O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaminghoje,13 de novembro.
E se uma mensagem de texto aleatória levasse ao amor da sua vida? Lidando com a trágica perda de seu noivo, Mira Ray envia uma série de mensagens românticas para seu antigo número de celular… sem perceber que o número foi transferido para o novo telefone comercial de Rob Burns.
Jornalista, Rob é cativado pela honestidade nos belos textos confessionais. Quando ele é designado para escrever um perfil da estrela Celine Dion, ele pede a ajuda dela para descobrir como conhecer Mira pessoalmente… e conquistar seu coração.
O cinema é a luz que ilumina os nossos tempos, o passado e o futuro. Pensando em dividir com você leitor, dicas e curiosidades de inúmeros cinéfilos espalhados por nosso país, criamos essa coluna semanal onde convidamos amantes da sétima arte que trabalham ou não com cinema.
Hoje conversaremos com um artista completo do audiovisual. O cinéfilo, cineasta, jornalista, escritor, ator e cantor, formado em Comunicação – Rádio & Televisão, Lufe Steffen. Já dirigiu 10 curtas-metragens ficcionais e 2 longas documentais, os premiadosSão Paulo em Hi-Fi (2016) e A Volta da Pauliceia Desvairada (2012), ambos sobre a noite LGBT paulistana. Curador e produtor de algumas mostras audiovisuais, atualmente ministra oficinas de cinema e mantém o canal Naftalufe, no YouTube além de acabar de rodar seu primeiro longa de ficção, o musical queer ambientado nos anos 80 Nós Somos o Amanhã.
1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.
CineSesc, tanto em termos de programação como de tudo, localização, instalações, a sala em si, tela, o café, tudo. É um recanto, um refúgio, um oásis. A programação costuma ter retrospectivas de grandes cineastas. Aí então vira uma apoteose, é maravilhoso acompanhar essas retrospectivas lá. Nos anos mais recentes tivemos do Visconti, Milos Forman, e o Fellini este ano infelizmente foi interrompido pela pandemia.
2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.
Xanadu, de 1980. Assisti no cinema quando era muito pequeno, mal podia acompanhar as legendas, mas até hoje lembro desse impacto.
3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?
Difícil rs! Tenho vários diretores favoritos… vou escolher um mas só porque tenho que escolher: Pedro Almodóvar e o filme é Má Educação.
4) Qual seu filme nacional favorito e por quê?
Também aqui teria de escolher vários, eu poderia citar uns 50 filmes brasileiros que são meus preferidos. Então tomo a liberdade de escolher 3: Bye Bye Brasil do Cacá Diegues, considero um retrato brilhante do Brasil e suas contradições, e permanece atual; Onda Nova, de Ícaro Martins e Zé Antônio Garcia, também um retrato, mas da juventude dos anos 80, e está super atual, moderno; e Anjos da Noite, de Wilson Barros, um filme moderno e ousado em sua linguagem, que vem sendo redescoberto.
5) O que é ser cinéfilo para você?
É viver em função do cinema, balizar a vida a partir disso.
6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?
Complicado responder isso rs! Eu teria de conhecer melhor as pessoas que fazem a programação, e conheço poucas. As que conheço, sim, entendem.
7) Algum dia as salas de cinema vão acabar?
Espero que não. Se depender de mim, não vão, pois continuarei frequentando enquanto existirem.
8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.
Vou indicar 2 filmes de terror do diretor Carlos Hugo Christensen: Enigma para Demônios de 1974 e A Mulher do Desejo de 1975. São excelentes obras do terror nacional pouco lembradas hoje.
9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?
Não sei… É complicado. O ideal seria esperar a vacina. Por outro lado, se abrirem e os tais protocolos forem respeitados, tudo bem. No fim, a decisão cabe ao espectador: ir ou não ir.
10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?
Acredito que tem muita coisa legal, tecnicamente a qualidade sempre cresce e melhora, isso deixou de ser um problema no cinema brasileiro. O que sinto falta é de mais variedade e ecletismo nas propostas e linguagens. Aí é uma questão de gosto meu. Sinto que muitos filmes se parecem entre si, existem estilos e padrões e os filmes acabam se encaixando em algum deles. Sinto que está faltando ousadia, atrevimento e despudor.
11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.
Gosto muito da Gilda Nomacce, atriz que faz muita coisa no cinema, é sempre bom vê-la em ação.
12) Defina cinema com uma frase.
Poção mágica.
13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.
O que mais me lembro é das ocasiões em que o público aplaudiu, às vezes de pé, o filme no final. Quando isso acontece é sempre arrebatador e emocionante, me lembro da sessão de Hair no CineSesc em 2018, que teve isso, por exemplo.
Nunca vi esse filme rs… Uma falha no meu currículo.
15) Qual pior filme que você viu na vida?
Não sei responder essa pergunta, porque acho que quase todo filme sempre tem algo de bom, algo sempre se salva. E além disso, a memória guarda os filmes que gostei, que vejo, revejo. Os filmes que não gostei, acabo esquecendo!
Já faz um tempo que assistir a um filme em uma sala de cinema se tornou uma tarefa mais difícil do que os obstáculos enfrentados por Indiana Jones ou Ethan Hunt em suas respectivas franquias. Mesmo com as mensagens de conscientização para desligar os aparelhos celulares, parte do público parece nem prestar a atenção e fica mexendo nesse aparelho eletrônico durante boa parte da projeção. Mas quem dera fosse só isso!
Antigamente, existiam os famosos ‘lanterninhas’, profissionais da equipe do cinema que ajudava a manter a ordem durante uma sessão – muitas vezes pegando de surpresa espectadores que não sabem se comportar em um espaço público! Como era bom ver esse fantástico profissional da experiência cinematográfica apontando a luz pra quem desrespeitava uma sessão – em alguns casos, até chamava a pessoa responsável pela gerência!
Foto de lanterninhas do cinema São Luiz, na década de 1950. Foto: Reprodução – Facebook ‘GuarAntiga’, postada em 19 de outubro de 2019
Parece que o tempo foi passando e as salas de cinema, ávidas para enxugar custos, tiraram da folha salarial esse personagem fundamental para o bom uso do sala. Hoje, você entra em uma sala de cinema, e se acontece algum problema de projeção, o jeito é gritar para ver se alguém – em algum lugar – escuta e resolve a questão. Já em relação às pessoas mal-educadas, a situação chega até mesmo às vias de fato, transformando um momento que era para ser de lazer em um ringue de absurdos ditos.
Com o avanço dos streamings – algo que só tende a crescer – e as salas de cinema passando por pequenos altos e muitos baixos, a incógnita de entrar em uma sala de cinema hoje parece ser uma questão que muitas pessoas levam em consideração. Tirando festivais de cinema, ou algum evento especial, ir até esses lugares que tanto amamos pode acabar se tornando uma grande dor de cabeça.
Fora os chutes na coitada da cadeira da frente, os atrasos recorrentes de espectadores que ligam a lanterna do celular com o filme já em andamento – deveria haver, no máximo, 10 minutos de tolerância para qualquer atraso! – e as já conhecidas conversinhas de grupos de amigos que vão para uma sala de cinema achando que estão em um parque de diversões.
Que falta faz a função de lanterninha. Fico me perguntando até onde vai nossa paciência quando nos deparamos com algumas das situações mencionadas. Assistir a um filme que queremos, no lugar onde ele deve ser visto – uma sala de cinema –, virou tarefa árdua e sujeita à surpresas não muito agradáveis.
Mas, diz aí: vocês também já passaram por perrengues em uma sala de cinema? Queremos saber!
Os fãs de cinema, entusiastas, aficionados e cinéfilos de plantão adoram saber sobre uma boa história de bastidores no mundo da sétima arte. Afinal, a produção de um filme é parte essencial do que vemos em tela como resultado. É praticamente impossível trabalhar com jornalismo de entretenimento e não estar a par do que acontece na confecção de uma obra, ou num set de filmagem. Mudanças de atores e diretores, problemas com locações, brigas, excentricidades de astros e todo tipo de imprevisto pode ocorrer, afinal estamos falando de muitas pessoas envolvidas trabalhando para um mesmo fim, e muito dinheiro gasto visando ser recuperado – ou duplicado, triplicado e quadruplicado.
Assim, ao longo da história da sétima arte o que todos esperam é uma produção tranquila de um filme. Bem, isso às vezes pode ser muito chato. E nem sempre é o que acontece. Quando falamos em Hollywood, espera-se um ambiente contido onde tudo funcione de forma minuciosa e cronometrada como um relógio. Nem sempre é assim também. Aqui iremos abordar uma das produções mais desastrosas do cinema de todos os tempos – que de tão catastrófica conseguiu se manter quase escondida nas sombras durante quatro décadas. Em seu quadragésimo ano de aniversário, diversos especialistas começam a jogar luz nela. E é o que iremos fazer aqui também, apresentando o malfadado Roar para você abaixo. Confira.
Roar é um filme de suspense, aventura e terror sobre uma família colocada em perigo na África, ao ficar à mercê de inúmeros leões, tigres e todo tipo de felino de grande porte. O longa ganhou novos ares de popularidade graças à Netflix e ao seu seriado documental A Máfia dos Tigres lançado em 2020, sobre um tratador de grandes felinos exótico e seu zoológico “clandestino”. Perto do que vemos em Roar, o apresentado em A Máfia dos Tigres (Tiger King) se mostra fichinha, no entanto.
A ideia para o filme nasceu de um projeto apaixonado do produtor Noel Marshall, que possui no currículo como obra mais famosa a produção de O Exorcista (1973), clássico atemporal da sétima arte e um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Marshall era casado com a estrela de Hollywood Tippi Hedren, mais conhecida por ser a musa de Alfred Hitchcock no sucesso Os Pássaros(1963) e no menos badalado Marnie – Confissões de uma Ladra (1964), no qual fez par com Sean Connery. De fato, o que veríamos em tela em Roaré muito semelhante à Os Pássaros, trocando as pequenas criaturas aladas por um bando de felinos sanguinários gigantescos.
Marshall e Hedren se tornaram amantes da natureza e do meio ambiente. Defensores dos animais, o casal adorava sair em safari explorando o habitat de seres exóticos. Numa destas muitas aventuras, o produtor bolou uma história para seu novo filme: uma família de naturalistas e defensores dos animais se tornando alvo dos próprios bichos que visam defender. A proposta era mostrar o quão nocivo pode ser para um animal deste porte viver confinado ou em ambientes não propícios. Uma das fontes de inspiração foi o clássico A História de Elsa(Born Free), de 1966, sobre um casal de ecologistas criando um filhote de leoa após ela ter perdido os pais para caçadores.
O curioso em tudo isso, é que o casal Marshall e Hedren fizeram na vida real exatamente o que seu filme visava criticar. Com a estrela e esposa embarcando na onda do marido, iniciava-se a epopeia deRoar. O casal levou a proposta para diversos estúdios e todos prontamente apontaram o quão insana era ideia, já que seria necessário filmar com muitos animais de verdade, numa época em que nem se sonhava ter efeitos de computadores. O risco era simplesmente grande demais para todos. Assim, sem ninguém embarcar em sua loucura, o casal investiu do próprio bolso seu dinheiro e muito tempo foi gasto nesta produção. Como primeiro passo, a dupla construiu um zoológico miniatura em sua casa, recriando o ambiente da África e numa manobra fora da lei e incorreta, criaram no local diversos bebês de leões, tigres e felinos para que estes se acostumassem com eles desde a infância.
Na empreitada, para conseguirem o dinheiro da produção, venderam quatro de suas casas e até mesmo itens raros, como o casaco de Tippi Hedren usado por ela em Os Pássaros e dado de presente pelo diretor Alfred Hitchcock. Foram anos gastos apenas na pré-produção do longa. Você já imaginou construir um zoológico na sua casa para abrigar filhotes, espera-los crescer para assim usa-los em seu filme? Das duas uma, ou era muita paixão do casal acreditando que este seria a obra definitiva sobre animais no cinema, ou eles estavam simplesmente muito loucos.
Marshall e Hedren enfim conseguiram levantar US$17 milhões para o orçamento da produção, o que era uma verdadeira fortuna para a época. É preciso levar em conta que isso era 1981, há quarenta anos. A trama não é das mais complexas, mas a proposta era por filmar tudo com um ar bem de documentário mesmo. Meta atingida pelo produtor. A sensação que dá ao assistirmos Roar é a de estar vendo as infames fitas Faces da Morte, onde sentimos que a qualquer momento algo sairá muito errado e possivelmente veremos a morte de um ator capturada pelas câmeras. Felizmente, mas por muito pouco, nenhum ator ou qualquer membro da equipe perdeu sua vida. Mas muitos ficaram severamente feridos, vislumbrando de perto a morte. De fato, em inúmeras entrevistas mais recentes, a estrela do filme, Tippi Hedren, confessa não saber como alguém não terminou a produção morto. Dá para sentir o drama né?
Maluco de plantão! Produtor, diretor e protagonista, Noel Marshall dá um “beijinho” num grande felino.
Noel Marshall pulava da produção para a direção no comando da obra. Afinal, esse filme não poderia ser mais seu. Além de produzir e dirigir, Marshall também estrelava na pele do defensor dos animais Hank, já que nenhum outro ator seria louco o suficiente de querer protagonizar aqui. Seu personagem é um sujeito dedicado a cuidar de grandes leões e tigres em sua propriedade rural na África. Com a chegada de sua família no local, é que as coisas saem verdadeiramente dos trilhos. Na frente e atrás das câmeras. Para começar, Marshall utilizou sua verdadeira família como atores desta história. Assim, seus filhos de um casamento prévio, Jerry e John Marshall concordaram em aparecer como coadjuvantes em Roar, nos papeis de seus filhos Jerry e John.
Mas o chamariz da prole do casal em tela era Melanie Griffith, atriz veterana indicada ao Oscar (Uma Secretária de Futuro), então uma menina de 19 aninhos em início de carreira. Melanie, é claro, é filha de Tippi Hedren na vida real com o também ator Peter Griffith e enteada então de Noel Marshall. No filme ela vive… você adivinhou, Melanie, a filha do casal.
“Mãe, tira esse leão de cima de mim!”. Tippi Hedren acode a filha Melanie Griffith tirando um leão real de cima da moça.
O que aconteceu em Roar foi basicamente o seguinte: se a descrição dos bastidores até agora no texto soa caótico, com atores arriscando suas vidas na companhia de dezenas de grandes felinos de centenas de quilos, bem, essa previsão de caos realmente se concretizou. As filmagens do longa demoraram nada menos do que cinco anos para serem realizadas. Isso deve ser alguma espécie de recorde. Tudo porque vira e mexe algum membro do elenco ou da produção era atacado ou ferido por um dos animais selvagens no set durante as gravações. O fotógrafo Jan de Bont – que depois partiria para se tornar um diretor conhecido no ramo ao comandar obras como Velocidade Máxima (1994) e Twister (1996) – teve seu couro cabeludo removido por um dos leões após uma patada na cabeça, precisando de mais de 200 pontos para recolocar seu “escalpo” no lugar. Marshall sofria severos ferimentos na mão e braço e quase correu o risco de amputá-lo. E por fim, Melanie teve o rosto ferido precisando de uma rápida cirurgia plástica para a reconstrução facial. É de se admirar que a produção – criada quase em estilo mambembe – não tenha sido interditada por autoridades.
A imagem dos ferimentos eram usadas para a divulgação do filme. Aqui, Jan de Bont quase “perde a cabeça”.
Além do risco de vida constante dos membros da produção, os animais também sofreram, com alguns precisando ser abatidos. Atualmente, instituições como a PETA jamais deixariam uma obra como esta correr solta desta forma. Fora isso, o destino não ajudou, providenciando enchentes e incêndios nos cenários, que só contribuíram para o adiamento constante do filme. No fim das contas, quando Roar finalmente pôde ser lançado, aconteceu o que muitos podem imaginar, o longa foi solenemente ignorado. A verdade é que Roar sequer foi lançado nos EUA, segundo a atriz Tippi Hedren devido a executivos gananciosos que queriam ficar com parte dos lucros, dinheiro que o casal visava reverter para instituições que cuidam deste tipo de animais selvagens.
Roar foi lançado em países como a Austrália, a Alemanha, Espanha, Dinamarca, Holanda e outros países da Europa, mas viveu para se tornar um dos maiores fracassos da história do cinema, recuperando em seu orçamento de US$17 milhões, apenas US$2 milhões em sua estadia nas telonas. Ou seja, todo o esforço, o tempo e dinheiro num “projeto dos sonhos” audacioso haviam sido em vão. Hedren e Marshall se separaram logo no ano seguinte do lançamento, em 1982. E Melanie Griffith afirma nunca ter se dado bem com o padrasto, ficando sem falar com ele por 23 anos.
Verdade ou ficção? Melanie Griffith exibe o rosto ensanguentado no cartaz de ‘Roar’.
E assim Roarpermaneceu, escondido nas sombras durante todos esses anos como uma espécie de lenda urbana do cinema. Isso até o Alamo Drafthouse, uma das mais tradicionais redes de cinemas norte-americanas, finalmente se prontificar a exibirRoar pela primeira vez nas telonas dos EUA, em abril de 2015 – que marcaria a estreia da produção em solo americano. Isso gerou um burburinho que fez Roarressurgir como obra cult e por incrível que possa parecer, ter começado a cair no gosto dos críticos na atualidade. No agregador Rotten Tomatoes, por exemplo, o filme marca 71% de aprovação da imprensa especializada, garantindo uma nota favorável ao filme.
Noel Marshall, obviamente, nunca mais dirigiu um filme. O realizador viria a falecer em 2010 aos 79 anos. Tippi Hedren, ainda viva, é uma das grandes estrelas da era de ouro ainda por aqui em nosso plano. Um filme como Roar talvez nunca mais seja feito, porém, com o surgimento de documentários como A Máfia dos Tigres, seu realismo e coragem começam a ser mais apreciados.
Com a mudança de showrunners e a introdução de novos personagens, a 4ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘ promete ser bastante diferente do que o público vem acompanhando nos três primeiros anos. Scott Gimple, uma das mentes por trás da franquia, afirmou ao The Wrap que não é necessário ter assistido as antigas temporadas para acompanhar a próxima.
“Isso é algo absolutamente novo que os fãs podem começar a acompanhar, assim como o Morgan que será introduzido à história de ‘Fear the Walking Dead’.”
Ele continua, “Morgan não teve que assistir as três primeiras temporadas para entender o que está acontecendo… para acompanhar o que está acontecendo na 4ª temporada de ‘Fear the Walking Dead’, você não precisa assistir as temporadas anteriores.”
Gimple parece indicar que a próxima temporada da série servirá como uma espécie de reboot, reorganizando os elementos já apresentados e adicionando vários novos.
Originalmente intitulado The Maze, o longa é sobre seis estranhos que se encontram em uma situação além de seu controle e devem usar sua inteligência para sobreviver.
A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.
Em entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelski afirmou que está tendo dificuldades em desenvolver o roteiro da sequência ‘John Wick 4‘, revelando achar um desafio superar as cenas de ação dos filmes anteriores.
“Acredito que eu e o Dave [Leitch] estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação. Com o terceiro filme, senti que eu precisava amplificar a ação do segundo. Eu tive todas aquelas ideias, e o filme acabou se tornando uma ação frenética.”
Ele completa, “Há dias que eu penso sobre o roteiro do quarto filme e fico preocupado sobre como eu vou conseguir superar os anteriores. Eu não faço ideia, essa é a verdade. Mas eu pensei em diversas cenas legais para o próximo longa que serão diferentes e chocantes.”
Vale lembrar que ‘John Wick 4‘ está programado para ser lançado no dia 21 de maio de 2021.
O terceiro filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
A AMC divulgou novas imagens promocionais dos episódios extras da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘.
Confira:
A série retornará com episódios inéditos no dia 28 de fevereiro.
Confira a sinopse oficial de cada um dos vindouros episódios:
“Home Sweet Home” (Episódio 17): Maggie retornou com uma história que ela não está preparada para contar, mesmo quando o passado a alcança. A segurança do Negan está em risco. Daryl e Maggie enfrentam uma ameaça desconhecida.
“Find Me” (Episódio 18): Uma aventura do Daryl e da Carol se complica quando eles encontram uma velha cabana. O lugar faz o Daryl lembrar do passado, quando ele deixou o grupo após o desaparecimento do Rick, enquanto ele revive um tempo que apenas o apocalipse poderia manifestar.
“One More” (Episódio 19): Gabriel e Aaron procuram por comida e suprimentos para levar de volta para Alexandria. Pequenas tragédias ganham grandes proporções uma vez que a fé é destruída e o otimismo é fragmentado quando eles são colocados à prova.
“Splinter” (Episódio 20): Eugene, Ezekiel, Yumiko e a Princesa são capturados e separados. Princesa luta contra as memórias do seu passado traumático e tenta escapar a todo custo com a ajuda do Ezekiel.
“Diverged” (Episode 21): Daryl e Carol seguem caminhos separados. Cada um deles entra em seu próprio modo de sobrevivência e os desafios mais simples se tornam os mais complicados. Será que a jornada individual deles será o elemento necessário para consertar suas amizades ou a distância entre eles será permanente?
“Here’s Negan” (Episódio 22): Carol leva o Negan em uma jornada, na expectativa de abafar a tensão crescente. Negan reflete sobre os eventos que o levaram até esse ponto e chega a uma conclusão sobre o seu futuro.
Confira as imagens do episódio dirigido por Greg Nicotero:
A trama gira em torno de Niko Breckinridge (Sackhoff), uma astronauta que lidera uma equipe em uma missão para explorar a gênese de um artefato alienígena. Enquanto ela e sua jovem equipe investigam, eles enfrentam um perigo inimaginável no que poderia muito bem ser uma missão unidirecional.
Em entrevista ao Entertainment Tonight, KJ Apa (‘Enquanto Estivermos Juntos’) quebrou o silêncio sobre o cancelamento da série ‘Riverdale‘, revelando que será difícil se despedir da produção.
“É triste, sabe? Será muito difícil me despedir do Archie, de ‘Riverdale’, dos cenários e da nossa equipe. Nós criamos tantas memórias nessa série, tanto para nós, quanto para os fãs. Então, será difícil.”
Ele completa, “Acho que foi o tempo perfeito [para concluir a série]. Tudo o que é bom deve acabar. Eu estou me sentindo bem sobre isso.”
Vale lembrar que o ciclo final de ‘Riverdale‘ irá estrear apenas em 2023.
De acordo com o Deadline, a ABC cancelou oficialmente a comédia ‘The Goldbergs‘ após 10 temporadas.
Atualmente, essa é a comédia de maior longevidade da televisão norte-americana.
Vale destacar que a produção passou por diversos problemas nos bastidores, incluindo a demissão do ator Jeff Garlin, que deixou o elenco após diversas diversas queixas de conduta inapropriada.
O ator havia sido dispensado antes da finalização das gravações do nono ciclo. Para preencher sua ausência nos episódios restantes, os produtores usaram diálogos pré-gravados e um dublê de corpo, com o rosto de Garlin sendo adicionado durante o processo de pós-produção.
O episódio final da série está programado para estrear em maio.
A série foi criada por Adam F. Goldberg, e baseia-se a partir de memórias de sua própria infância.
A trama mostra a realidade dos anos 80 através dos olhos de um pré-adolescente. O patriarca da família é o rabugento Murray, casado com a super protetora Beverly. Seus dois filhos mais velhos são Erica e Barry. O filho mais novo, Adam, documenta sua vida familiar com sua câmera de vídeo. O pai de Beverly, Albert “Pops” Solomon, está sempre por perto para dar conselhos ou ajudar seus netos (geralmente sem sua filha saber).
A Imagem Filmes divulgou o novo clipe de ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo‘.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de janeiro.
Inspirado na obra de Mauricio de Sousa, com direção de Maurício Eça (‘Maníaco do Parque: A História Não Contada’).
O filme de suspense começa no primeiro dia de aula do Ensino Médio da turma do bairro do Limoeiro. Na trama, Milena (Carol Roberto), Cascão (Theo Salomão), Magali (Bianca Paiva), Mônica (Sophia Valverde) e Cebola (Xande Valois) descobrem que o Museu do Limoeiro será leiloado e partem para uma missão cheia de ação e aventura para salvá-lo.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 13 de outubro.
Baseada no livro ‘The Never Game‘, escrito por Jeffery Deaver, a trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.
Além de estrelar, Hartley também serve como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).
A arte é basicamente a mesma que a norte-americana, mas, além da adição de um fundo branco, o pôster também inverte do destaque do elenco: os personagens novos assumem a liderança enquanto os veteranos, Julie James (Jennifer Love Hewitt) e Ray Bronson (Freddie Prinze Jr.), foram jogados para o fundo.
Confira as duas artes e compare:
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.
Juntam-se ao elenco novos nomes como Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).
“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.
A direção do novo filme está a cargo de Jennifer Kaytin Robinson, com o roteiro assinado por Leah McKendrick.
O próximo ciclo será lançado no serviço de streaming no dia 2 de abril.
Nos novos episódios…
“Kitty Song Covey retorna para seu último ano na KISS com o ano perfeito planejado. Ela vai criar memórias inesquecíveis com seus amigos, estreitar os laços com seus familiares na Coreia e tomar grandes decisões sobre seu futuro. E vai definir seu relacionamento com Min Ho. Desta vez, para valer. Mas quando revelações inesperadas atrapalham seus planos e seus relacionamentos, Kitty terá que aprender a lidar com o inesperado.”
A série acompanha a adolescente – uma autodeclarada expert no amor – que acaba viajando para fora do país para reencontrar o seu amado. No entanto, quando ela se muda para o outro lado do mundo para se reunir com seu namorado de longa distância, ela logo perceberá que os relacionamentos são muito mais complicados quando o seu próprio coração está em jogo.
Jenny Han, autora da saga literária que inspirou os filmes, entra como co-showrunner ao lado de Sacha Rothchild, cujos créditos profissionais incluem as séries ‘GLOW‘ e ‘O Clube das Babás‘.
A jovem atriz Sasha Lane, de ‘Docinho da América’, é a mais nova colega de elenco de Alicia Vikander e Armie Hammer no thriller ‘Freakshit’.
Dirigido e co-escrito por Ben Wheatley (‘Free Fire’) e sua esposa, Amy Jump, a produção tem estado em desenvolvimento desde 2012 e quase chegou a ver a luz do projetor poucos anos depois, até que os projetos de ‘High-Rise’ e ‘Free Fire’ surgiram no caminho.
O conceito do filme envolve um mundo onde criaturas surgem à noite e aterrorizam os cidadãos. Isso leva a criação do Freakshit, um grupo organizado pelo governo, formado por caçadores de emoção, que estão mais do que alegres por poder se aventurar à noite pelo “dever, esporte e dinheiro”. Segundo o diretor Wheatley, o thriller é a série ‘Hill Street Blues’ versus o filme ‘Monstros’.
Na produção, Hammer interpretará o interesse amoroso de Vikander. Já o papel de Lane foi especificado ainda.
Embora esteja diretamente vinculado ao universo de ‘Star Trek’, o astro Karl Urban admitiu que ainda não teve a oportunidade de assistir o mais novo arco da saga, a série ‘Star Trek Discovery’.
Em uma entrevista recente, o intérprete de Leonard McCoy na franquia de filmes comentou seu entusiasmo para conferir, mediante todas as avaliações positivas da produção original da Netflix.
Disse:
“Ainda não vi, mas estou muito ansioso para fazer isso. Eu ouvi coisas maravilhosas sobre a série e sabe, eu creio que ali há elementos que oferecem à ‘Star Trek’ uma perspectiva nova e eu penso que esse o objetivo que os produtores e desenvolvedores da saga de filme devem lutar para alcançar”.
O reboot de ‘Hellboy‘ é o grande destaque da futura edição da revista britânica Empire. Estampando a capa da publicação, o herói aparece com chamas atrás de si.
Confira:
A nova versão do filme estava sendo vendida como “sombria e sangrenta”, mas o trailer entregou basicamente uma comédia. Obviamente, a internet não perdoou!
Confira as reações:
eu revi o trailer de hellboy e lembrei de esquadrão suicida eerrrr
O trailer de #Hellboy consegue a façanha de ja causar raiva so pela trilha sonora. WTF. Ele une as tribos. Os que gostavam dos filmes do Del Toro e dos que gostam dos quadrinhos, ta todo mundo unido nesse ódio.
Saiu o trailer do novo “Hellboy”. E…. QUE LIXO! Virou comédia boba com efeitos especiais sem personalidade e piadas manjadas. Mataram tudo que Guillermo Del Toro criou. Extremamente decepcionado. https://t.co/JLDLURcgcnpic.twitter.com/zyCBT1Bv9d
Independente de ideologias ou percepções políticas, é inegável e irrefutável o papel que Sérgio Vieira de Mello teve para muito além das fronteiras cariocas. Como um diplomata da ONU, ele foi responsável por um extenso trabalho na área de Direitos Humanos, ajudando a conduzir a transição de governos em regiões de conflitos armados, sendo a ponte entre os gestores e seu povo. Funcionário da organização desde 1969, seu trabalho naturalmente ganhou os holofotes, repercutiu positiva e negativamente ao redor do mundo e mais uma vez chega às telonas em Sérgio, cinebiografia homônima que novamente traz o cineasta Greg Barker de volta à temática.
Existe uma admiração particular que exala da nova produção original da Netflix. Barker não é estranho em se tratando da narrativa que conta e em 2009, também no Festival de Sundance, lançou o documentário intitulado Sérgio. Percorrendo a jornada do diplomata até a sua inesperada morte, em virtude de um atentado à base da ONU em Bagdá, o material não ficcional é um relato categórico sobre o homem e sua imperscrutável relação com seu trabalho. E aqui, repetindo a trama que já conhece muito bem, ele faz da cinebiografia uma forma de aproximar um tipo de audiência diferente daquela apaixonada por obras documentais. Recontando os suspiros finais do personagem homônimo, a dramatização dessa figura pública traz a doçura e delicadeza de alguém que – particularmente – é apaixonado pela história que conta.
E na cinebiografia, Wagner Moura assume as feições de Sérgio. Sem os traços físicos semelhantes, ele faz da sua caracterização artística como o elo de conexão entre a audiência e a figura que ele relata. Trazendo uma atuação diferenciada de seus principais trabalhos, ele faz da cinebiografia uma nova maneira de se apresentar ao público, mostrando facetas diferenciadas, uma sutileza em seu olhar e um sorriso que cativa de forma que ainda não tínhamos visto em suas performances. Sensível e com o corpo bem mais esguio, ele tenta garantir um aspecto mais envelhecido para viver os dias finais de Vieira de Mello e ainda que fisicamente não consiga, sua emocional entrega ao personagem fazem do seu trabalho um deleite para audiência. Diante da sua visão do Sérgio, quase nos esquecemos do seu Capitão Nascimento e Pablo Escobar.
A produção ainda ganha um fator ainda mais cativante, que se revela no baile dado por Ana de Armas em sua atuação como a esposa de Sérgio. Com os cabelos loiros e uma delicadeza natural dela mesma, a atriz não cansa de nos surpreender e rapidamente nos lembra porque não apenas fora recentemente indicada ao Globo de Ouro por Entre Facas e Segredos, mas porque também promete ser uma das grandes atrizes dos próximos anos. Vulnerável em praticamente todas as cenas, ela ainda faz um contraponto com a bravura de ser a mulher que decidiu se expor às condições mais adversas, por admiração pelo trabalho do esposo e por também amar servir algumas das regiões mais perigosas do mundo. E sua personificação de Carolina é o que nos vidra no filme, com Armas sempre roubando as atenções – mais uma vez – sem cerimônias.
Com uma direção poética que explora a percepção que Sérgio tinha sobre o mundo e os contextos que o cercavam, a cinebiografia sabe usar a luz natural a seu favor em todo tempo. Absorvendo a natureza para a sua fotografia, o filme ainda consegue promover pequenas experiências sinestésicas, ao trazer Moura desfrutando dos raios solares que atravessam as folhagens de uma mata fechada ou se banhando na Praia do Arpoador. E fazendo uma quase carta de amor ao diplomata e sua esposa, Sérgio é um longa que muitas vezes troca os diálogos por olhares mais profundos e de quebra ainda consegue deixar a audiência sem palavras.
A 6ª temporada de popular série ‘Vikings‘ já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. O último ciclo da produção teve sua estreia na grade de programação nesta sexta-feira (31).
Na temporada final, Bjorn é o rei de Kattegat, Ivar se torna um fugitivo na Rússia, e Lagertha planeja uma aposentadoria tranquila no campo.
Assista ao trailer:
A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.
Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.
A comédia dramática francesa ‘A Origem do Mundo‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta terça-feira (11) na grade de programação.
Na trama, depois que o coração de Jean-Louis para de bater, ele precisa encarar suas questões edipianas e fazer uma pergunta impensável à mãe ou morrer em três dias.
O ator Ryan Kwanten esteve no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, durante a Rio2C (Rio Creative Conferente) para divulgar a série The Oath, que estreou na última sexta-feira na plataforma de streaming Crackle. Na entrevista, realizada pela jornalista Karolen Passos, ele contou se voltaria ou não para um revival de True Blood, produção em que deu vida ao personagem Jason Stackhouse, que completa dez anos de sua estreia, em setembro deste ano.
“Se fizessem True Blood depois de dez anos? Sim. Quando a HBO liga, eu precisaria ser um ator mais corajoso para dizer não”, disse o australiano.
E aí, será que com a série completando uma década o telespectador pode esperar uma reunião e quem sabe, um anúncio de uma oitava temporada (revival)? Quem não gostaria de ver Sookie (Anna Paquin), Eric (Alexander Skarsgård), Bill (Stephen Moyer), Jason, entre outros, de volta?
Quando questionado se ele gostaria de ver uma sequência ou um remake de Crocodilo Dundee, e se sentia vontade de atuar no mesmo, devido ao comercial feito no SuperBowl que fez todo mundo acreditar por um segundo que era um trailer real, respondeu:
“Bem, com certeza não seria a moça do ping pong. Quer saber, às vezes é bom deixar as coisas quietas. Esse é um filme clássico! Não vejo faz tempo, estou curioso para saber se ainda se mantém. Mas sei que foi um dos filmes que colocou a Austrália no mapa (…)”
Kwanten também comentou sobre como se preparou para viver o protagonista de The Oath e como foi trabalhar com Sean Bean. Confira:
O ator Wesley Snipes, famoso pela série de filmes ‘Blade: O Caçador de Vampiros’, quase estrelou uma adaptação de ‘Pantera Negra’ para os cinemas, lá nos anos 1990. Pelo menos foi o que o ator declarou em entrevista ao Hollywood Reporter.
Snipes revelou que o projeto nunca saiu do papel pois enfrentou muitas dificuldades. O ator estava no auge da carreira na época, já a Marvel, estava prestes a declarar falência, apesar disso, Snipes disse que não pensou duas vezes quando lhe ofereceram o papel principal.
“Pantera Negra conquistou minha atenção, ele era nobre e diferente dos esteriótipos apresentados sobre os africanos e a história da África. Tinha um significa cultural e era algo que as comunidades negra e branca nunca tinham visto antes.
É um personagem icônico, com o qual a maior parte do mundo não tem familiaridade e que as comunidades onde cresci adorariam. Nunca passou pela minha cabeça que o público não fosse gostar desse tipo de filme”
O ator contou que, após a aprovação de Stan Lee, ele entrou para o projeto, mas as dificuldades começaram. Desde o tom do filme, que nunca chegaram a um acordo, até a escolha do diretor e roteirista. A Columbia desejava que o longa se passasse durante o movimento dos direitos civis, em 1960.
“Contei para John [Singleton] sobre a minha visão para o filme, algo próximo dessa produção atual: toda a África seria essa sociedade avançada e escondida, protegida por um campo de força, o Vibranium, mas ele disse ‘não'”
Por conta de todas as desavenças, o projeto acabou sendo engavetado e Snipes logo assumiu o papel de outro herói, o Blade, e utilizou tudo que aprendeu para fazer o herói que desejava desde o início.
“Tanto o Pantera Negra quanto o Blade tinham nobreza e eram lutadores. Então pensei, se não podemos fazer o Rei de Wakanda, vamos fazer um vampiro negro”
Enquanto isso, ‘Pantera Negra’ está cada vez mais próximo e com a liberação do embargo para comentários nas redes sociais, as primeiras reações da produção começaram a emergir. Com o CinePOP não seria diferente, já assistimos ao novo filme da Marvel e o editor-chefe, Renato Marafon, fez um vídeo com as primeiras impressões do filme. Confira:
A crítica completa vai ao ar no dia 06 de fevereiro, às 15h!
Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.
Produzido pela Media Bridge (produtores de ‘Chacrinha – O Velho Guerreiro’), o longa será rodado em quatro semanas, em locações na comunidade Tavares Bastos, no Catete.
A trama, baseada em fatos reais, vai mostrar a história de Larissa (Bianca Comparato), uma policial militar recém-concursada, que acredita no projeto de pacificação através das UPPs e vê na instituição uma saída para a situação de violência de sua comunidade, além de um caminho para uma vida melhor. Empolgada com a nova empreitada e com a possibilidade de contribuir para a segurança da cidade, a recruta vê seu sonho virar pesadelo diante da realidade cotidiana na Unidade Pacificadora onde é alocada.
A HBO MAX pegou todos de surpresa na manhã deste sábado (2) ao confirmar que TODAS as quatro temporadas de Todo Mundo Odeia o Chris estreia no catálogo em Outubro, com dia a ser divulgado. Os 88 episódios poderão ser conferidos pelos assinantes sem a necessidade de pagar um valor adicional. Antes, a série estava no Amazon Prime Video.
A adição veio em boa hora porque Janeiro de 2021 parecia ser o mês em que a plataforma menos trouxe novidades para os assinantes. Lançada em 2005 pela Paramount e posteriormente adquirida pela CW, a série teve quatro temporadase, ao contrário do que algumas pessoas sugerem, fez sucesso nos Estados Unidos, porém nada comparado ao fenômeno que é no Brasil. A estreia do episódio piloto, por exemplo, registrou a terceira maior audiência da história da Paramount e manteve média de 4 milhões de espectadores. Já na CW, a audiência caiu, mas ainda assim se manteve relevante, com mais de 2 milhões de espectadores.
No Brasil, Todo Mundo Odeia o Chris foi adquirido pela Record em 2006 e desde então virou um espécie de “coringa” da emissora, já que sempre que é exibida, rende muita audiência, mais ou menos como era Chaves no SBT. Isso só comprova o sucesso da série no país.
E não é tão difícil de entender o porquê dela ter explodido aqui no Brasil: representatividade e humor cotidiano bem feito. De acordo com dados de 2019 recolhidos peloIBGE, 56,10% da população brasileira se declara negra. Inversamente proporcional a esse número, somos bombardeados com elencos majoritariamente brancos em filmes, séries e novela. Então, séries com atores negros ocupando papéis de protagonista causam muita identificação para mais da metade da população brasileira. Além disso, a série aborda problemas muito familiares ao cotidiano dos brasileiros, como o racismo, o bullying, as dificuldades financeiras e muitos personagens carismáticos que estão tentando se virar na vida.
Fora, claro, a qualidade incontestável da produção. A série é ridiculamente bem dirigida, tem um elenco que dá a vida em tela, faz uso de uma trilha sonora espetacular e conta com uma caracterização perfeita. Como ela se passa nos anos 1980, houve um empenho incrível em recriar a atmosfera, a ambientação oitentista, que é conseguida com cenários, figurinos, referências e situações típicas da década favorita do entretenimento americano. Tudo isso foi reconhecido com indicações ao Emmy, ao Globo de Ouro e pelas outras 16 premiações das quais Todo Mundo Odeia o Chris saiu vencedora.
Ambientada nos anos 1980, Todo Mundo Odeia o Chrisé baseada em casos reais da infância do humorista Chris Rock. Na trama, ele e sua família se mudam para Bed-Stuy (só doido vai), no Brooklyn, para começar uma nova vida. Lá, eles vivenciam as mais loucas e diversas experiências enquanto tentam viver normalmente.
As relações familiares são uma grande caixinha de surpresas. Muitas possuem aparência de estarem bem e equilibradas, quando, de repente, são surpreendidas por notícias alarmantes. Grande parte das pessoas, entretanto, tem uma boa interação com seus familiares, apesar de um conflito ou outro. Mas nem todos. Há aqueles que possuem segredos, que nem sempre são revelados ou que só passam a ser conhecidos quando há uma mudança drástica na estrutura do pequeno grupo. Indo por essa linha narrativa, chegou aos cinemas brasileiros o drama de mistério ‘Convidado de Honra’, do diretor Atom Egoyan.
O padre Greg (Luke Wilson) acaba de terminar uma missa dominical quando uma moça se aproxima e pede para lhe falar. É Veronica (Laysla De Oliveira), que busca realizar o último pedido de seu pai recém falecido: ele quer ser velado na igreja em que o padre Greg prega. Confuso, o homem tenta entender aquele inusitado pedido, posto que Jim (David Thewlis) nunca frequentara sua congregação. Numa tentativa de conhecer melhor a alma do homem cujo último desejo lhe traz tamanho desafio, o padre começa a conversar com Veronica, filha de Jim, que aos poucos vai desenrolando o fio do novelo misterioso que fora a vida de seu falecido pai – e também a sua.
Construído numa atmosfera de mistério – inserido dentro de um núcleo familiar aparentemente comum e perfeito, mas que, no fundo, está esfacelado e ruindo –, ‘Convidado de Honra’ alterna o protagonismo de seu enredo à medida em que a história vai evoluindo – ora temos a filha falando sobre o pai, e sobre o quanto ela pouco o conhecia; ora temos as memórias desta de quando o pai a visitava na prisão, trazendo informações que ajudam a encaixar as peças do quebra-cabeças sigiloso que fora a vida de Veronica, uma professora de música que tinha tudo para ser perfeita, mas que acabara inesperadamente atrás das grades.
Escrito e dirigido por Atom Egoyan (do instigante ‘O Preço da Traição’, com Julianne Moore e Amanda Seyfried), o roteiro de ‘Convidado de Honra’ flana entre o drama humano de indivíduos da classe média que não souberam lidar com a culpa e o leve mistério que contrabalanceia a trama para compor o cenário em ruínas da relação parental. Quem entrar na sala de cinema esperando mais desse segundo aspecto poderá sair um pouco insatisfeito, pois a construção da ambientação da dúvida é um bocado subliminar, propondo que nem os personagens nem o espectador consigam de fato submergir no mundo interno dos protagonistas.
Ainda assim, há qualquer coisa de hipnotizante em ‘Convidado de Honra’, em ver pessoas comuns, sem brilho, se desfazendo diante do cotidiano. O personagem Jim – um inspetor sanitário bem parecido com o Lineu de ‘A Grande Família’ – é desses sujeitos solitários que instiga a pena no espectador, e nos faz pensar na grande quantidade de homens iguaizinhos a ele que vivem sozinho sem se expressar interpessoalmente. Talvez o grande mistério do filme não esteja no filme em si, mas no quanto não sabemos nada nem mesmo das pessoas que nos estão mais próximas.
‘Capitã Marvel’ já estreou nos cinemas e um dos momentos mais surpreendentes do longa ocorre justamente com o gato da heroína, Goose.
SPOILERS A PARTIR DESSE PONTO
Assim como nos quadrinhos, a revelação do fato de Goose ser um alien Flerken quando o gato utiliza seus tentáculos para salvar Nick Fury. É nesse momento que temos um vislumbre de como é o visual de um Flerken.
Isso ocorre de modo similar a esse desenho icônico dos quadrinhos:
Bacana, não?
Recentemente, em reposta ao sucesso do longa nos cinemas, o presidente da Disney,Bob Iger, se pronunciou por meio de sua conta oficial do Twitter, dizendo estar orgulhoso da produção.
O CEO ainda aproveitou para parabenizar os astros Brie Larson e Samuel L. Jackson.
Sem ser filme de super-herói, o filme conquistou a sétima maior abertura mundial da história, na frente de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 450 milhões).
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
A décima temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou duas novas imagens trazendo em foco Rosita (Christian Serratos), sua filha Socorro, e Eugene (Josh McDermitt).
Veja:
Confira a sinopse e o trailer:
Alguns meses após o fim da 9ª temporada, o nosso grupo de sobreviventes tentou cruzar a fronteira para o território dos Sussurradores durante o inverno. As comunidades ainda estão lidando com os efeitos da exibição de poder de Alpha, relutantemente respeitando as novas fronteiras impostas a eles, enquanto se organizam em uma força de milícia, se preparando para uma batalha que pode ser inevitável.
Mas os Sussurradores são uma ameaça maior do que qualquer coisa que eles já conheceram. Apoiados por uma força massiva de mortos, os Sussurradores apresentam uma luta que os sobreviventes não conseguem vencer. A questão do que fazer e o medo que isto causa afeta a comunidade, deixando a paranoia e os segredos crescerem, em um conflito interno que testará os indivíduos como uma sociedade. A própria ideia de que a civilização pode sobreviver em um mundo cheio de mortos começa a ser questionada.
A atriz Danai Gurira confirmou que deixará o elenco de ‘The Walking Dead’ após a 10ª temporada, e foi aplaudida pelo público da San Diego Comic-Con.
“Eu posso confirmar que esta é a última temporada que eu estarei no incrível programa de TV como Michonne”, disse Gurira, com os olhos cheios de lágrimas. “Eu gostaria apenas de dizer que esta tem sido uma das mais puras alegrias da minha vida, interpretar essa personagem e estar entre essas pessoas e entre todos vocês. Estou muito, muito grata pela experiência que tive de maneiras que nem posso expressar agora. Meu coração ficará com a série”, afirmou.
Angela Kang retorna como showrunner do próximo ciclo.
As gravações de ‘O Esquadrão Suicida‘ já começaram e, agora, um novo vídeo de bastidores foi divulgado nas redes sociais trazendo Margot Robbie como Arlequina.
Em entrevista ao ComicBook.com, Robbie falou sobre a nova adaptação e revelou que a trama terá forte ligação com o material de origem.
“Eu posso dizer que vai ser incrível. É muito interessante ver o que diferentes cineastas conseguem fazer com Gotham e com esses personagens. Estou fascinada pelo o que James Gunn acha interessante na Arlequina em comparação com a visão da Cathy Yan [diretora de ‘Aves de Rapina’] e do David Ayer [do primeiro ‘Esquadrão Suicida’].”
Ela completa, “James é apaixonado pelos quadrinhos, então o novo filme terá uma ligação forte com o material de origem, o que é importante para mim. Vocês poderão ver um novo lado da Arlequina em ‘O Esquadrão Suicida’. É interessante.”
A Netflix divulgou um novo vídeo promocional da comédia musical ‘Festival Eurovision da Canção’, que traz os melhores momentos de Rachel McAdams na produção.
A história gira em torno de uma dupla de aspirantes a músicos islandeses, Lars Erickssong e Sigrit Ericksdottir (Ferrell e McAdams), que têm a oportunidade de uma vida ao serem convidados a representar seu país no anual evento Eurovision – a maior competição de música do mundo.
O elenco também é formado por Pierce Brosnan, Demi Lovato, Dan Stevens, Natasia Demetriou e Jamie Demetriou.
A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX. A adaptação é supervisionada pela icônica Shonda Rhimes, partindo do contrato que assinou com a plataforma de streaming em 2017.
Em mais uma empreitada original, a Netflix apostou suas fichas em uma série sobrenatural e repleta de magia intitulada ‘Sombra e Ossos’. Inspirada na saga assinada por Leigh Bardugo, a narrativa é ambientada em um continente dividido em dois – Ravka e Kerch, dois territórios divididos por uma misteriosa Dobra (um amontoado de nuvens negras intransponíveis habitadas por criaturas voadoras mortais que não distinguem soldados de civis).
Guiado por um barril de pólvora que prenuncia uma guerra civil, existem dois tipos de humanos que habitam esse universo: os Grisha, que possuem a habilidade de manusear os elementos naturais (ar, fogo, terra, água, sangue) ou de alterar a realidade (como os Artesãos); e os mortais, que não foram presenteados com tais habilidades.
No centro de tudo isso, existe uma jovem garota cartógrafa chamada Alina Starkov; sem pais e nunca tendo sentido que pertenceu a algum lugar, ela tem um melhor amigo chamado Malyen Oretsev, com quem frequentou o orfanato até a maioridade e tentar fazer algo de sua vida. Entretanto, as coisas mudam totalmente de caminho quando ela descobre ser Grisha e, mais do que isso, uma Conjuradora do Sol, que pertence à rara ordem Etherealki, considerada não apenas extinta, mas uma lenda que atravessava gerações. É a partir daí que Alina descobre ter um destino muito maior do que acreditava estar predestinada.
Entre inúmeras classes, protagonistas e coadjuvantes que se espalham nos três romances de Bardugo, a produção da gigante do streaming visa adaptar apenas o primeiro volume, que empresta seu nome ao título. E, para te ajudar a conhecer esse convidativo panteão da literatura fantástica, o CinePOP preparou um breve guia apresentando os personagens principais da série e as localidades de maior importância (ao menos por ora).
Personagem central de ‘Sombra e Ossos’, Alina Starkov é descrita como uma magra e doentia garota cuja etnia é alvo de preconceitos entre Ravka, principalmente por sua descendência shu (relacionado, provavelmente, aos asiáticos do nosso mundo). Ao descobrir ser a Conjuradora do Sol e utilizar seus poderes Grisha, ela fica mais saudável e transforma-se na única pessoa a conseguir destruir a Dobra e seus habitantes, os volcras (criaturas aladas que se alimentam de qualquer um que ouse entrar em seus domínios).
Mal é o melhor amigo e o mais antigo de Alina, além de se tornar a sua primeira paixão no decorrer dos livros. Apesar de terem morado juntos no Orfanato de Keramzin, ambos se separaram por um breve período antes de se reencontrarem. Em virtude de seu invejável talento como rastreador, ele se consagrou como soldado do Primeiro Exército e, mais tarde, de salvar Alina das terríveis garras do sedutor e desconfiável Aleksander Morozova (também conhecido como Darkling).
O principal antagonista dos romances, Aleksander Morozova, adota o codinome de General Kirigan e se passa por um defensor dos Grisha e um exímio guerreiro dotado do manejo das sombras – aliás, apenas sua família de sangue consegue manipular tal elemento e, por essa razão, é apelidado “carinhosamente” de Darkling. Manipulador e perigoso, Aleksander foi o responsável por criar a Dobra e, com ela, os volcras; diferente do que todos acreditam, ele não pretende destruí-la, mas sim aumentá-la e utilizá-la como arma contra aqueles que vierem atrás dos seres mágicos.
Zoya começa como uma forte personagem que também a habilidade de manusear o ar, insurgindo como peça fundamental tanto do Segundo Exército quanto do séquito pessoal de Aleksander (isso é, sem saber de suas reais intenções). Ela despreza a relação de Alina e de Mal, bem como da desconcertante presença da heroína principal por sua falta de habilidades. Eventualmente, ela vira sua aliada e, com o decorrer dos livros, rainha de Ravka, líder dos Etherealki e uma mulher extremamente poderosa que conjura o vento, a água e o fogo, além de ter uma inclinação para Artesã.
Uma das primeiras confidentes de Alina, Genya Safin é uma Grisha que trabalha no Pequeno Palácio, a principal estrutura executiva de Ravka. Caracterizada como uma Artesã, sua principal habilidade é a de mudar a aparência das pessoas, ela se torna aliada da protagonista e tenta protegê-la dos males que a perseguem – ainda que carregue um segredo terrível que pode destruir a confiança entre as duas.
Kaz é um garoto prodígio que vive do outro lado da Dobra, Kirch, mais precisamente no epicentro do submundo do crime. Líder d’Os Corvos, o personagem é sagaz e sempre está um passo à frente de todo mundo, apesar das limitações físicas que o forçam a usar uma bengala. Construído como um anti-herói, ele vê seus valores testados constantemente quando é contratado para raptar Alina de Ravka e trazê-la para o outro lado do mundo.
Também pertence aos Corvos, Inej é a melhor espiã de Ketterdam, capital de Kerch, e começou sua vida trabalhando como meretriz de um bordel conhecido como Menagérie, após ser raptada e afastadas dos pais e do irmão. Em uma constante jornada para provar seu valor, Inej transformou-se em uma sombra silenciosa e mortal versada em facas e em lutas que a impedem de ser detectada por qualquer um. Apesar de ser criticada por Kaz em virtude de sua visão religiosa, ela também acredita no poder da Conjuradora do Sol, com esperança de que Alina possa salvá-los.
Escondendo um segredo que pode mudar o modo como os companheiros o enxergam, Jesper é um jovem que cruzou o mundo para estudar, ao menos a princípio. Destemido, sarcástico e com fraco por flertar com garotos bonitos, Jesper manuseia uma arma como ninguém e não deixa que ninguém lhe diga o que fazer – com exceção de Kaz e Inej, que lhe acolheram para os controversos Corvos.
Parte do Segundo Exército antes de ser raptada em uma armadilha, Nina é uma Sangradora e foi construída com uma personalidade adorável, exagerada e hilária. Apaixonada por doces, ainda mais waffles, ela é charmosa e, como se não bastasse, tem aptidões extraordinárias para a linguística e para a atuação – e se sente ameaçar por uma droga misteriosa que aumenta as habilidades dos Grisha para níveis destrutivos.
MATTHIAS HELVAR
Intérprete: Calaham Skogman
Matthias é um drüskelle, um caçador de Grisha de Fjerda, um dos vários países que cercam Ravka. Foi ele, inclusive, que sequestrou Nina e planejou executá-la – ao menos até ambos serem alvos de um trágico naufrágio. Apesar de sua sede de vingança e de seu desprezo pelos humanos mágicos, ele e Nina começam a se apaixonar um pelo outro.
Baghra é a mãe do Darkling e, assim como o filho, tem a capacidade de invocar as sombras. Nos livros, ela foi tratada como um monstro quando criança e, por inveja, acabou assassinando a própria irmã. Após o surgimento da Dobra, Baghra foi escalada como a dura e repreensiva tutora de Alina, tendo como objetivo torná-la forte o bastante para destruir a barreira entre as duas comunidades.
LOCALIDADES
RAVKA
Ravka é uma monarquia comandada pela família real Lantsov. Eles são protegidos por dois exércitos: o Primeiro, que é composto por soldados não Grisha (também conhecidos como otkazat’sya), e o Segundo, que estende-se por uma legião de seres mágicos. Tendo Os Alta como capital, o reino também é lar de diversos membros da tribo Suli e foi inspirado pelo império czarista russo do começo do século XIX (como pode ser notado pelas vestimentas que emulam os uniformes do país).
KERCH
Tendo Ketterdam como sua movimentada e misteriosa capital, Kerch é conhecido como o centro de todo o comércio internacional, principalmente por estar localizado com abertura para o Mar Verdadeiro. Conhecido por uma posição neutra nas questões político-econômicas do globo, o território é separado de Ravka pela Dobra e é inspirado na república holandesa do século XVIII, com certas influências de Nova York, Las Vegas e da Londres vitoriana.
FJERDA
Fjerda é a nação mais ao norte da fronteira de Ravka e é pincelada com inúmeras cadeias montanhosas. Seus habitantes perseguem os Grisha como demônios perigosos que precisam ser exterminados, não pedindo esforços para completar missões de assassinato e hostilidade. Baseado na Escandinávia, o território traz inúmeros elementos da cultura nórdica, incluindo vestimentas e economia.
Os outros territórios de ‘Sombra e Ossos’ incluem Novyi Zem, Shu Han e Wandering Isle, que não aparecerão na primeira temporada da série.
A temporada de estreia é composta por oito episódios de uma hora cada e será lançada no dia 23 de abril de 2021.
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