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O Futuro da DC Comics no Cinema…

Flamengo e Vasco, esquerda e direita na política, Ruth e Raquel? Para as crianças e para todos que acham difícil arrumar namorada, a maior rivalidade do mundo se resume a Marvel vs DC. As duas maiores editoras de quadrinhos de super-heróis de todos os tempos, que por décadas alimentaram uma rivalidade “saudável”, galgaram e finalmente conquistaram o status que sempre sonharam. Hoje, atingem multidões antes nunca imaginadas, graças aos universos cinematográficos confeccionados por seus devidos estúdios produtores. Bem, ou quase.

É verdade que a Marvel sempre quis estar, ao menos no cinema, onde a rival estava. No essencial Marvel Comics – A História Secreta, de Sean Howe, o escritor relata que as editoras almejavam transcender de apenas produtoras de quadrinhos. O sucesso foi grande e seus personagens eram populares, então, a coisa natural a fazer seria ganhar o mundo com desenhos matinais, animações, séries de TV e claro, produções cinematográficas de respeito.

Superman - CinePOP

Depois de uma Via Crúcis nas décadas de 1980 e 1990, os personagens da Marvel começaram a valer ouro no início da década passada. Fox, Sony e Universal eram alguns dos estúdios que botavam as criações da casa para render fortunas nas bilheterias e mostravam para o mundo como a coisa poderia ser feita. Em 2008, ainda sob o selo da Paramount, Homem de Ferro foi o primeiro filme oficial da Marvel Studios. O resto é história. Já a DC, sacudiu de forma sem precedentes o mundo do cinema por duas vezes, nos fins das décadas de 1970 e 1980.

Numa época na qual filmes baseados em personagens de quadrinhos eram vistos como apostas arriscadíssimas, já que, então, quadrinhos era coisa de criança e filmes, de adultos. A mescla, como dito, era sem precedentes. Mas foi em 1978 que o maior super-herói da cultura popular alçava voo em Superman – O Filme, de Richard Donner, e como seu slogan apresentava, o público acreditou que um homem poderia realmente voar. Essa foi a primeira superprodução do gênero no cinema e contava com ninguém menos do que Marlon Brando, o grande astro da década, impulsionando a obra com sua presença. Tudo era da mais alta sofisticação, atores, efeitos, roteiro, o filme tratava o assunto e tal universo com bastante seriedade e respeito.

Batman - CinePOP

No final da década seguinte, foi a vez de Tim Burton fazer o mesmo pelo segundo maior herói, Batman. Em 1989, a Warner (estúdio retentor dos direitos de tais personagens) apostava mais uma vez no subgênero, entregando uma das produções mais caras da época e que se tornaria uma verdadeira febre, ditando tendência do que seriam tais filmes dali para frente. E mais uma vez apostando em nomes de prestígio, vide Jack Nicholson (um dos parrudos de Hollywood), para vender e dar respaldo ao produto.

A DC possui um acervo florido e bem suculento de personagens, no entanto, no cinema tudo o que era utilizado da casa eram suas pratas, Superman e Batman. Uma tentativa malfadada aqui, com Aço (1997) e outra acolá, com Mulher-Gato (2004), garantiam mais risos do que sucesso. Quando o ponto era marcado, variando o nível de aceitação, o material utilizado pertencia ao segundo, ou terceiro, escalão, vide Constantine (2005), V de Vingança (2006) e Watchmen – O filme (2009).

Watchmen - CinePOP

Finalmente chegamos ao estado atual das produções da DC / Warner, onde um sucesso absoluto, como os do passado, parece cada vez mais distante. Batman Vs. Superman e Esquadrão Suicida, os dois grandes lançamentos da casa em 2016, chegaram aos cinemas (este segundo estreando neste fim de semana) com a aspiração de construir um universo cinematográfico, costurando histórias e interligando personagens, assim como ocorre em sua contraparte de papel. Sem dúvidas este é um trabalho bem mais difícil do que somente se concentrar em um filme, contando apenas uma história. E talvez esse seja o problema atual, não só do subgênero, mas do cinema entretenimento de Hollywood hoje.

Antes, estabelecia-se um filme, e se ele desse certo, pensava-se em sua continuação. Hoje, a estridência por franquias é atômica, faz-se cinema não para o agora, mas para o amanhã. Tudo precisa estar engatilhado, deixando pontas soltas a serem resolvidas mais tarde. É claro que dois filmes significa mais dinheiro, três é melhor ainda. Mas que tal se concentrar em apenas um primeiro? Que tal parar de prometer dez carros magníficos ao cliente, sem ele ter feito o teste drive do primeiro antes? Que tal parar de se desesperar com a grama verde do vizinho e começar a plantar com calma?

BVS - CinePOP

Especialistas nacionais e internacionais vão além, apontando dedos para culpados, e nomeando o diretor Zack Snyder como o núcleo da não aceitação dos produtos da casa. Snyder é um cineasta eficiente, mas fica claro que não está dando certo como representante de tal universo no cinema. A Marvel não coloca, por exemplo, toda a responsabilidade de seus produtos em uma só pessoa. Por seus filmes já passaram diversos cineastas de qualidade. Mesmo os talentosos, quando não dão certo, são substituídos. Assim, Jon Favreau foi o responsável por estabelecer o universo cinematográfico da Marvel com Homem de Ferro (2008). Homem de Ferro 2 (2010) não obteve a mesma resposta e, ao invés de insistir com o diretor, o estúdio trouxe Shane Black para Homem de Ferro 3 (2013) e Joss Whedon para Vingadores (2012). Whedon ficou saturado ao fim de Vingadores 2 (2015) e Black também não obteve boa resposta com seu filme, assim entraram em cena os irmãos Russo e James Gun, os novos meninos de ouro da casa. Ryan Coogler, Taika Waititi e Jon Watts serão os próximos testados dentro da empresa.

Wonder Woman - CinePOP

Realmente não é justo colocar a culpa em Snyder. E tampouco é justo confiar somente a ele a responsabilidade de estabelecer no cinema um universo de mais de cinco décadas. O diretor esteve no comando de O Homem de Aço (2013), Batman Vs. Superman e serviu como produtor para Esquadrão Suicida. Além disso, Snyder será o produtor de Mulher Maravilha (2017), Flash (2018), Aquaman (2018), de dois filmes da casa ainda não divulgados (um de 2018 e outro de 2019), e o diretor de Liga da Justiça (2017). Quem quer essa responsabilidade? Sem apontar dedos, é hora dos produtores seguirem em frente e colocarem Snyder no banco de reserva. Diabos, eu iria querer isso se fosse ele. O resultado é tudo que importa, afinal estúdios de cinema são empresas e se os números não baterem, se a meta não for atingida, é necessário fazer mudanças, estudos e reestruturar. A franquia dos Transformers é massacrada filme após filme por críticos e grande parte do público, mas os números estão lá, caso contrário não haveria continuidade. BVS não atingiu a cifra planejada pelo estúdio, embora tenha ficado bem longe de ser um fracasso. Esquadrão ainda não teve a chance de uma carreira nas bilheterias, mas a julgar pela resposta de grande parte dos especialistas e do público, a coisa não está parecendo nada boa.

Suicide - CinePOP

Uma petição online com mais de 17 mil assinaturas de fãs, pede a saída de Snyder dos filmes da casa, e em maio deste ano, a Warner colocou o chefão da DC, Geoff Johns, encarregado de comandar os projetos ligados a tal universo cinematográfico. Além disso, Patty Jenkins (Monster), Phil Lord e Christopher Miller (Anjos da Lei e Uma Aventura Lego), James Wan (Invocação do Mal) e Ben Affleck são as mentes criativas envolvidas nos próximos projetos do estúdio, o que deve injetar sangue e ideias novas. São os primeiros passos para uma guinada rumo ao que os fãs, cinéfilos, críticos e o grande público dos cinemas em geral querem, ver filmes de puro entretenimento com a qualidade que a empresa merece.

26 anos de PÂNICO | Conheça várias curiosidades do clássico filme de terror slasher

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico fez 26 anos de lançamento no dia 18 de Dezembro de 1996 nos EUA, mas só chegou no Brasil no dia 31 de Janeiro de 1997… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar.

 

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Baseado em uma história REAL

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

 

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

‘Vingadores 4’: Escritor das HQs acredita que o Homem de Ferro morrerá no filme

O Homem de Ferro foi um dos personagens centrais para a consolidação da Marvel nos cinemas, representando o seu primeiro grande sucesso e destaque nas telonas. Bob Layton, escritor dos quadrinhos do personagem, acredita que Tony Stark não sobreviverá aos eventos de ‘Vingadores 4‘.

“É apenas especulação, mas acredito que [ Robert Downey Jr.] não voltará. Ele está no mesmo papel por 10 anos atualmente, e eu acho que, como qualquer outro ator, é hora de seguir em frente.

Sobre a possibilidade da morte do personagem, Layton disse: “Essa é uma das maneiras, mas estou apenas especulando. Eu sei disso: eu não reescalaria Tony Stark. Quem tentaria fazer melhor do que Downey? Mas, se o Tony não voltar, eles poderiam colocar outra pessoa na armadura, e começar uma nova geração do homem de ferro.”

Recentemente, um fã resolveu criar um cartaz incrível de Vingadores 4, destacando os sobreviventes de ‘Guerra Infinita’ e os novos personagens. Confira o resultado:

Apesar de todos os cuidados para que o título oficial de Vingadores 4 seja divulgado na hora certa, parece que o diretor de fotografia Trent Opaloch acabou publicando em seu site pessoal a lista de trabalhos que realizou e, entre eles, consta o inéditoAvengers: End Game (ou Vingadores: Fim de Jogo em tradução livre).

Confira o site do diretor clicando neste link.

A Marvel ainda não se pronunciou sobre esse título e vale lembrar que o nome pode ser alterado devido à vazamentos. Aguardem novas informações em breve.

Após vazarem  artes promocionais da Capitã Marvel em seu traje tradicional vermelho e azul em Vingadores 4, caíram na internet mais artes.

Nelas, podemos vero novo visual do Capitão América e da Viúva Negra, o Gavião Arqueiro, a nova arma do Hulk e a nova armadura do Máquina de Combate. Confira:

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

‘Brinquedo Assassino’: Aubrey Plaza afirma que o remake “captura o espírito do original”; Saiba mais!

Em entrevista ao THRAubrey Plaza falou sobre o remake de ‘Brinquedo Assassino‘ e deu detalhes sobre sua personagem no filme.

“Preparem-se. Eu amei. Pra mim, o original é um filme icônico. Ainda não assisti ao nosso filme, apenas o trailer, mas acredito que realmente é uma homenagem aos clássicos do terror. Tem uma vibe meio Spielberg. O motivo de eu ter participado foi porque o roteiro era lindo. Não é um filme cafona. Se você lembrar do filme original, era um drama! Não era engraçado. Enquanto a franquia evoluiu, se tornou outra coisa. E o remake captura o espírito do original.”

Ela continua, “Eu só faria alguns remakes. Esse é inteligente. A mensagem por trás do filme é diferente. A tecnologia se torna a vilã. Eu interpreto Karen, a mãe, e eu interajo menos com o Chucky do que o ator que interpreta meu filho. Não posso revelar muito. Não podemos falar sobre o Chucky. Mas a narrativa cresce de um jeito que eu acabo interagindo com o Chucky no final, mas em grande parte a interação principal é com meu filho.”

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

Brinquedo Assassino‘ chega aos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

‘Os Parças 2’: Simone solta a voz em novo clipe da sequência; Assista!

A Paris Filmes divulgou um novo clipe da sequência ‘Os Parças 2‘, com a cantora Simone, da dupla Simone & Simaria.

Confira:

Cris D’Amato (‘S.O.S. Mulheres ao Mar‘) assina a direção.

Fugindo de problemas, um locutor de loja de varejo, dois trambiqueiros e um técnico de informática atrapalhado são obrigados a participar de um golpe. Eles são chantageados por Mário, um vigarista que se aproveita da boa-fé alheia para ganhar dinheiro. O desafio é nada mais nada menos do que montar uma firma de casamento para produzir a festa da filha do maior contrabandista da Rua 25 de Março, o temido Vacário.

O elenco conta com Whindersson Nunes, Tom Cavalcante, Bruno de Luca e Tirullipa.

A comédia nacional será lançada nos cinemas no dia 14 de novembro.

Crítica | Os Parças – Quando tudo dá errado (Nota: 2.0)

 

 

‘Hawaii Five-0’: Cenas deletadas revelam quais seriam os ganchos para a temporada seguinte

De acordo com o TVLine, diversos cliffhangers foram cortados do episódio final de ‘Hawaii Five-0‘ após o cancelamento da série, para dar uma conclusão satisfatória à trama.

As cenas deletadas serão divulgadas na íntegra quando a 10ª temporada for lançada em vídeo. O site, no entanto, revelou que um dos ganchos para a 11ª temporada envolveria cenas sobre a Tani descobrindo que o Junior tem ajudado a família do ex que ele matou.

Outra cena, um dos momentos finais da temporada, traria o Adam recebendo uma visita indesejada – Ryo, um figurão da Yakuza –, que sugere que eles estaria com problemas com a Yakuza no próximo ciclo.

A série foi criada por Peter M. Lenkov, Alex Kurtzman e Roberto Orci, o programa é um reboot da série lançada lançada em 1968.

A trama segue uma unidade policial de elite montada para combater o crime no estado do Hawaii.

O elenco inclui Alex O’Loughlin, Scott Caan, Ian Anthony Dale, Meaghan Rath, Jorge Garcia, Beulah Koale, Katrina Law, Taylor Wily, Dennis Chun, Kimee Balmilero e Chi McBride.

‘Avatar’: James Cameron ameaçou DEMITIR os roteiristas das sequências

Em entrevista ao The Marianne Williamson Podcast, o cineasta James Cameron revelou como foi o processo de criação para o roteiro das sequências de ‘Avatar‘, afirmando que chegou ameaçar demitir os roteiristas das continuações.

“Quando comecei a escrever as sequências, sabia que haveria três, mas, eventualmente, se transformaram em quatro. Então, eu reuni um grupo de escritores e disse: ‘Não quero ouvir as novas ideias de ninguém até que tenhamos passado algum tempo tentando descobrir o que funcionou no primeiro filme’. Eles queriam conversar sobre as novas histórias. Eu disse: ‘Não estamos fazendo isso ainda’. Eventualmente, tive que ameaçar demitir todos porque eles estavam fazendo o que os escritores fazem, que é tentar criar novas histórias.”

Ele continua, “Nós criamos e rejeitamos muitos enredos para os segundo e terceiro filmes porque eles não nos levaram àquela sensação mágica de sonhar com os olhos abertos.”

Os atores Sam Worthington, Zoe SaldanaStephen LangGiovanni RibisiJoel David MooreDileep RaoCCH PounderMatt Gerald reprisarão seus papéis do filme original. Já a Sigourney Weaver retornará como uma nova personagem.

Além dos veteranos, as sequências também contarão com os novatos Kate WinsletCliff CurtisEdie FalcoBrendan CowellMichelle YeohJemaine ClementOona ChaplinVin DieselCJ Jones.

Lembrando que ‘Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso e 13 anos após o original.

O diretor James Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 4 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

‘Chucky’: Don Mancini indica o retorno de Glen/Glenda na 2ª temporada

Em entrevista ao Fandom, Don Mancini revelou novos detalhes da 2ª temporada de ‘Chucky‘, indicando o possível retorno de Glen/Glenda no próximo ciclo.

“Eu não posso revelar muito sobre isso, mas eu amo esses personagens. Acredito que é seguro dizer que nós ainda não os vimos pela última vez.”

Vale lembrar que a segunda temporada será lançada em 2022.

Confira o teaser:

“Nós estamos muito animados em começar a trabalhar na segunda temporada de ‘Chucky’,” afirmou o criador Don Mancini em declaração oficial. “Agradecemos aos nossos parceiros do USA, SyFy e UCP pelo apoio em trazer ‘Chucky’ para as telinhas, mais incrível do que nunca. Para os fãs, Chucky manda o seu obrigado e uma mensagem: “Isso não é o fim. É melhor tomarem cuidado em 2022!”.

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

Assalto na Paulista

 

Elenco:

Eriberto Leão
Bianca Bin
Adriano Bolshi

 

Direção: Flavio Frederico

Gênero: Ação

Duração: 110 min.

Distribuidora: O2 Play/Kinoscopio

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 25 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Rubens é um poderoso bandido do interior paulista, resolve dar um último grande golpe com a ajuda da sua filha adotiva Leônia, que fugiu da Bahia depois de ser estuprada pelo seu verdadeiro pai. Mas nem tudo sai conforme o planejado durante o assalto aos cofres particulares de um banco na Avenida Paulista, coração de São Paulo. Rubens e Leônia só vão encontrar os seus verdadeiros destinos, ao desovar os frutos deste assalto no Paraguai, onde ambos entram em crise com os próprios valores existenciais.

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Mariana Pamplona, de ‘Natureza Morta‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Espíritos malignos são invocados no trailer do terror ‘Brooklyn 45’; Confira!

O terror sobrenatural ‘Brooklyn 45‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Ted Geoghegan é responsável pela direção.

“Sexta-feira, 27 de dezembro de 1945. Cinco veteranos militares se reúnem na sala ornamentada de um brownstone no Brooklyn. Melhores amigos desde a infância, eles se reuniram para apoiar seu anfitrião problemático – mas quando seu convite para coquetéis se transforma em uma sessão espírita improvisada, os fantasmas metafóricos de seu passado tornam-se muito literais. Presos no salão de seu anfitrião, eles se veem submetidos a um teste final… com seu único caminho para a liberdade sendo mais derramamento de sangue.”

O elenco conta com Anne RamsayEzra BuzzingtonJeremy HolmLarry FessendenRon E. RainsKristina Klebe.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 9 de junho.

‘Os Fantasmas se Divertem 2’ irá explorar o PASSADO do Beetlejuice, afirma Michael Keaton

Em entrevista ao Jimmy Kimmel Live!, Michael Keaton (‘The Flash’) revelou que a aguardada sequência ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘ (Beetlejuice Beetlejuice) irá explorar o passado do Beetlejuice, revelando novos detalhes sobre sua história de origem.

“A melhor coisa em interpretar o Beetlejuice é que eu nunca poderia declarar que o meu personagem não faria certa coisa. Ele é capaz de tudo, o que é muito divertido de se interpretar. Neste segundo filme, descobrimos um pouco mais sobre a sua história de origem, o que certamente irá surpreender a todos.”

Anteriormente, o ator havia destacado que o novo filme irá investir em efeitos práticos, limitando o uso exagerado de CGI: “A primeira coisa que eu e o Tim Burton decidimos desde o começo é que, se fôssemos fazer uma continuação, não estávamos interessados em algo que tivesse muita tecnologia. Queríamos algo que parecesse antigo. É muito divertido ver alguém no canto realmente segurando algo para você e ver pessoas reais operando esses efeitos práticos, tentando aperfeiçoá-los.”

Ele completa, “Quando você tem a chance de fazer algo assim após ficar anos na frente de uma tela falsa gigante, fingindo que alguém estava atravessando o seu caminho, é muito divertido. [‘Os Fantasmas se Divertem 2’] foi a maior diversão que eu tive no set em um longo tempo.”

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.

Conheça as novas Queens no trailer da 17ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’

A MTV divulgou o trailer da 17ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O novo ciclo contará com as participantes: Suzie Toot, Sam Star, Onya Nurve, Lydia B Kollins, Lucky Starzzz, Lexi Love, Crystal Envy, Arrietty, Lana Ja’Rae, Kori King, Joella, Jewels Sparkles, Hormona Lisa e Acacia Forgot.

A nova temporada estreará oficialmente no dia 3 de janeiro.

Tron: Ares

(Tron: Ares)

 

Elenco:

Jared Leto
Evan Peters
Jeff Bridges

 

Direção: Joachim Rønning

Gênero: Ficção Científica

Duração: 119 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 9 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em TRON: ARES, um programa altamente sofisticado chamado Ares é enviado do mundo digital para o mundo real em uma missão perigosa, marcando o primeiro encontro da humanidade com seres de IA.

Curiosidades: 

» O novo filme terá classificação PG-13 nos EUA (não recomendado para menores de 12 anos), tornando-se o primeiro capítulo da franquia a não ter classificação livre;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Conheça o suspense com Milla Jovovich que está fazendo SUCESSO na Netflix

O suspense ‘A Trilha‘, estrelado pela Milla Jovovich (‘Resident Evil’), está fazendo sucesso na Netflix.

Lançado originalmente em 2009, o longa chegou recentemente ao catálogo brasileiro do serviço de streaming e, rapidamente, assumiu o topo das produções mais assistidas da plataforma – superando ‘Como Mágica‘, ‘Operações Especiais‘, ‘Primeiro as Damas‘, ‘Meu Malvado Favorito 4‘, ‘Que Horas Eu te Pego?‘, entre outros.

Na trama, um casal vai para uma excursão nas montanhas, mas muda de rota quando encontra um grupo que afirma que outro casal foi assassinado na mesma área. Sem saber em quem confiar, eles se encontram numa batalha pela sobrevivência.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda conta com Steve Zahn (‘Anaconda’), Timothy Olyphant (‘A Epidemia’), Kiele Sanchez (’30 Dias de Noite 2: Dias Sombrios’), Marley Shelton (‘Pânico’) e Chris Hemsworth (‘Thor’).

David Twohy (‘Eclipse Mortal’) é responsável pela direção e roteiro.

Ron Perlman fala sobre possível participação no reboot de ‘Hellboy’

Se havia alguma esperança dos fãs de que Ron Perlman faria uma aparição no reboot de ‘Hellboy’, ela foi eliminada, após uma revelação feita pelo próprio ator.

Segundo o ex-intérprete do herói, não há possibilidade de isso acontecer. A informação foi divulgada por ele em sua conta do Twitter, após um usuário perguntar se os fãs poderiam esperar uma pontinha sua na produção.

Segundo ele, “quando Hellboy congelar”.

Trata-se de um trocadilho para “quando o inferno congelar”, gíria similar a “nem ferrando!”.

Confira:


Ian McShane será o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói. Na franquia de Guillermo Del Toro, o personagem foi vivido por John Hurt.

As filmagens do reboot começam em setembro, com David Harbour na pele do personagem-título.

‘Hotel Artemis’: Sterling K. Brown é ladrão profissional e novo vídeo; Assista!

A produção Hotel Artemis ganhou um novo vídeo, que apresenta acada um dos personagens.

Confira:

A trama apresenta o hotel do título, um lugar secreto que funciona como hospital de criminosos. E é justamente para onde os protagonistas vão após realizaram um roubo. A face do local é “a enfermeira” (papel da veterana Jodie Foster), há mais de vinte anos responsável por cuidar dos membros que lá chegam. Dessa vez, no entanto, o lugar enfrentará o maior problema de sua existência.

O longa escrito e dirigido por Drew Pearce traz no elenco ainda Jeff Goldblum, Sterling K. Brown, Sofia Boutella, Dave Bautista, Zachary Quinto, Charlie Day e Jenny Slate. A estreia ocorre no dia 20 de julho no Reino Unido. No Brasil, o filme ainda não teve data definida.

‘Bad Boys 3’: Diretor deixou o filme devido à diferenças criativas com Will Smith

A produção de ‘Bad Boys For Lif3‘ está caminhando a todo vapor, mas o começo dessa jornada não foi nada tranquila.

Com a saída do roteirista e diretor Joe Carnahan, o longa perdeu sua estreia até então pré-agendada para 2017.

E após quase dois anos, o cineasta decidiu revelar qual foi o verdadeiro motivo de sua despedida precoce do projeto. Em uma entrevista ao ComickBook, Carnahan admitiu que sua saída foi em virtude de diferenças criativas com o astro do filme, Will Smith.

Disse:

“Eu me conheço, cara. E o que nós estávamos fazendo ali naquele ponto, era a lei de redução de retorno. Eu já não estava mais trabalhando em prol da história pela qual eu realmente estava empolgado em contar, aquela que o próprio estúdio deu o sinal verde. E de novo, isso aqui não é pra jogar shade em Will. É porque é o meu rosto no cartaz, meu nome estaria lá. Você precisa fazer as coisas do jeito que vocês quer que elas sejam feitas”.

 

Confira as primeiras imagens dos bastidores, que destacam Will Smith e Martin Lawrence em ação:

De acordo com o FilmeB, o novo filme chegará  ao Brasil em 30 de janeiro de 2020, sendo adiantado em mais de um mês em relação ao lançamento nos EUA.

“A sequência é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas (Scipio), chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith). Nuñez assumirá o papel de Rite, psicóloga criminal durona e engraçada que é recém-nomeada chefe da AMMO e é ex-namorada de Mike.”

A Sony fechou contrato com os diretores Adi El Arbi e Bilall Fallah para eles comandarem o filme.

A dupla tem no currículo os elogiados ‘Black‘ (2015) e ‘Gangsta‘ (2018).

Will Smith e Martin Lawrence retornam, e o elenco também conta com Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Jacob Scipio e Paola Nunez.

‘A Princesa e o Sapo’: Halle Bailey, de ‘A Pequena Sereia’, faz belo cover de canção do filme

A nova intérprete da princesa Ariel da versão live-action de ‘A Pequena Sereia‘, Halle Bailey, fez um belo cover de uma das populares canções da animação A Princesa e o Sapo‘.

Se juntando à dubladora original da personagem Tiana, Anika Noni Rose, Bailey cantou a música ‘Quase Lá’, como parte da segunda edição do especial de quarentena da Disney, Disney Family Singalong.

Assista:

De acordo com o WGTC, a Disney está planejando um remake live-action de ‘A Princesa e o Sapo, lançado originalmente em 2009.

Na época, o filme ganhou bastante destaque por apresentar a primeira protagonista negra no cânone das Princesas Disney.

Lembrando que o longa foi a última produção em 2D lançada pelo estúdio, que decidiu se concentrar em animações de CGI.

Por enquanto, a ideia ainda está nos estágios iniciais e maiores detalhes não foram revelados.

No filme, a trabalhadora e ambiciosa Tiana sonha em um dia abrir o seu próprio restaurante em Nova Orleans. Seus planos tomam um rumo diferente quando ela conhece o príncipe Naveen, o qual tinha se tornado um sapo pelo maldoso Dr. Facilier. Porém, o príncipe, que agora é um sapo, tem esperanças de ser um humano novamente se Tiana beijá-lo.

 

 

Confira as estreias da Netflix na primeira semana do mês de maio

O mês de maio está oficialmente entre nós e a Netflix preparou uma leva de estreias imperdíveis que chegam ao longo deste período.

E nesta semana, os cinéfilos assinantes do streaming poderão conferir a estreia da segunda parte da minissérie ‘Selena’, além da primeira temporada de ‘O Legado de Júpiter‘, nova série de super-heróis que chega para rivalizar com ‘The Boys‘.

Os fãs de produções mais cults também serão agraciados com a chegada de ‘Monstro‘, novo drama estrelado por Kelvin Harrison Jr., Jennifer Hudson, Jeffrey Wright e Jharrel Jerome.

E para você não perder nada de novo que chega ao longo dos próximos dias, separamos a agenda completa de lançamentos!

02/05

Operação Overlord
Na véspera do Dia D, soldados americanos partem para uma missão em território inimigo e descobrem um segredo sobrenatural que ultrapassa até mesmo os piores pesadelos.

04/05

Selena: A Série – Parte 2
A carreira de Selena decola e ela se esforça para se manter fiel aos seus princípios, passar mais tempo com a família e expandir os negócios.

Zé Coleta: Temporada 2
Hank, Zé Coleta e os amiguinhos Walter, Donny e Dona Mona soltam a imaginação em aventuras emocionantes dentro e fora do quintal.

05/05

Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração: Minissérie (
O assassino em série conhecido como Filho de Sam se tornou uma obsessão para o jornalista Maury Terry, convencido de que o caso estava relacionado a uma seita satânica.

07/05

O Legado de Júpiter: Volume I
Quando a primeira geração de super-heróis precisa passar o bastão para os filhos, as tensões aumentam — e as antigas regras não se aplicam mais. Uma série de Mark Millar, estrelando Leslie Bibb e Josh Duhamel.

Garota de Fora: Temporada 2
Na nova temporada desta série, Nanno está de volta para expor os problemas da escola e dos colegas — e, desta vez, ela não está sozinha.

Monstro
Um jovem estudante talentoso se vê envolvido em um roubo seguido de morte e luta para provar sua inocência contra um sistema judiciário que já o condena. Produção executiva de John Legend, estrelando Kelvin Harrison Jr, Jennifer Hudson e Jeffrey Wright.

500 Mil Quilômetros
Depois de alcançar a marca de 500 mil quilômetros rodados, um caminhoneiro enfrenta a ameaça de perder o emprego para um novo estagiário.

08/05

The Bold Type: Temporadas 1, 2, 3 e 4
Elas trabalham numa revista de Nova York. Agora, essas três mulheres precisam descobrir como equilibrar carreira, romance, amizade e a vida na cidade grande. Conforme o cenário muda, Jane desbrava novas áreas como jornalista, Kat explora sua identidade e Sutton tenta realizar suas ambições na carreira. Na terceira temporada, novos desafios pessoais e profissionais fazem com que o trio tente equilibrar trabalho, romance e muito mais. Na quarta, as mulheres enfrentam novas situações que põem seus relacionamentos e esforços pessoais à prova.

Franquia ‘Velozes e Furiosos’ será TOTALMENTE removida da Netflix; Saiba quando!

Os fãs da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ precisam correr contra o tempo, pois os nove títulos presentes no catálogo da Netflix serão removidos em breve.

Atualmente, os oito primeiros filmes da saga de ação estão disponíveis no streaming, ao lado do popular spin-off ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘. A data de remoção dos títulos varia, mas nós separamos a agenda, para te ajudar.

Confira:

Velozes e Furiosos‘ – 01/03

+ Velozes e + Furiosos‘ – 02/03

Velozes e Furiosos 3 – Desafio em Tóquio‘ – 03/03

Velozes e Furiosos 4‘ – 04/03

Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio‘ – 05/03

Velozes e Furiosos 6‘ – 06/03

Velozes e Furiosos 7‘ – 07/03

Velozes e Furiosos 8‘ – 08/03

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘ – 09/03

Vin Diesel confirma o retorno às raízes em ‘Velozes e Furiosos 11’: “Voltará para casa”

Inicialmente, ‘Velozes e Furiosos 11’ estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o filme será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado pelo intérprete do icônico Dominic Toretto.

O capítulo mais recente da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘, está disponível no Prime Video.

Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família precisam enfrentar o adversário mais letal que já encontraram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.

O elenco conta com Vin Diesel e Michelle Rodriguez reprisando seus papéis como Dom Toretto e Letty, além de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Rita Moreno (‘Amor, Sublime, Amor’), Brie Larson (‘Miss Marvel’) e Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

[Entrevista] Oliver Laxe fala sobre ‘Sirât’, filme de abertura da Mostra SP e aposta espanhola ao Oscar

Em uma tarde de fim de setembro, em um restaurante-café discreto, em Paris, conversei com Oliver Laxe, o cineasta franco-espanhol que vem encantando a crítica internacional desde sua estreia em Cannes, em 2010. O motivo do encontro? A apresentação para membros da Acadêmia de Sirât, seu novo e mais ambicioso filme, que será a obra de abertura da 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo no próximo dia 16 de outubro, e a aposta espanhola no Oscar 2026

Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, em empate com O Som da Queda, da Alemanha, Sirât é uma travessia física e espiritual pelo deserto do Marrocos, onde um pai e um filho buscam a filha desaparecida em meio a uma rave perdida entre dunas e tempestades de areia. É um épico íntimo sobre fé, perda e transcendência, e, como Laxe resume, “um caminho de provação”. 

A narrativa é um trampolim para colocar as imagens em evidência”, me diz o diretor com o olhar sereno de quem prefere o poder da imagem ao da palavra. “Meu cinema é para causar sensações físicas no espectador e, assim, reflexão sobre vida e morte.” Essa declaração define bem a experiência de Sirât: um cinema sensorial, quase místico, cujas batidas e paisagens bruscas são feridas na tela, ao encontro dos traumas dos personagens e do público. Não por acaso, a obra foi condecorada com o prêmio de melhor composição sonora para Kangding Ray também em Cannes. 

Um caminho entre Espanha e Marrocos

Oliver Laxe carrega em sua trajetória uma geografia afetiva dividida entre alguns países. Filho de espanhóis, nasceu na França e viveu quase uma década no Marrocos, onde filmou parte de suas obras. “Sinto-me em casa nos dois lugares. Espanha e Marrocos são os dois corações do meu cinema”, admitiu. 

Embora nascido em terras francesas, o cineasta poliglota tem muito mais afetividade com a Espanha, nação que viabilizou seu filme, com a produção executiva do maior nome cinematográfico do país: Pedro Almodóvar. Os dois se conheceram, em 2019, durante as celebrações do Goya — o Oscar espanhol —, no qual Almodóvar concorria com Dor e Glória, e ele, O Que Arde. O veterano levou a melhor na disputa.

Essa dualidade cultural também atravessa Sirât. O filme foi rodado entre Aragão, na Espanha, e três semanas no deserto marroquino, onde Laxe recriou uma rave real, após dez anos tentando viabilizar o projeto. “Na juventude, participei de várias raves no sul do Marrocos. Eu queria capturar essa energia, essa comunhão de corpos e espírito. Mas filmar em um evento real é impossível, então precisei construir um com o consentimento de todos os participantes”, explicou.

O resultado é uma mise-en-scène de rara potência: alto-falantes cravados na areia, multidões em transe, corpos livres — porém castigados pelo sol — em movimento, uma visão hipnótica que abre caminho para o drama de um pai e seu filho, interpretados por Sergi López e Bruno Núñez Arjona.

Um elenco marcado por cicatrizes reais

Entre os rostos que habitam Sirât estão também Tonin Janvier e Richard “Bigui” Bellamy, ambos não-atores e com deficiência física. O segundo é amigo de longa data do cineasta. “Bigui perdeu a mão dois anos antes das filmagens”, contou Laxe. “Ter dois personagens principais com limitações físicas não estava no roteiro. Cheguei a duvidar se manteria os dois, pois não queria que isso fosse uma questão, mas percebi que isso dava ainda mais força ao filme.

Essa escolha resultou em cenas ainda mais humanas, em que corpos dançam, suam e resistem em meio ao caos, sem jamais serem reduzidos às suas ausências. Em Sirât, a imperfeição é sinônimo de plenitude.

Do deserto à glória de Cannes

A jornada de Sirât começou em maio, quando o filme estreou em Cannes e arrebatou o Prêmio do Júri, consolidando Laxe como um dos autores mais singulares da nova geração europeia. Ele já havia chamado atenção no festival em 2010, com Todos vós sodes capitáns, que lhe rendeu o prêmio da crítica (FIPRESCI) na mostra Semana da Crítica. Desde então, cada novo projeto tem reforçado sua busca por uma espiritualidade visual, como o próprio título sugere.

Em uma temporada acirrada de títulos internacionais, ele disputa espaço no Oscar 2026. Sirât enfrentará produções premiadas como O Agente Secreto, do Brasil, Valor Sentimental, da Noruega, e Foi Apenas um Acidente, do iraniano Jafar Panahi — vencedor da Palma de Ouro, mas representante da França. “Chegar à shortlist [com 15 títulos e lançada em dezembro] já seria uma vitória. E se isso acontecer, vamos produzir uma rave inspirada no filme em Nova York, para umas trezentas pessoas”, promete o diretor.

Laxe encerra nosso encontro com a consciência de quem sabe que seu filme não oferece respostas fáceis: “O cinema, para mim, é uma travessia. O importante não é chegar do outro lado, mas o que acontece no caminho.Sirât propõe — ao público, à Mostra SP — um cinema ousado mesclado entre duas línguas e cheio de mistérios como a vastidão do deserto.

Tortura de Doutor Estranho em trailer de ‘Guerra Infinita’ faz referência às HQs

Após o lançamento do trailer, ‘Vingadores: Guerra Infinita, muitos fãs notaram que uma cena faz referência direta aos quadrinhos.

A cena em questão mostra o Doutor Estranho sendo torturado pelo Fauce de Ébano, membro da Ordem Negra de Thanos. Nos quadrinhos da ‘Saga Infinito’, de Jonathan Hickman, o vilão foi enviado para conseguir a localização das Joias do Infinito com o Doutor Estranho. Usando seus poderes mentais, ele consegue as informações e transforma o herói em um agente duplo de Thanos. Confira:

Só nos resta esperar para ver o resultado dessa cena! Enquanto isso, o filme ganhou um belíssimo pôster animado. Confira:

Assista também o novo e espetacular trailer:

Vingadores: Guerra Infinita terá 2 horas e 36 minutos de duração. Isso significa que ‘Guerra Infinita‘ será o filme mais longa da Marvel – superando ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos).

Pantera Negra, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).

A estreia acontece dia 26 de Abril.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Netflix renova ‘Anne with an E’ para 3ª temporada

A série Anne with an Eacabou de ser renovada para a 3ª temporada pela Netflix.

A série estava na berlinda, porém, os fãs iniciaram uma campanha no Twiter para que a Netflix renove a série para a 3ª temporada, e funcionou. Confira o anúncio:

O termo “RENEW ANNE WITH AN E” figurou o primeiro lugar nos Trending Topics da rede social neste sábado, 5 de Agosto.

A Netflix ainda não se pronunciou.

Confira alguns tuítes:

O seriado é produzido pela CBC em parceria com a Netflix e acompanha a história da órfã Anne (Amybeth McNulty), uma menina otimista que vai morar com a família dos Cuthberts na Inglaterra. Por causa do seu jeito peculiar, Anne acaba sofrendo para se adaptar na vida difícil do interior.

 

 

Dica | Filmes ‘Ghibli’ para quem gostou de ‘O Menino e a Garça’

O Menino e a Garça chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta (22) e vem mostrando ao público que é mesmo um dos grandes favoritos a levar o Oscar de Melhor Animação. Responsável por tirar Hayao Miyazaki da aposentadoria, o filme proporciona uma homenagem a outras obras espetaculares do diretor japonês no Studio Ghibli.

A dica de hoje é direcionada a quem não tem muita proximidade com a Ghibli, mas teve o interesse por conhecer mais do estúdio por conta de O Menino e a Garça. Confira!

A Viagem de Chihiro (2001)

Longa de maior sucesso internacional do estúdio, A Viagem de Chihiro se tornou o primeiro filme não falado em inglês a ganhar o Oscar de Melhor Animação. Na trama, Chihiro é uma menina de 10 anos que está se mudando junto a sua família. Durante a viagem de carro, o pai decide tomar um atalho que acaba levando todos a uma cidade abandonada esquisita. Enquanto os pais comem, a menina saiu para explorar o local. Porém, conforme o tempo passa, a cidade vai ganhando vida ao ser tomada por espíritos. Chihiro encontra Haku, um menino que diz a ela para ir embora antes do anoitecer, mas de nada adianta, já que ela vai de encontro aos pais e descobre que eles foram transformados em porcos gigantes. Agora, a jovem Chihiro vai embarcar em uma jornada completamente exótica para tentar quebrar o feitiço dos pais e voltar a sua vida normal.

Princesa Mononoke (1997)

Ambientado no Japão Medieval, Princesa Mononoke surgiu na década de 1970, quando Miyazaki decidiu fazer um filme que contasse a história de uma princesa que convivesse com uma fera mortal. Só que o diretor passou por um grave bloqueio criativo e só conseguiu prosseguir com a trama na década de 1990. A trama acompanha o príncipe Ashitaka, cuja aldeia é invadida por um terrível demônio. Ele derrota a ameaça, mas não sai vitorioso do confronto, já que foi ferido pela criatura e, segundo a tradição, será consumido por ela de dentro para fora até ele mesmo virar um demônio. Para evitar seu fim, o príncipe embarca em uma jornada contra animais e entidades da floresta para quebrar a maldição. No caminho, ele conhece a jovem San e um vilarejo de mineração que está destruindo a floresta em questão. É uma história revolucionária, porque aborda o embate entra a natureza e a industrialização japonesa pela ótica dos oprimidos da sociedade, algo até então praticamente inédito nas animações japonesas.

O Castelo Animado (1986)

Primeiro filme oficialmente produzido pelo Studio Ghibli, O Castelo Animado é uma aventura sensacional. Sheeta é uma menina que cai dos céus com seu colar de brilhantes. No vilarejo, ela encontra o jovem aspirante a engenheiro Pazu. Eles sonham em encontrar o místico e lendário castelo flutuante, mas logo são interceptados por militares que querem as pedras de Sheeta. Nesta aventura, a dupla vai precisar usar suas habilidades para escapar da terrível perseguição dos piratas aéreos, enquanto descobrem novidades acerca de si mesmo. O grande mistério é entender a origem da menina e por que o tal colar é tão cobiçado pelos adversários.

Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar (2008)

Quem se encantou com a fofura dos Warawara, certamente vai se apaixonar pela história de Ponyo. O filme acompanha o pequeno Sosuke, um menino de cinco anos que vive em uma cidade litorânea japonesa e aguarda pela volta do pai. Enquanto passa os dias com sua mãe, o garoto brinca na praia e caça conchas e pequenas criaturas. Em uma dessas brincadeiras, Sosuke encontra Ponyo, uma peixinho-dourado que está presa em um pote de geleia. Ele leve a criaturinha para casa e promete cuidar dela para sempre. O que ele não sabia é que a Ponyo é filha de um feiticeiro dos oceanos que vai fazer de tudo para ter sua filha de volta, até mesmo inundar sua cidade. Apaixonada por seu ‘salvador’, Ponyo começa a se transformar aos poucos em uma menina humana, abdicando de sua vida nos mares para explorar as maravilhas da superfície. Esse filme é constantemente chamado de A Pequena Sereia da Ghibli, mas é bem mais criativo.

O Castelo Animado (2004)

O Castelo Animado é um dos mais celebrados filmes do Studio Ghibli. Lançado em 2004, ele passou um bom tempo arquivado por divergências criativas, até ser resgatado e trabalhado pelo próprio Miyazaki. Inspirado no livro homônimo, o longa acompanha Sophie, uma chapeleira de 18 anos que vive em um mundo em guerra. Tomada pela magia e pela ciência do século XX, essa realidade única faz com que a menina, em uma ida à cidade, seja amaldiçoada por uma bruxa que a transforma em idosa. Enquanto busca reverter o feitiço, a vovó-garota encontra um espantalho vivo que a leva para um castelo móvel, que fica andando por aí. Por lá, ela é apresentada para o dono, um mago sedutor, como serviçal do castelo. No entanto, ela quer mesmo é usar o tal mago para recuperar sua juventude. Enquanto tenta quebrar a maldição, Sophie descobre que, de alguma forma, o rapaz pode ser a chave para resolver a guerra de sua terra natal.

Os filmes citados na lista estão disponíveis no catálogo da Netflix. Já O Menino e a Garça está em cartaz nos melhores cinemas do Brasil.

Crítica | Mamonas Assassinas: O Filme – EMOCIONANTE Cinebiografia Revive o Amor e a Amizade da Mais Irreverente Banda Brasileira

No ano de 1996 um meteoro iluminado de alegria atravessou o céu do Brasil. O nome desse meteoro era Mamonas Assassinas, uma banda de jovens rapazes da cidade de Guarulhos que tudo o que queriam era tocar rock’ n roll e se divertir. O desejo genuíno dos cinco rapazes transbordava em suas apresentações, o que conquistou os espectadores imediatamente. O sucesso foi imediato, a recepção do público foi imediata, o amor dos fãs foi imediato. E em apenas sete meses, tudo acabou. Uma tragédia imensurável, a queda do avião que transportava todo o grupo, acabou prematuramente com a carreira dos cinco meninos grandes de Guarulhos, e deixou milhões de brasileiros em estado catatônico, porque simplesmente ninguém queria, ou sequer conseguia, acreditar. Era uma verdade cruel demais. Esse luto mal curado permaneceu no coração de muitas pessoas que acompanhou a carreira dos rapazes. Agora, 26 anos depois, estreia nos cinemas a cinebiografiaMamonas Assassinas: O Filme’.

Dinho (Ruy Brissac) trabalha anunciando promoções em um mercado, e no tempo livre joga bola e vai aos shows da banda Utopia, sua favorita. Uma sequência de eventos faz com que Dinho acabe entrando para a banda, juntando-se a Sérgio (Rhener Freitas), Bento (Beto Hinoto, sobrinho de Bento), Samuel (Adriano Tunes) e Júlio (Robson Lima). Primeiramente, a ideia era fazer rock’n roll e covers das bandas estrangeiras, mas, enquanto gravavam sua primeira demo, o empresário Enrico (Ton Prado) percebe que a descontração dos bastidores é melhor do que aquilo que o grupo pretendia fazer. Aos poucos, Enrico vai moldando a banda naquilo que em pouco tempo se tornaria os Mamonas Assassinas, e os cinco rapazes de Guarulhos aos poucos começam a viver o sonho do estrelato.

Mamonas Assassinas: O Filme’ não tem nem duas horas de duração, mas consegue captar toda a essência do que foi o grupo mais querido do Brasil moderno. Isso é resultado de todo o trabalho que veio sendo realizado desde que esse projeto ainda era papel, e depois virou uma peça musical, série, para finalmente virar audiovisual. O fundamental – o entrosamento entre os cinco protagonistas – está lá, palpável no filme, e é o que permite a gente embarcar no breve sonho que é assistir a ‘Mamonas Assassinas: O Filme’ e ter a sensação de estarmos vendo os meninos de verdade. Em poucos segundos nos esquecemos que estamos diante de atuações.

Esse poderia ser o ponto mais impressionante, mas o que impressiona mesmo é o que se conseguiu fazer com o orçamento e a bagagem que se tinha. Vejam bem, os atores principais, apesar de terem participado do musical, não têm trabalhos expressivos em seus currículos. Nem mesmo a maioria do elenco de apoio o tem. Então, a qualidade que é entregue nesse filme demonstra não só a competência dos envolvidos, mas também que é possível conferir grandes papéis a atores novatos, basta confiar na capacidade de entrega deles. Em ‘Mamonas Assassinas: O Filme’, a entrega é tanta, que nos sentimos frequentemente dentro dos shows do grupo.

O roteiro de Carlos Lombardi faz um caminho bem curioso: ele conta a história da amizade entre os rapazes e como a partir dela criou-se a banda, mas sempre com a intervenção constante das namoradas e groupies e a presença frequente das famílias. Nos momentos cruciais, que o peito aperta e uma lágrima ameaça cair, o diretor Edson Spinello corta a cena e insere algo descontraído. Por quê? Porque não é um filme para fazer ninguém se sentir mal, pelo contrário, é para sair da sala de cinema leve. Então, mesmo sabendo o fim do filme (quem não sabe, né?), o diretor vai segurando a onda até o fim – quando, quem quiser, pode lavar a alma e permitir-se chorar tudo que ficou entalado no peito há quase trinta anos.

Mamonas Assassinas: O Filme’ é um presente para os fãs, a cura que precisávamos para nos permitirmos deixá-los ir, já que tudo foi tão rápido. É também uma linda forma de apresentar às novas gerações o que foi essa explosão de alegria que entretinha a família brasileira todos os finais de semana na televisão aberta. É, por fim, a derradeira despedida das famílias, amigos e namoradas, que puderam, neste filme, dizer as palavras que nunca puderam dizer em vida.

Para ver e rever nos cinemas, porque não cansa mesmo. ‘Mamonas Assassinas: O Filme’ é o filme das férias de verão. Para rir, se divertir, zoar com os amigos e sair do cinema com a alma renovada no início do ano de 2024.

‘No Glory’: Kumail Nanjiani será protagonista de novo filme produzido por Adam McKay

Kumail Nanjiani foi cotado para estrelar na nova comédia de espionagem produzida por Adam McKay‘No Glory’.

O filme é baseado em um manuscrito assinado pelo autor Scott Shephard sobre o tempo que passou no Centro Nacional de Operações de Segurança, servindo ao seu país. O relato único é descrito como o “exuberante patriotismo de um jovem americano no serviço clandestino de uma inconsciente nação.

“Mal posso esperar para mergulhar nesta incrível história”, McKay disse. “Com Kumail no centro dos holofotes, isso tem uma grande chance de ser especial”.

Will Ferrell também entra como produtor do longa-metragem, com roteiro adaptado por Sam Bain. Ainda não há diretor atado ao projeto.

Recentemente, Nanjiani recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro junto à esposa, Emily V. Gordon, pela dramédia Doentes de Amor. McKay, por sua vez, recebeu indicação de Melhor Direção por seu filme Vice, cuja premiação ocorreu no último domingo, 24.

‘Star Trek: Picard’: Filmagens da 2ª temporada já começaram!

Em entrevista ao site TrekCore, o produtor-executivo Alex Kurtzman de Star Trek: Picard’ revelou que, poucas semanas depois da primeira temporada ser finalizada, o próximo ciclo já entrou em produção.

“Definitivamente já começamos”, ele comentou.

O primeiro episódio estreia no dia 23 de janeiro de 2020.

Michael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.

Chabon tem uma extensa filmografia tanto nos cinemas quanto na televisão, incluindo Homem-Aranha 2As Incríveis Aventuras de Kavalier & Clay’ e já era parte da equipe da roteiristas do show.

A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  são as mais recentes adições à produção.

Os detalhes referentes aos seus respectivos personagens permanecem em sigilo.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. Culpepper tem um extenso currículo que incluí episódios de Sleepy HollowGrimmCastleGothamLuciferThe Flash, além de ter entrado no universo intergaláctico com Star Trek: Discovery’.

Kurtzman, não poupou elogios à diretora:

Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek. 

‘Will & Grace’: Último episódio da série ganha data de estreia

NBC revelou recentemente que o último episódio do revival de Will & Grace já tem data para ser transmitido: a série chegará a um novo film no dia 23 de abril.

Confira a sinopse:

“Com o apartamento todo embalado, Will está determinado a não sofrer por sua vida na cidade ou por seu ex, McCoy. Grace, às vésperas de dar à luz, continua tendo alarmes falsos sobre o parto. Karen vai ao topo da Estátua da Liberdade para finalmente conversar com o ex-marido. O sonho de Jack em ser aplaudido em um show na Broadway se transforma numa possibilidade muito real”.

Minnie DriverBrian Jordan Alvarez são os convidados especiais do series finale.

Os produtores executivos da série, Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, falaram sobre o fim do revival, após sua terceira temporada:

“Em 2016, Bob Greenblatt nos abordou com uma ideia de fazer um reboot de ‘Will & Grace’ com 10 episódios. Costumam dizer que não podemos retornar para casa, mas nós voltamos. E agora, três temporadas e 52 episódios depois, estamos ainda mais orgulhosos de algo que nunca pensamos que seria possível termos a chance de fazermos novamente. Tivemos uma oportunidade única na vida… duas vezes. E, por isso, agradecemos duplamente a gratidão da NBC, que nos deu apoio e um lar desde o primeiro dia.”

Criada por David Kohan e Max Mutchnick, a série original durou por 8 temporadas (1999-2006).

Não existe algo que separe Will Truman e Grace Adler. Ele é gay e ela é hétero. Will é um prestigiado advogado, que tem uma divertida amizade com Jack, que também é gay e está procurando emprego. Grace é uma decoradora de primeira, mas tem problemas em estabelecer uma boa relação de trabalho com sua assistente, Karen, uma cativante milionária de língua afiada.

O elenco conta com Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes.

Os 10 Melhores Videoclipes da Carreira de Lady Gaga

Lady Gaga é um dos titãs do pop contemporâneo e revolucionou o cenário musical quando surgiu em 2008 – chegando a influenciar até mesmo veteranas da indústria. Um Oscar, 11 Grammys e centenas de prêmios mais tarde, Gaga firmou-se na esfera fonográfica com força descomunal e permanece mais ativa do que nunca, dominando o entretenimento com uma perspectiva artística impecável.

Ao longo de seus breves doze anos de carreira, a performer também entregou videoclipes sensacionais, dirigidos por realizadores com tendências cinemáticas de tirar o fôlego – como não lembrar, por exemplo, da irreverência estética de “Applause” e de sua encarnação de Maria Madalena no blasfemo “Judas”?

Depois de analisar sua discografia e seu impacto no entretenimento, chegou a hora de separamos os 10 melhores clipes de Lady Gaga.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

  1. “Rain On Me” (2020)

Direção: Robert Rodriguez

Cyber-punk, futurista e recheado de figurinos coloridos e vibrantes, “Rain On Me” é a segunda incursão do panteão de ‘Chromatica’, último álbum lançado de Gaga. Colaborando com Ariana Grande, as duas artistas falam sobre traumas passados e celebram suas próprias lágrimas enquanto dançam ao lado da outra em dois mundos espelhados que se convergem em uma explosão de energia e dança.

  1. “Poker Face” (2008)

Direção: Ray Kay

“Poker Face” é um dos vídeos que mais resumem a década de 2000. Filmado em uma estonteante villa patrocinada pela Bwin, o clipe representa a amálgama ambiciosa por Gaga em sua estreia, ‘The Fame’, além de suas ideias sobre a cultura pop. Emergindo de uma piscina e usando um collant, a performer participa de uma festa regada a jogos e à bebida, além de mostrar o apreço da artista por tendências sci-fi.

  1. “Telephone” (2009)

Direção: Jonas Åkerlund

Talvez a maior parceria feminina dos anos 2000, Gaga uniu forças com Beyoncé em uma escapada criminal que ganhou o título de “Telephone”. A sequência de “Paparazzi” é recheada de referências cinematográficas, incluindo ‘Kill Bill’ e ‘Thelma & Louise’, e traz as duas lendárias artistas em uma batalha pela liberdade.

  1. “Judas” (2011)

Direção: Lady Gaga e Laurieann Gibson

Gaga fez sua estreia diretorial com “Judas”, uma de suas músicas e construções visuais mais polêmicas. Rechaçada pela Igreja Católica, toda a arquitetura funciona como uma releitura contemporânea da Bíblia e da história de Jesus, Judas Iscariotes e Maria Madalena, trazendo os personagens para uma missionária aventura com apóstolos motoqueiros e inclinações para diversas mitologias – incluindo a greco-romana e a egípcia.

  1. “Paparazzi” (2009)

Direção: Jonas Åkerlund

Åkerlund trabalhou pela primeira vez com Gaga na monstruosa produção de “Paparazzi”. Na narrativa, que também traz a presença de ninguém menos que Alexander Skarsgård como o vilão da história, a artista dá vida a uma estrela decadente que é seguida por fotógrafos em qualquer lugar e, além disso, é quase assassinada por seu namorado. Jurando vingança, ela se lança numa jornada de sobrevivência inspirada por clássicos filmes e ensaios artísticos – e ressignificações da própria indústria midiática.

  1. “Applause” (2013)

Direção: Inez and Vinoodh

“Applause” faz parte da subestimada e irreverente obra ‘ARTPOP’, que foi duramente criticada à época de seu lançamento e redescoberta como uma incrível e ousada mudança para o cenário mainstream. O cinemático clipe é uma homenagem a Andy Warhol e ao movimento pop-art, misturando as tendências dos anos 1950 aos clássicos expressionistas ‘O Gabinete do Dr. Caligari’ e ‘Nosferatu’.

  1. “Yoü and I” (2011)

Direção: Laurieann Gibson

Rodado em Springfield, Nebraska, “Yoü and I” é uma belíssima incursão country-pop que traz os vários alter-egos de Gaga, incluindo Jo Calderone e Yüyi. O principal conceito dessa produção de alto calibre é a jornada da artista em busca de seu amado – um cientista maluco que é interpretado por Taylor Kinney.

  1. “Alejandro” (2009)

Direção: Steven Klein

O aclamado fotógrafo Steven Klein ficou responsável pelo clipe de “Alejandro”, que representa o amor de Gaga pela comunidade LGBTQ+ e a traz numa inflexão à la Bob Fosse com diversos soldados dançarinos em um cabaret. Assim que o vídeo foi lançado, a performer foi alvo de polêmicas por seu retrato blasfemo da mitologia católica e por suas inclinações para o BDSM.

  1. “Marry the Night” (2011)

Direção: Lady Gaga

Gaga ficou responsável por uma das maiores obras-primas visuais do século, o nostálgico e perturbador “Marry the Night”. O electro-rock-pop conta a história da própria cantora em busca de sua fama e de sua glória, filmado em Nova York e criando um universo psicodélico que é ambientado em uma clínica mental, um estúdio de dança, seu próprio apartamento em Nova York e um estacionamento abandonado.

  1. “Bad Romance” (2009)

Direção: Francis Lawrence

Surreal, alegórico e bastante teatral, o videoclipe de “Bad Romance” é considerado por vários especialistas e críticos musicais como o melhor do século XXI. Aqui, temos a mitologia do nascimento dos little monsters (alcunha dada à fanbase da cantora) e da própria mother monster; ela é capturada por um grupo de supermodelos que a drogam e a vendem para a máfia russa – e, eventualmente, Gaga ateia fogo em um deles.

‘Além das Montanhas’: Diretor traz detalhes sobre o romance estrelado por Emily Blunt e Jamie Dornan em novo vídeo

O romance Além das Montanhas (Wild Mountain Thyme), estrelado por Emily BluntJamie Dornan, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o diretor John Patrick Shanley revela detalhes sobre a história.

Confira:

A Imagem Filmes lança o filme nos cinemas brasileiros no dia 25 de fevereiro de 2021.

Jon HammDearbhla MolloyChristopher Walken completam o elenco.

O filme é ambientado na Irlanda e gira em torno de Anthony (Dornan), que passa grande parte do tempo trabalhando nos campos de sua casa e é constantemente menosprezado por seu pai (Walken), que inclusive ameaçou entregar a fazenda para seu primo norte-americano (Hamm). Rosemary (Blunt), por sua vez, nutre de certo rancor por ter sido humilhada por Anthony na infância, mas acaba se apaixonando por ele. Sua mãe, Aoife (Molloy), luta para unir as duas famílias antes que seja tarde demais.

Leslie UrdangAnthony BregmanMichael HelfantBradley GalloAlex WitchelMartina Niland entram como produtores.

A obra funciona como adaptação da icônica e ovacionada peça da Broadway Outside Mullingar, sendo indicada para o prêmio de Melhor Peça no Tony Awards em 2014. 

‘Superman & Lois’: Morgan Edge é destaque na sinopse oficial do episódio 01×09; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Loyal Subjekts”, nono episódio da temporada de estreia de Superman & Lois’.

Na trama, “Lois, Chrissy e Clark se unem para entender a importância de Smallville para Morgan Edge”.

O episódio vai ao ar no dia 08 de junho.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

Crítica | ‘What Happened, Brittany Murphy?’ tenta oferecer encerramento para a morte da atriz, mas esbarra em fórmulas cansativas

A morte da atriz Brittany Murphy, que nos deixou com apenas 32 anos de idade em 2009, chocou o mundo e causou uma enorme comoção – principalmente no tocante às “misteriosas” causas de seu falecimento. Afinal, ninguém conseguiria acreditar que uma jovem saudável e havia construído uma sólida carreira no cinema e na televisão poderia morrer em virtude de complicações de pneumonia e anemia. Mais do que isso, ninguém encontrava razões para que seu marido na época, o diretor e roteirista independente Simon Monjack, não havia feito nada para descobrir o que tinha de errado com sua saúde, nem sequer levá-la ao hospital.

Se há uma palavra que pode definir os males que acometeram Murphy, essa é resignação. Murphy encontrou enorme sucesso ao encarnar o clássico papel de Tai na comédia adolescente ‘As Patricinhas de Beverly Hills’, dividindo os holofotes com Alicia Silverstone e caindo no gosto do público e da crítica – motivo pelo qual ascendeu a uma fama estupenda e incontrolável. Entretanto, nada poderia prever seu relacionamento com Monjack ou o fato de que seria forçada a abandonar o próprio livre-arbítrio em prol de algo que acreditava ser “amor verdadeiro”, quando, na verdade, era a representação máxima de um tóxico laço que a transformava em uma marionete submissa a alguém mais poderoso (emocionalmente falando, não em relação a dinheiro ou influência).

Ao longo do documentário, dividido em duas partes de uma hora cada, a diretora Cynthia Hill tem um objetivo muito claro que parte de uma premissa sociológica e analítica formulaica, ainda que bem-vinda: nos levar aos bastidores da cruel magnanimidade de Hollywood e de como inúmeros artistas e aspirantes a artistas se rendem aos perigos do centro do show business contemporâneo. De certa forma, Hill abre espaço para discussões que são bem necessárias para os dias de hoje, como o bodyshaming e o machismo que as mulheres enfrentam desde sempre na sociedade, ou então o papel depreciativo de veículos midiáticos como os tabloides – ora, ela até mesmo consegue conversar com o infame Perez Hilton, que reconhece os condenáveis comentários que fazia a Murphy e a tantas outras celebridades.

Entretanto, Hill também esbarra em erros que se tornaram constantes e comuns em produções do gênero – e que já são vistas há algum tempo tanto nos streamings quanto na televisão e nas telonas. Há uma certa necessidade de englobar absolutamente todos os aspectos que giraram em torno de Murphy em detrimento de uma concisão que faça sentido e que não repita assuntos que já foram discutidos e concluídos. O foco aqui é – ou ao menos deveria ser – como uma pequena garota de Nova Jersey alcançou fama mundial antes mesmo de seus trinta anos e observou, impotente, enquanto definhava perante forças que não conseguia controlar; o resultado é uma mistura de múltiplos pontos de vista endereçados a reafirmar as teorias conspiratórias acerca de sua morte e a dar enfoque a Monjack e à sua nada confiável personalidade golpista.

Apesar do que certas pessoas podem achar, a produção não é difamatória – visto que traz os fatos que foram apresentados para a compreensão de seu falecimento. Brittany, desde que ganhou reconhecimento pelo supracitado filme de 1995, tornou-se a It girl que roubava as manchetes dos grandes jornais e ficou marcada com uma potencialidade ilimitada, inclusive levando-a a estrelar obras como ‘8 Mile – Rua das Ilusões’, ‘Garota Interrompida’ e ‘Grande Menina, Pequena Mulher’. E, enquanto posava com um grande sorriso, as pessoas próximas à performer percebiam uma mudança de comportamento – e, em nenhum momento, os entrevistados se lembram dela com ressentimento. Kathy Najimy, eternizada em ‘Abracadabra’ e ‘Mudança de Hábito’, se culpa no final do segundo episódio por não ter agido com mais insistência para tirá-la de seu encarceramento; Taryn Manning, de ‘Orange Is the New Black’, aparece brevemente e confirma a personalidade respeitosa e admirável de Murphy; e Alex Merkin, diretor do filme independente ‘Across the Hall’, compara a mudança de humor de quando entrava no set de gravações, agradecida por ser chamada para o projeto, e de quando conversava com o marido, retornando como uma assustada jovem que não confiava em si mesma.

Além de apresentar comentários da polícia local, do publicista da família e até mesmo da família de Monjack, Hill entra em contato com os investigadores e legistas que fizeram a autópsia do corpo de Murphy e desmistificaram as incabíveis teorias de envenenamento ou de perseguições governamentais. À medida que o documentário afirma que houve negligência por parte de Simon em levá-la ao hospital, ao mesmo tempo não responde com clareza o que precisávamos ouvir – e abre espaço para discussões intermináveis que envolvem escândalos com a própria mãe de Brittany, Sharon Murphy. E, mesmo que o apelo estético opte por uma modernização do gênero narrativo em questão, é normal nos recordamos dos recentes ‘Amy’, que explorou a vida da saudosa Amy Winehouse, e ‘What Happened, Miss Simone?’, que fez um retrato aplaudível da lendária Nina Simone.

O novo documentário da HBO Max pode não ser ruim ou intragável, mas parece determinado a conquistar apenas os fãs de mistérios criminais – se é que podemos afirmar que houve algum mistério – e da atriz. Ademais, não há muito de novo a ser descoberto aqui; o que temos é um entretenimento que podemos conferir despretensiosamente e, talvez, para compreender um pouco mais sobre a complexa engrenagem que rege Hollywood.

‘Mouse Guard’: Nova arte revela o logotipo oficial da série descartada pela Disney; Confira!

Através do Twitter, o roteirista e showrunner Gary Whitta divulgou uma nova foto da adaptação Mouse Guard, cujo projeto foi engavetado pela Walt Disney Studios em 2019.

A imagem em questão revela a página inicial do roteiro da obra, bem como o que viria a ser seu logotipo oficial.

Confira:

Em 2020, o artista conceitual Didier Konings divulgou recentemente imagens promocionais revelando a estética da produção.

Confira:

A releitura da série de quadrinhos assinada por David Petersen seria comandada por Wes Ball – entretanto, apesar do engavetamento, é possível que ela seja salva graças a um recente acordo fechado entre a BOOM! Studios e a Netflix.

Segundo o Collider, a parceria foi assinada recentemente. As duas companhias já trabalharam juntas com o realizador David F. Sandberg, colaborando para a adaptação da graphic novel The Unsound.

O novo acordo permitirá que outros personagens do panteão de quadrinhos ganhem uma versão cinematográfica ou seriada, mas a gigante do streaming ainda não revelou mais detalhes sobre isso.

Mouse Guard é centrada em um grupo de ratinhos que devem proteger seu reino. Eles enfrentarão não apenas desertores do grupo, mas também raposas, águias e outros predadores muito perigosos.

O longa original seria dirigido por Ball e produzido por Matt Reeves, com elenco é formado por Sonoya MizunoIdris Elba, Giancarlo Esposito, Andy SerkisThomas Brodie-Sangster, Joseph Caddell e outros. Gary Whitta ficaria a encargo do roteiro. Não se sabe se o mesmo time fará parte da nova adaptação.