Site Página 5078

‘Mulan’ terá cena CORTADA para poder ser lançado nos cinemas da China; Confira!

O remake em live-action de Mulanserá mesmo lançado nos cinemas chineses, mas sofreu uma censura dos órgãos reguladores do país.

Em virtude da cultura local do público, uma alteração teve que ser feita.

Segundo o TRH, uma cena de beijo entre Mulan e Chen Honghui (Yoson An) teve que ser retirada do filme. Os executivos locais desaprovaram a tomada em questão, após sua exibição para uma pequena audiência teste na China.

De acordo com a publicação, o momento romântico não pegaria bem com o público chinês, conforme salientado também pela própria diretora Niki Caro:

“Era uma cena muito linda, mas o escritório da Disney na China desaprovou, afirmando que ‘não poderíamos exibir isso, pois não pegaria bem com o povo chinês. Então, decidimos retirar o momento do filme”.

Vale lembrar que a China já reabriu seus cinemas há cerca de 15 dias, em regiões com baixo risco de contágio por coronavírus. Mais de 50% dos estabelecimentos estão em funcionamento com 30% da capacidade para atender as exigências sanitárias.

No Brasil, a Disney ainda não se decidiu quanto ao destino do live-action. Se os cinemas nacionais abrirem antes do lançamento do Disney+, que tem estreia prevista por aqui apenas em Novembro, o estúdio provavelmente decidirá lançar a produção nas telonas.

Confira o novo cartaz chinês:

O anúncio de que Mulan será lançado na plataforma de streaming Disney+ pelo valor de US$30 surpreendeu a todos e a decisão continua gerando controvérsia com boa parte dos usuários, que aprovaram a estratégia, mas não o altíssimo preço.

Os portais Variety e ComicBook.com fizeram uma enquete por meio do Twitter, a fim de ponderar qual o nível de interesse dos usuários do streaming em pagar o valor para adquirir o filme, mesmo já sendo um assinante da plataforma.

E em ambas as pesquisas o nível de rejeição foi altíssimo. Ao serem questionados pelo ComickBook se alugariam Mulan por US$30, 84,6% dos internautas votaram em “não”, com apenas 15,4 votando “sim”.

A pesquisa da Variety obteve resultados bem semelhantes, com 85,3% dos votantes se posicionando contra e 14,7% a favor.

‘Lucifer’: Showrunner revela porque o trailer revelou grande SPOILER da 5ª temporada

Em entrevista ao TVLine, co-showrunner Joe Henderson revelou o motivo do trailer da 5ª temporada ter revelado um grande spoiler da 5ª temporada de ‘Lucifer‘, afirmando que a presença do irmão do personagem é apenas uma parte das muitas surpresas do novo ciclo.

“Nós discutimos muito sobre [o que mostrar no trailer], mas há um motivo por termos dado aquele spoiler. É porque muita coisa vai acontecer nessa temporada.”

Ele completa, “Por causa da forma que os espectadores assistem no streaming, é difícil ter uma experiência compartilhada, porque alguém está no episódio 5, outra pessoa está no 8. Nós queríamos dar a chance dos fãs reagirem ao spoiler. Pareceu algo legal eles compartilharem isso juntos.”

Lembrando que a 5ª temporada estreia na plataforma de streaming em 21 de agosto.

 

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

Pegadinha dá terrivelmente errado no trailer do terror ‘Let’s Scare Julie’; Assista!

O terror ‘Let’s Scare Julie‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Escrito e dirigido por Jud Cremata, o longa foi filmado em um take contínuo, sem interrupções.

A trama segue um grupo de garotas que decide fazer uma pegadinha para assustar um vizinho recluso, mas a brincadeira se torna um pesadelo quando algumas delas não retornam.

O elenco conta com Isabel May, Odessa Adlon, Brooke Sorenson, Jessica Sarah Flaum, Blake Robbins, Valorie Hubbard, Troy Leigh-Anne Johnson e Bill Timoney.

O terror será lançado em VOD no dia 2 de outubro.

Família enfrenta nova crise no trailer da comédia ‘Que Mal eu Fiz a Deus? 2’; Assista!

A comédia ‘Que Mal eu Fiz a Deus? 2‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

A sequência é dirigida por Philippe de Chauveron.

Claude e Marie Verneuil enfrentam uma nova crise. Os quatro cônjuges de suas filhas, David, Rachid, Chao e Charles decidiram deixar a França por várias razões. Agora eles estão imaginando suas vidas em outro lugar.

Christian ClavierChantal LaubyAry Abittan estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘Caçadoras de Recompensas’: Nova série de comédia já está disponível na Netflix!

A série de comédia ‘Caçadoras de Recompensas‘ (Teenage Bounty Hunters) já estreou na Netflix! Todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.

A trama segue duas adolescentes que decidem caçar bandidos em troca de dinheiro.

Confira o trailer:

A série foi criada por Kathleen Jordan.

Depois de unirem forças com um veterano caçador de recompensas, as irmãs gêmeas de 16 anos, Sterling e Blair, mergulham no mundo da fiança caçando bandidos enquanto ainda lidam com os altos riscos da vida adolescente.

Maddie Phillips e Anjelica Bette Fellini estrelam a produção.

Séries originais da DC Universe terão novo lar na HBO Max

Em entrevista ao THR, Jim Lee, chefe de conteúdo da DC, indicou que as séries originais da DC Universe devem ganhar um novo lar no serviço de streaming da HBO Max.

“O conteúdo original que está no streaming da DC Uinverse irá migrar para a HBO Max. Essa é a melhor plataforma para esse conteúdo. A quantidade de conteúdo que você pode ter, não apenas séries da DC, mas em geral da Warner, é enorme.”

Por enquanto, nem a DC Universe, nem a HBO Max, comentaram sobre a declaração.

A notícia faz sentido, considerando as últimas decisões em relação às produções originais da DC Universe. ‘Stargirl‘ iniciou uma parceria com a CW, cujos episódios eram lançados na emissora um dia após chegar ao streaming.

Além disso, a CW irá assumir completamente a exibição da 2ª temporada.

A 2ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol) segue um acordo parecido, sendo exibida simultaneamente nos streaming da DC Universe e da HBO Max.

Vale lembrar que ‘Titãs‘ e ‘Young Justice‘ já foram renovadas para a 3ª e 4ª temporada, respectivamente, enquanto o destino de ‘Harley Quinn‘ e ‘Patrulha do Destino‘ permanece incerto.

‘Um Lugar Silencioso 2’ terá painel HOJE no Geek Nation com Renato Marafon; Assista!

A Paramount Pictures realizará um painel especial de ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2‘ durante o Geek Nation hoje, dia 15 – e o nosso editor-chefe Renato Marafon será um dos CONVIDADOS ESPECIAIS.

O painel terá uma discussão sobre o filme com participação de Marafon, Renata Boldrini e Fábio Hurtado.

O painel acontece das 22h50 às 23h10. Para assistir, acesse aqui!

A estreia acontece em 23 de abril de 2021.

Confira nossas reações ao filme:

 

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Blumhouse terá painel hoje na Geek Nation com participação de Renato Marafon; Assista!

A Universal Pictures realizará um painel especial para as produções da Blumhouse – em parceria com o Telecine – durante o Geek Nation – e o nosso editor-chefe Renato Marafon será um dos CONVIDADOS ESPECIAIS.

O painel terá um recado do Jason Blum, material exclusivo da produtora e uma discussão com profissionais do terror.

O painel acontece das 23h10 às 23h55. Para assistir, acesse aqui!

Em recente entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o produtor Jason Blum falou sobre o reboot de ‘Homem Invisível‘, que inicialmente era parte do Dark Universe da Universal Pictures e acabou se tornando um fenômeno de bilheterias.

Durante o lançamento de ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘, Blum revelou que gostaria de assumir o Dark Universe.

Assista a entrevista:

 

Crítia | Perry Mason – Série de Investigação Policial estilo Noir da HBO é uma Superprodução

Composta por oito episódios de uma hora de duração cada, a nova série de ‘Perry Mason’ – baseada nos livros de Erle Stanley Gardner, que já havia ganhado uma adaptação anteriormente, entre 1957 e 1966, em formato serial televisivo – atualiza os temas dos livros e eleva o nível do horário nobre da HBO.

Perry Mason (Matthew Rhys) é um exímio perdedor. Sem dinheiro, constantemente bêbado e sem família, Perry ganha a vida como um abutre papparazzi: bisbilhotando a vida dos famosos, atrás de flagrantes que possa vender para os tabloides. O ano é 1932, nos Estados Unidos que tentam se recuperar da Grande Depressão de 1929. Um dia, o advogado E.B. (John Lithgow) o procura e pede sua ajuda na investigação de um caso que aconteceu em Los Angeles, no qual trabalha na defesa: o terrível sequestro e assassinato do bebê Charlie, filho de Emily (Gayle Rankin) e Matthew Dodson (Nate Corddry). Em paralelo, cresce em Los Angeles o culto da igreja da Irmã Alice (Tatiana Maslany), e isso preocupa as autoridades.

Passada numa época um bocado diferente do mundo de hoje, o maior desafio do roteiro de Ron Fitzgerald foi tentar transpor as histórias de Perry Manson para cem anos depois de quando foram escritas, repaginando alguns conceitos e, ao mesmo tempo, mostrando o quanto certos comportamentos permanecem em nossa sociedade mesmo um século depois. Então, ao mesmo tempo em que a história aponta recortes xenofóbicos, racistas e chauvinistas, o roteiro os atualiza e insere diálogos nos quais os próprios personagens tentam combater, ainda que timidamente, essas construções sociais que permanecem ainda hoje na sociedade – o que é bastante válido, embora tenha pouco espaço no enredo dessa primeira temporada da série.

Dirigido por Timothy Van Patten e Deniz Gamze Ergüven, a série reconstrói uma Los Angeles dos anos 1930 com impecabilidade na direção de arte, que conciliou com minuciosidade o figurino, o cabelo, o cenário e a composição de cena, transpondo o espectador para aquela época. Porém, embora visualmente belo e convincente, a primeira temporada de ‘Perry Mason’ escorrega um pouco no ritmo (sempre um desafio grande para as narrativas policiais estilo noir), na barriga criada na história (até a metade da temporada há um aprofundamento das histórias pessoais dos personagens principais, o que faz pouco avançar a trama investigativa e dá uma cansada no espectador) e, a bem da verdade, o próprio protagonista, Perry Mason, é, no final das contas, um perdedor beberrão que, graças a outro homem, atravessa uma jornada pessoal para deixar de ser um zero à esquerda para se tornar um grande advogado – ou seja, é um protagonista pouco atraente. Perto dele, as histórias dos personagens secundários se tornam muito mais interessantes.

Já confirmada para uma segunda temporada, ‘Perry Mason’ tem um início morno, mas promete se tornar uma grande série investigativa que parece tentar fazer de seu ponto fraco uma ferramenta de debate para a interpretação crítica do espectador. Dentro do universo das séries policiais, a primeira temporada de ‘Perry Mason’ se mostrou uma grande superprodução do gênero noir.

‘Vingadores’: REVELADO como Thanos sabia que seu Estalo iria funcionar; Vem ver!

Depois de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, muitos fãs ainda se perguntam como Thanos (Josh Brolin) tinha tanta certeza que seu estalo com a Manopla do Infinito iria acabar com metade da população do universo Marvel.

Pensando nisso, um usuário do Reddit compartilhou uma foto explicando a função de cada uma das Joias do Infinito durante a execução do plano do vilão.

A imagem explica que:

A Joia da Mente rastreia cada vida no universo
A Joia da Realidade apaga os corpos físicos
A Joia da Alma anula a vida
A Joia do Poder executa toda a difícil tarefa
A Joia do Espaço alcança todo o universo
A Joia do Tempo anula toda a vida de uma só vez

Felizmente, todo o processo foi revertido pelo Hulk (Mark Ruffalo) depois que Tony Stark (Robert Downey Jr.) constrói uma Manopla e os heróis viajam através do tempo para recuperar as joias em Vingadores: Ultimato

Assista nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Corra 2!’? Produtor pode desenvolver sequência com uma condição!

Durante uma entrevista para o Bloody Disgusting, Jason Blum, produtor do elogiado ‘Corra!‘, foi questionado se o longa poderia ganhar uma sequência.

Em resposta, o cineasta disse que já pensou na ideia, mas o projeto só sairia do papel se Jordan Peele retornasse ao cargo de diretor.

“Eu já pensei no assunto e adoraria produzir uma sequência. Mas essa ideia só sairia do papel se pudéssemos contar com a presença de Jordan Peele… E eu não acho que ele tem planos para isso. Eu adoraria fazer sequências de ‘Corra!‘ com Peele, sem ele, não há a mínima possibilidade.”

Lançado em 2017, Corra!’  é considerado um dos filmes de suspense mais inteligentes e surpreendentes da década.

O longa se tornou um fenômeno nas bilheterias e está arrasou nas principais premiações do cinema. Disputou o Globo de Ouro na categoria de Melhor Comédia ou Musical, concorreu ao Oscar 2018 de Melhor Filme, foi eleito o melhor filme de 2017 pelos críticos de Washington D.C., e Jordan Peele foi indicado duas vezes ao DGA Awards.

Em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘A Morte te dá Parabéns‘,  Blum também falou sobre a possibilidade de ‘Corra! 2‘.

Confira:

Corra!‘ ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou um fenômeno nas bilheterias: custou US$ 4,5 milhões e arrecadou US$ 255 milhões.

E aí, vocês gostariam de ver uma continuação para o filme?

Crítica | Bad Hair – Terror com humor politicamente incorreto no estilo ‘Corra!’

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

O fim da segregação e das Leis de Jim Crow podem até ter “eliminado” a separação legalizada que distinguia negros de brancos nos Estados Unidos. A emblemática assinatura do presidente Lyndon Johnson, que determinava a Lei dos Direitos Civis de 1964 inspirava um novo tempo, onde a apropriação cultural e uma hegemonia caucasiana abririam espaço para um país mais plural e diversificado. Só que não. E em um contexto contemporâneo onde negros ainda lutam para ter suas raízes e tradições celebradas e devidamente respeitadas, Bad Hair é um thriller racial oitentista com humor negro que explora, de maneira hiperbólica, os perigos de sufocar a identidade de um povo.

De maneira bem categórica, o terror de Justin Simien, o mesmo responsável pelo aclamado Cara Gente Branca, traz um grupo de mulheres negras que trabalham em uma espécie de MTV voltada para o público negro. Com a iminente chegada dos anos 90, uma reinvenção na grade de programação e em seus Vjs se faz necessária, a fim de tornar os conteúdos produzidos mais atraentes para as comunidades caucasianas. A mudança de direção implica em uma profunda troca de identidade, onde a recente tendência de apliques costurados transformam belos cabelos afros em longas madeixas lisas ao melhor estilo indiano.

Essa apropriação cultural tratada em Bad Hair ganha ainda um elemento fantástico, que à primeira instância promove um levantar de sobrancelhas por parte da audiência. Fazendo uma mescla com antigos contos folclóricos africanos, a produção toma a premissa de uma de suas histórias e projeta holofotes grandiosos, fazendo desses belos e – aparentemente – inofensivos apliques, uma espécie de feitiçaria assassina. Trocando em miúdos: Os belos apliques lisos se alimentam de suas próprias donas, possuindo-nas de forma bem demoníaca. 

Mas o que poderia ser, logo de cara, uma bizarra história sobre cabelos assassinos, na verdade representa um peculiar e genoíno relato sobre os perigos da apropriação cultural e sobre o roubo de identidade. Compreendendo a profunda culturalidade enraizada nos fios crespos e cacheados, Simien explora uma dialética semelhante a de Cara Gente Branca, levando a audiência a dimensionar o impacto psicológico que a eliminação das raízes de um povo pode acarretar na sua perpetuidade. 

Brincando ainda com o gênero, o cineasta explora o humor de maneira ácida e pontual, trazendo Lena Waithe (Master of None) ao seu melhor estilo, caricata e autêntica, roubando as atenções a cada aparição nas telonas. Ao seu lado, Laverne Cox simboliza a representatividade em Bad Hair, que ainda resgata o nosso Dawson – James Van Der Beek – os catores Usher e Kelly Rowland a ex Miss América e atriz Vanessa Williams. Com um elenco que em si já representa a mesma pluralidade que a própria narrativa explora com grandeza, o longa é uma inusitada experiência que se apropria de metáforas e figuras de linguagem para abordar uma temática tão atual.

Com figurinos nostálgicos que exploram a diversidade de tons e padronagens que a moda dos anos 80 traz com tanto vigor, o filme ainda é uma deliciosa viagem no tempo, nos levando a um passeio onde a MTV ditava as tendências e a música black trazia em si um R n’ B bem característico, que instantaneamente nos remete ao excepcional trabalho do polêmico Bobby Brown. Com efeito visuais bem executados que ajudam a dar vida às cenas de terror mais intensas, Bad Hair é tudo o que você jamais esperaria ver nos cinemas, mas nunca precisou tanto como agora. 

‘Magic Camp’: Adam Devine ensina truques de mágica ruins em nova cena divulgada; Confira!

Disney+ divulgou uma nova cena da comédia Magic Camp, filme original estrelado por Adam DevineGillian Jacobs. No clipe em questão, o ator ensina truques de mágica ruins para crianças, durante um acampamento.

Confira:

O filme é dirigido por Mark Waters, com roteiro escrito por  Micah Fitzerman-Blue, Noah Harpster, Matt Spicer, Max Winkler, Dan Gregor e Doug Mand.

Um grupo de campistas desajustados ajudam um mágico azarado a redescobrir seu amor pela magia em Magic Camp, uma comédia de aquecer coração sobre encontrar a felicidade e a confiança na autoaceitação.

Jeffrey Tambor, Josie Totah, Adlis Hodge, Rochelle Aytes, Rosalind Chao, Michael Hitchcock e Desmond Chiam completam o elenco.

Magic Camp estreia na próxima sexta-feira, 14 de agosto.

10 Filmes Sobre Vírus Mortais

A vida imita a arte e vice versa. O novo terror mundial epidêmico atende pelo nome Coronavírus, originário da China, que está assombrando o planeta. Diversos países já acenderam seus sinais de alerta. O fato é extremamente preocupante.

No cinema, inúmeras produções já retrataram a contaminação de vírus mortais e a luta por sua cura. Sejam elas doenças reais, simulações ou ainda totalmente fictícias – como vírus zumbis – o tema já foi tópico de obras de variados níveis de qualidade e sucesso. Pensando nisso, enquanto nenhuma produção sobre o Coronavírus é criada, e como forma de conhecer e entender melhor um problema desta dimensão, o CinePOP separou para você alguns filmes que abordaram o tema. Vem conhecer.

Contágio (2011)

De forma muito realista, o diretor Steven Soderbergh retrata uma epidemia letal se espalhando pelos EUA e pelo mundo. Quem traz o vírus ao país é a personagem de Gwyneth Paltrow (só podia!), e uma verdadeira constelação de nomes como Matt Damon, Jude Law, Marion Cotillard, Kate Winslet e Laurence Fishburne desfilam em tela. Contágio voltou ao top 10 dos filmes no ITune’s devido à epidemia do Coronavírus.

Epidemia (1994)

Voltando para a década de 1990, o medo era causado pelo vírus Ebola, originado da África e transmitido pelo ar. No filme, a epidemia se espalha na Califórnia trazida por um macaco. O papel principal de um cientista militar foi planejado para um tipo de herói de ação nas formas de Harrison Ford, mas terminou com o baixinho Dustin Hoffman, o que deu mais credibilidade ao personagem. Fechando o elenco principal, Rene Russo, Morgan Freeman e Kevin Spacey.

O Exército do Extermínio (1973)

Depois de criar sua obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968), mas antes das duas outras partes da trilogia, o cultuado e saudoso George A. Romero lançava outro filme de tema similar. Desta vez, não eram os mortos que voltavam à vida, mas um vírus criado pelo homem saía do controle numa pequena cidade da Pensilvânia. Os sintomas: seus portadores se tornam insanos, extremamente violentos e homicidas. O longa foi refilmado em 2010, com o título A Epidemia.

Extermínio (2002)

Por falar no pai dos zumbis, este longa reinventou o subgênero, dando um ar de realismo assombroso. Cillian Murphy vive o protagonista, um sujeito que acorda numa cama de hospital, só para descobrir uma Londres devastada após uma pandemia. As cenas da cidade deserta são impressionantes, e a câmera usada pelo diretor Danny Boyle é quase documental. Os poucos sobreviventes se escondem dos infectados: rábicos na potência máxima.

Os 12 Macacos (1995)

Esta é uma proposta diferente no gênero. A história se passa no futuro, lidando com as consequências de um vírus que devastou a humanidade, criado pelo homem. Como resultado, os sobreviventes vivem no subterrâneo escondidos e com recursos escassos. Como solução para reverter este quadro, entra em cena a viagem no tempo, para uma época antes do cataclismo, com a missão e preveni-lo. Para tal, é usado um prisioneiro em busca de redenção. Bruce Willis vive o protagonista, e o elenco conta ainda com Madeleine Stowe e um Brad Pitt indicado ao Oscar pelo papel. A direção é de Terry Gillian.

A Última Esperança da Terra (1971)

Antes de Eu Sou a Lenda (2007) existiu A Última Esperança da Terra. O filme é a segunda adaptação ao cinema do conto de Richard Matheson, depois de Mortos que Matam (1964). Na trama, Charlton Heston vive um cientista, desesperadamente buscando uma cura para um vírus que assolou todo o planeta. Alguns infectados se tornaram uma espécie de zumbis conscientes, pensantes e falantes, cuja pele esbranquiçada é intolerante à luz do dia. A Família, como são conhecidos, é uma espécie de seita fanática, criada a partir do novo mundo.

Vírus (1999)

E que tal se a raça humana fosse interpretada como um vírus do planeta Terra? É o que entende a ameaça deste filme trash baseado numa história em quadrinhos underground da Dark Horse, criada por Chuck Pfarrer. Na trama, uma fonte de energia extraterrestre se apossa de um navio russo e domina seu maquinário se tornando uma espécie de inteligência artificial. Cruza seu caminho a equipe de um barco menor, encabeçado por Jamie Lee Curtis e Donald Sutherland. Logo, membros do grupo são assimilados pela entidade, algo como O Enigma de Outro Mundo Mecânico (1982).

Cooties: A Epidemia (2014)

Terceiro filme da lista a utilizar este título (contando com o remake de Exército do Extermínio), aqui temos um vírus diferente, criando um novo foco para o tema da epidemia zumbi. Num colégio primário, as crianças são as infectadas devido a um alimento contaminando em sua merenda, servida no refeitório. Logo, os pimpolhos estão raivosos, doidos para devorar tudo em sua frente, e cabe aos professores – um grupo de figuras pra lá de peculiares, incluindo um novato vivido por Elijah Wood – salvar o dia.

O Enigma de Andrômeda (1971)

Se a década de 1950 é o berço das ficções científicas – em especial de invasão alienígena -, na década de 1970 ela dava um novo passo, ficando mais complexa e gerando verdadeiros clássicos ainda respeitados até hoje. É o caso com este filme do diretor Robert Wise (A Noviça Rebelde e West Side Story), escrito por Michael Crichton (Westworld e Jurassic Park). Na trama, uma cidade é devastada após o retorno para a Terra de um satélite contaminado. Em um laboratório subterrâneo, cientistas estudam a forma de vida alienígena, constantemente em evolução. O filme foi indicado aos Oscar de edição e direção de arte, e gerou uma minissérie em 2008.

Filadélfia (1993)

Um dos vírus reais mais devastadores já apresentados ao homem foi o da Aids. Terrível na década de 1980, onde surgiu pela primeira vez, a doença causou uma verdadeira epidemia, numa época onde não se tinha muita informação, já que era a primeira vez que todos se deparavam com algo do tipo. Milhares de pessoas perderam a vida, até descobrirem um forte coquetel de medicamentos capaz de incubar o vírus. No cinema, uma das mais potentes representações é neste filme de Jonathan Demme, sobre um homem demitido por ser gay e portar a doença, vivido por Tom Hanks. Pelo filme, Hanks ganhou seu primeiro Oscar e o filme levou também pela canção Streets of Philadelphia, de Bruce Springsteen, além de outras três indicações. O astro Denzel Washington também está no elenco na pele do advogado do protagonista.

‘Jurassic World: Domínio’: Imagem revela procedimento para evitar contágio de Covid-19 no set

Uma nova imagem dos bastidores de ‘Jurassic World: Domínio‘ foi divulgada e ela traz detalhes dos cautelosos procedimentos adotados no set de filmagens, a fim de evitar o contágio de Covid-19 entre os atores e a equipe de apoio.

Confira:

Recentemente, a Universal Pictures divulgou novas imagens dos bastidores do novo filme, que mostram mais novidades da produção.

Confira:

Por enquanto, ainda não foram revelados muitos detalhes sobre o longa, mas Trevorrow revelou ao Collider que a sequência terá mais efeitos práticos do que os filmes anteriores da trilogia.

“Nossa proposta era trabalhar com mais efeitos práticos em todos os filmes da trilogia desde o primeiro. Por isso criamos mais animatronics para o 3º filme, há mais desses efeitos do que tivemos nos dois anteriores.”

O cineasta pareceu empolgado ao dizer que a equipe de efeitos visuais aprimorou as técnicas de edição para mesclar os animatronics com retoques digitais.

“Nos últimos dois meses, descobrimos uma nova forma de mesclar as extensões digitais nos animatronics, combinando a textura e o nível de fidelidade dos bonecos sem que percebam a diferença. Então isso é muito emocionante para mim.”

Ele também falou um pouco sobre o retorno do elenco original após sua ausência nos últimos dois filmes.

“Precisávamos descobrir uma razão pela qual Ellie, Malcolm e Grant foram ao parque temático exatamente no mesmo dia em que ele foi destruído… De novo. O próximo filme permite que os personagens herdados dos filmes originais façam parte da história de maneira natural e convincente. [A roteirista] Emily Carmichael e eu chamamos essa sequência de ‘Jurassic Park VI‘ porque realmente é.” 

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Dica do fim de semana | ‘Curta Essa com Zac Efron’ – Viaje sem sair de casa em tempos de pandemia

A Netflix lançou há um tempinho a série documental Curta Essa com Zac Efron. A princípio, a produção não tinha me chamado atenção, mas ela definitivamente vale a pena ser vista. A série traz o ator Zac Efron viajando o mundo junto ao guru alimentício, Darin Olien. A dupla, que tem uma química de amizade muito legal, se propõe a buscar alternativas de turismo e produção sustentável ao redor do globo. Enquanto isso, claro, eles vivenciam e divulgam novas culturas.

Talvez se tivesse sido lançada em outros tempos, a série não causasse o mesmo efeito. Mas em tempos de pandemia, poder ter um vislumbre do quão grande é o mundo e como há pessoas e atividades completamente diferentes espalhadas por aí… Esse tipo de coisa traz uma positividade muito grande, coisa necessária nesses dias difíceis. Além disso, os oito episódios mostram países diferentes que passaram por dificuldades e tiveram de se unir para começar a reconstrução, nações que procuraram na sustentabilidade um meio de vida e até mesmo uma fonte de renda. Coisas assim trazem aquela sensação de que ainda há esperança no mundo.

E como Zac é um ator muito descontraído, ele parece realmente estar curtindo tudo aquilo que é mostrado. Esse é um ponto muito interessante. Ver novas culturas pela ótica de alguém que está mais próximo de nós é divertido e deixa aquele gostinho de querer ir aos locais para conferir aquilo tudo pessoalmente. Ao mesmo tempo, Darin traz algumas informações técnicas sobre os efeitos e benefícios que os alimentos consumidos em cada país causam no corpo.

 

 

 

 

 

 

Os episódios seguem a mesma estrutura, mas cada um com suas particularidades. Alguns são mais focados em tecnologia, outros na cultura, outros na alimentação. Mas a verdade é que são todos muito interessantes. E o melhor deles, talvez até pelo aspecto emocional envolvido, é o que eles vão para Sardenha, na Itália. A partir daí, a série passa a ter uma força emocional maior, porque Zac e Darin começam a falar um pouco mais sobre si nos papos diários e sai aquela impressão de serem “dois famosos” pelo mundo, fazendo com que você enxergue apenas duas pessoas viajando.

 

 

 

 

 

 

Enfim, o maior chamariz da série é a simplicidade do ser humano e como o mundo poderia ser se todos trabalhassem cooperando em prol da humanidade. A busca pela divulgação da consciência ecológica é incrível também, porque é feita de forma natural. É um conteúdo informativo, emocionante e divertido. É a pedida certa para quem está de bobeira no final de semana.

 

 

 

 

 

 

 

 

Curta Essa com Zac Efron está disponível na Netflix.

Ranking | Do pior ao melhor álbum de Madonna

Madonna é a rainha do pop por inúmeros motivos: seja pela revolução estética imprimida na arte musical, seja por competentes e memoráveis álbuns (que, até mesmo dentro de suas limitações, não falharam em se tornar conhecidos pelo mundo inteiro), a performer está na ativa desde 1983, com a estreia de seu CD homônimo. Quase quatro décadas mais tarde, é quase impossível encontrar alguém que tenha se equiparado em tantos recordes quebrados e tanta importância para o entretenimento mundial.

Depois de termos atravessado sua icônica e sólida jornada musical, fizemos uma breve lista ranqueando todas as suas obras – da pior à melhor.

Confira abaixo nossa lista e conte para nós se você concorda ou não.

14. MDNA (2012)

Nota: 4.0

“Esse deslize, talvez proposital, talvez acidental, mantém-se como o único elemento que une as outras duas partes da obra. Em “Gang Bang”Madonna jura vingança contra um enlace romântico que lhe trouxe dúvidas e mágoas e que, agora, vai pagar por seus pecados até mesmo no Inferno – em um cíclico espectro que não tem fim. Em “Give Me All Your Luvin’”, o apreço pelos anos 1980 reflete as inspirações em Toni Basil, instigando uma suposta crítica que é pincelada pela momentânea presença de Nicki Minaj e M.I.A. (colocando-as ou tirando-as, o produto final seria o mesmo: infantiloide e datado). Em “I Fucked Up”, a progressão é exatamente a mesma, apesar do mid-tempo ser usado como força-motriz e encobrir com um teor reflexivo e apologético; “B-Day Song” é apenas mais uma reciclagem de tudo que ouvimos não apenas aqui, mas sim nos primeiros anos de sua carreira, procurando buscar os soubrettes ecoantes de Like a Virgin.” – Thiago Nolla.

13. HARD CANDY (2008)

Nota: 5.0

“Em abril de 2008, nasceu Hard Candy. Composto por treze faixas originais (e aqui incluo a versão deluxe que recentemente foi disponibilizada nas plataformas de streaming), a performer procurava se aventurar em mais uma amálgama exuberante de diversos gêneros musicais, da mesma forma que já havia feito anos antes. Entretanto, o tiro saiu pela culatra e, com exceção de breves iterações cujo potencial não é explorado como deveria, o resultado final é, por falta de outro adjetivo, apático: do começo ao fim, sentimos apenas centelhas da energia e da originalidade que Madonna nos apresentara tantas vezes, nunca alcançando o que deveria e preferindo se render aos convencionalismos do mainstream em vez de buscar por algo novo.” – Thiago Nolla

12. AMERICAN LIFE (2003)

Nota: 6.0

“À época de seu lançamento, em abril de 2003, a obra foi duramente criticada e, até hoje, é considerada como uma das grandes manchas da discografia de Madonna. Diferente de Erotica, que promoveu uma revolução estética na arte fonográfica, American Life insere-se em uma complicada constatação política que tenta ser mais do que consegue e, eventualmente, dá uma sensação de reciclagem absurda que estende-se ao longo de onze faixas, grande parte delas esquecíveis e algumas que cumprem aquilo o que prometem. Não demorou muito para que os fãs revisitassem o álbum, clamando por seu poder e por sua ousadia de enfrentar o status quo e criticar o intocável “sonho americano” promulgado desde sempre pelo imperialismo estadunidense.” – Thiago Nolla

11. REBEL HEART (2015)

Nota: 7.0

“A artista também é sagaz ao criar retratos íntimos de sua própria carreira, seja na forma de construções recuadas e movidas pelo classicismo do piano, como a poética e marchante “HeartBreakCity” (que viria a influenciar Mark Ronson anos mais tarde) ou o country-dance da faixa-título, que merecia maior reconhecimento por sua simplicidade comovente e por sua mensagem inspiradora. Madonna também viaja para os anos 1960, remodelando a memorável “House of the Rising Sun” às modernizações sintéticas do novo século e, enfim, gerando a narcótica e blasfema “Devil Pray”. Com menos clareza, ela também desconstrói os preceitos elegíacos engessados na música para acrescentar comoção e emoção a “Wash All Over Me”.” – Thiago Nolla

10. LIKE A VIRGIN (1984)

Nota: 7.0

“Em sua segunda obra, a artista buscava uma maior autonomia produtiva, porém não conseguiu o aval da produtora de seus discos. Por essa razão, Madonna aventurou-se em uma autodescoberta de independência ao lado de Nile Rodgers, confiando nele para tornar real a possibilidade de diversos sucessos, ainda mais considerando que Rodgers já havia trabalhado com o lendário David Bowie. O resultado, mesmo não chegando no mesmo patamar que o disco anterior, foi bastante aprazível e permitiu que ela marcasse mais uma vez em um árduo trabalho – que gerou canções revisitadas por diversos outros nomes, conterrâneos ou futuros.” – Thiago Nolla

9. MUSIC (2000)

Nota: 7.0

“No geral, seu oitavo álbum de estúdio é competente o bastante para nos manter entretidos, seja pela forte presença dos sintetizadores, dos drills e do proposital autotune – que seria reavido diversas vezes nos anos seguintes. Entretanto, intrigante (e um tanto quanto frustrante) é o seu resultado final: assemelhando-se a uma gigantesca colcha de retalhos, Madonna exibe estampas instrumentais diversas e um apreço pela ressonância explosiva que nunca, de fato, encontra um único caminho para seguir.” – Thiago Nolla

8. MADAME X (2019)

Nota: 8.0

Madonna vive por suas próprias regras. Desde que conquistou fama e excelência no final da década de 1980 e retornou às glórias nos primeiros anos do novo milênio, a artista mostrou para o mundo que não precisa mais se provar para ninguém. A icônica rainha do pop continua a influenciar diversos cantores e, mesmo com os problemáticos Hard Candy e MDNA, nunca deixou de experimentar coisas novas e se afastar dos convencionalismos da indústria musical. E partindo desse princípio, ela retorna quatro anos depois de seu último lançamento com o bizarro e envolvente Madame X, atirando para todos os lados e, eventualmente, alcançando uma beleza musical que oscila do visceral ao cínico – ainda que enfrente alguns obstáculos no meio do caminho.” – Thiago Nolla

7. MADONNA (1983)

Nota: 8.0

Madonna, como ficou intitulado, é um ótimo álbum cujo único pecado é ter apenas oito faixas. É claro que, levando em consideração a época em que foi lançado, uma cantora feminina não clamaria por mais protagonismo, principalmente se pensarmos que, assim como todas as outras esferas criativas da história, a música também era dominada por homens. Porém, por ter um respaldo de John Benitez, seu namorado na época. Logo, não é muita surpresa que a primeira track, chamada “Lucky Star” seja uma singela declaração amor movida pelos trejeitos já conhecidos de um brutal disco aglutinado com dançantes sintetizadores que, apesar de aparecerem por mais de cinco minutos, em momento algum nos deixam entediados.” – Thiago Nolla

6. EROTICA (1992)

Nota: 8.0

“Foi pensando nisso, em colaboração com as críticas que recebia por seu aparente “calculismo” para compor as músicas, que Madonna aventurou-se em uma nova perspectiva, dando-nos o ótimo Erotica. Seu quinto álbum de estúdio, logo na primeira track, soa muito diferente de suas investidas anteriores e opta por uma atmosfera mais obscura e mais sensual, conversando diretamente com o título supracitado. Unindo elementos do dance e do disco-pop dentro de um escopo que passa de longe de ser datado. É claro que, numa perspectiva mais generalizada, a obra em questão não esbarra nem perto das revoluções causadas por sua investida de 1989, mas não perde brilho em momento algum – nem mesmo com os perceptíveis deslizes.” – Thiago Nolla

5. BEDTIME STORIES (1994)

Nota: 9.0

“Como forma de “limpar” sua imagem, Madonna viria a dar um passo para atrás, mas não do jeito que todos pensavam. Com Bedtime Stories, seu sexto álbum de estúdio, a cantora e compositora iria se afastar do costumeiro pop exuberante de suas investidas anteriores e até mesmo do dance-noir de seu CD predecessor, abrindo espaço para incursões intimistas e bastante pessoas do R&B que trariam colaborações inesperadas e infalíveis – principalmente partindo de uma performer que não tinha medo de explorações grandiosas e arriscadas. No geral, a poderosa lírica é mascarada com uma espécie de dream-pop fabulesco que cria pequenos universos independentes e que, em uma simbiose fônica, unem-se uns aos outros em confissões declamatórias e críticas que nos envolvem ao longo de quase uma hora.” – Thiago Nolla

4. CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR (2005)

Nota: 9.0

“Dois anos mais tarde, Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Em 2005, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de Ray of Light. Aliando-se a Stuart Price (um conhecido nome da música contemporânea que, em 2020, trabalhou com Dua Lipa em uma das obras-primas do ano) e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.”

3. TRUE BLUE (1986)

Nota: 9.0

“Em seu terceiro álbum de estúdio, Madonna resolve mergulhar com ainda mais força nos temas que já havia explorado em investidas anteriores e, eventualmente, culmina em uma de suas melhores obras, intitulada True Blue. Dedicado, à época, ao seu marido Sean Penn, o escopo musical traz uma premissa otimista e reconfortante que estende-se ao longo de nove belíssimas faixas, procurando, em cada uma delas, encontrar um pano de fundo diferenciado e aglutinando diversos estilos em um mesmo lugar. É claro que, considerando que a multiplicidade narrativa poderia culminar em um saturado disco, a artista também encontrou gigantesco sucesso pela fluidez tanto de sua voz quanto pelos hits dançantes e envolventes.”

2. LIKE A PRAYER (1989)

Nota: 10.0

“A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. Like a Prayer, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e MDNA (2012).” – Thiago Nolla

1. RAY OF LIGHT (1998)

Nota: 10.0

“Considerado por muitos, inclusive por esse que vos fala, como o melhor álbum da rainha do popRay of Light foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do CD foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais de Madonna); mais do que isso, a obra carrega um legado tão extenso quanto Like a Prayer, lançado em 1989, e, segundo a própria artista, é uma de suas evoluções mais satisfatórias. E não é por menos: em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.” – Thiago Nolla

‘Viúva Negra’: Filme trará versões mais jovens de [SPOILERS!]

Durante uma entrevista para a Variety, Paul Gooch, responsável pela maquiagem dos personagens de ‘Viúva Negra‘, disse que a adaptação irá mostrar uma versão “muito mais jovem” de Scarlett Johansson e Florence Pugh – que interpretam respectivamente Natasha Romanoff e Yelena Belova.

“Bem, o filme terá alguns flashbacks e vão mostrar uma versão muito mais jovem delas [Scarlett Johansson e Florence Pugh]. O estúdio trouxe atrizes mais novas para essas cenas. O filme também foi gravado em vários países, então terá muitas surpresas.”

Essa revelação parece confirmar os rumores de que o passado das personagens como agentes da KGB será finalmente explorado.

Além disso, todo esse destaque em relação à Belova pode indicar que ela será uma peça essencial no futuro do MCU.

O que você acha?

De acordo com o CosmicBook, ‘Viúva Negra terá a presença de importantes personagens do MCU, como Tony Stark (Robert Downey Jr.), Clint Barton (Jeremy Renner), e Nick Fury (Samuel L. Jackson), além de Sonny Burch (Walton Goggins), o traficante de tecnologia visto em ‘Homem-Formiga 2′.

Ainda que não estejam confirmadas, essas aparições não chegam a ser uma surpresa, já que Fury e Barton são grandes amigos de Nat e aliados essenciais em sua carreira como espiã.

Além disso, Stark serviu como uma espécie de mentor para ela enquanto esteve na liderança dos Vingadores, ao lado de Steve Rogers.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de outubro de 2020.

Assista ao teaser:

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Confira a sinopse oficial:

No thriller de espionagem Viúva Negra, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

‘Scare Me’: Casal tenta se assustar no trailer da nova comédia de terror; Confira!

O serviço de streaming Shudder divulgou o trailer oficial de Scare Me, sua nova comédia de terror oficial que será lançada em outubro.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Josh Ruben.

Durante uma queda de energia, dois estranhos contam histórias de terror um para o outro. Conforme Fred e Fanny se comprometem com seus contos, mas reais as histórias ficam, ganhando vida dentro de uma cabana em Catskills. Os horrores da realidade se manifestam quando Fred confronta seu maior medo: Fanny é uma contadora de histórias melhor que ele.

Ruben, Ava CashChris ReddRebecca Drysdale integram o elenco.

Scare Me estreia no dia 01 de outubro.

David Arquette se responsabiliza pelas franjas de Courteney Cox em ‘Pânico 3’

Pânico tornou-se uma das sagas mais adoradas pelos fãs de terror e vem conquistando novos fãs desde sua estreia em 1996. Entretanto, por mais fiel que a fanbase da franquia slasher seja, é quase impossível fazer vista grossa para um detalhe específico: as franjas de Gale Weather (Courteney Cox) em Pânico 3’.

Em entrevista ao ET OnlineDavid Arquette, que interpreta Dewey nos filmes, revelou que o “infeliz” corte de cabelo foi sua ideia – e que ele se responsabiliza por tudo.

“As franjas foram minha culpa. Devo admitir, eu disse: ‘você deveria fazer algo no estilo Bettie Page, nem que seja um pouco’. Foi minha culpa. Totalmente, me responsabilizo por completo. Digo, as franjas foram culpa de um cabeleireiro profissional. E eles não fizeram realmente Bettie Page. Essa era a ideia. Eles tentaram brincar com isso”.

Vale lembrar que Arquette e Cox já estão confirmado no quinto filme da franquia.

Em outra entrevista ao ComicBook.com, Arquette pareceu empolgado com o retorno à franquia e disse que adoraria repetir a experiência em mais filmes, além do 5º filme.

“Eu amo interpretar Dewey. Esse personagem teve um papel muito importante na minha vida e na minha carreira. Como ator, você tenta fazer filmes que funcionem, divirtam e que prendam a atenção do público… E eu sinto que a franquia ‘Pânico‘ causa essas sensações.”

Questionado sobre o que acha da expansão da franquia além de ‘Pânico 5‘, ele foi direto ao responder:

“Seria incrível. A base de fãs de terror é enorme, então quando você realmente se conecta com eles, e tem a possibilidade de ir além, é algo muito especial. Quando [os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett] me convidaram para o próximo filme, só eu tinha confirmado presença… Agora temos temos Courteney [Cox], espero que Neve [Campbell] se junte à equipe também. Acho que será um retorno triunfante.”

As filmagens da sequência vão acontecer no Spyglass Media Group, em Wilmington, Carolina do Norte.

O plano da Paramount Pictures é lançar o novo filme em 2021.

Em entrevista ao Comic Book, o produtor Kevin Williamson revelou que já leu o roteiro da sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o legado de Craven“.

“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico‘. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento‘ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico‘. Estou animado por fazer parte disso.”

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt , do elogiado ‘Casamento Sangrento’, dirigem.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.  

Fique ligado para mais informações!