A produção acompanha a jornada de Zach no seu último ano escolar, à medida em que ele navega pelas complexidades do amor, da amizade, família, conforme também deixa para trás um belo legado musical.
Zach faleceu em 2013, após uma corajosa batalha contra um câncer nos ossos.
A continuação trará de volta os astros do original: Bella Thorne, Judah Lewis, Robbie Amell, Hana Mae Lee e Andrew Bachelor. Jenna Ortega é a mais recente adição.
Dois anos após ter derrotado uma seita satânica liderada por sua babá, Cole agora só está preocupado em sobreviver à vida na escola. Mas quando seus velhos inimigos retornam, ele precisa provar novamente que é mais esperto do que as inconvenientes forças do mal.
O universo juvenil não é flores todos os dias. Crescemos achando que todas as crianças e adolescentes são felizes o tempo todo, mas não é bem assim. Atentos a isso, muitos escritores e cineastas têm buscado jogar luz nos dramas enfrentados por esses jovens que muitas vezes são obrigados a ter que lidar com adversidades da vida que encurtam a própria juventude. Exatamente como pode ser visto em ‘Quase uma Rockstar’, novo filme da Netflix.
Amber Appleton (Auli’i Cravalho) é uma jovem que se esforça MUITO pra fazer as coisas. Ela trabalha numa loja de donuts, dá aulas de inglês para estrangeiros (que pagam o quanto podem), é voluntária num lar para idosos, organiza os eventos sociais da escola, ajuda no café da manhã do colega especial…. é tanta coisa, que ela mal tem tempo para dormir. Aliás, Amber mal tem onde dormir, porque, na verdade, ela e a mãe (Justina Machado) foram despejadas e dormem todas as noites em um ônibus escolar. E, embora Amber faça tanto por todos e por sua comunidade, a verdade é que sua vida pessoal está desmoronando e ela não consegue ver perspectiva de como conseguir dar a volta por cima.
Baseado no livro homônimo do best-seller Matthew Quick (que também colaborou no roteiro), o filme tem uma roupagem de comédia romântica adolescente – com seu título, seu pôster e por trazer a queridinha Auli’i Cravalho como protagonista (que fez sucesso mundial ao dublar e cantar a voz de ‘Moana’, sucesso da Disney) –, mas como pode ser visto pela sinopse, é um drama bem impactante que evidencia uma realidade cruel que muitos jovens precisam enfrentar – mais particularmente nos Estados Unidos, onde se passa a história e as leis dão mais responsabilidades a adolescentes com dezesseis anos, porém onde o bem-estar dos menores de idade é uma preocupação abraçada por toda a comunidade.
Com a missão de desconstruir o colorido da juventude, o roteiro de Brett Haley e Marc Basch começa bastante acelerado, no ritmo da protagonista, e imediatamente mostra quão exaustiva é a rotina de Amber. Entretanto, peca no excesso de vontade, inserindo tanto elementos dramáticos na vida da jovem, que a coitada não tem nem tempo para se permitir sofrer pelos seus percalços. Esse exagero faz com que o enredo não consiga focar em nenhuma trama, desenvolvendo superficialmente todos os elementos e falhando em conectar com as emoções de quem assiste a este filme.
Entraria aí o papel de Brett Haley, que, como diretor, poderia ter estudado a possibilidade de enxugar alguns desses elementos para dar maior profundidade ao arco dramático do longa – e, consequentemente, proporcionar uma reflexão empática no espectador. Ou então escolher o formato serial para a sua produção, de modo a conferir maior espaço para desenvolver, inclusive, os coadjuvantes, cujos nomes o espectador não consegue nem gravar, tão rápido aparecem.
‘Quase uma Rockstar’ é conduzido pelo carisma de Auli’i Cravalho e, mesmo tentando abraçar muitos assuntos, é um filme tocante e inspirador que mostra que o verdadeiro super-herói ou rockstar é aquele que diariamente se esforça em fazer do mundo um lugar melhor.
De acordo com o Deadline, Dylan Minnette, da série ‘13 Reasons Why‘, entrou para o elenco da sequência ‘Pânico 5‘.
Detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Além dele, Mason Gooding (‘Deixe a Neve Cair’), Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’), Jasmin Savoy Brown (‘Love’) e Mikey Madison (‘Era uma Vez em Hollywood’) também foram confirmados no elenco.
Hoje de manhã, Neve Campbell também foi confirmada na aguardada sequência.
“Depois de falar com a Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e tudo o que ele criou na franquia Pânico. Estou muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e voltar para Woodsboro.”
A Radio Silence disse:
“Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto o personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é realmente um sonho que se tornou realidade. Simplesmente não seria um filme do Pânico sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro.”
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
O astro Rob Morgan é a mais recente adição ao elenco do novo filme de Adam McKay para a Netflix, intitulado ‘Don’t Look Up‘. A informação foi revelada pela própria gigante do streaming, por meio de sua conta oficial do Twitter.
Confira o anúncio:
“Jennifer Lawrence e Rob Morgan vão estrelar em Don’t Look Up, um filme roteirizado e dirigido por Adam McKay, sobre dois astrônomos de baixo nível que devem seguir em uma gigante turnê midiática, para alertar a humanidade sobre um cometa que se aproxima e que destruirá a Terra”.
Jennifer Lawrence and Rob Morgan will star in Don’t Look Up, a film written and directed by Adam McKay about two low-level astronomers who must go on a giant media tour to warn mankind of an approaching comet that will destroy earth. pic.twitter.com/9Tddp88jyW
A narrativa também irá explorar temas como idiotice sistêmica, ineficiência e corrupção.
McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível ‘A Grande Aposta’ (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e ‘Vice’, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.
Lawrence também é um nome prolífico da indústria cinematográfica, tendo ganhado o Oscar de Melhor Atriz por ‘O Lado Bom da Vida’ e sendo indicada por ‘Joy – O Nome do Sucesso’, ‘Trapaça’ e ‘Inverno da Alma’. Ela também é conhecida por viver Mística na franquia ‘X-Men’ e Katniss Everdeen em ‘Jogos Vorazes’. Seus outros trabalhos incluem o drama ‘mãe!’ e o thriller‘Operação Red Sparrow’.
Já Rob Morgan é popularmente conhecido por suas inúmeras participações nas séries originais da Netflix, mais notavelmente como Turk Barrett em ‘Demolidor’ e ‘Luke Cage‘, assim como seus papéis recorrentes em ‘Stranger Things’ e ‘Godless‘.
Ao final da 1ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) tomou posse do Sabre Negro, e os novos episódios prometem ter ainda mais ação no que depender do vilão.
Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Esposito tocou no assunto e confirmou que Gideon e Din Djarin (Pedro Pascal) irão se enfrentar em uma épica batalha.
“Eu estarei cara a cara com Mando [nesta temporada] e vamos travar uma batalha icônica. Mas Gideon também quer desarmá-lo mentalmente. Quem sabe? Talvez haja uma oportunidade de fazer isso, manipular o calador para lutar a favor do vilão. Bom, você pode pensar que Gideon é um vilão, mas ele direcionando sua energia para trilhar um caminho que pode ser o melhor para todos. Você verá que ele é um tanto diplomático e muito manipulador.”
Anteriormente, o veterano revelou ao Collider que dispensou o uso de dublês durante as cenas de ação.
“Eu não quero dar spoilers, mas Gideon vai partir para ação e eu dispensei dublês durante as gravações da 2ª temporada, fiz tudo sozinho. Mesmo com a ajuda da tecnologia, eu queria fazer isso sozinho, sem muitos ensaios.”
Ele ainda revelou que Gideon vai usar e abusar do Sabre Negro contra os seus adversários.
“Eu tive que praticar porque nunca usei um sabre de luz. Mas Gideon faz uso da arma sempre que pode. Foi até engraçado porque me deram um cabo e eu tinha que imaginar uma lâmina ali, então levei tempo para aprender.”
Lembrando que a 2ª temporada estreia em 30 de outubro naDisney+.
Confira as capas da EW, junto com as imagens promocionais:
Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Em seu perfil do Tik Tok, a dubladora Isabelle Cunha rebateu as críticas que vem recebendo após a divulgação do trailer dublado do filme ‘Enolas Holmes‘, no qual ela dubla Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’).
No vídeo, Isabelle conta que alguns internautas foram ao Twitter para criticar seu trabalho e se sentiu bastante incomodada com as mensagens.
Em parte da publicação, ela parece indignada ao relembrar que um hater questiona: “Como assim dublado?”
Ela ainda reforça que os espectadores têm a opção de assistir aos filmes em versão legendada ou dublada, e menciona as dificuldade da profissão.
Por fim, a dubladora faz questão de dizer que a dublagem brasileira é a melhor do mundo e incentiva o público a respeitar a própria cultura.
Assista:
Lembrando que a adaptação de ‘Enola Holmes‘ será lançada na Netflixno dia 23 de setembro.
Assista ao trailer:
“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.
De acordo com o Deadline, Marley Shelton, que interpretou a policial Judy Hicks no quarto filme da franquia, retornará na sequência ‘Pânico 5‘.
A escalação confirma que o novo filme não irá ignorar os eventos anteriores e deve reconhecer diretamente os acontecimentos de ‘Pânico 4‘, ao contrário do que estava sendo especulado.
Recentemente, Neve Campbell também foi confirmada na aguardada sequência.
“Depois de falar com a Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e tudo o que ele criou na franquia Pânico. Estou muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e voltar para Woodsboro.”
A Radio Silence disse:
“Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto o personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é realmente um sonho que se tornou realidade. Simplesmente não seria um filme do Pânico sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro.”
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Na tarde desta quinta-feira, dia 10, a atrizNeve Campbell confirmou a notícia que todos os fãs da franquia ‘Pânico’ estavam esperando. Ela vai retornar ao papel que a consagrou, Sidney Prescott, no novo filme ‘Pânico’, dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not).
Depois de nove anos longe de Sidney, a atriz vai reviver a mocinha perseguida eternamente por “Ghostface” e se juntar no set a outros dois queridinhos da franquia, Courteney Cox eDavid Arquette, que dão vida à jornalista Gale Weathers e ao delegado Dewey Riley, respectivamente.
O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.
“Depois de falar com a Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e tudo o que ele criou na franquia Pânico. Estou muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e voltar para Woodsboro.”
A Radio Silence disse:
“Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto o personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é realmente um sonho que se tornou realidade. Simplesmente não seria um filme do Pânico sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro.”
As novas adições no elenco contam com Dylan Minnette (’13 Reasons Why’), Mason Gooding (‘Deixe a Neve Cair’), Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’), Jasmin Savoy Brown (‘Love’) e Mikey Madison (‘Era uma Vez em Hollywood’).
O novo filme será intitulado apenas ‘Pânico‘ (Scream), sem o número 5. Isso indica que o novo filme trará uma nova roupagem para a franquia, assim como o recente revival de ‘Halloween‘ (2018).
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Mais recente animação do Homem de Aço teve como base uma de suas melhores histórias em tempos recentes
Até pouco tempo o braço de animações da DC Comics mantinha seu universo compartilhado de longas animados abastecido com novos lançamentos periodicamente. Apelidada de DC Animated Universe essa iniciativa começou com Liga da Justiça: Ponto de Ignição (adaptação do clássico moderno do Flash no qual ao voltar no tempo para evitar o assassinato da própria mãe ele modificou a realidade) e durou aproximadamente dezesseis filmes.
O último da empreitada foi Liga da Justiça Sombria: A Guerra de Apokolips, o explosivo confronto final entre o grupo e o vilão Darkseid. Ao final da película, a animação dá margem para um reinício das obras animadas da editora; encerrando aquela cronologia de eventos específicos. Um novo universo animado então se inicia com Superman: O Homem do Amanhã.
Logo de cara a nova imersão no universo do Superman já mostra que não é uma continuação do que já fora estabelecido antes com Liga da Justiça ou A Morte do Superman, com um traço visivelmente destoando do estilo anime que dominou as produção anteriores. O elenco de voz também foi completamente repaginado, tendo nomes como Zachary Quinto(Lex Luthor) e Alexandra Daddario (Lois Lane).
Nova abordagem propõe um novo universo compartilhado para as animações da DC
O enredo, como dito anteriormente, propõe a ser uma nova abordagem sobre os primeiros dias de atividade do super-herói, ainda que evitando ser totalmente uma história de origem (elementos tradicionais como a explosão de Krypton ou a infância no Kansas ainda estão lá). Ao mesmo tempo, a introdução de personagens como Caçador de Marte já estabelece mais um membro para uma futura nova adaptação da Liga da Justiça bem a como a participação do caçador de recompensas, Lobo, introduz um vilão bastante carismático dos quadrinhos.
A base do enredo de O Homem do Amanhã, porém, não é completamente original mas sim inspirada naquela que é a melhor história do personagem na última década: Superman – Alien Americano. A minissérie de sete edições escrita por Max Landisnão foi bolada para ser um novo clássico do herói; lançada em 2016, ela veio alguns anos após a publicação de Grandes Astros: Superman (essa história integrou o selo All Star que na época tinha a ambição de pôr os maiores nomes da indústria para criarem novos clássicos).
O épico escrito por Grant Morrisonnarrou a história sob a perspectiva de um Clark Kent que sabia que lhe restava pouco tempo de vida e, correndo contra o relógio, precisava terminar alguns assuntos inacabados como revelar sua identidade para Lois Lane, arriscar uma última tentativa para salvar a alma de Lex Luthor e deixar um legado para gerações futuras. Para muitos a razão da história ter alcançado tal status em tão pouco tempo repousa na forma respeitosa com que ela aborda a ligação entre o kryptoniano e os humanos, jamais impondo a ele uma posição de divindade indiferente (como o Dr. Manhattan de Watchmen).
Indo na direção oposta, Alien Americano se propõe a dividir, entre suas edições, diferentes momentos da juventude de Clark até culminar em sua consolidação como Superman. Uma ideia que já havia sido posta em prática por Jeph Loeb na também minissérie Quatro Estações. O diferencial em questão é como Landis, tendo uma disponibilidade maior de duração, a usa para trabalhar a jornada do último filho de Krypton em parar de se ver como um alienígena refugiado e sim como um morador da Terra.
Cada história, portanto, passa a ser sobre um tema em específico e as consequentes respostas emocionais de Clark a esses episódios. Por exemplo a primeira edição mostra como ele, ainda criança, descobriu que podia voar, reagindo com total pavor por não saber o que está acontecendo e ao mesmo tempo por comprovar que ele não é humano. Porém, ao final dela ele vence esse medo e se vê empolgado com as descobertas.
Já na segunda edição, o protagonista, na adolescência, tem seu primeiro contato com a violência desmedida que o ser humano é capaz de produzir; quebrando assim a ideia da inocência da pureza humana que ele até então tinha com base no que via dos pais e dos moradores da pequena Smallville.
Alien Americano é uma verdadeira homenagem ao que o Superman representa
O ano em que a minissérie saiu também foi bastante propício. Em 2016 o personagem estava em evidência com os filmes do Homem de Aço e Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, mesmo que pela ótica da contradição sobre os rumos tomados pela versão dos cinemas.
Ao chegar no intenso final, Alien Americano se revela com um merecido clássico moderno do personagem e um tributo a tudo que ele representa. Entender que Clark Kent vai muito além das habilidades sobre-humanas sempre foi um indicador para avaliar as histórias do personagem e nesse quesito, Max Landispassou com louvor.
Uma década depois de invadirem a televisão, os mortos-vivos de ‘The Walking Dead’ estão prontos para dizer adeus. Bem, não exatamente. A AMC anunciou que a 11ª temporada da série que já foi um dos maiores sucessos de audiência da TV norte-americana será a última, mas não sem antes confirmar dois spin-offs: uma série que deverá acompanhar as desventuras de Carol (Melissa McBride) e Daryl (Norman Reedus), e a antologia ‘Tales of the Walking Dead’. Isso sem esquecer de ‘Fear the Walking Dead’, que continua ativa, e ‘The Walking Dead: World Beyond’, que ainda não estreou, mas já está confirmada para duas temporadas. Ah, e lembra daqueles filmes de Rick Grimes (Andrew Lincoln)? Pois é.
Mas sabemos que algum tipo de encerramento está a caminho para a grande maioria dos personagens da série que é o carro-chefe dessa empreitada da AMC. Ainda há 30 episódios restantes para a conclusão da história — seis ainda na 10ª temporada e os demais na temporada final, e o que podemos esperar deles está nas entrelinhas dos quadrinhos.
Estes mesmos quadrinhos, aliás, chegaram a um fim um tanto abrupto em 2019 após a edição número 193, e embora a série de TV tenha divergido em alguns pontos elementares da HQ — o status de Rick e Carl, por exemplo —, as duas versões sempre andaram lado a lado, e há motivos para acreditar que isso vai se seguir até o fim.
Até mesmo porque a versão para a TV está cada vez mais próxima do Império.
Nos quadrinhos, o Império (ou, originalmente, Commonwealth) é uma comunidade de 50 mil sobreviventes governada por Pamela Milton. Seu contato formal com Alexandria começa quando Eugene (Josh McDermitt) conversa com algum morador do Império através do rádio, e fala da guerra contra os Sussurradores. Os dois grupos acabam se encontrando, e a nova comunidade torna-se uma aliada e um porto seguro.
Na série, este mesmo contato foi iniciado ainda na 9ª temporada, com Eugene mantendo as trocas através do rádio com um potencial novo interesse amoroso ao longo da 10ª temporada. Até o momento, a série caminha para encerrar o arco da guerra contra os Sussurradores, algo que deve acontecer até o fim da temporada 10. Vale lembrar, também, que no mais recente episódio que foi ao ar, Eugene, Ezekiel (Khary Payton) e Yumiko (Eleanor Matsuura) estavam a caminho do encontro com a correspondente/aliada do rádio, o que sugere um passeio até Commonwealth acontecendo muito em breve.
O que se segue é história, e onde certamente o público pode esperar por acontecimentos diferentes daqueles das HQs. Nas páginas, o encontro entre os sobreviventes de Alexandria e a Commonwealth não é exatamente amigável, e muitas tentativas de golpe e confrontos se seguem até um final inesperado que vem na forma de (spoiler!) a surpreendente morte de Rick pelas mãos do filho da governadora Pamela Hilton.
A perda desta figura de liderança é algo que motiva o grupo a se empenhar pela construção de uma civilização um pouco mais… civilizada, e nos momentos finais da HQ, décadas no futuro, Carl está contando para sua filha a história de Rick.
Então, quais as possibilidades disso acontecer?
Bem, sabendo que as chances de a série terminar com Carl no futuro simplesmente não existem… as possibilidades são bem raras.
Entre os principais fatores para isso, além da própria morte de Carl, está o status pendente de Rick Grimes no universo TWD. Quando o personagem deu o seu adeus à série e todos acharam que ele iria morrer — para então ser levado por um misterioso helicóptero sob a promessa de três longas-metragens — vivíamos em um mundo pré Covid-19. Poucas novidades concretas foram reveladas sobre os filmes até o momento, mas qualquer esperança de um retorno de Rick a tempo da temporada final é praticamente ilusória. Embora Greg Nicoterotenha revelado que os roteiros estão bem adiantados, o início das filmagens ainda é conversa para um futuro após a retomada segura das rotinas de trabalho.
Isso significa que dificilmente Rick voltará em um filme a tempo de fazer alguma aparição na temporada final da série-mãe — e, mesmo se voltasse, Angela Kang e companhia não iriam colocá-lo de volta na temporada depois daquela morte falsa simplesmente para matá-lo de verdade. Narrativamente, seria uma decisão completamente às avessas e não causaria o impacto que sua morte causou nos quadrinhos.
Outra personagem prestes a fazer seu aguardado e misterioso retorno é Maggie Rhee (Lauren Cohan), desaparecida da série por uma temporada e cuja reaparição está planejada para o episódio 16, ‘A Certain Doom’. Ninguém sabe onde Maggie estava este tempo todo, mas há suspeitas de que ela estava justamente com o Império.
Ainda há muitas adaptações a serem feitas, e é inteiramente possível que a 11ª temporada aproveite apenas o esqueleto dos quadrinhos e crie um arco narrativo completamente diferente para a história da Commonwealth. A única certeza que temos é que Carol e Daryl sairão dessa vivos.
‘The Walking Dead’ é exibida no Brasil pelo canal Fox e o episódio 16 vai ao ar em 4 de outubro. A temporada final está prevista para 2021.
“Encontros com sereias, anjos caídos e outros monstros estranhos levam pessoas quebradas a atos desesperados na tentativa de consertar suas vidas, o que ressalta a fina linha que separa o homem do monstro.”
O longa é dirigido por Brannon Braga (‘The Orville’), que também é responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Adam Simon (‘Salem’) .
Baseada nos contos de Clive Barker e trazendo histórias originais, a trama explora uma jornada por um território desconhecido e proibido através de três contos que estão conectados pelo tempo e o espaço.
A atrizNeve Campbell foi confirmada no novo filme da franquia ‘Pânico’, que será dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not).
Porém, o que também chamou a atenção no anúncio é que o quinto filme se chamará apenas ‘Pânico‘, como o original de 1996.
Recentemente, o mesmo aconteceu com a franquia ‘Halloween‘, que ganhou um novo filme esquecendo todas as sequências e recebeu o mesmo título que o original.
Mais informações não foram reveladas, mas o importante é que o trio original está de volta.
Campbell vai reviver a mocinha perseguida eternamente por “Ghostface” nove anos após ‘Pânico 4‘ (2011), e se juntar no set a outros dois queridinhos da franquia, Courteney Cox eDavid Arquette, que dão vida à jornalista Gale Weathers e ao delegado Dewey Riley, respectivamente.
“Depois de falar com a Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e tudo o que ele criou na franquia Pânico. Estou muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e voltar para Woodsboro.”
A Radio Silence disse:
“Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto o personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é realmente um sonho que se tornou realidade. Simplesmente não seria um filme do Pânico sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro.”
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.
Aqui no CinePOP, adoramos o longa protagonizado por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, e sabemos que vocês também adoram. A obra serviu de entrada para muitos fãs no gênero, despertando a paixão de uma geração inteira pelo terror. Este ano, Pânico 3 (2000), o terceiro e mais problemático filme da franquia, completou 20 anos em fevereiro e nós já criamos uma matéria em comemoração ao aniversário do longa – que você pode conferir no link abaixo.
Pânico vai ganhar um quinto filme em 2022, com o retorno do trio protagonista, e decidimos comemorar. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar.
Ideia para o Filme e Roteiro
O roteiro dePânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.
O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.
Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).
Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.
Diretor e Produção
Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).
Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.
Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.
O produtorBob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.
O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.
Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis(2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrarie a franquia Um Lugar Silencioso.
Assassino Mascarado
A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretorWes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.
O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.
Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.
Personagens e Atores
Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretorWes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.
Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.
Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls(1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.
O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.
Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?
Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.
Referências e Homenagens
Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.
Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.
Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção dePânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.
Recepção do Filme
Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.
Pânico é o 20º filme de terror mais lucrativo de todos os tempos, e o primeiro no ranking do subgênero slasher.
Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.
Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.
Os fãs da franquia ‘Pânico’ podem comemorar porque agora o time de protagonistas está completo!
A atriz Neve Campbell acaba de anunciar seu retorno no quinto filme da franquia, além de uma surpresa.
O novo filme será intitulado apenas ‘Pânico‘ (Scream), sem o número 5. Isso indica que o novo filme trará uma nova roupagem para a franquia, assim como o recente revival de ‘Halloween‘ (2018).
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
De acordo com o The Wrap, o presidente daSony Pictures, Tony Vinciquerra, anunciou em uma conferência com acionistas que o estúdio não irá lançar filmes de grandes orçamentos durante a pandemia do Coronavírus.
O executivo garantiu que a Sony está preparando uma série de produções ambiciosas, mas elas não serão distribuídas enquanto os cinemas não voltarem ao normal.
“Nossos planejamentos permanecem mais ambiciosos do que nunca e estamos preparando grandes produções, mas não vamos nos precipitar. No momento que estamos vivendo, não vamos cometer o erro de lançar no mercado um filme orçado em US$ 200 milhões, a menos que tenhamos certeza de que os cinemas estarão abertos e operando com capacidade significativa.”, disse Vinciquerra.
Ele continuou:
“O quadro atual serve para analisarmos o que vai acontecer pelos próximos meses. A pandemia mudou a maneira como os filmes são comercializados, mas teremos aprendido muito quando voltarmos ao normal.”
A preocupação de Vinciquerra faz todo sentido, e alguns estúdios já estão se adaptando aos novos modelos de distribuição, como estreias de grandes produções em serviços de streaming.
A produção chega aos cinemas internacionais em 11 de setembro, ainda sem data prevista no Brasil.
Assista ao trailer:
A produção traz Lucy, uma assistente de galeria que mora em Nova York, acostumada a acumular suas emoções. Quando ela leva um fora do seu último namorado, ela acaba se inspirando e decide criar a Galeria dos Corações Partidos, um espaço pop-up com itens deixados pelos seus amores perdidos. A galeria começa a fazer sucesso, encorajando um movimento e um novo começo para todos aqueles românticos que ainda sofrem para superar a perda de um relacionamento amoroso, incluindo a própria Lucy.
Dirigido e roteirizado por Natalie Krinsky, o longa é produzido por Selena Gomez.
Em seu perfil do Twitter, Chandler Riggs, compartilhou seus pensamentos sobre o anúncio de cancelamento de ‘The Walking Dead‘, que chegará ao fim em sua 11ª temporada.
O intérprete de Carl Grimes foi escalado para série quando tinha apenas 10 anos e participou até a 8ª temporada, quando o personagem revela que foi mordido por um zumbi e acaba morrendo.
Na publicação, Riggs comentou o anúncio com palavras bem tristes, dizendo:
“É realmente o fim de uma era lendária na televisão. Eu era o maior fã do programa enquanto estava participando e continuarei sendo até o final… Estou animado para ver como tudo irá terminar.”
Confira:
truly the end of a legendary era in television. i was the biggest fan of the show while i was on it, and will continue to watch until the very end & am so excited to see how it closes. https://t.co/ojO0isHLWZ
Lembrando que ‘The Walking Dead‘ se tornou uma das séries mais promissoras da atualidade, rendendo diversas produções derivadas e servindo como ponte para o sucesso dos atores que passaram pelo elenco.
Nas redes sociais, diversos internautas estão homenageando a série e relembrando os melhores momentos apresentados ao longo dos últimos 10 anos.
Confira as reações:
Lembro como se fosse ontem quando eu liguei a tv pela primeira vez pra ver the walking dead. E foi bem aqui que eu gritei, memorável, atemporal, série do milênio faz assim
Nem acredito que o fim de The Walking Dead está chegando. Essa serie fez história e ainda tem mt coisa pra contar. Obg por ter nos proporciondado momentos incríveis e personagens perfeitos
O ciclo final terá 24 episódios; 12 serão exibidos em 2021 e os 12 episódios finais irão ao ar apenas em 2022.
“Dez anos já se passaram e ainda teremos mais histórias para contar além disso,” afirmou Scott Gimple em uma declaração. “Essa série tem sido sobre os vivos, sobre um elenco e uma equipe unidos para trazer a visão de Robert Kirkman à vida – e nós tivemos o apoio dos melhores fãs do mundo. Temos muitas histórias empolgantes para contar em ‘The Walking Dead’ ainda. Esse será o começo do fim; será o grande desfecho que trará novos começos.”
Apesar da conclusão da série, a emissora já está desenvolvendo um spin-off focado na Carol e no Daryl.
O último episódio da 10ª temporada será lançado no dia 4 de outubro.
Vale lembrar que o novo episódio será o primeiro de um especial intitulado ‘A Guerra dos Sussurradores: O Confronto Final‘, que se estenderá por mais 6 episódios.
Os outros episódios serão lançados apenas em 2021. E, por causa da nova configuração da 10ª temporada e o contexto atual da pandemia de coronavírus, é possível que a 11ª temporada não estreia em outubro de 2021.
Intitulado A Certain Doom, o novo episódio foi dirigido por Greg Nicotero.
O público ficou ansioso quando “A Torre” foi ao ar em 5 de abril, e terminou em um grande momento em que os sobreviventes foram presos por uma horda de caminhantes esmagadora desencadeada por Beta (Ryan Hurst) e os Sussurradores.
“É um dos meus episódios favoritos da temporada”, disse Nicotero ao FANDOM . “O que há de bom no nosso programa, é o que Angela [Kang, showrunner] fez tão bem: manteve o momento da história avançando. Vai começar onde nós deixamos todo mundo pela última vez era que Beta e a horda estavam cercando a torre e o final continua exatamente de onde paramos”.
“Há muitas histórias de personagens abordadas – você obtém pequenas informações aqui, aqui, aqui e deseja encerrar esse capítulo e iniciar o próximo capítulo no final. Abordamos muitas coisas com Daryl, muitas coisas com Negan, muita coisa com a Beta, e muita coisa com Carol”, disse Nicotero, acrescentando que o retorno de Maggie vai acontecer na 11ª temporada.
“Nos últimos dois minutos do final do episódio, as mandíbulas das pessoas vão cair”, concluiu.
De acordo com a Variety, a atriz Diana Rigg, a Olenna Tyrell de ‘Game Of Thrones‘, faleceu na manhã de hoje aos 82 anos.
Rigg estava em sua casa na Inglaterra e rodeada por familiares quando veio a óbito, mas a causa da morte não foi divulgada, até o momento.
Além de ser bastante popular como a matriarca da casa Tyrell, Rigg também era conhecida por seus papéis como Teresa di Vicenzo em ‘007 – A Serviço de Sua Majestade‘, e Emma Peel em ‘Os Vingadores‘.
Portadora de um enorme talento, a atriz Rigg foi indicada ao Emmy várias vezes por seu trabalho em várias produções, incluindo três vezes para o papel de Olenna em 2013, 2014 e 2015.
Antes disso, ela recebeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante no ano de 1997 por seu papel como Srta Danvers na minissérie ‘Rebecca‘, baseada no romance homônimo escrito por Daphne du Maurier.
Ela também foi indicada ao prêmio em 1967 e 1968 pelo papel de Emma Peel na série de espionagem ‘Os Vingadores‘, na qual ela atuou entre 1965 a 1968.
Ela também teve uma promissora carreira no teatro e atuou em algumas peças da Broadway, ‘Abelard and Heloise‘, ‘O Misantropo‘ e ‘Medea‘, que lhe rendeu um Tony Award de Melhor Atriz em 1994.
Entre seus trabalhos mais recentes estão a vindoura série ‘Black Narcissus‘ e o filme ‘Last Night in Soho‘, dirigido por Edgar Wright.