Vozes na versão nacional: Fábio Porchat, Guilherme Briggs. Vozes na versão original: Kristen Bell, Josh Gad, Idina Menzel, Alan Tudyk, Jonathan Groff, Eva Bella, Livvy Stubenrauch, Chris Williams.
Por que Elsa nasceu com poderes mágicos? A resposta está chamando-a e ameaçando seu reino. Com Anna, Kristoff, Olaf e Sven, ela partirá em uma jornada tão perigosa quanto notável. Em Frozen, Elsa temia que seus poderes fossem demais para o mundo. Em Frozen 2, ela deve torcer para que sejam o bastante.
» A animação ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’ surpreendeu nas bilheterias e se tornou o terceiro maior sucesso comercial da história da Walt Disney. O longa, que chega aos cinemas nacionais hoje, já arrecadou incríveis US$ 1,3 bilhão mundialmente. A estreia nos EUA aconteceu dia 22 de Novembro. A animação já figura como a maior bilheteria do estúdio, na frente do clássico ‘O Rei Leão‘ (US$ 952 milhões) e o recente ‘Enrolados‘ (US$ 591 milhões).
» Adaptação do livro ‘A Rainha da Neve‘ (The Snow Queen). Assim como aconteceu com a clássica história de Rapunzel, que ganhou o título de ‘Enrolados’ (Tangled), o próximo conto de fadas a ganhar uma versão da Disney teve seu título alterado para ‘Frozen‘, ‘Congelados‘ em português.
A trama acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, ele foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.
Curiosidades:
» O longa é uma adaptação do artigo American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997;
Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.
Com a ajuda de seu amigo entregador, Dilili, uma jovem Kanak, investiga uma série de misteriosos sequestros de jovens meninas que assolam a Paris da Belle Époque. Durante a investigação, ela encontra uma série de personagens extraordinários, cada um deles fornece pistas que a ajudarão em sua busca.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Michel Ocelot também é responsável pelo roteiro do longa;
Os fãs do Arrowverse podem ficar tranquilos! A CW renovou oficialmente todas as séries do universo compartilhado da DC,’The Flash‘ (7ª temporada), ‘Batwoman‘ (2ª temporada), ‘Legends of Tomorrow‘ (6ª temporada), ‘Supergirl‘ (6ª temporada) e ‘Raio Negro‘ (4ª temporada).
Vale lembrar que ‘Arrow‘ não foi renovada pois está atualmente exibindo sua temporada final.
“Essas renovações antecipadas dão às nossas equipes de produção uma vantagem inicial na criação de arcos de histórias e um salto na contratação de funcionários, e isso também nos fornece uma base sólida de programas estabelecidos e favoritos dos fãs para construir na próxima,” disse Mark Pedowitz, presidente da CW. “Ficamos entusiasmados com a direção criativa das três novas séries e, mesmo estando nos estágios iniciais de nossa nova estratégia de streaming, que permite aos espectadores acompanharem nossos novos programas desde o início, já estamos vendo resultados incrivelmente positivos de nossa visualização multiplataforma para ‘Nancy Drew’ e ‘Batwoman’.”
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
2006. Liza Minnelli, há muito tempo, havia se
consagrado como um ícone LGBTQ+, seguindo os passos da mãe, Judy Garland. Abrindo-se em uma
entrevista para o Broadway.com,
Minnelli comentou que utilizou a fama que conseguiu com suas icônicas
performances nos palcos e nas telonas para promover mudanças radicais no
cenário queer dos anos 1980 e 1990 – ainda
mais com a crescente crise do HIV/AIDS que erroneamente se restringia à própria
existência das pessoas não-heterossexuais e não-conformativas.
A performer percebeu que algo deveria ser feito quando, ao convidar Rock Hudson para um concerto ao lado de Elizabeth Taylor, percebeu que o amigo de longa data estava diferente e, como diziam as más línguas, ele estava “com aquela nova doença” (frase mergulhada num tom de desprezo insuportável até os dias de hoje). “Nós temos que fazer alguma coisa. Isso está fora de questão que as pessoas estão sendo tratadas desse jeito”, Taylor lhe falou – o que deu início a uma profunda arrecadação monetária que contribuiu para a busca de tratamentos menos dolorosos e paliativos para os diagnosticados. Não é surpresa que Taylor foi condecorada com o GLAAD Vanguard Awardem 2000, enquanto Minnelli levava para casa a estatueta em 2005.
2011. A vencedora do Tony AwardKristin Chenoweth era honrada com o GLAAD Media Awards por sua significante trajetória como apoiadora
dos direitos LGBTQ+, participando da Marcha pela Igualdade em outubro de 2009 e
levantando a bandeira para defender seus colegas de profissão em meio a um
boicote na indústria do entretenimento.
1990. Em meio ao desespero social por conta da AIDS, Madonna mostra-se ainda mais a favor da comunidade queer ao reclamar para si a dança conhecida como vogue e lançá-la através de uma das músicas mais memoráveis da história. A canção, que ficou várias semanas no topo das paradas internacionais, popularizou a cultura transexual do Harlem e do Brooklyn cultivada desde os anos 1970 e, devido ao seu extenso trabalho para nos apoiar, levou para casa o GLAAD Advocate for Change Award em 2019 (um tanto quanto tarde demais, se querem saber a opinião deste que vos fala, mas ao menos seu reconhecimento ocorreu).
“O primeiro gay que conheci foi a primeira pessoa que acreditou em mim”, Madonna aceitando o Advocate for Change Award em 2019
2009. Lady Gaga, o último grande ato da
música pop, despeja nas paradas mainstream a cultura LGBTQ+ e, desde
então, nunca deixou de apoiar aqueles que lhe trouxeram tanta vida e tanta
beleza. Um dos pilares da indústria fonográfica contemporânea, Gaga lançou a
bíblica produção ‘Born This Way’ em
2011 e, um ano depois, desafiou o governo moscovita a prendê-la após um
poderoso discurso de autoaceitação na Rússia (“eu não dou a mínima para o que
as pessoas dizem”, ela gritou para uma multidão de little monsters). Não é surpresa que a artista tenha levado dois
prêmios GLAAD de Melhor Artista Musical.
2019. Taylor Swift alfineta basicamente todo mundo com o lançamento de “You Need to Calm Down” e, pouco depois, fez um discurso pela igualdade durante a última edição do VMA, além de ter lançado uma petição para proteger a comunidade em questão da discriminação em seus locais de trabalho, em suas casas, escolas e outras acomodações públicas. Chegando a quase 600 mil assinaturas, a artista vencedora de dez Grammy Awards será a próxima receptora do GLAAD Vanguard Award, cuja cerimônia ocorre no próximo dia 19 de março.
Entre as centenas de
nomes que expressaram seu apoio à diversidade sexual contra ações homofóbicas
que nos últimos anos vêm ganhando mais força devido à ascensão de governos
extremistas e conservadores, é inegável dizer que a comunidade LGBTQ+ se vê
cada vez mais reclamando por seu trono nos holofotes da cultura mainstream, trilhando um longo e árduo
caminho para que seu estilo, seu modo de vida e sua transbordante cultura fosse
ouvida e respeitada assim como qualquer outra. Entretanto, a luta ainda
permanece e, mesmo com esse considerável aparecimento, são poucos os nomes
dentro da comunidade que alcançam um patamar considerável assim como tantos
outros artistas.
Criado em 1990, os GLAAD Media Awards existem para “reconhecer e homenagear as representações justas, rigorosas e inclusivas da comunidade LGBT e de questões que afetam as suas vidas nos meios de comunicação” e, mesmo reunindo diversos aliados para essa importante causa social, a porcentagem de vencedores de categorias especiais (ou seja, que não fazem parte da competição) ainda é menor do que a esperada e respalda apenas alguns nomes, como Ellen DeGeneres, Ian McKellen, John Waters e Rufus Wainwright. No prospecto geral, percebe-se que os membros da esfera do entretenimento cuja orientação é heterossexual ganham maior palanque – pelo motivo de estarem mais inclinados a ascender aos holofotes e terem maior destaque na mídia.
Ellen DeGeneres recebendo o prêmio honorário Carol Burnett no Golden Globes 2020
Em outras palavras, o
ano de 2020 ainda não significa uma imensa ruptura e a concretização de uma
igualdade de oportunidades defendida há tantas décadas – pelo contrário, se
endossa como uma faca de dois gumes. Enquanto nomes como Julianne Moore, Robert De
Niro e Debra Messing mostram que
o respeito à diversidade e a propagação do reconhecimento e do auxílio à
cultura queer é imprescindível e
muito bem-vindo (levando em conta principalmente que caminhamos todos para um
futuro melhor e mais assertivo), ofusca certos nomes que poderiam ter maior
preponderância – e que fazem o mesmo tanto (senão mais) que aqueles que já
conhecemos e que já têm o nosso apoio incondicional.
Janelle Monáe, conhecida por sua incrível discografia e sua participação de diversos longas-metragens mainstream, é um exemplo disso: assumindo-se como pansexual alguns anos atrás e deixando isso bem claro com “Make Me Feel” (‘Dirty Computer’, 2018), sua participação dentro do ativismo LGBTQ+ data de muito antes e permanece como uma das marcas de sua identidade artística – afinal, ela própria ergue-se como um monumento de resistência ao ser uma mulher negra queer nos Estados Unidos de Trump.
Janelle Monaé no videoclipe da música “Make Me Feel”
Kim
Petras, que tornou-se um ícone do industrial pop com seus trejeitos vanguardistas, é uma artista
germânica transexual que vem sofrendo boicotes desde sua sutil chegada às
paradas internacionais e, por essa razão, diversas pessoas a alertam para os
perigos de “ser uma artista de nicho”. Mesmo que isso não a tenha impedido – e
a tenha transformado num nome importante para a proteção das crianças
transgêneros (visto que se assumiu aos 13 anos) -, são poucos os membros da
própria comunidade que a conhecem ou que já ouviram falar sobre seu incrível
trabalho como ativista e performer.
Pabllo Vittar é outro nome que merece ser mencionado: a drag queen maranhense é um exemplo de “anomalia” artística, ainda mais por ter conseguido alcançar a fama que tem hoje vivendo no país que mais mata LGBTQs no mundo. Enquanto muitos apostavam em seu fracasso, a artista pavimentou seu próprio sucesso e, recentemente, quebrou recordes de premiação e alcançou números estratosféricos de streaming e visualizações – marcando-a com o título de drag queen mais famosa do mundo. Ainda assim, Vittar já comentou que sofre boicotes nos mais diversos setores do entretenimento e, apesar disso, jamais deixou de lutar para conseguir seu espaço nas principais mídias (fazendo história ao lado de Frank Ocean ao confirmar um show no Festival Coachella 2020).
Kim Petras na promoção de seu mais recente EP, ‘TURN OFF THE LIGHT’
Dentre diversos outros nomes que mereciam um espaço de apreciação em meio a tantas explosões mainstream, posso citar Tom Goss, Angel Haze, Courtney Barnett, Syd, Gavin Rayna Russom, SOPHIE, Shura, PVRIS, artistas que podem ser relembrados por uma ou duas pessoas, mas que definitivamente não têm o mesmo espaço que Beyoncé e Jay-Z (que foram condecorados no ano passado pelo GLAAD Vanguard Award) ou Shonda Rhimes (recipiente do GLAAD Golden Gate Award).
Não se enganem: toda
ajuda é bem-vinda e passível de agradecimento pela cessão de espaços aos
membros da nossa comunidade. Porém, isso não muda o fato de que a própria
comunidade LGBTQ+ não se conhece e perde a chance de “se dar uma chance”.
Nossas Janelle Monaés e Kim Petras e Syds e SOPHIEs precisam de mais
visibilidade – e de mais reconhecimento pelas lutas que erguem e que,
normalmente, passam fora do radar.
Vocês ficaram confusos com a timeline em ‘The Witcher‘? Pois a Netflix acabou de divulgar uma timeline oficial para os fãs não se perderem nos acontecimentos da série.
Apesar de parecer que todas as narrativas estão acontecendo simultaneamente, vale notar que as cenas iniciais com a Yennefer são situadas décadas antes do ataque ao castelo que iniciou a jornada da Ciri.
A primeira temporada já está disponível na Netflix!
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.
Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.
O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.
O terror ‘Camp Cold Brook‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa é dirigido por Andy Palmer (‘The Funhouse Massacre’).
Jack Wilson, o produtor e apresentador de reality show, se encontra em uma situação difícil quando seu programa está prestes a ser cancelado. Em um esforço de última hora para obter audiência, ele e sua produtora Angela optam por filmar seu próximo episódio no lendário Camp Cold Brook, que foi palco de um incidente terrível em que os jovens campistas se afogaram em um riacho próximo há 20 anos. A chegada deles começa como qualquer outro episódio… mas a equipe de TV descobre que eles terão mais do que esperavam.
O elenco conta com Danielle Harris (‘Halloween’), Chad Michael Murray (‘A Casa de Cera’), Michael Eric Reid, Courtney Gains e Candice De Visser.
O longa será lançado direto em VOD no dia 14 de fevereiro.
Após um enorme mal-entendido, dois amigos de infância convenceram que o outro tem apenas alguns meses de vida, e devem deixar tudo para compensar o tempo perdido.
A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.
De acordo com o The Wrap, Robert Aramayo foi confirmado no elenco da série baseada nos romances de ‘O Senhor dos Anéis‘, produzida pela Amazon.
Conhecido por interpretar a versão jovem de Ned Stark na 6ª e na 7ª temporada de ‘Game of Thrones’, Aramayo irá assumir o lugar de Will Poulter como protagonista da adaptação.
Maiores detalhes sobre o papel não foram revelados, então não se sabe se ele estará interpretando um personagem conhecido nos livros ou se será uma criação exclusiva para o programa.
Além de Aramayo, o elenco conta com Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, eMorfydd Clark, que deve interpretar versão mais jovem da rainha elfa Galadriel.
De acordo com um comunicado divulgado anteriormente, a trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.
Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.
Assista ao primeiro teaser da produção:
Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.
Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
Rick Grimes (Andrew Lincoln) não é visto em ‘The Walking Dead‘ desde a 9ª temporada, mas a história do personagem ganhará uma continuação no cinema, para o alívio dos fãs.
E, durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o showrunner Scott M. Gimple revelou alguns detalhes sobre o processo de produção da trilogia.
“Ainda estamos trabalhando no roteiro. No momento, alguns trechos estão sendo detalhados. Não quero entregar muito, mas posso dizer que está ficando incrível e queremos tornar isso muito especial para todos os envolvidos.”
Questionado sobre o início da produção, Gimple disse que nenhum diretor foi escolhido e que, por enquanto, o foco é o roteiro.
“Temos alguns planos diferentes, dependendo de alguns fatores com os quais precisamos lidar, desde o roteiro até os aspectos do produto final. Como estamos em pré-produção, estamos decididno o que precisa estar em foco.”
O cineasta também garantiu que os filmes farão jus à imagem de Rick Grimes, e que a história irá expandir os elementos criados a partir da série.
“Continuaremos contando a história de Rick e descobriremos grande parte do mundo através dessa história. Rick será desafiado de diferentes maneiras pelas quais, de alguma maneira, tudo o que ele passou foi como um preparo para o que está prester a enfrentar. É um mundo muito maior do que aquele em que ele estava na série. Estaremos apresentando um mundo completamente novo.”
Lembrando que a Universal Pictures já divulgo o teaser do primeiro filme baseado na franquia, que mostrará o que aconteceu com o personagem após seu desaparecimento.
Na trama, “Sem saber da aterrorizante história da Mansão Heelshire, uma jovem família se muda para a propriedade, onde seu jovem filho logo faz um novo amigo perturbador, um boneco estranhamente real que ele chama de Brahms.”
A atriz Karen Gillan, uma das protagonistas de ‘Jumanji: Próxima Fase’, virá ao Brasil para divulgar o lançamento do filme, que acontece no dia 16 de janeiro.
A atriz desembarcará em São Paulo para participar de uma coletiva de imprensa na próxima quarta-feira, 15 de janeiro.
Conhecida por seus papéis na série ‘Doctor Who‘ e na saga ‘Os Vingadores‘, Karen foi um dos destaques de ‘Jumanji: Bem-Vindo À Selva‘, em 2018, e retorna ao seu papel como Ruby Roundhouse, a Matadora de Homens.
Vale lembrar que ‘Jumanji: Próxima Fase‘ já ultrapassou a marca dos US$ 609 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa acumula US$ 236.2 milhões. No mercado internacional, são US$ 374 milhões.
“Lembra quando Scorsese ridicularizou recentemente os sucessos de bilheteria por não ter conexão com a psique humana real? Ele estava falando sobre esse tipo de filme.” – Times.
“Mais uma vez, este é um filme de uma piada, mas, para o tempo de cena, essa piada ainda tem algumas ramificações, especialmente com astros tão charmosos” – Tribune News Service.
“Não há nada de novo aqui. Parece que eles pegaram piadas de gente velha e desistiram” – rachelreviews.net.
“Mesmo que ‘Próxima Fase’ não alcance um novo recorde, ainda prova que a franquia ainda tem muita vida” – Entertainment Weekly.
“Maior, mas não necessariamente melhor, essa sequela inevitável falha em orientar a franquia estrelada em quaisquer novas direções significativas.” – Cinemalogue.
“Tudo é inegavelmente bobo, mas satisfatório de um modo que só blockbusters conseguem” – Seattle Times.
“‘Jumanji: Próxima Fase’ é um filme que toda a família vai gostar. É uma aventura animada, hilária e cumpre tudo o que promete, nunca se levando muito sério” – ComicBook.com.
A gangue está de volta, mas dessa vez, o jogo mudou. Enquanto retornam a Jumanji para resgatar um dos seus, eles descobrem que nada é o que parece. Os jogadores precisarão desbravar partes desconhecidas e inexploradas, dos desertos áridos às montanhas cheias de neve, tudo para escapar do jogo mais perigoso do mundo.
Em seu perfil no Twitter, o ator Coby Bird, intérprete de Rufus Whedon em ‘Locke & Key‘, confirmou que o trailer da vindoura série da Netflix será lançado amanhã (08).
Na legenda, o astro escreveu:
“Amanhã será o lançado o trailer de ‘Locke & Key’! Sherri Saum interpreta minha mãe, e mal posso esperar para que vocês vejam Ellie e Rufus quando a série estrear, em 07 de fevereiro!”
Para quem não conhece, Rufus Whedon é apresentado nos quadrinhos homônimos de Joe Hill como um personagem neurodivergente e se torna uma peça essencial na luta de Bode e Tyler Locke contra as forças malignas do vilão Caravaggio.
Anteriormente, a Netflix já havia divulgado um misterioso teaser da produção, indicando que uma armadilha está prestes a ser armada.
Os quadrinhos de ‘Locke & Key‘ foram publicados pela primeira vez em 2008 por Joe Hill e acompanham uma família cujos membros são os guardiões de uma série de chaves místicas.
De acordo com o Deadline, a série trará Griffin Gluck (‘American Vandal’) e Steven Williams (‘The Leftovers’) para a equipe. Gluck será um personagem chamado Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma instituição.
Connor Jessup e Jackson Robert Scott também foram elencados, dando vida a Tyler e Bode Locke, respectivamente.
Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de Hill. André Muschietti, responsável pelo remake de ‘It – A Coisa’, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto.
O site Heroic Hollywood divulgou duas novas imagens do aguardado ‘Jovens Mutantes’, estampando o time de jovens protagonista.
Confira, junto ao trailer mais recente:
O longa está previsto para estrear no dia 3 de abril de 2020.
Recentemente, Bill Sienkiewicz, um dos criadores da HQ original de ‘Os Novos Mutantes‘, disse que o novo trailer será assustador.
“Eu nem sei se posso mencionar isso, mas garanto a vocês que o filme será sensacional. Josh [Boone, o diretor] me enviou o novo trailer há dois dias. “Eu senti calafrios só de assistir… Parece que a fusão da Foxcom a Disney beneficiou a trama, e o filme tem a bênção dos chefões da Marvel. Está a cara do MCU, mas com elementos de terror. O que eu vi me deixou sem palavras.”
Sienkiewicz também elogiou a atuação do elenco e disse que está ansioso para ver o novo corte completo.
“Quando eu fui ao set há alguns anos, eu me senti ‘o tio maluco’ dessas crianças. Eles são oncríveis e muito talentosos, adorei conhecer Henry Zaga, Maisie Williams, Anya Taylor-Joy, quero dizer, não dá para escolher, eles são todos incríveis. Mal posso esperar para assistir o filme completo.”
Para quem não conhece, ‘Os Novos Mutantes‘ acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
ANetflix divulgou o primeiro trailer completo da 2ª temporada de ‘Sex Education’, que estreia no dia 17 de janeiro.
Confira:
Criada por Laurie Nunn, a primeira temporada já foi assistida por quase 40 milhões de contas diferentes.
Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.