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Crítica | ‘SCOOBY! O Filme’ – Aventura diverte, mas mistério faz falta

Após passar por uma série de adiamentos, o novo filme da turma da Mistério S/A enfim será lançado no Brasil. Por conta da pandemia do Coronavírus, a animação, que chegaria aos cinemas em maio, já pode ser conferida via streaming a partir de hoje (6). Cercada de incertezas, a nova aventura tem a clara intenção de iniciar um universo cinematográfico, mas até que ponto isso é positivo?

O filme tenta introduzir o universo da Hanna Barbera, mas será que isso ajuda ou atrapalha o desenvolvimento da história?

Ambientado nos dias atuais, SCOOBY! O Filme dá uma nova roupagem ao clássico imortal da Hanna Barbera. Representados agora em uma animação 3D, Salsicha, Daphne, Fred, Velma e Scooby-Doo são introduzidos na trama como crianças modernas, mas sem perder suas já conhecidas peculiaridades. A forma como o filme trabalha o primeiro encontro da turma é muito fofa e dinâmica, transbordando a essência do desenho clássico, misturando um humor sagaz com inocência dos personagens e, claro, uma trama de mistério. O problema é que depois disso, temos uma transição lindíssima – que vai emocionar aos fãs da animação original – para torná-los jovens e permitir que eles assumam o visual clássico.

A sequência de abertura é “Scooby-Doo” em sua essência. O resto do filme, no entanto, parece apenas mais um dos inúmeros filmes de heróis da atualidade.

A partir do momento em que eles são jovens, a trama do mistério se esvai e o longa vira um filme genérico de aventura. Isso porque ocorre uma cisão no grupo e Salsicha e Scooby acabam sendo abduzidos pela nave do [não tão] heroico Falcão Azul (Mark Wahlberg). Daí para frente, o roteiro replica um pouco o do live action de 2002 e coloca Scooby-Doo como a chave para um plano do vilão, o maligno Dick Vigarista. É uma trama básica que, se fosse bem trabalhada, poderia divertir, mas acaba se perdendo nas pretensões do estúdio e se perde no caminho.

O Falcão Azul chega em uma versão bem diferente da que conhecemos.

Isso porque em vez de desenvolver os personagens, o roteiro abre um monte de arcos que não são bem trabalhados e acabam sendo mascarados com centenas de referências ao universo da Hanna Barbera. Cada cena tem pelo menos dois easter eggs de outros personagens clássicos, como o Tutubarão, Hong Kong Fu e até mesmo o Pombo-Correio Doodle. É divertido perceber que esses universos estão conectados e que seus personagens interagem entre si, mas chega a um ponto que a história parece seguir por caminhos feitos exclusivamente para mostrar essa conexão. E nesse ponto o filme se perde. O “Hanna-Barberaverso” acaba tomando mais tempo de tela do que a evolução do inseguro Falcão Azul e joga para escanteio o resto da Mistério S/A, que não deve aparecer por mais de 20 minutos no filme todo.

Quantos easter eggs você consegue encontrar nessa cena?

Alguns podem dizer que o saudosismo pode afetar a experiência final para com o filme. E realmente pode, já que alguns elementos clássicos são desconstruídos num estalar de dedos, mas a verdade é que o filme tem mesmo um problema narrativo. Ao mesmo tempo em que ele sabe construir boas piadas e inserir algumas referências cômicas bem inesperadas sobre a cultura pop, a essência do que é a turma do Scooby-Doo não consegue ser captada tão bem quanto na sequência de abertura. A ausência de um mistério para conectar os personagens faz muita falta em um filme sobre uma equipe de jovens detetives. Todo o suspense é entregue logo de cara para dar lugar a aventura. O que acaba ficando cansativo e não prende tanto o espectador.

Como fazer um filme de detetives mirins já entregando a solução do mistério nos primeiros minutos?

E tem outro ponto interessante que vale a pena ser discutido. O filme chegará nas versões dubladas e legendadas. Se puder escolher, opte pela dublada. Não que o trabalho original esteja ruim, é que a dublagem brasileira deu personalidade própria aos personagens, então assistir em inglês pode causar um certo estranhamento, já que os trejeitos e as gírias utilizadas são bem diferentes. E isso fica nítido até mesmo no início da versão dublada. Quando as versões pequenas entram em cena, parece que o elenco de dubladores foi dirigido para tentar imitar os trejeitos da versão americana e o resultado é estranho, podendo causar desconforto no público por se afastar muito de como conhecemos a turma. Porém, quando eles se tornam jovens, tudo muda e o trabalho de dublagem é impecável.

Duas gerações de Scooby-Doo. Guilherme Briggs (à esquerda) dá voz ao Scooby dos cinemas e continua o legado de Orlando Drummond (à direita). Foto: Reprodução/ Twitter.

Se por um lado é triste que os dubladores famosos da Mistério S/A não tenham retornado por uma opção da Warner, que pretende seguir com a franquia por muitos anos, e achou melhor escalar novas vozes; por outro, é realmente importante reconhecer o trabalho dos novos dubladores, que conseguiram respeitar a personalidade nacional de Salsicha, Scooby e afins, e ainda inseriram suas próprias interpretações dos personagens. Sem contar que o texto está cheio de termos abrasileirados, o que inclui uma sutil e maravilhosa homenagem ao lendário Orlando Drummond (a voz original do Scooby-Doo no Brasil), que completou 100 anos em 2019, e segue como o morador mais ilustre de Vila Isabel, no Rio de Janeiro.

A versão brasileira de Scooby-Doo trouxe uma personalidade própria para a Mistério S/A. A nova dublagem entendeu isso e fez um trabalho magistral.

Enfim, SCOOBY! O Filme é o primeiro capítulo de um universo expandido da Hanna Barbera nos cinemas. O visual é fantástico, mas a falta de um mistério na trama acaba deixando tudo muito óbvio e fica cansativo perto do final do segundo ato. O filme se propõe a introduzir novos personagens que serão explorados no futuro, como indicam os desenhos nos créditos finais, e tem na caça dos easter eggs seu maior divertimento. É bem provável que agrade a crianças bem pequenas, mas que já fique meio chato para os pequenos com mais de dez anos de idade. A verdade é que quem for esperando assistir a um filme do Scooby-Doo, muito provavelmente sairá decepcionado. No entanto, se você for com a ideia de que é um filme sobre a Hanna Barbera, talvez consiga gostar um pouco mais.

 

SCOOBY! O Filme já está disponível nas plataformas de vídeo online.

‘O Estranho Mundo de Jack’ ganha fofos colecionáveis em Funko POP; Confira!

A aclamada animação ‘O Estranho Mundo de Jack‘ ganhou uma nova linha de colecionáveis da marca Funko POP.

A coletânea de “cabeçudinhos” foi anunciada previamente em maio deste ano, mas só agora ganhou mais detalhes, além de várias novas imagens.

Confira:

Os colecionáveis ainda não estão à venda no Brasil, mas podem ser adquiridos na pré-venda nas lojas on-line do Walmart ou Entertainment Earth. Os valores variam de US$ 8,78 a US$34,99.

Lançado em 1993, o filme traz a história de Jack Esqueleto, um cidadão celebridade da cidade Halloween que simplesmente se apaixona pela magia do Natal, embora não entenda nada sobre a mensagem de união, paz e amor da data.

Jovem busca recomeço no trailer do longa ‘Uma Boa História’; Assista!

O drama ‘Uma Boa História‘ (8 Slices) ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Nick Westfall.

Um novo funcionário se junta a uma pizzaria em uma cidade pequena, pouco antes da empresa fracassar e seus funcionários questionarem o famoso “sonho americano”.

Jesse C. BoydKathy SearleTyra Colar estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘The Walking Dead’: Atriz quer cenas entre a Princesa e o Negan na 11ª temporada

Durante o painel online da série, a atriz Paola Lázaro, que interpreta a Princesa, afirmou que quer ver cenas entre sua personagem e o Negan na 11ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

“Eu amaria ter algumas cenas com o Negan porque ambos são malucos e extrovertidos, então seria muito divertido tê-los juntos. Talvez, no começo, eles se estranhassem um pouco. Sabe quando um gato se vê no espelho? Talvez eles não se dessem bem no começo, mas seriam incríveis juntos.”

Lázaro continua, “E eu quero que a Carol goste da Princesa. Eu sou uma grande fã da Carol.”

Com o título de “A Certain Doom”, o último episódio da décima temporada já tem sua data de estreia confirmada, e será no domingo, dia 4 de outubro nos Estados Unidos e, nesse mesmo dia, também no Brasil e América Latina através das telas do Fox Channel, Fox Premium e no App da FOX – para assinantes.

Desta forma, todos os fãs conectados de suas casas poderão acompanhar em primeira mão alguns minutos do episódio em questão:

Além disso, Angela Kang, showrunner da série, anunciou que a décima temporada foi estendida com seis episódios extras que estreiam no inicio de 2021.

Também foi mencionado que a estreia da 11ª temporada não poderá ser realizada neste mês de outubro, como já é costume da série, por conta do contexto global.

O público ficou ansioso quando “A Torre” foi ao ar em 5 de abril, e terminou em um grande momento em que os sobreviventes foram presos por uma horda de caminhantes esmagadora desencadeada por Beta (Ryan Hurst) e os Sussurradores.

“É um dos meus episódios favoritos da temporada”, disse Nicotero ao FANDOM . “O que há de bom no nosso programa, é o que Angela [Kang, showrunner] fez tão bem: manteve o momento da história avançando. Vai começar onde nós deixamos todo mundo pela última vez era que Beta e a horda estavam cercando a torre e o final continua exatamente de onde paramos”.

“Há muitas histórias de personagens abordadas – você obtém pequenas informações aqui, aqui, aqui e deseja encerrar esse capítulo e iniciar o próximo capítulo no final. Abordamos muitas coisas com Daryl, muitas coisas com Negan, muita coisa com a Beta, e muita coisa com Carol”, disse Nicotero, acrescentando que o retorno de Maggie vai acontecer na 11ª temporada.

“Nos últimos dois minutos do final do episódio, as mandíbulas das pessoas vão cair”, concluiu.

‘O Esquadrão Suicida’: James Gunn desmente rumores sobre a participação da Hera Venenosa

Através do seu Twitter, o diretor James Gunn foi questionado pelos fãs sobre os rumores envolvendo a participação da Hera Venenosa do longa ‘O Esquadrão Suicida‘. Alguns sites chegaram a reportar que esse seria o papel da Alice Braga.

O cineasta, no entanto, desmentiu as notícias e negou a participação da personagem.

“Não é verdade. [Essas notícias] são um bando de besteira, assim como a maioria das coisas que esse site posta. Eu ignoro a maioria dos rumores, mas as vezes gosto de desmentir as mentiras que eles inventam.”

Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

Vincent D’Onofrio quer que Charlie Cox volte a interpretar o ‘Demolidor’

Em entrevista ao Comic Book, Vincent D’Onofrio, que interpretou o vilão Rei do Crime na série ‘Demolidor‘, declarou que quer ver Charlie Cox voltando a interpretar o Matt Murdock nas futuras produções da Marvel, ao invés de ter o papel reescalado.

“Eu ainda quero o Charlie Cox como o Demolidor. Se eles fizerem um filme do Demolidor ou introduzir o personagem em um dos filmes, espero que ele seja interpretado pelo Charlie, porque eu acredito nele como o Demolidor e eu amei trabalhar com ele.”

Ele completa, “Ele não apenas é um ótimo cara, mas também é um ótimo ator. Muitas pessoas não compreendem o quanto é bom estar perto de um cara tão legal nos bastidores de uma produção. É uma experiência completamente diferente de outras pessoas que não… méh.”

Recentemente, Cox foi questionado sobre o seu possível retorno no MCU, mas sua resposta não foi nada animadora.

“Bom, eu acho que o Demolidor definitivamente vai participar do MCU, mas eu não. Acho que eles vão reformular o personagem e convidar outro ator, é muito improvável que queiram nos reunir de novo. Então não criem expectativas, porque eles devem começar do zero.”

Apesar da notícia, Cox disse que não guarda mágoas por causa do cancelamento da série e que está ansioso para ver o retorno do Demolidor no cinema ou na TV.

“Isso já aconteceu várias vezes com Homem-Aranha, não é? É a vida. Estou torcendo pelo sucesso de quem quer que seja o novo Demolidor. Eu vou continuar assistindo esses filmes porque eu amo tudo isso.”

Demolidor estreou Em 2015, na Netflix, após uma parceria com a Marvel para construir um universo compartilhado no canal de streaming, integrando novos super-heróis, como Jessica Jones’, ‘Punho de Ferro’ e ‘Luke Cage, gerando a série ‘Os Defensores’. Infelizmente, todas essas produções foram canceladas.

‘Fear the Walking Dead’: Showrunner fala sobre a jornada do Dwight na 6ª temporada

Em entrevista ao Comic Book, o showrunner Ian Goldberg comentou sobre a jornada do Dwight na 6ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘.

“Nós veremos o reencontro entre o Dwight e a Sherry na sexta temporada. Eu não quero falar muito sobre isso, mas eu e o showrunner Andrew Chambliss somos grandes fãs do personagem. Ele é um homem muito diferente no final da quinta temporada de ‘Fear the Walking Dead’ do que ele era em ‘The Walking Dead’. No final do quinto ciclo, ele está com sua fé renovada e encontrou uma nova família. Apesar do fato dele não ter encontrado a Sherry ainda, ele não está derrotado.”

Ele continua, “O interessante é que ele é uma pessoa diferente e, talvez, a Sherry também seja uma pessoa diferente. Então, a reunião dos dois pode não ser exatamente o que eles esperam. Não quer dizer que não seja algo incrível para ambos, mas teremos coisas interessantes para explorar.”

Os novos episódios estreiam nos EUA dia 11 de Outubro.

Assista ao trailer:

Derivado de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

O elenco inclui Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Danay Garcia, Maggie Grace, Lennie James, Garret Dillahunt e Jenna Elfman.

‘Station 19’: Stefania Spampinato é promovida ao elenco fixo da 4ª temporada

De acordo com o TVLine, Stefania Spampinato foi promovida ao elenco regular da 4ª temporada da série ‘Station 19‘.

A atriz, que interpreta a Dra. Carina DeLuca, foi introduzida na 14ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, antes de iniciar um romance com a Maya Bishop (Danielle Savre) na série derivada.

Criada por Stacy McKee, a série é um spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

Jaina Lee Ortiz, Jason George, Barrett Doss, Grey Damon, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle SavreBoris Kodjoe e Miguel Sandoval estrelam.

‘Alguém Tem que Morrer’: Série da Netflix vai contar com atrizes de ‘Elite’ e ‘A Casa das Flores’

A Netflix possui mais um projeto engatilhado, intitulado ‘Alguém Tem que Morrer‘. A minissérie será estrelada por Ester Exposito (Carla, de ‘Elite‘) e Cecilia Suárez (‘A Casa das Flores‘).

A trama se passa nos anos 50 e acompanha um garoto, que precisa retornar ao México a pedido dos seus pais, que lhe apresentarão a mulher que escolheram para se tornar a sua esposa.

No entanto, o jovem não retornará para casa sozinho, estando acompanhado de um bailarino misterioso, o que resultará em diversos conflitos na cidade, incitando a ira do governo local, que não vai deixar nada passar despercebido.

Alguém Tem que Morrer foi criada por pelo mexicano Manolo Caro.

O elenco da produção é composto por Ernesto Alterio (‘Narcos‘), Alejandro Speitzer (‘Desejo Sombrio‘), Pilar Castro (‘Julieta‘), Isaac Hernández. Mariola Fuentes (‘Abraços Partidos‘ e ‘Fale com Ela‘), Manuel Morón (‘Tudo Sobre Minha Mãe‘), Eduardo Casanova, Juan Carlos Vellido (‘As Telefonistas‘) e Carlos Cuevas (‘Merlí‘).

 

 

 

‘Hannibal’: NBC não queria que Mads Mikkelsen interpretasse o vilão, afirma Bryan Fuller

Em entrevista ao Collider, Bryan Fuller revelou que a NBC não queria que Mads Mikkelsen interpretasse o icônico vilão canibal na série ‘Hannibal‘, alegando que o canal queria alguém mais famoso que tive mais apelo ao público americano.

O criador da produção chegou a revelar que a emissora queria que John Cusack ou Hugh Grant assumisse o papel.

“Nós tivemos alguns problemas em torno de quem iria interpretar o Hannibal Lecter. Havia uma diferença de opiniões sobre o que uma emissora tradicional queria e o que nós queríamos que simbolizasse a personificação do personagem. Acredito que o canal queria alguém mais popular, mais conhecido pelo público.”

Ele continua, “Nós estávamos lidando com uma emissora americana que queria um ator americano para a produção ter maior apelo para o público americano e todas as forças criativas da série queriam alguém que melhor representasse o papel.”

Recentemente, Fuller revelou que ainda tem esperanças de poder fazer uma quarta temporada do show – que foi cancelado devido a uma baixíssima audiência.

“Eu tenho muitas esperanças. O bom dessa ideia é que, se vamos nos reencontrar com Hannibal, e levar cinco, seis, sete anos para isso, é o quão longe iremos vê-lo. A história continua desse ponto. E nós vamos adaptá-la”.

A trama explorava a relação entre um renomado psiquiatra e o seu paciente, um jovem agente do FBI, que é assombrado pela sua habilidade de sentir empatia com serial killers.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

‘The Brave’: Showrunner revela o que teria acontecido na 2ª temporada

Em entrevista ao TVLine, o criador da série ‘The Brave‘, Dean Georgaris, revelou o que teria acontecido na 2ª temporada da produção, caso ela não tivesse sido cancelada.

“Eu queria eliminar umas coisas sobre a série que não estavam funcionando. Toda a equipe seria realocada para a Europa, porque eles iriam assumir o lugar de uma equipe britânica que havia sido misteriosamente assassinada.”

Ele continua, afirmando que a Hannah iria morrer no segundo ciclo: “Haveria um longo arco narrativo sobre quem matou a Hannah e se havia sido os mesmos responsáveis pela morte do time britânico.”

A série foi criada por Dean Georgaris.

A trama gira em torno de um grupo militar de elite que usa técnicas avançadas de vigilância em missões especiais ao redor do mundo.

O elenco inclui Mike Vogel, Anne Heche, Tate Ellington e Demetrius Grosse.

Policial quebra tudo no trailer CHEIO DE AÇÃO de ‘No Rastro do Tráfico’; Assista!

O longa ‘No Rastro do Tráfico‘ ganhou um trailer legendado cheio de ação.

Confira:

O longa é dirigido por Koon-Nam Lui e Frankie Tam.

O policial disfarçado Wu se une a aliados improváveis para combater um grande traficante de drogas e derrubar uma quadrilha de contrabando de drogas.

Philip NgVanness WuAndy On estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

Crítica | Madonna critica o chauvinismo da indústria musical com o magistral ‘Bedtime Stories’

Há um certo teor emblemático na primeira metade da década de 1990 para a música – principalmente quando restringimos nossa atenção para o conturbado período pelo qual Madonna passou em 1992 e em 1994. Com o lançamento de ‘Erotica’, a rainha do pop começava a enfrentar um backlash injustificável acerca da revolução que causara no cenário feminino mainstream – poucos anos depois de já ter feito isso com Like a Prayer. Talvez nunca na história (ou ao menos não com tanta força), uma mulher havia quebrado tabus sobre temáticas sexuais, corporais e até mesmo no tocante a fetiches e, de certa forma, a conservadora sociedade norte-americana e europeia não parece ter “adorado” a ideia, principalmente quando o álbum veio acompanhado do icônico livro Sex, recheado de fotografias com nudez explícita.

Como forma de “limpar” sua imagem, Madonna viria a dar um passo para atrás, mas não do jeito que todos pensavam. Com Bedtime Stories, seu sexto álbum de estúdio, a cantora e compositora iria se afastar do costumeiro pop exuberante de suas investidas anteriores e até mesmo do dance-noir de seu CD predecessor, abrindo espaço para incursões intimistas e bastante pessoas do R&B que trariam colaborações inesperadas e infalíveis – principalmente partindo de uma performer que não tinha medo de explorações grandiosas e arriscadas. No geral, a poderosa lírica é mascarada com uma espécie de dream-pop fabulesco que cria pequenos universos independentes e que, em uma simbiose fônica, unem-se uns aos outros em confissões declamatórias e críticas que nos envolvem ao longo de quase uma hora.

Mais uma vez, a artista promove uma mistura astuciosa e que beira a evasão instrumental, talvez querendo nos guiar para um âmbito mais sensorial do que palpável, talvez arquitetando uma via de mão de dupla que se repete em cada uma das onze faixas. Percebe-se um apreço da produção, supervisionada por Madonna e auxiliada por nomes como Dallas Austin e Nellee Hooper, por elementos “estranhos” às envergaduras do pop, como o saxofone, o xilofone e o órgão. Em vez de se render aos sintetizadores (cuja estética seria revisitada nos conceitos de Ray of Light e na mercadologia gritante de Confessions on a Dance Floor), a ideia aqui é convidar os fãs e até mesmo aqueles que entravam em primeiro contato com a identidade da lead singer a conhecer uma narrativa única. Apesar da track de abertura, “Survival”, carregar semelhanças inegáveis com Madonna do final dos anos 1980, ela serve de abertura estética àquilo que nos aguarda – e que insurge com majestade nas faixas seguintes.

A obra, ainda que não seja tão vanguardista quanto outras conterrâneas, tem uma construção única, instigante e carregada de uma acidez travestida por baladas românticas – dessa forma, alimentando faixas incríveis e memoráveis como é o caso do crescendo resguardado de “Secret” ou então da contemporaneidade de época de “I’d Rather Be Your Love”, instantaneamente guarnecida pela composição dos Isley Brothers e suas inclinações ao soul. Outras, por sua vez, cultivam sensações diversas, mergulhando de cabeça nos primórdios dos narcóticos e sensuais vocais do chamber-soul, como a ambígua “Inside of Me”, ou então para a amálgama entre R&B e jazz resguardada por “Forbidden Love” (cujo resultado é bem menos entediante do que poderíamos imaginar).

Se ‘Erotica’ nos ensinou alguma coisa, foi que Madonna não pede desculpas por estar certa e por enfrentar o status quo. Ela sempre foi astuta no tocante às composições (não é surpresa que, até hoje, seja uma das melhores de todos os tempos) e, por essa razão, tinha plena ciência de como prosseguir em tempos em que as mulheres não podiam ter a mesma liberdade criativa que os homens. De certa forma, Madonna estava acostumada àquilo e, como já havia provado diversas vezes, continuaria a destruir as barreiras de gênero em busca de melhores oportunidades para suas colegas de profissão que também pavimentavam seu caminho na esfera fonográfica. “Human Nature”, por exemplo, é um grande anthem feminista e um dos singles menos conhecidos da cantora, por criticar com ávida fúria o chauvinismo e a repressão, aproveitando para apostar em ironias cruas e aplaudíveis.

Como se não bastasse, a cantora acerta em cheio quando se trata de parcerias, unindo-se à envolvência de Meshell Ndegeocello e escolhendo a dedo suas referências a Jean Harlow, as quais atravessam os limites da música e do cinema em um entrelaço multicultural. Porém, seu auge artístico resolve dar às caras quando Björk entra em cena: a hodierna artista britânica, conhecida por seu estilo irreverente, acompanha Madonna em “Bedtime Story”. Sua progressão afasta-se da dominação do R&B noventista dos Estados Unidos e abre portas para os sintetizadores abafados do dub inglês, para os versos sem métrica e para o nirvana experimental. Em “Sanctuary”, ela volta com sua paixão poética ao recitar Walter Whitman (que acaba sendo a melhor secção de uma música oscilante).

Finalizando essa mais nova jornada em estilo burlesco e onírico com “Take a Bow”, Bedtime Stories é uma das melhores obras da rainha do pop por seu teor ao mesmo tempo melódico e digressivo, suave e áspero, dentro de composições que superam nossas expectativas e reafirmam sua magistral importância.

Nota por faixa:

  • Survival – 4,5/5
  • Secret – 5/5
  • I’d Rather Be Your love (feat. Meshell Ndegeocello) – 5/5
  • Don’t Stop – 4/5
  • Inside of Me – 4/5
  • Human Nature – 5/5
  • Forbidden Love – 4,5/5
  • Love Tried to Welcome Me – 5/5
  • Sanctuary – 3/5
  • Bedtime Story – 5/5
  • Take a Bow – 4,5/5

Crítica | Madonna – Uma instigante e ácida jornada

Madonna é um nome atemporal. A icônica cantora que despontou no início da década de 1980 deixou para trás um legado incomparável, afirmando-se e reafirmando-se como um dos pilares da música pop ao lado de Michael Jackson e, mais tarde, de Britney Spears. Madonna não apenas construiu seu nome em meio a uma cultura essencialmente machista, ainda mais considerando que seu espaço de trabalho era e ainda é a indústria fonográfica, como também revolucionou o gênero e, até hoje, por mais que ceda a alguns modismos contemporâneos, continua se renovando e encantando gerações e mais gerações. Não é surpresa, pois, que sua extensa discografia sirva de referências para diversas cantoras da atualidade – incluindo Lady Gaga, Beyoncé, Katy Perry e muitas outras.

O mais impressionante, talvez, seja a forma como seu primeiro álbum homônimo não tenha caído nos perigos do envelhecimento precoce: desde seu lançamento em 1983 até os dias de hoje, ainda que grande parte das faixas não tenha caído no gosto popular do novo público, ganham aclame por sua originalidade e suas estruturações deliciosamente envolventes. Como se não bastasse, a artista também encontrou-se no meio de uma bruta transição entre o disco e o house music, aproveitando o conturbado momento da música para se envolver e mergulhar em produções do pós-disco.

Madonna, como ficou intitulado, é um ótimo álbum cujo único pecado é ter apenas oito faixas. É claro que, levando em consideração a época em que foi lançado, uma cantora feminina não clamaria por mais protagonismo, principalmente se pensarmos que, assim como todas as outras esferas criativas da história, a música também era dominada por homens. Porém, por ter um respaldo de John Benitez, seu namorado na época. Logo, não é muita surpresa que a primeira track, chamada “Lucky Star” seja uma singela declaração amor movida pelos trejeitos já conhecidos de um brutal disco aglutinado com dançantes sintetizadores que, apesar de aparecerem por mais de cinco minutos, em momento algum nos deixam entediados.

Mesmo com a competência do escopo musical supracitado, é “Borderline” que insurge como o primeiro ápice por sua construção totalmente inesperada. A priori, a música desenrola-se sem muitas surpresas, abrindo espaço para a brilhante voz mezzo-soprano da cantora, procurando novamente os sintetizadores para criar uma atmosfera ambígua. Afinal, a letra foca num relacionamento conturbado em que a narradora atura as crises de ciúme de seu amor; as investidas instrumentais, alcançando um patamar quase encantatório, criam um paradoxo que cai por terra com a chegada do pré-chorus e, enfim, de um refrão aplaudível que se delineia com altos e baixos muito bem pontuais.

Em seu próprio álbum, Madonna consegue se reinventar. A primeira mudança vem com “Burning Up”, iniciando com a crueza da guitarra e a sutileza do baixo, até culminar em um individualismo lírico apaixonante. O arranjo híbrido dialoga com seus conterrâneos – sendo quase impossível não relacioná-la com Jackson -, mas se recusa a abandonar sua personalidade desinibida. Os sintetizadores, levemente ofuscados nessa canção, voltam com uma força gritante em “I Know It”, um tour-de-force confessional que abraça com gentileza instrumentos como o piano e o saxofone. É claro que a linearidade construtiva por vezes nos cansa, mas a doçura excessiva é travestida com uma ambiência dark no refrão e durante o bridge – como os toques proposital e excessivamente demarcados.

Após os esforços críticos e satíricos, a cantora volta às pistas de dança em sua declaração de amor à década anterior com “Holiday”. É um fato dizer que a track em questão encontra até hoje uma paixão inerente, principalmente pelos fãs mais ardentes da Rainha do pop. Entretanto, faz-se necessário dizer que, depois do primeiro chorus, a música permanece em uma incessante monotonia que, vez ou outra, adiciona um elemento fortuito que se perde em meio a tantas coisas acontecendo. De fato, nem mesmo as lyrics se salvam, consagrando-se mais por sua facilidade de ficar atado às nossas memórias que por sua profundidade (inexistente, por assim dizer). “Think of Me”, por sua vez, reencontra-se em meio a incrível potência retumbante da bateria, seguindo um crescendo adorável e retornando a uma cautelosa instrumentalização. O único obstáculo enfrentando é o fato da voz principal, por vezes, ser jogada para um infeliz segundo plano.

As especificidades do electro-pop se materializam com ainda mais poder na penúltima faixa desse breve álbum, “Physical Attraction”. O estilo em questão é inconfundível e dispensa quaisquer explicações para se apresentar nesta faixa, dividindo solidariamente sua expressividade com os vocais da artista. “Everybody”, ainda que dê uma sensação de reciclagem de investidas anteriores, é um dançante e animado jeito de concluir o EP – e até mesmo a letra bastante “instrucional” (“todo mundo, vamos, dance e cante”) prefere se manter num espaço comedido para a sonoridade instigante.

A estreia autointitulada de Madonna é apenas a primeira deliciosa jornada que uma das maiores performers de todos os tempos viria a nos apresentar. Já com suas composições iniciais, ela conquistou um triunfante patamar que apenas se reafirmaria com o passar dos anos – alcançando um chocante e honrável ápice poucos anos depois.

Nota por faixa:

  • Lucky Star – 4/5
  • Borderline – 5/5
  • Burning Up – 4,5/5
  • I Know It – 4/5
  • Holiday – 2,5/5
  • Think of Me – 4/5
  • Physical Attraction – 4,5/5
  • Everybody – 3/5

Wilford Brimley, de ‘O Enigma de Outro Mundo’, morre aos 85 anos

O ator Wilford Brimley, conhecido pelo seu papel no clássico ‘O Enigma de Outro Mundo‘, morreu aos 85 anos.

De acordo com o NY Times, Brimley lutava contra uma doença renal há dois meses.

A carreira do ator começou em 1969, com um papel em ‘Bravura Indômita‘. Desde então, ele já teve mais de 70 créditos em currículo, participando de filmes de sucesso, tais como ‘Cocoon‘, ‘Dez Minutos para Morrer‘, ‘Um Verão Inesquecível‘ e ‘O Alvo‘.

Em ‘O Enigma de Outro Mundo‘, Brimley interpretou o biólogo Dr. Blair, que, eventualmente, é assimilado pela coisa.

O ator, que teve três filhos, vivia com sua esposa Beverly.

Quarentena? Hungria Hip Hop compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o rapper Hungria Hip Hop para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘Capitão América: Guerra Civil’: Nova arte conceitual traz Barão Zemo com uma espada; Confira!

Uma nova arte conceitual de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ foi divulgada, revelando outro visual alternativo inicialmente planejado para o vilão Barão Zemo.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, o ilustrador Andy Park divulgou um material inédito, que traz o personagem portando até mesmo uma espada.

Confira:

Lembrando que Brühl vai reprisar o papel em‘Falcão e o Soldado Invernal’, e finalmente vai vestir a máscara.

Durante uma entrevista para o Collider, o astro disse que ficou emocionado ao retornar para uma produção da Marvel Studios e está ansioso para ver a reação do público sobre o retorno do vilão.

“[A diretora] Kari Skogland foi muito gentil comigo. Estávamos em Budapeste gravando algumas cenas do Zemo, e fiquei muito feliz e entusiasmado ao ver a máscara. Fiquei incrivelmente emocionado ao voltar para o MCU e mal posso esperar para ver a reação dos fãs. Não posso revelar nada, mas a evolução de Zemo foi algo que me deixou de boca aberta, e espero que o público também fique assim.”

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Mackie e Stan, a produção também conta Emily Van Camp e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

 

‘Luther’: Filme sequência vai REALMENTE acontecer, afirma Idris Elba

Desde 2018 o astro Idris Elba tem falado a respeito de um filme sequência para a aclamada série britânica Luther e agora parece que o projeto vai realmente sair do papel.

Durante um evento para a imprensa realizando pelo BAFTA Television Awards, o protagonista da produção tocou no assunto.

Elba, que será homenageado nesta edição da premiação com o BAFTA Special Award por conjunto da obra, revelou que está determinado a tirar o projeto do papel, afirmando que ele já está “acontecendo”:

“Eu tenho afirmado que gostaria de ver a série ganhar um filme e é para esse rumo que eu acho que estamos caminhando. E eu estou ansioso por fazer isso acontecer. Está acontecendo. Com um filme, o céu é o limite. Você pode ser um pouco mais ousado com as narrativas, além de poder ser um pouco mais internacional e mais grandioso. Mas John Luther sempre será o John Luther”.

Luther‘ é uma das séries mais elogiadas da BBC. Trazendo um detetive extremamente temperamental, as histórias focam nas buscas de assassinos tão perigosos quanto ele.

A 5ª e última temporada da série teve sua estreia em 2019.

Confira o trailer:

Crítica | O Inferno de Gabriel: Parte II – Romance e Sedução Para as Fãs Suspirarem

Depois de um final que deixou todo mundo em suspenso e de um loooongo mês de espera, finalmente a Passionflix liberou ‘O Inferno de Gabriel: Parte II’, e, minhas amigas, preparem-se para um encontro daqueles!

Julia (Melanie Zanetti) e Gabriel (Giulio Berruti) não estão bem. Após finalmente Gabriel ter reconhecido Julia de seu passado, Julia se dá conta de que o Gabriel que ela idealizou tanto em sua cabeça durante todos esses anos não é o mesmo que ela encontrou. Além disso, o medo de que haja complicações institucionais na faculdade (uma vez que ele é professor dela) começa a pesar sobre ambos, então, diante de tantos impedimentos – e alguns novos personagens – Julia e Gabriel decidem levar as coisas devagar e se conhecerem melhor, ao mesmo tempo em que mantêm um relacionamento amoroso às escondidas.

Um aspecto interessante da produção de Tosca Musk é que ela não foca apenas em contar uma história cinematográfica de começo, meio e fim: mais que isso, ela quer contar a história que as fãs desejam dos livros que amam. Aliás, como um todo, essa é a proposta da plataforma Passionflix, da qual Tosca é dona. Portanto, mais que entregar um filme, Tosca quer satisfazer as expectativas das fãs, mesmo que isso talvez signifique construir um longa de uma hora e quarenta e seis minutos que, no final das contas, avance pouquíssimo na trama – até porque as fãs não querem que a história acabe: elas querem toda a sedução e paixão que constrói os personagens e a história que tanto amam.

Dito isso, nessa segunda parte de ‘O Inferno de Gabriel’ temos exatamente sedução, cortejo e romance. Quase todas as cenas incluem Gabriel e Julia; pouquíssimas são as cenas com outros personagens, e a maioria foi gravada em ambientes fechados, quase sempre no apartamento dele ou dela. Temos também muitas cenas de conversas à mesa – e vários jantares intocados, que não passam despercebidos –, o que significa uma chuva de diálogos com frases de impacto bem estilo ‘Crepúsculo’, como “Eu não vou deixar suas sombras me consumirem” e “Sua virtude está a salvo comigo”. Hihihihi.

Comparativamente, a direção de Tosca Musk deu uma caidinha nessa segunda parte da adaptação da obra de Sylvain Reynard. Talvez pela pressa em lançar logo o filme para não perder o hype do primeiro lançamento, mas nessa continuação há cortes abruptos de cenas e umas transições bem esquisitas, que poderiam ter sido melhor trabalhadas. Apesar desse deslize na edição e na montagem, a fotografia do longa continua se destacando, especialmente quando coloca Melanie Zanetti e Giulio Berruti juntos, contrastando bem o biotipo de cada um dos atores, o que ajuda a reforçar a fragilidade de Julia diante do bruto professor Dr. Emerson.

Com um início que pega fogo, ‘O Inferno de Gabriel: Parte II’ entrega o que as fãs esperam: saímos do filme com a sensação de termos tido um encontro romântico com o bem-educado e misterioso Gabriel, que nos trouxe flores, nos levou para jantar e ainda por cima fala umas coisas bonitas em italiano. Depois de um encontro desses, como não sonhar de olhos abertos, esperando a parte 3?

20 Filmes Imperdíveis que Estrearam na Netflix

Agosto chegou e a Netflix preparou uma agenda de estreias caprichadas para todo o mês, trazendo o retorno de vários clássicos do cinema, em meio a lançamentos de títulos originais.

E se você está em busca de conteúdos recém-chegados na plataforma de streaming, mas não sabe exatamente o que assistir nesse sábado, separamos a agenda de estreias do dia hoje, para facilitar a sua escolha e te ajudar a preparar a maratona do fim de semana!

No Coração do Mar
Nessa história real que inspirou Moby Dick, a tripulação de um navio baleeiro luta desesperadamente para sobreviver ao ataque de uma baleia gigante. Com Chris Hemsworth.

Operação Sombra – Jack Ryan
Enquanto trabalha disfarçado em Wall Street, o analista da CIA Jack Ryan descobre um plano terrorista para derrubar a economia dos EUA.

O Núcleo – Missão ao Centro da Terra
O centro da Terra parou de girar, e o cientista Josh Keyes deve descobrir o porquê antes que o mundo literalmente desmorone. Com Aaron Eckhart e Hilary Swank.

Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão
Mahoney e seus colegas finalmente se formaram na Academia de Polícia. Agora, eles saem às ruas para combater o crime e garantir muitas risadas.

Armações do Amor
Em uma tentativa desesperada de expulsar o filho de 30 e poucos anos do ninho, seus pais frustrados contratam uma “consultora de relacionamentos”. Com Matthew McConaughey, Sarah Jessica Parker e Zooey Deschanel.

Sleight: O Truque Perfeito
Lutando para criar a irmã sozinho, um jovem mágico de rua acaba entrando para o tráfico e precisa enfrentar a crueldade do mundo das drogas.

Colateral
O taxista Max se vê diante de uma possibilidade de ganhar dinheiro fácil, mas tudo vira um pesadelo quando ele descobre que o passageiro é assassino profissional. Com Jamie Foxx e Tom Cruise.

Ressurreição
Para acabar com os rumores sobre a ressurreição de um pregador judeu, um tribuno romano e um soldado novato buscam o corpo desaparecido do homem crucificado. Com Joseph Fiennes e Tom Felton.

Lenda urbana
Três universitários fazem pouco caso de uma série de crimes horripilantes parecidos com antigas lendas, mas uma amiga descobre que pode ser a próxima vítima.

Além da Escuridão – Star Trek
O reboot de Star Trek continua com Kirk e Spock lutando contra uma ameaça terrorista à frota estelar, com a ajuda de um aliado inesperado.

Good Burger
Dois jovens tentam salvar a lanchonete de bairro em que trabalham depois que uma franquia gigante de hambúrguer se instala do outro lado da rua.

Footloose
Criado na cidade grande e apaixonado pela dança, um jovem se muda para o interior e descobre que sua atividade favorita não é permitida no seu novo lar.

Love Story – Uma História de Amor
Neste romance clássico, o futuro advogado Oliver deixa seu pai milionário revoltado ao se apaixonar por uma estudante de origem humilde.

Instinto Selvagem
Um policial tenta resistir aos encantos de uma escritora sexy que é a principal suspeita de ter cometido um assassinato igual ao de seus livros.

Fuga de Alcatraz
Em 29 anos, ninguém conseguiu fugir da intransponível penitenciária de Alcatraz, exceto três homens, entre eles Frank Morris, um espertíssimo assaltante de bancos.

Super Monstros: Turma Nova
É hora de mais aventuras! Os Super Monstros recebem novos colegas na escola. O que será que essa turminha vai aprontar?

Peter Pan
Saiba o que aconteceu antes da história clássica do Peter Pan, quando ele conheceu e até lutou ao lado do futuro rival Capitão Gancho.

Perfeita Execução: Temporada 1
Tudo muda para a jovem e talentosa ginasta Jenny Cortez quando ela troca os EUA pelo Canadá, com a família, para abrir um clube de ginástica.

Toradora!: Temporada 1
Ryūji convoca a melhor amiga da crush para se aproximar dela, mas a explosiva Taiga está de olho em um colega dele. Será que isso vai dar certo?