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Comédia ADULTA com Jennifer Lawrence estreia fazendo sucesso na Netflix e é HILÁRIA; Assista ao trailer!

Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings), comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence, estreou fazendo sucesso na Netflix e atualmente figura em segundo lugar entre os filmes mais assistidos do catálogo.

A trama traz Jennifer Lawrence como Maddie Barker, uma mulher que faz de tudo para permanecer na casa que pertencia à sua mãe na paradisíaca costa litorânea de Montauk, Nova York. Trabalhando como motorista de Uber, ela vê seus planos se desmantelado quando o carro que usa para seu ganha-pão é guinchado – deixando-a apenas com o irrisório trabalho de garçonete em um restaurante local.

Sem perspectiva de conseguir pagar as contas e sendo pressionada a vender a casa para os ricaços que passam o verão em seu lar, ela encontra uma oportunidade de recuperar a vida que tinha quando um casal abastado revela estar procurando por alguém que ajude seu filho único, Percy (Andrew Barth Feldman), de dezenove anos, a desabrochar. Percy não tem amigos e é muito introvertido – o que preocupa os pais, visto que o jovem, em breve, entrará na faculdade e não estará acompanhado de mais ninguém.

A princípio hesitante com a estranha oferta, Maddie resolve dar uma chance e é contratada para ser a “namorada falsa” de Percy até que ele esteja pronto para trilhar o próprio caminho. Entretanto, as coisas não saem exatamente como o planejado: conforme Maddie tenta ao máximo fazer com que o garoto saia da concha e descubra o gigantesco mundo que existe lá fora, ela também percebe que ele traz seu melhor à tona, fazendo-a derrubar muralhas que ergueu para se proteger e ser vulnerável em alguns momentos. E, como poderíamos imaginar, Maddie começa a desenvolver sentimentos verdadeiros pelo rapaz – tornando seu trabalho muito mais difícil.

O filme consegue tirar ótimos risos e traz Lawrence em uma de suas melhores atuações.

Crítica | Jennifer Lawrence BRILHA na divertida comédia adulta ‘Que Horas Eu Te Pego?’

Assista ao trailer:

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa é para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

10 filmes que resolvem sua noite em poucas horas

A couple is hugging and smiling at each other against a bright blue backdrop, showing warmth and affection.

Muitas vezes, sentamos em nosso aconchegante sofá sem ter a mínima ideia do que assistir, sempre com o receio de dar play em um filme que não vai agradar. Ainda bem que você chegou até aqui, porque abaixo reunimos super dicas de filmes com grandes chances de agradar você:

 

Colisão: Acidente ou Homicídio? (Netflix)

Colisão: Acidente ou Homicídio? nos leva de volta até o caso de Mackenzie Shirilla, que ganhou notoriedade internacional após ser presa, acusada de jogar intencionalmente um carro contra uma parede no início de uma manhã, culminando em uma forte batida que matou os outros dois ocupantes do veículo.

Crítica | ‘Colisão: Acidente ou Homicídio?’ – True Crime da NETFLIX desvenda um controverso acidente fatal

 

Você pode me Ouvir? (Prime Video)

Um professor do ensino médio, após alguns acontecimentos, começa a perceber que está perdendo completamente a audição. Tentando compreender melhor essa nova realidade, ele acaba conhecendo uma paisagista viúva, que se mudou temporariamente para o prédio onde ele mora para passar um tempo com a irmã.

 

Devoradores de Estrelas (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Nesse filme fantástico, acompanhamos a saga do professor e cientista Ryland Grace (Ryan Gosling), que, após acordar em uma nave em pleno espaço, precisa encontrar uma solução para um problema que em breve ameaçará nosso planeta e poderá acabar com a vida humana. Entre memórias perdidas, um encontro com um ser de outro planeta e diversos obstáculos, esse herói da ciência buscará soluções mesmo nas situações mais adversas.

 

Coração de Lutador (Prime Video)

Na trama, acompanhamos recortes da vida do lutador profissional de MMA Mark Kerr, um homem profundamente marcado por problemas com vícios, que tenta equilibrar sua vida pessoal com as exigências da profissão.

 

Tempo de Guerra (Prime Video)

Lançado nesse início de 2025 nos cinemas, o drama Tempo de Guerra nos leva até a história real de um grupo de soldados que fica cercado por inimigos em uma casa, em meio aos conflitos no Iraque.

 

A Conexão Sueca (Netflix)

Apresentando mais um herói improvável do período da segunda guerra mundial, o novo longa-metragem da Netflix, A Conexão Sueca, nos leva de volta ao ano de 1942, quando um funcionário subvalorizado da Ministério das relações exteriores da Suécia percebe algumas brechas na burocracia local e consegue salvar vidas de judeus durante o conflito que marcou o mundo.

 

A Sala dos Professores (Prime Video)

Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém-chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e todos aqueles que fazem parte dele.

 

Driveways – Uma Amizade Inesperada (Looke)

As descobertas pelos caminhos mais distantes. Com um ritmo lento, detalhista, deixando inteligentes pausas para reflexões sobre o enigmático universo do abstrato ligado aos sentimentos, chegou ao catálogo da Looke um filme que respira a amizade dentro de um contexto de recomeços e despedidas.

 

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)

Tova (Sally Field) é uma mulher que busca se manter ativa na fase final de sua vida trabalhando como faxineira no aquário da pacata cidade de Sowell Bay. A chegada do músico Cameron (Lewis Pullman) ao local – um jovem que herdou da mãe distante uma van e segue em busca do pai, acaba rapidamente aproximando os dois protagonistas. No meio disso tudo, um polvo observa e interage como um narrador importante, conduzindo o público às profundezas dos sentimentos que afligem os personagens.

Crítica | ‘Criaturas Extraordinariamente Brilhantes’ – A beleza das reflexões no caminho da compaixão

 

The Last Showgirl (HBO MAX)

Shelly (Pamela Anderson) é uma dançarina de um antigo show em Las Vegas e integra o elenco do espetáculo há muitas décadas. Ao receber a notícia que a atração será encerrada, começa a entrar em conflito com as escolhas que fez até então. Enquanto busca alguma saída para se reinventar profissionalmente, sua filha reaparece em sua vida.

 

‘Supergirl’: Heroína entra em AÇÃO em novo teaser eletrizante; Confira!

Supergirl‘, novo longa do DCU derivado de ‘Superman’, divulgou recentemente um novo teaser, trazendo a heroína em ação e revelando vislumbres do Homem de Aço e do implacável Lobo.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho.

Além disso, o filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Questionado sobre a presença de cenas pós-créditos, tradição comum no gênero de super-heróis, o diretor Craig Gillespie preferiu manter o mistério: “Não posso falar sobre isso, desculpe”.

Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filme ‘The Flash’ e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em ‘Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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‘Spartacus: House of Ashur’ é CANCELADA após uma temporada

Two armored fighters collide in a dusty arena, one raising a bloodstained weapon as the crowd watches.

O canal Starz cancelou oficialmente a série ‘Spartacus: House of Ashur‘ depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, a Lionsgate Television tentará encontrar um novo lar para o revival de ‘Spartacus‘.

O site afirma que o derivado falhou em resgatar o público do seriado original, destacando que o projeto “não se alinhava com o perfil atual da emissora”, que foca em conteúdos para mulheres e grupos subrrepresentados.

Ambientada em uma realidade alternativa, a série levanta a seguinte questão: e se Ashur não tivesse morrido no Monte Vesúvio no final de ‘Spartacus: Vengeance‘? E se ele tivesse recebido de presente a escola de gladiadores que pertenceu a Batiatus em troca de ajudar os romanos a matar Spartacus e pôr fim à rebelião dos escravos?

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Nick Tarabay retorna como Ashur, enquanto Lucy Lawless reprisa seu papel como Lucretia.

Graham McTavish, Tenika Davis, Jamaica Vaughan, Ivana Baquero, Jordi Webber, Claudia Black, India Shaw-Smith e Leigh Gill também estrelam.

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‘Sr. e Sra. Smith’: Francesca Scorsese entra para o elenco da 2ª temporada

Smile of a young woman with long blonde hair sitting on a couch at night, lit softly by ambient indoor light.

A aclamada série de espionagem do Prime Video,Sr. e Sra. Smith, começou a mover suas peças para o aguardado segundo ano. De acordo com informações do Deadline, a atriz e diretora Francesca Scorsese (We Are Who We Are) é a nova adição ao elenco da produção, cujas filmagens foram iniciadas no mês passado, em Los Angeles.

Francesca interpretará uma nova versão de Jane Smith na trama. Os bastidores indicam que os novos episódios expandirão o universo da agência apresentando casais mais jovens de espiões, incluindo uma dupla que será vivida por Mark Eydelshteyn e Talia Ryder.

A expectativa é que a personagem de Scorsese faça parte de outro desses novos pares operacionais.

Embora os detalhes do enredo sejam mantidos sob forte sigilo, acredita-se que os astros da primeira temporada, Donald Glover e Maya Erskine, retornarão aos papéis de John e Jane Smith, respectivamente, embora a extensão e o tamanho de suas participações na nova história ainda não tenham sido revelados.

Glover, por sua vez, reforçará sua atuação atrás das câmeras. Além de assinar como cocriador e produtor executivo, ele está confirmado para dirigir múltiplos episódios do segundo ano, repetindo a experiência bem-sucedida de quando comandou o desfecho da primeira temporada.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

‘Michael Jackson: The Verdict’: Documentário da Netflix sobre julgamento do Rei do Pop ganha trailer e data de estreia; Confira!

O complexo e controverso legado de Michael Jackson ganhará um novo e detalhado capítulo nas telas. A Netflix confirmou oficialmente a data de estreia de Michael Jackson: The Verdict’, uma aguardada docussérie que promete dissecar os bastidores do histórico julgamento de 2005, no qual o astro enfrentou graves acusações de abuso sexual infantil.

A produção está agendada para chegar ao catálogo global da plataforma de streaming no dia 3 de junho.

Dividido em três partes, o projeto conta com a direção de Nick Green e adota uma abordagem investigativa. A narrativa é conduzida por meio do relato de figuras-chave que estiveram diretamente envolvidas no tribunal, oferecendo uma análise profunda tanto do processo judicial quanto do impacto cultural e social de longo prazo deixado pelo veredito do artista.

A produção do documentário ficou a cargo da Candle True Stories. A equipe de bastidores traz nomes de peso da indústria de não-ficção, contando com a produção executiva de Fiona Stourton e James Goldston, além de David Herman, que também assume a função de showrunner do projeto.

Em um dos trechos de destaque do trailer, a magnitude do caso é resumida de forma direta por um dos entrevistados: “Ele é o homem mais famoso do mundo sendo acusado do crime mais hediondo do mundo.”

O julgamento criminal, realizado na Califórnia em 2005, centrou-se nas denúncias de que o cantor teria abusado sexualmente de um jovem menor de idade dentro de sua famosa e polêmica propriedade, o Rancho Neverland.

A produção não deve se esquivar das diferentes e polarizadas perspectivas que cercam o caso até hoje. No trailer oficial, um profissional diretamente ligado à acusação na época reflete a frustração da promotoria com o desfecho: “Nós acreditávamos que ele era um criminoso e que conseguiu escapar por causa de sua fama e celebridade”.

Ao fim do exaustivo processo em 2005, Michael Jackson foi considerado inocente de todas as 10 acusações criminais apresentadas pela promotoria. Para esclarecer os bastidores dessa decisão, a produção da Netflix trará depoimentos inéditos e exclusivos dos próprios membros do júri do julgamento.

Astros de ‘Passageiro do Mal’ elegem ‘O Iluminado’ e ‘Pecadores’ como seus filmes de terror preferidos[EXCLUSIVO]

Passageiro do Mal‘ (Passenger) já está em exibição nos cinemas e os astros Lou Llobell e Jacob Scipio revelaram com exclusividade ao CinePOP quais são seus filmes de terror preferidos.

“Vou no clássico e dizer O Iluminado.”, afirmou Jacob.

“Sim, eu também vou dizer O Iluminado.”,, continuou Lou.

“Eu vou citar um dos mais recentes que me pegou de surpresa, um dos últimos que assisti. Pra mim, Pecadores foi uma experiência realmente empolgante. Achei tudo muito bem feito, de uma forma muito bonita. E, quer dizer, Michael B. Jordan é uma estrela. Que astro.”, afirmou Lou.

Assista a entrevista:

Passageiro do Mal‘ já está em exibição nos cinemas.

O filme acompanha um jovem casal que está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.

Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.

Conhecido pelos fãs do gênero, o diretor Andre Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.

Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.

Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) produz.

O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.

Saiba mais sobre o filme: Passageiro do Mal

Confira o trailer e um vídeo dos bastidores:

Elon Musk DETONA final de ‘The Boys’, e Eric Kripke reage: “Nunca vou receber elogio melhor”

O encerramento definitivo de The Boys, no catálogo do Prime Video, repercutiu até mesmo entre as personalidades mais influentes do setor tecnológico. O bilionário Elon Musk utilizou sua plataforma, o X (antigo Twitter), para se manifestar sobre o desfecho do fenômeno cultural, criticando abertamente o destino do principal antagonista da produção.

De acordo com informações levantadas pelo Deadline, Musk classificou o desfecho como “patético”, referindo-se ao momento em que o grande vilão da série perde seus poderes e acaba implorando por sua vida.

A reação negativa, contudo, foi recebida com ironia pelo criador e showrunner da série, Eric Kripke, que encarou o comentário como uma validação de seu trabalho:

“Meu Deus, essa é a opinião dele sobre o que The Boys fez com Capitão Pátria. Nunca vou receber um elogio melhor”, escreveu Kripke ao repostar a publicação do empresário.

A interação ganhou novos desdobramentos quando Musk respondeu diretamente ao cineasta, minimizando seu próprio engajamento com a obra ao admitir que sequer acompanha a produção de forma regular: “Nem assisti à série, para ser sincero. Kripke provavelmente levou bronca do namorado da esposa dele por Capitão Pátria viralizar e precisou escrever aquele final como um pedido de desculpas humilhante”.

Questionado por usuários da rede social sobre o motivo de estar “tão irritado” com o desfecho de uma produção que alegou não ter assistido, o bilionário rebateu de forma direta: “Não estou irritado, só comentando que esse final parece falso e gay.”

Eric Kripke rebate críticas ao final de ‘The Boys’: “Não me arrependo”

Apesar do incômodo com o destino do Capitão Pátria, Musk não fez menção a um dos pontos mais comentados do episódio final: a introdução de um personagem chamado “The Disruptor” (O Disruptor). O personagem em questão é retratado como um magnata bilionário obcecado pela exploração espacial, taxas de fertilidade da população branca e o uso de bonés pretos bordados com slogans políticos, características amplamente associadas pela mídia ao perfil público de Musk.

Na cena que gerou forte repercussão, o Capitão Pátria (Antony Starr) assassina o bilionário em órbita antes de retornar rapidamente à Terra, ironizando o ato: “Ele era um astronauta. Eu levei ele ao espaço”.

Ao ser interpelado pela imprensa sobre a óbvia referência ao dono do X, Eric Kripke manteve o tom sarcástico antes de detalhar a função narrativa do personagem no roteiro:

“O que fez você pensar que era o Elon Musk?”, brincou o diretor. “Precisávamos dessa cena para mostrar o estado mental do Homelander no episódio final. Então pensamos: ‘Vamos trazer o Disruptor’. Foi uma última sátira antes de encerrarmos a série”.

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Bruce Dern relembra bronca severa de Quentin Tarantino em Brad Pitt durante filmagens

O veterano ator Bruce Dern relembrou recentemente uma história tensa dos bastidores de ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ (2019), quando Quentin Tarantino e Brad Pitt, se desentenderam nos sets do longa-metragem vencedor do Oscar.

Conforme a Variety, o ator explicou que o desentendimento aconteceu por conta uma cena de improviso de Brad Pitt

“Quando Brad Pitt me acorda em ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, eu estou na cama, me levanto meio grogue e digo: ‘Eu realmente não tenho certeza do que está acontecendo’. ‘Eu estava olhando para ele. [Pitt] cortou a câmera. Ele cortou a câmera. A expressão no rosto de Quentin… quero dizer, ele ficou extremamente sério e disse: ‘Brad, o que você acabou de fazer?'”, contou Dern.

De acordo com o relato do veterano, a reação do diretor à interrupção de Pitt foi imediata e categórica:

“Brad respondeu: ‘Bem, eu cortei a câmera’. Então Quentin disse: ‘Nunca mais na sua vida faça isso ou você estará morto neste negócio. Esse é o meu território. Não interrompa a atuação’. Depois seguimos gravando a cena e tudo o que Brad disse foi: ‘Bem, aquilo que ele falou não estava no roteiro'”, acrescentou.

Apesar do momento de forte tensão destacado por Bruce Dern, o episódio não abalou a parceria de longa data entre o astro e o cineasta. Procurada pela revista Variety para comentar o caso, uma fonte próxima aos dois profissionais minimizou o atrito, garantindo que o respeito mútuo prevalece: “Quentin é um dos diretores favoritos de Brad, e os dois sempre tiveram uma ótima relação de trabalho”.

‘Era uma Vez em… Hollywood’ está disponível na Netflix. 

Era Uma Vez em Hollywood

“Em 1969, Rick Dalton é um ator de TV em declínio que tenta voltar à vida de fama e sucesso em Hollywood ao lado de seu amigo e dublê, Cliff Booth. No processo, eles cruzam com muitas pessoas influentes da indústria cinematográfica, como os novos vizinhos de Rick, o casal Sharon Tate e Roman Polanski, e acabam se envolvendo involuntariamente com a infame família de Charles Manson”, diz a sinopse.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente e rendeu ao astro Brad Pitt seu primeiro Oscar como ator, pela categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

‘Day Drinker’: Lionsgate define estreia do novo filme estrelado por Johnny Depp; Confira!

A Lionsgate reformulou seu calendário de lançamentos e anunciou oficialmente a data de estreia deDay Drinker, thriller de ação e suspense que marca o reencontro dos astros Johnny Depp e Penélope Cruz nas telas. O longa-metragem assumiu a janela de exibição que pertencia a outra grande produção do estúdio, ‘A Ressurreição de Cristo: Parte 1’, dirigida por Mel Gibson.

De acordo com informações publicadas pela revista Variety,Day Drinker chegará aos cinemas globalmente no dia 26 de março de 2027. Com a mudança estratégica, o aguardado épico religioso de Mel Gibson foi adiado em algumas semanas, tendo sua estreia remarcada para o dia 6 de maio de 2027.

Penélope Cruz e Madelyn Cline também fazem parte do elenco.

O projeto marcará não apenas o retorno de Depp em Hollywood após seu polêmico drama legal com a ex-esposa Amber Heard, como também será sua reunião com Cruz após ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Os atores espanhóis Manu Ríos e Arón Piper (ambos conhecidos pelo sucesso global na série ‘Elite’), ao lado de Juan Diego Botto (‘O Esquadrão Suicida’) e da atriz em ascensão Anika Boyle, foram oficialmente contratados para o projeto. Detalhes específicos sobre os papéis do quarteto ainda são mantidos sob sigilo pelo estúdio.

Na trama…

A bartender de um navio de cruzeiro conhece um misterioso bebedor diurno, mas não demora muito para que ambos se vejam envolvidos em um submundo criminoso e conectados de maneiras inesperadas.

A história é baseada em um roteiro original de Zach Dean.

A Lionsgate é o estúdio por trás do projeto. Essa é a segunda colaboração entre o estúdio e a 30WEST. As empresas se uniram também para a comédia ‘Power Ballad‘, estrelada por Paul Rudd e Nick Jonas.

O Mandalorian e Grogu

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(The Mandalorian & Grogu)

 

Elenco:

Pedro Pascal – O Mandaloriano
Jeremy Allen White – Rotta the Hutt
Sigourney Weaver – Ward
Jonny Coyne
Steven Blum

Direção: Jon Favreau

Gênero: Aventura

Duração: 132 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 180 milhões

Estreia: 21 de Maio de 2026

Sinopse: 

Em O MANDALORIANO E GROGU, o cruel Império caiu, mas os senhores da guerra imperiais seguem espalhados por toda a Galáxia. Enquanto a incipiente Nova República trabalha para proteger tudo pelo que a Rebelião lutou, ela conta com a ajuda do lendário caçador de recompensas mandaloriano, Din Djarin (Pedro Pascal) e de seu jovem aprendiz, Grogu. Dirigido por Jon Favreau, o filme também é estrelado por Sigourney Weaver e Jeremy Allen White, e produzido por Jon Favreau, Kathleen Kennedy, Dave Filoni e Ian Bryce, com música composta por Ludwig Göransson.

Crítica: 

Crítica | ‘O Mandaloriano e Grogu’ joga no SEGURO e parece um episódio estendido de série…

Curiosidades: 

» Além de dar continuidade aos eventos da série ‘The Mandalorian‘, o longa não irá atrapalhar a narrativa do seriado. A quarta temporada continua em desenvolvimento, embora possa demorar um pouco mais para acontecer;

» Este longa será o primeiro da saga espacial desde ‘A Ascensão Skywalker‘, de 2019;

» Recentemente, o diretor Jon Favreau expressou seu entusiasmo com o longa-metragem: “Foi incrível contar histórias no rico universo criado por George Lucas. A oportunidade de levar as aventuras do Mandalorian e seu aprendiz Grogu para as telas grandes é emocionante”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘O Mandaloriano e Grogu’ joga no SEGURO e parece um episódio estendido de série…

Boba Fett cradling Grogu in a fiery desert battle scene with starships overhead.

A saga Star Wars teve início em 1977 e ganhou vida através da genialidade de George Lucas, que, à época, não tinha ideia de que cimentaria um dos maiores e mais prestigiados universos da cultura pop. Desde então, o longa-metragem que acompanhou Luke Skywalker em sua batalha contra as forças do mal transformou-se em uma franquia multimidiática que conta com videogames, séries e romances, continuando a inspirar os fãs. É claro que, como toda produção audiovisual, esta aqui também conta com altos e baixos, singrando de aclamadas incursões como ‘Rogue One’ e ‘Andor’ até decepções como ‘Solo: Uma História Star Wars e ‘O Acólito’, apenas a encargo de exemplificação.

E, sete anos depois de ‘A Ascensão Skywalker’, que finalizou a saga Skywalker nas telonas, somos convidados a retornar aos cinemas com o filme derivado O Mandaloriano e Grogu. O projeto funciona como uma sequência da elogiada série The Mandalorian, estrelada por Pedro Pascal – que inclusive conquistou várias indicações e prêmios por seu trabalho como Din Djarin e funciona como uma história solo que investe ainda mais esforços na relação entre o caçador de recompensas conhecido como o Mandaloriano e seu adorável e poderoso discípulo, Grogu. Porém, apesar das boas intenções, o longa-metragem não se sustenta com a narrativa e não consegue justificar a própria existência.

Na trama, com a queda do Império Galáctico, a ascensão da Nova República garante que a democracia seja respeitada. Todavia, alguns senhores da guerra que apoiavam o antigo regime continuam espalhados pelo universo, utilizando de seu poder e de sua influência para angariar aliados e colocar a frágil paz em risco. Para tanto, Mando e Grogu são escalados para caçar os dissidentes, impedindo que seus planos se concretizem. Em mais uma missão, a líder dos Rangers de Adelphi da Nova República, Ward (Sigourney Weaver), pede que a dupla resgate Rotta the Hutt (Jeremy Allen White), filho do famoso gângster e criminoso Jabba the Hutt que foi sequestrado. Em troca, seus tios, conhecidos como “Os Gêmeos”, irão fornecer informações valiosas sobre um alvo inimigo.

Mando e Grogu, então, partem em busca de Rotta e descobrem que ele é a “atração principal” de um ringue de luta comandado por Janu (Jonny Coyne), líder de uma das facções remanescentes do Império Galáctico e o alvo que a Nova República vinha procurando. Lá, Rotta se transformou em um poderoso gladiador e, preparando-se para sua luta final, percebe que Janu deseja entregá-lo de bandeja à morte ao escalar algumas das criaturas mais perigosas do cosmos para que ele as enfrente. Eventualmente, Mando consegue tirá-lo de lá e descobre que os Hutt estão trabalhando para os seguidores do Império, vendendo informações falsas ou alertando-os com antecedência dos planos da República – levando-o a uma jornada ainda mais perigosa para desmantelar os traidores.

Apesar da narrativa parecer muito intrincada, o trio de roteiristas formado por Jon Favreau, Dave Filoni e Noah Kloor atenua bastante a temática política e converte a essência de Star Wars em uma história simples e trivial que mais foca no estilo do que no conteúdo. Em outras palavras, o denso teor que já vimos em produções anteriores da franquia, como ‘Andor’ e ‘A Ameaça Fantasma’, é deixada de lado em prol de um filme de aventura que não traz nada de novo ao gênero e que funcionaria melhor como uma temporada extra da série original ou até mesmo um capítulo filler para encerrar a jornada dos protagonistas titulares.

Pascal faz um bom trabalho ao retornar como Din Djarin, oferecendo algumas camadas extras ao personagem à medida que se mantém fiel à complexa personalidade apresentada em The Mandalorian, navegando por um misto de ceticismo e altruísmo que traz ritmo ao enredo e dividindo os holofotes com a bem-vinda presença de Grogu; Allen White traz uma versão espacial de Apollo Creed aos cinemas ao viver à sombra do pai e, ao mesmo tempo, mostrando que não é igual aos outros Hutts e que quer deixar um legado muito diferente do de Jabba; e é sempre bom ver Weaver nos agraciando com seu carisma, por mais que suas cenas sejam pontuais.

Favreau, que também assume a cadeira de direção, constrói um espetáculo visual que precisa ser conferido na melhor tela e com o melhor som – mas, ao nos engolfar em mais uma ramificação desse expansivo universo, se esquece de construir uma história que seja de fato proveitosa, apoiando-se na nostalgia em detrimento da originalidade. É claro que as boas intenções estão ali, mas não podemos deixar de sentir um gostinho amargo de frustração conforme os créditos finais sobem em tela, pensando que o encerramento de Mando e Grogu tinha tudo para ser bem mais memorável.

O Mandaloriano e Grogu tem grandes chances de agradar aos inveterados fãs de Star Wars, porém, deve dividir a audiência por não saber exatamente o que fazer com o que propõe – destituindo os ótimos aspectos da franquia sci-fi e jogando no seguro com um “arroz com feijão” de pouco mais de duas horas de duração.

Lembrando que o filme tem estreia marcada para o dia 21 de maio nos cinemas nacionais.

Saiba Mais – O Mandalorian e Grogu

‘Michael 2’: Lionsgate confirma desenvolvimento da sequência, mas NÃO revela se abordaram as POLÊMICAS do Rei do Pop

O longa-metragem Michael, cinebiografia focada na trajetória do Rei do Pop, Michael Jackson, continua a se consolidar como um dos maiores fenômenos cinematográficos do ano. Embalada pelo excelente desempenho comercial, a Lionsgate oficializou o desenvolvimento de uma sequência para dar continuidade à história do artista.

De acordo com informações divulgadas pela Variety, Adam Fogelson, chefe da divisão cinematográfica da companhia, demonstrou otimismo com os rumos do novo projeto:

“Estamos realmente empolgados com o progresso que estamos fazendo em relação a um segundo filme de ‘Michael’. Todas as conversas que tivemos com todas as partes apropriadas continuam avançando excepcionalmente bem”, afirmou.

O primeiro filme encerra sua narrativa em 1987, com o cantor no meio da icônica turnê do álbum “Bad”. O corte cronológico deixa décadas de material biográfico em aberto, cobrindo desde a era dos discos “Dangerous” e “Invincible” até as intensas controvérsias e acusações de abuso sexual infantil que acompanharam Jackson nos anos seguintes.

“Eu diria que existe uma enorme quantidade de histórias extremamente divertidas de Michael Jackson, além de muitas das partes mais populares de seu catálogo musical, que não foram abordadas no primeiro filme. Há tantos outros acontecimentos, até mesmo dentro do período mostrado no filme original, que não foram explorados. Então estamos muito confiantes de que temos um longa incrivelmente envolvente que novamente vai conquistar o público global conforme as peças forem se encaixando”, acrescentou Fogelson.

O executivo também revelou que a equipe estuda quebrar a estrutura linear tradicional na continuação: “Podemos avançar e voltar no tempo ao contar essa história”.

‘Michael 2’: Filme sobre Michael Jackson tem sequência CONFIRMADA e já teve cenas filmadas

Apesar do estrondoso sucesso de público, os bastidores da produção original foram complexos. Inicialmente, o roteiro pretendia explorar o impacto das batalhas judiciais na vida de Jackson, dedicando grande parte de seu terceiro ato aos escândalos. No entanto, os planos foram alterados após os advogados do espólio do cantor, que atua diretamente na produção do filme, identificarem um antigo acordo legal firmado com o primeiro acusador do artista, Jordan Chandler.

O documento proibia expressamente a representação ou menção de Chandler em qualquer produção cinematográfica, o que forçou o estúdio a limpar o roteiro de referências diretas ao episódio. Até o momento, a Lionsgate não detalhou como pretende navegar por esse período turbulento na sequência sem violar os termos do acordo judicial.

‘Michael’: Spike Lee defende ausência de polêmicas em cinebiografia do Rei do Pop

Uma das vantagens estratégicas para o novo longa será o uso de cenas que acabaram de fora da versão final do primeiro filme, otimizando o orçamento da futura produção:

“Acreditamos que já temos entre 25% e 30% de um segundo filme gravado a partir das filmagens anteriores, então obviamente isso trará algum benefício financeiro no futuro. Mas vamos garantir que faremos novamente um grande e satisfatório filme para o público mundial”, declarou o chefe da divisão cinematográfica.

Com um orçamento inicial superior a US$ 155 milhões, ultrapassou a impressionante marca de US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais, assegurando seu posto como um dos principais lançamentos comerciais de 2026 e garantindo vida longa à franquia biográfica no cinema.

Michael’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

Maika Monroe é uma ‘Psicopata Vitoriana’ no teaser LEGENDADO do terror gótico; Confira!

Woman with blood-stained hands held up near her face in a tense moment indoors, no visible injuries shown clearly on her face.

A Diamond Films divulgou o teaser trailer legendado do terror gótico ‘Psicopata Vitoriana‘ (Victorian Psycho), estrelado pela Maika Monroe (‘Corrente do Mal’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de Setembro.

Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.

A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).

 

‘A Ressurreição de Cristo’ ganha primeira imagem e as duas partes ganham data de estreia no Brasil!

Man in white robes and red cloak leads a crowd of robed followers across a sunlit hillside with distant mountains.
Jaakko Ohtonen como Jesus em The Resurrection of the Christ: Part One. Photo Credit: Elise Lockwood

A Paris Filmes e a Lionsgate acabam de divulgar a primeira imagem de Jaakko Ohtonen no papel de Jesus Cristo nos filmes ‘A Ressurreição de Cristo: Partes I e II‘ (The Resurrection of Christ). Com Mel Gibson de volta na direção, a primeira parte do filme estreia em 6 de maio de 2027 e a segunda parte em 25 de maio de 2028.

O elenco ainda trará nomes como Mariela Garriga, Pier Luigi Pasino, Kasia Smutniak, Riccardo Scamarcio e Rupert Everett. O primeiro filme, ‘A Paixão de Cristo‘ (2004), fez mais de  610 milhões de dólares mundialmente e levou 5 milhões de brasileiros aos cinemas.

Confira:

Jaakko Ohtonen como Jesus em The Resurrection of the Christ: Part One. Photo Credit: Elise Lockwood

O cineasta Mel Gibson concluiu oficialmente as filmagens deA Ressurreição de Cristo após sete meses de produção nos icônicos estúdios Cinecittà, em Roma. Segundo o portal World of Reel, o projeto traz mudanças significativas tanto na estética quanto no elenco.

Dividido em duas partes, o longa possui um orçamento estimado entre US$ 200 e 250 milhões, tornando-se o projeto mais caro da carreira de Gibson como diretor. Para justificar o investimento, a obra apostará em efeitos visuais (VFX) descritos pelo cineasta como “superambiciosos”. Gibson define a experiência como uma “viagem alucinógena”, que incluirá batalhas épicas entre anjos e demônios e a representação visual da descida de Cristo ao inferno.

Na parte técnica, Robrecht Heyvaert (‘Bad Boys’) assume a direção de fotografia no lugar de Caleb Deschanel. Outra mudança estratégica para ampliar o alcance do público é a escolha do inglês como idioma principal, abandonando o uso do aramaico e hebraico que marcou o filme original.

A Ressurreição de Cristo – Parte 1

O ator finlandês Jaakko Ohtonen (‘The Last Kingdom’) será o protagonista da aguardada sequência e interpretará Jesus Cristo, substituindo Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’), do longa original de 2004.

O elenco ainda contará com Mariela Garriga como Maria Madalena; Kasia Smutniak como Maria; Pier Luigi Pasino como Pedro; Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos; e Rupert Everett foi escalado em um papel desconhecido.

A Ressurreição de Cristo – Parte 2

Jaakko Ohtonen

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década.

A Paixão de Cristo’ está disponível na Netflix.

Zendaya celebra contracenar com Tom Holland em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: “É como voltar para casa”

A estrela em ascensão Zendaya comentou recentemente sobre sua experiência ao rodar Homem-Aranha: Um Novo Dia’. A atriz destacou o clima descontraído nos bastidores e a dinâmica de contracenar novamente com Tom Holland, com quem divide o protagonismo na franquia e mantém um relacionamento de longa data.

De acordo com declarações publicadas pela revista Variety, Zendaya relembrou o orgulho que sentiu ao acompanhar a dedicação do parceiro no set de filmagem, antes mesmo de dividirem a mesma cena:

“Eu poderia ter chorado, fiquei tão orgulhosa. E então ‘Homem-Aranha’ foi um sonho; eu posso ir trabalhar todos os dias com meu melhor amigo, a pessoa que eu amo. Nós levamos nossos cachorros para o trabalho; é como um evento em família. Nós crescemos nesses filmes! É como voltar para casa”, afirmou.

O entrosamento público do casal frequentemente alimenta especulações na imprensa internacional sobre o status do relacionamento. Diante dos constantes rumores de que os dois teriam oficializado a união em segredo, a atriz foi questionada diretamente, mas preferiu manter a discrição habitual sobre a vida pessoal.

Ao ser interpelada sobre o assunto, Zendaya voltou a evitar confirmações de que ela e Holland estejam oficialmente casados, limitando-se a responder com bom humor: “Não, eu não vou fazer isso”.

Zendaya comenta rumores de casamento com Tom Holland: “Gosto de manter alguns limites sobre o que compartilho”

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

Pillion

(Pillion)

 

Elenco:

Alexander Skarsgård
Harry Melling
Lesley Sharp

 

Direção: Harry Lighton

Gênero: Romance

Duração: 107 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 1 milhão

Estreia: Sem Data

Sinopse: 

Em PILLION, Colin é um jovem tímido habituado a levar a vida no automático. Tudo muda no instante em que conhece o magnético Ray, um motociclista que o toma como seu submisso. Conforme mergulha de cabeça nesse relacionamento e é acolhido pela comunidade do BDSM, Colin embarca em uma jornada eletrizante sobre identidade, controle e busca por pertencimento, que o colocará para se questionar se encontrou seu lugar ou apenas uma nova maneira de ser omisso.

Curiosidades: 

» O longa marca a estreia diretorial de Harry Lighton, que também adapta o roteiro do romance ‘Box Hill‘, de Adam Mars-Jones;

» Aclamado pelos críticos, o filme alcançou impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Man I Love’: Rami Malek revela que teve medo de aceitar novo papel por semelhanças com Freddie Mercury

O ator Rami Malek, vencedor do Oscar por sua atuação em ‘Bohemian Rhapsody’, comentou publicamente sobre os bastidores de seu mais novo projeto, The Man I Love. Durante uma coletiva de imprensa realizada logo após a estreia mundial do longa-metragem no Festival de Cannes, o astro revelou que quase recusou o papel principal devido às semelhanças temáticas entre o novo personagem e sua icônica interpretação de Freddie Mercury.

De acordo com a Variety, Malek admitiu ter hesitado assim que leu o roteiro do diretor Ira Sachs.

Na nova produção, o ator interpreta Jimmy, um artista de teatro em Nova York na década de 1980 que tenta equilibrar sua dedicação à arte e seus relacionamentos amorosos após ser diagnosticado com AIDS, um cenário que inevitavelmente remete à trajetória do vocalista do Queen.

“Quando li o roteiro, pensei: ‘Não posso fazer isso. Existem similaridades demais. Isso pode ser problemático’. Havia um certo medo. Comecei a refletir sobre o que exatamente me assustava. Seriam as semelhanças? O fato de cantar novamente? O período retratado?… E percebi que precisava enfrentar esse medo. Se Freddie me ensinou alguma coisa, foi justamente isso: enfrentar o medo”, contou Malek.

A decisão de assumir o projeto passou pela profunda admiração de Malek pelo trabalho de Ira Sachs, cineasta conhecido por produções independentes como ‘Passagens’ (2023) e ‘Deixe a Luz Acesa’ (2012).

“Eu sabia que estava em mãos extraordinárias e que, se ele estava me escolhendo, eu poderia confiar nele. Não apenas para me apoiar durante o filme, mas para me desafiar, me elevar e me fazer mergulhar nesse fogo. E quando mergulhei, comecei a perceber que esses homens eram parecidos, mas também completamente diferentes”, acrescentou.

Embora interpretar Jimmy tenha exigido que Malek voltasse a soltar a voz diante das câmeras, o ator fez questão de traçar uma linha divisória clara entre a grandiosidade dos palcos de ‘Bohemian Rhapsody’ e a atmosfera intimista do novo longa:

“Freddie era uma lenda que já tinha um destino traçado, enquanto Jimmy está apenas buscando criatividade, amor, intimidade, alegria e prazer em cada momento. Ele sabe cantar. Canta tão bem quanto Freddie? No. Mas se precisar aprender kabuki, ele vai se jogar nisso, e eu também fiz isso. Precisava ser perfeito? Não. Era sobre criar, viver e encontrar alegria. Nova York naquela época era um lugar muito diferente”, explicou.

Mesmo ciente de que o público e a crítica possam traçar paralelos imediatos entre as duas figuras queer, Malek reforçou sua percepção atual: “Vejo os dois como pessoas radicalmente diferentes, especialmente agora que tenho mais distância da experiência.”

‘The Man I Love’: Longa estrelado por Rami Malek conquista 91% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

“Na Nova York do fim dos anos 1980, um artista de teatro vivendo com AIDS assume aquele que pode ser seu último grande papel”, diz a sinopse oficial.

Além de Rami Malek, o elenco conta com Tom Sturridge, Luther Ford, Maisy Stella, Rebecca Hall, Ebon Moss-Bachrach, Dennis Courtis, Blanke Zizka, Stephen Adly Guirgis e Sasha Lane.

A direção fica por conta de Ira Sachs, que também assina o roteiro ao lado de Mauricio Zacharias.

Ministro do Desenvolvimento terá encontro com o mercado do audiovisual no Rio para anunciar Programa da Nova Indústria Brasil do Audiovisual Brasileiro

No próximo dia 25 de maio, segunda-feira, o Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércios e Serviços, Uallace Moreira Lima, irão anunciar os resultados do Programa da Nova Indústria Brasil do Audiovisual Brasileiro, que tem o objetivo de estruturar uma Política de Estado para o setor. Estarão presentes representantes do setor, executivos, criativos e profissionais do audiovisual num encontro que celebra, promove e também discute o novo Programa.

Evento: 25 de maio, segunda-feira, às 15:30, Cinesystem Belas Artes, Praia de Botafogo 316, Rio de Janeiro.

O Grupo de Trabalho (GT) dentro da NIB, nasceu a partir da visão estratégica do atual Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, que, ainda como secretário-executivo do MDIC, compreendeu o potencial econômico, social, tecnológico e geopolítico da indústria audiovisual brasileira.

Foi sob sua liderança que o audiovisual passou a ser reconhecido como um setor estratégico para o desenvolvimento industrial do país, resultando na criação oficial do GT dentro da NIB (Nova Indústria Brasil).

Ao longo de 2025, o GT reuniu representantes do governo federal, da iniciativa privada e dos diferentes segmentos da cadeia produtiva — cinema, televisão, streaming, games, música, produção, distribuição, exibição, infraestrutura e pós-produção — em um amplo processo de diálogo e construção coletiva.

Os trabalhos foram comandados pelo MDIC e contaram com a participação ativa do Ministério da Cultura, ANCINE, ApexBrasil, BNDES, Ministério do Planejamento, FINEP, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, além de representantes de diversos outros órgãos estratégicos do governo federal, em uma estratégia de planejamento transversal e estruturante da indústria audiovisual.

A equipe técnica do MDIC desempenhou papel decisivo na condução dos trabalhos, coordenando estudos, debates e propostas voltadas à inserção do audiovisual no centro da estratégia industrial brasileira.

Como resultado desse trabalho histórico, no final de setembro de 2025 foram aprovados os 10 pontos estratégicos que irão nortear a construção da Nova Indústria do Audiovisual Brasileiro. As diretrizes estabeleceram as bases para uma Política de Estado de longo prazo, com foco no fortalecimento do mercado interno e global, em inovação, geração de empregos, fortalecimento da cadeia produtiva e desenvolvimento tecnológico.

A FICA – Federação da Indústria e Comércio do Audiovisual – nasceu a partir daí e passa a ter papel fundamental em toda a articulação do processo, atuando como ponte no fortalecimento da parceria público-privada.

A iniciativa consolida o reconhecimento do audiovisual não apenas como expressão cultural, mas como uma poderosa indústria capaz de gerar desenvolvimento econômico, competitividade internacional e projeção estratégica para o Brasil no mundo.

‘Coward’: Diretor detalha criação de romance gay ambientado nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial

Group of soldiers in green uniforms cheer in a tight circle, fists raised, faces yelling in a moment of intense camaraderie.

O aclamado cineasta belga Lukas Dhont detalhou recentemente seu processo criativo para o desenvolvimento de seu mais novo longa-metragem, Coward (Covarde, em tradução livre). O diretor explicou a origem histórica que o inspirou a construir uma sensível história de amor homossexual ambientada em meio ao cenário devastador das trincheiras da Primeira Guerra Mundial.

De acordo com a Variety, a ideia para o filme surgiu após o cineasta encontrar uma série de fotografias raras em preto e branco que retratavam soldados encenando espetáculos improvisados para suas tropas. Como parte das apresentações, alguns homens utilizavam técnicas de crossdressing, vestindo-se como mulheres para interpretar desde dançarinas de can-can até esposas apaixonadas e mães enlutadas.

“Era uma parte da história que eu nunca tinha visto ser retratada antes. Isso fez minha imaginação fluir. Pensei: ‘Seria muito especial ver esses homens criando uma peça teatral enquanto, ao fundo, há explosões, a guerra continua acontecendo e a morte está por toda parte'”, contou Dhont.

Conhecido por suas obras intimistas, o diretor revelou o desafio técnico e emocional de equilibrar a escala de um filme de época com a delicidez de seus trabalhos anteriores:

“Foi o filme mais desafiador que já fiz. Eu estava fazendo um filme de guerra, mas precisava encontrar uma maneira de manter a intimidade que amo nos meus trabalhos anteriores. Foi um exercício de criar uma produção maior e mais ambiciosa, sem perder a verdade emocional dos personagens. Existe muita violência, brutalidade e homens destruindo ou sendo destruídos, mas também há romance”, acrescentou.

Dhont também aprofundou as nuances por trás do títuloCoward’. Em um primeiro nível, o termo faz referência direta aos soldados que, esgotados pelo trauma e pela carnificina, desertavam de seus postos, uma decisão que, na época, era rotulada como covardia e punida com execução, mas que também exigia imensa coragem.

“Queria examinar nossas noções de heroísmo. Nos filmes de guerra, a masculinidade costuma ser retratada de forma muito limitada. Existe essa ideia de que lutar pelo país é sempre algo nobre, e o medo de ser chamado de covarde destruiu muitas pessoas ou levou várias delas à morte”, destacou.

Diante dos conflitos geopolíticos contemporâneos em territórios como a Ucrânia e o Oriente Médio, o cineasta ressalta que as discussões propostas pelo longa ressoam fortemente com o cenário global atual, trazendo de volta debates sobre o serviço militar obrigatório na Europa.

“Estou falando do passado, mas existe a sensação de que estou contando algo sobre o presente. Há discussões sobre o retorno do serviço militar obrigatório. E isso faz você pensar: o que faria? Lutaria pelo seu país ou tentaria resistir a esse ciclo de violência?”, explicou.

Um dos pontos mais intrigantes destacados pelo diretor é a ironia de que, justamente à beira da morte e em uma época em que a homossexualidade era rigidamente criminalizada pela sociedade, os protagonistas consigam experimentar um senso único de comunhão:

“O mais interessante é que, nesses tempos sombrios, eles são mais livres do que a sociedade permitia que fossem, ou do que voltarão a ser quando a guerra acabar. Ao longo da história, heroísmo sempre esteve ligado à capacidade masculina de ser brutal. Eu queria inverter isso e falar sobre a coragem necessária para amar”, destacou.

O vínculo pessoal com o projeto também se estende à geografia. Natural da Bélgica, Dhont destacou o peso de viver cercado pelas marcas físicas do conflito histórico: “Eu moro em Flandres, no mesmo solo onde a Primeira Guerra foi travada. Quando dirijo pela região, passo por cemitérios cheios de jovens que deram suas vidas na guerra. Fazer este filme foi quase um ato transcendental de trazer essas histórias de volta à vida”.

O filme acompanha a jornada de Pierre (Emmanuel Macchia), um jovem soldado belga cujo idealismo e desejo de provar seu valor no campo de batalha começam a ruir diante da brutalidade real do front. À medida que se desilude com o conflito, ele inicia um intenso e transformador romance com Francis (Valentin Campagne), um companheiro de batalha encarregado de organizar as peças teatrais para elevar o moral do exército.

A sinopse oficial introduz a premissa da obra: “O jovem soldado Pierre deseja provar seu valor no campo de batalha durante a Primeira Guerra Mundial. Longe da linha de frente, ele conhece Francis, que recebe a missão de encontrar uma maneira de elevar o moral das tropas”.

Além de assumir a direção, Lukas Dhont assina o roteiro deCoward ao lado de seu colaborador de longa data, Angelo Tijssens.