O Hulu anunciou hoje (18) que sua mais recente animação ‘Solar Opposites’ foi renovada para a 3ª temporada, antes mesmo da estreia do segundo ciclo.
Em entrevista ao ComicBook.com, o co-criador Justin Roiland afirmou que, apesar de estarem mantendo segredos sobre a próxima iteração, pretende fazer algo muito maior.
“Bom, posso dizer que estamos mantendo as coisas em segredo, porque queremos ver como tudo desenrola. Mas posso dizer que O Muro não está indo a nenhum lugar, mas certamente as coisas serão diferentes lá. Já um lugar onde encontramos bastante inspiração e iremos continuar com isso. Mas é provavelmente a única coisa que posso dizer”.
A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.
Em entrevista ao Deadline, o ator Oscar Isaac revelou que o aguardado remake de ‘Duna’ entrará em um novo estágio de produção em breve. Segundo ele, as refilmagens do longa-metragem começaram em agosto e, com sorte, permanecerá com a estreia fixada em dezembro.
“Faremos refilmagens adicionais em meados de agosto… Eles estão dizendo em Budapeste, na Hungria. Eu vi algumas coisas editadas juntas e está incrível. [O diretor] Denis [Villeneuve] é um artista de verdade e estou animado para ver o resultado final. É meio louco o que estamos fazendo, algumas refilmagens poucos meses antes da suposta estreia, mas isso aconteceu com ‘Star Wars’ também”.
Em entrevista ao Collider, o diretor de fotografia Greig Fraser revelou alguns detalhes sobre o filme, falando um pouco sobre seu trabalho ao lado deVilleneuve – e como ele quis se separar de outros projetos em que trabalhou
“Foi bem divertido, porque tive que esquecer bastante [do meu trabalho] em ‘Star Wars’ enquanto fazia ‘Duna’. Não foi difícil, porém. Denis e eu falamos claramente sobre como o filme deveria se parecer, e os formatos sobre isso e aquilo, então não foi difícil mudar de perspectiva. Há algumas similaridades, como os desertos. Digo, tenho certeza de que George Lucas se inspirou em ‘Duna’ quando fez ‘Star Wars’. Não sei se é sacrilégio dizer isso, mas há várias similaridades, então é possível dizer que ele pegou inspiração. Então tive que tomar cuidado fazendo tanto [‘Duna’ quanto ‘O Mandaloriano’] e não me repetir. Não apenas para o filme, mas por diversão. Odeio fazer a mesma coisa duas vezes”.
Villeneuve havia comentado que o filme irá adaptar apenas metade da história e que a intenção é fazer uma sequência. Mas Fraser insistiu que, apesar disso, o primeiro ‘Duna’ será bastante satisfatório:
“É uma história completa dentro de si mesma, com vários lugares para explorar. É um filme solo épico que as pessoas vão adorar quando assistir… É uma aventura visualmente incrível. A experiência de fazê-lo foi linda. As pessoas envolvidas com isso, eu fiquei extasiado. Parte dos atores […] são amáveis, pessoas amáveis das quais me aproximei bastante”.
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o lendário diretor David Lynch foi questionado sobre o remake do longa, incluindo se havia visto as primeiras imagens oficias ou se assistiria ao longa.
O cineasta, então, respondeu que tem “zero interesse em ‘Duna’“, o que levou o jornalista a perguntar-lhe o porquê.
“Porque foi uma dor no coração para mim. [O filme original] foi um fracasso e nunca consegui ter o corte final. Contei essa história um bilhão de vezes. Não é o filme que eu queria fazer. Eu gosto de certas partes, bastante – mas foi um fracasso completo para mim”.
A Warner Bros. lançará o filme no dia 18 de dezembro de 2020.
Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Segundo o Deadline, o prolífico diretor Edgar Wright foi contratado para comandar a o thriller criminal ‘The Chain’, adaptação cinematográfica baseada no romance homônimo de Adrian McKinty.
É algo rotineiro para os pais em toda manhã: Rachel Klein deixa sua filha no ponto de ônibus e vai trabalhar. Mas uma ligação de um número desconhecido muda tudo: é uma mulher no telefone, informando que ela tem Kylie presa e amordaçada em seu banco traseiro, e que o único jeito de Rachel vê-la de novo é seguir suas instruções de modo exato. Pagar o resgate e encontrar outra criança para abduzir. Este não é um sequestro qualquer; a criminosa é uma mãe cujo filho foi levado e, se Rachel não fizer o combinado, o garoto irá morrer.
Ontem, o mundo foi pego de surpresa com a notícia de que a Disney estaria produzindo Encanto, uma animação idealizada pelos diretores de Zootopia, que será ambientada no Brasil. Isso deixou os fãs brasileiros super ansiosos, fazendo com que eles usassem as redes sociais para sugerir o que deveria ser incluído na trama. Apesar de ser bastante animador ter um desenho da Disney no Brasil, não será a primeira vez que o país terá representantes nos grandes estúdios de animações internacionais. Por isso, o CinePOP separou algumas outras aparições do país tupiniquim nos desenhos animados. Confira!
Nos anos 40, o planeta vivia o drama da Segunda Guerra Mundial. Na época, o Brasil de Getúlio Vargas flertava com o fascismo, o que poderia acabar transformando o maior país da América Latina em base do eixo. Tentando evitar que o Brasil fechasse com o Eixo, os EUA intensificaram a Política da Boa Vizinhança, que consistia em estreitar laços culturais com a América Latina para promover o “American Way of Life” e poder expandir a indústria americana em outros países e, consequentemente, convencê-los a fechar com os Aliados. Um dos resultados mais famosos da Política da Boa Vizinhança foi a vinda de ninguém menos que Walt Disneye sua equipe de animadores para o Rio de Janeiro em 1941.
Walt Disney batendo um P.F. era tudo que você precisava ver hoje. Foto: Reprodução/ LIFE.
A viagem foi bancada pelo empresárioJohn Rockfeller, visando o lucro que a parceria entre os dois países poderia render. Hospedado no extinto Hotel Glória, Walt fez tudo que um turista poderia fazer no Rio. Passou horas e horas maravilhado com as areias e as crianças da praia de Copacabana, foi ao Pão de Açúcar, encheu a cara de caipirinha e cachaça, conheceu a cinelândia, foi a festas no Copacabana Palace, apostou no extinto cassino da Urca, se encantou com o samba das passistas… Sempre com a câmera a tiracolo. Dessa paixão, nasceu o papagaio Zé Carioca. Típico malandro carioca, o personagem fez sua estreia no clássico imortal Alô, Amigos!, que traz diversos personagens sul-americanos, como Pedro, um aviãozinho do Chile, e o Pato Donaldfazendo um tour pela Cidade Maravilhosa com seu camarada Zé Carioca ao som de Aquarela do Brasil. A representação do Rio pelos artistas da Disney é uma das mais bonitas que a cidade já recebeu, ficando marcada pela cena clássica do Papagaio Carioca levando o amigo americano para tomar um golinho de cachaça em Copacabana.
Entre um autógrafo e outro, Walt Disney fotografava nas areias de Copacabana. Foto: Reprodução.
O filme ficou marcado pelo beijo de Aurora Miranda no Pato Donald.
Ainda sob efeito da Política da Boa Vizinhança, a Disney lançou mais uma animação focada na América Latina. Narrado por Ary Barroso, o filme traz mais uma vez o Pato Donald assistindo a um filme sobre as Aves Raras da América do Sul. Então, começa uma viagem por alguns países do continente. Em certo momento, o Zé Carioca – sempre ele – leva o amigo para conhecer Salvador, na Bahia. Em solo baiano, o Pato Donalddança, arruma briga e se apaixona por Aurora Miranda, irmã da lendária Carmen Miranda, enquanto ela canta “Os Quindins de Iaiá”.
Tsubasa com a camisa do São Paulo virou uma imagem querida dos torcedores do Tricolor Paulista
O anime que conta a história de Oliver Tsubasaem sua trajetória para se tornar o maior jogador de futebol da história do Japão fez muito sucesso no Brasil nos anos 90. E como a paixão pelo futebol no Japão tem muito a ver com a ida de Zico para o Kashima Antlers, diversas versões de astros brasileiros aparecem ao longo do desenho, como o ídolo da Democracia Corintiana, Sócrates; Rivaldo, o camisa 10 do Penta; Além de um brasuca próprio, Carlos Santana. Conforme as temporadas vão passando, há inclusive um jogo entre São Paulo X Flamengo. Na versão mais recente do mangá, a Seleção conta com Soga Yuji, um lateral que joga no Vasco.
O lateral Soga Yuji joga em São Januário pelo Vasco. Ele quer se provar digno do futebol brasileiro.
Duelo Shaolin (2003)
A jornada pessoal de Raimundo Pedrosa (meio) é um dos pontos mais legais da série.
Duelo Shaolin é um dos desenhos animados mais legais e criativos dos anos 2000. Ao longo de 52 episódios, a série animado mistura elementos da cultura oriental com a ocidental, fazendo dela uma série com conteúdo, filosofia, artes marciais e bastante humor. A trama acompanha quatro pequenos monges de diferentes partes da Terra, Omi, Kimiko, Raimundo e Clay, que precisam se unir no templo Xiaolin para defendê-lo e impedir que Wuya e o atrapalhado Jack Spicer consigam os Shen Gong Wu. A série é cheia de misticismo, golpes de luta e viradas na trama. A maior delas envolve Raimundo, o monge do Rio de Janeiro, que passa vários episódios sendo “descolado” e irritadinho, até o momento em que ele não consegue mais controlar sua personalidade impulsiva e se une a Wuya para ajudá-la a recuperar seu corpo. Raimundo Pedrosa é um dos personagens mais legais justamente por ser impulsivo e viver cheio de dúvidas. Tem até um episódio que mostra um flashback dele treinando seus golpes no alto do Pão de Açúcar.
Os famosos ataques de tubarão do nordeste foram citados de forma bem humorada em “Tá Dando Onda”.
Conhecido pela dublagem maravilhosa que abrasileirou praticamente todas as falas dos personagens, Tá Dando Ondaé um mockumentary sobre o pinguim surfista, Cadu Maverick. Ele deixa de lado sua cidade natal, o Frio de Janeiro (Ou Shiverpool, no original), para realizar seu sonho de disputar o campeonato de surf do Big-Z. Além do Frio de Janeiro, o Kentucky, de onde vem o João Frango, virou o Pantanal. Fora outras várias referências ao Brasil feitas pela maravilhosa equipe de dublagem. No entanto, na versão original já havia um personagem brasileiro. Um dos pinguins surfistas selecionados para o torneio vem da Bahia. A cena de apresentação dele mostra ele com um tubarão preso no “popô”.
“Ai papai, apaixonei” é apenas um dos exemplos das expressões abrasileiradas da dublagem dessa animação divertidíssima.
Super Onze (2008)
Os melhores jogadores da Copa do Mundo de Super Onze.
Seguindo uma premissa bastante parecida com a de Super Campeões, Super Onze é outro anime sobre futebol que começa falando sobre um time de colégio que usa golpes especiais para jogar bola e vencer o torneio. No entanto, as coisas vão evoluindo e os Super Onze acabam enfrentando equipes alienígenas, versões maléficas deles mesmos até serem convocados para defender a Seleção do Japão na Copa do Mundo juvenil de futebol. No caminho dos alunos da escola Reymond estão as melhores equipes do mundo, incluindo a temida Seleção Brasileira do astro internacional Mac Roniejo. Mac, o camisa 10 do time, foi inspirado no Ronaldinho Gaúcho, então ele joga pra caramba e comemora dando a famosa sambadinha do ex-craque do Barcelonae Atlético Mineiro. Todas as jogadas da Seleção Brasileira tem alguma coisa relacionada a samba, praia, carnaval e aves exóticas. É engraçado, mas completamente estereotipado.
A Seleção Brasileira comandada por Mac Roniejo. Spoiler: o desempenho é tão decepcionante quanto o da Copa de 2006.
Up – Altas Aventuras (2009)
O Paraíso das Cachoeiras foi baseado em um monte brasileiro.
Up é um dos clássicos imortais da Pixar. A história do velhinho que decide viajar para a América do Sul em sua casa com balões de gás hélio é extremamente criativa e sensível, principalmente quando ele vai fazendo amigos pelo caminho e descobre que a vida não é feita de apenas uma única aventura. No filme, o destino de Carl (Chico Anysio) é o Paraíso das Cachoeiras, que foi baseado no Monte Roraima, um monte que faz fronteira com Brasil, Venezuela e Guiana. A própria “Kevin” é baseada na Narceja, uma ave nativa do sertão brasileiro.
O Monte Roraima faz fronteira com três países sul-americanos.
Roteiro fofo, visual incrível, personagens carismáticos e trilha sonora fantástica. Tem como não gostar desse filme?
Falar de animações que mostram o Brasil e não citar Rio seria um pecado. Dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha, Rio traz a história de Blu (Jesse Eisenberg), uma ararinha azul que é traficada ainda filhote para os EUA. Anos mais tarde, ele se torna a última ararinha macho da espécie e precisa voltar ao Rio de Janeiro para procriar com Jade (Anne Hathaway) e impedir que as ararinhas azuis sejam extintas de uma vez por todas. Porém, ao chegar na Cidade Maravilhosa, traficantes invadem o jardim zoológico e roubam o casal, que precisa encontrar um jeito de voltar para casa com um agravante: Blu não sabe voar. O filme é lindo e mostra alguns dos principais cartões postais da cidade, como o Cristo Redentor, a Vista Chinesa, o Pão de Açúcar, o antigo Maracanã, os Arcos da Lapa, a praia de São Conrado, o sambódromo e por aí vai. Ao mesmo tempo, alguns problemas sociais são mostrados, como o tráfico, os meninos de rua e o jeitinho brasileiro. Além do visual fantástico da antiga capital do Brasil, o longa conta ainda com uma trilha sonora bem envolvente produzida por Carlinhos Brown.
Na nova série animada do Mickey, o camundongo favorito de todos vem para o Brasil em duas ocasiões. Ele assiste a um jogo da Seleção Brasileira no Maracanã, contando com um um Zé Carioca narrador. Na outra oportunidade, Minnie vem para o Rio aprender a sambar. Enquanto ela cai na dança, o Mickey se envolve em confusões e acaba sendo salvo pelo mágico poder do samba voador da namorada. São fofos demais e o estilo de animação dessa série fazem desses episódios verdadeiras maravilhas.
O rebolado voador de Minnie salva a pele do simpático camundongo no curta.
Apesar do nome, a sequência se passa na região Norte do país.
Com o sucesso do anterior, uma sequência foi aprovada para estrear em ano de Copa do Mundo no Brasil. Com os olhos do mundo virados para cá, até que não foi uma má ideia utilizar a sequência para explorar novas paisagens do Brasil. Dessa vez, Blu e Jade vão para a Amazônia conhecer uma colônia de ararinhas azuis sobreviventes. Com sua nova família, o casal precisa enfrentar um grupo de madeireiros ilegais antes que eles destruam o novo lar. A trama da sequência não é tão boa quanto a do primeiro filme, mas a amostra da cultura e das atrações da região Norte do país dão um grande charme pro longa.
Enquanto vários acreditavam que o gênero da rom-com não conseguiria se reinventar, o longa-metragem ‘Com Amor, Simon’ veio para cumprir o que prometia e com uma subversão dos dramas coming-of-age LGBTQ+ que tanto povoaram o cinema nos últimos anos. A mistura quase perfeita e emocionante baseada no romance homônimo de Becky Albertalli tornou-se um sucesso sem precedentes que, apesar da espetacularização do romance gay, nos envolveu do começo ao fim. E, seguindo os passos de tantas produções de sucesso comercial e crítico, o filme deu origem a uma série derivada intitulada ‘Love, Victor’ que, apesar de não chegar no mesmo patamar que a obra original, também entrega o que propõe ao longo de breves dez episódios.
Puxando a ideia predecessora, a trama gira em torno de Victor Salazar (Michael Cimino), um jovem prestes a fazer dezesseis anos que se muda do conservador e tradicionalista estado do Texas para a cidade de Atlanta, porque sua família resolveu recomeçar a vida do zero após alguns problemas que não ficam claros nos primeiros episódios. E, com o auge da adolescência, o protagonista percebe que sua descoberta sexual está à flor da pele, lutando contra sua orientação e tentando se apaixonar por alguma menina de sua nova escola. Eventualmente, Victor vai contra quem realmente é se envolve com Mia Brooks (Rachel Naomi Hilson), a garota mais popular e legal do colégio, chamando a atenção dos outros alunos – e daqueles que querem apenas sua desgraça. O problema insurge quando ele cria laços de amizade muito fortes com o adorável e sedutor Benji (George Sear), colocando em xeque sua normatividade autoimposta.
Logo de cara, percebe-se que a série criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger se restringe às fórmulas das comédias dramáticas românticas – o que não é um problema, visto que esse é a premissa da qual se valem. Desde o conflito interno até as externalidades sociais (que envolvem seu núcleo familiar de criação religiosa e uma escola que se diz fora dos padrões, apesar de não ser), Victor é o centro de uma história que já sabemos como irá terminar. Ele tenta ao máximo aproximar-se fisicamente de Mia, provando para si mesmo que é um “garoto normal”, mas em segredo troca mensagens com Simon (Nick Robinson reprisando seu papel do longa através de voiceovers e uma breve aparição) contando sobre seu cotidiano e como as coisas não vêm saindo como o esperado.
Diferente de outras produções contemporâneas do gênero, a estética visual se afasta-se da costumeira sobriedade azulada e volta-se para uma vibrante construção artística que reflete a cultura latina dos personagens principais. Mais do que isso, se distancia de uma presença majoritariamente branca para dar voz a outras minorias que, apesar de convergirem para uma celebração da diversidade, eventualmente rendem-se a diálogos convencionais o bastante para não sair da zona de conforto, mas não coeso o suficiente para indicar uma exploração além do que o público está acostumado.
As dinâmicas entre personagens seguem uma linha bastante e que não diverge muito da solidez e praticidade das obras adolescentes. O tímido e recém-chegado Victor é recebido de braço abertos pela altiva personalidade de Felix (Anthony Turpel), que o apresenta ao Creekwood High e o avisa sobre em quem ele deve confiar ou não; pouco depois, entra em conflito com o astro do basquete local, Andrew (Mason Gooding), um jogador passivo-agressivo que utiliza o humor como defesa e como ataque ao mesmo tempo, afastando todos ao seu redor; quando esses dois mundos diferentes colidem, o atrito causado é recheado de potencial, por mais previsível que seja. E, no topo de tudo isso, temos também a presença de alguns atores cuja essência é desperdiçada sem qualquer explicação, como a professora de educação sexual, Srta. Thomas (Ali Wong), e a vice-diretora, Srta. Albright (Natasha Rothwell).
A cereja do bolo vem com a habilidade dos criadores em usar todos os pontos automaticamente reconhecíveis das rom-coms em favor próprio. A ambiência convidativa passa longe do espectro pedante de construções audiovisuais que querem ser mais do que conseguem, deixando suas claras mensagens tomarem conta das tramas principais e secundárias. De qualquer forma, o escapismo promovido pelo show é uma amálgama de paradigmas sondados à exaustão entre os anos 1990 e 2000, talvez numa tentativa oscilante mimética de revivê-los em uma apresentação moderna. Desde a patricinha da escola até a rebelde sem causa, cada estereótipo técnico está presente no programa.
‘Love, Victor’ é um presente bem-vindo em tempos complicados como os de hoje. Permitindo ser tão pura, mesmo que não tão coerente, quanto a que a precedeu, a obra é uma ótima opção para se devorar nos próximos dias.
O aclamado e emocionante ‘Toy Story 3’ completou dez anos no dia de hoje (18) e, em comemoração ao infinito legado da franquia animada, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais.
Com seu amado Andy se preparando para ir para a universidade, Woody, Buzz Lightyear e o resto dos brinquedos enfrentam o seu maior medo de serem esquecidos quando são colocados no sótão. Mas, por engano, acabam no meio-fio. Woody, o único escolhido para acompanhar Andy, percebe o erro e salva a gangue, mas os brinquedos acabam em uma creche. Lá, todos percebem que existe um lugar com brincadeiras infinitas, mas os pequenos são incontroláveis e Woody e sua turma decidem planejar uma grande fuga.
A animação levou para casa o Oscar de Melhor Animação e tornou-se o primeiro do gênero a cruzar a marca de US$1 bilhão nas bilheterias mundiais.
Às vezes eles interpretam melhores amigos em frente às câmeras e mal permanecem por mais de 5 minutos no mesmo ambiente por trás delas. Se o grande desafio é fazer os dramas nos bastidores não ultrapassarem para dentro das telas, muitas vezes não há muito como esconder da mídia que um dos seus protagonistas não gosta do outro — ou que um deles tem um sério problema com os produtores e roteiristas.
As recentes acusações de mau comportamento da atriz Lea Michele nos bastidores de Glee, algo que vinha sendo um forte rumor desde os tempos áureos da série, aliás, fizeram os fãs relembrarem todos os problemas que fizeram o clima nos bastidores virar notícia. E, como não foram poucos, o CinePOP resolveu relembrar esta e outras séries que tiveram mais drama com as câmeras desligadas do que com elas ligadas.
Os “ataques de estrelismo” da intérprete de Rachel Berry foram denunciados por membros do elenco principal da série — incluindo Heather Morris, intérprete de Brittany S. Murphy, que confirmou que era “muito difícil” trabalhar com a atriz. Após a publicação de Samantha Ware em suas próprias redes sociais gerar uma onda de acusações contra Michele, outras pessoas confirmaram o clima hostil, e embora Amber Riley não tenha dito que sofreu maus-tratos, deu apoio aos colegas que se sentiram lesados.
Esta não é a primeira vez queGlee fica sob holofotes controversos. Naya Rivera (Santana Lopez) escreveu em seu livro autobiográfico que o convívio com Lea era complicado e que sua personagem chegou a ser ofuscada a pedido da protagonista. O próprio showrunner, aliás, já se pronunciou sobre as confusões internas que não soube administrar:
“Foram os melhores e os piores momentos da minha vida. Havia muita briga, muita gente dormindo com muita gente e terminando. Foi um bom treinamento para ser um pai, vou dizer isso”, falou para a Entertainment Weekly. “Se eu pudesse voltar no tempo, teria feito as coisas de forma diferente com muitos daqueles atores. Ainda sou muito próximo a alguns deles (…) mas com outros não fluiu muito bem, e disso eu me arrependo”, completou em declaração ao THR.
Grey’s Anatomy
Foram tantas as crises nos bastidores de Grey’s Anatomy que temos uma matéria completa apenas listando as 10 principais. Aqui, portanto, vamos relembrar a confusão com Katherine Heigl. Embora a eterna Izzie Stevens tenha deixado a série em março de 2010, a confusão começou dois anos antes, quando a atriz retirou a sua inscrição para concorrer ao Emmy alegando que “não sentia que tinha recebido material o suficiente para ser considerada uma indicada”. A situação, é claro, causou um incômodo, e Shonda Rhimes justificou que a personagem tinha menos tempo de tela porque a própria atriz havia requisitado uma agenda mais leve, em virtude de seus demais compromissos.
Ainda assim, apesar de ter voltado para a temporada cinco, ela acabou se cansando da situação e anunciando sua saída. “Trabalhamos duro para encontrar uma forma amigável e graciosa de deixar o passado para trás. É triste mas é o que eu quero.” Mesmo que tenha parecido uma saída supostamente amigável, tanto Rhimes quanto Ellen Pompeo confirmaram posteriormente que foi uma situação desconfortável para todos os envolvidos.
A troca de atrizes para o papel de Tia Vivian a partir da 4ª temporada ocorreu porque Janet Hubert teve um conflito com o astro Will Smith. À época, os dois alegaram que o motivo foi “divergência criativa”, também conhecida como a desculpa oficial para “treta das bravas”. Posteriormente, Smith confessou que ele e a atriz não se entendiam bem nos bastidores, e os rumores dizem que ele deu um ultimato para os produtores. Entre ela e ele, não dava para fazer Um Maluco no Pedaço sem… o maluco do pedaço.
A dinâmica entre Julianna Margulies e Archie Panjabi era bem diferente daquela entre Alicia e Kalinda emThe Good Wife. Quando os rumores de que elas estavam filmando separadamente começaram a se espelhar, as especulações aumentaram e o motivo, supostamente, seria um ciúme da vitória de Panjabi no Emmy, e o afastamento das duas dificultou toda a rotina da produção, embora o real motivo nunca tenha sido oficializado.
Charlie Sheen, que era literalmente o rei do show na comédia que já foi a mais bem-sucedida da televisão, não era exatamente uma pessoa fácil de se lidar, mas as coisas pioraram quando ele passou a apresentar um comportamento errático que se transformou em violência verbal. O ator lutava contra abuso de substâncias, mas a situação ficou tão desconfortável que ele foi demitido da série e substituído porAshton Kutcher.
Buffy the Vampire Slayer
Buffy e Willow eram amigas nas telas, mas Sarah Michelle Gellar e Alyson Hannigan começaram a ter problemas de convívio a partir da 3ª temporada, já que Hannigan supostamente se irritava com o comportamento de Gellar, que tinha vontade de priorizar sua carreira em ascensão e estava pronta para encerrar os trabalhos em BtVS a qualquer momento. Quando a série enfim foi encerrada, em seu sétimo ano, foi justamente porque a protagonista disse “basta”.
O que não quer dizer, é claro, que não exista uma legião de fãs apaixonados por Buffy até hoje. Clássico é clássico.
Quando filmavam Sex & the City, rumores apontam que Kim Cattrall e Sarah Jessica Parker preferiam rodar suas cenas separadamente, obrigada. Isso porque Parker recebia o maior salário entre as principais, o que causou um desconforto quando elas não precisavam estar juntas em cena.
A questão salarial não era restrita apenas à série da HBO, e outra que enfrentou algo semelhante foiArquivo X. No final dos anos 90, o conflito entre equipe e elenco se acirrou porque Gillian Anderson supostamente recebia apenas metade do salário de David Duchovny. O próprio ator, inclusive, chegou a mover um processo contra a Fox em 1997 por disputas salariais, mas parece que tudo se resolveu eventualmente, já que a série teve uma sobrevida em 2016.
A série adolescente pós-apocalíptica da CW se viu no meio de águas turbulentas em 2016 quando matou dois personagens queridos pelo público e foi extremamente criticada por reforçar estereótipos negativos de representatividade LGBT. O drama ficou ainda mais confuso quando Ricky Whittle, que na época interpretava Lincoln, concedeu uma entrevista ao Afterbuzz TV e revelou que a morte de seu personagem não aconteceu porque ele queria sair para seguir outros trabalhos (o ator viria a protagonizar Deuses Americanos logo após), mas porque o showrunner Jason Rothenberg tornava o clima nos bastidores insuportável, fazia perseguições e eventualmente teria o “forçado” a pedir demissão.
Desperate Housewives não sofreu por falta de drama, mas um deles acabou com um processo de US$ 20 milhões. Isso quando Nicollette Sheridan, que interpretava Edie, acusou o criador Marc Cherry de abuso, quando ele teria a agredido na cabeça durante uma briga. A personagem foi eventualmente morta na série, algo que causou um franco declínio de audiência.
Embora na USS Enterprise o clima fosse agradável, William Shatner e George Takei preferiam ignorar a existência um do outro fora das câmeras. Takei afirmava que Shatner era egoísta, e o outro também não fazia questão de esconder o clima desagradável entre ambos da mídia.
É Dan Harmon vs Chavy Chase em uma das comédias mais amadas da TV, um drama que, segundo o criador da série, tomou proporções bastante exageradas na mídia.
Tudo escalonou quando Pierce Hawthorne deveria fazer uma piada de cunho racista, e o ator negou-se a rodar a cena. No momento, ele disse a palavra n*gga (um termo altamente ofensivo), e saiu da sala deixando para trás uma Yvette Nicole Brown bastante desconfortável. Ele afirma que estava dizendo a palavra para provar seu ponto de vista contra a piada do roteiro, e não direcionando-a a qualquer um dos presentes.
Mas quando retornou disposto a, no fim das contas, gravar a tal cena, descobriu que toda a discussão havia sido vazada para a imprensa.
O seu comportamento errático já havia sido um problema antes, quando o ator se recusou a gravar uma cena importante para o episódio final da 3ª temporada. Depois disso, Harmon ligou para Chase a fim de tirar satisfações, e ouviu uma resposta bastante mal-educada.
A suposta briga entre Dan Harmon e Chevy Chase foi transformada em manchetes de jornais e revistas por semanas. No fim das contas, insatisfeito e cansado, Chase saiu na metade da 4ª temporada da comédia, após Harmon ter sido demitido no final da 3ª (e felizmente recontratado para a 5ª).
Há exatos dez anos, a franquia ‘Toy Story’ era trazida de volta a vida com seu terceiro capítulo., trazendo de volta a glória iniciada ainda em 1995 com um dos melhores longas-metragens de todos os tempos.
Depois de emocionar fãs ao redor do mundo com uma narrativa competente e um suposto adeus que fecharia o ciclo dos brinquedos mais famosos do cinema (o que provaria ser mentira, visto que teríamos ‘Toy Story 4’ quase uma década mais tarde), o legado da recém-finalizada trilogia da Pixar se estenderia por bastante tempo, explorando temas como confiança, amadurecimento e amizade.
Agora, em comemoração a esse dia tão especial, o CinePOP separou uma singela lista com 10 curiosidades sobre a produção.
Confira:
ORIGINALMENTE, LOTSO APARECERIA NO PRIMEIRO FILME
Lotso é um fofo ursinho de pelúcia com cheiro de morango que provou ser um dos personagens mais medonhos e tiranos do panteão animado da Disney-Pixar. Entretanto, ele originalmente deveria aparecer em ‘Toy Story’ (1995) segundo o diretor e produtor John Lasseter, mas a companhia não conseguia acertar o tom e a textura do pelo do brinquedo.
SUNNYSIDE FOI INSPIRADA EM PRISÕES REAIS
Para construir a creche Sunnyside, a equipe da Pixar assistiu a diversos filmes sobre prisões. O diretor Lee Unkrich declarou em uma entrevista que “há vários filmes prisionais no mundo, e acho que assistimos a cada um deles”.
A VOZ DO BEBEZÃO FOI GRAVADA POR UM BEBÊ CHAMADO WOODY
Para a fala única de Bebezão no filme (“Mamãe”), a equipe realizou audições com vários bebês. O ator-mirim escolhido se chama Woody – e, na verdade, Unkrich brincou sobre o fato de tê-lo escolhido por causa do nome.
ANIMADORES PASSARAM SEMANAS TRABALHANDO NOS SACOS DE LIXO
Quando ‘Toy Story 3’ foi feito, os animadores da Pixar já haviam descoberto como trabalhar com água e pelo. Apesar deste último aspecto ser um problema no começo, o verdadeiro desafio veio com a animação dos sacos de lixo do filme. Visto que esses objetos têm propriedades especiais, como reflexão da luz, os animadores passaram semanas trabalhando para deixá-las impecáveis.
Tom Hanks e Tim Allen, que viveram os protagonistas Woody e Buzz na franquia, respectivamente, insistiram em gravar suas falas juntos, o que é extremamente raro para produções animadas. Eles amavam a química dos personagens que compartilhavam nas telonas.
ANIMAÇÕES FORAM FEITAS DO ZERO
Durante os primeiros estágios de desenvolvimento do longa, quando as pessoas olharam para o trabalho do primeiro ‘Toy Story’, eles descobriram que não conseguiriam editar nenhum dos modelos 3D antigos; afinal, os avanços tecnológicos de renderização os tornaram incompatíveis com os novos softwares. Como resultado, tudo teve que ser recriado do zero.
PRIMEIRO FILME ANIMADO A CRUZAR MARCA BILIONÁRIA
Além de ser extremamente aclamado e ter levado para casa o Oscar de Melhor Animação em 2011, ‘Toy Story 3’ quebrou recordes de bilheteria. O filme quebrou a marca de US$1 bilhão na arrecadação, tornando-se a primeira obra animada a realizar tal feito – alcançando, inclusive, o 4º lugar no ranking de maiores bilheterias de todos os tempos.
CARRO DO PIZZA PLANET APARECE NO FILME (DE NOVO)
O carro de entrega do Pizza Planet, que se tornou marca registrada de todos os filmes da Pixar (com exceção de ‘Os Incríveis’), deu as caras de uma forma mais sutil em ‘Toy Story 3’. Aqui, o veículo aparece dando “carona” para Lotso, Chuckles e Bebezão em uma sequência de flashback.
O icônico grupo flamenco Gypsy Kings fez uma participação especial na animação e emprestou sua memorável voz (e instrumentos) para a trilha sonora. No final do filme, a música-tema “You’ve Got a Friend Me” é cantada em espanhol – e tal rendição veio de uma versão irretocável da banda.
PERSONAGENS INFINITOS
‘Toy Story 3’ tem nada menos que 302 personagens, o maior número de qualquer longa-metragem dos estúdios Pixar.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, Osgood Perkins, diretor do terror ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, revelou que adoraria dirigir um filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘.
“Eu adoraria dirigir um filme da franquia ‘Sexta-Feira 13’. Os direitos autorais da franquia estão uma bagunça atualmente… é difícil. E há algumas questões esquisitas sobre isso, tipo você ter direito ao título, mas não ter direito à máscara. Os direitos autorais da máscara e do título são detidos por pessoas diferentes.”
Ele continua,“Acredito que o Lebron James está envolvido como o novo filme. Eu adoraria dirigi-lo. Seria incrível. Por exemplo, eu não quis fazer ‘Halloween’, mas esse filme seria totalmente perfeito pra mim. Jason é o meu cara. Além disso, será o 13º da franquia.”
No começo da semana, Stephen King compartilhou uma ideia fantástica sobre um livro focado no icônico vilão.
The best novel idea I never wrote (and probably never will) is I JASON, the first-person narrative of Jason Voohees, and his hellish fate: killed over and over again at Camp Crystal Lake. What a hellish, existential fate!
“A melhor ideia de um livro que eu nunca escrevi (e provavelmente nunca escreverei) é ‘Eu, Jason’. Seria uma narrativa em primeira pessoa do Jason Voorhees e o seu destino infernal: morrer repetidamente no acampamento Crystal Lake. Que existência condenada!”
Logo em seguida, o autor brincou ao dizer que sua ideia poderia virar filme pela Blumhouse.
Vale lembrar que os direitos da franquia estão enfrentando uma tortuosa batalha na justiça. O roteirista Victor Millere o diretor Sean S. Cunningham, responsáveis pelo primeiro ‘Sexta-Feira 13‘, brigam há anos pelo controle de tudo que está relacionado à saga.
Lembrando que o último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.
De acordo com o Variety, a produtora Emma Watts não retornará para a sequência ‘Deadpool 3‘ após produzir os dois primeiros filmes da franquia. Watts era a presidente de produção da 20th Century Fox, e seu desligamento da franquia se deu à compra da Fox pela Disney, onde o controle criativo do personagem passa a ser do Kevin Feige e da Marvel.
Vale lembrar que ela também produziu outros sucessos do estúdio, como ‘Logan‘ e o aclamado reboot de ‘Planeta dos Macacos‘, e ainda está envolvida na produção das sequências de ‘Avatar‘.
Recentemente,Ryan Reynolds confirmou que a Marvel Studios já está desenvolvendo ‘Deadpool 3‘.
Questionado sobre o próximo filme do Mercenário Tagarela, o astro foi de poucas palavras, mas revelou:
“Bom, estamos trabalhando nisso agora com toda a equipe da Marvel Studios. É tudo muito insano, é só o que posso dizer. Então, sim, estamos trabalhando nisso.”
Infelizmente, Reynolds não deu nenhum detalhe sobre um possível data de estreia e nem se a sequência irá manter a classificação para maiores de idade.
Embora isso possa não ser uma confirmação oficial, o fato de Reynolds fazer questão de mencionar a ‘Fase 5’ pode ser uma sugestão sobre o futuro do ‘Deadpool’ noMCU.
Na história, Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri.
Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.
Tom Hanksretorna como o protagonista Robert Langdon. Felicity Jones, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por ‘A Teoria de Tudo‘, vive Sienna Brooks, médica que auxilia Langdon na recuperação de suas memórias.
Ron Howard dirige e David Koepp roteiriza.
‘O Código Da Vinci‘ (2006) arrecadou US$ 758,2 milhões mundialmente, enquanto ‘Anjos e Demônios‘ teve uma recepção morna em 2009, e encerrou com US$ 485,9 milhões arrecadados em todo o mundo.
‘Passageiros‘, superprodução estrelada por Chris Pratt e Jennifer Lawrence, foi disponibilizado no catálogo da Amazon Prime.
Na trama escrita por Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’, ‘Prometheus’), uma nave espacial transporta milhares de pessoas para um planeta colônia, que tem uma avaria em uma de suas câmaras de sono. Como resultado, um único passageiro é despertado 90 anos antes de qualquer outra pessoa. Diante da perspectiva de envelhecer e morrer sozinho, ele finalmente decide acordar um segundo passageiro, marcando o início do que se torna uma história de amor única.
A espera acabou!!! Fãs do romance hot ‘O Inferno de Gabriel’, da escritora Sylvain Reynard, finalmente podem desfrutar da primeira parte da história, que acaba de ser disponibilizada na plataforma de streaming Passionflix. E o resultado é tudo de bom.
Para quem não leu o livro, o enredo gira em torno de Julianne Mitchell (Melanie Zanetti), uma estudante de Mestrado em Literatura Italiana que se muda para Toronto, no Canadá, onde inicia os estudos e busca a orientação do Professor Doutor Gabriel Emerson (Giulio Berruti). Entretanto, Dr. Emerson não parece nem um pouco inclinado a ajudá-la, deixando claro seu desprezo pela jovem. Porém, como é possível imaginar, rapidamente essa repulsa se transforma em atração, e é aí que a coisa toda entre eles pega fogo.
A escolha de Tosca Musk para ficar à frente do projeto é totalmente acertada. Tosca consegue adaptar a atmosfera de tensão sexual crescente (tão pulsante nos livros) entre os protagonistas, fazendo uso do contraste físico (Gabriel é muito mais alto e bonitão do que Julia) e de um posicionamento de câmera que coloca o espectador acompanhando a mocinha o tempo todo, de modo que a gente acompanha os sentimentos dela.
Os atores escolhidos para os papéis principais conseguem construir uma Julia e um Gabriel à altura do imaginário das fãs. A insegurança, a dúvida, a inocência que Melanie Zanetti confere à protagonista é crível, e seu rostinho “comum” a aproxima da realidade das espectadoras, que conseguem se ver no lugar de Julia. Já Giulio Berruti entrega um Gabriel deliciosamente odiável, que gera repulsa e desejo ao mesmo tempo, brincando com as fantasias do professor malvadão no imaginário das espectadoras.
Não passa despercebido, entretanto, as inúmeras semelhanças deste filme com o aclamado ‘Cinquenta Tons de Cinza’ – não só na estrutura narrativa, como também em algumas cenas que são bem iguais (por exemplo, a cena em que Julia fica de quatro no departamento de Gabriel, pegando suas coisas que caíram no chão, que é igualzinha à cena em que Anastasia Steele cai de quatro no escritório de Christian Grey.) A diferença reside no fato de que enquanto ‘Cinquenta Tons’ ocupa o recheio da sua trama com sexo e bdsm, ‘O Inferno de Gabriel’ preenche sua história com literatura e cultura italiana, em especial com o livro “O Inferno de Dante“, de Dante Aliguieri. Bravo.
E são exatamente essas semelhanças que ajudaram a construir o sucesso de ‘O Inferno de Gabriel’. Por isso, o filme pensou em todas as formas de como agradar às fãs, e entrega um filme sensualmente pecaminoso, com um final que vai deixa a gente de queixo caído e ansiosa pela parte dois.
De acordo com o Bloody Dusgusting, a Universal e a Blumhouse estão produzindo uma nova versão de ‘O Enigma de Outro Mundo‘, o clássico de terror dirigido por John Carpenter em 1982.
Foi dito que o longa será uma adaptação fiel do conto ‘Who Goes There?‘ (Quem vem lá?), escrito por John Campbell e publicado em 1938.
Além disso, o longa irá adaptar trechos adicionais do conto pela primeira vez, já que estavam perdidos por décadas e foram disponibilizados online há alguns anos.
Maiores detalhes não foram revelados e parece que a ideia ainda está nos estágios inicias, então não há informações sobre elenco, diretor e previsão de estreia.
Para quem não sabe, ‘O Enigma de Outro Mundo‘ também ganhou outra adaptação em 2011, estrelada por Mary Elizabeth Winstead e Adewale Akinnuoye-Agbaje.
No entanto, a versão mais popular foi estrelada por Kurt Russell, que interpreta um pesquisador tentando sobreviver ao ataque de um alienígena que estava congelado há milênios na região da Antártida.
E, durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Musker admitiu que não ficou animado com a onda de remakes live action promovidos pelo estúdio.
“Não posso negar que fiquei impressionado com os remakes live-action da Disney… Jon Favreau é um cineasta brilhante, mas o remake de ‘O Rei Leão‘ não me deixou nem um pouco animado, vi ali personagens sem expressão… para ser sincero não me envolvi com o filme. Tirando ‘Malévola‘, não estou animado com os remakes live action. Acho que só gostei de ‘Malévola‘ porque o foco é a vilã e não a Princesa Aurora.”
Musker continuou e alfinetou o estúdio, dizendo que atualmente as bilheterias falam mais alto que a criatividade.
“Eu prefiro assistir conteúdo original, e os contos de fadas estão perdendo sua essência. Mas ‘Frozen 2’ já arrecadou mais de US$ 1 bilhão, então acho que a minha opinião importa, não é?”
Lembrando que a Disney faturou US$ 10 bilhões somente em 2019, e uma parte deste valor veio dos remakes live-action, como Aladdin’ (US$ 1,051 bilhão) e ‘O Rei Leão‘ (US$ 1,656 bilhão).
Depois de assistirem ‘Toy Story 3‘, os irmãos Morgan e Mason McGrew decidiram recriar o filme usando a técnica de stop-motion, o que levou cerca de 8 anos para ser concluído.
Usando seus próprios bonecos, uma câmera de smarthphone, e muita criatividade e improviso, eles conseguiram finalizar o filme e entraram em contato com a Disney.
De acordo com o Comic Book, os animadores do estúdio ficaram tão impressionados com o resultado, que permitiram aos irmãos que divulgassem o longa completo online.
Publicado há menos de uma semana no YouTube, o vídeo já ultrapassou as 800.000 visualizações.
Confira o resultado:
Lançado em 2010, ‘Toy Story 3‘ foi um sucesso de crítica e pública, alcançando 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando US$ 1,067 bilhão ao redor do mundo.
Lembrando que o filme mais recente da franquia é ‘Toy Story 4’ (2019), que arrecadou 1,073 bilhão e teve 97% de avaliações positivas.
Confira o trailer:
Dirigido porJosh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.
Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.
Durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, Zoe Kravitz foi questionada sobre quais quadrinhos ela está lendo enquanto se prepara para interpretar a Mulher-Gato em ‘The Batman‘.
Em resposta, a atriz disse que está se inspirando nos primeiros quadrinhos do Batman e da Mulher-Gato, o que pode indicar o tom do filme.
“Nos pediram para ler ‘Batman: Ano Um‘ e foi uma leitura bem esclarecedora. Mas eu gostei mesmo de ‘Mulher-Gato: Ano Um‘, de Mindy Newell e J.J. Birch, porque é uma história linda e realmente incrível. Selina é muito durona nessa história.”
Kravitz ainda afirmou ter amado o traje da anti-heroína e se surpreendeu ao ver Robert Pattinson caracterizado como Batman.
“Eu amei [o traje da Mulher-Gato]. É engraçado, pois eu não sabia quão difícil era fazer algo tão simples quanto um traje. Mas a Jacqueline Durran, responsável pelo figurino, é genial.”
Sobre ter visto Pattinson caracterizado pela primeira vez como o herói, ela disse que:
“Ficou incrível. Quando ele está usando o traje, ele é o Batman. Ele ficou realmente incrível. Quando eu fiz o teste para o filme, eu me senti um pouco boba. Ele estava vestido apenas com metade do traje, pois era um teste de câmera, e nós estávamos fazendo uma cena super dramática. Às vezes, eu ficava ‘Meu Deus, isso está acontecendo’ e outras era tipo ‘Isso é engraçado’.”
Lembrando que as gravações de ‘The Batman‘ foram interrompidas por tempo indeterminado no Reino Unido.
Mas o Ministério da Saúde da nação insular informou que o retorno das produções cinematográficas será autorizado em breve, já que alguns países da região estão afrouxando as medidas de isolamento social.
Mesmo assim, a Warner Bros ainda não divulgou uma data para o retorno das gravações de ‘The Batman‘, que estreia em 01 de outubro de 2021.
Além de Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.
Em seu perfil do Twitter, a emissora The Weather Network publicou um vídeo mostrando uma estranha bola de fogo verde e brilhante sobrevoando o noroeste da Austrália na noite de domingo, 14 de junho de 2020.
Tudo indica que o fenômeno foi causado pela queda de um fragmento de meteoro, mas diversos internautas estão convencidos que foi a passagem de um membro da Tropa dos Lanternas Verdes.
Alguns ainda brincaram, dizendo que os heróis intergalácticos finalmente irão salvar o ano de 2020 após tantas notícias ruins.
“Não vou mentir, a humanidade está precisando de um Lanterna Verde.”
Not going to lie. Humanity needs a green lantern right now.
— Host of @TheElitePundit Show (@IamBrianEmeka) June 16, 2020
Falando nisso, o Comic Book divulgou que o produtor e roteirista Geoff Johns ficará responsável por supervisionar a vindoura série ‘Lanterna Verde’ para a HBO Max.
Johns não é estranho ao panteão de super-heróis, visto que já desenvolveu histórias do personagem em questão para a DC Comics. Além disso, ele foi nomeado como Presidente da DC Entertainment em 2016, com missão de gerenciar os filmes baseados nas propriedades intelectuais da editora.
Anunciado ano passado pela Warnermedia, o projeto também trará o nome do produtor Greg Berlanti.
Dois Lanternas Verde irão aparecer na série ao longo do vilão Sinestro. Mais detalhes sobre a narrativa e sobre a equipe técnico-criativa não foram anunciados ainda.
Em 2019, Berlanti garantiu de modo categórico que a produção, ao lado da também confirmada ‘Strange Adventures’, irá cativar os fãs:
“Essas duas propriedades originais da DC que vamos desenvolver para a HBO Max serão diferentes de tudo que você já viu na televisão. Uma delas é uma série antológica de contos com censura, que se passa em um mundo onde os super poderes existem. Já a outra promete ser a nossa maior série da DC já feita na história e ela nos levará ao espaço com o Lanterna Verde, mas não posso revelar nada mais a respeito disso por hora”.
A série ‘Strange Adventures’, por sua vez, trará diversos personagens do cânone da DC e vai explorar “contos morais sobre como as vidas de mortais e super humanos se cruzam”. A produção acompanha Adam Strange, um homem de dois mundos, um arqueologista que acabou se tornando um herói intergalático ao ser enviado ao planeta Rann.
Esse projeto ainda conta com Sarah Schechter, parceira de Berlanti, como a produtora executiva. John Stephens (‘Gotham‘) assume o cargo de showrunner e roteirista da produção.
No ano passado, a atriz Yetide Badaki (‘American Gods‘) revelou ao Comic Book que adoraria interpretar Ororo Munroe, a Tempestade, nos filmes dos ‘X-Men‘ planejados para o MCU.
Na ocasião, ela disse que:
“Não acho que isso é surpresa para ninguém, mas como uma mulher negra e de origem africana, eu adoraria interpretar Tempestade.”
E parece que a estrela continua fazendo campanha para chamar atenção da Marvel Studios.
Em seu perfil do Twitter, ela compartilhou a entrevista do ano passado e afirmou:
Pelo visto, este será um papel bastante disputado, já que Zazie Beetz e Janelle Monáe também manifestaram interesse em viver a heroína.
Durante uma entrevista para o Black Girls Nerd, Monáe foi questionada se gostaria de atuar em alguma adaptação dos quadrinhos, ao que ela respondeu:
“Eu adoraria interpretar a Tempestade em uma trilogia dos ‘X-Men‘. Seria como realizar um sonho, porque ela é uma personagem forte e poderosa. Eu sempre a admirei.”
Confira a entrevista completa:
Na primeira trilogia dos ‘X-Men‘ (2000 – 2006), a Tempestade foi vivida por Halle Berry, que reprisou o papel em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014).
Recentemente, a heroína foi vivida por Alexandra Shipp em ‘X-Men: Apocalipse‘ (2016) e ‘X-Men: Fênix Negra‘ (2019).
Lembrando que Monáe vai estrelar a 2ª temporada de ‘Homecoming’, já está disponível na Amazon Prime.
Mandatory Credit: Photo by Richard Shotwell/Invision/AP/REX/Shutterstock (9059187el)
David Arquette arrives at the LA premiere of "Mike Tyson: Undisputed Truth" at the Pantages Theatre on Friday, March8, 2013 in Los Angeles
LA Premiere of Mike Tyson Undisputed Truth, Los Angeles, USA
Em entrevista ao SiriusXM, o ator David Arquette foi questionado sobre o retorno de mais algum membro do elenco original para o quinto filme da franquia ‘Pânico’ – como Courteney Cox ou Neve Campbell, que estão na saga desde o primeiro longa-metragem. Entretanto, a resposta foi um tanto quanto evasiva.
“Não posso falar sobre isso”, ele revelou. “Por enquanto, sou só eu. Não sei se mais alguém irá fazer. Não sei qual será meu papel. Quer dizer, eu serei Dewey de novo, mas não podemos falar sobre nada”.
Durante uma outra entrevista para a AP Entertainment, Arquette foi questionado sobre sua presença e qual seria a importância de Riley na trama.
No entanto, o astro brincou e disse:
“Quando eu assinei o contrato, tinha uma cláusula dizendo que o Ghostfce virá atrás de mim se eu revelar qualquer coisa. Pois é, é bem intenso, então não sei o que posso dizer sobre isso, literalmente. Mas estou animado por voltar a trabalhar com Kevin Williamson e esses novos cineastas que estão assumindo a direção. Me sinto abençoado por fazer parte disso.”
Arquette disse que está ansioso para reprisar seu papel e relembrar a época em que trabalhou ao lado de Wes Craven, co-criador da franquia ao lado de Williamson.
“Eu toparia fazer qualquer coisa que Wes estivesse interessado em fazer, porque eu adoraria ver seu legado seguindo em frente. Ele meu mentor, minha grande influência… Vai ser como voltar no tempo e relembrar todos os momentos incrivelmente importantes que compartilhei com ele e o quão influente ele foi na minha carreira.”
Confira:
“I’ve got such a big mouth, I can’t talk about anything,” jokes @DavidArquette. He says he doesn’t want to spoil details about the upcoming “Scream 5.” pic.twitter.com/LnvZBYm7eh
Em entrevista ao Comic Book, Williamson revelou que já leu o roteiro da sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o legado de Craven“.
“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico‘. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento‘ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico‘. Estou animado por fazer parte disso.”
Sobre o envolvimento do Williamson, como produtor executivo da nova sequência, e seu legado na franquia, os diretores declararam: “É impossível expressar totalmente o quanto o trabalho do Wes Craven e os filmes da franquia significam para nós, tendo grande impacto em nós como roteiristas. As histórias incríveis do Kevin Williamson nos inspiram há décadas e estamos honrados por ter a oportunidade de fazer parte desse universo que o Wes e o Kevin construíram juntos. O roteiro do Jamie [Vanderbilt] e o Guy [Busick] é incrível e faz justiça ao legado da saga. Estamos animados para trazer a vocês esse novo capítulo da franquia.”
Lembrando que a atriz NeveCampbell revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme.
Na trama, veremos Sidney Prescott no século 21.
“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era”
Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt (‘Casamento Sangrento’) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretorWes Craven.
“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.
Kevin Williamson, que roteirizou quase todos os filmes da franquia, será o produtor executivo do novo longa.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Depois do lançamento de ‘Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015. Neste ano, o show ganhou uma terceira e última temporada.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.