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Keanu Reeves e Alex Winter tentam salvar o mundo no novo trailer de ‘Bill & Ted 3’

A Imagem Filmes divulgou o novo trailer da sequência ‘Bill & Ted: Encare a Música‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de outubro.

Desta vez, os melhores amigos partem para uma nova aventura quando um visitante do futuro os avisa que apenas suas músicas podem salvar o mundo como o conhecemos. Ao longo da jornada, eles serão ajudados por suas filhas, por um novo lote de figuras históricas e algumas lendas da música – tudo em busca da música que definirá seu mundo e trará harmonia ao universo.

Dirigido por Dean Parisot, o roteiro foi escrito por Chris MathesonEd Solomon, responsáveis pelo filme original.

Além do retorno de Reeves e Winter, o elenco ainda conta com Brigette Lundy-Paine, Samara Weaving e Scott Mescudi.

‘Escolhida’: Terror com Janelle Monáe ganha três novos clipes sinistros; Confira!

O terror ‘Escolhida‘ (Antebellum), estrelado por Janelle Monáe, ganhou três novos clipes.

Confira:

Após diversos adiamentos, o terror teve sua estreia nos cinemas dos EUA cancelada. A Lionsgate lançará o longa direto em VOD no dia 18 de setembro.

Apesar disso, a produção ainda será lançada nos cinemas em alguns mercados internacionais. A estreia no Brasil, pela Paris Filmes, segue sem previsão.

O filme é dirigido por Gerard BushChristopher Renz.

Na trama, a célebre autor Veronica Henley se vê presa numa realidade terrível e deve descobrir o mistério por trás de sua jornada antes que seja tarde demais.

O título faz referência ao período da história estadunidense em que o sistema plantation (baseado no trabalho escravo) comandava a economia sul-americana.

Eric LangeJena MaloneJack HustonKiersey ClemonsTongayi Chirisa, Gabourey Sidibe, Robert AramayoLily Cowles completam o elenco.

‘Labirinto – A Magia do Tempo’: Fede Alvarez explica por que desistiu da sequência

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘) revelou o motivo de ter se afastado da direção da sequência do clássico ‘Labirinto – A Magia do Tempo‘.

“A sequência de ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ é algo que eu estava planejando fazer, mas me afastei do projeto. Quando as pessoas já têm uma expectativa de como um projeto deveria ser, é muito difícil surpreendê-las. Elas querem exatamente as mesmas coisas. Então, eu decidi, como diretor, que eu não iria fazer coisas que as pessoas já conheciam ou teria uma expectativa de como deveria ser. Senti que isso aconteceria com ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ e decidi não fazer.”

Ele completa, “Meu último filme, ‘Millennium: A Garota na Teia de Aranha’, foi o meu primeiro filme com um grande estúdio. Houve algumas coisas que eu gostei e outras que não me agradaram. Desde então, eu quero fazer filmes que realmente me interessam.”

O próximo filme do cineasta será ‘16 States‘, terror pós-apocalíptico com zumbis.

A trama vai se passar em meio a uma pandemia de zumbis, e seguirá uma mãe tentando encontrar sua família em meio ao caos.

O projeto está sendo descrito na mesma veia que ‘Eu Sou a Lenda‘.

A dupla John RequaGlenn Ficarra é responsável pelo roteiro do longa.

O projeto está sendo desenvolvido pela Lionsgate. Roy Lee, produtor de grandes filmes do gênero – tais como ‘O Chamado‘ e ‘It: A Coisa‘ –, irá produzir o longa.

Vale lembrar que Alvarez também será responsável pela produção do próximo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

‘Os Novos Mutantes’ é adiado para OUTUBRO no Brasil

A assessoria da Disney no Brasil revelou ao CinePOP que ‘Os Novos Mutantes‘ teve sua estreia adiada mais uma vez.

Agendado para 10 de Setembro, o filme agora é previsto para o dia 8 de Outubro. Porém, a assessoria frisou que a nova data é apenas uma previsão, e dependerá da reabertura das salas de cinema no país.

Ao contrário da Europa, o projeto para a reabertura das salas no Brasil ainda está nos estágios iniciais.

Crítica | Os Novos Mutantes – Uma bagunça lançada fora de hora

Vale lembrar que ‘Os Novos Mutantes‘ teve um resultado abaixo das expectativas nos EUA, arrecadando apenas US$ 7 milhões em seu primeiro final de semana.

Apesar de 60-70% dos cinemas do país estarem abertos, algumas das áreas mais populares, incluindo Los Angeles e Nova York, permanecem fechadas – o que pode ter ajudado na estreia morna do longa.

No Rotten Tomatoes, o filme abriu com míseros 25% de aprovação, com nota 4.71/10 baseada em 12 reviews até o momento. Na seção da audiência, a obra também não teve uma boa recepção – amargando 56% de aprovação com média 3.39/5.

Fox odiou tanto ‘Os Novos Mutantes’ que queria refilmá-lo INTEIRO

Confira as reações abaixo:

“Poucas coisas novas aqui” – THR.

“Um filme que deveria ser esquecido por todos os envolvidos” – JoBlo.

“É difícil encontrar o momento certo onde [o diretor JoshBoone erra, porque há várias opções para escolher” – Globe and Mail.

“Um filme de uma era passada quando a Fox era sua própria companhia e que não sabe o que fazer com a saga X-Men” – Dan Murrell Reviews.

“Parece que esse filme não tem mais nenhuma carta em suas mangas” – ChrisStuckermann.com.

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘The Batman’: Warner quer Johnny Depp como o Coringa na sequência

De acordo com o WGTC, a Warner Bros está considerando Johnny Depp como intérprete do Coringa na sequência de ‘The Batman’. 

Até o momento, não foi revelado se a Warner já entrou em contato com o astro, mas ele é o principal nome na lista de desejos do estúdio.

Lembrando que Depp foi um dos atores cotados para viver o Palhaço do Crime em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (2008), antes de Heath Ledger conseguir o papel, então seria uma ótima oportunidade para resgatá-lo como o vilão.

Além disso, foi dito que a sequência já está sendo planejada para estrear o mais rápido possível, com previsão de lançamento para 2024.

Maiores detalhes não revelados, e como a Warner Bros. não se pronunciou sobre a informação, considere como rumor.

Durante o mesmo painel, foi finalmente explicado que a Warner Bros. está construindo dois universos distintos para seus filmes.

Segundo Walter Hamada, o chefe de filmes da DC, ‘The Batman‘ se passará em uma Terra diferente e não fará parte do DCEU.

“No multiverso, existe uma Terra com a versão de Liga da Justiça com Gal [Gadot], Jason [Momoa] e Ezra [Miller], e outra com o Batman de Pattinson”.

Segundo assim, as franquias não terão crossover e seguirão caminhos distintos.

Confira o logo e o primeiro cartaz OFICIAL de The Batman.

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abrahame os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

Sylvester Stallone está trabalhando na sequência de ‘O Demolidor 2’

Em seu perfil do Instagram, Sylvester Stallone trouxe uma boa notícia para os fãs de ‘O Demolidor (1993) e anunciou que já está trabalhando na sequência.

O astro revelou a novidade depois que um fã perguntou se havia a possibilidade de lançarem uma continuação, então Stallone gravou um vídeo com a resposta:

“Se é possível fazer uma sequência? Na verdade, já estamos trabalhando nisso há algum tempo e está fantástico, então acho que teremos sinal verdade.”

Infelizmente, ele não disse em que estágio a produção está e nem quais membros do elenco devem retornar, mas considerando sua animação, é de se esperar que pelo menos o roteiro já esteja sendo escrito.

Para quem não se lembra, ‘O Demolidor‘ é ambientado em 1996 e acompanha a história do policial John Spartan (Stallone), que é aprisionado junto com o criminoso Simon Phoenix (Wesley Snipes) depois que é pego violando os protocolos de sua função.

Spartan e Phoenix são congelados criogenicamente e acordam em 2032, num futuro no qual não há violência. Depois que Phoenix volta ao mundo do crime, a tenente Lenina Huxley (Sandra Bullock) pede a ajuda de Spartan porque a polícia moderna não é treinada para lidar com criminosos violentos.

Dirigido por Marco Brambilla, o longa arrecadou apenas US$ 159 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 58 milhões.

 

Cinemas pedem plano de resgate do governo para não fecharem as portas

Em tempos de reclusão social, as redes de cinema têm se tornando alguns dos setores comerciais mais impactados financeiramente. E após a determinação do governo de que as salas de exibição deveriam ser fechadas, em virtude do alto risco de proliferação do coronavírus, uma situação caótica acabou sendo instalada no ramo, acarretando em perdas inimagináveis.

E segundo a Fox News, a Associação Nacional de Proprietários de Cinemas dos Estados Unidos está solicitando apoio do governo federal para evitar que as empresas corram o risco de falência.

Representando as principais cadeias de cinemas do país, a instituição pontua que 10 das maiores redes tiveram que fechar suas portas e encerrar as atividades temporariamente. Em virtude disso, a organização decidiu pedir ajuda para as respectivas empresas e os 150 mil funcionários diretamente impactados.

Pontuando que a indústria cinematográfica se encontra em um caso ‘único de vulnerabilidade’, a instituição solicitou a garantia de empréstimos, benefícios nos impostos para os funcionários e fundos que compensem a drástica perda na venda de ingressos e concessões. E segundo a associação, a expectativa é de que os cinemas permaneçam fechados por dois ou até três meses.

Em sua argumentação, o presidente da associação, John Fithian, pontuou sobre a gravidade do problema:

“Este é um desafio sem precedentes para o nosso ramo. Nós estamos contando com a compreensão do Congresso e a Casa Branca, para que eles entendam que estamos falando de uma instituição cultural onde as pessoas se juntam”.

 

‘Mulher Maravilha 1984’: Diretora defende DC por não “copiar” fórmula da Marvel

Muitos fãs questionam o DCEU por seguir uma linha diferente do que a Marvel Studios fez com o MCU, mas a diretora Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha 1984‘) defendeu a decisão criativa da Warner Bros.

Durante uma entrevista para a revista Total Film, a cineasta disse que as adaptações da DC refletem a independência dos quadrinhos pela falta de conexões.

“O que eu mais amo no DCEU é que as adaptações são independentes, não precisam seguir uma ordem pré-estabelecida. Os quadrinhos sempre foram assim, e acho que os filmes também deveriam ser. As conexões entre os filmes da Marvel foram exceções, mas não quer dizer que todos os filmes de quadrinhos devem imitar essa estratégia. Acho que cada um dialoga com o público de forma diferente.”

Ela continuou:

“Acredito que é necessário conectar as histórias quando é preciso, mas nem sempre funciona. Apesar da Marvel construir um universo compartilhado, ‘Viúva Negra‘ não tem nenhuma relação com ‘Doutor Estranho‘, e seria desnecessário forçar uma interação entre essas histórias.”

Por fim, a diretora disse que cada filme da DC tem seus próprios tons e estilos, o que permite maior liberdade criativa.

“Acho que foi essa independência que contribuiu com o sucesso de ‘Coringa’, ‘Aquaman’, e ‘Mulher-Maravilha‘… Apesar de todos serem adaptações da DC, eles não se relacionam em nada e foi pro isso que deram certo.”

Lembrando que a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi remarcada para 5 de Novembro por conta da pandemia do Coronavírus.

A importância dos heróis alternativos para Hollywood

Frases de efeito, roupas coloridas, explosões, violência não explícita, lutas de CGI e bilheterias bilionárias. O mercado de filmes protagonizados por super-heróis é um dos mais lucrativos na Hollywood do século XXI, conquistando público, crítica e batendo recorde atrás de recorde nas bilheterias do mundo. Esse sucesso comercial consolidado teve início lá nos anos 2000, com o primeiro filme dos X-Men.

Filmes com heróis viraram sinônimo de boa bilheteria em Hollywood

Desde então, cada vez mais franquias envolvendo os personagens de histórias em quadrinhos vieram ganhando as telonas.No entanto, o ano de 2010 parece ter sido uma exceção às superproduções de heróis espalhafatosos. Com orçamentos mais modestos, tramas absurdamente criativas e efeitos visuais simplórios, três longas foram lançados e se consagraram como grandes sucessos de crítica. Essas três aventuras, tratadas como filmes independentes, são faladas até hoje e foram importantíssimas para alguns rumos da Hollywood atual.

O primeiro dessa linha foi Kick-Ass: Quebrando Tudo, que chegou aos cinemas americanos em 16 de abril, e só desembarcou no Brasil em junho do mesmo ano. Baseado na HQ homônima de Mark Millar, o filme tinha como premissa a seguinte pergunta: “Se super-heróis são tão populares, por que ninguém tenta ser um?”. Assim como nos quadrinhos, o protagonista, Dave Lizewski, é um adolescente excluído, que resolve largar a monotonia de ser um Zé Ninguém nas escolas e virar um super-herói na vida real. Porém, a vida de vigilante resulta em um acidente quase mortal e o leva a conhecer “heróis” de verdade.Apesar de ser muito fiel aos acontecimentos da HQ, o filme tem uma diferença primordial. Enquanto os quadrinhos mostram os atos de Dave, Hit-Girl e Big Daddy como resultado de fraqueza emocional, doenças mentais e aliciação de menores, realmente ridicularizando seus próprios personagens, o filme segue uma linha mais motivacional. Mostrando que, apesar dos ferimentos e de todas as desventuras nas quais o trio protagonista se envolve, tudo aquilo é benéfico para as respectivas personalidades. Ou seja, eles ajudam a sociedade e se beneficiam de certas coisas utilizando a fantasia.A nível de contribuição para Hollywood, o sucesso de Kick-Ass e os comentários exaltando as cenas de violência gráfica e os palavrões foram os primeiros sinais de que filmes com heróis para maiores poderiam ser um nicho lucrativo a ser explorado. O protagonista, interpretado até então por um pouco conhecido Aaron Taylor-Johnson, abriu as portas do ator para adentrar no Universo Cinematográfico Marvel no papel do Mercúrio. A jovem Chloë Grace Moretz, com apenas 12 anos de idade, roubou a cena com uma atuação fantástica no papel da violenta Hit-Girl, se firmando como uma das maiores promessas de Hollywood até então. Nicolas Cage, que andava em baixa, fez um trabalho brilhante como Big Daddy, ganhando uma nova chance nos cinemas. E o diretor, Matthew Vaughn passou a ser bastante requisitado, chegando até a assumir a franquia Kingsman.

O sucesso do filme garantiu uma sequência de gosto duvidoso, que contou inclusive com críticas negativas de Jim Carrey, que estava no filme. Por não ter atendido às expectativas, as chances de ocorrer uma adaptação de Kick-Ass 3 são quase nulas.

Mais tarde, em agosto, chegou aos cinemas Scott Pilgrim Contra o Mundo. Tanto o filme quanto a HQ são venerados no “Mundo Geek” até hoje. Dirigido pelo “alternativo” Edgar Wright, a história adapta os quadrinhos sobre Scott Pilgrim, um jovem canadense que tem um jeitão esquisito e introvertido e acaba se apaixonando pela excêntrica Ramona Flowers enquanto já tem namorada. Conforme vai se envolvendo com Ramona, Scott descobre que terá que derrotar os sete ex-namorados malvados dela se quiser ter um relacionamento. Misturando toda uma estética vinda dos quadrinhos, incluindo alguns cortes secos e ações típicas das HQs, ao universo dos videogames, o filme foi um sucesso de crítica, conquistando impressionantes 81% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes. Os elogios foram tecidos a Edgar Wright que, segundo eles, soube conduzir de forma muito criativa e dinâmica um roteiro pouco inspirado.Wright, que até então era responsável por filmes considerados “independentes” de humor britânico, entrou de vez no cenário da Cultura Pop com Scott Pilgrim. O filme logo se tornou um fenômeno Geek, assim como Mary Elizabeth Winstead, que ficou eternizada como Ramona Flowers e praticamente só conseguiu papéis em longas voltados para o público Geek. Brie Larson, nossa Capitã Marvel, teve seu primeiro papel de destaque, chegando até a cantar no filme, e Michael Cera se consolidou como o “lerdão” de Hollywood.

Chris Evans e Brendon Routh também marcaram presença no longa

Por fim, em setembro de 2010, foi a vez do quase desconhecido James Gunn lançar seu mais novo projeto no Festival de Cinema de Toronto, o filme Super. Com um elenco fantástico para um filme de baixo orçamento e sem se basear exatamente em uma história em quadrinhos específica, esta aventura esquisitona é uma das obras mais incríveis do gênero, mas não tem o devido reconhecimento.Na trama, Frank Darbo (interpretado por Rainn Wilson, o Dwight de The Office – sugestão de casting feita pela ex-esposa de James Gunn, Jenna Fisher, a Pam de The Office) é um chapeiro de lanchonete que acumulou uma série de fracassos desde a infância. Seu único orgulho na vida é a esposa Sarah, vivida por Liv Tyler. Porém, o mundo de Frank vai por água abaixo quando ela tem uma recaída no vício em drogas e deixa o marido pelo grande traficante da região, Jacques (Kevin Bacon).Afundado na depressão, Frank se apoia em sua outra única memória “positiva”, que foi quando ele ajudou um policial a recuperar a bolsa de uma mulher. Assistindo a um programa de TV sobre um super-herói cristão, o rapaz sonha com tentáculos divinos que invadem sua mente e pregam sua nova missão na Terra: ser um super-herói para salvar Sarah das mãos de Jacques.

Dotado de nenhum superpoder, Frank assume a identidade de Crimson Bolt, que sai pelas ruas resolvendo crimes banais com muita violência e sua arma: uma chave inglesa vermelha. No começo, ninguém  leva ele a sério, mas depois de estudar muitos gibis, ele começa mesmo a ameaçar o cartel de Jacques, chegando até a conseguir uma ajudante: a jovem Boltie (Ellen Page).

O filme é 100% James Gunn. Tem muita violência explícita, alguns momentos de gore, um visual excêntrico, uma cena de estupro conduzida de modo muito desconfortável – apesar de ser feita como uma paródia de um conceito controverso do universo do Homem-Aranha, e a incrível capacidade de fazer o público torcer por um personagem moralmente questionável e socialmente questionável.

Foi este filme que fez Kevin Feige se interar dos trabalhos de James Gunn, e segundo o próprio CEO do Marvel Studios, foi a habilidade demonstrada por Gunn de trabalhar um personagem estranho e sem conhecimento do público que o creditou a ser a mente por trás do universo dos Guardiões da Galáxia. Também foi o maior papel de Rainn Wilson nos cinemas. O eterno Dwight Schrute dá um verdadeiro show na pele de Frank/ Crimson Bolt.

Kevin Feige lutou até o último segundo para que a Disney readmitisse Gunn para a franquia dos Guardiões

O filme voltou a ser citado recentemente em Brightburn – Filho das Trevas, que foi produzido por James Gunn, em uma pós-créditos nas quais um repórter mostra outras aparições de heróis. Dentre as imagens, há uma foto do Crimson Bolt, confirmando que os dois filmes se passam no mesmo universo.

O Crimson Bolt aparece no final de Brightburn como um dos “supers” daquele universo

Além dos caminhos indiretos que esses filmes traçaram para os heróis em Hollywood – James Gunn, por exemplo, foi responsável por idealizar todo o universo cósmico da Marvel, o fato de todos eles serem classificados para maiores de idade e terem sido realizados com baixo orçamento – e terem correspondido nas bilheterias – foi fundamental para que longas com heróis para maiores, como Deadpool, Logan e Venom, ganhassem sinal verde na produção. São filmes diferentes do padrão estabelecido por Marvel e DC ao longo dos últimos, mas merecem demais ganhar mais atenção do que recebem hoje.

‘Rebecca’: Lily James e Armie Hammer estampam cartaz oficial do novo filme da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro cartaz oficial de Rebecca – A Mulher Inesquecível’, baseado no romance gótico homônimo de Daphne du Maurier.

O longa estreia na Netflix no dia 21 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Rebecca: Lily James as Mrs. de Winter, Cr. KERRY BROWN/NETFLIX
Rebecca: (L to R) Armie Hammer as Maxim de Winter, Lily James as Mrs. de Winter. Cr. KERRY BROWN/NETFLIX
Rebecca: (L to R) Director Ben Wheatley, Armie Hammer as Maxim de Winter, Lily James as Mrs. de Winter. Cr. KERRY BROWN/NETFLIX

Ben Wheatley fica responsável pela direção. Jane Goldman (A Mulher de Preto) assina o roteiro.

Uma jovem recém-casada se muda para a imponente mansão de seu marido, onde vive assombrada pela memória de sua falecida esposa. Mesmo após a morte, o legado de Rebecca permanece.

Armie HammerLily JamesKristin Scott Thomas estrelam.

O filme original, comandado por Alfred Hitchcock e lançado em 1940, foi a primeira produção estadunidense de Hitchcock e levou para casa as estatuetas de Melhor FilmeMelhor Fotografia, além de ter sido nomeado para outras nove categorias naquele ano.

‘One Night in Miami’: Aclamado filme dirigido por Regina King ganha clipe OFICIAL; Confira!

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Amazon divulgou hoje (08) o primeiro clipe oficial de One Night in Miami, estreia diretorial da vencedora do Oscar Regina King..

Confira:

O filme estreou no Festival de Veneza 2020 e transformou King na primeira diretoria afro-americana a ter realizado tal feito em 77 anos do evento.

Mas isso não é tudo: King também recebeu aclame por sua obra, imediatamente colocando-a como umas das fortes concorrentes à cerimônia do Oscar 2021. Após críticas extremamente positivas, o filme pode concorrer nas categorias de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Ator para Eli GoreeMelhor Ator Coadjuvante para Aldis HodgeLeslie Odom Jr.Ben Kingsley-Adir. King também tem grandes chances de ser indicada na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que uma diretora negra nunca foi indicada ou venceu na categoria em questão – o que poderia garantir a ela um espaço de extrema representatividade na esfera do entretenimento.

Ainda não se sabe quando o longa será lançado.

Confira a primeira imagem do filme:

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O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

Apesar de não ter estreia confirmada, credita-se que o filme será lançado a tempo da comemoração do Mês da História Negra em fevereiro de 2021 (a tempo de competir para o Oscar).

Filmes de Terror para você Conhecer no Telecine

Recentemente, indicamos alguns filmes de terror disponíveis na rede Telecine e no Telecine Play. A lista contou com obras de sucesso do gênero, mas que talvez nem todos tenham assistido. Já esta nova lista é ainda mais específica, e garantida de contar com filmes que a grande maioria não conhece. São produções mais independentes, que costumam ficar fora do radar do grande público, e muitas que sequer foram lançadas nos cinemas daqui. Então esta é uma oportunidade mais que ideal de conferi-las.

Sem mais delongas, vem conhecer estes filmes de terror obscuros, disponíveis na grade do Telecine, que o CinePOP separou para você durante esta reclusão social.

Anna e o Apocalipse

Sucesso nas redes sociais, este “terrir” foi definido como uma mistura de Todo Mundo Quase Morto (Shaun of the Dead, 2004) com La La Land (2016). Deu para sentir o drama, né. Um dos filmes recentes mais curiosos e que despertou grande interesse dos aficionados pelo gênero desde a estreia de seu trailer (aqui no CinePOP os fãs ficaram em polvorosa), esta é uma produção britânica que apresenta um apocalipse zumbi diferente de tudo que você já viu. O que a esta altura se mostra um desafio. Com originalidade, o filme se passa no natal e mistura musical à sua narrativa. Quantos outros musicais de zumbi você já viu?

Upgrade

Antes desta epidemia de coronavírus, quando os cinemas ainda estavam abertos, foi lançado um filme de terror que se tornou sucesso de crítica e bilheteria. Este filme atende pelo título O Homem Invisível. E por que eu estou falando dele, você pergunta. É simples, acontece que ele foi escrito e dirigido pelo mesmo Leigh Whannell que ocupa ambas funções neste terror também. Ou seja, se você gostou do filme com Elisabeth Moss, ou apenas ouviu falar bem dele, não perca tempo para conferir esta obra elogiada igualmente. Aqui o foco é na tecnologia que domina nossas vidas, tendo como protagonista um sujeito avesso a ela.

Mandy: Sede de Vingança

O que aconteceu com o astro Nicolas Cage? Bem, ele trabalha mais do que nunca, lançando diversas produções – a maioria caindo direto no mercado de vídeo aqui no Brasil. Nem todas são satisfatórias, mas Mandy é um de seus projetos mais elogiados em anos recentes. Um filme extremamente estiloso em seu design e visual, passado na década de 1980 (e o que mais?) Mandy traz Andrea Riseborough no papel da personagem título, esposa de Cage. O casal vive uma vida feliz, isolado numa casa na floresta, quando a mulher é sequestrada por um culto satanista, cabendo ao marido dar início à sua sede de vingança. Mandy é uma viagem de ácido, completamente alucinógena.

Vingança

Por falar em vingança, aqui temos a retribuição definitiva de uma mulher, digna de A Vingança de Jennifer – clássico do gênero. Jen (Matilda Lutz) é a amante de um ricaço, que viaja para uma casa de veraneio no deserto ao lado de dois amigos a fim de caçarem. As coisas saem do controle, e logo a mulher se vê vítima destes imbecis armados. Porém, a caça se torna a caçadora, virando o jogo pra cima destes homens tóxicos. Esta obra com forte texto feminista é escrita e dirigida pela cineasta Coralie Fargeat, dona de grande estilo narrativo e técnico.

O Último Suspiro

Produção de terror, ficção e suspense francesa, o longa é protagonizado por Romain Duris, um dos grandes nomes do cinema do país. Ao lado do ator, a Bondgirl Olga Kurylenko, diagnosticada recentemente com coronavírus. O filme fez parte da programação do Festival Varilux, festival brasileiro destinado a produções francesas. Na trama, um gás mortal – no melhor estilo Fog, a Bruma Assassina (1980) – toma as ruas de Paris, fazendo algumas pessoas lutarem por sobrevivência da maneira que podem, se isolando em suas casas e evitando as ruas. Soa familiar?

Demência 13

Remake de um dos primeiros filmes da carreira do grande Francis Ford Coppola, a produção original foi lançada em 1963, produzida por Roger Corman, com muitos elementos que homenageiam clássicos da época, como os filmes de Alfred Hitchcock por exemplo. Na trama da refilmagem – que mantém a história original – golpistas de uma família tentam roubar a fortuna herdada por uma matriarca, ao mesmo tempo em que um assassino misterioso, portando um machado, faz vítimas nas redondezas.

Parque do Inferno

Herdeiro de Pague para Entrar, Reze para Sair (1981), aqui também temos um terror passado num parque de diversões. O rosto mais conhecido do elenco de possíveis vítimas é o de Bex Taylor-Klaus, conhecida pelo papel de Audrey na série de TV Pânico, baseada no filme homônimo. Na trama deste exemplar recente de slasher, um assassino mascarado segue um grupo de jovens dentro de um parque de diversões com temática de halloween – local onde grande parte do público se encontra fantasiado.

Bônus:

Casamento Sangrento

Sucesso surpresa nos EUA, este longa chega ao Brasil sem antes passar por nossos cinemas. Protagonizado pela nova atriz sensação do gênero, Samara Weaving, de A Babá (terror da Netflix), a trama apresenta um verdadeiro jogo mortal. Weaving protagoniza na pele de uma jovem que acaba de se casar e não poderia estar vivendo dia mais feliz em sua vida. Mas na mesma noite do casamento, a família de seu marido a obriga a participar de uma brincadeira verdadeiramente doentia, e agora ela precisará reunir forças para sobreviver e dar o troco. Casamento Sangrento funciona como sátira do que fazemos para agradar certos parentes inconvenientes e ser aceito pelos sogros – já que um dos gêneros que utiliza é a comédia. O filme em breve chegará na rede Telecine.

10 Filmes para Curar o Coração Partido

Julia Roberts as "Elizabeth Gilbert" in Columbia Pictures' EAT, PRAY, LOVE.

“Separação é terrível. Mas sabe o que é pior? Desperdiçar uma noite”.

É com essa fala que Rebel Wilson praticamente entrega o mote da comédia Como Ser Solteira – e, bom, é disso que iremos falar nessa mais nova lista especial.

Se você passou por maus bocados e acabou dando adeus para aquela pessoa que acreditava com todas as forças ser a sua companheira para o resto da vida – ou se você não suportava mais ver a cara de seu antigo relacionamento, mas agora não sabe o que fazer agora que está livre -, esta matéria pode ser exatamente o que você precisa.

Separamos dez longas-metragens para curar o coração partido e para te dar um up para seguir em frente, fazer uma viagem, escrever um livro – ou então tirar as economias do cofrinho e comer um gelatto na Itália.

Confira abaixo nossas escolhas e conte qual o seu filme favorito:

(500) DIAS COM ELA (2009)

Um romântico escritor se surpreende quando sua namorada Summer termina o namoro repentinamente. Com isso, ele relembra vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar descobrir onde seu caso de amor se perdeu e vai redescobrindo suas verdadeiras paixões.

COMO SER SOLTEIRA (2016)

Alice é uma jovem que acaba de ficar solteira e que, com a ajuda de sua amiga Robin, aprenderá a tirar proveito de seu novo status na cidade de Nova York, onde todo mundo espera encontrar sua alma gêmea.

CHICAGO (2002)

Se você teve o coração partido, Velma Kelly e Roxie Hart sabem exatamente o que pode te animar: um assassinato bem elaborado e números musicais com o melhor do jazz. A A aclamada produção Chicago ganhou as telonas em 2002 e até hoje é um dos filmes favoritos de muita gente – afinal, o que não há para adorar? De um lado, temos Catherine Zeta-JonesRenée Zellweger como duas prisioneiras que só desejam fama e aplausos; de outro, Richard Gere interpretando um advogado canastrão que só quer se aproveitar de suas clientes – e cantar algumas canções muito bem arquitetadas.

MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO (2001)

Baz Luhrmann perdeu um pouco os holofotes nos últimos anos, mas sua obra-prima sempre estará entre nós: o musical ‘Moulin Rouge – Amor Em Vermelho’ é basicamente carregado pela performance aterradora de Nicole Kidman como a sedutora Satin, que cai nos olhos do inocente poeta Christian – o qual acaba se apaixonando pela mulher errada no fantástico, obscuro e misterioso submundo da vida boêmia e dos cabarés parisienses.

ALTA FIDELIDADE (2000)

Antes do Hulu colocar as garras nessa clássica história, John Cusack estrelou a versão para os cinemas de Alta Fidelidade, um dos filmes mais conhecidos de Stephen Frears. Na trama, Rob Gordon está passando por uma crise aos trinta e poucos anos. Após ser dispensado pela namorada, ele resolve analisar seus cinco relacionamentos mais marcantes para tentar descobrir por que eles não deram certo.

SEPARADOS PELO CASAMENTO (2006)

Jennifer Aniston pode ser conhecida por suas inúmeras rom-coms ao lado de Adam Sandler, mas a atriz já se aventurou no lado mais trágico do matrimônio com Separados Pelo Casamento. No filme de 2006, Aniston interpreta Brooke, uma vendedora de artes casada com o motorista de ônibus de turismo Gary (Vince Vaughn) Quando os dois finalmente terminam o relacionamento, nenhum dos dois quer sair do apartamento. Seus amigos sugerem uma série de táticas para fazer Brooke ou Gary sair da toca, mas todas falham e a única solução é morar junto com o inimigo.

PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI (2018)

A mais nova sensação da Netflix fez um barulho tremendo quando lançada há dois anos e, obviamente, não poderia ficar de fora da nossa lista. Baseado no romance homônimo de Jenny Han, a trama é centrada em Lara Jean Song Covey, uma jovem garota que escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Um dia, as cartas são misteriosamente enviadas para os destinatários, virando sua vida de cabeça para baixo.

QUANTO MAIS QUENTE MELHOR (1959)

Após testemunhar um assassinato da máfia, o saxofonista Joe e seu velho amigo Jerry improvisam um plano rápido para escaparem vivos de Chicago. Disfarçando-se como mulheres, eles se juntam a uma banda de jazz onde todos os membros são do sexo feminino e pegam um trem com destino à ensolarada Flórida. Enquanto Joe finge ser um milionário para ganhar Sugar, a cantora sexy da banda, Jerry vê-se perseguido por um verdadeiro milionário.

COMER REZAR AMAR (2010)

Vamos lá: o filme de Ryan Murphy provavelmente não deve estar na sua lista de favoritos, mas a atuação de Julia Roberts de fato compensa por todos os deslizes e diálogos artificiais. O coming-of-age Comer Rezar Amar é a pedida certa para quem quer pensar em si mesmo e dar um tempo do mundo. A história é centrada em Liz Gilbert, uma mulher que acreditava ter tudo que queria na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de auto-descoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali.

LA LA LAND: CANTANDO ESTAÇÕES (2016)

Os fãs de romance devem ter ficados frustrados com o final de ‘La La Land: Cantando Estações’, um dos longas de maior sucesso da década passada – mas, eventualmente, é disso que esse musical se trata: dois jovens apaixonados que talvez não sejam almas gêmeas um do outro. O enredo gira em torno do pianista Sebastian (Ryan Gosling) e da aspirante à atriz Mia (Emma Stone), que se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva Los Angeles, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo, enquanto perseguem fama e sucesso.

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada ganha primeiras imagens OFICIAIS; Confira!

EW divulgou com exclusividade as imagens oficiais da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’.

Lembrando que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 30 de outubro na plataforma do Disney+.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Relembre o trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Hubie Halloween’: Filme de Adam Sandler para a Netflix ganha primeiras imagens oficiais

Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Hubie Halloween’, nova comédia estrelada e produzida por Adam Sandler.

Confira:

O filme, que tem estreia marcada para o dia 07 de outubro, é recomendado para maiores de 13 anos (PG-13) devido a “conteúdo e linguagem sugestivos e breves cenas de festa adolescente”. Ainda não se sabe a data de estreia.

Além de Sandler, o extenso elenco conta com Maya Rudolph, Kenan Thompson, Kevin James, Julie Bowen, Ray Liotta, Steve Buscemi, Rob Schneider, Michael Chiklis, Shaquille O’Neal, China Anne McClain, Paris Berelc, Tim Meadows, Colin Quinn, June Squibb, Karan Brar, Noah Schnapp, Mikey DayMelissa VillaseñorKym WhitleyLavell CrawfordBetsy SodaroGeorge WallaceBlake Clark.

Sandler será o protagonista e fica responsável também pelo roteiro.

A trama acompanha Hubie Dubois, um homem que é motivo de piada entre crianças e adultos em sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.

Steve Brill, o mesmo responsável pelo especial de stand-upAdam Sandler: 100%‘, assume a direção do novo projeto.

‘Capitão América’: Escudo do herói ganha versão aprimorada em tamanho real; Confira o vídeo!

O famoso escudo do Capitão América ganhou uma versão aprimorada nas mãos do famosos engenheiro Adam Savage, do popular programa ‘Os Caçadores de Mitos‘.

Em seu canal do YouTube, ele mostrou todo o processo de aprimoramento.

Assista:

A jornada do Capitão América de Chris Evans foi encerrada em ‘Vingadores: Ultimato‘, com o seu escudo sendo passado para o Falcão, vivido por Anthony Mackie, que passa a dar sequência no legado do personagem na vindoura série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘.

‘The Walking Dead: World Beyond’: Nova geração de heróis ganha destaque em imagens inéditas do spin-off

A AMC divulgou diversas imagens inéditas de ‘The Walking Dead: World Beyond‘, série derivada que tem estreia marcada para 04 de outubro.

O material promocional destaca os personagens Iris (Aliyah Royale), Hope (Alexa Mansour), Elton (Nicolas Cantu), Silas (Hal Cumpston), e Felix (Nicolas Tortorella) que embarcam em uma jornada pelo mundo uma década após as consequências do vírus que destruiu a sociedade como a conhecemos.

Confira:

 

Quando a série foi anunciada, ainda não havia ganhado um título oficial, mas os produtores haviam cogitado a ideia de batizar a atração como ‘TWD: Endlings‘ (algo como remanescentes).

No entanto, a atriz Alexa Mansour, que dará vida à Hope, disse ao podcast Talk Dead to Me que o elenco havia odiado o nome sugerido.

“Antes de começarmos a trabalhar, não tínhamos ideia de como éramos chamados ou qual seria o subtítulo da produção. Quando soubemos que seria ‘Endlings’, foi meio desanimador… Acho que nenhum de nós gostou desse nome, para falar a verdade.”

Ela continuou:

“Como gravamos muitas cenas na Monument Street, na Virgínia, pensei que esse seria um nome legal: ‘TWD: Momument‘, mas foi só uma brincadeira. pensamos em vários nomes durante os bastidores porque o original era péssimo, ‘Children of The Walking Dead‘ foi um dos mais criativos.”

No fim das contas, Mansour disse que ficou satisfeita com o título oficial.

“Teve um dia que revelaram o título ‘World Beyond‘, isso esclarece tantas coisas e abre tantas possibilidades. Eu adorei. Aquele momento foi melhor do que eu realmente esperava, porque finalmente a série estava se concretizando e tornando algo real.”

Lembrando que ‘TWD: World Beyond‘ será ambientada em Omaha, Nebraska, lar de quase 10.000 sobreviventes que vivem dentro das paredes conectadas à República Cívica Militar, uma fortaleza construída na antiga Universidade Estadual de Nebraska.

Assista ao trailer:

Criado por Scott M. GimpleMatthew Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.

A trama irá focar na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.

O elenco conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

Crítica | ‘Mulan’ é um majestoso espetáculo visual que não presta atenção à sua própria história

São poucas as pessoas que não conhecem ou não ouviram falar da clássica animação Mulan. Lançada em 1998 pela Walt Disney, o filme carrega consigo um legado revolucionário que não apenas finalizou a Era de Ouro de um dos maiores impérios cinematográficos de todos os tempos, mas também apresentou um terreno totalmente diferente do eurocentrismo exacerbado da Casa Mouse – que seria explorado novamente em longas-metragens futuros. Tal foi nossa surpresa quando, seguindo as diversas releituras em live-action, o remake do filme foi anunciado – e mais do que isso: iria mudar cenas-chave que caíram no gosto popular e se afastaria do costumeiro respaldo musical, abrindo portas para uma epopeica narrativa que, no geral, é bastante aprazível.

A verdade é que, considerando as vazias adaptações que permearam o novo ciclo da Disney – incluindo ‘Dumbo’ e ‘O Rei Leão’, com raríssimas exceções -, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás. Com a divulgação dos primeiros matérias promocionais, ficaria bem claro que a aclamada diretora Niki Caro (‘Encantadora de Baleias’) teria um trabalho gigantesco para honrar tanto o trailer quanto as imagens, apresentando-nos um gostinho de um épico bélico ambientado na China imperial – e perscrutada por momentos de ação de tirar o fôlego. Caro, conhecida por sua abordagem sensível de dramas cotidianos, mostrou uma versatilidade apaixonante ao render-se ao panorama mainstream, sem deixar de promover uma cautela estética a cada frame. É claro que, ao longo de percurso, certos deslizes ganham força – e por vezes falam mais altos que os idílicos cenários.

Baseado no milenar conto ‘A Balada de Mulan (assim como a animação original), a história é centrada na personagem titular, aqui interpretada pelo tímido carisma de Liu Yifei. Destinada a se casar com um homem pré-determinado de sua aldeia e trazer honra para sua família, Mulan nunca se encaixou em estereótipos e rótulos, tendo um apreço magnífico pelas artes marciais e por sua conexão com seu shi. Quando mais velha, ela é vista com maus olhos por uma sociedade patriarcal e tradicionalista que não aceita que as mulheres queiram ser algo que “não podem”, como chefes de família ou guerreiras – mas ela não se importa: quando o aleijado pai (Tzi Ma) é convocado para a guerra contra o temível rourano Bori Khan (Jason Scott Lee), que ameaça vingar a morte do pai, matar o imperador e tomar posse da Cidade Imperial, ela rouba a espada e o traje da família e parte para se encontrar com seu batalhão.

A heroína sempre foi símbolo de força e, enquanto a animação era marcada pela adorável e cínica presença de Mushu, aqui o dragão, símbolo de leveza e humor, é colocado de lado por uma alegoria mais afim à cultura asiática: a fênix. Representando o renascimento em meio à adversidade, o mitológico animal surge nos momentos mais difíceis da jornada de Mulan, talvez para lhe dar força, talvez para premeditar algum evento de suma importância – como quando chega ao campo de treinamento ou quando enfrenta Khan no que deveria ser o principal clímax da obra. Entretanto, as evocações metafóricas (claras demais para algo que deveria se basear nas primordiais emoções) acabam canalizando os esforços para uma das secções, deixando a precisão e a envolvência do roteiro em segundo plano.

Disney’s MULAN..Xianniang (Gong Li)..Photo: Film Frame..© 2019 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

Mulan é nosso principal foco – e tal construção não carrega uma complexidade crível, restringindo-se a uma unidimensionalidade quase blasfema. Yifei, dentro de limites impostos por forças externas, faz o que consegue para declinar a seriedade excessiva da personagem e permitir que o público encontre qualquer conexão: certas pérolas imagéticas são arquitetadas com narcótica vulnerabilidade, como quando ela é obrigada a enfrentar quem realmente é para salvar seus companheiros de guerra e, eventualmente, a vida do imperador. O problema é que, quando essas fragmentadas partes são unidas, percebe-se uma falta de ousadia no tocante ao enredo, abrindo margens para que cada ato seja sim um espetáculo visual, mas um maçante coming-of-age que chega a lugar nenhum.

De qualquer forma, Caro parece ter em mente uma perspectiva diferente das outras histórias fabulescas da Disney. A diretora, aliada às habilidosas mãos de Mandy Walker, afasta-se dos convencionalismos dos dramas do gênero e abre espaço para uma fotografia vibrante, recheada de cores contrastantes e enquadramentos impressionáveis, que mesclam a fragilidade de uma persona marcada por traumas e decepções e a íntima força da qual precisa para superar os problemas e se provar digna. Mais do que isso, essa trajetória também serve como base para explorações interessantes e didáticas, mesmo que pueris demais para aproveitamento generalizado, sobre devoção à família, honra e patriotismo.

Disney’s MULAN..Mulan (Yifei Liu)..Photo: Film Frame..© 2019 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

A trama também não tem muita ideia do que fazer com certos personagens coadjuvantes, especialmente com a controversa figura de Xian Lang (Gong Li), uma poderosa feiticeira com habilidades metamórficas que tem uma das piores resoluções dos últimos anos e que tem sua incrível presença totalmente descartada, e Chen Honghui (Yoson Na), uma espécie de par romântico da heroína que não tem impacto o suficiente para ser memorável. No final das contas, Mulan se prova como um exuberante e impecável atração estética, manchada por um circinal roteiro que parece não acreditar em si mesmo.

‘Star Trek: Discovery’: 3ª temporada ganha novo trailer e cartaz oficial; Confira!

CBS All Access divulgou o trailer completo da 3ª temporada de Star Trek: Discovery’ – acompanhado de um incrível pôster oficial.

Confira:

O próximo ano de ‘Discovery’ estreia em 15 de outubro.

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

Mulan além da Disney: 5 versões diferentonas da clássica lenda

Passada de geração em geração há séculos, a lenda de Hua Mulan é uma amálgama celebratória que, justamente por seu caráter de origem oral, e não escrita, passou e ainda passa por diversas transformações temporais. Em suma, é uma espécie de exaltação aos princípios da mulher ideal, enquanto a heroína precisa desafiar a moral do patriarcado para honrar a própria família. 

Acredita-se que ‘A Canção de Mulan seja a origem da lenda, datada do período da Dinastia Uei do Norte, que governou o norte da China entre 386 e 534. A primeira transcrição conhecida é do Século 6, e embora esta versão não exista mais em sua forma original, a personagem reaparece posteriormente uma antologia de canções e poemas, e seus constantes ressurgimentos ao longo de vários períodos da história chinesa fez com que ela permanecesse intacta na memória coletiva.

É este caráter constantemente adaptável da lenda de Mulan — que foi sendo acrescida de detalhes ao longo de gerações — que faz da personagem uma fonte de inspiração e esperança tão forte para o povo Chinês. Justamente devido aos seus ideais libertários, Mulan costuma ressurgir no imaginário popular sempre em períodos difíceis e de opressão. Por isso, indo além das duas versões da Disney (a popular animação e o recente live-action), catalogamos as outras adaptações que a história já ganhou para as telonas!

No cinema mudo

As primeiras versões de Mulan para o cinema datam de 1927 e 1928, e o primeiro adiciona algumas reviravoltas cômicas na história. Nessa versão, Mulan tem a cerimônia de casamento interrompida pela chegada da Guerra, e ela se alista no lugar do pai. Durante os treinamentos, chega a encontrar o noivo, que não a reconhece sob o disfarce de um homem. Os dois filmes foram lançados por estúdios rivais, e até os títulos são semelhantes: o de 1927 é chamado Hua Mulan Joins the Army’, e o de 1928 é Mulan Joins the Army’

O clássico

Em 1939, tivemos o lançamento da primeira versão realmente bem-sucedida da lenda. Igualmente intitulado Mulan Joins the Army’, o filme é utilizado como propaganda de exaltação do exército, num período em que a China precisava inspirar seus homens a defenderem o país. O filme chegou a quebrar recordes por ter ficado em exibição por 83 dias diretos.

No arco narrativo, Mulan conhece Liu Yuandu nos treinamentos do exército, e a atração natural que sentem é usada como uma espécie de alívio cômico, por Liu não entender a atração já que acredita que Mulan é um homem. 

Após a guerra, na qual Mulan desenvolve um papel essencial para a vitória dos chineses contra os nômades, o imperador oferece a ela uma posição na côrte, que ela rejeita para retornar à família e ao papel feminino. Ela eventualmente se casa com Liu Yuandu, que também exerce o papel convencional masculino. 

Lady General

Lançada em 1963, esta versão encontra uma China fragilizada após a 2ª Guerra Mundial. Hong Kong estava fragilizada após ser retomada dos japoneses pela Inglaterra. O conflito de identidade cultural dos residentes era forte por não saberem se identificavam-se com os chineses ou com os ingleses. Neste sentido, ‘Lady General Hua Mulan é usado para transmitir uma mensagem de união para os chineses residentes em Hong Kong. 

As diferenças desta versão para as anteriores estão justamente na ideia de coletivo. Mulan consegue ir para o exército e se livrar de ser descoberta com a ajuda do primo, Hua Ping, e também cria um laço de amizade com o General Li, em quem confia algumas de suas inseguranças. Com o estudo e a observação, Mulan descobre que os inimigos estão preparando uma emboscada, e por isso o exército sai vitorioso. 

A importância de Mulan para a vitória é reconhecida pelo supremo comandante, que, sem saber que ela é uma mulher, oferece sua filha em casamento. Sem querer ofendê-lo, ela finge um mal estar e se esquiva de responder à proposta, e acaba conseguindo voltar para casa. O supremo comandante ordena que alguns dos companheiros de batalha sigam Mulan para insistir no casamento, e é dessa forma que General Li descobre sua identidade, e ele concorda em se casar com ela. 

Ascensão da Guerreira

Após o lançamento da animação da Disney, a lenda de Mulan ganhou atenção redobrada no âmbito internacional, e apesar de a versão não ter agradado na China, pelo distanciamento da história original e pelas modificações, surgiu uma vontade de vê-la sob uma ótica moderna. 

É daí que vemMulan: Rise of a Warrior’, lançado em 2009 e que difere diagonalmente da animação de 1998. Um dos principais destaques desta versão é que ela se distancia de um ideal de ‘final feliz’, e o arco narrativo transmite uma mensagem que se aproxima de um ideal comunista de colocar a vontade coletiva acima da individual. 

Ao longo do filme, Mulan precisa aprender, a duras penas, que para se dar bem no campo de batalha ela precisa deixar a sua emoção e seus sentimentos de lado. No fim, seu grande sacrifício para o bem da nação e a obtenção de paz é abrir mão do seu amor. 

As versões de 2020

Depois de muitas vezes adiada em virtude da pandemia, a versão live-action da Disney finalmente está entre nós, com estreia nos cinemas na China no dia 11 de setembro. Mas isso não significa que o filme não tem lá suas concorrências com quem disputar espaço. O filme despertou pelo menos duas versões live-action na China, além de uma série de TV. Um dos filmes chama-se ‘Unparalleled/Matchless Mulane o outro, ‘Mulan— este último traz a protagonista em um relacionamento LGBT. Veja o trailer.

https://www.youtube.com/watch?v=NhJ3uyHzrGE