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FLOPOU! ‘Gremlins 2’, ‘Dick Tracy’, ‘Rocky V’, ‘A História Sem Fim 2’ e os Grandes FRACASSOS do Cinema que Completam 35 Anos

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado.

A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas.

A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar.

Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 35 Anos em 2025.

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

 

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 35 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta e quatro anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

 

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

 

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 35 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.  

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 35 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar. A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

 

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

10 Filmes que se tornaram uma BOMBA tão grande, que tiveram que cancelar a continuação

Ao longo da história do cinema, volta e meia nos perguntamos por que aquele filme que tanto gostamos nunca ganhou uma continuação? Ainda mais quando é um filme que tem cara de franquia, praticamente planejado para ter sequências. E a resposta embora dolorosa, é muito simples: o fracasso de público ou crítica (às vezes os dois).

Em especial o cinema entretenimento é um negócio, no qual são investidos centenas de milhões de dólares. Então dizer que um filme destes não visa o lucro, vai além da inocência. Então pense por esse ângulo: hoje, um filme só não gera uma continuação se não tiver realmente agradado. Fora isso, todos ganharão uma sequência, até mesmo os que não necessariamente as possibilitam narrativamente.

Pensando nisso, abaixo traremos alguns filmes que fracassaram com tanta força, que terminaram por cancelar suas continuações já planejadas e com algum estágio de desenvolvimento.

Confira.

 

Batman & Robin (1997)

Antes mesmo de ‘Batman & Robin’ ser lançado nos cinemas, a Warner estava tão satisfeita com o resultado do que vinha vendo durante as filmagens do longa, que deu sinal verde para uma sequência. A continuação possuía até título: ‘Batman Unchained’. Nesse terceiro filme (que seria dirigido novamente por Joel Schumacher), teríamos uma abordagem mais sombria e menos colorida. George Clooney retornaria para o papel principal, e o vilão seria o Espantalho. O ator visado para o personagem era Nicolas Cage, que chegou a ser convidado pelo cineasta.

Além do Espantalho, a Arlequina também estrearia no cinema nesse quinto Batman nunca filmado, e a atriz favorita para o papel era a cantora Courtney Love, que havia chamado atenção em ‘O Povo Contra Larry Flint’ (1996). Nesta versão, ela seria uma fabricante de brinquedos e a filha do Coringa atrás de vingança. Ela se uniria ao Espantalho para enfrentar Batman.

Schumacher pretendia uma cena bastante ambiciosa para o filme, ao reunir atores como Jack Nicholson, Danny DeVito, Michelle Pfeiffer, Tommy Lee Jones e Jim Carrey, todos reprisando seus papeis como Coringa, Pinguim, Mulher-Gato, Duas-Caras e Charada, em um momento de alucinação, onde o Morcego seria julgado em um tribunal por todos eles. ‘Batman & Robin’, no entanto, se tornou um grande comercial para brinquedos e pôs um fim na franquia. Até ela ser ressuscitada por Christopher Nolan novamente.

Lanterna Verde (2011)

O astro Ryan Reynolds hoje é um dos maiores nomes de Hollywood, graças ao sucesso dos filmes ‘Deadpool’. Mas o ator já havia tentado outras três vezes emplacar em um filme do gênero antes, sem sucesso. A terceira, argumenta-se, foi a mais desastrosa. De todos os fracassos dos filmes de super-heróis, ‘Lanterna Verde’ é considerado um dos maiores. Isso porque seu orçamento foi de US$200 milhões, hoje considerado o topo, imagina naquela época; e arrecadou US$237 milhões mundiais. Para ser bem-sucedido seria necessária uma bilheteira de meio bilhão de dólares, pelo menos. Assim, os planos de uma continuação foram rapidamente riscados e a cena pós-créditos ficou apenas pairando no ar.

A Torre Negra (2017)

Os filmes baseados nos livros do mestre do terror Stephen King ficam entre erros e acertos. Mas nenhum deles se mostrou um fracasso maior do que este ‘A Torre Negra’. E o motivo é simples: esse é o único baseado em uma série de sete volumes, num verdadeiro épico literário, no qual King cria um faroeste sobrenatural de fantasia e terror. É claro que o plano seria adaptar todos os sete livros em filmes – e quem não gostaria de um sucesso assim para chamar de seu. Infelizmente, mesmo contanto com astros do calibre de Matthew McConaughey e Idris Elba, ‘A Torre Negra’ não passaria do primeiro. E pensar que no mesmo ano tivemos o excepcional ‘It – A Coisa’, também baseado em King.

 

A Múmia (2017)

Nem mesmo o nome do superastro Tom Cruise conseguiu resgatar esse blockbuster do fracasso. O que todos sentiram foi falta da franquia estrelada por Brendan Fraser, que pode vir a ganhar um quarto filme. Os mais novos talvez não lembrem, mas a intenção em torno de ‘A Múmia’ foi a maior implosão de um projeto ambicioso jamais visto. A Universal Pictures planejava o tal “Dark Universe”, que seriam superproduções envolvendo seus maiores personagens do terror: como Frankenstein, o Homem Invisível e A Noiva de Frankenstein. Só para começar. Até mesmo uma foto chegou a ser tirada com o elenco reunido: Johnny Depp seria o Homem Invisível, e Javier Bardem o monstro de Frankenstein – com Angelina Jolie visada para ser a Noiva.

O Cavaleiro Solitário (2013)

Superprodução da Disney, este filme era planejado para ser o novo ‘Piratas do Caribe’. A prova disso é que tínhamos o mesmo diretor Gore Verbinski e Johnny Depp no elenco. Baseado num programa de rádio clássico e depois em uma série de TV dos anos 1950, o filme falhou em resgatar a popularidade do antigo herói. Fora isso, custou uma verdadeira fortuna, US$400 milhões (entre o orçamento e o marketing). É curioso notar como hoje, alguns filmes possuem elencos “malditos”. Esse é um dos casos notórios, já que contamos com Depp e Armie Hammer. Aliás, Hammer e Ruth Wilson já haviam sido contratados para uma trilogia – que como sabemos, não rolou.

Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Juro que não é perseguição com a Disney, até porque abrimos a matéria com fracassos de outros estúdios. Calhou destes três últimos itens serem apostas ambiciosas da casa do rato, que se deram muito mal. Aqui, temos o famoso caso do filme que ninguém pediu, que resultou no blockbuster que ninguém foi ver. Primeiro gol contra: ninguém estava interessado em um filme de Han Solo sem Harrison Ford.

Segundo gol contra: ninguém estava interessado na história de origem de um personagem tão interessante quanto ele. Hollywood precisa parar que querer explicar tudo e nos tirar a imaginação. É muito mais legal quando sua história de origem está dentro de nossas cabeças. Mais uma vez, ‘Han Solo’ era planejado como uma trilogia. Mas só a cena que explicam o nome “Solo” é cringe para três gerações inteiras.

 

John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Quem olha para a Disney hoje e acha que só existem vantagens em ser o estúdio número 1 do mundo, não conhece os corres que a empresa leva da vida. A Disney é também o estúdio que possui alguns dos desastres mais homéricos da história. Por exemplo, aqui temos dois anos consecutivos que em o estúdio tomou na cabeça com gosto. Antes de ‘O Cavaleiro Solitário’, a aposta era por uma franquia de ‘John Carter’, livro clássico do mesmo autor de Tarzan.

Na trama, um soldado da Guerra Civil americana é transportado diretamente para Marte, onde encara uma outra guerra por lá, essa interplanetária. É dito que a história influenciou de tudo na cultura pop, até mesmo George Lucas em ‘Star Wars’. Porém, sua adaptação cinematográfica chegou atrasada demais na festa. Os planos eram para uma trilogia, com o segundo, ‘Deuses de Marte’, já entrando em fase de pré-produção antes do original ser lançado, obviamente sendo cancelado após a estreia do primeiro.

A Reconquista (2000)

Por falar em desastres espaciais astronômicos, nenhum se compara à ‘A Reconquista’. E para isso precisamos voltar 25 anos no passado, época em que muitos fãs de cinema sequer haviam nascido. Para entender a tragédia que foi essa ficção científica, vencedora de todos os Framboesas de Ouro possíveis e imagináveis, era preciso estar vivo na época. Aqui também tínhamos uma pretensa trilogia, baseada em uma série de livros escritos pelo criador da religião / seita Cientologia. John Travolta faz parte desta doutrina, portanto aceitou estrelar e levar a palavra de seu mestre ao grande público. Bem, só podia ter tentado com mais afinco, pois o resultado, além de falir o estúdio, minou os planos para a continuação.

Planeta dos Macacos (2001)

Mais um filme dos anos 2000, época muito boa para a sétima arte. Curiosamente, a versão de Tim Burton para o clássico da ficção científica ‘Planeta dos Macacos’ era o filme mais esperado de 2001 no cinema. Na época, o nome de Burton estava no topo de Hollywood, e sua visão para o conto distópico gerava imensa expectativa dos fãs do bom cinema. Por mais que o longa tenha se mostrado confuso em seu desfecho, na época até chegou a agradar.

Mas este foi um dos filmes que não resistiu ao teste do tempo, e com o passar dos anos, mais e mais pessoas o consideram uma obra, digamos, abaixo do que poderia ter sido.  Apesar de certo sucesso financeiro, a Fox resolveu desistir da sequência. Não ajudou o fato de Tim Burton alegar que preferia pular da janela a voltar ao ‘Planeta dos Macacos’. Assim, dez anos depois, ganharíamos um reboot.

A Série Divergente: Convergente (2016)

Aqui temos o caso mais inusitado de Hollywood. Isso porque o mais comum de pseudo franquias fracassadas é não conseguirem passar do primeiro exemplar. Mas ‘Divergente’ foi até o terceiro. Com o sucesso de ‘Harry Potter’ e ‘Jogos Vorazes’, todos os estúdios queriam seus próprios representantes do subgênero “Young adult” de fantasia e ficção. Assim, vieram inúmeras tentativas de franquia, vide ‘Dezesseis Luas’, ‘Eu Sou o Número Quatro’, ‘Os Instrumentos Mortais’, ‘Academia de Vampiros’, entre outras.

Nenhuma deu certo. ‘Divergente’ foi a única que conseguiu. Em partes. Sem ser um sucesso retumbante, a produtora Summit Entertainment fez do livro de Veronica Roth um sucesso moderado o suficiente em 2014 para gerar uma sequência. E assim seguiria nesse embalo, gravando de forma quase simultânea as continuações e lançando ‘Insurgente’ e ‘Convergente’ em 2015 e 2016. Porém, as críticas foram ficando cada vez piores e, mais gritante ainda, as bilheterias foram decaindo. Ou seja, faltando apenas um último filme, a franquia foi cancelada. Os planos eram para levar o último filme para a TV ao invés do cinema (já pensou?). Mas aí a estrela Shailene Woodley se recusou. Nessa, os fãs saíram perdendo.

Artigo | Como ‘O Diabo Veste Prada’ MUDOU a cultura pop para sempre

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada comédia dramática O Diabo Veste Prada. Desde seu lançamento em 30 de junho de 2006 até hoje, o longa-metragem continua angariando fãs das mais variadas idades, ultrapassando gerações e sendo constantemente redescoberto – motivo pelo qual permanece calcando um legado inegável.

O filme, baseado no romance best-seller de Lauren Weisberger, foi dirigido por David Frankel e, a princípio, pode parecer como qualquer outra produção do gênero. O enredo é centrado em Andy Sachs (Anne Hathaway), uma jornalista recém-formada que luta para conseguir emprego em Nova York e é chamada para uma entrevista com ninguém menos que Miranda Priestly (Meryl Streep), guru da moda e editora-chefe da multimilionária revista Runway. O problema? Andy não tem qualquer senso de moda e logo atrai olhares reprobatórios das dezenas de funcionários e modelos que andam pelos corredores. Contra todas as possibilidades, ela consegue a vaga e percebe que “o emprego pelo qual todas as garotas se matariam” é extremamente desafiador.

À parte da sólida obra que surgiu da adaptação e da química excepcional de um elenco que ainda conta com Emily Blunt e Stanley Tucci, O Diabo Veste Prada conseguiu redefinir inúmeros conceitos estilísticos que hoje são trabalhados à exaustão, especialmente quando pensamos no mundo fashion. Por mais que incursões como ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ e ‘Meninas Malvadas’ já tivessem ditado alguns comportamentos da sociedade dos anos 1990 e 2000, nessa ordem, nenhum deles teve tanto impacto quanto imaginamos; o assunto de maior discussão entre especialistas dessa macro esfera é a precisão assustadora que tanto o romance de Weisberger quanto a magnum opus de Frankel arquitetaram sobre as engrenagens do mundo da moda.

Landon Peoples, da V Magazine, comentou que, até hoje, “encontramos cada uma das personalidades representadas no filme – as boas, as más, as traidoras e aquelas que realmente vão te ajudar e querem te ver alcançar sucesso”. Lauren Caruso, da StyleCaster, reconheceu a si mesma no cotidiano frenético de Andy ao comentar que “há longas horas e um trabalho bastante penoso. E ser assistente de alguém tão poderoso e ocupado quanto um editor-chefe é imparável”. Shelley Brown, editora da The Knot, também se viu retratada e comentou que, “em minha vida, tive várias experiências e situações à la O Diabo Veste Prada” (via Nylon).

Não é nenhuma novidade que Miranda, com ênfase no livro, tenha sido inspirada na lendária Anna Wintour, editora-chefe da Vogue – e a própria autora comentou que se inspirou em sua experiência na revista para construir a história. A diferença é que Streep, que faturou mais uma indicação ao Oscar por sua performance, conseguiu transformar Miranda em uma personagem extremamente complexa e compreensível – afinal, a própria atriz comentou que se inspirou no fato da indústria jornalística ser comandada por homens e poucas melhores estarem no cargo mais alto das empresas. Em outras palavras, Miranda não agiu diferente do que qualquer homem que estivesse em seu lugar (e tais temas são trazidos à discussão na obra, ainda que ofuscados pelos chamativos figurinos).

De qualquer forma, Wintour participou de uma exibição antecipada (vestida inteiramente em Prada) e, apesar do que muitos poderiam pensar, se divertiu com o filme – mesmo que alguns detalhes simplesmente não pudessem ser ignorados, como a recriação quase exata do escritório de Anna. A editora-chefe pode ter ficado cética à época do anúncio do projeto, mas levou tudo na brincadeira e deixou se levar pelas ótimas atuações e, para o bem ou para o mal, sua popularidade teve crescimento exponencial após o lançamento nos cinemas.

Mas não foi apenas da moda que o filme se valeu para conquistar o público ou para se manter vivo até os dias de hoje. Em 2008, dois anos após sua estreia oficial, o jornal The New York Times, ao lado de diversos outros consórcios de imprensa, escreveu que a produção ajudou a pavimentar um estilo mais reconhecível e abraçado pelo público, mergulhando com profundidade na construção da assistente pessoal no imaginário mainstream. A presença intrincada de Emily e de Andy na narrativa, subjugadas às tarefas intermináveis de Miranda, ajudou a lançar luz sobre condutas trabalhistas consideradas tiranas e causaram uma exploração da “economia d’O Diabo Veste Prada”, termo utilizado pela imprensa em 2009, com regulações laborais que ameaçavam os direitos dos assistentes, e em 2019, com as alegações de má conduta da senadora Amy Klobuchar para com sua equipe.

Como se não bastasse, o longa também foi responsável pela antecipação de anti-heroínas na televisão ou no cinema – abrindo portas para arcos mais profundos de personagens femininas. Miranda, enfrentando inúmeros obstáculos para se manter relevante num cargo facilmente entregue a qualquer outro homem, se impõe e é vista como megera, obrigando a si mesma a se defender de forças externas – algo visto também, por exemplo, em Olivia Pope em ‘Scandal’ e Cersei Lannister em ‘Game of Thrones’, como bem apontou o The Washington Post na celebração de dez anos da iteração.

O Diabo Veste Prada provou para os exibidores e para as produtoras que o mercado demográfico feminino era e continua sendo um dos maiores do planeta e que, após o sucesso imediato do filme, houve uma tentativa de replicação de narrativas do gênero pela mesma audiência. E, numa análise mais restrita ao elenco, é notável como sua popularidade ajudou a tornar os atores e atrizes ainda mais famosos do que já eram – especificamente no tocante a Blunt, que é continuamente reconhecida como Emily uma década e meia depois de tê-la vivido.

Lembrando que as gravações de O Diabo Veste Prada 2’ seguem a todo vapor. Lucy Liu, Justin Theroux, B.J. Novak e Pauline Chalamet foram confirmados no elenco. A sequência também contará com os talentos da Broadway Helen J. Shen e Conrad Ricamora, além do comediante Caleb Hearon.

Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.

Roteirista de ‘O Diabo Veste Prada 2’ celebra atenção às fotos do set: “É uma honra ver tanto interesse”

Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.

Todos eles se juntam às estrelas já confirmadas Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt, Stanley Tucci e Kenneth Branagh.

A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.

No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.

David Frankel também volta à direção.

Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.

10 Filmes que ficam MELHORES quando você revê

Nem sempre numa primeira vez assistindo a um filme conseguimos absorver todas as reflexões que um obra pode produzir. Exatamente por isso, é um exercício super saudável tempos mais tarde revermos alguns filmes. Pensando nesse recorte, segue abaixo uma lista interessante com 10 filmes que ficam melhores quando você revê:

 

Um Dia Difícil

Na trama, conhecemos o detetive Gun-Su (Lee Sun-kyun), um homem que vive uma vida simples ao lado de sua família. Certo dia, no dia do enterro de sua mãe, quando estava dirigindo por uma avenida deserta, atropela um homem. Desesperado e sem saber o que fazer, tem a ideia de esconder o corpo do acidentado dentro do caixão de sua mãe. Com a consciência pesada mas achando que tudo estava resolvido, Gun-Su é surpreendido mais uma vez com uma ligação anônima dizendo saber tudo o que aconteceu. Assim, o protagonista precisa reunir todas as partes do quebra-cabeça e tentar de vez sair limpo desta história.

 

Efeito Borboleta

Na trama, conhecemos Evan (Ashton Kutcher), um jovem já perto da fase adulta que ao longo de sua vida manifesta falhas de memórias sempre em momentos de alto estresse. Certo dia, por meio de diários que escrevia, consegue voltar no tempo para momentos em que nunca pensara mais encontrar. Buscando consertar determinadas situações traumáticas no passado, acaba criando novas variáveis tão ou mais complicadoras, muitas dessas que envolvem a vida de seu grande amor Kayleigh (Amy Smart).

 

A Chegada

O filme conta a história de uma renomada especialista em linguística, a Dr. Louise Banks (Amy Adams) que é convocado pelo exército norte americano a fazer parte de uma operação especial quando alguns objetos enormes desembarcam na Terra, trazendo caos e insegurança ao planeta. Juntamente com o físico teórico Ian Donnelly (Jeremy Renner), Louise tentará a todo custo se comunicar com os alienígenas usando regras básicas de alfabetização. Lutando contra o tempo, pois os militares de todo o mundo só pensam em atacar os objetos voadores, Louise tentará provar que talvez eles não estejam ali para destruir a humanidade.

 

Eu Estava Justamente Pensando em Você

Na trama, acompanhamos a história de amor profunda entre Dell (Justin Long) e Kimberly (Emmy Rossum), um jovem casal que se conhece de maneira inusitada e durante um certo período de tempo, vive intensamente todos os bons e terríveis momentos que uma rotina à dois pode oferecer. Indagações sobre a forma de viver, sobre o amor, o pensar os 5 minutos depois de um grande acontecimento, as inseguranças que geram um possível relacionamento.

 

Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

Na trama, conhecemos Evelyn (Michelle Yeoh), uma mulher consumida por sua vida totalmente sem tempo para ela mesma, com problemas com a receita federal, dividida entre o empreendimento da família nos Estados Unidos e as preocupações com a família. Mora com o pai, já na parte final de sua vida, o marido atrapalhado Waymond (Ke Huy Quan) e a filha Joy (Stephanie Hsu) com quem tem muitos problemas de relacionamento. Tudo não saia do lugar na sua monótona rotina até certo dia ser recrutada para enfrentar uma grande vilã dos multiversos e entender aos poucos melhor sobre questões que nunca imaginara.

 

O Predestinado

Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande viagem no tempo para tentar mudar o rumo dessa história que é cheia de armadilhas e surpresas. Os quebra-cabeças contidos nessa trama são geniais, já no desfecho o público fica de boca aberta ao saber o destino dos personagens que aparecem na trama.

 

O Senhor das Armas

Na trama, conhecemos Yuri Orlov (Nicolas Cage), um descendente de ucranianos que chegou na América com a família se passando por judeus e criado no Brooklyn. Durante um momento de sua vida percebe uma oportunidade em um universo que não conhecia, o de traficar armas e logo se torna um alguém influente nesse meio. Correndo para o encontro com a violência, levando seu irmão Vitaly (Jared Leto) para os negócios e sem um pingo de dó na consciência ao longo de tempo ele começa a ser perseguido pela interpool aqui centralizado na figura do agente Valentine (Ethan Hawke).

 

Marcas da Violência

Na trama, conhecemos Tom (Viggo Mortensen), um pacato dono de uma cafeteria que vive feliz com sua esposa Edie (Maria Bello) e seus dois filhos em uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos. Um dia, uma dupla de criminosos resolvem entrar na cafeteria de Tom nas últimas horas de uma noite, gerando o caos no lugar e Tom acaba, de forma surpreendente para todos no local, matando os criminosos. Ele logo vira celebridade na cidade, aparece na televisão, e tem a vida completamente mudada quando dias depois chega na cidade um homem dizendo que Tom na verdade é um violento membro de uma organização criminosa. Assim, aos poucos vamos entendendo melhor as lacunas dessa surpreendente história.

 

Sonata de Outono

Na trama, conhecemos Charlotte (Ingrid Bergman), uma pianista de sucesso que durante anos deixou de acompanhar a vida presente de sua família em troca de uma excelência da arte musical. Já em fim de carreira, é convidada por sua filha Eva (Liv Ullmann), uma mulher deprimida e com mágoas do passado, para passar uns dias em sua casa. Com a chegada de Charlotte, prelúdios juntam dores do passado com um conflito logo à frente.

 

Ad Astra

Na trama, em uma linha de tempo desconhecida mas pra frente de nosso tempo, conhecemos Roy Mcbride (Brad Pitt) um militar astronauta de alta patente que após um acidente no espaço, onde ele, quase literalmente, cai na terra, é convocado por seus superiores para embarcar em uma missão surpreendente: caçar os rastros de seu pai, H. Clifford McBride (Tommy Lee Jones) sumido faz anos (que ele pensara estar morto) pois o mesmo está em posso de um dispositivo que é uma real ameaça à humanidade. Assim, largando tudo que é sentimento na Terra, Roy embarca em uma viagem sem destino rumo as profundezas do espaço.

 

 

 

 

Tela Quente | Os Thrillers ERÓTICOS dos anos 1990

É sempre interessante notar como cada novo período social influencia a tendência do cinema (e do audiovisual como um todo), impulsionando ou eliminando inclusive os gêneros dos filmes. No passado, por exemplo, os faroestes e os musicais eram os tipos mais produzidos pela indústria de Hollywood. Hoje, tais segmentos foram consideravelmente podados, ao ponto de serem considerados diferentes aos olhos do público, em comparação com as demais obras que lotam constantemente o mercado. Da mesma forma, quem poderia imaginar há vinte, trinta anos, que os super-heróis saídos dos quadrinhos seriam a fonte mais confiável e rentável para grandes produções de famosos estúdios.

Toda esta apresentação para focarmos no tema desta matéria, os thrillers eróticos. Por si só um produto de seu tempo, os anos 1990, onde após o avanço de narrativas mais liberais e realistas nos anos 1960, tivemos uma escalada rumo a total falta de pudor – entrelaçada à liberdade sexual e à independência feminina. O cinema, por consequência, ficou mais sem vergonha, sem moralismo, com a cabeça mais aberta, e Hollywood começou a se espelhar nas obras europeias. Afinal, ver uma mulher pelada nas telas de cinema, ainda na década de 1950, por exemplo, era algo inimaginável. Esse advento foi se tornando cada vez mais constante pelas décadas de 1970 e 1980, onde finalmente viraria um subgênero na década de 1990.

Época do clamor desavergonhado, os anos 1990 serviram como casa de algumas das obras mais icônicas deste subgênero – muitas inclusive tinham como único propósito apresentar cenas tórridas e/ou uma estrela famosa nua, e tais projetos eram vendidos apenas por este mote. Nos tempos politicamente corretos em que vivemos, fica cada vez mais difícil imaginar uma produção sendo arquitetada por um grande estúdio nestes moldes: vender um filme através da sensualidade e erotismo de sua protagonista, explorando seu corpo pela venda de ingressos.

Com isso em mente, e como forma de relembrar e refletir sobre o passado, o CinePOP traz para você uma nova matéria comentando alguns dos mais famosos thrillers eróticos da década de 1990, filmes de suspense que faziam a temperatura subir. Vamos relembrar.

Instinto Selvagem (1992)

Este é o carro-chefe do subgênero, e podemos dizer que a extinta produtora Carolco (a mesma de O Exterminador do Futuro 2) e a TriStar Pictures (distribuidora do filme), subsidiária da Columbia, hoje Sony, saíram na frente. O filme elevou a carreira da musa Sharon Stone ao estrelato e a transformou num sex symbol. Ironicamente, treze atrizes foram procuradas para o papel e o negaram – como Michelle Pfeiffer e Demi Moore -, antes de Stone ser contratada.

Além de Sharon Stone, outros três nomes ficariam associados aos thrillers eróticos dos anos 1990: o do diretor Paul Verhoeven, o do roteirista Joe Eszterhas e o do ator Michael Douglas. Na trama, um detetive linha dura (Douglas) se depara com um caso de assassinato violento e uma história de sexo selvagem envolvendo uma manipulativa escritora (Stone).  Quatorze anos depois, Stone tirou uma sequência da cartola, Instinto Selvagem 2 (2006), a qual protagonizou sem nenhum dos nomes envolvidos com o original.

Invasão de Privacidade (1993)

Depois de sua explosão em Instinto Selvagem, Sharon Stone se tornava uma estrela da noite para o dia. E como Hollywood adora apostar no certo, um monte de projetos com temática sexual chegava para a atriz nesta época. O primeiro para o qual ela disse sim foi este suspense da Paramount (que não é boba nem nada), dirigido por Phillip Noyce (Jogos Patrióticos), baseado no livro de Ira Levin e com roteiro adaptado pelo mesmo Joe Eszterhas do filme acima. Na trama, Stone vive uma mulher que se muda para um luxuoso edifício de Nova York, e logo descobre que o local guarda sinistros segredos, envolvendo apartamentos observados por câmeras e a perda de privacidade (visionário?). E como esperado, a atriz novamente desempenhava momentos para lá de picantes.

O Especialista (1994)

A esta altura Sharon Stone já estava consolidada como musa quente do cinema, sendo basicamente um pré-requisito que a atriz aparecesse nua ou desempenhasse uma cena caliente em seus filmes. Foi assim, por exemplo, com Rápida e Mortal (1995), faroeste da TriStar/Columbia (Sony). Quando ela não protagonizava tais momentos, seus filmes não iam bem – vide Diabolique (1996) e A Última Chance (1996) -, provando o tipo de personagem e longa no qual o público queria vê-la.

Assim, este filme de ação da Warner, veículo para Sylvester Stallone, recebeu um tratamento erótico quando Stone assinou para co-protagonizar. Estamos falando da polêmica cena do chuveiro, que mostra uma tórrida relação entre o casal. Recentemente a sequência saiu do passado e ganhou os holofotes com a notícia de que Sly teria embebedado Stone para desempenhar o momento, a contragosto da atriz.

Corpo em Evidência (1993)

Instinto Selvagem provou a viabilidade e sucesso financeiro dos thrillers eróticos. Assim, pouco tempo depois de seu lançamento, este Corpo em Evidência estreava nos cinemas. E o único motivo da existência deste suspense de quinta, produzido pelo italiano Dino De Laurentiis e distribuído pela MGM, é mesmo promover cenas quentes de nudez de sua protagonista, numa trama erótica rocambolesca.

E quem melhor do que a provocativa Madonna – que na época devorava homens no café da manhã e tratava o sexo com a naturalidade de quem vai à feira – para sem pudor se despir e protagonizar momentos impróprios para menores, como os trechos com a cera de vela. De fato, De Laurentiis adquiriu o roteiro com a estrela da música em mente. Aqui, ela vive uma mulher sendo julgada pela acusação de matar seu companheiro… de tanto fazer sexo!

Assédio Sexual (1994)

Aqui temos um caso curioso. O próprio Michael Douglas queria que sua coprotagonista em Instinto Selvagem fosse Demi Moore – porque Sharon Stone era, então, uma ilustre desconhecida. Dois anos depois, e Douglas teve seu desejo atendido, com um filme do subgênero bancado pela Warner. A obra era vendida justamente pela união destes dois fortes nomes dos thrillers eróticos acima do título. Douglas havia protagonizado Atração Fatal (1987) e o próprio Instinto Selvagem (1992).

E Moore se consolidava na fase adulta (já que começou no cinema ainda na adolescência) com Proposta Indecente (1993), da Paramount – se tornando assim, igualmente, um símbolo sexual. A proposta aqui, embora seja baseado num livro, era pegar carona no famoso caso de assédio real envolvendo Anita Hill e Clarence Thomas, que parou os EUA no início da década de 1990 (retratado no filme da HBO Confirmação, 2016). Aqui, a assediadora é a mulher em posição de poder. No entanto, os que estavam esperando um momento extasiante entre os dois nas telas, terminaram ficando a ver navios.

Striptease (1996)

Demi Moore, como dito, apesar de ter começado a carreira bem novinha como parte do brat Pack, ganhava novos contornos nesta fase com o status de símbolo sexual. Depois de Proposta Indecente, Assédio Sexual e A Letra Escarlate (1995), Moore negociou um salário astronômico com a produtora Castle Rock para mostrar seus recém adquiridos músculos e próteses de silicone nos seios em Striptease (distribuído pela Columbia/Sony e no Brasil pela Warner). A atriz embolsava US$12.5 milhões, o que hoje seria algo em torno dos US$20 milhões, se tornando na época a atriz mais bem paga de Hollywood. Quem leu o livro no qual o filme é baseado garante que é bom e traz grande insight, além de tiradas cômicas que funcionam. Já o filme se tornou um fiasco, cujo único propósito era mostrar a atriz nua.

A Cor da Noite (1994)

A Disney produzindo um thriller erótico? Sim! E um dos mais desavergonhados da época. Bem, ao menos através de suas subsidiárias Hollywood Pictures e Buena Vista. E por falar em Demi Moore, seu então maridão Bruce Willis também não quis ficar de fora do subgênero. Mostrando mais uma vez a influência de Instinto Selvagem, este foi outro roteiro criado às pressas para capitalizar em cima deste estilo para maiores. Sharon Stone era uma ilustre desconhecida até Instinto Selvagem, e o nome de peso no projeto era o de Michael Douglas.

O mesmo foi orquestrado aqui, com Willis como chamariz, tentando impulsionar a carreira da jovem Jane March – com quem protagoniza cenas para lá de intensas. A proposta de fazer March uma estrela, no entanto, falhou. Na trama, Willis vive um psicólogo pegando para si um grupo de terapia de um colega assassinado. Logo, ele descobre que um dos membros de tal grupo não é o que parece, e precisa desvendar uma série de assassinatos, enquanto se diverte de forma explícita como uma bela jovem dezoito anos mais nova.

Jade (1995)

Talvez você não lembre dela, mas Linda Fiorentino foi um grande nome feminino de Hollywood nos anos 1990. E muito devido às obras com apelo sexual que protagonizava, sempre no papel da femme fatale. Percebendo o fervor do momento de tais filmes e que havia um grande público cativo na época, a Paramount, seguindo o relativo sucesso de Invasão de Privacidade dois anos antes, voltou a bancar uma produção do subgênero, investindo ainda mais dinheiro.

Para a empreitada, o estúdio contratou novamente Joe Eszterhas para o roteiro, e assim nascia Jade – uma reedição menos inspirada de Instinto Selvagem. Na direção, um cineasta pra lá de renomado: William Friedkin (vencedor do Oscar por Operação França e indicado por O Exorcista). E como Sharon Stone já havia feito o original, para esta espécie de releitura foi escalada Linda Fiorentino. A morena havia chamado atenção no ano anterior com O Poder da Sedução (1994), thriller de John Dahl, criado exatamente nos mesmos moldes.

Nunca Fale Com Estranhos (1995)

Outro nome que entrou na dança dos filmes de suspense eróticos foi o de Rebecca De Mornay. A atriz já havia realizado cenas quentes ao lado do astro Tom Cruise na comédia adolescente Negócio Arriscado (1983), onde interpretou uma prostituta. Quase dez anos depois ela viria a protagonizar o thriller A Mão que Balança o Berço (1992), sucesso da Disney (Hollywood Pictures) com certa tonalidade sexual – onde viveu uma vilã em busca de vingança, se disfarçando de babá para roubar a família da mulher que, segundo ela, havia destruído a sua.

Um ano depois, De Mornay seguia no subgênero com Culpado como o Pecado (1993), no papel de uma advogada defendendo um playboy assassino (Don Johnson). O escolhido para figurar nesta lista, no entanto, foi Nunca Fale com Estranhos, projeto totalmente construído para explorar a sexualidade de seus protagonistas – realçando suas cenas de nudez e sexo. O fiapo de roteiro desta produção da TriStar/Columbia (Sony) traz De Mornay como psicóloga criminal conhecendo e iniciando uma relação tórrida com um perfeito estranho – daí o título do filme. E para o papel do estranho, o latin lover da época, Antonio Banderas, incendiava as telas.

Showgirls (1995)

Tudo bem que Showgirls não é tanto um suspense, e funciona mais como um melodrama mexicano, daqueles bem exagerados. O filme também ficaria conhecido como uma das piores produções cinematográficas, não apenas de seu respectivo ano, mas da década e igualmente de todos os tempos. Há alguns anos o filme foi redescoberto e transformado em cult por muitos defensores. O crítico Adam Nayman, da revista Sight and Sound, por exemplo, chegou até mesmo a escrever um livro defendendo Showgirls para a série Pop Classics: “It Doesn’t Suck”.

Os fãs do longa afirmam que esta era sua proposta desde o início, uma farsa sobre o mundo das strippers de Las Vegas, exagerada, caricata e novelesca. Para muitos, a obra recai na categoria “tão ruim que é bom”, que constantemente enaltece os mais saborosos prazeres culposos. Aqueles filmes que sabemos não ser bons, mas que não conseguimos evitar de gostar. Showgirls seria o próximo passo evolutivo de Instinto Selvagem, uma produção ainda mais provocativa em suas questões sexuais. Um drama que escancararia tal universo sem dó, nem piedade.

Não por menos, o longa recebeu a censura mais alta para uma produção vendida ao grande público, o famigerado NC-17. Para a empreitada, a mesma Carolco, em parceria com a United Artists, tratou de reunir a dupla Paul Verhoeven na direção e Joe Eszterhas no roteiro. Protagonizando, uma jovem atriz saída de um programa adolescente, Elizabeth Berkley – o plano era ser alçada à nova Sharon Stone. O resultado, porém, foi bem diferente para todos os envolvidos.

Garotas Selvagens (1998)

Showgirls se tornou o epicentro da implosão do subgênero. Como toda “fórmula” descoberta por Hollywood, os thrillers eróticos foram desgastados à exaustão, e todo mundo que pôde tirou uma casquinha de tal segmento. Como sempre ocorre, alguém vai longe demais, inviabilizando sua continuidade, afinal, nada dura para sempre. Foi assim com os faroestes, com os musicais, com os épicos bíblicos e medievais, com os filmes de ação brucutu dos exércitos de um homem só, e até mesmo com as comédias românticas bobinhas da década passada.

A pergunta que fica é: quanto tempo mais os filmes de super-heróis ainda tem até precisarem ser reinventados? É justamente onde se encaixa este Garotas Selvagens, que chegou na rebarba da implosão do subgênero. Apesar de não ser um filme completamente ruim, o longa ficou meio deslocado, e caso tivesse sido lançado na época do hype de tais produções, poderia ter causado um barulho maior.

Aqui são duas, e não apenas uma, as jovens estrelas da época participando de cenas tórridas. Neve Campbell (querendo amadurecer na carreira) e Denise Richards (saída de uma produção de Paul Verhoeven, Tropas Estelares) são duas estudantes bem diferentes, que se envolvem com um professor (Matt Dillon) para um esquema de roubo de uma fortuna. A trama desta produção da Columbia (Sony) é intrincada e confusa, e certos trechos questionam nossa inteligência com suas dezenas de reviravoltas, mas algo que o público não esquece é a cena do ménage entre os protagonistas.

Nostalgia! ‘Jurassic Park’, ‘Uma Babá Quase Perfeita’ e os Filmes + POPULARES que Completam 32 Anos em 2025!

A década de 1990 guarda alguns dos filmes mais queridos do grande público na história do cinema. Afinal, ‘Esqueceram de Mim‘, por exemplo, é exibição obrigatória na época do Natal. A Disney deu a volta por cima com suas animações nos anos 90 também, e trouxe  as estreias de longas como ‘A Bela e a Fera‘ e ‘O Rei Leão‘. Os anos 90 também ficaram marcados com a chegada de um certo Quentin Tarantino em cena, que sacudiria as coisas para sempre com ‘Pulp Fiction – Tempo de Violência‘. Fora isso tudo, ainda proporcionou o lançamento do que é definitivamente um dos filmes mais celebrados da sétima arte: ‘Um Sonho de Liberdade‘.

Forrest Gump‘, ‘Clube da Luta‘, ‘O Silêncio dos Inocentes‘, ‘Os Bons Companheiros‘, ‘Titanic‘, ‘O Show de Truman‘, ‘O Resgate do Soldado Ryan‘, ‘Seven‘, ‘Os Imperdoáveis‘, ‘Instinto Selvagem‘, ‘Matrix‘, ‘Toy Story‘, ‘Pânico‘, ‘Homens de Preto‘, a lista de filmes queridos na década é longa.

Este ano, chegou a vez dos filmes de 1993 fazerem aniversário de 32 anos. Para celebrá-los resolvemos trazer nesta matéria os dez mais populares. Como medimos essa popularidade, você pergunta? Bem, é simples. Analisamos a quantidade de votos que obtiveram no maior banco de dados de cinema na rede: o IMDB. Confira abaixo, diga quais são seus preferidos e monte seu próprio ranking.

10. O Pagamento Final – 228 mil votos

Scarface’ é um dos filmes mais populares da década de 1980. E dez anos depois, a dupla Al Pacino e Brian De Palma se reunia para fazer essa espécie de “sequência espiritual” do clássico de 40 anos, que mostra o que aconteceria se Tony Montana tivesse sido preso, passado anos na cadeia e depois fosse solto. De fato, o Carlito Brigante vem de origem latina, mas porto-riquenha ao invés de cubana. E como diria Michael Corleone: “quando eu penso que consegui sair da vida de crime, eles me puxam de volta”. É o tema desta obra ainda subestimada e desconhecida de parte do público, mas que precisa ser mais descoberta.

09. Amor à Queima Roupa – 238 mil votos

Por falar em filmes subestimados, mesmo com uma grande aura cult em torno desta produção, o grande público talvez não a conheça. Esse foi um dos primeiros filmes de Quentin Tarantino. Bem, o envolvimento do diretor aqui é meramente no roteiro, já que o filme tem assinatura do saudoso Tony Scott (de ‘Top Gun’).

Sendo um texto de Tarantino esperem inúmeras referências ao mundo do cinema, personagens amantes da sétima arte, um desenvolvimento ímpar de suas personalidades e, é claro, muita violência. Ah sim, e um grande elenco de nomes como Brad Pitt, Gary Oldman, Dennis Hopper, Christopher Walken, Val Kilmer, Samuel L. Jackson, encabeçados por Patricia Arquette e Christian Slater.

08. Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador – 249 mil votos

Você sabia que os astros Leonardo DiCaprio e Johnny Depp já fizeram um filme juntos? Pois é, e isso ocorreu há 32 anos, com um longa que se tornou um dos mais cultuados do período nos dias de hoje. É curioso notar as “pernas” que um filme adquire ao longo de sua trajetória, aumentando no gosto popular.

Esse foi um dos primeiros papeis de destaque de Depp após o sucesso em ‘Edward Mãos de Tesoura’, que mostrou que o ator também podia fazer dramas mais sérios. Mas quem dá show mesmo é um DiCaprio bem jovenzinho aos 18 anos de idade, interpretando um deficiente mental – papel que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar.

07. Filadélfia – 253 mil votos

Por falar em medalhões do Oscar, um dos grandes destaques de sua edição foi o drama sobre Aids ‘Filadélfia’. Na época em que o filme foi feito, ainda se sabia pouco sobre a doença, e existia muito preconceito contra os que adquiriam o vírus. Esse é o tema do filme, que mostra um advogado querido em sua firma, sendo demitido após as suspeitas de que pudesse estar doente. Tom Hanks vive o protagonista e levou sua primeira estatueta do Oscar – e o elenco ainda conta com o fera Denzel Washington.

06. Uma Babá Quase Perfeita – 284 mil votos

Recentemente surgiram notícias nos veículos especializados em cinema, de que o saudoso Robin Williams, falecido em 2014, estava disposto a retornar numa possível continuação de ‘Uma Babá Quase Perfeita’. Por que isso nunca aconteceu é o que sempre iremos nos perguntar, e nunca perdoar Hollywood. Seja como for, o original é um clássico por si só, uma das comédias mais queridas não apenas de 32 anos atrás ou dos anos 90, mas da história do cinema. O filme, aliás, acaba de ganhar uma versão para os palcos da Broadway, e já queremos ver.

05. O Fugitivo – 311 mil votos

O Fugitivo’ fez um tremendo sucesso nos cinemas há 32 anos. Mas com o filme acontece o estranho caso de perder popularidade ao passar dos anos com as gerações mais novas. Talvez porque a premissa tenha sido muito utilizada em outros filmes ao longo das décadas – este pode ser um dos motivos da falta de engajamento com as gerações atuais com o longa estrelado por Harrison Ford.

Seja como for, a história do médico acusado e condenado injustamente do assassinato da esposa, conseguindo uma segunda chance de provar sua inocência ao escapar do transporte que o levava ao presídio, teve tanta força na época que chegou a ser indicado ao Oscar de melhor filme, e levou o de ator coadjuvante para Tommy Lee Jones – que chegou até a estrelar um spin-off intitulado ‘U.S. Marshals – Os Federais’ (1998).

04. O Estranho Mundo de Jack – 366 mil votos

Agora chegamos a uma das animações “diferentonas” mais queridas dos anos 90 e do cinema de forma geral. Com o dedo de Tim Burton como produtor, é claro que aqui olharíamos para um produto sombrio e estranho, com personagens esquisitos e levemente macabros. É aquele tipo de filme para introduzir crianças menores ao mundo do terror. É claro, um terror de mentirinha e bem seguro. ‘O Estranho Mundo de Jack’ é indicado tanto para o halloween, quanto para o Natal, pois aborda em sua narrativa ambas as datas. O motivo de nunca ter sido adaptado nestes 32 anos aos palcos como um musical é que não entendemos, pois a obra é perfeita para isso.

03) Feitiço do Tempo – 668 mil votos

Agora damos um pulo gigantesco em popularidade, como podemos ver pelo número de votos. ‘Feitiço do Tempo’ não é apenas uma das comédias mais populares e queridas da história do cinema, e o filme de Bill Murray que rivaliza até mesmo com ‘Os Caça-Fantasmas’ (apesar de não ter se tornado uma franquia como o citado), é também uma obra que se tornou referência em seu subgênero. Ou seja, quando uma história aborda a repetição do tempo. Vira e mexe um filme enfia o dedo neste tópico e é imediatamente comparado a ‘Feitiço do Tempo’. Ele pode não ter sido o primeiro com tal proposta criativa, mas sem dúvida é o mais famoso e querido.

02. Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros – 1 milhão e 43 mil votos

Só existem dois filmes mais populares que o querido ‘Feitiço do Tempo’ há 32 anos no cinema. E o primeiro deles é um dos maiores blockbusters da década. Estamos falando da obra-prima de Steven Spielberg, ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, filme que redefiniu mais uma vez as regras de superproduções do entretenimento. Só quem estava vivo na época consegue entender o marco histórico para o cinema que foi ‘Jurassic Park’. Os efeitos especiais gerados por computadores surgiam com perfeição o suficiente para trazer dinossauros de volta à vida. Foi algo simplesmente emocionante, merecedor de todos os créditos.

01. A Lista de Schindler – 1 milhão e 419 mil votos

Subindo ao pódio em primeiríssima posição dos filmes mais populares de 32 anos atrás no cinema temos mais uma produção de Steven Spielberg. 1993 foi um dos anos mais produtivos da carreira do diretor, que é um dos pais do cinema entretenimento. Poucos realizadores na história do cinema possuem um ano tão satisfatório quanto o de Spielberg há 32 anos. Além de revolucionar o cinema mais uma vez com ‘Jurassic Park’, o cineasta ainda entregava uma obra poderosa como ‘A Lista de Schindler’, um dos maiores fenômenos de crítica da sétima arte. A história real sobre o judeu que ajudou centenas de famílias a escaparem dos campos de concentração nazista e da morte certa, é algo muito pessoal para o diretor, e se tornou um dos contos mais edificantes jamais contados. Imprescindível.

‘Yellowjackets’: 4ª temporada será a ÚTIMA da série!

O canal Showtime anunciou que a 4ª temporada de ‘Yellowjackets‘ será a última da série.

Em comunicado oficial, os criadores Ashley Lyle e Bart Nickerson confirmaram e explicaram a decisão de finalizar o seriado:

“Após três temporadas incríveis e muita consideração, estamos animados em anunciar que levaremos a história de ‘Yellowjackets’ à sua conclusão sombria nesta quarta e última temporada. Sempre soubemos que chegaria um ponto em que a história nos diria que queria terminar, e acreditamos que nosso trabalho — nossa responsabilidade — é ouvir.”

“Contar essa história emocionante, selvagem e profundamente humana tem sido uma experiência profundamente significativa e uma verdadeira honra para nós, e somos muito gratos ao elenco, equipe e roteiristas brilhantes que corajosamente embarcaram nesta jornada conosco para trazê-la à vida. Acima de tudo, queremos agradecer aos fãs que permaneceram conosco em cada momento, mistério e refeição — a Colmeia não é nada sem vocês! Mal podemos esperar para compartilhar o capítulo final com vocês e esperamos que o achem… delicioso.”

Aclamada pela crítica e pelo público desde sua estreia, ‘Yellowjackets‘ mistura elementos de suspense, mistério e drama psicológico, acompanhando sobreviventes de um acidente aéreo e os traumas que os perseguem décadas depois.

Relembre o trailer da 3ª temporada e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

Drama CRIMINAL com Jenna Ortega e Tommy Lee Jones faz sucesso no streaming; Vale a pena ver?

Finestkind, drama criminal que traz Jenna Ortega (‘Wandinha’) e Tommy Lee Jones (‘Ad Astra’), está fazendo sucesso no Paramount+ Brasil. Mas será que é bom?

O filme conta a história de dois irmãos (Ben Foster e Toby Wallace), criados em mundos diferentes, que se reencontram quando adultos durante um verão fatídico. Tendo como pano de fundo a pesca comercial, a história assume riscos primordiais quando circunstâncias desesperadoras forçam os irmãos a fechar um acordo com uma violenta gangue criminosa de Boston.

Ao longo do caminho, uma jovem (Ortega) se vê perigosamente pega no meio. Sacrifícios devem ser feitos e os laços entre irmãos, amigos, amantes e um pai (Jones) e seu filho são postos à prova.

No Rotten Tomatoes, a produção alavancou apenas 28% de aprovação dos críticos:

˜É exagerado, com atuações exageradas, extremamente estereotipado e não oferece muitos personagens com os quais você realmente se importe”, Daily Dose.

“As excelentes atuações de Jenna Ortega, Tommy Lee Jones e Ben Foster estão presas dentro de um dos filmes mais chatos do ano.”, Koimpi

Um elenco e uma equipe poderosos ancoram este olhar corajoso e nada glamoroso sobre uma família de pescadores rebeldes que navegam em águas cada vez mais ameaçadoras neste longa-metragem no Paramount+”, Tara Mcnamara

O público de hoje exige mais verdade do que a maioria exigia na década de 1980, quando heróis estúpidos podiam tomar decisões ruins, e nós ainda os aplaudíamos.”, Common Sense.  

O filme é escrito e dirigido por Brian Helgeland.

Tim DalyClayne CrawfordAaron StanfordScotty TovarLolita DavidovichMeghan LeathersIsmael Cruz CórdovaFernanda Andrade e outros completam o elenco.

 

Megan Fox é CONFIRMADA em ‘Five Nights at Freddy’s 2’

A aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2’ ganhou mais uma estrela em seu elenco invejável. Megan Fox foi confirmada como Toy Chica.

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

Skeet Ulrich foi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.

Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

A reunião de Ulrich e Lillard já está sendo celebrada pelos fãs nas redes sociais, relembrando a química entre os dois como Billy Loomis e Stu Macher em ‘Pânico‘, dupla de assassinos que marcou uma geração. Desde então, os atores trilharam caminhos distintos, mas sempre mantiveram laços com o terror e o suspense em suas carreiras.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna Grace e Wayne Knight.

Emma Tammi retorna à direção.

‘Frankenstein’: Adaptação de de Guillermo del Toro será lançada nos cinemas brasileiros

A O2 Play Filmes confirmou que a nova adaptação de ‘Frankenstein‘, dirigida pelo aclamado cineasta Guillermo del Toro (‘O Labirinto do Fauno’), será lançada nos cinemas nacionais.

O longa está programado para estrear nas telonas no dia 23 de outubro, e chegará ao catálogo da Netflix duas semanas depois – no dia 7 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que a adaptação foi confirmada na seleção oficial da 49ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

O longa-metragem, inspirado no revolucionário romance homônimo de Mary Shelley, integra uma sólida escolha de títulos que inclui ‘O Agente Secreto‘ e ‘Jay Kelly‘. Detalhes sobre os dias de exibição ainda não foram divulgados.

Para mais informações, clique aqui!

Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.”

O filme, que teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.

Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia GothChristoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.

“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.

Frankenstein 1

‘A Substância’: Aclamado TERROR com Demi Moore estreia no streaming; Saiba aonde assistir!

O aclamado terror ‘A Substância‘, estrelado por Demi Moore e Margaret Qualley, já está disponível no catálogo brasileiro da HBO Max.

Na trama, Elisabeth Sparkle, uma renomada apresentadora de um programa de aeróbica, enfrenta um golpe devastador quando seu chefe a demite. Em meio ao seu desespero, um laboratório lhe oferece uma substância que promete transformá-la em uma versão aprimorada de si mesma.

Aclamado pelos críticos, o longa alcançou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de conquistar o Oscar de Melhor Maquiagem e o Globo de Ouro de Melhor Atriz para a veterana Demi Moore.

Nas bilheterias, a produção arrecadou US$ 77.3 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de apenas US$ 17.5 milhões.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

a substância

Das VideoLocadoras | Demi Moore, Jack Nicholson e Tom Cruise no EXCELENTE ‘Questão de Honra’

Os deslizes da moral. 31 anos atrás chegava aos cinemas de todo o planeta um projeto que mostraria uma intensa batalha jurídica militar que gira em torno de condutas duvidosas em uma ação que resultou em morte. Caminhando nas estradas turbulentas do mundo militar, o longa-metragem dirigido por Rob Reiner, com roteiro baseado em uma peça teatral chamada A Few Good Men, escrita por Aaron Sorkin, possui uma narrativa repleta de detalhes que geram reflexões sobre os pontos de vistas que reúnem os conjuntos de valores que se chegam no certo ou errado em uma questão. Indicado para quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, Questão de Honra não poderia ter um título mais certeiro.

Na trama, conhecemos Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem tenente e advogado da marinha, formado em Harvard, sem muita experiência em casos de homicídios. Com menos de um ano no cargo é designado para um caso cheio de variáveis suspeitas, um cabo e um soldado acusados de assassinato de um outro militar que iria denunciar uma prática ilegal onde eles serviam como fuzileiros navais, em Guantánamo, a base militar norte-americana em solo cubano. Contando com a ajuda do assistente jurídico do caso, Sam (Kevin Pollak) e principalmente da tenente da corregedoria militar Joanne Galloway (Demi Moore), Daniel precisará descobrir o que esconde o responsável pela base militar, o enigmático coronel Nathan R. Jessep (Jack Nicholson) um condecorado militar que está prestes a assumir um alto cargo no conselho de segurança nacional.

A honra, o que seria? Um dos pontos principais dessa obra é conseguir destrinchar para os espectadores o universo sempre complicado de entender sobre o mundo militar. Partindo do tal ‘Código Vermelho’, algo como uma punição para o militar que não vem cumprindo com total eficiência seu ‘dever’, chegamos em temas como o machismo, o autoritarismo, além de uma ampla reflexão sobre a reunião de valores que determinam o que seria o certo ou o errado em determinada situação. Isso tudo é revelado em uma batalha jurídica (dentro das regras do tribunal militar) onde a sociedade reflete sobre inúmeras questões na visão do protagonista, um homem em dúvida sobre o caminho que percorre na linha tênue entre o que entende como direito dentro da lógica militar.

O filme foi baseado na peça teatral A Few Good Men escrita pelo hoje conhecido Aaron Sorkin. Contratado para transformar o teatro em cinema, esse foi o seu primeiro roteiro escrito para um longa-metragem. Essa peça que viraria um enorme sucesso foi escrita nos tempos em que ele era bartender de shows na Broadway, ele usava guardanapos, entre uma folga e outra, para ir escrevendo as cenas. A peça foi baseada em relatos de um fato que aconteceu na vida real na Baía de Guantánamo, exatamente um ‘Código Vermelho’ com um sumiço de um corpo que nesse caso não teve solução até hoje.

O elenco é fabuloso. Além de Cruise, Moore e Nicholson, outros grandes artistas dão suas contribuições em cena: Cuba Gooding Jr, Kevin Bacon, Kiefer Sutherland, Kevin Pollak.  Uma curiosidade é que Jack Nicholson recebeu cerca de 5 Milhões de dólares por apenas 10 dias de trabalho, inclusive sendo indicado ao Oscar pelo papel. Demi Moore recebeu nem a metade desse valor, sendo sua personagem uma figura muito presente em todo o filme.

Com uma longa carreira como ator e como diretor dentro do cenário hollywoodiano, o nova iorquino Rob Reiner, diretor também dos ótimos Conta Comigo e Louca Obsessão, consegue com grande maestria nos transportar para dentro de muitas questões passando pelo tabuleiro de forças de leis militares chegando até os reflexos disso para uma sociedade num sentindo objetivo sobre responsabilidade. Pra quem se interessar pelo filme, Questão de Honra está disponível no Catálogo da HBO Max.

4ª temporada de ‘Invencível’ ganha teaser DUBLADO e previsão de lançamento; Confira!

O Prime Video divulgou um divertido teaser dublado da 4ª temporada da série animada ‘Invencível‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo estreará em março de 2026.

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Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

A produção conta com as vozes de Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Mark Ruffalo e Robert Downey Jr. revelam que estavam confusos em ‘Os Vingadores’: “Falando com uma bola de tênis”

Os astros Robert Downey Jr., que da vida a Tony Stark/Homem de Ferro, e Mark Ruffalo, que vive o Bruce Banner/Hulk, falaram recentemente sobre seus personagens no UCM, revelando que muitas vezes não entendiam o que falavam.

“Bem… quero dizer, nos dias da Marvel, tudo pode mudar ou estamos falando com uma bola de tênis. Você e eu, os irmãos cientistas, tínhamos essas longas passagens sobre absolutos absurdos”, disse Downey a Ruffalo na Variety

“Mas ainda é importante para nós porque sabemos que é importante para os personagens.”

Downey responde admitindo que a experiência em seus filmes da Marvel o ajudou em seu aclamado papel em ‘Oppenheimer’, de Christopher Nolan.

“Sim, seria realmente difícil aprofundar. Quero dizer, poderíamos nos enlouquecer no set perguntando, por que não consigo me lembrar disso? Mas novamente, sabemos quando é hora de apertar um pouco mais as coisas”, continuou Downey.

“De qualquer forma, encontrei grande alegria em [fazer Oppenheimer]. Foi aquele momento em que estávamos filmando algo em Pasadena e Nolan simplesmente colocou este rolo de 70 milímetros [filme] — estavam trocando os rolos, e ele disse, ‘Segura isso.’ E ele simplesmente colocou no meu colo.”

‘Vingadores: Doomsday’: Charlie Cox revela se Demolidor aceitaria entrar para os Novos Vingadores

‘Doomsday’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

‘Guerras Secretas’ está programado para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

Jovens usam artefato amaldiçoado no trailer LEGENDADO do terror ‘O Som da Morte’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de ‘O Som da Morte‘ (Whistle), novo terror estrelado por Dafne Keen (‘Deadpool e Wolverine’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais para 5 de Fevereiro de 2026.

Corin Hardy (‘A Freira’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Owen Egerton.

Na trama…

Um grupo de estudantes desajustados do ensino médio acidentalmente se depara com um antigo apito fúnebre asteca. Ao soprá-lo, suas futuras mortes os caçam. À medida que o número de corpos aumenta, eles investigam a história do artefato na esperança de interromper a sequência de eventos que desencadearam.

Sophie NélisseSky YangJhaleil SwabyAli SkovbyePercy Hynes WhiteMichelle FairleyNick Frost completam o elenco.

Ator de ‘Army of the Dead’ se junta ao elenco da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Dead City’

De acordo com o Deadline, Raúl Castillo (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘The Walking Dead: Dead City‘.

Em caráter regular, o ator interpretará um personagem chamado Luis. Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre seu papel foi divulgado.

Além dele, Jimmi Simpson (‘Westworld’) também será introduzido no próximo ciclo.

Na nova temporada, Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan) finalmente deixam de lado suas diferenças para construir a primeira comunidade próspera em Manhattan desde o apocalipse, mas quando o caos começa a surgir na cidade, eles são forçados a questionar: eles aprenderam com suas velhas feridas ou seu passado sombrio significará a ruína de toda a cidade?

Seth Hoffman assumirá como showrunner do próximo ciclo.

No Brasil, a produção está disponível no streaming do Prime Video.

A trama acompanha Maggie e Negan em uma aventura por uma Manhattan pós-apocalíptica, isolada do continente, em busca do filho sequestrado de Maggie, Hershel. A cidade em ruínas está cheia de mortos-vivos e habitantes que transformaram Nova Iorque em um mundo próprio, cheio de caos, perigo, beleza e terror.

Zazie Beetz, de ‘Deadpool 2’, estrelará novo TERROR produzido pelo diretor de ‘It: A Coisa’

De acordo com o Deadline, Zazie Beetz (‘Deadpool 2’) será a protagonista de ‘They Will Kill You‘ (Eles Irão te Matar, em tradução literal), novo terror produzido por Andy Muschietti – diretor de ‘It: A Coisa‘.

Na trama…

“Uma mulher responde a um anúncio para ser governanta em um edifício residencial glamoroso na cidade de Nova York. No entanto, após alguns desaparecimentos misteriosos, logo se torna aparente que o arranha-céu está sob o controle de um culto satânico.”

O terror está programado para estrear no dia 27 de março de 2026.

O elenco ainda contará com Myha’la (‘Morte Morte Mprte’), Patricia Arquette (‘Medium: A Paranormal’), Heather Graham (‘Do Inferno’) e Tom Felton (‘Harry Potter’).

Kirill Sokolov (‘Morra!’) será responsável pela direção.

Além de comandar a produção, ela também assina o roteiro ao lado de Alex Litvak.

Andy servirá como produtor ao lado de sua irmã Barbara Muschietti, através de sua produtora Nocturna Pictures.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Fãs de ‘Shrek’ estão CHOCADOS após descobrirem piada sacana no filme

Shrek é um dos filmes mais aclamados da Dreamworks, contando a história de um ogro que se apaixona por uma princesa, encantando milhões de fãs não só pela história, mas também pelo humor peculiar. No entanto, uma piada sutil para adultos começou a causar alvoroço nas redes sociais, com internautas insistindo que sua infância foi arruinada.

Os fãs notaram em redes sociais uma cena envolvendo o antagonista do filme, Lorde Farquaad. Nessa cena, o soberano pede ao espelho magico para mostrar uma imagem de sua futura noiva, a Princesa Fiona.

Após um suspiro inicial, o espelho mostra Fiona inclinada do lado de fora de seu castelo guardado por um dragão.

No entanto, se você observar atentamente os lençóis de Lorde Farquaad, verá um pequeno “volume” aparecer, fazendo o personagem corar e se cobrir.

@ojhonatassilva Como ninguém percebeu isso? #Piada #shrek #jhontv #curiosidades #duplosentido #geek ♬ som original – Jhonatas Silva

Nos comentários, internautas comentaram sobre a piada +18.

“Se isso for real, não é mais meu filme favorito”, brincou um usuário do TikTok.

“Odeio que adicionaram esse detalhe”, acrescentou outro.

Usuários do Reddit também discutiram essa cena exata e, uma vez que você sabe que está lá, é realmente… muito difícil não perceber.

O tópico do Reddit discutindo essa cena exata se chamava: “O que de inadequado em TV/filme/música passou completamente despercebido quando você era jovem?”

“Literalmente todas as piadas em Shrek, especialmente relacionadas ao Lorde Farquaad, ou melhor, ‘Lorde F***-wad’, afirmou uma usuária.

“O fato de seu nome ser uma piada é algo que não percebi até ter meus vinte anos (apesar de ter assistido a esse filme muitas vezes na adolescência). Acho que é porque ‘F***-wad’ não é uma expressão que eu já tenha ouvido alguém usar”, lembraram.

A Universal Pictures e a DreamWorks Animation adiaram novamente o lançamento de ‘Shrek 5‘. Antes previsto para 23 de dezembro de 2026, o filme agora chegará aos cinemas em 30 de junho de 2027. A novidade foi divulgada pela Variety.

Essa é a segunda mudança de data para a aguardada animação, que inicialmente estava marcada para julho de 2026. O estúdio não revelou o motivo do adiamento, mas a decisão segue a estratégia da Universal de apostar em estreias de grandes animações durante o verão norte-americano — período em que franquias como ‘Meu Malvado Favorito‘, ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ e ‘Super Mario Bros. – O Filme‘ alcançaram enorme sucesso nas bilheteiras.

Com a nova data, ‘Shrek 5‘ será lançado menos de uma semana após a estreia de ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘, da Sony. Na programação anterior, o longa chegaria logo depois de dois gigantes da Disney: ‘Vingadores: Doomsday‘ e ‘A Era do Gelo 6‘.

Ainda não há detalhes sobre a trama do quinto filme da franquia, mas o retorno dos personagens icônicos — Shrek, Fiona, Burro e Gato de Botas — já é esperado pelos fãs, que aguardam novidades desde o lançamento de ‘Shrek Para Sempre‘, em 2010.

Mike Myers (Shrek), Eddie Murphy (Burro Falante) e Cameron Diaz (Fiona) irão retornar no elenco de dublagem.

Vale lembrar que, em uma recente entrevista ao Collider, Murphy revelou que já começou a gravar suas falas para o próximo capítulo – e também confirmou que a DreamWorks está trabalhando também em um spin-off focado em seu personagem, o Burro.

“Comecei a gravar [para] Shrek 5’ […]. E estamos fazendo um [filme] focado no Burro também”, ele disse.

Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.

Shrek tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.

 

Sigourney Weaver indica RETORNO como Ripley na franquia ‘Alien’

Durante o painel na Comic-Con de Nova York, Sigourney Weaver voltou a comentar sobre seu retorno como a icônica Ripley na franquia ‘Alien‘.

A atriz revelou estar empolgada com um novo conceito apresentado pelo produtor Walter Hill, e confirmou que já se reuniu com o estúdio para discutir sobre seu possível retorno à saga.

“[O produtor da franquia ‘Alien’] Walter Hill é um grande amigo meu, e ele escreveu 50 páginas sobre o que a Ripley estaria fazendo atualmente, e a direção que ele seguiu é simplesmente extraordinária. Não sei se irá acontecer, mas tive uma reunião com a FOX/Disney.”

Ela completa, “Nunca senti a necessidade de reprisar o papel. Sempre disse que era melhor deixar [a Ripley] descansar. Mas o que o Walter escreveu parece tão verdadeiro para mim, pois fala muito sobre a sociedade que encarceraria alguém que tentou ajudar a humanidade. Ela é um problema para eles, então ela meio que está escondida. Acho que as primeiras 50 páginas [do roteiro] são muito fortes. Estou pensando em trabalhar ao lado do Walter para descobrir como seria o resto dessa história.”

Sucesso nos cinemas, o filme mais recente da franquia, ‘Alien: Romulus‘, arrecadou mais de US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais, além de alcançar 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

alienromulus

Screen Gems fará filmes de TERROR e fecha contrato com diretor de ‘Annabelle 3’

A Screen Gems passará a focar no desenvolvimento e lançamento de filmes de terror. A produtora já era conhecida no gênero, tendo recentemente lançado filmes como ‘Sobrenatural: A Porta Vermelha‘, ‘O Exorcista do Papa‘ e ‘Convite Maldito‘, mas agora planeja deixar uma marca ainda maior nas telonas.

Gary Dauberman, diretor de ‘Os Vampiros de Salem‘, assinou um acordo de exclusividade com a produtora para o desenvolvimento de futuros títulos de terror.

Além de ter dirigido por ‘Annabelle 3: De Volta Para Casa‘, Dauberman também foi responsável pelo roteiro de ‘Annabelle‘, ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, ‘It: A Coisa‘, ‘A Freira‘, ‘Monstro do Pântano‘ e o vindouro remake de ‘Invasão Zumbi‘.

“Estou animado em fazer parte deste novo capítulo do gênero terror na Sony Pictures e Screen Gems,” declarou o cineasta.

A intenção da Sony Pictures é reconstruir a Screen Gems como uma divisão de filmes de terror de baixo orçamento, servindo de lar para diretores conhecidos no gênero e novos talentos promissores.