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Crítica | ‘O Fantasma da Ópera’ – Bressane e companhia revelam suas mágicas como verdadeiros ‘Mister M’ do cinema [Mostra de Cinema de Tiradentes]

Filme de abertura da 29ª Edição da Mostra de Cinema de Tiradentes, o curta-metragem O Fantasma da Ópera é um exercício fascinante – e também desafiador – pela metalinguagem através do próprio processo criativo. Decifrando, em imagens e movimento, o universo audiovisual por trás das câmeras, vamos caminhando pela subjetividade, pelas percepções e interpretações de um mundo mágico, repleto de possibilidades e significados.

29ª MOSTRA TIRADENTES - Abertura Oficial - Foto Jackson Romanelli/Universo Produção
29ª MOSTRA TIRADENTES – Abertura Oficial – Foto Jackson Romanelli/Universo Produção

Com cerca de 25 minutos de projeção, e tendo como base (também um espelho) as filmagens de seu novo trabalho, Pitico – projeto protagonizado pelo veterano Paulo Betti, o cineasta de 79 anos Júlio Bressane, ao lado Rodrigo Lima, provoca o público a todo instante com uma obra que lembra um making of, mas que encontra nas sutilidades suas grandezas.

Não há questionamentos: a graça está na revelação por trás do nascer de uma narrativa, no modo como é contada uma história, algo que acaba refletindo sobre o próprio cinema. Esse convite aos espectadores, à obra e sua construção, nasce da relação de Bressane e sua equipe, que abrem as portas de seus imaginários, mostrando como uma ideia vira movimento em uma tela grande.

O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima
O Fantasma da Ópera, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima

Pela sensibilidade de um artista renomado, vamos entendendo alguns contextos que atravessa histórias contadas, nos colocando em um papel – nada incômodo e contemplativo – de observadores do que pode acontecer no ‘por trás das câmeras’. Bressane e companhia revelam sua mágica como verdadeiros ‘Mister M’ do cinema. Algo fascinante, que instiga um epicentro reflexivo de qualquer pessoa nos primeiros passos no trabalho audiovisual: o sonhar.

HBO Max | Filmes recentes de todos os gêneros na plataforma para curtir o feriado

Segundona de feriado prolongado. Que tal aquela maratona de bons filmes em casa? Seja com familiares, com os(as) companheiro(a)s, aquela pessoa especial ou até mesmo sozinho. Para os cinéfilos o feriado só tem uma tradução: mais filmes para corrermos atrás e colocarmos em dia. Não poderia ser mais perfeito. Fazendo a nossa parte e procurando ajudar você, nosso querido leitor, nessa missão, seguimos aqui nossa série de matérias de dicas com alguns filmes bem interessantes nas mais variadas plataformas disponíveis aqui no Brasil. Abaixo, agora temos alguns lançamentos que talvez nem todos conheçam numa plataforma de streaming que chegou chutando a porta em sua estreia: a HBO Max. Apesar de ter chegado um pouco atrasada nesta festa, a HBO Max tem se tornado uma das favoritas dos fãs por seu acervo cada vez maior de filmes da Warner, de produções novíssimas, recém-lançadas nos cinemas e aquisições da Sony e Paramount. Confira abaixo e comente.

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Alguém Avisa?

A jovem atriz Kristen Stewart realmente deixou para trás a época em que duvidavam de seu talento na atuação devido à franquia Crepúsculo. Além de ter vencido o prêmio César, o Oscar francês, em 2015 por Acima das Nuvens (sendo a única americana a receber tamanha honraria), recentemente Stewart foi ovacionada de pé por sete minutos no Festival de Veneza pelo seu desempenho em Spencer, no qual interpreta a Princesa Diana. Voltando um pouco no tempo, temos a comédia Alguém Avisa?, lançada durante a pandemia, da qual muitos sequer tomaram conhecimento. Aqui, a atriz mostra que sabe se divertir ao brincar com o tabu de um relacionamento lésbico. Ela contracena com a igualmente talentosa Mackenzie Davis, vivendo um casal. A trama se desenrola quando Stewart vai conhecer a família de Davis, que não sabe que elas são um casal. É a oportunidade perfeita para conferir na HBO Max.

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Antebellum

Outro que passou fora dos radares por motivo da pandemia foi este thriller de horror misterioso, que possui doses do subgênero representativo social – impulsionado pelos filmes de Jordan Peele. A cantora Janelle Monáe demonstrou enorme talento como atriz em filmes como Estrelas Além do Tempo e Moonlight. Assim logo foi escalada para protagonizar a segunda temporada de Homecoming, da Amazon, e no mesmo ano viria a protagonizar aqui também. Na trama, Monáe vive uma autora renomada de muito sucesso. Inexplicavelmente, ela se vê presa a uma realidade aterradora, quando aparentemente volta no tempo para a época dos escravos.

Duas Tias Loucas de Férias

Tido como uma das comédias mais engraçadas de 2021, o filme é das mesmas criadoras do sucesso Missão Madrinha de Casamento (2011). As semelhanças vão além com o protagonismo da mesma Kristen Wiig, como parte da dupla de “tiazonas” sem noção. Barb e Star (Annie Mumolo e Wiig) são duas mulheres de meia idade que nunca saíram de sua pequena cidade nos EUA. Elas então decidem se aventurar numa viagem de férias na Flórida, numa jornada que irá mudar suas vidas para sempre.

Bloodshot

O astro Vin Diesel lançou este ano o nono capítulo na saga de ação Velozes e Furiosos. Porém, ano passado, um filme do ator, que até tinha grande potencial, terminou passando sem ser notado. Bloodshot pode ser considerado um dos filmes mais azarados de 2020, pois seu lançamento coincidiu com o início oficial da pandemia em que tudo estava fechando no mundo. Assim, quase ninguém conseguiu conferir o filme que traz o astro dando vida a um cultuado quadrinho underground, no qual vive um soldado sendo trazido de volta à vida com novos dons e implantes de memória. Essa é sua chance de conferir a superprodução da Sony.

A Ilha da Fantasia

Outra superprodução da Sony, aqui temos novamente uma adaptação. Essa, porém, não se trata de uma HQ, mas sim de um famoso seriado de TV da década de 1970, que é usado como fonte desta reimaginação. O filme, produção da Blumhouse, no entanto, diferentemente da série clássica, resolve apostar no terror como gênero para uma história sobre visitantes selecionados para viajarem até uma misteriosa ilha, capaz de tornar seus desejos mais íntimos em realidade, até mesmo os mais sombrios e assustadores. Esse ano, a Fox lançará ainda uma nova versão da trama na forma de um novo seriado.

O Caminho de Volta

O astro Ben Affleck já viu muitos altos e baixos em sua carreira. Mas nós, fãs do ator que somos, estamos sempre torcendo por ele na frente e fora das câmeras. Na vida pessoal, após a separação da esposa e da batalha contra o alcoolismo, o ator parece ter engatado novo romance com a antiga companheira Jennifer Lopez. Bom para eles, que tenham sucesso no amor. No cinema, apesar de ter dado bola fora em suas participações como Batman, ele também está ganhando novas chances no papel, primeiro em Liga da Justiça de Zack Snyder, lançado este ano, e em 2022 no vindouro filme do Flash. Aqui, no entanto, num filme que tem tudo a ver com redenção, ele vive um ex-astro do basquete colegial que desperdiça sua grande chance de se tornar profissional. Agora, como treinador, ele vislumbra a oportunidade de se redimir.

Má Educação

O astro Hugh Jackman vem chamando novamente atenção com suas postagens enigmáticas com os produtores da Marvel. O fato fez os fãs desconfiarem que talvez o retorno do ator como Wolverine agora na Marvel esteja em andamento. Seja como for, Jackman tem apostado em muitas produções de qualidade, que infelizmente não caem no conhecimento de todos, como foi o caso do ótimo O Favorito (2018), de Jason Reitman. Aqui, ele volta a apostar num drama com doses de suspense eletrizante ao viver o diretor de um colégio, envolvido num esquema de corrupção e desvio de verba educacional, baseado numa história real.

Cores da Justiça

Por falar em thrillers arrepiantes, aqui temos um filme policial com fortes doses sociais, que tem tudo a ver com o mundo moderno. Quem protagoniza é a subestimada Naomie Harris (indicada ao Oscar) na pele de uma policial patrulhando seu antigo bairro pobre, onde é vista pelos amigos de infância como “traidora”. Sem pertencer completamente a um de ambos os universos da força policial e de seu bairro, ela se vê em meio a uma conspiração ao se deparar com policiais corruptos da banda podre e ficar jurada de morte por eles. Agora para sobreviver ela terá que pedir ajuda às mesmas pessoas que haviam lhe virado as costas. No elenco, Tyrese Gibson, o Roman de Velozes e Furiosos.

O Preço do Talento

Dono de um futuro promissor e brilhante no cinema, o ex-astro mirim Shia Labeouf parece ter desperdiçado grandes oportunidades ao não aguentar a pressão da fama e surtar, assim como tantos outros antes dele. Astro da franquia Transformers, o ator havia caído nas graças de Steven Spielberg, ainda fazendo com o diretor o quarto Indiana Jones e Controle Absoluto, tudo isso até 2008. Após o terceiro filme dos robôs gigantes, Labeouf começou a exibir o comportamento cada vez mais errático e terminou sendo eliminado da franquia e vendo Hollywood virar as costas para ele. O ator, porém, ensaia um retorno, e aqui temos um de seus maiores esforços nesse movimento. Honey Boy, no título original, é uma biografia escrita pelo próprio, que fala de sua juventude e o comportamento abusivo de seu pai. No filme, Shia interpreta seu próprio pai. Isso que é catarse.

A Cordilheira

Saindo de um ator problemático para um que é um verdadeiro pilar da dramaturgia mundial, querido por multidões em seu país e na América Latina e Europa. Falamos do talentosíssimo Ricardo Darín, considerado por muitos especialistas um dos melhores intérpretes em atividade atualmente. Neste thriller político, Darín vive o presidente argentino, num encontro com os demais governantes dos países da América do Sul e México. Apesar do prestígio e renome envolvido, este foi um filme do ator que não chegou aos cinemas de nosso país, coisa rara para suas obras por aqui, e isso numa época bem anterior à pandemia. Ou seja, oportunidade mais que perfeita para conferir o longa.

‘Jogador Nº 1’: Nova imagem traz Gremlin e Spawn lado a lado em batalha; Confira!

O filme ‘Jogador Nº 1‘ promete ser um espetáculo de nostalgia e referências da cultura pop. O diretor e roteirista do novo reboot de ‘Spawn – O Soldado do Inferno‘, Todd McFarlane, compartilhou uma imagem do personagem ao lado de um Gremlin, na batalha da ficção científica de Spielberg.

Sucesso de bilheteria, ‘Jogador Nº 1‘ já arrecadou mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Confira a imagem em alta definição:

‘The Walking Dead’: Showrunner revela que próximo episódio começará exatamente de onde o anterior parou

Em entrevista ao EW, a showrunner de ‘The Walking Dead‘, Angela Kang, revelou que a segunda metade da 9ª temporada começará exatamente de onde o último episódio parou: com nossos heróis cercados pelos sussurradores.

“Nós vamos começar exatamente de onde parou. Vamos descobrir o que acontece com o grupo no cemitério enquanto eles começam sua jornada para voltar para casa para enterrar o Jesus.”

Ela continua, “Vamos saber mais sobre os sussurradores e sua filosofia da sobrevivência dos mais aptos, e como tudo isso se sucederá de forma assustadora.”

A série retornará com episódios inéditos em 10 de fevereiro.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

‘This is Us’: 4ª temporada ganha as primeiras imagens oficiais

O EW divulgou as primeiras imagens oficiais da 4ª temporada de ‘This is Us‘.

Confira:

A quarta temporada irá estrear no dia 24 de setembro.

Criada por Dan Fogelman, a série tem uma das maiores audiências da televisão aberta. A terceira temporada registrou uma média de 2.0 na demo, e um total de 8.3 milhões de espectadores.

A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.

O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.

This is Us‘ já está renovada para mais três temporadas, garantindo a continuidade da produção até, pelo menos, a sexta temporada.

‘Resgate’: Diretor revela os segredos dos bastidores das cenas de ação; Assista!

A Netflix divulgou um novo vídeo do longa ‘Resgate‘ (Extraction), com o diretor revelando os segredos por trás das cenas de ação da produção.

Confira:

Em entrevista ao Collider, o diretor Sam Hargrave revelou que tem interesse em realizar uma pré-sequência do longa.

“A Netflix estava muito feliz com os diários de produção e começamos a pensar que poderíamos fazer uma sequência. As pessoas pensavam: ‘Oh, isso poderia ser legal…’. Você sabe, você fala sobre todas essas coisas. É uma franquia? Vamos continuar? Tínhamos que esperar o filme sair e o público responder. Vocês serão os únicos que decidirão. Mas foi comentado. Assim que Joe Russo apareceu, um ponto interessante foi que, na maioria das vezes, você recebe uma sequência. Raramente você volta no tempo em pré-sequências. Você tem a sensação de que Chris [Hemsworth] e [David] Harbour têm uma ótima química. Então pensamos que era uma maneira muito interessante, voltar no tempo e fazer uma pré-sequência”, afirmou.

O que você acha da ideia?

Sam Hargrave, que foi dublê do Chris Evans nos filmes do MCU, dirige a produção.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Netflix lançará documentário sobre a misteriosa morte da Elisa Lam

A Netflix anunciou que lançará uma série documental, intitulada ‘Crime Scene: The Vanishing at the Cecil Hotel‘, sobre a misteriosa morte da estudante canadense Elisa Lam.

De acordo com o Variety, a produção irá estrear no dia 10 de fevereiro.

O documentário é dirigido por Joe Berlinger.

Os quatro episódios da produção irão tentar desvendar o que realmente aconteceu com a estudante, que estava hospedada no Hotel Cecil, em 2013. Quando a Elisa Lam desapareceu, deixando para trás todos os seus pertences.

A produção trará entrevistas com os funcionários do hotel, assim como também os hóspedes. Além disso, algumas pessoas que investigaram o caso também participarão do documentário.

Crime Scene‘ deve se tornar uma nova antologia criminal da Netflix.

Vale lembrar que a jovem de 21 anos foi encontrada dentro de uma cisterna do Cecil Hotel. Sem quaisquer marcas ou sinais de violência em seu corpo, a jovem também não apresentou a presença de álcool ou drogas em sua corrente sanguínea. Mas, com a crescente repercussão das circunstância estranhas que cercam sua morte, diversas teorias da conspiração passaram a circular sobre o caso.

O corpo e Elisa foi encontrado em uma das quatro caixa d’águas do hotel por um funcionário, após reclamações de hóspedes a respeito do sabor da água.

Um vídeo retirado da central de monitoramento do hotel registrou Elisa no momento em que ela chama o elevador para ir ao terraço. No entanto, um comportamento muito bizarro é registrado.

Confira o vídeo:

‘Dollface’: Chelsea Frei entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Chelsea Frei (‘The Moodys’) entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘Dollface‘, série de comédia do Hulu.

Em caráter recorrente, a atriz irá interpretar Alison J., mas detalhes sobre a personagem não foram divulgados.

A série foi criada por Jordan Weiss.

A trama segue uma jovem que, depois de ser dispensada pelo seu namorado de longa data, deve lidar com sua própria imaginação para poder reentrar literal e metaforicamente no mundo das mulheres, e refazer as amizades com suas amigas que ela deixou para trás.

O elenco ainda conta com Beth Grant, Shay Mitchell, Esther Povitsky e Brenda Song.

‘Legacies’: Joseph Morgan indica retorno no último episódio da série

Através do seu Twitter, o ator Joseph Morgan falou sobre o seu possível retorno como Klaus Mikaelson no último episódio de ‘Legacies‘, que foi recentemente cancelada pela CW após 4 temporadas.

Apesar de aparentemente negar, os fãs não deixaram de notar algo curioso sobre a declaração…

“Primeiramente, eu não vejo o elenco de ‘The Vampire Diaries’ há anos. Pelo menos, não pessoalmente. Toda essa especulação [sobre o retorno do Klaus] vai deixar vocês loucos. Descartem essas teorias malucas sobre códigos ocultos, pois todos sabemos que o Klaus Mikaelson está morto.”

Vale destacar, no entanto, que a primeira letra de cada frase do tweet forma a palavra “finale” – o que indica que o ator retornará SIM para o último episódio.

O último episódio da produção será exibido no dia 16 de junho.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘.

A trama se passa na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

O elenco conta com Danielle Rose Russell, Aria Shahghasemi, Kaylee Bryant, Jenny Boyd, Quincy Fouse, Chris Lee, Ben Levin, Leo Howard, Omono Okojie e Matt Davis.

Novo vídeo de ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’ destaca as CRIATURAS da adaptação; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘, destacando as criaturas da nova adaptação.

Confira:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 13 de abril.

Jonathan Goldstein e John Francis Daley, diretores da comédia ‘A Noite do Jogo‘ e roteiristas de ‘Homem-Aranha: De Volta para Casa‘, serão responsáveis pela direção e pelo roteiro.

Chris Pine (‘Star Trek’) estrela a adaptação. O elenco ainda conta com Michelle Rodriguez (‘Velozes e Furiosos’), Justice Smith (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), Hugh Grant (‘A Viagem’), Regé-Jean Page (‘Birdgerton’) e Sophia Lillis (‘It: A Coisa’).

Em 2000, uma adaptação para os cinemas foi lançada, sendo massacrada pelos críticos e fracassando nas bilheterias. Anos mais tarde, o longa ganhou duas sequências produzidas direto em vídeo, que foram prontamente ignoradas pelo grande público.

Criado por Gary Gygax e Dave Arneson, o jogo original ‘Dungeons & Dragons‘ foi publicado pela primeira vez em 1974.

Zack Snyder queria dirigir filme para MAIORES da franquia ‘Star Wars’

Em entrevista ao The Atlantic, Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’) revelou que queria dirigir um filme para maiores da franquia ‘Star Wars‘.

O cineasta chegou a discutir sua visão com o estúdio, antes dele ter sido comprado pela Disney – que logo ressuscitou a saga nos cinemas e nas telinhas, através do seu serviço de streaming, o Disney+.

A ideia do Snyder seria fazer um filme maduro para os fãs dos filmes originais.

“Os espectadores da franquia ‘Star Wars’ já cresceram. Eles são adultos agora. Seria legal fazer um filme para eles. Antes [da Disney] comprar a Lucasfilm, nós estávamos estávamos discutindo a possibilidade de um filme [para maiores] da saga no futuro.”

Vale lembrar que o seu novo filme, intitulado ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘, estreará na Netflix no dia 22 de dezembro.

Assista ao trailer:

Na trama, tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos.

Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança.

Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

A segunda parte, intitulada Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes, estreia em 19 de abril de 2024.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira o elenco completo:

Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.

Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.

Hounsou será o General Titus.

Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.

Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.

Fisher e Cleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.

E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.

Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.

Ed Skrein (‘Deadpool’) será o Almirante Noble.

Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius

Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.

Samara Weaving luta pela sobrevivência no novo clipe do terror ‘Azrael’; Confira!

O terror ‘Azrael‘, estrelado pela Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’), ganhou um novo clipe tenso.

Confira, com o trailer legendado:

Evan Katz (‘A Maldição da Mansão Bly’) é responsável pela direção.

“Ambientada em um mundo onde ninguém consegue falar, a história segue uma comunidade de mulheres devotas que caçam jovens mulheres que escapam seu aprisionamento. Recapturada por suas cruéis líderes, Azrael (Weaving) deve ser sacrificada para pacificar um antigo mal nas profundezas da floresta circundante – mas ela tem outras ideias.”

O roteiro é assinado por Simon Barrett (‘Você é o Próximo’).

O longa foi adquirido pela IFC Films e Shudder, e estreará oficialmente no dia 27 de setembro.

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Sarah Paulson tem RETORNO confirmado na 13ª temporada de ‘American Horror Story’

Através do seu Instagram, Ryan Murphy confirmou o retorno da Sarah Paulson (‘Bird Box’) na 13ª temporada da série antológica ‘American Horror Story‘.

Quando questionado sobre o próximo ciclo, o criador declarou: “Eu e a Sarah Paulson estamos preparando algo especial”.

A atriz foi uma das artistas originais do seriado, tendo estrelado múltiplas temporadas. Sua última aparição aconteceu no décimo ciclo, ‘American Horror Story: Double Feature‘.

Anteriormente, Jessica Lange (‘Cabo do Medo’), a estrela das quatro primeiras temporadas, descartou a possibilidade de voltar à série: “Oh, Deus, não! Não tenho participado dessa série há mais de 10 ou 12 anos, então, não, eu não retornarei.”

James Wan comandará o REMAKE do suspense ‘O Gângster, o Policial e o Diabo’

De acordo com o Deadline, James Wan (‘Invocação do Mal’) foi contratado para dirigir o remake de ‘O Gângster, o Policial e o Diabo‘ (The Gangster, The Cop, The Devil), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

O projeto é baseado no aclamado thriller de ação coreano, que conquistou 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama…

“Um chefe de uma organização criminosa sobrevive a um ataque de um assassino em série. Para se vingar e capturar o criminoso, ele forma uma aliança incomum com um detetive da polícia.”

Shay Hatten, conhecido por ‘John Wick‘ e ‘Rebel Moon‘, está escrevendo o roteiro – baseado em um rascunho original de Brian Helgeland, que servirá como produtor executivo.

Além de dirigir, Wan também servirá como produtor ao lado de Michael Clear, Sylvester Stallone, D. Matt Geller, Chris Lee e Jang Won-seok.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Star Wars’: Mark Hamill afirma que Luke Skywalker pode ceder ao lado negro da Força

Luke Skywalker no lado negro da Força? Parece que o jedi pode finalmente ceder aos impulsos. Pelo menos é o que o ator Mark Hamill disse durante uma entrevista à ABC News.

De acordo com o intérprete do icônico herói, as coisas podem acabar indo para outro caminho:

“É possível, tudo é possível”.  

Mas antes de se desesperar com a possível mudança no caráter de Skywalker, vale ressaltar que o próprio ator revelou durante o painel na Star Wars Celebration que sofre de “perda de memória recente”.

Segundo ele:

“Eu perdi totalmente minha credibilidade com o público pelas mídias sociais porque eu minto o tempo todo. E eu posto uma imagem exclusiva do trailer de Episódio VIII e é de fato um trailer na área externa do estúdio…é tipo aquele cara que ninguém leva a sério, ninguém acredita em mim”.

Diretor divulga foto da abertura de ‘Star Wars – O Último Jedi’

Identidade do Último Jedi pode ter sido revelada em ‘Star Wars: O Despertar da Força’

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

‘Godzilla 2’ ganha trailer incrível feito por fã; Confira!

O hype de ‘Godzilla: O Rei dos Monstros’ continua crescendo, principalmente com a certeza de que a sequência oficializará o Monsterverse.

Pensando nisso, um fã desenvolveu um trailer para a continuação, que mostra toda a força e poder de Godzilla.

Confira:

Os poderosos monstros tornaram-se gigantescos heróis para uma nova geração, com a revelação de uma mitologia que reúne Godzilla e o King Kong  em um ecossistema que conta com outras super espécies gigantes, tanto clássicas como novas. A Monarch, a organização humana que descobriu Godzilla no filme de 2014, expandirá a sua missão ao longo de vários lançamentos.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’) será o chefe da equipe de roteiristas, comandando o time composto por Patrick McKay e JD Payne (‘Star Trek – Sem Fronteiras’), Lindsey Beer (‘Dungeons & Dragons’), TS Nowlin (‘Maze Runner’), e J. Michael Straczynski (‘Guerra Mundial Z’).

O crossover das franquias ‘Godzilla‘ e ‘King Kong‘ vai aproveitar os novos filmes para criar um universo compartilhado.

‘Godzilla Vs Kong’ estreia em 22 de maio de 2020. Antes disso, Godzilla: O Rei dos Monstroschega aos cinemas em 22 de março de 2019.

Crítica | Sorry To Bother You: Um forte candidato ao Oscar de Melhor Roteiro Original

Em tempos capitalistas, sindicatos trabalhistas são o ponto de equilíbrio que garante que as relações entre patrão e funcionário pelo menos se mantenham harmônica. Em um contexto onde o modelo sócio político vigente entra em constante contraste (e porque não conflito) com diversos movimentos representativos, como os formados por negros, mulheres e LGBTQ+, o cinema tem trazido uma nova e diferente voz, resgatando histórias reais do passado e construindo narrativas autênticas, que choquem e até mesmo confrontem nossas percepções. E como de costume, o Festival de Sundance é o palco para produções quase esquizofrênicas, que pegam momentos genuínos e atuais do mundo e da sociedade e projetam em hipérboles bem exageras. Redundante assim, nasce uma das obras-primas mais desafiadoras e insanas que você verá em 2018. Assim surge um dos grandes cotados ao Oscar 2019, Sorry To Bother You.

O novo filme do estreante diretor Boots Riley já se apresenta sem cerimônias. Abordando o universo caótico dos telemarketings, a comédia dramática usa a expressão mais comum entre os profissionais da área para nos levar a um submundo cheio de ironias, antagonismos e alegorias que mesclam o hiper realismo com a verdade. Usando o sarcasmo como o gatilho fundamental para a trama, o longa de pouco mais de 1h30 honra os funcionários sem rosto que diariamente trabalham sobre pressão para cumprir metas exorbitantes, em ligações indesejadas e muitas vezes ignoradas. Com um salário ruim e condições de trabalho insalubres, eles ganham um coro diferente na produção, por meio das atuações hipnotizantes de Lakeith Stanfield e Tessa Thompson.

Tentando conquistar seus próprios espaços como indivíduos que exerçam alguma diferença na sociedade, ambos parecem estar em pólos opostos. À medida que Detroit se consolida como uma artista conceitual, Cassius sofre com crises existenciais com a boa e velha pergunta: qual é o meu propósito no mundo? Buscando achar a resposta para a questão de um milhão de dólares, a sede por bater metas e subir ao alto escalão do telemarketing se transforma em sua meta de vida. Trazendo conflitos psicológicos profundos, mas facilmente digeridos por seu ácido humor, Sorry To Bother You vai além desse assunto, abordando também o capitalismo selvagem voraz e cego. Com brilhantismo, o roteiro navega entre a política, economia e a sociedade, em uma história delirante e cheia de plot twists inimagináveis.

Com uma pegada cult bem Festival de Sundance, a dramédia também é híbrida, transitando entre públicos distintos, sendo ainda capaz de conquistar os fãs de blockbusters. Com uma sucessão de fatos que se desenrolam em um rápido ritmo, Sorry To Bother You usa bem seu tempo de tela, constrói diálogos apaixonantes, cheios de reflexões, desdém e contradições. Com um figurino simples, mas que ganha força por ser uma extensão da personalidade dos personagens, o filme traz uma produção indie de primeira, com qualidade hollywoodiana de alto escalão. Com designer de produção bem elaborado e efeitos especiais bem ajustados, o longa brinca com as desconfortáveis conversas entre telemarketing e o cliente, construindo cenários em que a cada ligação, o atendente chega a ser transportado para o ambiente do ouvinte, simulando uma quase invasão de privacidade e, simultaneamente, a tentativa de construção de proximidade com o ouvinte.

Feito com baixo orçamento, o filme ainda surpreende ao trazer o racismo como tema principal, norteado por todas as demais temáticas já citadas. Alegando que atendentes negros têm chances menores de fechar acordos e vendas com os clientes, a comédia dramática ainda institui a “voz branca”, uma modalidade de aceitação adotada por alguns funcionários negros, na tentativa de conquistar o ouvinte do outro lado da linha. De maneira violenta e, antagonicamente sutil, Sorry To Bother You aborda o preconceito com maestria, zomba da política segregacionista que ainda vigora socialmente, tanto nos EUA, como ao redor do mundo, e dá um tapa na cara daqueles que tantas vezes julgam os maneirismos da cultura afro americana, mas garantem que “não são racistas e até têm amigos negros”.

Divertido e dinâmico, Sorry to Bother You não espanta por seu brilhantismo, afinal, vindo de Sundance, a gente sempre pode esperar os melhores e mais alucinantes filmes. Com uma perspectiva madura sobre o capitalismo e a maneira como a sociedade, vez outra, se transforma em marionete dos novos senhores feudais globais, a dramédia serve também como um despertar, faz duras críticas sociais, mas não perde o humor. Até porque, é melhor rir, do que chorar.

‘The Witcher’: Sangue e fogo no trailer final da série da Netflix com Henry Cavill; Assista!

A nova série original da Netflix, ‘The Witcher‘, protagonizada por Henry Cavill, ganhou seu intenso trailer final, com inúmeras cenas de guerra e luta.

Confira:

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 20 de dezembro.

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

UAU! ‘A Voz Suprema do Blues’: Viola Davis faz performance ESPETACULAR em cena divulgada; Assista!

A Voz Suprema do Blues, último filme da carreira do falecido astro Chadwick Boseman, teve um nova cena divulgada pela Netflix.

O material em questão traz a atriz e vencedora do Oscar, Viola Davis, dando um show de atuação no papel da cantora Ma Rainey, em um poderoso e dramático momento.

Assista:

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 100% de aprovação com nota 8.20/10 baseada em 45 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “guiada por performances incríveis, [o filme] faz tributo afeiçoado a uma lenda do blues – e à cultura negra”.

Confira as críticas:

“Esse é o cinema que nos atinge com força” – Daily Telegraph.

“É o brilhante Boseman que permanece com você até o final” – New York Post.

Viola Davis e Chadwick Boseman entregam performances poderosas” – Deadline.

“Desde os primeiros momentos entre as árvores até os últimos reflexos, somos capturados” – idobi.com.

“O que Boseman deixa nas telas será celebrado por um longo tempo” – Insider.

A produção estreia no dia 18 de dezembro.

Dirigido por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ (Ma Rainey’s Black Bottom) é baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.

Alec Baldwin cogita ABANDONAR a carreira após fatal incidente no set do filme ‘Rust’

O astro Alec Baldwin concedeu sua primeira entrevista oficial a respeito do terrível incidente que custou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins, no set de filmagens do western ‘Rust’.

Em uma entrevista exclusiva à emissora ABC, ele deu detalhes sobre o ocorrido e cogitou até mesmo abandonar sua carreira na atuação, em virtude das sequelas emocionais geradas pela inesperada perda de sua colega de elenco.

Na ocasião, Baldwin afirma que não consegue se imaginar estrelando um novo filme com armas novamente.

“Eu estou pouco me fu***** para a minha carreira”.

Ao ser questionar pelo jornalista George Stephanopoulos se sua carreira teria acabado, ele respondeu:

“Bem, pode ser que sim”.

Assista a alguns trechos da entrevista:

Baldwin  foi processado pela supervisora de roteiro Mamie Mitchell, que trabalhava no set do filme na hora do disparo e quase foi atingida pela bala que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu o diretor Joel Souza.

Segundo Gloria Allred, advogada de Mamie, o roteiro de ‘Rust‘ não pedia que a arma fosse disparada na cena em que o incidente aconteceu:

“Eles iriam gravar três cenas de close após o almoço. Uma câmera estaria focada nos olhos do acusado Baldwin, uma estaria focada em uma mancha de sangue no ombro de Baldwin, e uma terceira focaria no torso do ator. NÃO HAVIA DISPARO DE ARMA NO ROTEIRO. O ator não precisava e nem devia ter atirado. Sendo assim, ele deveria ter assumido que a arma em questão estava carregada”, afirmou a advogada.

Mitchell alega ter se ferido no acidade, e processa o ator e os produtores por “agressão e perturbação emocional”.

Sobre o caso

A armeira responsável por garantir a segurança das armas cenográficas, Hannah Gutierrez-Reed, falou pela primeira vez sobre o assunto.

Por meio de um comunicado oficial emitido para revista EW, por parte de seus advogados, ela afirmou não fazer ideia de onde as balas verdadeiras teriam vindo. No documento, ela sustenta sua inocência, afirmando que “inverdades têm sido ditas à imprensa”. Na ocasião, ela ainda se diz “devastada e completamente fora de si com os eventos que ocorreram”.

A declaração dos advogados de Gutierrez-Reed, Jason Bowles e Robert Gorence, ainda pondera:

“A segurança é a prioridade número 1 de Hannah no set. Em última análise, este conjunto nunca teria sido comprometido se a munição real não tivesse sido introduzida. Hannah não faz ideia de onde as balas reais vieram. Hannah foi contratada para dois cargos neste filme, o que tornou extremamente difícil se concentrar em seu trabalho como armeira. Ela lutou para que houvesse treinamento, dias para manter as armas e tempo adequado para se preparar para o uso delas, mas acabou sendo anulada pela produção e seu departamento. Todo o conjunto de produção tornou-se inseguro devido a vários fatores, incluindo a falta de reuniões de segurança. Isso não foi culpa de Hannah. Ela também gostaria de estender suas mais profundas e sinceras condolências à família e aos amigos de Halyna”, uma mulher inspiradora no cinema que Hannah admirava”.

Recentemente, o xerife do condado de Santa Fé, Adan Mendoza, e a promotora distrital de Santa Fé, Mary Carmack-Altwies, realizaram uma coletiva de imprensa para atualizar o público sobre ao andamento dos trabalhos.

Na ocasião, a dupla de profissionais foi questionada a respeito da possibilidade do astro e produtor Alec Baldwin enfrentar acusações criminais pelos disparos acidentais que acarretaram na tragédia. Em reposta, Carmack-Altwies afirmou que a opção não está descartada.

“Neste momento, todas as opções estão na mesa. Não comentarei sobre acusações, se elas serão apresentadas ou não, ou sobre quem. Não podemos responder a essa pergunta até que concluamos uma investigação mais completa. Ninguém foi descartado neste momento”. 

Durante a coletiva, Mendoza também ponderou sobre a seriedade do trabalho da polícia, assegurando às vítimas que a operação segue de forma categórica – para que as perguntas sejam respondidas:

“Nos últimos dias, nossa equipe de investigação tem trabalhado diligentemente para conduzir entrevistas, executar mandados de busca e coletar e processar evidências do local. Quero garantir às vítimas, suas famílias e ao público que estamos conduzindo uma investigação completa e objetiva”.

Quanto às possíveis acusações criminais, a dupla salientou a importância de finalizar o processo investigativo, para então proceder para essa etapa.

Segundo a promotora distrital:

“Devo enfatizar que uma investigação completa é fundamental para a conclusão da polícia. Pegamos os fatos e as evidências corroborados e os conectamos à lei do Novo México. Ainda não chegamos a esse ponto. Se os fatos, as evidências e a lei sustentarem acusações criminais, então eu iniciarei o processo neste momento”. 

Recentemente, uma nova declaração juramentada feita pelo departamento de polícia do Condado de Santa Fé foi emitida para o público.

O documento detalha o que teria acontecido minutos antes dos disparos da arma, que acarretou no fatal incidente que tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins.

De acordo com informações prestadas à polícia pelo diretor Joel Souza, conforme citado na declaração obtida pela EW, o ator Alec Baldwin estava ensaiando uma cena dentro do prédio da igreja, na Fazenda Bonanza Creek, quando o incidente ocorreu.

O ensaio envolveu Baldwin tentando uma manobra, “cruzando o saque de sua arma e apontando o revólver para a lente da câmera” antes da arma disparar, de acordo com os depoimentos.

Souza, que estava ao lado de Hutchins, ficou ferido, mas pouco depois teve alta do hospital. Já a artista não suportou os ferimentos e faleceu no Hospital da Universidade do Novo México.

Segundo o jornal New York Times, uma declaração juramentada emitida pelo escritório do xerife afirmou que um dos diretores assistente do filme garantiu ao astro Alec Baldwin que a arma entregue em suas mãos estava sem qualquer projétil verdadeiro.

Segundo o documento, ele pegou uma das três armas cenográficas preparadas pela equipe de armeiros, entregou em suas mãos e gritou “arma fria!”- termo usado em Hollywood que denota que o objeto não possui balas verdadeiras dentro de seu cartucho.

Ainda de acordo com a declaração, que foi emitida como parte de um pedido de mandado de busca, o diretor assistente “não sabia que havia balas verdadeiras na arma” quando fez isso.

Nenhuma acusação foi apresentada e a investigação está em andamento.

De acordo com uma reportagem do Los Angeles Times, o incidente ocorreu horas depois de meia dúzia de membros da equipe de filmagem sair do set para protestar contra as condições de trabalho.

Uma fonte disse ao Times que os membros da equipe que protestavam, que faziam parte da Alliance of Theatrical Stage Employees, foram substituídos por profissionais não sindicalizados.

O fatal acidente tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu gravemente o diretor Joel Souza. Após ser levada para hospital da Universidade do Novo México, a profissional não resistiu aos ferimentos, falecendo aos 42 anos.

Horas depois, o astro emitiu um comunicado por meio de sua conta oficial do Twitter, lamentando o ocorrido e se colocando à disposição da família de Hutchins.

Na ocasião, ele disse:

“Não há palavras que possam descrever meu choque e tristeza pelo trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins: esposa, mãe e uma colega profundamente admirada por nós. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia aconteceu.”

Em outra publicação, ele acrescenta:

“Estou em contato com seu marido, oferecendo todo o meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por ele, pelo filho deles e por todos que conheciam e amavam Halyna.”

Confira:

Alec Baldwin divulgou um comunicado oficial sobre a morte da cineasta Halyna Hutchins, em quem ele atirou acidentalmente no set de ‘Rust’.”

Quem era Halyna Hutchins?

Aos 42 anos de idade, Hutchins trabalhava como diretora de fotografia desde 2012, e de lá para cá acumulou créditos em curtas, produções na TV e em filmes de pequeno alcance.

Ao longo da carreira, esteve por trás das lentes de ‘Archenemy‘ (2020), ‘Blindfire‘ (2020) e ‘The Mad Hatter‘ (2021).

Seu trabalho mais famoso foi A Luv Tale: The Series, exibida pla BET+ entre 2018 e 2021, e ‘Rust seria sua porta de entrada em grandes produções.

Nascida na Ucrânica, Hutchins estudou cinema em Los Angeles e também era formada em jornalismo pela Universidade Nacional de Kiev.

Inclusive ela trabalhou como jornalista investigativa em diversos documentários ao redor da Europa antes de ingressar em produções fictícias.

Em sua última publicação nas redes sociais, a cineasta compartilhou um vídeo andando a cavalo nos bastidores de Rust‘.

Na legenda, ela escreveu:

“Uma das vantagens de filmar um faroeste é andar a cavalo no seu dia de folga.”

Vale lembrar que o roteirista e diretor Joel Souza também foi atingido por Baldwin, mas já recebeu alta do Centro Médico Regional Christus St. Vincent, localizado em Santa Fé, no Novo México.

A informação foi divulgada pela atriz Frances Fisher, que também compõe o elenco.

Em seu perfil do Twitter, ela compartilhou a notícia sobre o tiroteio e disse que o próprio Joel conversou com ela.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a liberação do diretor, mas é possível que ele dê algumas declarações sobre o ocorrido assim que estiver recuperado do choque.

Confira a publicação de Fisher:

“O diretor Joel Souza me disse que já recebeu alta do hospital.”

Através de um comunicado, as autoridades responsáveis pelo caso detalharam o corrido:

“O gabinete do xerife confirma que dois indivíduos foram baleados nas filmagens de Rust. Halyna Hutchins, 42, diretora de fotografia, e Joel Souza, 48, diretor, foram baleados quando uma arma foi disparada por Alec Baldwin, 63, produtor e ator. A Sra. Hutchins foi transportada, de helicóptero, para o Hospital da Universidade do Novo México onde ela foi declarada morta pela equipe médica. O Sr. Souza foi transportado de ambulância para o Centro Médico Regional Christus St. Vincent, onde está fazendo tratamento para seus ferimentos. Esta investigação permanece aberta e ativa. Nenhuma acusação foi registrada em relação a este incidente. As testemunhas continuam a ser entrevistadas por detetives.”

Na trama de ‘Rust‘, Baldwin vive o bandido titular Harland Rust, cujo neto de 13 anos foi condenado por um assassinato acidental. O filme segue a tentativa de ‘Rust‘ de tirar seu neto da prisão.

Os detetives continuam entrevistando testemunhas.

Scott MacArthur entra para o elenco de nova comédia universitária da HBO estrelada por Steve Carell

O ator Scott MacArthur foi confirmado no elenco da nova série de comédia da HBO estrelada por Steve Carell. A informação foi divulgada com exclusividade pela Variety. MacArthur terá um papel recorrente como convidado no projeto, que ainda está sem título oficial.

A série, descrita como uma comédia ambientada em um campus universitário, gira em torno da relação complicada entre um autor (interpretado por Carell) e sua filha (vivida por Charly Clive).

O elenco já conta com nomes como Danielle Deadwyler, Phil Dunster, John C. McGinley e Lauren Tsai. As gravações já estão em andamento.

MacArthur é conhecido atualmente por estrelar a série de comédia ‘A Dona da Bola‘, da Netflix, que foi renovada para uma segunda temporada. Ele também ficou conhecido por seu papel em ‘The Mick(Fox) e por participações em produções como ‘The Righteous Gemstones‘, ‘Killing It‘, ‘History of the World Part II‘ e ‘Physical‘.

Como roteirista, contribuiu para ‘The Mick‘ e ‘Righteous Gemstones‘.

No cinema, esteve presente em ‘Halloween Kills‘, ‘Que Horas eu Te Pego?‘ e ‘El Camino: A Breaking Bad Movie‘. Em breve, ele também poderá ser visto na série ‘Homem-Aranha Noir‘, da Amazon/MGM+, ao lado de Nicolas Cage.

Bastidores de peso
A série é criação de Bill Lawrence (Ted Lasso, Scrubs) e Matt Tarses (The Goldbergs, Scrubs), que também atuam como produtores executivos. Lawrence assina pela Doozer Productions, junto com Jeff Ingold e Liza Katzer. Carell também é produtor executivo.

Jonathan Krisel (Portlandia) dirige e produz, ao lado de nomes como Barbie Adler, Annie Mebane, David Stassen e Anthony King. A produção é da Warner Bros. Television, estúdio onde tanto a Doozer quanto Tarses mantêm acordos globais.

Ainda sem previsão de estreia, a comédia promete unir o humor ácido de Lawrence com o carisma de Carell — agora com o reforço de MacArthur para somar ao talento cômico do elenco.

‘Desencantada’: Roteiro da continuação de ‘Encantada’ está quase pronto, afirma diretor

O diretor Adam Shankman (‘Um Amor Para Recordar’) revelou, durante sua passagem pelo TCA, que o roteiro de Desencantada, continuação de Encantada (2007) está quase pronto e deve ser entregue já nas próximas semanas. Porém, segundo ele, as músicas ainda precisam ser escritas.

O projeto está em desenvolvimento desde 2010 e deve se passar 10 anos depois do primeiro filme, quando Giselle (vivida pela Amy Adams) começa a questionar seu “final feliz” e acaba desencadeando eventos que mudam a vida de todos ao seu redor.

As filmagens devem acontecer entre julho e agosto de 2018 e Amy Adams tem retorno garantido como a protagonista. Novas informações devem sair em breve.

Dirigido por Adam Shankman, o roteiro da continuação é assinado por J. David Stem e David N. Weiss.

Encantada‘ tem início do reino da fantasia (em desenho animado, em 2D), onde uma camponesa se apaixona por um príncipe, mas acaba sendo expulsa da cidade encantado por uma rainha cruel. A garota (Amy Adams) acaba no mundo real, em plena cidade de Nova York (em live-action), onde precisa se acostumar ao novo estilo de vida. Logo depois, o mesmo príncipe (vivido por James Marsden) chega à metrópole, à procura da amada, sendo seguido pela rainha (interpretada em carne e osso por Susan Sarandon).

Enquanto isso, a garota conhece um brilhante advogado (Patrick Dempsey), por quem também se apaixona.

Com ‘Encantada‘, a Disney voltou a apostar nas animações em 2D, formato que a consagrou.

Ainda não há previsão de estreia.

Josh Brolin compara Marvel e DC nos cinemas: “Sucesso total vs. Fracasso gigantesco”

A cada novo filme de super-herói que chega aos cinemas, volta o debate sobre as diferenças entre a Marvel Studios e a DC Comics. Dessa vez, foi o ator Josh Brolin (o Thanos de Vingadores: Guerra Infinita e o Cable de Deadpool 2) que trouxe essa discussão à tona.

Em uma recente entrevista ao Digital Spy, o ator polemizou ao dizer:

“Uma é um fracasso total, e a outra um sucesso gigantesco”

O ator já trabalhou para a DC em Jonah Hex há alguns anos.

Atualmente, a Marvel Studios já conta com o um lucro de mais de US$ 15 bilhões arrecadados mundialmente, já a DC, dona de sucessos como Mulher-Maravilha, ainda está distante desse lucro.

 

O que esperar de ‘Vingadores 4’?

Guerra Infinita bateu a marca de um bilhão em bilheteria num tempo recorde, superando até o estrondoso sucesso de Star Wars: O Despertar da Força (2015). O final do filme – SPOILERS, duh – foi surpreendente e de cortar o coração. Apesar dos diretores terem afirmado que não vão reverter os acontecimentos desse terceiro ato, os fãs duvidam bastante que a Marvel vá realmente bancar a morte de personagens tão importantes.

Em meio a todo esse buzz pós-Guerra Infinita, começaram a surgir as teorias para o já anunciado e esperado Vingadores 4. Separamos algumas para vocês terem ideia do que já está sendo falado por aí. Que comecem as especulações!

Guerrinha do Infinitinho

Grande parte das teorias estão envolvendo o Homem-Formiga de Paul Rudd. Seu próximo filme “solo”, Homem Formiga e a Vespa, vai abordar o Reino Quântico, uma realidade na qual Tempo e Espaço não interferem. Muita gente está apostando que o longa-metragem deve terminar com o protagonista preso nessa dimensão, saindo somente no início de Vingadores 4.

Scott Lang conseguiria deixar o RQ apenas no futuro, aonde encontraria os Vingadores restantes já envelhecidos e até mesmo uma nova equipe vingadora lutando para salvar o que sobrou do mundo. Na volta para o seu tempo normal, ele acabaria reescrevendo os eventos de todo o Universo Cinematográfico Marvel, tal qual a trilogia De Volta Para o Futuro.

O Reboot de Nebulosa

Na chamada “Trilogia do Infinito” (Desafio Infinito, Guerra Infinita e Cruzada Infinita), a neta de Thanos, Nebulosa, é transformada pelo próprio avô em um tipo de zumbi todo queimado. Mais tarde, a azulzinha consegue tomar a Manopla de Thanos, recuperando sua antiga aparência e desfazendo todas as atrocidades do Titã Louco. Seu objetivo é que tudo volte a ser como era antes. Não vamos entrar em mais detalhes porque a saga é boa demais e queremos que vocês a leiam.

No UCM, a Nebulosa (Karen Gillan) foi uma das sobreviventes ao estalar de dedos do gigante roxo no final do filme. Vale lembrar que o próprio Thanos (Josh Brolin) chega a dizer que a carequinha azul chegou muito perto de conseguir matá-lo. Estando viva e com motivação suficiente para ter sua querida irmã de volta, será que Nebulosa repetirá o feito dos quadrinhos e rebootar o universo Marvel?

Hulk Vs Banner

Talvez uma das maiores decepções de Guerra Infinita tenha sido a participação do Hulk. Depois de apanhar de Thanos no espaço, o Gigante Esmeralda passou a ter medo e se recusou a sair, deixando Bruce Banner (Mark Ruffalo) desesperado.

Não é comum ter o Hulk travado. E como o próprio Bruce disse: “Hulk, nós precisamos conversar”, é bem capaz de vermos um diálogo entre os dois ao melhor estilo das HQs, dentro da cabeça de Banner até eles se resolverem.
Outra possibilidade é de ter o Hulk velho, caso alguém realmente viaje para o futuro. Por que não?

Capitã Marvel

A cena pós-créditos de Guerra Infinita traz um ar messiânico à Capitã Marvel (Brie Larson). Ela parece ser a última linha de defesa da Terra e do Universo. Mas já pensou se a pós-créditos de seu filme solo mostrar Carol Danvers recebendo a mensagem de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e desaparecendo também?

Como lidar com a ameaça de Thanos se a maior esperança também se foi? Apesar de querer vê-la descendo o sopapo no Titã, seria muito interessante ver essa relação de medo do público, e acredito que só aumentaria a expectativa.

 Joia da Alma

Joe e Anthony Russo já confirmaram: A Joia da Alma possui uma realidade própria. Podemos ver isso na cena em que Thanos conversa com a pequena Gamora em um lugar de céu alaranjado, tal qual a cor da Gema.

Nos quadrinhos, quem fica preso dentro da Joia é Adam Warlock. Nos cinemas, quem parece ter tomado esse papel é Gamora (Zoe Saldana). Se ela está lá, é capaz das outras almas ceifadas também estarem. Em algum momento de Vingadores 4, alguém pode achar um meio de sair dessa realidade e arrumar um jeito de tirar os outros. Esse alguém poderia ser a Gamora, a Capitã Marvel (caso a teoria da pós-créditos se concretize) ou até mesmo o próprio Adam Warlock, que já foi brevemente introduzido em Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017).

Qual sua teoria para Vingadores 4? Diga nos comentários!

Os Vingadores: Guerra Infinita está em exibição nos cinemas de todo o Brasil

Crítica | Carcereiros 2 – Mais Focada na Vida Paralela ao Cárcere

Ano: 2019

Temporada: 02

Episódios: 14

Minutagem: 33 (média por episódio)

 

Considerando que a série se chama ‘Carcereiros’, uma das coisas que ficou em falta na primeira temporada foi um maior aprofundamento justamente na vida desses carcereiros. Quer dizer, ainda que a ficção fosse intercalada por relatos de funcionários da vida real (algo que permaneceu nessa 2ª temporada), ficou faltando mostrar mais a vida pessoal desses personagens que dão título à série. E é justamente nisso em que foca o segundo ano dessa história.

Devido ao seu comportamento comprometido nos últimos capítulos da temporada anterior, Adriano (Rodrigo Lombardi) agora vai trabalhar em um novo presídio, e tem que se ambientar. Já não é mais o chefe responsável, e isso abala um pouco a sua forma de agir. Por outro lado, ao longo dos quatorze episódios o espectador vai conhecendo mais dos dramas que vão envolvendo sua família: a namorada Érica (Letícia Sabatella, ótima em todas as cenas mais dramáticas), que está encarcerada em um presídio feminino; o pai Valdir (Othon Bastos) e a madrasta Solange (Samantha Schmütz, comprovando seu valor para além da comédia), que se envolvem em negócios escusos; sua filha Lívia (Giovanna Rispoli), que tem um namorado viciado em crack e vai treinar jiu-jitsu com um ex-presidiário; e sua ex-esposa Janaina (Mariana Nunes, novamente se destacando), por quem o amor é maior do que todas as barreiras que aparecem na vida.

Com um longo tempo de exibição, a sensação que dá é que a história dessa vez focou demais na vida particular do personagem principal e as histórias paralelas dos presidiários ficaram de lado – que eram justamente o atrativo da série. E, considerando que há outros personagens na mesma função de agente penitenciário, interpretados por grandes atores – Tony Tornado, Ernani Moraes, Milton Gonçalves, para citar alguns – por que não jogar um pouco de luz neles também? Eles participam da trama, mas a bem da verdade é que o espectador pouco sabe sobre eles, com exceção das participações especiais de Monica Iozzi, no 3º episódio, interpretando uma agente cuja função é filtrar as correspondências enviadas para e do presídio; e Julia Lemmertz, que no capítulo 11 interpreta uma psicóloga que atende tanto aos presidiários quanto a Adriano.

O diferencial nesta temporada foi mostrar o funcionamento de um presídio feminino, onde Érika está presa, mas apenas em alguns episódios. Através da ficção, ficamos sabendo da tristeza que é para essas milhares de mulheres que em sua maioria são abandonadas pelos seus companheiros já no início do cumprimento da pena – em dias de visita, os homens que aparecem em geral são seus pais ou filhos. Esse é o tipo de coisa que não ocorre no presídio masculino, por exemplo. Destaque para a participação especial de Isabél Zuaa, como chefona do crime dentro do presídio feminino.

Para quem está chegando agora, assistir aos episódios sem ter visto os anteriores pode gerar dúvida com relação à história de Adriano, porém dá pra ir seguindo pelo viés dos presidiários, que é o centro de cada capítulo. As sugestões são o 3º, em que José Loreto faz um interno que aguarda as cartas da namorada (e aqui aprendemos que quando está escrito “vá com Deus, carteiro” na carta é porque ela foi escrita no presídio); o 4º, com o sumiço de um delegado e como o sistema corrupto arma para jogar a culpa em quem não consegue se defender; o 6º, que leva para ficção a história real da máfia das quentinhas nos presídios; o 10º, com participação de Thiago Martins como um gêmeo do mau; e os dois últimos, que revelam a realidade tensa de uma greve no ambiente carcerário.

De uma forma geral, ‘Carcereiros’ continua uma superprodução interessante, bem construída e que mantém o interesse do espectador, porém, a síndrome de herói do personagem principal, em sempre tentar solucionar todas as questões e levar o problema de todo mundo para casa – literalmente – às vezes cansa.

‘Bond 25’: Ator de Q não acredita que seu personagem aparecerá na sequência

O início da pré-produção de ‘Bond 25‘ segue firme, mas parece que já teremos uma baixa importante no próximo filme do espião mais famoso do mundo.

Segundo Ben Whishaw, atual intérprete de Q, é improvável que seu personagem faça uma aparição no filme. Em entrevista à Vanity Fair, disse:

“Eu não tenho certeza se estarei nele. Eu estou presumindo que não estarei, então será uma surpresa se me colocarem. Eu acho que Cary Fukunaga é o diretor certo e Daniel Craig vai dar um jeito nisso. Eu fiz dois, tive uma boa jornada.”

Q é um dos personagens mais importantes da franquia, tendo aparecido na grande maioria dos filmes para apresentar os acessórios imaginativos que Bond utiliza em suas missões.

Recentemente, o Daily Mail confirmou o retorno de atores veteranos que retornam para a nova iteração. Vindos de ‘007 Contra Spectre‘, teremos a volta de Lea Seydoux, Ralph Fiennes Naomie Harris.

A sequência ‘Bond 25‘ passou por algumas alterações e a chegada do cineasta Cary Joji Fukunaga pode trazer novas mudanças, só que no teor da produção.

Em  uma entrevista recente, o diretor de ‘Beasts of No Nation‘ afirmou que quer trazer o seu toque especial à franquia, brincando com as expectativas da audiência, à medida que também subverte o gênero de filmes de espionagem, indo além do mais do mesmo.

Disse:

“Gêneros sempre vêm com seus maneirismos e expectativas e nessa era pós-moderna, você pode tanto entregar exatamente aquilo que é espero do gênero em questão, como também pode optar por tentar mudá-lo de maneira inteligente, de forma que  subverta o gênero, mas permaneça fiel a ele. […] E quando você está partindo de um determinado estilo, você pode brincar com as expectativas da audiência, à medida que também a surpreende. E a natureza da criatividade é que as limitações são, em geral, coisas boas, pois quando você está encarando a extraordinária imensidão do potencial criativo, definir rotas a serem tomadas para uma história ou estilo te ajudam a determinar o quão longe você quer ir”.

Fukunaga ainda refletiu sobre o valor singular de cada um dos filmes da franquia, afirmando que o melhor da saga são as percepções distintas que cada uma traz:

“Eu não acho que poderia escolher apenas um, porque cada qual trouxe seus próprios atributos e é legal essa diferença entre os filmes. É legal poder mudar o personagem a cada novo ciclo”.

A Annapurna ficará a cargo dos direitos de distribuição do filme nos EUA, ao lado da MGM. Já a Universal Pictures fica como a detentora dos diretos internacionais. O filme estreia em 14 de fevereiro de 2020.

‘Barrados no Baile’: Vanessa Lachey entra para o elenco do reboot

Segundo o site DeadlineVanessa Lachey foi elencada no reboot da série Barrados no Baile, intitulado BH90210.

A atriz viverá Camille, publicitária e esposa de Jason Priestley, a qual tenta equilibrar tanto sua carreira quanto sua esperança de começar uma família.

Assista ao primeiro teaser:

Shannen Doherty, que deu vida à protagonista Brenda Walsh, retorna.

Ela se junta a outros membros do show original Jason PriestleyJennie GarthIan ZieringGabrielle CarterisBrian Austin GreenTori Spelling. A emissora encomendou seis episódios do revival.

A estreia acontece dia 7 de agosto de 2019, na Fox norte-americana.

Porém, o aguardado evento terá algumas mudanças: os atores não irão interpretar seus personagens do show original, e sim versões mais maduras de si mesmos.  

Barrados no Baile deixou um impacto indelével na cultura pop e em uma geração inteira”, disse Michael Thorn, presidente de entretenimento na Fox. “Seu poderoso legado é muito importância dentro da emissora, e estamos honrados por poder trazer o amado elenco original de volta”.

Chris AlberghiniMike Chessler irão escrever e produzir a nova série. Ambos já trabalharam em um dos remakes do show, transmitido entre 2008 e 2013.

A obra original durou dez anos, desde 1990 até os anos 2000, além de ter dado origem a diversos spin-offs – incluindo a famosa Melrose Place.

‘Aves de Rapina’ ganha belíssimas imagens promocionais; Confira!

Total Film divulgou hoje quatro novas imagens promocionais do filme Aves de Rapina.

Confira:

Confira a descrição dos minutos iniciais do longa:

O filme começa com a Arlequina narrando o seu término de namoro com o Coringa. Vemos ela sendo jogada pra fora do clube dele por um segurança. Ela entra em crise, corta o cabelo e fica em casa, sofrendo com o término do namoro.

Vemos ela dando a volta por cima, ela arruma um emprego, mas quando vê suas colegas falando que ela é dependente de um homem, ela decide se emancipar e procurar um novo amor: Uma hiena chamada Bruce, em homenagem ao Bruce Wayne.

Após adotar o animal, ela decide roubar um caminhão químico e destruir a ACE Chemicals, o local one ela e o Coringa selaram o seu amor.
Vemos uma grande cena de ação, em que ela joga um caminhão na fábrica de produtos químicos e temos uma grande explosão que deixa o céu colorido, assim como visto no primeiro filme.

Então ela diz que agora Gotham é dela. E que na cidade haviam outras mulheres em busca de uma emancipação. Assim, somos apresentados às demais Aves de Rapina e em seguida sobe a logo do filme.

“Eu não estava pronta para dizer adeus para Arlequina depois de Esquadrão Suicida”, diz Margot Robbie

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Cathy Yan fica a comando do projeto, enquanto Christina Hodson assina o roteiro.

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘The Batman’: Robert Pattinson diz que suspensão das filmagens não foi tão ruim assim

Em entrevista ao CinemaBlend, o astro Robert Pattinson comentou um pouco sobre a suspensão das filmagens do vindouro The Batman (em virtude da pandemia do COVID-19), dizendo que a decisão de adiar a produção não foi tão ruim quanto pareceu.

“É um filme difícil”, ele disse. “Digo, obviamente é Batman, então é legal. Eu basicamente saí do filme de Christopher Nolan para este. E sim, eu estava me sentindo um pouco zonzo. Então ter um tempo de folga não foi a pior coisa do mundo”.

Em entrevista ao The PlaylistPaul Dano, que foi recentemente elencado como o vilão Charada, elogiou o roteiro do diretor Matt Reeves para o filme, dizendo que ele é “realmente poderoso”.

“Eu estava gravando. Voltei para casa para visitar meu bebê e não volte de volta [ao set, por causa do coronavírus], o que é uma coisa muito estranha. Mas me sinto bem sobre isso. Acho que Matt Reeves é incrível. Fiquei surpreendido pelo roteiro, que eu acho que é, potencialmente e realmente poderoso. Se tudo der certo, vamos voltar em breve”.

Recentemente, o criador de modelos conceituais Jeff Frost divulgou parte do trabalho que ele fez no Batmóvel do filme, que nos dão uma visão fantástica e detalhada do que Robert Pattinson estará dirigindo pelas ruas de Gotham.

Confira:

Segundo o The Guardian, o British Film Institute liberou através do Ministério da Saúde que as filmagens das produções cinematográficas podem ser retomadas no Reino Unido, aonde aconteciam as filmagens de ‘The Batman‘ e ‘Animais Fantásticos 3‘.

O órgão regulamentador pede que sejam respeitadas as medidas sanitárias impostas pela OMS, como testes de temperatura.

A Warner ainda não revelou quando as filmagens serão retomadas.

Em recente entrevista ao GQ, Robert Pattinson, que irá interpretar o icônico Bruce Wayne, revelou que está empolgado em dar vida a uma nova versão do personagem e não encara a pressão das expectativas como algo negativo.

“Às vezes, eu acredito que os pontos negativos – que eu definitivamente já considerei – são, na verdade, pontos positivos. Eu gosto do fato de não só haver versões muito bem feitas do personagem – que parecem definitivas –, mas também que há diferentes versões desse personagem. Eu estava assistindo os bastidores de ‘Batman e Robin’ outro dia. E até mesmo o George Clooney estava dizendo que ele estava preocupado com o fato de que o personagem já havia sido interpretado por outra pessoa antes, que muitas das coisas que deveriam ser feitas com o personagem já haviam sido feitas. E isso foi em 1997.”

Ele continua, “Então, ainda há as versões do Christian Bale e do Ben Affleck. E eu estava pensando que é divertido ver que ainda mais coisas foram introduzidas. Tipo, o que falta? Vocês já viram uma versão mais leve, uma versão sombria e até mesmo uma mais realista. Fico pensando em uma abordagem original. Há algo dentro de mim que irá conseguir fazer isso? Será parte de um legado, não é mesmo? Eu gosto disso. Quase dá para sentir a antecipação, então isso meio que me energiza. É diferente de fazer algo que ninguém nunca viu antes.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de Outubro de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Grand Army’: Drama adolescente da Netflix ganha cartaz OFICIAL; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Grand Army‘, vindoura série de drama com temática adolescente aos moldes de ‘13 Reasons Why‘.

Confira, junto ao trailer completo:

A produção será lançada na plataforma no dia 16 de outubro.

Baseada na peça teatral ‘Slut‘, de Katie Cappiello, a trama acompanha a adolescente Joey Del Marco, que é violentada sexualmente por três garotos e começa a lutar por justiça. Além disso, a trama também aborda a história de outros cinco adolescentes enquanto eles tentam incentivar a busca por direitos sexuais, raciais e econômicas.

O elenco conta com Odessa A’zion, Maliq Johnson, Amalia Yoo, Amir Bageria, e Odley Jean.

GRAND ARMY (L to R) AMALIA YOO as LEILA ZIMMER in episode 101 of GRAND ARMY. Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) MARCELA AVELINA as FLORA MEJIA and AMIR BAGERIA as SID PAKAM in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) JADEN JORDAN as OWEN WILLIAMS and MALIQ JOHNSON as JAYSON JACKSON in episode 101 of GRAND ARMY. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) SYDNEY MEYER as ANNA DELANEY and ODESSA ADLON as JOEY DEL MARCO in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. MARNI GROSSMAN/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) NAIYA ORTIZ as SONIA CRUZ and ODLEY JEAN as DOMINIQUE PIERRE in episode 103 of GRAND ARMY . Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) AMIR BAGERIA as SID PAKAM in episode 106 of GRAND ARMY. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) ODLEY JEAN as DOMINIQUE PIERRE in episode 101 of GRAND ARMY . Cr. JASPER SAVAGE/NETFLIX © 2020
GRAND ARMY (L to R) ODESSA ADLON as JOEY DEL MARCO in episode 103 of GRAND ARMY. Cr. MARNI GROSSMAN/NETFLIX © 2020

‘Raya e o Último Dragão’ ganha novo teaser com cenas INÉDITAS; Confira!

Walt Disney divulgou recentemente um novo teaser nacional com cenas inéditas da vindoura animação Raya e o Último Dragão, que estreia em breve nos cinemas e na plataforma do Disney+.

Confira:

Por R$ 69,90 e pelo tempo limitado entre 5 a 19 de março, os assinantes do Disney+ poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos, ao mesmo tempo em que o filme entra em cartaz nos cinemas.

Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa.

Para os assinantes que não optarem pelo Premier Access, Raya e o Último Dragão estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Dirigido por Hall e por Carlos López Estrada, o longa é a 59º animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Kelly Marie Tran estrela a produção, dando voz à Raya. O elenco ainda conta com Awkwafina como Sisu, Gemma Chan como Namaari, Daniel Dae Kim como Benja, Sandra Oh como Virana e Benedict Wong como Tong.

Emily Blunt e Dwayne Johnson partem em uma aventura fantástica no novo clipe oficial de ‘Jungle Cruise’; Confira!

A aventura familiar Jungle Cruise, estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt, chega em breve à plataforma de streaming do Disney+ e, agora, foi revelado um clipe com cenas INÉDITAS da produção.

Confira:

Lembrando que filme estreia em 30 de julho.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

Os 21 Melhores Álbuns de 2021

2021 está chegando ao fim – o que significa que está na hora de fazermos as tão aguardadas retrospectivas.

Para começar, montamos uma breve lista com os 21 melhores álbuns do ano – e garantimos que não foi uma tarefa nem um pouco fácil. Entre incríveis obras brasileiras que nos tiraram o fôlego e produções internacionais que mereciam maior reconhecimento, nossas escolhas variam desde o suprassumo do MPB até o pop-noir e a eletrônica.

Confira abaixo nossa lista e conte para nós qual foi seu álbum favorito de 2021:

21. DOCE 22, Luísa Sonza

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

20. STAR-CROSSED, Kacey Musgraves

Depois de ter conquistado o tão cobiçado prêmio de Álbum do Ano pelo irretocável ‘Golden Hour’Kacey Musgraves retornou para o mundo da música sedenta por encantar os fãs com seus vocais angelicais e por narrativas relacionáveis e muito bem construídas. E foi então que nasceu Star-Crossed, sua quinta obra musical. Ainda mais pessoal que os discos anteriores, Musgraves misturou elementos como folkrockdance e música psicodélica para tratar de um tema muito delicado, o divórcio, criando um enredo inspirado na clássica tragédia shakespeariana ‘Romeu e Julieta’. Apresentando um novo lado de sua personalidade apaixonante, a cantora e compositora cumpriu com o prometido e conquistou seu lugar não apenas na nossa lista, mas em várias outras.

19. SOUR, Olivia Rodrigo

“Quando pensamos no ineditismo artístico, não falamos exatamente de histórias revolucionárias ou qualquer coisa do tipo – muito pelo contrário: sabemos que os enredos serão bastante similares e que o modo de contá-los é o que deve prevalecer. Aliando-se à Geffen Records, Olivia decide gerar uma íntima jornada adolescente, apelando para um simples e profundo diálogo com as angústias pelas quais jovens passam e que são, normalmente, descreditadas por adultos. Logo, é óbvio que iremos encontrar diversas reflexões amorosas sobre traição, namoros, decepções e um senso de sempre querer seguir em frente e almejar pela felicidade. O interessante é de que forma Rodrigo arquiteta cada uma das onze breves faixas, emulando diversas influências que variam desde o pop-punk de Avril Lavigne à rebeldia do rock de Joan Jett – as quais já marcam presença na track de abertura.” – T.N.

18. BACK OF MY MIND, H.E.R.

É muito estranho pensar que H.E.R., depois de conquistar o mundo com suas músicas incríveis, nunca tenha lançado um álbum completo. Isso é, até agora: depois de nos encantar com sua belíssima voz e com necessários versos que conversam com os temas explorados na atualidade. Guiado por canções como “Slide”“Damage”“Come Through” e vários outros, Back of My Mind reflete o lado de uma artista que ainda tem muito a dizer. Como se não bastasse, o lirismo pungente da cantora e compositora é acompanhado por uma produção on point que conta com Tiara Thomas e Carl McCormick.

17. COR, ANAVITÓRIA

“Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – T.N.

16. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB, Lana Del Rey

“Da mesma forma que arquiteta algo novo, por assim dizer, ela faz questão de mencionar a si própria em faixas como “Tulsa Jesus Freak”, movida pela paixão e pela devoção (talvez não de outro alguém para si própria, mas no movimento contrário, principalmente quando reverencia Marina’s Apartment Complex”); na cândida “Wild at Heart”, ela se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale; em “Dark But Just a Game”, Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves“Breaking Up Slowly”, mas é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção, une duas powerhouses com a química harmônica de Lana e de Nikki Lane para a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).” – T.N.

15. A TOUCH OF THE BEAT, Aly & AJ

“Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.” – T.N.

14. LOVE FOR SALE, Lady Gaga & Tony Bennett

“Sete anos mais tarde, os icônicos performers resolveram se juntar mais uma vez com um segundo álbum colaborativo, intitulado Love for Sale. Após as belíssimas homenagens feitas a nomes como George GershwinCole PorterJerome Kern e Irving Berlin, Gaga e Bennett resolveram continuar o projeto de apresentar a universalidade do jazz ao público mais jovem com um tributo especial a Porter, separando doze faixas (na versão deluxe, vale lembrar) pinceladas com uma química apaixonantes e com um sabor agridoce que acompanha a despedida de Tony do cenário fonográfico após ser diagnosticado em 2016 com Alzheimer. Por essa razão e por tudo o que o cantor e compositor representa para a história, não podemos deixar de nos emocionar track a track, ainda que a construção e a progressão sejam divertidas e dançantes.” – T.N.

13. HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

“O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R..” – T.N.

12. JUBILEE, Japanese Breakfast

“Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singer Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra – motivo pelo qual ocupa o quarto lugar da nossa lista.” – T.N.

11. ANCIENT DREAMS IN A MODERN LAND, MARINA

“De fato, quando pensamos que a performer sempre fez o que bem entendeu com a carreira, o compilado de originais se transforma em uma declamação antêmica de liberdade, em que ela se sente na obrigação de apoiar os marginalizados (“me queimou na fogueira, achou que eu era uma bruxa” talvez seja uma das constatações mais bem-vindas da iteração). Mas, quando o frenesi cansativo dessa austeridade é posto de lado, somos arrastados para pequenas joias musicais que tomam forma na balada “Highly Emotional People”, talvez uma ode à melancolia da amiga Lana Del Rey, talvez apenas um jeito elegante de dizer o que precisa.” – T.N.

10. HAPPIER THAN EVER, Billie Eilish

“Se há algo que fica claro com a chegada da nova obra é a homenagem que a performer faz a cada um dos artistas que a influenciaram desde as primeiras incursões artísticas com EPs que merecem mais reconhecimento do que tem. Inclinando-se inclusive para referências brasileiras, é notável como Billie não tem remorsos em fazer o que bem entender: em “Therefore I Am”, outro dos singles promocionais lançados em 2020, ela retoma o pop noir de “bad guy”, que a colocou no topo das paradas mundiais e lhe rendeu duas estatuetas do Grammy (Música do Ano e Canção do Ano), em uma narrativa que beira o metafísico sem perder a veia ácida (“não sou sua amiga ou qualquer coisa, droga; você acha que é o cara”). O mesmo teor trip-hop se estende para a deliciosa percussão de “Lost Cause”, outro dos vários ápices, que flerta com uma complexa sensualidade.” – T.N.

9. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, Te Amo Lá Fora merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

8. BLUE WEEKEND, Wolf Alice

“Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção Blue Weekend. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth” e “No Hard Feelings”.” – T.N.

7. 30, Adele

“Já tendo passado dos trinta anos, a única direção em que a performer poderia seguir era o do amadurecimento – da mesma maneira que vimos acontecer com nomes como Lady GagaGwen Stefani e Taylor Swift. É claro que 30, desde seu inesperado lançamento, já fomentava inúmeras expectativas e um dos comebacks mais aguardados da década, algo que Adele definitivamente cumpriu com enorme êxito. Seu quarto álbum de estúdio, estendendo-se por doze faixas de puro êxtase criativo, é uma carta de amor para si mesma e a representação do profundo processo de cura em que se lançou após o divórcio (uma drástica mudança para qualquer um que enfrente algo similar). Novamente se apoiando no soul, no pop e no jazz, a cantora explorou territórios ainda inóspitos dentro de sua carreira, mas sem deixar sua identidade de lado – o que significa vocais esplêndidos, versos de tirar o fôlego e uma produção aplaudível do começo ao fim.” – T.N.

6. MONTERO, Lil Nas X

Depois de ter parado o mundo com a colaboração “Old Town Road”, que quebrou inúmeros recordes de vendas e passou 18 semanas no topo da Hot 100 da Billboard, o rapper Lil Nas X se lançou de cabeça em seu debut oficial na indústria fonográfica e entregou o impecável MONTERO. Indescupavelmente abraçando tudo o que representa para as minorias sociais, o musicista se aliou a nomes como Doja CatElton John Megan Thee Stallion para uma jornada de tirar o fôlego, assinada pelo pop rap e por um sarcasmo ácido aplaudível.

5. DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

“Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.” – T.N.

4. CALL ME IF YOU GET LOST, Tyler the Creator

Tyler the Creator é um dos artistas mais originais e aclamados da contemporaneidade – e seu retorno à música com CALL ME IF YOU GET LOST veio seguido de perto por uma expectativa gigantesca. Mas Tyler não nos decepcionou e entregou o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua exuberante discografia. O álbum, movido ao classicismo inigualável do hip hop, traz colaborações com Ty Dolla $ignLil WaynePharrell Williams, trazendo referências inesperadas da poética de Charles Baudelaire e fundindo gêneros como popjazzsoulreggae.

3. IF I CAN’T HAVE LOVE, I WANT POWER, Halsey

“Apesar do pouco material promocional divulgado – e isso não inclui qualquer single divulgado -, a artista chamou nossa atenção com a exibição da belíssima capa do CD, em que posava ao lado do filho recém-nascido em um cenário ressoante a ‘Game of Thrones’ e às pinturas renascentistas. Pouco depois, confirmou a produção de um filme que estrearia nos cinemas em IMAX, com a prévia de uma faixa que, até então, não havia visto a luz do dia. E nesta última sexta-feira, os fãs foram agraciados com o début do álbum, que conta com 13 faixas originais e que adota um tom assumidamente político e crítico em seu cerne, tratando de temas como feminismo, misoginia, disparidade de gênero e as mazelas do patriarcado tradicionalismo. Aliadas a um amadurecimento ideológico, as faixas são envolventes pela estrutura dissonante e pela ousadia fonográfica que se afasta dos preceitos mercadológicos e nos infunde com reflexões sobre a própria sociedade.” – T.N.

2. ÍNDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – T.N.

1. DADDY’S HOME, St. Vincent

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. “Down And Out Downtown” é uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”. Em “Laughing Man”, ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes (que é inclusive reconhecido em um dos versos). “Somebody Like Me”, como a própria performer já explicou, é um cândido e íntimo retrato sobre a mútua ilusão do amor, perpassando pelos vários estágios de um relacionamento e pela construção de uma compreensão recíproca e profunda.” – T.N.