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Diretor revela o título de ‘A Morte te Dá Parabéns 3’: ‘Happy Day Death to Us’

Em entrevista ao Empire, o diretor Christopher Landon revelou o título oficial do terceiro filme da franquia ‘A Morte te Dá Parabéns‘, voltando a falar sobre a possível sequência.

“O título da nova sequência é ‘Happy Day Death to Us’ [Feliz dia da morte para nós, eu tradução livre]. É um título provisório. O terceiro filme definitivamente está em pausa no momento. Eu sei que o Jason Blum ama a franquia e a Jessica Rothe também adoraria retornar. Eu escrevi o terceiro filme há algum tempo.”

Ele continua, “Acredito que nós estamos empolgados a direção do novo filme, porque ele é diferente dos dois anteriores, então nós estamos cruzando os dedos e torcendo para que a nossa base de fãs continue a crescer. Que sabe… pode acabar acontecendo, espero que em breve.”

A Morte te Dá Parabéns (2017) foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125,5 milhões pelo mundo, mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Porém, Jason Blum, fundador da Blumhouse, ainda não desistiu da franquia.

Em entrevista ao Yahoo, Blum revelou que ele está “trabalhando horas extras” para que A Morte te Dá Parabéns 3’ aconteça.

“Deixe-me dizer, estou trabalhando horas extras nisso. Acredite em mim. Estou tentando.”, afirmou.

A história acompanharia a cena pós-créditos do segundo filme, que mostra a DARPA aproveitando o dispositivo do loop do tempo para novas experiências, com a amiga malvada de Tree, chama Danielle (Rachel Matthews), que acaba presa em seu próprio loop.

Recentemente, a protagonista Jessica Rothe disse ao Coming Soon que ainda tem esperança de retornar à franquia para completar a trilogia.

“Eu adoraria que tivéssemos a oportunidade de completar a trilogia. Eu sei que [o diretor] Christopher Landon tem tudo planejado naquela mente genial, mas eu sei que só faríamos um novo filme se houver uma boa razão para isso. Mas sempre que me perguntam, eu digo que ainda tenho esperanças.”

Rothe disse que toparia reprisar seu papel como Tree Gelbman mesmo se a sequência fosse planejada para daqui a 10 ou 20 anos.

“Eu acho que o filme vai acontecer, porque é apenas uma questão de oportunidade. Se essa oportunidade surgir daqui a cinco, 10 ou 20 anos, eu vou topar. Talvez Tree possa retornar como uma badass de 50 anos igual a Jamie Lee Curtis no novo ‘Halloween‘. Eu amo a Tree e sou muito grata por esse trabalho.”

Vale lembrar que o diretor Christopher Landon confirmou exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

A Morte te Dá Parabéns‘ já está disponível na Netflix.

Assista a entrevista:

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Crítica | Cuties: Filme da Netflix acende polêmica sobre o que deseja combater

Envolto numa polêmica que diz mais sobre as pessoas que a levantaram que sobre o filme, Cuties — ou Mignonnes, no original — é muito menos uma história sobre amadurecimento e mais sobre as pressões sociais exercidas sobre crianças e adolescentes em fase de transição, que se intensificam ainda mais com as redes sociais. O filme da roteirista e diretora franco-senegalesa Maïmouna Doucouré parte da perspectiva da jovem Amy (Fathia Youssouf) para contar uma história sobre identidades mistas e o conflito de gerações que se apresenta na interseção entre preservar o tradicionalismo (ora pautado no sexismo) da cultura familiar e a incessante vontade de descobrir o mundo que atinge qualquer pessoa em fase de amadurecimento. A interseção entre a adolescência e a juventude aos 11 anos de idade. 

O resultado, complexo em sua natureza e mais preocupado em dar voz à protagonista de forma não-apologética, às vezes ignora o fato de ela ser muito nova para este tal olhar não-apologético, e se isso causa um olhar dúbio, dá material tanto para os seus defensores quanto para os seus detratores.

A controvérsia do filme vem de um lugar honesto, mas corre o risco de acabar com qualquer tipo de debate ou relativização justamente proposta pela obra. Se as escolhas feitas pelo marketing da Netflix não foram as melhores, cabe dizer também que talvez tenha faltado ao filme ser mais enfático no estudo das suas personagens e todas as suas complexidades e contradições.

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Na história, Amy é uma garota de 11 anos de origem senegalesa e família muçulmana que se encanta com um grupo de dança de seu colégio, formado por outras quatro meninas da mesma idade que ela. Amy se dedica então a ficar cada vez mais parecida com elas para ser aceita dentro do grupo — roupas justas, exposição nas redes sociais e passos de dança nada apropriados para a idade, então, passam a fazer parte desta jornada de Amy e de suas novas amigas. Paralelamente, a garota vive em casa cercada pela tradição religiosa e vendo a poligamia do pai ser um sofrimento silencioso para a mãe. A ideia de rompimento vem a partir da exposição destes dois ângulos opostos da realidade da criança.

Vencedor do prêmio de melhor direção na seção de Drama do Cinema Mundial do Festival de Sundance, o longa foi adquirido pela Netflix para distribuição global e a primeira grande mudança veio no material de divulgação. Enquanto o cartaz que divulga o longa na França, onde foi lançado nos cinemas, traz as garotas em um clima de brincadeira e inocência pelas ruas, o material escolhido pela gigante do streaming mostra o grupo de protagonistas em uma apresentação de dança, que está em um dos momentos finais do filme, e todas usam roupas curtas feitas justamente para a apresentação e estão em poses supostamente sexualizadas. 

A comoção que passou a pedir que a Netflix cancelasse o lançamento do filme tomou proporções gigantescas, e arrecadou milhares de assinaturas em petições antes mesmo de alguém poder assistir à obra. As acusações foram de sexualização de menores a um olhar predatório da direção que estaria despreocupada com as repercussões para as jovens atrizes que participaram do filme, e embora nenhuma dessas acusações deva ser feita ou olhada de forma leviana, corremos o perigo aqui de estar diante de um olhar intransigente através do qual falar sobre um assunto é sinônimo imediato de compactuar com ele.

Por um lado, Doucoré constrói uma obra deliberadamente indigesta, a partir das próprias experiências e da observação de seus arredores. O filme contrasta os lampejos de infantilidade das protagonistas — brincadeiras, a inocência e as explosões de risadas que denunciam a imaturidade esperada para a idade — com cenas que obrigam o espectador a confrontar seus corpos e uma ‘adultização’ precoce buscada por elas. Exposta para nos incomodar e determinar que estamos diante de uma mistura de idades, de fases e de influências ao mesmo tempo perigosa e delicada, é a exposição demorada sobre os corpos das crianças, em close-ups e ângulos pouco sutis, que acendeu certos alertas. A composição dos contrastes nas entrelinhas às vezes parece não ser o suficiente para transmitir o recado de forma efetiva, embora a indigestão volta e meia reapareça com toda força. É como se o filme estivesse ao mesmo tempo tentando caminhar pegando a audiência pela mão para se certificar de que o recado será entendido, e justamente por isso isso, às vezes, se torna exaustivo e literal demais. 

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Mesmo assim, a confluência de estímulos a que Amy e suas colegas estão expostas no filme existe de forma questionadora, um cabo de guerra que termina quando a garota escolhe um dos lados. Nas redes sociais, as crianças publicam registros próprios carregados de filtros que as fazem parecer muito mais velhas do que realmente são, e enquanto o mundo junto aos colegas é de cada um descobrindo e entendendo melhor o próprio corpo, em casa elas são parte de manter e passar adiante tradições familiares que vêm de gerações e que, talvez, elas sejam um pouco novas para entenderem a importância. Não precisar escolher um lado é um conceito que talvez Amy seja muito nova para entender, mas isso não significa que o filme não saiba disso. 

A ideia de abrir o debate e falar abertamente sobre os problemas da superexposição e sexualização infantil é tanto a ideia do filme quanto a de seus opositores, embora estes últimos partam de uma ideia que tenta podar qualquer conversa que possa partir da obra. Doucouré usa suas próprias experiências crescendo entre duas culturas e também a sua observação dos seus arredores em Paris, além de entrevistas com centenas de crianças e adolescentes que contaram histórias que entraram para o filme ou não — algumas ela sequer teve coragem de abordar tamanha a delicadeza.

É uma confluência de ideias que se torna leve quando acompanhamos as brincadeiras das crianças — em uma das cenas mais cômicas, uma delas tem a língua lavada com sabão após brincar com uma camisinha no parque, achando que era um simples balão. Mas se torna pesada quando toda a forma como a sexualização dessas meninas é posta em tela sob uma perspectiva que deixa claro justamente o quanto aquilo é confuso para elas. Em algumas cenas, elas estão obcecadas com alguns rapazes, que se afastam ao descobrirem que elas têm apenas 11 anos. Em outra cena, as poses de dança que são terrivelmente chocantes para quem olha são, para elas apenas bobas e inocentes. 

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O que revela uma certa displicência no filme é a forma como ele não se preocupa com resultados, e parece se apressar para um final com poucas resoluções e ainda menos consequências. O resultado é uma mensagem cheia de ruídos, que esconde a potencial beleza e o carisma construído com cuidado e carinho na primeira metade do filme. Se costurasse melhor as causas e consequências das ações de Amy, poderia ter um resultado mais unânime e potente, ainda que não seja lá tão difícil entender certas coisas se você um dia já foi uma garota de 11 anos de idade.

Tendo como ponto de partida o choque da adultização precoce destas garotas, ‘Lindinhas’ é um retrato provocador do trauma, que busca acender um debate sobre a forma como os estímulos e as percepções sociais recaem sobre uma idade em que você se acha adulta demais para ser criança mas é criança demais para ser uma jovem. O filme se constrói sobre a ideia de uma escolha cruel, e em sua execução errática por vezes se esquece que essa já é uma idade difícil o suficiente sem as explosões a que recorre no final. Mas, se o seu objetivo era gerar um debate, pode ter certeza que isso ele conseguiu. 

Madonna vai dirigir filme sobre sua própria vida com roteirista de ‘Garota Infernal’

A Madonna faz tudo, né? Literalmente.

Em um um movimento criativo sem precedentes, o ícone pop revelou que vai dirigir um filme sobre sua própria vida e carreira.

O roteiro foi escrito por Diablo Cody, conhecida por filmes como JunoGarota Infernal.

Madonna, cuja impressionante carreira de cinco décadas viu incontáveis ​​reinvenções musicais e uma corrida no cinema e na atuação, vai ser a primeira estrela a dirigir sua PRÓPRIA cinebiografia.

Os superfamosos costumam se envolver como consultores criativos e produtores executivos em suas próprias histórias adaptadas (como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘Rocketman’), mas nunca chegaram de fato a DIRIGIR o projeto.

O filme sem título será lançado pela Universal Pictures.

“Quero transmitir a incrível jornada que a vida me levou como artista, música, dançarina – um ser humano, tentando abrir seu caminho neste mundo”, disse Madonna em um comunicado. “O foco desse filme sempre será a música. A música me manteve indo e a arte me manteve viva. Existem tantas histórias inspiradoras e não contadas e quem melhor para contá-las do que eu. É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com minha voz e visão.”

Recentemente, a cantora postou uma imagem ao lado de Diablo Cody.

Durante o momentâneo minuto, Madonna e Cody estão conversando sobre o famoso traje com sutiã de cone da turnê Blond Ambition, de 1990, feito por Jean Paul Gaultier, enquanto a performer fala sobre a importância de detalhes específicos, como a escolha de uma música para uma determinada cena.

Apesar do projeto não ter sido revelado, fãs começaram a teorizar que Cody pode estar escrevendo um longa-metragem sobre a própria diva.

Confira:

Esta não é a primeira vez que Madonna se envolve com a esfera cinematográfica, visto que trabalhou em diversos projetos como EvitaUma Equipe Muito EspecialProcura-se Susan Desesperadamente. Ela também assinou o roteiro e dirigiu o drama romântico histórico ‘W.E.’, que garantiu à artista um Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

Tendo lançado catorze álbuns de estúdio e vendido mais de 300 milhões de cópias, Madonna continua, até hoje, como um titã da música e uma das mulheres mais influentes da história. Ela já levou para casa sete estatuetas do Grammy20 VMAs.

‘Liga da Justiça’: Jason Momoa sai em defesa de Ray Fisher e acusa Warner de divulgar fake news

As fortes acusações de Ray Fisher envolvendo envolvendo o comportamento abusivo do diretor Joss Whedon nos bastidores de ‘Liga da Justiça‘ continuam rendendo novas polêmicas e o ator Jason Momoa saiu em defesa do colega de elenco, exigindo que a Warner Bros. realize uma investigação aprofundada sobre o caso.

Em uma longa publicação feita em sua conta oficial do Instagram, Momoa ainda revelou que coisas muito sérias aconteceram nos bastidores das refilmagens de Whedon, alegando ainda que a Warner teria vazado um falso anúncio de sua escalação para um novo filme do estúdio, a fim de abafar as revelações de Fisher.

Confira:

“Essa m**** precisa parar e precisa ser vista com atenção. Ray Fisher e todos aqueles que vivenciaram o que aconteceu sob os olhos da Warner Bros. precisam de uma investigação adequada. Eu só acho f***** as pessoas terem soltado um falso anúncio de Frosty, sem a minha permissão, para tentar distrair do fato de Ray Fisher estar falando sobre o jeito de m**** que fomos tratados nas regravações de Liga da Justiça. Coisas sérias aconteceram. Isso precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas”.

O falso anúncio de Frosty, ao qual Momoa se refere, seria uma referência a uma matéria feita pelo portal Deadline, que afirma que Momoa fora escalado para dublar a voz de Frosty, o boneco de Neve,  em um filme da Warner Bros.

Momoa sugere que o estúdio vazou o anúncio para desviar a atenção da polêmica de Fisher.

Entenda o caso

O ator Ray Fisher fez sérias acusações contra o diretor Joss Whedon, alegando que os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg permitiram um comportamento “nojento e abusivo” durante as filmagens de ‘Liga da Justiça‘.

“O tratamento de Joss Whedon no set com o elenco e na equipe da ‘Liga da Justiça’ foi nojento, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Isso foi permitido, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade> Entretenimento”, afirmou.

Pouco depois, o diretor Kevin Smith apoiou o ator Ray Fisher e revelou mais detalhes sobre o comportamento de Joss Whedon no set de ‘Liga da Justiça‘.

Segundo ele, já existiam histórias nos bastidores de que Joss Whedon estava “desmerecendo” o trabalho do Zack Snyder.

No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, Kevin Smith endorsou os comentários de Fisher:

“Um dia eu visitei o set de A Ascensão Skywalker, e fiquei conversando com pessoas que tinham trabalhado nas duas versões de Liga da Justiça. O pessoal dos efeitos especiais disse que Joss tinha o hábito de falar mal da versão de Zack [Snyder]. Ele cortava, descartava e era negativo quanto à versão de Zack, que ele havia assistido e que todas aquelas pessoas haviam feito juntas. Eles disseram que o set ficou bem tóxico”, afirmou. 

O ator que viveu o Ciborgue chegou até a alegar que o produtor-executivo Geoff Johns chegou a ameaçar sua carreira.  Após a denúncia, a Warner Bros. começou uma investigação para descobrir a verdade por trás das alegações.

Whedon e Johns permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher em julho.

Porém, recentemente a Warner Bros. afirmou que o ator não está colaborando com as investigações.

Leia a declaração completa da Warner Bros.:

Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue em Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça. Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista / diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos. Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que elevaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação.

Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ele também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, que até agora o Sr. Fisher não forneceu.

Vale lembrar que o papel do Ciborgue foi drasticamente reduzido nas refilmagens de Whedon, mas Zack Snyder prometeu que dará ao personagem o destaque merecido no novo corte do filme, que tem previsão de estreia para 2021 na HBO Max

Confira as imagens promocionais:

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‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’: Liam Neeson defende Jar Jar Binks e diz que se orgulha do filme

Star Wars: Episode I - The Phantom Menace Liam Neeson (L) and Jar Jar Binks

Antes do lançamento dos novos filmes da saga ‘Star Wars‘, os fãs mais críticos concentraram todas as suas reclamações em ‘A Ameaça Fantasma‘, considerado pior título da trilogia lançada entre 1999 e 2005.

Boa parte dessas reclamações foi por conta da presença do desastrado Jar Jar Binks, interpretado por Ahmed Best.

No entanto, Liam Neeson defendeu o astro durante uma entrevista para o Watch What Happens Live com Andy Cohen.

O intérprete do Mestre Jedi Qui-Gon Jinn disse que muitos fãs ultrapassaram os limites e fizeram ataque pessoais a Best, o que acabou prejudicando sua carreira.

Ahmed Best, que interpretou Jar Jar Binks, recebeu muitas críticas e isso acabou prejudicando sua carreira. Eu não entendo o porquê de toda essa raiva… Ele fez um personagem voltado para as crianças. Acho que ele é um dos caras mais engraçados e talentosos com quem eu já trabalhei.”

Neeson também disse que não se arrepende de ter atuado na saga e está orgulhoso do filme.

“Eu sei que muitos fãs e críticos não gostaram. Bom, eu estou orgulhoso de ter participado e é isso o que importa para mim.”

Apesar das críticas, Qui-Gon Jinn é um dos mestres Jedi mais adorados da saga e muitos fãs ainda torcem pelo seu retorno em uma futura produção da Lucasfilm.

Mas Neeson já havia confirmado ao Comic Book que não tem interesse em reprisar o papel.

“Conheço alguns atores que reprisaram seus papéis na saga e os admiro muito, porque fizeram isso de maneira fantástica, mas eu não estou disposto a retornar à saga. Participei de ‘Star Wars‘ há 22 anos e adorei, era tudo novo… Eu estava contracenando com bolas de tênis que seriam alienígenas, foi muito engraçado e interessante. Foi bom para a imaginação, mas também foi muito cansativo, não posso fazer isso de novo.”

Para quem não conhece, Qui-Gon Jinn era o mestre de Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) e acabou sendo assassinado por Darth Maul (Ray Park).

Em ‘A Vingança dos Sith‘ é revelado que Jinn aprendeu a se comunicar com os vivos através da Força.

Lembrando que a voz de Neeson pode ser ouvida em uma rápida cena de ‘A Ascensão Skywalker‘, quando Rey (Daisy Ridley) ouve os Jedi do passado e Qui Gon Jinn a incentiva a derrotar o imperador.

Confira nossa crítica do filme:

 

Dirigido por J.J. Abrams, o filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Star Wars Poster

Star Wars The Rise Of Skywalker Xlg

Fãs estão SURTANDO com o trailer da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’; Confira as reações!

Disney+ divulgou hoje (15) o trailer da vindoura 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’ – e não demorou muito para que os fãs do universo Star Wars expressassem o quão animados estão para o próximo ciclo.

Confira as reações:

Os novos episódios estreiam em 30 de outubro na plataforma de streaming.

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Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

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‘Alguém Tem que Morrer’: Série da Netflix com atrizes de ‘Elite’ e ‘A Casa das Flores’ ganha pôster incrível; Confira!

A Netflix divulgou recentemente um belíssimo pôster oficial de Alguém Tem que Morrer, sua nova minissérie estrelada por Ester Exposito (a Carla, de ‘Elite‘) e Cecilia Suárez (‘A Casa das Flores‘).

A produção estreia em 16 de outubro na plataforma.

Confira, junto ao primeiro teaser:

Alguem Tem Que Morrer

Alguém Tem que Morrer foi criada pelo mexicano Manolo Caro.

A trama se passa nos anos 50 e acompanha um garoto, que precisa retornar ao México a pedido dos seus pais, que lhe apresentarão a mulher que escolheram para se tornar a sua esposa. No entanto, o jovem não retornará para casa sozinho, estando acompanhado de um bailarino misterioso, o que resultará em diversos conflitos na cidade, incitando a ira do governo local, que não vai deixar nada passar despercebido.

O elenco da produção também é composto por Ernesto Alterio (‘Narcos‘), Alejandro Speitzer (‘Desejo Sombrio‘), Pilar Castro (‘Julieta‘), Isaac Hernández. Mariola Fuentes (‘Abraços Partidos‘ e ‘Fale com Ela‘), Manuel Morón (‘Tudo Sobre Minha Mãe‘), Eduardo Casanova, Juan Carlos Vellido (‘As Telefonistas‘) e Carlos Cuevas (‘Merlí‘).

Robbie Coltrane, o Hagrid de ‘Harry Potter’, defende comentários de J.K. Rowling sobre mulheres trans

Em entrevista ao Radio Times, o ator Robbie Coltrane, conhecido por ter intepretado o meio-gigante Rúbeo Hagrid na franquia Harry Potter, fez comentários em defesa do controverso posicionamento da autora J.K. Rowling sobre a comunidade trans (em especial às mulheres transsexuais).

Coltrane se manifestou após o novo romance criminal de Rowling, Troubled Blood, ter virado alvo de críticas negativas por seu conteúdo preconceituoso e infundado que colocou uma travesti como serial killer.

“Não acho que o que ela tenha dito foi ofensivo, realmente. Eu não sei por que, mas há uma geração inteira do Twitter de pessoas que esperam ser ofendidas. Elas não teriam vencido a guerra, teriam? Isso me faz soar como um velho ranzinza, mas é só você pensar: ‘supere. Cresça, levante e siga em frente'”.

O livro é o quinto volume da série criminal estrelada pelo detetive Cormoran Strike, a qual é assinada pelo pseudônimo de Robert Galbraith, e envolve uma assassina travesti e um caso que gira em torno de uma mulher que desapareceu em 1974 e alegadamente é uma das vítimas da assassina.

Em 2020, Rowling recebeu diversas críticas por seus comentários transfóbicos em apoio aos “espaços de sexo único” dentro dos quais mulheres cisgênero estariam seguras – e dizendo que transsexuais não deveriam frequentá-los por representar perigo iminente. Em seu website, a romancista escreveu: “acredito que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas. Quando você abre as portas de banheiros e vestiários para qualquer homem que acredite ou sinta ser uma mulher… Então você abre a porta para qualquer homem que deseja entrar”.

A autora foi denunciada por diversos grupos ativistas sobre sua atitude retrógrada e, agora, voltou aos holofotes depois que a sinopse de seu romance foi divulgada para o público: um homem que se veste de mulher para atacar mulheres.

A militância trans, em particular, apontou sobre a história contrafactual que realmente existe na sociedade atual, na qual mulheres transsexuais são rotineiramente assassinada e, mesmo assim, são vistas como ameaça.

“O novo livro de J.K. Rowling é sobre uma ‘serial killer travesti’. Enquanto isso, no mundo real, o número de pessoas trans assassinadas no Brasil aumentou em 70%, jovens mulheres trans são deixadas para morrer em carros em chamas e os homens que nos matam (por sermos trans) ganham perdão e vão para casa”.

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a saga de Cormoran Strike passa por controvérsias. No segundo volume, O Bicho-da-Seda, uma mulher trans chamada Pippa persegue Strike e tenta esfaqueá-lo. O detetive consegue se desvencilhar do ataque, revelando sua identidade e até mesmo desrespeitando sua identidade de gênero ao referir-se a ela como homem.

‘O Mandaloriano’: Após o trailer, Lucasfilm divulga belíssimo pôster da 2ª temporada; Confira!

Após lançar o trailer da aguardada 2ª temporada de ‘O Mandloriano‘, a Lucasfilm divulgou um belíssimo pôster da atração.

A imagem destaca o protagonista vivido por Pedro Pascal, que caminha sob a luz do entardecer acompanhado do Baby Yoda.

Lembrando que os novos episódios estreiam em 30 de outubro na Disney+.

Confira o pôster, junto com o trailer:

O Mandaloriano 3

O vídeo traz o personagem titular em uma missão impossível e desafiadora: levar o bebê Yoda de volta para sua terra natal.

Confira:

Mandaloriano

Mandaloriano 2

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Mandaloriano 4

Mandaloriano 5

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

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Internautas DETONAM J.K. Rowling após anúncio de livro transfóbico

‘Trouble Blood’ é o novo livro da série criminal de J.K. Rowling, estrelada pelo detetive Cormoran Strike – e é claro que a autora voltaria a ser o centro dos holofotes por todos os motivos errados.

A história, que gira em torno de uma travesti serial killer, ganhou atenção negativa da organização em proteção à vida da comunidade transsexual e dos internautas. Não demorou muito para que Rowling fosse detonada nas redes sociais por usuários que realmente não aguentam mais seus comentários preconceituosos.

Confira:

“Ainda não acredito que J.K. Rowling escreveu um romance que dá a entender que pessoas trans podem ser vilões. Nós, da comunidade LGBTQIA+, sempre temos compaixão e amor e comprometimento com a justiça, a paz e o mínimo de decência humana”.

“Não tenho paciência para pessoas que negam a ciência e usam os mais vulneráveis como alvo, seja Donald Trump ou J.K. Rowling“.

Em 2020, Rowling recebeu diversas críticas por seus comentários transfóbicos em apoio aos “espaços de sexo único” dentro dos quais mulheres cisgênero estariam seguras – e dizendo que transsexuais não deveriam frequentá-los por representar perigo iminente. Em seu website, a romancista escreveu: “acredito que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas. Quando você abre as portas de banheiros e vestiários para qualquer homem que acredite ou sinta ser uma mulher… Então você abre a porta para qualquer homem que deseja entrar”.

A autora foi denunciada por diversos grupos ativistas sobre sua atitude retrógrada e, agora, voltou aos holofotes depois que a sinopse de seu romance foi divulgada para o público: um homem que se veste de mulher para atacar mulheres.

A militância trans, em particular, apontou sobre a história contrafactual que realmente existe na sociedade atual, na qual mulheres transsexuais são rotineiramente assassinada e, mesmo assim, são vistas como ameaça.

“O novo livro de J.K. Rowling é sobre uma ‘serial killer travesti’. Enquanto isso, no mundo real, o número de pessoas trans assassinadas no Brasil aumentou em 70%, jovens mulheres trans são deixadas para morrer em carros em chamas e os homens que nos matam (por sermos trans) ganham perdão e vão para casa”.

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a saga de Cormoran Strike passa por controvérsias. No segundo volume, O Bicho-da-Seda, uma mulher trans chamada Pippa persegue Strike e tenta esfaqueá-lo. O detetive consegue se desvencilhar do ataque, revelando sua identidade e até mesmo desrespeitando sua identidade de gênero ao referir-se a ela como homem.

Mais uma vez? Novo romance de J.K. Rowling é acusado de transfobia; Entenda!

J.K. Rowling parece não se cansar de estar envolvida com polêmicas complexas e, agora, voltou a ser acusada de transfobia pelo teor controverso e condenável de seu mais novo romance, Troubled Blood’ (via PinkNews).

O livro é o quinto volume da série criminal estrelada pelo detetive Cormoran Strike, a qual é assinada pelo pseudônimo de Robert Galbraith, e envolve uma travesti serial killer e um caso que gira em torno de uma mulher que desapareceu em 1974 e alegadamente é uma das vítimas da assassina.

Em 2020, Rowling recebeu diversas críticas por seus comentários transfóbicos em apoio aos “espaços de sexo único” dentro dos quais mulheres cisgênero estariam seguras – e dizendo que transsexuais não deveriam frequentá-los por representar perigo iminente. Em seu website, a romancista escreveu: “acredito que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas. Quando você abre as portas de banheiros e vestiários para qualquer homem que acredite ou sinta ser uma mulher… Então você abre a porta para qualquer homem que deseja entrar”.

A autora foi denunciada por diversos grupos ativistas sobre sua atitude retrógrada e, agora, voltou aos holofotes depois que a sinopse de seu romance foi divulgada para o público: um homem que se veste de mulher para atacar mulheres.

A militância trans, em particular, apontou sobre a história contrafactual que realmente existe na sociedade atual, na qual mulheres transsexuais são rotineiramente assassinada e, mesmo assim, são vistas como ameaça.

“O novo livro de J.K. Rowling é sobre uma ‘serial killer travesti’. Enquanto isso, no mundo real, o número de pessoas trans assassinadas no Brasil aumentou em 70%, jovens mulheres trans são deixadas para morrer em carros em chamas e os homens que nos matam (por sermos trans) ganham perdão e vão para casa”.

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a saga de Cormoran Strike passa por controvérsias. No segundo volume, O Bicho-da-Seda, uma mulher trans chamada Pippa persegue Strike e tenta esfaqueá-lo. O detetive consegue se desvencilhar do ataque, revelando sua identidade e até mesmo desrespeitando sua identidade de gênero ao referir-se a ela como homem.

‘Capitã Marvel’: Brie Larson divulga fotos do seu primeiro teste usando o traje da heroína

Em seu perfil do Instagram, Brie Larson compartilhou duas imagens de seu primeiro teste de câmera usando o traje completo da Capitã Marvel.

Ao contrário do que os fãs imaginam, Larson gravou algumas cenas de ‘Vingadores: Ultimato’ antes das gravações de Capitã Marvel.

Na legenda, a atriz escreveu:

“Fotos do meu primeiro teste de câmera usando o traje completo. Nós ainda estávamos descobrindo qual seria o estilo dela, e eu ainda estava me acostumando com uma roupa de couro! Bons tempos.”

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Depois que Nia DaCosta foi anunciada como diretora de ‘Capitã Marvel 2′, diversos internautas comemoraram a notícia.

Para quem não a conhece, DaCosta ganhou os holofotes mundialmente após comandar o reboot ‘A Lenda de Candyman’, que será lançado em breve nos cinemas de todo o mundo.

Apesar da cineasta ainda não ser muito conhecida, os fãs estão felizes pela decisão da Marvel em contratar uma mulher negra para o projeto, o que pode gerar mais diversidade no futuro do MCU.

Confira as reações:

Lembrando que Brie Larson retorna como a personagem titular no próximo filme.

O roteiro já está sendo escrito por Megan McDonnell, que atualmente trabalha como assistente na vindoura série ‘WandaVision’, do Disney+.

Segundo rumores divulgados pelo The Direct, a Marvel tem planos ambiciosos para a continuação

O estúdio se empolgou com a arrecadação de mais de US$1 bilhão e pretende “incluir muitos personagens conhecidos do MCU, tornando-o um mini-Vingadores”. Assim como rumores anteriores já alertavam, o filme será baseado nos quadrinhos da saga ‘Invasão Secreta‘.

Para quem não conhece, a saga em questão foi escrita por Michael Bendis e Leinil Francis Yu, sendo publicada em 2008.

Na trama, os heróis mais poderosos da Terra descobrem que os Skrulls se infiltraram no planeta e tomaram o lugar de diversos Vingadores na tentativa de controlar nosso mundo.

O site conclui alegando que o filme irá introduzir Kamala Khan, uma super-heroína adolescente e muito fã de Carol Danvers que abraça a abandonada manta de Ms. Marvel.

Khan, uma jovem americana-paquistanesa que morava em Nova Jersey, ganhou as manchetes do mundo inteiro como a primeira super-heroína muçulmana. Mas ela não aparece no filme em questão, o qual é centrado no conflito entre duas facções alienígenas: os Krees e os Skrulls.

Mas como nada foi informado oficialmente, pode se tratar apenas de um rumor.

‘O Mandaloriano’ parte em uma missão IMPOSSÍVEL no trailer oficial da 2ª temporada; Confira!

Disney+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’.

O vídeo traz o personagem titular em uma missão impossível e desafiadora: levar o bebê Yoda de volta para sua terra natal.

Confira:

O novo ano estreia no dia 30 de outubro na plataforma de streaming.

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Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

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‘Mulan’: Cena do beijo foi CORTADA do live-action; Saiba o motivo!

Segundo o TRH, uma cena de beijo entre Mulan e Chen Honghui (Yoson An) teve que ser retirada do live-action de ‘Mulan‘.

Os executivos locais desaprovaram a tomada em questão, após sua exibição para uma pequena audiência teste na China.

De acordo com a publicação, o momento romântico não pegaria bem com o público chinês, conforme salientado também pela própria diretora Niki Caro:

“Era uma cena muito linda, mas o escritório da Disney na China desaprovou, afirmando que ‘não poderíamos exibir isso, pois não pegaria bem com o povo chinês. Então, decidimos retirar o momento do filme”.

A cena acabou sendo cortado do filme.

De acordo com a Forbes, o live-action de ‘Mulan‘ fracassou em sua estreia nas bilheterias chinesas, arrecadando apenas US$ 23.2 milhões em seu primeiro final de semana no país.

O site aponta que o longa deve encerrar sua passagem nos cinemas da China entre US$ 46-50 milhões, o que fica bem abaixo do que a Disney esperava para a produção.

Vale lembrar que esse é apenas o segundo blockbuster hollywoodiano a estrear no país (‘Tenet‘ foi o primeiro, arrecadando US$ 30 milhões em sua estreia), após a devastadora pandemia de coronavírus. Com o mercado ainda não estabilizado e os cinemas funcionando em capacidade limitada, o resultado nas bilheterias ainda se encontra bastante afetado.

Não devemos desconsiderar os diversos boicotes que a produção sofreu antes mesmo de sua estreia nos cinemas, o que pode ter influenciado um pouco o resultado.

Nos EUA, ‘Mulan‘ teve sua estreia nos cinemas cancelada, sendo lançado direto no serviço de streaming da Disney+.

Sem Mushu e músicas, ‘Mulan’ é um espetáculo visual com roteiro pouco inspirado  

No Brasil, ainda não há previsão de estreia.

Com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi eleito um dos melhores live-action baseado em uma animação do estúdio.

Confira as reações dos críticos ao Live-Action:

Rotten Tomatoes

Elogiado pela direção e pelos incríveis cenários, a adaptação “poderia ter contado a clássica história com maior profundidade”, mas eventualmente é um “espetáculo visual que serve como uma atualização envolvente de seu predecessor”.

James Berardinelli | ReelViews:

“Uma aventura envolvente e envolvente que representa não apenas uma recontagem eficaz do filme de 1998, mas indiscutivelmente a melhor das reconstruções de animação live-action do estúdio.” 

Johnny Oleksinski | New York Post

“Sim, o filme perdeu a música cativante da animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu pode ser difícil de agradar em 2020 – mas fiquei encantado pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco.” 

Kate Erbland | indieWire

“Em ‘Mulan’, de Niki Caro, a história avança com elegância e energia, uma mensagem atemporal feita para agora.” 

Travis Hopson | Punch Drunk Critics

“Um conto de fadas transformador com toda a esgrima de um épico chinês.” 

Joanna Langfield | Movie Minute

“Agora, este é meu tipo de filme de super-herói. O remake live-action da Disney é mais do que um filme da Marvel, é arrebatador, inspirador e lindamente feito, que qualquer família pode e deve desfrutar.”

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

‘Power Rangers’: Reboot terá uma Ranger Vermelha pela primeira vez no cinema

De acordo com o WGTC, o novo filme dos ‘Power Rangers‘ planejado pela Paramount trará uma Ranger Vermelha pela primeira vez no cinema.

A ideia já estava nos planos há anos, já que a sequência do filme de 2017 traria uma versão feminina do Ranger Verde, originalmente conhecido como Tommy Oliver.

Além disso, a mudança de gênero poderá abrir mais espaço para a representatividade da franquia pelos próximos anos.

Na TV, já apareceram duas Rangers Vermelhas, a primeira foi na temporada ‘Super Patrulha Delta‘ (2005), num episódio revelando a falha da personagem Charlie (Gina Varela), que não conseguiu liderar a equipe e se tornou uma vilã

A segunda foi introduzida em ‘Power Rangers: Super Samurai’ (2011) e apareceu somente em cinco episódios, até que passou o manto do Ranger Vermelho para seu irmão mais novo.

Ainda sem data de estreia e título oficial, o novo reboot não terá ligação com o longa de 2017 e será comandado por Jonathan Entwistle, responsável pela série ‘The End of the F***ing World’.

Segundo o THR, o filme se passa nos anos 90 e incluirá viagem no tempo.

O site diz que a história começará nos dias de hoje e levará as crianças de volta no tempo para a década de 1990, a década em que a série ‘Mighty Morphin Power Rangers‘ original ocorreu.

O roteiro de Patrick Burleigh (‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’) terá toques de ‘De Volta para o Futuro 2‘.

O projeto é produzido pela Paramount, estúdio responsável por Transformers‘ e ‘G.I.Joe’.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, novas informações devem ser divulgadas em breve.

Adiamento de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ custou mais de US$30 milhões para a MGM

A MGM adiou 007 – Sem Tempo para Morrer’  em mais de sete meses devido ao surto do Coronavírus na Europa e na Ásia, após uma “cuidadosa consideração e avaliação completa do mercado cinematográfico global”.

Originalmente previsto para chegar aos cinemas em 09 de abril, a nova aventura do espião foi adiada 12 de novembro nas salas britânicas e em 25 de novembro no restante do mundo.

Segundo uma reportagem do The Hollywood Reporter, a companhia teve um custo variante entre US$ 30 e US$ 50 milhões devido à mudança.

Afinal, a decisão de adiar a produção ocorreu depois de diversos compradores adquirirem o longa-metragem, além de produtos licenciados.

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O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

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Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Homem-Formiga 3’ pode introduzir o Quarteto Fantástico no MCU, aponta site

Recentemente, o Deadline anunciou que Jonathan Majors (Lovecraft Country) estaria em negociações para particiapar de ‘Homem-Formiga 3’ como o icônico vilão Kang, o Conquistador. O personagem carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça no Universo Cinemático depois de Thanos.

Com essas informações, diversas especulações sobre o futuro do MCU começaram a despontar nas redes sociais, incluindo certas hipóteses de que a presença de Kang deve introduzir o Quarteto Fantástico nas telonas (via ComicBook.com).

Para aqueles que não estão familiarizados com os quadrinhos, Kang é um antigo rival da “primeira família” da Marvel. Inclusive, dependendo de qual cronologia dos quadrinhos estamos nos referindo, o supervilão é até mesmo retratado como descendente de Nathaniel Richards, pai de Reed Richards/Sr. Fantástico – algo que certamente serve como base para sustentar os boatos.

Dito isso, é importante dizer que o presidente Kevin Feige e seu extenso time criativo da Marvel Studios nem sempre realizam adaptações diretamente dos quadrinhos. Aliás, de acordo com o Deadline, o papel de Kang pode mudar em futuras aparições no MCU, aludindo ao fato de que ele provavelmente não será representado como vilão o tempo todo. Porém, em se tratando de ‘Homem-Formiga 3’, é de se esperar que ele seja o principal antagonista.

Enquanto mais informações não são reveladas e/ou confirmadas, sabe-se que a sequência está sendo escrita por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Sem data de lançamento, a expectativa é que a continuação estreie em 2022.

Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly retorna como Hope Van Dyne/Vespa. Além disso, a Marvel confirmou o retorno do ator Michael Douglas.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

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Melhores Filmes de Terror Psicológico da Década

Do mesmo jeito que gostamos de nos divertir com boas histórias, também temos um apreço inegável pelo susto e pela tensão. Não é surpresa que grande parte do público seja aficionado por filmes e séries de terror e de suspense, envolvendo-se cada vez mais com uma narrativa cujo principal objetivo é nos deixar de boca aberta.

Desde os primórdios do entretenimento, diversos cineastas fundiam em um mesmo lugar os diversos gêneros mencionados acima como forma de nos vender algo original, competente e que nos tirasse algumas horas de sono depois dos créditos finais.

Hoje em dia, o terror psicológico parece ter voltado aos holofotes e permeia com raras exceções cada filmografia contemporânea – e, ainda que certas obras falhem em entregar o que prometem, algumas ganham patamar honrável e disputam lugar no ranking das melhores iterações já produzidas na história.

Por essa razão, separamos doze dos melhores filmes de terror psicológico da década (explorando os longas lançados entre 2010 e 2019, é claro). Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu thriller favorito.

12. mãe! (2017)

Mãe

‘mãe!’ é talvez um dos filmes mais subestimados de todos os tempos justamente por não se prender a nenhum convencionalismo narrativo e arquitetar uma jornada épica, bíblica e de tirar o fôlego em absolutamente cada uma das suas sequências.

Funcionando como mais uma bela alegoria de Darren Aronofsky para a mitologia católica que está presente em nossa cultura há mais de dois mil anos, o longa se assemelha a um agonizante pesadelo que foca na conturbada relação da personagem-titular (Jennifer Lawrence) e de seu marido (Javier Bardem), na qual ela se submete das mais diversas formas às loucuras do patriarca da família enquanto observa impotente sua casa se desmoronar à sua volta.

11. Aniquilação (2018)

Aniquilação

Natalie Portman é conhecida por diversos papéis marcantes na indústria cinematográfica, e Aniquilação pode ser encarado como seu projeto mais ambicioso. No thriller sci-fi, a atriz dá vida à bióloga Lena, que procura por respostas depois do desaparecimento do marido e se une a um grupo de mulher para investigar o “The Shimmer”, área selada pelo governo e classificada como zona de desastre químico.

Apesar das críticas negativas, a produção recuperou as glórias da ficção científica de terror e construiu um cosmos intelectual e complicado demais para o público da Netflix. Entretanto, com um pouco mais de atenção, é bem fácil entender o motivo da obra ser uma pequena joia do entretenimento contemporâneo – ainda mais pela competente atuação de seu elenco protagonista.

10. Nós (2019)

Nós

O diretor Jordan Peele ganhou aclame universal alguns anos antes com o lançamento de Corra!’, levando para casa o Oscar de Melhor Roteiro Original. E com Nós, ele voltaria aos holofotes com um competente terror psicológico liderado pela sempre ótima Lupita Nyong’o.

Apesar dos claros deslizes, o longa se arrisca em território quase nunca antes explorado, arquitetando uma agonizante aventura que mescla a ácida comédia de suas produções com um hábil thriller em que uma família é forçada a enfrentar seus doppelgängers (ou seja, suas cópias idênticas e muito mais perigosas).

9. Precisamos Falar sobre o Kevin (2011)

Precisamos Falar Sobre O Kevin

Baseado no romance homônimo de Lionel Shriver, Precisamos Falar sobre o Kevin é uma produção que não se importa em ser cruel e visceral, explorando ao máximo sequências de tensão entre seus personagens principais e atrocidades que tangencia as patologias sociopatas de seu personagem-titular.

A história gira em torno da traumatizada Eva (Tilda Swinton), que tenta retomar as rédeas de vida após uma tragédia familiar. Com o nascimento de seu primogênito, Kevin (Ezra Miller), a mãe e escritora percebe que seu filho nutre uma hostilidade assustadora por ela e a transforma em alguém infeliz e marcada pelo terror.

8. Rua Cloverfield 10 (2016)

Rua Cloverfield 10

‘Cloverfield – Monstro’ reviveu os filmes em found-footage com uma interessante, ainda que convencional, história de monstros – mas não seria até sua inesperada sequência que a franquia ganharia aclame considerável por parte do público e da crítica.

Anunciado em uma surpresa bem-vinda pelo produtora J.J. Abrams, Rua Cloverfield 10é a segunda parte da trilogia cinematográfica que gira em torno da jovem Michelle (encarnada por Mary Elizabeth Winstead), a qual sofre um grave acidente de carro e acorda acorrentada num bunker pelo misterioso Howard (John Goodman). Após entender que ela, na verdade, foi resgata de uma invasão alienígena, Michelle começa a se perguntar se tudo aquilo é real ou se é uma ilusão criada por um psicótico e complexado homem.

7. A Bruxa (2015)

A Bruxa

Ao longo dos séculos, as mística e perigosas criaturas conhecidas como bruxas permearam o imaginário popular e foram revisitadas diversas vezes tanto pelo cinema quanto pela televisão. Em 2015, o diretor Robert Eggers procurava fornecer uma perspectiva nova para o que se tornaria uma das grandes obras do ano: A Bruxa.

O terror de arte é ambientado no século XVI, num vilarejo movido pelo medo e pela inquisição religiosa em que qualquer coisa fora do norma era encarada como satanismo. As coisas ficam ainda mais perigosas quando uma família exilada presencia eventos aterrorizantes na beira de uma floresta, levando-os à loucura e a um massacre visceral e chocante.

6. Contágio (2011)

Contágio

Assim como as bruxas, epidemias virais e mortais também já foram tema exaustivo de diversos thrillers – o que poderia no levar em uma direção subestimada de Contágio, encabeçado por Steven Soderbergh. Felizmente, o positivo resultado recuperou as glórias desse suis-generis e tornou-se uma das histórias mais tensas da década.

Além de seu elenco de ponta (com nomes como Jude Law, Marion Cotillard, Gwyneth Paltrow e Matt Damon), o longa se construiu em um estilo multi-narrativo um tenso conto que explorou a perda do sentido social a partir de uma pandemia incontrolável que, eventualmente, encontra uma vacina em uma conclusão de tirar o fôlego.

5. Corra! (2017)

Corra

A estreia diretorial de Peele não poderia vir em hora melhor – e não é surpresa que tenha sido aclamado pela crítica especializada e levado para casa diversos prêmios. Em uma simples, porém competente narrativa, o cineasta mergulhou no mais puro do terror e ainda teve espaço de sobra para analisar as questões raciais que até hoje são necessárias para a compreensão da configuração social contemporânea.

O longa gira em torno de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem rapaz que viaja até a casa de sua namorada Rose (Allison Williams) para conhecer os sogros e descobre que a família tem um terrível segredo e um senso se superioridade branca extremamente perigoso. A obra foi considerada uma versão bem mais tensa do thriller satírico Mulheres Perfeitas (2004).

4. Ilha do Medo (2010)

Ilha Do Medo

Martin Scorsese não costuma nos decepcionar em suas investidas cinematográficas – e isso não seria diferente com o terror psicológico neo-noir Ilha do Medo, estrelado por Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo e Michelle Williams.

Baseado no romance homônimo de Dennie Lehane, o filme gira em torno de Edward “Teddy” Daniels (DiCaprio), um agente do serviço secreto estadunidense que investiga uma clínica psiquiátrica numa remota ilha depois que um dos pacientes desaparece; entretanto, os segredos daquele lugar são mais obscuros do que se possa imaginar, arrastando Teddy para uma luta contra a loucura e pela sua vida.

3. Cisne Negro (2010)

Cisne Negro

Aronofsky é cineasta sem qualquer tipo de filtro cinematográfico, razão pela qual é um dos melhores de sua geração. Desde ‘Réquiem para um Sonho’ até o subestimado ‘Noé’, o diretor explora temas da psique humana como ninguém – e não pensa duas vezes antes de deixar bem claro que o destino de todos é a tragédia.

Em Cisne Negro, Aronofsky explora os cruéis bastidores do ballet clássico ao recontar a história do Lago dos Cisnes. Aqui, a jovem e introvertida bailarina Nina (Portman) enfrenta sua mãe (Barbara Hershey) e seus demônio interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer.

2. Animais Noturnos (2016)

Animais Noturnos

Tom Ford retornou aos holofotes nos últimos anos ao deixar um pouco de lado seu império da moda e criar um dos melhores (e menos reconhecidos) longas-metragens da década: Animais Noturnos.

Ford mostra seu apreço pelas narrativas neo-noir ao arquitetar um tour-de-force intimista que arranca uma das melhores atuações de Amy Adams como a curadora Susan Morrow, que recebe a primeira versão do romance assinado por seu ex-marido (Jake Gyllenhaal) e começa a perceber similaridades entre ele e seu conturbado relacionamento, chegando a acreditar que ele, na verdade, a queria morta por ter quebrado seu coração.

1. Garota Exemplar (2014)

Garota Exemplar

Ambientado em Missouri, Garota Exemplar conta a história de Nick (Ben Affleck), que se torna o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa, Amy (Rosamund Pike). O thriller encabeça uma das melhores investidas de mistério e une diversos gêneros em um único lugar – típico da capacidade cinematográfica indiscutível do diretor David Fincher.

O longa é baseado no romance homônimo de Gillian Flynn e recebeu aclame universal por parte da crítica especializada e por parte do público. A condução da história e a aplaudível atuação de seu elenco se tornaram alguns dos aspectos mais notáveis da investida fílmica, o que explica o número exponencial de prêmios que levou para casa.

Pike foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz, enquanto Fincher foi nomeado à categoria de Melhor Diretor na 72ª edição do Globo de Ouro. Como se não bastasse, a trilha sonora composta por Trent Reznor e Atticus Ross também marcou presença na premiação do Grammy, por Melhor Trilha Sonora.

‘Game of Thrones’: Diana Rigg nunca assistiu a nenhum episódio da série

Depois que a veterana Diana Rigg faleceu na última sexta-feira (11), começaram a surgir algumas curiosidades sobre sua premiada carreira.

Quem acompanhava ‘Game of Thrones‘, sabe que Rigg ganhou bastante destaque ao interpretar Olenna Tyrell, a matriarca da família do Jardim de Cima.

Sua atuação como avó da rainha Margaery (Natalie Dormer) ainda lhe rendeu três indicações ao Emmy como Melhor Atriz Coajuvante em 2013, 2014 e 2015.

No entanto, Rigg revelou ao The Independent que nunca assistiu nem um dos episódios da série adaptada dos romances de George R.R. Martin.

Na ocasião, ela havia sido questionada se estava satisfeita com o desfecho de Olenna, que morreu após tomar um veneno durante a 6ª temporada.

Em reposta, Rigg disse:

“Eu não acompanhava ‘Game of Thrones‘. Nunca assisti, para falar a verdade, então não tenho absolutamente nenhuma ideia de sua influência no mundo. Não costumo assistir meus trabalhos… A geração mais velha me pergunta sobre ‘Os Vingadores‘ [série de espionagem da década de 1960], mas eu também nunca assisti.”

Rigg tinha 82 anos e estava rodeada por familiares em sua casa na Inglaterra quando veio a óbito, mas a causa da morte não foi divulgada.

Além de ser bastante popular como a matriarca da casa Tyrell, Rigg também era conhecida por seus papéis como Teresa di Vicenzo em ‘007 – A Serviço de Sua Majestade‘, e Emma Peel em ‘Os Vingadores‘.

Entre suas premiações, ela recebeu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante no ano de 1997 por seu papel como Srta Danvers na minissérie ‘Rebecca‘, baseada no romance homônimo escrito por Daphne du Maurier.

Em 1967 e 1968, ela foi indicado ao mesmo prêmio pelo papel de Emma Peel na série de espionagem ‘Os Vingadores‘, na qual ela atuou entre 1965 a 1968.

Ela também teve uma promissora carreira no teatro e atuou em algumas peças da Broadway, como ‘Abelard and Heloise‘, ‘O Misantropo‘ e ‘Medea‘, que lhe rendeu um Tony Award de Melhor Atriz em 1994.

Entre seus trabalhos mais recentes estão a vindoura série ‘Black Narcissus‘ e o filme ‘Last Night in Soho‘, dirigido por Edgar Wright.

‘Pandora’: 2ª temporada da série sci-fi da The CW ganha primeiras imagens; Confira!

Pandora -- "Things Have Changed" -- Image Number: PAN201_0002r.jpg -- Pictured (L-R): Ben Radcliffe as Ralen and Priscilla Quintana as Jax -- Photo: The CW -- © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

A 2ª temporada da série de ficção científica ‘Pandora‘, pertencente à emissora The CW, ganhou suas primeiras imagens. O material foi divulgado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

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Pandora — “Things Have Changed” — Image Number: PAN201_0001r.jpg — Pictured (L-R): Nicole Mavromatis as Zazie, Akshay Kumar as Jett and Vikash Bhai as Shral — Photo: The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

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Pandora — “Things Have Changed” — Image Number: PAN201_0009r.jpg — Pictured: (L-R): Priscilla Quintana as Jax and Oliver Dench as Xander — Photo: The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

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Pandora — “Things Have Changed” — Image Number: PAN201_0002r.jpg — Pictured (L-R): Ben Radcliffe as Ralen and Priscilla Quintana as Jax — Photo: The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Na trama, Priscilla Quintana interpreta Jax, uma jovem garota que entra para a Academia de Treinamento Espacial da Terra, após seus pais serem mortos em um misterioso ataque em um planeta alienígena.

Órfã, ela vem para a Terra e faz vários novos amigos que a acompanharão em uma série de aventuras. No entanto, existe um segredo que envolve o destino do universo e gradativamente Jax vai descobrir que terá que cumprir uma missão em que os riscos são bem altos. 

Pandora‘ foi criada por Mark A. Altman.

A 2ª temporada da série estreia no dia 04 de outubro.