Site Página 5511

‘Sonic’ é um SUCESSO! Os estúdios deviam ouvir mais os fãs?

SONIC – O Filme’ teve a MAIOR estreia da história para uma adaptação de videogame, e levantou uma grande interrogação em Hollywood: os estúdios deveriam ouvir mais a opinião dos fãs.

Após o lançamento do desastroso primeiro trailer, o visual do Sonic foi duramente criticado e o diretor Jeff Fowler decidiu dar razão às críticas e redesenhar o ouriço. O resultado não poderia ser melhor.

Assista nossa análise e conta pra gente nos comentários se você concorda:

No Brasil, ‘SONIC – O Filme’estreou em primeiro lugar e arrecadou R$ 12 milhões, com público de 700 mil espectadores, no seu primeiro fim de semana.

Nos EUA, o filme teve uma estreia sólida de US$ 68 milhões no final de semana estendido, Z quebrou o recorde de MAIOR estreia para uma adaptação de videogame no país, superando o lançamento de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 54.3m).

Além disso, a produção se tornou a quarta maior estreia no feriado do Dia do Presidente.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 43 milhões através de 40 mercados, incluindo o México (US$ 6,7 milhões) e o Reino Unido (US$ 6,2 milhões).

Por fim, o público deu ao longa uma nota A, o que deve garantir a boa estabilidade da produção nas próximas semanas.

Confira nossa entrevista:

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Assista ao trailer:

 

Conheça TODOS os filmes baseados em Videogames já lançados – incluindo ‘Sonic’

Década de 1990 – Onde Tudo Começou

Bem, antes da primeira adaptação concreta e oficial de um game nos cinema, podemos dizer que houve uma espécie de aquecimento com o filme O Gênio do Videogame (The Wizard, 1989). Mas sobre esta pequena pérola iremos comentar no final do texto, na parte dos bônus que preparamos.

Super Mario Bros

Agora sim. Foi aqui onde tudo começou, para o bem e para o mal. Super Mario Bros é oficialmente a primeira adaptação de um videogame para o cinema, e a escolha foi merecida, já que o jogo sobre o encanador italiano que faz de tudo desde pular em tartarugas e literalmente entrar pelo cano (menos comer pizza ou qualquer prato típico de seu país), é um dos videogames mais queridos e famosos de todos os tempos. O personagem Mario na verdade surgiu no jogo de Donkey Kong, mas ganhou seu game solo em 1983. Dez anos depois chegava aos cinemas a versão em live action, e o estúdio apostava forte, lançando a produção no meio do competitivo verão norte-americano. O problema é que o filme pouco tinha do jogo, optando por uma atmosfera sombria, deprimente e apocalíptica, ao contrário do colorido e bem humorado game. Nem mesmo a performance alucinada de Dennis Hopper como o vilão consegue salvar o filme da apatia. Atualmente, Super Mario Bros se tornou uma peça cult, mas esta é uma franquia que merece ser resgatada do limbo e feita da maneira correta.

Double Dragon

Deste só os fortes lembram. Double Dragon também era um game de plataformas de 8 bits, mas este era uma aventura de luta, o famoso “andar e bater”. Lançado no ano seguinte de Super Mario Bros, Double Dragon foi um desastre ainda maior. Mesmo assim, o longa portava efeitos especiais que eram top de linha para a época, ou quase. Na trama, dois irmãos lutadores, vividos pelos atores do time C de Hollywood Mark Dacascos e Scott Wolf (da série Party of Five), possuem a metade de um talismã poderosíssimo, exatamente o item que o vilão vivido por Robert Patrick (ainda surfando na onda do sucesso de O Exterminador do Futuro 2), deseja por as mãos. É claro que tudo se passa num futuro apocalíptico, no qual parte das cidades foi tomada pelo mar – essa era tendência da época. Bem, esta é uma franquia que provavelmente não vai, e não deve mesmo, ser resgatada do ostracismo.

Street Fighter – A Última Batalha

Aqui o bagulho ficava sério! A gente até gostava de jogar Super Mario Bros na infância (e Double Dragon mais ou menos), mas nada se compara com a febre que foram os jogos de luta extremamente violentos. Não existe um menino (e quem sabe algumas meninas) que não tenha perdido horas da sua vida e algum dinheiro nas fichas de fliperamas soltando seus “hadoukens” e “roriukens” neste game. Oito jogadores selecionáveis, vindos de países como China, EUA, Índia, União Soviética (sim, o jogo é velho) e até mesmo o Brasil – com nosso monstrinho de estimação Blanka (e dizem que nós é que somos preconceituosos). E o filme tinha… bem, quase nada disso. Lançado em 1994, continha personagens totalmente descaracterizados e uma trama de guerra ao invés de um torneio de lutas. Além disso, tornaram um personagem secundário, o militar Guile, o protagonista do filme, porque assumiu as formas do belga Jean Claude Van Damme. Esse não é só uma das piores adaptações do subgênero, como também um dos piores filmes já feitos e, é claro, se tornou cult. Talvez a única importância deste longa capenga seja ter ficado marcado como último trabalho do saudoso Raul Julia, na pele do ditador louco Bison.

Não existe nada que esteja tão ruim que não possa piorar. Este deveria ser o lema da “franquia” Street Fighter. Isso porque em 2009 algo pior que A Última Batalha chegava aos cinemas – bem, no Brasil ao menos o lançamento em vídeo doeu menos. Trata-se do reboot focado na personagem Chun Li – aqui interpretada por Kristen Kreuk, a Lana Lang da série Smallville. O mesmo erro era repetido e aqui temos uma história policial enfadonha, sem a graça galhofa do original.

Mortal Kombat

Finalmente parecia que os produtores de Hollywood estavam aprendendo com os erros do passado. Mortal Kombat, lançado em 1995, era um filme sobre um torneio de luta mortal, passado em outra dimensão, assim como o game. Como nem tudo é perfeito, os fãs mais xiitas reclamam da falta de sangue no filme, já que o jogo é um dos mais sanguinolentos de todos os tempos (ou melhor, talvez o primeiro grande a chamar atenção para uma possível censura no quesito). Seja como for, Mortal Kombat é até hoje enaltecido como uma das melhores adaptações do subgênero (sem dúvidas uma das mais divertidas e respeitosas dos personagens). Ponto para o diretor Paul W. S. Anderson, que viria a comandar também os filmes da franquia Resident Evil no cinema.

Mas nem tudo são flores, e visando seguir o rastro de sucesso do original, o estúdio não demorou a engatilhar a sequência Mortal Kombat – A Aniquilação, lançada em 1997. Sem o brilho do original e investindo em sugar qualquer criatividade implantada no primeiro filme sem dar nada em troca, parte do elenco previu a furada que ia se meter e pulou do barco antes dele afundar (vide Christopher Lambert e Bridget Wilson). A Aniquilação colocou o prego no caixão da franquia por muitos anos, mas hoje existem boatos de um reboot.

Wing Commander

Esta aqui você provavelmente também não conhecia. Lançado em 1999,  tudo o que precisa saber é que se trata da adaptação de um jogo de simulação de naves espaciais, conhecido apenas entre o seleto mundo dos gamers mais aplicados. Para termos uma ideia, a ficção é protagonizada por Freddie Prinze Jr. e Matthew Lillard. Encerro meu caso.

Ps. Uma curiosidade é que o filme ficou conhecido por exibir o trailer de Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma no cinema, o que deve ter feito muita ir comprar o ingresso de Wing Commander só para poder assistir à prévia da superprodução de George Lucas na telona.

Década de 2000 – A Enxurrada

Se em sua década de estreia, os lançamentos dos filmes baseados em games chegavam timidamente, na década seguinte tivemos uma verdadeira enxurrada com quase 20 produções. Depois que os produtores dos estúdios viram que filmes de super-heróis de quadrinhos podiam ser lucrativos, os filmes de games ficaram mais elaborados, contando com orçamentos melhores, astros renomados e diretores competentes.

Lara Croft – Tomb Raider

Mario Bros, Street Fighter e Mortal Kombat marcaram suas respectivas gerações. O mesmo pode ser dito para Tomb Raider, um marco da geração das primeiras plataformas 3D – o personagem podia caminhar em qualquer direção. Fora isso, Tomb Raider era representatividade feminina pura, numa época em que não se discutia isso da forma de hoje. Criada como uma mistura de Indiana Jones, 007 e Batman (ou melhor, Bruce Wayne), Lara Croft – Tomb Raider, lançado em 2001, foi também o primeiro filme para a nova geração e uma intérprete à altura foi convocada: a Oscarizada Angelina Jolie. Na época, o filme fez sucesso e se tornou a aventura recordista de bilheteria protagonizada por uma mulher. Com o tempo, o longa começou a ser visto como prazer culposo. Então digo, culpado.

Dois anos depois e Tomb Raider ganhava sua sequência com A Origem da Vida. Jolie estava de volta, mas o diretor Jan De Bont mostrava desgaste após os mal sucedidos Velocidade Máxima 2 (1997) e A Casa Amaldiçoada (1999). Entre as escolhas estranhas do cineasta para o projeto, as cenas de ação são todas criadas em câmera lenta e não empolgam – quando deveriam ser aceleradas como no filme original de Simon West (Con Air – A Rota da Fuga). Depois deste, Jolie pulou fora e a franquia foi interrompida momentaneamente.

Quinze anos depois da última aventura de Angelina Jolie na pele da arqueóloga exploradora Lara Croft, uma luz é acesa no fim do túnel. A Paramount e Jolie ficam para trás para darem lugar à Warner e Alicia Vikander. Tomb Raider – A Origem é uma investida mais realista e humana na mitologia da série, recontando o início da jornada da bilionária britânica.

Resident Evil

Podemos dizer que nenhuma outra adaptação de um game para o cinema foi tão bem sucedida quanto Resident Evil. É só pensarmos que esta é a franquia do subgênero mais longeva da história. Já são seis filmes e contando. Tudo começou aqui. Ao lado de Tomb Raider, Resident Evil é o game mais cultuado da nova geração de plataformas. Essa, no entanto, não é uma aventura na selva ao estilo matinê, mas sim uma obra de puro terror, na qual agentes armados precisam lidar com perigos sobrenaturais, vide zumbis. Como dito, Paul W. S. Anderson assumiu novamente a direção e Milla Jovovich se tornou o rosto da franquia, no papel de uma personagem criada especialmente para o filme. Aqui, lançado em 2002, o espírito do game original é respeitado, com a ação passada toda dentro de um ambiente contido – um grande laboratório no subsolo.

Dois anos depois, a continuação Apocalypse estreava, trazendo personagens amados dos games para a trama, como Jill Valentine (Sienna Guillory). A ação também é aumentada, saindo de um único local para atingir as ruas de uma cidade inteira. A cena do cemitério lembra o clipe Thriller, de Michael Jackson, e a ação é mais caprichada.

A Extinção, terceira parte, era lançado em 2007. Aqui, uma abordagem mais Mad Max era dada à franquia, centrando a ação no deserto e dando tons mais amarelados para as paletas de cores na fotografia – as cenas são quase todas durante o dia (ao contrário do anterior, todo passado à noite em tons azulados). Este ainda se mantém como exemplar mais elogiado do lote.

Em 2010 chegava Recomeço, o primeiro criado em 3D. A primeira metade, passada numa prisão abandonada, é a melhor parte. Os novos filmes continuam a ser reflexo dos novos games, de certa forma, apresentando velhos e novos personagens conhecidos dos fãs.

Retribuição é uma miscelânea de tudo que já foi apresentado na franquia, recapitulando inclusive o primeiro episódio, para fechar tudo num círculo perfeito. O longa foi lançado em 2012.

Anunciado como o último exemplar, o Capítulo Final, lançado em 2017, deixa portas abertas. Mas Jovovich e o marido Anderson parecem dispostos a abandonar seu maior ganha pão. Um reboot para a franquia já começa a ser planejado, e os fãs pedem para que desta vez possa haver mais fidelidade ao material fonte.

House of the Dead

Bom, a esta altura devo dizer que nenhum outro diretor desta lista adaptou tantos videogames para o cinema (ou o mercado de home vídeo) quanto o infame Uwe Boll. E quem é este senhor, você pergunta. Boll é o diretor alemão, também conhecido como açougueiro da sétima arte, tido por muitos como o pior cineasta da atualidade. Ele é sem dúvidas o Ed Wood do nosso tempo. Michael Bay, Zack Snyder, Tommy Wiseau? Boll é a versão menos glamourosa deles, trabalha a toque de caixa em filmes ruins de doer, mas está sempre conseguindo trabalho – dizem as más línguas devido à lavagem de dinheiro. Preste atenção em quantas produções assinadas por ele teremos na lista. Esta é a primeira, adaptação de um game de terror de 2003, que segue os moldes de Resident Evil sem sucesso.

O filme gerou uma continuação lançada direto em vídeo em 2005, tão obscura que nem o próprio Uwe Boll quis voltar. Mas calma, ele só não dirigiu este também, pois estava envolvido na produção de uma de suas maiores pérolas, BloodRayne, item que encontrarão mais abaixo na lista.

Alone in the Dark

Ô ele aqui “tra” vez. Acima eu disse que vocês veriam o nome de Uwe Boll até cansar nesta lista, e pode ter certeza que ele irá figurar quando o assunto for adaptação tosqueira de game. Assim como House of the Dead (2003), Alone in the Dark, lançado em 2005, é baseado num game de terror popular na década de 1990. Com o subtítulo O Despertar do Mal, o longa conta com um orçamento mais folgado (já dava para Boll se aventurar pelos “defeitos especiais”) e as presenças dos fofuchos (#sqn) Christian Slater, Tara Reid (famosa por American Pie e Sharknado) e Stephen Dorff. Uma curiosidade é que os filmes saídos de games de Boll conquistaram o “prestígio” de figurar no fundo da lista, como alguns dos mais mal avaliados pelo público da bíblia do cinema na rede, o IMDB. Enquanto House of the Dead emplaca como o 28º pior filme de todos os tempos, Alone in the Dark se posiciona em número 48.

Outra continuação lançada direto em vídeo, esta em 2008, da qual Boll se recusou a fazer parte. Desta vez sai o trio do original, e entram grandes nomes do cinema B (C ou D) de Hollywood, vide Danny Trejo (Machete), Bill Moseley (astro dos filmes de Rob Zombie), Lance Henriksen (o Bishop de Aliens – O Resgate), P.J. Soles (a Lynda do Halloween original, de 1978), Natassia Malthe (vilã do filme Elektra e ex-namorada do Junior, da dupla Sandy e Junior), Michael Paré (Ruas de Fogo), Jason Connery (filho de Sean Connery), a estonteante Brooklyn Sudano (a Vanessa da série Eu, a Patroa e as Crianças) e Rick Yune (vilão de Velozes e Furiosos 1 e 007 – Um Novo Dia para Morrer), na pele do protagonista anteriormente vivido por Christian Slater – já que eles são bem parecidos (ironia mode on).

Doom – A Porta do Inferno

Sim, Dwayne Johnson, vulgo The Rock, é atualmente um dos maiores (quiçá o maior) astro do cinema de ação. Mas em meados da década passada apenas estava iniciando sua carreira. Mais precisamente em 2005, The Rock protagonizava esta adaptação do primeiro videogame de tiro em primeira pessoa da história. Doom se tornou icônico e extremamente celebrado pelos fãs. Na trama alucinada, marines do espaço viajam para Marte a fim de combater todo tipo de criatura, inclusive nazistas (quem dera o filme fosse tão insano assim), em mais um game voltado ao público de terror. O legal do filme é a opção de Johnson em interpretar não o mocinho, mas o vilão (um leve spoiler, mas eu sei que ninguém aqui tem desejo de assistir a este filme). A certa altura também, o longa emula a visão do game em primeira pessoa, onde vemos apenas a arma do personagem. Uma curiosidade é que a Garota Exemplar em pessoa, Rosamund Pike, faz parte do elenco, antes de sua indicação ao Oscar.

BloodRayne

Vampiros e guerreiros medievais são a inspiração deste filme baseado no game homônimo, que gerou sequências e até mesmo uma série de quadrinhos. O longa, adivinhe só, é dirigido novamente por ele, Uwe Boll. O filme estreou em alguns festivais em 2005 (onde tenho certeza pôde-se dar boas risadas), mas foi lançado mesmo no início de 2006 nos cinemas dos EUA. O que chama mais atenção é a capacidade de arrastar atores renomados (certamente colocando as contas em dia) que Boll demonstrou aqui. Veja só este elenco: Ben Kingsley, Michelle Rodriguez, Michael Madsen, Geraldine Chaplin, Billy Zane e Michael Paré. A protagonista é Kristanna Loken, a bela modelo transformada em atriz que teve seu momento de glória ao encarnar a (única) Exterminadora mulher da franquia, em O Exterminador do Futuro – A Rebelião das Máquinas (2003). Não parece agora, mas na época isso era algo importante, já que era a continuação direta dos primeiros filmes magistrais de James Cameron. Loken, por outro lado, logo caiu no ostracismo. Assim é Hollywood.

Finalmente Boll retornava para uma de suas continuações. Este lançamento em vídeo de 2007, traz Natassia Malthe (falamos dela acima, lembra?) substituindo Kristanna Loken na pele da protagonista Rayne – ei, todo mundo tem seu limite, até a ex-Exterminadora.

Não se dando por satisfeito, afinal precisa pagar suas contas como todo mundo, Boll fez mais um BloodRayne. O Terceiro Reich (sim, isso mesmo) foi lançado em 2011 em vídeo, mas antes foi exibido em alguns festivais de cinema especializados no gênero. Malthe protagoniza.

Terror em Silent Hill

Tido como uma das melhores adaptações de um game já produzidas no cinema, Silent Hill é baseado num jogo assustador, e respeita sua contraparte. O sucesso deve ser creditado aos envolvidos, ao diretor francês Christophe Gans (O Pacto dos Lobos e A Bela e a Fera, com Léa Seydoux), o roteirista Roger Avery, e o elenco encabeçado por Radha Mitchell, Laurie Holden e Sean Bean. O maior pecado aqui é o uso excessivo de efeitos visuais de computadores, em detrimento a efeitos práticos, que seriam mais assustadores. Na trama, uma mãe perde sua filha numa cidade pra lá de sinistra e embarca numa jornada ao lado de uma policial para recuperá-la. O filme foi lançado em 2006.

Replicando o clima original, mas sem os mesmos envolvidos atrás das câmeras, uma sequência foi lançada em 2012, intitulada Silent Hill: Revelação, confeccionado para usar o mote do 3D. No elenco, as novidades são Carrie-Anne Moss e Kit Harrington (o John Snow de GoT).

DOA: Vivo ou Morto

Mulheres saradas, biquínis e muita cara de pau, além das incontáveis cenas de luta, DOA é uma das adaptações mais divertidas de um game, porque ao contrário dos demais filmes de ação e torneios, este não se leva nem um pouco a sério, usando e abusando do teor non sense de tudo. Aqui, o exagero e a caricatura são as palavras de ordem. É claro que não poderiam faltar cenas com o vôlei de praia, referência ao derivado da franquia nos videogames. O lançamento também foi em 2006.

Salve-se Quem Puder!

A nova contribuição de Uwe Boll ao mundo das artes atende pelo nome original de Postal. Por se tratar de um game com tintas de exagero e sátira, Boll decide bem ao fazer uma comédia. O lado negativo é se tratar de uma na qual o humor se vê ausente por completo. Agora preste bem atenção, está sentado? J.K. Simmons, vencedor do Oscar por Whiplash, faz parte do elenco em um papel de destaque. Quem nunca, que atire a primeira pedra. Postal foi lançado em 2007.

Hitman – O Assassino 47

Basta fazer o mínimo sucesso nos games, que Hollywood compra a ideia e bota pra jogo, ou no caso, bota para o cinema. Hitman é sobre um exímio assassino careca bem vestido. Na época os fãs queriam Vin Diesel no papel principal, mas o personagem terminou mesmo com Timothy Olyphant. No elenco, Dougray Scott (que quase foi o Wolverine nos cinemas, antes de Hugh Jackman) e a bondgirl Olga Kurylenko. O filme foi lançado em 2007.

Como a falta de tentativa não faz parte da cartilha de Holllywood, Hitman ganhou sobrevida em 2015, nesta continuação. Nada de Olyphant, no entanto, e o protagonista assumiu as formas de Rupert Friend. No elenco, Zachary Quinto (o Spock dos novos Star Trek), Ciarán Hinds (o vilão de Tomb Raider – A Origem da Vida) e a bela atriz chinesa com o nome mais legal dos últimos tempos, Angelababy.

Em Nome do Rei

E o diretor Uwe Boll volta para seu último round na lista. Graças a Deus. Desta vez, nada de terror, vampiros ou tentativa de comédia. Para que ser modesto, se Boll pode tentar recriar sua própria versão de O Senhor dos Anéis, baseado neste game quase famoso. É triste, mas até entendemos as presenças de Kristanna Loken, Ray Liotta, Leelee Sobieski, John Rhys-Davies, Ron Pearlman, Claire Forlani, Matthew Lillard e Burt Reynolds no filme. Mas o que você faz aqui protagonizando, Jason Statham?! Você merece mais! O filme foi lançado em alguns países em 2007 e chegou aos EUA em 2008.

Se você achou que Uwe Boll tinha perdido o gostinho por continuações lançadas em vídeo, se enganou. Esta continuação de 2011, intitulada Two Worlds, traz ele, o rei do cinema B atual, Dolph Lundgren como o protagonista. E o que é melhor do que um épico medieval de quinta? Um épico medieval de quinta com viagem no tempo! Lundgren vive um soldado das forças especiais enviado de volta no tempo para a idade média. No elenco, ela, a musa do cineasta, Natassia Malthe.

Boll voltaria ainda para a terceira parte, lançada em 2014, intitulada The Last Mission. É claro que este é mais um filme feito direto para home vídeo, e você estava achando o que? De novo apostando na viagem no tempo, desta vez é Dominic Purcell quem sofre protagoniza.

Far Cry – Fugindo do Inferno

Esse game tem sua legião de fãs. Mas no cinema se tornou mais uma produção esquecível e que passou totalmente em branco. Lembra ali em cima quando eu disse que era o último round de Uwe Boll. Pois bem, era pegadinha. Aqui está ele de novo, em 2008,  no comando desta adaptação, sobre um militar investigando uma base ultra-secreta localizada numa ilha. James Bond, alguém?

Max Payne

Outra série de games bastante elogiada, a adaptação de Max Payne para as telonas atraiu talentos como os de Mark Wahlberg e Mila Kunis, que tenho certeza, estão bem arrependidos atualmente. Na trama, um detetive se une a uma mulher atrás de vingança para investigar assassinatos de pessoas próximas, que podem estar todos ligados a uma forte droga alucinógena saída do submundo.  O filme foi lançado nos cinemas em 2008.

Década de 2010

Aqui era aonde o subgênero tinha tudo para dar sua grande guinada. Grandes astros e diretores interessados nos projetos. Infelizmente, nenhum deles saiu verdadeiramente da caixinha e o que tivemos novamente foram sucessos de crítica e público medianos, para dizer no máximo.

Príncipe da Pérsia

Logo em 2010 chegava a adaptação de um dos jogos mais cultuados por seus gráficos, movimentação realística e jogabilidade, ainda no final da década de 1980. A versão cinematográfica de Príncipe da Pérsia, comandada por Mike Newell (veterano da franquia Harry Potter), apesar de ser um dos mais eficientes do lote, remetendo a uma boa aventura de matinê, recebeu críticas árduas pelo chamado fator White washing, no qual atores brancos assumem papeis que deveriam ser de outras nacionalidades. Aqui, o americano Jake Gyllenhall e a britânica Gemma Arterton, por exemplo, interpretam personagens vindos do Oriente Médio. Fora isso, o desejo por uma sequência que nunca viria fica claro no subtítulo da superprodução.

Tekken

Um dos games de luta preferidos dos fãs (depois de Street Fighter e Motal Kombat, é claro), Tekken ganhou esta adaptação em 2010 e chegou a ser lançado nos cinemas do Japão e países asiáticos – por lá eles adoram isso. Nos EUA, assim como no Brasil, no entanto, o filme foi lançado direto no mercado de vídeo.

O longa gerou uma continuação em 2014.

Need for Speed

Até mesmo jogos de carros e corridas já ganharam sua versão cinematográfica, e Need for Speed é um dos mais famosos deles. O filme tenta pegar clara carona (com o perdão do trocadilho) no sucesso de Velozes e Furiosos – que felizmente não teve um exemplar no mesmo ano de lançamento deste filme, em 2014, caso contrário iria deixa-lo comendo poeira. Lembra que na introdução desta década eu falei sobre atores renomados participando, pois bem, aqui temos Aaron Paul (Breaking Bad), Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza), Imogen Poots (Sala Verde), Rami Malek (Mr. Robot), Dominic Cooper (Mamma Mia!), o cantor Kid Cudi e o lendário Michael Keaton como um DJ de rádio. Agora pasmem, planos para uma sequência já estão em andamento!

Warcraft

O videogame Wacraft se tornou um verdadeiro culto entre gamers, quase como uma religião. Trata-se de um jogo de RPG online, o mais famoso e pioneiro de seu estilo. Os fãs passam horas a fio de frente para a tela jogando as aventuras virtuais, muitas vezes esquecendo de viver fora dali. Bem, este parece ter sido o sentimento exato de quem depositou algumas horas de seu dia para assistir a este épico medieval de fantasia focado na guerra entre humanos e orcs, cujo subtítulo no Brasil ficou O Primeiro Encontro de Dois Mundos. Os efeitos são impressionantes e dizem que a mitologia foi bem respeitada e representada. O problema foi agradar os fãs e críticos que não conheciam este universo específico. Uma pena, já que o diretor da empreitada é ninguém menos que Duncan Jones, que no passado recebeu elogios por Lunar (2009) e Contra o Tempo (2011). No elenco, Travis Fimmel (da série Vikings), Paula Patton, Ben Foster, Dominic Cooper (ele de novo!), Toby Kebbell e Ruth Negga (indicada ao Oscar por Loving). O lançamento foi em 2016.

Assassin´s Creed

2016 era para ter sido o ano divisor de águas para as adaptações de videogames. ERA. Primeiro foi Warcraft, um mergulho no mundo da fantasia. Mirou em Senhor dos Anéis e acertou As Crônicas de Nárnia. Assassin´s Creed tinha uma abordagem mais real, uma aventura medieval sobre um clã de ladrões, cujos games chamam atenção pelos mesmos fatores que Príncipe da Pérsia chamava há algumas décadas. E para dar prestígio, o astro Michael Fassbender investiu no mesmo time com que havia trabalhado na adaptação de Shakespeare, Macbeth: o diretor Justin Kurzel e a atriz Marion Cotillard. Assim como a versão do bardo inglês, que passou em branco, o destino da adaptação do game foi o mesmo.

Leia nossa crítica de ‘Rampage: Destruição Total’

BÔNUS:

O Gênio do Videogame

Como dito no início do texto, antes do primeiro jogo ser adaptado ao cinema, tivemos uma produção com tal temática, que parecia exalar videogame por todos os poros. Na trama, dois irmãos fogem de casa para participar do maior torneio de games da história. O longa, no entanto, era apenas uma grande propaganda para a recém-lançada power glove da Nintendo (que também figurou em A Hora do Pesadelo 6, de 1991). Além disso, capitalizava em cima do menino Fred Savage, que explodia com a série Anos Incríveis (Wonder Years), lançada no ano anterior, em 1988.

Alien Vs. Predador

Tudo bem, sabemos que as criaturas alienígenas mais famosas e mortíferas do cinema nasceram nas telonas em 1979 (Alien) e 1987 (Predador), e seu encontro era prenunciado desde o desfecho jocoso de Predador 2 (1990), no qual vemos dentro da nave dos alienígenas crustáceos rastafári o crânio de um xenomorfo. Acontece que os games viram a possibilidade antes, e em 1993 a Nintendo já lançava o primeiro videogame com as criaturas. O primeiro filme seria lançado em 2004, com uma continuação em 2007.

Detona Ralph

Outro filme que não é especificamente uma adaptação de um videogame, embora o tema seja o alicerce de sua confecção. Aqui, um personagem de um jogo fictício, chamado Detona Ralph, cansou de ser o vilão. O jogo de Ralph é levemente baseado em Donkey Kong, primeiro jogo a figurar o personagem Mario. Detona Ralph é recheado de referências, inclusive de jogos mais novos de plataformas da última geração, e participações especiais de personagens de games existentes, vídeo o próprio Mario Bros, Sonic e Street Fighter. O filme foi lançado em 2012.

Pixels

Outro filme que, embora não seja baseado num videogame específico, o usa como tema de seu roteiro. Pixels tinha tudo para dar certo, e apostava na nostalgia de trintões, ou quem sabe quarentões, e sua paixão pelos primeiros games eletrônicos da história. Mas infelizmente a parte “este é um filme de Adam Sandler” falou mais alto. Entre os muitos videogames clássicos, marcam presença Centopeia, Tetris, Pac-Man e Donkey Kong.

Angry Birds 1 e 2

Angry Birds tem um roteiro bem trivial mas bem eficaz que navega explorando as personalidades e gigantes empatias que saem dos diálogos dos amáveis pássaros. Outro fator interessante é que o filme nos ajuda a entender um pouco melhor a história dos ilustres passarinhos do jogo que virou mania nos aparelhos digitais e que com certeza vão conquistar, agora no cinema, de vez o coração de todos.

Pokémon: Detetive Pikachu

O grande mérito do filme, que encanta a todas as idades, é mostrar um mundo em que pessoas e Pokémon compartilham suas vidas de forma harmoniosa. Acho que todo fã sonhou em ver isso nos cinemas e agora é realidade. Outra diversão é procurar as centenas de Pokémon espalhados pela telona. Se o lema da franquia é “Temos que pegar [todos]!”, isso fica muito mais legal no cinema. É como se vários easter eggs estivessem perambulando em cena e cada novo monstrinho encontrado é um sorriso que se abre.

Sonic – O Filme

Depois de comentários controversos acerca do design do protagonista, Sonic – O Filme’ passou um pouco de seu orçamento original por uma boa causa; resgatando os elementos clássicos dos games em vez de permanecer atado a uma ideia que já havia se provado falha, o estúdio responsável pela adaptação deu voz ao público e não pensou duas vezes em respaldar seus desejos. Dessa forma – e alguns adiamentos depois -, a obra estava pronta e lapidada para chegar as telonas, delineando uma mitologia que, apesar de ter sido explorada em níveis superficiais, pavimenta um caminho interessante para futuras iterações (respaldadas por duas cenas pós-créditos que são um deleite aplaudível para qualquer um que tenha o mínimo de contato com os jogos).

Sonic – O Filme’ é uma obra surpreendente, cuja promessa em nos levar a um tempo que não voltará mais é cumprida em uma história coesa e emocionante. Mais do que isso, a iteração é movida por uma ingenuidade pueril que nos mantém entretidos do começo ao fim, unindo o novo e o saudosista em um lugar que exala um enérgico potencial.

Atriz da Disney morre aos 15 anos

Protagonista do filme “A Rainha de Katwe“, Nikita Pearl Waligwa, de apenas 15 anos, não resistiu ao segundo tumor cerebral que teve em apenas quatro anos.

A jovem Nikita fez um excelente trabalho em “Rainha do Katwe”, quando tinha apenas 12 anos

A atriz mirim faleceu neste domingo em um hospital de Uganda, segundo a BBC. A causa da morte foi um tumor cerebral. Ela já havia sido diagnosticada com tumor em 2016. Desde então, ela fez tratamentos radioterápicos e foi até mesmo submetida a uma cirurgia. O tratamento era muito caro, mas a família conseguiu ajuda financeira da diretora do filme, Mira Nair. A doença parecia ter recuado, mas em 2019, foi diagnosticada com um novo tumor na mesma região. Desta vez, a pobre Nikita não resistiu.

Nikita na premiere de “Rainha do Katwe”

Seu papel de destaque foi no filme A Rainha do Katwe, que conta a história de Phiona Mutesi, uma menina analfabeta em Uganda que acaba encontrando seu destino nos jogos de xadrez. É um longa baseado em uma história real e de tom dramático. No Brasil, o filme de 2016 teve pouquíssimas exibições, tanto que nem se deram ao trabalho de dublar o longa. Com apenas 12 anos de idade, Nikita viveu a jovem Gloria e trabalhou junto a Lupyta Nyong’o e David Oyelow.

Ela foi uma guerreira que brigou pela vida até o último momento. Descanse em paz, Nikita.

 

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Fãs criam abaixo-assinado pedindo ‘versão do diretor’

Após anos aguardando o desfecho da atual trilogia de ‘Star Wars‘, muitos fãs se decepcionaram com a narrativa do ‘Episódio IX‘, intitulado ‘A Ascensão Skywalker‘.

Após a estreia, diversos rumores apontaram que a Disney restringiu as ideias de J.J. Abrams para que o diretor entregasse uma trama adequada aos objetivos do estúdio.

Além disso, um usuário do Reddit afirmou que a corte visto no cinema foi drasticamente alterado em relação à versão idealizada por Abrams, alegando que há várias cenas excluídas.

Pensando nisso, um fã criou um abaixo-assinado no Change.org exigindo que a Disney libere o material original.

Em parte do texto, o responsável pelo pedido diz que:

Abrams planejou ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ com um corte de mais de 3 horas, mas a Disney assumiu o controle criativo da sequência impediu que ele contasse a história completa. […] O estúdio prometeu a Abrams um controle maior sobre a narrativa, mas os executivos o cegaram e cortaram momentos cruciais só para agradar os investidores.”

Até o momento, o documento já registrou mais de 6.000 assinaturas, mas parece improvável que o protesto tenha algum efeito.

Enquanto isso, a tag #releasetheJJcut está ganhando forças nas redes sociais.

Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Projeções indicam abertura entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões nos EUA

De acordo com o Box Office Pro, ‘007: Sem Tempo para Morrer’ deve arrecadar entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA.

É uma projeção muito alta para o mercado interno, mas considerando a repercussão extremamente positiva após o lançamento do primeiro trailer, tudo indica que a sequência pode se tornar um sucesso.

Além disso, os fãs estão ansiosos para acompanhar Daniel Craig em sua última encarnação como o icônico James Bond e após uma espera de quase cinco anos, há uma grande curiosidade em descobrir o que a produção preparou para a despedida do astro.

A introdução de Rami Malek como o misterioso vilão e a presença de Lashana Lynch e Ana de Armas também têm movimentado as redes sociais nos últimos meses, e parece que o público está ansioso para ver o trio em ação.

Lembrando que os últimos filmes, ‘007: Operação Skyfall(2012) e007: Contra Spectre‘ (2015), foram dois dos mais aclamados da franquia e, juntos, arrecadaram quase US$ 2 Bilhões pelo mundo.

Como ‘Skyfall abriu com US$ 88,3 milhões nos EUA, e ‘Spectre‘ com US$ 70 milhões, é de se esperar que ‘Sem Tempo para Morrer‘ fature um valor aproximado.

Outro fator que contribui para o sucesso financeiro, é que a sequência não terá grandes rivais, já que estreia três semanas depois de ‘Um Lugar Silencioso 2‘ e três semanas antes de ‘Viúva Negra‘.

Ao longo das próximas semanas, as previsões de abertura nas bilheterias mundiais também devem ser divulgadas.

Até o momento, o que pode prejudicar a arrecadação final é o cancelamento da estreia na China por conta do Coronavírus.

007 – Sem Tempo para Morrer’ estreia nos cinemas nacionais em 09 de abril.

Confira o novo comercial:

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 09 de abril nos cinemas nacionais e marca o retorno de Daniel Craig como James Bond pela quinta e última vez.

Assista ao trailer completo:

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

O último filme lançado – ‘007 Contra Spectre‘ – foi um sucesso global, abrindo em primeiro lugar em 81 territórios pelo mundo. O filme ainda quebrou recorde de bilheteria de todos os tempos no Reino Unido como a maior abertura em sete dias, com US$ 63,8 milhões. O longa anterior, ‘007 – Operação Skyfall‘, arrecadou US$ 1.1 bilhão em escala mundial.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Crítica | ‘Maria e João’ é visualmente magnífico, mas não consegue sair da superfície

É muito difícil encontrar alguma pessoa que nunca tenha ouvido falar dos contos dos Irmãos Grimm. Dentre suas obras mais famosas, podemos citar A Bela Adormecida, Rapunzel, Cinderela e muitos outros – que foram imortalizados em versões mais sombrias com o filme homônimo lançado em 2005. Entretanto, é João e Maria que funciona como uma das narrativas mais fantásticas e que até hoje é passada de boca e boca, encantando as crianças e ensinando-lhes algumas lições de moral bem-vindas e amedrontadoras. O enredo original gira em torno dos dois irmãos titulares que são abandonados na floresta e acabam cruzando caminho com uma casa de doces, lar de uma terrível bruxa que os prende para se alimentar deles.

Seguindo os passos dos inúmeros remakes e readaptações de clássicos da literatura mundial, o diretor Oz Perkins (‘I Am the Pretty Thing That Lives in the House’) resolveu imprimir sua própria perspectiva para a trama, desconstruindo-a e reerguendo-a dentro de uma atmosfera ainda mais horrenda que resgata (ou ao menos tenta resgatar) os melhores estilos de filmes de terror. Entretanto, o resultado final não é tão espetacular quanto pensamos e não aproveita todo o potencial que cultiva nas primeiras cenas e até mesmo nos trailers, ficando no meio do caminho. Na verdade, Perkins canaliza seus esforços para o tecnicismo do longa-metragem, preferindo arquitetar um cenário deslumbrante em vez de lapidar um roteiro excessivamente metafísico e filosófico que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar.

Antes de mais nada, Maria e João: O Conto das Bruxas procura se situar no tempo e no espaço, voltando séculos no passado para um pequeno vilarejo tomado pela peste e pela total desesperança. Lá, Maria (Sophia Lillis) e João (Sam Leakey) procuram ao máximo encontrar algum trabalho para levarem comida para casa, que está à beira da ruína depois da morte do pai. É a partir dessa necessidade de sobrevivência que o roteiro, assinado por Rob Hayes, se curva a um amadurecimento obrigatório e traz elementos do mundo adulto para duas crianças que foram forçadas a abandonar sua infância – ainda que João ainda tenha algumas brechas para se manter esperançoso e ingenuamente atado a um falso otimismo. Eventualmente, a matriarca da família os expulsa de casa e ambos adentram a floresta para encontrar um novo lar.

A história já é conhecida por todas: depois de se embrenharem nas densas árvores nórdicas, eles encontram uma misteriosa casa isolada do resto do mundo e com um convidativo cheiro de comida – uma fraqueza imediata de quem já se rendeu à abarcia. Logo na transição do primeiro para o segundo ato, percebe-se que Perkins decide tornar as coisas mais palpáveis e opta por não transformar a moradia de Holda (Alice Krige) em uma construção de doces, arrancando a petrificação do público a partir de uma estrutura geométrica ao extremo, como a ponta triangular de um iceberg insurgindo no meio do nada.

Tudo a partir daí derrapa em deslizes amadores que vão desde a delineação da narrativa até o processo de edição. Na verdade, a obra é autofágica; procura desenvolver um pano de fundo complexo com o apoio de diálogos existencialistas e metafóricos, mas torna-se pedante à medida que nos aproximamos do final e percebemos que sua essência foi perdida há muito tempo. A começar, o diretor parece preso a um passado remoto e destrincha-se em dois narradores – o primeiro se restringindo à voz perturbada e agourenta de Krige; o segundo, encontrando-se na voz mais cândida de Lillis. Ambas mergulhando de cabeça nas versões de fábulas de terror que ouviram quando criança e que estão prestes a ganhar mais um capítulo – mas o intimismo não muda em nada o desenrolar dos eventos e não auxilia em nada nos arcos do personagens (que também não estão fixados numa estrutura de apoio sólida).

De qualquer forma, não podemos tirar mérito de alguns pontos aplaudíveis da produção. De um lado, o estilo artístico de Perkins funde-se num equilíbrio perfeito entre o expressionismo alemão, utilizando de sua literariedade para condensar os personagens em uma névoa constante e inebriante, e da perspectiva noir dos filmes detetivescos (principalmente quando um dos protagonistas está prestes a fazer alguma descoberta ou ser engolfado numa revelação cosmológica); do outro, as performances de Krige e Lillis é soberba, afastando-se de seus trabalhos anteriores ao mesmo tempo que traz certos elementos para as telonas. Apesar dos picos de glória supracitados, tudo não passa de uma medida paliativa para uma montagem datada e uma resolução ridiculamente fácil para a história apresentada no começo.

‘Maria e João’ prende a si mesmo numa zona de conforto frustrante, brincando na superfície de algo que poderia ser bem maior – ou ao menos que poderia se contentar com as expectativas que cultivou desde o início. Ademais, é provável que o longa seja satisfatório ou aprazível o bastante para abrir espaço para um suposto universo compartilhado que já foi premeditado pelo próprio Perkins.

‘Medo Profundo 2’: Sequência com crocodilo assassino ganha a primeira imagem; Confira!

A sequência do terror ‘Medo Profundo‘, intitulada ‘Black Water: Abyss‘, ganhou a primeira imagem.

Confira:

A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.

Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.

O elenco inclui Jessica McNamee, Luke Mitchell, Amali Golden, Anthony J. Sharpe e Benjamin Hoetjes.

O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.

‘Os Novos Mutantes’ deve arrecadar entre US$ 15 e 25 milhões em sua estreia

Segundo analistas de bilheterias do Box Office Pro, ‘Os Novos Mutantes‘ pode driblar todas as desventuras que passou e ter uma abertura saudável nos EUA.

Apesar da concorrência de ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, o filme deve arrecadar entre US$ 15 e 25 milhões em seu primeiro final de semana.

É um bom valor, levando em consideração os diversos adiamentos e o orçamento na casa dos US$ 50 milhões.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril, um dia antes da estreia norte-americana.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Locke & Key | Um guia completo para a nova série da Netflix

A série de quadrinhos Locke & Key foi lançada em 2008 pelos aclamados quadrinistas Joe Hill e Gabriel Rodriguez. Dois anos depois – e acompanhando o boom da ficção fantástica que tomava conta dos cinemas e da televisão -, a extinta Fox comissionou um episódio piloto, mas o projeto nunca foi para a frente. Em 2017, os boatos de que o serviço de streaming do Hulu estaria produzindo uma adaptação foram desmentidos, levando mais dois anos até que a primeira temporada recebesse um verdadeiro sinal verde pela Netflix.

Agora, o thriller fantasioso estreou na Netflix com dez episódios que prometem nos encantar com sua narrativa intrincada e seus visuais icônicos – bebendo bastante do material original e trazendo à vida um dos enredos mais deliciosos dos últimos anos.

“Se olharmos para as duas outras versões, conseguimos ver o que estava funcionando e o que não estava”, Meredith Averill, co-showrunner da série, comentou em uma recente entrevista ao SFX. “Do que estávamos realmente gostando? Decidimos que queríamos transformar [os quadrinhos] em um drama familiar fundido com uma história de amadurecimento com nossos personagens adolescentes, e focar mais na fantasia que no terror”.

A perspectiva imprimida pela extensa equipe técnica e artística é uma escolha interessante e que vem chamando nossa atenção desde a divulgação dos primeiros teasers.

Para aumentas as expectativas para o show, o CinePOP preparou um breve guia sobre a trama principal e os personagens que farão parte do universo.

Confira abaixo:

OS PERSONAGENS

BODE LOCKE

Interpretado por Jackson Robert Scott, Bode é o membro mais jovem da família Locke e facilmente o mais inquisitivo acerca dos arredores da Casa Chave (Keyhouse, no original). Ele é o que encontra o maior número de chaves mágicas espalhadas pela morada, também conhecida como Chave-Fantasma. Esse objeto em particular permite que ele deixe seu corpo e flutue como um espírito, como mostrado no trailer mais recente.

TYLER LOCKE

Tyler é o filho adolescente de Nina e Rendell Locke. Ele testemunhou o assassinato do pai, aumentando o peso em sua consciência devido a um relacionamento conturbado. Interpretado por Connor Jessup, ele tem a princípio um comportamento desdenhoso e cínico em relação ao irmão Bode e às suas histórias fantasiosas, mesmo depois de confrontar as forças que levaram a vida do pai.

KINSEY LOCKE

Kinsey, encarnada por Emilia Jones, é a única filha dos Locke. Ela é extremamente protetora, principalmente quando o assunto é Bode. Uma vez que a família é realocada na misteriosa cidade de Lovecraft, Kinsey muda de aparência para se mesclar com as crianças locais. Sem saber, a Chave do Teletransporte faz parte de seu bracelete, dado como presente por seu pai.

ELLIE WHEDON

Ellie cresceu em Lovecraft e era uma amiga de infância de Rendell, que, ao lado de várias outras pessoas, presenciou em primeira mão os poderes das Chaves – bem como o demônio conhecido como Dodge. Eventualmente, ela se torna uma treinadora na Academia Matheson e, quando os Locke retornam para a cidadezinha, seu passado volta a assombrá-la. Sherri Saum dá vida à Ellie.

RUFUS WHEDON

Rufus, interpretado por Cody Bird, é filho de Ellie e sofre de um transtorno mental não diagnosticado. Sua condição o deixa imune a chaves como a Mental, enquanto as outras causam efeitos diferentes. Nos quadrinhos, ele é um pouco mais novo que sua versão seriada e é um amigo de Bode.

GABE

Griffin Gluck encarna Gabe, um estudante da Academia Matheson. Na escola, ele se torna amigo de Kinsey. Gabe, na verdade, foi criado especialmente para a série, não existindo no universo das HQs. É possível, entretanto, ele que seja inspirado no colorista Gabriel Rodriguez, um dos criadores de Locke & Key.

NINA LOCKE

Nina é a matriarca da família Locke e é interpretada por Darby Stanchfield. Assim como seu falecido marido, Nina é alcoólatra e foi aconselhada a se mudar para Lovecraft caso alguma coisa acontecesse com Rendell.

RENDELL LOCKE

Rendell (Bill Heck) cresceu em Lovecraft, onde ele e seus amigos de infância de tornaram Guardiões das Chaves. Apesar de sua extensa história com os objetos mágicos, ele se recusava a divulgar quaisquer informações sobre eles para a família, esperando que eles pudessem ter uma vida normal na Califórnia. Infelizmente, isso nunca aconteceu, depois que estudantes que Rendell procurava ajudar o atacaram impiedosamente – e ocasionaram sua morte e a realocação da família.

SAM LESSER

Thomas Mitchell Barnet interpreta Sam Lesser, um estudante perturbad que procurou ajuda com o ex-conselheiro da escola, Rendell. Abusado e negligenciado em casa, ele desenvolveu respeito por seu recém-formado amigo e ficou perplexo com o relacionamento entre ele e o filho. Mesmo assim, ele é contatado e manipulado pela maligna Dodge e ataca Rendell, esperando ganhar o poder das chaves da família no processo. Eventualmente, o conselheiro morre e Sam é preso.

DODGE

A vilã principal da série, a demoníaca Dodge, foi aprisionada na Wellhouse (uma parte da Casa Chave), depois de um incidente durante o qual ela foi liberta e possuiu um dos amigos de Rendell. Ela o manipulou e o utilizou para fazer tudo o que bem pretendia – desejando tomar posse de todas as chaves dos Locke. Sua cobiça incontrolável a colocam num caminho de vingança contra Rendell, possuindo Sam e o levando a cometer um indefensável crime. Dodge é interpretada por Laysla de Oliveira.

AS CHAVES

Bode funciona como receptáculo e porta de entrada do público para o mundo da Casa Chave. Situada em Massachusetts, Lovecraft (que agora é conhecida como Matheson), esse imenso casarão carrega a lenda de ser assombrada – e mal sabem os habitantes da cidadezinha que ela realmente é.

Através do irmão caçula dos Locke, os espectadores descobrem tudo sobre as chaves mágicas, que incluem:

  • A Chave Qualquer Lugar, que pode ser utilizada para transformar qualquer porta em um portal para qualquer lugar no planeta;
  • A Chave-Fantasma, que permite que seu usuário saia de seu corpo e voe por aí como um fantasma (obviamente).
  • A Chave da Mente, que permite explorar a mente de qualquer um.

Outros objetos incluem a Chave Ômega, que é utilizada para viajar entre as dimensões (nos quadrinhos, para selar a entrada de Dodge no nosso mundo) e a Chave Alfa, capaz de superar o demônio do corpo de qualquer pessoa.

Os próximos lançamentos da DC nos cinemas

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa já está nos cinemas para tentar recuperar a moral dos anti-heróis da DC e deixar a Harley Queen nos holofotes. Apesar de não ter feito muito dinheiro na semana de abertura, espera-se que o filme ao menos se pague para ajudar na possibilidade de novas adaptações da DC nos cinemas. Fato é que algumas produções já está confirmadas. Por isso, o CinePop separou o calendário dos próximos lançamentos da DC. Confiram!

Mulher Maravilha 1984 (4 de junho)
O próximo projeto da DC chega aos cinemas daqui a alguns poucos meses. É a sequência do fenômeno mundial que foi Mulher Maravilha. Dirigido mais uma vez por Patty Jenkins e estrelado pela Israelense Gal Gadot, o filme se passa na época favorita de Hollywood: os anos 80. A Amazona vai enfrentar a Mulher-Leopardo (Kristen Wiig) e o manipulador Max Lord (Pedro Pascal), um empresário do ramo televisivo que, nos quadrinhos, tem habilidades psíquicas de manipulação mental. Um dos grandes mistérios do filme é o retorno de Steve Trevor (Chris Pine), que foi visto pela última vez se explodindo na Primeira Guerra Mundial.

O Batman (24 de junho de 2021)Um dos projetos mais ambiciosos da DC, o novo filme do Batman traz Robert Pattinson no papel de Bruce Wayne e promete ser uma viagem pela mente insana do Cavaleiro das Trevas, cheia de nuances e debates morais próprios. E conhecendo o estilo do diretor, Matt Reeves (Trilogia Planeta dos Macacos), o mínimo que se espera é um baita filme. Aparentemente, o filme será lançado pelo selo DC Black, que não tem ligação com os longas do Universo DC, mas com a quantidade de vilões confirmados, não ter conexão com outros filmes deve até ser uma opção criativa melhor. Na trama, o bilionário de Gotham vai enfrentar o Charada (Paul Dano), o Pinguim (Colin Farrell) e a Mulher Gato (Zoe Kravitz), e será auxiliado pelo mordomo Alfred (Andy Serkis) e por Jim Gordon (Jeffrey Wright). Toda a caracterização do filme, segundo os boatos, parece seguir o padrão da clássica série dos anos 60.

O Esquadrão Suicida (5 de agosto de 2021)Dirigido pelo fantástico James Gunn, a sequência/ reboot do infame Esquadrão Suicida (2016) foi descrita pelo diretor como o “trabalho mais prazeroso” que ele já teve. Gunn também está trabalhando no roteiro e, ao que parece, teve total liberdade criativa neste filme. Alguns membros do longa de 2016 retornam, como a emancipada Arlequina (Margot Robbie), Amanda Waller (Viola Davis), Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e o Rick Flagg de Joel Kinnaman. Além dos velhos conhecidos, novos integrantes se juntam ao grupo, como os “panelinhas” de Gunn: Michael Rooker, Sean Gunn, Nathan Fillion e David Dastmalchian. Além de nomes de peso, como: Idris Elba, Alice Braga, John Cena e Peter Capaldi. Os vilões terão uma segunda chance de brilhar, agora nas mãos de um diretor que costuma saber trabalhar seus personagens com primor.

Adão Negro (21 de dezembro de 2021)

Fan-Art de Renzo F. Mejía Montes

Um dos projetos mais antigos da DC enfim vai ganhar as telonas. Isso porque The Rock foi anunciado para o papel há quase 10 anos e, desde então, o projeto já ganhou muitas datas de lançamento, mas acabou sendo adiado várias vezes. Com sua origem contada de forma breve no filme Shazam!,’Adão Negro’ é ambientado no mesmo universo, porém deve se passar em diferentes épocas. Isso porque o personagem é o arqui-inimigo do herói vivido por Zachary Levi. Se tudo sair como planejado, o diretor Jaume Collet-Serra (A Casa de Cera) começa as gravações ainda neste ano e deve introduzir a Sociedade da Justiça no Universo DC.

Shazam 2 (1 de abril de 2022)Após ter derretido o coração dos críticos em 2019, o atrapalhado Shazam retorna aos cinemas para mais uma aventura solo. Ainda sem muitas informações sobre a sequência, tudo o que sabemos até agora é que David Sandberg vai retornar para escrever e dirigir o filme, assim como Zachary Levi e Asher Angel voltam a viver o Shazam/ Billy Batson, respectivamente. Se a pós-créditos do original for um chamariz para a sequência, podemos esperar também o retorno do Doutor Silvana (Mark Strong), que vai se unir ao terrível Senhor Cérebro, uma lagarta do mal, que parece querer invocar o Adão Negro para formar a Sociedade Monstro do Mal.

The Flash (30 de junho de 2022)Uma das produções mais problemáticas da história da DC nos cinemas está enfim próximo de ver a luz do dia. Isso porque a produção foi marcada para estrear em 2018, mas sofreu com trocas de diretores, problemas no roteiro e até mesmo Ezra Miller quase abandou o traje do velocista escarlate. Agora nas mãos de uma nova equipe criativa, tendo o roteiro escrito por Christina Hodson (Aves de Rapina) e dirigido por Andy Muschietti (It – Capítulo II), o filme deve adaptar a aclamada saga dos quadrinhos: Flashpoint, em que Barry volta no tempo para salvar sua mãe e acaba alterando toda a linha temporal do UDC.

Aquaman 2 (15 de dezembro de 2022)A sequência do bilionário Rei de Atlântida vai trazer de volta o diretor James Wan e o protagonista, vivido por Jason Momoa. No momento, os fãs estão assinando uma petição para a exclusão da atriz Amber Heard do papel de Mera, por conta das agressões ao ator Johnny Depp. Maiores detalhes da história ainda não foram revelados.

Bônus:

Super Mascotes da DC (19 de maio de 2022)Fugindo completamente do estilo de filmes da empresa, a DC vai lançar um longa animado focado nos mascotes da casa. Animais como Krypto – O Super Cão, o Batcão, o esquilo Lanterna Verde Ch’p e o macaquinho Gleek dos Super Gêmeos se unem para salvar o mundo quando o Superman decide tirar férias. Ainda não tivemos muitos detalhes revelados, mas parece ser incrível.

Ansiosos?

‘Castlevania’: Após trailer, 3ª temporada ganha belo banner

A Netflix divulgou um belo banner da 3ª temporada de ‘Castlevania‘.

Confira, com o vídeo:

A nova temporada irá estrear na plataforma no dia 5 de março.

A nova temporada terá 10 episódios, 2 a mais que a segunda temporada (que contou com 8 episódios), e se concentrará na relação entre o caçador de demônios Trevor Belmont e Adrian Tepes, um homem mais conhecido como Alucard – o filho do Drácula.

‘O Esquadrão Suicida’: Arlequina teve participação reduzida no filme após ‘Aves de Rapina’?

Em seu Instagram, o diretor James Gunn desmentiu os rumores de que a participação de Margot Robbie como Arlequina havia sido reduzida após o resultado comercial de ‘Aves de Rapina‘.

Questionado sobre a importância da personagem na sequência, Gunn revelou:

“Ela é uma grande parte do filme, se é isso que você está perguntando”.

Questionado se a trama se passará antes ou depois de ‘Aves de Rapina‘, ele respondeu:

“A história se passa nos dias de hoje”.

Confira fotos dos bastidores que trazem a Arlequina usando vestido vermelho e um novo visual:

Em entrevista ao ComicBook.com, Robbie falou sobre a nova adaptação e revelou que a trama terá forte ligação com o material de origem.

“Eu posso dizer que vai ser incrível. É muito interessante ver o que diferentes cineastas conseguem fazer com Gotham e com esses personagens. Estou fascinada pelo o que James Gunn acha interessante na Arlequina em comparação com a visão da Cathy Yan [diretora de ‘Aves de Rapina’] e do David Ayer [do primeiro ‘Esquadrão Suicida’].”

Ela completa, “James é apaixonado pelos quadrinhos, então o novo filme terá uma ligação forte com o material de origem, o que é importante para mim. Vocês poderão ver um novo lado da Arlequina em ‘O Esquadrão Suicida’. É interessante.”

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

‘Gossip Girl’: HBO Max divulga as primeiras imagens da nova versão; Confira!

A HBO Max criou uma conta no Instagram para divulgar as primeiras imagens da série derivada de ‘Gossip Girl‘.

Apesar de não revelarem nenhum detalhe, as imagens foram o suficiente para deixar os fãs animados com a nova produção, que se passa dez anos após os eventos envolvendo o elenco original.

Confira:

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Here for the new class of Manhattan’s elite.

Uma publicação partilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) a

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Here for the receipts.

Uma publicação partilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) a

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Here for the scandals.

Uma publicação partilhada por Gossip Girl (@gossipgirl) a

Joshua Safran, que escreveu e produziu a série ‘Gossip Girl‘, revelou novidades sobre o reboot durante o Vulture Festival.

Segundo ele, a ideia da nova temporada é trazer maior representatividade.

“Não houve muita representação na primeira vez que o programa foi ao ar. Eu fui o único escritor gay que ficou o tempo todo lá. Quando eu fui para uma escola particular em Nova York nos anos 90, a escola não refletia necessariamente o que estava em Gossip Girl . Portanto, desta vez, os protagonistas não são brancos. Há muito conteúdo gay no reboot. Estamos lidando muito com a aparência do mundo agora, de onde vêm a riqueza e os privilégios, e como você lida com isso.”, afirmou.

Safran também confirmou que a reinicialização ocorrerá no mesmo universo que o original e os alunos participarão da famosa Constance Billard School for Girls.

“A história começa 12 anos depois do original. Então, estamos em tempo real a partir do original onde estamos no show.”, concluiu.

Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘. A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios e irá estrear na HBO Max.

Segundo o produtor executivo Josh Schwartz, o projeto de fato será uma continuação do original, que contou com seis temporadas. Isso significa que Serena, Blair e o restante dos protagonistas do sucesso dos anos 2000 realmente existem dentro do universo dessa sequência e que não haverão novos atores interpretando uma versão contemporânea deles, conforme pontou durante a Television Critics Association.

Além disso, Schwartz falou sobre a possibilidade dos atores da série original retornarem em pequenas aparições. Segundo o criativo, o elenco da produção foi informado sobre o novo projeto, assim como todos foram convidados para reaparecer na sequência, caso se sintam à vontade com isso.

Disse:

“Não teremos novas atrizes interpretando Serena e Blair. Isso não é um remake, mas sim uma continuação desse mundo. E nós entramos em contato com todos os atores, para que eles soubessem o que estava acontecendo. E nós adoraríamos que eles se envolvessem, caso queiram. Mas nós não quisemos fazer da participação deles algo que fosse obrigatório. Eles interpretaram esses personagens por seis anos e se eles acham que isso foi o bastante, nós respeitamos isso. Mas, obviamente, seria incrível vê-los novamente na série”.

A sequência de ‘Gossip Girl‘ vai contar com 10 episódios, que vão introduzir uma nova leva de belos adolescentes estudantes de escolas particulares de Manhattan, pela mesma ótica que a produção usou em seus anos de sucesso. Só que desta vez, a série vai abordar o quanto as redes sociais – e o próprio visual de Nova York – mudaram nos últimos anos, desde o fim da narrativa original.

O produtor executivo de ‘Gossip Girl‘, Joshua Safran, vai roteirizar a continuação, além de repetir sua função como produtor.

Os criadores da série original, Josh Schwartz e Stephanie Savage, também serão produtores executivos do projeto.

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Blake Lively, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.

‘Sonic – O Filme’: Jim Carrey diz que as críticas sobre o visual do personagem deixaram o filme muito melhor

Jim Carey Sonic The Hedgehog

Após o primeiro trailer de ‘Sonic – O Filme‘, o visual do personagem foi bastante criticado pelos fãs por se distanciar das versões dos videogames e animações.

Por causa da repercussão, o filme foi adiado para que a equipe de efeitos visuais pudesse corrigir a aparência do ouriço azul, até que chegaram num resultado mais fiel.

Durante uma entrevista para a Fox News, Jim Carrey, intérprete do Dr. Robotnik, disse que a recepção negativa acabou ajudando a equipe a fazer um filme muito melhor do que esperavam.

“Eu lembro que questionei a participação do público no processo criativo, mas a verdade é que eu estava errado. As críticas acabaram ajudando todos nós a aceitar as mudanças que eram necessárias. Parando para analisar, acho que toda a equipe se sentiu bem com isso. Se não fossem as críticas, talvez o filme não faria tanto sucesso. Agora eu posso dizer que está muito melhor.”

Carrey também disse que o diretor Jeff Fowler foi muito atencioso em ouvir o pedido dos fãs, porque ele estava animado para entregar um filme que desse orgulho a eles.

“Ele é um cara muito simples, sabe? Não tem ego inflado. Assim que começaram a rejeitar o design do personagem, ele apenas disse: ‘Os fãs cresceram acompanhando o Sonic, é nossa obrigação fazermos a coisa certa’. E o resultado foi bastante positivo.”

Nos EUA, o filme teve uma estreia sólida de US$ 68 milhões no final de semana estendido e quebrou o recorde de MAIOR estreia para uma adaptação de videogame no país, superando o lançamento de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 54.3m).

Além disso, a produção se tornou a quarta maior estreia no feriado do Dia do Presidente.

Até o momento, ‘Sonic – O Filme‘ já faturou US$ 113 milhões nas bilheterias mundiais.

Confira nossa entrevista:

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Assista ao trailer:

 

‘Jurassic World’ vai ganhar série de TV em live action

De acordo com o Geek WorldWide, o universo de ‘Jurassic World‘ vai se expandir em uma série de TV em live action e a produção já está em desenvolvimento.

Foi dito que o roteiro já está sendo escrito e as gravações serão rodadas em Vancouver, no Canadá, mas ainda não há previsão de estreia e nem informações sobre o elenco.

Por conta disso, não se sabe se Chris Pratt e Bryce Dallas Howard farão parte da história.

Em relação à trama, parece que os eventos da série devem acontecer no mesmo período de ‘Jurassic World 3 e os episódios darão continuidade à narrativa do longa, que estreia apenas em 2021.

Como a ideia ainda está nos estágios iniciais, novas informações devem ser divulgadas em breve.

Em setembro de 2019, o diretor Colin Trevorrow já havia adiantado numa convenção de cultura pop que uma série de TV estava nos planos da Universal.

Ao ser questionado sobre a possibilidade, o cineasta disse que:

“Se o público quer ver [outras histórias em live action], vamos fazer. Quem sabe mais uns filmes ou séries de TV.”

Lembrando que ‘Jurassic World 3‘ chega aos cinemas nacionais em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

‘Extraction’: Filme da Netflix com Chris Hemsworth e diretor de ‘Vingadores’ ganha fotos

Foram divulgadas as primeiras imagens de ‘Extraction‘, novo filme da Netflix que inicialmente foi intitulado Dhaka.

O longa é estrelado por ninguém menos que Chris Hemsworth, de ‘Thor‘, e roteirizado por Joe Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita’).

Hemsworth estrela o filme como Tyler Rake, um mercenário do mercado negro que é contratado para resgatar o filho sequestrado de um lorde internacional do crime. O suspense intenso estreia no streaming dia 24 de abril.

Confira as imagens divulgadas pelo USA Today:

O elenco ainda conta com David Harbour, da aclamada série original do streaming, ‘Stranger Things‘.

As filmagens aconteceram na Índia e na Tailândia.

Sam Hargrave, dublê do Chris Evans como o Capitão América, fará sua estreia como diretor.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

James Bond está de volta à ativa no novo comercial de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’


007 – Sem Tempo para Morrer’, próximo filme da franquia James Bond, ganhou um novo comercial com cenas inéditas.

Confira:

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 09 de abril nos cinemas nacionais e marca o retorno de Daniel Craig como James Bond pela quinta e última vez.

Assista ao trailer completo:

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

O último filme lançado – ‘007 Contra Spectre‘ – foi um sucesso global, abrindo em primeiro lugar em 81 territórios pelo mundo. O filme ainda quebrou recorde de bilheteria de todos os tempos no Reino Unido como a maior abertura em sete dias, com US$ 63,8 milhões. O longa anterior, ‘007 – Operação Skyfall‘, arrecadou US$ 1.1 bilhão em escala mundial.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Uma Equipe Muito Especial’: Revelado elenco completo da nova série da Amazon

Uma Equipe Muito Especial, a clássica comédia dramática dos anos 1990, vai ganhar um reboot seriado pela Amazon e, agora, foi revelado o elenco completo da nova produção.

Dentre as recentes adições, temos Gbemisola Ikumelo, que viverá Clance; Kelly McCormack, que dará vida a Jess; Roberta Colindrez, que será Mita; Priscilla Delgado, que entra como Izzy; e Melanie Field como a recorrente Jo.

O grupo se junta às previamente anunciadas D’Arcy CardenAbbi Jacobson, que serão as protagonistas. Jacobson também entra como roteirista e produtora executiva.

Carden é conhecida por viver Janet na aclamada comédia The Good Place, que está em sua 4ª e última temporada. Jacobson, por sua vez, é uma comediante que estrela e supervisiona o show Broad City. Ela também dá voz a Tiabeanie na animação ‘(Des)Encanto’, da Netflix.

A série será baseada no longa-metragem de 1992 que trouxe em seu elenco Geena DavisLori PettyRosie O’DonnellMadonnaTom Hanks. Dirigido por Penny Marshall, a obra girou em torno de duas irmãs que jogaram na liga feminina Rockford Peaches, dos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial.

O filme teve uma boa recepção pela crítica, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de 132 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

A produção da Amazon irá começar com a formação da liga em questão em 1943 e mostrará as dificuldades do time em se manter ansiosos e vivos para os jogos.

Uma Equipe Muito Especial ainda não tem previsão de estreia.

‘Mrs. America’: Série com Cate Blanchett ganha dois novos teasers oficiais; Confira!

A nova minissérie estrelada por Cate Blanchett, ‘Mrs. America‘, ganhou dois novos teasers oficiais.

Confira, junto ao trailer completo:

A produção, que irá abordar a igualdade de gênero, será comandada por Anna BodenRyan Fleck (dupla responsável por ‘Capitã Marvel’) e terá nove episódios.

A minissérie é de autoria do vencedor do Emmy Award, Dahvi Waller (‘Mad Men‘ e ‘Desperate Housewives‘), que será o showrunner e produtor-executivo ao lado de Blanchett, Stacey Sher e Coco Francini.

Confira a sinopse oficial:

Mrs. America‘ conta a história verdadeira do movimento para a ratificação da Emenda dos Direitos Iguais e a revolta sofrida por parte de uma mulher conservadora, chamada Phyllis Schlafly (Blanchett). Pelos olhos das mulheres daquela era – tanto Schlafly, bem como as feministas da segunda onda, Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus -, a série explora um dos mais duros campos de batalha na cultura de guerras dos anos 70, que ajudaram a originar a Majoritária Moral e que mudaram, para sempre, a paisagem da nossa política.

Além de Blanchett, Sarah PaulsonUzo AdubaRose Byrne, John SlatteryJames MarsdenElizabeth BanksMargot MartindaleTracy Ullmann completam o elenco.

Mrs. America estreia no dia 15 de abril de 2020.

‘The Witcher’: Kristofer Hivju entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o site Redanian Intelligence, Kristofer Hivju (‘Game of Thrones‘) foi confirmado no elenco da 2ª temporada de ‘The Witcher‘.

O astro dará vida ao personagem Nivellen, e será apresentado no 1º episódio como um homem amaldiçoado que se transforma numa fera depois de ter cometido crimes imperdoáveis.

Nos romances escritos por Andrzej Sapkowski, a história de Nivellen é inspirada em ‘A Bela e a Fera’.

Enquanto procura pela fera, Geralt de Rivia invade uma mansão nas profundezas de uma floresta, descobrindo que lá vive o nobre amaldiçoado.

O conto ilustra alguns dos aspectos mais complexos da profissão de Geralt, mostrando a ambiguidade moral das relações humanas.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe se Hivju fará uma participação especial ou se será um membro recorrente da temporada.

Anteriormente, ComicBook divulgou que as filmagens da 2ª temporada já começaram!

Confirmando a informação, uma foto foi vazada com um figurante usando a armadura do Império Nilfgaardian, que terá um grande impacto na narrativa do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.