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Você Conhece os Filmes que Completam 100 Anos em 2020?

“Eu vejo o futuro repetir o passado…”, já dizia Cazuza na canção ‘O Tempo Não Para’ (1988) e esta frase é uma verdade incontestável do cinema. Com apenas cento e poucos anos, a sétima arte comparada a todas as outras formas de expressão é uma criança, no entanto, é complicado ficar a par de tudo que foi produzido nesta trajetória. Ao refletir sobre isso, o CinePOP decidiu relembrar algumas obras que completam 100 anos em 2020

Comparadas a nossa expectativa de vida, entre 75 a 80 anos, as obras centenárias parecem muito distantes dos dias atuais. Ledo engano, caro leitor, os realizadores do século XX e XXI beberam e ainda bebem da influências dos pioneiros do cinematógrafo. Confira a lista abaixo e veja como tudo se repete. 

O mais importante: você já assistiu a alguma dessas obras ou suas readaptações?

O Gabinete do Dr. Caligari (Das Cabinet des Dr. Caligari, Alemanha)

Considerado o expoente do Expressionismo Alemão, o filme de Robert Wiene é consagrado por uma quebra de paradigmas das artes cinematográficas influenciada pela filosofia de Nietzsche e as teorias do inconsciente de Freud, na qual a razão perde espaço para a fantasia e a subjetividade. 

Sendo o primeiro do gênero, suas deformidades e sensações sombrias deram uma nova perspectiva ao cinema e derivou as produções Nosferatu (1922) e Metrópolis (1927). Suas influências são visíveis, por exemplo, em filmes de Tim Burton, como Os Fantasmas Se Divertem (1988), Edwards Mãos de Tesoura (1990) e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999). A história em si é um mistério de assassinato e espionagem relacionados à hipnose e premonições. 

O Golem (Der Golem, wie er in die Welt kam, Alemanha)

Baseado no folclore judeu europeu, a produção conta a história de uma comunidade judaica em Praga, ameaçada de expulsão da cidade. Para proteger seu povo, um rabino cria uma monstruosa e mágica criatura de barro, mas o plano sai pela culatra. Grande parte do charme do filme está em seu estilo visual, uma mistura de medieval, art nouveau e surrealismo.

Esta já é uma refilmagem de Der Golem (1915), de 60 minutos, do mesmo realizador Paul Wegener (1874–1948) junto com Henrik Galeen (1881–1949), que viria a ser o roteirista de Nosferatu (1922). A mesma história foi adaptada diversas vezes, a mais recente foi A Lenda de Golem (2019), uma produção israelense.

Sex (Sex, EUA)

Quem você pensa que representa o arquétipo femme fatale no século XXI? Scarlett Johansson? Blake Lively? Ana de Armas? Pois bem, Louise Glaum era a femme fatale, ou no inglês, vamp do mundo cinematográfico 100 anos atrás. Apesar de sem tradução para o português, o silencioso filme de Fred Niblo foi um sucesso de bilheteria e recebeu ampla cobertura nos jornais em 1920. 

Por conta do título provocativo, a obra foi censurada em alguns cinemas, causando polêmica em torno do enredo. Na história, a atriz Adrienne Renault (Louise Glaum) usa os seus atributos físicos e perspicácia para seduzir um homem casado e, por fim, abandona-o por um pretendente mais rico. 

O Médico e o Monstro (Le Docteur Jekyll and M. Hyde, EUA)

Quase todo mundo já viu a história do Dr. Jekyll e Hyde, mas ninguém o representa com tanta maestria quanto o ator John Barrymore. Com efeitos especiais incríveis para a época, a metamorfose do personagem é o grande momento da obra de John S. Robertson, tanto que é impossível reconhecer o mesmo ator como Dr. Jekyll e o Sr. Hyde.

Baseado na história de Robert Louis Stevenson, o enredo é um grande experimento do entusiasmado doutor Henry Jekyll. Fascinado pelos contrastantes da natureza humana, ele fica obcecado pela ideia de separá-los. Existem inúmeras adaptações deste romance, a mais recente foi Jekyll (2007), de Scott Zakarin

Horizonte Sombrio (Way Down East, EUA)

Pai do clássico O Nascimento de uma Nação (1915), D. W. Graffiti é o divisor de águas da narrativa cinematográfica tal como a conhecemos. Com este melodrama silencioso, o realizador teve o seu último grande sucesso de bilheteria. Os seus filmes sempre buscavam promover a decência e a moralidade, fazendo um julgamento do bem contra o mal. 

Assim como nesta trama, em que uma ingênua camponesa é levada a um casamento falso por um rico mulherengo. Apesar da mancha de ter tido um filho fora do matrimônio, ela luta para reconstruir sua vida. Uma cena clássica deste filme é a protagonista Anna Moore (Lilian Gish) tentando escapar através de um rio congelado, pulando de um bloco de gelo à deriva a outro.

A Marca do Zorro (The Mark of Zorro, EUA)

Na antiga Califórnia hispânica, o governo colonial é contra o Zorro. Um herói mascarado do povo, que aparece sempre com uma espada flamejante e um senso de humor atlético, deixando nos rostos dos malfeitores a sua marca. Com o tempo o personagem tornou-se parte da cultura ocidental, tal como Robin Hood, e ganhou diversas versões. A refilmagem mais popular é A Máscara do Zorro (1998), com Antonio Banderas e Catherine Zeta-Jones, indicada a dois Oscar. 

O maestro deste faroeste, Fred Niblo (1874–1948) é um dos grandes nomes do cinema do anos 20 nos EUA. Não à toa dois filmes do cineasta aparecem na nossa lista. Seu nome é citado também no filme O Artista (2011), obra que comenta a passagem do cinema mudo ao falado.

Dentro de Nossas Portas (Within Our Gates, EUA)

Considerado o pai do cinema afro-americano, Oscar Micheaux (1884–1951) foi o primeiro norte-americano afrodescendente a dirigir um longa-metragem, o The Homesteader (1919). Seu segundo filme, Dentro de Nossas Portas foi uma crítica, mais ou menos velada, a O Nascimento de uma Nação (1915), dirigido por D.W. Griffith. A obra de 1915 chocou a comunidade afro-americana e os defensores dos direitos civis na época. 

Trata-se da história de uma mulher em busca de ajuda financeira para uma escola pobre de alunos negros. O filme, no entanto, está repleto de observações sobre o preconceito racial. Por exemplo, uma fanática sulista é contra o sufrágio feminino por temer que as mulheres negras tenham direito ao voto. 

Coração Gaúcho (Brasil)

Onde estava o cinema brasileiro em 1920? Segundo enciclopédias da web, o nosso país produziu três longas-metragens, entre elas esta adaptação do romance O Gaúcho (1870), de José de Alencar. Dirigida por Luiz de Barros, responsável por mais 50 filmes nacionais, a obra conta também com os atores Manuel F. Araújo e o português Antônio Silva

O enredo de triângulo amoroso entre Félix, Catita e Manuel tem como pano de fundo a Revolução Farroupilha (1835-1945), da qual o protagonista Manuel participa como homem de confiança de seu padrinho, Bento Gonçalves. A história ganhou uma adaptação mais conhecida chamada Paixão de Gaúcho (1957), dirigida por Walter George Durst .

Lost – 10 Anos Depois: Veja como está o elenco hoje!

Lost, Evangeline Lilly Freckles Kate Austen, Matthew Fox Jack Shepard, Jorge Garcia Hurley Hugo Reyes, Elizabeth Mitchell Juliet Burke, Yunjin Kim Sun Kwon, Terry O Quinn John Locke, Josh Holloway Sawyer James Ford, Naveen Andrews Sayid Jarrah, Emilie de Ravin Claire Littleton

No dia 23 de maio de 2010, a televisão mudou para sempre. Para o bem ou para o mal, o último episódio de Lost ia ao ar naquele dia, garantindo horas, meses e anos de frustração para alguns — e muita dor de cabeça para os outros. Divisão de opiniões à parte, algo bastante habitual na indústria do entretenimento é vermos aqueles atores que passaram anos nas telinhas interpretando um mesmo personagem simplesmente desaparecendo após um curto tempo. Infelizmente, esse é o caso para uma parte do elenco da série que tanto impactou na TV.

Essa dificuldade vem justamente porque muitos produtores consideram arriscado serem acusados de repetitividade caso, por exemplo, coloquem alguém que passou 6 anos interpretando o protagonista de uma série dramática para… interpretar outro protagonista de uma série dramática. É claro que isso não é uma regra, mas uma breve análise nos permite concluir que se deu melhor quem soube se reinventar e apostar nos produtos certos. Agora, uma década após a série ter dito seu adeus definitivo, o CinePOP olha para trás e conta como estão as carreiras e por onde andam os principais membros do elenco.

Matthew Fox (Dr. Jack Shephard)

O primeiríssimo par de olhos visto no episódio piloto deLost agora anda desaparecido das telas. Após o fim da série, Fox atuou apenas em 5 filmes. No maior deles, Guerra Mundial Z, o ator teve uma minúscula participação após a grande parte de seu trabalho ter sido cortado. Longe dos holofotes, seu último papel foi em 2015 no filme ‘Rastro da Maldade’

Os motivos de seu afastamento da mídia são incertos e, embora haja relatos nunca confirmados de um comportamento agressivo do ator, o próprio havia expressado um desejo de se aposentar da atuação após ‘Lost’, caso não surgissem papéis significativos. Atualmente, ele vive com a família em Oregon. 

Josh Holloway (Sawyer)

O intérprete do sarcástico e charmoso James Ford manteve uma carreira proeminente após Lost. Atuou em ‘Missão: Impossível – Protocolo Fantasma’ (2011), e depois disso engatou em várias séries, chegando a protagonizar os dramas Intelligence (CBS), que durou uma temporada, e ‘Colony’ (USA Network), que teve 3 temporadas. Atualmente, está na 3ª temporada de ‘Yellowstone’ (Paramount Network), série de Kevin Costner

Evangeline Lilly (Kate Austen)

Entrou em outras duas grandes franquias após Lost: atuou em O Hobbit: A Desolação de Smaug’ (2013) eO Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos’ (2014), posteriormente ingressando no Universo Cinematográfico Marvel como Hope Van Dyne, a Vespa. Ela atuou em Homem-Formiga, Homem-Formiga e a Vespa’ e ‘Vingadores: Ultimato’. Além disso, tem dois filmes em fase de pós-produção: ‘Dreamland’, com Gary Oldman e Armie Hammer, e ‘Till Death’.

Jorge Garcia (Hugo Reyes, Hurley)

Intérprete de um dos personagens mais queridos da série, Jorge Garcia também não ficou parado. Entre 2013 e 2019, fez parte do elenco recorrente da série ‘Hawaii Five-0’ (que ao longo dos anos viu alguns rostos conhecidos de Lost fazendo suas aparições) enquanto surgiu em longas independentes e pequenas participações em ‘How I Met Your Mother’, ‘Californication’ etc. Atualmente, pode ser visto em uma participação na comédia ‘A Missy Errada’, e seu próximo filme, o drama ‘Ninguém Sabe que Estou Aqui’, fez parte da seleção do Festival de Tribeca e chega à Netflix em junho.

Terry O’Quinn (John Locke)

O sorriso inesquecível de O’Quinn apareceu em dezenas de séries após ‘Lost’, sendo as mais notórias ‘Hawaii Five-0’ (2011-2018), ‘Patriot’ (2015-2018), ‘The Blacklist: Redemption’ (2017), ‘Castle Rock’ (2018). Seus trabalhos mais recentes são em ‘Perpetual Grace, LTD’ (2019) e ‘Emergence’ (2019). 

Michael Emerson (Ben Linus)

O ator mal teve tempo de ficar parado após Lost chegar ao fim. Entre muitas participações especiais, ele foi um dos protagonistas do elogiado dramaPerson of Interest (2011-2016), e depois atuou emArrow (2017-2018). Atualmente está nas séries O Nome da Rosa e ‘Evil’.

Naveen Andrews (Sayid Jarrah)

Atuou na breve Once Upon a Time in Wonderland’ (spin-off de ‘Once Upon a Time’) e foi visto entre 2017 e 2017 na série Sense8, como Jonas Maliki. Mais recentemente participou do procedural ‘Instinct’ (2018-2019).

Henry Ian Cusick (Desmond Hume)

Após Lost, ficou muito marcado por The 100, em que atuou entre 2014 e 2019, mas também participou de ‘Scandal’ (2012-2015), ‘Inhumans’ (2017) e, mais recentemente, ‘MacGyver’ (2020). 

Daniel Dae Kim (Jin)

O talentoso ator ficou marcado na TV após ‘Lost’ com ‘Hawaii Five-0’ (2010-2017), ‘The Good Doctor’ (2019), que também produz, e ‘Flack’ (2020). Recentemente, atuou na comédia romântica ‘Meu Eterno Talvez’ e no reboot de ‘Hellboy’, além de dublar um personagem em ‘She-Ra e as Princesas do Poder’

Yunjin Kim (Sun)

A atriz de origem sul-coreana protagonizou, entre 2013 e 2016,  a série ‘Mistresses’, da ABC. Mais recentemente, retornou à TV asiática com a série ‘Ms. Ma, Nemesis’, de 2018.

Emilie de Ravin (Claire Littleton)

A atriz australiana, além de ser sempre relacionada ao filme ‘Lembranças’ (2010), interpretou Bela em Once Upon a Time, de 2012 até 2018. 

Dominic Monaghan (Charlie Pace)

Fez diversos papéis médios e pequenos após Charlie Pace, sendo a mais recente uma participação em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’. Desde 2012, apresenta e produz o documentário ‘Wild Things with Dominic Monaghan’, da BBC America em parceria com o Channel 5.

Elizabeth Mitchell (Juliet Burke)

Atuou em ‘V: Visitors’, ‘Revolution’, Once Upon a Time e ‘Crossing Line’. Mais recentemente, fez parte da série ‘The Expanse’, e atualmente tem 4 longas em pós-produção. 

Mark Pellegrino (Jacob)

Pellegrino tem uma carreira enorme na TV e talvez seja mais conhecido por Supernatural, mas também integrou os elencos de Quantico, ‘The Returned’ e ’13 Reasons Why’.

Harold Perrineau (Michael Dawson)

O intérprete de Michael Dawson tem uma extensa carreira antes e depois de Lost. Atualmente, está no elenco deThe Rookie, tendo atuado antes em ‘Claws’, ‘Star’ e ‘Criminal Minds’, além de ‘Constantine’ e ‘Sons of Anarchy’

Bônus: Malcolm David Kelley (WAAAAAAAAAAAALT!!!)

Lembra dele? O intérprete do pequeno Walt Lloyd segue como ator e recentemente fez pontas em séries como Insecure, ‘Blindspot’ e ‘Deputy’. Kelley, no entanto, ganha a vida como cantor, rapper e escritor, e desde 2014 forma a dupla MKTO ao lado do colega Tony Oller. 

Logan Marshall-Green estrelará novo suspense de invasão domiciliar da Netflix

De acordo com o THR, Logan Marshall-Green (‘Upgrade‘) estrelará o suspense de invasão domiciliar ‘Intrusion‘, que está sendo desenvolvido pela Netflix.

O longa será dirigido por Adam Salky, a partir de um roteiro assinado por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo‘).

Freida Pinto (‘The Path‘) também estrelará a produção.

A trama gira em torno de um casal que se muda para uma cidade pequena e acabam sofrendo uma invasão domiciliar que deixa a esposa traumatizada e desconhecida que todos ao seu redor não são o que parecem.

O suspense ainda não possui previsão de estreia.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Madelaine Petsch é aterrorizada após ficar cega no trailer do terror ‘Sightless’; Assista!

O terror ‘Sightless‘, estrelado por Madelaine Petsch (‘Riverdale‘), ganhou um novo trailer.

Confira:

O filme é dirigido por Cooper Karl.

Depois de um ataque deixá-la cega, Ellen Ashland se afasta do mundo para tentar se recuperar em um belo apartamento. Mas logo ela se rende à paranoia, incapaz de convencer qualquer um de uma certeza: seu agressor retornou para ameaçá-la em plena vista.

Alexander KochDeniz AkdenizMatthew Yang King completam o elenco.

‘Sightless’ já está disponível em VOD, mas ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.

‘Grey’s Anatomy’: Novo crossover com ‘Station 19’ ganha trailer emocionante; Confira!

A ABC divulgou o trailer completo do novo crossover entre ‘Grey’s Anatomy‘ e ‘Station 19‘.

Confira:

Nos EUA, o novo ano irá estrear oficialmente no dia 12 de novembro. No Brasil, o Sony Channel confirmou que a 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ vai estrear em janeiro, com dia a ser definido.

A estreia do próximo ciclo contará com episódio duplo, em um especial de 2 horas.

Confira o teaser e a primeira imagem:

A showrunner Krista Vernoff já confirmou que o próximo ciclo abordará a epidemia:

“Haverá muitas histórias para serem contadas envolvendo o COVID-19, mas nem todas serão sobre morte e desespero. Veremos pessoas se divertindo enquanto estão em quarentena, longe do hospital. Muitos desses médicos não estão indo para casa; eles estão vivendo juntos em hotéis.”

Ela continua, ressaltando que o vírus não será o grande “vilão” da temporada: “Veremos diversos ângulos dessa pandemia, dependendo do episódio.”

Crítica Netflix | Emily em Paris – As Férias Mentais que Você Precisa na França

Apenas pelo trailer, o seriado Emily em Paris (Emily in Paris) já prometia vários clichês sobre as diferenças culturais entre os estadunidenses e os franceses, particularmente os parisienses. A promessa é cumprida em cinco horas, distribuídas em 10 episódios, em que tudo soa falso ou exagerado, até a própria protagonista, vivida pela Lily Collins (Simplesmente Acontece). Contudo, os minutos passam rapidamente e a produção torna-se uma agradável forma de lazer pelas esquinas e avenidas de Paris. 

Com um ar daquelas comédias da Sessão da Tarde dos anos 90, na quais as irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen viviam aventuras em outro país, como pedir o prato errado, Emily em Paris apresenta uma jovem publicitária que da noite para o dia deixa a cidade de Chicago para trabalhar em uma agência de publicidade em Paris. Graças a gravidez inesperada de sua chefe Madeline (Kate Walsh), Emily assume a responsabilidade de levar o olhar norte-americano para agência parisiense adquirida pela empresa nos Estados Unidos. 

Sem falar nada de francês, Emily Cooper se garante no bordão geracional “fake it until you make it”, em português seria “finja até conseguir”, estratégia vendida por 10 em cada 10 coaches no mundo. Ou seja, Emily encara a vida sem preocupações e com soluções possíveis e rápidas para tudo e, mesmo quando ela não sabe o que está fazendo, ela finge lidar com qualquer tipo de situação muito bem. 

Logo no segundo episódio o namoro à distância acaba e Emily vê-se solteira na cidade mais romântica do mundo, segundo a própria personagem. O término pouco abala a moça que não conversa com os colegas de trabalho e esforça-se pouquíssimo para aprender o idioma. Ela acha normal usar o tradutor do seu celular para comunicar-se. Com sorte, a protagonista encontra vários falantes da língua inglesa na cidade luz. 

Um deles é o seu vizinho e principal interesse amoroso, o chef Gabriel (Lucas Bravo), que está sempre por perto para ajudá-la. Além dele, há a sua nova melhor amiga Mindy Chen (Ashley Park), uma chinesa rica que prefere trabalhar de babá em Paris a disfrutar a fortuna da família, porém, com várias restrições, no seu país de origem. Para completar o grupo social da recém-residente francesa, ela conhece Camille (Camille Razat), uma jovem artista, herdeira de uma vinícola em Champagne e, por coincidência, namorada de Gabriel. 

Disposta a mostrar trabalho, Emily sempre inventa alguma ideia nas redes sociais. Aliás, seu pitch de vendas para os clientes é como conseguir mais seguidores e ter presença digital. Suas frases parecem tiradas de um pequeno manual de social media de 2010. Sua experiência profissional anterior é lançar produtos farmacêuticos e captar clientes por meio de buscas na internet, mas imediatamente ela tem boas ideias para todos os clientes de luxo da agência. 

Com o perfil @emilyinparis, a protagonista alcança 20k a partir de postagens com #roomwithaview e saboreando un pain au chocolat. Sua conta no Instagram consegue chamar atenção até da primeira dama Brigitte Macron e de famosas marcas de cosméticos, o que abre uma discussão sobre fazer publicidade por meio de influencers ou com uma agência. Emily bate na tecla de ser uma profissional com mestrado em Marketing e não apenas uma “caçadora de likes”. Para além do aspecto profissional, os clichês da estrangeira perdida culturalmente soam inocentes e engraçados, mesmo que Emily tenha uma postura altiva, a personagem é ao mesmo tempo arrogante e ignorante sobre os modos de vida para além do que ela está habituada. 

A postura de “eu vim melhorar o trabalho de vocês” é insolente. Os enredos de pessoas a explorar outros ambientes e experimentar outras perspectivas normalmente são mais maleáveis. Se você já viu Sob o Sol da Toscana (2003), ou mesmo Comer, Rezar e Amar (2010), sabe que o processo mais natural é abrir-se ao desconhecido e aprender. Emily nada aprende, ou melhor, ela reclama da cultura e língua alheia. Sua permanência em Paris parece uma imposição aos outros de adaptarem-se a ela e as suas “novidades” do mundo digital.   

Criado por Darren Star, responsável pelos sucessos Sex and the City (1998-2004) e Younger (2015-2020), o seriado capta o espírito glamoroso das produções anteriores, contudo deixa a desejar na construção da protagonista. Apesar dos modelitos extravagantes à la Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Emily está longe de uma presença contagiante. Os temas problematizados também são pouco evidentes, muito diferente do questionamento sobre o mercado de trabalho a partir dos 40 anos, vivenciado por Liza Miller (Sutton Foster) em seis temporadas de Younger.  

Com um tom de Miranda Priestly (Meryl Streep), de O Diabo Veste Prada (2006), Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu) encarna o único desafio de Emily, isto é, agradar a chefe executiva da agência. O processo, no entanto, não se encaixa com o enredo, pois Emily não parece disposta a aprender qualquer coisa na França. Ela apenas quer que todas gostem dela e façam o que ela acredita ser melhor.  

Embora as partes mais divertidas sejam os transtornos amorosos da jovem publicitária, quase como a protagonista Fernanda (Mônica Martelli), de Os Homens São de Marte…. E é Pra Lá Que Eu Vou (2014), a temporada termina em um forçado triângulo amoroso. Por outro lado, Paris continua com seu encanto especial e suas peculiaridades garantem momentos de entretenimento em tela. 

Sem levar a sério, Emily em Paris é um aprazível descanso da mente em uma cidade lúdica perfeita para qualquer estrangeiro adaptar-se, sonhar e ser quem eles não são em território pátrio. Esta é a mensagem da primeira temporada, além de todas as citações norte-americanas sobre a França, como Nicole Kidman, em Moulin Rouge (2002), Ratatouille (2007) e O Resgate do Soldado Ryan (1998), na Normandia. Afinal de contas, o Rio de Janeiro também não é exatamente como o representado nas novelas de Manoel Carlos, mas o público adora assim mesmo por conta dos personagens dramáticos. Clichês e piadas culturais à parte, falta drama na vida estrangeira de Emily. 

‘Vestido Maldito’: Terror sobre vestido assassino estreia na Amazon Prime!

O aclamado terror ‘Vestido Maldito‘ (In Fabric) já está disponível no catálogo brasileiro da Amazon Prime.

A trama gira em torno de um vestido amaldiçoado, que passa de pessoa para pessoa, causando todo tipo de infortúnio para a vida de quem quer que entre em contato com ele.

Confira o trailer:

Escrito e dirigido por Peter Strickland, o longa foi aclamado pelos críticos, conquistando 91% de aprovaçao no Rotten Tomatoes.

Uma mulher solitária visita uma loja de roupas, em Londres, na busca de um vestido que irá mudar sua vida. Ela encontra um vestido vermelho, que carrega uma maldição sinistra e um mal aterrorizante que irá ameaçar todos que entrarem em seu caminho.

O elenco conta com Marianne Jean-Baptiste, Gwendoline Christie, Jaygann Ayeh, Fatma Mohamed, Hayley Squires e Leo Bill.

Dica do fim de semana | Scooby-Doo e a nostalgia das noites na TV aberta

A Netflix causou um verdadeiro alvoroço ao anunciar que os dois live-actions de Scooby-Doo entraram no catálogo do streaming. Muito criticados na época de lançamento, os filmes caíram no gosto da juventude da época – que era o público alvo – ao trazer versões mais… Bem, jovens dos personagens. Esse sucesso rendia muita audiência ao quando os filmes eram exibidos nas sessões de cinema da TV aberta. Pensando nessas memórias, a dica desse fim de semana são filmes nostálgicos – principalmente para a geração dos anos 1990/2000 – que marcaram as noites/ tardes da criançada. Confira!

 

Dennis, O Pimentinha (1993)

O filme de 1993 fazia sucesso com a criançada justamente por mostrar um menino pequeno que aprontava horrores com o coitado do Sr. Wilson, seu vizinho. Baseado em um desenho animado de mesmo nome, Dennis, O Pimentinha conta com nomes como Christopher Lloyd e Lea Thompson no elenco. É uma comédia bem divertida.

Onde assistir: HBO GO

 

Rambo – Programado Para Matar (1982)

Sylvester Stallone é um dos atores de hollywood mais famosos no Brasil. Também pudera… A TV aberta simplesmente AMA passar os filmes dele. E muito provavelmente seu primeiro contato com o ator foi em uma das sessões de filme na TV aberta. Pois bem, um desses grandes sucessos foi Rambo – Programado Para Matar, um filme que traz Stallone como um herói de guerra e praticamente um exército de um homem só. Com violência tensa, mas dentro do padrão de “aceitável” para a televisão aberta dos anos 1990, o longa foi sucesso entre a criançada e os adultos.

Onde assistir: Telecine Play

 

O Máskara (1994)

Outro ator que vivia o auge nos anos 1990 era Jim Carrey. O humorista canadense emplacou sucesso atrás de sucesso e logo virou um dos nomes mais famosos do mundo. Em O Máskara, ele vive Stanley Ipkiss, um cidadão comum e patético que encontra uma máscara nórdica e vira o Máskara, um anti-herói infernal que quer tocar o terror para se divertir sem limites.

Onde assistir: Netflix

 

O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001)

Fenômeno nos cinemas, o primeiro capítulo da saga de J.R.R. Tolkien arrastava multidões para a frente da TV quando tinha sua exibição anunciada. Dirigido por Peter Jackson e estrelado por Elijah Wood, o longa conta a história do Hobbit Frodo Bolseiro, que parte em uma missão de vida ou morte com o mago Gandalf para salvar a Terra Média.

Onde assistir: Netflix

 

Space Jam: O Jogo do Século (1996)

Se você acompanha o CinePOP, provavelmente já me viu rasgando elogios a essa obra de arte do cinema despretensioso por aqui. E se hoje em dia eu sou apaixonado por esse filme, pode colocar a culpa na TV aberta. Reunindo os maiores astros dos anos 1990 (os Looney Tunes e a lenda do basquete Michael Jordan), exibir Space Jam era garantia de audiência. Justamente por ser um filme curto e despretensioso, ele atraía muito a criançada para a frente da TV. A trama mostra o Looney Tunes sendo sequestrados por aliens, mas eles conseguem uma chance de voltarem a ser livres caso vençam os ETs em um jogo de basquete. Para isso, o alienígenas roubam o talento dos astros da NBA e os Looney Tunes sequestram Michael Jordan para ajudá-los. Sério, tem como não gostar?

Onde assitir: Netflix

 

Free Willy (1993)

Clássico do cinema pipoca, Free Willy mostra a linda história de amizade entre Jesse, um menino brigão, e Willy, uma orca do Sea World. Conforme o menino vai se apegando à Orca, ele começa a planejar uma forma de tirá-la do tanque para devolvê-la ao mar. Muito fofo e marcante dos anos 1990, o filme era sinônimo de sucesso quando passava na TV.

Onde assistir: Globoplay

 

Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)

Dirigido por Chris Columbus, o primeiro filme da saga do segundo bruxo mais famoso do mundo (o primeiro é o Ronaldinho Gaúcho) virava assunto nos colégios do Brasil inteiro quando era exibido à noite. Era quase que um trunfo da emissora colocar esse filme quando queria competir em número de audiência com as rivais. Na trama, Harry Potter é um bruxo famoso, mas não sabem nem que é bruxo nem que é famoso. Então, quando ele faz aniversário, ele é apresentado ao mundo mágico e sai da casa de seus tios abusivos.

Onde assistir: Telecineplay

 

Gremlins (1984)

Provavelmente seu primeiro contato com os filmes de terror veio por conta desse filme ou do próximo filme da lista. Gremlins é uma história muito criativa, que traz uma criatura fofa que não pode ser molhada, exposta à luz forte e nem alimentada após a meia-noite. Mas obviamente o tapado do protagonista quebra as três regras e acaba infestando sua cidade com diabinhos donos de um senso de humor peculiar e uma sede por morte e destruição.

Onde assistir: HBO GO

 

Christine: O Carro Assassino (1983)

Baseado na história de Stephen King e dirigido pelo mestre do terror, John Carpenter, Christine: O Carro Assassino é uma obra-prima do terror. A trama é tipo a de Herbie, só que do mal. Arnie é um menino excluído e vítima de bullying, que começa a ter sua personalidade mudada quando compra um carro com habilidades especiais. Mais confiante, ele vira assunto entre os amigos, que passam a andar com ele. O problema é que o carro fica com ciúmes de Arnie e começa a tomar atitudes criminosas para ter a atenção do dono.

Onde assistir: HBO GO

 

À Espera de Um Milagre (1999)

Baseado no livro de Stephen King, o filme é estrelado por Tom Hanks e Michael C. Duncan, que faz a atuação de sua carreira neste filme. Na trama, ele é um condenado à morte que não parece ser o verdadeiro culpado do crime pelo qual foi acusado e julgado. Com jeitão infantil e poderes mágicos, ele muda completamente a rotina do Corredor da Morte. Enquanto aguarda o dia de sua execução, ele interage com os condenados e cria uma amizade improvável com um policial (Hanks). Cheio de mistérios, surpresas e extremamente TRISTE, À Espera de Um Milagre também sempre foi um daqueles filmes que, mesmo com mais de 3h de duração, todo mundo para pra assistir.

Onde assistir: Netflix

 

 

‘Monster Hunter’: Milla Jovovich enfrenta monstro gigante no teaser da adaptação; Confira!

A Sony Pictures divulgou o teaser legendado da adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada pela Milla Jovovich (‘Resident Evil‘).

Confira:

O longa estreará nos cinemas nacionais em dezembro.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.

O orçamento ficou na casa dos US$ 60 milhões.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

‘Monsterland’: Série antológica de terror do Hulu ganha novas imagens promocionais; Confira!

A nova série antológica de terror do Hulu, intitulada ‘Monsterland‘, ganhou novas imagens promocionais arrepiantes.

Confira, junto ao trailer:

Criada por Mary Laws, a série é baseada na coletânea de contos ‘North American Lake Monsters‘, escrita por Nathan Ballingrud.

“Encontros com sereias, anjos caídos e outros monstros estranhos levam pessoas quebradas a atos desesperados na tentativa de consertar suas vidas, o que ressalta a fina linha que separa o homem do monstro.”

O elenco conta com Kelly Marie Tran, Jonathan Tucker, Kaitlyn DeverTaylor SchillingMike Colter.

A produção estreou no último dia 02 de outubro na plataforma.

‘Enola Holmes’: Netflix lança o #EnolersChallenge no TikTok e o resultado é INCRÍVEL; Confira!

A Netflix lançou um novo desafio no aplicativo TikTok, chamando os internautas a recriarem da maneira como puderem as cenas da adorada adaptação ‘Enola Holmes’ – e os resultados são incríveis.

Confira dois eles, repostados na página oficial da plataforma de streaming no Twitter:

Após o imediato sucesso do filme, que registrou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Brown revelou à Entertainment Weekly que tem esperança de reprisar o papel numa sequência.

“Eu estava tipo, ‘Oh, sim, vou fazer apenas um filme…’ e, então, assim que entrei no set e interpretei a [Enola], me apaixonei por ela, e ela se tornou parte do meu coração. Eu sempre disse que amava interpretar a Eleven [em Stranger Things], porque cresci com a personagem. Adoro poder interpretá-la continuamente, e com a série de livros Enola … Estou realmente otimista sobre o futuro. Estou ansiosa e [espero] voltar ao trabalho em Enola Holmes 2”, afirmou.

Você quer uma sequência de ‘Enola Holmes‘?

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Harry Bradbeer (Fleabag) é responsável pela direção.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

O elenco ainda conta com Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) completa o elenco.

‘Cry Macho’: Clint Eastwood vai dirigir e estrelar novo drama faroeste

O lendário diretor e ator Clint Eastwood já tem seu próximo projeto em mãos e irá dirigir e estrelar em um novo filme intitulado Cry Macho.

O roteiro foi originalmente escrito na década de 1970 por N. Richard Nash e se chamava apenas Macho. A narrativa se transformou em um romance de relativo sucesso e começou a ser relido para as telonas em 1991 antes de ser cancelado. Arnold Schwarzenegger também planejava fazer sua investida para a história, mas acabou abandonando o projeto.

A história é centrada em um criador de cavalos de raça que costumava ser um astro do rodeio e que aceita o trabalho de transportar uma jovem do México para o Texas, para longe de sua mãe alcoólatra. Durante a viagem, os dois desenvolvem laços inesperados e aprendem muito um com o outro.

Eastwood utilizará o roteiro original de Nash, que infelizmente faleceu em 2000, com reescrita supervisionada por Nick Schenk (Gran Torino). Eastwood também entra como produtor ao lado de Al RuddyJessica MeierTim Moore.

Cry Macho será o retorno de Clint Eastwood como ator desde A Mula, drama lançado em 2018. Seus recentes créditos incluem o remake do aclamado Nasce Uma Estrela, estrelado por Lady GagaBradley Cooper, e O Caso Richard Jewell, que rendeu a Kathy Bates uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Cavaleiro da Lua’: Astro de ‘A Maldição da Mansão Bly’ fala sobre possibilidade de estrelar a série da Disney+

Além de fazer parte do elenco de ‘A Maldição da Mansão Bly’, Oliver Jackson-Cohen já está de olho em seus próximos trabalhos e revelou que tem interesse em viver o ‘Cavaleiro da Lua’ no MCU.

Para quem não sabe, a Disney+ já está desenvolvendo uma série do personagem, um antigo mercenário que recebe a visita do deus Khonshu e o transforma em um herói, uma espécie de avatar da divindade épica.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o astro disse que:

“O Cavaleiro da Lua é um personagem fascinante, aprendi muito sobre ele através do Twitter – essa rede é uma enciclopédia – e me interessei bastante pelo personagem. Eu adoro mergulhar nesse tipo de história sombria e misteriosa.”

Apesar de sua expectativa e empolgação, Cohen deixou claro que a Marvel não entrou em contato com ele para nenhum tipo de negociação.

“Sinceramente, eu mergulharia nesse projeto. Mas ninguém me ligou para falar sobre o assunto, então não tenho ideia [sobre o que pode acontecer].”

E aí, você acha que ele seria uma boa escolha para o papel?

Anteriormente, o The Illuminerdi divulgou que a Disney e Kevin Feige estariam de olho em Reeves para viver o papel homônimo. As informações foram apuradas a partir de uma grade de elenco obtida pelo site em questão.

O material aponta que o estúdio estaria interessado em um ator na faixa dos 40 e 50 anos para interpretar Spector, um veterano de guerra que se transforma em mercenário.

Anteriormente prevista para ser rodada em junho deste ano, as informações agora confirmam que as câmeras serão ligadas apenas em novembro, com filmagens que devem durar cerca de 26 semanas.

Acredita-se que a decisão não afetará o lançamento previsto para 2021.

A produção ocorre nos estúdios Pinewood, em Atlanta, que já estão sendo utilizados para rodar obras como Os Eternos‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Recentemente, o site Patreon revelou o principal antagonista da trama: Raoul Bushman.

Bushman era um mercenário que viajou ao Sudão com Marc Spector/Cavaleiro da Lua para ajudá-lo. Bushman e seus homens tinham como objetivo roubar o ouro egípcio encontrado pelo Dr. Peter Alraune e por sua filha, Marlene. Spector, por sua vez, se sacrifica para impedi-los de concluir a missão e, prestes a morrer, encontra um milenar espírito e se transforma no herói-titular.

Rumores anteriores indicavam que a Dama do Vitral seria a principal antagonista da produção, mas a confirmação de Bushman faz mais sentido visto que dialoga com a história do origem do personagem principal.

O ‘Cavaleiro da Lua‘ apareceu pela primeira vez em 1975 e traz a história de Marc Spector, um antigo militar que virou um mercenário.

Sua vida muda drasticamente quando ele recebe a visita do deus Khonshu, que o transforma em um herói, uma espécie de avatar da divindade épica.

Com múltiplas personalidades, ele é uma figura bem peculiar e que deve render uma série intrigante.

Nas palavras de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, “talvez ele seja apenas louco”. Ele foi ainda mais longe, afirmando que a produção “é algo muito único e animador para nós”.

‘Supernatural’: Última temporada ganha nova sinopse; Confira!

A estreia da parte final da 15ª e última temporada de ‘Supernatural‘ acontece na próxima semana e a emissora The CW divulgou uma nova sinopse, de um dos próximos capítulos.

Confira:

“Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) são convidados a investigar o assassinato de um amigo de infância, chamando-os de volta para um motel de seu passado e deixando os irmãos perplexos com um caso que pensaram ter sido resolvido há muito tempo.”

O episódio em questão será exibido no dia 22 de outubro.

Assista ao resumo da 15ª temporada:

Recentemente, o produtor executivo Robert Singer revelou ao Digital Spy que eles estão discutindo a produção de um filme com os irmãos Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) Winchester.

Singer revelou que não está descartando a ideia de adaptar a série para a telona, ​​embora admita que pode demorar um pouco antes do projeto acontecer.

“Eu não acho que seja apenas um sonho. Mas eu acho que, geralmente, quando eles fazem um filme de um programa de TV, eles precisam esperar um tempo. Foi assim com Arquivo X. Então, eu certamente não descarto isso. É algo em que eu estaria interessado. Acho que os garotos provavelmente adorariam fazer isso. Mas agora, estamos apenas tentando terminar esta temporada [final] de uma maneira que as pessoas fiquem felizes com isso”, afirmou.

Lembrando que os episódios finais da última temporada retornam a partir do dia 08 de outubro, na CW.

‘Manual de Caça a Monstros’: Babás enfrentam criaturas malignas no trailer LEGENDADO do novo filme da Netflix; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial legenado de ‘Manual de Caça a Monstros’ (‘A Babysitter’s Guide to Monster Hunting‘), adaptação da série de livros assinada por Joe Ballarini.

Confira:

O filme vai adaptar o primeiro volume da saga e conta com a direção de Rachel Talalay, mais conhecida por seu trabalho em ‘A Hora do Pesadelo: O Mestre dos Sonhos‘ e ‘Cry Baby‘.

Quando a estudante Kelly Ferguson relutantemente concorda em trabalhar como babá no Halloween, ela é recrutada por uma sociedade secreta que protege crianças com poderes especiais de monstros.

Tamara SmartAlessio ScalzottoOona laurenceIan HoIndya Moore, Tom Felton, Linden PorcoMomona TamadaAshton Arbab e Samantha Schimmer estrelam a produção.

‘Manual de Caça aos Monstros’ estreia no dia 15 de outubro.

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’: Diretor revela detalhes sobre o papel de Chris Rock no filme

Em entrevista ao podcast No Prize From God, o diretor Darren Lynn Bousman, que retorna à cadeira de direção de ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais, revelou alguns detalhes sobre o personagem de Chris Rock, indicando que ele enfrentará seus demônios no novo capítulo da franquia.

“Especificamente, o personagem de Chris Rock está lidando com certos traumas, os quais acredito que eu e muitos outros irão compreender. Mais com a ideia de pai e filho, visto que Samuel L. Jackson será seu pai. Teremos muito em relação a isso”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Bloody Disgustin, Bousman afirmou que o reboot irá expandir a mitologia da icônica saga gore.

“Eu posso dizer que esse longa parece um filme da franquia em alguns momentos, mas é algo completamente diferente em outros. Ele irá expandir a mitologia de ‘Jogos Mortais’ e levará a história para uma direção completamente nova. É muito interessante.”

Ele completa, “Nós fizemos um teste de exibição quando pensamos que o filme estava perto de ser lançado [antes da pandemia de coronavírus]. Chris Rock é uma pessoa hilária, mas esse filme obviamente não é uma comédia. Porém, há algumas cenas muito engraçadas. Eu nunca ouvi alguém rindo na exibição de um filme da franquia – isso nunca aconteceu antes –, mas nesse filme as pessoas riram e, então, ficaram em silêncio imediato, porque o tom realmente muda.”

Anteriormente programado para chegar aos cinemas em 15 de maio de 2020, o filme agora será lançado em 21 de maio de 2021.

Confira o trailer:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Por Onde Anda o Elenco de ‘Jovens Bruxas’ (1996)?

A Bruxa está solta! Outubro é o mês delas. Mesmo que o halloween, conhecido no Brasil como “dia das bruxas”, só ocorra no dia 31, para os fãs do gênero e aficionados o aquecimento começa a valer a partir do dia 1º. E assim começamos nossa contagem regressiva. Em 2020, já tivemos nossa cota de “bruxa solta”, no entanto, para relaxar, na ficção ganharemos mais algumas. O trailer do remake de Convenção das Bruxas acaba de ser liberado – e enquanto nos EUA a Warner garante um lançamento em vídeo, direto na HBO Max no dia 22 de Outubro, os brasileiros terão a chance de conferir a reimaginação de Robert Zemeckis para o neoclássico de 1990 nos cinemas, ainda sem data definida.

Porém, passando de uma temática infantil para uma adolescente, a matéria é motivada pela estreia do trailer de Jovens Bruxas – Nova Irmandade (título nacional para The Craft: Legacy), espécie de continuação/remake da obra homônima de 1996, que a Sony promete no Brasil para o dia 5 de novembro nos cinemas – nos EUA estreando online no dia 28 de outubro.

Apesar de termos um vislumbre da foto de Nancy (Fairuza Balk) do filme original, grande parte da prévia se resume a cenas e diálogos tirados diretamente de seu predecessor, fazendo de Nova Irmandade basicamente uma cópia carbono do filme noventista. Uma curiosidade é que após o sucesso cult de Jovens Bruxas (1996), surgiu o seriado Charmed (1998-2006), sobre um trio de irmãs bruxas sem qualquer ligação com o longa – no entanto, os tradutores brasileiros não perderam tempo em tascar um Jovens Bruxas em seu título nacional.

Sem mais delongas, vamos conhecer o paradeiro do elenco deste novo clássico do cinema adolescente fantástico.

Robin Tunney (Sarah Bailey)

 

Como em muitos filmes adolescentes da época, a protagonista Sarah é a jovem recém-chegada na cidade e no colégio. Doce e virginal, ela se vê acolhida e aliciada por um trio de bruxas adolescentes que veneram a Deusa da natureza. Para dar vida à protagonista foi escalada a graciosa Robin Tunney, que então só havia participado de dois filmes: O Homem da Califórnia (1992) e Sexo, Rock e Confusão (1995). Esse foi seu primeiro trabalho como protagonista no cinema. Depois de Jovens Bruxas ela amargaria um pequeno ostracismo nas telas devido à suas escolhas de projetos, que resultaram em filmes obscuros, até ficar em evidência novamente no fim da década com Fim dos Dias (1999), veículo apocalíptico de Arnold Schwarzenegger no qual interpretou a principal personagem feminina.

No ano seguinte, duas novas apostas ambiciosas, mas que não se pagaram. Apesar de sua qualidade, a aventura de escalada na neve Limite Vertical não foi forte o suficiente para revitalizar as carreiras de Tunney e Chris O’Donnell. Isso se pensarmos que a atriz havia acabado de dar uma baita escorregada com o fiasco espacial Supernova – do qual falo um pouco mais nesta matéria (só clicar no link). Tunney participou de 23 episódios da elogiada série Prison Break e esteve nos 151 episódios de O Mentalista – outra série de prestígio. Seu último trabalho até então foi no suspense dramático da Netflix, Entre Realidades, lançado este ano.

Fairuza Balk (Nancy Downs)

Nome de maior peso então no elenco, Fairuza Balk ficou com o suculento papel da sofrida Nancy, que aos poucos deixa sua amargura a transformar na vilã do filme. A personagem casou perfeitamente bem com o estilo gótico excêntrico de Balk, que durante um tempo ficou estereotipada em papeis assim no cinema. Sua carreira começou ainda na infância com o polêmico O Mundo Fantástico de Oz (Return to Oz, 1985), continuação de nada menos que O Mágico de Oz (um dos filmes mais queridos de todos os tempos) orquestrada pela Disney que viveu para se tornar um fracasso retumbante de crítica e bilheteria, fazendo com que o estúdio enterrasse a obra durante muito tempo. Balk viveu Dorothy no filme.

No mesmo ano de Jovens Bruxas a atriz lançava o ambicioso remake de A Ilha do Doutor Moreau – atuando ao lado do “monstro” Marlon Brando e de Val Kilmer. Depois seguiram o visceral A Outra História Americana (com Edward Norton) e O Rei da Água (comédia de sucesso nos EUA com Adam Sandler). Balk também esteve em participações menores no premiado Quase Famosos (2000) e no remake de Vício Frenético (2009), com Nicolas Cage. Em 2015, participou de 7 episódios da série Ray Donovan. Atualmente, está para lançar Paradise City, série sobre um jovem astro do rock, que está em fase de pós-produção, e tem Bella Thorne no elenco.

Neve Campbell (Bonnie)

No mesmo ano em que estrelaria como a protagonista Sidney no sucesso Pânico, Neve Campbell fez participação coadjuvante como Bonnie, uma das três bruxas originais que recrutam a jovem Sarah para seu covil. A trama de Bonnie envolve grandes cicatrizes nas costas – espécie de marcas de queimadura – que a deixam desconfortável para usar roupas que exibam seu corpo. Campbell, é claro, não era estranha para os fãs e se encontrava no ar na série de sucesso O Quinteto (Party of Five) – que então seguia para o seu terceiro ano – na pele de Julia Salinger, um dos irmãos órfãos que precisavam se criar por conta própria (o seriado acaba de ganhar um revival latino). Party of Five durou nada menos que 6 temporadas.

Na época, Campbell estrelou filmes como o suspense Garotas Selvagens (1998), o drama Studio 54 (1998) – sobre a icônica boate de Nova York -, e as comédias Um Caso a Três (1999) e Quem Não Matou Mona? (2000). No entanto, encontraria sucesso absoluto mesmo na citada franquia de terror do mestre Wes Craven e o autor Kevin Williamson, que já em 1997 engatilharia sua sequência. As partes três e quatro viriam respectivamente em 2000 e 2011. Nos últimos anos, Neve esteve em 25 episódios de House of Cards, primeira série original da Netflix, e na superprodução Arranha-Céu (2018), ao lado do astro Dwayne The Rock Johnson. Para quem não sabe, a atriz retorna ao papel de Sidney em Pânico 5, que será lançado em 2022 – dez anos após sua última aparição nas telonas.

Rachel True (Rochelle)

Fechando o quarteto principal, Rachel True é a menos conhecida dentre as protagonistas – caminho pelo qual permaneceu após o lançamento do longa. A subtrama de sua personagem, Rochelle, no entanto, é a que, infelizmente, segue mais necessária e em pauta. Como a única negra do grupo, e uma das únicas em seu colégio elitista, Rochelle se via como constante alvo de comentários e atos racistas – em especial direcionados ao seu cabelo – por parte das patricinhas loiras da escola. Misturando ficção com a realidade, percebemos o quão estarrecedor é o fato de que a única negra no elenco é a atriz que encontrou mais dificuldade para seguir relevante em sua carreira.

Depois do longa de 1996, que segue como seu maior trabalho de destaque, True participou do hilário filme maconheiro Pra Lá de Bagdá (1998) e de séries como Drew Carrey Show (1997-1998), Once and Again (1999-2000) e Half & Half (2002-2006). Nos últimos anos esteve em Sharknado 2 (2014) e no derivado Sharknado: Heart of Sharkness (2015). Seu próximo lançamento é o thriller de ação Assault on VA-33, estrelado por Michael Jai White, Mark Dacascos e Sean Patrick Flanery.

Skeet Ulrich (Chris Hooker)

Sim, Billy Loomis e Sidney Prescott já haviam se encontrado nas telonas antes de Pânico. No mesmo ano, os atores Skeet Ulrich e Neve Campbell fizeram parte do elenco de Jovens Bruxas, porém, em núcleos de subtramas distintas, sem nunca dividirem uma cena exclusiva. Ulrich, na pele de Chris, era o típico babaca do colégio, um conquistador de quinta, que se faz de boa praça para levar Sarah para a cama, somente para em seguida dispensa-la como se não fosse nada.

E quem já não conheceu no passado jovens assim ou presenciou tais histórias. Era o típico comportamento do homem tóxico – que, ainda bem, perdeu muito espaço na sociedade devido ao empoderamento feminino. Mas Chris recebe o que merece quando as amigas jogam um feitiço para cima dele. Recentemente, escrevi sobre Ulrich e outros “musos” do cinema adolescente dos anos 1990 em uma matéria – que você pode conferir clicando neste link. Atualmente, o ator é parte do elenco fixo da série sensação Riverdale, na qual interpreta FP Jones.

Christine Taylor (Laura Lizzie)

Esposa do ator Ben Stiller desde 2000, com quem possui dois filhos, a loiríssima Christine Taylor teve sua carreira impulsionada pelo marido nos últimos tempos, participando de muitos dos seus filmes, como Zoolander (2001) e Com a Bola Toda (2004). Antes disso, no entanto, Taylor viveu a arrogante racista Laura Lizzie, a citada patricinha do colégio que “vomitava” os piores comentários puramente motivados pelo ódio e intolerância para cima de Rochelle. Assim como todos os malfeitores do quarteto no filme, Laura pagou pelo bullying e recebe um feitiço que a faz perder suas belas madeixas platinadas, ficando careca.

Muitos podem não saber, mas Taylor tem uma franquia para chamar de sua: a adaptação para o cinema da clássica série A Família Sol, Lá, Si, Dó (The Brady Bunch), que ganhou sua versão para as telonas em 1995. Logo no ano seguinte, o filme receberia sua sequência A Volta da Família Sol, Lá, Si, Dó. Além de ter reprisado seu papel na sequência de Zoolander (2016), Taylor marcou presença recentemente nas séries Caindo na Real (Arrested Development, 2019) e Search Party (2020). Seu próximo trabalho é na comédia Friendsgiving.

Breckin Meyer (Mitt)

Todo valentão e babaca do colégio só age deste jeito quando alguém lhe dá palco para tais atos – e este papel recai sempre nos melhores amigos, também conhecidos como sua corte. Os bajuladores de plantão tem em Mitt, personagem de Breckin Meyer, seu representante em Jovens Bruxas. Meyer, apesar do papel coadjuvante, já tinha uma extensa carreira nesta altura, tendo participado de A Hora do Pesadelo 6 (1991) e As Patricinhas de Beverly Hills (1995), por exemplo. Para a garotada, Meyer se tornou um rosto reconhecível ao ter vivido Jon, o dono do famoso gato Garfield na versão em live-action dublada por Bill Murray (2004) e sua continuação (2006).

Meyer também esteve no reboot do fusquinha Herbie (2005), ao lado de Lindsay Lohan e Michael Keaton. Recentemente, fez parte do elenco da série Designated Survivor (2018), da Netflix, ao lado de Kieffer Sutherland, e The Fix (2019), com… olhem só… Robin Tunney! Esse ano, o ator se prepara para lançar o thriller cômico Happily, uma comédia romântica sombria sobre um casal, seus amigos, um estranho e um corpo! O filme está aguardando lançamento.

Andrew Fleming (Diretor)

Jovens Bruxas foi um projeto escrito (em parceria com Peter Filardi) e dirigido por Andrew Fleming – em seu terceiro filme para o cinema. Em pouco tempo, Fleming se tornou um dos meninos de ouro da Sony quando o assunto é filme adolescente. Tudo porque dois anos antes do sinal verde para Jovens Bruxas, o cineasta havia emplacado com Três Formas de Amar (1994), filme que igualmente escreveu e dirigiu, sobre um relacionamento a três envolvendo jovens numa universidade: um gay (Josh Charles), uma moça (Lara Flynn Boyle) e um rapaz (Stephen Baldwin) héteros.

O filme fez sucesso na época devido ao seu tema controverso de amor livre. Infelizmente, após o lançamento de Jovens Bruxas, o cineasta se viu envolvido em consecutivos fracassos de crítica e bilheteria, vide Todas as Garotas do Presidente (1999), Até que os Parentes nos Separem (2003) e Nancy Drew e o Mistério de Hollywood (2007). Seu último filme foi Lar Ideal (2018), sobre um casal gay (Paul Rudd e Steve Coogan) precisando criar um menino de 10 anos como seu filho. O mais recente trabalho do diretor acaba de estrear na Netflix hoje: se trata da série Emily em Paris, protagonizada por Lily Collins – na qual dirigiu 6 dos 10 episódios.

Hugh Laurie vive um político escandaloso no trailer de ‘Roadkill’, nova série da BBC

BBC One divulgou o primeiro trailer de Roadkill, sua nova minissérie política estrelada por Hugh Laurie.

Confira:

A série foi escrita por David Hare e gira em torno de Peter Laurence (Laurie), um escandaloso político fictício cuja vida privada está implodindo bem à frente de seus olhos.

Peter Laurence é um político autodidata, carismático e forte. Mas sua vida pública e privada parece estar se desmantelando – na verdade, está sendo destroçada por seus inimigos. Conforme revelações pessoais ganham força, ele se mostra imperturbável por culpa ou remorso, andando numa corda bamba entre a glória e a catástrofe, buscando firmar seus compromissos em meio a artimanhas para destruí-lo. Porém, eventos mostram o quão difícil é, tanto para um indivíduo quanto para um país, deixar o apssado para trás. Com inimigos tão pertos de casa, será que Peter pode superar seus próprios segredos para ganhar o prêmio final?

Helen McCrory, Iain De CaesteckerSidse Babett KnudsenSaskia ReevesSarah GreenePatricia HodgeOphelia LovibondKatie LeungOlivia Vinall e outros completam o elenco.

Roadkill ainda não tem data de estreia confirmada.

‘The Magic Order’: Olivia Cooke vai estrelar a nova série de fantasia da Netflix

Segundo o site The IlluminerdiOlivia Cooke (Jogador Nº 1) está bem perto de fechar negociações para estrelar a nova série da NetflixThe Magic Order, baseada nos quadrinhos homônimos de Mark Millar.

Cooke dará vida a Cordelia Moonstone, uma jovem mulher que ama beber e que é filha ilegítima de Leonard Moonstone, membro da Ordem Mágica e um dos personagens principais das HQs.

James WanLindsey Beer estão atados como produtores executivos.

Wan ficará responsável por dirigir o primeiro episódio, enquanto Beer entra como showrunner. Outras produções em desenvolvimento na plataforma que pertencem ao universo Millar incluem American Jesus‘Jupiter’s Legacy’EmpressHuck e outras.

A série é baseada nos quadrinhos homônimos assinados por Millar juntamente ao artista Olivier Coipel, e ganharam fama ao tornarem-se as HQs mais vendidas à época de sua estreia.

A história gira em torno de cinco famílias mágicas que protegem o mundo de forças das trevas. Cada uma tem diferentes métodos de cumprir a missão e podem até divergir entre si, mas todos concordam que, agora, uma ameaça desconhecida está acabando com eles, um a um.

Nenhuma outra informação sobre o show foi divulgada.

‘Monster’: Ryan Murphy está desenvolvendo minissérie para a Netflix focada no serial killer Jeffrey Dahmer

Segundo o DeadlineRyan Murphy já está trabalhando em seu próximo projeto para a Netflix. O prolífico realizador irá se reunir com seu frequente colaborador, Ian Brennan, para dar vida à minissérie Monster: The Jeffrey Dahmer Story’, que foca no icônico serial killer titular.

Richard Jenkins está atado para estrelar a produção, mas não como Dahmer. Carl Franklin entra como diretor ao lado de Janet Mock, a qual também fica responsável pelo roteiro.

As informações indicam que as gravações devem começar em janeiro de 2021, com Jenkins dando vida ao pai de Dahmer, Lionel. Ainda não se sabe quem viverá o assassino.

A série será contada da perspectiva da vítima de Jeffrey entre as décadas de 1960 e 1990 (momento no qual foi preso). O show também irá dramatizar a incompetência da força policial que trabalhava no caso, incluindo as vezes em que Dahmer foi apreendido pelos oficiais, mas foi solto pouco depois.

A série faz parte do acordo multimilionário de Murphy com a gigante do streaming – que já deu diversos frutos, incluindo The PoliticianHollywood e, mais recentemente, a série Ratched e a adaptação da clássica peça off-Broadway The Boys in the Band.