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‘O Esquadrão Suicida’: Pete Davidson fala sobre sua participação no longa

Em entrevista ao Yahoo Movies UK, Pete Davidson falou um pouco sobre sua participação no aguardado ‘O Esquadrão Suicida‘, que será uma espécie de reboot do primeiro filme.

“Eu tive que vestir um traje grande e desconfortável, mas eu pude segurar armas e coisas assim.”

Ele continua, “[O elenco e a equipe] foram muito divertidos de se trabalhar. Nós nos divertimos muito.”

Recentemente, imagens do ator caracterizado foram vazadas na internet. Confira:

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Além disso, novas fotos do set revelaram o novo visual da Harley Quinn (Margot Robbie), clicada usando um vestido vermelho e com uma aparência bem diferente de ‘Aves de Rapina‘.

Confira:

harley quinn red dress

Margot Robbie Harley Quinn 1 Margot Robbie Harley Quinn 2 Margot Robbie Harley Quinn 3

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

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Castelo amaldiçoado traz os mortos à vida no trailer do terror ‘The Living Dead’; Assista!

O terror ‘The Living Dead‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Fredi Nwaka.

Cinco criminosos são forçados a se esconder da polícia em um castelo assombrado. O terror do grupo começa quando eles descobrem que acordaram uma antiga maldição do lugar, que serve para proteger o seu tesouro.

O elenco conta com Jessica-Jane Stafford, Tim FaradayFabrizio Santino e Winston Ellis.

O longa ainda não possui previsão de estreia.

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Pai solteiro encontra amor novamente no trailer do drama ‘Em Busca de um Milagre’

O drama ‘Em Busca de um Milagre‘ ganhou um trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por David McAbee.

Quando a morte repentina da esposa grávida de Luke vira seu mundo de cabeça para baixo, ele deve pegar os pedaços enquanto cria sua filha e com o tempo descobre uma segunda chance de amor.

Randy Wayne, Mandahla RoseAdrienne Barbeau estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘O Crush Perfeito’: Versão brasileira do reality ‘Dating Around’ ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de ‘O Crush Perfeito‘, versão brasileira do reality ‘Dating Around‘.

Confira:

Cada um tem o seu segredo na hora da paquera. Nesse novo reality brasileiro, seis pessoas vão mostrar pra todo mundo como elas agem durante um encontro às cegas. Entre tantos encontros, beijos e declarações, alguns vão ficar sozinhos, outros não.

A produção será lançada na plataforma no dia 10 de julho.

‘Expresso do Amanhã’: Cenários da série são destaque em novo vídeo dos bastidores

A TNT divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Expresso do Amanhã‘ (Snowpiecer).

Confira:

O próximo capítulo vai ao ar no dia 15 de junho.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

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Mansão mal-assombrada oferece 100 mil reais para quem sobreviver à sua experiência

O dono da controversa e assustadora Mansão McKamey está oferecendo um pagamento de 20 mil dólares, em torno de 100 mil reais, a qualquer um que consiga sobreviver à terrível de experiência de ficar na casa.

Amy Milligan foi um dos nomes a ter entrado em McKamey e disse que a experiência era muito extrema. Laura Hertz Brotherton, por sua vez, comentou em entrevista ao Nashville Scene que “ainda tem cicatrizes de tudo que fizeram comigo. Eu fui esbofeteada no rosto várias e várias vezes”.

Mesmo com esses relatos, Russ permanece convidando quem for corajoso o suficiente para participar do evento, inclusiva lançando um vídeo anunciando a nova atração, “Desolation”, prometendo um novo nível de terror.

Confira:

Todos os visitantes devem passar por certas exigências: eles devem estar munidos de uma declaração de “aptidões físicas e mentais”, passar por diversos exames médicos e assinar um termo de responsabilidade de 40 páginas.
Veja mais informações aqui.

Teoria diz que Nick Fury é [SPOILER] desde ‘Capitão América: Soldado Invernal’

Uma das cenas pós-créditos deHomem-Aranha: Longe de Casa’ surpreendeu os fãs dos quadrinhos, ao revelar que o Nick Fury que vimos ao longo de todo o filme é de fato um Skrull.

Essa surpresa abriu margem para novas especulações a respeito da verdadeira identidade de Fury e uma nova teoria sugere que, de fato, talvez o público tenha vista um Fury falso ao longo dos últimos filmes da Marvel.

A especulação aponta que o Fury falso estaria sendo apresentado nas telonas desde que o verdadeiro quase morreu na metade de ‘Capitão América: Soldado Invernal‘ (2014). As alegações apontam que após ser emboscado pelo Soldado Invernal, o agente estaria na beira da morte, tendo sido resgatado e levado para o espaço para que pudesse ser curado por meio da tecnologia Skrull, com Talos substituindo-o desde então.

Para fortalecer o argumento, a teoria apresenta pequenas provas de filmes que sucederam o segundo capítulo de ‘Capitão América‘. Uma das supostas pistas estaria em ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015), onde Fury come um sanduíche cortado na diagonal.

Em ‘Capitã Marvel‘ ele revela que não consegue comer uma torrada se ela for cortada na diagonal, o que provaria que sua atitude contradiz um argumento antigo seu, sugerindo que talvez este não seria o verdadeiro Nick Fury.

Indo mais além, outra “prova” seria a forma como a personagem Mariah Hill – que também era um Skrull durante todo o filme ‘Longe de Casa‘- se direciona ao Fury. Ao longo da sequência do Teioso, ela o chama várias vezes de Nick, apesar dele mesmo admitir em ‘Capitã Marvel‘ que ninguém o chama dessa forma.

E você, o que acha dessa teoria? Compartilhe suas percepções nos comentários!

Opinião | Alanis Morissette fez história com ‘Jagged Little Pill’ – e ainda a faz 25 anos depois

Los Angeles, 1994.

Depois de se mudar do Canadá para os Estados Unidos, procurando continuar sua efervescente carreira musical para além de seu país de origem, Alanis Morissette ainda não era um nome conhecido. É claro que a cantora e compositora havia feito sucesso considerado com o lançamento de seu álbum autointitulado – mas o fracasso comercial de ‘Now Is the Time’ a fez procurar por novos ares. E foi nesse meio tempo que ela conheceu o musicista Glen Ballard (que viria a se tornar o primeiro produtor de Katy Perry duas décadas mais tarde), que a levou para a Maverick Records e ficou responsável pela supervisão do que se tornaria um dos álbuns de maior sucesso crítico e comercial de todos os tempos.

Um ano mais tarde, nascia ‘Jagged Little Pills’. O primeiro álbum internacional a transformou numa das vozes mais influentes da indústria fonográfica, vendendo mais de 33 milhões cópias ao redor do mundo e levando para casa nada menos que cinco estatuetas do Grammy, incluindo o prêmio de Álbum do Ano. Ninguém poderia imaginar que o outrora ato de abertura de Vanilla Ice permaneceria no pódio da artista mais jovem ao levar um dos maiores prêmios da indústria musical (21 anos) por uma década e meia – e ninguém também tinha em mente que, até hoje, o álbum carregaria um legado gigantesco, entrando nas mais diversas listas de melhores obras de todos os tempos. E, dentre os nomes que já citaram Morissette como principal influência, temos desde a rainha latina Shakira até a explosão do pop-rock Pink, a queridinha Avril Lavigne e Perry – que, em 2012, chamou o CD do “maior ato feminino já feito”.

Mas o que fez dessa produção uma obra-prima tão grandiosa? Bom, se levarmos em conta o escopo sonoro dos anos 1990, que vinha sido dominado pela crescente voz de Madonna ao longo de sucessos como Erotica e Bedtime Stories e da exultação do estilo R&B (canalizados principalmente por Prince, Boys II Men e Mariah Carey), Alanis saiu das sombras com um produto bastante original que transmutava o extremismo dos estilos musicais para uma fusão muito bem-vinda que variava desde o rock alternativo até o dance-pop, afastando-se também da propaganda estilística e exilada de seus trabalhos anteriores. Reintroduzindo também o esquecido new jack swing (que voltaria para mais um respiro em 2020), suas misturas inesperadas, aliadas a rendições perfeitas de uma mezzosoprano que não tem medo de dizer o que pensa, caíram no gosto popular com força majestosa.

Talvez o melhor conceito que se possa tirar desse álbum é sua coesão. Composto apenas ao lado de Ballard, é notável a organicidade de Jagged Little Pill– e, ao mesmo tempo, como sua construção se distancia das costumeiras fórmulas mercadológicas dos anos anteriores. De fato, cada faixa é própria para um tipo de público e, ao juntá-las em um único lugar, percebe-se que a narrativa amorosa e de autossuficiência proferida pela artista insurge como crítica ferrenha ao ultrarromantismo que vinha se apoderando da esfera mainstream. Na faixa de abertura, “All I Really Want”, Alanis imprime sua paixão pelos escritos de Charles Dickens e se compra à personagem Estella (Grandes Esperanças), envolvida em um relacionamento nada confortável e que beira a toxicidade; já em “You Oughta Know”, uma de suas músicas mais conhecidas e controversas, ela faz uma declamação bastante pessoal sobre um ex-amante (que até hoje permanece um mistério).

Dominando instrumentos como piano, guitarra e violão – e a presença pungente de sintetizadores oitentistas para adornar um pouco mais cada track -, Morissette acerca em cheio cada inflexão artística que imprime no álbum. Mais do que isso, ela tem uma sutileza invejável e emocionante que cria simetrias assimétricas entre suas canções, “parnasiando-se” em uma métrica poética e vocais surpreendentes – flertando inclusive com as difíceis notas de um soubrette delicioso. Seja na reflexiva “Mary Jane” ou na borbulhante “Ironic”, tudo converge para um equilíbrio dramático do mais alto calibre, ressignificando os conceitos engessados da música para algo muito maior do que poderíamos prever.

Não é surpresa que praticamente todas as faixas do CD viraram singles promocionais e continuam a nos encantar mesmo num momento em que a indústria exala talentos novos a cada mês que se inicia. Alanis cativou uma geração inteira através de performances espetaculares e alter-egos que influenciaram toda sua carreira internacional – voltando às raízes com “Reasons I Drink”, canção de seu aguardado álbum ‘Such Pretty Forks on the Road’ que foi adiado em virtude da pandemia do COVID-19. Enquanto é difícil encontrar o mínimo dos deslizes ao longo das treze faixas, remasterizadas cinco anos atrás, é mais complicado ainda escolher um ponto alto da obra: afinal, temos “Hand in My Pocket” e a otimista “You Learn”, ou então a suavidade de “Wake Up” que entra em contraste com a gritante e urgente “Forgiven”.

Eventualmente, Jagged Little Pill permanece, em suas bodas de prata, como um dos grandes momentos da história fonográfica – não é surpresa que a impactante trama que une as canções tenha se transformado em um musical rock em 2018, ganhando uma versão para a Broadway poucos meses depois e tornando-se criticamente aclamado. Como já foi provado mais de uma vez, o legado de Alanis Morissette vive em cada artista que ouse ir de encontro ao padrão, voltando às glórias de 1995 com paixão inveterada.

‘The Reckoning’: Novo terror do diretor de ‘Abismo do Medo’ ganha primeiras imagens

O novo terror do cineasta Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), intitulado ‘The Reckoning‘, ganhou as primeiras imagens.

Confira:

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The Reckoning2

O longa, ambientado em 1665, irá explorar um período “aterrorizante da história”, tendo como plano de fundo a Peste Negra e a caça às bruxas na Inglaterra.

A trama segue Evelyn Haverstock (Kirk), uma jovem viúva, assombrada pelo recente suicídio de seu marido Joseph, que é falsamente acusada de ser uma bruxa pelo senhor de suas terras depois de rejeitar seus avanços indesejados.

O elenco conta com Charlotte Kirk, Joe Anderson, Steven Waddington, Sean Pertwee, Matt Ryan, Ian White e Emma Holzer.

O terror irá estrear oficialmente na 24ª edição do The Fantasia International Film Festival, no Canadá.

‘Resident Evil 8’ poderá ter três personagens jogáveis

Novos rumores do insider Dusk Golem apontam que ‘Resident Evil 8‘ pode ter três personagens jogáveis, incluindo o Ethan de ‘Resident Evil 7‘.

Ethan será o grande protagonista do novo jogo e será jogável por cerca de 50-60% da história. Não foram revelados quais serão os outros personagens que os fãs poderão controlar, mas rumores apontam que o próximo capítulo irá apresentar uma nova personagem, chamada Emily, que também terá importância na trama.

Vale lembrar que Chris Redfield também está cotado para retornar.

Dentre possíveis detalhes do novo jogo, o Biohazard Declassified revela que o Ocultismo terá grande importância na trama. Em uma temática parecida com o quarto jogo da franquia, o novo capítulo deve girar em torno de culto que adora as criaturas criadas por um novo vírus.

O novo vírus será transmitido pelo ar, o que causará alucinações nos protagonistas.

O grande antagonista do novo jogo será Alan R., um conde que vive em um castelo perto do vilarejo onde o jogo será ambientado. Rumores também apontam o retorno do vilão Alex Wesker. O jogo se passará no vilarejo, castelo, cavernas e irá focar, em geral, em ambientes ao ar livre.

O próximo capítulo deve ser intitulado ‘Resident Evil: Village‘ e se passará na Europa. Além disso, a trama contará com o retorno de Ethan Winters, protagonista do sétimo jogo.

O lançamento oficial deve acontecer no primeiro semestre de 2021.

Vale lembrar que o remake de ‘Resident Evil 3‘, estrelado pela Jill Valentine, foi lançado recentemente.

Confira o trailer:

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

Filme sobre OVNIs da Amazon Prime está dando o que falar nas redes sociais…

A Amazon Prime acertou em cheio em lançar em seu catálogo o suspense ‘The Vast of Night‘, ou ‘A Vastidão da Noite‘.

Além de conquistar os críticos, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, o suspense sobre OVNIs agradou também o público.

Nas Redes Sociais, os usuários do streaming são só elogios. Confira:

Além disso, o longa foi muito elogiado pela crítica especializada pela qualidade fílmica do diretor Andrew Pattersonque é estreante e faz de ‘The Vast of Night‘ seu projeto na direção.

E para você se preparar para o que vem por aí, confira as principais avaliações da crítica especializada:

“Patterson não é uma piada e seu filme é um combinação cuidadosa de gravidade e agitação”. – Anthony Lane, New Yorker

“O filme cuidadosamente vai aonde os grandes filmes de ficção científica costumavam ir”. – Johnny Oleksinski, New York Post

“O filme é um desses pequenos milagres: Uma estreia na direção, feita a troco de nada, que estabelece um jovem cineasta de evidente pulso firme”. – Jake Coyle, Associated Press

“Se você é um grande fã de ‘Além da Imaginação’, talvez você tenha paciência para ‘The Vast of Night’. Mas para todos os demais, esse filme parecerá uma viagem fria e longa”. – Tom Santilli, Movie Show Plus

“Com o diretor de fotografia Miguel Ioann Littin Menz, Patterson transforma a câmera em uma presença encarnada e desagradável e, quando ela voa, o filme também”. – Manohla Dargis, New York Times

Assista ao trailer:

Andrew Patterson dirige o longa. James MontagueCraig W. Sanger assinam o roteiro.

No auge dos anos 1950, em uma fatídica noite no Novo México, uma jovem operadora de switchboard e um carismático DJ descobrem uma estranha frequência de áudio que poderia mudar a vida da pequena cidade em que vivem – e o futuro. Entre chamadas perdidas e sinais de rádio, os dois embarcam numa aventura em busca do desconhecido.

Sierra McCormickJake Horowitz estrelam a produção.

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‘Shark Bait’: Novo terror irá misturar ‘Tubarão’ com ‘Jogos Mortais’; Saiba mais!

Altitude, a mesma produtora por trás do terror com crocodilos ‘Medo Profundo‘, lançado em 2007, está desenvolvendo um novo filme com tubarões assassinos, intitulado ‘Shark Bait‘, que está sendo descrito como uma mistura entre ‘Tubarão‘ e ‘Jogos Mortais‘.

Na trama, “Quando quatro mochileiros embarcam em uma aventura incrível na costa Australiana, nadar com tubarões brancos, eles logo percebem que estão nas mãos de um predador muito mais perigoso…”

O longa será dirigido por Sean Lahiff, que é responsável pelos efeitos visuais de filmes como ‘Gravidade‘, ‘Prometheus‘ e ‘Jogos Vorazes‘.

Confira o primeiro cartaz:

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Novas informações do projeto devem sair em breve.

‘The One and Only Ivan’: Filme com Angelina Jolie será lançado direto no streaming

A Walt Disney anunciou que ‘The One and Only Ivan‘, uma adaptação do livro best-seller sobre um gorila muito especial dirigido por Thea Sharrock, terá sua estreia exclusivamente no Disney +, em 21 de agosto de 2020.

O filme, que estava programado para ser lançado nos cinemas, é um conto inesquecível sobre a beleza da amizade, o poder da observação e o significado do lar. ‘The One and Only Ivan‘, que surge na tela em um impressionante híbrido de live-action e CGI, é baseado no livro de Katherine Applegate, que ganhou inúmeros prêmios desde sua publicação, em 2013.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

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Crítica | Chloe e Halle Bailey superam todas as expectativas com ‘Ungodly Hour’

A dupla Chloe x Halle, formada por Chloe e Halle Bailey, surgiu ainda em 2013 com uma arte que fazia covers a diversas divas do pop. Não demorou muito para que a lendária Beyoncé se apaixonasse pela rendição que as irmãs haviam realizado com “Pretty Hurts”, uma de suas músicas mais icônicas. A partir daí, as duas aceitaram o convite de integrarem a multi-milionária Parkwood Entertainment, supervisionada pela Queen-B, e entrando em uma carreira meteórica em tempo recorde. Não é surpresa que, sendo consideradas como o brilhante futuro do R&B, elas já tenham sido indicadas a duas categorias do Grammy Awards e, a cada dia, são agraciadas com uma fama merecida.

Agora, dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZA, Cardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.

A maior conquista desse novo álbum é, com certeza absoluta (e como já foi mencionado por cima), a versatilidade sonora à qual somos apresentados. Afinal, seguindo os passos – e as claras influências – de Destiny’s Child, Aaliyah e Alicia Keys, Chloe e Halle não pensam duas vezes antes de provarem para o que vieram. A introdução mescla-se com fluidez a “Forgive Me”, uma faixa bombardeada com o espectro do trap e do trap-pop através das batidas de uma seca percussão e de um orgânico piano ao fundo – e, apesar de sua coesão do começo ao fim e de performances on point de ambas as integrantes da dupla, é um tanto quanto destoante quanto colocada ao lado das críticas e pungentes tracks que a procedem, incluindo a onírica “Baby Girl” e a nu-funk “Do It” (que não poderia ser mais representativo à estética noventista que influencia as cantoras).

À medida que as breve treze faixas vão se desenrolando, percebe-se que as artistas tratam sua imagem sem quaisquer escrúpulos, transformando-se em audaciosas vozes para a nova geração e em futuros ícones da música, livrando-se de rótulos segregacionistas para dar vida a um gênero próprio – do mesmo modo que Solange com ‘When I Get Home’, ou até mesmo AURORA com basicamente todas as suas produções. Essa concepção abstrata começa a se concretizar com a trindade formada por “Tipsy”, a faixa homônima Ungodly Houre “Busy Boy” – esta certamente uma das melhores canções do ano.

“Tipsy” funde em um mesmo escopo sinestésico o oitentismo dos sintetizadores, os drills e a familiar retroatividade de uma bateria usada de forma nada ortodoxa, resgatando o aspecto atribulado do new jack swing com poder descomunal e uma letra que discorre sobre relacionamentos tóxicos e um estigma histérico comumente associado às mulheres pretas; Ungodly Hour reduz o tempo em uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas da obra; concluindo o streak irretocável, “Busy Boy” opta por uma atmosfera dark que nos arremessa de volta para os últimos anos da década de 2010, pegando certas progressões que dialogam com o extinto e subestimado grupo Mis-Teeq.

“Catch Up”, por sua vez, é um irreverente divisor de água que dá início à segunda metade do álbum, optando por afastar-se do confortável saudosismo e fixar-se na atualidade e num futurista prospecto para o gênero analisado nesta crítica. É a partir daí que o interlúdio-esque “Overwhelmed”, pecando pela curtíssima duração, se arquiteta e prepara o terreno para a balada com ares new-wave “Lonely”, valendo-se de inflexões emocionantes que alcançam agudos que não achávamos necessários até ouvirmos. Já em “Don’t Make It Harder On Me”, temos um convite gospel guiado pelo baixo e pela guitarra e por um dos maiores anthems R&B dos últimos anos, revestindo-se com solilóquios sobre superação e amadurecimento.

Em comparação às obras que nos entregaram nos anos anteriores, as irmãs Bailey parecem finalmente ter se rendido à esfera menos faturada e mais voltada à cultura mainstream – e talvez esse seja o único erro desse glorioso CD. Afinal, à medida que o retorno às faixas lentas e respaldadas nos conceitos fonográficos da elegia épica, percebe-se que, novamente, nada é o que parece ser e, se imaginávamos alguma coisa, a construção das tracks muda de direção no meio do caminho – “Wonder What She Thinks of Me” é a principal representante desse choque proposital. “ROYL”, nutrindo-se de uma mimética cortesia para ‘Lemonade’, é a perfeita canção para fechar esse ciclo de pura sensorialismo que não nos cansa em momento algum.

‘Ungodly Hours’ supera todas as expectativas que tínhamos acerca da identidade da dupla Chloe x Halle, mostrando que, dia após dia, sua presença ganha mais fúria em um momento crítico para a representatividade e para o padronizado entretenimento contemporâneo.

Nota por faixa:

  • Intro – 5/5
  • Forgive Me – 4/5
  • Baby Girl – 5/5
  • Do It – 4,5/5
  • Tipsy – 5/5
  • Ungodly Hour – 5/5
  • Busy Boy – 5/5
  • Catch Up (feat. Mike WiLL Made-It) – 4,5/5
  • Overwhelmed – 4/5
  • Lonely – 4,5/5
  • Don’t Make It Harder On Me – 5/5
  • Wonder What She Thinks of Me – 4,5/5
  • ROYL – 5/5

‘Mulan’ não terá músicas porque ninguém canta na guerra, afirma a diretora

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Disney's MULAN..Mulan (Yifei Liu)..Photo: Jasin Boland..© 2019 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

Agora que a Disney está investindo em adaptações live action de suas animações, a maioria das canções originais estão presentes nas cenas musicais.

No entanto, o live action de ‘Mulan‘ não terá um ‘momento musical’, como em ‘O Rei Leão‘ e ‘Aladdin‘, o que pode decepcionar alguns fãs.

Em entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro explicou a decisão de remover a cantoria e garantiu que é por um bom motivo: “Ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.

“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

A estreia é prevista para 23 de Julho.

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‘Watchmen’: 2ª temporada depende apenas de Damon Lindelof, diz HBO

Watchmen tornou-se um dos grandes sucessos da HBO no ano passado, levando o público a imaginar se a produção teria uma segunda temporada.

Segundo o executivo da emissora, Casey Bloys, o próximo ciclo da aclamada série está inteiramente em dependência do showrunner Damon Lindelof. Entretanto, o criador já havia comentado que não considerava construir mais anos para o show.

“Se ele tiver uma ideia pela qual está bastante animado, então também estou animado”, Bloys comentou em entrevista ao The Hollywood Reporter. “Se ele quer fazer outra coisa, então é isso que quero fazer”.

Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

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Rupert Grint defende a comunidade trans após polêmica carta aberta de J.K. Rowling

O astro de ‘Harry Potter‘, Rupert Grint, fez uma declaração categórica em favor da comunidade trans, após a polêmica carta aberta emitida pela autora da saga de livros homônimos, J.K. Rwoling.

Em um comunicado ao The Times, ele defendeu o direito das pessoas trans viverem suas vidas de formas livres e sem julgamentos:

“Eu firmemente me posiciono com a comunidade trans e ecoo os sentimentos expressados por muitos dos meus colegas. Mulheres trans são mulheres. Homens trans são homens. Nós todos deveríamos ter o direito de viver e amar sem julgamento”.

Leia a carta de J.K. Rowling na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

A atriz Emma Watson, que interpretou Hermione Granger em todos os oito filmes da série ‘Harry Potter‘, veio a publico defender as pessoas trans.

“As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser. Quero que meus seguidores trans saibam que eu e tantas outras pessoas ao redor do mundo te vemos, te respeitamos e te amamos por quem você é.”

 

‘Mulan’ será o primeiro blockbuster a chegar nos cinemas pós-quarentena

Com os Estados Unidos se preparando para rebarir as redes de cinema ao redor do país, os grandes estúdios já começam a reprogramar sua grade de lançamentos para o segundo semestre deste ano.

E a versão live-action de Mulan será o primeiro blockbuster a estrear nas telonas pós-quarentena. Com o novo adiamento de ‘Tenet’ de 17 de julho para o dia 31 do mesmo mês, o novo longa da Disney agora se consagra (até o momento) como sendo o maior destaque na reabertura das redes de cinemas.

Mulan‘ continua com sua estreia prevista para o dia 23 de Julho.

Antes de ‘Mulan‘, ‘Fúria Incontrolável’- estrelado por Russel Crowe – e ‘The Broken Hearts Gallery‘ – produzido por Selena Gomes – chegam aos cinemas no dia 10 de julho.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.  

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

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‘Mulher-Maravilha 1984’: ‘A espera valerá a pena’, afirma Gal Gadot sobre novo adiamento

A atriz Gal Gadot comentou sobre o novo adiamento de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, por meio de uma publicação no Twitter.

Demonstrando entusiasmo com a nova data, a intérprete da heroína ainda aproveitou a ocasião para agradecer ao apoio do fãs neste momento tão turbulento:

“A nova data de estreia de MM 1984 é dia 02 de outubro de 2020. Uau, isso está finalmente acontecendo e eu não poderia estar mais empolgada! Para todos os fãs que permaneceram conosco durante esse período, muito obrigado! Nós não teríamos conseguido fazer isso sem vocês. Estou muito empolgada para que vocês vejam esse MM84, a espera valerá a pena”. 

Ao invés de 14 de Agosto, o filme chega aos cinemas apenas em 2 de Outubro.

Na trama, Max Lord lança um artefato que realiza desejos, mas terão um preço, uma espécie de efeito colateral. O desejo de Barbara Minerva em ser uma “Mulher-Maravilha”, a transformará inadvertidamente na Mulher Leopardo. Já a Princesa Diane, cujo desejo foi trazer seu amado Trevor de volta à vida, terá que encarar a perda de seus poderes. Ou parte deles.

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

 

‘Godzilla vs Kong’: Diretor comenta adiamento da sequência

Em virtude do surto de coronavírus, a Warner Bros. decidiu remanejar as datas de estreias de seus principais blockbusters, entre eles, a de ‘Godzilla vs Kong‘.

E o diretor do longa, Adam Wingard, encorajou os fãs a aguardarem até 2021 para a chegada da produção, estimulando-os a encontrarem a maior tela de cinema possível para poderem testemunhar o grandioso confronto que os aguarda.

Confira:

“A todos os fãs de Godzilla e Kong, eu sei que vocês estão empolgados para ver como a batalha do século se desenrolará, mas com tudo que está acontecendo, nós teremos que esperar um pouquinho mais para ver quem emergirá vitorioso. Encontre a MAIOR tela possível para assistir o confronto entre Godzilla e Kong em maio de 2021!”

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Adam Wingard (@adamwingard) em

Inicialmente programado para ser lançado em novembro de 2020, o filme irá estrear apenas no dia 21 de maio de 2021.

Recentemente, foi confirmado que ‘Godzilla vs Kong‘ terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13).

O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir no elenco.

Os poderosos monstros tornaram-se gigantescos heróis para uma nova geração, com a revelação de uma mitologia que reúne Godzilla e o King Kong  em um ecossistema que conta com outras super espécies gigantes, tanto clássicas como novas. A Monarch, a organização humana que descobriu Godzilla no filme de 2014, expandirá a sua missão ao longo de vários lançamentos.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’) é o chefe da equipe de roteiristas, comandando o time composto por Patrick McKay e JD Payne (‘Star Trek – Sem Fronteiras’), Lindsey Beer (‘Dungeons & Dragons’), TS Nowlin (‘Maze Runner’), e J. Michael Straczynski (‘Guerra Mundial Z’).

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