Site Página 5081

‘Os Goonies’: Sean Astin compartilha INÉDITO teste de elenco; Assista!

Quase 35 anos após o lançamento do icônico filme ‘Os Goonies‘, o ator Sean Astin compartilhou um vídeo inédito, que traz o seu teste de elenco feito para a produção.

O material foi compartilhado por meio de sua conta oficial do Instagram. Na legenda, ele comemora por poder finalmente revelar o material:

“Filmagens jamais vistas! Meu teste de elenco para Os Goonies. Hey pessoal, eu tenho esperado 35 anos para compartilhar isso com vocês. Enquanto ainda estamos nesse momento tão difícil, que nós possamos compartilhar um espírito de aventura”.

Assista ao vídeo:


Vale lembrar o clássico dirigido por Richard Donner vai ganhar uma série de TV.

O canal Fox encomendou o piloto de uma série que contará com um grupo de jovens aspirantes a cineastas, enquanto tentam recriar ‘Os Goonies‘ – cena por cena.

No drama, Stella Cooper retorna à sua cidade natal após fugir de um passado obscuro. Ela encontra inspiração, esperança e salvação quando concorda em ajudar três estudantes que estão realizando seus sonhos de fazer um remake incrivelmente ambicioso de… Os Goonies. Ao longo da temporada, sua paixão inspirará uma cidade inteira que está desesperada por esperança.

A série será escrita por Sarah Watson (‘Parenthood’), com Greg Motolla (‘Superbad – É Hoje’) assinando como diretor.

‘Toy Story 4’: Novo vídeo revela os bastidores da criação do filme; Assista!

A sequência ‘Toy Story 4‘ ganhou um novo vídeo, em que dois membros da equipe criativa por trás do longa explicam como uma das principais cenas da animação foi produzida.

No vídeo em questão, os fãs da Pixar descobrem como funciona o processo criativo e técnico no desenvolvimento de uma cena que envolve muitos movimentos e dinamismo.

Confira:

O quarto filme da saga alcançou a impressionante marca de US$ 1,073.3 bilhão de dólares mundialmente, tornando-se o filme mais rentável da franquia.

Crítica Netflix | Grandes Fracassos: Woodstock 99 esmiúça o festival de música mais polêmico das últimas décadas

Jovens à flor da pele, entorpecidos por uma atmosfera hedonista e nada controlada foram a combinação explosiva que eclodiu em um dos momentos mais estarrecedores da cultura POP. Originalmente conhecido por ser um símbolo sociopolítico tão emblemático, o festival de música Woodstock viu parte de sua história definhar nos idos dos anos 90, em duas edições problemáticas e mal organizadas.

Em 1999, o que prometia ser um manifesto contra a cultura armamentista e um tributo às vítimas do tiroteio da escola Columbine se transformou em uma completa zona de guerra, tomada por uma extensão de motins, saqueamentos e as mais diversas atrocidades que o ser humano em seu estado animalesco é capaz de fazer. A barbárie do famigerado festival é o foco da minissérie documental Grandes Fracassos: Woodstock 99, que convida a audiência para um denso e impressionante estudo de caso.

Seguindo uma abordagem semelhante a do amado documentário Fyre Festival: Fiasco no Caribe, também original Netflix, a série dirigida por Jamie Crawford é uma espécie de epifania dos horrores. Ao longo de três episódios, a produção pondera a respeito de todos os elementos socioculturais e estratégicos que tornaram o Woodstock em uma inesperada e assustadora experiência no auge de 1999.

Com um leque vasto de material fonte que inclui coberturas jornalísticas, vídeos caseiros feitos por frequentadores e registros nostálgicos dos principais shows, Grandes Fracassos: Woodstock 99 é uma viagem ao passado que ainda explora todo o zeitgeist da juventude noventista, fã do grunge, new metal e hardcore – e que cresceu sob a influência e a ascensão da MTV. E entre takes que revisitam as performances de bandas como Korn, The Offspring, Red Hot Chilli Peppers e Bush, somos apresentados a uma visão mais densa e completa do que de fato incendiou o espírito do público, levando-no aos seus limites físicos e psicológicos.

Com uma rica coletânea de entrevistas, que incluem os vocalistas do Korn e do Bush, Fatboy Slim, Jewel e até mesmo o criador do evento – Michael Lang, a minissérie é um deleite para os curiosos e um programa necessário para os fãs de cultura POP. Trazendo uma perspectiva analítica sobre um dos momentos mais chocantes do entretenimento, Grandes Fracassos: Woodstock 99 responde quase todas as perguntas que ainda pairam no ar e é uma prazerosa espiral no tempo que nos lembra quão caóticos foram os anos 90.

Crítica | Flag Day | Sean Penn apresenta tépido conflito entre pai e filha embalado em folk-rock

Sexto projeto de Sean Penn (Na Natureza Selvagem) na direção, Flag Day (na tradução livre Dia da Bandeira) é baseado no livro de memórias da jornalista norte-americana Jennifer Vogel, Flim-Flam Man: The True Story of My Father’s Counterfeit Life (2004), no qual relata a relação com seu pai, um falsário congênito. Apresentado ao mundo no Festival de Cannes 2021, o projeto é marcado pela primeira vez que Sean Penn dirige a si mesmo e atua ao lado da sua filha Dylan Penn (Condemned). 

Contado pela perspectiva de Jennifer (Dylan Penn), o filme transcorre da infância até o dia em que a jornalista é chamada à delegacia e a comissária de polícia (Regina King) conta os crimes do seu pai John Vogel (Sean Penn). Assim, Flag Day revisita o final dos anos 1970, 1980 até 1992. Com a estonteante fotografia de Daniel Moder (da série Dead to Me), uma das principais cenas é a iluminação solar sobre um campo de centeio. Uma memória marcante da pequena Jennifer (Jadyn Rylee), revisitada várias vezes no filme, por ser um dos últimos passeios em família com o seu irmão (Hopper Penn) e seus pais. 

Assim como a rápida aparição de Regina King, Flag Day conta a participação especial de Josh Brolin, como Tio Beck, em menos de três minutos em tela. Outra parceria fiel no projeto de Sean Penn é do cantor Eddie Vedder, o qual canta ao lado da filha Oliva Vedder a canção principal There Is a Girl. A trilha sonora, a propósito, é uma espetáculo à parte para os amantes do folk-rock. Além do vocalista da banda Pearl Jam, as cenas de um Estados Unidos de 40, 30 anos atrás são embaladas por Cat Power (Dreams) e Glen Hansard (As You Did Before), ex-banda The Frames

Com a saída de John Vogel de casa, o crescimento de Jennifer é marcado pelo abandono emocional da mãe alcoólatra (Katheryn Winnick, da série Vikings) e a eterna esperança de reunir-se com ele. O pai, entretanto, está sempre envolvido em esquemas secretos, enquanto declara ser um empreendedor. A mentira, portanto, torna-se uma constante na vida da menina. 

Nos anos 1980, Jennifer transforma-se numa adolescente rebelde e viciada em drogas para fugir do seu cotidiano. Seu padrasto (Norbert Leo Butz) rendido à bebida lhe faz visitas noturnas sob a vista grossa da própria mãe. Sem esperança de continuar na escola e determinada a fugir do abuso domiciliar, a jovem parte para construir uma vida ao lado do pai. Apesar de não ser bem recebida, os dois tentam edificar uma convivência equilibrada, mas não por muito tempo. 

Com uma peruca de cabelos escuros, a adolescente Jennifer é a parte mais arrastada da história. A narrativa recupera-se com as cenas entre pai e filha, no qual a jovem toma a responsabilidade de colocá-lo nos eixos. Nesses momentos, Dylan Penn brilha e apresenta a força necessária para torná-la uma protagonista legítima. É evidente que existe uma potência de estar ao lado do seu verdadeiro pai, visto que Sean Penn sabe como poucos atores vestir a capa do vigarista implacável, tanto quanto do fracassado arrependido.  

Por um lado, a dramática relação entre pai e filha funciona e os sentimentos confusos da personagem, entre a admiração infantil e a decepção da realidade, são tocantes. Em contrapartida, Flag Day exibe uma narrativa morna sobre a penúria de crescer em uma família desfeita e as decisões imprudentes tomadas a partir dessa vivência.

Se o roteirista Jez Butterworth (No Limite do Amanhã) retirasse as graciosas cenas de diálogos entre pai e filha, nas quais o mentiroso inexorável continua a usar suas astúcias para a filha já madura, o filme é fraquíssimo. Sem grandes impressões, Jennifer torna-se uma jornalista com um pai presidiário. Flag Day estampa o sentimento de decepção de uma filha por seu pai não ter sido o herói dos seus sonhos.

Crítica | Fullmetal Alchemist: Adaptação da Netflix não tem vergonha de si mesma

Definitivamente os japoneses entendem de seus próprios produtos, diferente das adaptações norte-americanas, que parecem sempre tentar “esconder” suas essências e entregar uma obra maioritariamente americanizada, como foi o infame Death Note. Neste caso, funciona ao contrário, a nova adaptação de um dos mais famosos produtos japoneses não tem medo nenhum em mostrar que é inspirado em um mangá.

Fullmetal Alchemist, novo filme adquirido pela Netflix, traz em sua trama o jovem Edward Elric (Ryosuke Yamada), que tem como objetivo principal encontrar a lendária Pedra Filosofal para trazer o corpo de seu irmão Al de volta, após um terrível acidente envolvendo transmutação na infância. E é basicamente isso que você precisa saber para compreender a trama caso não seja familiarizado com a história. O roteiro é raso, explicativo e, em grande parte do filme, óbvio demais.

Apesar da falta de profundidade, mesmo que algumas cenas tentem a qualquer custo nos fazer sentir emoção, raiva e surpresa, a fidelidade com o material original se destaca de forma extremamente positiva, seja em gestos dos atores, expressões e, até mesmo, nos figurinos e penteados, tudo aqui grita cultura japonesa e suas excentricidades.

E por falar nos atores, todos parecem, de certa forma, confortáveis com seus papeis exagerados propositalmente, afinal em anime é feito dessa forma, e devemos sempre lembrar que a atuação oriental é muito diferente da ocidental, mesmo que não entreguem cenas perfeitas. Destaque para o protagonista Ryosuke Yamada, que se doa o máximo que o roteiro permite.

O principal ponto negativo fica por conta de sua longa duração (135 minutos), que apresenta uma perda significativa de ritmo no segundo ato, evidenciando ainda mais a falta que faz bons diálogos, porém, o terceiro ato retoma com força a ação inicial e termina de forma digna o que se estava sendo construído, deixando até mesmo um gancho para uma possível continuação.

E, se tinha algo que poderia dar muito errado, definitivamente seria a computação gráfica. Não foi o caso, os efeitos especiais são até satisfatórios dentro do contexto, principalmente na construção de Al, que necessitava de efeitos digitais para ter um visual fiel, mas tendo em vista que a produção é da Warner Bros., era de se esperar um pouco mais de cuidado. Os erros aparecem bem mais em uma tela pequena do que em um telão de cinema, esse fato sempre parece ser esquecido pelas produções compradas pela Netflix.

Já os vilões, são genéricos e caricatas, não assustam e tem seus objetivos bem explícitos, não são nada mais do que distrações, mesmo que uma certa personagem no final tenha algo de suma importância para a história, suas aparições são quase todas construídas da mesma forma.

Fullmetal Alchemist vai agradar os fãs de animes e pode entreter o público que busca um filme despretensioso. É necessário comprar a trama, pois seus momentos fan service podem distanciar e descontentar o público que não está acostumado com esse tipo de narrativa em filmes.

Com boas cenas de ação, o filme acerta mesmo em não querer ser mais do que ele pode ser. Sem vergonha, foca em apresentar uma boa adaptação, com seus defeitos, mas em geral é agradável e fiel, sem pensamentos aprofundados ou cenas memoráveis feitas pelo diretor Fumihiko Sori, apenas aquele bom e velho entretenimento barato.

 

Castle Rock | Primeiras impressões – Mistérios, terror e muito fan service

Desde que foi anunciada ano passado pelo Hulu, Castle Rock tem sido uma das séries de streaming mais aguardadas e cobiçadas dos últimos tempos. Afinal, não é todo dia que o gênio J.J. Abrams se junta com o incrível Stephen King. Para alguns pode ser um exagero de mistérios, já que ambos os artistas são famosos por desenvolverem narrativas curiosas, confusas e cercadas de enigmas, para outros, um orgasmo de suspense que vai te prender na cadeira do início ao fim, aliás, mesmo que não haja explicações, a diversão consiste em tentar descobrir e ligar todos os pontos.

Na trama, a familiar cidadezinha isolada e silenciosa de Castle Rock guarda consigo muitos segredos. Todas as famílias que vivem ali sabem que o lugar é a casa de coisas estranhas e muitas vezes inexplicáveis. O lugar se localiza próximo à Portland, local onde geralmente se passam as histórias dos livros de Stephen King, aliás, a cidade serve exatamente para isso: e se todas as tramas malucas do escritor se cruzassem e se passassem em um único lugar?

Essa premissa inteligente, voltada ao sucesso, foi criada por Sam Shaw e Dustin Thomason, porém, foi Abrams quem se interessou pela trama e decidiu desenvolve-la, transformando-a em um seriado repleto de referências e fan service, conectando as mais famosas histórias de King dentro de um thriller sensacional.

Nos três primeiros episódios já disponíveis no serviço de streaming, a trama começa de forma intrigante, com cenas impactantes e até mesmo violentas. Uma perfeita sintonia entre King e Abrams, afinal, vemos Terry O’Quinn (o Locke de LOST) e logo nosso coração já palpita ao lembrar do clássico personagem, há também um determinado rugido na floresta, algo que remete tanto à LOST quanto à Cloverfield e, ao apresentar os demais personagens, vemos rostos conhecidos do Kingverse como Sissy Spacek, a Carrie, de ‘Carrie, a Estranha’, e Bill Skarsgård, do remake de It: A Coisa. Toda essa gama de referências nos mantém empenhados na busca por mais e mais.

É aí então que a trama perde o bom ritmo inicial e começa suas subtramas monótonas, muito devido a inclusão da atriz Melanie Lynskey (‘Two And a Half Men’), que apesar de ter um bom timing cômico, não entrega o que sua misteriosa personagem propõe, fazendo com que todo o suspense desapareça sempre que está em cena. Vale lembrar que no passado, a atriz já se envolveu com terror e com uma obra de King, ao estrelar ‘Rose Red – A Casa Adormecida’.

Ainda sobre o elenco, o protagonista vivido por Andre Holland (‘Moonlight’) carrega a trama nas costas, apesar de não brilhar como deveria. Bill Skarsgård tem seu charme misterioso, mas logo sua cara sem expressão cansa e sua história parece não avançar. Outros nomes como a talentosa Jane Levy (‘O Homem Nas Trevas’) e Noel Fisher (‘Shameless’) brigam para encontrar espaço entre os protagonistas, porém, definitivamente são dois personagens que ainda devem mostrar muita qualidade até o final da série.

Mas, sabemos que Castle Rock veio, de fato, como um presente aos fãs de King, trazendo uma importante caçada por easter eggs à la Jogador Nº1, que se intensifica conforme os episódios vão avançando. Mesmo com a qualidade técnica, ótimos enquadramentos e a belíssima direção de fotografia, que captura o ar melancólico dos livros do autor, é essa busca por referências que faz a série se tornar atraente, e põe referências nisso! Há citações de O Iluminado, durante uma cena na igreja; deConta Comigo’ durante uma narração em off; de ‘Tempestade do Século’ quando explicam que uma nevasca gigantesca atingiu a cidade no passado; de ‘À Espera de Um Milagre’ quando um ratinho aparece na prisão; de Um Sonho de Liberdade com o famoso presídio, e por aí vai.

A sensação que fica após o terceiro episódio é de que os mistérios vão aumentar, as explicações vão diminuir e a trama vai perder o foco, mas é cedo demais para dizer que o seriado não cumpre com o que promete. Há muita diversão e ótimas sequências de terror, só nos resta torcer para que Castle Rock não suba à cabeça dos roteiristas e se perca dentro de suas próprias homenagens.

O seriado é exibido semanalmente pelo serviço de streaming Hulu e ainda não possui data para chegar ao Brasil.

Dica do feriado | Filmes do Oscar para assistir na Netflix

Com cerimônia marcada para acontecer no próximo dia 12, o Oscar é a premiação mais famosa do cinema mundial e costuma aumentar a exposição de alguns grandes filmes lançados ao longo do ano, mesmo aqueles que não ganharam tanta atenção ao longo do ano anterior. No entanto, nos últimos anos, a consolidação dos streamings tem feito o caminho oposto. Plataformas como a Netflix, por exemplo, tem lançado filmes originais que repercutem tanto que acabam chamando atenção dos fãs para a cerimônia. E como sabemos que não são todos que gostam de sair para pular carnaval, separamos cinco filmes indicados ao Oscar desse ano, disponíveis no catálogo da Netflix, que você pode assistir nesse feriadão em vez de sair para um bloco. Confira!

RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)

Verdadeiro fenômeno do cinema indiano, RRR conquistou apenas uma indicação em Melhor Canção Original. E apesar de ser meio decepcionante que só tenha sido indicado nessa categoria, ‘Naatuu Naatu’ é uma das grandes favoritas a levar a estatueta para casa. Esse longa conta a aventura épica de dois heróis revolucionários da Índia pré-independência que vão atrás de uma menina levada pelos exploradores do governo britânico,  mesmo sabendo dos riscos que isso pode trazer. É uma mistura de musical com drama, aventura e ação.

Pinóquio

Franco favorito na categoria de Melhor Animação, Pinóquio traz a visão de Guillermo Del Toro para a clássica história do bonequinho de madeira que sonha em ser um menino de verdade. Solitário, o velho Gepeto cria um boneco de madeira que ganha vida num toque de mágica. Porém, o pequeno Pinóquio fica confuso com sua identidade e seu papel no mundo. Então, ele foge de casa para tentar se encontrar e acaba caindo numa aventura cheia de perigos e desafios.

A Fera do Mar

Assim como Pinóquio, A Fera do Mar é uma animação original fantástica da Netflix que conquistou uma indicação em Melhor Animação. Só que não desponta como favorito justamente pelo filme de Del Toro ser extraordinário. Nessa história, uma garotinha entra de gaiato no navio de um aventureiro famoso por ser um grande caçador de monstros marinhos. Com o passar da viagem, que visa matar o máximo de monstros possíveis, a menininha e o marinheiro criam uma grande amizade que vai mudar a perspectiva do caçador sobre as criaturas do mar.

Nada de Novo no Front

Com nada menos que nove indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem e Peteados, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Som, o hit Nada de Novo no Front é a principal aposta da Netflix nesta temporada. Adaptando o clássico da literatura mundial de mesmo nome, esse filme alemão conta a história do jovem Paul, um rapaz idealista e entusiasmado que é convocado para defender seu país nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Porém, todo esse idealismo vai se dissipando conforme ele tem de enfrentar os horrores da guerra.

Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades

Indicado a Melhor Fotografia, esse longa do premiado diretor Alejandro G. Iñárritu acabou decepcionando por só conseguir essa indicação. O filme conta a história de um jornalista mexicano que vive em Los Angeles e construiu sua carreira por lá. Após ganhar um prêmio de prestígio internacional, ele volta ao México, o que o leva em uma profunda jornada a seu passado, misturando suas memórias, seus traumas e inseguranças com seu sucesso no presente, mexendo com a cabeça do homem em uma viagem insana.

Crítica | Serial Kelly – Gaby Amarantos Estreia na Telona como SERIAL KILLER Matadora de Machistas

Gaby Amarantos vem se destacando cada vez mais no cenário nacional. Tendo iniciado sua carreira como cantora em 2002, foi mais ou menos em 2012 que ela expandiu sua ascensão nacionalmente, após ter suas músicas entrando na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como ‘Ex Mai Love’. Dona de um carisma sem igual, uma voz poderosa e silhueta bem brasileira, não demorou muito para que essa paraense de Belém rapidamente migrasse para a sétima arte, passando a figurar também em seriados e novelas como atriz. De lá para cá são vinte anos de carreira como cantora e mais ou menos dez como atriz – e a partir dessa semana, Gaby faz sua estreia nas telonas com o filme ‘Serial Kelly’.

Kelly (Gaby Amarantos) é uma potente cantora de forró eletrônico no interior nordestino que vive de se apresentar em bares, shoppings e restaurantes em troca de algum dinheiro. Na trilha para fazer sucesso, ela canta em cabarés e zonas de entretenimento adulto, onde trava amizade com profissionais do sexo e travestis. Numa dessas, conhece Tempero (Igor de Araújo), um galego galanteador que arrebata sua atenção. Porém, antes Kelly resolvera se vingar de seu produtor musical, que tentou lhe passar a perna. Quando mais mortes de homens começam a se espalhar pela região, o caso desperta a atenção da delegada Fabíola (Paula Cohen), que passa a caçar Kelly na tentativa de ajudá-la.

O grande destaque em ‘Serial Kelly’ é realmente Gaby Amarantos. É impressionante a maturidade que a cantora consegue imprimir neste seu primeiro papel nas telonas como protagonista. Tudo bem que já são anos trabalhando como atriz, mas Gaby atua de maneira tão natural, tão orgânica, que não parece estar fazendo esforço algum. Sem contar que a atriz preenche a tela com sua beleza; sua pele brilha sob a fotografia de Pedro Urano, que faz bom uso da iluminação natural das locações abertas para valorizar a personagem em planos abertos e vibrantes.

Definido como comédia, o filme de René Guerra está mais para um drama bem-humorado. As situações em que a protagonista se envolve têm comicidade, mas não exatamente fazem rir; ao contrário, provocam a reflexão através de um viés mais leve sobre situações absurdas e cotidianas, todas envoltas em comportamentos machistas que provocam em Kelly uma urgência de acerto de contas. As vítimas possuem perfis de pessoas repugnantes que se vestem com o véu da hipocrisia social para se aproveitarem dos talentos de Kelly de alguma forma, seja na música, seja no sexo. O roteiro de René Guerra e Marcelo Caetano faz um retrato sobre como essa protagonista ama três coisas: comer, transar e matar; a partir dessa trinca, constroem um enredo em que os atos de Kelly são compreensíveis ao espectador, e culminam no contraponto da sororidade que ela oferece às mulheres que atravessam seu caminho, retribuídos pela delegada que sentencia: “em terra de matadores, a mulher que mata vira serial killer”.

Sob o peso do patriarcado, ‘Serial Kelly’ mostra que também no crime o tratamento às mulheres é desigual. Com Kelly, Gaby Amarantos mostra que é uma artista completa, e que o cinema era um caminho natural para essa grande estrela.

‘Vingadores: Ultimato’: Antigos trajes do Homem de Ferro podem aparecer no filme

Vingadores: Ultimato é a última entrada da franquia bilionária da Marvel e promete ser um dos filmes mais épicos do ano. E considerando o barulho que causou com a chegada de Guerra Infinita, não é surpresa que inúmeros fãs estejam com a expectativa lá em cima.

Segundo diversas postagens do próprio elenco do filme, alguns rostos não voltaram para o período pós-Terceira Fase dos estúdios, e um deles, Robert Downey Jr., que dá vida a Tony Stark/Homem de Ferro, já disse que esta será sua última entrada. Entretanto, a companhia não iria deixar de trazer várias surpresas: uma delas é a entrada de diversos uniformes usados pelo super-herói nos quadrinhos ao longa-metragem.

Rumores vazados baseados nos sets lançados pela LEGO, por exemplo, alegadamente dizem que versões antigas do Homem de Ferro aparecerão em Ultimato. É dito que a obra trará o retorno de Mark 1 que Tony construiu em seu antro criativo no filme de 2008, bem como a volta de Mark 5, cujo traje apareceu em Homem de Ferro 2. Por último, porém não menos importante, Mark 41, parte da Legião de Ferro na terceira iteração também dará as caras.

Ainda que grande parte dos trajes tenha sido destruída nos eventos de Homem de Ferro 3, é possível que elas reapareçam conforme a narrativa se desenrola – e outros rumores indicam que uma viagem no tempo para impedir o ‘snap’ de Thanos (Josh Brolin), então é bem provável que esses rumores se confirmem.

Ultimato marca a última aventura epopeica do time de heróis contra as forças de um perigoso vilão, e introduzirá Homem-Formiga (Paul Rudd) e Capitã Marvel (Brie Larson) na luta para salvar seus companheiros e o universo.

O filme estreia no dia 26 de abril.

‘Supernatural’: Primeiro episódio da última temporada ganha sinopse oficial

O primeiro episódio da 15ª e última temporada de Supernatural ganhou sua sinopse oficial.

Confira:

O COMEÇO DO FIM – Continuando de onde paramos na última temporada, Sam (Jared Padalecki), Dean (Jensen Ackles) e Castiel (Misha Collins) devem defender o mundo de todas as almas que foram libertadas do inferno e voltaram para a Terra para matar mais uma vez.

John Showalter dirigiu o episódio e Andrew Dabb ficou responsável pelo roteiro.

O novo ciclo do show tem lançamento marcado para quinta-feira, 10 de outubro.

Confira a sinopse do novo ano:

“A jornada épica dos irmãos Winchester chegará ao fim quando Supernatural iniciar sua temporada final. Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final da 14ª temporada, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas….”.

Vale lembrar queSupernatural estreou no canal Warner Bros. em 2005, entregando ao público os múltiplos contos de terror protagonizados por Sam e Dean Winchester, nos quais lutavam contra demônios, monstros e fantasmas.

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘Arkansas’: Drama criminal com Liam Hemsworth ganha trailer oficial; Confira!

Arkansas, novo drama criminal da Lionsgate sobre tráfico de drogas, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme é dirigido por Clark Duke, o qual também assina o roteiro baseado no romance de John Brandon.

O filme examina como o crime organizado é horrivelmente desorganizado no sul dos Estados Unidos, onde o rei do crime Frog manda em tudo. Seus subordinados, Kyle e Swin, posam como guardas durante o dia e vendem drogas à noite – isso é, até quebrarem a confiança de seu chefe e começarem a ser perseguidos.

Duke, Liam HemsworthVince Vaughn e Eden Brolin estrelam.

Arkansas estreia na Amazon e na Apple no dia 01 de maio.

‘Wynonna Earp’ está do lado errado da lei na promo do episódio 4×03; Confira!

SyFy divulgou a promo oficial de “Look at Them Beans”, 3º episódio da quarta temproada de Wynonna Earp.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de agosto.

Confira:

O novo ciclo estreia hoje, 26 de julho e será dividido em duas partes por causa da pandemia de coronavírus.

Wynonna Earp, desenvolvida por Emily Andras, é um terror western com temática sobrenatural, baseado nos quadrinhos de Beau Smith

Melanie Scrofano dá vida à personagem-título.

Crítica | Wynonna Earp – série é a herdeira de ‘Buffy: A Caça-Vampiros’

Wynonna Earp | Análise da Segunda Temporada

‘Equinox’: Há uma realidade por trás da nossa no trailer COMPLETO da nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer oficial completo de Equinox, sua mais nova série original.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 30 de dezembro.

Baseada no podcast dinamarquês Equinox 1985, a série foi criada por Tea Lindeburg.

A trama é ambientada na Dinamarca e segue uma mulher chamada Anna, traumatizada pelo misterioso desaparecimento de uma turma escolar em 1999, quando ela tinha 10 anos. Vinte anos depois, Anna parte para descobrir o que aconteceu com a turma quando descobre que o único sobrevivente de 1999 morreu misteriosamente.

A série seguirá duas linhas temporais, alternando entre o ano de 1999 e os dias atuais.

‘Silk Road’: Filme com astro de ‘Com Amor, Simon’ ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Amazon Prime Video divulgou o trailer legendado de ‘Silk Road: Mercado Clandestino’, thriller de ação estrelado por Nick Robinson (‘Com Amor, Simon’).

O filme já está disponível na plataforma de streaming.

Confira:

Escrito e dirigido por Tiller Russell (‘Chicago Fire’; Chicago P.D.), o longa é baseado em eventos reais e acompanha a juventude de Ross Ulbricht (Robinson) enquanto trilha sua jornada até se tornar o hacker conhecido como Dread Pirate Roberts.

Burlando diversas leis da informática, Ulbricht abre caminho para a criação da primeira rede de comércio anônima da internet para o tráfico de drogas através do site Silk Road.

O longa também conta com Jason Clark, que interpreta Rick Bowden, um agente da divisão de narcóticos conhecido por seu difícil temperamento adquirido pelo trabalho nas ruas.

A primeira vez que a história de Ulbricht veio à tona foi através do artigo ‘Dead End on Silk Road: Internet Crime Kingpin Ross Ulbricht’s Big Fall‘, escrito pelo jornalista David Kushner para a revista Rolling Stone. 

O elenco também traz Alexandra Shipp (‘X-Men: Fênix Negra’), Jimmi Simpson (‘Westworld’), Katie Aselton (‘Legion’), Lexi Rabe (‘Vingadores: Ultimato’), Daniel Stewart (‘Icon’), Darrell Britt-Gibson (‘Barry’) e Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’).

‘Supergirl’: Lena deve aceitar seus poderes para ajudar a heroína nas imagens oficiais do episódio 06×14; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Magical Thinking”, décimo quarto episódio da 6ª e última temporada de Supergirl.

Na trama, “Lena está incerta quanto a usar suas habilidades mágicas para ajudar Supergirl a recuperar o segundo totem de Nyxly. William luta para escrever uma história sobre os Super Amigos que deixe tanto os heróis quanto Andrea felizes. Enquanto isso, Kelly está muito animada com o fato de Esme ter encontrado um novo lar, mas as coisas dão errado e o futuro da jovem garota é colocado em risco”.

O capítulo será exibido em 05 de outubro.

Confira:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Artigo | O que aconteceu a Anna Sorokin, golpista que inspirou a série da Netflix ‘Inventando Anna’?

Inventando Anna é a mais nova produção da Netflix e, para aqueles que ainda não sabem, foi inspirada na vida de Anna Sorokin, jovem golpista que se posou como herdeira alemã, alterou seu nome para Anna Delvey e se infiltrou na elite nova-iorquina para roubar milhões de dólares e viver como uma rainha.

É claro que, considerando que a série da gigante do streaming é uma cinebiografia e que o nome de Sorokin se tornou um dos mais conhecidos do planeta, eventualmente a vigarista seria pega pelas autoridades, observando seu império de luxo se desmantelar bem à frente de seus olhos – e sem poder fazer nada. Mas o que aconteceu com ela depois que os crimes foram desvendados pelas autoridades?

Em dezembro de 2018, Anna foi convocada à Corte Criminal de Nova York e rejeitou um acordo oferecido a ela e que detalhava de três e nova anos de prisão. Por essa razão, ela passou por um longo julgamento que terminaria apenas em maio do ano seguinte, em que a juíza Diane Kiesel a sentenciaria de quatro a doze anos na prisão estatal. Ela foi julgada culpada por fraudar hotéis, restaurantes, bancos e um operador de jatinho particular pela exorbitante quantia de quase US$200 mil, conforme aponta o The Guardian.

Como visto na série, criada pela prolífica realizador Shonda Rhimes (‘Grey’s Anatomy’, ‘Bridgerton’), Sorokin permanecera encarcerada na Ilha Rikers até que o julgamento fosse concluído. Ela também foi considerada culpado pelo júri presente no tribunal, que a declarou responsável por crimes como furto de segundo grau e roubo de serviços. Ela só foi inocentada de duas outras acusações: a primeira, tentativa de furto de primeiro grau em relação à aplicaçã de empréstimo feita no City National Bank; e a segunda, de furto em segundo grau, referente ao suposto roubo de US$62 mil de Rachel Williams (interpretada por Katie Lowes na adaptação) durante a viagem a Marrocos.

A jovem, então, foi presa no Centro de Correção de Bedford Hills por algum tempo antes de ser transferida para o Centro de Albion, decretada a restituir US$199 mil àqueles de quem roubou, além de ser multada com uma fiança de US$24 mil.

Mas a história de Anna Sorokin não acaba por aí.

Eventualmente, a golpista saiu da prisão, cumprindo pena até o dia 11 de fevereiro de 2021, e voltou a viver em sociedade. Em outubro de 2020, uma transcrição da audiência de que participara apontava que ela se sentia envergonhada pelo que fizera e que pedia desculpas pelos crimes cometidos (via New York Post): “só gostaria de dizer que estou muito envergonhada e sinto muito pelo que fiz. Eu entendo completamente que várias pessoas sofreram, enquanto eu pensei que não estava fazendo nada de errado”.

Esse sentimento de mea culpa veio após o Comissário Marc Coppola expressar dúvidas sobre se Anna realmente se arrependia do que fizera, ainda mais depois de uma controversa entrevista ao The New York Times, em 2019, dizendo que não sentia quaisquer remorsos: “a verdade é que não me sinto mal. Eu estaria mentindo para você e para todos os outros e para mim mesma se eu dissesse que me sentia mal”.

Em fevereiro do ano passado, ela foi solta em liberdade condicional, em virtude de bom comportamento na prisão – e  faturou alguns lucros da série da Netflix, segundo o Insider. O site indica que Sorokin foi contratada como consultora para Inventando Anna, pelo valor de US$320 mil, reunindo-se até mesmo com Julia Garner, que a interpretou nas telinhas. Entretando, segundo a lei “Filho de Sam”, outorgada em 1977 pelo estado de Nova York, ela não poderia utilizar o dinheiro para benefício próprio e, dessa forma, transferiu o pagamento para as vítimas que coletou em sua época como falsa socialite.

Em março de 2021, Anna enfrentou mais um obstáculo dentro de sua liberdade: a deportação.

Também segundo o Insider, Sorokin, depois de sair da penitenciária, teve algumas semanas de liberdade em Nova York, assinando um contrato de aluguel para um apartamento em Manhattan e até mesmo dando início a uma linha de moda e outros projetos midiáticos que seguiam os passos dos que tinha antes de ser presa.

Porém, Anna foi pega pelas autoridades imigratórias (no caso, pela ICE), sendo realocada novamente para um tribunal e esperando a decisão do júri em ser deportada de volta para a Alemanha, onde cresceu ao lado do pai, ou se permanecerá nos Estados Unidos. Enquanto mais informações não são reveladas, sabe-se que seu advogado preencheu uma moção pedindo para que a ICE lhe garanta asilo.

Vale lembrar que, em fevereiro deste ano, Sorokin escreveu um artigo detalhando sua raiva e sua decepção em ficar presa, revelando até mesmo que contraiu COVID-19 enquanto presa e que não teve uma boa recepção em relação à série.

“Enquanto o mundo julga o sotaque de Julia Garner em Inventando Anna, uma série da Netflix sobre mim, eu estou sentada em uma cela de prisão em Orange County, em Nova York, em quarentena. Meu visto vencido não foi intencional e estava fora de meu controle. Eu servi meu tempo na prisão, e estou apelando para limpar meu nome. Eu não quebrei nenhuma regra da condicional da ICE ou do estado de Nova York. Apesar disso, ainda não recebi qualquer caminho limpo e justo para a complacência”, ela escreveu.

A série já está disponível na Netflix.

Zumbis, experimentos e cenas INÉDITAS no novo vídeo promocional da série ‘Resident Evil’; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo promocional da vindoura adaptação ‘Resident Evil: A Série‘.

featurette apresenta cenas inéditas da produção e nos leva para conhecer o projeto da gigante do streaming – e como ele foi trazido à vida.

Lembrando que a série tem estreia agendada para o dia 14 de julho.

Confira:

Em 2036, 14 anos após a dor causada por Joy, Jade Wesker luta para sobreviver em um mundo tomado por chocantes criaturas sedentas por sangue. Em meio a essa carnificina, ela é assombrada pelo passado em New Raccoon City, pela ligação do pai com a sinistra Umbrella Corporation e principalmente pelo que aconteceu à irmã, Billie. 

Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) fica responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

O elenco conta com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) interpreta o vilão Albert Wesker. Será a primeira vez que um ator negro interpreta o personagem.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

‘Patrulha do Destino’: 4ª temporada estreia na HBO Max!

A 4ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol) finalmente chegou à HBO Max.

O primeiro episódio do novo ciclo foi lançado hoje, 08 de dezembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Criada por Jeremy Carver (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

O elenco conta com Diane Guerrero, April Bowlby, Matt Bomer, Brendan Fraser, Riley Shanahan, Matthew Zuk, Joivan Wade, Michelle Gomez e Timothy Dalton.

‘A Pequena Sereia’: Vídeo promocional traz Halle Bailey como Ariel; Confira!

O remake em live-action de A Pequena Sereia se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas e, agora, a Walt Disney divulgou um novo vídeo de bastidores mostrando como Halle Bailey se preparou para interpretar Ariel.

Confira:

Em entrevista ao Deadline, Bailey falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).

“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.

Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.

Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

A Pequena Sereia foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

A Pequena Sereia é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

A Pequena Sereia é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

A Pequena Sereia chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

A Pequena Sereia apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘American Horror Stories’: Especial de Halloween ganha mais um teaser ASSUSTADOR; Confira!

O Hulu divulgou mais um teaser oficial da 3ª temporada de ‘American Horror Stories‘, spin-off da famosa série ‘American Horror Story.

Os 4 episódios do novo ciclo, que também funcionam como um especial de Halloween, chegam ao streaming no dia 26 de outubro.

Confira:

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy