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Confira Curiosidades sobre ‘Pânico’, que completa 24 Anos

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Pânico faz 24 anos de lançamento hoje (18/12)… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar. Ps. Lembrando, como já anunciamos aqui no site, que o quinto filme da franquia já está em pré-produção, para o lançamento em 13 de Janeiro de 2022.

Ideia para o Filme e Roteiro

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Pânico é o 20º filme de terror mais lucrativo de todos os tempos, e o primeiro no ranking do subgênero slasher.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

Crítica | O Exorcista – 1×05 (Through My Most Grievous Fault)

“Que excelente dia para um exorcismo.”

Eis o episódio que todos estavam esperando! Os produtores haviam prometido um exorcismo no quinto episódio, e, além de entregar justamente isso, a interação com o demônio não foi o ponto alto da semana. De fato, o roteiro preparou uma grande surpresa para todos nós, e acabou confirmando aquela teoria que eu havia falado na crítica do primeiro episódio. Se antes a série e o filme pouco tinham ligações, basicamente apenas se passando no mesmo universo, agora a série se transforma em uma continuação direta do clássico de 1973, entregando um nível de profundidade e relevância ainda maior à série, que já estava se desenvolvendo muito bem por mérito próprio.

Confesso que esperava um pouco mais em relação ao exorcismo em si, especialmente porque não tivemos tantas cenas quanto eu havia imaginado, mas esse não era realmente o único foco do episódio – e isso foi reforçado em seus minutos finais. Foi muito interessante, no entanto, ver a reação da família quando a Casey se mostrava perturbada em seu quarto. O maior destaque obviamente girou em torno da matriarca, que, como já mencionei em textos anteriores, nunca teve a menor dúvida de que um exorcismo era exatamente o que sua filha precisava. Angela escutava os gritos de Casey, os barulhos no quarto, e suspirava pesadamente, dando a entender que essa era uma situação estranhamente familiar para ela. E isso acabou sendo inevitavelmente confirmado neste quinto episódio.

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Angela Race é, na verdade, Regan MacNeil! Eis uma reviravolta que poucas pessoas estavam esperando, apesar das teorias que circulavam desde cedo na internet. Eu até cheguei a mencionar que Angela Race formava um anagrama de “A Clean Regan” (Uma Regan Pura, em tradução livre), mas reconheci quão improvável seria isso realmente ganhar vida na tela. Felizmente, os roteiristas tiveram essa ousadia e surpreenderam, dando à série um novo aspecto e mudando a percepção de tudo aquilo que vimos antes. Aquela cena da Angela ouvindo vozes pelas paredes, por exemplo, reforça a atuação da atriz, que não pareceu apenas de medo, mas também de reconhecimento. Todas aquelas críticas sobre a Angela procurar um padre imediatamente, falando sobre um exorcismo, agora são infundadas. Angela sabia exatamente o que estava fazendo; é uma situação pela qual ela já passou.

Eu espero que isso coloque a personagem no centro da trama nesta segunda metade da temporada – que contará com 10 episódios. Durante o exorcismo, o demônio pediu para que eles “a trouxessem até ele”. Estaria o demônio falando sobre a Angela/Regan? E, no caso, seria o demônio o Pazuzu, que estaria de volta para um acerto de contas? Temos que confessar que seria sensacional se o demônio voltasse atrás da Regan e sua família por vingança, fechando completamente o círculo entre as duas tramas; da série e do primeiro filme. Não podemos esquecer, no entanto, que há uma trama maior sendo costurada no decorrer desses episódios, que reforça o fato dos demônios estarem criando um “exército” que muito provavelmente tem a ver com a iminente visita do Papa. Mas, se antes parecia que a possessão de Casey era apenas um meio de se aproximar dos objetivos ocultos dos demônios, agora parece ter um cunho muito mais pessoal.

O ritual de exorcismo não mostrou nada de muito interessante ou chocante. Tivemos um dedão rodando 360º, mas, depois de termos visto isso acontecendo com uma cabeça, um dedão não é lá tão impressionante. Também tivemos algumas homenagens ao clássico, como a icônica fala que deu início a este texto, “Que excelente dia para um exorcismo”. O que mais me surpreendeu, no entanto, foi ver quão manipuláveis os padres acabaram sendo. Thomas caiu em uma óbvia ilusão envolvendo o seu amor proibido, e por pouco as coisas não ficaram realmente sexuais no quarto. Era óbvio que o Thomas ia ser manipulado, ainda mais com as pontas soltas que ele não teve a capacidade de fechar nos episódios anteriores, mas me admira que o padre Marcus tenha se deixado cair – mesmo que momentaneamente – pelas mentiras do demônio.

Crítica | O Exorcista – 1×03 (Chapter Three: Let ‘Em In) 

Como eu esperava, Marcus usou o seu novo conhecimento e o misturou com o seu antigo método de exorcismo, combinando-os. Já, algo que eu não esperava, era ver um Thomas caído, chutado e correndo diretamente para os braços do pecado que sempre procurara resistir, mostrando o tanto de poder que as palavras corrosivas do demônio tiveram sobre ele. De fato, um retrocesso para o personagem; uma queda da graça. Mas, assim como Marcus também teve a oportunidade de se levantar, acredito que veremos um Thomas se recuperando e fortalecendo para um confronto final definitivo. Agora que eles não conseguiram terminar o exorcismo em Casey, acredito que a expulsão desse mal no corpo da menina ainda será o grande destaque da finale. E acho que a irmã, por sua vez, finalmente acreditou nas palavras de sua mãe ao ver a irmã possuída rindo sinistramente para ela da ambulância. Uma cena maravilhosa, com o demônio esfregando na cara da Kat sua manipulando sobre ela.

Saiba quantos episódios terá a série ‘O Exorcista’ 

Por fim, a mãe da Angela/Regan bateu à porta da família, e deve trazer bastante desconforto no próximo episódio. No filme, mãe e filha eram muito próximas, mas pelo pouco que a Angela falou sobre sua mãe, ela tentou se aproveitar do seu sofrimento para ganhar atenção da mídia, o que faz sentido, considerando que sua mãe era uma atriz. Vamos ver como esses fatos irão se desenvolver na próxima semana, e quais serão as próximas cenas bizarras e referências que a série nos dará de presente nesta segunda metade da temporada. Chapter Five: Through My Most Grievous Fault é sem dúvidas o melhor episódio da série até agora, e espero que a qualidade continue a crescer nas próximas semanas.

 

 

Blumhouse, em parceria com a Amazon, lançará filmes de terror conectados

De acordo com o Deadline, a Amazon Studios fechou um acordo exclusivo com a Blumhouse Television, e lançará oito filmes de terror em parceria com a produtora de Jason Blum.

A ideia é muito similar à ‘Into the Dark‘, série de terror antológica do Hulu, lançada mensalmente. A grande diferença, no entanto, é que os filmes do novo projeto terão uma espécie de conexão entre si.

“Estamos muito animados que a Amazon esteja confiando na Blumhouse para entregar suas emoções e arrepios ao seu público global por meio deste acordo,” disse Jason Blum. “Essa é uma grande oportunidade para a Blumhouse Television capacitar cineastas sub-representados, oferecendo uma nova visão sobre os gêneros sombrios amados pelos fãs em todo o mundo”.

Todos os episódios serão lançados direto no serviço de streaming Amazon Prime Video.

Novas informações devem sair em breve.

‘Sintonia’: Série brasileira criada pelo KondZilla ganha trailer completo; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da série brasileira ‘Sintonia‘, criada em parceria com o maior canal da América latina no YouTube, KondZilla.

Confira:

Criada e dirigida por Konrad Cunha Dantas, mais conhecido como KondZilla, a primeira temporada contará com 8 episódios.

A trama acompanhará o ponto de vista de três personagens diferentes, Doni, Nando e Rita, que cresceram juntos na mesma favela, sob a influência do funk, das drogas e da igreja. Porém, conforme o tempo passa, eles transformam suas experiências na infância e seguem caminhos bem diferentes.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 9 de agosto.

Freira demoníaca ataca no trailer do terror ‘A Nun’s Curse’; Assista!

O terror ‘A Nun’s Curse‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Tommy Faircloth.

Em uma viagem, um grupo de amigos é forçado a buscar abrigo em uma prisão abandonada, onde um freira chamada Monday trabalhada. Durante o seu período no local, a freira era suspeita de matar prisioneiros que estavam servindo suas sentenças. Antes de ser questionada, ela desapareceu. Uma vez dentro da prisão, os jovens vão descobrir a verdadeira aterradora.

O elenco conta com Felissa Rose, Damian Maffei, Erika Edwards, Kristi Ray, Gunner Willis, Jason Vail, Ashley-Kae Luker, Michael James Daly e Sean Krumbholz.

O terror será lançado em VOD e DVD no dia 12 de maio.

Soldado deserta por amor no trailer LEGENDADO de ‘A Face da Verdade’; Assista!

O drama ‘A Face da Verdade‘ (Little Kingdom) ganhou trailer legendado.

Confira:

Peter Magat é o responsável pela direção.

Um soldado chamado Jack está no campo de batalha e, após receber uma carta de sua amada esposa Eva, deixa sua unidade militar, corre pelo campo e encontra o vale onde Eva mora. Lá, Jack encontra algum trabalho, enquanto sonha com Eva e em criar sua própria casa e ter um bebê. De repente, a polícia secreta aparece. Para piorar, Bar, o cruel proprietário de uma fábrica local, está interessado em Eva e fará de tudo para que Jack saia do caminho.

O elenco inclui Alicia Agneson, Brian Caspe, Mark Fleischmann, David Hartl, Ján Jackuliak, Kristína Kanátová, Amy Loughton e Klara Mucci.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘Jackass para Sempre’: Bam Margera processa a Paramount e a equipe do filme após demissão

Polêmica! De acordo com o TMZ, Bam Margera está processando a Paramount Pictures, Johnny Knoxville e a equipe por trás de ‘Jackass para Sempre‘ por causa da sua demissão do projeto em fevereiro.

O ator alegou ter sido demitido após testar positivo para Adderall, o que viola os termos de um “acordo de bem-estar” que ele assinou com os produtores, se recusando a ir para a reabilitação que foi imposta pelo Knoxville.

No processo, Margera reforça que foi demitido injustamente e busca reparação pelo “tratamento inumano, abusivo e discriminatório” que recebeu da equipe do filme.

Vale lembrar que, há alguns meses, o diretor Jeff Tremaine conseguiu uma ordem de restrição contra Margera, após receber diversas ameaças de morte.

O ator tem que permanecer a pelo menos 90 metros de distância do cineasta pelos próximos três anos. E não será permitido que ele entre em contato com Jeff de qualquer forma – o mesmo se aplica à esposa e aos filhos do diretor.

Tremaine buscou proteção legal após um surto do ator contra ele e o astro Johnny Knoxville, alegando que Margera continuava mandando mensagens extremamente perturbadoras, ameaçando sua vida e a de seus filhos.

O filme teve sua estreia nos cinemas brasileiros agendada para 21 de outubro.

Celebrando a alegria de estar de volta junto a seus melhores amigos e a um tiro certeiro nas partes baixas, o elenco original de Jackass retorna para mais uma rodada de comédia hilária, selvagem, absurda e muitas vezes perigosa, com o auxílio de novos participantes no elenco.

Confira as fotos:

Para quem não conhece, a franquia se originou em 2000 com a série da MTV, que durou três temporadas e foi um grande sucesso para o canal e seu elenco, mas foi cancelada devido a conflitos financeiros e criativos entre o canal e suas estrelas.

Ele encontrou uma nova vida nas telonas com ‘Jackass: O Filme‘ (2002), que foi originalmente previsto como uma despedida da série e uma maneira da equipe contornar as censuras e fazer tantas acrobacias selvagens quanto quisesse.

Com o sucesso, surgiram duas sequências, lançadas em 2006 e 2010.

‘Ultraman’ é renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada; Confira o teaser!

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Ultraman‘, produção que dá sequência ao clássico anime japonês, para a 3ª e ÚLTIMA temporada.

Ainda sem data anunciada, o ciclo final irá estrear apenas em 2023.

Confira o teaser:

A produção é uma adaptação do mangá de Eiichi Shimizu e Tomohiro Shimoguchi, e a série é supervisionada por Kenji Kamiyama (‘Ghost in the Shell‘).

Shinji Aramaki também fica responsável pela direção.

Ultraman‘ foi uma série japonesa e um dos primeiros seriados de super-herói exibido a cores pela televisão japonesa. O seu sucesso foi tão grande que acabou gerando uma franquia de série e filmes que perdura até os dias atuais. A história tem início quando acidentalmente a nave-asteroide de Ultraman colide com uma nave da Patrulha Científica, causando a morte de um patrulheiro chamado Hayata.

Fadas e humanos se enfrentam no trailer da última temporada de ‘Carnival Row’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer completo da 2ª (e última) temporada da série de fantasia ‘Carnival Row‘, estrelada por Cara DelevingneOrlando Bloom.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 17 de fevereiro de 2023.

O roteirista Erik Oleson assumirá como showrunner na nova temporada.

Criada por René Echevarria e Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato seriado.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

Média de aprovação SOBE e ‘As Marvels’ se torna #FRESH no Rotten Tomatoes; Confira as reações!

Apesar de ter estreado com uma média “podre” no Rotten Tomatoes – apenas 55% de aprovação dos críticos –, ‘As Marvels‘ contou com o acréscimos de novas notas positivas, o que fez sua média subir para 62% no site agregador de críticas.

Agora, as produções “podres” do Universo Compartilhado da Marvel incluem apenas ‘Invasão Secreta‘ (54%), ‘Eternos‘ (47%) e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (46%),

Segundo consenso geral, ‘As Marvels‘ é um filme curto, engraçado e elevado pela química de suas três protagonistas. A produção consegue divertir, apesar de sua narrativa tumultuada e problemas com seu tom.

Confira os principais comentários:

“A diretora Nia DaCosta entrega uma vitória graças a um formidável trio heroico” – Above the Line.

“Se você achou que ‘Eternos’‘Homem-Formiga e Vespa: Quantumania’ eram pontos baixos do MCU, prepara-se para a miséria abjeta que é As Marvels” – New York Post.

“A chance de apresentar três personagens femininas principais vale a pena, mas essas personas são tão mal escritas que o público certamente sentirá a desagradável falta de química e criatividade” – Gone With the Twins.

“Como um bom episódio em uma temporada ruim, As Marvels lembra aos fãs por que eles estão assistindo – e pode até se tornar o episódio favorito de alguém dentro de uma história contínua” – Polygon.

As Marvels não é o desastre colossal que as redes sociais (e o tristonho marketing do filme) previam, mas também não vai salvar o bebê bilionário de Kevin Feige por enquanto” – Wealth of Geeks.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

Chloe Bailey estrelará novo TERROR do diretor de ‘A Primeira Noite de Crime’

De acordo com o Deadline, Chloe Bailey (‘Intenções Cruéis’) será a protagonista de ‘Goons‘, novo terror do diretor Gerard McMurray (‘A Primeira Noite de Crime’).

Conhecida no gênero, a atriz participou da aclamada série ‘Enxame‘ e do recente ‘O Exorcismo‘.

Michael Rainey Jr. (‘Power’) também foi confirmado no elenco.

Detalhes sobre a história não foram divulgados, mas “a trama será ambientada no assustador cenário dos campos de cana e plantações da Louisiana”.

Além de dirigir, McMurray também assina o roteiro ao lado de Hodge K. Johnson.

“Estou muito animado em dirigir um filme de terror. ‘Goons’ é uma carta de amor à minha cidade natal de Nova Orleans, e essa é uma história profundamente pessoal para mim. Produzir este filme ao lado da Confluential/New Fear Unlocked mostra o poder dos cineastas pretos com um espírito colaborativo,” declarou o diretor.

As filmagens estão acontecendo atualmente, em Nova Orleans.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Carrie, a Estranha’: Matthew Lillard pode estrelar nova adaptação de Mike Flanagan

De acordo com o Deadline, Matthew Lillard (‘Pânico’) está em negociações para se juntar ao elenco da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha‘, que está sendo desenvolvida pelo aclamado Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).

Infelizmente, detalhes sobre seu possível papel não foram divulgados.

Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’) será a nova Carrie White, enquanto Siena Agudong (‘Resident Evil: A Série’) dará vida à Sue Snell.

A nova adaptação será lançada pelo Prime Video.

Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.

Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.

No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas. 

Flanagan assina a produção executiva da minissérie, que contará com oito episódios e será lançada pela Prime Video.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
Em 1999, o clássico ganhou uma sequência, intitulada ‘A Maldição de Carrie‘, que ainda contou com o retorno de Amy Irving como Sue Snell. Em 2002, uma nova versão foi lançada, dessa vez dirigida por David Carson e estrelada por Angela Bettis.
A mais recente adaptação foi lançada em 2013, com Chloë Grace Moretz no papel principal e Kimberly Peirce na direção.

Assassinato é investigado no trailer de ‘DTF St Louis’, nova minissérie de SUSPENSE da HBO

HBO Max divulgou o primeiro trailer de ‘DTF St. Louis‘, minissérie de suspense cômico estrelada por Jason BatemanLinda CardelliniDavid Harbour.

A produção estreará no serviço de streaming no dia 1º de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Richard JenkinsChris PerfettiJoy Sunday.

A minissérie, supervisionada pela HBO, conta com sete episódios.

Steve Conrad entra como roteirista, diretor, showrunner e produtor executivo do projeto.

A trama é centrada em um triângulo amoroso entre três adultos que passam por uma crise de meia-idade que culmina em um deles sendo morto.

Bateman, Harbour, Todd BlackJason BlumenthalSteve TischMolly AllenBruce TerrisMichael CostiganKristina WensonJames Lasdun completam o time de produtores executivos.

‘A Ghost Story’: Rooney Mara é assombrada pelo marido em primeiro trailer do terror

O primeiro trailer do terror ‘A Ghost Story’ foi divulgado pela produtora A24. Nele, a atriz Rooney Mara é assombrada pelo fantasma de seu marido, interpretado pelo recém vencedor do Oscar de Melhor Ator, Casey Affleck.

Confira:

Dirigido e escrito por David Lowery, ‘A Ghost Story’ traz a história de M e C, um casal cuja vida é completamente transformada pela trágica morte do esposo. No entanto, ele volta na forma de um clássico fantasma – com lençóis brancos – para tentar consolar sua esposa. Flutuando pela vida de forma passiva, ele acaba vendo sua esposa seguir em frente, à medida que seu espírito embarca em uma jornada cósmica pela memória e história, confrontando as maiores questões sobre a vida.

A Ghost Story’ estreia em sete de julho nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento para o Brasil.

‘Star Wars’: New York Times lança livro com toda a cobertura jornalística da saga

A saga ‘Star Wars’ ganhou um livro que traz toda a cobertura jornalística do jornal The New York Times desde o lançamento de ‘Uma Nova Esperança’.

O material traz matérias, ilustrações e outros conteúdos vinculados à franquia, que já passaram pelas páginas do veículo.

Desenvolvido pelo aclamado jornal, o livro se chama ‘In a Galaxy Far, Far Away’ e um dos exemplares foi presenteado a Steve Sansweet, que produziu um vídeo mostrando todo o material.

Confira:

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

UAU! ‘Vingadores 4’: Fã-trailer INCRÍVEL baseado na suposta descrição que vazou

Um habilidoso fã se inspirou na suposta descrição oficial do primeiro trailer de ‘Vingadores 4‘ e decidiu produzir um material, que traz – no formato de animação em 3D – todas as características que estão circulando na internet há pouco mais de um mês.

Confira o INCRÍVEL resultado:

 

 Recentemente, vazou a suposta descrição completa do trailer:

“A prévia começa com a câmera focando na Manopla do Infinito destruída em um planeta desconhecido. Enquanto a câmera foca na manopla, você ouve a voz de Tony Stark: ‘Nós estamos destinados a perder’. Uma música épica começa a tocar e mostra o avião dos Vingadores pousando em Wakanda. Steve Rogers diz: ‘Nós viemos tão longe’. Tony e Nebula saem de perto do jato enquanto o restante dos Vingadores aparecem. Steve parece confiante e chama Tony, que aparece aparentemente derrotado, balança a cabeça e dá um sorriso de volta. O logotipo da Marvel aparece.

Temos uma vista da Batalha de Nova York, de Vingadores de 2012. Loki aparece ao topo da Torre Stark. Há um flash de uma luz azul quando a câmera para. Depois nós vemos o trono de Wakanda com M’Baku no comando. Ele está cercado por sua nova guarda real. Shuri e Bruce Banner são vistos trabalhando em um novo projeto no laboratório. Viúva Negra está na casa do Gavião Arqueiro, que foi vista em Vingadores: Era de Ultron. Basicamente tudo está fora do lugar e destruído. Uma cena mostra Thanos com uma grande espada entrando em Nova York. A próxima cena é uma figura de capuz com os olhos brilhando, segurando um arco e flecha antes de atirar para câmera, o Ronin, alter-ego do Gavião Arqueiro.

Scott Lang aparece sem uniforme, correndo em meia a uma explosão em um estacionamento. No espaço, vemos Thor e a guerreira Valquíria em uma nave Kree no espaço. Thor diz: “Se essa história é verdadeira, você é a esperança do universo. Se é que isso ainda existe”. A próxima cena corta para um Tony já velho, caminhando pelo novo quartel general dos Vingadores. Ele está vestido e carregando uma mala laranja. Banner aparece correndo de algo, assustado. A próxima cena é o Homem-Formiga chegando a um lugar desolado. Nós vemos do ponto de vista do seu capacete. Ele olha para os dois lados e diz: ‘O que é…?’

No planeta Vormir e nas estrelas. Depois, Rocket e Nebula modificam alguma arma no laboratório. Rocket diz, ‘Quando podemos experimentar esse cara durão?’. Os dois mostram um sorriso largo. Nós temos o primeiro visual do Homem de Ferro em seu traje vermelho e dourado de nanotecnologia. A próxima cena é no Japão. Viúva Negra, Capitão América e Máquina de Combate estão cercados pela Yakuza – máfia japonesa. Gavião Arqueiro, como Ronin, aparece ao lado deles. Há uma intensa troca entre Viúva Negra e o Ronin, já no Sanctum, onde Wong está tentando contato com o Doutor Estranho. (Corta para o escuro) Homem de Ferro grisalho e o Homem-Formiga estão em uma Nova York pós-apocalipse. A tela começa a mostrar diversas cenas de viagem no tempo.

Nós vemos a Capitã Marvel voando com os seus punhos pegando fogo e os olhos brilhando. Thanos está na Joia da Alma com a pequena Gamora, com Loki e Thor gritando e brigando um com o outro. (Corta para Tony e Scott) Tony abre a maleta laranja, enquanto o Homem-Formiga o dá um bracelete dourado. Tony pede: ‘Como isso é possível?’ (Homem de Ferro e Homem-Formiga são vistos viajando pelo Reino Quântico. Tony e Scott estão de volta na batalha de 2012). A última cena antes do título ser revelado é a Joia do Infinito desaparecendo da manopla de Thanos. Ele percebe e veste a sua armadura. Thanos mostra uma cara de preocupação. O título é revelado: ‘Avengers: Annihilation‘ (Vingadores: Aniquilação)”

Como nada foi confirmado, devemos tratar essa descrição como um rumor, que deve ser confirmar (ou não) ainda esse ano.

E vale lembrar que o primeiro trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, exibido na Comic-Con, nunca foi divulgado oficialmente online.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 27 de Abril de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

Primeiras Impressões | O Mandaloriano: Uma aventura Star Wars com um pé na saga original

Popularização ou banalização, chame como quiser. Independente da terminologia, é inerente o impacto sócio cultural que a já amada franquia Star Wars alcançou desde seu retorno às telonas com novos episódios e spin-offs, iniciados com O Despertar da Força (2015). Desde então, a peculiar e vanguardista saga criada por George Lucas e certa vez compartilhada por ele em seu círculo íntimo de Movie Brats (composto por Steven Spielberg, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Brian De Palma) ganhou proporções bíblicas, chegando aos mais diversos formatos midiáticos, graças à tecnologia. E agora, Jon Favreau assume o controle da propriedade intelectual do veterano cineasta, dando sequência em seu legado original com O Mandaloriano, uma aventura Star Wars cravada no futuro do streaming Disney+, mas que mantém um pézinho em seu saudoso passado.

Essencialmente, a primeira série live-action original de Star Wars é como todo fã da marca gostaria que fosse: redundantemente bem Star Wars. Das transições de cenas, aos cortes secos, o que torna a franquia um deleite à sua maneira é justamente sua habilidade de ser irreverente e fantabulosa na construção de seus personagens, à medida que também é prática e quase sem estética em sua tecnicidade no estilo de filmagem. Eu disse quase. Justamente porque é essa simplicidade e peculiaridade nascida no Episódio IV que torna a saga uma experiência única e de fato totalmente autêntica em seu formato de gravação. Original desde o princípio, o universo de George Lucas possui seus maneirismos, do desenrolar do roteiro à mesa de edição, e Favreau soube captar isso, respeitando o que faz de Star Wars o clássico imortal que é, conforme ainda entrega sua própria porção desse expansivo mundo.

O Mandaloriano logo de cara nos apresenta ao universo de caçadores de recompensa, mas mantém seus mistérios quanto à dialética e sistemática desse submundo. Aqui, rapidamente encontramos o familiar rosto de Lando Calrissian (Carl Weathers), como uma forma acalentadora de recepcionar os fãs mais antigos que buscam easter-eggs e outras referências diretas à trilogia que deu início a tudo. E a série criada e roteirizada por Favreau se atentou justamente a isso, dispondo elementos identificáveis para o público mais atento, como um Boba Fett deslocado em segundo plano, além de pequenos elementos que compõem o universo expansivo de Star Wars. Isso ajuda a tornar a experiência ainda mais rica, permitindo que o envolvimento com a narrativa seja quase instantâneo, de tão bem apresentado que é.

E em seu primeiro episódio a série caminha com solidez, captura a atenção por suas rápidas e bem arquitetadas cenas introdutórias de luta e faz disso seu engate para mostrar a que veio. Caminhando com naturalidade, como se fôssemos convidados para testemunhar uma narrativa há muito tempo em andamento, a produção da Lucasfilm atira primeiro, para explicar depois, gerando um fascínio inaugural em primeira instância. Curiosos, ficamos atentos a fim de saber para onde seremos levados pelos próximos capítulos. Ainda mantendo muito sigilo sobre qual é a genuína aventura de O Mandaloriano, a série também é bem dirigida, produzida e enaltece o realismo amado de Star Wars em sets bem construídos e arquitetados, que garantem a sensação de que tudo fora planejado de maneira espaçosa. Sua estética ainda conta com um excepcional trabalho de maquiagem e um design de produção rico e palpável.

Com efeitos visuais práticos que garantem a mesma qualidade fílmica dos longas de altíssimos orçamentos da franquia, a série não perde em nada em se tratando de sua qualidade, sabe dosar o seu ritmo para construir um clímax que valha a atenção no primeiro capítulo e se encerra de maneira surpreendente, revelando um easter-egg genial e que certifica uma real conexão com os filmes originais. Mas ainda como uma grande incógnita na mente da audiência, o enigmático final do episódio de abertura de O Mandaloriano nos lembra que nessa mesma fonte onde algumas das mais fascinantes histórias de Star Wars nasceram, há sempre um frescor novo para saciar os fãs mais apaixonados.

Primeiras Impressões | Alex Rider: Amazon Prime lança nova e SENSACIONAL série de espionagem

Parte do imaginário infantil de diversas gerações, o jovem espião Alex Rider coleciona histórias surpreendentes que conquistaram os amantes da literatura ao redor do mundo. Com 13 obras, seis graphic novels, sete contos e mais um livro suplementar, a hipnotizante narrativa do personagem britânico agora migra para o formato de série de TV, em uma produção elaboradíssima e que em seus primeiros episódios já joga as cartas na mesa, presenteando os cinéfilos com um dos seriados mais bem produzidos de 2020.

Com um passado cinematográfico amargo e desgastado, o personagem de Anthony Horowitz precisou permanecer por mais de 10 anos preservado em seu formato literário para então voltar aos olhos do público. E sob o comando da Sony e distribuição internacional da Amazon Prime Video, Alex Rider retorna mais revigorado do que nunca, em uma jornada que – à medida em que acrescenta alguns anos ao protagonista para fins narrativos, também se arma de forma completa para abraçar uma audiência grandiosa, abrangendo de crianças a idosos.

Apaixonante, a nova série de espionagem tem algo de novo e valioso para cada público e honra sua classificação indicativa, provando que TV de qualidade também se faz muito bem com linguagem suave e controle parental na condução da trama. Unindo com maestria o suspense a um drama familiar que facilmente faz a audiência se apegar, Alex Rider é ainda repleta de excelentes cenas de ação, administra o tempo de tela dos personagens com precisão e apresenta o pouco conhecido Otto Farrant – no papel homônimo – como um jovem cativante e identificável.

Explorando temas dos mais diversos, como relações familiares, um bromance entre dois melhores amigos teens que são meio desajustados, além das descobertas naturais dessa fase da adolescência, a série de espionagem ainda consegue fazer um genuíno hibridismo com o subgênero coming of age. Essa combinação traz um nível de profundidade ainda maior para trama, que também conta com uma bela e caprichada produção técnica, que não perde em nada para o formato cinematográfico, quando se trata de qualidade fílmica.

Com fotografias belas que enchem os olhos da audiência logo nos primeiros episódios, a série cativa a nossa atenção principalmente pela dinâmica relacional entre os personagens. Formando um peculiar trio entre os atores Farrant, Brenock O’Connor (Game of Thrones) e Ronke Adekoluejo (Jogador Nº 1), a produção consegue ir ainda mais além, usufruindo do carisma de cada um desses protagonistas como um elo de conexão forte com o público de forma geral. Dosando os momentos de suspense, drama e ação com precisão ao longo do muito que fora mostrado nos três primeiros episódios, Alex Rider é poderosa logo em sua abertura, que traz uma abordagem surrealista – já anunciando o que promete ser uma jornada ainda mais eletrizante.

Crítica | 7 Prisioneiros – Filme da Netflix com Rodrigo Santoro é um poderoso thriller sobre escravidão nos dias de hoje

Uma realidade tantas vezes narrada em noticiários, a situação análoga à escravidão segue como sendo uma mancha viva e dolorosa na história contemporânea do Brasil. Mas em um país em que marcas de luxo como Le Lis Blanc fabricam suas peças por meio de trabalho escravo e vendem seus artigos por mais de mil reais – ajudando a sustentar um sistema corrupto, nunca falamos tão pouco sobre o assunto. Mas o cineasta Alexandre Moratto e a roteirista Thayná Mantesso abre essa caixa de pandora e entrega um thriller dramático fictício que estampa em si a dolorosa história de tantos homens e mulheres. Um brilhante original Netflix, 7 Prisioneiros é a memória viva de um país que ainda não foi liberto de seus fantasmas do passado.

A trama – inspirada em relatos reais de sobreviventes – se inicia como um sonho conhecido: O desejo de migrar do interior para a capital, em busca de dignidade para a família. Um grupo de jovens rapazes é convencido a mudar para São Paulo, sob a promessa de trabalhar em um ferro-velho e mudar a história de suas vidas. Mas em meio a um cenário insalubre, eles verão o desejo de um futuro promissor ser reduzido a uma vida de escravidão, miséria e sofrimento. E entre muros altos que abafam gritos de socorro, esses homens se tornam o reflexo de uma parcela generosa de pessoas que simplesmente desaparecem e são condenadas a uma espiral de abusos dos mais diversos.

E 7 Prisioneiros talvez seja um dos filmes mais dolorosos de se assistir. Honesto e cru, Moratto não suaviza sua narrativa e usa o entretenimento como uma forma poderosa de denunciar uma série de crimes que muitas das autoridades fazem vista grossa. Impactante e sensível, o drama mostra como o meio é capaz de extirpar a dignidade de um homem que só sonha em oferecer o melhor para a sua família. E apresentando personagens que se moldam como as diversas faces da escravidão contemporânea, o diretor entrega para a audiência uma análise crítica e quase documental sobre essa fatia da nossa história que nos enche de vergonha – mas que também é tão pouco combatida.

E com um roteiro brilhante que sabe elevar as tensões, à medida em que explora a complexidade dos seus personagens e o quão tênue é a linha entre vítima e cúmplice, o thriller nos presenteia com uma seleção impecável de atuações, lideradas por Christian Malheiros e Rodrigo Santoro. De corpo esguio e sempre com um certo aspecto de sujeira, este último é a voz do esquema corrupto, o elo de ligação entre as vítimas e os chefões que se beneficiam da indignidade e fragilidade alheia. Com uma performance que nos causa repulsa e constante indignação, ele entrega um de seus melhores trabalhos e fortalece sua versatilidade em cena, fazendo do filme uma experiência ainda mais palpável e dilacerante. Já Malheiros é a personificação do “fruto de seu meio”, um rapaz confuso e em constante conflito com seus princípios, que literalmente se vê entre a cruz e a espada.

Inquietante e angustiante, o thriller é uma experiência sinestésica que deixa um gosto amargo e provoca uma sofrida ansiedade na audiência. Sempre nos levando aos limites da injustiça, caminhamos quase duas horas de filme com expectativas de um final cinematográfico, piegas e leve. Mas 7 Prisioneiros chega aqui com a proposta ousada e conflitante de nos levar aos extremos de seus próprios personagens, nos embarcando em um drama que nos faz sangrar tamanha sua dor.

E com uma direção impecável que explora sempre as sombras e a expressividade de seus protagonistas, o novo original da Netflix é como um necessário soco na boca do estômago. que nos deixa à deriva entre pensamentos e reflexões profundas sobre um Brasil que sabemos que existe, mas que tantas vezes fazemos vista grossa também.

Uma das séries MAIS ASSISTIDAS da história da Netflix é ESNOBADA do Emmy Awards

Embora tenha se tornado a terceira série mais assistida da história da Netflix, ‘Round 6‘ foi absolutamente esnobada do Emmy Awards 2025.

Encerrando sua jornada nas telinhas sem a chance de disputar uma vez mais pelo Oscar da televisão, o ciclo de encerramento ficou de fora até mesmo da categoria de Melhor Série de Drama.

Vale lembrar que a temporada inaugural conquistou 14 indicações na edição de 2022, vencendo em seis categorias, incluindo Melhor Ator em Série de Drama (para Lee Jung-jae) e Melhor Direção em Série de Drama (para Hwang Dong‑hyuk).

O fenômeno sul-coreano acumulou 60,1 milhões de visualizações apenas nos três primeiros dias — o maior número já registrado para uma série nesse período na plataforma.

Nas duas semanas seguintes, a produção somou mais 46,3 milhões de visualizações, totalizando impressionantes 106,3 milhões de views. Com isso, ‘Round 6‘ tornou-se a terceira série mais assistida da história da Netflix em um intervalo de 14 dias.

Outro feito inédito: ‘Round 6‘ é a terceira série a ocupar as três primeiras posições no ranking global de produções da Netflix numa mesma semana — um feito até então conquistado apenas por ‘Stranger Things‘ e ‘La Casa de Papel‘.

A segunda temporada acumulou 4,9 milhões de visualizações, ficando em segundo lugar no top 10 de séries não faladas em inglês da semana, enquanto a primeira temporada — que já ficou no top 10 por mais de 30 semanas — adicionou mais 3,8 milhões de visualizações.

No cinema, o destaque da semana ficou com ‘The Old Guard 2‘, que estreou no topo da lista de filmes em inglês com 37,5 milhões de visualizações. O primeiro filme da franquia, estrelado por Charlize Theron e baseado nas HQs de Greg Rucka, também reapareceu entre os mais assistidos, somando mais 3,2 milhões de views e permanecendo no top 10 com 9,5 milhões no acumulado semanal.

Com esses números, ‘Round 6‘ mostra que o seu jogo distópico ainda está longe de acabar — pelo menos quando se trata de conquistar recordes.

Recentemente, a Netflix divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores do ciclo de encerramento.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Após uma rebelião fracassada, Gi-hun é forçado a fazer escolhas importantes diante de um desespero avassalador, enquanto ele e os jogadores sobreviventes precisam participar de jogos cada vez mais mortais que testam a determinação de todos. A cada rodada, suas escolhas levam a consequências cada vez mais graves.

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

 

‘Deadpool 2’: Ryan Reynolds faz convite hilário para fã do filme

Ryan Reynolds é mesmo o rei das piadas no twitter! Dessa vez, o ator convidou, de forma sensacional, um fã para a première deDeadpool 2’. O jovem James fez um vídeo hilário falando sobre o filme após tomar anestesia por arrancar os quatro dentes do siso:

“Anos atrás, os meus ‘testículos do juízo’ foram removidos. Sei o quão doloroso isso pode ser. Considere isso o seu convite oficial para a sequência de Deadpool, James. Vejo você e um convidado em maio”

O editor-chefe Renato Marafon fez uma tatuagem do Deadpool durante a CCXP. Confira:

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Josh Brolin interpreta o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ é David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

A sinopse releva a trama hilária: Depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

‘Legalmente Loira’: Reese Witherspoon confirma retorno para o terceiro filme

Os fãs da comédia Legalmente Loira já podem comemorar! Segundo o Deadline, a MGM fechou um contrato para produzir o terceiro filme, que está planejado para lançar já em 2019.

Após alguns rumores de que Reese Witherspoon retornaria para reprisar seu papel, a própria atriz confirmou em um vídeo no Instagram, onde apenas escreveu “É verdade”, com a hashtag Legalmente Loira 3’.

It’s true… #LegallyBlonde3

Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em

A produção deve começar já nos próximos meses e contará com o retorno das roteiristas Kirsten Smith e Karen McCullah e o produtor Marc Platt.

Vale lembrar que ‘Legalmente Loira‘ gerou dois longas: o primeiro em 2001 e o segundo em 2003.

Também é importante ressaltar que a franquia pertence a MGM, que ainda anda muito mal das pernas por conta da quase falência em meados de 2010.

As estreias de setembro do Amazon Prime Video | 2ª temporada de The Boys, Bob Esponja e muito mais!

Setembro já está chegando, assim como as novidades no catálogo do Amazon Prime Video. Após um mês de agosto diferente do que costumávamos ver, com poucas adições de peso, a plataforma compensou trazendo grandes sucessos das telonas, das tvs e conteúdos originais, como a aguardadíssima segunda temporada de The Boys. Confira!

01 de setembro

Gauguin – Viagem ao Taiti

Lançado em 2017, este drama biográfico conta a história do artista Paul Gauguin (Vincent Cassel), que, em 1891, deixa a Europa rumo ao Taiti. Cansado das regras morais e sociais de seu continente, ele parte rumo à polinésia para tentar se reencontrar com a natureza e com a vontade de produzir. Porém, ele acaba tendo de lidar com a tristeza e a doença. Esse filme é um drama interessante e pesado, que aposta na estética e na atuação magistral de Cassel para fugir do clichê das biografias. Dando bastante ênfase aos sentimentos e à cólera do artista, o longa não o romantiza, mas também não o vilaniza. É um grande filme.


O Escorpião Rei 5: O Livro das Almas

Estrelado por Zach McGowan, o quinto filme do Escorpião Rei o coloca junto à irmã do Rei Nubian em uma busca pelo Livro das Almas, uma relíquia que será muito útil na luta contra o senhor da guerra: Nesberek.


4 de setembro

The Boys (Temporada 2)

Ainda mais intensa e insana, na segunda temporada os The Boys encontram-se foragidos da justiça, procurados pelos Super, e tentando, desesperadamente, reagrupar e lutar contra Vought. Escondidos, Hughie (Jack Quaid), Mother’s Milk (Laz Alonso), Frenchie (Tomer Capon) e Kimiko (Karen Fukuhara) tentam se ajustar a uma nova realidade, com Billy Butcher (Karl Urban) desaparecido. Ao mesmo tempo, Starlight (Erin Moriarty) procura encontrar seu lugar no grupo The Seven, enquanto Homelander (Antony Starr) se concentra para assumir o controle total. Seu poder está ameaçado com a chegada de Stormfront (Aya Cash), uma nova Super especialista em mídia social, que tem planos próprios. Além disso, a ameaça do Supervilão toma o centro das atenções e faz barulho enquanto Vought tenta monetizar em cima da paranoia da nação. Como disse Karen Fukuhara na coletiva de imprensa do Amazon Prime Video, em dezembro de 2019: “Vocês podem esperar uma temporada com muito, muito sangue”.

8 de setembro

Halloween (2018)

Após um atraso no lançamento, o 11º filme da franquia Halloween chega em setembro no Prime Video. Contando com o retorno de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), o filme traz o terrível Michael Myers retornando para acabar com sua vítima original. No entanto, o psicopata vai se meter com a filha e a neta de Laurie. Seria este o último Halloween da família Strode?

13 de setembro

Johnny English 3.0

O Agente Secreto mais atrapalhado do cinema está de volta para ajudar a Inteligência Britânica a solucionar um caso, após um hacker revelar a identidade de todos os espiões do quadro. Para isso, Johnny English (Rowan Atkinson) deixará a vida de professor e saíram em missão para resolver o problema à moda antiga.

15 de setembro

Grey’s Anatomy (Temporadas 1-16)

Ame ou odeie, Grey’s Anatomy é a série médica de maior duração da história da TV. E se você quiser começar a ver ou rever as desventuras de Meredith Grey (Ellen Pompeo) e a equipe de cirurgiões do Seattle Grace Hospital, basta conferir no Amazon Prime Video.

Bones (Temporadas 1-12)

Bones é uma das séries “forenses” de mais sucesso da TV. A trama acompanha a antropóloga forense Dr. Temperance “Bones” Brennan (Emily Deschanel – caso você não lembre, é a mesma atriz que não paga pelas pizzas de Peter Parker, em Homem-Aranha 2) tendo que aprender a trabalhar com o metido Seeley Booth (David Boreanaz), um competente agente especial do FBI,  para investigar assassinatos. Enquanto a trama se desenvolve, os dois vão se entendendo e vemos como esse relacionamento vai afetando o trabalho.

Fear The Walking Dead (Temporada 5)

Acompanhe o grupo de sobreviventes, liderados por Morgan Jones (Lennie James) e Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey), na busca por sobreviventes e feridos que ainda possam ser ajudados. O problema é que eles vão descobrir do pior jeito que nem todo mundo aprecia essas ações e nem todo mundo pode ser salvo.


20 de setembro

American Horror Story 1984 (Temporada 9)

Sucesso de Ryan Murphy, American Horror Story 1984 traz Brooke Thompson (Emma Roberts) trabalhando com os amigos no acampamento Redwood, o lugar favorito dos jovens nas férias. Porém, as coisas saem de controle quando o serial killer Benjamin Richter aparece sedento por vingança.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

O último capítulo da saga baseada nos livros de Suzanne Collins traz Katniss (Jennifer Lawrence) liderando a rebelião contra a Capital. Com todos os distritos unidos, começa o confronto final contra o presidente Snow (Donald Sutherland). No entanto, Katniss percebe que há algo de estranho nesse movimento e começa a armar um plano secreto paralelo à rebelião.

22 de setembro

O Mistério do Relógio na Parede

O jovem Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro) perde seus pais e acaba indo morar com seu tio excêntrico, Jonathan Barnavelt (Jack Black). O relacionamento entre eles não é fácil, mas tudo muda quando o menino descobre que o tio e a vizinha, Sra. Zimmerman (Cate Blanchett) são feiticeiros.


25 de setembro

Fernando (Temporada 1)

A série documental original da Amazon mostra, em cinco episódios, a paixão do piloto espanhol Fernando Alonso por competir no mais alto nível e sua determinação absoluta para vencer. Registrando a jornada do automobilista no ano passado – desde sua participação nos circuitos mais importantes, como Indianapolis 500, Le Mans 24 horas, e culminando em sua primeira apresentação no Rally Dakar em janeiro -, Fernando oferece aos telespectadores acesso à vida pessoal do campeão mundial da Fórmula 1. A série também apresenta pessoas do círculo íntimo de Alonso, incluindo: seu empresário Luis García Abad, sua irmã Lorena Alonso, sua parceira Linda Morselli e seu colega Carlos Sainz, que ajudam a revelar o homem por trás do campeão.

Tell Me A Story (Temporadas 1-2)

Essa antologia traz uma versão sombrio dos contos de fadas. Saem de cena os clássicos infantis, como Os Três PorquinhosChapeuzinho Vermelho João e Maria, e entram histórias de amor, ganância, perda, vingança e assassinato. Uma grata surpresa da CBS, que agora estará disponível no Amazon Prime Video.

The Quarry

Este filme de 2020 mostra uma cidade desolada do Texas que recebe o misterioso reverendo David (Bruno Bichir) para assumir a igreja local. Mas, quando atos sinistros começam a acontecer na cidade, as autoridades precisam agir, e um policial (Michael Shannon) começa a suspeitar da identidade do padre.

27 de setembro

O Grinch

O Grinch está de volta, agora em uma belíssima animação 3D. Hater confesso das festas de fim de ano, a criatura do coração congelado segue com seus esforços para acabar com Natal dos cidadãos de Quemlândia. Seu plano é roubar das pessoas tudo que tenha ligação com a data, até que a pequena e fofa Cindy Lou resolve ficar amiga dele, mudando todas as suas perspectivas.

30 de setembro

Dora, a Aventureira (Temporada 2)

Dora e seu melhor amigo, o macaco Botas, te levam por incríveis aventuras enquanto resolvem mistérios, ajudam seus amigos da floresta e enfrentam dificuldades no caminho.

iCarly (Temporada 2)

Fenômeno da Nick, iCarly traz Carly e seus amigos na realização do primeiro canal de youtube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

Patrulha Canina (Temporadas 2-3)

Liderada por um menino chamado Ryder, uma equipe de seis cães de resgate brincalhões usa seus talentos individuais para proteger a cidade litorânea de Adventure Bay. Os filhotes ocasionalmente são acompanhados por ajudantes mais novos: Cap’n Turbot, Robo-Dog, Everest e Tracker.

Bob Esponja Calça Quadrada (Temporada 2)

Vocês estão prontas, crianças? A esponja do mar, Bob Esponja, vive nas profundezas do oceano em uma cidade marinha chamada Fenda do Bikini e vive as mais loucas aventuras com seu melhor amigo, a estrela do mar rosa Patrick.

 

*As datas de lançamento estão sujeitas a alterações da Amazon

12 Filmes IMPERDÍVEIS na 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Começou esta semana a 44ª Mostra Internacional de São Paulo, o principal festival da sétima arte da capital paulista. Em formato híbrido – parte virtual, parte no drive in Belas Artes –, pela primeira vez em sua história os filmes poderão ser aproveitados simultaneamente por pessoas do mundo inteiro através da plataforma Mostra Play. Funciona assim: o cinéfilo entra na plataforma, escolhe os filmes que lhe interessa, compra seu ingresso (a R$6,00 cada); a maioria dos filmes (falta só uma meia dúzia) já está disponíveis na plataforma, o cinéfilo só precisa colocar os de seu interesse no seu carrinho; os longas ficam disponíveis para o espectador por um determinado período, podendo ser assistido algumas vezes dentro desse prazo.

Além da plataforma Mostra Play, o site o Itaú Cultural irá disponibilizar alguns filmes com exibição gratuita, que são eles: ‘Era o Hotel Cambridge’, ‘Mulher do Pai’, ‘Pitanga’, ‘Tudo é Projeto’ e ‘Tudo Que Aprendemos Juntos’. Além disso, também haverá algumas exibições de filmes nas plataformas Spcine Play e gratuitamente (com limite de duas mil visualizações por filme) no site do Sesc Digital.

Portanto, de 22 de outubro a 4 de novembro cinéfilos do mundo inteiro poderão conferir, na segurança de suas casas, o que há de novo na produção cinematográfica mundial, e, por isso, fizemos aqui um guia com doze títulos imperdíveis para assistir na 44ª Mostra Internacional de São Paulo.

12 – ‘Mães de Verdade’ (Japão, 2020).

Após um longo e malsucedido esforço para engravidar, e convencidos pelo discurso de uma associação de adoção, Satoko e o marido decidem adotar um menininho. Alguns anos depois, a paternidade do casal é abalada por uma garota desconhecida e ameaçadora, Hikari, que finge ser a mãe biológica da criança. Satoko, então, resolve confrontar Hikari diretamente.

11 – ‘Casa de Antiguidades’ (Brasil, 2020).

Único latino-americano na seleção de Cannes 2020, em ‘Casa de AntiguidadesAntonio Pitanga dá vida a Cristovam, um homem simples do interior, que precisa mudar de cidade em busca de melhores condições de vida e trabalho. Porém, ele se depara com uma realidade que desperta, dentro dele, algo que antes não estava escancarado, passando a sofrer com a solidão e o preconceito dos moradores locais.

10 – ‘Prazer, Camaradas!’ (Portugal, 2019).

Em 1975, depois da Revolução dos Cravos em Portugal, muitos estrangeiros e portugueses do norte vão para a região central do país para ajudar nas recém-formadas cooperativas. Mas suas visões progressistas sobre os costumes e a sexualidade logo se chocam com os comportamentos locais. O filme nasceu de um conjunto de relatos orais, textos literários e diários sobre essa experiência. Entre os portugueses das aldeias e os estrangeiros, chamados de turistas revolucionários, criaram-se tensões, mas também cumplicidade e, em alguns casos, amor.

9 – ‘Valentina’ (Brasil, 2020).

Valentina é uma jovem trans que se muda para o interior de Minas com a mãe, Márcia (Guta Stresser), em busca de um recomeço. Com receio de ser intimidada na nova escola, a garota quer mais privacidade e tenta se matricular com seu nome social. No entanto, a menina e a mãe passam a enfrentar dilemas quando a escola começa a exigir, de forma injusta, a assinatura do pai ausente (Rômulo Braga) para realizar a matrícula. Valentina é um retrato das dificuldades da vida real enfrentadas por uma jovem que busca abraçar quem ela é.

8 – ‘O Livro dos Prazeres’ (Brasil, 2020).

O Livro dos Prazeres acompanha Lóri (Simone Spoladore), uma professora que vive a monotonia de uma rotina de trabalho e relacionamentos furtivos até conhecer Ulisses (Javier Drolas), um professor de filosofia argentino, egocêntrico e provocador. É com ele que Lóri aprende a amar, enfrentando sua própria solidão. Uma jornada de investigação íntima, de cara a cara com a angústia e a dor, numa trajetória só possível pelo encontro, troca e aprendizado entre os dois. O filme é livremente baseado na obra da escritora Clarice Lispector, cujo centenário de nascimento é celebrado em dezembro próximo.

7 – ‘A Machine to Live in’ (Estados Unidos, 2020).

Construída ao longo de mil dias, a partir do projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, Brasília é uma utopia “cosmofuturista” típica dos anos 1960 que se torna realidade. Por meio de vários encontros, paisagens e textos (de escritores e escritoras como Clarice Lispector), ‘A Machine To Live In’ é um documentário com linguagem de ficção-científica sobre a gênese e os futuros potenciais do modernismo e da transcendência espiritual.

6 – ‘Curral’ (Brasil, 2020).

Chico Caixa (Thomas Aquino) é um homem humilde e ex-funcionário da distribuidora de água de Gravatá, em Pernambuco, local que sofre com a escassez hídrica. Ele é recrutado por um amigo de infância, o advogado Joel (Rodrigo García), que precisa conquistar votos de um bairro popular fundamental para conseguir se tornar vereador. Para se eleger, os dois usam o fornecimento de água como moeda de troca com a população, e Chico se vê confrontado entre suas necessidades financeiras e seus princípios.

5 – ‘Verlust’ (Brasil, 2020)

Isolada na praia, a poderosa empresária Frederica (Andrea Beltrão) prepara a festa de réveillon que todos esperam. Em meio à crise do casamento com o fotógrafo Constantin (Alfredo Castro), que afeta diretamente a filha adolescente (Fernanda Pavanelli), ela ainda tem que administrar a vida e a carreira da ícone pop Lenny (Marina Lima), que decidiu escrever uma obra misteriosa ao lado do escritor João Wommer (Ismael Caneppele). Quando uma criatura estranha surge do fundo do mar, a crise se instaura e Frederica terá que enfrentar seu maior medo: a perda.

4 – ‘Ana. Sem Título’ (Brasil, 2020).

Stela, uma jovem atriz brasileira, decide fazer um trabalho sobre as cartas trocadas entre artistas plásticas latino-americanas nos anos 1970 e 1980. Para tal, viaja para Cuba, México, Argentina e Chile à procura de trabalhos e de depoimentos sobre a realidade que elas viveram durante as ditaduras que a maior parte desses países enfrentaram na época.  Em meio à investigação, Stela descobre a existência de Ana, uma jovem brasileira que fez parte desse mundo, mas que havia desaparecido em 1968. Obcecada pela personagem, Stela resolve encontrá-la e descobrir o que aconteceu com ela.

3 – ‘Cozinhar, F*der, Matar’ (República Checa/Eslováquia, 2019).

Jaroslav é um belo, tímido e aparentemente bem-humorado filho, pai e marido e motorista de ambulância. Ele tem um relacionamento complexo com a esposa, Blanka, que usa os três filhos do casal como chantagem para conseguir o que quer. Jaroslav, por sua vez, esconde que tem ciúmes patológicos de Blanka e pavor de que ela o abandone com os três filhos. Várias versões sobre como Jaroslav tenta salvar seu casamento são engenhosamente contadas e desdobradas na narrativa, em que papéis e a dinâmica de poder são invertidos, sempre culminando em muito sangue e louças quebradas. Um drama absurdo que retrata a tortura violenta e o abuso sexual e doméstico, inspirado em pesquisa sobre a violência em penitenciárias masculinas e femininas conduzida pela diretora Mira Fornay.

2 – ‘9,75’ (Turquia, 2020).

Durante o serviço militar nos anos 1990, no sudeste da Turquia, Ahmet passa por uma experiência que irá persegui-lo pelo resto da vida: ele começa a sofrer ataques de estresse pós-traumático nos mais inesperados momentos, o que o leva ao alcoolismo. Em 2013, durante os dias caóticos dos protestos em Gezi Park, em Istambul, Ahmet descobre que tem um tumor no cérebro. Quando a linha entre a ficção e a realidade, o sonho e a verdade, começa a ficar embaçada, ele conhece o amor da sua vida, Serap, uma “miragem”, assim como o significado de seu nome. Mas o tempo está passando e seu doloroso passado pesa todos os dias, sufocando-o com a mesma pergunta: quem é a criança que brinca de esconde-esconde com ele?

1 – ‘Coronation’ (China, 2020).

Em 31 de dezembro de 2019, o primeiro caso do novo coronavírus foi confirmado em Wuhan. As autoridades chinesas negaram repetidamente que a transmissão de pessoa para pessoa fosse possível, ocultaram o número de pacientes diagnosticados e puniram a equipe médica por divulgar informações sobre a epidemia. Em 23 de janeiro de 2020, a cidade foi colocada sob lockdown e, logo, a Covid-19 tornou-se uma pandemia global. ‘Coronation’ examina o controle político do governo chinês do primeiro ao último dia do lockdown em Wuhan. O filme registra a resposta militarizada e brutalmente eficiente do governo para controlar o vírus, os amplos hospitais de campanha que foram erguidos em questão de dias, os 40 mil médicos e enfermeiros que foram trazidos de ônibus de toda a China, além dos moradores locais, que foram trancados em casa. Ai Weiwei dirigiu, produziu e completou a pós-produção do longa remotamente da Europa. As filmagens foram feitas por cidadãos comuns que moram em Wuhan.

‘Game of Thrones’: Atriz é atacada nas redes sociais após escrever sobre o Holocausto

Laura Pradelska, atriz da 2ª temporada de ‘Game of Thrones, que encarnou Quaithe, foi incessantemente atacada nas redes sociais após escrever uma homenagem ao avós que sobreviveram ao Holocausto, o genocídio de judeus na 2ª Guerra Mundial.

O evento conturbado fez com que Pradelska fechasse seu perfil para comentários de estranhos. Em entrevista à Emma Barnett, a atriz contou mais sobre o caso:

“Eu fechei o espaço de comentários porque simplesmente não aguentei. Sim, eu definitivamente sofri abusos. Com certeza. É muito estranho. Costumam vir de pessoas que se escondem por trás de algum nome estranho. As pessoas me atacam principalmente pelos posts com referência a Israel. Eu sou uma pessoa ativa e trabalho com organizações. Isso não quer dizer que eu necessariamente tenha uma opinião política e não estou preparada para discussões maiores.”

Na entrevista à BBC, a famosa contou que apenas oito de 120 familiares sobreviveram aos eventos da Segunda Guerra Mundial.

A atriz não retorna para a 8ª temporada da série que, recentemente, teve a duração dos episódios revelada.

De acordo com a revista francesa Premiere, os dois primeiros episódios da oitava e última temporada de Game of Thrones terão duração de 60 minutos. Já os quatro últimos (essa temporada terá apenas seis episódios) terão duração de 80 minutos cada.

As especulações estão de acordo com o chefe da HBO, Richard Piepler, que anteriormente já havia dito que muito possivelmente os episódios dessa temporada seriam maiores como de costume.

O último ciclo da série irá estrear no dia 14 de abril.

Confira o primeiro teaser oficial:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, que tem no elenco nomes como Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvante queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

‘Legends of Tomorrow’: Depois do trailer, confira o INCRÍVEL pôster da 5ª temporada!

Depois de seu primeiro trailer oficial, a 5ª temporada de Legends of Tomorrow’ ganhou um incrível e nostálgico pôster.

Confira:

Leia a sinopse do próximo ciclo.

Sara (Caity Lotz), Ray (Brandon Routh) e Mick (Dominic Purcell) estão chocados ao descobrir que as Lendas se tornaram famosas. Parece que todos, exceto Sara, estão amando os holofotes – tanto que convidaram uma equipe para documentar sua investigação acerca de uma nova oscilação em sua linha temporal. As Lendas descobrem que o novo problema é ninguém menos que Rasputin, que escapou do Inferno e pode estar mais perigoso do que pensam. Enquanto isso, Constantine (Matt Ryan) acha que sabe da razão por trás dessas oscilações e diz para o time que não será fácil derrotá-lo.

Relembre a sinopse oficial:

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Brandon Routh, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano, Dominic PurcellTerry Chen.

‘V/H/S/’: 4º filme da franquia já está em desenvolvimento!

Segundo o The Hollywood Reporter, a famosa franquia de terror ‘V/H/S/’ vai ganhar mais uma sequência a ser produzida pela Radio Silence e por David Bruckner.

Com título V/H/S/94’, os segmentos do longa-metragem serão dirigidos por Simon BarrettTimo TjahjantoChloe Okuno – com cineastas adicionais anunciados conforme o projeto ganha vida.

As informações também indicam que esta será a primeira iteração da saga a ser apresentada em uma única e fluida narrativa, com as histórias ligadas entre si. Para aqueles que não se recordam, as entradas anteriores funcionavam de modo antológico e eram ligados por uma narrativa externa.

Matt Bettinelli-OpinTyler GillettChad Villella (trio conhecido pelo divertido e arrepiante thriller Casamento Sangrento) serão os produtores.

Brad MiskaTom Owen, co-criadores dos filmes originais, retornam para o novo projeto. Detalhes sobre as tramas não foram revelados.

O primeiro longa-metragem foi lançado no Festival de Sundance em 2012 e seu sucesso gerou duas continuações: V/H/S/ 2V/H/S/: Viral. A franquia também gerou um spin-off intitulado Siren, que recebeu críticas positivas, bem como uma minissérie lançada pelo aplicativo Snapchat.

‘Creepshow’: Marilyn Manson e Ali Larter entram para o elenco da 2ª temporada

O serviço de streaming Shudder revelou que a antologia de terror Creepshow contratou uma série de novos nomes para integrar o elenco da 2ª temporada.

Através de um release de imprensa, Marilyn MansonAli LarterIman BensonRyan KwantenBarbara CramptonC. Thomas HowellDenise CrosbyBreckin MeyerTed RaimiKevin DillonEric Edelstein darão as caras nos novos episódios.

O grupo se junta aos previamente anunciados Keith David, Ashley Laurence, Josh McDermittAnna CampAdam Pally.

Sabe-se também que Joe Lynch (‘Floresta do Mal’) será diretor de um dos segmentos, enquanto Greg Nicotero fica a encargo dos quatro primeiros capítulos.

Devido a pandemia, a segunda temporada deve estrear apenas em 2021.

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

Crítica | Lana Del Rey aposta no saudosismo com o incrível ‘Chemtrails Over the Country Club’

Lana Del Rey tornou-se uma das figuras mais conhecidas e originais da indústria fonográfica, desde seu espetacular lançamento em 2010 até os dias de hoje, devido a seu visual melancólico e seu timbre único – que a colocou no centro do movimento sadcore e um dos expoentes do pop alternativo. Falando abertamente sobre drogas, sexo e sobre as mazelas do amor, Del Rey vem provando cada vez mais a sua versatilidade, conquistando até mesmo uma indicação ao Grammy de Álbum do Ano pelo espetacular Norman Fucking Rockwell!’, lançado dois anos atrás.

Agora, depois de ter investido em seu primeiro álbum de palavras cantadas, Lana retornou ao mundo da música e retomou colaboração com o lendário Jack Antonoff (produtor por trás das premiadas produções ‘Melodrama’, ‘Gaslighter’ e ‘Folklore’) para uma viagem extremamente sinestésica, ainda que, em certas medidas, talhada com reminiscência da iteração mencionada no parágrafo acima. Com Chemtrails over the Country Club, já era de se esperar que a artista apostasse todas as suas fichas em uma atmosfera bastante diferente daquilo a que estamos acostumados – que, no final das contas, contribui para um universo próprio que vem sendo expandido há mais de uma década. A ressonante lírica e a utilização pungente do melódico piano de cauda – bem como incursões dissonantes que dialogam com o uso inesperado das distorções sintéticas – parecem estar mais aglutinadas em uma jornada de pura reflexão memorialista, por mais que não cheguem ao ápice criativo de ‘NFR’.

A verdade é que Del Rey já não se importa mais com o que as pessoas irão pensar sobre sua carreira e sobre aquilo que tem para mostrar ao mundo (motivo pelo qual permanece em uma onda de aclamação e uma das queridinhas da crítica internacional). Ao longo de breves onze faixas, a artista, que comanda com rédeas firmes a escrita de poemas elegíacos e quase epopeicos, a minimalista aventura é permeada por temáticas conhecidas, incluindo nostalgia, saudade, marasmo e o enfrentamento caótico de uma realidade ambígua e controversa. “White Dress”, track que abre o álbum, resume e apresenta aos ouvintes tudo o que podemos esperar das inflexões seguintes: a constância do piano nos arremessa para a época dominada por nomes como Frank Sinatra, Nina Simone e Billie Holiday, ainda mais quando justaposto aos pratos da bateria e a um moderno e propositalmente anacrônico saxofone.

Na faixa-título (uma das melhores do ano, em disparado), a multiplicidade de camadas vocais já se mostra como algo mais familiar a seus fãs, afastando-se do whistle e do falsetto. Assim como na canção que a precede, a iteração dá espaço para um baroque pop pincelado com vertentes mais dramáticas do country, ambos caminhando para um crescendo nada óbvio que aposta na sensorialidade extrema e uma narrativa mnemônica atemporal sobre algo que não existe mais e que faz falta em meio à loucura urbana e citadina.

“Let Me Love Like a Woman”, primeiro vislumbre e single oficial dessa nova era espetacular de Lana, entrou para a nossa lista de melhores músicas de 2020 não por qualquer motivo: a track, talvez uma das mais maduras de sua carreira, é uma continuação direta das meditações impressas anteriormente, abrindo portas para uma ode romântica que tem apreço pelos práticos convencionalismos da guitarra, do baixo e, mais uma vez, do piano. Entretanto, à medida que compreendemos que a música é um afronte comedido à dominação do pop do escopo musical, entendemos que a afeição da cantora e compositora às fórmulas é apenas uma estrutura sólida para rearranjá-las ao seu bel-prazer e da forma que lhe convier – não é surpresa que ela tenha encontrado uma parceria bastante frutífera com Antonoff, que também adora utilizar a desconstrução do óbvio para conquistar os ouvintes.

Da mesma forma que arquiteta algo novo, por assim dizer, ela faz questão de mencionar a si própria em faixas como “Tulsa Jesus Freak”, movida pela paixão e pela devoção (talvez não de outro alguém para si própria, mas no movimento contrário, principalmente quando reverencia “Marina’s Apartment Complex”); na cândida “Wild at Heart”, ela se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale; em “Dark But Just a Game”, Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves. “Breaking Up Slowly”, mas é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção, une duas powerhouses com a química harmônica de Lana e de Nikki Lane para a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa.

Nota por faixa:

1. White Dress – 4,5/5
2. Chemtrails Over the Country Club – 5/5
3. Tulsa Jesus Freak – 4/5
4. Let Me Love You Like a Woman – 4,5/5
5. Wild at Heart – 5/5
6. Dark But Just a Game – 5/5
7. Not All Who Wander Are Lost – 4,5/5
8. Yosemite – 4/5
9. Breaking Up Slowly – 5/5
10. Dance Till We Die – 4,5/5
11. For Free – 5/5

‘WandaVision’: Antiga arte conceitual da série faz referência ao filme ‘Os Incríveis’; Confira!

Através do Twitter, o artista Andy Park compartilhou uma nova imagem conceitual da aclamada série ‘WandaVision’.

Na legenda, ele escreveu: “sim, eu absolutamente estava canalizando ‘Os Incríveis’, da Pixar, quando pintei esse quadro conceitual durante a pré-produção [da série] em 2019! O primeiro momento de ‘Os Vingadores’ também foi uma inspiração, creio eu”.

Confira:

Lembrando que a série conquistou nada menos que 23 indicações, incluindo Melhor Atriz em Série Limitada para Elizabeth OlsenMelhor Ator em Série Limitada para Paul BettanyMelhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada para Kathryn HahnMelhor Série Limitada.

Os vencedores serão anunciados no dia 19 de setembro.

Enquanto isso, os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

‘King Richard: Criando Campeãs’: Elogiado drama com Will Smith ganha data de estreia na HBO Max; Confira!

O aclamado drama cinebiográfico King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith, é um dos favoritos para a temporada de premiações – e agora aqueles que não conseguiram assistir ao longa-metragem nos cinemas terão uma nova chance.

A produção chegará ao catálogo da HBO Max no próximo dia 07 de janeiro.

Confira o trailer:

O longa teve sua estreia oficial Festival de Veneza 2021 e surpreendeu a crítica especializada, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A inspiradora e cativante história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.

Confira as principais avaliações:

“Green orquestra esses vários elementos em uma sinfonia que é uma homenagem aos pais trabalhadores, por mais difíceis que sejam, e para mostrar a história de origem que começa uma geração antes de nossos heróis se tornarem famosos”. – Monica Castillo, TheWrap

King Richard está perfeitamente sincronizado; seu desempenho é um lembrete excelente da carga singular de Smith, agarrando-se a um desafio poderoso com um compromisso emocionante”. – Richard Lawson, Vanity Fair

Will Smith consegue uma vitória com King Richard”. – Todd McCarthy, Deadline Hollywood Daily

“O filme incorpora frequentemente o seu mote de que a diversão sempre deve vir primeiro”. – David Ehrlich, indieWire

“Está longe de ser um filme perfeito, mas é tentador, graças ao tema forte e às caracterizações e performances nítidas”. – Stephen Farber, Hollywood Reporter

A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

‘Tico e Teco’: Live-action com Andy Samberg já está disponível no Disney+!

O híbrido live-action e animação ‘Tico e Teco: Defensores da Lei‘ (Chip ‘N’ Dale: Rescue Rangers) já está disponível no Disney+.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 20 de maio.

Relembre o trailer:

O híbrido live-action e animação contará com as vozes de Andy SambergJohn Mulaney.

Akiva Schaffer, conhecido por seu trabalho em ‘Saturday Night Live‘, comandará o projeto.

Tico e Teco fizeram sua estreia na Walt Disney Company em 1943 como parte do curta-metragem Private Pluto, dirigido por Clyde Geronimi, onde têm uma briga com Pluto sobre poderem ou não esconderem suas nozes no canhão de uma base militar.