Site Página 531

‘Demolidor’: Atuação de Ben Affleck é “fantástica”, diz Charlie Cox

A atuação de Ben Affleck em ‘Demolidor‘ não é uma boa lembrança na mente dos fãs de quadrinhos. Criticado por sua péssima caracterização do personagem, o vencedor do Oscar até hoje é alvo de piadas pelo trabalho feito na adaptação.

No entanto, o atual intérprete de Matt Murdock, Charlie Cox, tem uma perspectiva bem diferente da atuação de Affleck.

Durante sua participação na Comicpalooza, em Houston (Texas), ele novamente pontuou que considera o trabalho do ator em ‘Demolidor – O Homem Sem Medo‘ “fantástico”.

Na ocasião, ele disse:

“Essa é a pergunta que eu mais escuto e vou responder o que já disse antes. Eu particularmente acho fantástica a performance de Affleck como Demolidor. Eu realmente gosto de sua versão de Matt Murdock e eu ‘roubei’ muita coisa dele”.

Recentemente, o ator Wilson Bethel foi escalado para um “papel muito importante” na 3ª temporada de Demolidor, agora a identidade de seu personagem pode ter sido revelada.

Segundo o site That Hashtag Show, Bethel viverá o famoso vilão Mercenário, que vem sendo chamado de Steve, um agente do FBI que, na verdade, é o habilidoso atirador e assassino dos quadrinhos.

Especula-se que a terceira temporada estreia em 14 de Setembro de 2018.

O ator Vincent D’Onofrio vai reprisar seu papel do chefe do crime Wilson Fisk, na terceira temporada de ‘Demolidor‘. A informação foi inicialmente revelada pelo site Deadline e confirmada pela Entertainment Weekly.

Outra mudança que acompanha o terceiro ciclo é a troca dos chefes da série.

Doug Petrie e Marco Ramirez, os responsáveis pela segunda temporada, deixam a produção, abrindo espaço para o comando de Erik Oelson (‘Arrow‘).

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Game of Thrones’: Elenco relembra sua jornada na série em novo vídeo; Assista!

A última temporada deGame of Thronesestá a poucos dias de sua aguardada estreia e para marcar o começo do fim dessa jornada, a HBO produziu um vídeo bem nostálgico, trazendo o elenco principal da produção relembrando toda sua jornada na série.

O vídeo, que tem duração de pouco mais de 10 minutos, traz atores como Kit Harington, Maisie Williams e Peter Dinklage contando como foi o processo desde sua escalação à gravação de sua primeira cena. Além disso, o material conta quais foram as cenas mais inesperadas para os protagonistas, entre outras coisas.

Assista:

A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.

Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

Maior rede de cinemas do mundo não exibirá mais os filmes da Universal Pictures

A maior rede de cinemas do mundo, a AMC Theaters, não mais exibirá os filmes da Universal Pictures nas telonas.

O anúncio foi feito pelo presidente da AMC Entertainment, Adam Aron, por meio de um comunicado oficial.

Isso significa que as franquias ‘Velozes e Furiosos‘, ‘Jurassic World‘ e ‘Meu Malvado Favorito‘ não ficarão mais em exibição nas unidades da empresa.

A famosa cadeia de cinemas está presente em boa parte do mundo, sendo a maior rede dos Estados Unidos e da Europa, com aproximadamente 1.000 unidades presentes ao redor do globo, além de cerca de 11 mil telonas espalhadas em todas as suas localidades.

E em seu comunicado oficial, o presidente da AMC Theaters refletiu sobre o delicado momento que a indústria cinematográfica está enfrentando, em virtude do coronavírus, responsabilizando a Universal Pictures por quebrar uma extensa parceria econômica.

Segundo o CEO, a decisão da Universal em optar por lançamentos simultâneos de seus filmes, tanto nos cinemas, como em PVOD (premium video on demand – serviço de vídeo premium por demanda), torna a relação entre ambas as partes insustentável e totalmente prejudicial para o sustento das unidades de cinemas.

O presidente da AMC Theaters reitera que a decisão é unilateral e implica no sustento financeiro das redes de cinema, prejudicando sua lucratividade e inviabilizando seu trabalho.

Confira o comunicado:

“Neste momento de emergência nacional e com o coronavírus causando estragos em todo o mundo, espero que você e seus entes queridos estejam saudáveis ​​e seguros. Me preocupo – e desejo o melhor para – a saúde de todos os nossos colegas do setor. Nunca em nossas vidas houve um tempo tão desafiador como este.

Em meio a uma pandemia global como pano de fundo, eu gostaria que fôssemos poupados de também ter que abordar uma questão diferente, que surge das atuais ações da Universal.

Por 100 anos, a AMC Theatres serviu como uma plataforma de distribuição estrategicamente crítica e altamente lucrativa para os cineastas e durante todo esse tempo a exclusividade do lançamento teatral foi fundamental. Quando um filme está “somente nos cinemas”, os consumidores percebem que é um entretenimento de qualidade superior. Inúmeros cineastas e espectadores acreditam que seus trabalhos criativos são mais apreciados pelos consumidores nas telonas. E todos sabemos que esses lançamentos teatrais de fato aumentam a publicidade, propaganda boca-a-boca positiva, elogios da crítica e receitas posteriores.

Nos últimos quatro anos e meio, estive em diálogo direto com Jeff Shell e Peter Levinsohn, da Universal, sobre a importância de uma robusta janela teatral para a viabilidade da indústria de exibição de filmes. Durante esse período, a AMC manifestou vontade de considerar alternativas à atual estratégia de janelas comum em nosso setor, onde o objetivo de tais alternativas é melhorar a lucratividade do estúdio e a rentabilidade do operador dos cinemas.

A Universal afirmou que só buscava um lançamento de entretenimento direto para casa para o “Trolls 2″ porque os cinemas estavam fechados e a Universal estava comprometida com um lucrativo acordo de licenciamento de brinquedos. Tínhamos nossas dúvidas de que essas eram as motivações da Universal, pois havia um antigo desejo da Universal operar no formato de entretenimento domiciliar. No entanto, aceitamos essa ação como uma exceção às nossas práticas comerciais de longa data nesses tempos sem precedentes.

Na edição do Wall Street Journal de hoje, Jeff Shell é citado dizendo que:

‘Os resultados do ‘Trolls 2′ excederam nossas expectativas e demonstraram a viabilidade do PVOD’ (Premium Video On Demand – serviço de vídeo premium sob demanda), disse Shell. ‘Assim que os cinemas reabrirem, esperamos lançar filmes nos dois formatos’.

Essa mudança radical da Universal no modelo de negócios que existe atualmente entre nossas duas empresas representa apenas uma desvantagem para nós e é categoricamente inaceitável para a AMC Entertainment, que possui a maior coleção de unidades de cinemas do mundo.

No futuro, a AMC não licenciará filmes da Universal em nenhum de nossos 1.000 cinemas globalmente, sob esses termos.

Portanto, queremos ser absolutamente claros, para que não haja ambiguidade de qualquer tipo. A AMC acredita que, com essa ação proposta para ir ao lar e aos cinemas simultaneamente, a Universal está quebrando o modelo de negócios e as negociações entre nossas duas empresas. Eles pressupõem que aceitaremos humildemente uma visão reformulada de como os estúdios e expositores devem interagir, sem a preocupação da parte da Universal sobre como suas ações nos afetam. Também presumem que a Universal pode de fato manipular toda a situação, que os filmes da Universal podem ser lançados em casa e nos cinemas ao mesmo tempo, sem a modificação nos acordos econômicos atuais entre nós.

É decepcionante para nós, mas os comentários de Jeff sobre as ações e intenções unilaterais da Universal não nos deixaram escolha. Portanto, efetivamente, imediatamente, a AMC não exibirá mais filmes da Universal em nenhum de nossos cinemas nos Estados Unidos, Europa ou Oriente Médio. Essa política afeta todo e qualquer filme da Universal em si, entra em vigor hoje e quando nossos cinemas reabrirem, e não é uma ameaça oca ou mal considerada. Aliás, essa política não se destina apenas à Universal por motivo de punição, mas também se estende a qualquer produtora de filmes que abandone unilateralmente as atuais práticas de janelas, sem negociações de boa fé entre nós, para que ambos, elas como distribuidoras e nós como expositores, possamos nos beneficiar mutualmente e para que nenhuma das partes venha a sofrer com essas mudanças. Atualmente, com o comentário feito à imprensa hoje, a Universal é o único estúdio contemplando uma mudança geral no status quo. O que justifica essa comunicação imediata em resposta.

A AMC investiu tempo e energia significativos com os executivos da Universal nos últimos anos, tentando descobrir um novo modelo de janelas que seria benéfico tanto para o seu estúdio quanto para nossas operações de cinema. Embora os pronunciamentos unilaterais da Universal sobre esse assunto sejam desagradáveis ​​para nós, como sempre foi o caso, a AMC está disposta a sentar-se com a Universal para discutir diferentes estratégias e diferentes modelos econômicos entre sua empresa e a nossa. No entanto, na ausência de tais discussões e em uma conclusão aceitável, nossas décadas de incrivelmente bem-sucedidas atividades comerciais juntas acabaram tristemente”.

‘Ma’: Terror da Blumhouse com Octavia Spencer já está disponível na Amazon Prime Video

O terror ‘Ma‘, produzido pela Blumhouse e estrelado pela Octavia Spencer, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve sua estreia recentemente na grade de programação do serviço de streaming.

Lançado em 2019, o longa segue Sua Ann, uma mulher solitária que vive uma vida reservada em sua pequena cidade. Um dia, Maggie, uma adolescente da cidade, pede que Sue compre pedida para ela e seus amigos, e Sue Ann vê a chance de fazer alguns amigos. Ela oferece aos jovens a chance de ficar em seu porão para evitar beber e dirigir. Mas há algumas regras em sua casa: um dos jovens tem que permanecer sóbrio. Não xingue. Nunca suba as escadas. E chame-a Ma. No entanto, conforme a hospitalidade de Ma começa a se transformar em obsessão, o que começou como um sonho adolescente se transforma em um pesadelo assustador.

Confira o trailer legendado:

O longa é dirigido por Tate Taylor, o aclamado diretor de ‘Histórias Cruzadas‘, que também assina o roteiro ao lado de Scotty Landes.

O elenco ainda inclui Diana SilversJuliette LewisLuke EvansMissi Pyle, McKaley MillerCorey FogelmanisGianni Paolo e Dante Brown.

Crítica | Eric: Bennedict Cumberbatch e Netflix se unem em excelente minissérie de suspense dramático

É nas encardidas ruas da Nova York oitentista que o pequeno Edgar, de nove anos, desaparece de seus pais. Estendendo um rastro de destruição em uma família já desestruturada, seu sumiço é mais do que outro suspeito sequestro – daqueles comuns entre as décadas de 80 e 90. Como uma pétala que se desfaz de uma murcha e quase desfalecida rosa, sua trágica história é um inesperado prelúdio da brusca queda de um castelo de cartas. E o que, aparentemente, parecia envolver apenas um pequeno núcleo familiar, se transforma é um imenso novelo de lã que se desfaz, conectando histórias, tragédias aleatórias e uma rede de corrupção sem medidas.

Eric poderia ser apenas uma minissérie dramática como tantas outras, mas Abi Morgan faz de sua mais nova produção um catalisador de pequenas, grandes e complexas narrativas interpessoais, que ainda estampam o ruidoso e quase apocalíptico cenário de uma Nova York assombrada pela má gestão, tomada por gangues, tráfico de drogas a céu aberto e macabras pichações. Nesse cenário de perdas e desespero, Benedict Cumberbatch ousa se despir da audiência, tal como o fez em O Jogo da Imitação. Dando vida a um verborrágico e exigente pai alcoólatra, ele é uma complicada combinação entre a genialidade criativa, a soberba de um discurso constantemente agressivo e o fervilhar de traumas de infância marcados por pais ricos, mas frios e ausentes.

Como um vulcão em constante ebulição, ele é intenso, intragável e difícil de lidar. Seu coração está no lugar certo, mas sua mente não. Sua esposa, vivida por Gaby Hoffmann, é embalada por seu caos. Sempre reativa, ela é o reflexo da toxicidade de seu parceiro. Juntos, eles formam um doentio coquetel molotov, transformando seu secreto caos em uma espiral de sofrimento e solidão. E não haveria escolha melhor para essa disfuncional realidade que não fosse Cumberbatch e Hoffmann. Brigando entre si enquanto lutam por um mesmo objetivo, ambos são como cicatrizes abertas e pulsantes, que perambulam sem rumo pelos imundos becos de uma Nova York antiga, em busca de seu filho.

Com performances poderosas e dignas de prêmios, a dupla protagonista é acompanhada por McKinley Belcher III, Dan Fogler e David Denman, que brilham em tela em papéis secundários que sustentam os pilares da narrativa principal. E protagonizando um dos três subplots presentes em Eric, ambos também são peças-chave nesse thriller dramático que se compõe diante dos nossos olhos como um denso quebra-cabeça. Ajudando a compor a dramaticidade e o mistério da trama, eles também operam como bússolas morais, que nos ajudam a caminhar e a encaixar cada pedaço desse imenso retrato.

E de maneira especial, McKinley nos encanta como o voraz, sensível e focado policial Mickey. Enfrentando seus próprios dilemas em uma década marcada pela epidemia da AIDS, ele recria um hiato muito doloroso da história mundial, com a precisão de um ator habilidoso e a sutileza de quem sabe que está fazendo mais do que contar uma história fictícia. E assim, Eric transforma um thriller dramático sobre o desaparecimento de uma criança em uma experiência sinestésica e histórica, que faz uma amálgama entre ficção, fantasia e realidade. Abordando com profundidade a psique de um homem repleto de vícios e traumas, a original Netflix ainda consegue nos tocar profundamente com seus personagens, nos vinculando às suas lutas de maneira apaixonada.

Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma experiência emocionalmente exaustiva – tamanha sinestesia da obra de Morgan -, Eric é uma raridade em autenticidade, em um mar de remakes, reboots e sinalizações de virtude excessivas. Com um design de produção que nos transporta para a vibrante década de 80, a série da Netflix conta com um roteiro impecável, que faz alusões poderosas entre doenças mentais e o contexto do entretenimento infantil. Apresentando três subtramas além do core narrativo (sumiço do garoto Edgar), a produção ainda consegue a façanha de administrar bem seu tempo de tela, garantindo que todas as pequenas grandes histórias se desenvolvam bem e se conectem com a essência da trama.

E ainda que alguns torçam o nariz alegando que a original Netflix tenta explorar mais temáticas do que de fato é capaz de desenvolver em apenas seis episódios, a verdade é que Eric é uma complexa teia de histórias que inevitável e invariavelmente se conectam. Trazendo às telinhas uma realidade histórica social latente que de fato marcou os Estados Unidos, a produção faz um relato quase documental de uma época dilacerada por excessivas mortes de homens gays, violência no gueto, racismo e miséria – unindo todos esses pontos a partir de uma tragédia familiar. Nos absorvendo profundamente para esse drama, à medida em que expõe as rachaduras de um lar marcado por dor, traumas e vícios, a nova minissérie é uma catártica experiência – tanto para os personagens, bem como para o público. Eric transforma o sofrimento em uma valiosa oportunidade de cura, uma chance de cavarmos o melhor em nós em meio aos escombros da monstruosidade que muitas vezes carregamos na alma e sequer percebemos.

Crítica | Concorrente ao Oscar 2025, O Reformatório Nickel é um Retrato Brutal do Racismo

Com duas indicações ao Oscar 2025 — Melhor Filme e Roteiro Adaptado —  O Reformatório Nickel (Nickel Boys) é uma obra de impacto visual e intenso apelo emocional. Lançado no Brasil diretamente no streaming, o filme chega ao Amazon Prime Video no dia 27 de fevereiro. Este é o primeiro longa-metragem de ficção de RaMell Ross, cujo trabalho singular transforma a narrativa do romance homônimo de Colson Whitehead em uma experiência sensorial e subjetiva, mesclando memórias e realidades brutais por meio de abordagem estética única, perceptível desde a primeira cena. 

A trama segue Elwood (Ethan Herisse), um jovem negro vivendo em Tallahassee, na Flórida, dos anos 1960, sob o regime segregacionista racial. Criado pela avó (Aunjanue Ellis-Taylor), Elwood é um estudante exemplar que, inspirado pelos discursos de Martin Luther King, se interessa pelo ativismo político. Um equívoco policial, no entanto, o leva à infame Nickel Academy, uma instituição de correção juvenil inspirada em um local real, onde os horrores do racismo, abuso e violência ocorrem de maneira aterradora e desumana.

RaMell Ross opta por um estilo visual subjetivo, explorando inicialmente apenas o ponto de vista de Elwood. O espectador enxerga somente o que o personagem vê, como em Enter the Void: Viagem Alucinante (Gaspar Noé, 2009). Essa escolha cria uma atmosfera onírica, em que as cenas se sobrepõem e distorcem, espelhando a fragmentação da identidade do protagonista no reformatório. Conforme a narrativa avança, entretanto, o ponto de vista de Turner (Brandon Wilson), companheiro de Elwood na Nickel, é introduzido, aumentando a percepção do público sobre a história e fortalecendo o laço entre os dois personagens.

Diante do brilhante trabalho da fotografia de Jomo Fray e do design de produção de Nora Mendis, o realismo cruel do filme é amplificado. Os artistas recriam com maestria  a atmosfera opressora da academia. As cenas de abuso e desigualdade racial são expostas sem exageros dramáticos, mas de forma contundente e incomônada, tornando a experiência emocionalmente devastadora. Embora a montagem de Nicholas Monsour seja, por vezes, lenta e intrincada, o longa se apropria desse embaralhamento visual para expressar a agonia dos personagens.

o garoto do nickel 02 (1)

O Reformatório Nickel deseja provocar questionamentos e sensações, muitas vezes desagradáveis. Com transições temporais entre as lembranças do passado no reformatório e a vida adulta em Nova York, acompanhamos Elwood como um sujeito mutilado, ausente e ainda tentando curar as suas feridas ao encarar as reportagens sobre os corpos não identificados encontrados nos antigos terrenos da Nickel Academy

Os sentimentos confusos dos personagens Elwood e Turner são representados pela figura recorrente de um crocodilo à espreita, como se, naquele turbilhão de lembranças e emoções, algo estivesse pronto para devorá-los caso não prestassem atenção. O simbolismo é forte no roteiro, e muitas cenas parecem desconexas, prolongando as experiências de angústia em demasia. 

Ainda sob a perspectiva do olhar de Elwood observamos um revelador e incoveniente encontro com outro ex-interno anos depois, em um bar. Habilmente filmada, a cena destaca-se pela justaposição entre o passado e o presente, trazendo à tona um dos segredos mascarados em nosso campo de visão. A contraposição constante entre os estabelecimentos destinados a meninos brancos e os destinados a meninos negros reforça como a violência racial do passado continua a assombrar o presente.

Com um estilo narrativo inovador e corajoso, O Reformatório Nickel  é uma obra ao mesmo tempo brutal e bela sobre a resiliência de gerações de jovens negros submetidos a um sistema falho. Inspirado pela filmografia de Barry Jenkins (Se a Rua Beale Falasse), o cineasta RaMell Ross entrega um filme intenso, cuja mensagem enfática desafia o espectador a confrontar as sombras do passado e suas reverberações no mundo contemporâneo.

‘Jovens Titãs em Ação’: Nicolas Cage será o Superman na animação

A aguardada animação Jovens Titãs em Ação ganhou novidades que vão deixar os fãs da DC felizes! A Warner revelou que Mulher-Maravilha, Superman e Lanterna Verde farão participações no filme.

O ator Nicolas Cage será o dublador do Superman, lembrando que ele quase viveu o herói em um filme cancelado do diretor Tim Burton, chamado Superman Lives.

Já a Mulher-Maravilha será dublada pela cantora Halsey, o Lanterna Verde pelo rapper Lil Yachty. Confira a imagem:

Enquanto isso, a Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram um novo cartaz da animação Jovens Titãs em Ação, que tira sarro de ‘Liga da Justiça’.

“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.

Confira, com o trailer:

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘A Era do Gelo’ ganhará uma série de TV com a parceria entre Fox e Disney

De acordo com um novo relatório do Wall Street Journal, a franquia A Era do Gelo ganhará uma série de TV pela Fox.

A animação teve ao longo dos anos 5 títulos lançados no cinema, todos produzidos pela Blue Sky Studios, sendo que os três primeiros foram comandados pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha.

Ainda não há mais informações sobre o projeto.

A série é mais uma aposta da fusão da Fox com a Disney, que também está desenvolvendo seriados das franquias Uma Noite no Museu e Diário de Um Banana.

 

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quinto episódio aborda o trauma do ‘Dia-G’

[ANTES DE COMEÇAR A ANÁLISE, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o quinto episódio de Monarch – Legado de Monstros, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Divulgação/ AppleTV+

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quarto episódio mistura ficção com aventura perfeitamente

Inicialmente, o episódio parece querer se construir sobre a palavra “mistério”. Afinal, Lee (Kurt Russell) e May (Kiersey Clemons) têm seus passados abordados diretamente, principalmente o Lee. O fato dele ser um idoso fisicamente ativo, mesmo que as datas de seu envolvimento com o surgimento da Monarch indiquem que ele deveria ter mais de 90 anos. Esse questionamento já foi feito antes na série, mas o primeiro indício do que pode ter acontecido com ele veio somente neste quinto episódio, quando um dos agentes que o mantém sob cárcere comenta brevemente que ele se envolveu em uma missão secreta no passado que não deu certo. É um excelente indício de que sua história será contada em breve. E até lá teremos que nos aguentar de curiosidade. O mesmo acontece com May, que é confrontada pela agente da Monarch como alguém que “sabe apagar pistas” e que tem duas identidades em seus passaportes. Para alguém que vinha se mostrando uma mera coadjuvante, ela ganhou um destaque considerável nesse episódio. Ainda mais agora que ela provavelmente traíra seus amigos.

Mas essa parte do mistério acaba dando espaço a outra palavra que define perfeitamente o que foi esse episódio: trauma.

Divulgação/ AppleTV+

Com foco total no trio jovem de 2015, o episódio explora os traumas de Cate (Anna Sawai) e recria seus momentos anteriores ao ataque do Godzilla a São Francisco, em 2014, o “Dia G”. É curioso descobrir o passado da personagem enquanto ela embarca numa jornada de vida ou morte para descobrir o passado do pai. Isso, inclusive, é mostrado num paralelo que o subconsciente dela faz em relação ao pai e ao irmão, Kentaro (Ren Watabe).

Mas o trauma também se manifesta na mãe de Cate, Caroline (Tamlyn Tomita), que foi a grande motivadora da viagem da filha à Tóquio. Aqui, de forma nada sutil, elas debatem tudo isso e como a insegurança dela em relação ao marido refletiu numa infância problemática para a filha.

Divulgação/ AppleTV+

E outro grande mérito da série, que é o que mais tem me encantado nesse universo trazido para a TV, é como ele mostra o reflexo do filme de 2014 nesse mundo. Novamente vemos os aeroportos do mundo trazendo orientações de segurança para caso o Godzilla apareça novamente. Há comerciais de TV vendendo bunkers para pessoas muito ricas que queiram se proteger. E nesse episódio, em especial, sabemos o que aconteceu com a parte pulverizada de São Francisco. Os sobreviventes foram realocados para moradias provisórias, que eventualmente viraram casas fixas nos subúrbios, quase como projetos de comunidades, enquanto a parte mais afetada da cidade foi isolada pelo governo e agora é explorada ilegalmente por guias de turismo que querem lucrar com a tragédia. Ao mesmo tempo, militares corruptos aceitam propina para permitir a entrada, sem sequer conseguir garantir a saída dessa gente, já que a ordem é para executar qualquer um que seja encontrado no interior.

Também é fantástico ver o impacto psicológico desse trauma, não só na Cate, mas nos sobreviventes em si. Há um diálogo em que Carol diz que os sobreviventes não querem dinheiro ou objetos caros, mas fazem de tudo para recuperarem coisas que remontem a suas memórias, como álbuns de fotografia e objetos pessoais de entes queridos. Em meio a lutas de monstros gigantes, há muita gente sofrendo e tendo suas memórias e vidas saqueadas pelo desrespeito humano à natureza, que é o grande causador da vinda desses monstros.

Divulgação/ AppleTV+

Esse quinto episódio é incrível e ajuda a consolidar a série como uma das melhores ficções científicas do ano até aqui. Vale destacar também uma cena fantástica da direção em que eles sobrepõe uma imagem do Lee de Wyatt Russell sobre o corpo do Lee de Kurt Russell. Visualmente falando, ela é sensacional e faz valer todo o esforço para contar com a semelhança de pai e filho na vida real para interpretar um mesmo personagem em diferentes épocas.

Divulgação/ AppleTV+

Os novos episódios de Monarch – Legado de Monstros estreiam toda sexta no Apple TV+.

Crítica | Oldboy – Clássico Moderno Volta às Telonas Restaurados e Pronto para Conquistar a Nova Geração

No ano de 2003 um filme chegou aos espectadores brasileiros e imediatamente ganhou grande repercussão: trata-se de ‘Oldboy’, longa do diretor sul-coreano Park Chan-wook e que por aqui teve suas primeiras exibições nos festivais de cinema, como o Festival do Rio. Imediatamente o longa se tornou um dos mais comentados daquela edição, e, mesmo hoje, vinte anos depois, permanece nas listas de favoritos de muitos cinéfilos por aí. Para celebrar as duas décadas de sua primeira exibição ‘Oldboy’ volta em cartaz no circuito nacional em versão remasterizada para conquistar as novas gerações.

Oh Dae-sun (Choi Min-sik) é um beberrão que fala um monte de besteira e só quer saber de encher a cara. Seu melhor amigo, No Joo-hwan (Dae-han Ji) o busca na delegacia no dia do aniversário de sua filha, mas, enquanto fazem um telefonema, Oh Dae-sun é sequestrado e desaparece, sem deixar vestígios. Oh Dae-sun acorda em um quarto aos pedaços e, dia após dia, ele busca respostas sobre o porquê de ter sido sequestrado e quem mandara buscá-lo. Assim se passam 15 anos, tempo que Oh Dae-sun só percebe por ter acesso a uma televisão. Então, tão de repente quanto tudo começou, Oh Dae-sun é libertado, mas descobre que tem apenas cinco dias para descobrir a identidade do seu malfeitor e realizar sua aguardada vingança.

Para quem nunca viu ‘Oldboy’ antes fica claro os motivos pelos quais o longa se tornou tão bem comentado mundo afora. Primeiramente, a fotografia é simplesmente espetacular. Muitas cenas parecem verdadeiras pinturas, mesmo diante do grotesco da história como pano de fundo; algumas cenas, inclusive, têm início com os atores parados como que posando para o artista que está na posição do espectador. Também a direção de arte é um primor, combinando cores carregadas de expressão que na versão remasterizada – acompanhada de perto pelo próprio diretor – ganharam ainda mais força na telona.

Premiado em Cannes, ‘Oldboy’ reestreia 20 anos depois mostrando-se atemporal e com um alcance de público tão grande ou até maior do que quando da sua estreia original. O roteiro de Garon Tsuchiya, Nobuaki Minegishi e Park Chan-wook parte de uma simples história de vingança – o sequestrado versus o sequestrador – para construir um enigmático quebra-cabeça que vai muito além daquilo que estamos vendo em um primeiro momento. Não é exagero dizer que o roteiro de ‘Oldboy’ é simplesmente genial, ainda que a resolução e a motivação por trás dos personagens causem certo desconforto no público.

Em tempos em que a juventude aplaude de pé franquias como ‘John Wick’ e filmes de Quentin Tarantino, ‘Oldboy’ já mostrava o poder do cinema sul-coreano no ritmo de um thriller profundo e tortuosamente belo. Há particularmente um plano-sequência primoroso em que o protagonista luta com dezenas de bandidos, dessas sequências que qualquer estudante de cinema sonha em realizar um dia.

Oldboy’ reestreia em grande estilo nas salas de cinema mantendo-se como um clássico contemporâneo dos filmes de ação e suspense com grande apelo pop. Precursor de séries como ‘Round 6’, ‘Oldboy’ mostra, na prática, que o tempo só faz melhorar os filmes que já eram bons desde o início.

‘Alita: Anjo de Combate’: Criador fala que adaptação é ‘o melhor filme do mundo’

Alita: Anjo de Combate dividiu as respostas da crítica e da audiência, visto que os fãs se apaixonaram com a fidelidade da adaptação cinematográfica aos quadrinhos originais.

Felizmente, o criador da série mangá, Yukito Kishiro, assistiu ao filme cinco vezes e declarou recentemente que, “graças à incrível equipe, [‘Alita’] se tornou o melhor filme do mundo”. Comparecendo à première especial realizada no Japão, Kishiro aproveitou o momento para dizer que “a composição é maravilhosa. Todas as cenas são especiais e não há cenas desnecessárias”.

Desde o começo das produções, o criador se posicionou a favor da releitura norte-americana, até mesmo compartilhando uma ilustração especial para divulgação do longa de James CameronRobert Rodriguez.

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Harry Potter’: Ralph Fiennes duvida que J.K. Rowling volte a revisitar a saga original

Já faz doze anos desde que o último livro da saga Harry Potter foi lançado, e oito anos desde que o último filme chegou aos cinemas. Entretanto, a aparente conclusão não durou muito tempo, visto que em 2016 a expansão do Mundo Mágico ganhou seu spin-off intitulado Animais Fantásticos e Onde Habitam – que, apesar de não trazer os personagens da franquia original, é ambientado no mesmo universo.

Não demorou muito para que alguns fãs começassem a se perguntar se o bruxinho mais famoso dos últimos anos voltaria a protagonizar outra história – isto é, além da peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’. Entretanto, o ator Ralph Fiennes, que interpretou o vilão Voldemort na saga, duvida que a autora J.K. Rowling volte a revisitar os heróis, pelo menos por enquanto.

“Não vejo isso acontecendo. Acho que J.K. Rowling… Minha intuição é que, não sei sobre isso, é que ela sente que já fez tudo e que agora está desenvolvendo [o Mundo Mágico] com outros filmes”, ele disse em entrevista ao site ComicBook.com.

De qualquer forma, Fiennes também admitiu que não sabe o que futuro aguarda para Harry Potter, comentando que “quem sabe o que [ela] pensa, quem sabe? Você nunca sabe?”.

Apesar de nenhuma confirmação ter sido feita, a franquia spin-off retorna para sua terceira iteração em breve, com estreia marcada para o dia 12 de novembro de 2021.

‘Katy Keene’ e ‘Riverdale’ já têm data para retornar a CW!

The CW anunciou uma pausa na transmissão de suas séries originais em meio à pandemia do novo coronavírus, mas revelou hoje (30) que várias das produções já têm data para voltar.

Dentre as confirmadas, temos RiverdaleKaty Keene, que voltam na quarta-feira, 15 de abril, e quinta-feira, 16 de abril, respectivamente.

Confira a promo dos próximos episódios:

‘Mulan’: Christina Aguilera lança DOIS videoclipes oficiais da canção “Loyal, Brave, True”; Confira!

Christina Aguilera parou o mundo hoje (14) ao lançar não um, mas sim dois videoclipes oficiais de “Loyal, Brave, True”, nova canção original do vindouro remake em live-action de Mulan.

Além da versão em inglês, a popstar também divulgou o clipe em espanhol, intitulado “El Mejor Guerrero”.

Confira:

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione no catálogo em 2021.

Nos Estados Unidos, o longa será lançado em 04 de setembro.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

Em entrevista ao Digital Spy, Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

‘The Elder Scrolls’: Netflix está desenvolvendo nova série baseada na clássica franquia de jogos

Depois de The WitcherCastlevaniaResident Evil, chegou a hora da Netflix investir em mais uma adaptação de clássicos games‘The Elder Scrolls’.

Segundo o site Gaming Bible, a gigante do streaming está se reunindo com a desenvolvedora Bethesda para uma nova série original. Os rumores vêm de Daniel Richtman, jornalista conhecido por seus diversos furos do mundo do entretenimento.

Criada em 1994, ‘The Elder Scrolls’ é uma saga de RPG (role-playing game) que se tornou uma das mais famosas de todos os tempos, ganhando aclame por parte da crítica especializada e por parte do público, ainda mais pelo diferencial estético e pelas inovações apresentadas nos primeiros jogos.

A série principal é composta por cinco títulos: ‘Arena’‘Daggerfall’‘Morrowind’‘Oblivion’‘Skyrim’, sendo que os três últimos levaram para casa diversos prêmios de Jogo do Ano. No total, a franquia já vendeu mais de 40 milhões de cópias.

Vale lembrar que a Netflix pretende investir em peso na nova produção, da mesma maneira que fez com The Witcher.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Bridgerton’: Regé-Jean Page leva para casa a estatueta de Artista Revelação no MTV Movie & TV Awards 2021

Bridgerton tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix e, durante a popular cerimônia de vencedores do MTV Movie & TV Awards 2021, o astro Regé-Jean Page, que deu vida ao Duque de Hastings na 1ª temporada, saiu vitorioso com o prêmio de Artista Revelação.

Page venceu em cima de nomes como Maria Bakalova (‘Borat 2’) e Ashley Park (‘Emily em Paris’).

Vale lembrar que a 2ª temporada trará quatro novos nomes ao elenco: Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’) e Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Phoebe Dynevor, Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Wonka’: Timothée Chalamet é Willy Wonka na primeira imagem de bastidores da pré-sequência; Confira!

Através do Instagram, o astro Timothée Chalamet (‘Duna’) compartilhou a primeira imagem de bastidores de Wonka, pré-sequência do clássico A Fantástica Fábrica de Chocolate que contará a história do famoso chocolateiro Willy Wonka.

Confira:

Além de Chalament no papel titular, o elenco conta com Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O filme será lançado pela Warner Bros. nos cinemas dia 17 de março de 2023.

O projeto não contará exatamente o origem do personagem, mas mostrará as suas primeiras aventuras e pode conter outros personagens conhecidos, como Charlie, por exemplo.

O produtor David Heyman revelou ao Collider que a história será uma pré-sequência, mostrando a juventude de Wonka.

“Estamos procurando a história ideal, mas já sabemos que será uma pré-sequência. Mostraremos como Willy construiu a fábrica de chocolate, a história por traz do ticket dourado e como ele era antes disso. Porque ele se isolou na fábrica por anos? Vamos explorar isso.”, afirmou. 

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddignton’, dirige.

‘American Horror Story’: 11ª temporada não será dividida em duas partes, revela presidente da FX

A décima temporada de American Horror Story trouxe uma nova abordagem à icônica e premiada antologia de Ryan Murphy e dividiu a trama em duas – uma ambientada em terra e outra no mar, sem qualquer relação uma com a outra.

Para aqueles que esperariam algo similar para o próximo ciclo, o presidente da FXJohn Landgraf, descartou a possibilidade de narrativas paralelas e confirmou que a nova iteração terá apenas um enredo.

“O que posso dizer é que o conceito da 11ª temporada é uma história só”, ele disse, em entrevista ao The Wrap“Ela, na verdade, é ambientada em linhas do tempo diferentes, mas é um enredo, uma história, com começo, meio e fim, da mesma maneira de entradas anteriores”

Landgraf também comentou que gostou do formato de ‘Double Feature’, mas acredita que a ideia para a próxima temporada é tão interessante quanto.

“Acho que foi muito boa [a ideia]. Eu gostei do formato das duas histórias. Mas realmente gosto desta ideia também. Acho que é bem legal”.

Nenhuma outra informação foi revelada, mas acredita-se que o novo ciclo deva estrear ainda em 2022.

 

‘A Roda do Tempo’: Série do Prime Video é RENOVADA para a 3ª temporada!

Durante a San Diego Comic-Con 2022, o Prime Video trouxe ótimas notícias aos fãs de A Roda do Tempo ao anunciar que a série fantástica foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.

Entretanto, detalhes sobre o futuro ciclo não foram revelados.

Lembrando que a 2ª temporada teve suas gravações finalizadas recentemente.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também estrelam a produção.

As 10 Melhores Produções LGBTQIA+ de 2022

Estamos perto de dar as boas-vindas a um novo ano e, continuando nossas matérias especiais, chegou a hora de relembrar o melhor do cinema e da televisão LGBTQIA+.

Em 2022, diversas produções ganharam as telonas e as telinhas e conquistaram o público e a crítica, desde o retorno da aclamada série Gentleman Jack, passando pela estreia da ótima adaptação Heartstopper e chegando na divertida rom-com Mais que Amigos.

Pensando nisso, separamos as dez melhores produções queer que nos deliciaram nesses últimos doze meses.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. LOVE, VICTOR

Dois anos depois da estreia oficial da série, o público retornou uma última vez para Creekwood e deu adeus a personagens que aprenderam a amar, despedindo-se com um instigante finale que, de fato, irá deixar saudades. Nos oito episódios finais, acompanhamos Victor (Michael Cimino) completando sua jornada de autodescoberta e percebendo que deve tomar decisões complexas sobre como seguir com a vida em meio a turbulências amorosas, realizações impactantes e uma constante evolução que não diz respeito apenas a ele, mas também a sua família e a seus amigos.

9. MORTE MORTE MORTE

No divertido slasher da A24, um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota. A celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um. Além da belíssima química do elenco protagonista, é muito interessante a perspectiva original que a diretora Halina Reijn traz para os relacionamentos queer, apostando fichas na complexa relação entre o casal formado por Sophie (Amandla Stenberg) e Bee (Maria Bakalova).

8. YOUNG ROYALS

A série sueca Young Royals veio comendo pelas beiradas desde sua estreia em 2021 e, em pouco tempo, fez um sucesso gigantesco de crítica e de público. Ambientada na escola de elite Hillerska, a trama companha o Príncipe Wilhelm da Suécia (Edvin Ryding) e seu romance com o estudante Simon Eriksson (Omar Rudberg) – bem como os dramas em virtude de seu relacionamento. A 2ª temporada aproveita o universo apresentado aos fãs para aumentar a carga dramática e analisar de forma bela e apaixonante o que acontece quando duas pessoas que se amam estão separadas.

7. WARRIOR NUN

Infelizmente, a Netflix decidiu cancelar Warrior Nun pouco depois de uma espetacular 2ª temporada – mas isso não nos impediu de aproveitar os incríveis episódios. Ainda que o foco da série também seja destinado aos eventos sobrenaturais e aos ácidos comentários sociais e religiosos, um outro aspecto merece reconhecimento e contribui para a beleza da série: o relacionamento entre Ava (Alba Baptista) e Beatrice (Kristina Tonteri-Young), que gritam representatividade e que é muito mais explorado no último ciclo.

6. CRUSH: AMOR COLORIDO

É bem provável que ‘Crush’ tenha passado longe de seu radar, mas não do nosso. A adorável e divertida comédia coming-of-age trouxe vários talentos jovens às telas, incluindo Rowan BlanchardAuli’i CravalhoIsabella Ferreira, e contou a história de Paige, uma artista que luta para encontrar seu lugar no mundo e que entra para o time de atletismo de seu colégio para ficar mais próxima de sua crush – até perceber que está se aproximando de outra jogadora. A produção nos ganha o coração ao apostar na singuralidade do amor adolescente e pela química explosiva do elenco.

5. HEARTSTOPPER

Heartstopper foi lançada como HQ em 2017 e, considerando o longo tempo que obras literárias demoram para ser adaptadas ao audiovisual, até que os fãs dos quadrinhos não morreram de ansiedade esperando por uma releitura. Em certo aspecto, ficamos com um pé atrás quando conhecemos o catálogo oscilante da Netflix, que tem capacidade de entregar projetos ótimos e ruins ao mesmo tempo. Felizmente, a série emerge como uma das melhores do ano, não por promover uma revolução estética ou uma desconstrução das fórmulas, mas por utilizá-las em prol de um ideal bem delineado, gestando um sólido coming-of-age que nos envolve com força gigantesca e nos gruda a cada um dos breves oito episódios. Desde a singela atuação do elenco protagonista à competente direção de Euros Lyn, a temporada de estreia de Heartstopper é uma carta de amor às rom-coms adolescentes e ao fato de toda forma de amor ser válida.

4. GENTLEMAN JACK

Gentleman Jack é uma das séries mais incríveis deste século e, provavelmente pela falta de um marketing digno, não tem o reconhecimento que merece. A trama acompanha a vida de Anne Lister (Suranne Jones), uma mulher com ideias avançadas para seu tempo. Anne é dona de terras, comanda seu negócio, não tem receio de bater de frente com os homens e ainda nutre grande amor por uma mulher. Enquanto a temporada de estreia serviu como apresentação dessa narrativa, o mais recente ciclo aprofundou os relacionamentos e a personalidade da protagonista, encantando do começo ao fim.

3. TUDO É POSSÍVEL

Billy Porter ganhou fama mundial depois de estrelar o aclamado drama ‘Pose’, conquistando inclusive uma estatueta do Emmy Award por sua icônica interpretação como Pray Tell. E, pouco depois de ter quebrado barreiras de gênero ao interpretar a fabulosa Fada Madrinha na adaptação musical de ‘Cinderela’, Porter resolveu mergulhar de cabeça no mundo cinematográfico ao fazer sua estreia diretorial com a vindoura dramédia romântica Tudo é Possível – cujas fórmulas do gênero são utilizadas para se afastar de convencionalismos e criar uma divertida e funcional narrativa destina não só à comunidade LGBTQIA+, mas essencialmente às pessoas trans (cuja representatividade na mídia ainda permanece muito escassa).

2. MAIS QUE AMIGOS

Dirigido por Nicholas Stoller, que não é nenhum estranho às rom-coms, e contando com o roteiro de Billy Eichner e Stoller, o longa-metragem desmistifica os estereótipos encontrados em filmes similares ao trazer para o centro dos holofotes um homem gay chamado Bobby (que também é interpretado por Eichner), que beira os quarenta anos e praticamente desistiu do amor. Logo no começo da história, é notável como Bobby talvez tenha percebido que não nasceu para ficar com alguém em uma relação duradoura – e ele nem sequer procura por isso. Afinal, sua carreira de sucesso fala por conta própria, considerando que ele é diretor do vindouro museu LGBTQIA+ de Nova York, além de comandar um podcast que abarca discussões queer e fala com abertura invejável sobre o que bem quiser (indesculpável e descaradamente).

1. FIRE ISLAND: ORGULHO & SEDUÇÃO

Talvez o aspecto mais emblemático de ‘Fire Island’ seja sua concisão e o fato de ser destinado a um público específico, a comunidade queer. É nesse universo exuberante que o diretor Andrew Ahn arquiteta uma singela e hilária aventura em uma ilha conhecida como Fire Island – uma espécie de refúgio que, como anunciado logo nas primeiras cenas, funciona como uma “Disneyland gay”. Aqui, o comediante Joel Kim Booster, que também empresta suas habilidades para o exímio e coeso roteiro, interpreta Noah, um jovem rapaz despreocupado com assuntos do coração e que carrega um mote bastante específico de estar livre para se relacionar com quem quiser e sempre permanecer ao lado de sua família.

Miles Morales enfrenta o Mancha no novo clipe de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’; Confira!

A aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ ganhou um novo clipe oficial.

O vídeo traz o embate entre Miles Morales contra o Mancha, um dos grandes vilões do Cabeça de Teia.

Confira:

Vale lembrar que os críticos aclamaram a sequência, considerando-a ainda melhor que o primeiro filme. Além disso, o estilo de animação voltou a ser universalmente elogiado ao lado da história bem construída do longa – que aprofunda satisfatoriamente os personagens e seus universos.

Confira as reações dos críticos:

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é mais do que uma obra-prima – é uma obra de arte. Todos os frames mereciam ser exibidos em um museu. As piadas e referências à mitologia do Homem-Aranha são perfeitas. É SENSACIONAL. É o melhor filme do Homem-Aranha. Talvez seja o meu filme favorito de todos os tempos.” – CinemaBlend

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é outra vitória para o universo produzido pelo Lord Miller. Hailee Steinfeld realmente evoluiu como Gwen Stacy e as cenas dela com a Capitã Stacy são verdadeiramente especiais. Esse filme é mais obscuro e triste do que eu esperava, mas foi necessário.” – THR

“O primeiro filme realmente havia elevado o nível com sua animação única e o tipo de narrativa, e essa sequência conseguiu superar tudo isso. Há reviravoltas chocantes, surpresas e uma história que realmente faz sentido neste multiverso insano. O novo filme do Homem-Aranha é incrível!” – Tessa Smith

“A história de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está ainda mais grandiosa, dividida entre este filme e o próximo, mas ainda gira em torno do Miles querer ser aceito pelo que ele é. Eu ri alto em umas oito cenas.” – Uproxx

“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é absolutamente incrível. É visualmente surpreendente, com novos mundos expressivos (o universo da Gwen é o meu favorito), mas o poder real do filme é a sua profundidade emocional e tom melancólico. Eu amei demais esse longa.” – The Wrap

“Eu amei ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’. Tive vontade de pausar o filme diversas vezes para apreciar as incríveis artes em exibição. Absolutamente recomendo este filme e já estou ansioso para assisti-lo novamente – em IMAX, na próxima vez.” – Collider

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Retorne para o Japão Feudal no teaser INÉDITO da série épico-histórica ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’

FX divulgou um teaser inédito da série épico-histórica ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell.

A produção chega ao Star+ em fevereiro de 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira, junto ao trailer:

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

Ranking | Do pior ao melhor álbum de Taylor Swift – incluindo ‘The Tortured Poets Department’

Taylor Swift decidiu se tornar uma cantora e compositora de grande sucesso ainda em 2004, quando tinha apenas quinze anos. Mal sabia ela que, dois anos mais tarde, com o lançamento de seu álbum de estreia epônimo, daria origem a uma das carreiras de maior sucesso da atualidade.

Onze produções e centenas de prêmios mais tarde, Swift quebrou diversos recordes, tornou-se a primeira artista da história a levar para casa quatro estatuetas do Grammy por Álbum do Ano e, constantemente, ela procura reinvenções que a mantenham viva na memória popular – por mais que, nem sempre, essas remodelações tenham um resultado muito positivo.

Para celebrar sua discografia recheada de ótimas incursões musicais e algumas pérolas da esfera mainstream, fizemos um breve ranking de todos os seus álbuns, incluindo o recente The Tortured Poets Department.

Confira:

11. TAYLOR SWIFT (2006)

É claro que o álbum de estreia da artista se manteria bastante fiel à sua jovem mentalidade e ao modo como contava suas histórias – incluindo um conteúdo lírico pautado no romantismo e/ou na desilusão amorosa. Entretanto, à medida que os anos passam, é notável como a produção batida do compilado de originais torna-se cada vez mais cansativa e movida por reciclagens que, por falta de outros termos, se consagram como mergulhos esquecíveis.

10. THE TORTURED POETS DEPARTMENT (2024)

“Apesar dos pontuais ápices, The Tortured Poets Department é uma roda de Samsara – uma falsa sensação de originalidade que, na verdade, demonstra a inevitabilidade de uma fadiga criativa. Nesse álbum, Taylor parece estagnada em um tempo que não mais lhe pertence, procurando alimentar um microcosmos do qual não consegue escapar e recusando-se a explorar algo afora obviedades clichês e circunspecções em demasia” – T.N.

9. REPUTATION (2017)

Taylor Swift sabe como vender e criar músicas que serão consumidas por milhões de fãs. Porém, ‘Reputation simplesmente não consegue fazer jus ao que ela já nos apresentou, funcionando mais como um projeto descartado que algo que realmente queria fazer – e, mesmo se quisesse ter se apresentado de um jeito novo, poderia ter encontrado meios muito melhores para isso.” – Thiago Nolla

8. SPEAK NOW (2010)

O terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e, apesar de sua produção bastante competente, parece ser uma continuação reciclada do impecável Fearless. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

7. MIDNIGHTS (2022)

“Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós” – T.N.

6. LOVER (2019)

“Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).” – T.N.

5. FEARLESS (2008)

Dois anos após sua estreia na indústria fonográfica, Taylor Swift resolveu investir em sua independência artística e mergulho de cabeça na produção musical. Dessa forma, aliou-se a Nathan Chapman para dar vida a Fearless, um dos álbuns de country mais aclamados de todos os tempos que trouxe singles como “Fifteen”“You Belong with Me”“Love Story” e levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards – incluindo sua primeira de Álbum do Ano.

4. 1989 (2014)

“‘1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.” – T.N.

3. EVERMORE (2020)

“[…] o nono álbum de Taylor não carrega a mesma finesse, por assim dizer, que seu predecessor, mas é uma incrível entrada para alguém que ainda tem muito a nos contar. Evermore é uma continuação que esperaríamos de Folklore, mas talvez carregue consigo uma dramatização muito maior de histórias consideraríamos cotidianas e efêmeras. Swift tem uma capacidade de transformar o mundano em alegórico, o simples em puro êxtase instrumental – e continua fazendo isso com paixão que ainda não vimos. Seja com as conhecidas teclas ecoantes do piano, seja com a utilização de instrumentos bastante originais, essa iteração é exatamente que precisávamos para terminar o ano em seu auge” – T.N.

2. RED (2012)

Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com o supracitado 1989. Retomando sua parceria com Max MartinShellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

1. FOLKLORE (2020)

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas. “The Last Great American Dynasty”, por exemplo, permanece dentro da mesma imagética instrumental, mas volta-se para uma trama um pouco mais dinâmica; “Exile” é um dueto inesperado que une as vozes de Swift com a grave epopeia Bon Iver, criando um cenário belamente conflitante e emocionante.” – T.N.

Crítica | 3ª temporada de ‘Heartstopper’ reitera a série como um dos maiores ACERTOS da Netflix

Em pouco tempo após sua estreia na Netflix em 2022, Heartstopper se tornou uma das produções mais populares da atualidade, ganhando inúmeros elogios em virtude de sua representação da comunidade LGBTQIA+, de ótimas performances de um elenco estelar e de seu comprometimento com o material original assinado por Alice Oseman. E, com sua segunda temporada, a série nos surpreendeu com uma construção narrativa e técnica tão sólida quanto a anterior – preparando terreno para um terceiro ciclo recém-estreado na plataforma de streaming que mostrou que o time criativo estava guardando o melhor esse tempo inteiro.

Apostando fichas em um drama ainda mais profundo e intrincado que os ciclos predecessores, é notável como Oseman, aliando-se ao diretor Andy Newbery, sabe que pode acrescentar camadas mais complexas a cada um dos personagens – aproveitando que já teve a oportunidade de apresentá-los e descrevê-los de maneira bastante prática, bem como a chance de trazer reviravoltas aos arcos principais. Agora, está na hora de garantir que as investidas coming-of-age tomem força considerável para que as falhas, as inseguranças e os medos dos protagonistas e coadjuvantes dialoguem com os espectadores e os mostrem sob uma nova ótica. O resultado não poderia ser diferente: a 3ª temporada beira a maestria e deixa bem claro que, a partir daí, não há mais espaço para ter medo em ousar para além das obviedades.

imagem 2024 10 07 010641887

Como bem sabemos, Nick (Kit Connor) e Charlie (Joe Locke) seguem em um relacionamento que, à superfície, parece livre de quaisquer obstáculos. Porém, os oito capítulos abrem espaço para que os dois comecem a demonstrar uma vulnerabilidade que é, ao mesmo tempo, necessária e envolvente: de um lado, Nick se vê encurralado num beco sem saída, não sabendo se deve ficar ao lado de Charlie e escolher uma universidade perto de sua cidade natal, ou se deve se colocar em primeiro lugar ao menos uma vez na vida; em contraposição, Charlie lida com seus próprios problemas, passando por um crescente distúrbio alimentar que ele não aceita ter – até se sentir no fundo do poço, espiralando em um inescapável labirinto mental que pode colocar sua relação com Nick em perigo.

Apesar da questão dramática ter peso inegavelmente maior no ciclo em questão, Oseman garante que a condução do enredo não seja uma novela, e sim uma exploração do que significa ser um adolescente Gen-Z e onde a pós-modernidade, infelizmente, é um fator determinante para a autoaceitação. Há fragmentações de personalidade e de caráter que tornam os personagens mais palpáveis e palatáveis, talvez como resposta a algumas críticas acerca da hiper-romantização da experiência queer comentadas por certos espectadores: para além de Nick e Charlie, temos Yasmin (Elle Argent) singrando pelas atribulações de ser uma mulher trans, mas querer ser reconhecida por sua arte e pelas habilidades que têm a oferecer; Isaac (Tobie Donovan) continua a explorar sua assexualidade arromântica e percebe que o que acreditava reconhecer sobre si mesmo era apenas um espectro; e Darcy (Kizzy Edgell), também se redescobrindo, permite se entender como uma pessoa não-binária.

imagem 2024 10 07 010704711

Percebemos como a temática LGBTQIA+ continua importante, mas a ideia aqui é estender as ramificações tanto para questões sexuais quanto para incursões sobre saúde mental. Nick e Charlie enfrentam seus próprios obstáculos e, quando conseguem superá-los, têm certeza de que estão mais unidos e mais fortes do que antes – podendo deixar que as impulsões carnais sejam colocadas em pauta, mas de maneira sutil e muito natural; Yasmin compreende que confia o suficiente em Tao (William Gao) para que eles fiquem mais íntimos, ambos se sentindo confortáveis para isso; e Tara (Corinna Brown) se vê navegando por crises de pânico quando a pressão por uma perfeição inatingível, seja no relacionamento com Darcy, seja no que sua família e seus amigos esperam de seu futuro.

Enquanto o roteiro acerta em cheio no desenvolvimento das múltiplas tramas, sem deixar os episódios sobrecarregados ou cansativos, não podemos desviar o olhar para as pontuais falhas que, na verdade, destinam-se ao capítulo de encerramento do terceiro ciclo: afinal, considerando o que Nick e Charlie, nossos reais protagonistas, enfrentaram – incluindo problemas familiares que servem de impulso para que eles se envolvam cada vez mais -, a conclusão do ciclo é um tanto quanto anticlimática (mas não em um sentido positivo). Não obstante essa espécie de “frustração”, a conclusão já começa a fomentar o que esperaremos da próxima temporada.

imagem 2024 10 07 010807026

Heartstopper retorna em boa forma e nos presenteando com seu melhor até então, não pensando duas vezes antes dar todas as cartas do jogo e assegurar um ritmo íntegro e uma atmosfera bem arquitetada e equilibrada que sabe usar o melodrama e a tragicomédia a seu favor e nos convidar a uma instigante montanha-russa emocional que reitera a série como um dos maiores acertos da Netflix.

7ª temporada de ‘F1: Dirigir para Viver’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A 7ª temporada da série documental ‘F1: Dirigir para Viver‘ já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 07 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

Saiba QUANDO estreia o novo capítulo da franquia ‘Um Lugar Silencioso’

Recentemente, a Paramount Pictures confirmou um novo capítulo da franquia de terror Um Lugar Silencioso.

O terceiro capítulo da saga principal e quarto no geral (incluindo Um Lugar Silencioso: Dia Um’) chega aos cinemas no dia 9 de julho de 2027 e trará John Krasinski de volta à cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro e pela produção do longa-metragem.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem à nova empreitada.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’: Vídeo explora as TEMÍVEIS criaturas do longa; Confira!

Avatar: Fogo e Cinzas’ é o terceiro capítulo da popular franquia sci-fi de James Cameron – e acaba de ganhar um novo vídeo promocional.

No material, o diretor e roteirista James Cameron nos leva aos bastidores do longa e exploras as temíveis criaturas da narrativa.

Confira:

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Michelle Pfeiffer revela o que os fãs podem esperar da 2ª temporada de ‘Madison’: “Vai ser muito mais DIFÍCIL”

Madison‘, nova série do prolífico criador Taylor Sheridan (‘Yellowstone’) estrelada por Michelle Pfeiffer, se tornou um dos grandes sucessos da Paramount+ este ano e não apenas já teve as gravações da 2ª temporada finalizadas, como foi renovada para um terceiro ciclo.

Em uma recente entrevista ao Deadline, Pfeiffer comentou sobre o que os fãs do expansivo universo televisivo de Sheridan podem esperar dos próximos episódios.

“Acho que a lua de mel acabou, e acho que nós — ou a família — percebemos, e até a Stacy percebe — que isso vai ser muito mais difícil do que o idealismo de Montana. E a beleza e o romantismo de estar lá começam a se dissipar, e vemos que a situação pode ser insustentável”, ela disse.

Contando com seis episódios, o ciclo de estreia trouxe Pfeiffer e Kurt Russell no elenco protagonista, explorando “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.

O elenco ainda conta com Patrick J. Adams, Elle Chapman, Matthew Fox, Beau Garrett, Amiah Miller, Alaina Pollack, Ben Schnetzer, Rebecca Spence, Danielle Vasinova e Kevin Zegers, previamente anunciados.

Taylor Sheridan, criador da série original, é responsável pelo novo spin-off.

Marvel ou DC? Keanu Reeves está sendo disputado para viver super-herói no cinema

Nos últimos meses, diversos rumores surgiram envolvendo Keanu Reeves em projetos relacionados à Marvel, e não deve demorar até que o astro apareça como um super-herói nos cinemas.

Em entrevista com o Comic Book, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que Reeves foi considerado para a maioria dos filmes do estúdio e ainda espera vê-lo no MCU.

Também foi dito que a Warner Bros pretendo encaixá-lo em algum filme do DCEU.

Rumores indicam que ele poderia reprisar seu papel como John Constantine em uma nova adaptação, no entanto, nada foi confirmado até agora.

E aí, você quer ver Keanu Reeves na Marvel ou na DC?

Como assim? ‘Vingadores’ viram personagens de ‘O Mágico de Oz’ em hilário vídeo Deepfake; Assista!

A parceria entre Tom Holland e Robert Downey Jr. chegou ao fim no MCU após a morte de Tony Stark, mas os fãs ainda insistem em ver os astros juntos na tela.

Pensando nisso, um canal do YouTube publicou um hilário vídeo mostrando a dupla e alguns astros de ‘Vingadores: Ultimato‘ como personagens de ‘O Mágico de Oz‘, dirigido por Victor Fleming.

Na montagem, Holland aparece como Dorothy Gale, e Downey dá vida ao espantalho, junto com Chris Pratt como o Homem de Lata e Chris Hemsworth como o Leão Covarde.

O vídeo foi criado a partir do programa Deepfake, usado para reproduzir o rosto dos astros nos corpos dos atores originais do clássico estrelado por Judy Garland em 1939.

Assista:

E aí, o que você achou do resultado?

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Godzilla vs. Kong’ ficam face a face em novo pôster da sequência; Confira!

Uma página do Twitter focada em novidades sobre ‘Godzilla Vs Kong‘ divulgou um novo pôster da sequência, trazendo os dois monstros face a face.

Pelo visto, o pôster será exibido em pontos de ônibus.

Confira:

“Um novo pôster ‘Godzilla vs Kong‘ foi lançado para ser exibido em pontos de de ônibus. Fonte: Collider.”

Infelizmente, diversos estúdios voltaram a adiar suas estreias no Brasil em decorrência do aumento de casos de Coronavírus, o que obrigou algumas salas de cinemas a fecharem suas portas.

O primeiro filme a ter seu adiamento confirmado foi justamente ‘Godzilla vs. Kong‘, que estava programado para ser lançado nos cinemas nacionais dia 25 de Março.

Agora, a previsão é que o filme chegue aos cinemas uma semana depois, no dia 1º de Abril. Porém, tudo vai depender da reabertura dos complexos de cinema.

Vale lembrar que o filme será lançado nos EUA no streaming e nos cinemas dia 31 de Março.

Você está ansioso para assistir ao filme?

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian

Bichir.

‘Verdades Secretas 2’: “Por mim, Camila Queiroz nunca mais pisa na Globo”, afirma Walcyr Carrasco

Na manhã de ontem, a Rede Globo confirmou que Camila Queiroz foi demitida da emissora e ficará de fora dos próximos episódios de ‘Verdades Secretas 2‘.

A causa da demissão seria por conta de desentendimentos após a intérprete de Angel ter feito “exigências inaceitáveis” para renovar o contrato.

E, de acordo com o Metrópoles, a demissão não foi nada amigável.

Foi dito que as gravações da atração deveriam ter sido finalizadas na semana passada, mas foram prorrogadas por conta de atrasos causados pela pandemia do Coronavírus.

No entanto, Camila se recusou a participar do último dia de filmagens, que também era o seu último dia de contrato, ao apresentar um atestado médico como justificativa.

Além disso, a estrela exigiu que o contrato para a extensão das gravações incluísse uma alteração no desfecho de sua personagem, já que ela não gostou dos rumos estabelecidos por Walcyr Carrasco, autor da novela.

Por conta disso, Carrasco acabou se irritando e apoiou a demissão, afirmando:

“Por mim, Camila Queiroz nunca mais pisa na Globo.”

Ao que tudo indica, Angel acabaria morrendo e Camila desaprovou esse final, exigindo que a personagem retornasse em novas temporadas.

No fim das contas, a Globo decidiu seguir com ‘Verdades Secretas 2‘ sem a presença de Camila.

Depois disso, parece que as gravações vão continuar com algumas adaptações para manter a essência da trama.

Ontem mesmo, Queiroz se manifestou em seu perfil no Twitter, e mesmo sem entrar em detalhes, revelou que preferiu “manter sua saúde mental” do que “estar certa”.

Ela não entrou em detalhes, mas afirmou que explicará o que aconteceu em breve.

Após uma série de exigências da atriz, a Globo decidiu reincidir o contrato e continuar a novela sem sua personagem, a Angel.

“A atriz Camila Queiroz não faz mais parte do elenco de Verdades Secretas 2, novela em exibição no Globoplay. Impactado pelos rigorosos protocolos adotados durante a pandemia, o período de gravação da obra, previsto para terminar no último dia 10, teve que ser ampliado por sete dias. Para assinar a extensão de contrato necessária à gravação das cenas finais da novela, Camila Queiroz quis determinar o desfecho da personagem Angel e exigiu um compromisso formal de que faria parte de uma eventual terceira temporada da obra, além de outras demandas contratuais inaceitáveis.”, afirmou a Globo em nota.

‘Homem-Aranha 3’: Artes conceituais destacam os detalhes no traje final do Duende Verde; Confira!

O ilustrador Phil Saunders divulgou algumas artes conceituais de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, destacando o traje final do Duende Verde (Willem Dafoe).

As imagens trazem vislumbres dos novos dispositivos acoplados ao traje que o vilão usa no início do filme, bem como os detalhes nas partes danificadas após sua luta contra Peter Parker (Tom Holland).

O artista explicou que:

“O objetivo do novo design era homenagear o traje do filme de Sam Raimi e atualizá-lo o suficiente para o MCU sem perder sua identidade. Ao mesmo tempo tempo, queríamos trazer referências ao visual dos quadrinhos. Por isso, eu fiz questão de ressaltar seu capuz roxo e atribuir algumas novas peças com essa coloração. Meu argumento era que May lhe daria roupas para se cobrir, incluindo um moletom roxo, que seria rasgado em sua luta contra Peter.

Confira:

Lembrando que a sequência já está disponível no catálogo da HBO Max.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.