijolos amarelos, Barbie, por sua vez, tem uma estrada de tijolos rosas em total referência ao mundo mágico da menina Dorothy (Judy Garland). E, talvez, a mensagem de ambos os filmes seja semelhante. 

2. Os Guarda-Chuvas do amor (1964), de Jacques Demy

O melodrama musical francês apresenta um visual colorido e surpreendente bonito; algo também trabalhado em Barbie. De acordo com Gerwig e o seu diretor de fotografia Rodrigo Pietro  —  fotógrafo de O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee  —, a obra de Jacques Demy os ajudou a pensar sobre as camadas de cores e como filmar cinco tons diferentes de rosa sem sobrecarregar a imagem. 

Além do deslumbre de cores, Os Guarda-chuva do amor ostenta outra referência chave do lançamento da Warner Bros. O cabelo da Barbie (Margot Robbie) em algumas cenas é muito parecido com o penteado de Catherine Deneuve no romance de 1964. 

3. Duas Garotas Românticas (1967), de Jacques Demy

Encantada pelo magnetismo visual dos musicais de Jacque Demy, Greta listou três filmes do diretor francês. Da dupla Catherine Deneuve e Françoise Dorléac, as irmãs Delphine e Solange, a diretora pegou emprestado o figurino, como os enormes chapéus, e a estética de “mundo construído” tão própria do Demy.  

4. O Segredo Íntimo de Lola (1969), de Jacques Demy

Novamente a estética de Demy serviu a Greta Gerwig como inspiração. Para ela, as obras do diretor podem ser descritas como doces e coloridas, ao mesmo tempo que comoventes e profundas. Com enquadramentos simétricos e a utilização de tonalidades diferentes das mesmas cores, o filme ajudou a cineasta a compor o seu mundo cor-de-rosa. 

5. Cantando na Chuva (1952), de Gene Kelly e Stanley Donen

Gene Kelly era meu crush”, confessa Greta Gerwig sobre um dos seus filmes favoritos. Segundo ela, Cantando na Chuva possui inúmeras qualidades, mas o mais incrível é a cena do balé dos sonhos dentro do balé dos sonhos. Em suas palavras, “é uma das coisas mais incríveis, lindas e completamente desequilibradas”.

As cenas de coreografia foram em sua grande maioria inspiradas na composição rítmica e mirabolante do gênio Gene Kelly, também presente em Duas Garotas Românticas (1967).

6. Sinfonia de Paris (1951), de Vincente Minnelli

Este é um dos grandes clássicos musicais da época de ouro de Hollywood. Protagonizado (novamente) por Gene Kelly, Sinfonia de Paris narra o romance entre um ex-soldado americano (Kelly), que tornou-se pintor na capital francesa, e uma balconista de loja (Leslie Caron). 

Ganhador de seis Oscar, a cena de abertura de uma rotina matinal inspirou o que seria o despertar da Barbie. Além da primeira sequência, Greta revela ter se inspirado nas ambientações completamente monocromáticas de roxo, amarelo e verde para apresentar as tarefas cotidianas da personagem Leslie Caron

7. Os Sapatinhos Vermelho (1948), de Emeric Pressburger e Michael Powell

Várias cenas deste filme estão presentes no longa de Greta Gerwig. De acordo com a entrevista, uma delas é quando a Barbie esta caminhando até a casa da Barbie “Estranha” (Kate McKinnon). Além disso, os óculos “de gatinho” de Ryan Gosling vêm desta produção.

Mais uma vez, a diretora ressalta a teatralidade, as cores e a “autêntica artificialidade” presentes em Os Sapatinhos Vermelhos como algo almejado na sua composição do mundo da boneca da Mattel. 

8. Neste Mundo e no Outro (1946), de Emeric Pressburger e Michael Powell 

Conforme afirma a cineasta, Emeric Pressburger e Michael Powell eram inventivos, teatrais e também cinematográficos. Em Neste Mundo e no Outro, as construções são extraordinárias. Na entrevista, ela exemplifica a cena: “O céu – onde eles têm aqueles círculos com todos olhando para baixo – é tão impressionante, e, também, tem aquela perspectiva de desaparecimento e se transforma em uma pintura fosca, que é tão linda”. 

Greta conta que as referências do filme são a partir do seu encanto para as soluções de câmera realmente inteligentes, por exemplo, o movimento de hold still, isto é, de pessoas paradas na tela, enquanto uma ação ocorre ao redor. O estilo pode ser visto no ótimo A Pior Pessoa do Mundo (2021), de Joachim Trier.

9. All That Jazz – O Show Deve Continuar (1979), de Bob Fosse

Este filme também está dentro do termo “autêntica artificialidade”. Segundo a diretora, a cena inicial dos bailarinos se preparando para a audição é uma obra-prima. No filme, um diretor e coreógrafo (Roy Scheider) sofre um enfarte e, com a vida por um fio, revê momentos da sua trajetória, transformando-os em sua imaginação em números musicais. 

Pode-se, então, dizer que os aspectos do existencialismo de Barbie vêm desse projeto, sobre as conjecturas da vida em forma de musical. No trailer, há uma cena na qual a protagonista pergunta: “Vocês já pensaram em morrer”? 

10. O Céu Pode Esperar (1978), de Buck Henry e Warren Beatty

Com um conceito extremamente elevado, mas sempre humano, nas palavras de Gerwig, O Céu Pode Esperar é, de certa forma, meio maluco, mas funciona em uma bonita composição.

Uma das cenas em destaque é quando os “passageiros” estão embarcando para o Paraíso em um avião e há uma névoa no solo. Greta confessa ter pensando em realizar a “névoa” na sua obra, mas foi dissuadida pelo seu diretor de fotografia Rodrigo Prieto a não utilizar gelo seco no set de filmagem.

11. Oklahoma! (1955), de Fred Zinnemann

Adaptado de uma dos musicais mais célebres da Broadway, o balé em audiovisual de Oklahoma! é extraordinário. Com coreografias da grande dançarina Agnes de Mille (1905-1993), os números musicais foram de enormes orientações para a produção da Warner.

12. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988), de Pedro Almodóvar

As cores inebriantes de toda cinematografia de Pedro Almodóvar é representada por esta comédia de desencontro e reencontro entre mulheres e suas desilusões amorosas.

13. 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick

Barbie em referência a 2001: Uma Odisseia no Espaço

Como afirma Greta Gerwig, todos nós reconhecemos esta referência no trailer com fotografias bem semelhantes ao clássico de Stanley Kubrick. A cena faz um paralelo com o momento em que a boneca Barbie vem ao mundo em 1959, trazendo consigo uma ruptura no modo em que as meninas encaravam as bonecas, sempre bebês, representando somente a relação mães e filhas. 

A partir de Barbie, criada por Ruth Handler, as meninas podiam contar suas próprias histórias e desenvolver a ideia de tornarem quem elas quisessem. Por isso, a Barbie sempre foi a boneca de diversas facetas e profissões, ou seja, uma mulher de escolhas. 

14. Jejum de Amor (1940), de Howard Hawks

Na trama, uma repórter (Rosalind Russell) abandona o trabalho para levar uma vida doméstica, ao lado do noivo rico. Seu editor e ex-marido (Cary Grant) tenta convencê-la a mudar de ideia. 

Com rico jogo de discussões, os diálogos rápidos são uma das inspirações de Greta na construção da maneira de Barbie expressar-se no longa. Jejum de Amor é um dos melhores filmes de fala rápida de todos os tempos, na opinião da diretora.

15. Núpcias de Escândalo (1940), de George Cukor

Para encarnar Barbie, Greta Gerwig sugeriu a Margot Robbie assistir a performance de Katharine Hepburn na comédia romântica Núpcias de Escândalo, ao lado de Cary Grant e James Stewart. A razão é porque a personagem de Hepburn se descreve como uma estátua grega inabalável, no entanto, ela começa a desmoronar e faz o seu percurso para se reencontrar. Algo semelhante ao enredo do filme, não? 

Este, entretanto, é um dos filmes preferidos da produtora e atriz. Ou seja, as referências já estavam no escopo da interpretação de Margot Robbie antes mesmo do pedido da diretora.

16. Mordedoras de 1935 (1935), de Busby Berkeley

Mais cenas de danças. Nessa comédia, o diretor Nicolaeff (Adolphe Menjou) ensaia um show para conseguir dinheiro e pagar as dívidas num luxuoso hotel. A cena de sapateado com milhares de dançarinos é uma das inspirações mais fortes dessa produção, nomeada como “surreal” por Greta.

17. Suprema Conquista (1934), de Howard Hawks

Nessa comédia romântica, Oscar (John Barrymore) é um diretor de sucesso na Broadway e Lily (Carole Lombard) uma de suas atrizes. Ela, entretanto, decide deixar sua companhia e os tempos de prosperidade terminam. Durante um encontro no trem, ele tenta convencê-la a voltar a atuar. 

A dinâmica dos atores em cena lembram muito a performance pretendida por Gerwig para Margot Robbie e Ryan Gosling: como ser engraçado ao discutir um com o outro. Além disso, a diretora lembra ter sugerido uma intensidade dramática de John Barrymore, a qual Ryan se apropriou perfeitamente, segundo ela, e colou no filme. 

18. O Terror das Mulheres (1961), de Jerry Lewis

A comédia de Jerry Lewis está nessa lista por causa da sua abertura. Na cena inicial, vemos uma casa recortada em quadrados e a câmera percorre cada cômodo em uma tomada contínua e mostra cada uma das garotas se arrumando. 

Desta sequência, confessa Greta, veio a ideia do espelho sem fundo de Barbie, pelo qual o espectador olha e somente vê a própria personagem pela moldura aberta. 

Barbie através do espelho.

19. Janela Indiscreta (1954), de Alfred Hitchcock

Motivo? Arquitetura e simetria em prédios e janelas.

20. E La Nave Va (1983), de Federico Fellini

Única referência italiana da lista saiu das mãos do mestre Federico Fellini. Com música e a tal “autêntica artificialidade” buscada por Greta, E La Nave Va possui um “maravilhoso mar completamente falso”, com certeza ponto de parâmetro para as cenas das Barbies na praia. 

21. Asas do Desejo (1987), de Wim Wenders

Da concepção de um dos mais engenhosos diretores do cinema alemão, Asas do Destino participa como referência do cruzamento entre dois mundos. Os paralelos são traçados pela presença de anjos em meio aos mortais até que um deles se apaixona e deseja tornar-se humano e experimentar as alegrias (e as dores) do cotidiano. O que será que Barbie vai encarar ao sair do seu paraíso cor-de-rosa? 

22. Desejos Proibidos (1953), de Max Ophüls

Passado no início do século 20, em Paris, Desejos Proibidos apresenta um gracioso trabalho de câmera e o retrato visual do luxo e da perda. Por conta do estonteante tomadas e enquadramentos de Max Ophüls, Greta relata ter a fotografia desse filme — em suas palavras — simplesmente extraordinário como um norte e lembrete do que ela e toda a equipe deviam buscar na produção de Barbie.

23. Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), de Steven Spielberg

Um dos seus filmes preferidos da diretora. A relação entre a produção de Spielberg e Barbie é por conta da crença fervorosa em milagres, coisas fora do comum, mas de fato verdadeiras. Este ideal entre fantasia e veracidade era algo presenciado com efeito nesta ficção, o qual Greta desejava levar para o mundo de Barbie.

24. Tempos Modernos (1936), de Charlie Chaplin

Por quê? Por causa da comédia física de Charlie Chaplin. Para Greta, as expressões, os trejeitos e gestos tinham que ser engraçados no filme. Vendo a performance irreverente de Ryan Gosling, não temos dúvida da assimilação do comando. 

25. As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985), de Tim Burton

O excêntrico personagem Pee-wee (Paul Reubens) também incorpora a noção de humor físico. Tal como Ken (Gosling), o personagem é uma criança dentro de um homem. Ele embarca numa aventura pelos Estados Unidos para reencontrar sua amada bicicleta.

Em um momento do filme, o protagonista sente-se entediado e pula de um trem em movimento, um ato inesperado e hilariante. É este tipo de efeito buscando por Greta no personagem Ken. 

26. Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978), de Randal Kleiser

Como Barbie foi criada no fim dos anos 1950, Greta traça um paralelo com o musical pela busca da estética dessa época, mesmo que evidentemente falsa. Algo que, para ela, funciona muito bem em Grease – Nos Tempos da Brilhantina, com Olivia Newton-John e John Travolta

Isso porque o filme é um musical adolescente high school dos anos 1950, mas realizado no fim dos anos 1970 e todos do elenco têm 30 e pouco anos de idade. Em outras palavras, uma produção repleta de incoerências, mas de todo modo divertido e ao encontro do espírito da época almejada. 

27. O Show de Truman (1998), de Peter Weir

O filme mais recente entre todas as referências. Greta Gerwig admitiu que o longa entrou na sua lista a partir da ligação do diretor Peter Weir antes dela começar as gravações do seu projeto. 

Como ela havia assistido o longa um pouco antes, a conversa com o cineasta foi bastante produtiva e ele explicou todo o processo de filmagem para dar um aspecto de estar dentro de um estúdio, mesmo tendo sido tudo realizado do lado de fora. O que será que Truman (Jim Carrey) e Barbie têm em comum? 

28. 29. Meu Tio (1958) e PlayTime (1967), de Jacque Tati

Vamos juntar as referências 28 e 29, porque as motivações são exatamente as mesmas. Segundo Greta, Jacque Tati é o rei da piada lenta. Se você não assistiu um desses títulos, veja e entenda que a graça do filme é construída pouco a pouco e uma piada dura várias cenas para chegar ao seu ápice. 

No entanto, é a construção dos cenários práticos e muito bem montados do filme Playtime, que inspirou a cineasta para o prédio da empresa Mattel. As semelhanças entre o mundo corporativo de ambas as produções são evidentes. 

30. Splash: Uma Sereia em Minha Vida (1984), de Ron Howard

Por que não trazer referências da sua própria infância para o filme? Splash é o exemplo das produções que Greta cresceu assistindo e, por isso, tem um charme particular para ela. Clássica produção da Sessão da Tarde, da TV Globo, a comédia romântica também tem uma ponta de nostalgia para os brasileiros.

Embora Splash: Uma Sereia em Minha Vida não apresente um conceito elevado, Greta aprecia a interação entre Daryl Hannah (Madison) e Tom Hanks (Allen Bauer) e a tagline clichê da produção: “um peixe fora d’água”. Entre os enredos de crossing-worlds [mundos cruzados], este de uma sereia e um humano é um dos seus preferidos. Vale lembrar que já citamos o de um anjo e uma mulher em Asas do Desejo.

31. Os Embalos de Sábado à Noite (1977), de John Badham

Desde a primeira concepção de Barbie, Greta o idealizava com uma trilha sonora fora do comum e Os Embalos de Sábado à Noite tem esse soundtrack incrível graças às canções do grupo Bee Gees

Para ela, Os Embalos de Sábado à Noite é um filme movido pela música, sem ser um musical, tal como ela acredita que seja Barbie: uns 50% musical.

32.The Bee Gees: How Can You Mend a Broken Heart (2020), de Frank Marshall

“Dorky” Barbie Disco

Motivada por este documentário da HBO Max, a diretora visualizou a personagem Barbie numa vibe disco, meio “dorky”, isto é, bobona no melhor sentido, por conta da sua energia positiva e dançante. 

33. O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola 

Para encerrarmos o livro de referências de Barbie nada mais simbólico do que o maestro do cinema ítalo-americano. “[O Poderoso Chefão] é um triunfo do gênio estético de Robert Evans e [Francis Ford] Coppola.”, afirma Greta. A gente, com certeza, concorda que O Poderoso Chefão deve servir de referência para qualquer pessoa com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. 

Remake de ‘O Grito’ ganha novidades; Vem ver!

O Grito‘ (2014), refilmagem norte-americana do japonês ‘Ju-On: The Grudge‘ (2002), vai ganhar um novo remake nos EUA.

Segundo o Deadline, Nicolas Pesce (‘The Eyes of My Mother’) foi contratado para dirigir o terror e a atriz Andrea Riseborough (‘Black Mirror’) deve viver o papel de detetive e jovem mãe solteira. O roteiro está sendo escrito pelo escocês Jeff Buhler (‘O Último Trem’)

Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’) vai produzir através da Ghost House.

O Grito‘ traz a arrepiante história de Karen (Sarah Michelle Gellar), uma assistente social que, depois de visitar uma estranha casa amaldiçoada após assassinatos ocorridos em um momento de terror, vê sua viva virar de cabeça para baixo. Ela tenta resolver o mistério por trás da maldição, que cresce e se altera de acordo com suas vítimas. É uma cadeia de horror que não perdoa ninguém.

A versão americana de ‘O Grito‘rendeu duas continuações. Ainda não há data de estreia para o filme.

Hotel Artemis

(Hotel Artemis)

 

Elenco:

Jodie Foster

Sofia Boutella

Dave Bautista

Jeff Goldblum

Sterling K. Brown

Zachary Quinto

Charlie Day

Jenny Slate

Direção: Drew Pearce

Gênero: Ação

Duração: 94 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 13 de Setembro de 2018

Sinopse:

A trama apresenta o hotel do título, um lugar secreto que funciona como hospital de criminosos. E é justamente para onde os protagonistas vão após realizaram um roubo. A face do local é “a enfermeira” (papel da veterana Jodie Foster), há mais de vinte anos responsável por cuidar dos membros que lá chegam. Dessa vez, no entanto, o lugar enfrentará o maior problema de sua existência.

Crítica | Hotel Artemis – Jodie Foster volta depois de 5 anos à frente de grande elenco (Nota: 5.0)

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Ranking | Do pior ao MELHOR ‘Indiana Jones’ – incluindo ‘A Relíquia do Destino’

O ano de 2023 é muito especial para os fãs de Indiana Jones. Isso porque a saga do arqueólogo mais famoso do mundo chega ao fim com seu novo filme, que já está nos cinemas.

Divulgação/ Lucasfilm Ltd. & TM ©2023. All Rights Reserved.

Porém, ao contrário das expectativas da Lucasfilm – e dos fãs em geral, Indiana Jones e a Relíquia do Destino não se tornou unanimidade entre crítica e público. Feito para dar um fim digno ao maior personagem dos cinemas, o longa queria apagar da mente dos apaixonados pelas aventuras de Indy o sabor agridoce deixado por Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, lá em 2008. Mas não conseguiu exatamente. Por isso, ranqueamos os filmes da saga do PIOR para o MELHOR. Confira!

5. Indiana Jones e a Relíquia do Destino

Feito com a missão de limpar a barra da franquia com um capítulo final digno, Indiana Jones e a Relíquia do Destino tinha potencial, mas esbarrou na falta de personalidade ao recontar uma história de encerramento que não soube lidar com as próprias propostas. Dessa vez, nosso querido Indiana Jones está se aposentando da vida de professor universitário e vive com a frustração de ser uma peça descartável em uma sociedade que só pensa no futuro e até onde as revoluções científicas vão levar a humanidade. Nesse contexto, sua afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge) ressurge em busca da Anticítera, uma relíquia do matemático Arquimedes que supostamente permitia viagens no tempo, e que foi obsessão de seu pai em vida. Quando ela toma posse, nazistas infiltrados no governo americano começam a persegui-la e ao seu padrinho, que deixa a aposentadoria rumo a uma aventura final.

Por ser ambientado em 1969, um ano tão emblemático para a história dos EUA, talvez fique a sensação de que esses eventos históricos poderiam ser melhor explorados. Mas a verdade é que o grande problema desse filme é ter dois protagonistas que não se complementam. Pois é, Helena reúne todas as características de uma personagem que foi introduzida para dar continuação à franquia. Porém, como é um filme do Indiana Jones e a proposta é ser uma grande despedida para Harrison Ford e o lendário arqueólogo, ele precisa solucionar tudo para não perder o brilho. Ou seja, Helena é relegada do protagonismo verdadeiro, mas também é importante demais para ser uma mera coadjuvante. Ao mesmo tempo, Indy é retratado como uma personagem descartável, mas que se força a ser protagonista. É uma contradição bastante complicada e que muitos considerarão como desrespeitosa ao grande herói das aventuras oitentistas. Além disso, todo o arco de conclusão do Indiana Jones é muito similar àquele já apresentado em O Reino da Caveira de Cristal, mas conduzido de forma mais triste e sombria, como um remake não assumido do final de 2008.

4. Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Considerado o pior filme da saga por 15 anos, o filme lançado em 2008 perdeu o posto em 2023, mas não é absurdo dizer que mesmo sem ter tanto prestígio, ele tem seu valor. Lançado em uma época em que os super-heróis “realistas” começavam a ditar os rumos do entretenimento popular, chegando a afetar ícones dos anos 80, como a franquia Duro de Matar, é louvável que Steven Spielberg tenha se mantido fiel ao mais puro e simples compromisso com a aventura alucinante que o levou ao sucesso irredutível que ele mantém até hoje. A trama acompanha um Indiana Jones mais velho e cansado, que ainda assim segue com sua rotina de alternar as aulas na universidade com suas aventuras mortais ao redor do mundo. Dessa vez, os nazistas dão espaço aos soviéticos, que estão atrás de uma misteriosa caveira de cristal, cujas habilidades permitiriam que seu portador atingisse o conhecimento máximo, chegando até a ler mentes. No meio dessa trama paranormal, Indy sofre uma traição e acaba sendo jogado no caminho dos soviéticos para ajudá-los a recuperar a tal caveira, levando essa turminha do barulho em uma aventura sem precedentes pela América do Sul.

Talvez o grande problema desse filme – fora a estética que flerta com os filmes dos anos 60, mas traz a saturação típica dos longas do final da década de 2000 – seja a insistência incômoda da direção em mostrar que o herói da infância de grande parte do público está velho e acabado. Todo mundo sabia da idade avançada de Harrison, mas ele é metido em situações aqui que beiram o desrespeito com o personagem e o ator. Além disso, o Mutt Williams (Shia LaBeouf), que acompanha o Indy em grande parte do filme, é um coadjuvante ainda mais chato que a Willie. De qualquer forma, se você não sentir incômodo com essa proposta de ver um Indy cansado, é bem provável que você se divirta muito com as famosas aventuras exageradas do arqueólogo.

3. Indiana Jones e o Templo da Perdição

Esse filme traz uma curiosidade muito interessante. Ele foi o segundo da saga a ser lançado nos cinemas. Porém, cronologicamente falando, ele se passa antes do primeiro filme da franquia, não que isso afete em alguma coisa a ordem de assistir a saga. E mesmo estando em terceiro no nosso ranking, O Templo da Perdição passa muito longe de ser um mau filme. Ambientada em grande parte na Índia, essa aventura asiática do Dr. Jones começa em Xangai, onde ele negocia a troca de uma urna histórica por um diamante, mas acaba sofrendo um golpe e se vê na urgência de fugir com seu parceiro mirim, Short Round (Ke Huy Quan), e a atriz/ cantora/ rainha dos gritos, Willie Scott (Kate Capshaw). Na fuga, eles passam por outra trairagem e acabam na Índia, onde uma aldeia nativa se vê afundada na crise após uma seita sobrenatural roubar sua pedra sagrada e todas as crianças do vilarejo. Assim, Indy e seus amigos vão tentar ajudá-los enquanto procuram uma forma de voltar para a cidade. O problema é que a tal seita é bem mais poderosa do que eles imaginam.

Esse capítulo causou bastante polêmica dentre os fãs, justamente por trazer um tom mais sombrio e adulto para a saga. Enquanto parte do fandom é apaixonada por essa pegada mística de rituais e cenas mais pesadas, há quem não curta por achar que destoa muito do resto da franquia. A ideia de Spielberg e George Lucas, inclusive, era mesmo fazer algo mais voltado para o terror. Ainda há algumas polêmicas culturais, como a exaltação ao exército britânico ante o massacre promovido na Índia. Mas, no final das contas, há tantos momentos memoráveis nesse filme, que é quase impossível não se divertir com ele. Como não gostar de uma aventura que promove uma sequência de tirar o fôlego em um carrinho de ferro em uma mina abandonada? Não dá!

2. Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida

Ok, ok, sei que essa aqui é polêmica, já que Caçadores da Arca Perdida revolucionou o gênero da aventura nos cinemas e se tornou o exemplo perfeito de como se fazer um filme do gênero. No entanto, o primeiro lugar do ranking tem um ponto que faz toda a diferença. A trama deste longa começa na América do Sul, com o arqueólogo tentando extrair um ídolo de ouro de uma caverna repleta de armadilhas. Essa sequência se tornou uma das mais famosas da história do cinema, além de marcar a estreia do fantástico Alfred Molina (o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2) nas telonas. Com um resultado frustrante, Indy retorna para a universidade, onde é intimado pelo serviço secreto dos EUA, que pede sua ajuda para encontrar a lendária Arca da Aliança, que está sendo procurada pelos nazistas, que querem usar os supostos poderes divinos do artefato para varrer os EUA e ganhar a Segunda Guerra Mundial. Assim, o arqueólogo vai parar no Cairo, onde suas pesquisas indicam que está escondida a arca.

O filme é praticamente perfeito. Apesar de alguns malas-sem-alça cismarem em dizer que a participação do Indiana Jones não afeta o destino da guerra, o filme usa justamente dos erros e afobações de seu protagonista para contar uma história de como ele quase complica tudo, mas consegue salvar o dia no final. É uma aventura que só mesmo tendo muita amargura no coração para tentar colocar defeito. O filme é tão bom e envelheceu tão bem, que até hoje é capaz de entreter, divertir e assustar as novas gerações. É arte purinha.

1. Indiana Jones e a Última Cruzada

E no topo do ranking, temos a consolidação do sonho de Steven Spielberg com uma aventura tão fantástica quanto a original, que explora o passado e flerta com o futuro do nosso herói, enquanto ele se mete em outra confusão com os nazistas, mas agora acompanhado por seu carismático pai. Spielberg nunca escondeu de ninguém que seu grande sonho cinematográfico era dirigir um filme do James Bond. Inclusive, foi desse sonho que surgiu a ideia de fazer a saga de um aventureiro que fosse tão másculo e implacável quanto o agente secreto. Então, quando ele decide fazer a – até então – última aventura de seu personagem mais icônico, revelando ao público uma complicada relação entre pai e filho, ele foi certeiro ao escalar o lendário ex-007, Sean Connery, para interpretar o Dr. Jones Pai. Sua personalidade excêntrica misturada às trapalhadas típicas de ter um senhor de idade envolvido numa busca mortal contra os nazistas consegue fazer um contraponto muito divertido à virilidade das ações do Indy, ao mesmo tempo que ele exercer tanta influência sobre o aventureiro acaba sendo um complemento perfeito para a personalidade do herói. Para melhorar tudo, eles retornam aos desertos africanos, onde reencontramos velhos conhecidos e damos gargalhadas com a confusões que o pobre Dr. Marcus Brody (Denholm Elliott) arruma. Ainda há um mistério acerca da belíssima acompanhante de Indy na jornada e um vilão nojento que anseia por encontrar o lendário Graal, o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia.

O longa consegue contar mais do passado do Indiana de forma divertida, e que hoje não seria bem-vista por alguns. No entanto, é feita com tanta paixão e combina tanto com o tom do filme, que é impossível não se entreter com as origens do jovem Indiana Jones. Além disso, ele promove um resgate ao espírito de aventura descompromissada do primeiro filme, deixando de lado esse tom mais sóbrio e abraçando a ideia de um trama para toda a família. É aquilo, por mais perfeito que Caçadores da Arca Perdida seja, é muito difícil de competir com um filme que traz um 007 e um Indiana Jones para serem pai e filho, desenvolvendo sua relação ao longo da história e criando uma das maiores aventuras de todos os tempos, senão a maior.

E aí, concorda com nosso ranking? Monte o seu nos comentários!

A saga Indiana Jones já está disponível no Disney+;
Indiana Jones e a Relíquia do Destino está em cartaz nos cinemas.

TENSO! Série de TERROR da Netflix deixa a gente PARANOICO com situações pesadas…

As histórias de terror e de suspense geralmente causam maior impacto no público a partir da probabilidade de elas acontecerem de fato com a gente. Afinal, quando os medos são apenas fictícios, a gente consegue virar pro lado e dormir tranquilamente. Mas… e quando o principal ponto do filme é baseado numa ameaça totalmente possível de acontecer nas nossas vidas, como que a gente faz para dormir depois? Essa é a sensação geral após assistir à mais nova série de terror da Netflix, ‘Red Rose’, que, desde sua estreia, tem se mantido no Top 10 da plataforma.

É verão no hemisfério norte. O fim das aulas se aproxima e, com a realização da última prova, agora é só aguardar as notas saírem para saber para qual faculdade ir. Assim, o grupo de amigos de Rochelle (Isis Hainsworth) só quer farrear, porém a menina sente ciúmes de sua melhor amiga, Wren (Amelia Clarkson), que começou a sair com Noah (Harry Redding).  É nesse momento que a jovem recebe uma notificação diferente em seu celular, convidando-a a baixar o aplicativo Red Rose. O que aparentemente seria apenas mais um app de relacionamentos pára ela desabafar seus sentimentos rapidamente se transforma no pior pesadelo de Rochelle, ameaçando sua vida e a de seus amigos. 

Dividido em oito episódios com aproximadamente cinquenta minutos cada, o mote de ‘Red Rose’ constrói um crescente de suspense que parte da descontração juvenil para o típico drama adolescente até, por fim, apresentar sua grande ameaça, que será o ponto de partida para o terror que irá perseguir os personagens ao longo do enredo. Para isso o roteiro de Michael Clarkson e Paul Clarkson (responsáveis pelo sucesso ‘A Maldição da Mansão Bly’)  faz bom uso do espaço dos episódios para construir reviravoltas nos momentos certos (exatamente quando parece que a história vai para o lugar comum e, consequentemente, o espectador perderá o interesse). Não à toa, a primeira mudança ocorre logo ao fim do segundo episódio, deixando claro ao espectador que nem tudo é o que parece, e o mote da série será bem mais complexo do que se podia imaginar.

A direção compartilhada entre Lisa Siwe, Ramón Salazar e Henry Blake flui com naturalidade, sem deixar parecer a mudança do comando. E mesmo em se tratando de um elenco jovem, a garotada entrega uma atuação convincente para seus personagens, mesmo que ora e outra algumas falas e atitudes soem forçadas ou gratuitas, dependendo do contexto, porém, nada que comprometa a trama.

Em suma, ‘Red Rose’ é uma série que literalmente acende o alerta sobre o perigo das redes sociais e sobre o total controle que a internet tem sobre nossas vidas. Mesmo em se tratando de uma série de terror juvenil, serve também para pais e responsáveis se assustarem com o tamanho do impacto que as redes têm na vida da molecada hoje em dia. Pois nada pior do que a possibilidade real de a ameaça acontecer no nosso cotidiano para tirar o nosso sono por um bom tempo…

‘Os Mandalorianos’: Taika Waititi diz que série seguirá moldes da trilogia ‘Star Wars’ original

Durante a Televisions Critics AssociationTaike Waititi disse que o estilo de ‘Os Mandalorianos’ será muito parecido com a trilogia original, apesar de ter incluído um toque pessoal aos episódios que dirigiu.

Star Wars é bem diferente do estilo Marvel. Eles sabem que o tom dos primeiros filmes realmente deve permanecer”, ele declarou. “É disso que os fãs gostam, e você não pode desrespeitá-los. Porém, há um pouco de mim nos diálogos e coisas assim”.

Logo depois, Waititi falou sobre como a série irá satisfazer a demanda dos fãs por mais caçadores de recompensas como Boba Fett, que aparecem em diversas entradas da franquia, mas nunca são explorados o bastante.

“Para a maioria das crianças que cresceram assistindo a esses filmes, [Boba Fett] foi um dos personagens favoritos de todos, mesmo não aparecendo muito”, o diretor acrescentou. “Apenas a ideia de caçadores de recompensas e daqueles capacetes é muito legal”.

E, por último, ele falou muito bem de Jon Favreau, que entra como idealizador da série como um todo, dizendo que o diretor do remake de ‘Mogli – O Menino Lobo’ é “um gênio e muito inteligente e muito bom em criar esses mundos. Os roteiros são geniais. Foi muito divertido fazer algo dentro do universo Star Wars“.

Confira a sinopse oficial da série:

Depois das histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo Star Wars. ‘Os Mandalorianos’ se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

Ainda não há data de estreia confirmada para a série spin-off, mas sabe-se que ela estreia em 2019 e que estará disponível com exclusividade na Disney+.

Sony Pictures está desenvolvendo filme-solo do Duende Macabro, afirma site

Sony Pictures parece estar determinada a usar e abusar das propriedades intelectuais de sua franquia Homem-Aranha, fazendo o possível para explorar por completo seu arsenal de personagem.

Seguindo o sucesso de bilheteria de Venom, o estúdio já anunciou diversos projetos dentro do universo aracnídeo. Agora, de acordo com o We Got This Covered, a companhia está construindo uma narrativa centrada no famoso vilão Duende Macabro – e o longa já está nos estágios iniciais de produção.

O personagem em questão, na verdade, não é apenas uma pessoa, mas sim um grupo de antagonistas que passam e repassam a manta para lutar contra o Homem-Aranha. Roderick Kingsley, bilionário e designer de moda, foi o primeiro a encarnar o vilão e utilizar o codinome em 1980. Desde então, nomes como Arnold Donovan, Ned Leeds, Jason Macendale, Daniel Kingsley, Phil Urich e muitos outros também vestiram o uniforme.

É possível que o projeto foque em boa parte das personas supracitadas ao invés de escolher apenas uma como foco. Entretanto, nenhum detalhe foi confirmado ainda.

‘La Casa de Papel’: 4ª temporada ganha duas novas imagens oficiais; Confira!

Netflix divulgou duas novas imagens oficiais da 4ª temporada de La Casa de Papel.

Confira:

A próxima temporada será lançada na plataforma no dia 03 de abril de 2020.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3020709707960392/?vh=e&d=n

 

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘The Owners’: Terror com Maisie Williams ganha pôster oficial; Confira!

O terror ‘The Owners‘, estrelado pela Maisie Williams (‘Game of Thrones‘), ganhou seu primeiro pôster oficial.

Confira, junto ao trailer:

O longa será lançado em VOD no dia 4 de setembro.

Dirigido por Julius Berg, o longa é baseado no livro ‘Une Nuit de Pleine Lune‘, escrito por Yves H. e Hermann.

Inglaterra rural; o início dos anos 90. Os amigos de infância Nathan e Terry são encorajados pelo sociopata de fora da cidade, Gaz, a assaltar os Huggins, o médico idoso local e sua esposa. A namorada de Nathan, Mary, é contra o plano, mas os rapazes estão decididos: a casa do médico está isolada, há um cofre cheio de dinheiro, ninguém estará em casa. É uma chance para sair do buraco em que nasceram. Mas os Huggins voltam mais cedo do que esperado. A situação sobre uma reviravolta e se inicia um jogo mortal de gato e rato, deixando os jovens lutando para se salvarem de um pesadelo que nunca poderiam ter imaginado…

O elenco ainda conta com Jake Curran, Ian Kenny, Sylvester McCoy e Rita Tushingham.

‘Avatar’ completa 11 anos; Confira ONZE CURIOSIDADES sobre o icônico filme de James Cameron!

Avatar foi lançado há exatos 11 anos nos cinemas brasileiros – e mudava mais uma vez o cenário do cinema com uma tecnologia de ponta e uma narrativa concisa. É claro que o longa-metragem não poderia partir de outra mente senão da de James Cameron, o mesmo diretor por trás de Titanic.

A história foi centrada em um ex-oficial da Marinha paraplégico, que foi enviado à Pandora em uma missão única. Mas seus valores são colocados em cheque quando, ao encarnar um dos seres que habitam esse incrível mundo, se sente em casa e parte de uma nova família. Sam WorthingtonSigourney WeaverZoë SaldañaStephen LangMichelle Rodriguez estrelaram a produção e ganharam elogios ao lado do imaginativo enredo e da impecável execução.

Para celebrar o aniversário e o legado do filme, que foi indicado a nove categorias do Oscar e levou três delas para casa, separamos uma breve lista com onze curiosidades sobre a produção.

Confira:

‘AWSITENG NA ‘AW

A linguagem Na’vi foi criada inteiramente do zero pelo linguista Paul R. Frommer. Cameron o contratou para construir uma língua que seria fácil para os atores pronunciarem, mas não ressoaria nos dialetos humanos. Frommer criou cerca de 1000 palavras.

UM FILME COMPLICADO

Cameron originalmente planejava terminar o filme para lançá-lo em 1999. Entretanto, à época, os efeitos especiais que desejava aumentariam o orçamento para US$400 milhões – e nenhum estúdio estava disposto a financiar o projeto. Cameron, então, o engavetou por oito anos.

NASCE UMA ESTRELA

Matt DamonJake Gyllenhaal foram as primeiras escolhas da extinta 20th Century Fox para viver o protagonista Jake Sully. Porém, Cameron decidiu elencar o menos conhecido Sam Worthington para interpretá-lo.

PULSO FIRME

Conhecido por sua mão firme no set de filmagens, Cameron alegadamente mantinha uma pistola de pregos perto de si que usava para pregar telefones celulares que tocavam durante as gravações. Os aparelhos eram fixados em uma parede sobre um sinal de saída.

RECICLAGEM SONORA

A maior parte dos sons de animais ouvidos no filme são incursões sonoras recicladas dos dinossauros de ‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’, lançado em 1993. Os barulhos provém notavelmente do T-Rex e dos velocirraptores.

O MÉTODO

Para ajudar os atores a se prepararem aos papéis, Cameron levou o elenco e a equipe para o Havaí, onde passavam dias caminhando pelas florestas e selvas e vivendo como tribos (construindo fogueiras, pescando, entre outros), para terem um senso maior do que seria viver e andar por Pandora.

O MELHOR DOS DOIS MUNDOS

De acordo com Cameron, os Na’vi são azuis para criar um paralelo conceitual com as construções tradicionais da cultura hindu das divindades (como Vishnu e seus “avatares” – palavra em sânscrito que significa “manifestação do divino numa forma corporal”), mas também porque o diretor também era apaixonado pela cor azul.

DR. SEUSS VISITA PANDORA

O livro que Grace (Sigourney Weaver) encontra na escola abandonada é ‘O Lorax’, assinado pelo lendário romancista Dr. Seuss. Assim como o filme, o livro infantil é sobre uma floresta recheada de lindas árvores e criaturas místicas que enfrentam as forças destrutivas da ambição humana.

NATURALISMO EXPRESSIVO

Os atores que intepretaram os Na’vi tinham câmeras presas em suas cabeças, para que pudessem filmar close-ups de seus rostos. Pontos pintados na face permitiam que os softwares de captura de movimentos gravassem expressões, garantindo uma base sobre a qual os artistas de computação gráfica trabalhariam.

EU, EU MESMO E EU

Weaver interpreta uma persona de Cameron para sua personagem no filme. Em uma entrevista, a atriz disse que “brinquei com ele, porque, para mim, estou interpretando Jim Cameron no filme como essa pessoa perfeccionista, idealista e brilhante. Mas aquela mesma pessoa tem um grande coração escondido. Então devo dizer que estava sempre canalizando-o”.

PROCESSO DEMORADO

Qualquer cena com Zoë Saldaña era feita 100% física, facial e vocalmente ao mesmo tempo. Não é surpresa que levou quase um ano para capturar e transferir tudo para a personagem Neytiri.

‘High School Musical’: Elenco revela detalhes sobre a 2ª temporada em novo vídeo divertido; Confira!

O Disney+ divulgou um novo vídeo de bastidores oficial da 2ª temporada de High School Musical, em que o elenco revela detalhes sobre os próximos episódios.

Confira:

O novo ciclo será lançado no dia 14 de maio na plataforma de streaming.

A nova iteração terá como principal adaptação o clássico longa-metragem A Bela e a Fera.

O elenco é composto por Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Joshua Bassett (‘A Irmã do Meio’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.

‘The Righteous Gemstones’: 2ª temporada da dramédia da HBO ganha primeiras imagens oficiais; Confira!

Dois anos após o anúncio de novos episódios, a 2ª temporada de ‘The Righetous Gemstones’, série da HBO, finalmente ganhou suas primeiras imagens promocionais.

As fotos foram divulgadas através do Twitter oficial da plataforma de streaming.

Confira:

Ainda sem data de estreia confirmada, acredita-se que os próximos episódios sejam lançados em 2021 ou no começo de 2022.

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

O episódio piloto é escrito e dirigido por McBride, que também assume a função de produtor executivo, ao lado de Jody Hill e David Gordon Green – parceiros da série ‘Vice Principals‘, também da HBO.

Um dos episódios MAIS BRUTAIS de ‘Black Mirror’ está virando realidade nos Estados Unidos; Entenda!

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos revelou recentemente que está realizando experimentando com uma nova tecnologia para patrulhar a fronteira entre os EUA e o México, como forma de impedir o contrabando de imigrantes ilegais e conter o avanço do narcotráfico (via CNN).

As informações indicam que o governo está investindo tempo em cães robôs para multiplicar a força de auxílio aos Oficiais e Agentes que trabalham na fronteira. Segundo um artigo da Diretoria de Ciência e Tecnologia, essas máquinas, conhecidas como Veículos Automatizados de Segurança Terrestre (Automated Ground Surveillance Vehicles, no original), poderia, no futuro, se tornar agentes próprios ou os “melhores amigos dos oficiais”.

Se a história parece familiar, não é por mera coincidência: a decisão de utilizar os cães robôs é muito similar a um dos episódios da aclamada série sci-fi distópica Black Mirror, mais especificamente o capítulo Metalhead (4ª temporada, 5º episódio).

Para aqueles que não conhecem, a iteração foi escrita por Charlie Brooker e contou com a direção de David Slade. Filmada inteiramente em preto e branco, a trama acompanha Bella (Maxime Peake), uma mulher que tenta fugir de cães robotizados depois do colapso inexplicável da sociedade humana – um trágico evento que pode ter a ver com o fato das máquinas terem se voltado contra seus criadores.

É claro que o anúncio dos Veículos Automatizados para patrulharem a fronteira EUA-México causou uma grande comoção nas redes sociais, principalmente considerando que os robôs do Departamento de Segurança são muito parecidos aos da série.

Veja:

Não demorou muito até que os internautas expressassem a similitude assustadora entre ficção e realidade nas redes sociais – e trouxemos para você um compilado com as melhores reações.

Confira:

Artigo | Os 80 anos de ‘Bambi’, uma das animações mais profundas da Disney

Bambi é uma das histórias mais conhecidas do panteão Disney e talvez uma de suas mais trágicas, não pelo simples fato do diretor David D. Hand orquestrar uma bela narrativa conflituosa entre duas forças opostas e perigosas, mas também por se permitir usar e abusar de elementos um tanto quanto chocantes para o público-alvo infantil. Afinal, se pudermos recordar dos acontecimentos dentro desse longa-metragem, sabemos que a história é qualquer coisa menos superficial – ainda que peque em seus momentos finais com uma resolução doce demais para o que nos foi apresentado antes. 

A trama principal gira em torno do personagem-título, um jovem cervo que nasce no ápice da primavera em uma densa floresta habitada por inúmeros animais – coelhos, corujas, pássaros, esquilos, toupeiras e muitos outros. Todos aguardavam ansiosamente o nascimento do pequeno filhote, visto que sua chegada anunciava também o sucessor do trono de Príncipe da Floresta, cujo cargo permanecia entregue a um misterioso veado intangível e imaterial, de presença quase intocável pelo próprio enigma que o cercava. Entretanto, é interessante ver como o filme se desenrola a partir da perspectiva do pequeno Bambi, o qual não entende exatamente o papel que lhe será destinado e nem as bruscas viradas que o aguardam.

De forma muito sutil, todo o escopo criado pelo novelista Felix Salten é resgatado pelo ótimo roteiro assinado pela dupla Perce Pearce e Larry Morey: se prestarmos um pouco mais de atenção à cronologia da animação, percebemos que a jornada do nosso amável herói cobre o período de um ano, iniciando-se na primavera e terminando na mesma estação. Tal investida metafórica funciona em todos os aspectos, visto que esse período normalmente é marcado pelo crescimento abundante das flores, cujo significado mais profundo conversa tanto com as ideias de renascimento e ressurreição. O primeiro aspecto emerge com a vinda do filhote ao mundo e suas descobertas acerca do vasto mundo que o cerca – e é simplesmente adorável observar o desastrado jovem finalmente desprender-se dos “braços” da mãe para experimentar coisas novas; o segundo aspecto, por sua vez, vem com a chegada do terceiro e último ato, no qual Bambi retorna para sua terra natal mais maduro e em uma idade também marcada pelas inúmeras descobertas, inclusive sexuais. 

É claro que, em se tratando de uma obra infantil, explanar-se acerca de termos como “puberdade” não seria adequado moralmente, mas é impossível não traçar paralelos entre Bambi e a peça O Despertar da Primavera’, assinada por Frank Wedekind no começo do século XX. Não é nenhuma surpresa que tal dramaturgia tenha entrado para a História como um marco do teatro moderno, visto que cada uma de suas composições arquetípicas conversa com uma fase tanto da infância quanto da adolescência, permitindo que seus personagens descubram a finalidade e a plasticidade dos próprios corpos de uma forma poética e envolvente. Nesta animação, o protagonista passa exatamente pelo mesmo arco, porém de forma mais romantizada e não tão explícita – tanto que, em determinado momento, ele se reencontra com uma antiga amiga chamada Faline e se apaixona por ela em sequências que traduzam os seus sentimentos mais íntimos. 

O coming-of-age retratado nesta obra também alcança bastante sucesso ao não impedir-se de cometer alguns sacrifícios. Como sabemos, a vida de cada uma das pessoas é marcada por obstáculos, e a epopeia de Bambi obviamente segue esse padrão para que se aproxime de modo antropomorfizado da audiência. Com a chegada do outono, percebemos que o ainda jovem cervo, ainda que tenha aprendido algumas coisas, carrega certas dificuldades em desprender-se da mãe e percebe que aquilo que conhece na verdade é apenas a ponta do iceberg. É nesse momento que ele é apresentado também à pradaria, uma vasta planície verdejante e, ainda que represente um prospecto de independência, também o introduz aos conceitos do medo e do perigo, visto que a mesma ideia que lhe traz liberdade também lhe expõe a vulnerabilidade de elementos de força-maior – como os caçadores, nêmeses da própria organicidade da floresta. 

Tal ideal encontra uma materialização ainda mais palpável com a chegada do inverno, uma estação marcada por uma atmosfera mais mortal e mais sombria. Não é à toa que é nesse momento, no final do segundo ato, que a dupla protagonista enfrente a real ameaça que outrora apenas permanecia no imaginário, com um eventual sacrifício para a sobrevivência da nova geração com a morte da mãe de Bambi. É muito difícil não se emocionar com o acontecimento, visto que Hand opta pelo foreshadowing ao invés de realmente mostrar o que aconteceu, retornando para a perspectiva ingênua, porém agora flagelada, do nosso herói, que deve trilha um caminho relativamente solitário agora que sua protetora não poderia mais estar consigo. E tudo fica ainda mais dramático nas doses certas quanto o Príncipe da Floresta emerge das sombras para dizer-lhe exatamente aquilo que não queríamos acreditar: que a resiliente corça foi assassinada. 

A história também nos traz alguns dos personagens coadjuvantes mais adoráveis do universo Disney, como o elétrico coelho Tambor, que instantaneamente torna-se um dos melhores amigos do cervo, e o tímido gambá chamado Flor – cujo nome vem de uma fofa e hilária má associação feita por Bambi quando mais jovem e tentava aprender os nomes das coisas que o cercavam. Ambos permanecem como constantes catalisadores e companheiros do herói em toda a sua vida, até mesmo ao reencontrarem-se após meses separados por circunstâncias fortuitas. É interessante também perceber como o trio atinge uma fase de maturação em suas vidas ao mesmo tempo e passam pelos mesmos obstáculos juntos, incluindo aprender o que é certo e errado e como todos estão fadados a ceder aos desejos da carne e do coração – reafirmando que essas ideias são mascaradas por um véu infantilizado. 

E como se não bastasse a incrível adaptação, não podemos deixar de mencionar a evolução nas técnicas animadas dentro do filme. A rotoscopia já havia sido utilizada dentro dos estúdios com Branca de Neve e os Sete Anões’ em 1937 e, apesar de prezar pela fluidez cênica, muitos movimentos tornavam-se floreados demais até para uma primeira tentativa. Após mais três longas-metragens, é encantador ver como o time de artistas por trás das concepções imagéticas inclina-se cada vez mais para um estudo aprofundado daqueles que desejam retratar – no caso, animais silvestres que portam-se de diferentes jeitos dentro de uma mesma ambiência. Além do inebriante cenário, cada uma das espécies é dotada de suas próprias características reais, incluindo alguns trejeitos que podem ser vistos nos seres humanos – tiques ou maneirismos, por assim dizer. 

Bambi é uma jornada lúdica entre a vida e a morte, passando por todas as fases do crescimento humano-animal. Através de uma travessia emocionante, este talvez seja uma das explicações mais didáticas acerca da era dos descobrimentos, principalmente ao utilizar de modo consciente as estações do ano como representação simbólica e realista do amadurecimento de cada um de seus personagens. 

As Melhores Séries de Fantasia de 2022

2022 está chegando ao fim e, como é de costume, estamos trabalhando em várias listas para relembrar os melhores e os piores do ano.

Nesta mais nova matéria, separamos as melhores séries de fantasia a agraciarem os espectadores nos últimos doze meses.

Veja abaixo o nosso ranking e conte para nós qual foi a sua favorita:

8. O CLUBE DA MEIA-NOITE

“Enquanto cada um se entrega de corpo e alma a atuações impecáveis, nossa atenção é constantemente direcionada para Ruth Codd como Anya. A rebelde jovem posa como durona e com uma personalidade intransponível, como forma de se proteger dos males. Anos atrás, ela era uma habilidosa bailarina que sofria com um perfeccionismo atroz e que a levou a tomar decisões bem controversas que lhe custaram tanto os pais (visto que ela se culpa pelo fato de terem morrido), o melhor amigo e uma das pernas, impedindo-a de continuar dançando. E, considerando que é natural que tenhamos uma personagem assim em uma série adolescente, Codd se afasta das obviedades e fornece uma naturalidade comovente que arranca lágrimas de qualquer um que se conecte com as dores que Anya sente” – Thiago Nolla

7. STRANGER THINGS

“Não são apenas as atuações que exalam beleza extraordinária nas telinhas, mas a sagacidade com a qual o roteiro é conduzido. A ideia aqui não é revolucionar o modo de se contar histórias, e sim encontrar uma forma de usar as fórmulas para um determinado propósito – que é nos conduzir em um conto amalgamado entre épica e drama, em que os Irmãos Duffer e seu competente time criativo entrevem uma multiplicidade de cronologias que se amarram logo nos últimos minutos do episódio final do primeiro volume. Afinal, o principal antagonista da temporada, apelidado pela memorialística alcunha de Vecna (em alusão ao jogo ‘Dungeons & Dragons’), não é apenas uma das culminações do Mundo Invertido, mas está intimamente atado às tragédias de Hawkins, preso ao perigoso universo espelhado da cidade e coletando vítimas para aumentar seus poderes” – T.N.

6. WANDINHA

“A série, como já podemos imaginar, é uma celebração do macabro e funciona com fluidez invejável – algo muito bem-vindo, considerando a carreira oscilante de Burton nas telonas. O diretor e produtor aproveitar incursões de grande sucesso de um passado não muito distante, como A Noiva Cadáver‘Sweeney Todd’ e ‘Frankenweenie’, para delinear um universo que, em qualquer outro lugar, seria impossível demais para ter credibilidades. Felizmente, Burton sabe como organizar cada um dos elementos e se alia a um time competente de artistas para dar origem à sua visão, firmando colaboração com os criadores Alfred Gough e Miles Millar e nos encantando do começo ao fim. Claro que o show comete deslizes, ainda mais no tocante aos efeitos especiais, mas um elenco de peso e uma história envolvente são o bastante para nos querer fazer maratonar a temporada de estreia” – T.N.

5. ENTREVISTA COM O VAMPIRO

A série Entrevista com o Vampiro causou certo alvoroço quando anunciada – e o resultado surpreendeu tanto a crítica quanto o público. A temporada de estreia superou todas as nossas expectativas e ganhou aclame universal por parte dos especialistas, principalmente pela condução da obra e pela impecável química do elenco protagonista e coadjuvante. Logo, era mais que certo que a produção fosse renovada para um segundo ciclo, nos deixando animados para o que a obra tem a oferecer a mais.

4. SANDMAN

“A arquitetura antológica não se limita apenas ao processo de delineação da narrativa, mas às escolhas técnicas e artísticas: como podemos ver ao longo da temporada, cada episódio porta-se de uma forma diferente, mesmo tendo como mote uma significação em comum, que prenuncia uma vibrante resolução e acontecimentos para o próximo ciclo. O sexto episódio, por exemplo, é marcado pela ternura de um realismo que abraça o inexorável, por mais duro que ele seja; já o quinto capítulo, que imprime maior foco ao personagem de Thewlis, mergulha na atemporalidade cênica e nos transporta para o microcosmos do que seria uma lanchonete perdida no tempo e no espaço, marcada pelo contraste de cores, pelos figurinos detalhados e por uma tétrica sonora que o transforma em uma das melhores iterações do não” – T.N.

3. THE LEGEND OF VOX MACHINA

A animação inspirada em ‘Dungeons & Dragons’ chegou ao catálogo do Prime Video sem fazer muito barulho, mas merece reconhecimento por seu caráter completamente nostálgico e pela beleza ímpar dos episódios. A trama acompanha um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

2. A CASA DO DRAGÃO

“A temporada segue uma linha bem explícita de equilibrar drama com ação e algumas incursões reflexivas que mais servem como metáforas para a compreensão do mundo em que vivemos que para auxiliar no ritmo da história. Mesmo com o saldo positivo, é notável como a série é muito apaixonada pela original e não pensa duas vezes antes de homenageá-la como pode, com referências pontuais e escolhas estéticas que puxam elementos de capítulos como “The Rains of Castamere”, no tocante à atmosfera de suspense e angústia, e “Battle of the Bastards” “The Bells”, no tocante a acontecimentos mais grandiosos que premeditam o desenlace dos capítulos. Ainda que as semelhanças sejam óbvias, o time criativo procura ao máximo se desvencilhar de repetições – ora, Ramin Djawadi, por exemplo, se inspira na trilha sonora primogênita, remodelando-a para uma ambientação mais densa e condizente com o que acontece” – T.N.

1. O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DE PODER

“Ficar com um pé atrás era algo natural, ainda mais levando em conta a memória afetiva da trilogia original e a decepção com a saga O Hobbit, que não conseguiu atender às expectativas e se valeu demais da paixão pela jornada de Frodo e seus companheiros. Entretanto, para a felicidade de todos, o saldo da obra é mais que positivo e já pode ser considerada uma das grandes investidas do ano – e que deve ser apreciada em sua completude. Desenvolvida por J.D. Payne e Patrick McKay, cada engrenagem é forjada com cautela magnífica, demonstrando respeito pelo cosmos assinado por Tolkien e até mesmo pelo legado deixado por Jackson. Enquanto a narrativa bebe das fórmulas da Jornada do Herói em estágios diferentes (e não num sentido pejorativo, pelo contrário), o escopo imagético é de tirar o fôlego, talhado em um espetáculo visual irretocável” – T.N.

Astro de ‘American Pie’ revela ter uma ideia para uma NOVA sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, o astro Seann William Scott, que eternizou o personagem de Steve Stifler na franquia American Pie, revelou que tem uma ideia para um quinto filme da saga principal.

“Não sei, eu apenas amo muito o personagem”, ele explicou. “Nós temos que ter uma ótima ideia e, especialmente agora, tem que ser incrível. Sabe, comédia é difícil, e [os filmes] sempre foram difíceis. Mas, sabe, a comédia mudou. Acho que, honestamente, estávamos falando sobre uma ideia. Eu tinha uma e ainda tenho”.

Scott continua: “seria muito divertido e fascinante ver um cara como o Stifler em seus quarenta anos, tentando entender as coisas. Um cara que não mudou muito, mas o mundo mudou. Como seria a vida dele? Há um final divertido para a história?”.

Segundo The Hollywood Reporter, um novo filme da franquia está em desenvolvimento pela Universal 1440 Entertainment, e deve sair no próximo ano.

Esse braço do estúdio trata de um braço de produção da Universal Filmed Entertainment Group geralmente destinado aos lançamentos diretos em Home Vídeo.

A escritora Sujata Day, conhecida por Insecure e Definition Please, cuidará do roteiro, e apesar de detalhes da trama não terem sido revelados, é descrito como “uma nova abordagem” dentro da franquia.

Ou seja, teremos uma reformulação total do elenco.

Michael Fassbender é ‘O Assassino’ no trailer ANGUSTIANTE do novo filme de David Fincher; Confira!

A Netflix divulgou um trailer inédito de ‘O Assassino, dirigido pelo aclamado cineasta David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’).

Com estreia marcada para 10 de novembro, a produção traz nomes como Michael Fassbender, Tilda Swinton e a brasileira Sophie Charlotte.

Ao longo da história, o cruel assassino terá que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

Confira:

O elenco também terá Charles Parnell e Arliss Howard.

O longa é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

James Gunn responde aos comentários de Zack Snyder sobre o DCU

Nos últimos dias, Zack Snyder, conhecido por seus trabalhos como ‘O Homem de Aço’ e ‘Liga da Justiça’, revelou estar ansioso pelo novo DCU de James Gunn.

Durante uma entrevista à CBR, Snyder afirmou: “Você sabe, sou bastante aberto. Realmente acredito que, se os personagens forem tratados com reverência e respeito à mitologia, estou dentro. Vamos ver o que acontece. Estou bastante animado”.

Agora, através do Threads, Gunn foi questionado se havia visto os comentários de Snyder e aproveitou para agradecer ao incondicional apoio que o realizador tem feito desde o anúncio do DCU.

“Eu não vi, mas sabia [disso] porque ele me mandou uma mensagem. Ele tem sido incrivelmente solidário através desse processo”, ele escreveu em resposta a um dos fãs.

Lembrando que recentemente foi divulgado que Superman, primeiro filme do DCU e que será comandado por Gunn, terá Neva Howell como Martha Kent e Pruitt Taylor Vince como Jonathan Kent.

Muito pouco foi revelado sobre a trama do novo filme, exceto que irá acompanhar a juventude Clark Kent (David Corenswet) e que Lex Luthor (Nicholas Hoult) será um dos vilões.

Marcado para julho de 2025Superman(anteriormenteSuperman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

‘Kung Fu Panda 4’ já está disponível no streaming; Saiba onde assistir!

A sequência ‘Kung Fu Panda 4‘ já está disponível no catálogo do Prime Video Brasil.

O longa, que conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$548,9 milhões ao redor do mundo, foi lançado na plataforma de streaming hoje, 25 de setembro.

Relembre nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

‘Star Trek: Starfleet Academy’: Série derivada ganha teaser INCRÍVEL e previsão de estreia!

Durante a San Diego Comic-Con 2025, a Paramount+ divulgou o primeiro teaser trailer oficial de Star Trek: Starfleet Academy’, nova série derivada do universo Star Trek.

Além disso, foi revelado que a atração será lançada na plataforma de streaming no início de 2026, ainda sem dia confirmado.

Na trama…

Acompanhamos as aventuras de uma nova turma de cadetes em um dos lugares mais lendários da galáxia. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.

Confira:

O elenco conta com Karim Diané (‘Um de Nós Está Mentindo’), Zoë Steiner (‘Significant Others’), Kerrice Brooks (‘My Old Ass’), Bella Shepard (‘Wolf Pack’), George Hawkins (‘Tell Me Everything’), Oded Fehr (‘A Múmia’), Tig Notaro (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’), Mary Wiseman (‘Star Trek: Discovery’) e Robert Picardo (‘Star Trek: Voyager’).

Vale lembrar que Paul Giamatti será o vilão principal da 1ª temporada, enquanto Holly Hunter dará vida a uma das capitãs e à chanceler atual da Academia Espacial.

A atração conta com Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) e Noga Landau (‘Nancy Drew’) atuam como coshowrunners e produtores executivos.

Jovem se apaixona por um apresentador de rádio no trailer do romance ‘Siga Minha Voz’; Confira!

Prime Video divulgou recentemente o trailer de ‘Siga Minha Voz’, seu mais novo romance original.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 2 de janeiro de 2026.

Confira:

O filme é escrito e dirigido pela dupla Ines Pintor e Pablo Santidrián.

Após uma crise de saúde que a mantém em casa por 76 dias consecutivos, Klara não faz nada além de ouvir seu programa de rádio favorito, “Sigue Mi Voz”. Mas um dia ela se pergunta: será possível se apaixonar por alguém que você ouviu no rádio, mas nunca conheceu pessoalmente? Será que ela pode realmente sentir algo por Kang, o apresentador do programa de rádio cuja voz ela ouviu apenas uma vez? Será que ela conseguirá superar seus medos e se aventurar pelo mundo novamente?

Berta Castañé, Jae Woo Yang, Claudia Traisac, Nuno Gallego, Fernando Guallar, Yasmina Drissi, Sofía Iznájar, Adrià Salazar, Victoria Oliver, Ethan Kim, Alberto Jo Lee e Iñaki Mur estrelam.

Reboot de ‘Stargate’ é ENGAVETADO pela Amazon MGM Studios

De acodo com o Deadline, o ambicioso reboot da clássica série sci-fi Stargate foi oficialmente engavetado pela Amazon MGM Studios, quase seis meses depois de ter sido anunciado.

A decisão de cancelar a nova versão veio tarde no processo — acredita-se que a produção já havia passado por vinte semanas de reuniões com os roteiristas e estava em pré-produção no Reino Unido. A justificativa foi que a visão e a direção criativa da nova série supostamente não se alinhavam mais com a estratégia de programação da Amazon.

As diferenças aparentemente eram tão profundas que exigiram um cancelamento definitivo em vez de uma reformulação da versão existente do projeto, com a participação de Martin Gero, um showrunner veterano desse universo sci-fi que havia assinado um contrato com a Amazon para comandar o reboot. Gero foi produtor executivo de Stargate: Atlantis’.

Joby Harold, Tory Tunnell, Dean Devlin e Roland Emmerich também estavam atados como produtores executivos do projeto.

Lançado originalmente em 1994, o longa original arrecadou US$ 196.5 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 55 milhões. A trama ganhou continuidade através da série ‘Stargate SG-1‘, que rendeu 10 temporadas.

Astros de ‘American Pie’ querem reboot da franquia

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Jason Biggs e Shannon Elizabeth, foram questionados se topariam participar de um possível reboot da franquia ‘American Pie‘, ao que eles responderam:

“Eu estou sempre pronto para voltar. Você nunca me verá recusando essa proposta, mas não há nada nos planos. É a história mais divertida na qual já trabalhei, eu amo esse elenco, amo meu personagem. Mas muitas coisas têm que ser resolvidas para que isso aconteça.”, disse Biggs.

Elizabeth já descartou a ideia de voltar ao filme, mas apoiou a ideia de um reboot, dizendo:

“Olha, acho que reboots são uma ótima maneira de atualizar a narrativa para os dias de hoje, com uma nova geração no elenco, com uma pegada moderna. Não seria má ideia.”

Anteriormente, Seann William Scott também foi questionado sobre o futuro deAmerican Pienas telonas, mas não foi muito positivo por conta da atual falta de interesse no gênero.

“Eu amo muito esses caras. Se não, eu nem teria feito quatro filmes. Mas acho que não há um apetite por esse gênero de filmes. Seth Rogen e Evan Goldberg estão mandando bem, toda vez que lançam filmes, não são apenas incríveis, mas bem-sucedidos. Eles mantêm a esperança de que possamos continuar a fazer comédias para maiores de idade, mas não é um gênero que está em alta.”, disse ele ao Movie Web.