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Anne Rice está vendendo direitos de ‘As Crônicas Vampirescas’ em acordo milionário

De acordo com o Variety, a série ‘The Vampire Chronicles‘, baseada na saga literária da Anne Rice, não está mais em desenvolvimento com o Hulu.

O site afirma que os direitos da produção estão sendo vendidos para uma plataforma “maior” e o acordo envolverá direitos não só a série, como também para a produção de filmes.

“O novo acordo inclui tanto a saga das ‘As Crônicas Vampirescas’ quanto ‘As Bruxas Mayfair’, que atualmente pertencem à Warner Bros. O preço estipulado do acordo gira em torno de US$ 30-40 milhões, além de US$ 2.5 milhões para resgatar os direitos da Warner.”

Rumores apontem que a Paramount está entre os interessados.

A série está sendo desenvolvida por Anne Rice e seu filho Christopher Rice.

Vale lembrar que a saga já ganhou duas adaptações, incluindo o aclamado ‘Entrevista com o Vampiro‘ e ‘A Rainha dos Condenados‘.

Gays são caçados por serial killer no trailer do slasher ‘Midnight Kiss’; Assista!

O Hulu divulgou o trailer completo do terceiro episódio, intitulado ‘Midnight Kiss‘, da 2ª temporada da série antológica de terror ‘Into the Dark‘, produzida em parceria com a Blumhouse.

Confira:

Carter Smith (‘As Ruínas‘) é responsável pela direção.

Um grupo de melhores amigos gays de longa data voam para uma bela casa no deserto para comemorar a véspera de Ano Novo. Uma de suas tradições anuais é jogar “Midnight Kiss”, um desafio sexy, mas perigoso, encontrar alguém especial para ajudá-lo a passar o Ano Novo. À medida que as amizades se tornam tensas com segredos, ciúmes e ressentimentos, o grupo enfrenta outro desafio quando um assassino sádico quer participar da brincadeira. Os relacionamentos são postos à prova e as verdades são reveladas à medida que a noite se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Augustus PrewScott EvansAyden MayeriLukas GageChester Lockhart e Adam Faison estrelam o episódio.

O episódio irá estrear no dia 27 de dezembro.

Os episódios são lançados mensalmente, cada um focando em uma data comemorativa diferente.

‘Doutor Sono’: Diretor detalha cenas inéditas da versão estendida; Saiba mais!

Em entrevista ao Collider, Mike Flanagan revelou detalhes sobre a versão estendida de ‘Doutor Sono‘, que trará trinta minutos de cenas INÉDITAS.

“[A Warner Bros.] nos deixou fazer isso da forma certa – é um novo corte do filme; completo, polido e finalizado. Há novos materiais por todo o longa. Algumas cenas são novas, que não foram incluídas na versão para os cinemas, e também há cenas estendidas (ou alteradas).”

Ele continua, “Há cenas grandiosas, com certeza. Não quero entregar demais, mas posso dizer que há coisas novas (incluindo durante o ato final no hotel). Há algumas cenas envolvendo o jovem Danny e a Wendy que serão familiares para os fãs do livro. Além disso, há várias coisas inéditas envolvendo a jovem Abra no primeiro ato, aprendendo sobre o seu poder e como isso afeta os seus pais.”

O longa vai ganhar uma versão estendida em DVD e Blu-ray com uma espécie de “corte do diretor”, que trará trinta minutos de cenas adicionais que não entraram para o corte final. Essa versão será dividida em capítulos, como um livro.

Crítica | Doutor Sono agradará em cheio aos fãs de ‘O Iluminado’, tanto do livro quanto do filme

A “continuação” de ‘O Iluminado‘ é dirigida por Mike Flanagan – que tem no currículo ‘O Espelho‘, ‘A Maldição da Residência Hill‘, ‘Ouija: Origem do Mal‘ e ‘Antes que Eu Vá‘.

Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.

O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Jocelin DonahueZahn McClarnon, Emily Alyn Lind e Jacob Tremblay.

‘A Forca 2’: Sequência tem BIZARRA cena deletada divulgada; Assista!

O terror ‘A Forca 2‘ (The Gallows: Act II) ganhou teve uma cena deletada bizarra divulgada.

Confira:

Brincadeira com o espírito Charlie é jogada de marketing de filme de terror

Desafio Charlie Charlie: ‘A Forca’ tem a melhor campanha de marketing desde ‘A Bruxa de Blair’

Dirigido por Travis Cluff e Chris Lofing, o longa é sequência do terror ‘A Forca‘, lançado em 2015. Sucesso nos cinemas, a produção arrecadou mais de US$ 40 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 100 mil.

Depois que Auna Rue, uma vlogger e aspirante a atriz, entra em um site sinistro, ela logo se depara com o mundo sombrio de peça amaldiçoada, A Forca. Após performar um cena da peça para seus poucos fãs na internet, Auna finalmente consegue o sucesso que procurava – mas também é assombrada pelo aterrador desafio de um espírito mortal.

Jono Cota, Jener Dasilva e Brittany Falardeau estrelam a produção.

‘Eduardo e Mônica’: Trailer do filme baseado na música do Legião Urbana

A Galvea Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘Eduardo e Mônica‘, longa inspirado em uma das canções mais populares do grupo Legião Urbana.

Gabriel Leone e Alice Braga vivem os protagonistas, o casal se conheceu numa festa estranha, com gente esquisita. Não era nada parecido, mas se completava muito bem, que nem feijão com arroz, ela era de Leão e ele tinha 16, viveram também muitas aventuras e estão prestes a viver mais uma.

Assista:

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 9 de Abril de 2020.

Sob o comando de René Sampaio (Faroeste Caboclo – O Filme), o longa terá Gabriel Leone e Alice Braga como os famosos protagonistas, que acabam se apaixonando, mesmo tendo personalidades e vidas completamente diferentes. Afinal, já dizia Renato Russo: “E quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?”

Também estão no elenco Otávio Augusto (como Bira, avô de Eduardo), Juliana Carneiro da Cunha (Lara, mãe de Mônica), Victor Lamoglia (Inácio, amigo de Eduardo), Bruna Spínola (Karina, irmã da Mônica), Digão Ribeiro, Eli Ferreira, Luisa Viotti, Ivan Mendes (amigos da Mônica) e Fabrício Boliveira (participação especial).

O longa é produzido pela Gávea Filmes e Barry Company, e começou a ser filmado nessa semana.

Gávea Filmes também é responsável pela adaptação da música ‘Faroeste Caboclo‘, que levou 1,5 milhões de espectadores aos cinemas em 2013. O líder da banda, Renato Russo, também ganhou um filme recentemente: ‘Somos Tão Jovens‘, que teve público de 1,6 milhão de espectadores e arrecadou R$ 18 milhões.

Em 2011, a produtora O2 criou um comercial baseado na música Eduardo e Mônica. O vídeo é propaganda para uma empresa de telefonia, e foi dirigido por Nando Olival, de ‘Os 3‘.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ fracassa durante estreia na China

De acordo com a Variety, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ arrecadou apenas US$ 2,2 milhões durante sua estreia na China, na quinta-feira (19).

A sequência dirigida por J.J. Abrams ficou atrás de longas de pouco destaque, como o thriller policial ‘Sheep Without A Shepherd‘ (US$ 4,57 milhões) e o romance ‘Only Cloud Knows‘ (US$ 2,57 milhões), ambos sem previsão de estreia no Brasil.

Além disso, projeções do site de ingressos Maoyan indicam que o longa deve acumular somente US$ 18 milhões ao longo de sua exibição no país.

Em janeiro de 2016, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ faturou US$ 52,3 milhões em seu primeiro fim de semana na China, e terminou a corrida com US$ 126 milhões.

Lembrando que ‘Rogue One’ faturou US$ 30,6 milhões em sua abertura e US$ 69,4 milhões no total, e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ registrou US$ 28,7 milhões no primeiro de semana na China e teve um retorno total de US$ 42,6 milhões.

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Minha Mãe É Uma Peça 3′: Dona Hermínia tenta falar inglês em clipe hilário

Já imaginou como seria viajar para Los Angeles com a Dona Hermínia (Paulo Gustavo)? Bom humor não ia faltar! E é nesse clima que a mãe mais amada do Brasil aparece em nova cena do longa ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘, em que Hermínia tenta falar inglês com um garçom americano.

Assista:

Protagonizado por Paulo Gustavo, ‘Minha Mãe É Uma Peça 3‘ traz novos personagens para deixar a mãe mais amada do Brasil com os bobes para o alto. Já não bastasse o namorado de Marcelina (Mariana Xavier) que parece ter poucas habilidades para ser pai, eis que surge Ana (Stella Maria Rodrigues), a sogra de Juliano (Rodrigo Pandolfo), que chega para atormentar a vida de todos. São tantas novidades que Hermínia vai parar em Los Angeles com Dona Lourdes (Malu Valle) para relaxar e também se redescobrir. Com direção de Susana Garcia, a comédia também tem no elenco Herson Capri, Samantha Schmütz, Alexandra Richter, Patrycia Travassos, Malu Valle, Lucas Cordeiro, Cadu Fávero e Bruno Bebianno.

A franquia ‘Minha Mãe É Uma Peça‘ é baseada na peça de mesmo nome, criada e estrelada por Paulo Gustavo que levou milhões de espectadores ao teatro ao longo dos anos em cartaz. Lançados em 2013 e 2016, os dois primeiros filmes levaram juntos mais de 13 milhões de espectadores aos cinemas com uma arrecadação total de R$173.798.332,00.

‘The Witcher’: Henry Cavill diz que sofreu muito para se adequar ao papel

The Witcher já chegou ao catálogo da Netflix, e Henry Cavill revelou durante uma conferência de imprensa da APAC que sofreu bastante para interpretar Geralt de Rivia, o protagonista da trama.

Além de seus poderes, o bruxo é conhecido por ser um grande lutador, acrobata e espadachim, por isso Cavill precisou se adequar ao papel.

“Foi muito desafiador por causa do estilo de combate de Geralt. Ele faz muitas piruetas e tem movimentos explosivos e inesperados.”, disse ele, segundo o Comic Book. E os terrenos irregulares não ajudam em nada. Treinar na academia é uma coisa, mas em pular em uma ladeira com pedras ou correr quando está chovendo não é fácil. Foi preciso trabalhar tantos grupos musculares e articulações… Quadris, joelhos, cotovelos, ombros.”

O astro brincou e disse que empunhar a espada de Geralt sem causar danos reais a seus colegas de elenco também foi muito difícil.

“A coisa mais complicada em lutar no set com uma espada pesada, é que você realmente não está tentando matar alguém. Então você perde o controle totalmente quando gira ou quando golpeia de cima para baixo, porque não dá para diminuir a velocidade do golpe, então todo contato físico é perigoso.”

Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Crítica 3 | Star Wars: A Ascensão Skywalker – J.J. Abrams aposta no seguro e entrega o pior filme da saga

“São continuações no nome, mas são refilmagens no espírito.” Esta frase está presente no famoso e polêmico artigo de Martin Scorsese sobre os filmes de super-heróis no New York Times. A maioria das pessoas se fixou no debate “filmes da Marvel são cinema?” e acabaram ignorando muitas coisas interessantes que o lendário cineasta quis dizer. E uma dessas coisas foi justamente isso: há uma tendência de se apostar no que é fácil, de se fazer apenas o seguro. A frase acima foi sobre a Marvel, mas se encaixa perfeitamente para Star Wars.

Lançado no final de 2017, Star Wars: Os Últimos Jedi causou polêmica e protestos por parte dos fãs mais radicais. Eles se incomodaram com a abordagem do Luke, com a nova personagem vivida por Kelly Marie Tran, com o aumento da representatividade feminina e com uma quebra de expectativa envolvendo a história de origem de Rey. Pois bem, falem o que quiser do Episódio VIII, mas uma coisa é certa: Rian Johnson ao menos tentou fazer algo diferente. Pode ter errado aqui acolá, mas fez suas piruetas sem uma rede de proteção.

O mesmo não se pode dizer de J.J. Abrams… Chamado para “salvar a franquia” – o que por si só era um grande exagero -, o diretor optou pela segurança e pelo fan service para entregar aquele que talvez seja o pior e menos interessante longa de toda a saga. Star Wars: A Ascensão Skywalker não arrisca em momento algum. Não propõe nada de novo. Não traz um personagem novo relevante.

J.J. já não havia arriscado muito em Star Wars: O Despertar da Força, praticamente uma refilmagem de Uma Nova Esperança, mas mesmo ali havia um sentimento de novo. Requentado, mas novo. Um novo trio de protagonistas, uma nova ameaça e por aí vai. Passados quatro anos, o diretor decidiu “refilmar” O Retorno de Jedi e preencher a tela de referências à trilogia original, com direito ao retorno de personagens importantes, no pior estilo de El Camino, recente filme de Breaking Bad.

O cineasta já havia usado a nostalgia para cativar o público no Episódio VII, mas aqui parece que a nostalgia é a única coisa que realmente importa. Aqui, o fan service não é elemento narrativo, mas ponto de partida. Ele parece ter recebido a missão de apagar Os Últimos Jedi e faz isso sem nenhuma vergonha. O que talvez não tenha percebido é que fazendo isso, ele também apagou qualquer pingo de originalidade de sua trama, deixando a nova trilogia como algo descartável.

Após a queda do Líder Supremo Snoke, a Aliança Rebelde descobre que não está livre de maiores ameaças. O temido Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) está vivo e disposto a apagar a existência dos jedi. Então, determina que Kylo Ren (Adam Driver) mate Rey (Daisy Ridley) ou traga-a para o lado negro. Sim, estamos diante da mesma dinâmica que vimos entre Palpatine, Darth Vader e Luke no Episódio VI.

Diante da ameaça de Palpatine, Leia (Carrie Fisher) seleciona seu time principal (Rey, Finn, Poe e Chewie) para descobrir onde está o vilão e encontrar formas de detê-lo. A partir daí, temos uma jornada repleta de soluções fáceis. A saga de George Lucas sempre teve suas facilidades de roteiro, mas nunca como acontece em A Ascensão Skywalker. Em vários momentos, os personagens são informados de uma dificuldade para logo se depararem com a solução. “Precisamos encontrar tal coisa, Luke procurou por isso a vida inteira.” Duas cenas depois e eles tropeçam no que precisavam encontrar. E isso acontece diversas vezes, inclusive envolvendo a morte de personagens.

Voltando a investir na história de origem de Rey, apagando a ideia do filme anterior de que qualquer pessoa pode desenvolver a força e voltando para a concepção elitista de que a mesma é algo presente em apenas algumas “famílias”, o novo longa parece não saber o que fazer com seus protagonistas. Finn (John Boyega) volta a ser um capacho de Rey. Não tem atitude própria. Tudo que faz é para agradar/proteger a heroína, que definitivamente não precisa de sua ajuda. O longa ainda trata de investir de forma desorganizada em interesses amorosos para Finn e Poe (Oscar Isaac), quase que para deixar claro que os dois não são gays, como desejava parte dos fãs. Neste sentido, investe tanto para negar a homossexualidade de seus protagonistas – como se isso fosse um grande problema – que inserir um beijo piscou-perdeu entre duas mulheres soa como algo mais oportunista do que revolucionário. Como se o filme dissesse para a comunidade LGBTQ: “toma aí um beijo gay e para de reclamar.” É uma representatividade fake e desimportante. J.J. querendo agradar e fazendo só o básico para isso.

Para agradar aos haters de plantão, o novo longa deixa a Rose de Kelly Marie Tran completamente de lado. Em mais de uma ocasião, ela aparece em cena se recusando a participar da ação principal, algo que vai completamente contra a personagem que vimos no anterior.

Star Wars sempre foi uma saga irregular, com muitos altos, mas com alguns baixos. Star Wars: A Ascensão Skywalker é o pior filme da saga (não contando Han Solo: Uma História Star Wars). Esta talvez não seja uma afirmação fácil de se fazer. Mas não dá pra negar que mesmo a trilogia dos anos 90/2000 tinha o mérito de buscar algo novo. George Lucas cometeu vários erros com A Ameaça Fantasma, Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, mas também tentou coisas diferentes, ousou com um pano de fundo político bem mais forte, por exemplo. Apontado por muitos como o pior da franquia, o Episódio I tinha Jar Jar Binks e uma infantilização exagerada, mas também tinha elementos marcantes, como o Qui-Gon Jinn vivido por Liam Neeson ou o Obi-Wan de Ewan McGregor. Isso sem falar em um vilão visualmente interessante, como Darth Maul.

Em determinado momento, um personagem importante pergunta para Rey: “O que você está fazendo?” J.J. Abrams deveria ter se perguntado o mesmo. Ele entrou no jogo com tanto medo de perder que nunca chegou perto de ganhar. Assim, a mesma pessoa que reviveu o encanto de Star Wars para toda uma nova geração foi a responsável por destruí-lo. Uma pena.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019

EXCLUSIVO! ‘Apocalipse V’: Ainda não assistiu à nova série da Netflix? Ian Somerhalder te dá 6 motivos!

A nova série de vampiros estrelada por Ian Somerhalder já está disponível no catálogo original da Netflix e traz o popular ator de volta ao gênero que o consagrou.

Apresentando uma abordagem diferenciada, Apocalipse V explora o universo fantasioso, natural do formato, aliado à temáticas mais complexas e realistas. Usando a mutação genética como o alicerce da produção, este mesmo aspecto é também o background para uma trama que visa trazer alguns questionamentos sócio, políticos e ambientais para sua audiência, conforme o astro e protagonista do projeto revelou com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP.
E durante uma entrevista à nossa jornalista Rafa Gomes, Somerhalder destrinchou a nova série da Netflix e te traz mais do que motivos suficientes para você parar tudo o que está fazendo e tirar um tempinho para conhecer Apocalipse V!

Então, se você ainda não assistiu à série, dê uma chance e confira os seis motivos que Somerhalder te dá para fazer isso ainda em 2019!

Confira:

Uma nova roupagem para o gênero vampiro

Trazendo o gênero de produções vampirescas para um outro patamar, Apocalipse V aborda a centenária mitologia por uma ótica contemporânea e bem realista. Segundo Ian Somerhalder, os fãs vão se surpreender com os questionamentos abordados na nova série:

“Os fãs podem esperar uma experiência que é a cara do gênero vampiresco, mas que também é realista e envolvente. Eles podem esperar uma espécie de prévia do que o nosso próprio mundo poderia se tornar. O que isso significa? Esse mundo é rápido e as coisas estão mudando de forma muito acelerada. E ainda tem todas essas questões sócio políticas e econômicas com as quais estamos lidando nesse exato momento, coisas que são tão cruciais para a nossa própria existência. Nós não queremos apontar o dedo para audiência e julgá-la. Com essa série nós estamos apenas segurando um espelho, mostrando que esse é mais ou menos o rumo que a nossa sociedade tem tomado e como estamos encarando isso. Essa doença que trazemos na série é fruto das mudanças climáticas, não há dúvidas quanto a isso. E é por isso que as pessoas ficaram doentes. E estamos vivendo esse contexto sócio ambiental no mundo, onde tais mudanças estão redefinindo nossa vida enquanto sociedade”.

Um toque de terror à trama

Apocalipse V promete garantir alguns sustos para os fãs, trazendo vampiros que possuem um ar menos romântico e mais aterrorizante, a fim de conquistar uma audiência que vá além da fan base bem estabelecida pelo sucesso de The Vampire Diaries, conforme comentou Somerhalder:

“Isso tudo é fruto de uma mutação genética e essas criaturas são assustadoras e se você estivesse em um mesmo cômodo com essas pessoas, bem…você provavelmente não sobreviveria, mas você teria que correr muito pra tentar sobreviver. E nós queríamos todos esses elementos assustadores, na esperança de que a série também conquistasse uma audiência ainda mais vasta. Até porque ela aborda questões muito maiores que envolvem toda a sociedade, como mudanças climáticas, raça, doenças, medo, política, a política do medo e como isso está impregnado na forma como lidamos com a tecnologia e na nossa própria psique”.

Ideal para os fãs de The Vampire Diaries

Assim como a produção promete agradar os fãs de vampiros mais diversos, ela também traz aspectos ideais para os amantes inveterados de The Vampire Diaries. Sabendo da grande popularidade da série e do personagem Damon aqui no Brasil, Somerhalder foi categórico em afirmar que Apocalipse V tem o mesmo charme de seu trabalho anterior, em um formato diferenciado:

“E aqui temos o Dr. Luther Swann, que é um bom homem, não é o Damon de ‘The Vampire Diaries‘, mas eles têm características semelhantes. Ele é engraçado, sarcástico e sexy. E eu fiquei muito empolgado por poder interpretá-lo. Ele também tem super poderes, não como Damon, mas é um pai excepcional, um excelente cientista, um ótimo marido… E para mim, todas essas características são de um super herói! Até porque, tudo ao redor visa tentar corromper esse tipo de caráter. Nós precisamos de pessoas como ele e o dr. Swann é esse tipo cara. 

E o que nós também aprendemos é que as pessoas não querem um herói comum, elas querem um herói que também seja extraordinário. E nós determinamos um caminho para o personagem em que ele trilhará uma jornada profundamente intensa, em que ele dará a sua vida para tentar achar a cura para essa doença, salvar seu amigo e, quem sabe, talvez também salvar a humanidade. E é aqui que começamos a desmembrar todas essas camadas, vendo e percebendo o que está além da cortina. Acho que o público verá um homem que comete erros, mas que também é uma figura única. E esperamos que audiência goste e se envolva com isso”.

Vampiros brasileiros no futuro

Na trama de Apocalipse V, a mutação genética que está transformando os personagens não acontece de forma tradicional, sendo diferente de acordo com a origem geográfica da pessoa. Essa distinção permitirá que a trama ganhe um desenvolvimento ainda mais amplo, podendo até mesmo trazer uma leva de vampiros brasileiros. E conforme revelado por Ian Somerhalder, embora esse tipo vampiresco não tenha sido desenhado ainda, ideias já estão sendo discutidas nesse sentido:

“O interessante é que na nossa série, os vampiros são diferentes. É como se fosse uma doença, sabe? Algo semelhante a ter uma doença como um câncer, em que muitas vezes você tem uma pré-disposição a desenvolver. Então na nossa série, a dinâmica é a mesma. Isso significa que um vampiro do leste europeu é completamente diferente de um vampiro brasileiro. E nós estamos empolgados por poder explorar o tipo brasileiro de vampiros e mais tarde, no futuro, nós teremos narrativas mais amplas, explorando vários arcos. E assim como vimos em The Vampire Diaries, esses personagens lidarão com suas próprias complexidades, como preconceito, entre outras coisas. Nós veremos a questão do racismo como algo vivo até mesmo entre os próprios vampiros. A coisa vai ficar caótica! Vampiros brigando entre si, a escala será bem grande! E embora nós ainda não tenhamos desenhado os vampiros brasileiros, podemos te garantir que eles serão bem sexy e durões!”

Ian Somerhalder na direção

Além de estrelar, Ian Somerhalder também assumiu a cadeira de direção de Apocalipse V. Vê-lo transitar em funções tão distintas é um prato cheio para os fãs do trabalho do ator.

“Eu amo estar do outro lado da câmera! E quando você ama o que faz, os desafios se tornam pequenos presentes. Eles são presentes e poder fazer isso foi um presente pra mim. É importante dizer que eu não assumi a direção até o nono episódio. E como também produtor da série, você precisa trabalhar lado a lado com o diretor, pois essa construção é feita de maneira conjunta e participativa. Ambos acabam tendo uma parte nesse trabalho, até porque estamos juntos desde à etapa de pré-produção à pós-produção. Mas a questão é que eu amei isso. E eu não dirigi antes do episódio nove porque eles precisavam de mim como produtor para agilizar muitas coisas, viabilizar etapas importantes”, disse o ator.

Uma longa gestação para um resultado final cativante

A série passou por um extenso trabalho de pré e pós-produção, a ponto de estender seu período de trabalho, para garantir sua autenticidade e realismo em todas as etapas. Dedicado ao projeto como protagonista, diretor e até mesmo produtor, Ian comenta como foi importante levar cada processo de maneira séria e comprometida, salientando o impacto grandioso que isso acarreta no resultado final:

“Eu e James Gibb [produtor executivo] passamos cinco meses em pré-produção e 11 meses na pós-produção e isso é considerado um absurdo em uma série com apenas 10 episódios! Isso não é comum. Mas nós tivemos muita sorte e essa é a beleza de poder trabalhar com a Netflix, pois eles nos permitem ter um tempo extra para construir essa história e fazer esses personagens, sua dinâmica e as atuações os mais sólidas e concretas possíveis. E como diretor, eu amei, amei e amei muito tudo isso!”, concluiu Somerhalder

Confira o trailer:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2779394542091911?vh=e&d=n&sfns=mo

William Laurin e Glenn Davis são os showrunners da série, que é baseada no saga de livros homônimos de Jonathan Maberry.

Dr. Luther Swann entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.

O elenco conta com Ian Somerhalder, Laura VandervoortKyle BreitkopfKimberly-Sue Murray, Peter Outerbridge e Adrian Holmes.

Brad Turner dirigiu o primeiro episódio, e será o produtor executivo.

Cher confirma que vem ao Brasil em breve!

It’s Cher, bitch!

A lendária e icônica Cher revelou aos fãs na última quinta-feira (19) que virá pra o Brasil em breve!

A confirmação foi feita através de seu Twitter oficial. Entretanto, ainda não se sabe se a cantora fará algum show em território nacional e nem quando ao certo ela deve chegar aqui.

Confira a postagem:

Cher é um dos maiores nomes da indústria fonográfica e cinematográfica da história, tendo performado hits como “Believe”, “Dark Lady” e “Bang Bang (My Baby Shot Me Down)”.

Ascendendo ao estrelato com a dupla Sonny & Cher, a artista é a única a ter alcançado o primeiro lugar nas paradas da Billboard em seis décadas diferentes (desde 1960 até 2010). Ela já vendeu mais de 100 milhões de discos em carreira solo e levou para casa um Oscar por Feitiço da Lua, bem como um Grammy, um Emmy, três Globos de Ouro e um Cannes.

Tendo lançado 27 álbuns de estúdio, sua última rendição musical foi com o compilado Dancing Queen, além de ter participado da sequência do musical Mamma Mia!’.

Fique ligado para mais informações!

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Adam Driver diz que adorou a ambiguidade do roteiro

Agora que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já estreou, muitos fãs estão comentando o surpreendente destino de Kylo Ren (Adam Driver) e Rey (Daisy Ridley), os protagonistas da nova trilogia.

E, durante uma entrevista para o Cinema Blend, Driver disse que ficou absolutamente satisfeito quando os roteiristas decidiram ampliar a ambiguidade entre eles na sequência.

“Eles, digo Chris [Terrio] e J.J. [Abrams], escreveram algo que nem sempre é explicado em diálogos, mas em gestos e expressões, e eu adorei isso. Os personagens nunca dizem exatamente o que estão sentindo, mantendo a tradição dos filmes originais. Eles estão cheios de ambiguidade e momentos que só fazem sentido em termos sentimentais.”

Driver se refere principalmente ao fato de seu personagem nunca ter revelado seus verdadeiros objetivos e à origem dos poderes de Rey, os principais enigmas dos novos filmes e o que sempre levantava dúvidas entre os fãs.

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Frozen 2’: Elsa com visual repaginado em nova imagem da sequência; Confira!

Frozen 2‘ chega aos cinemas apenas em 02 de janeiro de 2020 e a produção ganhou um nova imagem, que destaca o visual repaginado da protagonista Elsa na nova trama.

Confira:

 

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘A Primeira Tentação de Cristo’: Justiça nega pedido de censura contra o especial; Entenda!

De acordo com o Estadão, a Justiça do Rio negou na última quinta-feira (19) o pedido formal de um grupo religioso para que o especial de Natal do Porta dos Fundos fosse removido do catálogo da Netflix.

Intitulado ‘A Primeira Tentação de Cristo‘, o longa acompanha a comemoração do 30º aniversário de Jesus, que é retratado como um personagem gay, o que vem causando revolta na comunidade cristã.

No entanto, a juíza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura afirma que não há motivos concretos para que a produção seja censurada, pois não identificou crimes contra a religião, violação aos direitos humanos, incitação ao ódio ou discriminação no longa.

No texto, ela também menciona os artigos 5 e 220 da Constituição Federal, referentes à liberdade de expressão, e deixa claro que a veiculação do conteúdo não é feito de forma pública ou obrigatória, já que os assinantes da Netflix estão livres para escolher o que querem assistir.

“Uma decisão diferente seria inequivocadamente censura decretada pelo Poder Judiciário. Ademais, considero como elemento essencial na presente decisão que o filme controverso está sendo disponibilizado para exibição na plataforma de streaming da ré Netflix, para os seus assinantes. Ou seja, não se trata de exibição em local público e de imagens que alcancem aqueles que não desejam ver o seu conteúdo. Não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante.”

Entenda o caso:

Através de uma publicação no Facebook, o Centro Dom Bosco de Fé e Cultura confirmou que havia processado a Netflix e a equipe do Porta dos Fundos por conta do Especial de Natal produzido pelos humoristas.

Na publicação, o grupo religioso diz que:

“O Porta dos Fundos não mediu esforços em sua criatividade maligna para insultar a Deus, a Santíssima Virgem e os apóstolos. Por ser difusora e protetora desse tipo de crime, a Netflix também foi arrolada no processo como cúmplice do material veiculado.”

Para ganharem força, eles incitam os católicos a reagir contra a produção e a qualquer iniciativa que ultrajam sua fé, e explicam que os detalhes do processo serão revelados nos próximos dias pelo presidente do grupo, Pedro Luiz de Affonseca.

Além disso, os fiéis pedem uma indenização correspondente ao valor arrecadado com o filme e mais R$ 02 milhões, que serão doados para um fundo do Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro.

“Somente quando afetar o bolso desses vilipendiadores, eles pararão de achincalhar a fé de milhões de brasileiros. Assim como o ator Fábio Porchat disse não citar Alá e a seita islâmica por medo de morrer, desejamos que tenha similar receio de insultar a Deus e a fé católica, única e verdadeira, por medo de processos judiciais. Infelizmente o ator não tem medo hoje do juízo que virá no instante seguinte à sua morte. Neste tempo estarão diante dele os mesmos de que hoje faz piada e a quem insulta. As penas poderão ser infinitamente piores que perder toda fortuna acumulada nesta vida.”

Até o momento, a publicação já teve mais de dois mil compartilhamentos e pouco mais de 1000 comentários.

Lembrando que o especial já está em exibição na Netflix.

Assista ao trailer:

Na trama, Jesus completa 30 anos e leva um convidado especial para conhecer sua família, mas a festa reserva outras surpresas.

‘Jerusalem’s Lot’: Adrien Brody vai estrelar adaptação de obra de Stephen King

US actor Adrien Brody poses as he arrives on May 27, 2017 for the screening of the film 'Based on a True Story' (D'Apres une Histoire Vraie) at the 70th edition of the Cannes Film Festival in Cannes, southern France. / AFP PHOTO / LOIC VENANCE (Photo credit should read LOIC VENANCE/AFP/Getty Images)

Mais uma obra de Stephen King vai migrar para as telas. Dessa vez, o conto ‘Jerusalem’s Lot‘ será adaptado em formato de série de TV, pela Epix. A produção será estrelada pelo vencedor do Oscar, Adrien Brody.

O conto foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.

A trama é contada a partir de uma série de cartas e partes de um diário, sendo a maioria do capitão Charles Boone. Na versão adaptada, Brody interpreta o protagonista citado, que após a morte de sua esposa no mar, decide se mudar com os seus três filhos para Preacher’s Corners, no estado do Maine, sua terra ancestral.

Ao longo da narrativa, Boone será forçado a ter que encarar os segredos de sua família e terá que lutar para combater a escuridão que tem tomado conta de gerações e gerações da sua casa.

Jerusalem’s Lot‘ contará com 10 episódios em sua primeira temporada, trazendo Jason e Peter Filardi como produtores executivos e showrunners. Donald De Line também assume a mesma função como produtor. Ele é conhecido por seu trabalho na série ‘Wayward Pines‘.

Em um comunicado oficial, o presidente da Epix, Michael Wright, comentou sobre a nova série e a escolha de Brody para o papel:

“A série é uma reimaginação intensa e absolutamente aterrorizante de um clássico de terror gótico. Mal podemos esperar para poder trabalhar com o time excepcional de Donald De Line e Jason e Peter Filardi, ao lado do nosso fenomenal protagonista, Adrien Brody. E claro, quando se trata de terror, nada fica melhor e mais grandioso do que Stephen King. Estamos empolgados por sermos a casa dessa incrível série”.

As filmagens de ‘Jerusalem’s Lot’ começam em maio de 2020, em Halifax, na Nova Escócia. A estreia da série deve acontecer na segunda metade do mesmo ano.

 

 

Fernando Meirelles fala sobre ‘Dois Papas’ da Netflix, Oscar e filmes de super-heróis [VÍDEO]

Dois Papas‘, filme da Netflix estrelado por Anthony Hopkins e Jonathan Pryce, estreou hoje no catálogo do serviço de streaming.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor brasileiro Fernando Meirelles, indicado ao Oscar por ‘Cidade de Deus‘, falou sobre ‘Dois Papas‘.

No vídeo, ele fala sobre a elogiada produção, a possibilidade de indicações ao Oscar e a febre dos filmes de super-heróis.

Assista:

A história acompanha os bastidores de uma das mais dramáticas transições de poder nos últimos 2000 anos. Frustrado com a direção da Igreja, o cardeal Bergoglio (Jonathan Pryce) pede permissão ao papa Bento XVI (Anthony Hopkins) para se aposentar em 2012.

Em vez disso, enfrentando escândalos e sua própria insegurança, o introspectivo papa chama seu maior crítico e futuro sucessor a Roma para revelar um segredo que abalaria os alicerces da Igreja Católica. O que se vê dentro dos muros do Vaticano, então, é a disputa entre a tradição e o progresso, a culpa e o perdão, e dois homens muito diferentes confrontando seus passados em busca de terreno comum para forjar o futuro de um bilhão de seguidores em todo o mundo.

Crítica | Dois Papas – Fernando Meirelles encanta em comédia eclesiástica da Netflix

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

O peso da batina vem sempre acompanhado por diversos silogismos. Dogmas religiosos, posturas ritualísticas, maneirismos e burocracias que revelam um enorme distanciamento entre a mais alta cúpula do catolicismo e os seus fiéis. O Vaticano consolidou sua histórica trajetória como uma instituição imponente, observada avidamente e por diversas vezes intocável. Seus líderes – equivocadamente – permanecem como figuras santificadas e até mesmo impalpáveis diante dos seus e dos de fora. Mas Fernando Meirelles decide quebrar o silêncio abafado pelos cantos líricos que ecoam em sua suntuosa e ostensiva estrutura em Dois Papas, uma cinebiografia que faz da comédia o sabor ideal para um conto que é mais identificável do que poderia se esperar.

A troca entre papados foi amplamente televisionada e um tanto polêmica à sua época. O mundo viu o Papa Bento VXI abdicar da sua jornada vitalícia, entregando a responsabilidade nas mãos de uma figura pouco conhecida, mas que já possuía sua própria popularidade. Papa Francisco, de origem latina, assumia a responsabilidade em fevereiro de 2013, iniciando uma jornada bem avessa ao que já havíamos visto dentro do Vaticano. Mas as motivações, os dissabores, os questionamentos e as dúvidas que cercaram todo esse contexto permaneciam enclausuradas em um ambiente secreto, distante dos olhos e mentes curiosas da sociedade. E em Dois Papas, esse pequeno segredo é revelado ao público, mostrando – de maneira leve e cômica – as entranhas que toda essa atmosfera ritualística papal resguarda em si. Como um convite inesperado e inadvertido, somos convocados a entrar no Vaticano e especular aquelas conversas de bastidores que sempre despertou a curiosidade em tantos.

E aqui, o longa dirigido pelo brasileiro e roteirizado por Anthony McCarten – como uma adaptação de sua própria peça homônima, nos leva a conhecer a peculiar dinâmica relacional de duas figuras religiosas sempre tão cercadas por estigmas e simbolismos. Desmitificando ambos os papas, a produção os despe diante da audiência, por meio de diálogos desconfortáveis e irreverentes, que são cercados por um humor doce, sutil e dignamente eclesiástico, por razões óbvias. Ao apresentá-los como duas pessoas que, em sua essência, buscam entender e fazer a vontade de Deus, Dois Papas faz o serviço que o próprio Vaticano insistentemente não quer desempenhar, ao continuar apresentando suas figuras religiosas como arquétipos imaculados acima de qualquer suspeita, dignas de reverência e, naturalmente, longe da realidade.

E ao retirar Francisco e Bento dessa pesada áurea mítica e mitológica, Meirelles conquista a audiência com facilidade, despertando um interesse particularmente incalculado pela narrativa, que ainda é capaz de permanecer na neutralidade, sem preferências religiosas. Com uma trilha sonora original que emana o lirismo do catolicismo, o cineasta ainda faz um divertido contraste musical que extrai risos leves, transformando hits da cultura POP em versões romantizadas e eclesiásticas. Aqui, o clássico da Disco Music, Dancing Queen (Abba) ganha uma releitura delicada e quase teatral, ajudando a compor o tom do humor da trama. Ao seu lado, Blackbird, do Beatles, e a nova queridinha italiana, Bella Ciao, também são repaginadas ao compasso da trama com viés clerical, garantindo uma percepção incrivelmente apurada do roteiro, solidificando seus protagonistas como – eventualmente – duas figuras estranhamente identificáveis.

A harmonia da narrativa se torna completa pela excepcional caracterização dos veteranos Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. Na pele dos papas Francisco e Bento XVI, respectivamente, eles entregam atuações sublimes e pontuais, que se assemelham com brilhantismo às figuras reais que encaram nas telonas. Do porte físico ao timbre da voz, os atores são a combinação perfeita de Dois Papas e divertem o público com a excentricidade de suas linguagens corporais, de seus maneirismos e até mesmo de suas personalidades, regadas das tradições de seus próprios países de origem. Sob um roteiro bem escrito e uma direção que explora as extremidades dos ângulos, ambos os astros se entregam em seus papéis, demonstram o quão à vontade estão na batina e conquistam o público, que ainda corre o risco de devanear na peculiar amizade que as consequências da vida proporcionaram entre os dois.

Promovendo uma experiência que beira uma espiada de canto por trás dos pilares de mármore, Fernando Meirelles domina a direção da cinebiografia com maestria, explora a beleza plástica do Vaticano em suas tomadas e sabe exatamente quando entrar com o humor, adocicando-o com pitadas dramáticas, que só acrescentam e dão equilíbrio para a trama. De uma leveza impressionante, Dois Papas é a combinação perfeita de uma história bem condensada e de uma primorosa comédia inocente, que tantas vezes se perde nos cinemas em vulgaridades e piadas de mal gosto. Inesperadamente divertido, o novo filme da Netflix é aquele que vai unir famílias no sofá, independente de suas percepções religiosas.

Crítica 2 | Star Wars: A Ascensão Skywalker – Um final digno, mas não muito original…

Acabou. Iniciada há mais de 42 anos, a saga da família Skywalker chegou ao fim de uma maneira controversa, que apesar de não ser tão original quanto alguns desejavam, conseguiu fechar o arco de maneira honrosa e muito emocionante.

Após os eventos de Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (2017), dirigido por Rian Johnson, os fãs se dividiram entre os que gostaram muito dos novos conceitos que o diretor tentou abordar e os que odiaram o filme e chegaram até a fazer petições para que ele fosse excluído do cânone da saga. Fato é que Rian tentou quebrar o paradigma de que ninguém é 100% bom ou mau na galáxia muito, muito distante. Com a repercussão mista do longa, a Disney correu atrás de J.J. Abrams, que dirigiu o Episódio VII – dono de um maior índice de aceitação do público -, para comandar a última aventura dos Skywalker.

A escolha de J.J. resultou em uma mudança clara de tom, deixando o mistério e a incerteza de lado para voltar com um ar mais esperançoso e repleto de aventura. Grande parte dos caminhos traçados por Rian Johnson foram deixados de lado, com exceção da abordagem de Rey e Kylo Ren em relação à Força, e a trama voltou a focar nos mistérios apresentados em ‘O Despertar da Força‘. A sensação, inclusive, é que o Episódio IX é uma continuação direta do Episódio VII. Com isso, enfim vemos os Cavaleiros de Ren em ação, entramos mais na relação de conflito de Kylo Ren e enfim temos a solução da maior pergunta feita nessa nova trilogia: “qual o sobrenome da Rey?”.

O roteiro é bem previsível e acaba sendo o ponto fraco do filme, mas não chega a comprometer o longa porque ele não é ruim. Só é simples e previsível. Porém, o capítulo final é muito bem executado. Abrams aposta na sinergia do elenco e no carisma dos atores para segurar parte da trama e usa muitos “fan-services” ao longo da história. O ato final é de arrepiar e consegue tirar o fôlego do espectador. Claro que as decisões de Rian obrigaram J.J. a buscar outros caminhos, como a própria volta do Imperador Palpatine, e ter de lidar com a General Leia, já que Carrie Fisher faleceu em 2016 e sua personagem não teve um final no Episódio VIII. Mas ainda assim, o diretor soube fazer algo coerente e atrativo.

Um dos grandes destaques do filme é o Finn (John Boyega), que cresce muito como personagem após aceitar que não há como fugir do seu destino. Ele assume um papel de herói e continua com muito carisma. O visual é um espetáculo e consegue chocar em alguns momentos. Há uma sequência em meio a um festival que é simplesmente linda. Além disso, armas e artefatos vindo dos videogames e quadrinhos enfim debutam nas telonas. Dentre todos os capítulos da polêmica nova trilogia, ‘A Ascensão Skywalker‘ é o mais emocionante e divertido. E mesmo sem inovar, consegue finalizar com maestria os arcos dos personagens mais amados do cinema de fantasia espacial.

Star Wars: A Ascensão Skywalker estreia em 19 de dezembro de 2019.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Nova promo destaca as principais críticas positivas do filme

Após uma longa espera, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chegou aos cinemas e para celebrar a emblemática estreia, a produção ganhou uma nova promo, que destaca as principais críticas positivas recebidas pelo filme.

Assista:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Fãs se casam em estreia do filme

Skywalker Alamo Wedding Photo Credit: Erika Rich

Não só de confusão entre fãs vivem as sessões de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘. Enquanto no Brasil alguns entraram na pancadaria em um cinema de Sorocaba, a rede Alamo Drafthouse foi na contramão e transformou uma de suas filiais, localizadas em Austin (Texas), em uma bela cerimônia de casamento.

Dois casais se casaram antes da exibição do filme, em uma singela e temática cerimônia, realizada pela rede de cinemas. Matt Anderegg e Mallory Walker e Andy Forbes e Wendy Anderson são clientes assíduos do local e como tradição, assistiram às todas estreias de ‘Star Wars‘ ao longo dos anos.

E para selar o amor pela saga e uns pelos outros, eles decidiram se casar na ocasião, que marca a chegada do capítulo final da Saga Skywalker, no lobby do cinema Alamo.

Confira as imagens:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.