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‘Cemitério Maldito’: Produtor revela planos para uma pré-sequência

O remake ‘Cemitério Maldito‘ se pagou nos cinemas, e perguntas sobre uma possível sequência já estão sendo feitas.

Em entrevista ao Consequence of Sound, o produtor Lorenzo di Bonaventura revelou que é mais provável que aconteça uma prequel.

“Geralmente não gosto de pensar em possíveis sequências até o filme ser um sucesso. Acredito que se há potencial para algo… é uma prequel. Se você pensar no livro, nós não introduzimos todos os elementos que acontecem antes da família Creed se mudar.”

Ele continua, “Então, eu acho que há um filme nesse período, e eu estaria particularmente interessado em fazer isso. Tem ligação com o material de origem e é uma história que também é insana, e há muitos sentimentos nela.”

Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica:

Dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch (‘Starry Eyes‘), o longa é baseado na obra homônima de Stephen King.

O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa AhmedAlyssa Brooke Levine John Lithgow.

‘Expresso do Amanhã’: Série será lançada pela Netflix em Maio; Assista ao forte trailer!

Snowpiercer‘, série baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, será lançada no Brasil pela Netflix e não pela TNT.

O streaming agendou a estreia da 1ª Temporada para o dia 25 de Maio.

Assista ao trailer:

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Os Novos Mutantes’: Criador do ‘Deadpool’ diz que exibições-teste do filme superaram expectativas

A estreia de ‘Os Novos Mutantes‘ foi adiada mais uma vez por conta do Coronavírus, e parece que a adaptação continua sendo perseguida por uma maldição.

No entanto, Rob Liefeld, criador do ‘Deadpool‘, disse ao Comic Book que as exibições-teste do longa superaram as expectativas de quem assistiu.

“‘Os Novos Mutantes‘ foi filmado antes de ‘Deadpool 2‘, e já faz dois anos que ‘Deadpool 2‘ foi lançado. Eu não sei o que aconteceu… Por que eles não lançaram ‘Os Novos Mutantes‘ [quando podiam]? Alguns amigos meus assistiram uma exibição-teste e adoraram. Eu não pude ir e me arrependo muito. Os testes foram exibidos em dezembro de 2017 e meus amigos não paravam de falar sobre isso… Posso dizer que o filme superou suas expectativas. Acho que faltavam ajustes nos efeitos visuais e só. Depois que a Disney comprou a Fox, a estreia foi cancelada de novo.”

Previsto inicialmente para abril de 2018, o longa foi adiado para novembro do mesmo ano, até que foi adiado para fevereiro de 2019 por causa de ajustes no roteiro e nos efeitos visuais.

Após a aquisição da Fox pela Disney, o filme havia sido remanejado para abril deste ano, mas parece que o estúdio ainda não definiu uma nova data de lançamento para a adaptação.

Há alguns dias, o filme apareceu na pré-venda digital da Amazon Prime Video nos Estados Unidos, mas foi apenas um erro do sistema.

Pelo visto, a Plataforma adicionou o título baseado em sua lista de lançamentos antiga, antes da pandemia.

Segundo o The Hollywood Reporter, a Disney ainda pretende lançar o filme nos cinemas.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

 

’13 Reasons Why’: 4ª e ÚLTIMA temporada ganha trailer e data de estreia

A Netflix divulgou o trailer e a data de estreia da 4ª e Última temporada ‘13 Reasons Why‘.

O quarto ciclo será lançado na plataforma no dia 5 de agosto.

Confira o trailer:

Criada por Brian Yorkey, a série é baseada no livro ‘Os 13 Porquês‘, escrito por Jay Asher.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Na última temporada, Clay (Minnette) deve descobrir quem é o verdadeiro assassino de Bryce.

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

O elenco conta com Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid, Amy Hargreaves e Derek Luke.

Os 40 Anos de ‘Sexta-Feira 13’ | O Maior Slasher do Cinema

Uma das franquias mais duradouras do cinema completa 40 anos em 2020. Lançado no dia 9 de maio de 1980 nos cinemas americanos (chegando ao Brasil em dezembro do mesmo ano), Sexta-Feira 13, um filme de história simples e direta, rendeu nada menos do que nove sequências, uma série de TV, um derivado e uma refilmagem. É claro, sem contar as inúmeras peças de marketing e produtos, como álbuns de figurinhas, camisas, bonecos, etc. .

Muito se falou numa continuação para o remake, a ideia, no entanto, não saiu do papel. Agora o plano é por um novo reboot – que possivelmente trará o jogador de basquete LeBron James à frente do projeto como produtor -, apesar de aparentemente estagnado, sem muitas novidades concretas. Uma nova série explorando o tema começou a ser filmada também, porém, prontamente cancelada antes de seu lançamento. Ou seja, a famosa data de azar no título parece ter pego a franquia.

O que importa na verdade, para todos os fãs e aficionados, é o aniversário da saga, que este ano se torna quarentona. E tudo começou aqui, com o primeiro Sexta-Feira 13. Como forma de homenagear este que se tornou o maior slasher de todos os tempos no cinema, o CinePOP traz esta nova matéria com muitas informações, comentários e diversas curiosidades interessantes que talvez muitos não saibam. Portanto, apaguem as luzes, olhem o calendário e vamos conhecer.

O Criador

O grande nome por trás da franquia é Sean S. Cunningham, o diretor e produtor que começou tudo. Cunningham tinha 39 anos quando lançou Sexta-Feira 13 nos cinemas, e já trabalhava como produtor e cineasta – na maioria, filmes de baixo orçamento que não ganharam muita notoriedade. Seu projeto mais famoso até então era Aniversário Macabro (1972), thriller intenso que virou cult, dirigido por Wes Craven (outro lendário nome do gênero), no qual trabalhou como produtor.

O desespero para conseguir sustentar a esposa e o filho tirou de Cunningham seu lado mais marqueteiro, e o sujeito só queria realizar um filme de sucesso. Esse era seu principal objetivo: pensar em um projeto unicamente por seu lado financeiro. Para isso, a primeira ideia do cineasta foi o título. Sexta-Feira 13 é impactante o suficiente. E isso era tudo o que ele tinha realmente quando criou um grande anúncio nas páginas de uma famosa revista da indústria na época, no qual mostrava a arte do título em terceira dimensão quebrando a tela de vidro – algo semelhante ao que é visto no trailer do filme. Foi assim que o cineasta ofereceu seu “filme” aos estúdios. Apesar disso, o título original pensado pelo roteirista era “A Long Night at Camp Blood” – algo como “Uma Longa Noite no Acampamento Sangrento”.

Provocados pelo título intrigante, alguns estúdios fizeram ofertas como num leilão e a Paramount acabou levando a melhor. Tudo o que a empresa estava comprando, no entanto, era um título. Com um orçamento de US$550 mil, o próximo passo era desenvolver a história.

A Ideia

Para o roteiro, Cunningham alistou o usual colaborador Victor Miller. E se o primeiro é o responsável por Sexta-Feira 13 existir, Miller é o responsável por tudo que vemos em tela. É dele a história sobre um grupo de jovens tentando reformar e reabrir um antigo acampamento de verão, mas sendo impedidos por uma presença misteriosa, que os mata um a um. Miller é muito claro (até hoje em entrevistas) sobre o pedido de seu produtor e diretor: imitar HalloweenA Noite do Terror (1978) – que havia se tornado um sucesso de bilheteria anos antes.

Miller, que não era fã de terror, foi então realizar sua pesquisa sobre filmes do gênero, em especial Halloween. A primeira coisa que notou era que precisava de uma tragédia prévia. Em Halloween, o filme abre com o menino Michael Myers matando sua irmã mais velha a facadas – depois, pulamos para o tempo presente. No roteiro de Miller, dois assassinatos ocorrem em 1958 e o acampamento Crystal Lake é fechado. Depois, ficamos sabendo que antes disso um menino chamado Jason havia se afogado no local, devido à negligência dos monitores que deveriam cuidar dele. Para quem conhece a trama, tal fato é toda a motivação do assassino.

Levando em conta que o filme tem nada menos que 40 anos, a esta altura todos devem saber seu segredo. Caso não queiram levar um spoiler, parem de ler, corram para assistir a este novo clássico e continuem este texto depois. Estão avisados.

Uma das sacadas do roteiro de Miller é usar o artifício do “whodunnit”. Isto é, todos os assassinatos são cometidos em primeira pessoa e nunca vemos o rosto do vilão – apenas vislumbres de seus pés e mãos. O filme faz questão de esconder a identidade do psicopata até seu desfecho. No entanto, o culpado não é nenhum personagem que tenha sido apresentado previamente. O assassino aqui é uma mulher – coisa rara em obras do gênero – e não apenas isso, mas é a típica e acolhedora mamãe americana, a Sra. Voorhees. A ideia de Miller era subverter o conceito da agradável mãe de família, que faz tortas de maçã e cuida do marido e dos filhos, a transformando numa psicopata sanguinária e feroz. Ela havia trabalhado no local como cozinheira, e Jason, o menino afogado, era seu filho. Agora, ela retorna para se vingar de todos que pensam em reabrir o local.

O Elenco

Para os personagens que seriam eliminados um a um, Cunningham buscava um elenco jovem e bonito. Esses eram os únicos requisitos. Nas palavras do próprio, eles precisavam parecer figurantes num comercial de Pepsi. No entanto, grande parte destes jovens eram atores de musicais da Broadway, com conhecimento do palco, mas em seu primeiro trabalho no cinema. Dentre os jovens, Kevin Bacon viria a se tornar o rosto mais conhecido – e o único que atualmente evita falar sobre sua participação no terror slasher.

Curiosamente, na época não era o nome de Kevin Bacon o planejado para chamar atenção no elenco dos jovens. Seguindo novamente de perto os planos de Halloween, que trouxe como protagonista Jamie Lee Curtis (filha dos astros Tony Curtis e Janet Leigh), os produtores de Sexta-Feira 13 escalaram Harry Crosby (filho do lendário Bing Crosby) para sua estreia no cinema, no papel do protagonista masculino Bill. A ideia era atrair o público com este chamariz. Ao contrário da protagonista de Halloween, no entanto, a carreira do filho de Crosby não decolou.

A verdadeira protagonista do filme, porém, é Alice, papel de Adrianne King. Ela é a chamada “final girl”, a heroína que sempre sobrevive ao final em todo filme de terror slasher, derrotando o vilão. Curiosamente, ela não é impulsionada desta forma durante a projeção, ganhando protagonismo meio sem querer, ao seguir vivendo enquanto seus amigos são eliminados. Ganhamos, inclusive, uma brincadeira no estilo de Psicose (1960), clássico irretocável de Hitchcock, onde o filme tenta nos vender uma falsa protagonista, que se torna a primeira vítima – aqui a caronista Annie (Robbi Morgan), a nova cozinheira que nunca chega ao acampamento.

O verdadeiro nome de peso em Sexta-Feira 13 na época, entretanto, era o da atriz Betsy Palmer, que interpreta a vilã Sra. Voorhees. Palmer, falecida em 2015 aos 88 anos, era uma atriz estabelecida da década de 1950, que havia parado de atuar. Entrando no ostracismo e precisando do dinheiro, ela aceitaria o papel mesmo tendo achado o roteiro uma boa m*rda, palavras da própria. Mal sabia ela que esta viria a se tornar sua personagem mais famosa e a que a deixaria imortalizada para sempre. Palmer tentou dar o máximo de credibilidade ao papel, atuando de forma contida e séria (dentro do possível), evitando exageros megalomaníacos – mesmo que possamos perceber claramente sua loucura no desfecho. Betsy Palmer recebeu US$1 mil por dia, e trabalhou apenas dez dias na produção.

Maquiagem e Trilha Sonora

Apesar de algumas surpresas em sua trama e alguns diferenciais (como ter uma assassina mulher, uma senhora em busca de vingança pela morte do filho), o roteiro de Sexta-Feira 13 não é um primor, por assim dizer. Então, o longa foi vendido através de alguns outros possíveis atrativos. Um deles foi a sua maquiagem e efeitos visuais – os melhores da época no gênero. Para tanto, a produção foi atrás de Tom Savini, que havia criado tais elementos para Despertar dos Mortos, de George Romero, dois anos antes, e impressionado a equipe deste filme. E grande parte do sucesso de Sexta-Feira 13 se deve aos impressionantes efeitos sangrentos que Savini trouxe para a produção. São flechas atravessando pescoços, machadadas na cara, decapitações e todo tipo de cortes, perfurações e machucados – que chocaram e entretiveram a plateia da época, assim como um trem fantasma de parque de diversão. Ou uma montanha russa, repleta de sustos e adrenalina.

Foi inclusive devido à maquiagem de Savini que ganhamos o maior vilão que esta franquia veria: Jason. Como dito acima, a assassina aqui é a Sra. Voorhees, a mãe de Jason – o próprio aparece apenas em flashback se afogando enquanto sua mãe conta sobre sua morte acidental. Originalmente, Jason não estaria no primeiro filme, e em partes não está.

Acontece que os realizadores perceberam que precisavam de um final apoteótico, e seguiram à risca “copiando” de sucessos recentes da época. O escolhido como “inspiração” para terminar o longa foi Carrie – A Estranha (1976), que utiliza um jump scare final de uma mão saindo do túmulo – uma sequência de sonho. Em Sexta-Feira 13, foi criada a cena final em que o menino Jason pula do lago e leva Alice para o fundo. Ela acorda no hospital, mostrando que era apenas um sonho, assim como no filme citado de Brian De Palma. Para que o susto ficasse ainda mais impactante, Savini desenvolveu a maquiagem deformada para o rosto de Jason, além do lodo e das plantas, por ter ficado todo este tempo dentro do lago. Daí nascia o conceito do grande vilão dos slasher.

Quanto à música, a famosa trilha de Sexta-Feira 13, o responsável foi o compositor Harry Manfredini. Sua ideia foi usar a nervosa música apenas nos ataques do assassino. E para isso, tirou dos delírios da Sra. Voorhees a amálgama de sílabas das palavras por ela proferidas durante o filme para criar a icônica “tchi tchi tchi tcha tcha tcha”. Na verdade, ecos de sintetizadores que ressoam o “ki ki ki” da palavra kill (matar) e “ma ma ma” de mommy (mamãe). Ou seja, trechos do diálogo “mate ela mamãe”, que a vilã, no melhor estilo Norman Bates e sua mãe, profere a si mesma.

Recepção e Legado

Sexta-Feira 13 estreou e se tornou um verdadeiro sucesso de bilheteria. Com um orçamento de US$550 mil, o terror rendeu US$40 milhões somente nos EUA. O filme virou uma febre e viveu para se tornar o mais famoso dentro do subgênero slasher – podemos até mesmo afirmar que foi o responsável por impulsioná-lo ao mainstream, e criar tendência. De repente, todo mundo queria uma fatia deste sucesso, e diversas produções no estilo eram criadas, pelos mais variados estúdios e produtoras. Até mesmo Halloween, o filme imitado, se viu correndo atrás dos louros de seu imitador – os produtores obrigaram John Carpenter a confeccionar uma sequência para surfar no sucesso de Sexta-Feira 13.

Mostrando que crítica e público nem sempre respondem a um filme da mesma forma, Sexta-Feira 13 foi massacrado pela imprensa especializada. As principais acusações eram a violência excessiva e a violência direcionada à mulher. Acusado de misoginia, o filme foi usado como exemplo no programa especial dos críticos Gene Siskel e Roger Ebert (os primeiros e mais famosos “críticos em vídeo” do mundo) sobre a violência contra jovens mulheres neste tipo de filme. Siskel foi além, chegando ao ponto de divulgar o endereço de Betsy Palmer no jornal em que escrevia (um veículo importante de Chicago), incentivando os fãs decepcionados da atriz a lhe escreverem cartas criticando sua escolha de projeto. Felizmente para Palmer, o crítico divulgou o endereço errado.

Sexta-Feira 13 é violento, assustador e sangrento. Seu único objetivo era o sucesso financeiro e isto foi atingido por seu criador Sean S. Cunningham. Mas nem mesmo ele, o roteirista Victor Miller, ou qualquer envolvido poderia prever o sucesso meteórico do filme junto aos fãs de terror e dos jovens. Para termos uma ideia, as críticas conservadoras de gente como Gene Siskel citado acima, apenas serviram para catapultar ainda mais as vendas de ingresso. É a famosa estratégia publicitária do falem mal, mas falem de mim. Seu rendimento foi tão satisfatório que a Paramount tratou de dar sinal verde instantâneo para a sequência, lançada logo no ano seguinte. E assim novas continuações foram lançadas durante praticamente todos os anos da década de 1980 – com um total de oito filmes lançados até 1989.

Ninguém imaginaria a proporção que a coisa tomaria e a dimensão desta propriedade, adorada até hoje. Cunningham construiu um mini império e os envolvidos continuam famosos e adorados. Mesmo com uma ideia simples, talvez datada hoje, mas bem executada, Sexta-Feira 13 é um pré-requisito e uma obra indispensável para todos que se dizem fãs do gênero terror no cinema.

Primeiras Impressões | I Know This Much is True traz Mark Ruffalo devastador em dose dupla na HBO

Se você já assistiu a um ou dois dos filmes escritos e dirigidos por Derek Cianfrance, provavelmente se preparou para uma nova onda de personagens sofridos e uma história enrijecida com ‘I Know This Much is True’. O novo projeto do cineasta de Namorados Para Sempre e A Luz Entre Oceanos ecoa distante de ambos os filmes, mas tem sua garantida porção de obstáculos emocionais que, para todos os efeitos, talvez não combinem muito com o momento, mas talvez sejam exatamente aquilo de que precisamos.

A minissérie é protagonizada por um Mark Ruffalo em dose dupla, interpretando os irmãos gêmeos Dominick e Thomas Birdsey. Baseada no livro homônimo de Wally Lamb, a produção se estende por seis episódios, todos escritos e dirigidos por Cianfrance.

A distinção entre Thomas e Dominick é fácil e imediata, catapultada não apenas pelas abordagens distintas do ator para cada um deles, habituado a viver dois personagens em um com Bruce Banner/Hulk no Universo Cinematográfico Marvel, mas também por pontos específicos da história. A relação instável entre eles é pontuada mais pelas diferenças do que pelas semelhanças: Thomas tem esquizofrenia, e Dominick normalmente precisa sair de sua própria rota para defender ou ajudar o irmão, embora ele próprio esteja tão rodeado de problemas quanto o outro. 

É em um destes momentos de união e defesa que nos encontramos com os irmãos Birdsey, a partir de uma cena de abertura inesquecível em seus próprios termos e que, por si só, desencadeia uma sequência de lutas e derrotas tanto para Dominick quanto para Thomas. Imediatamente, fica clara não apenas a diferença de postura entre eles, mas a forma como ‘I Know This Much is True’ está disposta a encarar de frente a indiferença e a fragilidade de histórias e mundos tão sofridos, calcada em personagens falhos e cheios de defeitos. Não adoráveis, mas não detestáveis. Neste sentido, o episódio deixa seus pontos de vista escancarados para o espectador, para que não restem dúvidas. 

I Know This Much is True HBO

A tristeza deste mundo não traz personagens frios ou desinteressantes, se esta foi a primeira conclusão. Pelo contrário, estamos diante de um desfile de personalidades promissoras e complexas, seja com a histriônica Juliette Lewis no papel da tradutora Nedra Frank, a sempre ótima Kathryn Hahn como Dessa Constantine, ex-esposa de Dominick, ou Melissa Leo como a saudosa mãe dos gêmeos, surgida em flashbacks. Esta é uma das grandes fortalezas iniciais da minissérie, que dificilmente cairá no tédio com tantos talentos em frente às câmeras. Se em qualquer outro ambiente tantas explosões de energia poderiam ser exaustivas, aqui elas cumprem o papel de imprimir cores e vida em um ambiente demasiadamente soturno. Um bem-vindo contraponto na balança.

Em termos de narrativa e estudo de personagens, a estrutura em flashbacks é o que possibilita uma análise detalhada da história de Dominick e Thomas, e onde elas se distanciam ou se aproximam. O primeiro episódio vai e volta diversas vezes entre a infância e a vida adulta dos dois, tecendo relações diretas ou indiretas entre quem eles se tornaram e a relação complicada com a mãe e o padrasto, Ray (John Procaccino). Por tudo isso, ‘I Know This Much is True’ se dedica bastante a analisar o que os laços afetivos iniciais significam para os futuros, sobretudo na vida de Dominick, sobre quem este primeiro episódio se debruça com mais ênfase.

Por mais vago que possa ou deva ser um resultado após um único episódio, a primeira hora de ‘I Know This Much is True’ ganha força justamente por não se esquivar do sofrimento que promete, e por se ancorar em personagens intensos com alto potencial de ressoarem forte com o público. É esperado que, em um momento tão difícil e delicado em meio a uma pandemia global deixando um rastro desolador em sua passagem, talvez a disposição geral para uma história tão emocionalmente desgastante não seja das melhores. Mas existe algo recompensador em acompanhar esses personagens falhos e cheios de erros tentando construir algo diferente e se recusando a deixar que o sistema os destrua, acreditando com força invejável nos próprios laços fraternais contra toda e qualquer coisa.

Se não por outra coisa, Mark Ruffalo está simplesmente um deleite com esses dois personagens.

I Know This Much is True vai ao ar aos domingos, às 22h, na HBO.

‘Lilo e Stitch’ vai ganhar remake live-action

Mais um remake live-action da Disney está a caminho. ‘Lilo e Stitch‘ (2002) seguirá os mesmos passos de ‘Cinderela‘, ‘A Bela e a Fera‘, ‘Mogli – O Menino Lobo‘ e ganhará uma refilmagem totalmente live-action. Porém, o filme não deve ser lançado nos cinemas.

O site DisInsider afirmou que o lançamento será feito diretamente na plataforma de streaming Disney+, assim como o estúdio fez com o remake de ‘A Dama e o Vagabundo‘.

Dan Lin e Jonathan Eirich, que também estão trabalhando no remake de ‘Aladdin‘, vão produzir.

O remake de ‘Lilo e Stitch‘ será um híbrido de live-action e CGI, assim como ‘O Rei Leão‘.

Mais novidades não foram reveladas.

No original, Lilo é uma garota que adora cuidar de animais menos favorecidos e  tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Assista ao trailer:

‘As Crônicas de Nárnia’: Produtor prefere que Netflix adapte em forma de série, e não filmes

Em 2018, a Netflix comprou os direitos de adaptação da franquia ‘As Crônicas de Nárnia‘ e anunciou grandes planos para a fantasia de CS Lewis.

Agora, o produtor Douglas Gresham, que também é o enteado de CS Lewis, admitiu que espera que o gigante do streaming decida adaptar a história em forma de série, e não de filmes.

“Eu adoraria que fosse uma coisa episódica, em forma de série. Porque em um filme você tem uma hora, talvez duas horas no máximo, se você realmente deseja esticá-lo, para colocar um livro inteiro, um livro de histórias de aventura, no filme. E você simplesmente não pode fazer isso. Eu não ouvi uma palavra deles. Estou me preocupando se alguma coisa vai acontecer.”, afirmou.

Recentemente, a Netflix anunciou que Matthew Aldrich, da animação ‘Viva: A Vida é uma Festa‘, ficará responsável pela adaptação dos livros de As Crônicas de Nárnia, do autor C.S. Lewis.

Segundo o Hollywood Reporter, Aldrich servirá como o arquiteto desse universo fantasioso que a Netflix levará para as telinhas. Sob os termos de um contrato de vários anos, a empresa de streaming desenvolverá histórias clássicas de todo o universo de Nárnia.

Apesar da confirmação, nenhum projeto ainda possui data de estreia e elenco. Novas informações devem sair muito em breve.

No total, os livros da franquia já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.

‘Rota de Fuga’: Dave Bautista diz que só participou da franquia porque queria trabalhar com Sylvester Stallone

O 1º filme da trilogia Rota de Fuga‘ uniu Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, que se recusou a retornar para as sequências devido a decisões criativas.

Por conta disso, Dave Bautista foi contratado para preencher a lacuna. Infelizmente, as duas sequências foram péssimas e não agradaram tanto quanto o original.

Durante uma entrevista para o Podcast de Michael Rosenbaum, Bautista admitiu que nunca foi um grande fã da franquia e só se interessou pelo papel porque queria trabalhar com Stallone.

“A verdade é que nunca fui fã do original, mas sou um grande fã de Stallone. Eu só aceitei o papel porque queria trabalhar com ele. Na nossa primeira cena juntos eu estava muito nervoso, acredite… Eu sentei com Stallone e disse: ‘Olha, cara, eu não vou agir como um fã hoje… Mas amanhã você vai ter que responder uma centena de perguntas’. No fim das contas, eu passei o dia todo agindo como um fã.”

Confira a entrevista completa:

Ao contrário do original, a sequência foi lançada direto em Home Video e acumulou apenas 8% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Rota de Fuga 3‘ seguiu pelo mesmo caminho, mas teve um resultado menos vergonhoso, com 27% de avaliações positivas.

Assista ao trailer:

No terceiro filme, Ray Breslin (Sylvester Stallone) é contratado para resgatar a filha de um magnata de Hong Kong.

A sequência tem direção de John Herzfeld (‘Stallone Cobra‘). O elenco também conta com Dave Bautista e 50 Cent e não contará com o retorno de Arnold Schwarzenegger, que co-protagonizou o primeiro longa.

Rota de Fuga (2013) foi um filme de ação de sucesso moderado, que escancarava de vez a parceria entre Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, rivais de mentirinha nos anos 1980, iniciada pelos filmes da franquia ‘Os Mercenários’.

Jerry Stiller, ator de ‘Seinfeld’ e ‘Zoolander’, morre aos 92 anos

Jerry Stiller, lendário ator, comediante e pai de Ben Stiller, morreu nas primeiras horas desta segunda-feira (11) devido a causas naturais. Ele tinha 92 anos.

Ben confirmou a morte do pai, escrevendo no Twitter: “estou triste em dizer que meu pai, Jerry Stiller, morreu de causas naturais. Ele foi um ótimo pai e avô, e um dedicado marido a Anne por 62 anos. Sua falta será sentida. Te amo, pai”.

Confira:

Depois de uma longa carreira de performances cômicas ao lado da esposa, Anne Meara, tendo aparecido nos palcos da Broadway e como ator convidado em séries de TV, Stiller tornou-se bastante conhecido por interpretar Frank Constanza na aclamada Seinfeld (papel que viveu em 26 episódios), que lhe rendeu uma indicação ao Emmy em 1997.

Além disso, interpretou o pai de Leah Remini em ‘O Rei dos Queens’, além de ter vivido o gerente de Zoolander no filme epônimo, o qual foi dirigido pelo filho.

Em 1988, interpretou Wilbur Turnblad, pai de Tracy, na memorável produção de Hairspray, dirigida por John Waters. Em 2007, seria convidado para participar do remake musical como Mr. Pinky. Sua mais recente aparição no cinema foi em Zoolander 2’ e na animação Aviões.

Já na televisão, Stiller fez uma breve aparição no drama The Good Fight, em How Murray Saved Christmas e no especial para TV Zoolander: Super Model’.

Saiba quais são as séries mais bem AVALIADAS da Netflix

The Witcher estreou no fim do ano passado e se tornou um grande sucesso entre o público da Netflix e uma das produções mais bem avaliadas no IMDb, um dos sites mais respeitados quando se trata de filmes e séries.

Procurando séries boas para indicar para vocês, decidimos fazer uma matéria com as séries mais bem avaliadas da Netflix.

O primeiro lugar teve um empate entre as séries ‘The Witcher, ‘Black Mirror’, House of Cards e ‘Narcos’.

Confira abaixo as produções da Netflix com as maiores notas no IMDb:


‘Roswell: New Mexico’: CW divulga imagens promocionais do próximo episódio

A CW divulgou as imagens promocionais do próximo episódio de ‘Roswell: New Mexico‘, que vai ao ar hoje (11).

Intitulado ‘The Diner‘, o 9º episódio trará algumas verdades desconfortáveis ​​sobre a história dos alienígenas à medida que Michael (Michael Vlamis) e Isobel (Lily Cowles) descobrem o que aconteceu com suas mães no passado.

Confira, junto com o teaser:

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama conta a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada.

‘John Wick 4’ ganha nova data de estreia

John Wick 4‘ finalmente ganhou uma nova data de estreia após ser adiado devido a pandemia de coronavírus.

Anteriormente previsto para 21 de maio de 2021, o longa agora chega às telonas do Brasil em 26 de maio de 2022.

Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelski afirmou que está tendo dificuldades em desenvolver o roteiro da sequência ‘John Wick 4‘, revelando achar um desafio superar as cenas de ação dos filmes anteriores.

“ACREDITO QUE EU E O DAVE [LEITCH] ESTAMOS SATISFEITOS COM AS SEQUÊNCIAS DE AÇÃO E NÓS NÃO QUEREMOS PERDER ISSO. EU QUERO SER UM DIRETOR MELHOR, MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE A SEQUÊNCIA TERÁ MENOS AÇÃO. COM O TERCEIRO FILME, SENTI QUE EU PRECISAVA AMPLIFICAR A AÇÃO DO SEGUNDO. EU TIVE TODAS AQUELAS IDEIAS, E O FILME ACABOU SE TORNANDO UMA AÇÃO FRENÉTICA.”

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

Crítica | Férias Frustradas – Comédia que se tornou um sucesso na Netflix

Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grey

Espécie de reinício, sequência e refilmagem para a série cômica iniciada em 1983. Protagonizada por Chevy Chase (um dos astros da época) e Beverly D´Angelo (que surpreende com sua beleza ao revisitarmos o original, agora clássico) na pele dos pais da família Griswold, um casal da classe média de Chicago, cujo sonho de férias perfeitas – em especial do patriarca Clark (Chase) – é uma viagem de carro até a Califórnia para o parque de diversões Walley World, sátira da Disney. Todos os imprevistos imagináveis e inimagináveis ocorrem durante o percurso da atrapalhada família até seu destino final.

A Warner, estúdio retentor dos direitos sobre a família Griswold, apostou em novas “Férias” para a geração atual, que sequer faz conhecimento da existência dos filmes anteriores. O fato é inclusive mencionado na forma de uma das melhores gags do filme, na qual os personagens brincam, através de algumas linhas de diálogos, sobre onde se encaixa ou como se comporta este novo filme em relação aos anteriores. É o tipo de humor metalinguístico que nem todos serão capazes de pegar, mas que não deixa de ser esperto.

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Dessa vez, é Rusty, o filho da família original, quem assume as rédeas das novas “Férias”. Ao lado de sua família, a mulher (Christina Applegate) e os dois filhos (Skyler Gisondo e Steele Stebbins), Rusty, agora interpretado por Ed Helms (o Stu dos filmes Se Beber, Não Case), decide recriar a icônica viagem de seus pais para dar novo sangue à relação com os familiares. O protagonista “filho de peixe” recebe contornos de personalidade que não ficam devendo nada ao patriarca Clark. Se formos ser detalhistas, vale lembrar que Rusty sempre foi mais esperto na juventude, e não tão abobalhado como o pai.

A persona de Helms casa perfeitamente com a ideia do homem comum, ingênuo, que nada contra a maré para não ser um completo perdedor. As referências aqui são inúmeras e para os familiarizados com o clássico o filme ganhará novo sabor. Desde o carro estranho escolhido como condução para a viagem (que rende algumas das melhores piadas e uma surpresa no final) passando pela nova bonitona num carrão vermelho (e o desfecho de tal momento), até o nível de piadas incorretas contidas por minuto, Férias Frustradas (2015) é uma digna homenagem ao filme dos saudosos John Hughes e Harold Ramis.

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Apesar de tudo isso, Férias Frustradas (2015) não é um filme propriamente bom. Funciona em grande parte por seu apelo saudosista. Mas existe também muita coisa que não funciona (em especial a piada com os quatro policiais de distritos diferentes no ponto em que todos se entrecruzam) e piadas tão escatológicas, envolvendo vômito e excremento, que serão certas de afastarem os que não tem estômago para humor abaixo da linha da cintura – ou apenas pessoas de bom gosto.

Mesmo que não tenha ido bem nas bilheterias, Férias Frustradas está longe de ser um desastre de trem. A comédia encontrou sobrevida na Netflix. Existe certo nível de afeto e doçura por debaixo de tudo, e um discurso relativamente interessante sobre a importância e o propósito da família. Um dos pontos altos envolve a participação de Chris Hemsworth (o Thor), no papel do marido de Audrey (Leslie Mann), a irmã de Rusty. O arco dos irmãos James (Gisondo) e Kevin (Stebbins) Griswold também é legal e funciona. E a alegria de rever Chase e D´Angelo nas telonas, infelizmente, não será sentida por todos. Ah sim, a música “Kiss From a Rose”, de Seal, não te deixará por um bom tempo…

‘Aquaman 2’: Warner não planeja demitir Amber Heard da sequência

Apesar dos boatos de que Amber Heard seria demitida de ‘Aquaman 2‘, a atriz continua escalada para viver Mera na sequência.

Segundo o proprietário do Heroic Hollywood, o jornalista Umberto Gonzalez, a Warner não pretende reescalar a atriz.

“Não, Amber Heard não foi demitida de AQUAMAN 2”, afirmou o jornalista.

Após a controvérsia envolvendo os áudios vazados de Amber Heard, que admite ter agredido Johnny Depp, os fãs de ‘Aquaman‘ fizeram um abaixo-assinado pedindo a demissão da atriz como Mera.

Depp acusa Heard como responsável por sua demissão do icônico papel como Jack Sparrow, protagonista de ‘Piratas do Caribe‘.

O documento publicado no Change.org para substituir a atriz já acumula 400.00 assinaturas.

Os criadores da pedição alegam que:

Amber Heard foi exposta como agressora doméstica por Johnny Depp. Em seu processo de U $ 50 milhões, Johnny Depp descreve muitos incidentes de abuso doméstico que ele sofreu nas mãos de sua (então) esposa Amber Heard, incluindo um incidente em que ela o socou duas vezes no rosto e outro em que quebrou o dedo com uma vodca garrafa, e seu dedo teve que ser recolocado cirurgicamente. Ele carregará a cicatriz disso pelo resto da vida. 

Amber Heard também foi presa em 2009 por abusar de uma ex-parceira doméstica, Tasya Van Ree, demonstrando um padrão repetido de abuso por Amber Heard.

Desde o divórcio de Heard e Johnny Depp, ela tem sistematicamente criado uma jornada para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos nos quais ela havia realmente abusado de Johnny Depp, mas mentiu e criou relatos falsos de que ele era o agressor. Sobre o incidente durante o qual ela quebrou os ossos no dedo de Johnny Depp e quase o esfaqueou, fazendo com que Depp necessitasse de uma cirurgia para recolocá-lo e repará-lo, Heard apresentou uma história falsa alegando que ele próprio cortou o dedo, mergulhou-o em tinta e rabiscou obscenidades por todas as paredes. 

Da mesma forma, Heard relata incidentes fabricados de Johnny Depp batendo na cara dela quando ela, de fato, o deu um soco. Embora a equipe e os vizinhos do prédio onde ela morava relatassem não ter visto marcas no rosto nas horas e dias depois que ela diz que Johnny Depp havia batido nela, ela apareceu no tribunal seis (6) dias depois com hematomas no rosto, pedindo uma ordem de restrição temporária, que foi concedida. Fotos de Heard desde o dia seguinte mostram seu rosto cheio, sem maquiagem e sem um hematoma.

Como Amber Heard é uma abusadora doméstica conhecida e comprovada, a Warner Brothers e a DC Entertainment devem demitir Heard de Aquaman 2. Eles não devem ignorar o sofrimento das vítimas de Heard e não devem fascinar um agressor doméstico. 

Os homens são vítimas de violência doméstica, assim como as mulheres. Isso deve ser reconhecido e devem ser tomadas medidas para impedir que uma agressora conhecidaseja celebrado na indústria do entretenimento.

Faça a coisa Certa. Demita Amber Heard de Aquaman 2.” 

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

‘Clark’: Bill Skarsgård será um gângster sueco na nova série da Netflix

Segundo a Variety, a Netflix deu sinal verde para seu novo drama biográfico intitulado ‘Clark’, que vai girar em torno do gângster sueco Clark Olofsson.

Bill Skarsgård será o personagem titular.

A minissérie terá seis episódios e será baseada na autobiografia de Olofsson, ‘Vafan var det som hände’. Comumente referido como uma “celebridade”, o criminoso começou sua carreira ainda em 1960 e tornou-se uma das personalidades mais controversas da história sueca contemporânea. Com o passar dos anos, Clark também foi responsável pela ascensão do conceito Síndrome de Estocolmo, conseguindo escapar de prisões e cometendo roubos por toda a Europa.

Jonas Åkerlund será o diretor.

Skarsgård ganhou notoriedade por interpretar o palhaço demoníaco Pennywise nas duas partes do remake ‘It – A Coisa’. Seus outros trabalhos no cinema incluem ‘Atômica’Vilões e a Saga Divergente.

Åkerlund, por sua vez, é um aclamado diretor de videoclipes e já colaborou com inúmeras lendas da música, incluindo Lady Gaga (“Telephone”, “Paparazzi”“John Wayne”), Madonna (“God Control”“Music”“Ghosttown”) e o grupo Roxette (“Fingertips’ 93”“Run to You”“One Wish”).

‘Piratas do Caribe 6’: Disney quer que Johnny Depp faça participação especial

Segundo o site The DisInsider, o novo filme da franquia ‘Piratas do Caribe‘ não será um reboot, mas um “soft reboot“.

O estúdio planeja adicionar uma protagonista feminina nos novos filmes, mas quer que Johnny Depp retorne como Capitão Jack Sparrow em uma participação especial.

A ideia é o ator passar o bastão para uma nova Capitã.

O jornalista afirmou que o estúdio quer fazer um “soft reboot” nos mesmos moldes de ‘Bumblebee‘.

Karen Gillan está em negociações para estrelar a produção, ainda sem título oficial. Entretanto, não se sabe se ambas as partes já se encontraram para discutir detalhes do projeto.

Outros rumores indicam que o estúdio estaria procurando uma mulher de cor para interpretar a personagem principal.

Gillan ganhou fama ao participar da quinta e da sexta temporadas de Doctor Who como a companheira Amy Pond. Seus trabalhos mais conhecidos incluem a franquia ‘Jumanji’, que caminha para sua quarta entrada nos cinemas, e a saga do Universo Cinemático Marvel, na qual interpreta Nebulosa em filmes como Guardiões da GaláxiaVingadores.

O quinto e último filme da série foi lançado em maio de 2017, após diversos problemas de produção, e faturou quase US$ 800 milhões em todo o mundo.

Craig Mazin, roteirista de ‘Todo Mundo em Pânico 3 e 4‘, ‘Se Beber Não Case! 3‘ e criador da série ‘Chernobyl‘, foi contratado para desenvolver uma nova história da franquia que tem como intuito atrair um novo público.

Ele escreverá o filme ao lado do veterano Ted Elliott, responsável pelo script dos primeiros quatro filmes da franquia.

‘A Lenda do Tesouro Perdido’: Disney+ está desenvolvendo série baseada na franquia

Em entrevista ao Collider, o produtor Jerry Bruckheimer revelou que uma série baseada na franquia ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ está em desenvolvimento pela Disney+, afirmando que a produção trará um elenco mais jovem.

“Nós definitivamente estamos desenvolvendo uma série baseada na franquia e uma sequência para os cinemas. Espero que ambos os projetos saiam do papel e nós tenhamos a chance de fazer outro filme. Ambos projetos estão ativos. A série para a Disney+ terá um elenco muito mais jovem. Será o mesmo conceito dos filmes, mas com um elenco mais jovem. Já a sequência para os cinemas irá trazer o elenco original de volta.”

Ele completa, “O novo filme está sendo escrito atualmente. Já a série de televisão ainda está em processo. Nós temos o roteiro do primeiro episódio e uma direção para os próximos.”

Vale lembrar que Chris Bremner foi contratado para escrever o roteiro do terceiro filme.

O diretor Jon Turteltaub, que comandou os dois primeiros ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘, revelou que a história deve abandonar os EUA e ser focada na Europa e Ásia.

Até o momento, apenas o ator Nicolas Cage está confirmado no elenco, mas tudo indica que Harvey Keitel, Diane Kruger, Justin Bartha e Jon Voight devem retornar também a nova produção.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (National Treasure) conta a história de um caçador de riquezas perdidas procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Popular locação de ‘X-Men’ aparece em imagens

A aguardada série original da Disney+, intitulada ‘Falcão e Soldado Invernal‘, ganhou novas imagens dos bastidores, que trazem em destaque uma popular locação do universo de ‘X-Men‘. 

As imagens, divulgadas com exclusividade pelo portal Murphy’s Multiverse, trazem o país fictício Madripoor, cuja primeira aparição nos quadrinhos aconteceu no spin-off de ‘X-Men‘, Novos Mutantes’, futuramente se torando uma locação recorrente nas HQs da Marvel Comics.

Nas fotos em questão, é possível conferir um mercado de rua local, que trazem elementos que conectam a série ao inverso de ‘X-Men‘, bem como à nova série da Disney de ‘Guerreiros Secretos‘.

Confira:

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘In Search of Tomorrow’: Documentário sobre ficção científica ganha trailer incrível; Confira!

O documentário ‘In Search of Tomorrow’, que gira em torno das clássicas produções de ficção científica dos anos 1980, ganhou seu primeiro e incrível trailer oficial.

Confira:

David Weiner comanda o projeto.

O longa celebra produções como ‘Alien – O Oitavo Passageiro’‘Blade Runner – O Caçador de Androides’De Volta para o Futuro e outras, trazendo entrevistas com icônicos nomes como Henry ThomasBob GaleSean Young.

Dentre os temas explorados, o público poderá ver a construção dos heróis e heroínas para as telonas, como Ellen Ripley e Rick Deckard, delineações sobre os efeitos especiais e visuais e a importância de tais filmes para os dias atuais.

‘In Search of Tomorrow’ tem previsão de lançamento para julho de 2021.