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‘Mulan’ terá abertura DECEPCIONANTE nas bilheterias, indicam projetos

A Disney teve um domínio incrível nas bilheterias no ano passado e, embora seja difícil replicar esse sucesso, alguns filmes parecem estar fazendo progressos para se saírem extremamente bem para eles, no entanto, outros podem fracassar…

As últimas projeções do BoxOffice indicam que ‘Mulan‘ vai estrear nos EUA com uma arrecadação na faixa de US$ 40 a 60 milhões, valor bastante decepcionante considerando o quanto o estúdio gastou no filme.

A Disney gastou entre US$ 200 e US $ 300 milhões no remake, que deve ter uma abertura semelhante à de ‘Dumbo‘, extremamente decepcionante se esses números de orçamento fossem precisos.

Em comparação, confira quanto remakes anteriores da Disney fizeram no fim de semana de abertura:

Alice no País das Maravilhas – US $ 116,1 milhões
A Bela e a Fera   – US $ 174,7 milhões
Dumbo   – $ 45,9 milhões
Aladdin – $ 91,5 milhões
O Rei Leão  – $ 191,7 milhões

 

Assista aos novos vídeos:

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

A produção de Mulandeve se tornar um dos filmes mais caros da história. De acordo com informações do Pursue News, a Disney está disposta a investir mais de US$ 290 milhões na produção, algo equivalente ao que vimos em Vingadores: Guerra Infinita, que custou em torno de US$ 321,2 milhões.

Jet Li será o Imperador da China no filme. Gong Li foi escalada no papel da vilã da trama, que contará com uma grande mudança em relação à animação original. Li interpretará uma poderosa bruxa, enquanto que no original o vilão era o líder dos Hunos, Shan Yu. Donnie Yen, de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, viverá um mentor/professor, chamado Comandante Tung. O personagem foi especificamente criado para essa nova versão e não existe na animação original. O ator Yoson An interpretará Chen Honghui, um confiante e ambicioso recruta que, nessa nova versão, será um importante aliado da protagonista e eventualmente se tornará seu interesse amoroso.

A confirmação do personagem marca mais uma mudança do live-action em relação à animação original, na qual o capitão do exército chinês, Li Shang, é o par romântico da heroína.

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

Adam Sandler assina contrato MILIONÁRIO para realizar mais 4 filmes para a Netflix

A parceria entre Adam Sandler e a Netflix continua rendendo bons frutos para o ator e pouco depois da estreia de ‘Mistério no Mediterrâneo‘ e com o recente ‘Joias Brutas‘, ele renovou contrato com a plataforma de streaming.

Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix, confirmou que o contrato prevê mais quatro filmes e será MILIONÁRIO!

“Ele é conhecido por todos Sandman, O Garoto da Água, Billy Madison, Happy Gilmore, Nick Spitz ou simplesmente Adam. Mas uma coisa é certa: nossos assinantes nunca se cansam deles, de suas histórias e seu humor, como vimos no recente Mistério no Mediterrâneo. Sendo assim, estamos muito animados em estender nossa parceria com Adam e a equipe Happy Madison e entregar mais risadas para todo mundo”, afirmou.

 

O próximo longa, que ainda não possui título oficial, será estrelado e roteirizado por Sandler e conta com um vasto elenco de grandes estrelas, algumas com as quais o ator já trabalhou no passado.

Além dele, a produção vai contar com a presença de Maya Rudolph, Kenan Thompson, Kevin James, Julie Bowen, Ray Liotta, Steve Buscemi, Rob Schneider, Michael Chiklis, Shaquille O’Neal, China Anne McClain, Paris Berelc, Tim Meadows, Colin Quinn, June Squibb, Karan Brar e Noah Schnapp.

A trama acompanha Hubie Dubois, um homem que é motivo de piada entre crianças e adultos em sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.

Steve Brill, o mesmo diretor do especial de stand up comedy ‘Adam Sandler: 100%‘, é que assume a direção do novo projeto.

Por que ‘WandaVision’ terá mais importância que ‘Vingadores: Ultimato’? Entenda!

Até agora, ‘Vingadores: Ultimato‘ é a produção mais importante do MCU, concluindo a história iniciada pelo estúdio ao longo de 11 anos, além de alcançar o topo das bilheterias mundiais com US$ 2,8 bilhões.

No entanto, ‘WandaVision‘ tem o potencial de moldar o futuro do MCU pelos próximos anos, criando novas tramas e introduzindo novos personagens ao universo.

Rumores sugerem a inclusão de Wiccano, Célere ​​e Hulkling, membros dos ‘Jovens Vingadores‘, e fotos do set mostraram a criação da SWORD, uma espécie de SHIELD que lida com invasões extraterrestres.

Além de tudo isso, Kevin Feige já havia dito que Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) é uma das personagens mais poderosas (e perigosas) do MCU, sendo capaz de reescrever toda a realidade se assim quiser.

Considerando que a trama terá ligações com ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ e irá se passar entre as década de 1950 e 1970, é possível dizer que os eventos da série trarão consequências inevitáveis para as novas produções do estúdio.

Naturalmente, ‘WandaVision‘ não vai arrecadar bilhões. Mas o que ela pode fazer é remover completamente tudo o que sabemos sobre o MCU e deixar a linha espaço-temporal de cabeça para baixo.

Agora resta saber se essas possíveis alterações na realidade serão definitivas.

Lembrando que ‘WandaVision’ será dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e estreia em 2021 na Disney+. O elenco também conta com Paul Bettany, reprisando seu papel como Visão.

Confira as primeiras imagens da produção:

‘Aquaman 2’: Abaixo-assinado pedindo demissão de Amber Heard ultrapassa 45 mil assinaturas

Na última semana, um grupo de “fãs” criou um abaixo assinado para que Amber Heard seja demitida de ‘Aquaman 2‘ por conta da disputa judicial envolvendo a atriz e seu ex-marido, o ator Johnny Depp.

O abaixo-assinado pede que a intérprete de Mera seja substituída por outra atriz na sequência.

O documento publicado no Change.org ultrapassou 45.000 assinaturas, e parece estar ganhando força.

Confira na íntegra o pedido da petição:

Amber Heard foi exposta como agressora doméstica por Johnny Depp. Em seu processo de U $ 50 milhões, Johnny Depp descreve muitos incidentes de abuso doméstico que ele sofreu nas mãos de sua (então) esposa Amber Heard, incluindo um incidente em que ela o socou duas vezes no rosto e outro em que quebrou o dedo com uma vodca garrafa, e seu dedo teve que ser recolocado cirurgicamente. Ele carregará a cicatriz disso pelo resto da vida. 

Amber Heard também foi presa em 2009 por abusar de uma ex-parceira doméstica, Tasya Van Ree, demonstrando um padrão repetido de abuso por Amber Heard.

Desde o divórcio de Heard e Johnny Depp, ela tem sistematicamente criado uma jornada para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos nos quais ela havia realmente abusado de Johnny Depp, mas mentiu e criou relatos falsos de que ele era o agressor. Sobre o incidente durante o qual ela quebrou os ossos no dedo de Johnny Depp e quase o esfaqueou, fazendo com que Depp necessitasse de uma cirurgia para recolocá-lo e repará-lo, Heard apresentou uma história falsa alegando que ele próprio cortou o dedo, mergulhou-o em tinta e rabiscou obscenidades por todas as paredes. 

Da mesma forma, Heard relata incidentes fabricados de Johnny Depp batendo na cara dela quando ela, de fato, o deu um soco. Embora a equipe e os vizinhos do prédio onde ela morava relatassem não ter visto marcas no rosto nas horas e dias depois que ela diz que Johnny Depp havia batido nela, ela apareceu no tribunal seis (6) dias depois com hematomas no rosto, pedindo uma ordem de restrição temporária, que foi concedida. Fotos de Heard desde o dia seguinte mostram seu rosto cheio, sem maquiagem e sem um hematoma.

Como Amber Heard é uma abusadora doméstica conhecida e comprovada, a Warner Brothers e a DC Entertainment devem demitir Heard de Aquaman 2. Eles não devem ignorar o sofrimento das vítimas de Heard e não devem fascinar um agressor doméstico. 

Os homens são vítimas de violência doméstica, assim como as mulheres. Isso deve ser reconhecido e devem ser tomadas medidas para impedir que uma agressora conhecidaseja celebrado na indústria do entretenimento.

Faça a coisa Certa. Demita Amber Heard de Aquaman 2.” 

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

‘Silent Hill’ e ‘Fatal Frame’ vão ganhar novas adaptações para o cinema

Durante uma entrevista para o Allocine, o diretor Christophe Gans, responsável por ‘Terror em Silenti Hill‘ (2006), anunciou que está trabalhando em um novo filme baseado na franquia.

Dessa vez, a trama será ambientada em uma pequena cidade americana dominada por tradições puritanas e que dispensa superstições.

O cineasta também revelou que planeja adaptar o game ‘Fatal Frame‘ em um filme que acompanha um grupo de jovens japoneses que tentam capturar imagens sobrenaturais em uma casa assombrada.

“Tenho dois projetos de filmes de terror em mente e estou conversando com [o produtor] Victor Hadida (‘Resident Evil: O Capítulo Final’). Um deles é uma adaptação do jogo ‘Fatal Frame‘ e será ambientado numa casa assombrada no Japão. E também estamos trabalhando em um novo Silent Hill. Vamos seguir a identidade da franquia e contar uma história focada nessa atmosfera de pequenas cidade do interior norte-americano, onde os puritanos são a maioria e as superstições não têm espaço.”

Infelizmente, Gans não divulgou mais detalhes sobre os projetos, então não há elenco confirmado e nem previsão de estreia.

Para quem não o conhece, Gans é um cineasta francês especializado em filmes de terror, sendo mais conhecido por ‘Cidade dos Lobos’ (2001) e ‘A Bela e a Fera‘ (2014).

Foto mostra outra atriz como a Capitã Marvel em ‘Vingadores: Era de Ultron’; Confira!

O box Saga do Infinito foi lançado nos EUA e trouxe várias curiosidades e cenas deletadas dos filmes da Marvel, e uma delas vazou na internet.

Joss Whedon cogitou apresentar a Capitã Marvel em ‘Vingadores: Era de Ultron‘, mas a cena acabou não entrando na versão final.

Como a Brie Larson ainda não havia sido contratada, uma dublê de corpo foi usada como a heroína.

Confira:

O box de colecionador da ‘Saga do Infinito‘ reúne os 23 filmes do MCU e custa US$ 549,99.

O Box conta com todos os 23 filmes do Universo Cinematográfico da Marvel em 4K UHD e Blu-ray, uma carta de Kevin Feige e a litografia de Matt Ferguson e um disco bônus especial com cenas excluídas e estendidas:

 

Os Filmes Mais Esperados de Fevereiro 2020

Início de ano é época de premiação do cinema. É o período mais apreciado por muitos cinéfilos, que podem correr atrás das produções mais elogiadas do ano anterior e ficar a par de tudo na hora de assistir à festa máxima do cinema: o Oscar.

Mas nem só dos prêmios da Academia vive o cinema, e além das produções adultas renomadas, o início do ano também traz algumas grandes obras voltadas ao entretenimento – como foi o caso com Jumanji: Próxima Fase, Frozen II e Bad Boys para Sempre.

Em fevereiro não será diferente, com o filme “solo” de uma amalucada personagem que se tornou ícone da cultura pop, o primeiro filme em live-action de um certo porco-espinho azul dos videogames, a reimaginação de um médico que pode falar com animais, a subversão de um famoso conto infantil de bruxas e, fechando o mês, um clássico do terror ganha roupagem moderna. Sem mais delongas, vem conhecer.

06/02

Aves de Rapina

Arlequina está de volta! E isso é tudo o que precisamos saber. Novamente nas formas de Margot Robbie, a personagem que se tornou um verdadeiro fenômeno na cultura pop está pronta para um segundo round, desta vez nos holofotes da trama. Ela se junta a um grupo de mulheres numa aventura totalmente girlpower, a fim de resgatar uma menina das garras de um chefão do crime. As primeiras críticas já estão salpicando na internet, e são extremamente favoráveis ao longa.

Jojo Rabbit

Uma das grandes surpresas deste Oscar, esta sátira de guerra foi indicado para 6 prêmios, incluindo melhor filme. Ao mesmo tempo um drama poderoso sobre o que foi o horror da Segunda Guerra Mundial, o longa surpreendeu por dar uma segunda indicação ao Oscar para Scarlett Johansson (aqui por coadjuvante) no mesmo ano.

Com muito bom humor, o filme relata a jornada de amadurecimento de um menino alemão de 10 anos superpatriota, descobrindo aos poucos as mentiras e atrocidades que foram contadas a ele por seu país.

13/02

Sonic – O Filme

Primeiro filme com atores reais do personagem adorado dos videogames, Sonic. O porco-espinho azul, muito famoso no mundo todo, é criado na forma de animação, mas contracena com pessoas reais no filme – que é voltado ao público infantil. A produção passou por dificuldade quando divulgou seu primeiro trailer e o visual do animal falante, que não agradou os fãs, precisou ser mudado às pressas.

Ao que parece ficou pronto a tempo e se der certo de verdade, pode ser um dos poucos exemplares de superprodução baseada em games bem sucedida. No filme, o astro Jim Carrey interpreta o vilão Dr. Robotinik.

O Grito

Por falar em reimaginação, este é o reboot da franquia O Grito (The Grudge) americana, que por sua vez é refilmagem da franquia japonesa. Agora, a tentativa é por um enfoque mais sério e realista, mais próximo aos chamados “terror de arte”, que fazem muito sucesso com o público cult do cinema.

Este é um terror de ritmo mais lento, que aposta mais na atmosfera e em momentos chocantes. Um dos chamarizes é o elenco bastante renomado, que conta com dois indicados ao Oscar: Jacki Weaver e Demián Bichir. Quem protagoniza é Andrea Riseborough na pele de uma policial investigando estranhas ocorrências cercando uma casa.

Dark WatersO Preço da Verdade

Novo projeto de Todd Haynes (do sucesso Carol, com Cate Blanchett e Rooney Mara), o filme é baseado numa matéria real do New York Times sobre a poluição de uma famosa empresa química, num caso milionário típico de David contra Golias. Um advogado desafia o colosso, expondo uma longa história de poluição por parte da companhia. Mark Ruffalo vive o protagonista, e Anne Hathaway interpreta sua esposa.

20/02

Dolittle

Superprodução estrelada por Robert Downey Jr., desta vez voltada para toda a família, o filme traz o astro revivendo o famoso personagem, mais conhecido pelas novas gerações devido à comédia moderna de Eddie Murphy.

Poucos sabem, mas O Fabuloso Doutor Dolittle (1967), primeira adaptação ao cinema dos livros de Hugh Lofting, foi indicado para nada menos que 9 Oscar, incluindo melhor filme, e venceu os de canção e efeitos especiais. A versão de Downey, no entanto, como não poderia deixar de ser, aposta numa aventura mágica e grandiosa, repleta de ação.

Maria e João – O Conto das Bruxas

Por falar em subversão de histórias infantis clássica, João e Maria ganham nova roupagem com duas grandes modificações. A primeira é que desta vez o conto lendário dos irmãos Grimm, publicado em 1812, ganha uma roupagem de terror barra-pesada, talvez mais intenso inclusive do que o orquestrado originalmente pelos escritores.

E o segundo, em tempos de empoderamento feminino, Maria ganha os holofotes e o nome no título em primeiro lugar, adquirindo o protagonismo. Justamente por isso, a menina recebe as formas da talentosa Sophia Lillis.

O Chamado da Floresta

A Disney não é de arriscar muito em projetos live-action, preferindo a segurança dos filmes da Marvel, Star Wars (que não estão mais tão seguros assim) e suas reinterpretações de animações famosas. Mas desde que adquiriu a Fox, se viu obrigada a lançar todos os seus resquícios, o que inclui este filme sobre um cachorro falante, estrelado por Harrison Ford.

Bem, não é muito diferente do que a própria Disney costuma fazer, se formos olhar por esse lado. Na história, um cachorro luta por sobrevivência num território inóspito e gelado, passando por diversas aventuras e encontrando amizade num idoso (papel de Ford).

Luta por Justiça

Uma das produções adultas mais interessantes deste início de ano, este longa traz Michael B. Jordan como protagonista, na pele de um advogado de renome, lutando para soltar um homem injustamente condenado à pena de morte – papel de Jamie Foxx. O filme é baseado no livro de Bryan Stevenson, e tem como tema a representação racial. A direção é de Destin Daniel Cretton, de Temporário 12 (2013). No elenco, em sua terceira colaboração com o cineasta, a musa do diretor: Brie Larson.

Frankie

Por falar em musas, aqui temos protagonizando uma verdadeira lenda francesa do cinema mundial, a icônica Isabelle Huppert. No filme, a atriz vive uma famosa apresentadora se despedindo da família, do marido e de amigos após descobrir uma doença terminal. O local escolhido para sua despedida é a bela paisagem de Sintra, em Portugal. O longa é dirigido por Ira Sachs, ótimo lacrimoso O Amor é Estranho (2014). Ou seja, não esqueçam os lenços para este também.

27/02

O Homem Invisível

Após o fracasso de A Múmia (2017), com Tom Cruise, a Universal parece ter deixado de lado a proposta do Dark Universe, que pretendia reunir em versões modernas seus monstros clássicos (Frankenstein, Lobisomem e companhia). Agora, o projeto de renovar O Homem Invisível foi remodelado e ganhou novos ares com este filme – mais contido em seu próprio universo e com uma abordagem mais urgente.

Na trama, Elisabeth Moss vive uma mulher vítima de violência doméstica e constantes abusos. Para piorar, seu companheiro se mata e a deixa toda a sua fortuna para ela. No entanto, estranhos acontecimentos a fazem pensar que ele pode não ter morrido de verdade.

Uma Vida Oculta

Terrence Malick já foi conhecido como um diretor bissexto, porque até o ano de 2011, apesar de uma carreira de quase 40 anos, só havia lançado cinco filmes como diretor. Isso criou uma mitologia em torno de sua obra e um aspecto perfeccionista em seu caráter – algo como a fama do icônico Stanley Kubrick. Mas depois de A Árvore da Vida, o diretor se desembestou a entregar uma produção atrás da outra.

Foram mais cinco filmes em menos de dez anos – isso é que é mudar da água para o vinho. Como resultado, suas produções perderam parte do sentido, e se tornaram repetitivas. O mais recente, Uma Vida Oculta, é uma espécie de Até o Último Homem (2016) nazista e fala sobre um sujeito que se recusa a lutar em nome de Hitler na guerra devido à sua religião.

A Hora da sua Morte

Adiado, este é o infame filme de terror sobre um aplicativo “maldito” de celular, que diz exatamente quanto tempo resta de vida para seus usuários. Uma enfermeira se arrepende amargamente após baixar o app do demo, e agora corre contra o tempo para conseguir uma forma de se salvar.

‘Jurassic World’: Colin Trevorrow testa novos dinossauros em vídeo de bastidores; Confira!

O diretor Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção da terceira parte da franquia ‘Jurassic World’ e, agora, divulgou um breve vídeo de bastidores em seu Twitter oficial, mostrando os primeiros testes com os novos dinossauros da sequência.

Confira:

O título de produção do terceiro filme da franquia é ‘Jurassic World’‘Arcadia’.

O elenco inclui Chris Pratt como Owen Grady e Bryce Dallas Howard como Claire Dearing, além do retorno dos astros da franquia original: Laura Dern, Sam Neill, e Jeff Goldblum. Justice SmithDaniella Pineda completam o time.

Em entrevista ao Empire, no passado recente, o diretor Colin Trevorrow falou sobre o aguardado retorno dos personagens originais da franquia:

“O próximo filme permitirá que os personagens originais da franquia façam parte da história de uma forma orgânica. Eu e a [roteirista] Emily Carmichael chamamos esse filme de ‘Jurassic Park 6’, porque ele realmente é.”

Ele completa, “Você começa perguntando as questões mais básicas: quem são essas pessoas agora? O que eles fazem neste novo mundo em que vivem e como eles sentem sobre ser parte da história? No final das contas, é uma colaboração entre os atores. Eles conhecem e amam esses personagens. E eles retornarão juntos.”

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

‘Dolittle’: Cena bizarra e nojenta foi ideia do próprio Robert Downey Jr.

Dolittle‘ estreou no início de janeiro e foi massacrado pelas críticas, tornando-se a primeira bomba de 2020.

Um dos principais motivos é o final nojento da trama, quando Dolittle (Robert Downey Jr.) encontra um dragão raivoso com objetos presos em seu ânus e tenta ajudá-lo, removendo-os de dentro do monstro.

Em um artigo publicado pelo The Hollywood Reporter, é revelado que a ideia foi sugerida pelo próprio Downey Jr., pois ele achou que a cena seria um dos grandes atrativos da adaptação.

Um fonte ligada ao projeto brincou e disse que:

“Ele achou que seria uma boa ideia… Quando o Homem de Ferro dá uma ordem, você tem que cumprir.”

No entanto, a cena que deveria ser cômica e descontraída acabou se tornando um momento bizarro e nojento, o que vem desagradando o público e a crítica especializada.

Até o momento, ‘Dolittle‘ arrecadou apenas US$ 94 milhões pelo mundo e deve causar um prejuízo de pelo menos US$ 100 milhões à Universal Pictures, segundo o Box Office Mojo.

Lembrando que o estúdio investiu US$175 milhões na iteração – isso sem incluir os materiais promocionais e a campanha de marketing.

Dirigido por Stephen Gaghan, o longa é baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle‘, de Hugh Lofting.

Assista ao trailer:

Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.

O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.

O grandioso elenco conta com Antonio Banderas, Michael Sheen, Jim Broadbent, Jessie Buckley, John Cena, Harry Collett, Marion Cotillard, Frances de la Tour, Carmen Ejogo, Ralph Fiennes, Selena Gomez, Tom Holland, Rami Malek, Kumail Nanjiani, Craig Robinson, Octavia Spencer e Emma Thompson.

‘Velozes e Furiosos 9’: Han está de volta no novo pôster da sequência; Confira!

O primeiro trailer de ‘Velozes e Furiosos 9‘ surpreendeu o público ao apresentar o irmão de Dom Toretto (Vin Diesel), vivido por John Cena, além de resgatar Han (Sung Kang) do mundo dos mortos.

Agora, a Universal Pictures divulgou o cartaz oficial do personagem vivido por Kang.

Confira:

Assista ao trailer:

Lembrando que o longa estreia em 20 de maio de 2020.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

The Good Place | Ranking das quatro temporadas da série

The Good Place chegou ao fim. A série da NBC, exibida no Brasil pela Netflix, chegou às telinhas em 2016. De lá pra cá, foram quatro temporadas e 50 episódios muito divertidos e com momentos inesquecíveis.

Aproveitando o clima de despedida, o CinePOP decidiu preparar um ranking com as quatro temporadas da série. E a decisão não foi fácil, afinal a produção é conhecida por manter uma boa regularidade desde seu primeiro ano.

De qualquer forma, o que fica é a certeza de que The Good Place marcou época como uma das grandes séries de comédias dos últimos tempos. E que o público sentirá muita falta de Michael (Ted Danson), Eleanor (Kristen Bell), Chidi (William Jackson Harper), Tahani (Jameela Jamil), Jason (Manny Jacinto), Janet (D’Arcy Carden) e companhia.

Obrigado pelos peixes, Michael Schur!

 

4) Terceira temporada (2018)

É muito difícil a missão de dizer qual a pior temporada de The Good Place. Em seus quatro anos de duração, a série pode ter tido suas escorregadas, mas poucas vezes decepcionou de fato. Então, temos que ter em mente que a pior temporada ainda assim foi uma boa temporada. E este é o caso do terceiro ano da produção.

Lançada em setembro de 2018, a season 3 começou com Eleanor, Chidi, Jason e Tahani de volta à Terra, sem memória do que viveram no Lugar Bom/Lugar Ruim. Michael e Janet tentam provar para a Juíza que eles têm o potencial de se tornarem pessoas melhores. Para isso, Michael acaba interferindo no processo. Ao longo da temporada, os personagens se reencontram e temos bons momentos. Os desenvolvimentos individuais de cada protagonista, no entanto, não caminham tão bem. A trama de Jason com o pai, de Tahani com os pais e a irmã, e o novo relacionamento de Chidi pouco contribuem para a continuação da história. Por outro lado, temos boas participações de Marc Evan Jackson como Shaw, de Maya Rudolph como a Juíza e de Adam Scott como Trevor, além da apresentação de Doug Forcett e um episódio excelente no vácuo de Janet (com direito a várias Janets).

 

3) Quarta temporada (2019)

Os primeiros episódios da quarta temporada de The Good Place foram alguns dos mais irregulares de toda série. Tudo levava a crer que estaríamos diante do pior ano da produção. Mas uma guinada na segunda metade e um episódio-duplo final excelente acabou influenciando no resultado.

Lançada em setembro de 2019, a temporada número quatro começa com o quarteto principal numa posição diferente. Agora, eles são responsáveis pelo novo bairro no Lugar Bom Falso, e devem provar, sem interferir no resultado, que um novo grupo de humanos é capaz de evoluir após sua morte, o que faria a Juíza repensar todo o sistema. Os capítulos iniciais até contam com momentos divertidinhos, mas a verdade é que a falta de progresso dos novos humanos também é vista na própria série. Há uma sensação de pouca evolução, e os novos personagens contribuem muito pouco.

Mas tudo melhora na segunda metade da temporada, especialmente nos quatro últimos episódios. O debate com a Juíza – encantada por séries como Friends, Ally McBeal e Justified (com direito a participação especialíssima de Timothy Olyphant) -, o desenvolvimento de um novo sistema pós-morte, a chegada do quarteto no Lugar Bom e suas eventuais despedidas são fascinantes. O finale vai deixar muita gente chorando, enquanto outros vão lembrar da divertida participação especial de Lisa Kudrow no penúltimo capítulo.

 

2) Segunda temporada (2017)

O fascinante cliffhanger da primeira temporada deixou os fãs com expectativas altíssimas para o segundo ano da produção. E, felizmente, a série não decepcionou. Logo no início, Eleanor, Chidi, Jason e Tahani começam tudo novamente no Lugar Bom Falso após terem suas memórias apagadas por Michael. Mas eles sempre descobrem o que está acontecendo, obrigando o demônio a resetar o cenário inúmeras vezes.

Com o passar do tempo, Michael vai desenvolvendo uma relação com o quarteto e decide ajudar o mesmo. É na segunda temporada que conhecemos mais profundamente Shaw, a Juíza, a versão má de Janet e os bastidores burocráticos do Lugar Ruim.

O ano entrega alguns dos episódios clássicos da série, como o que apresenta o dilema do bonde, que é mostrado de forma gráfica e divertidíssima, e reforça a dificuldade de Chidi em tomar decisões. Temos ainda o episódio em que Michael reinicia a simulação do Lugar Bom mais de 800 vezes até decidir se unir ao grupo e o capítulo em que Janet perde o controle e acaba criando sua versão masculina, Derek (Jason Mantzoukas).

 

1) Primeira temporada (2016)

Muitos podem interpretar o fato da primeira temporada ser a melhor como algo na linha de que a série só piorou com o passar do tempo. Mas esta não é a questão. A verdade é que The Good Place já chegou fazendo barulho desde o início e tratou de apresentar boa parte de seu brilhantismo já no primeiro ano. É claro que muita coisa foi aprofundada com o passar do tempo, mas muitos dos elementos que marcaram a série já estavam presentes desde o início. Este é o caso dos dilemas e aulas de ética de Chidi, o nonsense de Jason, as excentricidades de Tahani, a ambiguidade de Eleanor, e mesmo sua relação de proximidade com Michael. Isso sem falar nas capacidades e idiossincrasias de Janet.

A primeira temporada de TGP marcou a história das sitcoms na TV americana. Não parecia possível imaginar uma série de comédia bobinha e colorida que gastasse tanto tempo falando de conflitos éticos e explicando pensadores como Aristóteles e Platão, sem nunca parecer didática ou chata.

Co-criador de séries como Parks and Recreation e Brooklyn Nine-Nine, e produtor de The Office, Michael Schur se estabeleceu como um dos maiores nomes da comédia nos Estados Unidos. Com The Good Place, ele criou uma série divertida, envolvente e emocionante, com um elenco realmente encantador. A obra vai deixar saudades!

Crítico detona ‘Aves de Rapina’ porque as personagens não tem ‘apelo sexual’; Confira!

Aves de Rapina‘ já foi exibido para os críticos norte-americanos e a maioria das avaliações garante que a adaptação é divertida, impactante e entrega grandes atuações, principalmente a de Margot Robbie.

Os filmes recentes estrelados por mulheres tentam explorar mais a inteligência das personagens, ao invés do corpo, como fizeram os filmes ‘Barbarella, ‘Mulher-Gato’ e os primeiros ‘Tomb Raider’.

E é por esse motivo que a primeira crítica negativa de ‘Aves de Rapina‘ está gerando bastante polêmica na internet por conta de aspectos sexistas.

Matthew Kadish, jornalista do portal geek Kadishivideo, publicou um texto pautado apenas no visual das personagens e ignorou a verdadeira mensagem do filme, dizendo:

“Eu penso que até as mulheres querem ver mulheres atraentes nas telonas. Cosplayers querem fazer personagens atraentes para ganhar atenção. Em ‘Aves de Rapina, nenhuma personagem feminina teve apelo sexual. Eles até suavizaram a Harley Quinn para torná-la menos sexy, e esso era seu maior atrativo em ‘Esquadrão Suícida‘.”

Anteriormente, Ewan McGregor, intérprete do vilão Máscara Negra já havia argumentado que a trama do longa serve exatamente para quebrar padrões sexistas construídos em cima das personagens dos quadrinhos.

“Nos diálogos de ‘Aves de Rapina‘, sempre há aquele toque de misoginia no dia a dia. Nas coisas que você diz como homem e nem percebe… E tudo isso está no roteiro de uma maneira muito sutil. Eu achei isso brilhante”, disse ele à Entertainment Weekly.

Confira as outras reações:

“O embargo das Aves de Rapina caiu, agora eu posso gritar sobre o quão absurdamente divertido é e a maneira como lavou completamente o gosto ruim que ‘Esquadrão Suicida’ deixou na minha boca. Meninas e gays, esse filme é para nós”, KEATON KILDE, VOGUE.

Aves de Rapina é deliciosamente despretensioso e despreocupado com seu lugar em um contexto maior. É uma comédia de crimes não tão sérios e um verdadeiro filme de festa. Todo mundo está se divertindo, mas a Mary Elizabeth Winstead interpreta a Caçadora como uma personagem coadjuvante de THE TICK. Ela arrasa.”, SCOTT MENDELSON, FORBES 

Aves de Rapina: personagens vencedores, ação acima da média e uma trilha sonora arrasadora, dificultada pelo tom e ritmo irregulares. As meninas estão na melhor forma possível, mas não estão juntas o suficiente. A Caçadora de Mary Elizabeth Winstead é a melhor. 💕”, ANGIE HAN, MASHABLE.

“Acabei de ver Aves de Rapina e fico feliz em informar que este é o meu filme recente favorito da DC ainda. Como Shazam, ele cria seu próprio caminho com estética, ação e tom totalmente únicos. Margot, Ewan e todo o resto do elenco são 100% fantabulosos. Por que não há mais cenas de ação de patins?”, MIKE ROUGEAU, GAMESPOT.

Aves de Rapina é muito divertido e violento pra caramba. As Aves são tão divertidas e diferentes uma da outra. Ewan McGregor é tão sinistro e muitas vezes hilário.”, BRANDON DAVIS, COMICBOOK.COM.

Aves de Rapina é tão divertido que chega a ser ridículo – mulheres esquisitas e elegantes quebrando a canela de homens e se elogiando agressivamente !! Sim, por favor e obrigado!!!”, CLARISSE LOUGHREY, THE INDEPENDENT.

Aves de Rapina, de Cathy Yan, é uma celebração criminalmente divertida da sororidade, com algumas das minhas cenas de luta favoritas na memória recente. Eu estava sorrindo de orelha a orelha durante o filme inteiro”, MILLICENT THOMAS.

Aves de Rapina é um tumulto – cheio de atitude e com algumas das sequências de luta mais inventivas e esmagadoras de ossos do gênero dos super-heróis até hoje. Entrei com baixas expectativas e fiquei agradavelmente surpreendido com o quanto me diverti. Não reinventa a roda, mas tem estilo de sobra.”, LAURA PRUDOM, IGN.

“Eu não me divirto com um filme assim faz tempo Não deixe ninguém lhe dizer para não assistir a este filme, porque eles não querem que você viva SUA MELHOR EXPERIÊNCIA e quem precisa dessa negatividade em 2020?”, BATMAN STORY.

Aves de Rapina tem uma ação incrível, humor e alguns dos personagens mais memoráveis ​​que já vimos em um filme da DC, mas o maior destaque é Margot Robbie. Ela é fantástica como Harley, ao mesmo tempo em que prova que, às vezes, nossos relacionamentos mais valiosos são os que temos com boa comida”, ERIK DAVIS, FANDANGO.

“É como se John Wick fosse executado em um filtro louco de um parque de diversões cheio de glitter. É tudo o que você poderia querer de #HarleyQuinn e sua gangue de garotas duronas. Sensacional”, ALISHA GRAUSO, ATOM TICKETS.

De acordo com o site ComicBook.com, o filme deve abrir com bilheteria entre US$49 e US$55 milhões. A encargo de comparação, ‘Deadpool’ (outra produção R-rated) teve lançamento de US$132,4 milhões, enquanto ‘Logan’ fez uma considerável quantia de US$97 milhõesEsquadrão Suicida, última aparição de Arlequina nos cinemas, abriu com US$133 milhões.

Especula-se que a estreia morna do longa-metragem é resultado da história ter maior popularidade entre o público mais novo – que, devido à classificação indicativa, não poderão assistir à obra.

De acordo com o site IFCO, a adaptação terá 108 minutos de duração (ou seja, 1 hora e 48 minutos).

Cathy Yan comanda o projeto.

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

 

‘Uncaged’: Leão assassino diabólico ataca no trailer bizarro do terror

O terror ‘Uncaged‘ ganhou um novo trailer… que é bem bizarro.

Assista:

Dirigido por Dick Maas, o filme será lançado em VOD no dia 17 de março.

“Uma veterinária se enrola em uma aventura enquanto ela se vê liderando a caçada pela cidade por um monstruoso leão que tem aterrorizado a capital de Amsterdã.”

‘Tô Ryca 2’: Comédia com Samantha Schmutz vai ganhar sequência; Confira a sinopse!

A comédia de sucesso ‘Tô Ryca‘, lançada em 2016, vai ganhar sequência. Estrelado por Samantha Schmutz, o filme original se aproximou dos 2 milhões de expectadores.

Na sequência, Selminha é Ryca, esbanjadora, paga mais caro em tudo que quer e pode. O problema é que alegria de pobre sempre dura pouco. Aparece uma homônima que se coloca como a herdeira legitima.

Os bens de Selminha são congelados, agora sua única fonte de renda é a que a justiça concede até se resolver o processo: um salário mínimo por mês, ou seja: 30 reais por dia. Mas Selminha já não sabe como viver na falência, no miserê, na desgraçada da pobreza. E pior: ela era a patrona da comunidade de Quintino, e com a sua pobreza toda a comunidade também acaba passando aperto.

A Selminha guerreira, batalhadora, brasileira que não desiste nunca, ressurge para resolver não só a sua vida, mas de todos que ela ama.

A Paris Filmes lança a comédia nos cinemas nacionais no dia 23 de Julho de 2020.

Confira as primeiras imagens:

 

A Paris Filmes lança a comédia nos cinemas nacionais no dia 23 de Julho de 2020.

‘Terremoto’: Filme sobre catástrofe que dizimou cidade ganha data de estreia; Veja o trailer!

A California Filmes agendou a data de estreia do filme catástrofe ‘Terremoto‘ (The Quake) nos cinemas nacionais.

O longa será lançado no Brasil no dia dia 12 de março.

Assista ao trailer legendado e dublado:

Dirigido por John Andreas Andersen, o filme se passa na Noruega, é inspirado em um terremoto de 1904, em Oslo.

Em 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo e arredores. O terremoto teve seu epicentro na região Oslo-Graben, atravessando a capital norueguesa. Os geólogos não podem ter certeza, mas estudos indicam que pode-se esperar para o futuro grandes terremotos nesta área. Quando eles, eventualmente, acontecerão, ninguém pode dizer com certeza. No entanto, sabe-se que a densidade populacional e a infra-estrutura em Oslo é significativamente mais vulnerável hoje do que em 1904. O que esperar se acontecer um terremoto significativamente maior?

Crítica Sundance | Sylvie’s Love: Tessa Thompson estrela romance clássico que é puro amor

É tão raro. Em uma indústria onde a representação da cultura afro-americana permaneceu limitada por tantos anos, a história do cinema ainda perece por não trazer contos apaixonantes de época que explorem muito mais que a segregação, escravidão e as lei de Jim Crow. E em uma tentativa de gerar um novo clássico romântico, o diretor Eugene Ashe faz de Sylvie’s Love uma apaixonante revelação sobre o amor em meio à culturalidade negra dos anos 50-60, ao som daquele bom e velho jazz, que sempre pautou o ritmo das comunidades afros locais.

Aqui, o que poderia ser uma narrativa simples sobre duas pessoas de classes e contextos sociais diferentes que tentam fazer o amor dar certo se transforma de fato em uma obra representativa sobre um amor pouco relatado nos cinemas. Priorizando sua trama na doçura e simplicidade existente entre os personagens, Sylvie’s Love não é um conto sobre raça, mas valoriza ela como uma forma de se autoafirmar como uma produção necessária. E de fato, é isso mesmo. Nos aproximando das comunidades negras locais, o drama romântico explora a musicalidade enraizada em seu povo, trazendo um relato delicado de outrora que apresenta a mesma vibe musical apaixonante da comédia Nick & Norah – Uma Noite de Amor e Música. Ainda que ambas as produções sejam tão díspares, o vigor e a autenticidade nunca foram tão semelhantes.

E como alguém que ainda faz de seu filme sua própria carta de amor ao jazz, Eugene Ashe transforma Sylvie’s Love no tipo de romance que a comunidade negra sempre quis, mas até então nunca tivera. Trazendo uma Tessa Thompson de voz serena e delicada, o longa nos apresenta essa jovem mulher que se apaixona por um talentoso saxofonista, vivido belamente por Nnamdi Asomugha. Entre discos de vinil e notas musicais profundas, um amor irreverente e proibido surge entre os dois, em um cenário regado por um design de produção de época que inspira o saudosismo.

Com uma fotografia que se imerge no próprio estilo musical empregado na trama, o romance impera do começo ao fim em sua tecnicidade. Explorando as sombras da noite urbana com luzes amareladas de luminosidade reduzida, a produção ainda faz um contraste suave com as cenas diurnas e faz do seu figurino um mecanismo fundamental para ditar sua estética. Aproveitando as padronagens e tecidos texturizados e marcados da época, Ashe entrega tonalidades fortes e quentes, aliadas à cor preta, em takes diurnos, utilizando os tons mais frios e escuros nas tomadas noturnas, transformando cada elemento do filme em um fragmento essencial para a construção final de seu trabalho.

E ainda que em si a narrativa não seja essencialmente original, o que faz de Sylvie’s Love um pequeno novo clássico é justamente sua inerente pureza, capaz de cercar a audiência em uma doce e embalada dança, onde parâmetros e paradigmas sociais da época são quebrados, permitindo que um amor genuíno nasça, tanto dentro como fora das telonas. Emocionante e emocional, o drama romântico é um refrigério para os dias maus, inspirador para os corações desacreditados e tocante como uma boa história de amor precisa ser. E quem diria que esse seria apenas o segundo filme de Eugene Ashe.

 

‘Velozes e Furiosos 9’: Michelle Rodriguez ganha destaque em novas imagens da sequência

Após o lançamento do trailer de ‘Velozes e Furiosos 9‘, a Universal Pictures divulgou algumas imagens destacando Letty Ortiz (Michelle Rodriguez) em ação.

Confira:

Lembrando que ‘Velozes e Furioso 9‘ chega aos cinemas nacionais em 20 de maio.

Assista ao trailer:

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

As 10 MELHORES Séries de 2019

Final de ano batendo a porta… É hora de conhecer as Melhores Séries de 2019 pelo CinePOP. E podemos dizer que foi um ótimo ano para as séries. Nunca se produziu tantos seriados e a presença de mais “jogadores” na disputa no mundo do streaming elevou bastante o padrão de qualidade. Netflix, Amazon Prime Video e Apple TV+ já mostram sua força no mercado. A Disney Plus também chegou fazendo barulho em 2019, mas só estará disponível no Brasil a partir de 2020. Por causa disso, The Mandalorian não entrou na nossa lista. Desculpa, Baby Yoda.

Vamos então à nossa seleção! Não deixe de comentar o que achou da lista e nos diga qual seria o seu Top 10 de séries em 2019.

 

10) Boneca Russa (Netflix)

Russian Doll (no original) é uma das principais novidades do ano que termina. Criada por Natasha Lyonne, Amy Poehler e Leslye Headland, a série gira em torno de Nadia Vulvokov (Lyonne), uma cínica nova-iorquina que morre em um acidente bizarro na noite em que completa 36 anos. Mas ela não vai para o além ou para o túmulo. Ela ressuscita em um ponto específico na mesma noite. A partir daí, ela cai num jogo de falecimento e ressurreição insano, sempre aprendendo algo a cada vez. Há uma dinâmica meio Feitiço do Tempo, mas Lyonne dá todo um novo frescor à trama. Divertida e envolvente, Boneca Russa vale a maratona. A série já foi renovada para a segunda temporada, e a protagonista já disse que a ideia é encerrar a trama após o terceiro ano.

 

9) Sex Education (Netflix)

Uma série que consegue ser divertida, triste, fofa, bizarra e importante ao mesmo tempo. Sex Education foi uma verdadeira sensação em 2019. A série caminha entre clichês e estereótipos de tramas adolescentes do colegial, mas é muito mais ousada, principalmente no campo da representatividade. Ainda que o protagonista seja o tímido garoto branco de sempre, a série é cercada de personagens femininos, negros, gays e trans. Tudo de forma natural e envolvente. A trama acompanha Otis (Asa Butterfield), um garoto que é filho de uma moderna terapista sexual (Gillian Anderson). Aproveitando o conhecimento adquirido em casa, ele passa a consultar seus colegas de escola, mesmo sendo uma pessoa bastante reprimida sexualmente. A segunda temporada estreia já no próximo dia 17 de janeiro.

 

8) Years and Years (HBO)

Uma das séries mais difíceis de assistir do ano. Não por ser ruim, mas pelo contrário. Por ser realista demais. Mesmo avançando anos no futuro, Years and Years investe numa realidade muito próxima da nossa, com políticos demagogos que vendem falsas verdades. A série acompanha a vida de uma família ao longo de muitos anos, retratando um cenário político, social e tecnológico muito próximo do que pode vir a seguir. É uma distopia, mas parece tão próxima que choca o espectador. Ainda assim, uma experiência narrativa especial, que conta com um grande elenco. As veteranas Emma Thompson e Anne Reid são os destaques da produção criada por Russell T Davies.

 

7) Inacreditável (Netflix)

Unbelievable (no original) é uma das série mais relevantes e fortes do ano. A temática é bastante atual e importante, abordando a história de uma jovem garota que denuncia ter sido vítima de um estupro, mas que é desacreditada por parte dos responsáveis pela investigação policial. Não é uma série fácil de assistir, mas bem escrita e envolvente. O elenco traz ótimas atuações de Kaitlyn Dever, Merritt Wever e, principalmente, Toni Collette. Infelizmente, Inacreditável acompanha uma trama que não é nada difícil de acreditar. E são obras como estas que ajudam a contar a história de mulheres vítimas que muitas vezes se calam com medo de serem atacadas ou perseguidas.

 

6) Succession (HBO)

Após uma excelentes primeira temporada em 2018, Succession retornou ainda melhor em seu segundo ano. A série criada por Jesse Armstrong segue contando a fascinante e perturbadora vida da família Roy, gigante no campo da comunicação nos Estados Unidos. Brian Cox, Jeremy Strong, Sarah Snook, Kieran Culkin e Matthew Macfadyen são alguns dos principais membros da disfuncional família. Uma obra sobre cobiça e ganância. Sobre a vontade de se manter no poder. E sobre como os veículos de comunicação são importantes para isso. A terceira temporada estreia em 2020.

 

5) Olhos que Condenam (Netfilx)

Se Years and Years foi difícil de assistir por retratar um futuro que parece muito próximo, Olhos que Condenam é ainda mais brutal, afinal registra um presente que existe. Até por isso, trata-se de uma das séries mais importantes do ano. A série criada e dirigida por Ava DuVernay conta a história real de cinco adolescentes negros que foram presos após uma confusão no Central Park e acusados injustamente por um crime brutal que aconteceu no local. Com apenas quatro episódios, When They See Us (no original) é uma produção importantíssima que mostra as falhas do sistema judicial e investigativo nos Estados Unidos. Embora seja claro que a situação também vale para outros lugares do mundo. Jharrel Jerome recebeu um Emmy de Melhor Ator pelo trabalho na minissérie.

 

4) Euphoria (HBO)

Quando saíram as indicações para o Globo de Ouro 2020, meio mundo questionou: onde diabos está a indicações de Zendaya? E o motivo para tanta revolta foi o incrível trabalho da jovem atriz na primeira temporada de Euphoria. A série da HBO acompanha Rue Bennett (Zendaya), uma garota do colegial que tem problemas sérios de dependência com drogas e medicamentos. Após um período numa clínica de reabilitação, ela retorna ao dia a dia de sua família e escola. A produção é envolvente, original e visualmente atrativa, contando com um belo trabalho de design de produção. O elenco é um destaque à parte. Além da protagonista, temos ótimas atuações dos jovens Jacob Elordi, Barbie Ferreira, Storm Reid, Sydney Sweeney, Hunter Schafer e Maude Apatow.

 

3) Chernobyl (HBO)

Os fãs das séries chegam ao final de 2019 com um maior conhecimento em engenharia nuclear. E a razão para isso é justamente Chernobyl! A minissérie de cinco episódios da HBO tem o mérito de reconstituir com precisão os acontecimentos por trás e imediatamente após o acidente nuclear na usina de Chernobyl. Além de explorar bastante o lado científico, a produção é bem precisa no retrato de toda questão política envolvendo a extinta União Soviética e a tentativa da nação em não admitir seus erros. Criada por Craig Mazin, a minissérie conta com grandes atuações de Jared Harris, Stellan Skarsgard e Emily Watson. Recebeu nada menos que 10 estatuetas do Emmy 2019, incluindo Melhor Minissérie. 

 

2) Watchmen (HBO)

Responsável por algumas das melhores séries nas últimas duas décadas (The Leftovers e Lost), Damon Lindelof é a insana e ousada mente criativa por trás de Watchmen, uma adaptação bem livre da clássica HQ de Alan Moore. Sabendo que seria julgado por sua adaptação, Lindelof oferece ao espectador uma história completamente nova envolvendo o universo criado por Moore. Ao mesmo tempo em que celebra o clássico, oferece algo completamente atual aos dias de hoje. E que não soa em nenhum momento requentado. Uma obra de muito frescor num cenário desgastado por infinitas adaptações dos quadrinhos, no cinema e na TV. E conta com a vencedora do Oscar Regina King em atuação marcante. Jeremy Irons, Jean Smart e Tim Blake Nelson também estão no elenco principal. 

 

1) Fleabag (Amazon Prime Video)

Não há muito espaço para debates, o ano foi dela: Phoebe Waller-Bridge. Ela é a criadora e protagonista de Fleabag, série da Amazon Prime Video que chegou em sua segunda (e possivelmente última) temporada em 2019. O primeiro ano da produção já havia sido incrível, mas o segundo vai muito além, com direito a uma participação inesquecível de Andrew Scott como o “padre gato”. A série conquistou seis estatuetas no Emmy 2019, incluindo Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz em Comédia, com Waller-Bridge interrompendo uma sequência de seis vitórias seguidas de Julia Louis-Dreyfus (Veep). Fleabag conta a história de uma jovem mulher que viveu uma tragédia recente e tenta lidar com o dia a dia de ser uma adulta, enquanto que sofre com uma vida pessoal instável e com relacionamentos conturbados com a irmã (Sian Clifford), o pai (Bill Paterson) e a madrasta (Olivia Colman, ótima). Vejam!

‘Velozes e Furiosos 9’: Tyrese Gibson diz que personagens da franquia podem derrotar os ‘Vingadores’

Ao longo da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, os personagens se transformaram de simples humanos a quase super-heróis, saltando de carros em movimentos e até mesmo enfrentando tanques de guerra.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Tyrese Gibson, intérprete de Roman Pearce, brincou e disse que a equipe de pilotos derrotariam os ‘Vingadores‘ facilmente.

“É sério, acho que derrotaríamos os ‘Vingadores‘. Eu estava conversando com Robert Downey Jr. há dois dias e disse para ele que Roman tem poderes especiais nesse novo filme e que poderíamos visitar o Homem de Ferro… Não, não, estou brincando. Mas é tudo entretenimento, não é? É para isso que serve, é para divertir.”

No final do ano passado, o astro relembrou de seu grande amigo Paul Walker e publicou uma homenagem a ele em seu perfil do Instagram.

Em tom emocionado, Gibson escreveu:

“Há seis anos eu recebi a pior ligação da minha vida… Depois disso eu dormi o dia inteiro na tentativa de esquecer o que havia acontecido. […] Mas eu escolhi lembrar do seu sorriso, do som da sua risada, das histórias que compartilhamos sobre como amamos nossas filhas. Pensamos em você todos os dias no set de ‘Velozes e Furiosos 9‘. A vida nunca será a mesma sem você. Só quero agradecer pela sua presença aqui e como você nos transformou! Descanse em paz!”

Confira:

 

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Today 6 years ago I got the worst phone call I’ve ever gotten in my life….. Roland your best man and our brother….. I guess that’s why I’ve slept the day away cause I just want this particular day to go away…… today I choose to remember your hugs, today I choose to remember your smile, today I choose to remember the distinct sound of your laugh…. today I choose to remember that we shared too many stories of how we loved our daughters… Today I choose to tell you that we thought about you everyday on the set of Fast9 and when we were tired YOU pulled us UP….. Nothing is or will ever be the same without you……. REST IN HEAVEN P!!!! Thank you for coming to our planet and creating the shift!!!!!!!!

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Lembrando que ‘Velozes e Furioso 9‘ chega aos cinemas nacionais em 20 de maio.

Assista ao trailer:

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

12 Filmes de Terror que Completam 40 Anos em 2020

Os 40 são os novos 30. Quando falamos em cinema isso pode muito bem ser verdade. Afinal, só de pensar que alguns filmes verdadeiramente icônicos farão 40 anos em 2020, dá aquela nostalgia e cai a ficha de que os anos estão passando para nós também. Quem cresceu nos anos 1980, começará a sentir o peso nesta década que chegou.

E para começar a nos sentir mais velhos, O CinePOP resolveu olhar para um gênero específico, que tanto adoramos: o terror! Vem com a gente conhecer os clássicos do terror que completam 40 anos em 2020.

O Iluminado

Clássico absoluto não apenas do gênero, como do cinema em geral, este filme do mestre Stanley Kubrick é considerado uma das melhores obras de terror já produzidas na sétima arte. Isto é, na opinião de grande parte do público e dos críticos, porque se dependesse do criador do texto, Stephen King, o filme estaria relegado ao fracasso. Coisa de gênio excêntrico. E tudo porque Kubrick mudou muito do livro (e melhorou) do autor. Como comemoração do aniversário desta obra-prima imortal, a Warner confeccionou ano passado uma continuação para O Iluminado nos cinemas. Doutor Sono é igualmente baseado num livro de King.

Sexta-Feira 13

Tudo começou aqui! A franquia Sexta-Feira 13 se tornou uma das mais populares do cinema slasher, e nos anos 1980 reinou absoluta, lançando um longa por ano basicamente. A ideia do produtor e diretor Sean S. Cunningham foi pegar carona no sucesso de Halloween (1978), que havia estreado dois anos antes, garantindo para si um terror criado nos mesmos moldes (psicopata misterioso persegue jovens) e uma marca com o título de uma data icônica relacionada ao terror. Outras diferenças eram que o ambiente urbano da cidade dava lugar a um acampamento de férias (criando assim seu próprio subgênero) e a identidade do assassino era mantida até a revelação final – e não, não era o Jason.

The Fog – A Bruma Assassina

Falando de Halloween, antes de produzir a sequência para seu mega sucesso independente, o criador John Carpenter confeccionou esta obra, dona de uma premissa original, mas que infelizmente não emplacou no gosto dos críticos e do público como seu trabalho anterior. Mais ambicioso, o filme seguinte de Carpenter contava uma história de piratas fantasmas amaldiçoados, que fariam os Piratas do Caribe (2003) se borrarem nas calças de medo. De fato, esta pode ser considerada a primeira continuação não oficial do filme anterior do cineasta, já que conta com a presença de Jamie Lee Curtis protagonizando e o roteiro e produção de Debra Hill, parceira do diretor em Halloween. O longa ganhou um remake em 2005.

A Mansão do Inferno

Seguindo com grandes nomes do terror, pulamos de John Carpenter para o italiano Dario Argento. O cineasta sempre esteve no submundo, nunca adentrando o mainstream, e ainda é desconhecido para grande parte do público. Porém, sua importância é inegável, e Argento é considerado um mestre para os cinéfilos e especialistas no gênero. Ele foi um dos pais do subgênero Giallo – tipo de filme que ajudou a criar as produções slasher americanas na década de 1980. Mas Argento também trabalhou com temáticas sobrenaturais, como em seu clássico absoluto Suspiria (1977), que foi refilmado recentemente. E A Mansão do Inferno é justamente a continuação espiritual (ou devemos dizer, assombrada) de Suspiria – ou como ficou conhecida, a trilogia das mães. O foco volta a ser o covil de bruxas, visto anteriormente numa escola de dança na Alemanha, desta vez ocupando Roma e Nova York simultaneamente, onde dois irmãos investigam cada um nas respectivas cidades.

Viagens Alucinantes

Um dos melhores e mais subestimados filmes da década de 1980, o longa do diretor Ken Russell é baseado num livro, cujo roteiro foi escrito pelo mesmo autor da obra, Paddy Chayefsky. Quem protagoniza é William Hurt, na pele de um jovem cientista em vias de receber um grande prêmio por suas pesquisas. Seus novos experimentos envolvem um alucinógeno fortíssimo, o qual ele começa a testar em si mesmo. As alucinações do sujeito começam a se tornar cada vez mais reais, e sua estrutura e DNA começam a ser alterados, numa espécie de regressão a uma vida passada. O filme foi indicado para dois Oscar: melhor som e trilha sonora.

 Baile de Formatura

Também conhecido por seu título original, Prom Night, e pelo nome que a refilmagem recebeu (A Morte Convida para Dançar, 2008), este slasher rotineiro tem como protagonista a “rainha do grito” da época, Jamie Lee Curtis. A trama gira em torno de um psicopata mascarado, buscando vingança contra quatro adolescentes em seu baile de formatura do colégio. As jovens foram, acidentalmente, responsáveis pela morte de uma colega de classe seis anos antes. Além de Curtis, o elenco traz Leslie Nielsen, que depois ficaria conhecido como protagonista de filmes de comédia besteirol. A trama do remake muda a história para um psicopata abusivo, obcecado por uma colegial. Curiosamente, este filme rendeu uma continuação para o cinema (e outras duas direto em vídeo), que resolveram focar no teor sobrenatural, trazendo o espírito de uma menina morta, de volta do túmulo para exercer sua vingança no colégio.

O Maníaco

Polêmico devido a sua violência explícita para a época, O Maníaco é mais um filme da lista que ganhou uma refilmagem – esta lançada em 2012 e protagonizada pelo bom moço Elijah Wood, interpretando o perturbado serial killler. Na trama, um sujeito psicótico, que no passado viveu uma série de abusos na infância, decide sair numa onda de matança por Nova York, coletando o escalpo de suas vítimas como troféus. O maníaco original foi vivido pelo ator Joe Spinell, cuja aparência física é pesada e intensa. No elenco do original, o ator e especialista em efeitos práticos para filmes de terror Tom Savini, que cuidou de algumas das sequências mais famosas do filme, como a do tiro de espingarda na cabeça pelo para-brisa do carro – que fez o crítico de cinema Gene Siskel se retirar da exibição.  O remake aposta mais no teor psicológico de seu complexo protagonista, e traz no elenco, no papel da mocinha, a bela francesa Nora Arnezeder.

Alligator: O Jacaré Gigante

Essa é para os nostálgicos das intermináveis reprises do SBT. Também conhecido como O Jacaré Assassino, este filme chegou inclusive a ser exibido nas sessões diurnas do canal do homem de baú – o que, tenho certeza, deve ter traumatizado muitas crianças. Quem cresceu na época, sem dúvidas lembra deste longa com jeitão de trash (mas até que bem produzido para a época, ou seria apenas a memória afetiva falando?). A trama fala sobre um filhote de jacaré sendo jogado na privada e indo parar nos esgotos, onde após ingerir carne de cães usados como cobaia para experiências genéticas e desovados no local, termina por alterar seu tamanho de réptil adulto, virando na fase adulta praticamente um dinossauro andando pela cidade. Quem não ficou chocado com o animal engolindo uma criança dentro da piscina no meio de uma festa de aniversário, não sabe o que era viver nos 80s. Resta apenas descobrir se o filme foi baseado na lenda urbana sobre jacarés nos esgotos dos EUA, ou se a inspirou.

Holocausto Canibal

Voltando a falar de filmes polêmicos e banidos, Holocausto Canibal foi por muitos anos considerado uma das obras mais chocantes e impróprias pelo alto nível do grafismo em sua violência. Há de se argumentar também que o longa do diretor italiano Ruggero Deodato foi o pai dos torture porn – de filmes como Jogos Mortais e O Albergue (e até mesmo A Centopeia Humana), que viriam a perturbar gregos e troianos algumas décadas depois. Este filme foi o precursor da desagradável ideia de mostrar mortes de forma explícita – mesmo que fictícias. Além disso, também se encaixa no subgênero dos found footage, já que a história é contada quando um professor encontra as filmagens de uma equipe de documentaristas violentamente assassinados por uma tribo de canibais na floresta Amazônica. Não chega a ser uma refilmagem, mas Canibais (The Green Infenro, 2013), do diretor Eli Roth (o mesmo de O Albergue), é sua própria versão/homenagem deste terror sádico.

O Trem do Terror

A veterana Jamie Lee Curtis começou a carreira cimentando seu nome como uma das mais proeminentes estrelas de terror da época. O título de “Rainha do Grito” não foi por acaso. Após o sucesso de Halloween, muitos outros roteiros do gênero apareciam em sua porta, e somente nesta lista, ela surgiu em três. Aqui, a ação se desenvolve dentro de um trem (e este parece ser o único diferencial dos milhares de slasher da época). Novamente, assim como Baile de Formatura, uma brincadeira termina de forma trágica, e anos depois os jovens envolvidos são caçados por um assassino mascarado em sua festa de formatura – desta vez, passada dentro de um trem em movimento. Ao contrário dos filmes do gênero estrelados por Curtis anteriormente, este não ganhou uma refilmagem. Uma curiosidade é que no elenco temos o mágico David Copperfield interpretando a si mesmo (ou uma versão de si mesmo), como um ilusionista contratado para a festa, e a beldade Vanity (atriz e modelo falecida) também numa participação.

Saturno 3

Sabe aquela história do “a resposta é essa, mas faz diferente”? Após o sucesso de Alien (1979), um novo subgênero nascia no cinema, e diversas produções tinham como foco uma equipe dentro de uma nave viajando pelo espaço, com alguma criatura monstruosa em seu encalço. E tais obras continham muitas vezes até mesmo nomes pra lá de conhecidos e prestigiados. É o caso desta ficção científica, dirigida por ninguém menos que Stanley Donen, responsável pelo imortal Cantando na Chuva (1952). A trama, apresenta uma estação espacial localizada nos campos de asteroides de Saturno, daí o título, povoada apenas por três oficiais. Ah sim, um deles tem um grande robô que logo começa a lhes dar um grande dor de cabeça. Como se não bastasse o diretor, o filme traz no elenco como únicos personagens gente do peso de Kirk Douglas, Farrah Fawcett e Harvey Keitel.

Intermediário do Diabo

Ainda no terreno doa atores renomados em produções de terror, temos no último item da lista como ator principal o vencedor do Oscar George C. Scott (Patton – Rebelde ou Herói?, 1970). No filme, Scott interpreta um maestro que, num trágico acidente de carro, perde sua esposa e filha. Se recuperando do grande trauma, a pedido de amigos ele aluga uma mansão secular, como forma de ficar isolado, refletir e voltar a compor sua música. Para seu desespero, no entanto, logo o sujeito descobre não estar completamente sozinho no local, ao presenciar o espírito de um menino morto e começar a descobrir toda a trama por trás de tal mistério.